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SONDA investe R$ 1 milhão em célula de cientistas de dados para atuar no modelo Insight-as-a-service

Para apoiar o seu processo de vendas baseado na verticalização, que passou a atender por segmentos de mercado, tais como telecom, utilities, varejo e finanças, a SONDA, maior companhia latino-americana de soluções e serviços de tecnologia, anuncia o investimento da ordem de R$ 1 milhão no seu centro de competência de aplicações de negócio para atuar no modelo Insight-as-a-service.

A nova célula, que conta com o um time de dez cientistas de dados e está sob o comando do diretor de Analytics e Big Data, Eduardo Pugliesi, tem como foco desenhar soluções no modelo Insight-as-a-service para atender as verticais estratégicas de acordo com as necessidades singulares dos setores.

A oferta chega para agregar vantagem competitiva ao negócio do cliente. “Os tipos de análises que conseguimos obter com o uso dessa prática é muito rica ao negócio do cliente. No modelo tradicional, é necessário investimentos de longo prazo para aquisição de ambiente, criação de modelos e softwares específicos, que têm custo alto. Além desse setup, é necessário um trabalho recorrente de perfis específicos que necessita de ajustes de acordo com a evolução do negócio, ou seja, é um organismo vivo, que usa conceitos de machine learnig, pois não só coletamos os resultados de ações de captação, conversão e retenção, mas também como o mercado muda depois dessas ações”, explica Pugliesi.

A oferta da SONDA propõe a terceirização de todo ambiente, pessoas e ferramentas, resultando na entrega de insights e, se necessário, atuação direta junto à área de negócio para a execução de determinadas ações sobre a informação.

“A proposta desta célula é possibilitar ao mercado a utilização de tecnologias de big data, machine learning, data mining, algoritmos matemáticos, entre outras, sem a necessidade de um investimento elevado em infraestrutura e suporte interno de TI, haja vista que é um desafio para as empresas, pois se tratam de ambientes caros, específicos, sem contar com a escassez de perfis profissionais estatísticos que entendam do negócio”, explica Pugliesi.

Em outras palavras, a SONDA passa a ofertar ao mercado um pacote de serviços e soluções disponibilizados em nuvem por meio da modalidade SaaS (Software as a Service), possibilitando vender mais gastando menos, assim como aumentar a penetração da empresa dentro do cliente, o que traz um grau de fidelização maior e, principalmente, uma experiência melhor na jornada do relacionamento do cliente com a empresa.

“A célula possibilitará empresas serem mais competitivas, utilizando métodos e conceitos que fazem a diferença no negócio com redução de custos. Para clientes que têm a necessidade, mas ainda não desenvolveram sua estratégia, o modelo possibilita a utilização em curtíssimo prazo com um custo muito reduzido, além de mais conhecimento, uma vez que promove uma venda integrada, que busca atender as exigências de negócio do cliente com base na alta disponibilidade de insights para fomentar o desenvolvimento de novos mercados, segmentos, clientes e oportunidades”, finaliza Pugliesi.

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Parceria com a Microsoft amplia utilização de tecnologia na rede municipal de ensino em São Paulo

Foto: Túlio Vidal

Foto: Túlio Vidal

Uma parceria entre a Prefeitura de São Paulo e a Microsoft vai ampliar a utilização de tecnologia na rede municipal de ensino. A iniciativa oferecerá a alunos e professores acesso às plataformas educacionais da empresa, além de ofertas de capacitação e doação de software. O trabalho conjunto foi oficializado nesta terça-feira (28). O prefeito João Doria assinou a autorização para que a empresa e a Secretaria Municipal da Educação fechem cooperação técnica. Também participaram do evento o secretário municipal de Educação, Alexandre Schneider, o presidente da Microsoft América Latina, César Cernuda, e a presidente da Microsoft Brasil, Paula Bellizia.

A iniciativa contribuirá para a implantação, nas escolas de ensino fundamental, dos Laboratórios de Educação Digital (LED), que transformarão os laboratórios de informática em espaços colaborativos e orientados para resolução de problemas, permitindo a criação de um currículo educacional que trabalhe linguagem digital. Outro projeto beneficiado é o CEU21, que transformará os Centros Educacionais Unificados (CEUs) em polos de educação digital e experimentação, abertos aos alunos e à comunidade.

O acordo prevê a capacitação em tecnologia de estudantes da rede municipal, com programas de estímulo à criação de ideias inovadoras e à geração e desenvolvimento de startups. O foco da ação são as crianças e jovens do Ensino Fundamental, com idade a partir de 6 anos. A empresa oferecerá ferramentas para postagem de conteúdos, elaboração de aulas, sites, blogs, fóruns de discussão e avaliações, além de permissão para uso gratuito do Microsoft Imagine, software de desenvolvimento e design de programas.

Conteúdos online gratuitos para capacitação básica em tecnologia da informação também estarão disponíveis por meio da plataforma Microsoft Virtual Academy. Este programa dá acesso a ferramentas de aprendizado e a um currículo completo de cursos, que inclui o desenvolvimento de habilidades fundamentais e treinamentos técnicos avançados para alunos e professores.

Além da inclusão digital, a parceria facilitará trabalhos pedagógicos, como a realização de pesquisas e atividades colaborativas entre os alunos, de projetos de criação, resolução de problemas, autonomia, autoria e construção de protótipos. Serão beneficiados pela parceria os 422.110 estudantes do Ensino Fundamental e 58.991 docentes da rede municipal.

Todas as escolas municipais também terão acesso gratuito à plataforma de produtos Microsoft, incluindo licenças de tecnologias da empresa, como o Office 365 Educacional, com Word (editor de textos), Excel (planilha de cálculos), PowerPoint (apresentação de slides), OneNote (bloco de notas dinâmico) o OneDrive (armazenamento de arquivos).

