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Educação do Futuro está entre os destaques da Oiweek 2017

Gamificação, ensino à distância, óculos de realidade virtual para alunos de medicina e rede social focada em estudantes são os destaques das startups que prometem revolucionar a educação no Brasil. Elas se apresentam hoje e amanhã durante a 9ª Open Innovation Week, principal evento de empreendedorismo e inovação aberta entre startups e grandes empresas, que acontece em São Paulo.

Confira a lista das principais soluções para educação:

Educacross – plataforma de educação para o ensino de matemática e língua portuguesa, dirigida aos alunos do 1º ao 5º ano, por meio do Game-based Learning (o aprendizado baseado em jogos). Os estudantes interagem com jogos em um ambiente digital totalmente lúdico, enquanto um conjunto de algoritmos, técnicas estatísticas e ferramentas analíticas permitem aos professores a avaliação contínua da evolução das competências cognitivas.

Kriativar – startup de educação e tecnologia que tem como missão promover o protagonismo infantil, oferecendo aos pais e às escolas ferramentas para que eles possam desenvolver todo o potencial criativo de crianças e jovens. A empresa desenvolve os próprios produtos, como a plataforma de cocriação Kriativar, e também oferece soluções customizadas para empresas, que unem tecnologia à produção de conteúdo qualificado. Recentemente, a empresa fundiu suas operações com a startup Kitutor, a partir de uma conexão feita na primeira etapa do 100 Open Startups, permitindo chegar ao mercado em escala, além de atender a outras demandas na área de educação e comunicação corporativa.

mLearn – com mais de 3 milhões de usuários, a plataforma oferece mais de 50 cursos certificados, entre línguas, capacitação profissional e gastronomia. Permite estudar a qualquer hora e lugar. Plataforma gamificada, que torna o estudo ainda mais divertido, além de oferecer a possibilidade de estudar off-line e acessar videoaulas e podcasts que facilitam o aprendizado.

MedRoom – desenvolve simuladores para treinamento médico com realidade virtual. Foi recriada uma sala cirúrgica, onde o aluno pode treinar na prática como fazer procedimentos diversos, como drenagem torácica, intubação, entre outros. A empresa vem para revolucionar a maneira como os estudantes aprendem e praticam a clínica médica.

Beenoculus – há 15 anos trabalha em soluções tecnológicas para serem usadas como linguagem no processo de ensino-aprendizado, para que a tecnologia possa efetivamente auxiliar no desenvolvimento das habilidades sócio emocionais dos alunos. Durante a Open Innovation Week 2017, a Beenoculus apresenta ao mercado um inovador dispositivo de realidade virtual, chamado BEEyond, que consiste num óculos de realidade virtual All-In-On, com telas de resolução1K em cada olho, sistema operacional Android e CPU com processador Qualcomm embarcados que, segundo a empresa, permite experiências premium em realidade virtual. A Beenoculus também mostra os novos recursos de sua plataforma de distribuição de conteúdos VR 360º que está conquistando grandes empresas de diversos setores.

Descola – escola de inovação online, com grandes experiências de aprendizagem para temas como Storytelling, Design Thinking, Empreendedorismo etc. Os cursos são criados a quatro mãos com os professores, pensando em toda a jornada do aluno para um curso online. Todo ciclo de aprendizagem passa por base teórica, exercícios, ferramentas, práticas e reflexão conceitual. Os cursos contam com fotografia, edição e produção de alta qualidade. Os cursos são divididos em capítulos curtos, de até 7 minutos, para atrair a atenção dos alunos, possuem linguagem informal e estão cheios de exemplos e inserções de materiais da internet. Hoje são 32 cursos, mais de 16.000 alunos.

Apta – ambiente de aprendizado gamificado que promove formação inovadora em áreas técnicas e profissionais, através de cursos online, proporcionando maior engajamento dos aprendizes através da ludicidade, com consequente redução das altas taxas de evasão típicas do EAD tradicional e imersão em experiências práticas através de missões em problemas reais.

O evento acontece nesta terça e quarta-feira (21 e 22 de fevereiro), das 8h às 19h, no Centro de Convenções Rebouças, em SP. A Oiweek reúne no mesmo ambiente empreendedores, executivos e pesquisadores da comunidade científica, com o intuito de engajar e propor novas práticas e metodologias de modelos de negócios para a inovação.

