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Indigo anuncia Bernard Hennies como head do Marketplace Brasil

A Indigo, startup agro que desenvolve inovações digitais para o setor, anunciou Bernard Hennies como head do Marketplace Brasil. O executivo tem mais de 30 anos de experiência na cadeia global do agronegócio, incluindo produção, compras, manuseio, logística e comércio internacional, e já passou por empresas como ADM, Agspring e NovaAgri.  

“Estou animado em poder fazer parte dessa iniciativa da Indigo de trazer ao Brasil uma plataforma que permitirá que produtores rurais e compradores acessem um universo enorme de possibilidades para negociar”, afirma Hennies. 

Para o CEO LATAM da Indigo, Dario Maffei, a experiência de Hennies na implementação de modelos de negócios complexos relacionados à cadeia de abastecimento agrícola e relacionamento de longo prazo com os principais stakeholders no Brasil do mercado de grãos adicionará um novo conjunto de capacidades e visão diversa à startup no Brasil. “Com isso, expandiremos facilmente as sinergias com outras ofertas Indigo já existentes no país. Estamos muito entusiasmados em tê-lo em nosso time”, comenta. 

O Indigo Marketplace é uma solução já disponível nos Estados Unidos e que está em fase avançada de desenvolvimento para ser lançada no Brasil até o final de 2021. A plataforma permite conectar digitalmente produtores a compradores de commodities agrícolas para comercialização de grãos de forma ágil e segura. Um dos seus principais diferenciais é oferecer a realização de transações on-line e ferramentas de inteligência para o suporte de tomada de decisão no processo de compra e venda de grãos. 

Energy Pitch, da Rio Oil ﹠ Gas 2022, seleciona 26 empresas para Pitch Live

Pequenas e médias empresas apresentarão produtos e serviços para 15 demandantes de O&G em reuniões virtuais até a próxima sexta

O Pitch Live conta com a participação de 26 pequenas e médias empresas (PMEs) brasileiras, que estão apresentando suas soluções para 15 relevantes corporações da cadeia de petróleo e gás (O&G) até a próxima sexta (9 de julho).

As empresas foram escolhidas por um comitê do setor – formado pelo Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), Apex Brasil e demandantes -, que analisou 47 vídeos e selecionou serviços e produtos nas áreas com maior demanda na indústria de O&G: automação e controle de sistemas, engenharia & construção, responsabilidade social, entre outras.

Esta etapa do Energy Pitch, da Rio Oil & Gas 2022, tem como principal objetivo o fortalecimento do networking e o aquecimento do business entre diferentes elos do segmento, além de gerar proximidade na relação entre IOCs, NOCs e PMEs no país. A iniciativa é uma parceria do IBP e da Apex Brasil.

“Nossa expectativa é ter um Pitch próximo dos 90% de efetividade, o que demonstra a retomada do setor de petróleo e gás para novos deals, a abertura para troca de expertise do segmento e o contínuo aperfeiçoamento para excelência de gestão em todos os elos da cadeia”, comenta Cristina Pinho, Diretora Executiva Corporativa do IBP e Co-Chair da Rio Oil & Gas 2022.

A executiva reforça que a equipe do projeto ainda realizou um “match” entre expositores e corporações demandantes de O&G, de acordo com os segmentos de cada um, e ficou impressionada com a boa receptividade. “Selecionamos os vídeos, seguindo critérios técnicos de solicitações do setor, e direcionamos para lideranças das companhias de O&G avaliarem. Algumas corporações gostaram tanto que pediram para falar com todas as empresas desta etapa do Energy Pitch”, analisa Cristina.

Os inscritos da plataforma da Rio Oil & Gas também podem distribuir “likes” para as melhores soluções da cadeia de petróleo e gás ao visitarem a área destinada ao Energy Pitch – no hub exclusivo de informações do evento – até 30 de julho. A seleção será relevante para ampliar a visibilidade das soluções e das marcas das PMEs, bem como promover novos negócios entre expositores e empresas do setor de petróleo e gás (O&G).

Cada vídeo tem cerca de 2 a 3 minutos com os principais produtos e serviços setoriais – diferentes tipos de soldagem, sistemas de limpeza mecanizadas de tanques, plataforma automatizada para recuperação autossuficiente de óleo, cabos e interconectores elétricos – que poderão ser selecionados pela cadeia de O&G para desenvolvimento de novos projetos em sinergia com a formação de acordos e parcerias.

DHL é nomeada Líder no Quadrante Mágico de 2021 do Gartner em todo o mundo

A DHL Supply Chain, divisão de logística do Deutsche Post DHL Group, foi denominada Líder no Quadrante Mágico de junho de 2021 para logística terceirizada, mundialmente. O Gartner, líder em consultoria e pesquisa de mercado, avalia anualmente fornecedores de logística terceirizada em todo o mundo no que diz respeito às categorias “abrangência de visão” e “capacidade de execução”.

Oscar de Bok, CEO Global da DHL Supply Chain, destaca os pontos fortes da empresa: “Nossa agilidade e capacidade para se adaptar – visíveis durante a pandemia do coronavírus – são extremamente valorizadas por nossos clientes. Por meio da proximidade e do diálogo intensivo com nossos clientes, compreendemos suas verdadeiras necessidades e desafios e podemos encontrar as melhores soluções em cadeias de suprimentos para eles. Temos muito orgulho de que, mesmo durante a pandemia, fomos capazes de reagir com rapidez aos desafios que surgiram e de desenvolver as melhores soluções em cadeias de suprimentos para nossos clientes. Criar operações e soluções de transporte, literalmente da noite para o dia, só foi possível por meio de uma análise de dados avançada, equipes bem treinadas e uma cultura de fazer a coisa certa na primeira vez. Nosso progresso com a digitalização das cadeias de suprimentos contribuiu de maneira essencial para o nosso sucesso “.

“Estou muito satisfeito com a posição de Líder no Quadrante Mágico do Gartner para Logística Terceirizada”, disse Patrick Kelleher, Global Chief Development Officer da DHL Supply Chain. “Ter a DHL como um fornecedor global de serviços 3PL líder quando o assunto é sustentabilidade é particularmente gratificante tendo em vista nossos esforços em sustentabilidade, que temos implementado com tanto sucesso. É importante para nós não apenas encontrar as melhores soluções em cadeias de suprimentos para nossos clientes, mas também tornar essas soluções tão sustentáveis quanto possíveis. Com a nossa agenda ESG e nossos programas Go Green para todo o grupo, ajudamos nossos clientes a cumprir suas metas de sustentabilidade”.

Investo recebe aporte de R$ 15 milhões e mira expansão de ETFs no Brasil

A Investo, primeira gestora independente especializada em ETFs do Brasil, anuncia Seed Round no valor de R$ 15 milhões por investidores anjo do ecossistema de Harvard. Com o investimento, a empresa pretende impulsionar a infraestrutura da operação e aumentar a eficiência dos ETFs com previsão de lançamento ainda em 2021.

Além do montante financeiro, a captação traz maior expertise no desenvolvimento de tendências no mercado de capitais, uma vez que os investidores possuem ampla atuação no segmento. Entre os principais nomes está Rene Kern, ex-conselheiro da BM&FBovespa e Managing Director da General Atlantic.

Fundada por Cauê Mançanares, Silvio Junqueira e Gabriel Lansac, a Investo foi lançada em março de 2020 com o propósito de tornar o brasileiro um investidor global, por meio do acesso a produtos que facilitem a vida dos investidores que desejam investir em empresas internacionais.  O principal foco da fintech serão Exchange Traded Funds (ETFs), fundos de investimento que são negociados em bolsa, com qualquer corretora e valores de investimento a partir de  R$10. 

