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Embratel lança solução de Data Center Virtual Híbrido

A Embratel anuncia novidades em sua oferta de Data Center Virtual (DCV), com o lançamento do serviço de Nuvem Híbrida, que permite a integração de Cloud Privada com ambientes externos. A ferramenta possibilita criar a infraestrutura que o cliente necessitar, com servidores virtuais interconectados, isolamento de rede e conexão, firewall, múltiplas vLANs, entre outros recursos, por meio de um painel de controle online de fácil uso.

“O Data Center Virtual Híbrido da Embratel veio completar a nossa família de serviços em Nuvem, tornando o produto ainda mais completo, de maior abrangência e com mais benefícios graças aos novos recursos de Nuvem Híbrida”, diz Mário Rachid, Diretor Executivo da Embratel, ressaltando que a solução é indicada para hospedar sistemas corporativos e de missão crítica que necessitam de alto nível de desempenho e integração.

O serviço é ideal para empresas de diversos segmentos por oferecer atributos como alta conectividade, segurança, maior velocidade na entrega, escalabilidade, redução de custos, facilidades operacionais e infraestrutura sofisticada. Além disso, o Data Center Virtual Híbrido da Embratel atende a exigência de projetos que necessitam da garantia de SLA em contrato, assegurando a qualidade da infraestrutura. Também funciona como alternativa de deploy mais rápida para implementação de sistemas e elimina investimentos em TI, possibilitando que o cliente mantenha o foco em seu core business.

Por meio do portal de cliente Embratel, o Data Center Virtual pode ser administrado e gerenciado pelo próprio contratante, possibilitando a aquisição de novos produtos, upgrades, escalonamento em tempo real, entre outros. Dessa forma, o cliente pode expandir ou reduzir o pacote de serviços de acordo com a sua necessidade real. Além disso, é possível optar por contratar o gerenciamento do seu sistema operacional e banco de dados pela própria Embratel.

A Embratel diferencia-se no mercado por oferecer um completo portfólio de serviços de Telecom e de TI, totalmente armazenado no Brasil, garantindo, assim, ainda mais segurança, baixa latência de rede, suporte em português, atendimento presencial nas principais capitais por meio de gerentes de conta, suporte telefônico e cobrança em moeda local (Real) já com os impostos inclusos. Outra vantagem é que o cliente paga apenas pela estrutura que for utilizada.

Vale destacar que a Embratel possui um pacote completo de serviços de Data Center Virtual, possibilitando ao cliente optar por Nuvem Privada ou Híbrida, permitindo a integração de ambientes hospedados na Nuvem (DCV) com outros locais físicos, virtuais, ou legados hospedados em instalações próprias e de terceiros.

Para saber mais sobre o novo serviço da Embratel, acesse o site: http://portal.embratel.com.br/cloud/.

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Food Service: como está o atendimento? – Por Marco Condado*

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Estamos com o dia a dia cada vez mais corrido e, com isso, a alimentação fora do lar cresce ano após ano. A concorrência aumenta e são diversos os alimentos oferecidos por restaurantes, lanchonetes e muitos outros tipos de estabelecimentos.

Mas como está o atendimento ?

Quando fazemos está pergunta, logo ouvimos respostas do tipo “não tem mais mão de obra” ou “essa geração Y e Z não ficam no trabalho”. Com certeza, temos um pouco de verdade nestas afirmações, mas prefiro acreditar que, assim como o mercado é dinâmico, nossos modelos de gestão têm que se atualizar, buscar novas formas de superar os desafios que encontramos hoje. Outro ponto importante que devemos nos preocupar, além de entender os desafios atuais, é saber o papel do líder. Por isso, gestores, empreendedores ou empresários precisam atuar. Muitos planos são elaborados estrategicamente e falham na execução.

O bom atendimento passa por vários fatores antes do contato com o cliente. Contratar o colaborador com perfil correto é o primeiro passo, na busca por vencer o turnover. Nem sempre contratamos uma pessoa que tem características para o atendimento. Atributos como simpatia, sorriso, fluência verbal, precisam ser vistos. A seguir, vem um ponto muito importante: ambiente de trabalho. Em várias pesquisas entre funcionários eles apontam que trabalham em uma excelente empresa quando se orgulham de fazer o que fazem, confiam nas pessoas para as quais trabalham, gostam das pessoas com as quais trabalham, além de fatores ligados às gerações Y e Z, com comunicação dinâmica, por exemplo, acostumados com redes sociais e internet. Recebemos muitas informações e, com grande rapidez, precisamos nos adaptar. Também é bom buscar interação. Para muitos jovens, é importante participar dos rumos ou construção das metas da empresa. E neste contexto o papel do líder é fundamental.

A estrutura de trabalho também influencia no ambiente, pois, em um mundo globalizado, os funcionários de várias marcas e segmentos se conversam e fazem comparações. Depois, vem o conhecimento do líder sobre o seu negócio e o mercado em que está. Essas informações passam credibilidade para sua equipe e não podemos deixar de falar em treinamento e acompanhamento. Será que minha equipe está preparada ? Para que isso aconteça, é preciso uma plano de trabalho, com treinamento constante, metas mensuráveis, acompanhamento e feedback.

Pontos como esses podem ser decisivos para fortalecer o atendimento e ajudar o cliente no seu momento de escolha. Por isso, vamos nessa, mãos à obra, buscar excelência no atendimento e encantar o cliente !!

Bom trabalho a todos.

*Marco Condado (marco@condado.biz) , gerente de operações especializado em Food Service

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Prêmio Sinfor homenageará empresas de TI do Distrito Federal

Na próxima semana, o Sindicato da Indústria da Informação do Distrito Federal (Sinfor) realizará a tradicional noite de gala para premiação das empresas que mais se destacaram no setor de Tecnologia da Informação em 2015. A cerimônia será no dia 26 de novembro, a partir das 19h30, no Centro Internacional de Convenções do Brasil – CICB.

O evento marca a sétima edição do Prêmio Sinfor de TI, que já faz parte do calendário anual do setor, reunindo os principais empresários do ramo, autoridades governamentais, mídia e personalidades de Brasília. A edição 2015 será a primeira realizada sob a gestão do empresário Ricardo Caldas, novo presidente do Sinfor.

“O objetivo do Prêmio é homenagear as empresas da cidade que se propõem a investir em produtos e serviços cada vez mais avançados. Brasília é o terceiro maior mercado de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) do país. Ao todo, a cidade possui 700 empresas e 30 mil profissionais empregados nesta área. É um número bastante representativo e deve ser valorizado”, analisa Caldas.

A votação foi encerrada no dia 15 deste mês, quando quinze empresas disputaram nas categorias destaque geral, destaque hardware, destaque software, destaque integração e quanto ao maior índice de crescimento (em relação ao ano anterior). A cerimônia, no entanto, dispensa o clima de competição. Segundo o presidente do Sinfor, ao longo dos anos, a premiação se tornou um importante ambiente de network para os participantes.

Parque Tecnológico Capital Digital
Neste cenário, o Sinfor lançará o livro Parque Tecnológico Capital Digital, publicação que traz o histórico de debates e articulações, lideradas pela entidade, em prol da destinação de área exclusiva para o desenvolvimento tecnológico de Brasília. O livro detalha os objetivos do projeto que beneficia as empresas, o governo e a população de forma geral com incentivo ao investimento no setor.

“A ideia é ter um aglomerado produtivo de empresas de TI, para que a sinergia entre elas favoreça a criação de novos produtos e a exportação da expertise brasiliense em TI em nível nacional e internacional. Hoje, o nosso crescimento anual é de 10%, cerca de 4% acima da média nacional. Isso significa que temos muito potencial, e precisamos de um ambiente adequado para aproveitá-lo da melhor forma. ”, explica Ricardo Caldas.

O projeto do Parque contempla a criação de verdadeira cidade tecnológica, com diversos serviços e infraestrutura capaz de tornar Brasília polo do desenvolvimento tecnológico nacional. O espaço foi criado por lei em 2002, situado entre a Granja do Torto e o Parque Nacional, e abrange uma área de cerca de 1,2 milhão de metros quadrados.

Serviço
Prêmio Sinfor de TI 2015
Data: 26 de novembro
Horário: 19h30
Local: Centro Internacional de Convenções do Brasil

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Pesquisa do IDC estima Ecossistema da Salesforce em US$ 272 Bilhões

Estudo inédito conduzido pelo IDC mensura que o ecossistema da Salesforce produzirá 2,5 milhões de empregos e criará um impacto de US$ 272 bilhões na economia
até 2018

Principais Destaques do Estudo:

– Um milhão de empregos criados mundialmente até 2018 diretamente pelo ecossistema da Salesforce.