Veja a agenda completa no site: www.oiweek.com.br/2017

9ª edição da Open Innovation Week

Dias: 21 e 22 de fevereiro – das 8:00 às 19:00

Local: Centro de Convenções Rebouças: Av. Rebouças, 600 – São Paulo

# Conheça o Movimento “100 Open Startups”: http://www.openstartups.org.br/

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Carnaval: 5 dicas para alavancar as vendas de sua loja virtual

Historicamente o Carnaval é um período de baixa para as vendas do e-commerce brasileiro. No entanto, com um bom planejamento prévio e aplicação das estratégias adequadas para a data esta dificuldade pode ser convertida em uma grande oportunidade de crescimento. Para ajudar os empreendedores virtuais a superarem esse desafio, a Rakuten Digital Commerce preparou uma lista de dicas com as estratégias certas para dar um baile no fracasso e passar o carnaval dando um show de vendas.

1) Aposte em promoções

Vender itens com descontos especiais ou oferecer vantagens nas formas de pagamento podem ser atrativos consideráveis para essa época de início de ano, onde várias famílias têm parte do orçamento já bem comprometida. A dica é colocar as ofertas “no ar” um pouco antes do feriadão. Assim, é possível que sua loja venda mais e compense o período de folga em que o volume de acessos diminui.

2) Promoção não significa perda de lucro

Promover itens estratégicos nem sempre significa encurtar sua margem de lucro. Escolha produtos com uma boa margem, mas que precisam ser vendidos “rapidamente” por uma questão de sazonalidade. Por exemplo, artigos de verão – como biquínis, sandálias, cooler, pranchas, maquiagens muito coloridas, móveis para área externa da casa – logo terão o ritmo de venda reduzido. Pense nisso e faça girar seu estoque!

3) Comunique com antecedência

Como muitos clientes costumam viajar nessa época do ano, é bastante importante disparar e-mail marketing comunicando suas promoções antes do Carnaval. Isso evita que o cliente receba os e-mails durante um período de viagem. A dica vale, principalmente, se você anunciar produtos que possam ser úteis durante o feriadão.

4) Aposte em produtos que tenham relação com a data

Se o seu e-commerce vende produtos que tenham a ver com carnaval como pacotes de viagem, trajes de banho, malas, ou até mesmo roupas de verão, isso pode ser uma boa aposta. Colocar esses produtos em promoção ou em destaque perto da data e disparar e-mails com esse tema pode alavancar suas vendas nesse período.

5) Aproveite a sazonalidade

Quer você goste ou não, Carnaval é tradição por aqui. Então, entre na onda. Invista em comunicações temáticas sobre o Carnaval, sempre relacionando com os produtos ou segmento atendidos pela sua loja. Por exemplo, vende peças para carro? Então fale da importância de fazer revisões para garantir uma viagem segura nos dias de folia. Abuse do tema em seus e-mails e mídias sociais, isso desperta o interesse do cliente e mostra que você está ligado com as datas comemorativas.

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Ticket Log lança novo portal com foco no conceito de mobilidade inteligente

A Ticket Log, empresa de gestão de despesas corporativas da Edenred, lançou o seu novo portal voltado a clientes, parceiros e futuros negócios. Com um conceito inovador de navegação, que prioriza a geração customizada de conteúdo, o novo portal possui uma interface moderna e intuitiva, que permite uma experiência de marca completa para cada um dos públicos estratégicos da empresa.

Partindo do conceito user experience, o novo site foi concebido de forma a refletir a construção da marca Ticket Log, que é feita no contato com cada público, ao longo da jornada, congregando diferentes motivos, ações e esforços. Para que isso fosse possível, empregou-se a tecnologia cognitiva, ‘one-to-one’, que responde à interação do público do site, e oferece conteúdo de customizado, de acordo com o que está sendo buscado.

O site reproduz a concepção de mobilidade inteligente, atributo fundamental da marca Ticket Log. “O conteúdo se organiza na plataforma conforme as interações do usuário, conduzindo às melhores soluções, de acordo com as necessidades do usuário. Não é apenas mais um site com informações organizadas em bloco. Trata-se de um ambiente vivo, que se renova a cada contato”, explica Maximiliano Fernandes, Diretor de Marketing e Estratégia da Ticket Log.

Visando a reforçar o posicionamento sustentável da Ticket Log e instigar o debate sobre o tema mobilidade, um dos pilares da empresa, o portal ainda dá acesso ao Blog da Mobilidade Inteligente, que contém posts sobre as principais novidades e casos de sucesso sobre o tema.

“Com o novo portal da Ticket Log, esperamos converter leads em vendas, direcionando o conteúdo a diferentes tipos de público: desde aqueles que já reconhecem as soluções disponíveis no segmento de gerenciamento de frota, até aqueles com nível de interesse mais baixo, com os quais queremos iniciar um relacionamento, por meio da troca de conhecimento”, comenta Maximiliano.
O novo site da Ticket Log já está disponível e pode ser acessado pelo link: http://www.ticketlog.com.br/.

