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Frost & Sullivan premia Atento no México

A Atento S.A. (NYSE: ATTO), líder em serviços de gestão de relacionamento com clientes e terceirização de processos de negócios (CRM/BPO) na América Latina e um dos três maiores provedores mundiais, foi reconhecida pela Frost & Sullivan com o prêmio Liderança do Mercado Contact Center Outsourcing Services no México.

Para a consultoria, a Atento México obteve a liderança graças a sua “plataforma end-to-end de serviços digitais, que permite entregar uma ótima experiência de cliente e gerenciar operações de relacionamento com os consumidores com velocidade digital”. Esta liderança é reforçada com a “estratégia de crescimento transformacional da companhia, um compromisso estratégico com as pessoas e um modelo de gestão do desempenho operacional únicos no México”.

Além disso, a Atento foi reconhecida pela fortaleza de sua marca e pela sua capacidade de trabalhar em colaboração direta com as empresas, para desenvolver soluções que combinem uma plataforma multicanal, tecnologia de última geração, capacidades analíticas e especialização vertical, para oferecer a melhor experiência de cliente no mercado.

Alejandro Reynal, CEO da Atento, comentou que “nosso compromisso contínuo com o desenvolvimento de soluções de experiência de cliente inovadoras e de alto valor agregado proporciona clientes mais satisfeitos e empresas mais competitivas. Esse compromisso é diariamente reconhecido pelos nossos clientes, que nos confiam a gestão de seus processos mais estratégicos, e pela indústria na qual operamos, como tem demonstrado o prêmio Liderança do Mercado de Terceirização de Serviços de Contac Center concedido pela Frost & Sullivan no México”. Reynal também acrescentou que “em um ambiente continuamente digitalizado, nossas soluções ajudam as empresas a maximizar as oportunidades oferecidas pela transformação digital para captação, gestão e fidelização dos clientes”.

Para Miguel Matey, Diretor Geral da Atento México e Região Américas Norte, “estamos muito satisfeitos com este reconhecimento excepcional por parte da Frost & Sullivan. Na Atento México, sempre trabalhamos para oferecer a melhor e mais inovadora experiência de cliente do mercado. Nossa posição de liderança é fruto desse trabalho e investimento constante no desenvolvimento de novas soluções voltadas às necessidades dos clientes e aos desafios a enfrentar”. Matey reforça o seu agradecimento a clientes e funcionários pela grande contribuição para que a Atento recebesse novamente este reconhecimento como líder em seu mercado no México.

A análise realizada pela Frost & Sullivan para outorgar este prêmio também destacou:

Como parte da estratégia transformacional de crescimento no México, a aceleração do desenvolvimento de oportunidades locais e de nearshore da Atento no país, o desenvolvimento de um amplo portfólio de soluções de terceirização de processos de negócio (BPO) e sua capacidade para fazer crescer relações de longo prazo com clientes de grande relevância, por meio do desenvolvimento e da ampliação do tipo de serviços que oferece.

De maneira especial, a análise reconhece que as soluções digitais e multicanais da Atento brindam capacidades chave para o crescimento de um negócio na era digital. Capacidades que incluem:

uma experiência de cliente personalizada independente do canal, uso extenso de analytics, big data e computação cognitiva, que possibilitam uma aprendizagem contínua das necessidades do cliente, uma equipe de consultores altamente especializada em cada mercado e uma metodologia para o desenvolvimento de soluções baseadas na inovação e no teste rápido de protótipos desenvolvidos com a experiência dos clientes e das capacidades analíticas.

A fortaleza de sua marca a transforma na maior provedora de serviços de relacionamento com clientes e terceirização de processos empresariais (CRM/BPO) da América Latina e um dos líderes mundiais.

Consulte aqui o relatório completo elaborado pela Frost&Sullivan para a concessão do reconhecimento à Liderança do Mercado de Contact Center Outsourcing Services no México: http://www.atento.com/pt/sala-de-imprensa/lideranca

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Fundação Amazonas Sustentável e SAP incubam microempreendedores de comunidades ribeirinhas

unnamed (1) Em visita ao Brasil, o CEO global da SAP, Bill McDermott, anuncia um incentivo de R$ 100 mil para a Fundação Amazonas Sustentável (FAS), organização brasileira não governamental e sem fins lucrativos que, desde 2007, trabalha para promover o desenvolvimento sustentável, a conservação ambiental e a qualidade de vida de comunidades da bacia amazônica. O valor será destinado à Incubadora de Negócios Sustentáveis da Fundação, criada para promover ações de consultoria especializadas no aperfeiçoamento da gestão dos pequenos empreendedores da região.

A nova contribuição da SAP baseia-se numa parceria bem-sucedida com a FAS, que inclui a doação de software e suporte tecnológico SAP Business One para a Unidade de Processamento de Produtos Florestais que a entidade opera na comunidade Bauana, na floresta amazônica. A solução de software da SAP é utilizada por jovens empreendedores dessa área remota para melhor gerenciar a coleta, processamento, produção e distribuição de produtos à base de plantas e sementes (óleo e polpa de frutas) para as indústrias de cosméticos e alimentos no Brasil.

