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Lumen IT é premiada na Conveção Anual de Parceiros da Thomson Reuters

A Lumen IT, empresa de Tecnologia da Informação com foco de atuação no middle market, acaba de conquistar o primeiro lugar na categoria “Novos Clientes” do Prêmio Especial oferecido pela Thomson Reuters em sua Convenção Anual de Vendas 2015.

Com presença estabelecida no Brasil há várias décadas, a Thomson Reuters, provedor líder mundial de soluções tecnológicas e informações inteligentes para empresas e profissionais, reúne a cada ano seus canais de vendas e parceiros de negócios para avaliar o desempenho registrado no período anterior e compartilhar estratégias de crescimento. Ao final do encontro, acontece a entrega do Premio Canais Thomson Reuters, um dos mais esperados pelo mercado, em que são reconhecidos os Canais de Vendas que mais se destacaram em diferentes categorias.

“O objetivo é reconhecer publicamente os parceiros de negócios que nos apoiam em nosso objetivo de entender as necessidades e desafios do mercado para oferecer soluções cada vez mais apropriadas e eficientes”, diz José Lima, head de Operações da divisão de Tax & Accounting Software da Thomson Reuters no Brasil.

“De nosso lado, posso afirmar que receber esse prêmio é motivo de grande orgulho e satisfação para a equipe Lumen IT. É o reconhecimento de um trabalho sério e dedicado que vimos construindo ao longo de toda nossa trajetória profissional, sempre com nosso foco direcionado aos desafios e necessidades de nossos clientes – seja na fidelização da base instalada, seja na conquista de novas contas e oportunidades”, diz Régis Lima, CEO da Lumen IT.

Segundo ele, é também importante considerar o peso desse prêmio. “Muitos estudos e publicações especializadas em Marketing, Sales Efectiveness e Desenvolvimento de Mercado ressaltam os desafios de se conquistar um cliente novo, esforço que pode ser de 5 a 10 vezes mais difícil do que manter um cliente atual”, analisa. E acrescenta: “Ficamos muito satisfeitos de poder contribuir positivamente para ampliar e fidelizar a base de clientes que encontram nas soluções oferecidas pela Thomson Reuters o suporte necessário para melhor gestionarem seus negócios, tomando melhores decisões mais rapidamente”.

A Thomson Reuters é um dos maiores conglomerados de tecnologia informação do mundo, atendendo a diversos segmentos de mercado. Combina ampla experiência de mercado com conteúdo relevante e tecnologia inovadora para respaldar a atuação dos principais tomadores de decisão nos mercados financeiro, de risco e compliance; jurídico; tributário, contábil e de gestão de comércio exterior; de propriedade intelectual e ciência; e de mídia, impulsionada pela Reuters News, organização de notícias mais confiável e prestigiada do mundo.

No segmento fiscal e tributário, no qual a Lumen IT atua como parcerio estratégico de negócios, a Thomson Reuters oferece um portfolio completo e integrado de soluções e conteúdo por meio de marcas amplamente reconhecidas e respeitadas no mercado local, tais como Mastersaf, CHECKPOINT, FISCOSoft, ONESOURCE, ONESOURCE Global Trade (Powered by Softway) e Domínio Sistemas.

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O caminho da TI no pequeno varejo

Por André Bretas, diretor de Small Business da TOTVS

Até pouco tempo, ao pensar em montar seu próprio negócio, o primeiro grande desafio era a escolha de um ponto comercial. A chegada da Internet e o crescimento exponencial dos dispositivos móveis mudaram o comportamento das pessoas, não só frente a essa decisão, mas também em todas as outras esferas do dia a dia. O e-commerce deslanchou nos últimos anos e hoje ao criar uma empresa, para a maioria dos pequenos empresários, o primeiro passo é desenvolver uma loja virtual.

Com ela, as pessoas não precisam mais pagar aluguel ou se preocupar com a região ideal para se estabelecer. Além disso, o e-commerce confere às empresas a oportunidade de comercializar seus produtos para consumidores em cidades e países distantes, pessoas que dificilmente teriam acesso à loja e suas mercadorias.

Por isso cada vez mais varejistas estão aderindo ao modelo. Em 2014, o setor chegou à marca de R$ 35,8 bilhões no Brasil, crescendo 24% em relação a 2013, de acordo com a E-bit, empresa especializada em informações sobre e-commerce. Para 2015, apesar da retração esperada na economia do país, a E-bit prevê um crescimento nominal de 20%, atingindo um faturamento estimado de R$ 43 bilhões.

No entanto, embora as lojas físicas estejam migrando para o comércio eletrônico, temos assistido a um novo movimento no país, principalmente no varejo. Hoje, a maior parte dos novos empresários começa com uma loja virtual e só depois, com a empresa estruturada, estabelece um ponto comercial. A operação entra em funcionamento de forma mais rápida e simples. Além disso, já nasce totalmente conectada à nova geração de empreendedores e consumidores, acostumados a fazer compras pela Internet e divulgar as informações pelas redes sociais.

Por nascerem digitais, essas empresas tendem a buscar uma solução de gestão apenas quando o volume de vendas atinge determinado patamar, visando controlar melhor o andamento das vendas e entregas de mercadorias, bem como o fluxo de caixa da empresa. Este monitoramento torna-se ainda mais importante visto que o mundo digital não nivela os negócios pelo porte e sim pela qualidade do serviço. Quanto maior a qualidade, maior o potencial de se destacar, independentemente do tamanho da empresa. O segredo é crescer de forma sustentável.

Com o apoio de uma ferramenta que garanta a organização do negócio, as rotinas passam a ser padronizadas e os dados unificados, permitindo identificar com precisão a curva de crescimento. O próximo passo torna-se então seguro e assertivo: estabelecer uma loja física. Nesse momento, será necessário um novo investimento, não só no ponto comercial e em funcionários, mas também em uma solução de Ponto de Venda, mais conhecida como PDV. O sistema escolhido deve ser aderente à legislação fiscal vigente e permitir a impressão do cupom fiscal ou a emissão do cupom fiscal eletrônico.

Com a loja física, o empresário conseguirá interagir pessoalmente com os consumidores, tendo a oportunidade de solidificar a relação de proximidade e confiança já estabelecida por meio da loja online. Porém, mesmo com a facilidade de adoção de plataformas de e-commerce e soluções de gestão, é importante que o empresário identifique o momento ideal de dar o próximo passo. E, após a abertura da loja física, lembrar que é necessário oferecer ao cliente do ponto comercial a mesma qualidade de atendimento e eficiência do comércio eletrônico.

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Amcham divulga economia criativa do Brasil a investidores estrangeiros

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A Amcham – Brasil lançou um guia para investidores estrangeiros sobre a economia criativa brasileira. O novo How To Understand Creative Economy in Brazil chega para integrar a série How To Do Business and Invest in Brazil, que, com 21 títulos, divulga informações específicas de como fazer negócios em solo brasileiro.