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JaguarDefense: tecnologia focada na segurança da Informação chega ao Brasil

Um dos maiores desafios em meados do século XXI, quando a automação ganha cada vez mais espaço no cenário mundial, é reduzir os riscos e a vulnerabilidade dos dados e as informações das empresas e instituições. Conectada com os novos anseios do mercado brasileiro e internacional, a Lever Tech, empresa brasileira, especializada em segurança da informação, com sede em Brasília – acaba de lançar no Brasil o seu novo sistema, denominado “JaguarDefense”. No evento de exibição da solução, realizado em fevereiro na capital brasileira, Helder Gaudêncio, CEO (Chief Executive Officer) da Lever Tech, apresentou a inovação aos convidados – especialistas do setor de informática, imprensa, parlamentares e executivos -, ao lado dos suecos Jim Carlsson, CEO da Clavister AB, e Magnus Svärd, Diretor Comercial das Américas da Clavister AB.

O JaguarDefense consiste numa solução de segurança simples e intuitiva, que traz os benefícios da nuvem para as empresas usuárias. Trata-se de uma solução que substitui os diversos componentes de segurança das empresas por um pequeno dispositivo capaz de enviar todo o tráfego para sofrer inspeção completa em um datacenter.

Em um panorama mundial, onde muitos sistemas têm sido invadidos por hackers, as empresas necessitam de soluções que as protejam de possíveis “ataques”. Com a utilização da plataforma, todas as informações que circulam nas máquinas protegidas pelo JaguarDefense são inacessíveis por quem não tem permissão. Nos últimos anos, devido aos constantes ataques sofridos por empresas públicas e privadas, a solução foi desenvolvida a fim de assegurar o sigilo das comunicações, bem como a proteção das informações.

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Votorantim Metais vai apoiar oito projetos de startups

Oito projetos de startups foram aprovados no programa Mining Lab, a iniciativa da Votorantim Metais para apoiar empreendedores a desenvolver inovações tecnológicas para a indústria da mineração e metalurgia. A decisão foi tomada por uma banca examinadora em evento, no auditório da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG), que ocorreu na última sexta-feira (17 de fevereiro).

O programa Mining LAB foi lançado em novembro de 2016 e recebeu a inscrição de 115 projetos nas áreas de nanotecnologia e energias renováveis. Em janeiro, a empresa divulgou a lista de 18 finalistas que participaram de uma fase de imersão para conhecer melhor as atividades da empresa e compreender as áreas onde os projetos serão aplicados.

No evento as startups apresentaram seus projetos para a banca examinadora que escolheu os oito melhores projetos. Os vencedores terão apoio técnico da empresa e acompanhamento pela FIEMG e pela aceleradora de startups Techmall.

A Votorantim Metais poderá investir no desenvolvimento das soluções, bem como estabelecer parcerias para busca de investimentos, compra ou distribuição dos produtos e serviços das startups.

“O Mining Lab nos colocou em contato com startups de diversos estados e confirmou que nosso modelo de inovação com abertura para novas ideias é o melhor atalho para a fronteira tecnológica. Tivemos 115 inscrições, um número acima do esperado para projetos em temas tão específicos. A empresa tem a intenção de ampliar o programa e lançar novos desafios nos próximos ciclos”, diz Rodrigo Gomes, Gerente de Inovação e Tecnologia da Votorantim Metais.

Conheça as startups vencedoras e seus projetos:

Ecoterra – Bio (Santa Cruz do Sul/RS)
Tema: Bioenergia
Proposta: Fornecimento de Biometano para substituição do Gás Natural utilizado nas caldeiras da unidade de Juiz de Fora/MG a partir de resíduos de caixa de gordura.

Tau Flow Engenharia – Curitiba
Tema: Nanotecnologia
Proposta: Aumento do rendimento da recuperação das nanopartículas de zinco com uso da Ciência da Fluidodinâmica Computacional.

Tau Flow Engenharia – Campinas
Tema: Eficiência energética
Proposta: Modelar e simular o forno do óxido de zinco com o uso da Ciência da Fluidodinâmica Computacional, para identificar os fatores que geram as perdas do processo e propor soluções visando o aumento da eficiência energética.

Zeg Environmental
Tema: Bioenergia
Proposta: Geração de energia, por meio de recuperação energética de resíduos ou biomassa.

nChemi Engenharia de materiais
Tema: Nanotecnologia
Proposta: Retirada de íons metálicos para transformação em produtos, com o auxílio de ímã e sem a necessidade de acrescentar demais reagentes químicos.