“Proteger os recursos florestais da bacia amazônica com uma atividade sustentável que também promova o desenvolvimento econômico e social das comunidades nessa região sensível tem implicações de longo alcance – tão vitais quanto a qualidade do ar que todos respiramos. A FAS está produzindo um grande impacto, não só local como mundial”, disse Bill McDermott. “A SAP fica extremamente satisfeita em colaborar com a FAS, o que nos permite dar continuidade à nossa missão de ajudar o mundo a funcionar melhor e a melhorar a vida das pessoas”, acrescentou.

A SAP tem uma parceria com a FAS há mais de dois anos. Além de fornecer a solução SAP Business One para gerenciar a colheita e processamento sustentável de sementes e frutas usadas nas indústrias de cosméticos e bebidas no Brasil, a empresa também doou a solução SAP BusinessObjects Lumira à FAS. Com esse painel em tempo real, a organização sem fins lucrativos tem a capacidade de tomar decisões oportunas, mais eficientes e precisas, ao implantar recursos para apoiar seus projetos, e proporcionar aos stakeholders uma maior visibilidade em suas operações. Além de economizar tempo e dinheiro, é possível ajudar a salvaguardar vidas humanas, preservando ainda recursos naturais valiosos.

“O apoio contínuo da SAP, incluindo esta contribuição financeira para a Incubadora de Projetos Sustentáveis, é fundamental para manter as iniciativas de empreendedores ribeirinhos nas comunidades das reservas de desenvolvimento sustentável”, diz Virgilio Viana, superintendente geral da FAS. “Nossa organização trabalha com 581comunidades na floresta amazônica, e tem um impacto em mais de 40 mil vidas. Com a ajuda de parceiros como a SAP, podemos ajudar microempreendedores que mantêm, por exemplo, pousadas e lojas de artesanato em comunidades ribeirinhas, a desenvolver uma gestão sustentável, da administração financeira ao desenvolvimento do mercado “, destaca.

Além da consultoria de planos de negócios, a Incubadora de Empresas Sustentáveis apoia a gestão financeira dos empreendedores e desenvolve novos meios potenciais de acesso ao mercado. Já estão sendo incubadas a Fábrica de Cacau na Comunidade do Verdum (RDS do Madeira); a Casa de Farinha na Comunidade São Felix (RDS do Juma); a Empresa de Base Comunitária do Bauana (RDS Uacari) e a Pousada Garrido, na Comunidade Tumbira (RDS Rio Negro).

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Brasília recebe ROADSEC, maior evento hacker da América Latina

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O Roadsec, evento itinerante que viaja pelas principais cidades do país desde 2013, desembarca em Brasília, mais uma vez, no próximo sábado (11). Com uma proposta inovadora de reunir conteúdo, palestras, games, campeonato de hacking, oficinas de drones, robótica, realidade virtual e muito mais em um evento só, a edição na capital do país pretende reunir 300 participantes entre hackers, estudantes, profissionais e empresas de segurança da informação. O evento será realizado no campus do UniCEUB, a partir das 9h30, e as inscrições podem ser feitas pelo link: http://roadsec.com.br/brasilia2017/.

Em 2016, o Roadsec atraiu mais de 10 mil apaixonados por tecnologia nas 18 cidades por onde passou. Esses participantes chegam ao evento em busca de conhecimento, diversão, networking e oportunidades. Na oficina de robótica de Lego, por exemplo, os hackers são desafiados a montar e programar seu próprio robô. Pilotar drones, experimentar realidade virtual e imprimir projetos em 3D são outras atividades oferecidas nas oficinas.

Em Brasília também será disputada uma das etapas do Hackaflag, maior campeonato de hacking no estilo Capture The Flag do continente e uma das principais atrações do Roadsec, em que os participantes resolvem vários desafios como web, criptografia, forense e invadem sistemas controlados. A final será disputada no gigante Roadsec São Paulo, reunindo os vencedores de cada edição pelo Brasil. O prêmio para o campeão ainda não está definido, mas a viagem a Las Vegas com tudo pago, oferecida no ano passado, gera expectativas nos hackers inscritos.

Além de oferecer atividades e oficinas, o evento também é espaço onde os talentos locais podem se revelar para o mercado e até dividir as atenções com palestrantes de nível internacional. “A oportunidade de networking e conhecimento de outros mercados é uma das marcas do Roadsec, que abre portas para quem está começando”, destaca Anderson Ramos, CTO da FLIPSIDE, organizadora do evento. Em Brasília, o Roadsec conta com o apoio da Trampos, elo entre empresas, profissionais e oportunidades no mercado de trabalho.

A programação conta, ainda, com cursos práticos de hacking e segurança, que serão realizados no domingo (12) e podem ser adquiridos na loja oficial do evento.

Os ingressos para o Roadsec já estão à venda e podem ser comprados por meio do link https://www.eventbrite.com/e/roadsec-2017-brasilia-registration-30352880282 ou na porta do evento, mediante disponibilidade, por R$ 50 (meia) e R$ 100 (inteira).