– Um milhão e meio de empregos criados indiretamente, por exemplo, através de cadeias de fornecimento relacionadas ao ecossistema da Salesforce.

– Até o final de 2018, os clientes da Salesforce gerarão US$ 272 bilhões de impacto na economia mundial.

– Os EUA se beneficiarão de mais de 50% dos ganhos financeiros globais, seguidos por Reino Unido e Japão.

– 60% dos empregos serão criados em mercados emergentes onde os custos de mão de obra são menores.

A Salesforce, (NYSE: CRM), líder mundial em plataforma de gerenciamento de relacionamento de clientes (CRM), divulga uma nova pesquisa da consultoria IDC que analisa o impacto econômico da empresa, seus clientes e parceiros em economias locais nos Estados Unidos e ao redor do mundo. Os resultados mostram que a empresa ainda está nos estágios iniciais de uma sólida oportunidade econômica, guiada pela computação em nuvem.

Segue um resumo de seus principais pontos:

Por volta de 2018, a Salesforce e seu ecossistema de clientes e parceiros irão criar 1 milhão de empregos e gerar US$ 272 bilhões de impacto em Produto Interno Bruto (PIB) mundialmente.

– A computação em nuvem gera empregos ao permitir um aumento nas inovações de TI, as quais sustentam inovações de negócios e aumento de GDP nos mercados locais.

– Esses empregos irão levar a mais 1,5 milhão de empregos indiretos ou induzidos, uma vez que o faturamento proveniente dos clientes leva ao surgimento de novas posições nas cadeias de suprimentos e distribuição, e também porque os novos empregados gastam dinheiro na economia geral.

O ecossistema da Salesforce gera atualmente 2,8 vezes o faturamento da própria Salesforce, e espera-se que esse número aumente para 3,7 vezes

Os parceiros se beneficiam de cada dólar proveniente de cada venda de plataforma da Salesforce, uma vez que as empresas suplementam suas licenças da Salesforce com serviços profissionais de consultorias parceiras (como Accenture, Bluewolf e Deloitte) e aplicações para estender a funcionalidade principal construída pelos ISVs, como Apttus, FinancialForce.com e SteelBrick, no Salesforce App Cloud.

– Muitas empresas escolhem vários tipos de produtos add-on e serviços dos parceiros da Salesforce (apenas 7% disseram que não tinham nenhum, de acordo com a IDC).

Os clientes relatam um rápido ROI de seus investimentos na nuvem, vindo principalmente do crescimento do faturamento e das inovações

– O tempo de retorno médio para um investimento em nuvem da Salesforce é de aproximadamente 13 meses, de acordo com dados do relatório.

– O modelo de Impacto Econômico IDC Salesforce mostra que em um período de quatro anos, o retorno pode ser de 4 a 5 vezes o investimento original do cliente.

– 60% dos clientes que usam computação em nuvem relatam que os maiores benefícios vêm do aumento da receita proveniente da adição de novos clientes, assim, como da melhora da taxa de retenção dos clientes.

O aspecto mais estimulante do relatório da IDC talvez seja que enquanto os gastos com a nuvem pública ultrapassaram US$ 50 bilhões no ano passado em todo o mundo, eles ainda representam menos de 3% dos gastos totais feitos em TI. De fato, a maior parte da TI tradicional (71%) ainda está ligada à manutenção de legacy systems e upgrades de rotina. Isso significa que há ainda um longo caminho a ser percorrido, que trará uma criação de empregos, impactos positivos sobre o PIB e sucesso do consumidor ainda maiores.

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Ford investe na “gamificação” para criar novas soluções de transporte

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A Ford está investindo na “gamificação” – o uso dos recursos visuais, de desafio e recompensa dos games – para melhorar a experiência do consumidor com seus veículos e incentivar o desenvolvimento de novas soluções de transporte. Um exemplo dessa estratégia é o painel do Fusion Hybrid, que mostra a economia de combustível obtida pelo motorista por meio do crescimento de folhas coloridas na tela.

O mesmo conceito está sendo aplicado no Ford Smart Mobility Game Challenge, competição promovida pela Ford na Europa. Seu objetivo é premiar os desenvolvedores de jogos on-line que integrem os diferentes meios de transporte de uma cidade de forma divertida e envolvente.

Os seis finalistas foram selecionados durante a Gamescom, maior evento de games da Europa, e uma maratona “Hackaton” de 30 horas promovida este mês na Alemanha. Na próxima fase, um júri de especialistas vai apontar os três finalistas, e também o vencedor, no Mobile World Congress, em 22 de fevereiro de 2016. Os games concorrentes são:

• deCommute – jogo de planejamento de rotas, em que as equipes somam pontos de acordo com a distância percorrida e economia de tempo e energia.

• ECO Saviour – os múltiplos jogadores ganham “pontos de poluição” ao reduzir os níveis de emissões em uma cidade virtual. A pontuação é baseada no modo como eles viajam no mundo real.

• Jaunt – ferramenta interativa que une usuários em trajetos compartilhados, regulares ou esporádicos. Além de economizar dinheiro, é um modo de fazer novos amigos.

• moopi – permite aos usuários criar um avatar “moopi”, adaptando suas viagens para encontrar as rotas mais eficientes.

• SelfieGo – o aplicativo mostra em um mapa com GPS as rotas e atrações mais famosas da cidade para se tirar selfies e permite o seu compartilhamento nas redes sociais.

• wave-calmer – transforma os congestionamentos em jogo e incentiva os motoristas a manter uma velocidade constante, por meio de gráficos projetados no para-brisa. Ajuda o trafego a fluir melhor e previne acidentes.

Segundo Will Farrelly, da área de Experiência de Inovação dos Usuários da Ford Europa, os games são um modo divertido, envolvente e gratificante de obter informações, além de proporcionar viagens mais tranquilas com o compartilhamento de dados.

“A gamificação já mostrou ser uma maneira eficiente de buscar soluções para problemas da vida real em diversas áreas, como a pesquisa da cura da AIDS. As suas descobertas também podem trazer propostas inovadoras para integrar o transporte urbano e mudar o comportamento dos usuários”, diz.

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App gratuito ajuda a controlar gastos com ligações pelo celular

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Mobeeli, já disponível na versão Beta, oferece esse e mais serviços como mostrar exatamente, antes da ligação, o quanto o consumidor vai gastar por minuto durante a chamada; e tem como personagem uma abelhinha superdivertida

O Mobeeli nasceu da insatisfação. É fácil perceber como o consumidor brasileiro é insatisfeito com a telefonia móvel no país e não é preciso ir muito longe. Basta entrar na internet, no Facebook, e ver as dezenas de memes que existem fazendo piada com a má qualidade de sinal; basta escutar a conversa de alguém durante o almoço, no transporte público, ou mesmo em um programa de rádio, quando um entrevistado some do ar, porque estava usando o celular; aliás, basta ter um celular.

Os idealizadores do projeto, entre eles o founder Henrique Azevedo, trouxeram de sua bagagem na vivência em outros países, a ideia de desenvolver um aplicativo que pudesse modificar a maneira como o consumidor lida com as operadoras aqui no Brasil. “Como seria impossível modificar todo o sistema e o mercado, entendemos que esta mudança tinha que vir da comunidade”, explica ele.

Mais ligações, menos custos

“O recurso principal do Mobeeli, que já está disponível em versão Beta na Play Store, é mostrar ao usuário sempre a opção mais barata, zelando pelo fator custo x benefício. Por vezes é automático que o consumidor tenha certas manias, por exemplo, ligar para um amigo pelo celular, quando poderia usar o WhatsApp ou Skype. Ou ficar usando o 3/4G na casa de um familiar, quando poderia se conectar ao roteador”, explica Henrique.

Para o usuário que tem um celular dual chip, é possível configurar os dois planos e, na hora de fazer a ligação, escolher o chip 1 ou 2 para ligar, considerando o mais barato – pois o Mobeeli exibe na tela, antes da ligação, quanto aquela ligação vai custar. Assim, o usuário, depois de digitar o número de destino, decide por qual número ligar. A barrade menu superior também permite filtrar e visualizar informações de apenas um dos chips, em uma análise individual.

Confira abaixo as principais funcionalidades do aplicativo:

Fazendo uma ligação: ao instalar o Mobeeli, o usuário cadastra o plano contratado que utiliza, seja de qual operadora for – Vivo, Oi, TIM ou Claro. Ao fazer uma ligação, o aplicativo mostra antes quanto irá custar aquele minuto em reais e quanto o consumidor ainda possui em saldo de franquia (minutos restantes no plano).