Outra novidade é a oferta de capacitação de professores pelo programa Professores Embaixadores, em temas relacionados à inserção da tecnologia no processo de aprendizado e no uso das ferramentas disponibilizadas na parceria. Para promover a inovação em sala de aula, os professores e diretores de escolas também serão cadastrados na Comunidade de Educadores Microsoft, portal de colaboração mundial para educadores, em que é possível acessar recursos didáticos, fóruns de discussão, ferramentas e aplicativos gratuitos para download e uso em sala de aula.

Softwares da empresa serão doados para ONGs parceiras do município que atuam em projetos de alfabetização em informática. Para facilitar a comunicação dos cidadãos com a administração municipal, será ainda disponibilizado o aplicativo “Microsoft Cidadão Conectado”, que permite a fiscalização de dificuldades, o envio de proposta de soluções, a avaliação dos serviços da Prefeitura, acompanhando o desempenho de políticas públicas para a construção de melhores cidades. O termo de cooperação tem vigência de 60 meses, e os investimentos em programas são equivalentes a R$ 15 milhões.

No alto, Paula Bellizia, presidente da Microsoft Brasil, César Cernuda, presidente da Microsoft América Latina, e o prefeito de São Paulo, João Doria, após a oficialização da parceria para ampliar a utilização de tecnologia nas escolas da rede municipal.(Foto: Túlio Vidal)

Fonte: Microsoft Brasil

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AWS anuncia o Amazon Connect

A Amazon Web Services, Inc. (AWS), uma empresa da Amazon.com (NASDAQ: AMZN), acaba de anunciar o Amazon Connect, um serviço de autoatendimento para centros de contato baseado na nuvem que facilita a entrega de um melhor atendimento ao cliente para qualquer empresa a um custo reduzido. O Amazon Connect é baseado na mesma tecnologia de centros de contato usada pelos associados de atendimento ao cliente da Amazon de todo o mundo, que potencializa milhões de conversas com clientes. A configuração de um centro de contato baseado na nuvem é realizada com apenas alguns cliques no AWS Management Console, e os atendentes começam a receber chamadas em poucos minutos. Não é necessário realizar pagamentos antecipados ou compromissos de longo prazo nem possuir uma infraestrutura específica para usar o Amazon Connect. Os clientes pagam por minuto pelo uso do Amazon Connect e pelas tarifas de telefonia associadas. Para começar a usar o Amazon Connect, acesse https://aws.amazon.com/connect.

O centro de contato é a linha de frente do ativo mais importante de uma empresa: o relacionamento com seus clientes. Porém, as soluções para centros de contato tradicionais são complicadas e caras. As empresas frequentemente precisam investir em sistemas de hardware e software exclusivos e caros, cuja implementação pode levar meses ou até mesmo anos e que demandam habilidades especializadas para a sua configuração, além de precisar de consultores para a implementação. O sistema de licenciamento é inflexível, o que dificulta o dimensionamento conforme a flutuação dos volumes de contato.

Com o Amazon Connect, os clientes podem configurar um “centro de contato virtual” em minutos. Não há infraestrutura a implementar nem gerenciar. Assim, os clientes podem ampliar ou reduzir seu centro de contato virtual do Amazon Connect, incorporando até dezenas de milhares de atendentes em resposta aos ciclos dos negócios (como promoções-relâmpago, picos sazonais ou lançamento de novos produtos), e eles pagam somente pelo tempo de interação dos autores da chamada com o Amazon Connect e pelas taxas de telefonia associadas. A interface gráfica do Amazon Connect facilita o design de fluxos de contato para usuários não técnicos, o gerenciamento de atendentes e o monitoramento de métricas de desempenho. Nenhuma habilidade especializada é necessária. O Amazon Connect também possibilita o design de fluxos de contato que ajustam a experiência do cliente. Os fluxos de contato podem mudar com base nas informações obtidas pelo Amazon Connect junto aos serviços da AWS (como o Amazon DynamoDB, o Amazon Redshift e o Amazon Aurora) ou sistemas de terceiros (por exemplo, soluções de CRM ou de lógica analítica). Por exemplo, uma companhia aérea pode desenvolver um fluxo de contato no Amazon Connect para reconhecer o número de telefone do autor de uma chamada, pesquisar seu horário de voo em um banco de dados de voos e apresentar opções como “remarcar” ou “cancelar” se o autor da chamada tiver perdido um voo. Os clientes também podem construir fluxos de contato em linguagem natural com o Amazon Lex, um serviço de inteligência artificial (IA) que usa a mesma tecnologia de reconhecimento automático de voz (ASR) e de compreensão de linguagem natural (NLU) do Amazon Alexa. Assim, os autores das chamadas podem simplesmente dizer o que desejam em vez de ouvir longas listas de opções de menu e adivinhar qual é a mais apropriada para o que precisam.

“Há 10 anos, decidimos desenvolver nossa própria tecnologia de centro de contato porque as soluções existentes na época não ofereciam a escala, a estrutura de custos e os recursos que precisávamos para entregar um atendimento de excelência para nossos clientes de todo o mundo”, diz Tom Weiland, vice-presidente do atendimento ao cliente global da Amazon. “Essa escolha foi um diferencial para nós, pois é usada hoje por nossos atendentes em escala mundial em milhões de interações com nossos clientes”. “Estamos muito contentes em oferecer esta tecnologia como um serviço da AWS com a simplicidade, a flexibilidade, a confiabilidade e o custo-benefício da nuvem”.

A GE Appliances fabrica dispositivos há mais de 100 anos e, hoje, oferece uma grande variedade de opções sob as marcas Hotpoint, GE, Haier, GE Café, GE Profile e Monogram. “O Amazon Connect representa uma mudança radical no panorama dos centros de contato. Não há complexidade na configuração e gerenciamento do hardware e ele usa a voz como uma aplicação na rede. Podemos conectar rapidamente a qualquer coisa, além de ser fácil acessar os microsserviços da AWS que já desenvolvemos”, diz Brian Pearson, CTO da GE Appliances. “Nossa empresa esforça-se continuamente para aprimorar a experiência de propriedade de nossos clientes. Com o Amazon Connect, podemos, ao mesmo tempo, simplificar e personalizar a experiência, alinhando nossos processos para atender melhor às necessidades deles. Estamos muito contentes em usar o Amazon Connect, uma solução centrada no cliente, para migrar para um modelo de call center definido por software”.

