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Setor de Tecnologia da Informação do Paraná cresce na crise e gera mais empregos

Foto: Arquivo ANPr

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O setor de Tecnologia da Informação (TI) vem crescendo e gerando mais empregos mesmo na crise. Enquanto muitos setores cortaram vagas e reduziram operações, a área de Tecnologia da Informação conseguiu aumentar as contratações em 2016. O setor fechou o ano passado com saldo positivo de 1,2 mil empregos, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Um dos principais polos do setor no País, o Paraná conta com um parque de 7,8 mil empresas e seis Arranjos Produtivos Locais (APLS), localizados nas regiões de Curitiba, Londrina, Maringá, Campos Gerais, Sudoeste e Oeste. O setor emprega cerca de 18 mil pessoas.

Um dos motivos para explicar o resultado está, justamente, na crise. “A recessão tem obrigado as empresas a buscar formas de reduzir custos, aumentar eficiência e racionalizar processos, o que impulsiona os negócios das empresas de TI”, diz o presidente da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia de Informação (Assespro) no Paraná, Adriano Krzyuy.

Do saldo de vagas gerado no ano passado, Curitiba respondeu por 735 novos empregos, seguida por Londrina, com 164, Maringá (112), Pato Branco (78) e Apucarana (44). Entre as atividades de destaque no ano passado estiveram as de consultoria em Tecnologia da Informação e desenvolvimento de e licenciamento de programas de computador. “O setor de TI apresenta uma resiliência maior à crise, já que a modernização é algo inevitável. As empresas precisam também reduzir custos e aumentar a produtividade, o que vem gerando demanda para esse tipo de atividade”, diz.

INOVAÇÃO – De acordo com Krzyuy, a velocidade de inovação do mercado de TI gera demanda por profissionais qualificados, ampliando as contratações com salários maiores também. O salário médio na área de TI no Paraná é de R$ 3.348,11, 37,3% maior que a média do Estado (R$ 2.438,35), de acordo com dados do Ministério do Trabalho.

APOIO – De acordo com o coordenador de Ciência e Tecnologia da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Evandro Razzoto, o Paraná vem criando um ambiente propício para o desenvolvimento do setor, com a criação, no ano passado, de uma política de governança para a área.

O objetivo é elaborar um plano de longo prazo, com a participação do governo estadual, empresas, instituições de apoio e universidades. “Há muito potencial para TI no Estado. O nosso foco é fazer do Paraná referência no setor”, afirma.

“O plano é transformar o Paraná no próximo polo de TI da América Latina até 2035. Até lá esperamos que o setor tenha uma participação significativa no Produto Interno Bruto (PIB) do Estado”, diz o presidente da Assespro.

Atualmente as universidades estaduais mantêm núcleos de inovação e incubadoras que hospedam empresas novas. Na Incubadora Internacional de Empresas de Base Tecnológica (Intuel) da Universidade de Londrina, 60% das 13 empresas incubadas atualmente são da área de TI. São empresas desenvolvendo projetos para setores como agronegócio, varejo e gestão, de acordo com a Tatiana Fiuza, gerente da Intuel. Nesse ecossistema, em que há cooperação mútua, as empresas têm apoio nas áreas de planejamento, gestão, marketing e técnica e financeira.

“Há uma tendência forte de surgimento de empresas de TI voltada para a chamada internet das coisas (em que objetos usados no dia a dia podem se comunicar com a internet) e planejamento de dados, como Big Datas. Existe um grande potencial de desenvolvimento de novas companhias nesses segmentos”, diz.

Outro projeto da Intuel, em parceria com a Telefônica e o Sebrae, atua na pré-aceleração de empresas. Hoje são quatro empresas nesse estágio, com atuação nas áreas educacional, de realidade vistual, marketing digital e futebol. O objetivo para 2017 é lançar um edital para apoiar mais dez empresas nesse formato.

Fonte: Agência de Notícias do Paraná

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Tomada de crédito em 2016 ficou mais difícil para a indústria, aponta Fiesp

As condições ofertadas em 2016 à indústria de transformação em São Paulo para a tomada de crédito foram piores do que as do ano anterior, segundo dados da pesquisa Rumos Crédito elaborada pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). A pesquisa, que ouviu 430 companhias, constatou que 53,5% contratou, renovou ou tentou contratar ou renovar alguma linha de crédito durante o ano, sendo que, desse montante, 11,7% não teve crédito aprovado em nenhuma das linhas buscadas, e das que tiveram crédito aprovado, 25,4% conseguiram menos de 60% do valor pretendido.

Já as companhias que buscaram crédito, mas que decidiram pela não contratação, afirmam ter encontrado custo alto (77,8%); exigências elevadas para garantias (72,2%) e prazo muito curto para a quitação do contrato (22,2%).

Entre as empresas que tiveram o crédito recusado ou aprovado parcialmente, os motivos elencados foram garantia insuficiente (33,6%), elevado endividamento da empresa (25%), dívidas em atraso (19%) e restrição cadastral (19%).

Já das companhias que não buscaram crédito, 16,4% afirmaram que não foram atrás por estarem muito endividadas ou com dívidas em atraso e 12,7% porque já esperavam que o custo seria muito alto.

