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MIT dará prêmio de mais de US$ 1 milhão para organizações que criam mais oportunidades econômicas para os trabalhadores com uso de tecnologia

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“A produtividade alcançou níveis recorde e a inovação nunca foi tão acelerada, mas, ao mesmo tempo, observamos uma queda na renda média e menos vagas de emprego”, afirmou Erik Brynjolfsson, diretor da iniciativa para a economia digital do MIT (IDE). “As pessoas estão ficando para trás porque a tecnologia está avançando tão rápido que nossas habilidades e organizações não conseguem acompanhar.” Segundo ele, “esse é o grande paradoxo da nossa era”. Essa tendência só se intensificará, a menos que surjam novas soluções.

IDE do MIT acredita que as soluções tecnológicas permitirão que as pessoas participem de maneira mais intensa em nossa economia digital, que se desenvolve em ritmo acelerado, aumentando a renda e garantindo oportunidades de emprego. Para reconhecer e facilitar essas soluções criativas durante este momento de mudanças sem precedentes, a IDE do MIT lançou o Desafio de inovação inclusiva (IIC). Após um primeiro ano de sucesso, com quase 300 inscritos do mundo todo, o segundo ano do IIC foi lançado. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas em MITinclusiveinnovation.com.

O IIC dará um prêmio de mais de US$ 1 milhão para os “super-heróis da inovação inclusiva” – organizações que utilizam a tecnologia para reinventar o futuro do trabalho e criar uma economia mais equitativa. Organizações com e sem fins lucrativos de qualquer tamanho, idade, tipo e nacionalidade podem participar.

As categorias deste ano são:

– Desenvolvimento de habilidades e detecção de oportunidades
– Aumento da renda e geração de empregos
– Acesso à tecnologia
– Inclusão financeira

Mais de 100 jurados e um comitê especialista de campeões selecionarão 16 vencedores entre as organizações inscritas.

– Quatro vencedores receberão o grande prêmio de US$ 150.000 cada
– Doze vencedores receberão US$ 35.000 cada

Os candidatos devem se inscrever até o dia 7 de junho de 2017 e enviar seus trabalhos até o dia 21 de junho de 2017, quando o desafio será encerrado. Os vencedores serão anunciados durante a HUBweek de Boston (hubweekboston.com), no dia 12 de outubro de 2017, em um evento de grande visibilidade.

O desafio é financiado com o apoio da The Rockefeller Foundation, The Joyce Foundation, Joseph Eastin, ISN® e Google.org.

Participe! Para participar como jurado, patrocinador ou parceiro de comunicação, ou para indicar uma organização, envie um e-mail para iic@mit.edu. Para se inscrever ou para se cadastrar e receber atualizações, acesse: MITinclusiveinnovation.com

Para obter mais informações sobre a iniciativa para a economia digital do MIT, acesse: ide.mit.edu

FONTE MIT Sloan School of Management

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SebraeLab começa a funcionar em Belo Horizonte

A partir desta quarta-feira (22/3), empreendedores, empresários instituições, estudantes, startups e toda a comunidade terão acesso às atividades do SebraeLab, um novo espaço de experimentação e prática de gestão empreendedora, voltado para os pequenos negócios. A cerimônia de lançamento do projeto foi realizada ontem à noite (21/3) e contou com a presença de autoridades, representantes de entidades e pessoas ligadas ao setor de inovação.

Criado para ser um ambiente colaborativo e multifuncional, o SebraeLab vai permitir o desenvolvimento de ideias inovadoras e a remodelagem de negócios, gerando conexões que permitem vários níveis de colaboração e coparticipação. “É um espaço aberto para pessoas de todas as idades que tenham o espírito empreendedor. A ideia é unir visão estratégica e novas tecnologias, permitindo uma troca de conhecimento e experiências”, justifica o presidente do Sebrae Nacional, Guilherme Afif Domingos.

A estrutura física do SebraeLab está localizada na sede do Sebrae Minas, em Belo Horizonte (Av. Barão Homem de Melo, 329, bairro Nova Granada). No local, novos empreendedores, donos de Micro e Pequenas Empresas (MPE) e Microempreendedores Individuais (MEI) poderão realizar testes de viabilidade, experimentar novas modelagens de negócios, ter acesso a ferramentas ágeis, repensar a atuação do negócio, fazer pesquisas de mercado e participar de capacitações.

“Vamos replicar esse modelo para todo o país, reafirmando nosso propósito de apoiar os pequenos negócios para que desempenhem o seu papel transformador e continuem gerando oportunidades de trabalho, renda e prosperidade”, garante o Superintendente do Sebrae Minas, Afonso Maria Rocha.

A estrutura do SebraeLab também foi pensada para apoiar as startups, com capacitações em diversas áreas, permitindo que desenvolvam ideias e compartilhem soluções com outras empresas do segmento. “Projetos como este possibilitam uma maior aproximação da tecnologia e da informação com a sociedade, além de estimularem a inovação e fortalecerem as startups”, afirma o secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais, Miguel Corrêa.

Os interessados em participar do SebraeLab poderão se inscrever no site www.sebraelab.sebrae.com.br para atividades como palestras, mentorias e consultorias. Também haverá inscrições para coworking, jogos empresariais e eventos. Além disso, conteúdos gratuitos ligados ao empreendedorismo e às micro e pequenas empresas serão disponibilizados gratuitamente para download.