Com sede em Raleigh, NC (EUA), a Bandwidth é uma empresa de software de comunicação que equipa as principais marcas com soluções de voz e mensagens. “O Amazon Connect nos ajuda a agilizar as operações e aumentar a eficiência de nossos funcionários”, diz Ryan Henley, vice-presidente de sucesso de clientes da Bandwidth. “Agora, nossos atendentes podem trabalhar remotamente sem dificuldades usando os recursos de telefonia oferecidos pelo Amazon Connect. Nossos líderes de call center podem analisar rapidamente as chamadas com representantes, fornecendo um rápido ciclo de feedback para aprimorar continuamente seu desempenho”.

A equipe 100% remota da AnswerConnect ajuda a garantir que seus clientes nunca perderão uma chamada novamente, oferecendo recepção ao vivo e secretária eletrônica 24h por dia, 365 dias ao ano para empresas do mundo todo. “Precisamos estar disponíveis para nossos clientes 24h por dia, 365 dias por ano, faça chuva ou faça sol”, diz Natalie Fung, CEO da AnswerConnect. “Como somos uma empresa 100% remota, precisamos de um telefone virtual baseado na nuvem para dimensionarmos facilmente, mantermos a conexão de nossos funcionários remotos e nos proporcionar a disponibilidade ininterrupta pela qual somos famosos. O Amazon Connect nos proporcionou tudo isso e muito mais. Temos visibilidade dos nossos históricos e relatórios em tempo real. O Amazon Connect integra-se facilmente aos nossos sistemas, e o preço baseado em uso é ideal para acomodar nossas necessidades de escala sazonal sem impacto financeiro. Esses fatores facilitaram muito nossa decisão de migrar para o Amazon Connect. Foi a escolha perfeita para nós e para nossos clientes”.

O Amazon Connect integra-se a um grande conjunto de ferramentas e infraestruturas da AWS para que os clientes gravem chamadas no Amazon S3 (Simple Storage Service); usem o Amazon Kinesis para enviar os dados métricos do centro de contato para o Amazon S3, Amazon Redshift ou para uma solução externa de data warehouse; usem o Amazon QuickSight para visualização e lógica analítica de dados; e usem o AWS Directory Service para que os atendentes utilizem suas credenciais corporativas para fazer login no Amazon Connect. Ele também se integra às principais ofertas de CRM, gerenciamento de força de trabalho (WFM), lógica analítica e help desk da Appian, Calabrio, CRMNEXT, Freshdesk, Paxata, Pentaho, Pindrop, Salesforce, SugarCRM, Tableau, Twilio, VoiceBase, Zendesk e Zoho. Ou seja: os clientes podem incorporar a experiência do atendente com o Amazon Connect às aplicações já usadas por eles. Se eles precisarem de suporte adicional para integrações personalizadas, eles podem trabalhar com os parceiros de consultoria da AWS Partner Network: 1Strategy, Accenture, Aria Solutions, Persistent Systems, Slalom, Solstice IT, Voice Foundry e Wipro. O Amazon Connect já está disponível nos EUA e em 18 países da Europa. Nos próximos meses, ele será disponibilizado para ainda mais países.

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Fintech de crédito iEmpréstimos analisa o perfil e retorna ao cliente três minutos após a solicitação

Falta de agilidade no processo e altos custos são dois dos principais obstáculos que a iEmprestimos.com.br se propõe a romper na indústria de concessão de crédito brasileira. A empresa que iniciou suas atividades em janeiro, trouxe como um dos seus principais diferenciais competitivos velocidade na análise das propostas.

Três minutos após o preenchimento do cadastro e envio da solicitação de empréstimo, a equipe da iEmpréstimos entra em contato com o cliente para validar as informações cadastradas e confirmar a veracidade das informações preenchidas.

Outros diferenciais são, em virtude da alta tecnologia utilizada no processo de análise de crédito, a iEmpréstimos consegue ampliar as possibilidades do cliente conseguir um empréstimo. Além da redução do número de campos para preenchimento no formulário. São apenas 7 contra 50, em média, das demais empresas do setor.

A iEmpréstimos que opera como correspondente bancário já tem diversas parcerias entre bancos, financeiras e outras instituições. Desta forma, ela trabalha com os mais variados tipos de produtos de crédito. Para solicitar qualquer uma dessas alternativas, basta acessar ao site iEmprestimos.com.br pelo computador ou dispositivos móveis e seguir as orientações.

Para o idealizador e CEO da iEmpréstimos, Roger Madeira, o modelo de atuação da fintech visa estabelecer uma relação onde todas as partes envolvidas (banco e cliente) possam sair ganhando, rompendo os gargalos que impedem o pleno desenvolvimento deste setor. Segundo ele, atualmente o processo é lento, burocrático, caro e ineficiente. “As pessoas perdem muito tempo preenchendo formulários, são obrigadas a esperar dias para terem seus pedidos avaliados, arcam com custos do processo análise e caso não tenham suas solicitações aceitas, não servirão para nada”.

Para Madeira, a experiência é desestimulante. “Nossa proposta rompe com este ciclo. Queremos que o consumidor tenha praticidade na solicitação do empréstimo”, diz.

A base de infraestrutura tecnológica da iEmpréstimos combina as mais variadas tecnologias: Inteligência Artificial, Machine Learning, Computação Cognitiva, Modelos Computacionais de Predição de Risco, Blockchain, Big Data, Mineração de Dados, Psicometria e Computação em Nuvem.

