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Capgemini inaugura Centro de Excelência para Digital & Cloud no Brasil

A Capgemini, um dos líderes globais em serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, anuncia a abertura do seu Centro de Excelência (Center of Excellence, da sigla em inglês CoE) para Digital & Cloud no Brasil. A iniciativa suportará a estratégia de crescimento da empresa no País e está alinhada com a orientação do Grupo em promover e apoiar a jornada dos clientes na transformação digital.

O novo CoE para Digital & Cloud atuará conectado aos demais centros da Capgemini, reproduzindo as melhores práticas locais e globais e alavancando suas capacidades. O CoE brasileiro também trabalhará em colaboração com os 10 centros de inovação distribuídos pelo mundo. O novo centro conta com aproximadamente 120 profissionais dedicados a soluções digitais e de cloud, trabalhando integrados com especialistas das mais diversas disciplinas do Grupo.

Com uma infraestrutura focada em provas de conceito, demonstrações e apresentações, e um data center dedicado, o Centro de Excelência para Digital & Cloud estará localizado em São Paulo (SP), atendendo a clientes de todo o Brasil de diversos setores, como serviços financeiros, seguros, bens de consumo e varejo, entre outros.

Segundo Adriano Contrera, vice-presidente de Aplicações da Capgemini no Brasil, o CoE está sendo criado para consolidar a expertise que a companhia já possui no País. “Nos últimos quatro anos promovemos soluções e ajudamos empresas do Brasil em seus processos de transformação digital. Agora, esse novo CoE certamente nos ajudará a fortalecer e a expandir essa experiência local de forma integrada com todo o Grupo”, explica o executivo.

No Brasil, mais de 30 grandes clientes da Capgemini já utilizam as soluções oferecidas pelo novo CoE, que terá como foco atender os maiores desafios das empresas em suas jornadas pela transformação digital com soluções de Aplicações e Infraestrutura. Cloud computing, Insights & Data, Digital Customer Experience (experiência digital do consumidor – da sigla em inglês DCX) e Mobilidade, assim como Cybersecurity, Inteligência Artificial, Internet of Things (Internet das Coisas – da sigla em inglês IoT) e Agile Development (desenvolvimento ágil – da sigla em inglês DevOps) estão entre as principais soluções disponíveis no centro.

“De acordo com a IDC Brasil, apenas o mercado de cloud deve crescer 20% neste ano. O cenário promissor da tecnologia como Serviço (as a Service – aaS) e de cloud tornaram o Centro de Excelência no Brasil uma realidade”, diz André França, vice-presidente de Serviços de Infraestrutura da Capgemini no Brasil.

Para proporcionar o estado da arte aos seus clientes, a Capgemini investiu um montante relevante para transformar e atualizar o Centro de Experiência do Cliente. Para promover soluções de ponta a ponta para seus clientes, os parceiros mais relevantes do mercado farão parte do CoE.

O Centro de Excelência também realizará projetos a partir da metodologia Accelerated Solutions Environment (ASE), que alinha todos os envolvidos em torno de um desafio de negócio – executivos, clientes, fornecedores, especialistas, entre outros – para tomar, em apenas alguns dias, uma decisão que poderia levar meses. O ASE já foi utilizado por mais de 600 clientes no mundo, por meio de mais de 3 mil reuniões.

Maturidade Digital

Para apoiar a estratégia de negócios da Capgemini Brasil em Digital & Cloud, a empresa realizou recentemente a Pesquisa de Maturidade Digital, que auxilia no melhor entendimento da transformação digital em diversos setores – incluindo serviços financeiros que atualmente é um dos mais comprometidos em percorrer essa jornada. De acordo com a pesquisa, 57% das empresas desse mercado estão promovendo as mudanças culturais necessárias para a transformação digital e 59% afirmam que estão recebendo os investimentos necessários para promover a transformação digital de seus negócios.

O setor de serviços financeiros também apresenta um dos níveis mais altos de engajamento da alta direção (60%) em promover uma visão do futuro que envolva o uso das tecnologias digitais. “A tecnologia digital está claramente impulsionando a comunicação e a colaboração entre os funcionários e os executivos nas instituições financeiras. Eles reconhecem que as tecnologias digitais são a base para um banco digital”, lembra Contrera.

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Open Innovation Week promove mais de 2.400 reuniões e cerca de 700 matches entre startups e grandes empresas

Com mais de 20 mil startups na rede e 6,5 mil avaliadas desde seu lançamento, a 9ª edição da Open Innovation Week, principal evento de empreendedorismo e inovação aberta entre startups e grandes empresas reuniu em sua última edição, mais de 150 startups nacionais e internacionais que se conectaram com mais de 100 grandes empresas, com o intuito de engajar e propor novas práticas e metodologias de modelos de negócios para a inovação.