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Quatro vantagens da Análise de Voz para otimização do engajamento do cliente – Por Ronaldo Stanzione

Ronaldo Stanzione VERINT (1)

Os clientes escolhem se envolver com as organizações por áudio, texto e vídeo, abrangendo múltiplos canais e dispositivos, como telefone, celular, e-mail, bate-papo, pesquisas e redes sociais. Eles passam de um canal para o outro, mas esperam um serviço consistente e de alta qualidade. Cada interação é um tesouro de percepções que é muitas vezes ignorado e as organizações lutam para coordenar um nível coerente de serviço nos diferentes canais.

As soluções de análise de clientes ajudam as organizações a capturar interações, comentários e jornadas do consumidor em múltiplos canais; analisar e interpretar essas informações no contexto dos objetivos do negócio e responder de forma mais eficaz a clientes, empresas e demandas do mercado.

Com essas soluções, as organizações podem oferecer experiências consistentes, contextuais e personalizadas aos clientes, e ao mesmo tempo fornecer percepção para aprimorar o desempenho empresarial, o engajamento de clientes e funcionários e a fidelidade dos consumidores.

Muitas companhias inovadoras estão usando soluções de speech analytics, por exemplo, para filtrar milhões de ligações e descobrir insights poderosos, que podem ajudar a aumentar novas conversões e vendas cruzadas, melhorar a retenção e a experiência dos clientes, além de otimizar os processos de negócios.

Segundo uma pesquisa da Verint realizada em conjunto com Opinium Research LLC, 79% dos consumidores entrevistados desejam continuar com um contato pessoal como parte do processo de atendimento ao cliente. Dessa forma, as chamadas telefônicas continuam sendo um canal importante de interação com o consumidor – é uma mina de ouro de informação. Para se ter ideia, uma ligação de cinco minutos contém, em média, mil palavras que podem revelar necessidades, reclamações, cancelamentos, vendas perdidas, feedback de produtos, entre outros dados.

A análise de voz é capaz de examinar automaticamente milhões de ligações gravadas para revelar descobertas importantes para a empresa. Por meio desse processo, é possível categorizar contatos, distinguir tendências e tópicos mais relevantes, medir a satisfação do cliente e o risco de cancelamento do serviço, acompanhar a performance dos profissionais e desvendar a causa raiz de problemas que motivaram a ligação.

Desse modo, podemos listar quatro vantagens para o negócio a partir do uso das tecnologias de análise de voz.

1. Redução dos custos e melhora da produtividade do profissional

Em um estudo de caso, o uso de uma solução de análise de voz ajudou uma grande empresa do setor de telecomunicações com cerca de nove mil profissionais a descobrir por que estava recebendo milhões de ligações similares para saber “onde está meu telefone?”. Foi identificado um problema entre os processos de solicitação e entrega. Uma percepção crítica permitiu que a organização tomasse as ações necessárias, resultando na economia de trinta milhões de dólares no ano.

2. Correção dos problemas com o auto serviço

Em outro caso, uma das líderes no setor de seguros de bens usou uma tecnologia de speech analytics para encontrar prováveis frustrações com os comandos da URA (Unidade de Resposta Audível) que estavam gerando ligações desnecessárias. A descoberta do motivo impulsionou a redução de 60% no volume de chamadas e uma economia de um milhão de dólares.

3. Redução do cancelamento dos serviços

Nesse exemplo, uma empresa líder no setor de serviços financeiros, com três mil profissionais, usou uma solução de análise da voz para identificar clientes com risco de cancelamento. Isso foi possível devido à inspeção de contas perdidas previamente e aos padrões de voz durante a ligação. Ao implementar a tecnologia, em apenas três meses, a companhia preveniu o cancelamento de 600 clientes, deixando de perder o equivalente a US$ 1,7 milhão em receita.

4. Detecção de problemas nos processos do negócio

Melhorar os resultados foi o objetivo de uma empresa líder de fornecimento de produtos para manutenção e reparação. A organização usou o speech analytics para revelar gaps nos processos do negócio, que, uma vez solucionados, resultaram na redução considerável do retorno de produtos.

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GATUA apresenta novas tendências tecnológicas voltadas ao setor sucroenergético

Marcos Pazeto é Diretor de Serviços da AdopTI

Marcos Pazeto é Diretor de Serviços da AdopTI

O setor sucroenergético brasileiro passou por um período relativamente longo de recessão. Após diversos anos de crise, o mercado começa a dar sinais de uma importante retomada, projetando perspectivas encorajadoras para todo o ecossistema sucroalcooleiro.

É este cenário que define a agenda do 13ª Congresso Anual do GATUA – Grupo de Áreas de Tecnologia das Usinas de Açúcar, Etanol e Energia (24 de Março), voltado para empresas fornecedoras e consumidoras do mercado sucroenergético, no Centro de Eventos do Hotel JP, em Ribeirão Preto, São Paulo. O evento, que tem como objetivo central o fortalecimento das usinas de cana de açúcar, apresenta as tendências mais inovadoras do mercado de TI para atender as demandas do setor.