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Clientes de viagens corporativas devem manter ou aumentar gastos em 2017

Buscar clientes fora da cidade-sede e ativar contratos já existentes estão entre os principais motivos para as empresas investirem em viagens corporativas. De acordo com estudo da Associação Latino Americana de Gestores de Eventos e Viagens Corporativas – ALAGEV, desenvolvido pela GfK, especializada em pesquisa de mercado, em parceria com o consultor Mauricio Emboaba Moreira, as expectativas em 2017 são favoráveis.

Das empresas entrevistadas, 26% afirmam que devem aumentar os investimentos em viagens corporativas, em 2017, enquanto 43% disseram que vão manter os gastos nos mesmos níveis do ano anterior. Já 32% devem reduzir os valores.

Entre as empresas que vão reforçar os investimentos, os principais motivos são: aumento no número de clientes ou contratos ativos fora da cidade sede da empresa (63%); aumento no número de viagens para identificação de novos ou potenciais clientes (54%); aumento do número de eventos corporativos fora da sede da empresa (46%); aumento no número de filiais, fábricas ou centros de distribuição (38%).

Já as empresas que pretendem reduzir os gastos com viagens corporativas, 60% disseram que vão utilizar mais soluções tecnológicas (conference calls e reuniões virtuais); e 40% vão ter redução do orçamento específico da área.

“Os clientes de viagens corporativas estão um pouco mais otimistas este ano, na comparação com o ano anterior. Viagens e Eventos corporativos continuam a ser uma excelente ferramenta para o crescimento dos negócios da empresa”, comenta Patricia Thomas, Presidente da ALAGEV.

Composição de gastos

De acordo com a pesquisa, na projeção para 2017, passagem aérea e hospedagem serão os principais gastos das empresas pesquisadas. Na distribuição do orçamento, 48% correspondem a passagem área; 30% hospedagem; 7% alimentação no local de destino; 6% locação de veículos; 5% remuneração da agência de viagem; 1% Sistema tecnológico de gestão de viagens corporativas (OBT); 3% outros.

Metodologia

A pesquisa quantitativa foi feita em fevereiro de 2017. A coleta dos dados primários foi realizada através de questionários eletrônicos fechados, enviados aos integrantes do cadastro da ALAGEV, sendo estes classificados em fornecedores e clientes. Dos questionários enviados, 194 foram respondidos e criticados, redundando numa amostra de 50 respondentes do segmento de clientes e 94 do segmento de fornecedores.

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Horário flexível e proximidade de casa motivam brasileiros que querem trocar de emprego

O estudo Trabalhador Digital, realizado pela Citrix, empresa norte-americana de tecnologia, identificou que os brasileiros estão buscando novas formas de trabalhar, o que leva as empresas a reavaliar suas estruturas, prioridades e investimentos para continuarem sendo atrativas. No Brasil, o salário deixou de ser o fator mais importante na busca por um novo emprego. Para 34% dos entrevistados, a flexibilidade de horário e o fato de trabalhar próximo de casa são fatores que pesam mais para essa decisão. A remuneração é apontada por 14% dos participantes como a motivação principal.

Os objetivos do estudo eram entender os aspectos valorizados em um emprego e saber a opinião das pessoas sobre a mobilidade como parte de uma nova dinâmica de trabalho. Um total de 77% dos entrevistados trabalha com pessoas que se encontram em outros escritórios ou cidades. Nesse contexto, colaborar de forma remota com colegas de empresa torna desnecessário o deslocamento físico para a execução das atividades. O aumento da produtividade é apontado por quase metade dos participantes: 45% acreditam que sua produtividade aumentaria se pudessem realizar seu trabalho em casa.

Mobilidade corporativa com segurança

Trabalhar de casa ou de qualquer lugar é uma possibilidade cada dia mais real para muitos e o receio de empregadores quanto à segurança das informações trafegando fora do escritório. Este estudo buscou compreender também qual o entendimento dos colaboradores de uma empresa quanto às políticas de segurança. No Brasil, 56% acham essas políticas restritivas, mas, mesmo assim, 88% acessam os dados corporativos por meio de dispositivos permitidos.

Os brasileiros mostram-se favoráveis à mobilidade, com 69% indicando que não veem problema em usar seu celular, tablet ou notebook pessoal para trabalhar. Porém, embora concordem em usar seus equipamentos pessoais para propósitos corporativos, o que lhes permite trabalhar de qualquer lugar, 52% não têm conhecimento das políticas da empresa para isso, o chamado BYOD (Bring Your Own Device). Nesse sentido, a educação do funcionário para o trabalho com segurança é fundamental. O estudo da Citrix apontou que no Brasil 49% dos participantes nunca receberam uma capacitação sobre condutas apropriadas para resguardo e segurança de dados corporativos.

“No Brasil, percebemos que a mobilidade se tornou uma parceira na rotina das empresas, porém é necessário garantir que trabalhar remotamente não seja sinônimo de vazamento de dados. Com uso de tecnologias específicas, o ambiente da empresa e o pessoal ficam separados, proibindo, por exemplo, que dados sejam copiados entre apps ou que as fotos tiradas para fins de trabalho sejam armazenadas no rolo de câmera pessoal”, afirma Luis Banhara, diretor geral da Citrix no Brasil.

O estudo também considerou quesitos de segurança das informações corporativas e identificou que no Brasil, 80% dos respondentes discutem assuntos da empresa em aplicativos de conversa como WhatsApp, o que abre brechas para o vazamento de informações sigilosas que podem impactar no desempenho da companhia. Sobre o armazenamento dos dados, 40% afirmam usar serviços como Google Drive e Dropbox para editar ou salvar arquivos do trabalho. O principal motivo para usar esses aplicativos e não os oferecidos pela empresa é porque as consideram mais fáceis de usar (38%) e mais cômodas (37%)

“Guardar dados da companhia de forma que estes possam ser acessados de qualquer lugar ou dispositivo requer um local confiável. Informações desprotegidas podem ser acessadas por pessoas não autorizadas e prejudicar drasticamente os negócios”, finaliza Banhara.