Foram registradas 2.410 reuniões que geraram 693 matches entre os participantes. Isso representa o dobro do que foi realizado em 2016, o que amplia a expectativa de conversão de contratos para as startups ao longo de 2017. “Estamos otimistas com os negócios que poderão se concretizar ao longo dos próximos 12 meses. Acreditamos que muitas startups vão evoluir e escalar seus negócios. Encerramos mais um evento com grandes novidades e oportunidades para o ano”, comenta Bruno Rondani, Cofundador da Open Innovation Week.

Com o tema central “Novos modelos de negócios para inovação”, a Oiweek 2017 mostrou ao ecossistema a importância da inserção de empresas de base científica e tecnológica, em conjunto com as digitais, para a colaboração aberta com companhias de diferentes setores da indústria.

De acordo com Michelle Morcos, CCO da Justto, a Oiweek foi excelente, permitindo ótimas conexões com grandes companhias, como Oi, Santander, Softplan, Accenture, Whirpool, Algar, Natura e AWC Tecnologia.

Participando pela primeira vez da Oiweek, André Tanesi, CEO da Descola, classificou o evento como excelente, com muitas oportunidades. “Conseguimos mostrar nosso produto para muita gente e falamos em um curto espaço de tempo com quase 20 grandes empresas, algo que certamente levaria mais de um ano fora daqui. Estar na Oiweek é obrigatório para qualquer startup”, destaca o empreendedor.

Para as grandes empresas, a conexão com as startups realmente trazem excelentes resultados. Larissa Macedo, responsável pela área de Inovação da Algar Agro, acrescenta que o evento gera muitas oportunidades. “No ano passado fizemos algumas conexões, evoluímos com alguns contatos e este ano devemos seguir com umas cinco startups que conversamos aqui, além de termos fechado um contrato com a Beenoculus”, explica. A empresa tem hoje parceria com seis startups, em estágios diferentes, algumas prototipando e outros que já viraram projetos, trazendo retorno financeiro à operação.

O gerente-geral de Sustentabilidade e Inovação da Votorantim S.A, David Canassa, destaca a importância das startups “Em um ambiente de negócios cada vez mais complexo, as startups podem dar agilidade, aumentar a produtividade das operações, propor novos produtos e possibilidades de negócios ao portfólio”.

Simultaneamente ao evento aconteceu a 5ª edição do Encontro Acadêmico em Inovação Colaborativa, que contou com a participação de pesquisadores, professores doutores e doutorandos que estudam empreendedorismo corporativo e redes de inovação. Os participantes conheceram o “Observatório de Startups”, iniciativa que compila e disponibiliza dados sobre inovação e empreendedorismo para fins acadêmicos e participaram de uma “visita guiada” à metodologia de categorização/classificação de startups.

Vitrine das Startups

Uma das novidades desta edição foi a Vitrine das Startups, espaço para que as top 10 startups de 2016 contassem rapidamente sobre a evolução de seus negócios aos longos dos últimos 12 meses. O resultado foi bastante positivo, com as startups realizando negócios com grandes empresas e algumas já recebendo investimentos Series A ou B. São elas: Lean Survey, Beenoculus, Nexxto, Reachr, Prosumir, Storymax, Ominize, Dr. Cuco, Nama e Virtual Care.

Movimento 100 Open Startups

Durante a 9ª edição da Oiweek, aconteceu a etapa final do movimento que obteve recorde de avaliações. No último semestre, mais de 2.100 avaliadores representaram 317 grandes empresas que classificaram online (4.356 avaliações) e presencialmente (2.287 avaliações) cerca de 2.700 projetos de startups. As etapas incluíram reuniões e demo days em diversas cidades do Brasil – Campinas, Curitiba, Rio de Janeiro, São José dos Campos, Recife, Porto Alegre, São Paulo, Florianópolis e Belo Horizonte – e do exterior – Bangalore (Índia) e Pittsburgh (Estados Unidos). As 150 startups selecionadas para o evento passaram por novas reuniões, avaliações e pitches com investidores e executivos. As que obterem melhor desempenho na Oiweek irão compor o ranking do Movimento 100 Open Startups 2017, o qual está em fase de conclusão.

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IBGC realiza segunda edição do curso para conselheiros com foco em sociedades de economia mista

O IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa) anuncia a abertura das inscrições para a segunda edição do Curso para Conselheiros de Administração de Sociedade de Economia Mista, que será realizado entre os dias 20 e 24 de março, em São Paulo (SP). O objetivo é capacitar os profissionais que já atuam ou desejam atuar em conselhos de administração de empresas estatais (sociedades de economia mista e empresas públicas), seguindo as melhores práticas de governança corporativa.

