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Escola de tecnologia incentiva estudo de competências digitais para crianças e adolescentes

A Happy Code, escola de tecnologia e inovação com 23 unidades em operação, 30 em fase de implantação e uma unidade em Portugal, oferece cursos de programação, robótica, desenvolvimento de aplicativos e artes digitais para crianças e adolescentes de 5 a 17 anos. O propósito da empresa é formar pessoas capazes de mudar o mundo, e, nesse sentido, sua missão é a de desenvolver o potencial humano ensinando competências digitais.

Por meio do método STEAM, que integra Ciências, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática e do uso dos robôs Dash & Dot, que estimulam a curiosidade e a confiança para os aprendizes, além de colaboração e alfabetização digital, a Happy Code oferece uma variada grade de cursos regulares – com carga horária de 27 horas, que envolve o ensino de programação, desenvolvimento de games, aplicativos, robótica, modelagem e animação em 3D. Todos os cursos foram desenvolvidos com intuito de apresentar o mundo da criação de tecnologia de maneira simples e descomplicada.

O Code School oferece modalidades específicas, como Code com os robôs Dash& Dot (5 a 6 Anos), que ensina conceitos de lógica de programação de uma maneira muito divertida e intuitiva; o Games Kids (6 a 9 Anos) é formado por três módulos interdependentes onde os alunos aprendem a utilizar as melhores ferramentas da indústria de games desenvolvendo projetos de jogos em 2D, 3D e RPGs; o Games Teens (10 a 14 Anos) tem como foco criar projetos de jogos em 2D, 3D, Plataforma, Arcade e raciocínio lógico. Por fim, no Games Youth (15 a 17 Anos) os alunos aprendem a criar seus próprios jogos utilizando o Unity, um game engine profissional.

Voltado para o desenvolvimento e programação de aplicativos e jogos para smartphones e tablets, a Happy Code oferece duas modalidades de curso: Apps Kids, para crianças de 6 a 9 anos, e o Apps Teens e Youth, que ensina programação em JAVA para criação de aplicativos para Android. Em apenas dois módulos, os alunos aprendem a utilizar o Android Studio desde o básico até a publicação de aplicativos na Play Store.

Nas aulas de Modelagem e Animação, para alunos de 8 a 17 anos, aprende-se a utilizar o Blender, ferramenta Open Source profissional utilizada em estúdios de animação do mundo todo. Além disso, a empresa é pioneira na criação do curso de Robótica com Drones, em dois módulos, alunos de 8 a 17 anos desenvolvem projetos que possibilitam o aprendizado dos conceitos fundamentais da eletrônica, montagem e programação. Aplicando os conhecimentos adquiridos, os estudantes têm a capacidade de construir seus próprios drones.

Dentre os cursos de férias e cursos rápidos, o de Youtubers também é concepção pioneira da escola e ensina de forma rápida e divertida as melhores práticas para começar um canal no YouTube de sucesso. O Minecraft Modding proporciona o primeiro contato com a ciência da computação, com criação de mods (modificações). Além disso, é possível criar filmes animados em 3D com personagens do Minecraft®, iguais às introduções dos maiores Youtubers do Brasil, no curso de Animação Minecraft.

“Nosso método é capaz de ajudar a desenvolver competências digitais nas crianças e jovens e esse é um fato transformador na sociedade que vivemos. Temos uma base educacional e ética para que as crianças usem o computador de forma saudável com o propósito de formar pessoas capazes de mudar o mundo. Por isso, buscamos aproveitar o tempo que eles passam em frente aos computadores para incentivar cada vez mais a criação de jogos e aplicativos”, comenta Rodrigo Santos, fundador da Happy Code.

Todas as aulas são ministradas uma vez por semana, com duração de 1h30 e as turmas são formadas por no máximo 12 alunos. O material didático é disponibilizado em uma plataforma de fácil usabilidade e com validação pedagógica adequada por faixa etária. Essa é uma forma de garantir que cada aluno possa acompanhar as aulas de forma objetiva e condizente com seu nível de aprendizado.

“Nossa preocupação, além de ensinar competências digitais, é sermos facilitadores de uma geração que já está mudando os hábitos de comportamento e consumo da sociedade em que vivemos. Devemos estimular a utilização da tecnologia para melhorar o mundo e a Happy Code se orgulha de ser a maior rede de ensino de tecnologia e inovação do Brasil”, finaliza Rodrigo.