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PwC revela mudança em hábitos de compra do brasileiro

Para “fazer mais com menos” no cenário de dificuldades econômicas no ano passado, os brasileiros apelaram para pesquisas mais frequentes em lojas para encontrar as melhores ofertas. Segundo a Total Retail 2017, da PwC, 63% dos entrevistados disseram ter realizado mais pesquisas de preço em diferentes varejistas para encontrar o menor preço e, dessa forma, economizar.

Outras medidas adotadas pelos brasileiros para enfrentar a crise foram: redução de frequência de entretenimento (restaurante, bares, entre outros), adotada por 49% dos entrevistados; visitas mais frequentes a lojas em busca de ofertas (46%); e restrição de compras a artigos de primeira necessidade (43%).

A Total Retail é o levantamento anual da PwC sobre os hábitos de compra no varejo virtual e físico, realizado globalmente pelo sexto ano consecutivo. A pesquisa ouviu cerca de 24 mil consumidores em 29 países, entre eles cerca de 1.000 entrevistas no Brasil.

De acordo com a pesquisa, num cenário de melhora na economia, 41% dos brasileiros pretendem preservar os hábitos de consumo e poupar dinheiro. E outros 38% farão mais pagamentos à vista.

“Por conta da crise econômica, o brasileiro se viu forçado a reduzir os gastos e buscar melhores ofertas e oportunidades de descontos em pacotes de compras”, diz Ricardo Neves, sócio da PwC e especialista em Varejo e Consumo. “Segundo a pesquisa, o consumidor deve manter seus novos hábitos mesmo com a melhora da economia, o que trará maior competição ao setor varejistas no país.”

As compras online estão ganhando relevância no Brasil nos últimos anos. Em 2012, 70% das pessoas afirmavam realizar compras em lojas físicas pelo menos uma vez por mês. Hoje, são 55%, a mesma porcentagem que afirma utilizar o computador mensalmente para fazer aquisições. O canal que apresentou maior crescimento foi o smartphone, que era usado por 15% das pessoas e, agora, por 31%. “A evolução tecnológica dos dispositivos e a conveniência do canal explica o crescimento do uso de smartphones para compras”, diz Neves.

Perfil de consumo

A pesquisa aponta ainda que, no Brasil, os dispositivos móveis são, na média, mais utilizados do que nos outros países: 53% dos brasileiros pesquisam produtos online, ante 44% da média mundial, e 45% comparam preço (globalmente, são 38%). Apesar de gostarem de receber ofertas em seus smartphones (53%) e de considerarem até a utilização dele no pagamento das compras (55%), a maioria dos consumidores brasileiros (64%) ainda teme pela segurança da privacidade de suas informações pessoais durante a compra online via dispositivos móveis.

Entre os produtos que os consumidores brasileiros preferem adquirir online estão os livros, músicas, videogames e eletrônicos. Para as categorias alimentos, móveis, objetos de decoração e materiais de construção, os consumidores ainda preferem visitar a loja física para experimentar e testar produtos.

Os fatores com maior importância para a experiência do consumidor nas compras em lojas físicas, e os graus de satisfação com tais fatores, também foram levantados. Para 88% dos entrevistados, o nível de conhecimento do vendedor em relação ao produto é importante ou muito importante, assim como a possibilidade de verificar estoque em outras lojas da rede ou on-line (80%) e ofertas personalizadas (73%). Porém, os consumidores apontaram níveis diferentes de satisfação com tais itens, dizendo-se satisfeitos ou muito satisfeitos 56%, 57% e 51% respectivamente aos fatores acima citados.

As mídias sociais também exercem um papel relevante: 40% dos brasileiros se sentem motivados a realizar uma compra ao visitar a página do varejista, enquanto 61% levam em consideração avaliações e comentários sobre o produto compartilhados nas redes. “O brasileiro acessa com frequência as redes sociais e tem utilizado cada vez mais deste canal para trocar experiências de consumo”, diz Neves.

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Despesas de bancos com segurança de TI são três vezes maiores que empresas de outros setores

As instituições financeiras estão sendo pressionadas a reforçar a segurança, pois tendências como a maior adoção dos bancos on-line aumentam o risco de ataques virtuais sobre a infraestrutura de TI dos bancos. Os clientes assumem um papel cada vez mais importante ao ressaltar incidentes de segurança: um quarto (24%) das instituições financeiras informa que algumas das ameaças que enfrentaram em 2016 foram identificadas e relatadas por clientes.

De acordo com a Pesquisa de Riscos à Segurança de Instituições Financeiras realizada pela Kaspersky Lab e a B2B International, o investimento em segurança é prioridade para os bancos e instituições financeiras. Ao sofrer ataques em sua própria infraestrutura e na de clientes, os bancos de varejo gastam três vezes mais em segurança de TI que instituições de outras áreas com porte semelhante. Além disso, 64% dos bancos admitem que investirão para melhorar sua segurança de TI, independente do retorno do investimento de modo a atender às demandas crescentes das agências regulatórias do governo, da alta direção e até mesmo de seus clientes.

