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Nova websérie aborda mercado de trabalho e desafios profissionais

Robert Half lança vídeos sobre temas como remuneração e profissões mais demandadas

Devo ou não aceitar uma contraproposta? Em que área devo investir minha formação para ganhar um salário melhor? Por que um trabalho temporário pode ser um ótimo investimento? Pensando em dúvidas comuns que candidatos e recrutadores enfrentam em um mercado cada vez mais competitivo, a Robert Half lança a partir deste mês uma websérie que abordará os principais desafios de carreira do mundo corporativo. Com entrevistas de consultores especializados em cada área de atuação, os quatro primeiros vídeos serão sobre as tendências salariais para as áreas de Recursos Humanos, Jurídica e Engenharia, além de um panorama geral sobre o mercado de trabalho em 2014.

Todos os meses, novos vídeos abordarão temas relevantes do mercado de trabalho como dicas para o processo seletivo e estratégias de contratação eficientes, com foco educativo para candidatos e empresas. O objetivo principal é o de poder compartilhar, de forma mais dinâmica, a experiência que a Robert Half acumulou em mais de 60 anos de recrutamento especializado.

“Queremos ser reconhecidos como uma fonte de informações que faça a diferença para os públicos com os quais nos relacionamos”, afirma Alexandre Arima, gerente de Marketing para a América Latina da empresa. “O objetivo é falar a mesma língua dos profissionais. A websérie de carreira é uma grande novidade no mercado e, por ser uma ferramenta dinâmica, tem grande potencial de sucesso”, completa.

Websérie de carreira
www.roberthalf.com.br/videos-carreira

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Estudo sobre engajamento de funcionários revela tendências preocupantes

A Bain & Company, consultoria global de negócios, acaba de realizar um estudo em parceria com a Netsurvey para analisar o nível de engajamento de 200 mil funcionários de 40 empresas em 60 países. A consultoria encontrou algumas tendências preocupantes:

• O nível de engajamento cai quando o colaborador tem mais vivência dentro de uma empresa. Funcionários com conhecimentos mais profundos sobre a organização e mais experiência de mercado, tipicamente, são os menos engajados;
• Os níveis caem nas camadas mais baixas da organização, o que sugere que o time de executivos seniores geralmente subestima o descontentamento da linha de frente;
• Níveis de engajamento são menores em vendas e funções de prestação de serviço, ou seja, nas áreas que possuem mais interação com os consumidores e clientes.

Na pesquisa, a consultoria percebeu cinco pontos cruciais para que o engajamento dos funcionários se torne algo efetivo na organização:

– Gestores da linha de frente (e não a área de Recursos Humanos) devem liderar o tema: é difícil para os colaboradores se engajarem com uma empresa se eles não são fãs de seus superiores. A pesquisa mostra que 87% dos funcionários considerados como “promotores” (ou seja, que indicam a empresa na qual trabalham com uma visão positiva) também dão altas notas para os seus supervisores diretos. Uma comunicação clara com os gestores sobre a responsabilidade que eles têm em relação ao engajamento dos funcionários irá aumentar o senso de autonomia deles, premissa para que também estejam engajados. Gestores mais engajado e com maior senso de poder exercem influência direta no engajamento do seu time.

– Gestores precisam de treinamento para dialogar com suas equipes: trabalhar com uma equipe com o objetivo de aumentar o engajamento dos colaboradores não é uma expertise natural para todos os líderes. Ainda assim, muitas empresas promovem colaboradores com boa performance para posições de liderança, mas não fornecem treinamento adequado para ajudá-los a motivar a equipe. Treinar os gestores para que eles consigam gerar um diálogo efetivo com o time é de extrema relevância. A área de Recursos Humanos tem um papel importante na adequação do treinamento para cada setor da empresa e, também, na elaboração de check-ups com o objetivo de avaliar o desempenho dos gestores no quesito.

– Tudo gira em torno do cliente: funcionários que estão na linha de frente conhecem os clientes da empresa como ninguém. São eles que sabem o que encanta e o que incomoda os compradores dos produtos/serviços de uma organização. Líderes de engajamento devem, regularmente, ir atrás desse conhecimento perguntando aos funcionários o que a empresa poderia fazer para ter clientes cada vez mais satisfeitos. É importante, também, saber ouvir as respostas, ainda que sejam difíceis. O ato de solicitar essas ideias mostra aos colaboradores que a visão deles importa. No entanto, para aumentar o engajamento deles, é necessária a implantação de feedbacks para revisar o que foi discutido e comunicar o que foi feito.

– Táticas de engajamento são desenhadas para diferentes segmentos de funcionários: assim como as empresas dividem seus clientes em segmentos demográficos e comportamentais, grupos distintos de colaboradores respondem de maneira diferente às técnicas motivacionais. Idade, gênero, função e herança cultural constroem as atitudes dos funcionários. Por exemplo: de acordo com a Netsurvey, funcionários “millennial” (nascidos nas décadas de 1980 e 1990) têm baixo nível de lealdade, se comparados com o engajamento dos pais dessas gerações. Para os “millennials”, ter a oportunidade de desenvolvimento profissional é um dos principais pontos motivacionais. Isso difere dos “baby boomers”, para os quais o engajamento está correlacionado com a implementação de mudanças e ter um clima de trabalho aberto para expressarem ideias e opiniões.

– O que mais importa é o diálogo, não as métricas: para os gestores que lidam com informações, é tentador ficar obcecado por métricas de engajamento que são obtidas por benchmarking e rankings, por exemplo. O gerenciamento por meio de números pode funcionar por um breve período, mas é pouco provável que leve a melhorias sustentáveis. Enfatizar o diálogo no lugar das métricas demonstra que o time sênior realmente acredita nos benefícios do engajamento.

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Pesquisa Secovi-SP aponta recuo no mercado de imóveis novos

Imóveis de 2 e 3 dormitórios foram destaques positivos em fevereiro, mês de variação negativa

O mercado de imóveis novos residenciais na cidade de São Paulo registrou a venda de 981 unidades no segundo mês do ano, o que representou variação de –49,1% diante de fevereiro de 2013 (1.927 imóveis) e de –4,8% sobre as 1.030 unidades escoadas em janeiro. Em valores, as vendas atingiram R$ 485,4 milhões, com redução de 48,7% sobre o volume movimentado em fevereiro do ano passado, de R$ 945,9 milhões, atualizados pela variação do INCC (Índice Nacional da Construção Civil), da Fundação Getúlio Vargas.