Ecosoluções
Tema: Bioenergia
Proposta: Tratamento de efluentes com alta concentração de sais minerais dissolvidos, proporcionando a sua recuperação e uso como fertilizante agrícola.

Bioware – Desenvolvimento de Tecnologia de Energia e Meio Ambiente
Tema: Bioenergia
Proposta: Tecnologia de pirólise rápida de biomassa para obtenção de bio-óleo para transformação es Biomassa Padronizada Líquida.

Bchem Solutions
Tema:Bioenergia
Proposta: Desenvolvimento de novas tecnologias para a produção mais sustentável de biodiesel.

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Nutanix lança novo programa de canais de vendas no Brasil

A Nutanix (NASDAQ: NTNX), empresa de computação em nuvem empresarial, anuncia seu novo programa de canais no Brasil, com o objetivo de aumentar a qualificação da sua atual base de parceiros e atrair novos. O programa fornece aos seus parceiros suporte para ferramentas de vendas, iniciativas de marketing e conhecimento técnico das soluções Nutanix. Além disso, todos os parceiros recebem treinamento online para a tecnologia hiperconvergente da empresa, que combina recursos de processamento e armazenamento na mesma plataforma. Esta nova atualização marca o interesse contínuo da empresa no crescente mercado brasileiro, onde Gartner prevê que, até 2018, os gastos dos sistemas de data center chegarão a US$ 3.254 bilhões.

O novo programa de canal oferece três níveis de associação: Authorized, Premier e Elite. O Authorized abrange as parcerias mais básicas e fornece acesso ao registro de oportunidades, treinamento online, materiais de marketing e apoio. No nível Premier, os canais de vendas têm acesso ao treinamento presencial e certificação, registro de oportunidades, MDFs (Market Development Funds), e programas de incentivo conforme definido pela Nutanix e de acordo com o volume de vendas. Para fazer parte da categoria Elite, o parceiro deve receber um convite para poder aproveitar os benefícios extensivos da associação Nutanix para a geração de Business Plans, programas de marketing exclusivos e maior capacitação técnica.

“Nosso novo programa de canal alinha-se melhor com a evolução do nosso portfólio e torna mais fácil para que nossos parceiros possam fornecer a tecnologia certa para seus clientes. Com este novo programa, definimos critérios mais específicos para os nossos parceiros de vendas para que eles possam compreender plenamente os benefícios e os requisitos do nosso programa “, afirma Marcela Daniotti, Gerente de Canal da Nutanix no Brasil.

Atualmente, a empresa possui quatro distribuidores no país: Adistec, Arrow ECS, CLM Software e Network1, e cerca de 90 revendedores credenciados em todo o Brasil. Esses canais representaram 100% das vendas da Nutanix no Brasil em 2016.

Treinamento e Certificações

O treinamento para parceiros de vendas é dividido em módulos de negócios (Nutanix Sales Academy) e módulos técnicos (Nutanix Systems Engineering Academy). No Nutanix Sales Academy são quatro níveis de conclusão de treinamento, do básico ao avançado: NPSR (Nutanix Platform Sales Representative), NPSS (Nutanix Platform Sales Specialist), NPSC (Nutanix Platform Sales Champion) and NPSX (Nutanix Platform Sales Xpert).

As certificações de treinamento e técnicas são entregues após a conclusão de até quatro módulos através da nova Academia de Engenharia de Sistemas Nutanix: NSEN (Nutanix Systems Engineering Novice), NSES (Nutanix Systems Engineering Specialist), NSEC (Nutanix Systems Engineering Champion) e NSEE (Nutanix Systems Engineering Expert). A certificação NPP (Nutanix Professional Platform) e NCC (Nutanix Core Competency) fornece informações sobre como implementar com êxito a infraestrutura do cliente.

Todos os treinamentos e certificações podem ser acessados através do portal Nutanix Partner Network (NPN), um portal exclusivo para os parceiros da Nutanix. A certificação Nutanix Platform Sales Specialist também pode ser concluída em um centro de treinamento autorizado – Adistec no Brasil – sob a supervisão de um instrutor Nutanix.

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Nuvem pública ou privada: para qual eu devo ir? – Por Bruno Faustino

A chave para o planejamento de uma migração para nuvem bem-sucedida é garantir que os requisitos de negócios direcionem o plano de migração. Serviços de nuvem públicas e privadas têm decepcionado algumas organizações simplesmente porque as escolhas de tecnologia foram colocadas à frente das exigências do negócio.

Mas você está realmente recebendo todo o benefício econômico que a nuvem é capaz de promover? Talvez não!