A linha mais pretendida foi a de crédito para capital de giro – almejada por 71,3% da indústria, quitação de dívida (40,9%), investimento (14,8%), exportações (7,4%) e outros (2,2%). As empresas que participaram da pesquisa podiam indicar mais de uma linha de crédito, portanto, os percentuais somam mais de 100%.

Das empresas que participaram da entrevista, 22,1% têm faturamento anual de até R$ 3,6 milhões, 29,6% acima de R$ 3,6 milhões, 29,3% acima de 16 milhões até 90 milhões, 10,9% acima de R$ 90 milhões até R$ 300 milhões, 5,1% acima de R$ 300 milhões, com 3% não respondendo essa questão. As companhias que mais buscaram crédito foram as de faturamento entre R$ 16 milhões e R$ 90 milhões, representando 62,7% delas.

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Fortaleza sedia Congresso de Provedores e Data Centers

Nos dias 5 e 6 de abril o Nordeste será palco de um megaevento na área de tecnologia: o 6° Congresso RTI de Provedores de Internet e o 8° Congresso RTI de Data Centers, que acontecerão simultaneamente no Hotel Praia Centro & Convenções, em Fortaleza, CE. Importante ponto de tráfego de dados entre a América Latina e o resto do mundo, a capital cearense está se tornando um hub de telecomunicações, com a chegada de cabos submarinos vindos dos EUA, Europa e África e a construção de grandes data centers na região, abrindo um enorme potencial de investimentos no mercado de tecnologia.

Além de mostrar a vocação da cidade para um ambiente de inovação, o evento tem o objetivo de promover o intercâmbio de informações técnicas e comerciais fundamentais para as empresas de base tecnológica ou que dependem da Internet para o sucesso dos seus negócios. Os congressos devem reunir mais de 400 profissionais, a maioria provedores de Internet do Ceará e estados vizinhos, além de gerentes de TI e data centers de grandes empresas da região, como bancos, órgãos públicos e indústrias.

Destaques

No dia 5 de abril, na parte da tarde, a abertura do evento terá dois destaques: o Secretário de Telecomunicações do Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, André Müller Borges, que apresentará as iniciativas do Governo Federal para promover a inclusão digital no Brasil, e o Secretário Mosiah Torgan, da Secretaria do Desenvolvimento Econômico de Fortaleza, que mostrará como a cidade está se tornando hub internacional de telecomunicações e serviços de nuvem e os incentivos governamentais nesse sentido.

Haverá ainda um painel de debates sobre os cabos submarinos que chegam em Fortaleza, com a participação das operadoras internacionais Angola Cables, Globenet e Telxius, do Grupo Telefonica. As operadoras apresentarão seus planos de investimentos e como a chegada dos cabos submarinos pode melhorar a conectividade para as empresas brasileiras de Internet e data centers e fomentar o mercado de tecnologia no Nordeste.

No encerramento do primeiro dia haverá uma palestra especial apresentada por Marcos Pontes, o primeiro e único astronauta brasileiro a ir ao espaço. Ele contará sua história de vida, desde a infância pobre na periferia de Bauru, no interior de São Paulo, passando pelo treinamento de astronauta e as emoções ao ver a Terra do espaço.

Segundo dia do congresso

No dia 6 de abril serão apresentadas as palestras com temas mais específicos dos mercados de provedores e data centers, com a participação de empresas locais como Etice – Empresa de Tecnologia da Informação do Ceará, e operadoras Brisanet e Wirelink. Mas também haverá palestras de especialistas de São Paulo, caso da palestra da Netflix.

O evento contará ainda com uma feira paralela com 40 empresas, fabricantes de cabos ópticos, sistemas de energia, software e outros equipamentos para a infraestrutura de redes e data centers. Serão realizados dois minicursos sobre projeto e instalação de fibra óptica, voltados para os técnicos das empresas.

A grade completa pode ser acessada no site www.arandanet.com.br.

Mercado de provedores de Internet

Em sua sexta edição, o Congresso de Provedores é realizado desde 2013 em diferentes cidades do país: começou em São Paulo, mas depois foi levado para Recife (PE), Natal (RN) e Belo Horizonte (MG), devido à característica regional desse mercado. Em todas as edições, sempre reuniu um grande número de participantes (mais de 400) e empresas na feira paralela.

Trata-se de um setor que desconhece crise. A Brisanet, por exemplo, empresa com sede em Pereiro, a 300 km de Fortaleza, festeja números excelentes, com a expansão da clientela e também dos funcionários. A rede de fibra óptica administrada pela Brisanet chega hoje a 18.000 quilômetros em 32 cidades. São 50.000 clientes, que se somam aos 25.000 do sistema via rádio. O plano é dobrar o número de municípios atendidos nos próximos anos, alcançando a Paraíba e Pernambuco. A empresa, fundada em 1997, foi concebida e desenvolvida por José Roberto Nogueira, empreendedor cearense, que foi tema de reportagem da Revista Veja em dezembro. O congresso terá uma palestra sobre rede de fibra da Brisanet, onde os participantes poderão conhecer de perto o trabalho realizado pela empresa.