Para Cauê Mançanares, CEO e cofundador da Investo, captar um Seed Round com profissionais com ampla experiência em ETFs e no mercado de capitais internacional é de extrema importância para o desenvolvimento de produtos eficientes e estrutura operacional robusta. “O mercado financeiro é um setor com forte regulação e requer extrema solidez das empresas que decidem atuar no setor. Não é viável criar uma startup de “garagem” e acreditar que vai conseguir prover serviços financeiros inovadores e de qualidade, é preciso ter resiliência de processos, equipe e infraestrutura e isso requer investimentos e muito estudo”, explica Mançanares.

A escolha pelos investidores se deu, principalmente, pelo “match” de visão sobre o potencial do mercado de ETFs para democratizar o acesso a investimentos globais. Além disso, a empresa buscou profissionais que já tivessem experiência com a implementação do produto em outros países, possibilitando um aprendizado grande com essa experiência, e foco em setores promissores ao redor do mundo.  Nesse cenário, os investidores do Seed Round se concentram em profissionais e investidores do mercado financeiro americano, com vivência na democratização dos ETFs nos EUA, e dos mercados europeu e asiático, proporcionando uma visão global dos ETFs. 

Com expectativa de fechar o ano com doze ETFs listados na Bolsa de Valores brasileira, popularmente conhecida como [B]³, e mais de 200 mil investidores, a gestora já possui data para o primeiro lançamento, previsto para ser anunciado nas próximas semanas.

Inscrições abertas para o 2º Prêmio Fundação Grupo Volkswagen

Estão abertas as inscrições para a 2ª edição do Prêmio Fundação Grupo Volkswagen, realizado em parceria com a Yunus Corporate, unidade de inovação social corporativa da Yunus Negócios Sociais. A premiação irá reconhecer projetos de impacto social de todo o Brasil, alinhados à missão da Fundação e às suas três causas de atuação: mobilidade urbana, mobilidade social e inclusão de pessoas com deficiência.

Durante o processo, serão selecionadas seis organizações sem fins lucrativos para participar do Programa de Aceleração, com duração de doze semanas. Essa etapa inclui capacitação, mentorias com especialistas, consultoria customizada e incentivo à criação de redes, por meio de atividades e encontros on-line. Após essa fase inicial e a apresentação virtual dos projetos a uma banca julgadora, três organizações sociais serão escolhidas e premiadas com R﹩ 100 mil cada uma. Além disso, ao longo de 2022, elas terão suas ações acompanhadas pela Fundação e a Yunus, com foco em seu desenvolvimento institucional.

“Em sua segunda edição, o Prêmio Fundação Grupo Volkswagen vem se consolidando como um dos principais editais do Brasil voltados ao fortalecimento de organizações da sociedade civil, por meio de formações de ponta e de apoio financeiro. Mais do que isso, com a premiação e a parceria com a Yunus, queremos aproximar o terceiro setor de metodologias inovadoras e do universo dos chamados negócios sociais, sem descuidar das particularidades das organizações sem fins lucrativos. Assim, esperamos contribuir para a solução de desafios concretos nas causas abraçadas pela Fundação”, afirma Vitor Hugo Neia, Diretor de Administração e Relações Institucionais da FGVW.

Para a Yunus, o programa também é uma oportunidade de mostrar que os negócios sociais caminham de mãos dadas com as organizações sociais em termos de intencionalidade e propósito de existência e é de extrema importância manter essa finalidade de impacto positivo de transformação. “Além do impacto, a nossa aceleração pretende ajudar essas organizações a encontrarem modelos de sustentabilidade financeira, que vão para além dos formatos tradicionais de captação de recursos, e que permitam que a organização e o seu impacto se mantenha no tempo de forma sustentável”, explica Rui Lira, Head de Inovação Aberta da Yunus.

As linhas de atuação dos projetos elegíveis incluem, entre outros temas, geração de renda em territórios vulneráveis e periféricos, empreendedorismo feminino, educação inclusiva para pessoas com deficiência e tecnologias e inovação para a mobilidade urbana. As inscrições estarão disponíveis de 24 de junho a 21 de julho de 2021, às 18h, horário de Brasília. Para conhecer o edital e se inscrever, acesse https://bit.ly/3gSijWM .

Diversidade e inclusão: Em linha com os valores e a estratégia de investimento social da Fundação Grupo Volkswagen, os critérios de seleção dos finalistas para o Programa de Aceleração englobam o incentivo à diversidade, tanto da equipe responsável pela organização quanto do público-alvo dos projetos inscritos. Nesse sentido, serão levados em conta aspectos relacionados à raça, gênero, orientação sexual, idade e deficiência, além da região de origem da organização social.

Histórico: Realizado desde 2019, o Prêmio Fundação Grupo Volkswagen tem periodicidade bienal, uma vez que inclui não somente a formação e o patrocínio das organizações, mas também seu acompanhamento no ano seguinte ao lançamento do edital. Na 1ª edição, a premiação recebeu 406 inscrições de todos os estados e Distrito Federal. Foram vencedores o Instituto Aromeiazero (mobilidade urbana), a ONG Acreditar (mobilidade social) e o Instituto MeViro (inclusão de pessoas com deficiência).

Siemens tem novo Diretor de Inovação Corporativa

Há 30 anos na Siemens, o executivo José Borges Frias Jr. assume a posição de Diretor de Inovação Corporativa tendo como objetivo alavancar as oportunidades na área que é tida na companhia como base de crescimento sustentável tanto nos processos internos quanto nas soluções para clientes.

O executivo terá no novo cargo os seguintes desafios: estabelecer e zelar pela governança para a inovação na Siemens; assegurar alinhamento entre a estratégia de inovação e do business; promover iniciativas de inovação junto às unidades de negócios; coordenar a atuação da companhia nos ecossistemas de inovação; coordenar o melhor aproveitamento de leis de incentivo e fomentos à inovação; e representar a Siemens em entidades, associações e comitês brasileiros de inovação. 

Nesta função Borges já está à frente de projetos como a participação da Siemens no ecossistema Hub de Inovação do IPT Open Experience e no Centro de Pesquisa Aplicada (CPA) em Inteligência Artificial com o IPT, recentemente anunciado como resultado da chamada pública Fapesp – MCTI – CGI.BR.

Engenheiro Mecânico formado pela Universidade de São Paulo (USP) e bacharel em Administração de Empresas pela mesma instituição de ensino, Borges iniciou sua carreira na área de Engenharia Industrial, passou pelo headquarters da Siemens na Alemanha em um projeto de transferência de tecnologia, atuando ainda na Gestão da Qualidade e no Service. Nos últimos 15 anos, foi consultor de Marketing e Estratégia, tornando-se, em seguida, Gerente de Marketing Estratégico e Excelência de Negócios. Hoje, é também Diretor de Estratégia e Desenvolvimento de Negócios da Operating Company Digital Industries, cargo que acumula como Diretor de Inovação Corporativa. 

ACATE e SENAI abrem 90 vagas em programa de formação de desenvolvedores

Driblar a falta de mão de obra qualificada é um dos grandes desafios no setor de tecnologia, ainda mais diante das necessidades impostas pela pandemia, como a transformação digital das empresas. Para tentar minimizar esse deficit de profissionais, a Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) e o SENAI abriram duas novas turmas do DEVinHouse, programa de formação de desenvolvedores. São 90 vagas disponíveis, com inscrições até 27 de julho. 

A iniciativa conta com 15 bolsas de estudo integral, por turma, para pessoas em carência financeira. Os patrocinadores destas edições são Teltec Solutions, BRy Tecnologia, Involves e PariPassu. Cada empresa irá contratar, no mínimo, cinco alunos do programa.  As aulas online das duas turmas começam dia 23 de agosto.