Ao encerrar suas ligações pelo aplicativo, ele ainda fica sabendo o total gasto e quanto custou o minuto daquela ligação, que varia de acordo com a operadora, região e telefone do destinatário, se fixo ou mobile.

Chamadas alternativas: o grande diferencial é que se o contato de destino tiver aplicativos como Skype, Viber, Whatsapp, entre outros, ele pode direcionar a chamada para ser feita online. Ou seja, muitas vezes sem custo, especialmente se ele estiver conectado ao wifi, por exemplo.

Para celulares pré-pagos: o usuário pode informar o valor da recarga de créditos e a validade. Pode também cadastrar os bônus oferecidos pela operadora.

O melhor plano: para completar a lista de funcionalidades, o aplicativo exibe na tela qual plano seria mais econômico com base no histórico de uso.

Seu plano: o aplicativo permite também que o usuário identifique se consome realmente tudo o que seu plano de telefonia promete.

Área de estatísticas: essa seção mostra estatísticas baseadas no histórico do usuário, assim ele pode controlar os seus gastos. O módulo página se divide em:

– Minutos por tipo de ligação: informa quantos minutos foram utilizados para cada tipo de ligação, dividido em “mesma operadora”, “outras operadoras” e “telefone fixo”.

– Custo por tipo de ligação: informa o valor total gasto com cada tipo de ligação.

– Custo médio do minuto: em reais (somando todas as ligações, online, off-line e fixo).

– Progressão de consumo por mês: faz um comparativo entre o mês atual e os últimos dois.

A “abelhinha” e o mapa de qualidade

“Quer saber qual operadora tem o melhor sinal na sua casa? O mapa de qualidade da abelhinha pode ajudar! No mapa da qualidade Mobeeli, você pode identificar qual operadora funciona melhor na região que você escolher. Além disso, você também pode ver a avaliação de diversos membros da nossa colmeia. Quanto mais pessoas avaliarem, melhores serão as informações no mapa.”

Essa é a explicação da “abelhinha”, que “desenvolveu o aplicativo junto com os engenheiros”, para uma funcionalidade muito interessante, na qual por uma plataforma colaborativa, os consumidores podem avaliar a qualidade do sinal e chegar a um consenso de regiões mais afetadas por baixa qualidade. Para isso, depende do cooperativismo e que cada usuário faça suas avaliações constantemente.

Como estratégia de comunicação, da mesma forma que a ferramenta, a personagem adotada colabora a favor de sua colmeia, no caso, a sociedade brasileira. E, inclusive, usa uma linguagem mais informal.

“Queríamos mostrar que estamos do lado do consumidor. E a abelha surgiu em associação ao nome, Mo-bee-li – que remete ao mobile – e que também dá essa ideia de colaboração, como funciona para as abelhas”, finaliza Henrique.
Já disponível na Play Store, o Mobeeli tem previsão de chegar para Windows Phone e IOS até o primeiro semestre de 2016.

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Profissionais de TI com foco em soluções capazes de gerar resultados financeiros estão em alta

Guia Salarial 2016 da Robert Half destaca a tendência do crescimento de oportunidades para os profissionais de Big Data
O ano de 2016 será desafiador para os executivos de tecnologia da informação, que se sentirão pressionados pelas empresas a propor iniciativas que afetem de forma positiva os resultados financeiros do negócio. A boa notícia é que, paralelamente à essa responsabilidade, cresce a valorização deste profissional como parte da estratégia das companhias.

De acordo com a edição 2016 do Guia Salarial da Robert Half, o novo cenário implica a saída de cena de profissionais introvertidos para dar espaço àqueles que tenham facilidade de circulação entre as áreas, entendendo os problemas da empresa de maneira ampla e, consequentemente, trazendo melhorias para os resultados finais. “Dentro deste contexto, segue valorizado o analista de negócios, capaz de se comunicar na linguagem do usuário e de TI, sendo o elo entre as linhas de negócio e os desenvolvedores”, explica Fábio Saad, gerente sênior da Robert Half.

A expectativa é de que, nos próximos anos, cresça o número de oportunidades aos profissionais especializados em Big Data. “Grande parte das empresas está dando os primeiros passos na estruturação de uma estratégia eficaz que seja capaz de lidar com a enormidade de dados disponíveis e questões relacionadas à segurança dessas informações”, ressalta Saad.

O processo de formalização de mão de obra continua, assim como vinha acontecendo em 2015. As empresas estão internalizando profissionais ou trabalhando somente com terceirizados ou temporários que operam no regime CLT, de forma a atender a legislação para esta condição.

Quanto à remuneração em tecnologia, a maior valorização apontada pelo Guia Salarial da Robert Half é para o cargo de gerente de sistemas em empresas de grande porte. A previsão é de incremento de 8,3% para 2016 e variação entre R$ 14 mil e R$ 25 mil.

Panorama da área de Tecnologia

• Onde estão as oportunidades – empresas de médio porte

• Cargos mais demandados – gerente de tecnologia, analista de infraestrutura, analista de negócios e consultor funcional ERP

• Perfil valorizado – inglês fluente, perfil mais interativo, bom relacionamento interpessoal, certificações em linguagens de programação, bacharelado em Ciências da Computação ou Tecnologia

• Maior valorização salarial (de 2015 para 2016) – para o cargo de Gerente de Sistemas, com previsão de incremento salarial de 8,3% para 2016 e variação entre R$ 14 mil e R$ 25 mil, em empresas de grande porte.

Há vagas – Os especialistas da Robert Half ressaltam que sempre vão existir oportunidades no mercado de trabalho. Em cenários positivos as companhias se expandem. Em momentos mais difíceis, as empresas passam por reestruturações. Dessa forma, os profissionais devem focar os esforços em se qualificar para a vaga pretendida, com o objetivo de se destacar entre os candidatos que a almejam. Lembrando que o inglês fluente ainda é uma grande deficiência no mercado.

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Direito Digital tem demanda maior que número de especialistas

“Negra escrota”, “já voltou para a senzala?” foram algumas das palavras racistas de usuários de uma rede social na página pessoal da atriz Taís Araújo, no dia 31 de outubro. Em julho, a jornalista Maria Júlia Coutinho também foi alvo de internautas. Os comentários racistas configuram crime e jogam luz sobre uma nova área de atuação dos advogados: o Direito Digital.

Os crimes relacionados à honra estão entre os mais praticados na internet. “A sensação de impunidade e ilusão do anonimato fazem com que as pessoas tomem atitudes sem pensar nas consequências”, afirma o coordenador dos cursos de Pós-Graduação em Direito da Universidade Positivo, Fernando Mânica. Segundo ele, a demanda por profissionais especializados e a baixa concorrência fazem com que essa frente de atuação seja uma das mais promissoras na carreira de Direito, mostrando-se uma excelente opção para recém-formados que buscam bons salários e destaque no mercado.

Os números da Central de Denúncias de Crimes Cibernéticos (www.safernet.org.br) confirmam a tendência: o órgão recebe uma média de 2.500 denúncias por dia, envolvendo páginas contendo evidências dos crimes de pornografia infantil, pedofilia, racismo, neonazismo, intolerância religiosa, apologia e incitação a crimes contra a vida, homofobia e maus tratos contra animais. O ranking mundial, divulgado pela Interpol (www.interpol.int) e Internet World Stats (www.internetworldstats.com) aponta 62,1% das denúncias na língua portuguesa, contra 11,7% em inglês – o que coloca o Brasil em posição de destaque nas investigações. O mesmo indicador mostra que 45,8% das denúncias mundiais são em relação a posts, fotos e comentários no Facebook.

Segundo Mânica, fraude com cartões de crédito é outro tipo de crime digital que ganha a atenção dos especialistas, com o aumento do comércio eletrônico e mobile. A utilização de drones e o direito ao esquecimento (apagar seu histórico dos meios digitais) também são alvos de discussões e alertam em relação à violação de privacidade. “Os profissionais de Direito Digital serão cada vez mais importantes à medida em que a internet está cada vez mais presente no dia a dia das pessoas”, afirma o coordenador. Itens de uso diário, como elevadores, televisores, eletrodomésticos e automóveis, se conectados à internet, podem representar a exposição das pessoas a perigos ou situações vexatórias, por exemplo, caso sejam surpreendidas por um acesso não autorizado.

