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Mais de 8,4 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos atingiram o Brasil em 2020

A Fortinet® (NASDAQ: FTNT), líder global em soluções amplas, integradas e automatizadas de segurança cibernética, anunciou os resultados para o quarto trimestre de 2020 e o consolidado do ano dos dados obtidos por seu laboratório de inteligência de ameaças FortiGuard Labs, que coleta e analisa diariamente incidentes de segurança cibernética em todo o mundo.

No Brasil, foram registradas mais de 8,4 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos durante 2020, de um total de 41 bilhões em toda a América Latina e Caribe.


Considerando somente os meses de outubro, novembro e dezembro, foram 5 bilhões de tentativas de ataques no país. Nesse período, ameaças bem conhecidas, como e-mails de phishing, se espalharam por toda a América Latina com arquivos HTML anexados, tentando redirecionar o navegador da web para sites maliciosos. O malware baseado na web tornou-se o veículo mais comum para a distribuição de arquivos infectados, muitas vezes tornando-se a porta de entrada para ransomware.


Embora o volume de tentativas de ataques cibernéticos continue extremamente alto, o mais preocupante é o grau de sofisticação e eficiência que os cibercriminosos estão alcançando ao utilizar tecnologias avançadas e inteligência artificial (IA) para desenvolver ataques direcionados com maior chance de sucesso. Isso significa que, em menos tentativas, os cibercriminosos conseguem causar mais dano.

“O ano de 2020 demonstrou a capacidade dos criminosos de investir tempo e recursos em ataques mais lucrativos, como os de ransomware. Além disso, eles estão se adaptando à nova era de trabalho remoto com ações mais sofisticadas para enganar as vítimas e acessar redes corporativas”, explica Alexandre Bonatti, diretor de Engenharia da Fortinet Brasil. “Vemos ainda uma tendência a ataques periféricos e não apenas à rede central. A utilização de dispositivos IoT e ambientes industriais de missão crítica são alguns exemplos de pontos de acesso para os criminosos.”

Para 2021, a Fortinet identifica outra tendência significativa com o surgimento de novas fronteiras inteligentes – ou seja, de redes que se adaptam e se expandem de acordo com a necessidade do usuário –, o que não apenas criará diferentes vetores de ataque, mas possibilitará que grupos de dispositivos comprometidos possam trabalhar juntos para atingir as vítimas em velocidades de 5G.

“Devemos estar cientes de qualquer e-mail ou atividade suspeitos, e implementar e seguir todos os controles necessários para mitigar o risco de intrusão ou violação das políticas de segurança de nossas empresas e dispositivos pessoais, incluindo a instalação periódica de atualizações disponíveis pelos fabricantes”, recomenda Bonatti. “No lado dos negócios, é preciso incluir o poder da inteligência artificial (IA) e do aprendizado de máquina (ML) a plataformas de segurança que operem de forma integrada e automatizada na rede principal, em ambientes multi-cloud, em filiais e nas casas dos trabalhadores remotos.”

Outras conclusões do relatório do quarto trimestre de 2020:

·       Campanhas de phishing continuam sendo o principal vetor de ataque: Numerosas campanhas de cavalos de Tróia foram detectadas durante este período, realizando atividades sem o conhecimento do usuário e, normalmente, incluindo o estabelecimento de conexões de acesso remoto, captura de entrada do teclado, coleta de informações do sistema, download/upload de arquivos e colocação de outros malwares no sistema. Os ativos infectados podem realizar ataques de negação de serviço (DoS) e executar/eliminar processos. O JS/ScrInject.B! foi o mais ativo da região nesse período.

·       Trabalho remoto como porta de entrada para redes corporativas: Foi detectada uma grande quantidade de solicitações HTTP maliciosas para explorar uma vulnerabilidade em vários produtos de roteadores domésticos que podem permitir que atacantes executem comandos arbitrários. Isso pode ser uma tendência, pois mais pessoas trabalham em casa com menos proteção e mais acesso aos dados corporativos.

·       Grande onda de tentativas de explorar vulnerabilidades: Numerosas tentativas de execução remota de código contra ThinkPHP e PHPUnit, uma estrutura da web usada por um grande número de desenvolvedores da web. A vulnerabilidade do ThinkPHP foi revelada em 2018 e permite que invasores obtenham acesso ao servidor e instalar software malicioso. Manter os serviços atualizados ajuda a reduzir o risco de exploits. Portanto, se estiver usando o ThinkPHP versão 5 ou versões anteriores, é preciso aplicar a atualização ou patch mais recente do fornecedor.

·       Botnets visam dispositivos IoT: A botnet Mirai, voltada para dispositivos IoT, muito robusta e altamente utilizada ao longo dos anos, vem obtendo um crescente interesse de invasores que visam vulnerabilidades mais antigas em produtos de IoT de consumidor. Nos últimos meses, Mirai ficou mais forte, mais rápida, mais resiliente e mais evasiva, adicionando outras armas cibernéticas ao seu arsenal, como as vulnerabilidades encontradas em servidores web. Os cibercriminosos estão cientes de que os dispositivos IoT são difíceis de corrigir e tiram vantagem disso.

·       Antigas botnets ainda estão ativas na América Latina: As botnets Gh0st e Andromeda, também conhecidas como Gamaru e Wauchos, aparecem como as mais detectadas na América Latina, apesar de uma grande operação de eliminação desta última ter sido realizada pelas forças de segurança cibernética em dezembro de 2017. Novamente, aplicar os patches dos fabricantes e fazer as atualizações regulares é fundamental em termos de segurança.

O relatório completo sobre a atividade de tentativas de ciberataque no Brasil durante o quarto trimestre de 2020 pode ser baixado aqui.

PIX: onheça as tentativas de fraudes e golpes financeiros mais comuns e saiba como evitá-los

A FEBRABAN – Federação Brasileira de Bancos e 30 bancos intensificam até sexta-feira (26) suas ações de comunicação para contribuir com o uso seguro da internet e dos canais digitais contra golpes e fraudes no ambiente digital. A ação faz parte da 1ª edição da Semana da Segurança Digital de 2021, que começou na última segunda-feira (22), e orienta a população a se prevenir de fraudes, que geram prejuízos financeiros e dão muita dor de cabeça ao consumidor.

Neste ano, os participantes, que incluem parceiros como o Banco Central, associações, empresas e as polícias Civil e Federal, estão divulgando dicas de como se prevenir dos principais golpes e fraudes digitais que dão dor de cabeça aos consumidores, entre eles, golpes que envolvem o Pix, o novo sistema de pagamento instantâneo, que permite pagamentos e transferências de dinheiro durante 24 horas por dia, 7 dias por semana, em até 10 segundos.

As tentativas de golpe registradas com o Pix e relatadas por instituições financeiras foram identificadas como ataques de phishing, que usam técnicas de engenharia social, que consistem em enganar o indivíduo para que ele forneça informações confidenciais, como senhas e números de cartões. Com a pandemia do novo coronavírus, criminosos estão aproveitando o maior tempo online das pessoas e o aumento das transações digitais devido ao isolamento social para aplicar golpes financeiros.

Conheça a seguir os principais golpes envolvendo o Pix e saiba como se prevenir

Golpe da clonagem do Whatsapp

Entre os meios usados pelos bandidos está o Whatsapp. Os criminosos enviam uma mensagem pelo aplicativo fingindo ser de empresas em que a vítima tem cadastro. Eles solicitam o código de segurança, que já foi enviado por SMS pelo aplicativo, afirmando se tratar de uma atualização, manutenção ou confirmação de cadastro.