“Administradores de todos os tipos de estatal, empresas públicas ou sociedades de economia mista, podem se beneficiar com o curso, apesar de o foco estar nas de capital misto, por causa de seu maior impacto no PIB e dos conflitos adicionais resultantes da convivência entre investidores privados e o acionista controlador público”, explica Heloisa Bedicks, superintendente-geral do IBGC. O treinamento foi desenvolvido ainda antes da Lei 13.303/2016 e foi revisado e ajustado para atender à demanda de conhecimento gerada pela chamada Lei das Estatais, que exige uma série de mecanismos de governança, incluindo requisitos mínimos para o funcionamento dos conselhos e a nomeação de administradores. “Outra exigência é de que os conselheiros se atualizem a cada ano, fazendo desse curso uma ferramenta importante para cumprimento da legislação”, completa Heloisa.

O curso faz parte de um projeto internacional do Center for International Private Enterprise (CIPE), que conta com a participação de instituições do Brasil, Argentina e Venezuela e tem como objetivos fortalecer o intercâmbio de conhecimento sobre boas práticas de governança e aumentar o apoio para sua adoção nos três maiores países do Mercosul.

Para tornar o curso viável, o IBGC firmou uma parceria com o International Finance Corporation (IFC), membro do Grupo Banco Mundial, e do CIPE. O Banco Mundial foi responsável pelo treinamento dos instrutores e permitiu o uso de seu toolkit sobre boas práticas de governança em estatais durante as aulas. Já o CIPE financia parte dos custos do treinamento, tornando seu preço mais acessível aos participantes, sendo eles associados ou não ao IBGC, em função do interesse social que envolve a administração de empresas estatais.

A primeira edição ocorreu em Florianópolis, em novembro de 2016, e contou a participação de conselheiros de diversas companhias da região Sul e de servidores públicos indicados pela Secretaria de Estado da Fazenda de Santa Catarina.

No total, o curso tem duração de 40 horas, divididas em cinco dias de treinamento. No programa, estão previstas aulas sobre o funcionamento dos conselhos de administração, legislação em sociedades de economia mista, prevenção à corrupção e conflitos de interesse, entre outros temas.

Mais informações sobre o curso e inscrições podem ser obtidas no site do IBGC – http://www.ibgc.org.br/index.php/cursos/19864/curso-conselheiros-de-administracao-de-sociedade-de-economia-mista-2a-edicao-sao-paulo -, pelo telefone (11) 3185-4200 ou pelo e-mail secretaria@ibgc.org.br.

Curso: Conselheiros de Administração de Sociedade de Economia Mista

Datas: De 20 a 24 de março, das 8h às 17h30
Local: WTC Events Center – 4º andar
Endereço: Avenida das Nações Unidas, 12.551 – São Paulo – SP

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5 formas de obter mais engajamento no e-commerce

Fazer compras online está cada vez mais comum, em razão da comodidade, agilidade ou benefícios oferecidos caso o cliente opte pelo e-commerce. Mesmo em um ambiente virtual, os clientes têm a expectativa de receber algum tipo de atendimento ou suporte durante a compra e, de preferência, que seja ágil. Para isso, existem ferramentas certas que ajudam na interação com o cliente durante o processo de compra.

Gustavo Boyde, gerente de marketing para América Latina da LogMeIn, detentora do BoldChat, uma ferramenta de bate-papo que auxilia os centros de atendimento ao cliente, dá cinco dicas para ajudar a aumentar o engajamento da loja virtual com o cliente em seu processo de compra. Confira abaixo:

1. Utilize o autoatendimento para reduzir o número de chamadas;

Quando usados de forma apropriada, os canais de autoatendimento são ótimos para clientes e empresas. Os compradores conseguem a ajuda que precisam de forma completa, minimizando os períodos de espera, e as empresas, por sua vez, reduzem custos de suporte ao eliminar muitas solicitações rotineiras assistidas por equipes de atendimento.
Com canais de autoatendimento, como perguntas frequentes e respostas automáticas, a empresa pode ajudar o cliente a obter resposta as suas dúvidas sem a necessidade de entrar em contato diretamente com a empresa e assim reduzir o número de chamadas.

As respostas automáticas inteligentes podem dar aos clientes as soluções e sugestões necessárias sobre política de devolução, garantia e opções de produto, por exemplo.

2. Torne informações de contato acessíveis para elevar as taxas de conversão;

Para clientes móveis, quase a maioria classifica a “facilidade de encontrar opções de contato” como fator número um para garantir uma boa experiência móvel, sendo assim duas vezes mais importante do que outros fatores.