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Infobip patrocina pesquisa que mostra comportamento dos brasileiros em relação aos serviços móveis

A Infobip, empresa que opera uma das maiores plataformas próprias de mensageria e comunicação do mundo, anuncia o lançamento do Panorama da Mensageria no Brasil, estudo realizado pela Mobile Time e Opinion Box, com patrocínio da empresa. Ao todo, foram ouvidos 1.914 internautas brasileiros, com o objetivo de analisar seu comportamento em relação aos serviços móveis de mensagem.

Como destaque, o estudo mostra que 69% dos usuários do Whatsapp passam a maior parte do tempo no aplicativo, do que assistindo televisão, ouvindo rádio ou lendo jornais e revistas. Outro ponto importante levantado foi em relação às chamadas de voz: dois terços dos usuários do aplicativo utilizam essa ferramenta e dentro desse grupo, metade afirmou usar esse recurso com mais frequência do que os minutos concedidos pela operadora móvel.

Mais de 50% dos usuários afirmaram receber mensagens via SMS todos os dias ou quase todo dia, e mais de 40% disseram que nunca ou quase nunca enviam mensagens via SMS para seus contatos. Em contrapartida, quase dois terços dos internautas que possuem smartphone não usam nenhum outro aplicativo de comunicação instantânea que não seja o WhatsApp, Facebook Messenger ou Telegram.

Comparando com os dados de 2016 é possível ver que a quantidade de usuários ativos do WhatsApp subiu de 89,5% para 92,7%, enquanto que a do Facebook Messenger caiu de 57,9% para 46,5%. Esse número mostra o alcance desses aplicativos entre os brasileiros e o potencial deles para comunicação entre empresas e clientes. Dentre os usuários de Whatsapp, 76% afirmaram que gostariam de usar esses aplicativos para falar com as marcas/empresas.

“Para a Infobip, é um privilégio contribuir com esse trabalho. O Panorama da Mensageria é uma ferramenta importante para medir nosso mercado, pois reúne as principais informações sobre o comportamento dos usuários em torno da comunicação móvel”, afirma Yuri Fiaschi, diretor de vendas Latam da Infobip.

“Os aplicativos de mensagem instantânea estão entre os mais utilizados pelos usuários de smartphones no dia a dia. No futuro eles concentrarão várias outras aplicações, como compras, solicitação de serviços, envio de dinheiro etc, como já acontece na Ásia. Por isso, achamos importante uma pesquisa que a cada seis meses monitora a utilização desses aplicativos. Dessa forma, ao longo do tempo podemos identificar as tendências para essas ferramentas”, diz Fernando Paiva, coordenador da pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box

O material completo pode ser encontrado neste link.

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5 principais tendências de recrutamento na área financeira

O movimento de geração de empregos e recrutamento de profissionais deve se manter em ritmo ponderado em 2017, comportando-se de forma muito semelhante a 2016. Algumas áreas, principalmente aquelas relacionadas à estratégia de negócios das empresas e que envolvem planejamento, custos e orçamentos, estarão em alta neste ano. A Hays Experts, divisão do grupo Hays direcionada para o recrutamento de profissionais de média e alta gerência, aponta cinco tendências para a atração de talentos na área financeira em 2017:

1. Tecnologia

A transformação digital não demonstra sinais de fraqueza e o setor financeiro está em uma encruzilhada com tecnologias cada vez mais disruptivas, como a Inteligência Artificial, a Internet das Coisas, a nuvem e blockchains.

A tecnologia avançada está mudando a forma com que os negócios são conduzidos e também como as pessoas interagem com bancos e fazem seus investimentos. Isso está oferecendo um solo fértil para fintechs, que continuam obtendo uma parte do mercado de instituições consolidadas. Mais de US$ 50 bilhões foram investidos em quase 2.500 companhias desde 2010, segundo informações da Accenture, que recentemente apresentou um relatório global de investimentos no mercado de tecnologia financeira.

Conforme a digitalização cresce, também aumentam as expectativas de supervisão das empresas e a necessidade de maior controle de riscos. A resiliência cibernética será uma prioridade para companhias de serviços financeiros e aumentará o incentivo para planejamentos mais detalhados, com ações de resposta contra falhas de tecnologia. Desta forma, mais uma vez, engenheiros de tecnologia da informação e agentes de segurança serão muito demandados pelo mercado em 2017.

2. Incerteza

Com um novo presidente assumindo o governo dos Estados Unidos, os preparativos do Brexit – que não será um processo suave – e as eleições gerais que acontecem na Europa, a geopolítica pode causar impacto significativo no setor financeiro. Além disso, no que se refere à política monetária, a facilitação gradual da flexibilização quantitativa em muitas economias nos próximos anos, liderada pelas Reservas Federais nos Estados Unidos, fará pouco para melhorar a visibilidade. De modo global, a volatilidade, em 2017, torna-se o “novo normal”.