Com o código, os bandidos conseguem replicar a conta de WhatsApp em outro celular. A partir daí, os criminosos enviam mensagens para os contatos da pessoa, fazendo-se passar por ela, pedindo dinheiro emprestado por transferência via Pix.

Uma medida simples para evitar que o WhatsApp seja clonado é habilitar, no aplicativo, a opção “Verificação em duas etapas” Configurações/Ajustes > Conta > Verificação em duas etapas. Desta forma, é possível cadastrar uma senha que será solicitada periodicamente pelo app. Essa senha não deve ser enviada para outras pessoas ou digitadas em links recebidos.

Golpe de engenharia social com Whatsapp

Em outra fraude que usa o Whatsapp, o criminoso escolhe uma vítima, pega sua foto em redes sociais, e, de alguma forma, consegue descobrir números de celulares de contatos da pessoa. Com um novo número de celular, manda mensagem para amigos e familiares da vítima, alegando que teve de trocar de número devido a algum problema, como, por exemplo, um assalto. A partir daí, pede uma transferência via Pix, dizendo estar em alguma situação de emergência.

Nesta fraude, o bandido nem precisa clonar o whatsapp da pessoa, e usa a estratégia de pegar dados pessoais da vítima e de seus contatos. A FEBRABAN alerta que é preciso ter muito cuidado com a exposição de dados em redes sociais, como, por exemplo, em sorteios e promoções que pedem o número de telefone do usuário.

Ao receber uma mensagem de algum contato com um número novo, é preciso certificar-se que a pessoa realmente mudou seu número de telefone. O cliente sempre deve suspeitar quando recebe uma mensagem de algum contato que solicita dinheiro de forma urgente. Não faça o Pix ou qualquer tipo de transferência até falar com a pessoa que está solicitando o dinheiro.

Golpe do falso funcionário de banco e das falsas centrais telefônicas

Outros golpes praticados são os do falso funcionário e falsas centrais telefônica de instituições financeiras. O fraudador entra em contato com a vítima se passando por um falso funcionário do banco ou empresa com a qual o cliente tem um relacionamento ativo. O criminoso oferece ajuda para que o cliente cadastre a chave Pix, ou ainda diz que o usuário precisa fazer um teste com o sistema de pagamentos instantâneos para regularizar seu cadastro, e o induz a fazer uma transferência bancária.

É importante ressaltar que os dados pessoais do cliente jamais são solicitados ativamente pelas instituições financeiras, tampouco funcionários de bancos ligam para clientes para fazer testes com o Pix. Na dúvida, sempre procure seu banco para obter esclarecimentos.

Golpe do bug do Pix

Outra ação criminosa que está sendo praticada por quadrilhas e que envolvem o Pix é o golpe do “bug” (falha que ocorre ao executar algum sistema eletrônico). Mensagens e vídeos disseminados pelas redes sociais por bandidos afirmam que, graças a um “bug” no Pix, é possível ganhar o dobro do valor que foi transferido para chaves aleatórias. Entretanto, ao fazer este processo, o cliente está enviando dinheiro para golpistas.

Os canais oficiais do Banco Central já alertaram que não há qualquer “bug” no Pix. A FEBRABAN ressalta que o cliente sempre deve desconfiar de mensagens que prometem dinheiro fácil e que chegam pelas redes sociais ou e-mail.

Segurança

De acordo com Adriano Volpini, diretor da Comissão Executiva de Prevenção a Fraudes da FEBRABAN, os bancos estão usando toda sua expertise com todos os sistemas de pagamentos agora para o Pix. Para isso contam com as melhores tecnologias e o que há de mais moderno em relação à segurança cibernética e prevenção a fraudes.

Volpini afirma que os cuidados que o cliente deverá ter na hora de fazer uma transação através do PIX deverão ser os mesmos que adota ao fazer qualquer transação financeira. “Sempre é necessário checar os dados do recebedor da transação Pix (pagamento ou transferência), seja para uma pessoa ou um estabelecimento comercial”, afirma.

O cadastramento das chaves Pix também deve ser feito diretamente nos canais oficiais das instituições financeiras, como o aplicativo bancário, internet banking, agências ou através de contato feito pelo cliente à central de atendimento. “O consumidor não deve clicar em links recebidos por e-mails, pelo WhatsApp, redes sociais e por mensagens de SMS, que direcionam o usuário a um suposto cadastro da chave do Pix”, diz.

Sobre a Semana de Segurança Digital

A Semana da Segurança Digital está em sua terceira edição, e o setor bancário se alinha mais uma vez a ações similares desenvolvidas tanto Estados Unidos desde 2003, como na Europa, desde 2012, e que envolvem vários setores da economia.

Até sexta-feira (26), os participantes divulgarão dicas de como se prevenir dos principais golpes e fraudes digitais. Cada participante desenvolverá livremente suas ações de conscientização para seus clientes.

O que falta para termos a experiência ideal no e-commerce?

Por Stella Guillaumon, General Manager da Magento Commerce

Se por um lado a pandemia de covid-19 aumentou a demanda no varejo online, por outro o número de reclamações dos consumidores também cresceu. Somente no primeiro semestre de 2020, o Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor (Sindec) registrou 164.907 reclamações de e-commerce, quase o dobro das 82.911 registradas no mesmo período do ano anterior. Já o Procon-SP havia computado, até 17 de outubro, 241.887 reclamações do comércio eletrônico em 2020, crescimento de 208% em relação ao ano inteiro de 2019.  

Esses dados mostram que ainda há muito espaço para o varejo eletrônico melhorar e manter a tendência de crescimento. Afinal, já passamos do ponto de discutir a importância dos canais digitais para as marcas. O próximo passo é procurar tecnologias e estratégias que proporcionem boa experiência do consumidor, fator que pode ser o diferencial competitivo entre as companhias dos mais diversos segmentos. 

Para isso, o principal caminho é adotar uma estratégia omnichannel, otimizando a experiência do cliente com a marca ao integrar todos os pontos de contato. Assim, a empresa pode ter uma visão única do consumidor em múltiplos canais, que além de possibilitar a criação de uma jornada de compra melhor ao público, faz com que a empresa tenha dados centralizados e integrados sobre o comportamento dos clientes para traçar estratégias de marketing mais assertivas. É um modelo ganha-ganha. 

A opção de compre e retire na loja física, por exemplo, é uma das modalidades de compra online que tem crescido e demanda boa estratégia omnichannel das empresas. O relatório “Holiday Trends 2020” divulgado pela Adobe mostrou que 22% das compras online feitas no fim do ano em 2019 foram pedidos BOPIS (Buy Online Pickup in Store), o estudo ainda prevê um crescimento de mais de 40% para o mesmo período de 2020, ainda a concluir.  

Outro fator importante quando falamos de experiência do usuário é a personalização da jornada de compra nas lojas eletrônicas. Tecnologias como inteligência artificial quando integradas e desenvolvidas para o e-commerce tornam a experiência do consumidor melhor, trazendo produtos e páginas customizados, além de funcionalidades como busca por imagem ou por voz. 

Também são poucas as marcas que oferecem a opção de personalizar uma entrega na compra online. Em datas comemorativas, por exemplo, em que os consumidores buscam por presentes, oferecer itens como embalagem de presente ou cartão com mensagem dedicada são diferenciais que podem agregar valor ao produto e à experiência do usuário com a marca. 