Com atividades econômicas nas artes, artes visuais, publicidade, rádio e TV, cinema, vídeo, jogos, moda, design e arquitetura, a economia criativa possui característica de criar empregos mais qualificados e tem se destacado no país. O Panorama da Economia Criativa do Brasil, do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), estima que o setor movimente entre 1,2% e 2% do PIB (Produto Interno Bruto), 2% da mão-de-obra e 2,5% da massa salarial formal do país.

De acordo com o Ministério da Cultura, que abriga a Secretaria de Economia Criativa (SEC), o crescimento do setor em 2013 foi de 6,13%, enquanto o do PIB atingiu 2,3%.

Esse fenômeno ocorre no mundo todo. O último relatório de investimento global da Unctad (Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento), de 2013, mostrou que em 2011 o setor movimentou US$ 624 bilhões, com taxa de crescimento anual de 8,8%. Nos países em desenvolvimento, chegou a ampliar 12,1% ao ano, entre 2002 e 2011.

Desenvolvido em parceria com o Centro Universitário Belas Artes de São Paulo, o How To Understand Creative Economy in Brazil apresenta as particularidades da economia criativa no Brasil, seus pontos fortes e carências, além de iniciativas públicas e privadas para sua promoção.

“O setor está crescendo e o Brasil é forte nessas atividades. O guia auxilia o estrangeiro a entender a economia criativa no país, com o objetivo de impulsionar os negócios”, afirma Camila Moura, diretora de Produtos e Serviços da Amcham.

Economia criativa

O Ministério da Cultura definiu cinco áreas de atividades da economia criativa no Brasil: patrimônio (materiais e imateriais, museus e arquivos); expressões culturais (artesanato, artes visuais, culturas afro, indígenas e populares); artes e espetáculos (dança, música, circo e teatro); audiovisual, livro e literatura (cinema e vídeo e publicações); e criações funcionais (moda, arquitetura, design e arte digital).
São segmentos que geram produtos tangíveis, bens intangíveis e propriedade intelectual, o que perpetua receitas empresariais por meio de royalties.

O guia How To Understand Creative Economy in Brazil está disponível gratuitamente na página www.amcham.com.br/howto.

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Oracle OpenWorld Latin America 2015: três dias de inovação para os negócios

Maior conferência de negócios e tecnologia da Oracle na América Latina acontece de 23 a 25 de junho, em São Paulo, e destacará como a tecnologia pode alavancar os negócios com mais agilidade. Em paralelo, o JavaOne 2015 trará novidades da plataforma mais popular do mundo para desenvolvedores de toda a região.

O Oracle OpenWorld Latin America, maior evento de tecnologia da Oracle na América Latina, ocorrerá de 23 a 25 de junho de 2015, no Transamérica Expo Center, em São Paulo, tendo como tema principal a transformação empresarial em um mundo cada vez mais conectado e dinâmico. O objetivo principal do encontro é mostrar como as soluções tecnológicas podem modernizar, simplificar e inovar os processos das empresas com agilidade, acelerando a transformação dos negócios.

Cloud computing está transformando o dia a dia das empresas ajudando-as a serem mais modernas e ágeis em seus projetos e no atendimento às exigências do mercado e dos seus clientes. O evento abordará as últimas tendências e perspectivas de como as companhias podem evoluir e ser mais competitivas com soluções em cloud.

Os participantes conhecerão todo o potencial dos aplicativos, plataformas e hardwares do portfólio da Oracle durante as keynotes, sessões paralelas e exposição. A interação e conteúdo serão os principais destaques do Oracle OpenWorld Latin America 2015, possibilitando que clientes, especialistas de TI, executivos das mais diversas áreas e analistas de mercado compartilhem ideias sobre as empresas modernas, desde inovação, passando por cloud, Customer Experience, Big Data e Engineered Systems.

Pela importância do evento para a América Latina, Mark Hurd, CEO da Oracle, participará do Oracle OpenWorld Latin America 2015, como keynote principal, compartilhando a visão da empresa e como cloud tem revolucionado os negócios em todo o mundo.

Na agenda do Oracle OpenWorld Latin America temas relacionados às áreas estratégicas também terão espaço e agenda exclusiva, como gestão do Atendimento aos Clientes, Recursos Humanos, Marketing, Vendas e Operações.

Paralelo ao Oracle OpenWorld acontecerá o JavaOne 2015, congresso para a comunidade de desenvolvedores e líderes de Java, com discussões e apresentações sobre a evolução da plataforma tecnológica mais popular do mundo.

A expectativa é reunir cerca de 10 mil pessoas durante os três dias de evento, que terão a oportunidade de interagir e obter conhecimento nos keynotes, sessões paralelas e estandes de parceiros na área de exposições.

Para mais informações sobre o evento, acesse:
Oracle OpenWorld Latin America
https://www.oracle.com/openworld/br/index.html
JavaOne
https://www.oracle.com/javaone/br/index.html

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Mulheres representam 90% da operação de call center em home office

As mulheres cada vez mais contribuem ou desejam contribuir com a renda familiar. Muitas, no entanto, não conseguem estruturar uma rede de apoio aos filhos e acabam optando por ficar em casa.

Mas, como ser multitarefa já é uma das qualidades femininas, poder aliar trabalho e família é totalmente possível mas privilégio de poucas. A Home Agent, empresa inovadora de terceirização de call centers em sistema home office, trouxe luz ao dilema de tantas profissionais. 90% da operação da Home Agent são mulheres e 70% delas têm filhos. 100% delas se declaram felizes com a escolha. O modelo implantado pela empresa possibilita o trabalho em casa, com qualidade e tempo para a família. Cerca de 70% já deixou de participar de processos seletivos por conta da distancia. “Nossos atendentes recebem todo treinamento e material necessário para a qualidade as operações funcionarem em casa. Eles têm à disposição seu próprio ‘mini call center’ pronto para atender os clientes&rdquo ;, afirma Fabio Boucinhas, CEO da Home Agent.

“Ao lado da família a preocupação com problemas cotidianos é menor e a qualidade de vida é maior, sem perder tempo com o estresse do trânsito a empresa e os clientes só têm a ganhar, pois o atendimento oferecido pelo operador terá muito mais qualidade”, explica o CEO. Trabalhando em casa as mulheres economizam cerca de 4 horas do seu dia, horas que são perdidas no trânsito. “Se pararmos para calcular, em um ano ela ganha 60 dias que podem ser melhores dedicados ao trabalho e à família. Mães mais presentes são mais felizes e consequentemente mais produtivas”, acredita Fabio.

Pesquisa realizada pela Home Agent aponta que 50% das mulheres se sentiam culpadas por trabalhar fora e 95% acreditam que a família se sente mais segura com a mãe/mulher em casa. O sistema de trabalho home Office possibilita acima de tudo dias melhores para o funcionário e para os que estão ao seu redor.

Na soma final, todos saem ganhando, a empresa tem menos faltas de funcionários, o cliente tem mais qualidade no atendimento, o colaborador trabalha mais feliz e os filhos têm por perto a mãe em tempo integral.