De acordo com o departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP, os segmentos de 2 e 3 dormitórios totalizaram 87,3% das vendas no mês. As unidades de 2 dormitórios participaram com pouco mais da metade do volume escoado (56,9% e 558 unidades).

Lançamentos Residenciais – Em fevereiro, os lançamentos residenciais somaram 940 unidades, com variação de –48,2% sobre mesmo mês de 2013 (1.816 imóveis) e de 127,6% sobre janeiro (413 unidades). O volume de lançamentos expresso em valores totalizou R$ 585,1 milhões.

De acordo com dados da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio), imóveis de 2 e 3 dormitórios predominaram na cidade de São Paulo e representaram 77,3% das unidades lançadas no segundo mês do ano.

Acumulado – A comercialização de imóveis acumulada no primeiro bimestre somou 2.011 unidades na cidade de São Paulo, com recuo de 27,5% em relação igual período de 2013 (2.775 unidades). O VGV (Valor Global de Vendas) do bimestre foi de R$ 971,2 milhões, com variação de –30,0% sobre o mesmo período do ano passado, de R$ 1,39 bilhão atualizado pelo INCC. No primeiro bimestre, as vendas superaram os lançamentos em 48,6%, ou seja, em 658 unidades.

O volume de vendas apurado nos dois primeiros meses deste ano são os mais baixos desde 2004. Comportamento semelhante ocorreu com os lançamentos, que foram os menores registrados desde 2006, na comparação entre os primeiros bimestres de cada ano. “Parte deste resultado pode ser atribuída às incertezas dos empreendedores em relação aos rumos da economia. Ademais, certamente refletiu no mercado o encarecimento de terrenos em função da incidência da exigência de contrapartidas e outorgas, além dos debates acerca da apresentação do novo Plano Diretor Estratégico”, afirma o vice-presidente do Secovi-SP, Emílio Kallas.

Para o presidente do Sindicato, Claudio Bernardes, ainda é cedo para se falar em mudança de tendências. “A insegurança dos diversos setores diante da negativa percepção econômica do País, somada aos efeitos do período de sazonalidade baixa do mercado de imóveis novos, tradicional em início de ano, podem ter influenciado os resultados. Mas as nossas projeções de estabilidade para este ano, preservadas as condições macroeconômicas atuais, estão mantidas”, conclui.

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Catho apresenta novo posicionamento B2C em campanha em vídeo

A garra e a determinação das pessoas na busca por melhores oportunidades profissionais inspiram o novo posicionamento do site líder de empregos no país: “Catho. Para quem busca mais”. Com campanha criada pela Wunderman, o novo conceito será apresentado em filme com veiculação nacional.

“Para chegarmos nesse posicionamento, a Wunderman e a Touch Branding realizaram uma série de pesquisas entre nossos usuários e assinantes. Com esse novo movimento de comunicação, queremos reforçar aos nossos candidatos que, mais do que uma vaga, aqui eles encontram um suporte para toda a carreira”, afirma Claus Vieira, CEO da Catho. Atualmente, a Catho contabiliza 6,6 milhões de currículos e mais de 300 mil vagas disponíveis, além de 800 contratações diárias.

Segundo Luiz Telles, diretor de grupo de contas da Wunderman, a agência vem desenvolvendo uma visão mais estratégica para a Catho, que contempla consistência e alinhamento entre as mídias on e off-line. “Essa campanha representa uma evolução no trabalho elaborado para alcançar os objetivos da marca”, completa.

No filme “Dia de Glória”, embalado pela música “Eye of the Tiger” – sucesso da banda americana Survivor e trilha dos filmes sobre o boxeador Rocky Balboa –, o personagem principal das cenas é “Pedro, um lutador”. Por meio da Catho e com o apoio da família, conquista um emprego novo, depois de viver algumas experiências rumo à entrevista; no final, após alcançar a “vitória”, o personagem sobe no topo de uma escadaria para comemorar. Assista ao filme completo aqui: http://youtu.be/h5FeVHLgmqs .A campanha ganhará desdobramentos em digital e nas redes sociais da marca.

“Traçamos um paralelo entre o profissional e um lutador de sucesso porque é isso o que de fato ele é: alguém que batalha por uma oportunidade, encara esse desafio como forma de alcançar uma vida melhor e conquista”, completa Paulo Sanna, vice-presidente de Criação da Wunderman.

A criação do filme é de Paulo Sanna, Adriano Abdalla, João Paulo Martins e Paulo Vasconcellos. A produtora é a Academia de Filmes.

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Evite problemas na compra de imóveis na planta

Com o mercado imobiliário em alta, também são numerosos os casos de problemas nas transações de compra e venda de imóveis ainda na planta. Para que o consumidor não enfrente complicações na realização do sonho do imóvel próprio é importante seguir orientações de especialistas.

De acordo com o professor da Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo e advogado especializado em direito imobiliário, Pedro Marini Neto, entre os problemas que podem ocorrer na compra de imóveis na planta estão: a não realização do empreendimento, que pode não sair do chão; o custo final pode superar o inicialmente estimado; a construtora pode deixar o empreendimento; o apartamento futuro pode ser utilizado para pagar os pedreiros ou o banco; o apartamento pode ser desvalorizado; o valor do condomínio pode ficar muito alto.

De acordo com o advogado, uma das principais medidas para evitar problemas é conferir se o empreendimento e o vendedor estão em situação regular. “É preciso verificar se quem está vendendo é realmente dono. Se for pessoa jurídica, a análise também deve recair sobre a pessoa dos sócios, principalmente se a data de constituição for recente, bem como proprietários anteriores até pelo menos dez anos. A existência de antecedentes negativos indicam a probabilidade grande de problemas futuros”, explica. O especialista destaca que também é necessário averiguar se o empreendimento está regularizado na prefeitura, no registro de imóveis, na Cetesb e se o memorial descritivo confere com o projeto aprovado (unidades, vagas de garagens, quadro de áreas, etc).