Muitas indústrias que vendem tanto no B2B quanto no B2C ainda têm certo receio de gerar conflitos de canais, por isso muitas delas apostavam na digitalização apenas para o B2C. Agora, com a pandemia, nota-se também uma forte tendência de digitalização do B2B. 

Um e-commerce bem implementado, com o uso de plataformas flexíveis, que permitem a personalização de acordo com o fluxo de compra e regras do B2B é uma boa estratégia de posicionamento digital para indústrias do setor. 

Neste ano, o comércio eletrônico já mostrou ser um canal de vendas fundamental para as empresas, sejam elas B2B ou B2C. A palavra-chave do futuro, que já está acontecendo, é omnichannel, para que o público tenha a experiência ideal no e-commerce. 

Startup utiliza nuvem da Microsoft e oferece estrutura bancária para instituições financeiras e fintechs

Com a chegada das fintechs foi possível ver uma mudança no sistema bancário que levou a descentralização de serviços – antes oferecidos apenas por grandes bancos. Pensando em movimentar ainda mais esse mercado, a Celcoin criou uma plataforma de Open Finance que oferece uma plataforma completa de APIs de serviços financeiros para cerca de 130 instituições e fintechs. Dentre os clientes da Celcoin, estão mais de 30 principais bancos e instituições financeiras membros da ABBC (Associação Brasileira de Bancos), oito empresas com capital aberto, dezenas de carteiras digitais, sete fintechs consideradas unicórnios, além de corretoras, programas de fidelidade e operadoras de telefonia.

Atualmente, fintechs e bancos digitais usam a plataforma de open finance da Celcoin para oferecer serviços que antes eram restritos aos grandes bancos, como pagamento de contas e tributos, saques na Rede Banco24Horas e no varejo, e ainda, recargas de celular, recargas de transporte, transferências, entre outros. “O objetivo é deixar as fintechs focadas no seu core business sem se preocupar com serviços que são complementares, mas obrigatórios em todas as contas digitais”, explica Marcelo França, CEO e fundador da Celcoin.

Crescimento x nuvem pública

Durante a pandemia a Celcoin viu o número de clientes crescer ainda mais e, com base neste crescimento, decidiu fazer a migração de nuvem privada para a nuvem pública a fim de ter mais escalabilidade para suportar picos de operação e, para isso, a companhia passou a utilizar os serviços do Azure. Além disso, a startup começou a fazer parte do programa de parceiros da Microsoft e a contar com auxílio no aperfeiçoamento da arquitetura pelos times da companhia de tecnologia.

“Tivemos um crescimento muito grande em pouco tempo e vimos na nuvem pública da Microsoft uma maneira de conseguirmos ter mais flexibilidade para termos os nossos serviços sempre à disposição dos nossos clientes, sem interrupção, mesmo em momentos de picos. A possibilidade de redimensionar a solução de acordo com a nossa demanda reduz a possibilidade de recursos ociosos e nos garante a solução rodando de forma efetiva a todo momento – o que também retorna para nós como um benefício pois nos permite manter a confiança dos nossos clientes com os nossos serviços”, comenta França.

O suporte da Microsoft à migração para a nuvem faz parte do compromisso da companhia de incentivar o desenvolvimento econômico sustentável do País por meio do plano Microsoft Mais Brasil. Lançado em outubro de 2020, o plano é uma iniciativa abrangente que tem entre seus objetivos apoiar o crescimento inclusivo por meio de tecnologia, capacitar a força de trabalho de hoje e de amanhã e apoiar programas com foco em sustentabilidade.

Fintouch 2021: maior evento focado em fintechs do Brasil realiza pela primeira vez uma edição totalmente online

Marcado para os dias 15 e 16 de abril , o encontro irá abordar temas como regulação, internacionalização, tecnologias disruptivas, impacto social, dentre outros

A Associação Brasileira de Fintechs (ABFintechs) realizará mais uma edição do Fintouch, maior evento no calendário da entidade e o maior do Brasil focado em fintechs. Com o tema “Vamos encontrar juntos as respostas para os desafios das fintechs em 2021 e 2022?”, a programação contará com a participação de nomes de referência nacionais e internacionais do ecossistema de inovação e serviços financeiros. O encontro, marcado para os dias 15 e 16 de março, das 9h às 18h, e acontecerá pela primeira vez de forma totalmente online. 

Mantendo a excelência dos conteúdos, extremamente relevantes para o segmento, o evento abordará assuntos como: Tokenização de Ativos; CBDC, Stablecoins e Corporate Coins; Open Finance; Identidade Digital para Fintechs; Serviços e Produtos para Desbancarizados; AgFintechs: Regulação, Crédito de Carbono, Empresas ESGs; Regulação; Como se conectar com Organizações Internacionais para captar investimentos e Parcerias fora do Brasil; dentre outros.

Para os interessados em participar do encontro basta acessar o link e garantir a compra dos convites – a partir de R$ 150,00. Para acompanhar as atualizações da programação do Fintouch 2021, acesse: https://www.abfintechs.com.br/fintouch.

Via Varejo alcança 50 mil inscritos em seu primeiro Programa de Trainee

Lançado em dezembro, o primeiro programa de trainee da Via Varejo, dona das marcas Casas Bahia e Pontofrio, bateu a marca de 50 mil inscritos de todo o país. O processo de inscrição, finalizado neste mês, entra na segunda etapa com a realização de testes online e convocação dos aprovados para as atividades em grupo online. Os aprovados nestas etapas passarão por uma fase final que ainda estamos definindo datas, e os finalistas escolhidos serão convocados para admissão entre abril e maio de 2021.

“Tivemos candidatos de diversas partes do país, gêneros e etnias diferentes, escolaridade e trajetórias de vida completamente distintas. Aquela diversidade que buscamos diariamente nas nossas ações e projetos. Estamos muito orgulhosos”, afirma Rosi Balabram, Diretora de Pessoas & Perfomance da Via Varejo.

Todos os estados foram bem representados por diversas candidaturas e dentre eles destacamos a Bahia, Paraná e o Pará. Sobre o perfil dos candidatos 50% são mulheres, 48,5% homens e 1,5% preferiu não identificar. Já em etnia, 53,4% se declararam brancos, 40,3% negros, 2,4% amarelos e 1,3% preferiu não identificar.

Mais da metade dos candidatos (58,7%) concluíram o ensino médio na rede pública, 32,2% na rede particular e 9,1% com bolsa estudos. Já na graduação, 48,2% são de universidades particulares, 27% de instituições públicas e 24,8% com bolsa de estudos.

TOTVS amplia oferta de Cloud com nova plataforma de serviços

Gustavo Bastos, vice-presidente de Plataformas da TOTVS

A TOTVS, maior empresa de tecnologia do Brasil, lança a nova versão de sua plataforma de serviços em nuvem, a T-Cloud, ampliando os serviços e melhorando a experiência dos clientes que utilizam produtos TOTVS na nuvem. A T-Cloud é uma plataforma completa para gerenciar, integrar e estender aplicações com agilidade e flexibilidade na nuvem, potencializando o valor agregado que os sistemas TOTVS oferecem aos negócios e simplificando todos os processos de sustentação das aplicações.

Voltada para todo o ecossistema da TOTVS, de clientes finais a parceiros, a plataforma simplifica e acelera a adoção do serviço de Cloud, além de facilitar o acesso às novidades disponibilizadas pela companhia para cada produto. Em poucos minutos os usuários conseguem habilitar novas funcionalidades e inovações, de maneira amigável, além de permitir uma execução otimizada e segura das atividades de gestão cotidiana dos produtos, como criar ou clonar ambientes de trabalho, realizar customizações e integrações, atualizar versões e ambientes, configurar a segurança dos seus dados, entre outros serviços.