Quer participar do processo seletivo?

Inscreva-se até o dia 27 de julho no site http://devinhouse.sesisenai.org.br/acate/  

“O setor de tecnologia não para de contratar. Em Santa Catarina, são milhares de vagas abertas. Por isso, o DEVInHouse é uma grande oportunidade para jovens talentos e para quem quer pivotar a sua carreira. Em seis meses de curso intensivo, os alunos já podem iniciar a carreira de programador. E, por meio da parceria entre instituição formadora (SENAI), ACATE e empresas patrocinadoras, quem se dedicar e tiver um bom desempenho terá emprego garantido”, destaca o vice-presidente de Talentos da ACATE, Moacir Marafon.

O programa DEVinHouse teve início em novembro de 2020, com uma turma patrocinada pela Softplan. Foram 800 inscritos na primeira edição e, dos 40 alunos, 12 já foram contratados pela empresa. Neste ano, a primeira turma, com patrocínio da fintech Conta Zap, começou as aulas em junho. Para 2021, estão previstas mais duas turmas do DEVinHouse e a expectativa é de iniciar a formação de 225 alunos neste ano, informa o gerente do Centro de Educação Digital do SENAI-SC, Fabiano Bachmann. 

Podem se inscrever pessoas com ensino médio completo e de qualquer lugar do Brasil. Além disso, é necessário ser aprovado no processo seletivo.

Bolsas integrais

Para cada turma do DEVinHouse estão previstas 15 bolsas de estudo integrais, sendo dez do SENAI e cinco proporcionadas pelo lucro da venda do livro “Ponte para a Inovação: como construir um ecossistema empreendedor”. O livro é um guia completo com uma visão prática para o desenvolvimento de ambientes que favoreçam e fomentem a inovação no Brasil, principalmente fora dos grandes centros econômicos. A construção da obra foi viabilizada a partir dos patrocínios da CTG Brasil, Engie, Únilos Cooperativa de Crédito, ArcelorMittal e Invisto, com o apoio da ACATE e do Sebrae Santa Catarina. Todo o lucro obtido com o livro, incluindo a venda de exemplares, será destinado a projetos de formação de talentos na área da tecnologia na Grande Florianópolis, principalmente para pessoas em situação de vulnerabilidade social. 


Mais informações sobre o DEVinHouse estão disponíveis neste link http://devinhouse.sesisenai.org.br.

Com visão otimista, brasileiros acreditam conseguir novas oportunidades de trabalho até o final do ano, aponta Randstad

Trabalhadores de todo o mundo estão mais otimistas com relação ao mercado de trabalho, revela pesquisa da Randstad, líder global de soluções de Recursos Humanos. Com o intuito de mapear tendências e ser instrumento para tomadas de decisões, a primeira edição de 2021 do Randstad Workmonitor, finalizada em março, mostra que, em média, 54% das pessoas tinham esse sentimento positivo. Já no Brasil, 63% dos entrevistados estavam otimistas e apostaram em conseguir novas oportunidades de trabalho até o fim deste ano. Muitos apontaram que conseguiriam melhores vagas após serem vacinados (77%). O estudo englobou 27 mil trabalhadores, e seus resultados coincidem com o início da vacinação no país, com indícios da consequente retomada da economia.

Instrumento que ajuda empregadores a traçar estratégias de contratações e negócios, o Workmonitor busca mapear tendências de comportamento e anseios da força de trabalho. Essa, que é a terceira edição desde o início da pandemia, traz insights importantes sobre quais são as necessidades, desafios e expectativas dessas pessoas, principalmente em um mundo que começa a se preparar para um pós-pandemia.

“Apesar desse otimismo, alertamos que ainda é preciso cautela, já que ainda estamos vivendo momentos delicados da pandemia no Brasil. De qualquer forma, entendemos que esses dados contribuem para o planejamento das empresas que querem entender o sentimento de sua força de trabalho, desenhando assim o futuro a ser construído. A pesquisa tem esse papel, ser uma aliada dos líderes executivos, apontando possíveis caminhos sobre o que pode ser feito agora. Afinal, levará tempo para acomodarmos tantas mudanças e precisamos nos adaptar constantemente”, afirma Fabio Battaglia, CEO da Randstad no Brasil.

O Workmonitor revelou ainda que 75% dos brasileiros já desejavam retornar ao local de trabalho assim que possível, seguindo o índice global de 78%. A maioria espera ter uma programação de trabalho híbrida, e esse parece ser o arranjo mais popular – Brasil 61% e Global 53% – já que muitos que conseguiram ficar remotos, adaptaram-se e tiraram o melhor proveito da situação. Esses, disseram que sua produtividade permaneceu a mesma ou até melhorou durante a pandemia, atribuindo vários motivos para essa evolução, como a eliminação do tempo perdido em deslocamentos e horários mais flexíveis.

No entanto, o cenário não é totalmente otimista. Para quem trabalha em casa, a sensação de isolamento, a incapacidade de encontrar um equilíbrio saudável entre vida profissional e pessoal, além do anseio por conexões pessoais com colegas continuam sendo preocupações de muitos. No Brasil, 58% sentem falta da interação social que os espaços de trabalho proporcionavam e 35% sentem dificuldade em equilibrar vida profissional e pessoal.

Já para aqueles que devem retornar ou se mantiveram trabalhando presencialmente – a maioria dos trabalhadores da economia global – ter que usar máscara o tempo todo, sentir-se em risco no local de trabalho e assumir uma carga maior devido a colegas em quarentena ou doentes, tornou seus trabalhos mais difíceis. No Brasil, por exemplo, o medo de ser contaminado no trabalho ainda tomava 60% dos entrevistados. Além disso, com o desemprego em alta no país, o medo de fazer parte dessa estatística é constante.

No estudo, os trabalhadores demonstraram apreciar empregadores que adotaram protocolos rígidos e claros para o trabalho presencial e remoto, além de políticas implantadas para manter um equilíbrio adequado entre vida pessoal e profissional. Dos profissionais brasileiros ouvidos, por exemplo, metade declarou que gostaria de continuar em seu trabalho, devido às medidas de segurança e de bem-estar que seus empregadores proporcionaram durante a pandemia.

De maneira geral, os resultados finais apontam para um desejo de retomar a vida como conhecíamos antes da pandemia, mas com melhorias como o trabalho híbrido e mais flexibilidade. “Para manter o otimismo do trabalhador em alta, as companhias precisam fortalecer suas políticas de gestão, não se esquecendo de focar em saúde e bem-estar, equilíbrio de vida profissional e pessoal, pontos mencionados pela maioria dos entrevistados. Na medida em que se cria um ambiente seguro e flexível, o otimismo aumenta e, consequentemente, a retenção e produtividade”, finaliza Fabio Battaglia.

CI&T abre 300 vagas para seu Programa de Estágio 2022

A CI&T, multinacional brasileira especialista digital para grandes marcas globais, anuncia a abertura das inscrições para a edição 2022 do seu programa de estágio, o CI&T Next Gen. Serão contempladas 300 novas vagas no novo processo de seleção, que nesta edição será novamente no formato 100% remoto – o que significa que candidatos de qualquer lugar do Brasil poderão participar. As inscrições vão até 30/07 e deverão ser feitas diretamente na página especial do programa no site da CI&T: https://ciandt.com/br/pt-br/carreiras/programa-de-estagio

Com 26 anos de atuação, a CI&T atua com projetos de transformação digital de grandes companhias globais, e é referência em gestão e formação de pessoas. Com mais de uma década presente consecutivamente no ranking das Melhores Empresas para Trabalhar (GPTW Brasil), figurando na 11ª posição em 2020, a CI&T tem sido reconhecida por oferecer um ambiente de trabalho multicultural, com equipes engajadas em inovar, colaborar e que respeitam a diversidade. Juntamente com o compromisso de alavancar o potencial de negócios de grandes marcas, a CI&T vai além para desenvolver o potencial das pessoas que compõem seu time de talentos. 