De certo, se você está na nuvem, então provavelmente já está colhendo os ganhos imediatos de tempo mais rápido na implantação, acesso self-service para os desenvolvedores e a capacidade de ampliar suas soluções quando a demanda cresce. Estes são os valores fundamentais dos ambientes na nuvem.

Analisando o modelo econômico das nuvens, é possível reduzir os custos significativamente, mas você realmente está tirando o máximo do novo modelo econômico? De acordo com ferramentas de otimização de custos como Cloudyn, solução SaaS (Software as a Service) para monitoração e otimização dos ambientes de nuvens públicas, privadas e híbridas, cerca de 70% dos clientes não estão. Com isto chegamos à conclusão que antes de iniciar a jornada para nuvem, é necessário ter um bom alinhamento com a estratégia de negócio da sua empresa.

Sendo assim, sua organização deve criar um documento que eu chamo de CDG (do inglês Cloud Decision Guide). Para montá-lo é necessário entender corretamente o seu negócio e cada caixa de decisão será um requisito que você deverá responder para chegar à conclusão sobre qual é o melhor modelo para determinado workload que você deseja migrar.

A partir de perguntas que envolvem compliance e segurança, SLA, se existe equipe interna com conhecimento, se precisa controlar a infraestrutura, entre outras questões, é possível utilizar o CDG para avaliar se a sua nuvem precisa ser privada ou pública e se é necessário adotar serviços gerenciados. O modelo garante uma transição mais segura para o alcance do projeto desejado de migração para a nuvem, o que, consequentemente, apoiará as necessidades de negócios da empresa de acordo com a sua demanda, sem fazer deste processo um passo inconsistente.

Bruno Faustino, diretor de tecnologia e novos negócios da SONDA, maior integradora latino-americana de Tecnologia da Informação.

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Governo baiano adota solução da SAP para gestão de capital humano

O governo baiano tornou-se o primeiro da administração pública direta do País a implantar o módulo Human Capital Management (HCM) do sistema de gestão SAP ERP (Enterprise Resource Management). A solução, que venceu concorrência pública que contou com a participação de vários players do mercado, entrou em ambiente de produção no mês de janeiro em oito empresas públicas e sociedades de economia mista da Bahia. O go live marca o término da primeira onda de implantação do RH Bahia, projeto que pretende eliminar o uso do papel em mais de 90% dos processos de Recursos Humanos daquele Estado.

“O RH Bahia vai promover uma mudança profunda e irreversível na gestão de recursos humanos do Estado”, destaca o superintendente de RH da Bahia, Adriano Tambone. O executivo ressalta ainda que a automatização proporcionada pelo software vai permitir a liberação das equipes de RH da execução de uma série de atividades operacionais, “abrindo espaço para um aprimoramento da gestão de pessoas”.

Com a implementação do SAP HCM, o Projeto RH Bahia, que exigiu investimentos da ordem de R$ 38 milhões, vai atingir um grupo de início 3000 empregados públicos e servidores. “Até o final da implantação do projeto, serão impactados 247 mil empregados públicos e servidores ativos e inativos de 63 unidades do Estado, entre secretarias, autarquias, fundações, agências, empresas públicas e sociedades de economia mista de 417 municípios do Estado”, diz Tambone.

Capaz de atender integralmente a mais de 200 requisitos funcionais exigidos pelo governo baiano, o SAP HCM vai permitir ao governo baiano aprimorar seus controles internos, obter economia financeira e mais rapidez no acesso às informações gerenciais. “Vamos automatizar, aperfeiçoar e empreender mais agilidade a todas as áreas de atuação da política de recursos humanos do Estado, incrementando ainda mais as ações de qualificação do gasto público”, diz o secretário da Administração, Edelvino Góes. Um exemplo emblemático de racionalização de gastos, além da eliminação de erros na folha de pagamento de pessoal (que corretamente processada já representa 50% das verbas de custeio), está na eliminação do uso do papel em 90% dos processos dos RH do Estado, o que representa uma economia de R$ 4,5 milhões.

Maior autonomia e rapidez para as demandas de funcionários

No total, o trabalho envolveu desenhar, configurar e desenvolver os processos de RH do Estado dentro do SAP HCM até uma bateria de mais de 850 horas de treinamento e oficinas de sensibilização com os usuários, passando pela realização de testes e migração de dados para o novo sistema, entre outras atividades. Entre as mudanças geradas pela implementação do SAP HCM para servidores e empregados públicos ativos, inatos e pensionistas estão fácil acesso, online, a informações, vantagens e benefícios. “O sistema ajuda a reduzir a distância entre o Estado e as pessoas porque permite uma autonomia maior ao trabalhador em relação a suas demandas”, explica Wilson Freitas, gestor de Negócio do projeto. Na prática, os trabalhadores poderão consultar documentos como contracheques e informes de rendimentos e também, por exemplo, programar virtualmente as próprias férias ou solicitar a inclusão de um dependente no plano de saúde. Além disso, no futuro, a migração para o sistema de informações relativas a 33 anos de movimentação pessoal no Estado, já coletadas do Diário Oficial do Estado, vai contribuir para agilizar os processos de aposentadoria, que devem ser concedidas em até 15 dias ao invés dos 90 atuais.