O setor de provedores de Internet, que cresceu 30% no último ano, já atende 3 milhões de assinantes e corresponde a 15% do mercado brasileiro de banda larga fixa. As empresas somam mais de 5000 no país e crescem três vezes mais rápido do que as teles. Cabe a eles a democratização das conexões nas pequenas cidades do interior e zonas rurais do país.

Um dos grandes desafios do setor é a implantação da fibra óptica. O país tem cerca de 26 milhões de assinantes de banda larga, dos quais apenas 3% são conectados por fibra. Para atingir o patamar equivalente a 12,5 milhões de residências é necessário investir R$ 9 bilhões. A expansão seria realizada pelos pequenos e médios provedores, que têm maior facilidade e interesse em chegar a localidades às quais as grandes operadoras não vão.

Data centers

Realizado desde 2008 em São Paulo, neste ano o Congresso de Data Centers será realizado em Fortaleza devido ao potencial de investimentos na região Nordeste. Além do ambiente favorável do ponto de vista geográfico e político, o mercado de data centers continua crescendo de forma significativa, impulsionado pelas aplicações cada vez mais digitais. Atualmente cerca de 16 bilhões de dispositivos estão conectados no mundo e 90% das informações que temos hoje foram geradas nos últimos dois anos. Computação em nuvem, aplicativos, dispositivos móveis e redes sociais aumentam o volume de dados e demandam infraestruturas cada vez mais complexas, com grande capacidade de armazenamento, flexibilidade e rápido tempo de resposta.

O congresso mostrará como se preparar para as novas exigências que estão definindo os rumos do setor, levando os maiores especialistas para falar sobre computação em nuvem, colocation, segurança, IoT – Internet das Coisas e eficiência energética. Ao levar a iniciativa para o Ceará, o congresso contribui para fomentar mercados importantes, de grande potencial de crescimento, mas ainda fora do radar dos grandes eventos do setor, geralmente concentrados na capital paulista.

Mercado de data centers

Segundo um estudo da DatacenterDynamics, o mercado brasileiro de data centers deve movimentar US$ 11 bilhões em 2017, impulsionado por investimentos em novos equipamentos e soluções, migração para plataformas como o colocation e terceirização. Ainda de acordo com a pesquisa, o país concentra 45% de todos os centros de armazenamento de dados existentes na América Latina. Já o mercado de nuvem tem um potencial de US$ 250 bilhões no mundo, crescendo de 7% hoje para 46% em 2020, segundo o IDC, empresa de estudos de mercado.

Congressos Provedores de Internet e Data Centers 2017

Data: 5 e 6 de abril de 2017

Local: Praia Centro Hotel & Convenções

Endereço: Av. Monsenhor Tabosa, 740, Praia de Iracema, Fortaleza, CE

Horário: Dia 5 de abril das 14 às 18h; dia 6 das 9 às 18 horas

Organização: Aranda Eventos

Telefone: (11) 3824-5300

E-mail: info@arandaeditora.com.br

Web site: www.arandanet.com.br

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The Everywhere Store – O futuro do varejo

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O evento The Everywhere Store (TES), em seu terceiro ano, aconteceu na cidade de Nova Iorque logo após a NRF Big Show, um dos maiores eventos de varejo do mundo. Com todos os players concentrados na Big Apple, a Tlantic, organizadora do TES, com o apoio do Kaizen Institute, optou por levar o evento à cidade. Na 6ª Avenida, bem no centro de Manhattan, o TES recebeu no Kimpton Hotel Eventi, palestrantes e membros do mercado varejista, do mundo acadêmico e de tecnologia para discutir o futuro das lojas e a realidade do Omni-Channel. Foram mais de 15 palestrantes e varejistas de vários países que, juntos, debateram os desafios e delinearam o futuro do setor, apresentando soluções que estão implementando. Além dos debates, houve também o momento dedicado às startups que apresentaram suas ideias disruptivas e criações tecnológicas voltadas à resolução de problemas da indústria do varejo.

Os principais pontos levantados e discutidos por todos os conferencistas foram: a integração entre lojas físicas e lojas online – principalmente no que diz respeito à informação de comportamento dos consumidores; a importância de oferecer aos clientes a melhor experiência de compra possível; as ferramentas tecnológicas para engajar clientes dentro da loja; as Pop-up Stores para criação rápida e temporal de lojas e testar novos conceitos; o problema da falta de produtos em estoque nas lojas (também online); a importância dos colaboradores no crescimento das vendas e o paradigma da expansão física das lojas versus o incremento da faturação, mostrando como a maturidade da rede varejista nao tem necessariamente a mesma correspondência no crescimento de faturação: fim da expansão das redes varejistas como forma de crescimento – conclusão levantada por Marshall Fisher em sua palestra.

“A Loja é a Rede Social” foi o tema do evento deste ano.

“Quisemos levantar o desafio de entender como varejistas de todo o mundo, de diferentes tamanhos e segmentos, se estão adaptando a esta realidade da Loja enquanto agente de conexão entre pessoas, produtos e serviços”, comentou Paulo Magalhães, CEO da Tlantic.