As entrevistas foram realizadas com funcionários da indústria, comércio e serviços da Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru. Ao todo, foram 900 participantes (150 de cada país), que não estão em cargo de liderança, são maiores de 21 anos e em sua maioria (58%) com Ensino Superior Completo.

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Estudo da Wipro aponta aumento de 85% em automação de testes

Um estudo realizado pela Wipro Limited (NYSE: WIT, BSE: 507685, NSE: WIPRO), empresa global líder em Tecnologia da Informação, Consultoria e Serviços de Processos de Negócios teve um salto de 85% na automação de testes nas diferentes indústrias para acompanhar o ritmo da evolução tecnológica. O estudo, intitulado “Estado de Qualidade 2016”, foi conduzido por um período de nove meses pelo setor de Testing Services (Serviços de Teste) da Wipro, e utilizando ferramentas analíticas com o objetivo de identificar padrões distintos e tendências-chave no teste de software. O levantamento também descobriu que quase 73% de todos os testes de desempenho são compostos por testes de aplicações web.

O estudo é baseado em insights das ações do Wipro Testing e Quality Assurance (QA), assessoria, consultoria de engajamento e feedback em mídias sociais. Incorporando percepções de acordo com os dados coletados dos setores de Bancos, Serviços Financeiros e Seguros (BFSI), Varejo e Bens de Consumo, Saúde e Ciências da Vida, Manufatura & Tecnologia, Media & Telecom e Utilities nos EUA, Canadá, Europa e Ásia.

O estudo está centrado nos cinco pilares de testes e de Quality Assurance (QA):

– Automação
– Engenharia de Desempenho
– Ambiente de Teste e Gerenciamento de Dados
– Experiência Final do Cliente (Aplicações Móveis)
– Engenharia de Qualidade

Arun Melkote, Chefe Global – Test Services da Wipro Limited afirmou que “A Wipro é reconhecida como líder em Engenharia e Garantia de Qualidade. O relatório “Estado de Qualidade 2016” oferece – de maneira global – uma verificação da realidade sobre a qualidade do software. Trata-se de uma tentativa de identificar a diferença entre “pensar” e “fazer” na indústria, além de apontar os principais desafios do setor e suas soluções”.

Hiral Chandrana, VP Sênior e Chefe Global, Business Application Service da Wipro Limited disse, “As aplicações estão no centro de uma empresa digital e, com tecnologias como nuvem, analytics e a mobilidade que dirige as necessidades do negócio, o teste de software evoluiu para uma disciplina de engenharia e garantia de qualidade, assegurando uma experiência de TI flexível e resiliente na organização. Os Serviços de Testes na Wipro, estão liderando essa transformação com plataformas inovadoras, como a AssureNXT e a IntelliAssure. Essa última, por sua vez, é uma Plataforma de Inteligência Artificial para Engenharia e Testes de Qualidade, que é alimentada pela Wipro HOLMES Artificial Intelligence Platform . O “Estado de Qualidade 2016” é o primeiro de uma série de relatórios que serão publicados anualmente pela Wipro.”

Segundo Ankur Prakash, VP para New Growth e Emerging Markets da Wipro, “A Wipro mantém seus níveis de excelência no caminho da transformação digital para os negócios de nossos clientes. Os números indicados pelo estudo, demonstram que ainda há muito a ser feito, e por outro lado, cada vez mais as empresas têm compreendido a real importância do ambiente de testes. Prevenir para não remediar. ”

Automação lidera o caminho: O estudo demonstrou um aumento de 85% na automação de testes ao longo de dois anos e em todos os setores da indústria. Esse crescimento é alimentado por ferramentas Open Source de fácil acesso no mercado hoje.

Aplicações web dominam os testes de desempenho: Com a crescente digitalização das empresas, as Aplicações Web dominam entre as plataformas que exigem testes de desempenho – cerca de 73% de todos os testes de desempenho compreendem os testes de aplicações web.

Interesse minguante na engenharia de desempenho: A engenharia de desempenho (Performance Engineering – PE) garante um desenvolvimento orientado ao comportamento ao longo do ciclo de vida do desenvolvimento de software e não apenas durante a fase de teste (teste de desempenho). Uma observação significativa nessa esfera é de que apenas 30% das organizações clientes demonstram grande interesse na Engenharia de Desempenho e têm o talento para perceber os benefícios das ferramentas de Gerenciamento de Processos de Automação. Esta baixa absorção acontece devido ao conjunto de ferramentas dispendiosas, à falta de talento especializado e à introdução tardia de testes de desempenho no ciclo de vida do desenvolvimento de sistemas.

Sem hacks da vida real para o ambiente de teste e gerenciamento de dados de teste: A virtualização, o celular e a nuvem, impactaram o Gerenciamento do Ambiente de Teste, ou Test Environment Management, em inglês, e o Gerenciamento de Dados de Teste (Test Data Management – TDM), de uma forma importante na última década. A maioria das organizações acha desafiador se adaptar a eles, além dos requisitos de negócios em constante evolução. Como resultado, o número de defeitos em eventos de teste subiu para quase 13% devido a problemas de ambiente de teste de software; fixar esses ocupa 28% do esforço da equipe de testes.

Curiosamente, 90% das organizações têm preocupações com a geração de dados de teste, um elemento essencial para a execução bem-sucedida de aplicações revisadas ou novas. Além disso, de 25 a 30% dos cenários de teste permanecem não testados na ausência de uma solução abrangente de mascaramento de dados.

Experiência Final do Cliente indica a necessidade de maiores investimentos em engenharia de qualidade e testes: Uma análise do feedback das mídias sociais sobre 30 aplicações móveis em toda a América do Norte e Europa, dos domínios de varejo e bancário, destacou que 59% dos usuários finais estão insatisfeitos com suas aplicações por motivos de estabilidade, interoperabilidade e usabilidade. Os usuários de aplicações bancárias na Europa tinham preocupações quanto à segurança da aplicação. Isso indica a crescente necessidade de engenharia e teste de qualidade.