A implementação do SAP HCM foi realizado em parceria com Companhia de Processamento de Dados do Estado da Bahia (Prodeb), mobilizando até agora cerca de 100 pessoas, entre profissionais do Estado e da Resource, parceira da SAP. Também contou com a participação da área de suporte ao cliente da SAP, durante todo o desenrolar da implementação.

“A SAP tem um sólido compromisso com o mercado, e não poderia deixar de concorrer para o sucesso da primeira implementação de uma solução de gestão de desempenho na administração pública – da admissão à aposentadoria – do País”, afirma Jackson Borges, diretor de serviços públicos da SAP Brasil.

As oito organizações contempladas na primeira onda de implantação do projeto são Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder), Bahiapesca, Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM), Companhia de Engenharia Hídrica e Saneamento da Bahia (CERB), Companhia de Processamento de Dados do Estado da Bahia (Prodeb), Companhia de Transportes da Bahia (CTB) e Empresa Gráfica da Bahia (Egba). Já a segunda onda de implantação – que será desenvolvida ao longo de 2017 – vai contemplar as demais organizações do Estado.

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Seminário no CPqD discutirá aplicações da Internet das Coisas no agronegócio

As tecnologias e aplicações do conceito de Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) na área de agronegócios serão tema de um seminário que será realizado nas instalações do CPqD, em Campinas, no dia 15 de março. Organizado pelo Fórum Brasileiro de IoT, o seminário Agronegócio Inteligente é o primeiro de uma série de eventos programada pela entidade para este ano, que contará com o apoio do CPqD.

“Uma das missões do Fórum Brasileiro de IoT é divulgar e promover o debate sobre o status da Internet das Coisas no cenário global e seu desenvolvimento no Brasil”, afirma Gabriel Marão, presidente da entidade. “Com esse objetivo, todos os anos, realizamos diversos eventos, geralmente em São Paulo. Neste ano, com o apoio do CPqD, estamos programando também uma série de eventos em Campinas, que serão adicionados ao nosso calendário de 2017”, acrescenta.

Para inaugurar essa série, foi escolhido o tema Agronegócio Inteligente, que será abordado no seminário de 15 de março. “O agronegócio é um dos segmentos mais importantes da economia brasileira, em volume de negócios e de exportação, e que investe bastante no desenvolvimento de tecnologia própria. As tecnologias de IoT, certamente, poderão revolucionar muitos aspectos do agronegócio”, enfatiza Marão.

Com início marcado para as 9 horas, o seminário deverá reunir empresas e instituições de pesquisa e desenvolvimento que atuam nesse setor, bem como outros interessados no assunto. A programação inclui palestras de representantes do BNDES, do Grupo São Martinho, da Fibria, da McKinsey e do próprio CPqD – que abordará as aplicações das TICs no agronegócio. Estão previstos também dois painéis: As inovações no campo, com a participação da Embrapa, Qualcomm, Bayer e do Centro de Inovação no Agronegócio (CIAg), e As oportunidades e os desafios segundo a ótica dos fornecedores de produtos e serviços, que contará com a presença de representantes das empresas John Deere, Case, Jacto, Trópico e Agrosmart.

Mais informações e a programação completa do seminário Agronegócio Inteligente estão disponíveis no site www.iotbrasil.org.br.

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O DBA do futuro – Por Gerardo Dada

Atualmente, o maior risco para os administradores de bancos de dados (DBAs) não é perder o emprego, mas não dedicar um tempo para entender e usar as ferramentas e tecnologias que lhes permitirão tornar-se melhores profissionais. Aqui, eu gostaria de destacar três dos maiores desafios enfrentados pelos DBAs e falar sobre algumas das ferramentas, tecnologias e habilidades que eles precisam dominar para manter a relevância.

Os três principais desafios

– Mudança da TI para uma abordagem centrada em aplicativos

Os departamentos de TI estão concentrando seu foco cada vez mais em aplicativos. Isso é bom para os DBAs porque, no cerne de praticamente qualquer aplicativo, existe um banco de dados. Sabemos que, quando surge um problema de desempenho de um aplicativo, é bastante provável que esteja associado ao banco de dados subjacente. Na verdade, uma pesquisa recente da Gleanster constatou que 88% dos profissionais de TI consultados consideram o banco de dados como o desafio ou problema mais comum para o desempenho dos aplicativos.