Tornar mais fácil para os clientes entrar rapidamente em contato com um assistente, fornecendo informações acessíveis ou chat ao vivo, permite garantir uma solução para o problema. Quanto mais rápido o cliente puder entrar em contato com um assistente e obter as respostas de que precisa, menores são as chances de ele ficar frustrado, desistir da compra e buscar um dos seus concorrentes. Estas iniciativas costumam ajuda no crescimento das taxas de conversão das vendas online.

Para Boyde, ferramentas de comunicação virtual são uma ótima alternativa para prestar auxílio rápido, individual e também uma oportunidade para fechar a venda. “O uso de ferramentas como o BoldChat tem um papel importante no processo de decisão dos clientes, para que eles tenham a capacidade de tirar suas dúvidas rapidamente e se sintam seguros para fechar a compra online”, salienta.

3. Utilize engajamento proativo para reduzir abandono de compras e elevar o valor médio dos pedidos;

O chat proativo, acionado com base em um conjunto predefinido de comportamentos, permite oferecer atendimento para clientes em momentos críticos dentro do processo de compra, enviando uma mensagem ou a oferta correta em diferentes situações. Usar recursos de análise do site ajuda a determinar em quais páginas o chat proativo deve ser empregado e quando enviar um convite para o cliente falar com um representante.

Usado estrategicamente, o chat proativo pode melhorar os resultados significativamente com um maior engajamento do cliente. Os visitantes que aceitam convite de chat proativo têm até quatro vezes mais chances de fazer uma compra do que os que não aceitam.

E os clientes que participam de uma sessão de chat, no qual é bem atendido, dificilmente irá abandonar suas compras e tendem, inclusive, a aumentar o valor total do carrinho com a inclusão de acessórios e serviços.

4. Ofereça múltiplos canais de atendimento para que o cliente escolha o seu favorito;

Como o maior número de canais de comunicação disponíveis, crescem também as chances de um cliente usar múltiplos canais para ter seu problema resolvido. 86% dos clientes usam cinco ou mais canais para buscar ajuda de acordo com um estudo do instituto de pesquisa Ovum encomendado pela LogMeIn. Isso se deve a diferentes preferências, dependendo da situação e do dispositivo usado.
Para Boyde, os clientes estão cada vez mais exigentes e querem ser atendidos em qualquer lugar e a qualquer momento. “Para elevar a satisfação e a fidelidade dos clientes, use uma estratégia de engajamento que possibilite a multicanalidade, permitindo inclusive atendimento direto pelas mídias sociais”, enfatiza.

5. Capitalize as demandas exclusivas dos clientes móveis;

Os dispositivos móveis estão se tornando uma parte muito importante na experiência de compras: 53% por cento dos clientes usam seus dispositivos móveis para pesquisar sobre um produto ou serviço antes de realizar a compra e 44% usam seus dispositivos móveis para fazer a compra, de acordo com pesquisa realizada pela consultoria Vanson Bourne.

Com o aumento da utilização de equipamentos portáteis, cresce também o nível de exigência dos clientes em relação aos serviços móveis. Para permanecerem competitivas, as empresas precisam de uma estratégia de engajamento móvel que trate o ambiente móvel diferentemente.

O engajamento móvel é uma disciplina distinta que requer consideração cuidadosa sobre treinamento de atendentes, tipos de ferramentas usadas e como medir o sucesso.

Uma ferramenta de Chat online deve funcionar diferente quando falamos de usuários de smartphones e de computadores. Existem diferenças importantes que devem ser consideradas, como o próprio tamanho da tela. O objetivo do Chat é ajudar na venda e não bloquear a tela do usuário em processo de compra dificultando a sua navegação.

Boyde salienta que é importante que a ferramenta de Chat escolhida pela empresa seja desenvolvida para o ambiente móvel e os mais diversos modelos de celular para assim garantir uma boa experiência nesse ambiente. Usuários móveis também são mais delicados, uma vez que muitas vezes estão em trânsito e com pouco tempo para resolver suas dúvidas. “Eles não têm tempo para serem colocados em espera ou serem transferidos para outro departamento e esperam que o problema seja resolvido o mais rápido possível”, conclui.

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Feicon Batimat lança aplicativo para smartphones

app-feicon A maior feira da construção civil e arquitetura da América Latina, a Feicon Batimat, lança aplicativo para smartphones. O app possui a agenda completa com todas as programações do evento, informações sobre expositores e palestrantes, além de dicas que facilitam o acesso ao evento, que em 2017 acontece no São Paulo Expo, de 04 a 08 de abril.