Para o programa CI&T Next Gen 2022, a CI&T irá aumentar em 50% o número de vagas oferecidas para estágio em relação ao processo realizado no ano passado, quando a companhia contratou 200 estudantes. Para a edição de 2022, serão 300 vagas destinadas a estudantes de cursos técnicos, tecnólogos, graduação ou pós-graduação ligados à tecnologia da informação, dados e design, com conclusão após dezembro de 2022, e que terão a oportunidade de desempenhar na prática todo o aprendizado até o término do seu curso. O tempo de estágio deverá ser de pelo menos 12 meses com até 30 horas semanais. O domínio do inglês pode ser um diferencial para os candidatos. 

O processo seletivo do Programa de Estágio da CI&T se destaca pela adoção de formatos inovadores, que unem o lúdico com atividades dinâmicas e muita “mão na massa”. Confira um pouco da última edição do programa neste vídeo.

“Nosso programa Next Gen vem se transformando ao longo dos anos e temos muita satisfação de fazer esse ano o maior deles, para 300 pessoas. Além disso, nos orgulhamos em dizer que todas as nossas vagas, incluindo as do Next Gen, são para todas as pessoas. No novo formato, trazemos agora a possibilidade de pessoas que tenham perfil para design e dados, além dos perfis que já trazíamos de Developer e Tester. Esperamos com isso, dar mais oportunidade para outras pessoas de se conectarem com o programa.” reforça Ivan Neves, Head of Talent Attracting.”

O CI&T Next Gen 2022 contemplará um programa de desenvolvimento composto por três pilares:

Treinamentos
Um mês de treinamentos com integração de áreas, nossa cultura e processos para capacitação técnica. 

Universidade Corporativa
A universidade corporativa da CI&T é pautada em e-learning com o objetivo de acelerar o desenvolvimento dos candidatos.

Certificações e Capacitação
A CI&T oferece materiais e ferramentas que possibilitam a busca pelo desenvolvimento técnico e de liderança.

Os interessados em saber mais sobre o programa CI&T Next Gen 2022 e informações sobre o cronograma de inscrições do processo seletivos podem acessar a página especial no site da CI&T clicando aqui.

Infobip anuncia contratação de Nestor Caratti como novo Diretor de Vendas para América Latina

Executivo definirá estratégia comercial da região com foco em Software as a Service

A Infobip, empresa global de comunicações em nuvem, anuncia a contratação de Nestor Caratti como novo diretor de vendas para a América Latina. O executivo definirá a estratégia comercial da região, com desenvolvimento de novos fluxos de receita focados em Software as a Service (SaaS). Nestor vai reportar diretamente a Vivian Jones, recém-contratado diretor de Revenue para América Latina, e ficará responsável também pela redução de ameaças operacionais e prevenção de riscos comerciais.

Com mais de 20 anos de experiência em vendas em organizações como SAP, SAS, Red Hat, Hewlett-Packard e Dell, Nestor já trabalhou com a região da América Latina e morou nos Estados Unidos, onde ganhou experiência em geração de receitas, negociação, alinhamento executivo, treinamento de equipes, construção de território, venda de quotas e expansão multiprodutos e construção de times de alta performance, tanto para vendas diretas como indiretas.

Nestor é formado em Administração de Empresas pela Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul), possui MBA com extensão em Economias Emergentes pela Harvard Business School e em Liderança Organizacional pela North Carolina State University. 

Brasil é o maior ecossistema de fintechs da AL, aponta ranking de Mambu e Findexable

De acordo com o relatório “2021 Global Fintech Rankings”, produzido pela Findexable em parceria com a Mambu, empresa líder mundial em soluções bancárias na nuvem, o ano de 2020 foi de grande expansão para as fintechs no mundo inteiro, mesmo com a pandemia da covid-19. Neste contexto, o Brasil se consolidou ainda mais como um dos grandes ecossistemas de fintechs mundialmente: o país alcançou a 1ª posição da América Latina, seguido por Uruguai, México, Colômbia, Chile, Argentina e Peru, e subiu cinco posições no ranking global, alcançando a 14ª colocação. O índice é liderado por Estados Unidos, Reino Unido, Israel, Singapura e Suíça.

A cidade de São Paulo foi uma das grandes responsáveis pelo resultado brasileiro, subindo uma posição e se tornando o 4º maior ecossistema de fintechs do mundo no comparativo com outras cidades, atrás apenas de São Francisco, Londres e Nova York, e ficando à frente de potências como Tel Aviv, Berlim, Boston e Los Angeles. No comparativo regional da América Latina, ficou à frente de Montevideo, Cidade do México, Bogotá, Buenos Aires e Santiago. Outras seis cidades brasileiras figuram no top 20 regional: Belo Horizonte (7ª colocada), Rio de Janeiro (10ª), Curitiba (11ª), Porto Alegre (12ª), Florianópolis (16ª) e Brasília (17ª).

Fintechs estão se expandindo e recebendo mais investimentos


O relatório deste ano mostra que, embora os principais centros de tecnologia e finanças permaneçam sendo Londres, Nova York e São Francisco, as fintechs estão geograficamente mais diversificadas. Vários países africanos estrearam na lista, como Seychelles, Ruanda, Tunísia, Zimbábue e Somália, e cidades como Riad e Tel Aviv subiram no ranking, com esta última figurando entre as dez principais cidades do mundo para crescimento de fintechs. Mais de 20% dos 83 países presentes listados estão ali pela primeira vez.

O relatório também mostra que o setor recebeu investimentos significativos em 2020. O número de fintechs que são unicórnios (startups privadas com uma avaliação de mais de US$ 1 bilhão) aumentou drasticamente, de 61 em abril de 2020 para 108 em abril de 2021. No mesmo período, o montante investido nessas empresas subiu de US$ 199 bilhões para US$ 440 bilhões, valor que corresponde a 20% dos investimentos em unicórnios do setor de tecnologia.

De acordo com Sergio Costantini, diretor geral da Mambu no Brasil, “as fintechs são empresas de tomada de decisão ágil, que atendem necessidades muito variadas de clientes do setor financeiro e estão revolucionando esses serviços, que se tornam cada vez mais fáceis, rápidos e simples”.

Acesse o ranking completo neste link.

16% das vagas no mercado de trabalho são para home office

O home office pegou muitos negócios e profissionais de surpresa, já que a maioria precisou se adaptar a uma nova modalidade de trabalho. Mas uma coisa é fato, a pandemia mostrou para muitas empresas que é possível trabalhar remotamente sem perder a produtividade. Não à toa, uma pesquisa realizada pela Fortinet mostrou que, mesmo após a pandemia, 30% das empresas devem seguir com o home office. Seguindo essa tendência, um levantamento feito pelo InfoJobs, empresa de tecnologia para recrutamentos, revelou que 16% das oportunidades ofertadas no mercado de trabalho são para modelo remoto.

“Apesar do home office ter sido uma ótima alternativa para muitas empresas, com o tempo, alguns obstáculos foram surgindo, como falta de concentração ou falta de comunicação direta. Dentro desse cenário, uma saída pensada por boa parte das instituições, e que deve vir com força pós-pandemia, é adotar um modelo de trabalho híbrido, ou seja, trabalho remoto durante alguns dias da semana e presencial em outros”, diz Nathália Paes, desenvolvimento de negócios do InfoJobs.