A AdopTI, consultoria com portfolio exclusivo e especializado na plataforma de gestão empresarial SAP e há anos atuando fortemente no mercado sucroenergético, será um dos destaques do evento. Em parceria com a SAP, a companhia será responsável pela palestra de abertura do congresso. Marcos Pazeto, Diretor de Serviços da AdopTI e João Cavalcanti, Diretor do Centro de Soluções da SAP América Latina, demonstrarão as melhores práticas de implementação do SAP S/4HANA baseadas em toda a expertise da AdopTI em projetos empregando tecnologia para o setor sucroenergético.

De acordo com Carlos Barros (Bill), Coordenador Nacional do GATUA, a resposta aos grandes desafios atuais das usinas passa necessariamente por soluções avançadas de TI. “A tecnologia precisa viabilizar as tendências de mercado. O setor possui muitas demandas e a tecnologia da SAP tem suprido as necessidades das usinas brasileiras. Ao longo de sua atuação no Brasil, a SAP aprimorou suas soluções para acompanhar a as regulamentações brasileiras. Esta “tropicalização” permitiu as usinas brasileiras terem acesso a uma tecnologia realmente capaz de atender suas necessidades”, ressalta o executivo.

“A AdopTI tornou-se referência exatamente por seu profundo conhecimento sobre o mercado sucroenergético e os processos específicos de uma usina de açúcar, além da sua expertise em tecnologia SAP. Este tipo de fornecedor tem grande valor para nosso evento pois contribui fortemente para a evolução do mercado”, ressalta Barros.

O S/4HANA é considerado a maior inovação da SAP por redefinir a forma como o software corporativo pode criar valor em uma economia digital e conectada. Todo o seu ecossistema foi desenvolvido para tirar proveito da sua potente base tecnológica, modernizar a experiência de usuário em qualquer dispositivo e conectar nativamente o Big Data, a Internet das Coisas, redes de negócios, entre outros benefícios.

A AdopTI tem grandes expectativas para o evento. “O congresso do GATUA nos dá a oportunidade de trocar experiências com outros players desse mercado, conhecer novas abordagens e soluções, fomentando o crescimento deste setor” finaliza Pazeto.

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IoT – Internet das Coisas. E o Brasil? – Por Francisco Camargo

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Mais estímulo, mais monitoramento, mais inovação, menos regulamentação

A (VELHA) INTERNET

Em 1996, mais de 20 anos atrás, o presidente dos EUA na época, Bill Clinton, editou o Administration’s Telecommunications Act of 1996, organizando a confusão inicial e lançando as diretivas que permitiram entrarmos na era da Internet. Essa regulamentação acreditava que as forças de mercado e a inovação tecnológica eram os motores da moderna internet. Foi um incrível ato de maturidade política, mesmo nos EUA. Seus autores sabiam que alguma coisa impressionante estava para acontecer e o governo prestaria um grande serviço, ficando quieto, deixando a inovação e o investimento privado florescerem.

Ninguém previu o alcance, as mudanças econômicas, sociais e culturais que se seguiriam nesses 20 anos, desde o advento das lojas virtuais, o fim dos jornais e revistas, a entrada na era da economia compartilhada, os smartphones, o fim das grandes bibliotecas dos escritórios de advocacia, e muito mais.

A NOVA INTERNET

Uma nova internet está aparecendo no horizonte. O espectro da Internet das Coisas assombra o mundo. Como todo processo exponencial, ninguém é capaz de prever o que vai realmente acontecer. O IDC prevê um crescimento de 17,5% ao ano. A IHS estima que o mercado de IoT crescerá de 15,4 bilhões de dispositivos conectados em 2015 para 75,4 bilhões em 2025.

Como há 20 anos, alguma coisa impressionante está novamente acontecendo.

Em 2010, nascia a Nest Labs com a ideia de um termostato inteligente, conectado à Internet para manter as casas europeias aquecidas no inverno, com o menor consumo de energia. Evoluiu para câmeras conectadas, impressoras conectadas e, de repente, temos 17,5 bilhões de dispositivos conectados hoje em dia.

As “coisas” conectadas seguem a se multiplicar e enriquecer nossas vidas: eletrodomésticos, dispositivos médicos, automóveis inteligentes, lâmpadas inteligentes, dispositivos vestíveis e todo tipo de equipamento industrial já estão se conectando e apresentando um estimulante cenário para a inovação, para os negócios, para o poder público, gerando novos benefícios para a sociedade.

IoT NO BRASIL

A iniciativa do MCTIC (Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações) em ouvir a sociedade brasileira por meio de uma Consulta Pública para a construção de um Plano Nacional da Internet das Coisas (IoT, em sua sigla em inglês) é louvável, sendo que alguns pontos que permeiam a consulta pública merecem atenção para o futuro desse plano e para entender se ele vai, realmente, dirigir o esforço nacional ou vai ficar somente no papel.

O desenvolvimento da IoT no Brasil merece estímulo e monitoramento, mas sem a necessidade de regulamentação específica, pois não vamos criar um PAL-M do IoT. Por outro lado, a participação brasileira em organismos internacionais, batalhando por padrões abertos e não proprietários é essencial.

Muitos dos desafios colocados por aplicações e soluções baseadas nessa tecnologia tal como a segurança da informação e a proteção de dados pessoais estão sendo tratados por legislações específicas (Marco Civil da Internet, Código de Defesa do Consumidor) ou já são motivos de discussão legislativa (como os projetos para a criação de uma Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais).