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Infecções por Trojans financeiros diminuem 35%, diz Symantec

Em 2014, o número de infecções de Trojans financeiros diminui 35% no mundo, principalmente devido às diversas operações de detenção de polícias internacionais em parceria com a indústria de segurança, como a Symantec. Entretanto, 1467 instituições financeiras em 86 países foram alvo desses ataques. No Brasil, o principal foco foram os boletos bancários, que receberam malwares que interceptam e manipulam os documentos originais para que o dinheiro seja enviado aos atacantes ao invés do destinatário original.

Os dados, retirados do Estudo de Trojans Financeiros 2014 da Symantec, revelam ainda que os criminosos virtuais estão se concentrando em novos alvos fora do sistema bancário online, como os Bitcoins e os gerenciadores de senha. Além disso, buscam também vantagens a partir de ofensivas presenciais em caixas eletrônicos e nos tradicionais ataques de engenharia social e em e-mails.

“As instituições financeiras são alvos recorrentes de ataques virtuais. No Brasil, por exemplo, essas empresas sofrem regularmente grandes ondas de spam que tentam instalar malwares nos computadores e dispositivos móveis dos usuários”, afirma André Carraretto, especialista de Segurança da Informação da Symantec. “O Boleto, por exemplo, se mostrou um grande caminho para ataques, já que essa é uma das formas de pagamento mais conhecida no país, permite a transferência de dinheiro online para os cibercriminosos e pode chegar ao computador comprometido através de campanhas de spam ou sequestro de DNS”, complementa o especialista.

Outros fatores destacados pela pesquisa incluem:

• As nove maiores instituições financeiras foram atacadas por mais de 40% dos Trojans.
• A instituição financeira mais visada está localizada nos EUA e foi atacada com 95 por cento de todos os Trojans analisados.
• As taxas de phishing em e-mails caíram 74% em 2014.
• Os EUA são o país com o maior número de infecções de Trojans financeiros, seguido pelo Reino Unido e Alemanha.

Além disso, a Symantec ainda avalia que os cibercriminosos continuam a visar alvos de alto perfil e, por isso, recomenda as seguintes dicas:

– Tenha cuidado ao receber e-mails não solicitados, inesperados, ou suspeitos
– Mantenha o software de segurança e sistemas operacionais atualizados
– Ative recursos de segurança avançados, como ativação por duplo fator, se disponível
– Use senhas fortes para todas as suas contas
– Sempre saia da sua sessão de banco on-line quando terminar
– Ativar notificações de login da conta, se disponível
– Verifique os extratos bancários para acompanhar regularmente atividades suspeitas
– Informe sua instituição financeira de qualquer comportamento estranho ao usar o seu serviço
Malware do Boleto

Nos últimos três anos, o malware de boleto surgiu com foco no mercado brasileiro. Atualmente, ao menos três famílias diferentes dessa ameaça atingem os usuários desse sistema de pagamento e, apesar de ser difícil estimar o total de perdas, é possível concluir que estas campanhas continuam lucrativas para os criminosos.

“É muito provável que mais grupos cibercriminosos busquem os boletos nos próximos meses, o que levará a novas variantes de malware e à modificação de Trojans já existentes”, analisa Carraretto. “Por isso, essa ameaça deve ser enfrentada como em evolução e a vigilância constante é muito necessária”, finaliza o especialista.

Para evitar ser comprometido pelo malware Boleto, a Symantec recomenda as seguintes boas práticas:

• Seja cauteloso ao receber e-mails não solicitados, inesperados ou suspeitos
• Evite abrir anexos e clicar em links de e-mails não solicitados, inesperados ou suspeitos
• Mantenha o software antivírus e os sistemas operacionais atualizados
• Evite utilizar Boletos suspeitos
o Se o código de barras não funcionar, verifique e certifique-se de que não foi manipulado
o Compare o número de identificação com Boletos anteriores. Geralmente, se forem enviados pela mesma empresa, a primeira metade do número de identificação não muda

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Brasoftware encerra 2014 com crescimento de 39% no faturamento

A Brasoftware, empresa provedora de soluções tecnológicas, encerrou 2014 com faturamento R$ 810 milhões de reais, 39% a mais em relação a 2013. O resultado foi impulsionado pelo crescimento no número de contratos para setores como o de manufatura, serviços e área governamental; e a expansão geográfica da empresa que, atualmente, possui escritórios em São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Brasília, além de gerentes regionais presentes em outras 15 capitais do país.

“Mesmo em um cenário econômico retraído e com investimentos direcionados para os grandes eventos que o país está recebendo, o resultado apresentado pela Brasoftware comprova que as soluções de ti realmente são um diferencial competitivo para qualquer segmento de negócio e, dentro deste cenário, a companhia tem se consolidado como um grande provedor de soluções em software, para pequenas, médias e grandes empresas, ou ainda órgãos públicos”, ressalta Eduardo Sukarie, Diretor Comercial da Brasoftware.

Desempenho regional

Em 2014, o processo de expansão regional seguiu em ritmo acelerado. Os escritórios regionais foram responsáveis por 33% do faturamento, quando comparado com o resultado da empresa de 2013. O escritório de Brasília teve um acréscimo de 270%; enquanto o do Rio de Janeiro alcançou 55%, a região Sul 41% e a região do Nordeste 50%.

“As regionais tiveram um crescimento médio de 50%, fator fundamental e estratégico para o resultado da companhia, o que justifica os constantes investimentos realizados tanto no Nordeste e Centro-Oeste do País, como no Sul e interior de São Paulo”, conta Eduardo Sukarie.

As conquistas

Além do crescimento expressivo, 2014 foi um ano muito especial para a Brasoftware. A revendedora brasileira com capital e atuação 100% nacional foi eleita como “O Melhor Parceiro Global de Licenciamento de Software por Volume Microsoft”. A companhia concorreu com mais de três mil canais em todo mundo e o reconhecimento é resultado de uma parceria de mais de 25 anos de um trabalho sério e engajado.
“Isso marca nossa história, pois é um grande feito, além de enaltecer o pioneirismo, o comprometimento e a paixão pela excelência na relação com nossos clientes, parceiros e colaboradores que sempre foi a marca da Brasoftware”, comemora Jorge Sukarie, presidente da Brasoftware.

A Brasoftware ainda foi reconhecida como o maior parceiro no Brasil e na América Latina pela Arcserve; parceira Gold da Autodesk e a maior do país; o primeiro parceiro Adobe na oferta de contratos ETLA (Enterprise License Agreement) e recebeu o título pelo melhor desempenho em vendas Symantec. “Estes reconhecimentos foram resultado da flexibilidade e do alinhamento do nosso modelo de negócios para com as necessidades de nossos clientes, assim como as oportunidades de mercado”, conta o Diretor Comercial da empresa.

O Futuro

O ano de 2015 é visto com bastante otimismo pela Brasoftware, a companhia estima crescer 20% este ano. Para isso, manterá os investimentos que tem realizado nos últimos anos, como o das estruturas regionais, a expansão das áreas de pré e pós-venda e o crescimento em verticais, principalmente a de Governo. Além disso, a empresa irá expandir sua atuação nos estados de Minas Gerais, Espirito Santo e Santa Catarina e as regiões Nordeste e Centro-Oeste do país, do mesmo modo em que ampliará o atendimento, por meio de gerentes regionais, nos Estados que já possui escritórios. “A expectativa é estabelecer, cada vez mais, uma relação de confiança e sinergia entre nossos colaboradores, em todos os escritórios, e atuar com outros serviços em nossa base de clientes”, revela Eduardo Sukarie.