O aplicativo pode ser baixado gratuitamente para usuários Android através do Google Play e usuários do sistema iOS através da App Store. Tudo na palma da mão. Com o app é possível favoritar expositores e traçar uma rota pelo pavilhão para facilitar o trajeto, além de marcar produtos favoritos e lhes adicionar notas. Também é possível receber alertas das sessões escolhidas e não perder nada. Um diferencial do aplicativo é que ele também funciona off-line.

23ª FEICON BATIMAT

Data: entre 04 a 08 de abril de 2017
Horário: terça a sexta das 11h às 20h e sábado das 9h às 17h
Local: São Paulo Expo – São Paulo/SP – Brasil
Endereço: Rod. Imigrantes Km 1,5 s/n
Informações:www.feicon.com.br

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Fipecafi realiza palestra sobre “Gestão e Inovação de Startups”

O ranking da Endeavor (entidade líder no apoio a empreendedores no mundo), divulgado em janeiro deste ano, demonstra que São Paulo é cidade mais procurada por startups para empreender. De acordo com a Associação Brasileira de Startups (ABStartup), 1.306 empresas (31% do total) estão com a base tecnológica na capital paulista. Com o crescimento do segmento, a Faculdade Fipecafi, instituição de finanças e contabilidade da FEA/USP, realiza na quarta-feira (15), a palestra “Gestão e Inovação de Startups”, às 19h, na sede da instituição em São Paulo.

O evento tem como objetivo disseminar conhecimento e fornecer às pessoas informações e orientações para quem tem a intenção de ingressar no mercado. A palestra, que será realizada pelo sócio-diretor do aplicativo “Filho sem Fila”, Léo Gmeiner, que está negociando a ferramenta para o mercado americano, terá mediação do Prof. Me. Diogo Carneiro, coordenador do curso de extensão “Gestão da Inovação em Startup”.

CICLO DE PALESTRAS – GESTÃO E INOVAÇÃO DE STARTUPS

Data: 15/03/2017
Horário: 19h
Local: Faculdade Fipecafi – Rua Maestro Cardim, 1.170 – Bela Vista
Inscrições: confirma.evento@fipecafi.org
Informações: (11) 2184-2000
Site: http://www.fipecafi.org/

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BIM, IoT e BI: edifícios gastões – Por Marcus Granadeiro

Quando compramos um carro nos preocupamos em avaliar o seu consumo, o custo do seguro além dos aspectos relacionados à manutenção. A razão para isto parece simples e óbvia: o mercado valoriza carros e marcas que prezam estes aspectos. Os modelos novos custam mais, os usados são mais valorizados.

Se para comprar um carro há esta preocupação, por que ela não ocorre na compra de um imóvel? Por que não se busca entender se o projeto foi desenvolvido pensando na usabilidade, no conforto e na economia operacional? Por que o mercado não valoriza estes aspectos já que passamos muito mais tempo com os imóveis do que com os carros e que os gastos com a operação dos imóveis serão inevitavelmente maiores e mais representativos do que um tanque de combustível?

Uma arquitetura que não pensou na ventilação natural, uma janela de tamanho inadequado, colocada na face errada da edificação, uma economia no material de vedação, projetos elétricos deficientes e focados em apenas reduzir o custo da obra e não em otimizar a operação, economia nos sistemas de aquecimento de água etc. Todos estes são exemplos comuns de obras que foram feitas para custar menos na aquisição, mas muito mais na operação. São nossos “edifícios gastões”.

Pessoas que, conscientemente, não comprariam um muscle car v6, que são carros com potência, tamanho e performance elevada, pois se tratam de consumidores ambientalmente preocupados, estão comprando “edificações beberronas” e fazendo isto sem se atentar. O mercado, que está avidamente competindo por preço, deve buscar o custo operacional como diferencial com cada vez mais intensidade.

Neste cenário, o BIM (Building Information Model), a Internet das Coisas (IoT) e o BI (Business Intelligence) têm muito a contribuir.

O BIM é a construção virtual. Com ele, conseguimos fazer estudos, simulações, vislumbrar e antever o comportamento da edificação antes que ela exista fisicamente. Isto é fundamental desde as fases iniciais de projeto para que se crie um projeto otimizado para a operação a partir do início. É o BIM que vai poder dizer quanto a edificação vai consumir, quando será necessário ligar o ar condicionado, acender as lâmpadas e o que se consumirá de energia, gás e água.

