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CGI anuncia novo líder para o Brasil

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A CGI (NYSE: GIB) (TSX: GIB.A), uma das maiores empresas de serviços de tecnologia da informação e processos de negócios do mundo, anuncia Ricardo Saltini como o novo Líder das operações da CGI no Brasil. O executivo assume a nova posição com o desafio de conduzir as operações no país.

“Estou muito entusiasmado com o novo desafio. Assumo a posição confiante e determinado para seguir com a contribuição e relação de parceria de longo prazo que mantemos com parceiros e clientes, contribuindo para o sucesso e crescimento sustentável de nosso negócio no país”, afirma Ricardo Saltini, destacando que a nova posição surge após um ciclo bem-sucedido como Diretor de Clientes, cargo que ocupou por cinco anos.

Com mais de 32 anos de atuação no mercado de Tecnologia da Informação e ampla experiência em operações e relacionamento com cliente, Ricardo Saltini era responsável pela gestão dos principais clientes no Brasil, tendo colaborado ativamente para a expansão dos negócios do grupo.

Formado em Engenharia de Produção e Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Ricardo Saltini possui um histórico de sucesso ao longo de sua trajetória profissional, tendo ocupado cargos de diretoria em grandes empesas de serviços de Tecnologia da Informação.

“Nós somos uma das maiores Full IT Service Providers do mundo, oferecemos serviços de Outsourcing, Integração de Sistemas, Consultoria de Negócios além de mais de 100 soluções próprias. Estamos prontos para embarcar com o cliente na jornada da transformação digital atual, viabilizando economicamente os projetos transformacionais necessários para ter sucesso. Estou certo de que teremos muitos motivos de comemoração no futuro próximo”, acrescenta Ricardo Saltini.

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Pulseira para monitorar idosos que vivem sozinhos vence prêmio para startups de saúde

Ao desenvolver uma plataforma capaz de monitorar a saúde dos idosos que vivem sozinhos, por meio de uma pulseira, a Icare conquistou o primeiro lugar no prêmio Desafio Pfizer, criado com o objetivo de valorizar jovens empresas de tecnologia focadas em produtos e soluções digitais inovadores em saúde. A segundo colocação ficou com a Epistemic, que concebeu um método não invasivo para detectar, com 25 minutos de antecedência, surtos epiléticos. As duas empresas terão a oportunidade de participar do Programa de Aceleração da Berrini Ventures, primeira aceleradora de startups em saúde da América Latina.

As primeiras colocadas também terão o direito de participar de um programa de mentoria de três meses com executivos brasileiros e estrangeiros da Pfizer. O benefício será igualmente oferecido às empresas Clever Care e Accelerare – Doctor ID, classificadas em terceiro e quarto lugar, respectivamente. A Clever Care criou um sistema que realiza, de maneira remota, o controle, a gestão e a orientação de pacientes que necessitam de acompanhamento médico contínuo. Já a Accelerare – Doctor ID idealizou uma ferramenta online associada a um banco de profissionais médicos disponíveis para cobertura de vagas de plantões.

“A Pfizer realiza um intenso trabalho de pesquisa e desenvolvimento para criar tratamentos inovadores que melhorem a vida das pessoas. Com esse prêmio, a companhia pretende incentivar que as startups sigam esse mesmo caminho, o da inovação a serviço da sociedade”, afirma a gerente de Multi-channel da Pfizer, Andrea Mitelman.

Em sua primeira edição, o Desafio Pfizer recebeu 56 inscrições, das quais foram selecionados dez finalistas: Accelerare, Clever Care, Cybergia, Epistemic, iCare, MinsulinTech, Patient Box, Ravek, Senfio e TNH Digitall Health. Todas participaram do HIS – Hospital Innovation Show (his.events), realizado em São Paulo nos dias 28 e 29 de setembro. Elas expuseram seus trabalhos no Startup Lounge do HIS, um espaço mantido em parceria com a Amazon e a Berrini Ventures.

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Pensando em construir um data center na América Latina? Leve em consideração estes 10 pontos

Nossas vidas cada vez mais conectadas em tempo real e sob demanda exigem acesso confiável ao conteúdo e às informações hospedadas em data centers. O número cada vez maior de usuários de telefonia móvel na América Latina, a adoção rápida de tecnologias baseadas em nuvem, os aplicativos famintos por largura de banda e o streaming de vídeo afetam significativamente a infraestrutura de TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação) e, não é de se surpreender, também no acréscimo de novos data centers. Na região, dependendo da fonte, o número de novos data centers deverá crescer entre 10% e 16% ao longo dos próximos cinco anos.

Naturalmente, muitos desses data centers estarão agrupados em “clusters” em áreas metropolitanas, impulsionando a exigência de interconexões e serviços ópticos de alta capacidade. No entanto, dada a importância dos locais de backup e o fato de que a infraestrutura possa ser irregular de uma área para outra, outros podem ser construídos, como precaução, em locais menos óbvios.