O levantamento também procurou entender outros dados do mercado de trabalho atual. Segundo a pesquisa, os trabalhadores mais buscados pelas empresas atualmente são os especializados em comercial e vendas, seguido por telemarketing, administração, logística e área da saúde. Em contrapartida, os cargos que têm mais procura pelos profissionais são: auxiliar administrativo, recepcionista, jovem aprendiz e vendedor.

Salário e modelo de remuneração

Ainda de acordo com a pesquisa, 48% dos trabalhadores buscam vagas com salários a partir de 1 mil reais e 24% salários de no mínimo 2 mil reais. Quanto ao modelo de contrato, a maioria busca por vagas com carteira assinada – não à toa, há 113 mil vagas publicadas com indicação de CLT.

Para os candidatos que desejam saber onde podem encontrar alguma dessas oportunidades, grandes empresas, como Carrefour, Multivarejo, Hospital Albert Einstein, Grupo Big e Riachuelo, possuem vagas abertas no InfoJobs e continuam contratando em todo Brasil. Aos que buscam oportunidades com mais flexibilidade, 20% do total das vagas dispostas são para contratos de autônomo.

Parque Tecnológico São José dos Campos anuncia nova diretoria executiva

Marcelo Nunes assume a diretoria-geral e Sérgio Buani, a diretoria de operações

Em reunião do Conselho Administrativo, realizada em 14 de junho, a Associação Parque Tecnológico de São José dos Campos definiu a nova diretoria executiva do Parque Tecnológico São José dos Campos, que assume o mandato a partir de hoje, 1º de julho de 2021.

Marco Antonio Raupp deixa a diretoria-geral, agora ocupada por Marcelo Nunes, que é coordenador de programas de empreendedorismo e competitividade do Parque Tecnológico São José dos Campos há 11 anos.

Marcelo Nunes é formado em engenharia florestal e tem pós-graduação em gestão estratégica de projetos e em gestão ambiental e desenvolvimento sustentável. Tem 23 anos de experiência na área de tecnologia da informação.

“Marco Antonio Raupp sempre teve grande articulação e relacionamentos fundamentais para o crescimento do Parque. Espero que possa dar continuidade à sua trajetória, conduzindo o Parque a um patamar cada vez mais representativo na sociedade, academia, empresas e governos”, diz Nunes.

Sergio Buani assume a diretoria de operações no lugar de José Iram Barbosa. Buani é advogado, com pós-graduação em direto empresarial tributário e direito corporativo e compliance. Trabalha no Parque Tecnológico há oito anos, onde começou com assessor jurídico e chegou ao cargo de coordenador jurídico e gestor legal de contratos.

Buani tem ampla experiência em gestão de tecnologias, análises de ambiente e gestão corporativa, bem como em assessoria jurídica, estudos, elaboração e avaliação de instrumentos normativos, incorporação de pessoa jurídica, gestão de contratos, terceiro setor e organizações sociais e em interação e assessoria e gerenciamento administrativo das atividades de órgão diretivos de instituições.

Elso Alberti Jr. deixa a diretoria de desenvolvimento de negócios.

Fintech Zoop recebe novo aporte

A Zoop, fintech líder em tecnologia para meios de pagamentos e serviços financeiros, recebe novo aporte da Movile, investidora estratégica de empresas como iFood, Sympla e PlayKids. Este é o terceiro investimento realizado pela Movile na Zoop desde 2018. O novo investimento, no valor total de R$ 170 milhões (US$ 34 milhões), inclui novos recursos primários injetados na Zoop e também a compra de ações de alguns investidores existentes da startup, como a Darwin Capital.

Os recursos aportados na Zoop serão utilizados na expansão das operações da fintech, que no ano de 2020 alcançou a marca de R$ 20 bilhões de reais processados, somente na vertical de pagamentos. Mesmo em um período marcado pelo início da pandemia da COVID-19, a Zoop registrou um crescimento de 150% nos negócios de 2019 para 2020. Este aumento foi impulsionado, principalmente, pela maior adoção das transações digitais e pela evolução do sistema financeiro brasileiro, com lançamentos como o PIX e o Open Banking.

“Com este aporte mais recente da Movile, faremos novos investimentos em tecnologia para o desenvolvimento de soluções para os nossos parceiros, que já somam 640. Pretendemos manter nosso ritmo acelerado de crescimento, acompanhando as novidades do mercado e oferecendo os melhores produtos e serviços para apoiar a expansão da tendência de ‘fintech as a service’ no país”, afirma Fabiano Cruz, CEO e cofundador da Zoop.

Da mesma forma, a Movile reforça seu compromisso de investir em fintechs para escalar essa vertical do seu ecossistema, setor que mais recebeu aportes nos últimos seis anos, de acordo com a LAVCA. “Como investidora estratégica, a Movile aposta no segmento de fintechs e, inclusive, criou uma divisão dedicada para cuidar desse assunto no time de Estratégia. Acreditamos que no futuro toda empresa será uma fintech, e a Zoop possibilita isso. Por isso, é o segmento que estamos fazendo mais investimentos e onde estamos mais ativos”, explica Patrick Hruby, CEO da Movile.

Uma das iniciativas mais recentes que reforçam essa estratégia é a criação da Conta Digital iFood, construída com tecnologia desenvolvida pela Zoop. Após sete meses de operação, o Banco dos Restaurantes já soma 150 mil contas digitais. Além disso, a Zoop também apoiou o iFood para inclusão do PIX como forma de pagamento no aplicativo. Desde maio, os restaurantes de todo o país cadastrados no iFood passaram a aceitar o pagamento via PIX dentro da plataforma.

Banking as a Service

Diferentemente da maior parte dos bancos digitais brasileiros, que têm as pessoas físicas como público-alvo, a Zoop amplia o número de novos clientes por meio de parceiros de grande porte. Essas empresas encontram na plataforma de Banking as a Service white-label da fintech, que já possui toda a estrutura tecnológica e regulatória para custodiar contas digitais, a oportunidade de lançarem bancos digitais com suas próprias marcas. Com este modelo, a expectativa da empresa é chegar a 1 milhão de contas até o fim do ano.

“Temos um modelo de negócios pioneiro no país, com a tecnologia de banking as a service e white label. Por meio de nossa plataforma completa e em dia com todas as regulamentações brasileiras, empresas de qualquer segmento podem oferecer serviços financeiros seguros e de qualidade para seus clientes, que geralmente são outras empresas e pequenos negócios” complementa o CEO da Zoop.

Radiotelescópio inédito brasileiro: Projeto Bingo será divulgado oficialmente para todo o Brasil

O Projeto Bingo, radiotelescópio brasileiro em construção, que visa explorar o Universo a partir do céu brasileiro, será apresentado oficialmente para toda a população do país, contendo todas as informações sobre o radiotelescópio, nos dias 6 e 7 de julho. A divulgação será por meio do evento online ‘BINGO Rádio Telescópio: lançamento do portal e atualizações do projeto’, que também divulgará o site oficial do Projeto.

No primeiro dia do evento, serão transmitidos seminários para apresentar o que é e como funcionará o projeto BINGO para todos os públicos, incluindo a imprensa brasileira. O coordenador do BINGO e Professor titular do Instituto de Física da USP (IF-USP), Elcio Abdalla, abordará também a importância do Projeto para a Ciência e para o Brasil.

Além dele, outros profissionais como o pesquisador da Universidade Federal de Campina Grande e colaborador no Projeto, Amílcar Queiroz; o coordenador do Inpe e responsável pela construção do radiotelescópio, Alexandre Wuensche; e outros profissionais envolvidos no Projeto falarão mais detalhes.

Já no segundo dia, haverá seminários mais técnicos sobre o Projeto, tendo como público cientistas e estudantes de graduação e pós-graduação.