A novidade não está limitada à automação das rotinas de trabalho, mas principalmente em prover uma experiência única no uso dos softwares TOTVS na nuvem, garantindo redução significativa de gastos com infraestrutura, licenciamento, segurança, gerenciamento e contratação de nuvem.

Gustavo Bastos, vice-presidente de Plataformas da TOTVS, destaca que esse investimento, diante de um cenário transformador como o atual, reforça o desejo da empresa de acelerar e simplificar o processo de transformação de seus clientes. “O T-Cloud permite que os usuários dediquem mais tempo à inovação e evolução de seus negócios, reduzindo preocupações com configuração, segurança e capacidade da nuvem. Tudo isso garante mais produtividade, rapidez e eficiência, além de contribuir para a digitalização e inovação de toda a cadeia, já que o acesso e gerenciamento das soluções na nuvem passa a ser algo mais simples e rápido, bem como a possibilidade de adoção de novas funcionalidades. Continuamos focados no roadmap de evoluções da plataforma para viabilizar tanto ganhos para nossos atuais clientes quanto a expansão acelerada que temos observado na nossa operação”, afirma o executivo.

Com aproximadamente 3 mil clientes já usando a plataforma, em 2020 a unidade de negócio de nuvem da TOTVS teve um crescimento expressivo e viu a adoção desta novidade crescer aproximadamente 400%. Com a iniciativa, a companhia busca oferecer uma experiência única no uso da nuvem, com a união de uma oferta completa, competitiva e a simplicidade na adoção e utilização dos produtos TOTVS.

Conheça a startup que é a mais nova aquisição da Semantix

Quando Thiago Lima criou a LinkApi após ter que largar a carreira de lutador profissional de MMA por conta de uma lesão, ele não imaginava que o novo negócio resultaria em uma fusão com uma multinacional em apenas três anos. Com o crescimento médio de 200% ano a ano desde sua fundação, a startup – que é a maior plataforma de integração e gestão de APIs da América Latina -, chamou a atenção da Semantix, empresa brasileira desenvolvedora e fornecedora de soluções de dados com foco em big data. A aproximação fez com que a multinacional adquirisse 51% do capital da LinkApi.


A transação é a maior da história da Semantix e a fusão total acontecerá em três anos, podendo ultrapassar o valor de R$ 100 milhões. A estruturação do processo levou nove meses e resultou em uma estratégia que soma esforços e potencializa a expansão global de ambos os negócios.


Para Thiago Lima, fundador e CEO da LinkApi, agora também CTO da Semantix, o objetivo é tornar a companhia de tecnologia a maior do Brasil. “Juntos vamos entregar uma solução que vai revolucionar o mercado de dados. Com essa parceria, qualquer empresa terá a possibilidade de transformar dados em inteligência de negócio”, afirma o empreendedor.

“Comecei a programar aos 12 anos; é como se passasse o filme na cabeça. Me lembro da nossa trajetória e estou realizado de fundir com uma empresa que tem o mesmo propósito que o nosso: ajudar negócios a transformarem dados em diferenciais estratégicos”, complementa.


Segundo Leonardo Santos, CEO e co-fundador da Semantix, a parceria impulsiona os planos de internacionalização. “A aquisição acelera nosso objetivo de levar essa oferta ao mercado internacional, pois as duas companhias, de forma conjunta, já vão iniciar a atuação em mais de 20 países. Não existe hoje no Brasil uma empresa que ofereça plataforma de dados tão ampla e com a integração completa de APIs”, explica.

Atualmente, a startup atende cerca de 150 clientes, está presente em 15 países e é responsável por 5 bilhões de integrações por mês. Em 2019, passou a fazer parte do portfólio da Wayra Brasil, hub de inovação aberta da Vivo. “A solução da LinkApi vem apoiando inúmeras empresas a realizar a transformação digital orientada aos dados. Seu sucesso comprova a qualidade das startups de base tecnológica que temos no Brasil. Estamos felizes que esse ciclo tenha sido concluído com sua aquisição pela Semantix devido à sinergia entre os negócios”, celebra Livia Brando, country manager da Wayra Brasil.

A LinkApi se consolidou no mercado de tecnologia graças às suas soluções que possibilitam uma transformação digital simplificada nas empresas, pois tais ferramentas auxiliam e dão mais protagonismo aos desenvolvedores, profissionais que foram ainda mais demandados em decorrência da pandemia.
Mesmo com a aquisição, o time da startup permanece na operação. De acordo com Thiago, todo o processo foi pensado para ser uma forma de reunir pessoas num propósito comum. “Vou continuar à frente da LinkApi e meu time será mantido. Juntos vamos entregar uma solução única que vai revolucionar o mercado de dados!”, comemora o empreendedor. Além disso, a empresa continuará com o programa de formação de desenvolvedores, a Formação Kapivaras. Trata-se de uma iniciativa que possibilita que os jovens selecionados transitem por todas as áreas da empresa em três meses, e caso se destaquem em alguma área, sejam efetivados.

Contratações temporárias no 1º trimestre de 2021 devem crescer 25%, segundo ASSERTTEM

Com resultado considerado surpreendente no mês de janeiro, puxado pelas contratações para atender às demandas de Páscoa, associação prevê mais de 805 mil novas vagas até março

A pandemia da Covid-19 ainda traz uma situação de insegurança e emergência nas empresas brasileiras. Mesmo diante desse cenário, a geração de vagas formais por meio do Trabalho Temporário, no formato da Lei Federal 6.019/74 e do Decreto nº 10.060/2019, deve crescer 25% no 1º trimestre de 2021 em comparação ao mesmo período do ano passado, segundo projeção da Associação Brasileira do Trabalho Temporário (ASSERTTEM).

“Após um resultado surpreendente em janeiro, projetamos a geração de mais de 805 mil vagas temporárias entre os meses de janeiro e março de 2021, superando em 25% as 644.500 contratações temporárias no mesmo período do ano passado”, afirma o presidente da associação, Marcos de Abreu.

Segundo ele, a Indústria segue impulsionando as contratações, seguida pelo Agronegócio, pelo setor de Serviço e Comércio. “Além disso, nossas estimativas apontam que a taxa média de efetivação de 22%, alcançada no final de 2020, irá se manter nesse 1º trimestre de 2021. Um resultado excelente, já que anteriormente a taxa girava entorno de 15%”, destaca.

Outro ponto importante, de acordo com Abreu, é que o período de duração do contrato temporário na Indústria, que era de 45 dias em média, será superior a 77 dias em 2021. “O período de contratação será bem maior para a Indústria conseguir atender o volume de demandas do mercado”, diz.

Para o presidente da ASSERTTEM, diante das incertezas que a pandemia ainda gera na economia do país, as empresas seguirão se apoiando no Trabalho Temporário para garantir maior flexibilidade de gestão e, assim, conseguirem se manter no mercado, utilizando a modalidade de contratação para substituição transitória e para demanda complementar de trabalho de forma rápida, eficaz e segura.

“As empresas já enxergaram que o Trabalho Temporário é uma excelente opção formal de contratação, que preserva os direitos dos trabalhadores e ainda confere flexibilidade de gestão para acompanharem as oscilações da economia”, explica.