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AÇÃO Informática anuncia Edson Massao Yamasaki como novo gerente da Unidade de Negócios HP

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Edson possui mais de vinte anos de experiência em projetos de Tecnologia da Informação. É formado em física pela Universidade de São Paulo, com mestrado em Engenharia Elétrica. Também possui a certificação MASE HP Storage e cursa, pela Fundação Getúlio Vargas, um MBA em Gestão e Estratégias de Negócios.

Na AÇÃO Informática, ao longo de quatro anos, já passou pelos cargos de Arquiteto de Soluções e Gerente de Produto HP Storage.

Sobre a AÇÃO Informática

A AÇÃO Informática conhece o mercado de tecnologia da América Latina como poucos e representa as maiores empresas de software, hardware, aplicativos e networking do mundo. Em 2015, o Grupo adaptou seu modelo de negócios para seguir inovando e liderando na distribuição de soluções de tecnologia. Seus principais pilares de atuação são: Big Data & Analytics, Cloud Computing, Segurança e Customer Experience (mobile & social), baseados em plataformas de infraestrutura convergente, implantados para manter o negócio em movimento. Por meio da subsidiária AKTIO, a empresa possui operações também na Argentina, Chile, Colômbia, Equador, Peru e Uruguai.

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Pesquisa da Michael Page com 500 executivos avalia confiança no mercado de trabalho em 2015

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Apesar de um cenário macroeconômico mais restritivo, pesquisa da Michael Page com 500 executivos posicionados entre média e alta gerência e com remuneração fixa mensal entre R$10 mil e R$ 35 mil, demonstra que 51% destes profissionais estão confiantes quanto ao mercado de trabalho em 2015.
Para João Marco Frederico, diretor executivo da Michael Page, o indicador reflete o baixo índice de desemprego registrado no país. Em janeiro, o indicador ficou em 6,8%, segundo o IBGE, menor patamar da série histórica. “São profissionais bem qualificados, que se movimentam facilmente no mercado. Sabem que se por um lado não há ampliação de novas vagas, há espaço para substituições”, afirma o executivo.
Plano de carreira
A pesquisa da Michael Page detectou que 38% dos profissionais pretendem se arriscar a mudar de emprego ao longo de 2015. Deste universo, 21% almejam um salto ainda maior: mudar de setor. “São profissionais alocados em setores mais duramente atingidos pelo momento econômico, como setor automotivo, Oil&Gas e construção”, pondera Frederico.

Para 41% dos profissionais, porém, a prioridade para 2015 é acumular experiências no emprego atual. 12% dos profissionais entrevistados dizem ter como prioridade a busca de crescimento nas empresas onde já trabalham, enquanto outros 10% irão investir em aperfeiçoamento acadêmico.

Horizonte
O levantamento também procurou identificar os planos de contratações das empresas este ano e identificou que 37% das companhias pretendem expandir o quadro de funcionários em 2015.
Embora 63% das empresas declarem, no levantamento, que não pretendem ampliar os quadros, haverá demanda por pessoal para substituição e reposição de executivos. “Devemos ter um ano fortemente marcado por substituição de profissionais, afinal, com uma economia fraca, cresce as metas e os parâmetros de eficiência”, analisa Frederico.

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Cabeamento Estruturado é tema de palestra gratuita

 

Cabeamento Estruturado é tema de palestra gratuita

Nexans e Faculdade Impacta promovem evento para tratar da importância do cabling
A Nexans, líder global na fabricação de cabos e sistemas de cabeamento, em parceria com a Faculdade Impacta, referência em cursos de graduação, pós-graduação e MBA nas áreas de TI, Gestão, Design e Mercado Digital, promovem no próximo sábado, dia 7 de março, a palestra gratuita “Cabling: a importância, carreira e certificação”. Na ocasião, temas como a realidade das infraestruturas no Brasil e no mundo e o mercado brasileiro serão abordados pelos palestrantes Álvaro Salgueiro Monteiro, instrutor de redes do grupo Impacta, e Fernando de Mesquita Ferreira, coordenador de vendas do segmento de datacable da Nexans do Brasil.

“O cabeamento é um item fundamental para o perfeito funcionamento das redes atuais. Cerca de pouco mais de 50% dos problemas de rede são problemas de cabeamento, e o cabeamento representa apenas 5% do investimento total em TI das empresas, em média. Por outro lado, o cabeamento tem um ciclo de vida mais longo, pois pode funcionar por muitos anos, diferentemente de softwares e servidores, que são trocados com muito mais frequência”, afirma o coordenador de vendas.

Para ele, o profissional de TI ou de Infraestrutura que souber projetar e instalar perfeitamente redes de cabeamento estruturado terá um diferencial competitivo frente aos demais profissionais da área. “No Brasil, a qualidade da mão de obra, no geral, tem deixado muito a desejar”, explica.

Para participar da palestra, basta inscrever-se no site www.impacta.edu.br, na área de eventos. A palestra é gratuita e pede-se a doação de um quilo de alimento não perecível (exceto sal) que será destinado para a Fundação Francisca Franco.

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TCS é a maior empregadora de mulheres do mercado de TI

 

A Tata Consultancy Services (TCS), empresa líder em serviços de TI, consultoria e soluções de negócios, hoje é uma das empresas com maior poder feminino no setor de TI. A empresa atualmente conta com 318.625 colaboradores, sendo que mais de 100.000 são mulheres, a começar por Ritu Anand, subdiretora global de Recursos Humanos da companhia.

A valorização das mulheres na TCS é uma política de décadas, que inclui todo o suporte às mulheres, incluindo opções de flexibilidade laboral em períodos de gravidez, por exemplo. “Entendemos e valorizamos os períodos de descanso que as mulheres devem ter durante as fases de sua vida e damos oportunidades de carreira alinhadas com cada um desses momentos. A cada etapa vislumbramos oportunidades de crescimento”, explica Ritu.
Outra iniciativa inovadora é o centro de negócios para as mulheres na Arábia Saudita: o Business Process Services. Nesse caso, identificou-se que a maioria dos recém-formados do País é do sexo feminino. O centro é fruto de uma parceria da TCS com a General Electric (GE) e a Saudi Aramco e tem como objetivo aproveitar o talento delas e oferecer oportunidades globais, analisando a cultura feminina para reconhecer as necessidades e tornar a experiência profissional a melhor possível. “A TCS tem como objetivo ser pioneira em tudo que faz. Para nós, a construção de um negócio em um País é tão importante quanto fazer parte da comunidade e do próprio ecossistema”, acrescenta Ritu.
Da força de trabalho da TCS Brasil hoje 28% são mulheres. “Acreditamos que ainda há muito espaço para ser preenchido por mulheres, principalmente, nos cargos de liderança no Brasil e no mundo”, ressalta Henry Manzano, CEO para a América Latina da TCS. Continuaremos trabalhando com nossos parceiros para oferecer ainda mais oportunidades no mercado de TI para mulheres.
Dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) apontam que, em 2013, as mulheres ocupavam 50% do mercado de trabalho na América Latina. Já em 2014, a participação das mulheres no mercado de trabalho aumentou, mas ainda é 30% menor do que a dos homens, os dados são do Panorama Laboral da América Latina e do Caribe de 2013 e 2014.