Foco crescente na Engenharia da Qualidade: Os testes de software estão cada vez mais se movendo do campo da detecção de defeitos para sua prevenção. Consequentemente, 66% das organizações usam, atualmente, Desenvolvedores de Software em Teste (Software Developers in Test – SDET) em conjunto com testadores tradicionais em todos os projetos, garantindo desenvolvimento de qualidade e evitando falhas desde o início. Isso significa uma mudança para a engenharia de qualidade – a gestão, desenvolvimento, operação e manutenção de sistemas de TI e arquiteturas de empresas com padrões de alta qualidade.

O relatório intitulado “Estado de Qualidade 2016 ‘pode ser baixado pelo link: http://www.wipro.com/microsite/state-of-quality-2016/index.php

A Wipro foi posicionada pelo terceiro ano consecutivo líder no Quadrante Mágico do Gartner para aplicação de Testing Services, Worldwide 2016, em 28 de novembro de 2016, com autoria de Susanne Matson, Patrick J. Sullivan e Gilbert van der Heiden.

LATAM e Brasil

Na América Latina, além de guiar os negócios dos seus clientes para a Era da Transformação Digital, a empresa também foca nas ofertas de Serviços de Infraestrutura Global, Tecnologias Avançadas e Soluções, Serviços de Aplicações de Negócios, Testing e BPO. Na região, a companhia possui cerca de mil e duzentos funcionários, 800 dos quais estão no Brasil, onde a empresa está presente desde 2006 e realiza iniciativas para a contratação e a capacitação de universitários da área de TI. A Wipro possui uma sede comercial em São Paulo e um Centro de Entrega Global em Curitiba. Além do Brasil, também atendem à América Latina os Centros de Entrega Global instalados em Guadalajara, Cidade do México, e Monterrey, no México.

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Dynatrace oferece monitoramento de performance para SAP

A Dynatrace, líder mundial em soluções de Gerenciamento de Performance Digital, anuncia a oferta de monitoramento de desempenho de aplicações para os sistemas SAP. Com as ferramentas de gestão virtual da empresa, companhias globais que utilizam os softwares de ERP da multinacional em seus negócios podem identificar, compreender e prever problemas de performance e gargalos antes que os usuários finais os vejam.

Como as aplicações da SAP são, na maioria das vezes, altamente personalizadas e dependem de uma complexa conectividade entre sistemas globalmente distribuídos entre Data Centers, rede de longa distância e Nuvem, atividades para localizar e solucionar imperfeições podem ser um desafio. Dessa forma, a tecnologia da Dynatrace adota uma abordagem de mensuração de desempenho em cada camada, incluindo front-end, servidores middleware do software, sistemas de terceiros que se integram com o ERP, bases de dados e toda a infraestrutura de comunicações.

“Ter capacidade de gerenciar adequadamente a performance do sistema de sua empresa traz economia de tempo e dinheiro, além de aumentar sua competitividade. Para as organizações dinâmicas, é essencial ter uma percepção completa de ponta a ponta de todos os seus processos com a SAP”, explica Roberto de Carvalho, presidente da Dynatrace no Brasil.

Segundo o executivo, mesmo que a infraestrutura SAP central esteja funcionando bem em uma organização, um baixo desempenho dos links da rede, erros nos balanceadores de carga e na rede WAN, aceleração da aplicação e problemas na infraestrutura de desktop virtual podem ter um efeito devastador sobre a experiência do usuário final. “Podem ocorrer perdas significativas de produtividade quando funcionários retrocedem a procedimentos manuais e os sistemas ficam mais lentos. É importante ter as ferramentas certas, processos, relatórios e visualização em funcionamento para atingir a causa-raiz dos problemas de desempenho no software de gestão”, alerta Carvalho.

Os sistemas SAP abrangem importantes áreas como Logística, Finanças, Desenvolvimento de Produtos, Manufatura, Vendas, Distribuição e Recursos Humanos. “Com milhares de funcionários utilizando o software todos os dias em diversos setores da empresa, qualquer pequeno problema relacionado a ele pode paralisar o negócio como um todo. Por isso é tão importante o monitoramento”, completa o executivo.

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Pesquisa aponta que 90% dos brasileiros fariam cursos pela internet

Se a cada dia que passa buscamos mais por serviços digitais, com a educação não é diferente. Uma pesquisa realizada pela NZN Intelligence, plataforma de pesquisa e inteligência da NZN, um dos principais players em soluções para publicidade e comunicação do mercado, revelou que 90% dos brasileiros usuários da internet estão propensos a realizar algum tipo de curso online, sendo que, dentre eles, 61% já fizeram.

De acordo com Felipe Simões, Diretor de Produto da NZN e especialista da plataforma Intelligence, os cursos online se popularizaram no país nos últimos anos e se estabeleceram como uma alternativa bastante procurada pelos brasileiros. “Seja por falta de tempo ou pela comodidade, essa modalidade de estudo parece atrair quem deseja se aperfeiçoar em algum campo ou precisa adquirir novos conhecimentos por uma exigência do mercado”, explica Simões.

Já entre as pessoas que disseram que não fariam um curso online, 35,5% já haviam realizado algum curso pela internet, enquanto 64,5% nunca tiveram essa experiência. Dos 45% que nunca fizeram e não pretendem fazer cursos online apontaram a desconfiança na qualidade do ensino em relação aos cursos presenciais como principal motivo para isso. A pesquisa levantou ainda que 50% dos usuários brasileiros desconhecem as principais plataformas de EAD, o que segundo Simões pode se dar pelo fato da falta de confiança na modalidade.