3. Agilidade

As empresas procuram por “Gerentes da Mudança”, candidatos que são adaptáveis, versáteis e podem trabalhar com mudanças de tecnologia, processos e cultura, com um foco em ofertas digitais e também em gestão em mudanças regulatórias. Soft-skills estão com mais demanda do que nunca. Ainda assim, uma pesquisa recente do LinkedIn com 291 gerentes de recrutamento dos EUA mostrou que 59% deles acredita que profissionais com soft-skills são difíceis de achar. As cinco principais soft-skills de acordo com os entrevistados são: comunicação (57,9%), organização (56,5%), trabalho em equipe (56,4%), pontualidade (55,9%) e pensamento crítico (55,8%).

4. Regulação

A mudança regulatória está, mais uma vez, no alto da agenda. “As empresas ainda são desafiadas pela contínua incerteza sobre a forma final da regulação pós-crise financeira”, observa a Deloitte, em um relatório recente sobre a regulamentação do setor em 2017. Embora os reguladores estejam interessados em preservar as reformas conquistadas nos últimos anos, a incerteza política nos mercados desenvolvidos aumentou a volatilidade e, portanto, a imprevisibilidade do ambiente macro político. A pressão dos reguladores levará a novas funções em operações de risco bancário. Para os empregadores, a implementação de controles regulatórios terá um impacto direto em muitas áreas, tais como Operações, Risco, Fiscal, Jurídico, Tesouro, todos os trabalhos de Front Office, Compliance e Finanças. Além disso, eles deverão considerar experiências internacionais como um benefício real, particularmente se um candidato tiver trabalhado em partes do mundo como o Reino Unido, Europa ou Ásia, onde as regulamentações já foram implementadas.

5. Escassez de competências

O problema será mais acentuado em algumas partes do mundo do que outros. Na Austrália, há relatos de que a escassez de consultores financeiros, profissionalmente qualificados, será um problema persistente, que será enfrentado pelo setor de consultoria nos próximos dois anos devido à legislação proposta para aumentar os requisitos educacionais e padrões profissionais. Isso continuará a ser agravado pelo número de projetos de aconselhamento financeiro de remediação, que exigem candidatos experientes. Além disso, em todo o mundo a digitalização em curso significa que as principais funções de T.I., como programadores, desenvolvedores, e profissionais de informação e segurança serão muito procurados, assim como especialistas em IOT e Big Data, como analistas de dados e cientistas.

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Bots Experience Day – Como os chatbots conseguem entender as pessoas?

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O professor titular do Departamento de Ciência da Computação, IME-USP, Marcelo Finger, conduzirá umas das palestras mais aguardadas do Bots Experience Day, no dia 20 de março no WTC em São Paulo. Recentemente o professor comentou a crescente demanda por pesquisas envolvendo inteligência artificial nas universidades brasileiras e que o Brasil está entre os países mais adiantados sobre o assunto. Para ele, é importante também democratizar o acesso à tecnologia e de se debater em todos os setores da sociedade sobre os avanços da inteligência artificial.

“O Brasil já tem trabalhos de nível internacional em diversas áreas. Uma área que não está despontando na mídia, mas que sempre tivemos grande participação é aquela de dedução automática e de lógica em geral, porque o Brasil tem uma boa tradição na área de lógica matemática e filosófica e isso transplantou-se para a computação, mas hoje está em baixa, porque a moda é rede neural. Essa área esteve por cima na década de 90”, comentou ele a Fernando Paiva, da Comissão Organizadora do Bots Experience Day.

O Bots Experience Day é organizado por Mobile Time e chega à segunda edição com uma série de cases pioneiros de chatbots nacionais de diferentes verticais, além de palestras sobre o potencial do mercado brasileiro; os limites da aplicação de inteligência artificial em chatbots; o processo de construção da personalidade dos bots; a longevidade dos bots; aspectos jurídicos relacionados a chatbots, dentre outros temas.

Entre os palestrantes confirmadas estão:

– Daniel Carvalho, diretor de desenvolvimento de novos negócios para a América Latina, Twitter;
– Roberto Oliveira, CEO, Take;
– João Azeredo, diretor da Oracle responsável por contencioso na América Latina;
– Fernando Tchê, sócio-fundador da Outra Coisa, braço de inovação da agência de publicidade Artplan;
– Rodrigo Siqueira, fundador da InSite, empresa responsável pelo robô Ed, chatbot da Petrobras que ficou 13 anos no ar.