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Huawei ganha o prêmio “Melhor Infraestrutura de Comunicações Móveis” em Congresso Mundial

 

A Huawei anunciou hoje que ganhou o “Prêmio Melhor Infraestrutura de Comunicações Móveis”, no Congresso Mundial de Comunicações Móveis de 2015, com sua inovadora solução LampSite.
Na era da MBB, a digitalização da cobertura interna (em recinto fechado) se tornou um consenso no setor. Ela pode reduzir consideravelmente os custos de construção e de manutenção da cobertura interna, continuando a melhorar a experiência da rede móvel de banda larga. Como a primeira solução de pequena célula (Small Cell) de banda base (baseband) centralizada do setor, o LampSite da Huawei está liderando a inovação da cobertura interna. Pela digitalização da arquitetura da rede, digitalização da operação e manutenção e digitalização da capacidade operacional, o LampSite fornece aperfeiçoamentos do desempenho da cobertura interna almejada, com melhor experiência de banda larga móvel, aumenta a produtividade dos negócios para empresas e cultiva o desenvolvimento de novos serviços de dados e novos assinantes.
O presidente de Produtos e Soluções da Huawei, sr. Ryan Ding, disse: “Gostaríamos de aproveitar essa oportunidade para estender nossos cumprimentos ao comitê de julgamento, a todos os colegas do setor e à GSMA. Nossa visão é a de “Open ROADS to a Better Connected World” (estradas abertas para um mundo mais bem conectado) e a solução LampSite é um dos elementos que nos permite concretizar essa visão. Em nove de nossas parceiras operadoras, estamos extremamente orgulhosos por sermos os primeiros a lançar comercialmente a solução LampSite, há quase dois anos. A solução foi projetada para ser mais escalável, flexível e mais fácil de implementar e gerenciar. É sem dúvida apropriado que no 20o aniversário desse prêmio da GSMA, a linha de produtos wireless da Huawei também esteja celebrando seu 20o aniversário. Nesses últimos 20 anos, a Huawei se esforçou para impulsionar o setor de comunicações móveis, através de colaborações na comercialização, na inovação e na padronização. Ao olhar para a frente, continuaremos a nos focar em inovações centradas no consumidor e manteremos o compromisso de ser a melhor parceira de negócios para todos os nossos clientes, em todo o mundo”.
Junto com a mudança de foco na operação da rede de voz para tráfego, a arquitetura da rede e as experiências do usuário se tornam essenciais para o desenvolvimento de estratégia das operadoras. A operadora concluiu, recentemente, a maior cobertura interna do mundo no Aeroporto Internacional de Pequim, na China, empregando o LampSite da Huawei. Toda a implementação levou apenas três meses e o custo total da implementação diminuiu 50%, em comparação ao de uma implementação tradicional, a taxa de pico atingiu 140 Mbps no teste, o que pode melhorar significativamente a experiência do usuário no terminal. É estimado que todos os investimentos da operadora terão retorno dentro de dois anos. Até agora, as soluções LampSite da Huawei vêm sendo comercializadas em mais de 70 operadoras de comunicações móveis, na Europa, Sudeste Asiático, Oriente Médio de América Latina.
Os julgadores disseram: “Isso representa uma promessa significativa de ajuda às operadoras de comunicações móveis, para melhorar a cobertura, a qualidade e a capacidade da banda larga móvel, usando a tecnologia de pequena célula, de uma maneira amigável ao dispêndio de capital”.
O “Prêmio Mundial de Comunicações Móveis” é o reconhecimento mais disputado no setor de comunicações globais. Estabelecido em 1996, o Prêmio atrai inscrições de todo o mundo, que são julgadas por um painel de especialistas independentes, altamente respeitados. O “Prêmio Melhor Infraestrutura de Comunicações Móveis” pertence ao “Prêmio Mundial de Comunicações Móveis” e é o prêmio mais valioso e competitivo do mundo, no setor de comunicações móveis. O Congresso Mundial de Comunicações Móveis apresenta os eventos de comunicações móveis do mais elevado nível, enquanto o prêmio GSMA é a maior honra no setor de comunicações móveis.

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Velocidade da banda larga fica abaixo da contratada em 73% dos casos, em teste feito pela PROTESTE

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Em parceria com o site Minha Conexão, Associação lança medidor e ajudará quem estiver recebendo menos que o contratado
A velocidade da banda larga fixa contratada pelo brasileiro não segue os parâmetros mínimos de qualidade dos regulamentos de gestão de qualidade definidos pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Foi o que constatou a PROTESTE Associação de Consumidores em 1448 medições feitas em testes, com uma amostra de consumidores do Rio de Janeiro e de São Paulo. Apenas em 27% dos casos foi cumprido o regulamento.

Esta situação sujeita milhões de brasileiros a contratarem planos denominados de banda larga, com qualidade que não se adequa à oferta. Principalmente aqueles de menor poder aquisitivo, durante boa parte do mês ficam à margem das garantias de qualidade do serviço e têm velocidade de conexão da internet fixa bem inferior ao contratado.

Para ajudar o consumidor a monitorar a taxa de velocidade que recebe da sua operadora de internet e poder cobrar os seus direitos, a PROTESTE em parceria com o site Minha Conexão, está lançando um medidor de velocidade. Pelo site www.testeminhainternet.com.br o internauta é estimulado a fazer medições ao longo do mês. Nos casos em que forem constatados descumprimentos ao contrato, a entidade vai ajudar o consumidor a buscar os seus direitos.

Pelas regras de qualidade da internet fixa estabelecidas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), as empresas são obrigadas a oferecer uma velocidade mínima para a banda larga. A velocidade instantânea entregue deve ser, no mínimo, 40% do contratado em 95% dos acessos.

As empresas também são obrigadas a entregar uma velocidade média de conexão de 80% da máxima contratada para a banda larga fixa, sendo que esse é o resultado da média de todas as medições realizadas no mês.

Na avaliação da PROTESTE, o consumidor tem direito de obter informações claras sobre o que a empresa está entregando, pois a publicidade promete uma velocidade alta e um serviço ininterrupto, o que na realidade não acontece. Se o que for informado na publicidade e na oferta do serviço não for cumprido, o consumidor tem direito ao abatimento proporcional na conta.

Para medir a velocidade, antes de iniciar o teste, é preciso fechar todos os programas e aplicativos que estão sendo utilizados para minimizar a interferência durante o processo.

A União Internacional de Telecomunicações define banda larga a capacidade de transmissão superior a 1.5 ou 2 Mbps mas, principalmente fora das grandes cidades, o consumidor tem dificuldade em obter tais velocidades. Independentemente de 2MB ser considerado rápido, o consumidor deve ficar atento à velocidade contratada e exigir que ela seja cumprida.