Embora os bancos se empenhem e invistam na proteção de seus perímetros contra ameaças virtuais conhecidas e desconhecidas, é difícil proteger toda a amplitude da infraestrutura de TI existente, da tradicional à especializada, caixas eletrônicos e terminais de ponto de venda. O vasto e sempre dinâmico cenário de ameaças, associado ao desafio de melhorar os hábitos de segurança dos clientes, proporciona aos fraudadores ainda mais pontos de vulnerabilidade para explorar.

Riscos emergentes: ataques de engenharia social sobre contas bancárias

Os riscos emergentes relacionados aos bancos on-line são destacados no relatório como uma tendência capaz de expor os bancos a novas ameaças virtuais. 42% dos bancos preveem que uma maioria esmagadora de seus clientes usará os bancos on-line em até três anos, mas admitem que os usuários são muito negligentes em seu comportamento na Internet. A maior parte dos bancos pesquisados (46%) reconheceu que seus clientes sofrem ataques de phishing com frequência, sendo que 70% dos bancos também registraram incidentes de fraude financeira resultantes, causando prejuízos financeiros.

O aumento dos ataques de phishing e engenharia social sobre os clientes levaram os bancos a reavaliar suas iniciativas de segurança nessa área. 61% dos participantes da pesquisa consideram o aprimoramento da segurança de aplicativos e sites usados por seus clientes como uma de suas maiores prioridades de segurança, seguida de perto pela implementação da autenticação e verificação mais complexa de dados de login (uma prioridade principal para 52%).

Embora estejam vulneráveis às ferramentas e truques de phishing que visam seus clientes, os bancos estão ainda mais preocupados com outro ‘velho inimigo’: os ataques direcionados. E têm bons motivos isso; os métodos de ataque direcionado estão se tornando mais corriqueiros, e as plataformas de malware como serviço são até usadas para prejudicar organizações financeiras.

Ataques direcionados: ameaças persistentes

Pela experiência com incidentes reais, sabemos que, na maioria dos casos, o investimento em segurança no setor financeiro vale muito a pena; as instituições financeiras apresentam um número significativamente menor de eventos de segurança que empresas do mesmo porte de outros setores, com exceção apenas dos ataques direcionados e do malware. A detecção de atividade anormal possivelmente maliciosa, associando ferramentas legítimas com malware sem arquivos, requer uma combinação de soluções avançadas contra ataques direcionados e uma inteligência de segurança abrangente. Porém, 59% das empresas financeiras ainda não adotam uma inteligência de ameaças de terceiros.

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Tipos de eventos gerais de segurança ocorridos: O malware e os ataques direcionados são os únicos incidentes que afetam as organizações bancárias mais que suas equivalentes de outros setores.

O compartilhamento da inteligência de ameaças ajudaria os bancos a identificar rapidamente ameaças novas e emergentes, uma questão importante a ser observada, considerando o baixo nível de preocupação que os bancos têm com alguns de seus dispositivos mais vulneráveis, como os caixas eletrônicos. Nesse aspecto, ao compartilhar mais informações de terceiros, os bancos poderiam se preparar melhor para as ameaças que, de outra forma, não teriam como esperar.

Proteção de caixas eletrônicos: pouca preocupação, grande vulnerabilidade

Os bancos se preocupam relativamente pouco com o risco de prejuízos financeiros decorrentes de ataques a caixas eletrônicos, embora eles sejam altamente vulneráveis a ataques dessa natureza. Apenas 19% dos bancos se preocupam com os ataques em caixas eletrônicos e máquinas de saque, apesar da taxa crescente de malware voltado a essa parte da infraestrutura bancária (na análise de ameaças de 2016, relatamos um crescimento de 20% dos malwares em caixas eletrônicos em relação a 2015).

Veniamin Levtsov, vice-presidente de negócios corporativos da Kaspersky Lab, observa: “O combate às ameaças em constante mudança que visam sua própria infraestrutura de TI e as contas de clientes é um desafio diário para as instituições financeiras. Para ter uma resposta efetiva em vigor, que proteja todos os pontos de vulnerabilidade, o setor de serviços financeiros precisa de vários componentes fundamentais: criar uma proteção contra ataques direcionados altamente integrada, adotar a segurança antifraude multicanal e obter inteligência prática referente a ameaças em evolução”.

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IDC Brasil revela que o mercado de tablets caiu 32% em 2016

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Pelo segundo ano consecutivo, o mercado brasileiro de tablets teve queda. Em 2016, foram vendidos aproximadamente 4 milhões de unidades, ou seja 32% a menos do que em 2015, quando foram comercializados cerca de 5,8 milhões de dispositivos. Os dados fazem parte do estudo IDC Brazil Tablets Tracker Q4, realizado pela IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações. Do total de tablets vendidos no ano passado, apenas 26,5 mil foram notebooks com telas destacáveis.
“Em 2016, passado o ‘boom’ de vendas de tablets, 80% do mercado ficou dominado por três empresas que resistiram ao período de crise e à canibalização destes dispositivos. Isso deixou o setor mais saudável e com produtos que oferecem melhor experiência de uso ao consumidor”, diz Wellington La Falce, analista de mercado da IDC Brasil.