Em relação ao contrato, o professor da FDSBC indica que é preciso sempre ficar atento aos seguintes pontos: prazo de entrega e garantia; itens do projeto (elétrica, hidráulica, metais, armários, revestimentos); termo inicial de despesas propter rem (condomínio e IPTU); responsabilidade e custeio da instituição do condomínio e obras finais de decoração; existência de parcelas intermediárias; exigência para o momento da entrega das chaves; garantias exigidas para o pagamento pós-chaves, entre outros.

“Antes de tudo contrate um bom advogado especializado na área. Caso envolva o financiamento bancário, um matemático financeiro com conhecimento em tabela price e outras modalidades de cálculo de juros será útil”, declara o professor sobre a decisão de comprar um imóvel.

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Honda apresenta novo Fit em tour virtual

Com a ajuda da tecnologia, a Honda Automóveis lança o Novo Honda Fit 2015 na rede de concessionárias antes mesmo da sua chegada ao mercado.

A estratégia inédita entra no ar no próximo sábado (5) e convida consumidores de todo o Brasil para uma experiência de realidade aumentada. Na prática, quem for a qualquer concessionária da montadora poderá conferir os detalhes do automóvel simplesmente direcionando a câmera de um tablet para um “tapete interativo”, com a mesma medida do novo Fit 2015, instalado no chão das lojas.

Criado pela F/Nazca Saatchi & Saatchi, o Tour Virtual revela em primeira mão detalhes do interior e exterior (volta de 360º) do veículo e ainda dá direito a participar do sorteio de dois novos Honda Fit 2015 por meio da Promoção Tour Premiado (assinada pela Netza).

Ao final da experiência, os usuários poderão ainda navegar em um catálogo eletrônico com todas as versões e características do novo modelo. A ação será complementada por posts no Facebook com detalhes do carro e um hotsite exclusivo www.honda.com.br/novohondafit, que revelará gradativamente as informações desse lançamento.

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Segunda Loja Oficial da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014 é inaugurada em Viracopos

O Aeroporto Internacional de Viracopos, em São Paulo, ganha a segunda loja de produtos oficiais da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014™. Inaugurado no último fim de semana de março, o espaço de 55 m2 está localizado no saguão principal, próximo ao check-in e ao acesso para o portão de embarque. Operadas pela Dufry Sports, as lojas oficiais fazem parte do projeto de licenciamento da Globo Marcas, Máster Licenciada da FIFA para o maior evento mundial de futebol.

No espaço, torcedores nacionais e estrangeiros encontram uma gama de produtos oficiais de várias categorias, além de camisas das principais seleções que participarão do evento. Para a FIFA, juntamente com o operador Dufry Sports, o principal apelo deste projeto é proporcionar ao público a oportunidade de adquirir uma lembrança oficial do maior evento do planeta.

Além das unidades de Viracopos e Salvador, a Dufry Sports tem projetos de operar mais oito lojas nos principais aeroportos do Brasil.

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IBQP lança Prêmio Paranaense de Qualidade em Gestão 2014

Na próxima semana, o Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade (IBQP) vai promover um café da manhã para lançar o Prêmio Paranaense da Qualidade em Gestão (PPrQG) – Ciclo 2014, que tem o objetivo de reconhecer as organizações públicas, privadas e do terceiro setor adeptas ao Modelo de Excelência da Gestão, da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ). O lançamento acontece em Curitiba e Maringá, nos dias 8 e 10 de abril, respectivamente, a partir das 8h30. As inscrições para os eventos vão até o dia 3 de abril e são gratuitas.

Durante o café da manhã, serão apresentadas as etapas de classificação do PPrQG – que inclui workshop e capacitação -, e os benefícios da participação no prêmio, como a obtenção de maior visibilidade, o fortalecimento da imagem institucional e o incentivo para participar do Prêmio Nacional da Qualidade (PNQ). Haverá também um painel para os vencedores de 2013 apresentarem alguns cases de sucesso. Entre os reconhecidos do ciclo anterior estão a Unidade Maringá da Spaipa, o Tecpar e o Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura do Paraná (CREA-PR).

PPrQG – Além de gerar mudanças em relação à qualidade, produtividade e competitividade, o Prêmio Paranaense da Qualidade em Gestão incentiva ações em prol das inovações na área de gestão e contribui com a economia e desenvolvimento do Estado. A avaliação acontece em dois níveis: Compromisso com a Excelência (250 pontos) e Rumo à Excelência (500 pontos). O Modelo de Excelência da Gestão define bases teóricas e práticas dentro de princípios da identidade empresarial e do cenário atual de mercado, e aplica uma metodologia de avaliação, autoavaliação e reconhecimento das boas práticas de gestão.

A premiação faz parte do Movimento Paraná Competitivo, que tem como missão promover a excelência da gestão empresarial. Empresas de micro, pequeno, médio e grande portes estão aptas a se inscrever para o PPrQG até dia 5 de maio. Informações (41) 3264-2246 ou mpc@ibqp.org.br.

Serviço:
Lançamento do Prêmio Paranaense da Qualidade em Gestão
CURITIBA
Data: 8 de abril
Local: IBQP – Rua Dr. Correa Coelho, 741 – Jardim Botânico – Curitiba
Entrada gratuita
Informações: (41) 3264-2246

MARINGÁ
Data: 10 de abril
Local: Espaço Jeferson Nogaroli – Rua Basílio Sautchuk, 388 – Centro – Maringá
Entrada gratuita
Informações: (41) 3264-2246

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Tablets superam notebooks em vendas pela primeira vez, segundo estudo da IDC

Impulsionado pelas promoções de Natal e “Black Friday”, o quarto trimestre registrou volume recorde de vendas com aproximadamente 3 milhões de unidades comercializadas; no ano de 2013 foram 8,4 milhões de tablets vendidos.

A IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações, acaba de divulgar os dados consolidados do mercado de tablets no Brasil no quarto trimestre e do ano de 2013. No ano, foram vendidos 8,4 milhões de unidades, o que representa um crescimento de 157% se comparado ao volume comercializado em 2012. Apenas no último trimestre de 2013 foram comercializados 3 milhões de tablets, crescimento de 149% em relação ao mesmo período do ano anterior.