Assim como um carro tem um painel com hodômetro, velocímetro e contador de rotações do motor, sendo que para isto possui sensores nas rodas e motor para coletar os dados, vamos precisar inserir sensores na edificação para medi-la, avalia-la e conhecê-la. Vamos fazer isto não apenas para checar se as simulações do BIM estavam certas, mas para fornecer insumos para uma manutenção mais eficiente e para registrar o que já aconteceu com a edificação. Você compraria um carro sem saber quantos quilômetros ele rodou e quanto ele performa? Você compraria um carro apenas consultando o ano de fabricação? Sem a internet das coisas é assim que compramos imóveis usados.

A terceira tecnologia que vem para apoiar esta mudança é o BI e ela se torna necessária, pois o volume de dados gerados nas simulações e pela internet das coisas é enorme. É o tal do Big Data. Para que possamos realmente tirar proveito deles não basta colocá-los em uma planilha, há necessidade de desenvolver análises bem mais profundas. Análises com regressões, cruzamento de dados e incorporação de visualizações em gráficos e diagramas dinâmicos, que é justamente a entrega que o BI faz.

A conclusão é que nossos “edifícios gastões” são oportunidades e não obstáculos e que é necessário mudar este cenário, seja por uma questão mais macro sob o ponto de vista de energia, seja como necessidade de se criar diferenciais em um mercado competitivo e em crise.

Marcus Granadeiro, engenheiro civil formado pela Escola Politécnica da USP, presidente do Construtivo.

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Inovação desempenhará função crítica na gestão de fundos de hedge, afirma KPMG

Os gestores de fundos hedge estão inovando e aumentando os investimentos em tecnologias, visando a criar novas vantagens competitivas e abordar questões regulatórias e operacionais, de acordo com o estudo intitulado “Mudança transformadora: como a inovação e tecnologia estão moldando a indústria”. Segundo a pesquisa, 90% dos entrevistados disseram que atualmente estão investindo em tecnologias para aprimorar os controles e o compliance e 88% deles estão identificando objetivos de eficiência como o principal motivo. O relatório foi realizado pela KPMG e contou com a participação de mais de cem gestores globais de fundos de hedge.

“Essa pesquisa salienta que os gestores de fundos hedge estão fazendo investimento em tecnologias e estão focados em ser mais eficientes tanto em compliance regulatório, como em operações. Em última análise, isso deverá resultar em um setor mais sólido com controles mais rígidos e desempenho melhor, disse o sócio-líder de Hedge Funds da KPMG no Brasil, Lino Junior.

Fundos hedge recorrem à tecnologia como vantagem competitiva

Entre os participantes da pesquisa, 74% disseram que acreditam que as tecnologias comerciais automatizadas terão algum impacto sobre os retornos de fundos hedge, nos próximos cinco anos, e 58% avaliaram que a inteligência artificial e o aprendizado de máquina terão de médio a alto impacto sobre o setor nos próximos cinco anos. Já 94% estão plenamente confiantes de que a tecnologia terá um impacto sobre a concorrência nos próximos cinco anos.

Quando questionados sobre o risco relacionado à utilização de dados com o uso da tecnologia, os entrevistados ser mostraram preocupados com os riscos relacionados aos dados: 83% deles disseram que a segurança cibernética é um recurso tecnológico importante que atrairá investimentos significativos.

“O investimento em novas tecnologias auxiliará a manter o setor à frente da concorrência a longo prazo, proporcionando retornos consistentes e positivos em termos de riscos para os investidores enquanto continua a tratar dos encargos regulatórios cada vez mais altos”, analisa o sócio.

Sobre a pesquisa

O estudo intitulado “Mudança transformadora: como a inovação e tecnologia estão moldando a indústria” (do original em inglês, Transformative Change: How innovation and technology are shaping an industry) foi feito pela KPMG em parceira com a Alternative Investment Management Association (AIMA) e com a Managed Funds Association (MFA). O relatório contou com a participação de mais de cem gestores globais de fundo hedge representando aproximadamente US$ 300 bilhões de ativos sob gestão. Para acessar o estudo, clique no link https://home.kpmg.com/xx/en/home/insights/2016/10/transformative-change-fs.html.

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Seja Digital já distribuiu um milhão de kits gratuitos para TV digital no Brasil

Esta semana a Seja Digital, entidade responsável por operacionalizar a migração do sinal analógico para o sinal digital da televisão no Brasil, atingiu o marco de 1 milhão de kits gratuitos distribuídos às famílias inscritas em programas sociais do Governo Federal. Só na região metropolitana de São Paulo, localidade que terá seu sinal analógico desligado no próximo dia 29 de março, já foram entregues mais de 700 mil kits e a previsão é entregar ao todo 1,8 milhão até o fim do processo. Ao mesmo tempo, a distribuição começou na região metropolitana de Goiânia, onde mais de 70 mil famílias já retiraram os kits e já podem assistir aos canais abertos de televisão pelo sinal digital.