Daniel Corsten, professor da IE Business School e autor da pesquisa da Procter & Gamble apresentada no The Everywhere Store, foi mais uma vez o âncora do evento. “A nossa comunidade TES tem crescido por todo o mundo”, disse Daniel.

A 4ª edição do evento TES está já marcada para o ano de 2018, na cidade de Nova Iorque.

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Globosat lidera mercado com suporte de soluções cloud da SAP

Lançado em 1991, com 4 canais, a Globosat hoje é a maior plataforma digital entre as TVs por assinatura do País. A rede, que reúne 32 canais, alcança quase 50 milhões de espectadores em 16 milhões de domicílios, e só entre janeiro e outubro de 2016 respondeu por 54 milhões de horas de streaming. Para suportar tecnologicamente a estratégia que lhe garante 35% de market share, a Globosat, que desde 2009 é parceira da SAP, com o uso completo da suíte SAP BO, e há dois anos foi robustecida com um contrato bem mais abrangente, acaba de completar a última onda de implementações de soluções da empresa de software.

“Em 2013 iniciamos o ciclo que visava trocar a plataforma de sistemas de gestão de backoffice da Globosat”, conta Alexandre Santos, Diretor de Sistemas de Informação da Globosat. “Primeiramente fizemos a revisão dos processos de gestão e backoffice da empresa; em seguida, fizemos um projeto de Software Selection onde levantamos 2 mil macro requisitos funcionais, essenciais para nossas operações, abrindo uma concorrência para selecionar a plataforma capaz de responder a essas exigências, suportar nossa estratégia de crescimento, bem como escolher quem nos apoiaria nesta trajetória”.

Depois de um processo rigoroso, que envolveu vários players do mercado, e com apoio da EY, a escolha da Globosat foi não só pela tecnologia das soluções SAP como também pela implementação da SAP Serviços e pelo processamento em HEC HANA. A parceria deu tanto resultado que, ainda naquele ano, a SAP Serviços recebeu da Globosat o Prêmio de fornecedor-parceiro de excelência 2015.

A Globosat optou por praticamente todo o portfólio de soluções cloud da SAP, trabalho que foi dividido em 7 projetos, norteados por dois grandes pilares, como conta Alexandre Santos: “O primeiro pilar reuniu as soluções de gestão de negócios (SAP ERP) e de capital humano (SAP HCM, SAP SuccessFactors). O segundo, as soluções de pré faturamento (Hybris Billing), específico para faturamento da receita de assinaturas, VOD e Pay-per-view oriundo de contratos com as operadoras de distribuição de Pay-TV”, destaca o executivo.

“A menina dos olhos de todo esse pacote implementado foi o Success Factors, que trouxe a modernidade que a empresa buscava na relação com os seus colaboradores, contribuindo para a transformação digital pela qual a Globosat está passando”, salienta Alexandre Santos. Ele conta que a última onda desse amplo projeto tecnológico da Globosat foi completada em novembro de 2016 com a implantação da suíte completa do Hybris Billing, “automatizando todas as memórias de cálculo e regras complexas contratuais que atendem aos canais e joint ventures da Globosat”.

Nuvem como opção preferencial

O diretor de Sistema de Informação conta que a opção para rodar as soluções foi a de trabalhar o máximo possível em cloud, rodando tudo em HEC – HANA Enterprise Cloud da SAP. “Optamos pelo HEC, que proporciona segurança, rapidez e atualizações automáticas. Decidimos não investir na ampliação de nosso Datacenter, mas contarmos com esse serviço da SAP”, destaca o Diretor de Sistemas da Globosat. O executivo brinca que, hoje, “a Globosat é meio brasileira, meio alemã: produtos SAP, ambiente de processamento SAP e suporte também SAP para a sua plataforma de gestão”.

No total, mais de 120 pessoas trabalharam no projeto desde seu início, que alcançou um alto nível de engajamento e alinhamento na empresa e com todos os parceiros envolvidos. “Do menor analista ao board da corporação, envolvendo diretamente 4 diretores e o CFO, todos se dedicaram totalmente ao processo, recorda Santos. O maior volume de trabalho foi completado em 11 meses, dos 20 meses previstos, e foi dividido em 3 ondas. Dez nacionalidades de técnicos se revezaram ao longo do processo. “Uma das grandes vantagens proporcionadas pela escolha das soluções, pelo know how de implementação da SAP Serviços e pelo forte conceito de gestão conduzido no projeto, foi que as operações das diversas áreas da Globosat nunca precisaram ser interrompidas. Não houve descontinuidade nas operações ou a necessidade de “soluções de continuidade”, nunca paramos de receber, comprar, contratar, etc… Em nenhuma situação tivemos que retroagir alguma coisa – não houve atrasos nos processos”, relata Santos.