“Este resultado é inédito para o setor. No ultimo trimestre de 2013 foi a primeira vez, desde que foram lançados, que os tablets superam os notebooks em volume de vendas em mais de 800 mil unidades”, diz Pedro Hagge, analista de mercado da IDC Brasil. Segundo ele, o setor já apresenta uma possível sazonalidade, onde datas festivas puxam o volume para cima. “É certo que o “Black Friday” veio para ficar e, junto com as compras de Natal, o mercado fica mais aquecido”, explica Hagge.

Segundo o analista da IDC Brasil, além do preço atrativo, outro fator que justifica esse sucesso nas vendas de tablets é a diversidade de públicos que este produto atende. “Os aparelhos customizados para o público infantil, por exemplo, vêm ganhando forte espaço no segmento, assim como os modelos desenhados para atender os projetos de educação e governo”, conclui Hagge.

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FecomercioSP apoia proposta de partilha interestadual de ICMS para o setor de e-commerce

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) apoia a inclusão da proposta que reproduz no comércio virtual o que vigora na cobrança do ICMS interestadual tradicional na PEC 197.

Assim, o recolhimento passaria a ser feito pelo varejista virtual que efetuar uma venda para um consumidor em outro Estado, sendo este o responsável por pagar o ICMS na origem e no destino. Anualmente, o Estado que comercializa ficaria encarregado por transferir 20% da parcela que ficará com o outro Estado, até chegar a 100%.

Como o setor de e-commerce possui relacionamento de compra e venda direto com o consumidor final, a cobrança do imposto ficaria concentrada na origem. Nos últimos três anos, por meio do Protocolo 21 – suspenso em fevereiro pelo Supremo Tribunal Federal -, 17 Estados passaram a cobrá-lo dos comerciantes que atuam em plataformas virtuais, criando bitributação sobre as mercadorias. A derrubada do protocolo permitiu que as empresas passassem a não ter mais a necessidade de executar o recolhimento adicional do ICMS no Estado de destino do produto.

Para a FecomercioSP, a proposta de partilha interestadual do ICMS irá reduzir a guerra fiscal, evitará o aumento da carga tributária e dividirá racionalmente o ICMS entre os Estados de forma gradual, evitando privilégios. O setor de e-commerce ganha com o ocorrido, pois garante melhorias nas condições de negócios; agilidade na entrega; pagamento do produto pelo mesmo valor em todos os Estados brasileiros; e acesso a todas as lojas de e-commerce brasileiras pelo consumidor final.

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Michael Page: 84% dos executivos consideram o futebol um facilitador na geração de negócios

A Michael Page, empresa líder mundial em recrutamento executivo de média e alta gestão, em parceria com a Futebol Experience, empresa especializada em marketing de relacionamento esportivo, divulga pesquisa que aponta o envolvimento e a percepção dos executivos sobre o impacto do futebol na geração de negócios.

De acordo com os dados da pesquisa, 56% dos executivos disseram possuir um alto envolvimento com futebol. 23% dos entrevistados falaram possuir certo envolvimento, 17% tem pouco envolvimento e apenas 5% dos profissionais confessaram ter nenhum envolvimento como o esporte.

O levantamento aborda ainda outra importante percepção dos executivos. 84% dos profissionais consideram o futebol um facilitador de relacionamento e para geração de negócios, contra 16% que não tem a mesma opinião.
O levantamento com foi conduzido com cerca de 460 executivos.

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Contribuintes podem direcionar Imposto de Renda para projetos do IPCC em Curitiba

O prazo de entrega para a declaração do Imposto de Renda (Pessoa Física) em 2014 será entre os dias 6 de março a 28 de abril. Mesmo com o prazo mais curto este ano, os contribuintes podem aproveitar o momento para direcionar doações para projetos apoiados pelo Instituto Pró-Cidadania (IPCC), através do Fundo Municipal para a Criança e o Adolescente de Curitiba (FMCA).

Segundo o superintendente do IPCC, Gerson Guelmann, é necessário preencher a declaração no modelo completo. “Cada contribuinte pode destinar até 3% do imposto devido a projetos sociais. Mas é muito importante que ele deixe claro que a destinação será feita ao fundo Municipal e posteriormente reforçar o interesse de que o recurso seja direcionado aos projetos do IPCC”, detalha.

O Instituto Pró-Cidadania é uma associação civil sem fins lucrativos que promove através de projetos na área de educação, esporte, cultura e saúde, a inclusão digital e o resgate da cidadania de famílias de Curitiba que se encontram em situação de risco e vulnerabilidade social. “Anualmente através de campanhas e outras atividades atendemos a mais de 600 mil pessoas. Os projetos para os quais os contribuintes podem direcionar seus impostos atendem crianças e adolescentes além de futuras mamães de pessoas que moram na capital”, comentou o supervisor de Ação Social. Rodolfo Schneider.

Saiba mais na entrevistada gravada para o programa de tv Valor Agregado.

Os projetos

Atualmente o IPCC conta com três projetos aptos a receberem via o FMCA, o Imposto Devido pelos contribuintes. O Parceria Nota 10 apoia instituições sociais que desenvolvem o serviço de convivência e fortalecimento de vínculos para crianças e adolescentes que frequentam escolas públicas. “Sendo assim, distribuímos materiais escolares, de higiene, esportivos, livros, jogos educativos e equipamentos eletrônicos utilizados em atividades que acontecem no contraturno escolar”, explica o superintendente Gerson Guelmann.
Ainda no atendimento de crianças e adolescentes existe o Jogo Limpo, projeto do IPCC, que busca fomentar o protagonismo infantil e a participação da família, da escola e da sociedade por meio de um programa de atividades esportivas, culturais e de lazer.
“Por último, o IPCC mantém o Curitibaninhos, que repassa o primeiro enxoval ao recém-nascido cujas mães se encontram em situação de alto risco social”, ressalta Guelmann.
Para mais detalhes sobre os projetos acesse: www.ipcc.org.br