A distribuição dos kits começou em meados de 2015, quando o processo de desligamento do sinal analógico de televisão acontecia na cidade de Rio Verde, em Goiás. Cerca de 16 mil famílias da cidade receberam o kit e puderam preparar suas casas para o sinal digital. Em novembro de 2016, Brasília e outras nove cidades da região tiveram o sinal analógico de TV desligado e mais de 337 mil famílias receberam o kit gratuito.

Até dezembro de 2018, cerca de 14 milhões de famílias de mais de 1300 cidades também receberão seus kits gratuitos. Com esses equipamentos distribuídos e devidamente instalados, as famílias de baixa renda das cidades onde o sinal digital de televisão substituirá o sinal analógico continuarão a ter acesso à programação dos canais abertos de televisão.

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Trigg apresenta cartão de crédito digital inovador no mercado brasileiro

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A fim de levar aos consumidores um cartão de crédito inovador, muito além do que apenas uma forma de pagamento, a fintech Trigg (https://www.trigg.com.br/) acaba de lançar um cartão de crédito digital completamente diferente dos cartões existentes hoje no mercado. A novidade traz benefícios tanto para o usuário quanto para a sociedade.

O Trigg Visa pode ser solicitado por meio de aplicativo no celular (IOS e Andoid) e permite ao usuário um cashback de até 1.3% do valor gasto na fatura mensal, que poderá ser utilizado como crédito na fatura ou doados para o Triggers powered by Visionários (www.triggers.com.br), programa de empreendedorismo social. Trata-se do único cartão no Brasil conectado à uma ideia de fomento ao empreendedorismo social. “Considerando, por exemplo, um retorno de 1% ao mês, se o cliente tiver uma gasto mensal de R$3.000,00, seu resgate mensal será de R$30,00, o que totaliza R$360,00 no ano”, explica Marcela Miranda, sócia e Head da Trigg.

“Estamos trazendo para o mercado brasileiro mais que um cartão de crédito, mas uma nova forma de pensar a tecnologia digital aplicada ao mundo das finanças. É uma lógica que envolve cooperação, mutualidade e renúncia em benefício do apoio e desenvolvimento de negócios naturalmente sustentáveis.”, ressalta Marcela.

Triggers powered by Visionários é um programa de empreendedorismo social, em que grupos de jovens, mentorados por grandes lideranças, resolvem desafios, participam de um programa de pré-aceleração e no final, a equipe que apresentar uma grande ideia com modelo de negócio validado, receberá uma empresa já constituída, 4 meses de aceleração e um investimento de R$ 50.000,00. Esse investimento poderá ser maior, se os clientes do cartão Trigg se identificarem e “investirem” uma parte do seu cashback.

O cartão ainda permite uma experiência 100% digital, permitindo que o cliente faça tudo pelo aplicativo de maneira prática e rápida. Acesso à fatura, bloqueio e desbloqueio, consulta e alteração de limite etc. As compras online podem ser realizadas desde o momento da aprovação da análise de crédito do usuário, antes mesmo da chegada do cartão físico; não há necessidade de ter uma conta em banco, além da gratuidade da anuidade do cartão nos três primeiros meses.

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Sebrae-SP e BNDES apresentam linhas de crédito para micro e pequenas empresas

O Escritório Regional do Sebrae-SP em Campinas, em parceria com BNDES e o CIESP, realizará o Seminário de Crédito Sebrae-SP – BNDES, no dia 15 de março, em Campinas, às 9h. O evento irá difundir as diferentes opções de linhas de crédito e as facilidades ofertadas pela instituição para micro e pequenas empresas de todos os segmentos. A ação será no CIESP Campinas, localizado na rua Padre Camargo Lacerda, 37, no bairro Bonfim. As inscrições gratuitas podem ser feitas pelo telefone (19) 3284-2230 ou 0800 570 0800. As vagas são limitadas.

O seminário está dividido em dois momentos. O primeiro será uma apresentação do BNDES sobre como acessar as linhas de crédito disponíveis pelo banco; em seguida, as instituições financeiras, que operam as linhas de crédito do BNDES, farão atendimento sobre as possibilidades de negociação. O evento proporcionará um momento para atendimento individual aos empreendedores interessados nos produtos oferecidos.

“Muitas pessoas pensam que o BNDES é um banco para grandes empresas e investimentos vultosos, mas é um mito. As linhas de crédito podem ajudar na implantação de vários projetos das micro e pequenas empresas. Convidamos os empresários de Campinas para este evento esclarecedor, que contribuirá para a melhoria da gestão de negócios e de inovação”, comenta o analista do Escritório Regional do Sebrae-SP em Campinas, Reginaldo Oliveira.