Como a tecnologia e as suas diferentes possibilidades de uso evoluem rapidamente, a imposição prematura de padrões e regulamentação específica para IoT criariam restrições que seriam prejudiciais ao Brasil e poderiam sufocar a emergência de novas aplicações nessa área.

Por que o governo deveria certificar produtos de uso de espectro de rádio em que o alcance é curto e a potência mínima (Bluetooth, NFC, WiFi) e mesmo sem uso de rádio – dispositivos meramente passivos, como os GPONS (Gigabit passive optical network)?

A ANATEL tem que cuidar de coisas muito mais importantes como a Segurança Jurídica das Concessões Públicas, da formação de carteis e monopólios, do livre fluxo de dados e metadados, da cobertura celular e de dados, da otimização das ERB’s (Estações Rádio Base), de concessionárias importantes em difícil situação financeira e não de pequenos dispositivos de IoT.

A emergência da IoT é uma oportunidade ao desenvolvimento econômico brasileiro para modernizar a indústria e torná-la mais competitiva, para melhorar a prestação de serviços e torná-lo mais produtivo, para tornar as cidades mais inteligentes, melhorar a educação e a saúde públicas, para tornar o governo mais produtivo e menos burocrático.

Esta é a oportunidade para o governo brasileiro perseguir um planejamento de médio e longo prazo para o desenvolvimento do ecossistema de IoT no país e para criar soluções financeiras engenhosas para a capitalização e fomento de todo esse ecossistema.

Temos a inteligência e a criatividade para conseguirmos a inserção mundial do Brasil no mercado global de IoT, sobretudo no que tange à exportação de software e serviços, desde que persigamos em organismos internacionais as regras e padrões que melhor atendam nossos interesses, lutando contra padrões proprietários ou regionais.

Os setores de software e de serviços de tecnologia da informação são essenciais para o desenvolvimento da IoT no país. Em IoT, o dispositivo mais simples é o beacon, que é apenas um farolete emitindo Bluetooth, e somente com software se transforma em algo útil.

Segundo o estudo Mercado Brasileiro de Software e Serviços 2016, produzido pela ABES em parceria com a IDC, o mercado de TI no Brasil cresceu 9,2%, em 2015, enquanto que a média de crescimento global foi de 5,6%. Somente o segmento de software cresceu 30% entre 2014 e 2015, ano em que o país enfrentou uma recessão econômica com queda do PIB superior a 3%.

INTERNET DAS COISAS CONECTADAS

De certa forma, a emergência da IoT hoje apresenta as mesmas características dos primórdios da Internet quando estávamos aprendendo e desenvolvendo novos produtos e serviços que permitiram a explosão de conhecimentos atuais e o aumento brutal dos dados e da produtividade mundial. Eventuais lacunas devem ser trabalhadas, sempre que possível, pelos mecanismos tradicionais de mercado, como auto-regulamentação, contratos padronizados, sempre com foco na competição e na livre-iniciativa.

A cooperação com entidades internacionais e com outros países para identificar áreas de interesse comum, visando participar da definição de normas, padrões e protocolos abertos, desencorajando, sempre que possível, medidas unilaterais de criação de normas, protocolos, padrões, como, por exemplo, a localização forçada de dados em determinadas áreas geográficas, são bem-vindas e teriam alto potencial para beneficiar as tecnologias emergentes, tal como a IoT made in Brazil.

Essas medidas poderiam ser fonte de estímulo e fortalecimento do Brasil como exportador de serviços de tecnologia de informação com soluções de IoT escaláveis globalmente.

CIBER SEGURANÇA E ANALYTICS

Dois pontos críticos ressaltam nas aplicações de IoT: a Segurança (cyber security) e a Análise (Analytics) estatística de dados e metadados originados nos bilhões de dispositivos conectados, que vai permitir extrair o máximo da IoT.

Como Cyber Security, Analytics acabou virando um ramo à parte, fortemente informado pelo Big Data, que permite encontrar correlações além daquelas imaginadas pelos formuladores dos modelos estatísticos.

Ligadas à segurança, mas que devem ser tratados à parte, estão a privacidade e a proteção de dados pessoais. Não existem privacidade e proteção de dados sem uma excelente segurança cibernética. A segurança é condição necessária, porém não suficiente para garantir a privacidade individual.

Ética Corporativa, Leis, Regulamentações, Governança e Compliance são necessárias para se assegurar a privacidade e proteção dos dados.

Os formuladores de políticas públicas deveriam encorajar práticas de desenvolvimento seguro de aplicações. A segurança deve estar inserida no projeto, “security by design” ou quando isso não for possível pelo alto custo de desenvolvimento ou pela urgência em se chegar ao mercado, estimular a Auditoria de Segurança do Código das Aplicações, que permite identificar as vulnerabilidades críticas introduzidas no código.

INTERNACIONALIZAÇÃO

Só a internacionalização proporcionará aos empreendedores brasileiros a escala necessária para atuar eficientemente nessa nova internet. No mundo conectado de hoje, o comércio internacional simplesmente não funcionaria sem os fluxos constantes de transferência de dados entre as fronteiras nacionais.

O livre movimento dos dados permite às empresas brasileiras de todos os tamanhos e de todas as indústrias trazer e levar inovações ao mercado global, guiar seus investimentos, crescer e criar empregos. O fluxo de dados transfronteiras permite, particularmente, às pequenas e médias empresas, competir na economia global por meio do acesso a produtos e serviços digitais, tais como as aplicações em nuvem, reduzindo o custo da infraestrutura necessária.