Passo a passo para efetuar sua doação
a) Optar pelo preenchimento da declaração no modelo completo;
b) Após o término do preenchimento clicar em “Resumo da Declaração” > “Cálculo do Imposto” e informar quanto será o seu Imposto Devido. Atenção: você pode destinar até 3% deste valor;
c) No link “Resumo da Declaração” > “Doações Diretamente na Declaração – ECA” e logo depois em “Novo”;
d) Escolha pelo fundo MUNICIPAL para fazer a destinação do seu imposto;
e) Fique atento ao item “Valor disponível para doação” para saber qual é a quantia máxima da sua destinação. O valor é calculado pelo sistema de maneira automática;
f) Opte pelo valor da sua destinação;
g) Clique (na barra lateral) em “imprimir”;
h) No item “Doações Diretamente na Declaração – ECA” você poderá imprimir ou salvar a DARF em seu computador;
i) Mandar uma cópia digitalizada da DARF paga para os e-mails mmargarida@fas.curitiba.pr.gov.br |parceria2@ipcc.org.br com a indicação de qual projeto do IPCC deverá ser beneficiado.
Mais informações: 3350-3514

Fonte: IPCC

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Estudo revela: 64% dos funcionários de PMEs são desengajados

A liberdade de atuação em uma PME tem relação direta com o engajamento dos funcionários, afirma pesquisa desenvolvida pela MSW Research, entre outubro de 2013 e janeiro de 2014 para a multinacional da área de T&D e coaching Dale Carnegie Training.

Segundo o levantamento, 64% dos funcionários de pequenas empresas do mundo todo estão parcialmente ou totalmente desengajados. O número é menor, se comparado aos funcionários de grandes empresas (onde 71% dos colaboradores são total ou parcialmente desengajados), mas ainda assim é alarmante. Com base nos resultados da pesquisa, a Dale Carnegie Training aponta alternativas para gestores de PMEs motivarem seus funcionários.

Enquanto o engajamento, em grandes empresas, é bastante relacionado à atuação do gerente (ou do chefe direto), em pequenas companhias a inspiração do funcionário fica condicionada à sua independência e ao impacto que seu trabalho traz para os resultados da empresa.

Outro ponto apontado como um diferencial pelos funcionários engajados de PMEs é a questão da confiança. Entre os profissionais mais inspirados, a relação de confiança com o chefe e nos valores da empresa é um dos sentimentos mais importantes para manutenção da inspiração. Além disso, segundo o levantamento, 70% dos funcionários se sentiram bastante engajados, mesmo em períodos de crise porque a empresa se mostrou confiante no trabalho que eles estavam fazendo.

O ensinamento e os treinamentos em ocasiões de necessidade (quando o profissional sinaliza que tem dúvidas e precisa ser treinado ou ensinado) também são apontados como um incentivo importante ao engajamento. No Brasil, por exemplo, profissionais de PMEs têm, em média, 12 dias de treinamentos por ano. A média é boa e bastante alta, se comparada à de países como França, Inglaterra e Canadá, onde os treinamentos são de cerca de sete dias por ano.

Fonte: ABRH Nacional

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Empresas do PR estão entre as finalistas do MPE Brasil

Das dez empresas paranaenses, seis podem ser sagradas vencedoras na etapa nacional do MPE Brasil, ciclo 2013 – Prêmio de Competitividade para Micro e Pequenas Empresas. Selecionadas nas categorias Comércio, Indústria, Saúde, Serviços, Tecnologia da Informação, Turismo e Destaque de Inovação. A Borkenhagen Contabilidade, Cerâmica e Madeireira São Luiz, Cerâmica Havai, Confeitaria Requinte, Espaço 3, ForLogic Software, Kagil, Labore, Varanda Bar e Restaurante e Tecnospeed TI, são as empresas que ajudaram Paraná a figurar entre estados brasileiros mais bem representados, com seis visitadas na etapa nacional.

As vencedoras serão agraciadas em solenidade no próximo dia 25 de março, em Brasília. Selecionadas entre 125 empresas de todo o país que conquistaram etapas estaduais do reconhecimento, as organizações foram avaliadas em um universo de 42 mil participantes que concluíram o processo de avaliação proposto. No total, o ciclo 2013 contou com 93 mil inscritas. A premiação é realizada pelo Sebrae, Movimento Brasil Competitivo (MBC), Gerdau e da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ).

A cerimônia de premiação contará com a presença do presidente do Sebrae Nacional, Luiz Barretto; do presidente do Conselho Superior do MBC, Elcio Anibal de Lucca; dos diretores voluntários da entidade, Irani Varella e Marco Polo Mello; do presidente do Conselho de Administração da Gerdau e membro do Conselho Superior do MBC, Jorge Gerdau Johannpeter; além do diretor do Instituto Gerdau e diretor voluntário do MBC, José Paulo Soares Martins. A FNQ estará representada pelo diretor superintendente, Jairo Martins.

Estatísticas
O volume de empresas interessadas em melhorar a administração do seu negócio em 2013 foi 10% superior ao registrado no ano anterior, reforçando a continuidade na busca pela excelência da gestão por parte dos gestores de MPE. As regiões brasileiras inscreveram, respectivamente: Sudeste (37.157), Nordeste (26.253), Sul (16.314), Centro-Oeste (6.690) e Norte (6.689). Entre os setores de atuação na economia, 55% das inscritas são do Comércio, 22% da área de Serviços e 13% da Indústria. As demais se subdividem entre Agronegócio, Turismo, TI, Saúde e Educação.

Do total de inscritas, 57% são microempresas e possuem faturamento de até R$ 360 mil, enquanto 22% são consideradas de pequeno porte com faturamento de até R$ 3,6 milhões. Ao todo, mais de 560 mil empresas já foram impactadas diretamente pelo Prêmio. Destas, 180 mil preencheram o questionário de avaliação e receberam um relatório personalizado com pontos fortes e a indicação de oportunidades de melhoria na gestão.

O Prêmio
O MPE Brasil funciona como mais um incentivo às micro e pequenas empresas brasileiras na busca pela excelência, reconhecendo iniciativas de empresários que investem em conceitos e práticas de gestão. Para participar, é preciso preencher o questionário de autoavaliação, uma metodologia de avaliação padronizada nacionalmente para a premiação, utilizando critérios do Modelo de Excelência da Gestão® (MEG), desenvolvido pela FNQ.