Demandas da Páscoa

O mês de janeiro teve um resultado surpreendente na geração de vagas temporárias. Ao todo foram 178.640 novas contratações, um aumento de 37,3% com relação ao mesmo mês de 2020 (130.100 vagas). Destas, 16.380 são para atender às demandas de Páscoa na indústria de chocolate, comércio e serviço, alta de 31% com relação ao ano passado (12.503 vagas).

De acordo com a ASSERTTEM, 65% das contratações temporárias de janeiro foram impulsionadas pela Indústria para atender a demanda complementar de trabalho em segmentos como Alimentos, Farmacêutica, Embalagens, Metalúrgica, Mineração, Automobilística, Agronegócio e Óleo e Gás; seguido de 25% do setor de Serviços e 10% do Comércio.

Ao todo, nos meses de janeiro, fevereiro e março de 2020, a Páscoa gerou 33.906 contratações temporárias. Neste ano, a projeção da ASSERTTEM é de mais de 42 mil vagas temporárias no período. “A Páscoa teve um papel importante no resultado de janeiro, visto que a indústria de chocolates acelerou as contratações temporárias, pois está com uma demanda de trabalho 31% superior do que em 2020 e iniciaram a produção de chocolates com antecedência”, conclui o presidente da associação, Marcos de Abreu.

Governo estuda adoção de marketplace para compras públicas que reunirá fornecedores de Tecnologia

O modelo de compras e vendas em marketplace – plataformas de comércio eletrônico que reúnem vários vendedores e prestadores de serviço – ganharam espaço entre consumidores e comerciantes nos últimos anos, consolidando o modelo que se mostrou vantajoso para ambos os lados. Para os clientes, a variedade de produtos, marcas e preços  é maior; já para os vendedores, especialmente para aqueles de novos negócios, existe a possibilidade de vender seu produto em marketplaces conhecidos, ampliando seu alcance. 

Seguindo a lógica do mercado, o Governo brasileiro está estudando a proposta de criar um marketplace para compras públicas e mudar a lógica de contratação atual. A ideia é iniciar o processo nas contratações realizadas via dispensa de licitação, como as compras de bens e serviços de diversas áreas, como a tecnologia.  O Governo explica que “servidores e gestores públicos terão acesso a um site que reunirá produtos de várias empresas credenciadas.  A escolha dos itens poderá ser realizada em poucos cliques e a compra finalizada imediatamente”. 

Fernando Salla, CEO da Effecti, startup especializada em tecnologia para licitantes, destaca que ainda é cedo para avaliações, porém toda busca por inovação nas compras públicas é positiva. Para que o projeto siga adiante, o especialista explica que é preciso haver uma legislação que comporte as regras, além de uma solução tecnológica e normas para os processos de pagamento. “Ainda é difícil indicar se terá ampla aceitação do mercado ou como trará valor seja em economicidade, seja em escala. É uma inovação de impacto para o setor e, como toda mudança, esta nova plataforma, dando certo ou não, provoca sim uma alteração no modo de pensar e agir entre licitantes e servidores públicos”

Confira as vantagens do modelo:

Mais transparência: segundo explicação do Ministério da Economia, todas as operações terão que ser registradas, justificadas e serão passíveis de avaliação de controle,  incluindo a possibilidade de analisar se a decisão de comprar feita pelo gestor público foi a melhor para a administração. “Com todas as informações disponíveis em tempo real, vai ficar mais fácil identificar fraudes, além de permitir uma maior competitividade entre as empresas”, explica Fernando Salla. 

Mais agilidade: com os fornecedores habilitados previamente cadastrados, o governo vai poder  selecionar na prateleira virtual os produtos que atendam a sua necessidade e realizar a compra em poucos cliques. “No modo como as coisas são realizadas hoje, pode demorar meses para se concluir um processo de compra de itens básicos de escritório, por exemplo, o que acaba fazendo com que se compre um estoque, gerando custos de armazenamento”. Salla explica que a mudança vai trazer mais celeridade ao processo, facilitando a fase de pesquisa de preços por parte dos órgãos da administração pública. Para as empresas fornecedoras, o ciclo de compra tende a diminuir, permitindo que elas vendam ainda mais e recebam os pagamentos de forma mais rápida. 

Redução de custos: as compras públicas representam cerca de 10% do PIB, é um mercado que movimenta bilhões todos os anos. Isso acarreta em muitos custos administrativos e processuais para a administração pública. “Com o marketplace e a tecnologia, esses custos poderão ser reduzidos drasticamente. Além disso, também vai ampliar a competição, pois haverá uma quantidade maior de ofertantes do que em um processo comum, gerando uma redução de preços”, finaliza Salla. 

Mais oportunidades: os diferentes órgãos da administração poderão conhecer empresas de todo o país, permitindo que o fornecedor seja encontrado e prospectado diretamente, gerando mais oportunidades de negócios. Os players que já atuam em marketplaces para o mercado privado poderão entrar com maior facilidade no mundo das compras públicas aumentando seu escopo e mercado.

Grupo Prosegur abre quase 700 vagas de emprego pelo Brasil

O setor de segurança privada no Brasil vai movimentar o mercado de trabalho e aquecer a economia nos próximos meses. O Grupo Prosegur, empresa de transporte de valores e segurança com presença global, anuncia a abertura de 682 novas vagas de emprego nas cinco regiões do País. As oportunidades são para as áreas de vigilância patrimonial, vigilante de carro-forte, porteiro, auxiliar de gestão de numerário, técnico eletrônico, caixa, médico do trabalho, técnico de segurança do trabalho, recepcionista e controlador de acesso.

Para se candidatar, os interessados devem se inscrever no processo seletivo da companhia pelo site: http://www.prosegur.com.br/trabalhe-conosco

Entre os pré-requisitos, os candidatos devem ter ensino médio completo e disponibilidade de horários. As etapas do processo seletivo incluem a análise dos pré-requisitos necessários para a vaga, entrevista por vídeo, entrevista presencial e, por fim, a contratação dos selecionados.

A empresa conta com forte plano de carreira para desenvolvimento interno do colaborador e Universidade Corporativa para apoiar em sua capacitação.

Confira abaixo os estados com ofertas de vagas

Norte
Pará – 82 vagas
Amazonas – 46 vagas
Roraima – 7 vagas
Acre – 7 vagas
Tocantins – 2 vagas
Amapá – 2 vagas
Rondônia – 1 vaga

Nordeste
Sergipe – 1 vaga
Bahia – 18 vagas
Maranhão – 11 vagas
Ceará – 20 vagas
Pernambuco – 9 vagas
Paraíba – 37 vagas
Piauí – 17 vagas
Alagoas – 7 vagas
Rio Grande do Norte – 8 vagas

Sudeste
São Paulo – 85 vagas
Minas Gerais – 69 vagas
Rio de Janeiro – 7 vagas
Espírito Santo – 2 vagas

Centro-Oeste
Mato Grosso – 12 vagas
Mato Grosso do Sul – 3 vagas
Goiás – 5 vagas
Distrito Federal – 3 vagas

Sul
Rio Grande do Sul – 151
Santa Catarina – 61 vagas
Paraná – 9 vagas

5 passos para montar um aplicativo sem saber programar

Muito difundidas fora do Brasil e cada vez mais interessantes para fundos de investimentos, as plataformas no-code se baseiam na utilização de peças preexistentes que, combinadas via drag and drop (nomenclatura utilizada nas interfaces gráficas de computadores para a ação de clicar em um objeto virtual e “arrastá-lo” a uma posição diferente ou sobre um outro objeto virtual) permitem que aplicações sejam criadas sem a utilização de linhas de código.