Ainda de acordo com o estudo da IDC, os produtos colocados à venda em 2016 ficaram numa faixa de preço apenas 3% maior do que no ano anterior. “Em 2015, os tablets custavam, em média, R$ 500. No ano passado, os preços ficaram na faixa de R$ 513”, completa La Falce.

4º trimestre

Entre outubro e dezembro de 2016, foram comercializados 1,2 milhões de unidades, ou seja, 17% a mais do que no terceiro trimestre de 2016 e 11% a menos do que no mesmo período de 2015. “Como o tablet segue na lista de desejos do público infantil, o último trimestre de 2016 manteve o movimento aquecido dos anos anteriores por conta do Dia das Crianças, da Black Friday e do Natal”, finaliza o analista da IDC.

Expectativa para 2017

A IDC Brasil estima que o mercado de tablets chegue à marca de 3,7 milhões de dispositivos vendidos em 2017, ou seja, apenas 7% a menos do que em 2016.

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Concur anuncia expansão para o Brasil

A Concur, uma empresa da SAP e líder mundial em soluções de controle de viagens, despesas e faturas, anuncia hoje seus planos de crescimento para o mercado brasileiro. O Brasil já está atualmente entre os 10 principais mercados da Concur em volume de transações e usuários. A operação brasileira ficará alocada juntamente com o escritório da SAP em São Paulo para atender clientes brasileiros e multinacionais.

“A América Latina é uma região de grande importância na estratégia de crescimento global da Concur. Já temos mais de 160 clientes multinacionais usando as nossas soluções no Brasil, mesmo antes de estar presente no mercado local”, afirma Mike Eberhard, presidente da Concur. “Como a adoção de serviços de gestão de despesas e de nuvem deve aumentar no Brasil nos próximos anos, acreditamos que a oportunidade de crescimento é significativa.”

Para a presidente da SAP Brasil, Cristina Palmaka, a chegada da Concur no Brasil é estratégica para o crescimento da subsidiária. “Em 2016 tivemos um ótimo desempenho com vendas de soluções em nuvem, que cresceram três dígitos, em comparação com o ano anterior. Agora, temos mais uma opção em Cloud para nossos clientes. A Concur completa nossa estratégia de levarmos as aplicações de negócios das empresas para a nuvem”, destaca Cristina.

Valéria Soska, que atuava na SAP Brasil anteriormente, assumiu a posição de diretora geral da Concur Brasil, tendo como desafio liderar a expansão e supervisionar o desenvolvimento dos negócios, vendas, marketing e serviços de suporte ao cliente em todo o País. Na SAP Brasil, a executiva ocupou a função de vice-presidente do programa de clientes estratégicos da SAP Brasil, em que era responsável por atender grandes organizações no país.

As soluções Concur são utilizadas por algumas companhias no Brasil, que já colhem os benefícios de simplificarem a gestão de despesas de funcionários e viagens corporativas.

O Brasil é atualmente um dos 10 maiores mercados da Concur no mundo, em termos de transações e usuários dos sistemas. O fluxo de transações de clientes brasileiros que passam pelas aplicações Concur aumentou 40% no quarto trimestre de 2016, em comparação com o mesmo período do ano anterior. Somente em dezembro, o crescimento saltou para 50%. Agora, com uma operação local, o objetivo é elevar ainda mais a participação de mercado das aplicações de gestão de despesas e viagens.

Uma das empresas que já se beneficiam das soluções da Concur é a Sanofi, quinto maior laboratório farmacêutico do mundo: “A Sanofi tem tido benefícios com as soluções de controle de viagens e despesas da Concur, contando com uma visão holística sobre os gastos da empresa. Esses dados ajudam nossos negócios a ter uma economia significativa no Brasil”, afirma Roberto Simonsen, diretor de finanças da Sanofi LATAM.

A Concur oferece um ecossistema de plataformas de viagens e despesas totalmente conectado que integra produtos, fornecedores e parceiros, incluindo grandes marcas no Brasil, como Uber e Airbnb. Esse ecossistema aberto, associa dados sobre gastos para proporcionar uma visão que ajuda clientes e parceiros a conduzir seus negócios de forma mais eficiente.

A empresa brasileira Avipam Turismo e tecnologia, que atua com prestação de serviços de viagens e eventos corporativos, também está otimista com o início da operação local da fornecedora. “A Concur é conhecida por sua liderança e inovação na área de controle de viagens e despesas, e estamos muito animados para ver a empresa fazer do Brasil uma prioridade em sua iniciativa de expansão global. Estamos ansiosos para trabalhar em estreita colaboração com a Concur na oferta de soluções inovadoras para gestão de viagens de negócios para nossos clientes locais”, destaca Antonio Fernando Slomp, presidente da Avipam Turismo e Tecnologia.

A SAP, que adquiriu a Concur em 2014, ajudará a impulsionar a estratégia go-to-market da Concur no Brasil.