Sergio Cruz, vice-presidente de Serviços da SAP, destaca a importância, para o sucesso de um trabalho desse escopo, da parceria consolidada entre a SAP Serviços e a Globosat. “Um programa de transformação digital com o escopo proposto na Globosat somente é possível com o engajamento dos executivos por parte do cliente. E a SAP teve o apoio e acompanhamento do projeto de perto pelos executivos da Globosat, o que trouxe agilidade para as decisões necessárias para o sucesso do projeto”. Outro fator inovador, segundo Cruz, foi que a SAP foi responsável não somente pela disponibilização do Software e Serviços de Implementação, mas também pelos serviços em Cloud de Infra-estrutura e pelo AMS. “A SAP é responsável end-to-end nas soluções SAP na Globosat, reforçando a estratégia da SAP de engajamentos e parcerias de longo prazo”.

Hoje, entre outros benefícios, o grande volume de processos financeiros e contábeis da Globosat, que demandavam semanas de trabalho, passaram a ser finalizados em minutos. E as planilhas foram aposentadas.

“Acertamos ao optar pelas soluções e pela implementação da SAP Serviços. A competência fez a diferença”, sintetiza Alexandre Santos.

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Robôs farão até o trabalho dos CEOs

Estudo da McKinsey indica que automação não vai extinguir empregos – mas mudará a vida de mais da metade dos trabalhadores em todo o mundo

Automação é uma ideia que desde sempre inspira obras de ficção científica. Mas o uso de robôs e algorítimos para aprimorar a produção, logística e outros setores vitais de empresas não apenas é uma realidade como o avanço tecnológico está prestes a abrir uma nova era da automação. É o que mostra estudo da McKinsey. Segundo o levantamento, cerca de metade das atividades hoje realizadas por humanos será automatizada até 2055 – o equivalente a 16 trilhões de dólares em salários.

Mas a relação entre homens e máquinas não será de conflito. Pelo contrário: menos de 5% das atividades humanas podem ser totalmente automatizadas, segundo a McKinsey. Cerca de 60% de todas as ocupações têm ao menos 30% de atividades que podem ser feitas por máquinas. Ou seja, mais profissões serão modificadas do que extintas. O uso de robôs ainda melhora a performance dos negócios ao reduzir erros e elevar a produtividade, atingindo patamares que a capacidade humana não seria capaz de alcançar. Para se ter uma ideia, o estudo estima que a automação tenha potencial para elevar o PIB global entre 0,8% e 1,4% anualmente.

Os efeitos da automação também não ficarão restritos ao chão de fábrica. Segundo a McKinsey, até os CEOs terão seu trabalho afetado: a análise de relatórios e dados para tomar decisões, por exemplo, pode ser realizada por algorítimos. Ao todo, 1/4 do trabalho dos CEOs poderá ser automatizado.

O cenário brasileiro segue a tendência: a McKinsey estima que, considerando-se apenas a economia formal, o potencial de automação no país seja de 50%, o que afeta 53 milhões de empregados. Os setores industrial e varejista são os que têm o maior número de processos que poderão ser modificados pelo uso de softwares ou máquinas inteligentes – o que atingiria mais de 20 milhões de postos de trabalho.

No Brasil e no restante do mundo, garantir que a convivência entre homens e máquinas seja de fato pacífica exigirá mudanças no ensino. É preciso repensar o currículo para educar pessoas com as habilidades que realmente serão necessárias no futuro – como programação, robótica e serviços para uma população cada vez mais velha.

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Twitter anuncia novas melhorias na segurança da plataforma

O Twitter anuncia mais melhorias para aumentar a segurança na plataforma, oferecendo novas ferramentas para que o usuário possa controlar a sua experiência. Nas últimas semanas, o Twitter já havia apresentado uma série de novidades nesse sentido, como atualizar a forma de denunciar Tweets abusivos, coibir a criação de novas contas abusivas, implementar resultados de pesquisa mais seguros, ocultar Tweets potencialmente abusivos ou de baixa qualidade e reduzir notificações de conversas iniciadas por pessoas bloqueadas ou silenciadas.

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Aproveitar a tecnologia para reduzir conteúdo abusivo

O Twitter está trabalhando para identificar contas envolvidas em comportamento abusivo na plataforma, mesmo que esse comportamento não tenha sido denunciado. A plataforma então age limitando a funcionalidade de uma determinada conta por um período definido, permitindo que os seus Tweets sejam visualizados apenas por seus seguidores. Essa medida pode ser tomada, por exemplo, se a conta está envolvida em padrões de comportamento que violam as regras do Twitter.

A plataforma defende a liberdade de expressão de qualquer ponto de vista, mas se uma conta viola repetidamente as regras do Twitter, providências podem ser tomadas em relação a ela. O Twitter vai atuar apenas quando tiver a segurança, com base em seus algoritmos, de que o comportamento das contas é abusivo.

Mais controle com novas ferramentas

O Twitter também está anunciando novas opções de filtro para as notificações, o que dará mais controle sobre o que se vê publicado por certas contas, como aquelas que não trazem nenhuma foto no perfil ou têm endereços de email não verificados. Ter mais opções de filtro para as notificações era uma solicitação de muitas pessoas.

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Além disso, o recurso de silenciar, que em novembro de 2016 já permitia ao usuário remover das suas notificações palavras específicas, frases ou mesmo conversas inteiras, também está sendo expandido. Agora, será possível silenciar esses itens na timeline e decidir por quanto tempo esses conteúdos permanecerão assim: um dia, uma semana, um mês, ou indefinidamente. Esse era outro pedido importante das pessoas.