A Associação avalia que a Anatel não pode se omitir de obrigar as empresas a cumprirem os Regulamentos de Gestão de Qualidade.

A PROTESTE tem defendido que a infraestrutura de suporte à banda larga seja incluída no regime público pelo Ministério das Comunicações, a fim de que se possa impor às empresas metas de universalização, que viabilizariam a definição de prazos para a implantação de redes para atender a todos os cidadãos brasileiros.

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As tecnologias que podem substituir as senhas

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Qual é a senha mais segura para acessar seus aparelhos e serviços na internet? A resposta é difícil de ser respondida. Atualmente, há o consenso de que as senhas com caracteres diferentes, e com letras maiúsculas e minúsculas são a melhor forma de manter a privacidade a salvo. Há, porém, novas formas de acesso surgindo: a biometria, o reconhecimento fácil e até dos olhos. Todas elas, porém, têm sua eficácia contestada.

A Microsoft, por exemplo, acredita que a biometria é o futuro. Com o uso de senhas cada vez mais discutido, a empresa está se mexendo para ir além no Windows 10. A sua principal aposta é se juntar à aliança FIDO (Fast Identity Online) e adicionar suporte para a tecnologia de biometria no seu novo sistema, com lançamento previsto ainda para 2015.

De acordo com a companhia, “fazer a transição de senhas para uma forma de identidade mais forte é um dos maiores desafios enfrentados na computação online, e acreditamos que a autenticação FIDO, que é objeto de muita discussão, seja o caminho para o sucesso”.
Com o Windows 10, os aparelhos da Microsoft e serviços parceiros de Saas (software as a service) suportados pela autenticação Azure Active Directory podem ser acessados por meio de uma solução de autenticação de dois fatores de nível corporativo. Isto é, sem uma senha.

A aliança FIDO lançou a versão 1.0 e final das especificações de seus dois padrões: o biométrico e outro relacionado à autenticação em dois fatores, em janeiro deste ano, com apoio do Google, do Paypal, da Samsung e de outros gigantes da tecnologia. A elaboração da versão 2.0, por sua vez, ainda está em fase inicial, mas a Microsoft já deu a entender que as formas como implementará biometria em seu sistema terão certa influência nos projetos.

Biometria sofre muitas críticas
As fabricantes de smartphones Apple, Samsung e HTC já lançaram produtos que reconhecem os donos pela ponta dos dedos. E, diante da grande frequência com que escândalos sobre invasões de contas e roubos de identidades se repetem, as empresas extrapolam e pesquisam características supostamente únicas do nosso corpo como “arma” para proteger conteúdos digitais.

Mas, apesar de muitos apostarem na eficácia da biometria, outros tantos são críticos ferrenhos do sistema. Segundo especialistas, a biometria esbarra num problema semelhante ao das tradicionais senhas, mas com um agravante. Ambos os sistemas guardam as informações dos usuários em servidores. Quando estes são invadidos ou comprometidos, você possui a opção de mudar sua senha e voltar a acessar o serviço. O que não é possível com a biometria, já que você não pode mudar suas impressões digitais.
Outro problema da biometria seria a invasão de privacidade. Por exemplo, ao deixar sua impressão digital num banco, numa loja ou qualquer outro estabelecimento, você também está deixando toda a sua história. E ainda pior: a impressão digital pode ser coletada para tentativas de invasões e fraudes nas suas contas.

Seja como for, a biometria, se vingar, vai precisar vencer a desconfiança de muita gente, e fornecer soluções para os problemas apresentados por especialistas.

Outras tendências de acessos, também contestadas
Em pré-venda nos EUA, a pulseira Nymi é capaz de transformar batimentos cardíacos em senhas. Ela promete tornar o processo de autenticação digital mais seguro e prático. Contudo, cardiologistas questionam sua eficácia.

Desenvolvido pela companhia Bionym e previsto para chegar ao mercado ainda este ano, por um preço inicial de US$ 79, o acessório mede o eletrocardiograma (ECG) do usuário e o utiliza como login automático em serviços e dispositivos, como e-mail e smartphone. Para isso, utiliza sinal Bluetooth, e, de acordo com o seu site oficial, é capaz de funcionar mesmo que o ritmo cardíaco do usuário esteja alterado por estresse ou medicação, já que analisa o formato da onda do ECG, e não o seu ritmo, apenas uma vez, quando a pulseira é colocada.
Médicos dizem, contudo, que o uso do eletrocardiograma como sistema de identificação é duvidoso, já que existem diferentes padrões. Assim, o ECG não funciona como uma impressão digital.

Reconhecimento facial poderia ser burlado com foto
O Google é uma das empresas que mais batalha para implementar a segurança biométrica em seu sistema operacional Android. A versão Ice Cream Sandwich (4.0) tinha a opção de desbloqueio do aparelho por reconhecimento facial, mas a técnica foi considerada falha, pois especialistas demonstraram que ela poderia ser burlada com o uso de uma fotografia em alta resolução do dono.

Para tentar resolver esse problema, a empresa inseriu na atualização seguinte, a Jelly Bean, a possibilidade de requisitar um piscar de olhos para o desbloqueio.

Reconhecimento de íris pode ser o caminho
Já a Intel apresentou um protótipo de smartphone com tecnologia de segurança inspirada em filmes: o reconhecimento de íris. O aparelho usa a câmera frontal para analisar traços únicos dos olhos. O sistema, apesar de ser apenas um conceito, está pronto para ser incorporado aos produtos no futuro.

Quem está mais perto de lançar um smartphone com reconhecimento de íris é a marca chinesa ViewSonic, que pode comercializar o primeiro aparelho do mundo com essa novidade tecnológica, ainda em 2015.

O scanner de íris, no canto superior do painel do ViewSonic V55, é protegido por um pequeno componente de deslizamento. Assim como as impressões digitais, após a íris ser mapeada no aparelho, a ação poderá ser bloqueada apenas pelo proprietário do dispositivo que passou pelo mapeamento. Com o scanner de íris, é possível permitir que o usuário bloqueie arquivos de vídeos, fotos e outros componentes.

Dessa forma, se o dispositivo foi entregue a alguém que não seja o proprietário do aparelho, esses arquivos são protegidos. Segundo a empresa, com a tecnologia é muito difícil (praticamente impossível) falsificar o padrão da íris de um olho, ao contrário das impressões digitais.

por Ana Clara Nogueira, da  PSafe Tecnologia

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Redes 4G cobrirão mais de três quartos da população da América Latina até 2020, revela pesquisa

 

 Redes 4G LTE cobrirão mais de três quartos da América Latina em 2020, de acordo com novos dados da GSMA Intelligence divulgados hoje, no Mobile World Congress, como consequência de aceleradas implantações 4G em toda a região. Os novos dados calculam que a cobertura 4G estará disponível para 76% da população latinoamericana até o final de 2020, acima dos 35% previstos no final de 2014.