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Emissão instantânea de cartão alavanca negócios no varejo – Por Fernando Giroto

Definitivamente, o brasileiro tem adotado cada vez mais o pagamento eletrônico em detrimento do dinheiro e cheque. A expansão do uso de cartões no consumo é devido ao processo de substituição de meios de pagamentos. Uma amostra do volume de vendas que reflete esse crescimento é o número de transações com cartões, que no primeiro semestre de 2016 foi superior a 6 bilhões de reais. No caso do débito, o aumento é de 13% e o crédito corresponde a 5,5%. As duas modalidades representam mais de 50% das compras em todo o país. Todos esses números fazem parte de um estudo feito pela ABECS (Associação Brasileiro das Empresas de Cartão de Crédito e Serviços), apresentado em junho desse ano, e evidenciam um crescimento que coloca o Brasil entre os 10 maiores mercados do mundo em transações feitas com cartão. Mas existem gargalos a serem superados. A lentidão da entrega dos cartões é um dos maiores desafios na relação entre empresa e cliente. Essa é uma reclamação constante de novos correntistas de bancos ou clientes que ingressam em programas de fidelização no varejo.

E apesar do obstáculo, existe uma grande evolução em curso no mercado. Uma das soluções mais bem sucedidas é a emissão instantânea de cartões. Essa inovação foi implementada no varejo, com seus cartões private label, e trouxe muitos benefícios para o setor. A entrega imediata permite aos lojistas aumentarem as taxas de ativação, requisição e retenção dos seus clientes. Além disso, é vantajoso para os varejistas, que ganham em produtividade, redução de custo com correios e evitam fraudes geradas por extravio dos cartões. Neste caso os altos gastos com call center são dispensáveis, uma vez que os cartões já são automaticamente desbloqueadas e suas senhas definidas de forma instantânea, proporcionando ao consumidor viver uma nova experiência em serviços oferecidos pelo fornecedor.

E qual o melhor modelo de negócio para atender toda essa demanda? O ideal é descentralizar as operações e criar parcerias que envolvam empresas especialistas em várias áreas. Há empresas que possuem portfólios de serviços complementares à avaliação de crédito e processamento de dados. Há também parcerias entre companhias que estão oferecendo soluções completas para emissão de cartões personalizados, que são considerados um avanço no mercado. Todas essas alternativas formam uma cadeia de parcerias que propicia a empresa focar na sua principal atividade.

Essas parcerias vão permitir que bancos e varejo possam emitir o cartão de crédito para o cliente de forma imediata e segura. Além disso, vai eliminar custos com correio e fraudes geradas por extravio. Essa alternativa vai impulsionar também as vendas no varejo porque possibilita ao cliente a compra imediata de produtos e serviços.

Os cartões conhecidos como “picture card” alcançam o nível máximo de personalização pois permite ao cliente gerar um “espelho” com sua própria foto ou podem optar também por sua foto preferida e tê-la impressa no cartão. Trata-se de uma solução madura e consolidada no mercado, totalmente customizável de acordo com as necessidades do consumidor, muito superior a outras ofertas de mercado que não viabilizam nenhuma interação entre cliente e empresa. Para os varejistas, a maior vantagem de aderir à essa solução é a possibilidade de aumentar o mix de produtos oferecidos pelas lojas com a finalidade de aumentar a carteira de clientes e, por consequência, elevar o fluxo financeiro. Essa iniciativa já é uma realidade no mercado brasileiro e está seguindo uma tendência mundial.

Fernando Giroto, Diretor de Vendas da HID Global para Brasil e Cone Sul da Divisão de Secure Issuance

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BMW Group investe em automação e em robôs leves

Exoesqueletos atuam como uma estrutura de suporte para o corpo, facilitando o trabalho

Exoesqueletos atuam como uma estrutura de suporte para o corpo, facilitando o trabalho

Enquanto no passado homem e máquina trabalhavam em áreas separadas dentro das indústrias e linhas de produção, inclusive protegidas por barreiras físicas, esse cenário mudou nos últimos anos e, hoje, robôs leves, exoesqueletos e ferramentas digitais auxiliam as pessoas diretamente em suas atividades, tornando o sistema de produção mais ágil e mais adaptável. O BMW Group acredita e investe continuamente na modernização de suas fábricas, reduzindo a quantidade de tarefas extenuantes e ergonomicamente desfavoráveis.

“A digitalização permite ao BMW Group ter mais opções para gerenciar os sistemas de produção. As pessoas estão agora mais livres para dedicar-se a questões de alta complexidade dentro da produção automotiva”, afirma Christian Dunckern, head de Sistemas de Produção, Planejamento, Ferramental e Engenharia de fábricas do BMW Group.

A utilização de robôs e ferramentas inovadoras permite que os colaboradores se dediquem a tarefas criativas, trabalhos de precisão e gerenciamento da qualidade. Por outro lado, os sistemas de suporte auxiliam as pessoas em tarefas repetitivas e extenuantes. Na linha de produção, os robôs leves não têm ponto fixo: são móveis e podem ser aplicados em mais de uma etapa.

BMW no caminho da inovação: cooperação entre homem e máquina

O primeiro robô leve a integrar a linha de produção do BMW Group chegou em 2013, na fábrica de Spartanburg, nos Estados Unidos e foi apelidado pela equipe local de “Miss Charlotte”. Sua função básica era montar o isolamento acústico das portas. Miss Charlotte continua em operação e, hoje, outros 40 robôs leves atuam nas plantas do grupo; até o meio do ano, a previsão é de que esse número suba para 60.