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Comunicar mais claramente as ações sobre segurança

O Twitter tem tornado seus processos relativos à segurança na plataforma cada vez mais transparentes e abertos. A partir de agora, o usuário será notificado quando o Twitter receber o seu relatório sobre contas ou Tweets denunciados às equipes de suporte e informado se outras medidas forem tomadas. Tudo isso ficará visível na aba de notificações do Twitter.

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As mudanças estão sendo desenvolvidas globalmente nos próximos dias e semanas e em todas as línguas representadas na plataforma. Mais novidades estão por vir e, enquanto isso, para outras informações, acesse @TwitterSafety.

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SulAmérica Saúde lança serviço pioneiro de reembolso digital

A SulAmérica, maior seguradora independente do País, acaba de lançar o serviço de reembolso digital, funcionalidade inédita incorporada ao aplicativo SulAmérica Saúde que agiliza o processo de reembolso de consultas de até R$ 1.000,00. Inovadora, a tecnologia utiliza algoritmos de machine learning para reconhecer recibos médicos por meio de uma foto, que pode ser feita pelo próprio segurado via câmera do smartphone, e encaminha o pedido para análise de forma rápida e segura. Pelo próprio aplicativo, o usuário consegue acompanhar todas as etapas até o pagamento.

“A SulAmérica investe continuamente em inovação tecnológica para aprimorar a experiência do cliente. Fruto dessa estratégia, o reembolso digital é uma facilidade pioneira no mercado de saúde suplementar que proporcionará ainda mais agilidade e comodidade para os segurados”, afirma o vice-presidente de Saúde e Odonto da SulAmérica, Maurício Lopes. Em fase de implementação, a novidade será disponibilizada gradativamente para toda a base de clientes da SulAmérica Saúde a partir de março de 2017.

O aplicativo SulAmérica Saúde já registra aproximadamente 1 milhão de downloads, com 10 milhões de transações realizadas pelos usuários dentro do app ao longo de 2016. Hoje, os beneficiários conseguem acessar rapidamente, via smartphone, serviços como carteirinha virtual, rede médica referenciada, medicamentos com desconto e chat com a central de atendimento.

“Estamos empregando o que há de mais moderno na área de tecnologia para agregar valor ao cliente e facilitar a utilização do plano de saúde. Com esta nova funcionalidade, tornaremos o processo de pedido de reembolso mais simples, permitindo que os segurados sigam os trâmites por meio do celular de forma transparente e dinâmica”, explica o vice-presidente de Operações da SulAmérica, Marco Antunes.

Para os segurados que desejarem, a solicitação de reembolso ainda poderá ser feita por meio do portal Saúde Online, dos terminais de autoatendimento SulAmérica Express ou por entrega do protocolo no RH da empresa cliente. Além do aplicativo SulAmérica Saúde, a companhia desenvolveu para clientes os apps SulAmérica Odonto, SulAmérica Investimentos, SulAmérica Auto, SulAmérica Garantia de Aluguel e SulAmérica Institucional. Todos estão disponíveis para download na Google Play Store (Android) e na Apple Store (iOS).

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Broadsoft é considerada “visionária” pelo Gartner por soluções para contact centers

BroadSoft, Inc. (NASDAQ: BSFT), líder global de soluções de Comunicação Unificada em Nuvem (UCaaS), anunciou que foi posicionada pela Gartner, Inc. como Visionária no Quadrante Mágico de 2016 com a solução desenvolvida para Contact Centers (CCaaS). O relatório avaliou 10 fornecedores de software diferentes em quesitos como a capacidade de executar soluções e a capacidade de visão que avalia, entre outros fatores, a inovação da empresa. O Quadrante Mágico do Gartner define visionário como “fornecedores com fortes capacidades de produtos e serviços multicanais, além de uma estratégia clara para vendas, marketing e desenvolvimento de negócios. Eles se diferenciam adicionando recursos exclusivos de funcionalidade e/ou entrega.”

“O mercado CCaaS está nos estágios iniciais e, à medida que as implantações crescem em escala e complexidade, a BroadSoft está fortemente preparada, com uma solução que ajuda os contact centers de qualquer tamanho a otimizarem seu desempenho além da redução de custos – ao permitir uma migração tranquila das instalações tradicionais para a nuvem”, disse Michael Tessler, CEO da BroadSoft. “Estamos entusiasmados por sermos reconhecidos como visionários no Quadrante Mágico de 2016”.

O BroadSoft CC-One é uma solução para contact centers em nuvem baseada em dados que utiliza análises preditivas para reduzir os custos operacionais e melhorar os resultados do negócio, além de permitir que as empresas se comuniquem com os clientes de qualquer canal que escolherem – voz, email, texto, celular, web ou mídias sociais – para uma verdadeira experiência omni-channel. A integração do CC-One com o portfólio da BroadSoft de comunicações unificadas em nuvem e aplicativos que promovem a integração da aquipe de trabalho permite que os provedores de serviços ofereçam uma solução única com a flexibilidade de escalonar para grandes empresas.