A programação atualizada do evento e mais informações sobre inscrições estão disponíveis em http://botsexperience.com.br/

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Resultado de vendas de PCs em 2016 foi o pior dos últimos treze anos

Depois de um 2015 fraco em vendas, com 6,6 milhões de equipamentos comercializados, o mercado brasileiro de PCs voltou a cair e fechou 2016 com 4,5 milhões de máquinas vendidas, o que representa uma queda de 31,7% em relação ao ano anterior. Os dados fazem parte do estudo IDC Brazil PCs Tracker Q4, realizado pela IDC Brasil, líder em inteligência de mercado , serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações. Do total de máquinas comercializadas, 2,8 milhões foram notebooks (queda de 30% na comparação com 2015) e 1,7 milhão foram desktops (queda de 35% na comparação com 2015). Ainda de acordo com o estudo, 3 milhões de computadores foram vendidos para o mercado doméstico e 1,5 milhão para o segmento corporativo.

“A venda de computadores em 2016 ficou dentro das nossas expectativas. Além da crise econômica que impactou o mercado, no ano passado houve mais interesse por smartphones, tablets e até por aparelhos televisores inteligentes, que oferecem a possibilidade de assistir a filmes e consumir entretenimento, em geral. Ou seja, o computador, que até 2012 era praticamente o único dispositivo a oferecer acesso a internet, ano a ano vem perdendo espaço para outros dispositivos”, diz Pedro Hagge, analista de pesquisa da IDC Brasil.

Além da queda nas vendas, a receita com a venda de PCs também diminuiu em 2016: o mercado todo faturou R$ 10,9 milhões ano passado, contra R$ 15,3 milhões em 2015. “O tíquete médio dos computadores em 2016 foi de R$ 2.413, enquanto em 2015 foi de R$ 2.326 e, em 2014 foi de R$ 1.694. “A alta nos preços deve-se a fatores como a alta do dólar e a chegada ao mercado de equipamentos mais robustos. Antes os fabricantes ‘brigavam’ para oferecer o menor preço, e hoje lutam por rentabilidade. O resultado é um mercado mais saudável e com equipamentos de melhor qualidade”.

4º trimestre de 2016

Ainda segundo o estudo da IDC Brasil, entre os meses de outubro e dezembro de 2016 foram vendidos 1,2 milhão de computadores no país, ou seja, queda de 11% em relação ao mesmo período de 2015. Do total de equipamentos, 450 mil foram desktops (queda de 15% na comparação com 2015) e 770 mil foram notebooks (queda de 9% na comparação com 2015). Em relação ao terceiro trimestre de 2016, houve um crescimento de 17%, sendo que desktops tiveram um incremento de 21% e notebooks de 14%. Segundo o analista da IDC, o último trimestre foi o mais forte do ano, representando 27% do mercado total de 2016. “Muitos varejistas abasteceram seus estoques para a Black Friday e para o Natal”.

Previsão para 2017

A tendência, segundo a IDC Brasil, é que o mercado se estabilize em 2017, mantendo os 4,5 milhões de computadores vendidos no ano passado. “Mesmo que a economia melhore, não devemos ter um incremento nas vendas este ano. O mercado de computadores é maduro e a vida útil das máquinas tem passado dos seis anos, já que a qualidade é melhor e o uso tem sido dividido com outros dispositivos. Para se destacar no mercado, os fabricantes precisam inovar e oferecer produtos com preços acessíveis”, finaliza Hagge.

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Volvo Cars expande foco em serviços conectados e revela interface atualizada no novo XC60

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A Volvo Cars promoveu uma atualização importante em seu programa global de serviços conectados e na premiada interface Sensus. Lançado em 2015, o serviço inovador de entregas embutido no aplicativo do Volvo On Call para smartphone está pronto para expandir para mais cinco países durante 2017.

“Isso é apenas o começo. Nos próximos meses, os clientes da Volvo terão à disposição uma gama de serviços mais amplos, relevantes e convenientes que o farão economizar tempo”, afirma o vice-presidente sênior de Experiência do Consumidor da Volvo, Björn Annwall.

Em resposta à grande demanda por serviços conectados, a Volvo Cars promoveu uma reforma total no aplicativo Volvo On Call, expandindo sua plataforma e tornando-o ainda mais acessível para conectá-lo ao carro. Até o final de 2017, o sistema estará disponível para cerca de 50 países, cobrindo mais de 90% das vendas globais da fabricante sueca.

A abordagem da marca por meio do Volvo On Call está firmemente baseada no compromisso da empresa de facilitar a vida de seus usuários. Os proprietários de modelos Volvo agora poderão enviar informações de navegação para destinos baseados em suas agendas diretamente para seus automóveis, encontrar postos de gasolina próximos e até receber ajuda para encontrar o carro em grandes áreas de estacionamento ou ruas desconhecidas.