A especialização em Propriedade Intelectual e Direito Digital da Universidade Positivo tem início em março de 2016 e vai até fevereiro de 2017. O profissional pode atuar em escritórios de advocacia, empresas do mercado de TI, departamentos públicos, entre outros. “A área é bastante vasta e o mercado de atuação favorável, já que se trata de um tema em ascensão”, lembra Mânica. Além de conhecer a legislação sobre o assunto, o professor orienta que os interessados procurem dominar novas tecnologias e a língua inglesa. Mais informações no site www.up.br.

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Brasil está perdendo a luta por talentos, adverte novo relatório

A economia mais forte da América Latina está perdendo sua capacidade de desenvolver, atrair e reter os talentos necessários para servir o mundo dos negócios.

O último Relatório Mundial de Talentos (World Talent Report) da importante escola de negócios global IMD mostra que o Brasil caiu para o 57o lugar em um ranking da capacidade dos países de atender as necessidades corporativas.

O relatório representa uma avaliação anual da capacidade dos países de efetivamente cultivar e sustentar talentos para as empresas que operam dentro de suas economias.

O Brasil, que ficou em 52o lugar no ano passado e está agora a apenas quatro posições do último lugar, experimentou um declínio em uma variedade de indicadores de desempenho relevantes.

O professor Arturo Bris, diretor do Centro de Competitividade Mundial do IMD (IMD’s World Competitiveness Center), que realizou o estudo, disse: “Poder econômico puro e talentos nem sempre caminham lado a lado”.

“O principal atributo entre todos os países que ocupam uma alta posição em nosso ranking é a agilidade, como exemplificado em suas capacidades de definir políticas que preservam seus fluxos de talentos”.

“Sob esse aspecto, talvez compreensivelmente, o Brasil e outras economias latinas em desenvolvimento ainda estão, decididamente, deficientes, em comparação com os países desenvolvidos”.

“Porém, o que deve ser uma preocupação particular do Brasil é que a situação parece estar se deteriorando, em vez de melhorar. É desnecessário dizer que essa tendência tem de ser revertida”.

Outras economias latino-americanas também estão em dificuldades, com o Chile em 43o lugar, o México em 49o, a Colômbia em 50o, a Argentina em 53o, o Peru em 59o e a Venezuela em 60o. Apesar de o México, Chile, Argentina e Colômbia haverem melhorado um pouco suas posições neste ano, todos os países latino-americanos estudados se colocaram na terça parte inferior do ranking.

Algumas das grandes economias também tiveram um desempenho frustrante, com os EUA se arrastando no 14o lugar, o Reino Unido em 21o, a França em 27º e a China continental caindo para o 40o lugar.

A Suíça ocupou o primeiro lugar no ranking — como o fez no ano passado — seguida pela Dinamarca, Luxemburgo, Noruega, Holanda, Finlândia, Alemanha, Canadá, Bélgica e Cingapura.

Os rankings se baseiam em dados relativos à competitividade coletados por 20 anos, incluindo levantamentos minuciosos com mais de 4.000 executivos nos 61 países cobertos pelo estudo.

A pesquisa se foca em três categorias principais: investimento/desenvolvimento, atração e prontidão — fatores que, por sua vez, derivam de outros fatores, como educação, aprendizagem, treinamento de empregados, fuga de cérebros, custo de vida, motivação do trabalhador, qualidade de vida, habilidades linguísticas, remuneração e alíquotas tributárias.

As principais categorias são agregadas em um ranking geral anualmente. Além disso, a evolução de cada país nos vários aspectos é avaliada no curso de uma década — nesse caso, de 2005 a 2015 — para identificar os países mais competitivos em matéria de talentos.

Sobre o IMD

O Centro de Competitividade Mundial do IMD faz parte da escola de negócios IMD e também publica o Anuário da Competitividade Mundial (World Competitiveness Yearbook). O Anuário da Competitividade Mundial é publicado desde 1989 e é amplamente reconhecido como o principal relatório anual sobre a competitividade dos países.

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Pesquisa PayPal/Ipsos traça o perfil do consumidor online no Brasil e em outros 28 países

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Foram levantados hábitos de consumo de mais de 23 mil internautas ao redor do mundo via PC, notebook, tablet e smartphone. O estudo traz informações sobre os motivos que vêm levando tantos brasileiros a adquirirem produtos em sites fora do País

Os avanços tecnológicos estão aumentando, consideravelmente, as oportunidades de e-commerce para todos — em qualquer parte do mundo, a qualquer momento e por meio de diversos tipos de equipamentos eletrônicos as pessoas hoje podem se comunicar e fazer negócios online. É o que já está sendo chamado de The People Economy.

Tendo em vista essa revolução comercial, a Ipsos, a pedido do PayPal, conduziu uma pesquisa global, com mais de 23 mil internautas de 29 países — incluindo o Brasil — para entender por que as pessoas compram via internet. Outros pontos abordados pelo estudo são: como o comércio cross-border (entre fronteiras) está se desenvolvendo; que tipo de equipamento as pessoas preferem usar para adquirir produtos; o que as leva a querer comprar online; os principais produtos adquiridos (classificados por temas); como pagam por esses produtos; e seus receios na hora de fazer negócios.

A pesquisa apurou, por exemplo, que 67% dos internautas no mercado local compraram online nos últimos 12 meses. No universo de consumidores online, 51% afirmaram ter adquirido produtos somente em sites brasileiros; 45% compraram tanto domesticamente quanto em outros países; e 4% só fizeram negócios cross-border.
“Mesmo com a mudança no cenário de câmbio, ainda há uma grande oportunidade de crescimento do comércio cross-border, especialmente em destinos que também tiveram depreciação em suas moedas, como a Ásia”, salienta Renato Pelissaro, diretor de Marketing do PayPal para a América Latina. “É muito importante que os varejistas entendam as barreiras para adoção do comércio eletrônico a fim de que possam desenvolver estratégias que lhes permitam aproveitar esta oportunidade”, completa o executivo.

A seguir, as principais descobertas sobre os consumidores brasileiros do estudo PayPal/Ipsos:

• Percentual de compradores online que fizeram compras nas diversas categorias online nos últimos 12 meses

61% dos compradores online adquiriram roupas, calçados e acessórios nos últimos doze meses
57% compraram equipamentos eletrônicos de consumo
52% compraram itens (físicos) de entretenimento e educação como livros, CDs e DVDs.

• Categorias de produtos adquiridos por compradores online que fizeram compras em sites estrangeiros nos últimos 12 meses

52% compraram roupas, calçados e acessórios
38% compraram equipamentos eletrônicos de consumo
36% compraram itens digitais de entretenimento e educação, como e-books, aplicativos ou arquivos digitais de músicas e filmes

• Dos brasileiros que compraram online …

32% alegam tê-lo feito em sites da América do Norte (Estados Unidos e Canadá) nos últimos 12 meses (mas principalmente dos EUA: 31%)
32% alegam tê-lo feito em sites da Ásia nos últimos 12 meses (principalmente da China: 29%)
12% dos que compraram online alegam tê-lo feito da Europa
8% dos que compraram online alegam tê-lo feito das Américas do Sul (excluindo Brasil) e Central
2% alegam tê-lo feito do Oriente Médio
2% alegam tê-lo feito da África

• Compradores de sites no exterior alegam que o dinheiro gasto por eles em sites de um outro país é dividido da seguinte forma:

15% do dinheiro gasto em sites de outros países dá-se no e-Bay
16% do dinheiro gasto em sites de outros países dá-se na Amazon
33% do dinheiro gasto em sites de outros países dá-se no AliExpress/AliBaba/TaoBao

• Principais razões pelas quais brasileiros que compram online internacionalmente escolhem fazer compras da China

85% dos internautas que compraram na China afirmam que a principal motivação para isso são os preços baixos
64% deles declaram que a possibilidade de comprar produtos aos quais não têm acesso no Brasil são o motivo mais importante

• Principais razões pelas quais brasileiros que compram online internacionalmente escolhem fazer compras de sites dos Estados Unidos

67% dos que compraram nos EUA afirmam que a qualidade dos produtos é a principal razão para fazê-lo
64% dizem ser pela possibilidade de descobrir itens novos e interessantes

• Compradores online têm maior propensão de comprar em sites estrangeiros que oferecem:

Frete grátis (56% deles dizem que esta possibilidade os faria mais predispostos a comprar de sites de outros países)
Segurança na hora de pagar (51%)
Possibilidade de adquirir produtos não disponíveis no mercado local ou difíceis de serem encontrados (46%)
Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC) em sua própria língua (46%)

• Compradores online brasileiros acessam lojas online em outros países da seguinte forma:

64% vão direto aos sites que já usaram (a média mundial é 58% entre os países da amostra da pesquisa)
49% seguem recomendação de amigos e familiares (a média mundial é 36%)
39% vão direto aos sites em que conhecem os endereços
39% procuram sites estrangeiros quando sabem que oferecerão promoções
19% clicam em banners e anúncios online