Segundo o Gartner, “Contac centers como um mercado de serviços na América do Norte está crescendo rapidamente e fornece aos líderes de infraestrutura e operações responsáveis por contact centers uma série de alternativas viáveis para soluções tradicionais locais em vários tamanhos de implantação e níveis de complexidade”.

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As vantagens do Mobile Learning para o Treinamento Corporativo – Por Samir Iásbeck de Oliveira

Além de mudar a forma como nos comunicamos e nos entretemos, a popularização do smartphone o transformou em uma das mais convenientes plataformas de aprendizagem. Mobile Learning é o mais moderno suporte que pode ser utilizado para uma experiência de treinamento e apresenta inúmeros benefícios para as empresas que o utilizam. Minha trajetória nesse segmento me possibilitou perceber alguns pontos que servem de referência na análise das vantagens desse tipo de ferramenta no ambiente corporativo. Apresento algumas destas vantagens nos tópicos a seguir.

Por que utilizar Mobile Learning?

Com o crescimento do mercado de dispositivos móveis, a procura pela aprendizagem no meio digital e móvel teve, recentemente, um desenvolvimento exponencial. Tanto o meio acadêmico quanto o setor corporativo estão investindo e utilizando este método inovador.Para aqueles que querem ser promovidos, a aprendizagem móvel é um dos caminhos mais inteligentes. Aprendizagem digital “on the go” significa que o colaborador tem mais liberdade para aprender da forma como desejar.

Pesquisas recentes confirmam que as pessoas realmente retêm mais facilmente as informações quando utilizam este formato, também conhecido como “microlearning”. Ao contrário dos métodos tradicionais de aprendizagem, mobile learning pode ser acessado virtualmente em poucos minutos. E quando juntamos os conceitos de gamificação e microlearning numa única plataforma o engajamento é ainda maior.

Para empregar mobile learning em sua empresa não é necessário fazer um investimento alto. O custo para se produzir um curso seguindo a lógica do microlearning tende a ser mais baixo, e pode ser feito em etapas. A plataforma também possibilita a inclusão de novos conteúdos e pode ser atualizada de forma rápida e prática. Assim que uma atualização for realizada, ela pode ser enviada diretamente para o dispositivo do usuário, se tornando disponível imediatamente. Além disso, este suporte apresenta facilidade de manutenção e tem pouca necessidade de suporte técnico.

A importância do mobile learning para os seus colaboradores

Para os colaboradores, mobile learning é uma verdadeira conquista. Ao considerarmos as diversas formas que existem para aprender, identificamos inúmeros motivos pelos quais essa é a melhor opção para colaboradores de todas as idades.

1. Aborda diversos estilos de aprendizagem

Treinamentos corporativos tradicionais não contemplam todos os estilos de aprendizagem, isso pode fazer com que alguns colaboradores deixem de se envolver em um primeiro momento. Um sólido plano de aprendizagem móvel apresenta o conteúdo em inúmeros estilos, como vídeo, texto, imagem etc. Além da possibilidade de se utilizar conceitos de ensino adaptativo, ou seja, o conteúdo e a forma podem se adequar a cada um dos usuários.

2. Aproveitando o tempo livre dos seus colaboradores

Um dos maiores benefícios do mobile learning no trabalho é a sua conveniência, dando aos seus colaboradores acesso ao treinamento literalmente em qualquer momento do dia e em qualquer lugar. Ao invés de gastar o tempo livre de forma ociosa ou simplesmente navegando na internet, os seus colaboradores passam a ter acesso a pequenos blocos de informação e, com isso, podem aprender durante momentos que seriam improdutivos. Cada usuário constrói a sua própria experiência, respeitando o seu tempo, espaço e também a sua forma de aprender.

3. Garante que os seus colaboradores fiquem no topo das tendências tecnológicas

Uma empresa que mantém seus colaboradores no passado terá dificuldade para fazer a diferença no mundo real. Ao oferecer acesso a mobile learning para o seus colaboradores, você está aprimorando a habilidade deles com a tecnologia e garantido que eles não ficarão para trás em relação às tendências futuras.

4. A flexibilidade promove motivação

Ao invés de ter uma sessão de treinamento programada para um dia e horário específicos, mobile learning permite que cada colaborador estude no seu ritmo. O usuário tem a possibilidade de interagir, ou seja, de realizar uma ação integrada, e se envolver na busca do conhecimento e na experiência de aprendizado. Quando eles estão ativamente envolvidos, no tempo que escolherem, ficam motivados e podem reter as informações mais facilmente.

Como começar com Mobile Learning

Uma vez que se prevê que em curto espaço de tempo 70% dos profissionais irão fazer alguma forma de trabalho a partir de seus dispositivos móveis, esse é o melhor momento para investir nessa tecnologia.O primeiro passo é considerar o conjunto de habilidades atuais da sua empresa e as áreas que você pode aperfeiçoar e então fazer uma pesquisa para identificar quais tipos de cursos atendem melhor às suas necessidades.

Samir Iásbeck, CEO e Fundador do Qranio, plataforma mobile de aprendizagem que usa a gamificação para recompensar os usuários e estimulá-los a se envolver com conteúdos educacionais em todos os momentos.