A fábrica do BMW Group em Dingolfing, na Alemanha, conta com um robô preso ao teto cuja função é erguer as engrenagens, que pesam cerca de 5,5 quilos, e encaixá-las perfeitamente sem causar danos às rodas dentadas. Este tipo de trabalho torna-se altamente seguro à medida que sensores especiais monitoram todo o processo e pausam o trabalho imediatamente se um obstáculo for detectado.

A aplicação do adesivo no para-brisa dos carros é uma tarefa particularmente desafiadora, que envolve a cooperação entre homem e máquina. Os adesivos são muito viscosos e devem ser aplicados de maneira uniforme, sem desníveis. Na planta de Leipzig, um robô leve executa o serviço juntamente com os colaboradores, melhorando o índice de acerto.

Os robôs leves também garantem a segurança dos humanos, já que podem ser aplicados em áreas onde há grandes sistemas robóticos, protegidos por cercas. Sua flexibilidade e o pouco espaço ocupado permitem que as pessoas acessem esses locais com a ajuda dessas novas máquinas, minimizando riscos.

Assistentes digitais que otimizam o trabalho

Se antes os telefones celulares eram utilizados unicamente para fazer ligações, hoje em dia eles acumulam uma série de funções; diversas tecnologias inovadoras derivam da mobilidade oferecida por esses sistemas, especialmente no ambiente de produção.

No caso do BMW Group, luvas especiais que contam com leitor de código de barras diminuem o tempo de trabalho, escaneando os objetos com praticidade e rapidez, com apenas um toque do polegar no botão acoplado no indicador. 230 dessas luvas tecnológicas estarão em uso até o final deste ano, nas fábricas do BMW Group.

Outro exemplo é o uso de realidade aumentada por meio de aparelhos como tablets, que proporcionam a visualização hipotética de um componente sobreposto a outro, conforme especificações virtuais. Isso permite comparar e fazer avaliações prévias, fazer simulações e resolver potenciais problemas. A realidade aumentada é aplicada nas fases de validação de conceitos, inspeção das primeiras amostras, avaliação de ferramentas e na manutenção dos sistemas em uso.

Exoesqueletos que podem ser “vestidos” diretamente sobre o corpo atuam como um reforço, uma estrutura de suporte para o corpo. Os exoesqueletos para o tronco fortalecem os movimentos dos braços de trabalhadores que precisam fazer tarefas tediosas, oferecendo força extra. 24 deles já estão sendo aplicados nas fábricas do BMW Group em Spartanburg; outros 44 serão adicionados ao longo de 2017.

Já os exoesqueletos para a parte inferior do corpo servem para melhorar a postura e oferecer alívio em atividades que requerem posições que podem afetar a saúde das pessoas. Como se estivessem sentados em uma cadeira, os colaboradores trocam prolongados períodos em pé por posições mais confortáveis. O exoesqueleto para os membros inferiores funciona como talas acopladas ao tronco e travadas em posições específicas. Atualmente, 11 deles já estão em operação nas fábricas do grupo.

“Em tempos de digitalização, precisamos estar atentos à aplicabilidade dessas novas tecnologias ao modelo de negócio da companhia. Não há ninguém mais qualificado do que os próprios colaboradores que atuam diariamente em nosso sistema de produção para avaliar a efetividade dessa nova proposta. No BMW Group, a tecnologia está a serviço das pessoas, expandindo sua criatividade e eficiência”, finaliza Christian Dunckern.

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52% das empresas brasileiras não têm programas de igualdade entre mulheres e homens, segundo estudo da Amcham

Pesquisa da Amcham (Câmara Americana de Comércio) com 350 altos executivos e executivas aponta que 52% deles consideram que as empresas não têm programas formais de igualdade entre homens e mulheres ou ação de incentivo à equidade de gênero. Na sondagem realizada em outubro de 2016, 48% dos entrevistados revelaram ter um programa estruturado de igualdade de gênero. Desse universo, 63% avaliaram os resultados de incentivo à igualdade como “regulares”, com mudanças pontuais na cultura da empresa. Só 19% dos respondentes se disseram satisfeitos com as ações e estágio atual dos respectivos programas de equidade. Os entrevistados são, na sua maioria, gestores de recursos humanos de empresas dos mais variados portes e segmentos. Para 76% deles, as empresas ainda não tratam homens e mulheres de forma igualitária na estrutura organizacional e de gestão. Só 24% deles avaliam de forma satisfatória a temática e tratamento de gênero na sua companhia.

Na avaliação de 80%, a diferença de tratamento é percebida em maior escala na promoção de novas lideranças, com maior número de homens em nível gerencial. Outros 12% consideram a seleção o momento de maior diferenciação, com maior preferência por gênero e não por competência. E 8% apontam o estágio do desenvolvimento, com investimentos em treinamento desigual entre sexo na companhia.
Para promover em maior nível a equidade de gênero, existem três aspectos prioritários a serem trabalhados: (47%) financeiro, igualando salários e benefícios entre gêneros do mesmo cargo; (30%) recursos humanos, aumentando o número de mulheres no quadro de funcionários; e (23%) jurídico, igualando diretos e benefícios independente de gêneros.