A tarefa de conectar bilhões de dispositivos entre uma multidão de diferentes atores é demasiadamente complexa. Para tanto, ganha relevância o estímulo à adoção de padrões abertos tanto em termos de conectividade de dispositivos quanto de redes, por meio do qual se avança rumo à interoperabilidade global, que é a habilidade das “coisas” se comunicarem entre si de maneira concisa e eficiente. Devido à complexidade e amplitude dos sistemas e conexões baseados em IoT, não é aconselhável que busquemos padrões próprios, mas que, antes, nos apoiemos nos padrões globais universalmente reconhecidos.

RECURSOS HUMANOS

A educação no país segue sendo um desafio, mas todas as soluções para a melhoria da educação nacional são de longo e médio prazo. Por outro lado, recursos humanos valiosos, encontram-se espalhados pelo país ou no exterior.

É bom não subestimar a força da diáspora brasileira de cientistas, técnicos e empreendedores nos EUA e Europa. Um censo desses recursos, que poderiam ser recrutados remotamente, permitiria encontrar um atalho para as deficiências da educação nacional.

ESTRATÉGIA

Qualquer que seja o plano final para a IoT no Brasil, alguns pontos importantes devem ser levados em consideração:

1. Estímulo ao empreendedorismo e à inovação, com um mínimo de novas e velhas regulamentações;

2. Adesão a organismos internacionais para o desenvolvimento de padrões abertos, evitando padrões proprietários e regionais;

3. Criação de novos instrumentos financeiros que permitam capitalizar e financiar este novo ecossistema, sem aumentar o risco e o custo para o governo e o BNDES. Não adianta o BNDES repassar recursos a custo baixo a empreendedores e os bancos intermediários cobrarem del credere de 12% ao ano;

4. Estimulo para melhorar a segurança dos clientes finais, seja através das práticas de desenvolvimento seguro, seja através da auditoria de código e adoção de padrões quanto à comunicação máquina-máquina, dificultando ataques de hackers;

5. Estimulo à utilização dos Recursos Humanos brasileiros, disponíveis aqui e no exterior, retirando-se as barreiras hoje existentes quanto à terceirização e quarteirização de mão de obra especializada;

6. Estímulo para a adoção de Códigos de Ética e Governança Corporativa quanto à preservação da privacidade dos dados individuais das pessoas e seus dispositivos;

7. Fomento igual ao desenvolvimento de hardware e software, inclusive em linhas paralelas, mas essenciais, como cyber segurança e analytics para IoT.

8. E mais importante de tudo, é que o plano seja seguido pelo governo atual e os que o sucederem.

Em vista de todos estes pontos, pode-se observar que existem grandes desafios a serem considerados no Plano Nacional de IoT, mas o fato é que o setor de TI tem um papel essencial para o desenvolvimento dessa tecnologia e sua inserção nas cadeias globais de valor deveria ser objetivo de políticas públicas de estímulo e de fomento.

O setor não precisa de mais regras (desde a constituição de 1988, os governos, nos três níveis criaram 5 milhões de regulamentações e regras, criando um cipoal difícil de interpretar) e sim que o Estado paute suas ações convicto do seu importante papel de indutor do desenvolvimento e da necessária segurança jurídica para os empreendedores.

Francisco Camargo. Presidente da ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software. Engenheiro de Produção pela Escola Politécnica, o executivo tem especialização pela Harvard University. Francisco é também Fundador do Grupo CLM, Distribuidor latino-americano focado em Segurança da Informação, Infraestrutura Avançada e Analytics.

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Fintech conecta empresas que buscam crédito a financiadores

Para ter acesso ao crédito as empresas brasileiras passam por uma verdadeira “via-crucis”, principalmente porque a grande maioria dos empresários trabalha com 4 ou 5 instituições financeiras, desconhecendo as alternativas de financiamento disponíveis no mercado.O empresário pode buscar novos financiadores, mas o processo envolve inúmeras apresentações, visitas e viagens, que podem levar meses, tornando o caminho dispendioso e com alta probabilidade de frustração. Muitas vezes o tomador de crédito se depara com situações aonde o tamanho da sua empresa, o seu setor de atuação ou as garantias disponíveis eliminam as suas chances de conseguir um empréstimo logo nos primeiros cinco minutos de conversa. Tempo e dinheiro gastos à toa.

Passada a fase de identificação do provedor do capital, começa a fase de negociação, a montagem do ”kit banco”, que pode incluir mais de 60 documentos diferentes, a resolução de dúvidas e pendências, a formalização do instrumento de dívida e das garantias e finalmente o desembolso.É um processo extenuante que, muitas vezes, faz com que a primeira proposta de crédito seja automaticamente aceita, ficando a dúvida: será que fechei um bom negócio?

Foi pensando nas inúmeras ineficiências desse processo que o financista e empreendedor, Dan Cohen, criou a F(x) – leia-se FdeX. A fintech soluciona cada uma das fases acima através de uma robusta ferramenta on-line que reduz o prazo e os custos de captação de recursos à uma fração no processo off-line. A F(x) conta com mais de 100 alternativas de financiamento cadastradas pelos mais variados tipos de financiadores entre bancos médios, fundos de investimento, financeiras, cooperativas de crédito, entre outros. Através de tecnologia de matching e inteligência artificial desenvolvidos pelo time da plataforma, os algoritmos da F(x) não somente identificam as melhores combinações entre a necessidades de financiamento das empresas e os financiadores cadastrados, como também fazem sugestões para que as empresas aumentem as suas chances de sucesso em uma captação.