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Três fintechs que você pode ter usado, mas nunca ouviu falar

As fintechs – como são chamadas as empresas com foco em tecnologia financeira – estão crescendo vertiginosamente no país. De acordo com o Radar FintechLab, o número de startups que oferecem serviços financeiros no Brasil quase dobrou em nove meses. Ao final de janeiro, eram 244 fintechs, contra 130 em abril 2016.

Algumas delas são bastante conhecidas como a Nubank, que oferece cartões de crédito livres de taxa de anuidade e outras tarifas, e a GuiaBolso, aplicativo que ajuda no controle financeiro pessoal.

No entanto, muitas delas passam despercebidas. São justamente essas que desempenham papel importante em compras pela internet, em pequenos estabelecimentos e nas transações financeiras. Listamos abaixo três dessas fintechs que você pode já ter usado sem se dar conta.

Stone

Se você já comprou pipoca em vending machines de estações de metrô ou aeroportos, certamente utilizou os serviços da Stone. A startup é uma adquirente de cartão de crédito 100% brasileira, autorizada pela Visa e Mastercard a realizar transações por meio de suas máquinas. Como é licenciada para efetuar pagamentos em todo o território nacional, vem se destacando na oferta de serviços para otimizar o processo de vendas e reduzir as despesas de processamento para o estabelecimento. A Stone está presente em pequenos estabelecimentos, como bares, restaurantes e bombonieres.

MundiPagg

Para aqueles que são adeptos em realizar compras pela internet, a MundiPagg, especializada em soluções de meios de pagamentos em lojas virtuais, processa pagamentos eletrônicos para 40% dos e-commerces nacionais, incluindo as gigantes B2W (Americanas.com, Submarino e Shoptime) e Cnova (Pontofrio e Casas Bahia). Hoje, mais de sete mil lojas virtuais utilizam o serviço da fintech, fundada em 2012.

Equals

Ainda falando em compras pela internet, essa fintech passa pelo consumidor, mas tem importância maior para o lojista. Fundada em 2010, faz o gerenciamento de compras realizadas por cartão de crédito e débito. Por meio da Equals, o departamento financeiro tem controle e visibilidade sobre seus recebíveis, disponibilizando informações confiáveis, mais produtividade, melhores práticas e controles nas atividades. Se você realizou compras em lojas como Mercado Livre, Centauro, Óticas Carol, ou pelos sites da Emirates, Alitalia ou Delta, certamente sua compra foi contabilizada pelo sistema Equals.

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Huawei apresenta oportunidades de crescimento para mercados emergentes no Mobile World Congress 2017

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Durante o Mobile World Congress 2017, a Huawei se posicionou como uma parceira estratégica dos países que buscam desenvolvimento econômico e social. A partir do seu compromisso de criar de valor para comunidades ao colaborar com as operadoras, a Huawei ajuda a maximizar recursos de rede, implantar banda larga residencial e a digitalização de interiores, além de fomentar a conectividade.

Ao passo que ingressamos em uma era conectada, a infraestrutura digital facilita o crescimento econômico e os mercados emergentes passam por uma grande transição rumo às economias digitais. O Índice de Conectividade Global (GCI, na sigla em inglês), publicado pela Huawei em 2016, relatou que, para cada ponto de aumento na classificação GCI, um país melhorou a sua capacidade de inovação em 2,2%, competitividade em 2,1% e produtividade em 2,3%. As operadoras estão em uma posição única para investir nesses mercados para aproveitar o imenso potencial de TIC, dados demográficos e estratégias nacionais ainda não exploradas.

“A Huawei está comprometida em ajudar as operadoras a aumentarem a eficiência e fomentar o crescimento da lucratividade ao promover o desenvolvimento dos mercados emergentes. Juntos, a Huawei e as operadoras incentivarão novas fontes de receita e um ciclo positivo de negócios no desenvolvimento de serviços e construção da rede”, afirmou William Xu, diretor executivo e chefe do departamento de Marketing da Huawei.

A empresa analisou o atual cenário dos mercados emergentes para formular a sua abordagem estratégica de quatro ângulos: usuário+, família+, recursos+ e eficiência+. A rápida implantação da banda larga residencial e da digitalização de interiores melhorará a cobertura e a experiência do usuário. Os recursos de rede existentes são aproveitados para maximizar o valor da rede e a eficiência do espectro, melhorar a O&M e atender cada nível econômico.

“Até 2025, veremos mais 2 bilhões de pessoas com conexões móveis e outros 500 milhões de usuários de banda larga residencial. Temos um compromisso em habilitar as operadoras do mundo a construírem estradas para esse crescimento. A partir da colaboração com as operadoras, a Huawei impulsiona mercados emergentes a aumentem pelo menos 1 ponto GCI”, completou William Xu.

O MWC acontece entre os dias 27 de fevereiro e 2 de março em Barcelona, na Espanha. A Huawei está demonstrando seus produtos e soluções no estande 1J50 na Fira Gran Via, Saguão 1; no estande 3I30, no saguão 3 e no Innovation City zone, no saguão 4. Para mais informações, acesse http://www.huawei.com/cn/events/mwc/2017/.

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