“O papel do Volvo On Call mudou de um aplicativo de acesso ao carro para uma plataforma que oferece cada vez mais serviços conectados ao cliente. Estamos na vanguarda desta mudança na tecnologia do automóvel”, diz Björn Annwall.

A fabricante sueca realizou ainda um refinamento gráfico na interface Sensus para os usuários tanto do novo XC60 quanto na sua Série 90 de automóveis, melhorando sua utilidade ao apresenta um design renovado, limpo e atraente. O desenho da interface Sensus – que transformou a central de infoentretenimento numa das mais premiadas do mundo – será também instalado nos veículos já existentes da Série 90 nas próximas paradas para manutenção e revisão na rede de concessionárias.

“À medida que aprendemos mais sobre a interação de nossos clientes com o sistema, refinamos a lógica e o design para facilitar o uso e aprimorar seu visual. A interface atualizada foca na experiência de navegação dentro do carro, uma de suas principais aplicações”, conta o vice-presidente de Software & Eletrônica da Volvo, Ödgärd Andersson.

As atualizações do novo Volvo On Call serão válidas para todos os modelos novos da marca e para os carros equipados com o dispositivo a partir de 2012.

O Volvo On Call foi um dos primeiros serviços telemáticos para automóveis, lançado em 2001. Foi desenvolvido, inicialmente, como sistema de segurança para serviços de emergência quando o usuário necessitava de assistência na estrada. O sistema permite que os veículos roubados sejam rastreados e, ao longo do tempo, a marca acrescentou uma ampla gama de funções ao serviço de assinatura, que possibilita ao cliente ficar em contato com seu automóvel em qualquer lugar. Nos últimos anos, o programa cresceu para ser uma plataforma de conectividade e conveniência.

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Consumidor muda e as empresas também – Por Alex Tabor

O modo de consumir, em todos os setores, passou por profundas transformações ao longo da última década. E continua mudando. Cabe às empresas a capacidade de entender, ouvir e se adaptar a esse movimento para, assim, alcançar um objetivo que é crucial para a sustentabilidade do negócio: oferecer a melhor experiência de consumo para os seus clientes.

Minha empresa, desde a sua fundação, em 2011, passou por diversas fases. Começamos como uma empresa de compras coletivas e, em 2014, após o desgaste do mercado, por conta de diversas empresas que surfaram na mesma onda, fizemos a transição do nosso modelo de negócios para uma empresa de e-commerce local. Antes era necessária uma quantidade mínima de pessoas para ativar uma oferta, hoje o usuário da plataforma pode, por exemplo, comprar o cupom de um restaurante diretamente pelo aplicativo, no smartphone, que mostra por meio de geolocalização as melhores opções ao seu redor e utilizá-lo imediatamente.

O conceito chinês do O2O (online to offline) e a mobilidade na vida dos brasileiros vem crescendo cada vez mais. O desktop foi deixado de lado e, hoje, o uso de dispositivos móveis em todo país é muito maior. De acordo com pesquisa da Kantar TNS, o jogo virou e o uso de celulares saltou de 14% em 2012 para 62% em 2016, um aumento de 4,5 vezes e as vendas de aparelhos devem voltar a crescer em 2017, com expectativa 3,5% até o fim de 2017, segundo a IDC. O O2O oferece uma experiência na qual o usuário compra um produto ou oferta online e consome a mesma no offline, ou seja, no varejo físico. É um setor que vem crescendo cada vez mais e tem um potencial muito grande a ser explorado.

O processo de mudanças é iminente e constante, portanto temos que estar preparados para atender os Millenials, Geração Z e o que vier pela frente…

Alex Tabor, CEO e fundador do Peixe Urbano

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Algar Tech contrata novo VP de Marketing e Vendas

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A Algar Tech, multinacional brasileira que oferta soluções de Gestão de Serviços de TIC e Gestão de Clientes, anuncia a chegada de Marcelo Ferreira como o Vice-Presidente de Marketing e Vendas da companhia. Com mais de 20 anos de experiência em empresas de Tecnologia da Informação, o executivo tem passagens por Xerox, SAP, Serasa Experian, Google e Oracle.

“Nosso principal objetivo é apoiar nossos clientes na evolução dos negócios por meio da inovação e da transformação digital”, afirma Marcelo.

Acompanhando a movimentação estratégica da companhia, a Algar Tech também anuncia a chegada de Carlos Vilarinho como o novo Diretor Financeiro. Profissional com início de carreira no Grupo Martins, maior atacadista distribuidor da América Latina, acumula 23 anos de experiência no mercado e liderança executiva. Há 15 anos no Grupo Algar, esteve envolvido estrategicamente nos principais projetos das empresas do Grupo, com forte atuação em Controladoria, Finanças, TI, Compras, Planejamento e Orçamento, além de iniciativas na área de Talentos Humanos.