• As razões mais comuns que levam os compradores online brasileiros a evitar sites de outros países

51% alegam que ter de pagar impostos de importação/tarifas alfandegárias e/ou taxas os levam a evitar comprar mais vezes de sites internacionais
49% dizem que o câmbio está desfavorável
45% afirmam que o prazo de entrega não é rápido o suficiente
36% estão preocupados com a segurança de seus dados financeiros e pessoais

• Participação dos gastos online totais por tipo de dispositivo

De acordo com os consumidores…

76% do total gasto online se dá via desktop, notebook e laptop (na China, são 55%)
13% do total gasto online se dá via smartphone (na Índia o índice é de 29%)
7% do total gasto online se dá via tablet (no Reino Unido, são 12%)

• Participação dos gastos online em sites do exterior por tipo de dispositivo

De acordo com os consumidores…

74% das compras internacionais são feitas via desktop, notebook e laptop
14% das compras internacionais são feitas via smartphone
8% das compras internacionais são feitas via tablet

• O que faz diferença para quem compra online no exterior na hora de comprar via internet

65% dos brasileiros que compram online concordam que preferem lojas globais de grande porte quando compram de outro país
55% concordam que não faz diferença de onde os produtos são enviados, desde que o preço total seja bom

• Atitudes dos compradores em relação às compras online em outros países

57% dos compradores online brasileiros não se sentem confortáveis de comprar online em outra língua
47% declaram-se confortáveis em comprar de uma loja online de outro país
67% dos internautas que compraram além-fronteiras usaram o PayPal para transações internacionais nos últimos doze meses

• Qual o motivo que leva compradores de sites no exterior a escolher um método de pagamento em detrimento de outro

É uma forma mais segura de pagar: 37% citam este motivo como a razão que os leva a escolher o seu método de pagamento online favorito (49% no caso daqueles que preferem usar o PayPal)
Aceito pela maioria de lojistas online: 37% citam este motivo como a razão que os leva a escolher o seu método de pagamento online favorito (46% no caso daqueles que preferem usar o PayPal)
Possibilidade de ver o preço em reais: 36% citam este motivo como a razão que os leva a escolher o seu método de pagamento online favorito (31% no caso daqueles que preferem usar o PayPal)
Rapidez no processo de pagamento: 35% citam este motivo como a razão que os leva a escolher o seu método de pagamento online favorito (37% no caso daqueles que preferem usar o PayPal)

Veja a pesquisa completa aqui:

https://www.paypalobjects.com/digitalassets/c/north-america/stories/us/docs/paypal_ipsos_insights_2015_global_report_external_final.pdf

A pedido do PayPal, a Ipsos entrevistou uma amostra* representativa de um total de 23.354 (com 18 anos ou mais) que usam ou têm um equipamento** com acesso à internet em 29 países (Reino Unido, Irlanda, França, Alemanha, Áustria, Suíça, Itália, Espanha, Holanda, Suécia, Polônia, Turquia, Rússia, Israel, Emirados Árabes, Estados Unidos, Canadá, Brasil, México, Argentina, Índia, Japão, Coréia do Sul, Cingapura, Austrália, África do Sul, Nigéria e Egito).
As entrevistas foram conduzidas online entre 17 de setembro e 28 de outubro de 2015. O trabalho de campo no Brasil foi conduzido entre 23 de setembro e 5 de outubro de 2015, a partir de uma amostra de 800 pessoas.

Os dados foram ponderados para representar a incidência de compradores on-line em todos os países da pesquisa. E, em quatro deles – Coréia do Sul, Cingapura, Egito e Emirados Árabes – os dados foram ponderados também para se ajustarem ao perfil demográfico dos usuários de internet.

(*) Idade, sexo e região representativos da população online. (Na Suíça, idade e sexo das amostras são representativos). Não foram determinadas quotas para a Nigéria, uma vez que não existe um perfil disponível de usuários de internet nesse país.

(**) Computador, desktop, laptop, notebook, tablet, smartphone, outros tipos de telefones móveis, organizador eletrônico, PDA com funções de wireless e acesso a dados, consoles de jogos com conectividade à internet, a exemplo do Wii, e Smart TV.

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Prêmio DCD Awards é entregue às melhores empresas e projetos de datacenter do Brasil

A DatacenterDynamics, empresa com atuação global no mercado de datacenters, promoveu a entrega do 5o Prêmio DCD Awards Brasil, que reconhece os melhores projetos de centros de dados no País, em diferentes categorias. Em 2015, a premiação foi concedida a oito empresas: Sky, Ascenty, Telebras, Telefonica/Vivo, Santander, Itaú Unibanco e Sabesp. A premiação contemplou ainda o executivo Antonio Caporaz, da Ampler Engenharia, por sua Contribuição Excepcional para a Indústria de Datacenter.

Galeria de fotos do evento: https://picasaweb.google.com/100389321488233705729/DCDBrazilAwards2015

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A entrega do Prêmio foi realizada durante a primeira edição da Brasil Datacenter Week, evento também organizado pela DatacenterDynamics entre 9 e 13 de novembro, em São Paulo. O CEO da empresa para a América Latina, José Friebel, iniciou a cerimônia de premiação destacando o trabalho da DCD para fortalecer a indústria brasileira de datacenters. Já o Gerente de Negócios Brasil-Portugal, Marcus Queiroz, chamou a atenção para a evolução dos projetos inscritos para o Prêmio ao longo de suas cinco edições.

As vencedoras do DCD Awards Brasil 2015 foram premiadas nas seguintes categorias:

Melhor Datacenter: Sky – Sky Broadcastcenter;

Melhor Provedor de Serviço de Datacenter: Ascenty – Ascenty Datacenter e Telecom (patrocinado por Ebm Engenharia);

Melhor Projeto para Prestação de Serviço Digital: Telebras – transmissão de vídeo e áudio HD para a Copa do Mundo 2014 (patrocinado por CEEDA);

Reconhecimento Especial para Equipe de Datacenter do ano: Telefonica/Vivo – O Desafio da Sustentabilidade Operacional em Data Center (patrocinado por Cummins);

Melhoria na eficiência energética do datacenter: Santander – Produban Eficiência Energética em Data Center (patrocinado por Schneider Electric);

Melhor Projeto de Transformação em Datacenter: Itaú Unibanco – Transformando um datacenter em ambiente de Densidade de Potência (patrocinado por DCD Magazine);

Melhor Projeto Cloud: Sabesp – Cloud Computing de Alta Performance: Disponibilidade e Resiliência (patrocinado por Huawei);

Contribuição Excepcional para a Indústria de Datacenter (prêmio pessoal): Antonio Caporazo – Ampler Engenharia (patrocinado por TC Solutions).

A edição de 2015 do DCD Awards Brasil também contou com o patrocínio de Ampler, Apogee e Zeittec, como Patrocinadores Master. Além do Brasil, a Datacenter Dynamics promove entregas do DCD Awards nas edições América Latina, América do Norte e Ásia-Pacífico.

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Startups de segurança e de saúde vencem 7º Acelera Startup

Fonte: Agência Indusnet Fiesp

A Tela de Bloqueio, com um produto que impede por exemplo que ladrões entrem numa garagem enquanto o portão está sendo fechado, foi, ao lado da Livre – Montagem de Produtos Assistivos, uma das vencedoras do 7º Concurso Acelera Startup, da Fiesp. Os prêmios foram anunciados nesta terça-feira (17/11), na sede da Fiesp.

Representada no Acelera por Tarcisio Caddah Melo, a Tela de Bloqueio impede a entrada de pessoas não autorizadas em áreas de acesso restrito, em instalações fixas (residências, galpões, armazéns) ou instalações móveis (caminhões e carros-fortes, por exemplo). A patente é uma solução de engenharia que tem como suporte o princípio físico da “Gaiola de Faraday”.

Da categoria Saude e Bem-estar, a Livre realiza o desenvolvimento de equipamentos assistivos para auxílio de mobilidade, para pessoas que utilizam cadeiras de roda. Seu Kit Livre transforma qualquer modelo de cadeira de rodas em triciclo motorizado. Foi representada no Acelera por Júlio Oliveto Alves.

Os finalistas da sétima edição do Acelera Startup foram escolhidos entre cerca de 5.000 empresas. Foram para a fase final 316 empreendedores que tiveram projetos ou startups selecionados na primeira fase de avaliação. Depois de passar por dois dias de um exclusivo processo de aceleração, com palestras, workshops, mentorias e avaliações classificatórias, foram definidos 13 finalistas, nas categorias Geral; Agronegócio; Educação; Saúde e Bem-estar.