Neste sentido, com o devido treinamento, e utilizando-se das IDEs (interfaces de desenvolvimento) e workflows, é possível simplificar a transformação digital das empresas, além de possibilitar que pessoas sem conhecimento específico em programação criem suas próprias soluções tecnológicas.

Dentro deste universo há mais de 10 anos, Alysson Nazareth, CEO da Nick Builder, startup que traz ao mercado brasileiro uma biblioteca de soluções no-code, apresenta os caminhos para a criação de um aplicativo para e-commerce, sem a utilização de códigos. Ele ensina quais são os cinco passos para montar um aplicativo, apenas utilizando peças e componentes da plataforma no-code. O exemplo é de um app de e-commerce.

Aplicativo: e-commerce
Objetivo do aplicativo: viabilizar que pequenos varejos comercializem seus produtos online em um e-commerce simples
Tempo médio gasto na configuração: 8 semanas
Exemplos de peças necessárias: Peça de carrinho de compras; de frete; de acompanhamento de pedidos; de grades de produto; peças de integração com whatsapp e de cadastro de cliente.

Passo 1
Mapear a jornada da aplicação
É preciso entender quais são as funcionalidades macro e quais delas são as mais importantes. Por exemplo, no caso do e-commerce algumas funcionalidades como cadastrar clientes, cadastrar produtos, definir preço, acompanhar o rating de produtos e clientes são algumas das mais importantes.

Em uma versão simplificada, colocaremos as funções mais básicas, como: incluir compras no carrinho; cálculo do preço do frete; fechamento da compra e acompanhamento do envio do produto.

Passo 2
Construir as interfaces
Neste momento se constroem as telas do sistema, a partir dos modelos e estruturas disponíveis na plataforma. Isso pode ser feito em qualquer máquina, porque tudo é montado na web. O único requisito é possuir acesso à Internet e utilizar os navegadores Chrome e Firefox.

Utilizando a plataforma da Nick Builder, toda a infraestrutura necessária para suportar o app é transparente, ou seja, quem configura a sua solução não precisa se preocupar com servidor, banco de dados e escalonar a solução. Esse gerenciamento é realizado de forma automática pela Nick.

Passo 3
Criar o flow das interfaces
Aqui definimos as regras de negócio. Ou seja, qual será o fluxo das informações e decisões na aplicação.

Por exemplo, nesta etapa definimos quais as formas de pagamento e parcelamentos disponíveis; que tipos de produtos podem ser cadastrados e quais os campos e informações para os cadastros de clientes.

Passo 4
Colocar o MVP em produção
Publicar o MVP (mínimo produto viável). Neste momento faz-se o lançamento da versão inicial do aplicativo para teste junto à persona alvo.

Passo 5
Fast feedback loop
Temos ciclos de melhoria contínua, que permitem que as outras funcionalidades mapeadas no primeiro passo possam ser implementadas, pouco a pouco, em função das avaliações e sugestões dos beta testers.

Pesquisa da TCS revela que 70% dos CXOs consideram a modernização de ambientes com mainframes ou sistemas legados como prioridade para os negócios

A Tata Consultancy Services (TCS), (BSE: 532540, NSE: TCS), empresa líder em soluções de negócios, consultoria e serviços de TI, divulgou os resultados de uma pesquisa global que revela que mais de 70% dos CXOs consideram a modernização de ambientes com mainframes ou sistemas legados uma prioridade estratégica de negócios para os próximos três anos.

O estudo, conduzido em colaboração com a AWS, consultou 211 CXOs e tomadores de decisão de nível sênior de empresas que atualmente possuem sistemas legados ou de mainframe. Entre os destaques estão tendências relevantes sobre como as empresas veem o futuro desses ambientes em suas trajetórias de transformação digital, gargalos e desafios nos processos de migração e a preferência por tecnologias baseadas em microsserviços. As principais revelações do relatório são:

  • Mais de dois terços dos participantes do estudo estão usando mainframes ou sistemas legados em operações básicas de negócio, e mais de 60% em funções com foco nos clientes.
  • Os três principais desafios relacionados aos sistemas legados são integração com novos aplicações (61%), falta de agilidade nos negócios (57%) e riscos de segurança (55%).
  • As principais barreiras para a migração dos sistemas legados para a nuvem são preocupações com segurança (44%), interrupção das operações (37%) e confiabilidade (33%).
  • Mais agilidade para atender às demandas do mercado (45%) é um objetivo importante das empresas na condução dos processos de modernização dos sistemas legados, seguida por desempenho mais alto das aplicações/mais capacidade de resposta (41%) e maior disponibilidade/melhor recuperação em caso de desastres e níveis mais elevados de conformidade/segurança (38%, cada).
  • Reengenharia/redesenvolvimento (33%) é a abordagem preferida para a modernização dos sistemas legados, seguidos por lift-and-shift (20%), retain-and-optimize (19%) e refactor (9%).
  • A maioria das empresas que participaram da pesquisa utilizam atualmente (64%) ou planejam utilizar (22%) ferramentas para automatizar parcial ou totalmente o processo de modernização.

“A pesquisa reforça nossa própria experiência com clientes em todos os setores e mercados. Eles têm dados a mais alta prioridade à modernização dos ambientes com mainframes ou sistemas legados em seus programas de transformação digital, especialmente durante a pandemia. As empresas estão buscando parceiros que sejam capazes de ajudar a mitigar riscos de paralisação e garantir resultados de alta qualidade com a agilidade. O profundo conhecimento contextual da TCS, seu foco estratégico na nuvem, seus serviços avançados de modernização suportados por produtos de automação inteligente como TCS MasterCraft™ TransformPlus, seu design organizacional e importantes parcerias com hyperscalers nos tornaram o parceiro preferido das empresas para acompanhar as jornadas de migração para a nuvem”, afirma Vijayalakshmi Gopal, diretor da TCS MasterCraft.

A pesquisa realizada pela IDG Research entrevistou profissionais em cargos de diretoria ou superior em empresas de todos os setores, de médio (mais de mil funcionários) a grande (10 mil funcionários). Leia a íntegra do relatório em https://mastercraft.tcsapps.com/transformplus-survey-Mainframe-Modernization-Trends.

Como a tecnologia pode apoiar o setor de varejo em 2021?

Por Bruno Custodio

A grande incerteza sobre o impacto da pandemia no consumo afetou diretamente o setor de varejo. O ano de 2021 chegou com o sentimento de esperança para o que está por vir. A expectativa do segmento no país aumenta quando dados, apresentados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), reforçam o crescimento do mercado no final de 2020. Segundo o órgão, as vendas varejistas cresceram cerca de 0,9% em outubro comparado com setembro, sendo essa a sexta taxa positiva seguida.

Apesar de se mostrar promissor, o êxito não é garantido e a necessidade de se colocar mais presente no mercado torna a tecnologia a principal aliada neste momento. Nesse contexto, a ajuda digital entra para otimizar processos, melhorar performance e trazer rapidez nas transações, com o objetivo de preparar as empresas para o futuro ganho em escala.

Uma pesquisa realizada pela Mastercard e Americas Market Intelligence (AMI) apontou que a venda online aumentou cerca de 49% na América Latina após o início da pandemia do novo coronavírus. O estudo revela que as interações diárias com o mundo digital serão ainda mais comuns neste ano. Entre as atividades mencionadas estão: pagar contas, pedir comida e solicitar mantimentos de supermercado.