Nível de educação do curso

O nível de educação mais popular entre os usuários que fariam cursos online foram os cursos livres, com 58% das pessoas apontando essa preferência em uma pergunta que permitia múltiplas respostas. Na sequência, apareceram os cursos técnicos (47%), cursos profissionalizantes (44%) e cursos de Ensino Superior (41%).

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Entre as pessoas que já fizeram cursos online, 57% fizeram cursos livres, 23% cursos técnicos, 22% cursos de Ensino Superior e 20% cursos profissionalizantes (mais de uma resposta permitida).

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Área do curso

Os cursos que mais despertam o interesse dos usuários brasileiros de internet são disparadamente os de idiomas (59%), seguidos pelas Engenharias (25%), Administração (22%) e Gestão (21%) – mais de uma resposta permitida.

Investimento mensal

Perguntadas sobre qual o valor máximo que investiriam em um curso online por mês, 26% dos pesquisados se mostraram dispostos a gastar R$ 50 por mês.

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Hub em Connecticut atrai empresas brasileiras

Em abril deste ano começa a funcionar em New Haven, no estado americano de Connecticut, um escritório para empresas brasileiras iniciarem operações em território ianque. O Hub 55 é iniciativa da consultoria Paseli em parceria com entidades brasileiras e norte-americanas e apoio do governo de Connecticut.

O Hub 55 contará com um escritório mobiliado, onde os recursos serão compartilhados, no campus da Universidade Yale – a duas horas de Boston e Nova York – e ajudará as empresas a construírem seu plano de negócios e prospectarem clientes e parceiros no mercado americano. Além disso, o hub oferece apoio administrativo bilíngue, acesso ao mercado da costa leste dos EUA e Canadá e networking com investidores, associações e entidades governamentais.

Connecticut é um dos principais corredores de negócios da América do Norte e está entre os cinco estados americanos que mais se destacam pela produtividade, qualidade da mão de obra, número de patentes, educação e renda per capita. O estado oferece, ainda, incentivos financeiros para as empresas, que poderão realizar empréstimos sob taxas e termos flexíveis.

“A localização privilegiada do hub vai impulsionar a entrada de empresas brasileiras no mercado americano”, comenta Bruno Drummond, sócio-fundador da Drummond Advisors, que apoiará o projeto como prestadores de serviços especializados. Guilherme Amorim, gerente da área internacional da Softex, entidade parceira da Paseli no projeto, ressalta que o escritório será um espaço de troca de ideias, experiências e contatos a fim de ampliar a participação do Brasil no cenário global.

A inscrição requer o preenchimento de um formulário. As vagas são limitadas e serão preenchidas por empresas selecionadas pela organização do projeto.

Parceria de sucesso

Durante a Fime (Florida International Medical Equipment Trade), importante feira voltada ao setor medico-hospitalar dos Estados Unidos, que aconteceu em agosto do ano passado, a ABIMO (Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos e Odontológicos) e a Biomedical Engineering Alliance & Consortium (Beacon), de Connecticut, firmaram um acordo de cooperação bilateral para incentivar a troca de experiências e o desenvolvimento entre as regiões.

Fruto dessa parceria, uma missão empresarial foi realizada com uma intensa agenda de encontros de negócios, debates e visitas técnicas em Hartford. A Corcam Tecnologia, companhia brasileira que desenvolve soluções tecnológicas para monitorar a saúde humana, foi uma das associadas à ABIMO que participaram da missão.

A empresa pôde conhecer o território americano, aproveitar os incentivos oferecidos pelo estado e ingressar no Hub 55. “Fizemos vários contatos e descobrimos potenciais para nos posicionarmos em Connecticut. Foi muito interessante ter participado e fiquei muito satisfeito com os resultados”, disse Carlos Melo, vice-presidente de novos negócios e relações com o mercado da Corcam.

A empresa é autora do Nexcor, monitor cardíaco capaz de identificar infartos em fase inicial e síndromes raras de arritmia por meio de um software que comunica esses dados, em tempo e localização reais, do paciente para a central, encarregada de passar a informação aos médicos.

“Para a ABIMO, o posicionamento de companhias brasileiras no exterior é de extrema importância, pois outros países conhecerão a qualidade e o potencial da nossa produção, que é embasada em desenvolvimento, pesquisa e inovação”, pontua a gerente de projetos e marketing internacional da ABIMO, Clara Porto. “Ficamos imensamente orgulhosos com a internacionalização da Corcam e vamos estimular outras empresas brasileiras para a conquista de espaço no mercado internacional”, finaliza.

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Governo chinês seleciona startup brasileira para participar de evento sobre inovação e tecnologia

O Enguia – um portal de eficiência energética especialmente pensado para atender imóveis residenciais e comerciais de pequeno porte – foi um dos cinco selecionados, entre 100 empresas brasileiras, pelo Ministério de Ciência e Tecnologia da China para participar do International Technology Transfer and Innovation Collaboration Session, evento focado em inovação e tecnologia que reúne investidores e empresários chineses e do resto do mundo.

Durante o evento, que acontecerá entre 14 e 16 de abril, em Shenzhen, na China, o Enguia irá apresentar um projeto de consultoria energética online criado para atender imóveis residenciais e comerciais de pequeno porte, que não podem arcar com os custos de uma consultoria presencial, mas que precisam saber investir em eficiência energética de maneira mais prática e inteligente.

Para Rosana Correa, uma das fundadoras do projeto, o evento é uma excelente oportunidade para as empresas criarem negócios juntas, além de partilhar experiências. “Pequenos consumidores não podem pagar com os custos da consultoria presencial em eficiência energética ou não sabem como colocar os projetos em prática. Nosso objetivo com o Enguia é realizar um diagnóstico detalhado e personalizado sobre o consumo de energia do cliente, apresentando seu Plano Personalizado de Redução do Consumo, para ajudá-lo neste processo”, explica Rosana.