A tecnologia 4G é atualmente responsável por uma porcentagem de um dígito das conexões1 móveis na América Latina, mas a GSMA Intelligence espera que essa participação seja responsável por mais de uma em cada quatro conexões em 2020. A previsão é de que o total de conexões móveis na América Latina alcance 709 milhões no final de 2014 e 889 milhões em 2020, com o 4G respondendo por 28% (245 milhões de conexões) no período.

O aumento dos níveis de investimento por operadoras móveis latinoamericanas

As despesas de capital (Capex) por operadoras de telefonia móvel na América Latina estão aumentando significativamente, e a previsão é de que se chegue a um total acumulado de US$ 193 bilhões no período de sete anos entre 2014 e 2020. As operadoras latinoamericanas investiram quase US$ 8 bilhões em licenças de espectro entre 2012 e 2015, principalmente para apoiar implantações 4G. A quantidade total de espectro atribuído a serviços móveis desde 2012 foi de 1472MHz, nas faixas de 700MHz, 850MHz, 1800MHz, 1900MHz, AWS (serviços avançados sem fio: 1700-2100MHz) e 2,6GHz.

Acelerando a adoção de smartphones na América Latina

Assim como a expansão do alcance da cobertura 3G/4G, a migração para redes de banda larga móvel de maior velocidade também está sendo impulsionada pela crescente adoção de smartphones. Os smartphones foram responsáveis por 32% das conexões da América Latina em 2014 e espera-se que sejam responsáveis por 68% do total em 2020. A essa altura, a América Latina terá a segunda maior base instalada de smartphones no mundo, atrás apenas da região Ásia-Pacífico. Abaixo uma lista de números de adoção de smartphones na América Latina por país:

Adoção de Smartphones como percentagem de conexões nos dez maiores mercados da América Latina: 2014 e 2020 (previsão). Fonte: GSMA Intelligence

Mercado / País 2014 2020
América Latina 32% 68%
Argentina 34% 72%
Brasil 38% 72%
Chile 36% 73%
Colômbia 31% 68%
República Dominicana 39% 66%
Equador 35% 67%
Guatemala 25% 63%
México 20% 62%
Peru 19% 57%
Venezuela 47% 73%

A tecnologia móvel é considerada o principal meio de acesso à Internet para grande parte da população latinoamericana, especialmente em áreas rurais. O número de conexões de banda larga móvel ultrapassou as conexões de banda larga fixa na região em 2011. Este é o caso dos cinco maiores mercados da América Latina, inclusive do Brasil, onde há mais de cinco vezes mais conexões de banda larga móvel do que de banda larga fixa.

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CGI é reconhecida como a melhor empresa para serviços de Tecnologia da Informação, Tecnologia Operacional e Serviços de Integração no Mercado de Utilities

A CGI (NYSE: GIB) (TSX: GIB.A), uma das maiores empresas de serviços de tecnologia da informação e processos de negócios do mundo, é reconhecida como “líder de mercado” pelo relatório intitulado “Ovum Decision Matrix: Selecting an IT-TO Integration Partner, 2014-15″ (Ovum Decision Matrix: Selecionando um Parceiro de Integração de Tecnologia da Informação e Tecnologia Operacional, 2014-15). A empresa estabelece uma posição de liderança no segmento com um serviço amplamente aceito como o melhor da classe.

Hoje, a indústria de Utilities percebe o valor convergente da Tecnologia da Informação (TI) e da Tecnologia Operacional (TO). A remoção de silos (armazenamento de produtos), criados por pessoas, sistemas e dados, permitirá um fluxo brando de informações que, cada vez mais, irá possibilitar o controle automático da rede distribuída. Por meio da combinação das tecnologias de TI e TO, e de outras fontes de dados da empresa, será possível criar uma organização ágil e reativa.
No relatório, a Ovum observou que a CGI está se aproximando da convergência IT-TO por meio da sua iniciativa recém-lançada Optimized Network Utility – ONU (Utilização Otimizada da Rede). A CGI tem desenvolvido a sua visão ONU baseada no aumento da demanda dos clientes por serviços de IT-TO e na oportunidade de combinar suas soluções em um único roteiro.
“Estamos muito felizes por sermos prestigiados como um líder de mercado neste relatório Ovum”, diz Nigel Spooner, Vice-Presidente global de Serviços de Utilities na CGI. “Este reconhecimento reforça a eficácia da nossa visão ONU e do quadro pragmático que desenvolvemos a fim de permitir que nossos clientes obtenham suas vantagens”.
Segundo a Ovum, “a ONU define como as tecnologias inteligentes podem ser implantadas de forma abrangente, colocando o cliente não como um mero indicador, mas como ponto de referência”.
A CGI demonstra sua força no trabalho de integração IT-TO por meio de projetos inovadores, como o InovGrid, em Portugal, e o Low Carbon London (Londres Baixo Carbono), no Reino Unido. Hoje, as tecnologias inteligentes vêm sendo implantadas em todo o mundo. No entanto, diferentes circunstâncias econômicas e sociais, como diferentes requisitos legais e regulamentares, mostram que não há um “modelo único” que sirva para todos. Desta forma, os benefícios dessas tecnologias não são distribuídos igualmente. A CGI traz uma abordagem diferenciada para IT-TO a partir da sua profunda experiência, habilidade de integração e software no setor de Utilities.
“Temos trabalhado com muitos clientes europeus na linha de frente de projetos de energia inteligente. A nossa mais recente conquista foi em fornecimento de serviços de dados centralizados no projeto britânico de medição inteligente. Esse é um reconhecimento das habilidades da CGI como especialista de dados líder no setor de Utilities”, afirma Stuart Ravens, especialista global de Utilities da CGI.

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Pesquisa Amdocs revela o que querem os usuários de telecom

Apesar da rotatividade, provedores tradicionais mantêm vantagem sobre grandes players na fidelização de clientes, segundo estudo realizado com consumidores em 16 países

A Amdocs, fornecedora líder de soluções de experiência do cliente, divulga hoje, no Mobile World Congress 2015 em Barcelona, os resultados de uma pesquisa independente realizada com 8.450 consumidores em 16 países, incluindo o Brasil, que explora O Novo Mundo da Experiência do Consumidor (The New World of Customer Experience), que tem um cenário competitivo em rápida mutação e com necessidade constante de competir, ao oferecer uma superior experiência ao cliente. A pesquisa mostra que, apesar dos desafios competitivos impostos pelos players over-the-top (OTT), a grande maioria dos clientes de serviços de telecomunicações ainda preferem os prestadores de serviços “tradicionais”. No entanto, mesmo os clientes valorizando o atendimento, a qualidade de rede e a reputação da marca de seus provedores de serviços, a rotatividade (churn) continua alta no setor.

O Amdocs Customer Experience Spotlight 2015, estudo independente realizado a pedido da Amdocs pelo Market Research (IEMR), destaca a importância de proporcionar uma experiência superior ao cliente para mantê-lo e atrair novos usuários, como uma estratégia de Wi-Fi de nível superior (carrier-grade) para combater os concorrentes que surgem no mercado móvel, além de oferecer pacotes multi-play para aumentar sua fatia de mercado.