As organizações concorrem em oito categorias – indústria, comércio, serviços, turismo, TI, saúde, educação e agronegócio, além dos Destaques de Boas Práticas de Responsabilidade Social e de Inovação. Ao final do processo, as candidatas receberão relatório de diagnóstico da gestão, com pontos fortes e oportunidades de melhoria. Mais informações em www.premiompe.sebrae.com.br.?

SERVIÇO
11º Reconhecimento e Premiação às MPE
Local: Teatro do Hotel Royal Tulip Brasília Alvorada, Brasília (DF)
Data: 25 de março de 2014
Horário: 19h

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Startups e novas tecnologias são tema de seminário do LIDE Futuro

Durante a primeira edição do LIKE THE FUTURE, realizada pelo LIDE FUTURO, liderado por Patrícia Meirelles, os empresários Caito Maia, fundador e presidente da Chilli Beans, Gustavo Caetano, CEO da Samba Group, e Cyro Diehl, presidente da Oracle no Brasil, compartilharam com o público suas experiências empresariais.

Patrícia Meirelles abriu o Seminário convidando Eduardo Lyra, jornalista e escritor que, apesar da infância pobre e sem perspectivas, estudou jornalismo e descobriu que podia mudar o mundo escrevendo histórias inspiradoras. Lançou dois livros e integra o Global Shapers, desdobramento do Fórum Econômico Mundial que seleciona jovens líderes com menos de 30 anos com potencial de mudar o mundo. Fundou o projeto Gerando Falcões para escolas públicas do País, provando ao jovem carente que todos, independentemente de condição social, histórico familiar, podem ser falcões. “Uma ideia simples pode ser extraordinária se ela gerar renda para você e para o jovem que está nas favelas”, afirmou o empreendedor.

“As startups vão revolucionar o mundo”, afirmou Gustavo Caetano logo no início de sua apresentação. O executivo criou a Samba Tech, desenvolvedora de plataforma de vídeo para empresas que não utilizam o Youtube. Quatro das cinco maiores universidades brasileiras são clientes da empresa. A Samba saiu na lista da Fast Company ao lado de empresas como Apple e Google. O empresário criou há dois anos a Associação Brasileira deSstartups, que já tem mais de 2.500 associados. A entidade reúne pequenas empresas que fazem diferença no mercado.

Início no camelô
Caito Maia, fundador e CEO da Chilli Beans, contou sobre o seu difícil começo no mundo das vendas e sobre a capacidade que um empreendedor tem de dar a volta por cima. “Comecei comprando óculos de camelô na Itália e revender aos amigos brasileiros”, contou o empresário. Após alguns anos, a Chilli Beans, surgiu num estande no Mercado Mundo Mix (SP), com óculos de sol focados nas tendências de moda. No mesmo ano, chegou à Galeria Ouro Fino e se transformou em referência de consumo e comportamento jovem do País.

Hoje são mais de 580 pontos de venda exclusivos no Brasil, Estados Unidos, Portugal, Peru, Colômbia e Kuwait. A Chilli Beans é uma marca diversificada, com uma linha de produtos que inclui, além dos óculos escuros e relógios, armações de óculos de grau e lentes. Além disso, a marca patrocina festas, shows, esportes e ações sociais.

A Chilli Beans inaugurou, com festa animadíssima, sua flagship store na Oscar Freire e reuniu convidados ao som de Jade Jagger. Nos EUA, a marca já possui 15 lojas, sendo que uma de suas lojas-conceito fica na badalada Melrose Avenue (LA). Sempre inovador, Caito abriu uma loja na Oscar Freire com uma serie de inovações, como a possibilidade de personalizar os óculos em dez minutos, a oferta de desconto na entrega dos óculos usados na aquisição de um novo, a possibilidade de tirar fotos com os óculos da loja antes de decidir o modelo ideal para o seu rosto. Por ano, a CB lança 480 novos modelos de óculos, 240 novos relógios e 220 novos óculos de grau.

Paixão pelo negócio
Para Cyro Diehl, presidente da Oracle Brasil, o empreendedor precisa estar atento aos detalhes sempre, estar pronto para buscar novos caminhos. “É preciso apaixonar-se pelo que faz, tomar decisões rápidas, não deixar nada para amanhã. Também temos que sonhar grande e, o mais importante, enjoy the journey”, declarou o executivo, que no inicio de sua carreira aceitou mudar de país com toda a família para reforçar a presença da empresa nas demais filiais.

O jovem empresário Guto Ramos, sócio-fundador da BR Mobile, compartilhou com os presentes as dificuldades e dúvidas que surgiram no seu inicio da sua carreira. Após erros e acertos, Guto se uniu a outro empreendedor, Rony Bruel e resolveu alugar tablets. Recorreu ao google para divulgar o serviço. O primeiro grande cliente foi uma multinacional pedindo a locação de 40 ipads (na ocasião eles tinham apenas dois). Foram atrás de empréstimo para investir na empresa e deu certo. Hoje, a BR Mobile é a maior empresa de aluguel de tablets do Brasil.

Junto com a área de locação de equipamentos, a BR Mobile é uma agência de desenvolvimento de aplicativos mobile, proporcionando assim soluções completas e personalizadas para seus clientes, que alugam os tablets com apps customizados desenvolvidos pela empresa.

Com faturamento de R$ 1 milhão logo no primeiro ano de existência, a empresa possui mais de 200 iPads, que atendem aos mais diversos fins, como o uso em festas, eventos e como uma ferramenta de auxílio em atividades comerciais. No segundo ano a dupla faturou R$ 2 milhões e a previsão para este ano é de R$ 3 milhões.

Startups vencedoras

Durante uma competição entre as startups que fazem parte do LIDE Futuro, foram selecionadas algumas empresas para apresentarem, em 1 minuto, os seguintes projetos:

• Ivan Bermudes criou a Condlink em sociedade com Arnaldo Sanchez e seu irmão Victor Bermudes ao identificarem a falta de organização no sistema de condomínios. Foca na comunicação entre condôminos e síndico, zelador, portaria e demais envolvidos, levando-os para o ambiente web.
• Marcos Amorim apresentou o projeto Tá pago, meio de pagamento mais moderno e inovador do mercado via celular.
• Rafaat Toumani falou sobre a startup Kolmea, uma plataforma de financiamento colaborativo focada em projetos que envolvam pelo menos um dos três pilares da sustentabilidade (ambiental, econômico e social) em alguma de suas etapas.
• Marcel Lotufo apresentou a Organo, sistema eficiente de recrutamento para empresas. O analista de seleção da empresa pode acessar e acompanhar o processo seletivo já filtrado, em qualquer estágio. Ao final, a empresa tem um banco de dados atualizado com todos os dados do funcionário, incluindo perfil comportamental.