– Necessidade crescente de suporte a várias plataformas de bancos de dados

De acordo com um relatório de 2015 patrocinado pela Dell®, a maioria dos DBAs é responsável por várias tecnologias de bancos de dados de diversos fornecedores, entre as quais as mais comuns são Oracle®, SQL Server® e MySQL®. De fato, mais de um quarto deles gerencia entre 26 e 100 bancos de dados simultaneamente. Essa tendência à diversidade dos bancos de dados leva a uma função cada vez mais complexa do DBA, que deve aprender a se adaptar e deixar a zona de conforto rumo ao gerenciamento de várias plataformas de sistemas de gerenciamento de bancos de dados (DBMS).

– DBA de nuvem por acaso

À medida que a nuvem se torna uma alternativa viável para a implantação de aplicativos, a maioria das organizações está fazendo a transição para uma estratégia de TI híbrida. De fato, uma recente pesquisa da SolarWinds conduzida entre profissionais de TI no Brasil concluiu que 98% deles acreditam que a adoção de tecnologias de nuvem é importante para o sucesso de longo prazo de suas organizações. No entanto, essa transição cria novas complexidades e desafios para os DBAs que, em última análise, continuam responsáveis pelo desempenho dos dados localmente e na nuvem.

Conselhos para enfrentar esses desafios e manter sua relevância

– Desenvolver uma mentalidade com foco no aplicativo

Para a empresa, o mais importante é que os aplicativos funcionem bem o tempo todo, pois cada uma delas (bem como seus componentes) depende dos aplicativos. Se houver uma queda no desempenho dos aplicativos, a empresa para de operar. O DBA moderno precisa, acima de tudo, pensar no tempo de atividade e no desempenho dos aplicativos – as métricas de experiência do usuário final agora fazem parte do “SLA do CIO”.

– Priorizar o monitoramento

Dada a importância do desempenho dos aplicativos, que depende em grande parte do desempenho dos bancos de dados, o monitoramento destes precisa ser priorizado. Os DBAs devem medir o desempenho não da perspectiva dos recursos da infraestrutura, mas em termos de tempos de espera. A análise do tempo de espera oferece aos DBAs uma visão do que os usuários finais e os bancos de dados esperam, o que proporciona uma visibilidade mais clara dos congestionamentos. Além disso, os DBAs devem trabalhar com o resto do departamento de TI para implementar ferramentas de monitoramento que proporcionem visibilidade de toda a pilha de aplicativos, o que inclui a infraestrutura que presta suporte ao banco de dados – camadas de virtualização, servidores de banco de dados, hosts, sistemas de armazenamento, redes etc. A meta final é atingir o que costumo chamar de “certeza do desempenho”.

– Tornar-se um consultor tecnológico para a empresa

A tendência rumo à diversidade dos bancos de dados implica na tomada de decisões cruciais quanto a quais DBMSs devem ser implementados com base nos objetivos de negócios. Há muitos elementos que devem ser levados em consideração na seleção da combinação ideal de DBMSs para qualquer ambiente específico, o que inclui a função de DBMSs de código aberto. Depois que essas decisões são tomadas, os DBAs devem ter um conjunto de metas, métricas e SLAs em comum entre todos os bancos de dados, idealmente baseado nos tempos de resposta dos aplicativos, não apenas no tempo de atividade. Em seguida, eles devem usar ferramentas que forneçam um único painel de desempenho e a capacidade de fazer drill down em diferentes tecnologias de bancos de dados e métodos de implantação, o que inclui a nuvem.

Falando em nuvem, os DBAs devem ser seletivos com relação ao que passar para a nuvem e quando. Isso exige saber como usá-la das formas mais vantajosas. Ao considerar quais bancos de dados passar para a nuvem, os DBAs devem levar em conta o processo de transferência de dados e a latência, além de como manter os bancos de dados em sincronia, se necessário, especialmente se for preciso integrar os aplicativos com outros que não estejam na mesma implantação na nuvem.

Para concluir, continuaremos a precisar de DBAs por um bom tempo. No entanto, isso não significa que a função do DBA não esteja evoluindo e que novas ferramentas, tecnologias e habilidades não sejam necessárias para que cada DBA mantenha sua relevância hoje e no futuro.