Todo esse trabalho é realizado com o objetivo de promover um pregão aonde os tomadores de recursos recebem estruturas indicativas de financiamento e os financiadores obtém exclusividade de negociação. “Esse é o primeiro pregão no mundo em que o ativo transacionado é a exclusividade de negociação, um conceito totalmente original e desenvolvido por nós”, ressalta Dan Cohen, CEO da F(x).

Além da tecnologia de matching, a F(x) desenvolveu outras ferramentas que potencializam as chances de sucesso de um pregão na plataforma, incluindo o relatório de crédito F(x), o Data Room online e o Dashboard de referências corporativas onde os tomadores de recursos podem obter testemunhos sobre a sua idoneidade e seriedade junto a fornecedores e clientes.A empresa também conta com um time de crédito que faz toda a checagem das garantias antes que uma nova necessidade de financiamento seja listada. Isso evita o desperdício de tempo e recursos com ativos que não possam ser dados em garantia, seja pela falta de certidões, por irregularidades na escritura ou simplesmente por já estarem alienados para terceiros.

Atualmente, cerca de 90% das empresas listadas recebem ao menos uma oferta de financiamento. Outro número relevante é que desde o início dos pregões, há cerca de 6 meses, a plataforma já gerou mais de R$ 100 milhões em estruturas indicativas de financiamento. “Oferecemos uma plataforma pioneira com o objetivo de facilitar a busca das companhias por crédito e aproximá-las de melhores condições de financiamento. Nossa meta é chegar a R$ 1 bilhão em necessidades de financiamento listadas durante esse ano”, comenta Dan Cohen, CEO da F(x).

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Com mercado freelancer em crescimento, Workana anuncia nova rodada de investimento do Grupo SEEK

A Workana, plataforma de trabalho freelance com atuação em toda a América Latina, anunciou mais uma rodada de investimento de R$ 8 milhões realizada pelo grupo SEEK e acionistas existentes. Com a quantia, a Workana pretende manter o ritmo saudável de crescimento que apresentou em 2016, investindo principalmente na área de marketing para consolidar a Workana como líder do mercado latino-americano.

Há um ano, o grupo, que é acionista de empresas como a Brazil Online Holdings, controladora da Catho no Brasil e da OCC no México, já havia realizado a primeira rodada do investimento na empresa, com o mesmo valor. Na época, o valor foi investido para contratar profissionais de TI, realizar melhorias na plataforma e, principalmente, no desenvolvimento da versão mobile.

De acordo com Tomas O’Farrell, co-fundador da companhia, o novo investimento irá ajudar a Workana a cumprir as suas metas de crescimento. “A cada ano, nós estamos duplicando em volume em quase todas as métricas relevantes. Já atingimos 70% de participação do mercado da América Latina, e continuaremos crescendo”, completa o executivo.

Com uma equipe de 35 profissionais em dois escritórios localizados no Brasil e na Argentina, a empresa atrai usuários de toda a América Latina e conecta mais de 500 mil freelancers com quem precisa de serviços freelance, como desenvolvedores de sistemas web e aplicativos, profissionais de marketing, designers gráficos, tradutores, gerentes de conteúdos, assistentes virtuais, entre outros.

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Conheça as startups selecionadas para o ahead² da Startup Farm

A Startup Farm, a aceleradora mais experiente da América Latina, com mais de 250 startups aceleradas divulga as startups que participarão do ahead² . O programa faz parte da parceria Startup Farm e Visa, mas diferente do programa anterior que selecionou apenas fintechs, nesta edição as startups têm mercados diversos. A partir de 01 de abril dará início à 20ª turma de acelerados da Startup Farm.

São 9 startups que participarão dos 6 meses de programa que é focado em minimizar o desperdício de energia no processo empreendedor, através de direcionamento e acompanhamento estratégico. Os selecionados contarão com mentorias, rede de contatos de peso, conteúdo em diversas áreas com especialistas e ainda um espaço de coworking no Campus São Paulo – a Google Space, por 5 semanas.

Todas as empresas passarão por três fases de aceleração com focos específicos:

Laser focus: Imersão “full-life” para os fundadores trabalharem focados na construção do modelo de negócios da sua startup, suportados pela Farm e por uma ampla rede de mentores, parceiros e investidores.

Get Sales Done: neste módulo a startup trabalhará na construção de uma estratégia de vendas e definirá as principais métricas de desempenho do seu negócio.

Fundraising: a startup irá construir uma projeção inicial de necessidade de capital, assim como trabalhará na definição da melhor estratégia de captação.

Cumpridos os três módulos, a startup estará habilitada para o Demo Day, um evento em que os empreendedores apresentam seus projetos a investidores e executivos de grandes empresas. O Demo Day do ahead² está previsto para acontecer no início de outubro de 2017.

Com mais de 20 edições de programa e de 258 startups aceleradas, a Startup Farm soma histórias de pessoas que têm o sonho em comum de melhorar o mundo em que vivemos, de resolver problemas que ninguém está resolvendo ou que não estão sendo bem resolvidos.