Além das transformações físicas, os empreendedores terão que lidar com as mudanças comportamentais dos consumidores, já que estes estão em busca de menos atrito na hora da compra. O maior desafio é aliar os movimentos do mercado com o aumento de suas margens. Aplicativos de celular, inteligência de dados e novas formas de consumo são recursos tecnológicos que podem e devem ser aplicados no dia a dia do varejo.

O uso de cloud no setor de varejo

Para garantir vantagem competitiva frente aos concorrentes, o setor de varejo pode ir à procura de novas formas de ofertas de serviço no âmbito digital. Existem diversas maneiras de fazer com que essa mudança seja feita.

Cloud continua sendo uma ótima alternativa, uma vez que traz melhora significativa em aspectos estratégicos como governança dos dados, aumento dos índices de segurança, garantia de disponibilidade e performance, e acompanhamento de novas formas de consumo. O uso da nuvem contribui para que as empresas não parem e se atualizem dentro de um mercado que ainda possui processos que, muitas vezes, ainda são antiquados.

Desta forma, os impactos da pandemia e as mudanças no segmento do varejo, aceleraram a digitalização de processos nas empresas, fazendo com que a jornada para nuvem fosse imprescindível para que sobrevivesse durante o período.

Para uma migração assertiva, é necessário analisar pontos cruciais como conectividade, periféricos, desempenho, atualização das aplicações, modelo de acesso dos usuários, segurança, entre outros. O projeto pode levar de 1 semana a 3 meses, dependendo de seu tamanho e criticidade.

Contar com ajuda profissional e especializada faz a diferença para que todas as etapas sejam realizadas com segurança e eficiência, visando a redução de custos e aumento de performance. Se manter adequado ao mercado é um desafio para todos, especialmente no setor de varejo. Desta forma, é essencial olhar além do comum para garantir que haja um melhor aproveitamento dos recursos para otimizar os resultados.

Empreendedores brasileiros driblam crise e investem no setor de serviços

Destaque para os microempreendedores individuais que foram responsáveis por 11,2 milhões de negócios ativos no país

A pandemia provocada pela Covid-19 impactou todos os setores da sociedade, com aumento no número de demissões e fechamento de empresas. Ainda assim, o cenário nacional demonstrou a determinação dos empreendedores brasileiros, a partir dos resultados observados no levantamento *Mapa das Empresas do governo federal.

A pesquisa apontou que em 2020 houve um crescimento de 8,4% no número de Microempreendedores Individuais (MEI) em relação ao ano anterior, totalizando 11,2 milhões de negócios ativos e 56,7% das empresas em funcionamento no Brasil. Dessa forma, somente no ano passado, foram registrados 2,6 milhões de novos empreendimentos, com destaque para os seguintes serviços varejistas: vestuário e acessórios, cabeleireiros, manicure e pedicure, fornecimento de alimentos preparados para consumo domiciliar, obras de alvenaria, restaurantes e similares.

O coordenador da pós-graduação de Empreendedorismo, Criatividade e Inovação do Senac EAD, Pedro Luiz Ferreira Júnior, avalia que no cenário de crise foi necessário estimular e colocar novas ideias em prática a fim de manter as empresas em funcionamento. “Até ontem o mercado se posicionava de uma forma e a pandemia modificou esse comportamento. O brasileiro precisou mudar sua estratégia e isso precisou acontecer de uma forma muito rápida, seja por necessidade de estar sem emprego, seja para manter o negócio funcionando”, argumenta.

O especialista destaca que o quadro econômico atual promete uma série de desafios para a nova geração de microempresários, especialmente aqueles que empreendem por necessidade, ou seja, que se tornaram donos do próprio negócio por falta de oportunidades de trabalho. “Definindo seu negócio com clareza, conhecendo seu público e se apropriando das mídias sociais é possível resolver problemas reais de mercado e manter-se nele, com perspectiva de crescimento”.

Informação e tecnologia

Pedro Luiz observa que a implementação de um plano de negócios bem estruturado é fundamental para evitar ou reduzir surpresas negativas e cita alguns exemplos: “Sem marketing digital adequado são grandes as chances de dificuldades logo no início das atividades da empresa, como por exemplo: falta de visibilidade do negócio em uma pesquisa on-line, precariedade no atendimento ao cliente, concorrência das grandes empresas varejistas e equipe sem qualificação. Esses pontos precisam de máxima atenção dos empreendedores”, pontua.

O professor do Senac EAD reforça também a importância da tecnologia na criação e manutenção dos pequenos empreendimentos, já que os negócios on-line continuam em alta e as redes sociais e aplicativos são ferramentas importantes para comercialização de produtos e serviços. “Acredito que seja fundamental dominar a tecnologia para manter-se no mercado atualmente, independentemente do segmento”, acrescenta.

Solicitamos ao especialista cinco dicas para auxiliar os futuros empreendedores no processo de criação e manutenção de um pequeno negócio, confira:

– Foque no que você é bom (sua expertise);

– Inicie o negócio a partir dos recursos que já dispõe;

– Busque informação constante sobre o negócio que almeja;

– Lembre-se que o time é mais importante do que o indivíduo;

– Se possível, conte com orientações de um profissional/mentor com experiência de mercado.

*Fonte – Mapa de Empresas: https://www.gov.br/governodigital/pt-br/mapa-de-empresas/boletins/mapa-de-empresas-boletim-do-3o-quadrimestre-de-2020.pdf

A ascensão dos bancos digitais e fintechs e a descentralização das finanças

Por Francisco Carvalho, fundador e CEO da Zipdin

Recentemente, li o livro “O Futuro do Dinheiro”, de Rudá Pellini (Ed.Gente), e as questões que ele aborda nos mostram o rápido crescimento dos bancos digitais e fintechs. O material fala sobre liberdade, dinheiro e tecnologia e como esses três pontos juntos darão mais poder para você ser dono do seu próprio dinheiro, além de apresentar diversas inovações e exemplos de estabelecimentos que estão facilitando o consumo de serviços e produtos financeiros e ajudando a democratizar o crédito.

O autor fala ainda sobre essa revolução financeira pela qual estamos passando e a disrupção que ela vem realizando, e sobre a teoria do early adopter, que fala sobre consumidores antenados que descobrem as novidades, produtos e tecnologias e as adotam logo após as suas invenções. A célebre frase, de Augusto Branco, “Quem chega primeiro bebe água fresca” se aplica não só aos consumidores, mas também às empresas que se estruturam mais rápido para preencher esse espaço de inovação e disrupção.

O crescimento dos novos bancos, os chamados ‘digitais’, e das fintechs, se deve ao avanço da era digital e foram enormemente impulsionados pela pandemia. Oferecendo praticidade e agilidade nos serviços, muitas dessas empresas conseguiram dobrar a carteira de clientes em 2020.

Para você ter uma ideia, segundo o último levantamento realizado pela Radar Fintechlab em 2020, no Brasil, o número de fintechs aumentou em quase 28%. Saiu de 604 em junho de 2019 para 771 em agosto de 2020. Ainda de acordo com o estudo, no mesmo período, foram abertas 258 empresas. Um outro levantamento, desta vez realizado pelo pelo UBS Evidence Lab, mostra que em 2020, pela primeira vez, a parcela de downloads de aplicativos dos novos players ultrapassou a de instituições tradicionais e alcançou 52% da marca de downloads.

É notável o que a criação desses tipos de estabelecimentos, que desenvolvem tecnologia para serviços financeiros desburocratizados e com menos atritos para os clientes, trouxeram de inovação para o setor, oferecendo mais praticidade, segurança e, o principal, foco no usuário!