Segundo Patrícia Meirelles, presidente do LIDE FUTURO, o primeiro Seminário de 2014 abre com o peso de manter o sucesso das edições anteriores. “As experiências compartilhadas aqui são riquíssimas, a importância de acreditar e sonhar grande realmente é fundamental para o sucesso de qualquer projeto”, declarou Patrícia. Para João Doria Jr., presidente do LIDE – Grupo de Líderes Empresariais, “o que faz a diferença é a vontade de empreender, a fé que cada um tem em seus negócios”. Por isso, ele afirma que o Brasil será o maior país em startups do mundo ao término de 2015.

O LIKE THE FUTURE tem patrocínio da 3M, Desenvolve SP, Inovalli, Localweb, Sebrae SP, Oracle e XP investimentos e suporte da FGV-EAESP, Markanti, MGI Tech. Como mídia partners estão revista LIDE, rádios Band News e Bandeirantes, portal Terra e Grupo Radar. Os fornecedores oficiais são Anna & Ricky, Apecatu, Be Happy, CDN, Cocktelaria, Content4leads, DB2 Produção, Décorbook, Digipronto, Eccaplan, Grupo Bem, HZ Eventos, Dj Igor Cunha, Lazzi, Iluminax, Marina Bedaque, Mistral, Log & Print, Portus, Purple Cow, Royalpixel.

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Uma jornada de mil quilômetros começa com o primeiro passo

Está no ar oficialmente O QUE VI PELO MUNDO. O primeiro vídeo portal de turismo baseado nas experiências de quem já esteve nos mais descolados destinos e nas dúvidas de quem ainda estará. É uma ferramenta antenada e poderosa para o profissional do turismo e uma fonte de informação segura e confiável para o viajante e a mídia.

O QUE VI PELO MUNDO traz dicas de viagem, informações, notícias, curiosidades e principalmente vídeos, muitos vídeos. É um espaço opinativo, participativo e interativo. E o mais importante: com conteúdo exclusivo! Tudo produzido por quem já esteve nos mas cobiçados lugares do planeta.

Fundado por Paulo Panayotis, jornalista profissional com mais de 25 anos de carreira e com o passaporte carimbado em mais de 50 países, O QUE VI PELO MUNDO é resultado da experiência deste profissional que foi repórter especial nas maiores emissoras de televisão do Brasil, como Bandeirantes, Globo, Record e SBT.

Nesta trajetória, morou três vezes no exterior. A primeira, em Estocolmo, na Suécia, onde fez especialização em sustentabilidade e terceiro setor com apoio da Sveridge Radio & TV. As outras duas foram em Londres, na Inglaterra, onde atuou como correspondente internacional da Rádio Bandeirantes e da Rede Record, quando montou, dirigiu e foi o correspondente do primeiro escritório da emissora na Europa. De volta ao Brasil, integrou a equipe de comunicação da Copa do Mundo de 2014 . Daí até o surgimento do portal de vídeo O QUE VI PELO MUNDO foi um caminho natural.

A partir de agora, O QUE VI PELO MUNDO se torna o mais novo canal com dicas de viagem e turismo para todos que têm espírito livre, mente aberta e amam viajar. O QUE VI PELO MUNDO não copia, cria. Por isso O QUE VI PELO MUNDO quer dividir experiências, impulsionar conhecimento, e dar dicas, muitas dicas de quem foi e, claro, para quem ainda vai.

Esta viagem começa por alguns países e, ao poucos, serão acrescentados novos destinos no Brasil e no mundo. E você, é o nosso convidado a embarcar junto nesta viagem, a participar, dar sua opinião, dividir sua experiência e fazer parte do portal de vídeo O QUE VI PELO MUNDO. Afinal, o que você quer ver pelo mundo?

www.oquevipelomundo.com.br

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Pesquisa global mostra como as tecnologias móveis e sociais mudam os processos B2B de vendas

Empresas pagam até 30% a mais em produtos ou serviços que melhorem a experiência do cliente; mais de 80% das companhias brasileiras entrevistadas estão integrando sistemas CRM para Mídias Sociais

A Avanade, fornecedora global de soluções de tecnologia de negócios e serviços gerenciados, divulga os resultados de uma pesquisa global sobre a mudança do processo de vendas e padrões de compra de negócios e tomadores de decisão de TI. A mais recente pesquisa da companhia mostra que o movimento de “consumerização” está mudando o processo de vendas – que vai além do controle do vendedor, à medida que os compradores corporativos começam a ter os mesmos comportamentos dos consumidores finais. Com esta mudança, o valor da experiência do cliente é ainda mais importante do que o preço dos negócios.

No Brasil, este processo ainda está em andamento, já que as organizações estão apenas começando a se preocupar mais com a eficácia das soluções que estão comprando do que com o preço. “Localmente, em geral, a ação de compra de produtos e soluções de TI ainda é feito especialmente por equipes de compra. Para eles, o preço é extremamente importante e reduzir os custos é o objetivo principal”, explica Marcelo Serigo, CTIO da Avanade Brasil.