O movimento reforça o compromisso com a transformação digital do portfólio, assegurando o reconhecimento da companhia entre as principais empresas brasileiras de serviços de Tecnologia e Gestão de clientes.

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GFT Band: empresa de tecnologia cria iniciativa disruptiva de recursos humanos

Quem visita a sede da GFT no Brasil, logo vê que se trata de uma empresa de tecnologia totalmente disruptiva, tanto pelas suas estruturas, que seguem as tendências dos escritórios mais estimulantes e inovadores do mundo, assim como pelos seus colaboradores, que não são discriminados por usarem cortes e estilos de cabelos diferenciados, bermudas no verão ou jogar uma partida de ping-pong no espaço descompressão, entre outras características e práticas da empresa.

Indo na contramão do modelo convencional de ambiente de trabalho, a companhia global de Tecnologia da Informação especializada em Digital para o setor financeiro, que está no País desde 2005 e conta com estruturas em Sorocaba, São Paulo, Alphaville e Curitiba, lançou uma iniciativa totalmente disruptiva entre seus funcionários.

Trata-se da GFT Band, grupo de rock formado pelos profissionais da empresa para apresentação em eventos internos e externos. “Foi um processo fantástico de engajamento dos colaboradores para a formação da banda, que teve sua primeira apresentação nas nossas festas de fim de ano”, pontua o managing director Latam da GFT, Marco Santos.

A iniciativa, ainda de acordo com o executivo, visa potencializar e engajar o perfil de seus profissionais, que são trabalhadores criativos, proativos e inteligentes. “Concebemos campanhas que influenciem diretamente nossos profissionais, potencializando suas características, além de estimular a criatividade e o astral para motivá-los não só em suas atividades diárias, mas também à inovação e a melhor qualidade de vida”, explica Santos.

Para o business director da GFT, Alessandro Buonopane, que foi o sponsor desta campanha e é um dos integrantes da banda, iniciativas disruptivas como esta comprovam que a GFT permite a externalização e materialização de ideias, agregando valor e consolidando como uma das melhores empresas para trabalhar.

A banda irá continuar à disposição dos eventos internos e externos da GFT Brasil e global, inclusive podendo tocar nos eventos dos clientes. No segundo semestre deste ano haverá uma seletiva para uma nova formação. “A ideia é montar uma formação anualmente, para dar oportunidade aos demais colaboradores interessados”, finaliza Buonopane.

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CIO do Banco Central é destaque em evento de segurança da informação

Os crimes digitais cada vez mais tomam espaço no noticiário nacional e internacional. Com o tema “Segurança em IoT e Blockchain” Marcelo Yared, CIO do Banco Central do Brasil, será o keynote speaker que abrirá no dia 29/03 às 9h o Congresso Security Leaders, que acontecerá em Brasília Hotel Royal Tulip.

Durante sua palestra na versão regional do maior evento da América Latina de Segurança da Informação e Risco ele também focará em ataques acontecidos em instituições financeiras, além dos apontar os principais riscos que vão preocupar os executivos em 2017. “Falaremos sobre os padrões entre os ataques, sobre a evolução desse cenário e o que virá pela frente”, explica Marcelo Yared.

Além do principal executivo do Banco Central também estarão presentes Renato Martini, presidente do ITI; Ulysses Machado, coordenador-geral do Serpro; coronel Arthur Sabbat, diretor do Departamento de Segurança da Informação e Comunicações (DSIC) da Presidência da República e Francimara Viotti, secretária adjunta de Gestão e Estratégia do Governo de Brasília, entre outros.

O evento tem como objetivo principal repercutir o cenário atual da Segurança Cibernética no Brasil e no mundo. Nesta edição, em conjunto com líderes e gestores de SI, serão abordados assuntos como segurança em nuvem, Blockchain, IoT, a evolução do ransomware, a necessidade de uma Política Nacional de Segurança da Informação, entre outros.

O dia será pontuado por três talk shows, todos mediados pela jornalista Graça Sermoud, diretora editorial das revistas Decision Report e Security Report. O primeiro acontecerá às 11h30 e falará sobre Nuvem de Ameaças. Com a migração dos ambientes de TI para o cloud e a forte adesão da IoT, os ataques de ransomware e DDoS tomaram um novo impulso.

Já o segundo painel será às 14h e terá como tema Para uma TI híbrida, uma SI híbrida: a transformação digital gerou uma grande mudança nas áreas de SI, exigindo mais dinamismo e flexibilidade. Como deve ser estruturado esse novo modelo de Segurança?