Confira abaixo quem são os nossos novos farmers:

A Evap é um aplicativo que oferece vendas de autopeças e serviços mecânicos através de oficinas afiliadas, possibilitando que o consumidor possa comprar a autopeça via mobile e ela será entregue no destino escolhido, de maneira simples, segura e ágil.

A Homix é uma plataforma para solução corporativa para pedidos, pagamentos e gestão de reparos em imóveis residenciais.

A Hoobox Robotics é uma startup especializada em utilizar tecnologia 3D e inteligência artificial para entender e prever comportamentos humanos. É a empresa por trás do Wheelie, o primeiro programa do computador do mundo capaz de traduzir expressões faciais em comandos para controlar coisas

Legal Insights é uma plataforma de Analytics e Inteligência Artificial para o departamento jurídico corporativo, focada em reduzir custos, riscos aumentando o nível de previsibilidade do passivo legal.

A InCast é uma plataforma que conecta influenciadores digitais e artistas com marcas no Brasil e USA, facilitando o processo de encontro e contratação de microinfluenciadores de redes sociais.

A NuMooh é uma plataforma de comercialização de mídia offline que permite mais transparência e velocidade no processo de escolha das mídias, reduzindo o tempo de contratação de campanhas de meses para dias. Também oferece uma maneira fácil e rápida de gerenciar propagandas em diferentes mídias.

A Pocket Health Lab possui uma tecnologia que busca melhorar a qualidade de vida pessoas com diabetes através de dispositivos acessíveis, de baixo custo e baixa intervenção.

A Total Cross é uma plataforma única que possibilita desenvolvedores Java criar Apps e distribuir para iOS, Android e desktops com um único código-fonte JAVA

Vincent.ai é uma solução de inteligência artificial que permite o atendimento de múltiplos clientes, em tempo real, incentivando o engajamento de uma forma inovadora e eficiente. O sistema oferece mensagens customizáveis para refletir a linguagem das empresas e conquistar a simpatia de seus clientes. Além disso, as empresas poderão otimizar tempo e recursos pois o sistema evolui a cada nova interação com o usuário.

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Neoway e Darwin Starter selecionam startups de todo o país na área de Big Data

O Darwin Starter está com inscrições abertas para startups da área de Big Data interessadas em participar de seu terceiro ciclo de investimentos. Criada em 2015 em Florianópolis/SC, a aceleradora conta com quatro parceiros corporativos, entre eles a Neoway, empresa catarinense de base tecnológica especializada na criação de soluções de inteligência de mercado por meio de uma plataforma de Big Data. Junto aos demais parceiros, a aceleradora vai investir R$170 mil em cada startup selecionada em troca de participação minoritária de 12%, além de contribuir com mentorias, conexões, acesso ao mercado e toda experiência dos parceiros para acelerar o crescimento dos novos negócios.

Além da Neoway, parceira corporativa do Darwin Starter, o programa também conta com o apoio da Cetip, CNseg Par e RTM, e abre oportunidades para projetos atuantes nos segmentos de seguros, big data e TI/Telecom.

As inscrições estão abertas entre 13 de março e 02 de abril e podem ser feitas pelo site www.darwinstarter.com.br. A expectativa é selecionar entre 10 e 15 empresas, de qualquer estado brasileiro, que já estejam obrigatoriamente formalizadas e ativas na pessoa jurídica. Os selecionados receberão investimento inicial de R$ 170 mil em troca de participação minoritária de 12%. Os negócios que apresentarem boa performance ao longo da aceleração de seis meses poderão receber mais aportes do grupo. No primeiro ciclo, em 2015, 50% das empresas que foram aceleradas pelo Darwin receberam novos investimentos, totalizando uma captação de cerca de R$ 6 milhões.

Os principais critérios que serão avaliados no processo seletivo serão o negócio em si (produto ou serviço), a qualificação e engajamento da equipe de empreendedores e o tamanho do mercado alvo da solução, além da maturidade do projeto.

Junto ao aporte financeiro e acompanhamento dos parceiros corporativos, as empresas contarão com assessoria jurídica e contábil, acompanhamento psicológico dos empreendedores, ciclos de capacitação e ferramentas para apoiar o desenvolvimento da startup. No total, os serviços oferecidos durante o período de aceleração podem chegar a R$ 500 mil em benefícios, entre eles acesso a Cloud Service, CRMs e ferramentas de marketing. A sede da aceleradora, ponto de encontro entre os empreendedores e mentores, fica no Centro de Inovação ACATE (CIA) Primavera, no norte de Florianópolis.

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Geração Y – Desafios e anseios na era das startups – Por Guilherme Junqueira

A geração Y, também conhecida como Millennials ou Geração da Internet, se refere as pessoas nascidas após os anos 80. Esses jovens vivenciaram a revolução tecnológica que ocorreu no mundo e a explosão da internet. Conectados, engajados, impacientes e preocupados em mudar o mundo ao seu redor, essas pessoas não ficam “acomodadas” e buscam desenvolver suas realizações. Dessa forma, descartam empregos que não consideram tão interessantes e procuram conciliar gostos pessoais com a profissão.

Por isso, muitos deles optam por trabalhar em startups, que são empresas que buscam inovar em seus serviços ou produtos e possuem um grande apelo tecnológico. Boa parte dos CEOs das startups brasileiras também fazem parte dessa geração e isso se reflete na cultura no ambiente profissional. Os Millennials não querem mais aquele trabalho monótono e sem novidades, como os empregos tradicionais, e estão migrando cada vez mais para startups pelas possibilidades de desenvolver sua carreira, aprender múltiplas funções e participar ativamente de seu crescimento.