Destaques

• Agora, a experiência do cliente é um dos fatores mais importantes no processo de decisão de compra. Os clientes corporativos, incluindo os brasileiros, estão dispostos a pagar até 30% a mais por um produto ou serviço que ofereça uma melhor experiência do cliente.
• As empresas não têm mais controle sobre as informações compartilhadas a respeito de seus produtos ou serviços. Por isso, 61% dos tomadores de decisão nas empresas afirmam que sites de terceiros e feedback de parceiros de negócios, companhias do setor ou canais sociais são mais importantes do que as conversas com as equipes de vendas na tomada de decisão de compra de alguma solução de negócio. No Brasil, esse tipo de decisão é feita com base em conversas diretas com equipes de vendas (60%); pesquisa online entre os sites de especialistas (53%); feedbacks de colegas (35%) e os parceiros da rede (50%); e canais sociais da empresa (40%).
• Há três anos, o relacionamento com o cliente baseava-se em serviços de atendimento ao cliente e Call Centers. Hoje, as organizações estão recrutando novas pessoas e departamentos para gerenciar a experiência do cliente, funções realizadas principalmente pelas áreas de TI e Marketing.
• 70% dos entrevistados da pesquisa pensam que a tecnologia vai substituir a interação humana com os clientes nos próximos 10 anos. No Brasil, este número é de 80%.
• Para se antecipar à mudança, as empresas vêm fazendo novos investimentos em tecnologia, ao alterar os processos de negócio e redesenhar funções organizacionais, por exemplo. Mais de 80% das organizações mudou pelo menos um processo de negócio nos últimos três anos com o objetivo de interagir de maneira mais efetiva com os clientes. As organizações brasileiras pesquisadas estão investindo em vendas e tecnologia de apoio como o Customer Relationship Management – CRM (88,6%), os dispositivos móveis (40,9%) e os meios de comunicação social (63,6%) e de aplicativos móveis (29,5%).

“A ‘consumerização de TI’ está transformando radicalmente as formas tradicionais com que as organizações vendem produtos e serviços para outras empresas e consumidores”, diz Mick Slattery, Vice-Presidente Executivoda linha de serviço global da Avanade. “Os modelos B2B e B2C de compra estão se fundindo. Não é mais business-to-business ou business-to-consumer, é business-to-all, ou seja, negócios para todos. Aquelas que compreendem o novo perfil dos clientes estão criando relacionamentos mais lucrativos a longo prazo”.

Este novo estudo global baseia-se em resultados de pesquisa Work Redesigned da Avanade, realizada em janeiro de 2013. As empresas líderes estão mudando seus processos de negócios para se adaptar a um novo estilo de trabalho influenciado por dispositivos móveis, ferramentas de colaboração e tecnologias sociais. Neste último estudo, a Avanade descobriu que as empresas líderes estão modificando os processos de negócios para se adaptar a um novo estilo de trabalho, influenciado pela mobilidade, ferramentas de colaboração e tecnologias sociais para atingir o novo comprador de negócios. A partir disso, é possível observar o aumento das vendas e tecnologias de apoio (44%), de funcionários que interagem com os clientes (40%) e da adição de automação para o processo de vendas (32%).

Essas mudanças trazem benefícios. A pesquisa mostra que as empresas que investem em tecnologia para oferecer um melhor serviço ao cliente e modificar papéis internos veem resultados positivos e aquelas que, de fato, realizam essas mudanças estão experimentando o aumento da fidelização de clientes (61%), das receitas (60%) e da base de clientes (60%). Clique aqui para tuitar.

O estudo também apoia as conclusões do relatório High Performers in IT: Defined by Digital, da Accenture, que constatou que as empresas de TI com alto desempenho estão focadas em alavancar as tecnologias digitais para melhorar a experiência do cliente. Enquanto que três dos principais objetivos de negócios de alto desempenho referem-se a melhorar essa prática, por outro lado, outras organizações se concentram principalmente na redução de custos e aumento da produtividade.

Para saber mais, visite: http://avana.de/CustJourney.

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Pesquisa Akatu: brasileiro quer produtos com baixo gasto de energia

O que mais os brasileiros admiram nas empresas é se elas estão comprometidas com a redução de consumo de energia. A escolha foi a campeã nas menções (90%) da Pesquisa Akatu – Rumo à Sociedade do Bem-Estar, que questionou 800 pessoas de 12 grandes cidades de todas as regiões do País sobre o que elas preferem ou admiram na atuação das empresas e o que as fariam mudar de comportamento com relação a um produto.

O levantamento ainda mostrou que o brasileiro prefere ou admira empresas cujos produtos tenham selo de produção ambiental (89%), que não maltratem animais durante a produção (87%) e que tragam selos de garantia de boas condições de trabalho em seus produtos (86%). Ainda entram na lista das preferidas as empresas que têm boa relação com a comunidade na qual estão inseridas (85%). O Akatu reuniu 18 práticas indicativas de Responsabilidade Social Empresarial (RSE) e durante a pesquisa pediu para que as pessoas se manifestassem apontando as que consideram mais importantes para uma empresa ser considerada socialmente responsável.

“A seleção de produtos, marcas ou empresas depende de informação. A Pesquisa do Akatu indica que a tendência do consumidor brasileiro é dizer ‘sim’ a empresas que já incorporaram as práticas de Responsabilidade Social Empresarial (RSE) e ‘não’ àquelas que insistem em atuar a partir de práticas insustentáveis. O desafio das empresas é transformar o seu modelo de produção e garantir a oferta de produtos e serviços que respondam a esses desejos. Além disso, as empresas devem levar informação de qualidade sobre os seus atributos até as pessoas”, afirma Helio Mattar, diretor-presidente do Instituto Akatu.

“O Dia do Consumidor celebrado em 15 de março marca especialmente o direito à escolha de cada pessoa. É pela educação para o consumo consciente, pelo acesso a produtos e serviços com atributos da sustentabilidade e informação com credibilidade que podem ser feitas as escolhas que valorizam o bem-estar e o menor impacto negativo no meio ambiente”, completa Mattar.

Para quem o consumidor diz “não”
Fazer propaganda enganosa, ter produtos que tragam riscos à saúde das pessoas, discriminar funcionários e realizar atividades com impacto social ou ambiental negativo: essas são as principais razões pelas quais o brasileiro diz “não” para os produtos de uma empresa. Os entrevistados foram solicitados a considerar um produto de consumo habitual e a avaliar se mudariam sua propensão a continuar consumindo tal produto se soubessem que sua empresa produtora tem problemas relacionados à sustentabilidade ou à responsabilidade social. Dos respondentes, 92% indicaram que se descobrissem que a empresa faz propaganda enganosa a chance de comprar seus produtos reduziria. O mesmo aconteceria se descobrissem que a empresa tem produtos que trazem riscos à saúde das pessoas (91%), discrimina funcionários (88%) ou realiza atividades com impacto social ou ambiental negativo (86%).

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