Os outros finalistas foram Poliol vegetal, PlayDown, DoctorID, Omnize, Biotec do Brasil, Timokids, Indigoway, Fawke, PeggyPeg, Indicadores de Necessidade de Irrigação, Opa!.

Sobre o Acelera

Uma boa ideia na cabeça e a chance de encontrar seu potencial investidor, no elevador, e convencê-lo em prazo recorde: esta é uma das propostas do dinâmico Concurso Acelera Startup. O Acelera Startup incentiva o empreendedorismo inovador e aproxima projetos e empresas de investidores.

Trata-se da maior arena de aceleração do Brasil, que tem como objetivo fomentar o empreendedorismo e a inovação, atraindo o maior número de empreendedores e de investidores para a geração de negócios. Somando as seis edições anteriores, o evento já gerou investimentos de mais de R$ 3 milhões.

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Twitter lança no Brasil o Moments, botão que permite encontrar histórias com mais facilidade

Chega a partir desta terça (17) aos usuários do Twitter no Brasil o Moments (@momentsbrasil), lançado no início de outubro nos EUA e que permite encontrar as melhores histórias da plataforma com mais facilidade. O mercado brasileiro é o segundo do mundo a receber o produto e ter uma equipe dedicada exclusivamente a ele.

Para acessar o Moments, basta clicar no ícone de raio, incorporado à barra de opções. Além da lista dos assuntos mais relevantes do momento — que é atualizada à medida que surgem novas histórias — é possível encontrar conteúdos em tópicos específicos, como Notícias, Entretenimento, Esportes e Diversão, que reúne os melhores memes.

Uma equipe com formação em Jornalismo dedicada ao Moments, liderada por Leonardo Stamillo, diretor editorial do Twitter para a América Latina, organiza as narrativas a partir de Tweets já publicados. A curadoria é totalmente manual, sem uso de algoritmos.

Saiba como funciona no blog do Twitter Brasil.

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Wanderley de Souza é o novo presidente da Finep

Foto: João Luiz Ribeiro/Finep

Foto: João Luiz Ribeiro/Finep

Reforçar o papel da Finep no apoio à infraestrutura científica nos institutos e universidades, em áreas estratégicas para o desenvolvimento científico nacional, assim como apoiar as empresas que atuam na área de inovação. Esses são os objetivos centrais do novo presidente da Finep, o médico e cientista Wanderley de Souza. A nomeação foi publicada nesta segunda-feira (16) no Diário Oficial da União, juntamente com a exoneração do cientista político Luis Fernandes, que esteve à frente da instituição nos últimos oito meses. Formado em medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Wanderley se especializou em doenças infecciosas e parasitárias (como chagas, leishmaniose e toxoplasmose). Suas atividades de pesquisa se concentram em estudos de biologia celular de protozoários patogênicos e de sua interação com a célula hospedeira.

Professor titular do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho da UFRJ e pesquisador do Centro Nacional de Biologia Estrutural e Bioimagem da mesma universidade, Wanderley também tem uma carreira importante no serviço público. Foi secretário-executivo do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e secretário de Ciência e Tecnologia do Estado do Rio de Janeiro, quando criou o Centro de Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (Cederj), que deu origem à Universidade Aberta do Brasil. De acordo com o novo presidente da Finep, o trabalho em sinergia com o MCTI será fundamental para o sucesso das ações da empresa: “Um dos objetivos é aperfeiçoar o sistema de avaliação dos projetos, para exigir mais qualidade e foco, dentro das prioridades que forem estabelecidas pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação”.

Wanderley de Souza também foi diretor do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), vice-diretor e diretor do Instituto Carlos Chagas e primeiro reitor da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro e da Universidade Estadual da Zona Oeste, em Campo Grande. Motivo de orgulho, a sua relação com a Finep data de quatro décadas. “Fui cliente desde 1976, quando ainda era estudante. O laboratório onde eu trabalhava, na UFRJ, era apoiado pela Finep, que financiou todo o equipamento”, conta. Agora no comando da financiadora, ele pretende “instaurar a cultura do debate e reflexão dos grandes temas da Ciência, Tecnologia e Inovação dentro e fora da Finep”.

Membro das academias Nacional de Medicina, Brasileira de Ciências e de Ciências do Terceiro Mundo, Wanderley de Souza é consultor de instituições como a própria Finep, o CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), a Faperj (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro), a Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e a FAP-DF (Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal). Além disso, também é membro do corpo editorial de diversas publicações científicas nacionais e internacionais.

Autor de mais de 600 artigos, Wanderley atua junto a várias sociedades científicas, como: Sociedade Brasileira de Microscopia Eletrônica, Sociedade Brasileira de Protozoologia, Society of Protozoologists, Interamerican Society for Electron Microscopy, American Society for Cell Biology, American Society of Parasitologists.

Fonte: Finep

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Black Friday: startup cria plataforma colaborativa para encontrar promoções reais

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Modelo colaborativo permite que seus 9 mil usuários ajudem equipe de especialistas a selecionarem as mais relevantes ofertas do evento em tempo real

Segundo pesquisa divulgada pela Buscapé Company, na última Black Friday, 53% dos consumidores disseram ter encontrado bons descontos, mas 57% dos entrevistados também disseram ter se deparado com falsas promoções. Neste cenário, uma startup desenvolveu uma plataforma para que os usuários possam se ajudar encontrando boas promoções, compartilhando uns com os outros tais oportunidades.

O OfertaEsperta.com, lançado durante a Black Friday de 2014, hoje conta com 9 mil usuários cadastrados, que contribuem com uma equipe de especialistas do site que avaliam cada oferta sugerida antes de publicá-las na plataforma, analisando o histórico de preços dos produtos, a confiabilidade das lojas, assim como a possibilidade de descontos adicionais, com o uso de cupons de desconto, por exemplo.

“Nosso objetivo é que nossos usuários possam aproveitar cada oferta publicada sem medo de estarem sendo enganados por qualquer motivo, portanto publicamos na plataforma somente promoções com descontos reais, de lojas confiáveis, no melhor momento possível para se fazer a compra. Caso um desses critérios não seja atendido, a oferta não é publicada.”, afirma Julieno Neves, um dos fundadores da startup.

Os descontos reais ficam entre 20 e 50%

Pesquisa divulgada pelo Google em parceria com o Ibope, revela que o tíquete médio do brasileiro deve chegar a R$1000 nesta Black Friday, quase o dobro dos R$522 gastos na última Black Friday. Apesar disto, entre muitos consumidores, a Black Friday ainda carrega a fama de “black fraude”, ou ainda, de “tudo pela metade do dobro”, em referência às lojas aumentarem os preços dias antes do evento e voltarem com os preços antigos no dia do evento, para que os consumidores acreditem que houve real queda nos preços dos produtos.

“A prática de alguns lojistas de aumentarem os preços dias antes do evento é algo que pode ser observado ainda hoje, mas isso não significa que não haverão descontos reais durante o evento. Esse é um artifício que as lojas usam pra potencializar a percepção do consumidor em relação a queda de preços, dando a impressão de que os produtos tiveram uma queda ainda mais excepcional na Black Friday.”, afirma Julieno. “Mas considerando os dados da última Black Friday, se considerarmos as promoções mais relevantes, a maioria deverá ter entre 20 e 50% de desconto real, o que pode resultar numa economia bastante considerável.”, complementa.

Promoções Relâmpago

O OfertaEsperta.com foi desenvolvido para que pudesse ter a dinâmica que eventos como a Black Friday exigem, com promoções exclusivas que começam e terminam muitas vezes em questão de horas ou minutos, e que comparadores de preços convencionais muitas vezes sequer conseguem identificar. A ideia surgiu quando os fundadores perceberam que apesar de conseguirem aproveitar boas promoções na Black Friday, seus amigos e familiares sempre relatarem que não conseguiam encontrar promoções tão boas assim.

“Participávamos de grupos de discussão na internet onde os membros se ajudavam dando dicas uns para os outros. O que fizemos foi ampliar isso e tornar todo o processo mais profissional, confiável e acessível.”, conta Julieno.

Hoje na plataforma são publicadas diariamente por volta de 200 promoções, e a estimativa é que esse número seja até 4 vezes maior durante o evento, sendo que essa quantidade deve começar a se intensificar já na quinta-feira à tarde, dia 26 de Novembro, véspera da Black Friday.