Um dos benefícios desse tipo de empresa é a cultura que foca na meritocracia, que é o reconhecimento de acordo com as metas batidas. É um ambiente de constante melhoria e desenvolvimento pessoal. Além disso, as startups se empenham para que o clima do escritório seja agradável adotando alguns benefícios, como o No Dress Code (liberdade para trabalhar com a roupa que quiser, em alguns casos até calçando chinelos), horários flexíveis, convênios com academias, momentos de descontração (happy hours, sinuca, fliperama), menos burocracia, autogerenciamento, guloseimas e, dependendo do desempenho do colaborador, ele pode até receber ações da empresa. Para quem sonha em empreender, é um ambiente perfeito para aprender todos os processos com a gestão focada em resultados.

Para os jovens que pensam em trabalhar com esse segmento, as startups procuram pessoas “fora da curva”. Isso não quer dizer que eles procuram gênios da engenharia, nada disso! É preciso mostrar engajamento, criatividade na resolução de problemas, empreendedorismo e, é claro, habilidades técnicas no que se propõe a trabalhar.

Se você tem essas características, trabalhar em uma startup pode ser seu caminho para sucesso!

Guilherme Junqueira, CEO da Gama Academy, escola de transformação tecnológica que cria programas educacionais para os profissionais do futuro.

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Resource anuncia novo Diretor Regional para o Nordeste

A Resource, uma das principais e mais bem-sucedidas empresas brasileiras de serviços de TI, anuncia Fernando Perez como novo Diretor Regional para o Nordeste. O executivo, que possui mais de 25 anos de experiência no mercado de TI, assume o cargo com o objetivo de ampliar os bons resultados que a companhia vem registrando na região, principalmente nos Estados onde a Resource possui escritórios: Bahia, Pernambuco e Ceará. Em 2016, a Resource Nordeste registrou 10% de aumento em seu faturamento e a meta para este ano é crescer pelo menos três vezes mais.

“Estou muito entusiasmado em fazer parte dessa equipe nessa nova etapa em minha carreira. A Resource é uma grande integradora brasileira líder em transformação digital com inúmeros diferenciais, entre eles um amplo e diversificado portfólio e expertise no mercado de tecnologia como um todo, além de contar com um escritório no Vale do Silício. Espero ampliar ainda mais o desempenho da empresa localmente”, afirma Fernando Perez.

Além de ser responsável pela elevação dos resultados, o executivo irá liderar a equipe em grandes contratos que a Resource possui. Em Salvador, por exemplo, a companhia acaba de entregar a primeira fase do projeto RH Bahia, em uma iniciativa pioneira e inovadora do Governo do Estado. A solução da SAP – módulo HCM (Human Capital Management) – que a empresa implementou na Secretaria de Administração do Estado da Bahia (Saeb) tem como objetivo profissionalizar e modernizar a gestão de Recursos Humanos, proporcionando mais agilidade, segurança e transparência para aproximadamente 250 mil servidores públicos.

No Ceará, vale destacar a fábrica de software e as atividades que a multinacional realiza desde 2015 no Banco do Nordeste. “Quero levar para o mercado nordestino este perfil digital que a Resource tem, ou seja, mostrar nossa capacidade de inovação e transformação digital utilizando tecnologias como portais, aplicativos móveis, CRM, Analitycs e ‘Automation as a Service’ (com BringTo)”, diz o executivo. “Também incluí no meu planejamento a organização e apoio a eventos locais junto às comunidades de TI, além de ações de marketing com parceiros”, completa Perez.

Com MBA em Formação de Consultores em TI pela Universidade Salvador (Unifacs) e pós-graduação em Sistemas Distribuídos pela Universidade Católica do Salvador, Perez é bacharel em Informática pela Universidade Federal da Bahia. Ao longo de seus 25 anos de experiência, o executivo já ocupou cargos de liderança estratégica em outras empresas de Tecnologia da Informação como CPM Braxis CapGemini e Solutis Tecnologias, tendo atuado em diferentes mercados como região Nordeste e os estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro.

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Twitter lança API para Periscope Producer

Em outubro do ano passado, o Twitter anunciou o lançamento do Periscope Producer, que permite conectar o Periscope a câmeras profissionais e softwares de streaming, além de dispositivos móveis como smartphones e tablets, para a realização de transmissões de vídeos ao vivo. Desde o lançamento, o número total de transmissões pelo Periscope Pro praticamente dobrou de trimestre em trimestre.

Hoje (21), o Twitter anuncia o lançamento do API do Periscope Producer, que abre novas formas de compartilhar vídeos ao vivo. Agora, será possível realizar transmissões diretamente de um hardware externo, softwares, câmeras e serviços da web sem a necessidade de conectá-los via Periscope. A API permite aos aplicativos autenticar as contas do Periscope, configurar e controlar as transmissões, e publicá-las no Twitter.

Alguns parceiros como Telestream, Mevo, Switchboard e Teradek já estão participando de testes e experimentando novas formas de integrar vídeos ao vivo ao Periscope. Solicitações para ter acesso ao API podem ser feitas por meio deste link.

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