Projeto Enguia – como funciona

O Enguia será um site responsivo e o usuário poderá optar por baixar também o aplicativo. Diferente dos competidores internacionais, o projeto traz planos personalizados e específicos para cada cliente, além de um Plano de Redução de Consumo que será traçado em conjunto com as concessionárias de energia.

Funciona da seguinte forma: o usuário realiza um rápido cadastro e, em poucos cliques, a plataforma já consegue informar ao cliente sobre seus dados de consumo de energia. Entre ar-condicionado, iluminação, chuveiro elétrico, equipamentos, eletrodomésticos e outros, ele poderá saber onde gasta cada quilowatt consumido.

Em seguida, o usuário preenche um formulário para que a plataforma possa construir o Plano Personalizado de Redução do Consumo, sob medida para cada imóvel, negócio ou família. Tais informações são trabalhadas e uma lista de intervenções é revelada com seus custos iniciais, as economias geradas e seus respectivos tempos de retorno. Vale ressaltar que o usuário também será informado sobre as emissões reduzidas por suas ações de eficiência energética.

Sobre o Evento

A Conferência sobre o Intercâmbio Internacional de Profissionais (CIEP), que acontece de 14 a 16 de abril, tem sido realizada com sucesso há 14 anos consecutivos e é o único intercâmbio internacional da China com profissionais de organizações estrangeiras para a formação de especialistas.

O evento – que atende especificamente a especialistas estrangeiros na China – tem como principal objetivo criar boas oportunidades para troca de experiências, network e inovação em tecnologia.

O 14º CIEP terá 16 sessões, incluindo exposições e feiras, recrutamento de talentos, Fórum, treinamento de talentos, discussão em painel, entre outras programações.

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Pesquisa Conquest One sobre profissionais de TI: desenvolvimento ficou com 53% das vagas fechadas em 2016

A Conquest One, empresa brasileira especialista em Staffing de TI, acaba de finalizar sua pesquisa anual sobre as oportunidades do mercado de trabalho em Tecnologia da Informação; o levantamento considerou as vagas trabalhadas pela empresa em 2016. E vale lembrar que para esse ano, o setor de TI voltará a crescer, tendo em vista que muitos dos projetos pausados e tantas outras atualizações, antes paradas, devem voltar à ativa. Para 2017, o Gartner prevê que os investimentos chegarão a R$ 236 milhões, um aumento de 2,9% se comparado a 2016. É importante ressaltar que, mesmo com esse aumento, alguns perfis continuam escassos no mercado, é o caso dos desenvolvedores Java e os desenvolvedores mobile. O primeiro por exigir alta qualificação técnica, e o móvel, por um número baixo de profissionais no mercado.

Ainda que o país tenha sofrido graves problemas políticos e econômicos, o setor de TI é um segmento que precisa manter seu fluxo, especialmente por conta de novas tecnologias, necessidade de segurança da informação, análise de dados, mobilidade etc. Fato representado pelos dez perfis com maior quantidade de fechamentos em 2016: analista de sistemas (13%); analista desenvolvedor Dot.Net (10%); analista de negócios/processos/projetos (9%); gerente de Projetos/PMO (9%); analista de BI (8%); analista de suporte (8%); analista de redes e Telecom (6%); desenvolvedor web/web designer (6%), analista programador Java (4%) e analista programador Oracle Pl/SQL (4%), uma lista que soma 62% em vagas para analistas.

“Acredito que podemos ser otimistas com relação a 2017, os investimentos serão retomados, e muitas empresas precisam dar novamente o play em atualizações que foram pausadas por conta da crise. A demanda para desenvolvedores demonstra isso, uma vez que 53% das vagas são para essa categoria”, afirma Marcelo Vianna, sócio-diretor e CHRO da Conquest One.

Além desse grupo, a categoria infraestrutura de TI somou 16% das oportunidades, com destaque para o perfil de analista de redes e telecom; vagas relacionadas ao negócio e a seus processos ficaram com 13% das vagas, ressaltando o analista de negócios como mais procurado. A lista segue com cargos para gestão (9%), como o gerente de projetos, e com vagas para suporte operacional (8%), em especial os analistas de suporte.

“O mercado de TI tem espaço, e é muito grave o fato de que ainda temos uma grande carência de mão de obra qualificada. Só na América Latina, as previsões do IDC estimam que até 2019 faltarão quase 450 mil profissionais para ocupar postos de trabalho. E o Brasil já é afetado por isso. As vagas existem, a demanda só aumenta, e nós, mais do que nunca, temos o dever de ajudar as empresas a preenche-las e os candidatos a se recolocarem“, explica Antonio Loureiro, CEO da Conquest One.

Em 2016, a procura de profissionais se manteve nos setores de serviços variados (28%), saúde (19%), serviços financeiros (15%), indústria (12%), tecnologia (7%), farmacêutica (7%), varejo (6%) e infraestrutura (6%). Números diferentes dos levantados ao final de 2015, em que os setores de tecnologia (22%) e serviços (21%) foram o que mais buscaram profissionais de TI, saúde e infraestrutura mantiveram o mesmo percentual, 20% cada, à frente do setor farmacêutico, com apenas 7,5%.

O mercado de tecnologia da informação não obriga de seus profissionais um diploma universitário, por outro lado, é uma área que precisa de atualização constante. 2017 promete ser um ano de retomada, e isso torna a demanda, tanto por parte das empresas quanto do lado dos profissionais, maior. E assim como na pesquisa passada, o inglês se mantém como um dos principais requisitos dos contratantes, estando presente em uma de cada três vagas. Mas não é só isso, o comportamento e o histórico profissional também se tornaram mandatórios nos processos seletivos.

“As empresas buscam profissionais em diversas tecnologias, e sabem que podem perder negócios se não atenderem à necessidade da fluência em um segundo idioma. Além disso, ressaltamos que um bom histórico profissional aliado ao comportamento, são qualidades-chave hoje em dia, pois de nada adianta dominar certa tecnologia, se você não é capaz de se relacionar com o time de trabalho”, reflete Marcelo.

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