O BINGO reúne pesquisadores do Brasil, China, África do Sul, Reino Unido, Coréia do Sul, Portugal e França. Por isso, por conta da participação estrangeira, especialmente dos parceiros chineses, no primeiro dia do evento a linguagem será o português com tradução simultânea em chinês. Já no segundo dia, as apresentações serão todas em inglês.

A participação é gratuita, aberta para todos os públicos e com vagas ilimitadas, podendo fazer a inscrição por meio deste link.

Mais detalhes do Projeto Bingo

O radiotelescópio BINGO – acrônimo para Baryon Acoustic Oscillations from Integrated Neutral Gas Observations (em tradução livre, Oscilações Acústicas Bariônicas em Observações Integradas de Gás Neutro) -,é também conhecido como “Diamante do Sertão”.

Isso porque ele sairá de São Paulo, onde está sendo construído, para ser instalado na Serra do Urubu, no município de Aguiar, a 257 km da capital da Paraíba.

O objetivo principal do BINGO é explorar novas possibilidades na observação do universo a partir do céu brasileiro. “A proposta é estudar a energia escura e também o fenômeno Fast Radio Bursts [“rajadas rápidas de rádio”, em tradução livre], ainda pouco conhecido”, conta o coordenador. Assim, contribuirá com a visão do Hemisfério Sul para um trabalho sobre o fenômeno que já vem sendo realizado por meio do Chime (Canadian Hydrogen Intensity Mapping Experiment) no Hemisfério Norte.

Saber o que as galáxias e seus aglomerados significam, como são suas estruturas e em que isso interfere na nossa própria posição no mundo e no universo, são algumas das motivações do BINGO.

O Projeto possui aporte da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e do governo do Estado da Paraíba. Além disso, conta com pesquisadores estrangeiros que, em conjunto e à distância, pensam em soluções relacionadas à astrofísica, eletrônica empregada, ao projeto óptico, à construção das cornetas e construção civil.

‘BINGO Radio Telescópio: lançamento do portal e atualizações do projeto’

Quando | Horário:
06 de julho de 2021 (terça-feira). Início às 8h30
07 de julho de 2021 (quarta-feira). Início às 07h

Inscrição gratuita: https://www.even3.com.br/bingo_telescope_21/

Para mais informações, acesse www.bingotelescope.org

De olho em novas tecnologias de impacto socioambiental, Ambev seleciona startups em nova rodada do programa Aceleradora 100+

A Aceleradora 100+, da Ambev, chega em sua terceira edição para impulsionar startups de impacto que, com projetos inovadores, ofereçam soluções aos principais desafios de sustentabilidade de hoje e dos próximos anos. Neste ano, a Plataforma Parceiros pela Amazônia (PPA) e o Quintessa se juntam ao programa, gerando uma perfeita sinergia para fomentar soluções com real potencial para mudar o mundo.

As pré-inscrições estarão abertas a partir de 1º de julho pelo link https://aceleradora.ambev.com.br/. E as inscrições no programa poderão ser realizadas, de 5 a 23 de julho, por startups que se encontram no momento de ida a mercado, ou seja, já testaram inicialmente sua solução e agora desejam tracionar suas vendas. Os negócios selecionados passarão por um mês de intensive learning, no qual terão contato com executivos da Ambev, mentores especialistas e fundos de investimento, e receberão suporte individual para apresentarem uma proposta de projetos piloto para a Ambev e parceiros. As propostas mais qualificadas serão contratadas e os empreendedores receberão acompanhamento de gestores para a implementação dos pilotos. Além disso, o primeiro lugar será premiado com o valor de R﹩ 100 mil.

“Os desafios ambientais atuais exigem soluções inovadoras e fora da caixa, por isso a Aceleradora 100+ surge como uma oportunidade para encontrarmos essas ideias novas e desenvolvermos parcerias que vão impulsionar negócios e ajudar o meio ambiente”, afirma Rodrigo Figueiredo, Vice-Presidente de Sustentabilidade e Suprimentos da Ambev. “Além disso, a pandemia vem reforçando a necessidade de crescimento compartilhado, de trabalho em conjunto com o ecossistema. Este é o principal objetivo desta edição da Aceleradora 100+: provar que juntos podemos criar e desenvolver ações que tenham um impacto verdadeiro na sociedade”, conclui Rodrigo.

Na perspectiva de Augusto Corrêa, Secretário Executivo da PPA, “trazer um programa de escala global com um recorte específico para a Amazônia é algo muito significativo e impactante. Na Plataforma Parceiros pela Amazônia, temos trabalhado arduamente para fortalecer os negócios de impacto que prezam pela conservação da biodiversidade e qualidade de vida das comunidades da região”, comentou.

Também integrando o time de parceiros pelo deste ano, a diretora do Quintessa, Anna de Souza Aranha, conta que “a Aceleradora 100+ é um programa de inovação aberta exemplar por unir o avanço da empresa em suas metas de sustentabilidade com uma ótima proposta de valor aos empreendedores, apoiando seu desenvolvimento e implementando suas soluções de impacto socioambiental positivo na ponta”.

Desafios ambientais mundiais

A Ambev definiu, em 2018, objetivos de sustentabilidade bastante ambiciosos e a Aceleradora 100+ possibilita a conexão com startups inovadoras que estão trabalhando na resolução desses objetivos comuns.

O programa de aceleração integra uma iniciativa global da Ambev e conta com apoio institucional do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU), balizando as diretrizes e desafios que estejam sempre alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. Nesta terceira edição, a empresa busca soluções para seis desafios. São eles:

• Gestão da água: Monitoramento e análise de água; conservação e administração de bacias hidrográficas; e/ou tratamento e redução do consumo de água em manufatura e supply chain

• Agricultura sustentável: Treinamento, engajamento e suporte a produtores e fazendeiros; qualidade e produtividade da colheita; e/ou outras inovações relacionadas à agricultura

• Mudança climática: Consumo e monitoramento de energia; soluções alternativas e renováveis para o setor energético; redução, captura e remoção de emissões de CO2; análises financeiras e de gestão para mudanças climáticas; e/ou Logística Verde

• Embalagem circular: Reciclagem, reutilização e devolução; materiais alternativos e inovações para embalagens; e/ou rastreabilidade e logística reversa de embalagens

• Ecossistema Empreendedor: Valorização de produtos gerados no processo de produção da cerveja; rastreabilidade da cadeia produtiva/fornecimento responsável; incentivo a cadeias produtivas locais/regionais; e/ou diversidade e inclusão na cadeia produtiva

• Conservação da biodiversidade na Amazônia: Bioeconomia; sistemas regenerativos/restaurativos; e/ou cadeias de fornecimento sustentáveis.

Edições anteriores

Importantes projetos foram impulsionados nas duas primeiras edições da Aceleradora 100+, realizadas em 2018 e 2019, reforçando o objetivo do programa que é estimular o empreendedorismo e o desenvolvimento de pequenos e médios negócios, conectando ideias disruptivas aos pilares de sustentabilidade da companhia. Durante toda jornada do programa, o time da Ambev identifica oportunidades para as startups participantes, estabelecendo parcerias que podem, inclusive, resultar em fechamento de contratos.

Como exemplo, a parceria com a ManejeBem, startup fundada por três mulheres e vencedora da primeira edição da Aceleradora 100+, facilita a assistência técnica agrícola e realiza a estruturação de sistemas produtivos rurais. Através da plataforma criada com a Ambev é possível a captação de dados do campo, favorecendo o planejamento de ações e acompanhamento de impactos relacionados à sustentabilidade.

Com a startup FNM S.A foi firmada parceria para a produção de mil veículos elétricos. Junto com a Agrale, única fábrica brasileira de veículos em funcionamento hoje, a startup está desenvolvendo o caminhão FNM 833, de 18 toneladas, especialmente para atender às necessidades de logística da Ambev.