O evento será encerrado às 18h após um terceiro talk show, que se inicia às 17h. Nele especialistas comentarão sobre a Política Nacional de Segurança da Informação: Qual o papel do governo como provedor de um espaço cibernético mais seguro?

Conteúdo e interatividade

Com formato que permite interação com os painelistas e intenso networking, o público-alvo do Security Leaders são profissionais de Segurança da Informação, Tecnologia e Risco.

Além dos talk shows, também serão realizadas apresentações ministradas por representantes de players do mercado de segurança, que exibirão pesquisas, casos de sucesso e tendências no setor.

Outro destaque é uma exposição tecnológica, onde as marcas parceiras irão demonstrar o que há de mais promissor no combate ao cibercrime, além da distribuição de brindes. Todos os presentes ganham certificado de participação se solicitado. As inscrições são gratuitas para profissionais de Segurança da Informação, Tecnologia e Risco. Elas podem ser realizadas nesse link.

Security Leaders Brasília

Quando: 29/03
Horário: 8h30 às 18h
Onde: Hotel Royal Tulip
Endereço: SHTN Trecho 1 Conj 1B, Bloco C – Asa Norte, Brasília – DF

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Norma brasileira para cabeamento estruturado auxilia projetistas e instaladores – Por Richard Landim

Utilizadas para padronizar e indicar um determinado nível de qualidade, as normas regulamentadoras estabelecem o consenso internacional. Desta forma, seguir as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT é fundamental não apenas para que não existam conflitos, mas também para a comparação de pesquisas relacionadas a um mesmo tema.

Ao realizar um projeto, o primeiro cuidado é verificar se existe uma norma nacional para aquela atividade e, em caso positivo, reestruturar todo o projeto com base no regulamento já estabelecido.

Para o desenvolvimento de um projeto de cabeamento estruturado no Brasil, por exemplo, é necessário seguir a norma elaborada pela Comissão Executiva (CE 003:046.005) associada ao COBEI (Comitê Brasileiro Eletricidade Eletrônica Iluminação), composta de forma heterogênea por profissionais de alto padrão de diferentes seguimentos e inclusive de diferentes fabricantes e integradores/instaladores.A norma brasileira ABNT NBR 14565 tem como escopo especificar “um sistema de cabeamento estruturado para uso nas dependências de um único edifício ou um conjunto de edifícios comerciais em um campus, bem como para a infraestrutura de cabeamento estruturado de data centers. Ela cobre os cabeamentos metálico e óptico”.

O documento auxilia tanto o projetista como o instalador de cabeamento estruturado na realização da especificação correta e focada nas melhores práticas de instalação.

Muitas vezes, em decorrência do atual cenário econômico, as empresas buscam poupar investimentos na instalação de sistemas de cabos e realizam essas ligações de forma um pouco improvisada. Muitas vezes, os projetos de cabeamento estruturado são feitos sem que haja um planejamento e o cumprimento das normas estabelecidas, não atendendo aos requisitos mínimos de segurança. Entretanto, o desconhecimento da norma ABNT NBR 14565 é outro grande motivo para o seu não cumprimento, uma vez que ainda um grande parte dos projetistas não saiba da existência dessa norma nacional.

O documento foi originalmente publicado no ano 2000, sendo revisado em 2007 e 2012, recebeu uma emenda em 2013, e está em fase de homologação a revisão efetuada em 2016.

Embora de pouco conhecimento, o seu descumprimento pode gerar multas. A ANATEL é o órgão regulador que fiscaliza o segmento de cabeamento. Em casos de descumprimento das normas brasileiras da ABNT NBR 14565, a ANATEL é notificada, caso a empresa não cumpra as exigências no prazo determinado, o responsável é multado e fichado por crime contra o bem estar público. Posteriormente, será intimado a prestar esclarecimentos à justiça em âmbito cível (financeiro) e penal (em caso de possíveis riscos a vida)

Como a falta de conhecimento da norma NBR 14565 pode ser resolvida?

É notória a importância que deve ser dada ao sistema de cabeamento estruturado em qualquer empresa. O cumprimento das normas publicadas pela NBR-14565 é essencial para garantir eficácia e segurança no sistema de cabeamento, sem colocar em risco o bem-estar público e o desenvolvimento da empresa. Trata-se de uma decisão que impactará positiva ou negativamente na confiabilidade da transmissão de dados, principal objetivo das redes informatizadas.

É necessário que as empresas tenham ciência dessas normas e procurem técnicos especializados para implantação do sistema de cabeamento que atendam a todas as exigências da ABNT e realizem um trabalho responsável.