Gerardo Dada, vice-presidente de marketing de produtos da SolarWinds

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Executivo do Fórum Econômico Mundial discute a 4ª Revolução Industrial no CONARH 2017

O CONARH 2017, um dos maiores eventos sobre Gestão de Pessoas da América Latina e o segundo maior do mundo, receberá o italiano Paolo Gallo, Executivo Principal de RH do Fórum Econômico Mundial e Membro do Comitê Executivo. O conferencista irá ministrar a palestra “A 4ª Revolução Industrial e a Nova Bússola do Sucesso”, que abordará os efeitos dessa recente e impressionante revolução e como eles mudarão nossas vidas por completo: desde o que fazemos até quem somos e como nos relacionamos. O evento acontece entre 15 e 17 de agosto, no São Paulo Expo.

Formado em Desenvolvimento Organizacional pela Universidade Bocconi, na Itália, Paolo atua na Suíça e já trabalhou em mais de 70 países, passando por organizações como Citigroup, European Bank e Banco Mundial.

As inscrições para o CONARH 2017 já estão abertas, e podem ser feitas no site www.conarh.com.br/ ou pelo e-mail congressista@conarh.com.br.

43º Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas

Data: 15, 16 e 17 de agosto de 2017
Local: São Paulo Expo
Endereço: Rodovia dos Imigrantes, s/n – Km 1,5 – Vila Água Funda

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Sucesso ou fracasso determinados pela Gestão no Terceiro Setor

As entidades sem fins lucrativos empenhadas em ações sociais têm longa existência no Brasil, entretanto, nas últimas décadas, têm se multiplicado com rapidez, tornando o Terceiro Setor, um importante pilar da sociedade, ao lado do Estado e do setor privado.

O Terceiro Setor é composto por entidades sem fins lucrativos, que desenvolvem ações e atividades voltadas para o bem estar da população. Devido a essa característica, muitas vezes, a falta de gestão nessas entidades, podem levá-las ao fracasso.

Ao abrir ou administrar uma organização não governamental é necessário ter em mente que essas entidades, como qualquer outra empresa, necessita de uma gestão de qualidade, levando em conta conceitos como eficiência, eficácia e produtividade, ou seja, não basta apenas ter boa vontade em ajudar a sociedade, é preciso pensar de forma estratégica e profissional, para que os objetivos sejam atingidos.

Com o propósito de suprir necessidades não atendidas pelo governo, em áreas como cidadania, meio-ambiente, desenvolvimento social, entre outros assuntos que contribuam para o desenvolvimento sustentável da sociedade, essas organizações precisam e demandam de uma atuação profissional, com colaboradores capacitados e um plano de negócios bem definido. A ausência de uma gestão profissional desde a criação da ONG pode comprometer a realização do projeto.

Toda organização que visa obter sucesso no mercado onde atua precisa ter bem estabelecidos sua missão, visão, objetivos e metas. Pois, somente por meio da definição de onde se pretende chegar, será possível traçar um planejamento a fim de orientar o posicionamento da entidade, assim como definir e alcançar seus objetivos.

Cabe ressaltar também, que mesmo sendo uma entidade sem finalidade de lucro, nada implica em gerar excedentes financeiros, visando sua sustentabilidade e por isso, faz-se necessário a adoção de controles internos em suas gestões.

Por serem entidades do Terceiro Setor é importante ficar atento a quatro aspectos essenciais na gestão:

Transparência: refere-se ao cumprimento da responsabilidade da organização em prestar contas aos diversos públicos que têm interesses legítimos diante dela;
Sustentabilidade: trata-se da capacidade de captar recursos (financeiros, materiais e humanos), de maneira suficiente e continuada, permitindo assim que a organização alcance seus objetivos;

Qualidade de serviços: o aprimoramento da qualidade deve ser um objetivo contínuo das entidades, em prol da melhoria da sociedade;

Capacidade de articulação: esta característica depende da existência de interesses compartilhados, dos recursos necessários para promovê-la, mas também, de uma competência gerencial, que inclui técnicas e habilidades interpessoais desenvolvidas nos gestores de organizações do Terceiro Setor.

Portanto, pode-se dizer, que, como em qualquer outra empresa, as organizações de Terceiro Setor também devem fundamentar seu processo de gestão nas funções de planejamento, implementação e controle, não se limitando apenas à prestação de serviços de qualidade. É preciso existir planejamento e estratégias administrativas que viabilizem a captação de recursos junto a doadores e financiadores, o recrutamento e capacitação de colaboradores e voluntários, a atração do público alvo, o marketing, o relacionamento com o Estado e a sociedade.

Eliandra Cardoso (eliandra@egeriaconsultoria.com.br): Administradora, Empreendedora e Coach. Especialista em gestão de Organizações Sociais. Sócia Fundadora da Egéria Consultoria.

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