Seminário de Crédito Sebrae-SP – BNDES

Público-alvo: Micro e pequenas empresas

Data/horário: 15/03/17, das 9h às 12h

Local: CIESP Campinas – Rua Padre Camargo Lacerda, 37 – bairro Bonfim – Campinas/SP

Inscrições e informações: (19) 3284-2230 ou 0800 570 0800– Escritório Regional do Sebrae-SP em Campinas

Atividade Gratuita. Programação sujeita à alteração

Vagas limitadas

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Compliance: cinco questões que devem ser analisadas

Em tempos conturbados, surge uma área até então pouco conhecida pelos brasileiros, a área de “compliance”, ou conformidade. “Ela entra em cena como um agente essencial na vida de uma empresa, se destacando após o início das investigações anticorrupção”, diz Luiz Fernando Godoy, um dos fundadores da Equipo Gestão e consultor desde 1990.

Com objetivos natos de investigações internas, prevenção à fraude e aderência à governança corporativa da organização: podemos afirmar que o “compliance” de uma empresa deveria também analisar os fornecedores de sua organização. “As responsabilidades solidárias e subsidiárias estão em moda, e nada como evitar uma desagradável surpresa ao descobrir um parceiro envolvido em casos de escândalos, ou mesmo interferindo desastrosamente em sua operação”, diz Godoy.

A Equipo Gestão, que oferece serviços voltados à soluções para grandes empresas, chegou no mercado em 2010 e já gerou mais de 250 milhões em economia para seus clientes. A empresa pontuou cinco questões que devem ser analisadas nesse relacionamento tomador e prestador:

1 – Responsabilidade Fiscal:

É essencial garantir que seu parceiro cumpra com suas obrigações legais (fiscais e previdenciárias) de acordo com as leis vigentes. Os órgãos governamentais emitem certificados periódicos de regularidade fiscal e tributária, eles devem ser analisados, não só evitando passivos financeiros por responsabilidade, mas também pela análise de riscos de sua operação.

Um parceiro com cadastro antigo e desatualizado e não monitorado pode estar comprometido financeiramente e acarretar baixa de qualidade de seus entregáveis até a interrupção repentina de fornecimento.

2 – Portal da Transparência

O Portal da Transparência do Governo Federal é uma iniciativa da Controladoria-Geral da União (CGU), lançada em novembro de 2004, para assegurar a boa e correta aplicação dos recursos públicos. O objetivo é aumentar a transparência da gestão pública, permitindo que o cidadão acompanhe como o dinheiro público está sendo utilizado e ajude a fiscalizar.

3 – Análise do “Cnae”:

O CNAE, ou Classificação Nacional de Atividades Econômicas define os critérios de enquadramento usados pelos mais diversos órgãos da administração tributária do Brasil. Um parceiro com seu (s) CNAE (s) incorretos podem gerar desoneração tributária, levando à sonegação.

O tomador deve verificar se a empresa parceira está legalmente apta a exercer a atividade econômica a qual ela pretende fornecer.

4 – Verificação da Condição de Trabalho:

Solicitar uma declaração de compromisso, e verificar sempre que possível, se seu parceiro: respeita as leis sobre trabalho escravo e trabalho infantil; proporciona um ambiente de trabalho seguro e saudável; respeita o direito de todos os funcionários de formar ou associar-se a sindicatos; reprima qualquer atitude de discriminação por raça, classe social, nacionalidade, religião, deficiência, sexo, idade, orientação sexual, associação sindical ou política.

5 – Relacionamento com agentes públicos:

Ter clareza de informação caso seu parceiro seja um agente público/político e que possa influenciar de forma privilegiada as suas relações empresarias, direta ou indiretamente, no ato do relacionamento entre você e seu parceiro.

Além de ter clareza de informação se seu parceiro ou seus acionistas são “Pessoas Politicamente Expostas – PPE”, em período definido na legislação aplicável.

Realizar todas essas análises pode não ser uma tarefa das mais simples, afinal estamos falando aqui sobre uma quantidade enorme de documentos que devem trafegar entre as empresas, além de todo o processo de análise e relato final. “Talvez seja por isso que muitas empresas acabam desistindo dessa prática, deixando seus cadastros totalmente desatualizados e relegados a segundo ou terceiro plano”, comenta Godoy.

A Equipo Gestão oferece o serviço de Outsourcing de todo o processo de cadastro, homologação e monitoramento de fornecedores, garantindo uma total aderência entre a condição dos proponentes fornecedores e as normas e regras de seus clientes.

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