Maioria dos brasileiros teme fraudes, vê crimes de violação de dados pessoais crescerem e cobra legislação mais dura

A grande maioria dos brasileiros já sofreu tentativa de fraude ou conhece alguém que tenha sido vítima e está atenta e apreensiva em relação a esses crimes e violações dos seus dados pessoais. No período de pandemia, o relacionamento da população com o meio digital tornou mais agudas essas questões com aumento do uso de meios eletrônicos, via celular ou internet por exemplo, para transações financeiras, trabalho, compras.

Embora uma grande parte perceba uma evolução positiva na segurança de seus dados pessoais, nos últimos cinco anos, um terço acredita que estão menos seguros e 22% não identificaram alteração no período. Já para os próximos cinco anos, 54% têm a expectativa de avanço na segurança e apenas 22% apostam que esses dados estarão ainda menos seguros.

A maioria também considera que a privacidade nos meios eletrônicos virou um mito, e que tudo, ou a maior parte, das suas informações podem ser acessadas. Por isso, é grande a cobrança por maior eficiência e endurecimento da legislação que trata da proteção de dados.

Essas são algumas das revelações da 7ª edição do OBSERVATÓRIO FEBRABAN – Pesquisa FEBRABAN-IPESPE, que buscou investigar a visão da sociedade sobre a segurança de dados no Brasil e os crimes envolvendo violação de informações pessoais. A pesquisa foi realizada entre os dias 18 e 25 de junho, com 3 mil pessoas nas cinco regiões do País. Juntamente aos dados nacionais, haverá um recorte sobre o sentimento nas cinco regiões do país.

“Segurança digital é um tema que a sociedade precisa encarar de frente e já está fazendo, pois diariamente esses crimes afetam pessoas e empresas, ganham espaço no noticiário econômico, político e policial envolvendo não só o cidadão, mas também grandes corporações e instituições públicas e privadas”, diz o presidente da FEBRABAN, Isaac Sidney, que ressalta: “Um bom indicador da pesquisa é que o brasileiro está atento, sobretudo quanto ao uso que as empresas privadas fazem dos seus dados pessoais”.

Segundo dados da FEBRABAN, no primeiro bimestre de 2021 os ataques de phishing, a chamada pescaria digital, cresceu 100% em relação ao ano passado, enquanto os golpes da falsa central telefônica e falso funcionário de banco tiveram crescimento ainda maior, de 340%.

O sociólogo e cientista político Antonio Lavareda, presidente do Conselho Científico do IPESPE, destaca como resultado animador da pesquisa a constatação de que, apesar do medo e da preocupação preponderantes em relação à segurança de dados no país, a grande maioria dos brasileiros confia nas empresas e instituições com que transacionam, no que tange à proteção de suas informações pessoais e reconhecem os investimentos feitos no intuito de aumentar a segurança.

Abaixo, seguem os principais resultados do levantamento:

Crimes na pandemia

91% dos entrevistados avalia que os crimes aumentaram muito (46%) ou aumentaram (45%) no período da pandemia; e somente 5% acham que diminuíram (4%) ou diminuíram muito (1%). Nos últimos 12 meses, os próprios entrevistados ou familiares foram vítimas, sendo as situações mais comuns aquelas envolvendo recebimento de mensagens ou ligação telefônica com solicitação fraudulenta seja de dados pessoais ou bancários (43%), seja de depósito ou transferência de dinheiro para amigo ou parente (34%). Além dessas: cobranças fraudulentas ou compras indevidas em seu cartão de débito ou crédito (29%); invasão do e-mail ou das redes sociais, com alguém assumindo o controle sem permissão (18%); clonagem de celular ou WhatsApp (18%); tentativa de abertura de linha de crédito ou solicitação de empréstimo usando seu nome (15%); e invasão e acesso a dados bancários (14%).

Medo de Fraudes

A grande maioria dos entrevistados (86%) afirma ter medo – muito (53%) ou algum (33%) – de ser vítima de fraudes ou violações dos seus dados pessoais. Apenas 13% expressam pouco (10%) ou nenhum (3%) medo. Embora 42% percebam uma evolução positiva na segurança de seus dados pessoais, nos últimos cinco anos, um terço (33%) acredita que estão menos seguros e 22% não identificam alteração. Já para os próximos cinco anos, 54% têm a expectativa de avanço na segurança e apenas 22% apostam que esses dados estarão ainda menos seguros. Percentual similar (19%) acredita que essa realidade não sofrerá alteração.

Riscos versus benefícios

Predomina a percepção (56%) de que os riscos existentes no fornecimento de dados pessoais a empresas e instituições superam os benefícios recebidos. A minoria (28%) expressa opinião contrária, ou seja, os benefícios superam riscos. Apenas 13% se consideram muito beneficiados pelas empresas que coletam seus dados pessoais; 32%, mais ou menos; 25%, pouco; e outros 25% não identificam nenhum benefício.

Atividades mais vulneráveis

As atividades ou situações apontadas como mais suscetíveis para que empresas ou instituições acessem seus dados são: compras online (35% das citações), sites em geral (33%), pesquisas on-line sobre termos e uso de sites de busca (23%) e serviços bancários online ou telefônicos (21%). Abaixo do patamar de 20% estão: postagens e atividades nas redes sociais (17%), uso de aplicativos sobre localização física (15%), cadastros de serviços públicos (13%), e conversas no WhatsApp e outros aplicativos similares (12%). Com os menores percentuais de menção aparecem os jogos online (8%) e as compras presenciais (4%).

Tecnologia e riscos

O papel da tecnologia na proteção de dados é polêmico. Enquanto 49% acham que o avanço da tecnologia facilita a violação de dados e as fraudes, 46% acreditam que os recursos da tecnologia ajudam a manter as informações pessoais mais seguras.

Acesso de dados por empresas privadas

O acesso aos dados por empresas privadas e públicas é aceito em algumas situações, demonstrando que, em tese, as pessoas permitem a utilização de seus dados pessoais para melhorar a vida em sociedade. Para prevenir ou evitar crimes (aceitável para 84%); prevenir fraudes e golpes com dados bancário (83%); prevenir fraudes e golpes em compras (83%); prevenir situações de suicídio e ajudar em casos de depressão (77%.); melhorar resultados educacionais (76%); desenvolver novos produtos e melhorar o atendimento aos consumidores( 73%); desenvolver pesquisas médicas e científicas (71%).

Acesso a dados pessoais

Predomina a percepção de que as empresas monitoram e acessam mais as informações dos seus usuários e clientes do que os governos. Para 79% dos entrevistados, tudo (25%) ou a maior parte (54%) das operações que eles realizam de forma online ou pelo celular é monitorada ou seus dados pessoais são coletados por anunciantes e empresas. Para 60% os órgãos públicos monitoram e coletam todas (20%) ou a maior parte (40%) das informações a partir das atividades das pessoas online ou no celular.

Controle e preocupação com seus próprios dados

A maioria das pessoas (53%) acha que tem controle – muito (14%) ou algum (39%) – sobre seus dados; mas há uma grande parcela (44%) que acredita ter pouco (28%) ou nenhum controle (16%). Apesar da maioria achar que tem controle sobre os seus dados, essa vigilância e captação de informações por parte de empresas e governos geram expressiva preocupação: 75% dos entrevistados se dizem preocupados como as empresas e instituições utilizam esses dados, percentual maior se comparado aos governos (69%). Apenas 23% não estão preocupados ou estão pouco preocupados como os dados são usados pela iniciativa privada, sentimento próximo ao registrado em relação aos governos (28%).