Website: http://www.ofertaesperta.com

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Fusões e Aquisições: Brasil acumula 48,6% de participação no mercado regional nos três trimestres

A Merrill DataSite, empresa desenvolvedora líder de solução de data room virtual (VDR) segura e completa que otimiza o processo de due dilligence (auditoria), em parceria com a consultoria Mergermarket, disponibiliza o relatório do mês de outubro com o panorama da indústria de M&A no terceiro trimestre de 2015 no Brasil e América Latina.

Brasil e América Latina:

Apesar das atividades terem avançado no terceiro trimestre – US$22,6 bilhões em transações, mais que o dobro do valor do segundo trimestre – o fraco desempenho no início do ano contribuiu para a queda geral de Fusões & Aquisições em 2015 nas Américas Central e do Sul.

O Brasil, com 48,6% de participação no mercado regional nos primeiros três trimestres de 2015, foi o país que teve o maior efeito sobre a atividade. O país somou apenas 191 negócios, por US$21,6 bilhões – o número de transações mais baixo desde os primeiros três trimestres de 2009 (133) e o valor mais baixo desde os primeiros três trimestres de 2005 (US$5,4 bilhões). Mas este desempenho, embora seja decepcionante, não causa surpresa no atual contexto econômico do Brasil.

Do início do ano até agora o real perdeu cerca de 50% do seu valor frente ao dólar. A depreciação e a incerteza em torno da moeda brasileira parecem ter afetado não só as Fusões & Aquisições outbound, mas também, e de certa forma um contrassenso, as transações inbound.

Do primeiro ao terceiro trimestre de 2015 ocorreram 14 transações outbound, no valor de US$ 4 bilhões, contabilizando uma redução de 30% no número de negócios e de 74,2% no valor de negócios em comparação ao mesmo período de 2014. Mais de três quartos do valor de transações outbound em 2015 vieram de aquisições globais realizadas pela JBS, empresa brasileira de processamento de carne: Moy Park no Reino Unido por US$ 1,5 bilhão, Cargill Pork nos Estados Unidos por pouco menos de US$ 1,5 bilhão e Scott Technology na Nova Zelândia por US$69 milhões.

As Fusões & Aquisições inbound no Brasil somaram 105 operações, no valor de US$ 12,1 bilhões, nos primeiros três trimestres de 2015, representando um recuo de 51,8% em valor de negócios e de 5,4% em número de negócios desde igual período em 2014. A transação inbound de maior porte concretizada no Brasil do primeiro ao terceiro trimestre de 2015 foi a aquisição dos 24,7% restantes de participação na Souza Cruz pela British American Tobacco (BAT) do Reino Unido por US$ 2,7 bilhões. A BAT propôs R$ 26,75 por ação em março, mas acabou desembolsando R$ 27,62 por ação em setembro. Diante da depreciação significativa do real neste meio tempo, porém, o valor do negócio – quando convertido em dólar americano – foi na verdade mais baixo na data da concretização do que na data da proposta.

Por outro lado, o risco de taxas de câmbio flutuantes pode acelerar as negociações que já estão engatilhadas. Esta tendência, no entanto, ainda não parece ter-se manifestado em dados: apesar das Fusões & Aquisições inbound no Brasil terem crescido entre o primeiro trimestre de 2015 (US$1,6 bilhão) e o terceiro trimestre de 2015 (US$ 6,6 bilhões), ainda ficaram significativamente abaixo dos níveis do ano passado (US$ 13,2 bilhões no terceiro trimestre de 2014).

Com apenas um trimestre restante em 2015, é altamente improvável que no Brasil e nas Américas Central e do Sul como um todo vejamos o mesmo nível de atividades do ano passado (US$ 130,7 bilhões e 617 transações no ano de 2014 inteiro). A esta altura a esperança é de que a situação no Brasil se estabilize em 2018. Enquanto isso, porém, outros países talvez melhorem suas posições e até mesmo assumam a liderança no mercado de Fusões & Aquisições nas Américas Central e do Sul.

Visão Global

O ritmo global de Fusões & Aquisições continua a se intensificar, atingindo o ponto mais alto desde a crise financeira de 2008. O crescimento da atividade de Fusão & Aquisição pode ser um indicador alternativo da evidente recuperação econômica mundial. Do pico da crise até agora, os valores globais têm aumentado a cada ano, o que sugere melhoria na confiança geral.
Nos primeiros nove meses de 2015 foram realizadas 11.754 transações, somando US$ 2,9 trilhões, ou seja, um aumento de 47% em valor desde 2008 (10.689 operações no valor de US$ 2 trilhões). Nos primeiros três trimestres de 2015 o valor total das transações subiu 21,1% em comparação ao mesmo período de 2014, que registrou 12.772 operações no valor de US$ 2,4 trilhões.

Sobre o relatório Mensal da Indústria de M&A na América Latina e no mundo

O relatório oferece mensalmente uma visão geral do fluxo global de transações por região, detalhando estatísticas transacionais e incluindo comentários sobre América Latina, América do Norte, Europa, Ásia-Pacífico, Oriente Médio e África.

Baixe o relatório completo:
http://www.datasitedeal.com/MAInsiderOctober2015BRZ?LeadSource=Public_Relations&CampaignID=7011A00000164NX

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Kia Motors vai introduzir tecnologias de condução autônoma

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A Kia Motors anunciou hoje um investimento significativo para o desenvolvimento de novas tecnologias de condução autônoma que serão introduzidas parcialmente pela marca em sua gama de modelos em 2020. O objetivo da Kia é colocar no mercado seu primeiro carro totalmente autônomo em 2030.

A fase inicial de investimento de Kia – totalizando US$ 2 bilhões em 2018 – prevê o desenvolvimento do novo Sistema Avançado de Assistência ao Motorista, além de empregar um maior número de engenheiros. Este processo vai introduzir a próxima geração de veículos inteligentes da Kia nos próximos anos.

De acordo com Tae-Won Lim, vice-presidente da Central de Pesquisa Avançada e do Instituto de Engenharia de Hyundai Motor Group, “os veículos totalmente autônomos ainda estão um pouco distante, portanto vamos iniciar uma grande quantidade de pesquisas e testes rigorosos de produtos para fazer desta tecnologia uma realidade. A Kia ainda está nos primeiros estágios de desenvolvimento de suas próprias tecnologias, mas estamos confiantes de que as últimas inovações – parcial e totalmente autônomas – tornarão a condução ainda mais segura para todos”, diz.

Sistema Avançado de Assistência ao Motorista

Com ADAS ainda em estágio inicial, a Kia – como parte da Hyundai Motor Group – prevê um trabalho bastante estreito com os fornecedores e empresas afiliadas para desenvolver uma gama de tecnologias em três categorias distintas para permitir que um veículo tenha condução autônoma:

– Reconhecimento: o desenvolvimento de novos sensores para detectar outros veículos e perigos, leitura da estrada a frente e identificação das más condições de condução

– Julgamento: sistemas de computação avançados que permitem o veículo tomar decisões com base na informação recolhida por sensores ADAS

– Controle: sistemas eletrônicos e mecânicos ativos, permitindo que o veículo execute as decisões tomadas pela tecnologia autônoma em qualquer situação

Introdução de tecnologias de condução parcialmente autônomas em 2020

Kia planeja introduzir uma gama de tecnologias parciais ADAS nos próximos anos, com uma variedade de novas funções previstas para 2020. Umas das novas tecnologias em desenvolvimento é a Highway Driving Assist (HDA), que controla a direção, travagem e aceleração em autoestrada, combinado com a Lane Guidance System (LGS) e o Advanced Smart Cruise Control (ASCC). O HDA é projetado para manter automaticamente uma distância segura dos carros na frente, mantendo veículo em sua faixa de rodagem na estrada e aderindo aos limites de velocidade locais usando informações do sistema de navegação. O sistema também irá ajudar na ultrapassagem com segurança de outros carros da estrada.

O Jam Traffic Jam Assist (TJA), atualmente em desenvolvimento pela Kia, realiza o rastreamento do veículo da frente durante as condições de tráfego por meio de uma variedade de sensores e vai manter uma distância segura do carro na frente, além do veículo na pista. Com o TJA, os motoristas terão mais facilidade – e mais conforto – para navegar em engarrafamentos nas estradas frequentemente congestionadas.

Para tornar os veículos Kia entre os carros mais fáceis de estacionar, a empresa está desenvolvendo novas tecnologias para facilitar as manobras em baixas velocidades, como o Smart Parking Assist System (SPAS) que permite o veículo estacionar de forma independente em espaços paralelos ou perpendiculares. A Kia também irá introduzir o Remote Advanced Parking Assist System (RAPAS), sistema que estaciona o veículo quando o condutor pressiona o botão de chave inteligente.