Já as entidades de classes que atuam na área de instalação de cabeamento devem garantir o compromisso de seus associados para que cumpram as normas que regulam este setor. Temos como exemplo a UBIC (União Brasileira de Instaladores de Cabeamento), que garante que suas empresas associadas se familiarizem com as normas e leis relativas às tecnologias de instalação e realizem seus projetos de acordo com a regulamentação estabelecida.

Richard Landim, especialista de Produtos da Fluke Networks Brasil, líder mundial no fornecimento de soluções de testes em redes de cobre e fibra óptica.

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Olimpíada Brasileira de Robótica 2017 tem inscrições abertas

Estão abertas as inscrições para a Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR) 2017, destinada a alunos do ensino fundamental e médio de todo o País. A OBR é uma das olimpíadas científicas apoiadas pelo governo federal, através do CNPq, Capes, Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e Ministério da Educação. É uma iniciativa pública, gratuita e sem fins lucrativos, coordenada de forma voluntária por professores e pesquisadores da área de robótica de universidades brasileiras. A Olimpíada é uma iniciativa para popularizar a ciência, tecnologia e inovação junto aos jovens e para aproximá-los da área de exatas, além de ser um grande estímulo para a proposição de novas metodologias no processo ensino-aprendizagem.

A OBR teve, em 2016, a participação recorde de mais de 111 mil alunos, distribuídos em mais de 1.600 escolas em todos os Estados do País. É uma das olimpíadas que mais cresce no Brasil em função da grande aceitação da robótica pelos alunos.

O que nem todo mundo sabe é que Sorocaba tem uma presença importante na organização da OBR. Dentre os membros fundadores da OBR estão dois professores de Sorocaba, que foram os coordenadores nacionais da olimpíada nos biênios 2011-2012 e 2015-2016. É aqui em nossa cidade que fica a sede administrativa da OBR, bem como todo o sistema de computadores da Olimpíada, ambos instalados nas dependências da Unesp Sorocaba. Em 2017, a coordenação nacional da OBR é de um professor da UFSCar, universidade também instalada em nosso município.

Embora toda essa iniciativa ocorra em nossa cidade, a participação dos alunos de Sorocaba ainda é pequena. Em 2016 foram inscritos na OBR apenas 203 alunos de nove instituições sediadas no município. Isso corresponde a 0,18% do total de alunos. É ainda, pouco para a cidade.

Quem pode participar da OBR? Qualquer aluno matriculado no ensino fundamental, médio ou técnico de qualquer escola pública ou privada.

Como é a participação na olimpíada? A OBR tem provas teóricas e práticas. Se a escola já utiliza robótica, então ela pode participar da modalidade prática. As provas práticas ocorrem em todas as regiões, e os finalistas de cada estado são convidados a participar da final nacional.

Se a escola não possui robôs, a OBR tem provas teóricas em vários níveis escolares. Não é preciso ter um grande conhecimento prévio sobre robótica. Muitas das questões da OBR abordam o conteúdo curricular do ensino fundamental e médio aplicado à robótica. As provas produzidas pela OBR são aplicadas na própria escola na primeira fase.

Todos os participantes – alunos e professores – recebem certificados de participação. Toda escola participante recebe pelo menos uma medalha para seu melhor aluno. A fase final da OBR acontece em conjunto com a Competição Brasileira de Robótica (CBR) e a Mostra Nacional de Robótica (MNR), e o melhor aluno do Brasil ganha o direito de participar da RoboCup internacional.

Para participar da OBR, os alunos devem procurar um professor de sua escola e solicitar a ele para que faça a inscrição no evento. A participação é totalmente gratuita.

As inscrições vão até 20 de maio de 2017. Modalidade Teórica: provas nacionais em 2 de junho (1ª fase) e 25 de agosto (2ª fase, apenas para o nível 5); Modalidade Prática: etapas regionais e estaduais de julho a agosto e a Final Nacional será em Curitiba (PR). Mais informações: www.obr.org.br

Alexandre da Silva Simões é professor da Unesp em Sorocaba, vice-diretor do Instituto de Ciência e Tecnologia de Sorocaba (ICTS), e membro do Conselho Municipal de Educação (CME) de Sorocaba.

Esther Luna Colombini é professora do Instituto de Computação (IC) da Unicamp e pesquisadora junto à Unesp Sorocaba.

Rafael Vidal Aroca é professor do departamento de Engenharia Mecânica da UFSCar, Câmpus de São Carlos e coordenador nacional da OBR 2017. Os três são membros do Conselho Superior da OBR.

Publicado originalmente em
http://www.jornalcruzeiro.com.br/materia/771584/olimpiada-brasileira-de-robotica-2017

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