O mito da privacidade

Para 59% das pessoas ouvidas a privacidade se tornou um mito, já que as empresas, de alguma forma, acessam os dados de seus usuários. Apenas 37% acham que essas informações só são acessíveis com o conhecimento ou consentimento das pessoas.

Os termos de política de privacidade

Em regra, as pessoas afirmam ser solicitadas sempre (35%) ou frequentemente (25%) a ler e/ou concordar com os termos da política de privacidade das empresas, enquanto para 13% dos entrevistados essa solicitação ocorre às vezes, para 5% raramente e 20% disseram nunca serem solicitados. Quando se trata de ler os termos e condições da política de privacidade das empresas, 26% declaram fazê-lo “às vezes”, 16% “raramente” e 12% “nunca” o fazem. Os mais cuidadosos somam 44% que “sempre” (23%) ou “frequentemente” (21%) leem antes de atestar sua concordância.

Compreensão sobre os termos de privacidade

O grau de entendimento das políticas de privacidade submetidas à concordância do público é baixo. Apenas 15% garantem compreendê-los “muito bem”, ao passo que 48% entendem “mais ou menos”, 25% “pouco” e 10% não entendem “nada”.

Responsabilidade das empresas

74% dos entrevistados acreditam que as empresas seguem totalmente ou em parte o que preveem esses termos, enquanto 20% não acreditam no seu cumprimento. Sobre eventual notificação imediata dos clientes caso seus dados pessoais sejam comprometidos ou usados indevidamente, 65% acreditam que as empresas seguem totalmente ou em parte essa cláusula, e 29% acham que não é seguida. Quanto ao item em que a empresa assume publicamente a responsabilidade se, por ventura, os dados pessoais dos usuários forem comprometidos ou usados indevidamente, 60% confiam totalmente ou em parte que esse aspecto é cumprido, e 32% afirmam que não é cumprido.

Conhecimento sobre a legislação

Apenas 11% das pessoas afirmam conhecer “muito bem” as leis de proteção de dados e 45% acham que conhecem “mais ou menos”. Outros 31% conhecem “pouco” e 11% não conhecem “nada”. Em relação direito TIRAR à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), 9% dizem conhecer muito bem e 28% conhecem mais ou menos; a maioria (60%) conhece só de ouvir falar (33%) ou não conhece (27%). Quanto à Lei 14.155 que prevê punições mais severas para fraudes e golpes cometidos em meios eletrônicos: 6% conhecem muito bem e 30% conhecem mais ou menos; 61% conhecem só de ouvir falar (35%) ou não conhecem (26%).

Eficiência da legislação

A percepção majoritária é que a legislação atual é pouco eficiente (50%) ou ineficiente (16%). Apenas 5% consideram a legislação muito eficiente e 24%, eficiente. Essa opinião está alinhada à expectativa de endurecimento das leis: 76% desejam que a regulamentação seja mais dura, contra 10% que acham que as regras legais deveriam ser mais leves. Considerando as duas leis em vigor – a que protege a privacidade dos dados pessoais (LGPD) e a que pune quem pratica fraudes em meios eletrônicos (14.155) – 62% acham que o número de golpes vai diminuir muito (14%) ou um pouco (48%), e 30% opinam que esse tipo de crime não sofrerá alteração.

Cuidados para evitar fraudes

Muitos já adotam hábitos visando a proteção de seus dados:

• 57% sempre ou frequentemente costumam escolher senhas fortes; 26% escolhem às vezes e 13% raramente ou nunca.

• 37% sempre ou frequentemente utilizam a biometria; enquanto 30% usam às vezes e 29% raramente ou nunca usam.

• 36% sempre ou frequentemente fornecem seus dados quando realizam compras em sites ou lojas físicas; 42% fornecem às vezes e 20%, nunca ou raramente o fazem.

• 33% sempre ou frequentemente aceitam a política de cookies; 36%, às vezes e 27%, raramente ou nunca.

• 29% sempre ou frequentemente mudam suas senhas; 43% mudam às vezes e 25% raramente ou nunca.

• 26% geram cartão online para uso por tempo determinado; 24% recorrem a esse serviço às vezes e 44%, raramente ou nunca.

Confiança nas empresas

Apesar dos medos, chega a 70% o contingente que confia nas empresas e instituições com que transacionam para manter suas informações seguras. Desse total, 19% confiam muito e 51% confiam. Essa confiança aumentou nos últimos 12 meses para 42% (12% confiam muito e 30% confiam um pouco). Para 23% a confiança diminuiu, e para outros 22% ela não sofreu alteração.

Entidades mais confiáveis

Os bancos são a entidade mais confiável. Cerca de dois terços dos entrevistados (65%) confiam nos bancos contra 31% que não confiam. Estes são seguidos pelo comércio e lojas físicas (61%), fintechs com 57% que confiam e 34% que não confiam. Por outro lado, sites e redes sociais desfrutam da menor confiança (39%) prevalecendo os que não confiam (53%). Outras instituições cuja confiança na segurança dos dados é superior a 50% são: comércio ou lojas físicas (61% confiam e 34% não confiam); comércio ou lojas on-line (57% confiam e 34% não confiam); seguradoras de saúde (52% confiam e 36% não confiam); empresas de cartão de crédito (52% confiam e 42% não confiam) e provedores de e-mail (52% confiam e 40% não confiam). Quanto às operadoras de celular o placar é praticamente empatado (48% confiam e 47% não confiam).

Confiança em governos

Governo Federal (45% confiam, contra 48% que não confiam); Governo do Estado (44% confiam e 48% não confiam); e Prefeitura (47% confiam e 46% não confiam).

Investimentos em segurança

As instituições bancárias foram destacadas por 52% como as que mais investiram, nos últimos cinco anos, na proteção dos dados dos seus clientes. Outros 29% acreditam que esse investimento foi maior por parte das fintechs e 22% apontaram os investimentos por parte das empresas de cartão de crédito. Outras menções sobre investimentos em segurança de dados se referem a: comércio ou lojas on-line (15%), aplicativos de redes sociais (14%), governos (11%), provedores de e-mail (7%), comércio ou lojas físicas (6%), e seguradoras de saúde e operadoras de celular (ambas com 5%).

A íntegra dos dados nacionais do sétimo levantamento OBSERVATÓRIO FEBRABAN, pesquisa FEBRABAN-IPESPE pode ser acessada neste link . A íntegra com os dados regionais pode ser acessada neste link.

Startup catarinense Minha Quitandinha recebe seu primeiro aporte

Minha Quitandinha, startup catarinense especializada em tecnologia em varejo, acaba de receber seu primeiro aporte, o que vai permitir acelerar a expansão do seu modelo de negócio, um minimercado autônomo que opera durante 24 horas por dia, sete dias por semana, levando praticidade, conveniência, qualidade e segurança, para dentro de condomínios residenciais e empresariais. 

Com menos de um ano de existência, a startup criada em Balneário Camboriú/SC, despertou o interesse de dois investidores anjos. O valor não foi divulgado, mas de acordo com Marcelo Villares, COO e sócio da Minha Quitandinha, o montante será utilizado para ampliar a equipe com profissionais especializados, aprimorar as tecnologias oferecidas e também em marketing.

“Esse investimento vai nos permitir expandir nossa atuação e ganhar tração no mercado, além disso vamos dobrar nosso quadro de colaboradores passando de 10 para 20”, explica Villares. O executivo revelou ainda que a meta é chegar a 800 unidades abertas e faturar R$ 200 milhões em dois anos.

Atualmente, a Minha Quitandinha está presente em quatro estados: Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Pará, e enxerga um grande potencial para crescer com este modelo de negócio em meio a pandemia do coronavírus. São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Rondônia são os próximos estados a receber o minimercado autônomo, ainda neste primeiro semestre de 2021.