Todas essas novas tecnologias irão juntar-se ao conjunto de sistemas já oferecidos pela Kia em seus mais recentes veículos de produção no mercado global, incluindo o Sorento e os novos Optima e Sportage. Estas tecnologias serão principalmente concebidas para tornar a condução mais segura e mais fácil aos clienets da Kia, identificando perigos na primeira oportunidade e permitindo que o motorista – ou o carro – tenham a reação apropriada

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Agilidade das startups dá vantagem na crise, afirma diretor durante abertura do Acelera Startup

Agência Indusnet Fiesp

Na abertura, nesta segunda-feira (16/11), da fase final do 7º Acelera Startup, concurso de empreendedorismo da Fiesp, Bruno Ghizoni, diretor do Comitê Acelera Fiesp (CAF), disse que “por incrível que pareça”, o momento no Brasil é bom para as startups. “Vocês são mais ágeis, pensam fora da caixa.” Lembrou que os finalistas da sétima edição do Acelera Startup foram escolhidos entre cerca de 5.000 empresas e “já são mais que vencedores”.

Participam 316 empreendedores que tiveram projetos ou startups selecionados na primeira fase de avaliação. São dois dias de um exclusivo processo de aceleração, com palestras, workshops, mentorias e avaliações classificatórias. As categorias desta edição são Geral; Agronegócio; Educação; Saúde e Bem-estar.

Sylvio Gomide, diretor titular do CAF, fez um paralelo entre os atentados na França e a crise enfrentada pelo Brasil. No nosso caso, afirmou, parte da solução vem da educação e do trabalho. “O momento de reflexão é importante para nós”, disse. “Não podemos fingir que nada está acontecendo. A primeira resposta é educação, e a segunda é trabalho, a geração de renda, de emprego.”

Gomide explicou a importância da campanha “Não Vou Pagar o Pato”, com participação ativa da Fiesp, e pediu a participação do público.

Também elogiou a presença dos empreendedores no Acelera Startups. “É importante contar com a participação de todos vocês. Na última edição, 17 Estados participaram deste concurso.”

Os 12 mais bem avaliados (sendo oito operacionais e quatro pré-operacionais) chegarão como finalistas do evento, podendo apresentar seu negócio, no modelo de elevator pitch (até 3 minutos), à banca de investidores mais seleta do mercado. Dois deles serão os grandes vencedores, sendo um operacional e outro pré-operacional, independentemente da categoria. Pela primeira vez, serão premiados projetos e empresas inovadoras tanto em fase pré-operacional quanto operacional.

O público pôde participar das palestras sobre inovação, investimento e empreendedorismo, também transmitidas ao vivo pela Internet. Na terça-feira (17/11) poderá acompanhar as apresentações dos pitches (apresentações) dos finalistas aos investidores.

Ambiente empreendedor

A primeira palestra, sob o título Inovação – O case da Agência Africa, teve como moderadora Daniela Saad, diretora do CAF e da área comercial dos canais pagos da Band. Em sua apresentação, Sérgio Gordilho, sócio da agência Africa, ressaltou o ambiente favorável ao empreendedorismo na Fiesp, que estimula as startups. Na Bahia, há condição semelhante para a criatividade, disse, como explicação para a grande presença de publicitários e especialistas em marketing em seu Estado.

Gordilho disse que “crise é inovação. Isso é o ponto. Tire o esse, e crise vira crie”. Numa crise, explicou, é preciso olhar de forma diferente tudo que se faz. “Porque isso é inovação – tentar fazer melhor. É alterar a forma de fazer. O que é o bom da crise? Crise é um grande momento de inovar.”

O sócio da agência Africa deu também conselhos práticos sobre comunicação ao público. “Para saber a melhor mídia é preciso conhecer seu consumidor. A melhor mídia é onde ele está. Você sabe para quem sua empresa foi feita? Vivemos um mundo de oportunidade nas mídias, porque o brasileiro é conectado. Primeiro entenda seu consumidor – a partir daí fica fácil.”

Gordilho encerrou sua apresentação estimulando os empreendedores: “Trabalhem, foquem, cresçam”.

Investimentos

O primeiro painel do dia, O mercado faz o pitch aos empreendedores – O que existe para ajudar minha startup?. teve intensa participação do público. O moderador do painel, Bruno Ghizoni, explicou que a ideia das apresentações foi mostrar o outro lado para o empreendedor.

Leonardo Pereira, chefe do departamento de capital empreendedor do BNDES, classificou como “impressionante como o empreendedorismo se desenvolve no Brasil, e mais especificamente em São Paulo, e como o ecossistema favorece isso.”

O BNDES, explicou, tenta criar produtos para dinamizar o ecossistema de inovação. Citou como problema no Brasil a remuneração dos títulos do Governo. “Dão 14% a 15% ao ano, e os investidores querem mais do que isso” na hora de escolher empreendimentos. Além desse retorno, o empreendedor precisa ficar de olho nos concorrentes. “Investidor quer ver capacidade do gestor e quer ver resultados.”

Fernanda Bordin, gerente da área de inovação e negócios da Mercedes-Benz, disse que a empresa tem abertura para startups, mas os empreendedores têm que ir preparados – “é preciso convencer muitas pessoas pelo caminho”. Disse que o LinkedIn funciona como canal para apresentar a startup à Mercedes – “mas não aquele pedido padrão de ‘adicionar’”. É preciso pensar como se fosse um pitch de elevador, contar o que a empresa tem a oferecer.

Fábio Kiyan, coordenador de Estratégia Tecnológica da Embraer, disse que a empresa toma ações focadas em fortalecer ecossistema de inovação. Parte importante do que a Embraer vai precisar, explicou, virá de startups. “O Acelera é programa muito importante para a Embraer.” Eventos como ele ajudam a Embraer a identificar fornecedores e encontrar soluções para problemas de curto prazo.

Sérgio Risola, diretor-executivo do Centro de Inovação, Empreendimento e Tecnologia (Cietec), frisou o tamanho – “é o maior do Brasil” – e a qualidade do Acelera Startup. Sobre a incubadora em que trabalha, disse que procuro “tornar simples, segura e escalável a inovação”. Cietec ajuda a criar asas, mas voa junto.

Também participaram do painel Rodrigo Comazzetto, gestor regional de São Paulo do Fundo Criatec 2, Anderson Borille, coordenador da Divisão de Engenharia Mecânica do ITA, e Alexandre Barros, coordenador da Incubadora de Negócios do Cecompi. Borille e Barros destacaram o ambiente favorável à inovação no Vale do Paraíba, com a presença de indústria aeronáutica, aeroespacial e de defesa.

Labs

O segundo painel do Acelera, A nova onda do mercado: Labs – O que são? O que minha startup ganha com isso?, foi mediado por Marcos Moraes, diretor do CAF. José Cláudio Cyrineu Terra, diretor de Inovação do Hospital Israelita Albert Einstein, lembrou que inovação precisa de uma visão diferente. Disse que o hospital quer impactar o ecossistema de inovação da saúde no Brasil. Para acelerar startups da área de saúde, ajuda em pontos como a área científica. “Sem ecossistema de inovação extremamente forte, nossos problemas na área de saúde não serão resolvidos”, afirmou. O hospital criou uma “garagem” para projetos, e contratou 15 engenheiros, de áreas como mecatrônica. Conseguiu montar portfólio de 30 projetos num ano.

Patrick Teyssonneyre, diretor de Inovação e Tecnologia da Braskem, alertou os participantes que o modelo de negócios tem sido a deficiência nos pitches (mais de 70) que acompanhou. “Precisa evoluir nisso”, afirmou. Célio Antunes, presidente da Impacta Tecnologia, citou projeto de plataforma de e-learning desenvolvida por seus alunos. Ele comprou 20% da empresa, e a solução virou comercial.

Sobre o Acelera

Uma boa ideia na cabeça e a chance de encontrar seu potencial investidor, no elevador, e convencê-lo em prazo recorde: esta é uma das propostas do dinâmico Concurso Acelera Startup. O Acelera Startup incentiva o empreendedorismo inovador e aproxima projetos e empresas de investidores.

Cerca de 50 investidores, com potencial de investimento de R$ 500 bilhões, formarão a maior banca do país. Trata-se da maior arena de aceleração do Brasil, que tem como objetivo fomentar o empreendedorismo e a inovação, atraindo o maior número de empreendedores e de investidores para a geração de negócios. Somando as seis edições anteriores, o evento já gerou investimentos de mais de R$ 3 milhões.

Confira toda programação no site http://hotsite.fiesp.com.br/acelera/

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