Algumas pessoas ainda me perguntam quais as diferenças que as fintechs trouxeram para o mercado e, para não me estender demais, cito alguns dos que mais me chamam atenção aqui:

• Benefício financeiro: produtos com tarifas mais baixas ou até isento delas, taxas de juros mais baixas para tomar crédito e mais altas para investir

• Simplicidade e agilidade: contratação 100% online e imediata de diversos produtos e serviços que antes demoravam dias ou até semanas e algumas visitas à sua velha agência bancária

• Foco no cliente: as novas empresas entendem que seu principal ativo são os clientes e não medem esforços para agradá-los, ao contrário do que se via na velha indústria financeira, com a eterna sensação de que estavam “fazendo um favor” em nos atender

Diversidade nos serviços, a briga com o sistema e a descentralização das finanças

2020 foi o ano que nos deixou grandes exemplos de como o setor se expandiu de forma rápida e clara. Vimos grandes marcas varejistas realizando lançamentos de contas digitais, como foi a questão da Magalu Pay, do Magazine Luiza, e várias Fintechs atingindo valorizações espetaculares, algumas inclusive atingindo o desejado patamar de Unicórnio, empresas com valor de mercado acima de US﹩ 1 bi. Para 2021, teremos sim, grandes desafios e novas tendências como é o caso do Open Banking, que dará liberdade e autonomia ao cidadão, visto que ele terá direito total sobre seus dados bancários e históricos de suas transações bancárias, possíveis novas funcionalidades no PIX e o avanço nos novos mercado com a tecnologia as a service.

O jogo inverteu e as grandes instituições financeiras estão trabalhando arduamente para entender e se inserir neste novo cenário. E esse é o certo a se fazer. Costumo dizer que está mais do que a hora de os grandes bancos começarem a seguir a tendência de seus clientes. E quem irá se beneficiar disso tudo seremos nós, enquanto indivíduos!

Aumenta procura de emprego entre candidatos de 50 anos ou mais

Número de candidatos no segundo semestre foi de 43.770

Houve aumento de 7,5% na busca de empregos por candidatos com 50 anos ou mais no segundo semestre de 2020 comparado ao mesmo período 2019, de acordo com levantamento do Banco Nacional de Empregos – BNE e da plataforma de admissão digital Lugarh. Nos últimos seis meses de 2019, foram 40.712 novos candidatos deste perfil frente a 43.770 em 2020.

Para o CEO do BNE, Marcelo de Abreu, a crise econômica causada pela covid-19 desencadeou aumento na procura por emprego, incluindo profissionais de 50 anos ou mais. “Com a pandemia, muitas pessoas perderam seus empregos ou ainda tiveram contratos reduzidos. Com a retomada das atividades econômicas no segundo semestre de 2020, houve aumento da busca por oportunidades”, conta.

A pandemia contribuiu para aceleração da “Transformação digital”, fazendo com que atividades tivessem que ser reinventadas e adaptadas. “Para isso, os candidatos de 50 anos ou mais devem ficar atentos ao mercado de trabalho, investindo em conhecimentos para se atualizar, usando a tecnologia a seu favor, além de investir em network e explorar pontos fortes que possam contribuir para o sucesso da empresa”, diz Abreu.

Mais movimentação do mercado

O número geral de novos candidatos que cadastraram currículos no segundo semestre de 2020 subiu 11% em relação ao mesmo período de 2019. Foram 741.960 registros no Banco Nacional de Empregos ano passado contra 665.396 no ano anterior. “Este dado aponta ainda que, além das empresas, os candidatos também estão movimentando para retornar ao mercado de trabalho”, comenta Marcelo.

Flamengo adota chatbots no atendimento ao público

Startup gaúcha, Ubots, ampliou o atendimento digital do time; quase 1 milhão de mensagens já foram trocadas

A maioria dos apaixonados por futebol se associa ao programa de sócio torcedor do time do coração, que dá direito a assistir aos jogos, descontos em produtos promocionais e participação em eventos exclusivos. Nesse relacionamento entre o torcedor/cliente e o clube é necessário ter cada vez mais uma comunicação efetiva, para conservar esse sentimento de pertencer a família do time.

Pensando em sempre manter uma boa experiência com os clientes no país do futebol, o Flamengo decidiu ampliar as estratégias para um atendimento tecnológico. Em parceria com a Ubots, startup gaúcha especializada em soluções de relacionamento digital, eles desenvolveram dois chatbots para atuarem no atendimento digital.

“Nossa parceria com o clube carioca é desde junho de 2020, e os primeiros resultados positivos já vieram entre novembro e dezembro, principalmente referente ao volume de mensagens entre o cliente e o clube”, explica Rafael Souza, CEO da Ubots.

De acordo com o clube, o foco dessa implementação tecnológica é melhorar a experiência no atendimento ao Sócio Torcedor, por isso, os canais digitais irão amplificar a capacidade de atendimento.

Abaixo, entenda mais sobre a estratégia adotada pelo Flamengo.  

Atuação dos robôs virtuais

Os chatbots atendem públicos diferentes, como Sócio Torcedor Nação e o programa flamenguistas, nos seguintes canais: WhatsApp, Facebook e Webchat do site dos respectivos programas.

Há também a possibilidade da participação conjunta do robô e o atendimento humano, via WhatsApp, programa flamenguista e o Webchat, para sócios e potenciais associados nos canais de atendimento do Sócio Torcedor Nação.

Resultados positivos

Entre julho de 2020 e janeiro de 2021, o número de mensagens nos atendimentos tecnológicos cresceu. Confira os resultados: 

  • Julho de 2020: 901
  • Agosto de 2020: 881
  • Setembro de 2020: 141.713
  • Outubro de 2020: 987
  • Novembro de 2020: 233.248
  • Dezembro de 2020: 157.571
  • Janeiro de 2021: 140.879

Vale destacar que somente entre julho e agosto de 2020, o volume dos atendimentos teve um crescimento de mais de 100 mil. A nota de satisfação dos clientes varia entre 3,4 e 3,9, dentro da avaliação de 0 a 5.

No ano passado, no período de outubro e novembro ocorreu 63% menos procura por telefone e um aumento na procura pelo WhatsApp e chat em 69%.

“Na visão somada de todos os canais ativos até setembro de 2020, a retenção do bot em sua totalidade era menor que do atendimento humano. A partir de outubro do mesmo ano, este número total passou a igualar meio a meio, e em novembro o número cresceu. Desde então tem prevalecido uma média de 60% bot e 40% humano, nesta retenção dos atendimentos”, explica Souza.

O objetivo principal do Flamengo com o uso do chatbot foi diminuir a demanda de perguntas frequentes e realizar a adesão do produto do clube. Além disso, outros resultados foram obtidos ao longo do tempo, como a melhoria de experiência e tempo de atendimento do sócio torcedor, disponibilização de um canal prático de adesão do produto flamenguista e a redução de custos.

“Com a Ubots, conseguimos criar fluxos dinâmicos de conteúdos, identificação de usuários, integração com outras ferramentas de atendimento e banco de dados, buscando a melhoria da jornada do torcedor nos canais de atendimento, além de termos insights diários para melhorias através dos relatórios de curadoria e os dashboards de atendimento”, explica Tamara Vieira, responsável pela Central de Atendimento do Sócio Torcedor do Flamengo.

Para 2021, a expectativa do clube é a expansão dos canais para Instagram e Twitter, além disso, novas configurações estão previstas, como o uso de link de pagamento na jornada integração com o portal do cliente para uma experiência ainda mais fluida.