Entre os principais resultados do estudo estão:

– A rotatividade dos clientes persiste no segmento de prestação de serviços: Apesar de 63% dos entrevistados afirmarem que recomendariam o seu prestador de serviços – citando como razões principais atendimento/experiência do cliente (89%), conexão de internet de alta qualidade e cobertura (59%), preços competitivos (58%) e reputação da marca (52%) -, 50% deles disseram que estão com o seu fornecedor de serviço atual há menos de um ano.

– Os clientes de telecomunicações preferem os prestadores de serviços “tradicionais”: 80% dos entrevistados não mudariam para grandes players (OTT) se eles oferecessem conectividade móvel. As principais razões citadas foram: problemas de privacidade e segurança, falta de confiança e possíveis dificuldades com qualidade de rede. As variações globais foram significativas – a maioria dos países do Pacífico Asiático (APAC) e os mercados emergentes se mostraram mais propensos a considerar os serviços dos OTT, enquanto que os mercados maduros da Europa e da América do Norte se mostraram mais leais.

– Os clientes desejam serviços inovadores e personalizados: Mais de metade dos entrevistados afirmaram que trocariam seu plano de assinatura móvel por um que incluísse serviços adicionais de comunicação (por exemplo: em casa, internet, TV). E quase o mesmo número de entrevistados mudaria de plano caso pudesse escolher os componentes do pacote.

– A oportunidade do multi-play permanece sem dono: Apesar de mais de metade (52%) dos entrevistados assinarem quatro serviços (banda larga, TV, celular e telefonia fixa), apenas 1% têm um único provedor Quad-play. A penetração do Triple-play também foi baixa (9%).

– O Wi-Fi de nível superior (carrier-grade) impulsionará a fidelização: Dos 62% que possuem um plano de internet móvel, 71% usam Wi-Fi com mais frequência do que sua conexão móvel.

“Em vista da volatilidade das expectativas dos clientes e da crescente ameaça de concorrentes disruptores, os prestadores de serviços são obrigados a adotar uma nova estratégia com uma visão multidimensional da experiência do cliente”, disse Chris Williams, head de marketing global da Amdocs. “Ao alavancar os pontos fortes em experiência do cliente e atrair novos usuários com pacotes inovadores, personalizados e multi-play, além de moldar a qualidade da experiência de rede através de estratégias de controle e visibilidade de Wi-Fi carrier-grade em tempo real, os prestadores de serviços têm uma tremenda oportunidade de liderar no Novo Mundo da Experiência do Cliente”.

Dados da pesquisa do Brasil

– 26% dos entrevistados brasileiros disseram que considerariam trocar seu prestador de serviços de telecomunicações por disruptores OTT, contra 20% da média global.

– As justificativas dos brasileiros para recomendar seus prestadores de serviços diferem pouco do resto do mundo: atendimento ao cliente/experiência do cliente (91% contra 89% da média global), preços competitivos (64% contra 58%) e reputação da marca (55% contra 52%).

– No Brasil há menos clientes com plano de internet móvel (52% contra 62% na média global), dos quais 71% usam mais wi-fi do que 2G/3G/4G. Outra surpresa: 52% dos clientes brasileiros usam wi-fi em locais públicos, contra 36% da média mundial.

 

 

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Gartner anuncia Conferência sobre Infraestrutura de TI, Operações e Data Center

 

 

O primeiro evento do ano acontece nos dias 7 e 8 de abril, em São Paulo

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, anuncia a Conferência Infraestrutura de TI, Operações e Data Center 2015, que acontece nos dias 7 e 8 de abril (Terça e Quarta-feira), no Sheraton São Paulo WTC Hotel.
“Diante de um cenário econômico pouco promissor, a área de infraestrutura e operações (I&O) sofre pressão para diminuir gastos e fazer mais com menos. Apresentaremos no evento informações úteis, tendências e estratégias tecnológicas para ajudar profissionais de TI e CIOs a entregarem excelência operacional com redução de custos”, afirma Henrique Cecci, Diretor de pesquisa do Gartner e chairman da Conferência.
De acordo com a pesquisa do Gartner “Agenda do CIO para 2015”, infraestrutura e Data Centers fazem parte da prioridade número 1 dos CIOs em 2015 no Brasil e na América Latina. O Gartner aponta que essas são responsáveis por mais de 57% do budget de TI das empresas no Brasil. Além disso, Aplicações Cloud estão modificando por completo as áreas de TI das empresas. Por isso, o evento terá uma vertente exclusiva para discutir estes assuntos, inclusive com cases apresentados por analistas brasileiros.
A área de TI precisa enfrentar o desafio de assegurar uma infraestrutura estável e prover a agilidade necessária para tomar providências diante de oportunidades de negócios. “Para muitos líderes de I&O, a mudança para um “Data Center inteligente” possibilita que área se torne ainda mais estratégica, sendo capaz de fornecer uma contribuição fundamental para o desenvolvimento das empresas”, diz o analista.
Neste ano, o evento contará com analistas brasileiros e internacionais em sessões dividas nas seguintes vertentes de conhecimento: excelência na gestão de operações de TI, gestão da próxima geração de Data Center, tendências e cenários de TI, e as principais estratégias de Cloud. O Gartner apresentará os mais recentes Quadrantes Mágicos, terá novas sessões de Perguntas e Respostas, sessões interativas com pesquisas em tempo real, apresentará estudos de casos reais, reuniões one-on-one com analistas de renome mundial e novos workshops.
Na Conferência, os gestores aprenderão maneiras novas e eficazes de reduzir custos, capitalizar as forças de mudança em TI e liderar o caminho de modo proativo para a transformação das áreas de infraestrutura, operações e Data Center.
Este ano, o Gartner traz uma novidade para as empresas que participam com grupos de funcionários nas Conferências. Além do tradicional desconto, equipes de uma mesma companhia poderão agendar reuniões com um analista do Gartner para facilitar uma discussão ou assessorá-los em iniciativas estratégicas e projetos-chave e/ou com executivos selecionados dos fornecedores de soluções patrocinadores do evento, obtendo recomendações e suporte na elaboração de agendas personalizadas para o grupo.
Até dia 6 de março, a conferência está com desconto de R$ 475,00. As inscrições podem ser feitas por e-mail brasil.inscricoes@gartner.com, pelos telefones (011) 5632-3109 e 0800-7441440, ou pelo site: http://www.gartner.com/technology/summits/la/data-center-brasil/about.jsp.

Anote em sua agenda:
Conferência Gartner Infraestrutura de TI, Operações e Data Center
Dias 7 e 8 de abril de 2015 (Terça e Quarta-feira)
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel – Av. das Nações Unidas, nº 12.559

Sobre a Conferência Infraestrutura de TI, Operações e Data Center
A Conferência Infraestrutura de TI, Operações e Data Center fornece uma direção estratégica e táticas fundamentais para orientar em mudanças que precisam ser feitas na infraestrutura e nas operações das empresas. Mais informações estão disponíveis no site:

http://www.gartner.com/technology/summits/la/data-center-brasil/about.jsp

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