“Quando, para 47% dos empresários, igualar salários entre gêneros ainda é o maior obstáculo, percebemos o quanto falta avançar”, comenta Deborah Vieitas, CEO da Amcham Brasil, e primeira mulher a comandar, em 98 anos, a maior Câmara Americana, entre 114 existentes fora dos Estados Unidos.

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Transformação Digital é impossível sem a segurança dos dispositivos móveis

A G Data, fornecedora de soluções antivírus, representada no Brasil pela FirstSecurity, em seu último relatório sobre as ameaças globais apurou um aumento de 40% no número de ataques aos dispositivos móveis equipados com Android: mais de 3 milhões e 240 mil novas variantes de ameaças foram criadas durante o ano.

O cenário, segundo os especialistas da G Data, compromete a Transformação Digital de maneira contundente, tanto as corporações como para os usuários domésticos. Para garantir a evolução digital é necessária mais atenção às políticas de proteção aos dispositivos móveis, justamente porque os criminosos cibernéticos elegeram os aparelhos móveis Android como a prioridade de suas ações.

“O crescente volume de novas variantes de códigos maliciosos criado para Android sinaliza que a mobilidade se tornou um campo fértil para as ações dos criminosos”, comenta Bruno Coelho, especialista da FirstSecurity. “Os smartphones e tablets se tornaram elementos indispensáveis na vida diária nas empresas, das pessoas no trabalho e lazer. Não se poderia acreditar que o cyber crime não iria centrar suas ações nestes dispositivos. Por isso, a Transformação Digital fica totalmente comprometida sem que se adote políticas efetivas de segurança para este novo ambiente tecnológico. Com o avanço da Internet das Coisa, esta atenção deve ser ainda mais redobrada”, enfatiza o especialista.

Mais informações sobre as tecnologias de segurança da G Data no Brasil: http://www.firstsecurity.com.br

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Quase 80% das empresas brasileiras utilizam dados para melhorar o atendimento ao cliente, aponta pesquisa da Experian

Pesquisa Global sobre Gestão e Qualidade de Dados (Global Data Management Benchmark Report), feita pela Experian entre outubro e novembro do ano passado com 1.400 profissionais de oito países, incluindo o Brasil, mostra que aumento de receita e um melhor atendimento ao consumidor são as prioridades das empresas para o uso de dados com qualidade. O levantamento completo, que tem como objetivo analisar como os dados estão sendo utilizados nas empresas e o impacto nos negócios, pode ser baixado gratuitamente no link https://marketing.serasaexperian.com.br/whitepapers/pesquisa-global-de-qualidade-de-dados-2017

Para Michelle Carneiro, gerente de produtos da Serasa Experian, atualmente as empresas reconhecem que a percepção da marca e a lealdade dos clientes dependem da experiência proporcionada pelas empresas. Globalmente, 50% das empresas utilizam os dados para melhorar o atendimento e proporcionar melhores experiências. No Brasil, este percentual é ainda maior (79%). Além disso, 72% dos entrevistados do país acreditam que a qualidade de dados estimula a confiança do consumidor.

*Global data 2017

O levantamento foi realizado com profissionais das áreas de TI, marketing, vendas, entre outras e apontou que 83% dos profissionais brasileiros enxergam melhorias significativas na eficiência das ações após aprimorar suas soluções de qualidade de dados

“Os profissionais brasileiros já enxergam que uma estratégia bem sucedida depende da implementação de boas políticas e gestão de qualidade de dados. Eles também esperam usar seus dados para aumentar a receita e melhorar o atendimento ao cliente”, explica Michelle.

Desafios

O erro humano continua sendo a maior causa de dados imprecisos globalmente, apontado por 33% dos entrevistados. No Brasil, no entanto, este item aparece empatado com falta de recursos internos e falta de comunicação entre os departamentos, todos indicados por 32% dos profissionais consultados.

Globalmente, os problemas de qualidade das informações estão entre os principais fatores de atraso em seus projetos de migração de dados para 40% dos profissionais, seguido pela falta de padronização (35%), questões relacionadas a orçamento (29%) e uso de ferramentas ineficazes (26%).

Porém, de acordo com 51% dos entrevistados, os problemas podem ser reduzidos a partir de uma melhor comunicação. Já 47% acreditam que há solução por meio de melhorias na qualidade dos dados e 40% acreditam na utilização de ferramentas mais inovadoras para gerenciá-los.

Para 57% dos profissionais brasileiros o maior risco de não ter dados confiáveis pode impactar na fidelidade e/ou satisfação dos clientes, seguido pelo non-compliance e regulação e, ainda, a perda de receita de clientes, que empatam em 46%.

Apesar dos desafios, Michelle avalia que a pesquisa mostra que as empresas estão cada vez mais maduras nos assuntos relacionados à qualidade de dados, investindo para que a gestão seja feita de forma centralizada. “Daqui para a frente, aumentar as práticas de gerenciamento de dados e governança será ainda mais importante. Isso irá assegurar que as empresas consigam impulsionar oportunidades para elas e para seus clientes”, afirma.

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