É com certeza um fenômeno global. Na verdade, prevê-se que o mercado global de interconexão de data centers (DCI, na sigla em inglês) cresça em um CAGR (taxa composta de crescimento anual) de 10,5% ao longo dos próximos cinco anos, de acordo com o relatório “Oportunidades de Interconexão de Data Centers Ópticos, 2015”, da Ovum.

Dado o investimento significativo que será exigido para esse crescimento, segue lista com as 10 melhores considerações sobre novos data centers na América Latina:

1 – A proximidade de outros data centers: muitas vezes, os data centers estão localizados próximos uns dos outros, em “clusters”, de modo a facilitar as interconexões com operadoras de nuvem, instalações de compilação ou outras operadoras de TIC. Uma maior proximidade, como por exemplo dentro de um raio de cinco quilômetros, aumenta as necessidades gerais de largura de banda, aumentando a diversidade e a oportunidade de mercado.

2 – A conectividade com operadoras de nuvem: uma mudança fundamental para as empresas é a de transferir suas cargas de trabalho de TI para operadoras de nuvem como Amazon, Google ou Microsoft. Um data center que possua conectividade com essas operadoras de computação na nuvem (geralmente através de um ponto de interconexão) é mais valioso, uma vez que um tráfego maior passará através dele para a nuvem.

3 – O tamanho: os data centers podem variar de 100 mil a mais de 1 milhão de metros quadrados para acomodar servidores e unidades de armazenamento adicionais. Quanto maior o tamanho do data center, maiores serão as necessidades de banda de interconexão e maior será a sua dependência da infraestrutura de rede. Considerando os custos financeiros e de espaço físico, a localização (se você conseguir obtê-la), poderá ser um dos fatores mais desafiadores.

4 – As opções de conectividade: A utilização de várias operadoras de rede ajuda a garantir a resiliência. Isso não é nenhuma novidade, mas é provavelmente mais fácil dizer do que fazer isso na América Latina. O aumento da concorrência está alimentando a diversificação de opções de conectividade, mas ainda existe uma série de desafios para o fornecimento de conectividade de alta capacidade confiável e de bom custo-benefício fora dos locais tradicionais de rede.

5 – O nível: os data centers são classificados de 1 a 4, onde quanto maior o nível, maior a resiliência e a qualidade das instalações ambientais. Alguns setores, como a área financeira e o governo, exigem esses requisitos mais elevados e são mais propensos a pagar por serviços de resiliência superior (tais como restauração de falhas múltiplas na grade). Na América Latina, dada a natureza das nossas redes e infraestruturas, não existem muitos data centers nos níveis mais elevados. Já o potencial de negócios para novos data centers de Nível 3 e Nível 4 é enorme, uma vez que as empresas que investem na construção de novos data centers focarão em alta confiabilidade para se diferenciarem. De acordo com a International Computer Room Experts Association (ICREA) o mercado de data centers na América Latina crescerá 30% em 2015.

6 – Os locais de backup: o data center está localizado a mais de 50 quilômetros de distância de um grande centro populacional? Está em uma rede elétrica diferente ou menos suscetível a desastres naturais? Isto o tornaria atraente como um local de backup. Dado o tamanho alastrado de muitas das maiores cidades da nossa região, será um desafio mitigar riscos e garantir níveis-alvo de confiabilidade.

7 – A interconexão internacional: a localização do data center permite acesso a vários cabos submarinos e instalações de satélite? Isso pode aumentar as oportunidades de monetização ligadas a interconexões internacionais. Esses locais são bastante conhecidos em nossa região: o Rio de Janeiro ou o NAP das Américas, em Miami.

8 – O custo de espaço físico: o custo imobiliário em muitos lugares se tornou proibitivo à medida em que crescem a quantidade de equipamentos e as necessidades de espaço. Por este motivo, alguns data centers mais recentes estão sendo construídos em locais mais suburbanos e rurais para conter os custos, mas essas distâncias maiores necessitam de conexões mais longas.

9 – O custo de energia: estamos começando a ver novos data centers sendo localizados em áreas mais rurais, a fim de reduzir o custo da energia. Dentro dessa mesma abordagem, ter acesso a energia renovável (hidrelétrica, solar) é outro fator que os torna atraentes, à medida em que a eficiência energética se torna uma consideração essencial para as empresas e para os provedores de conteúdo.

10 – O potencial de expansão futura: mais uma vez, o espaço físico é um fator chave. Isso porque as empresas não devem apenas considerar o espaço do data center atual, mas também a necessidade potencial de um crescimento futuro.

Certamente existem diversos outros itens a considerar, da necessidade de resiliência e OPEX (como o custo de espaço físico e de energia/refrigeração) até a conectividade (nuvem, data centers internacionais e metropolitanos). Todos estes são cruciais, mas é importante encontrar o equilíbrio certo – muitos deles dependem das necessidades do usuário final e da oportunidade de crescimento futuro. No geral, a infraestrutura precisará evoluir para garantir que as oportunidades de receita sejam maximizadas.

Hector Silva, diretor de tecnologia e vendas estratégicas da Ciena na América Latina

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O melhor da Brasil Game Show (BGS) no YouTube

YouTube confirma sua participação na maior feira de games da América Latina com muitas novidades e atrações

A Brasil Game Show, que acontecerá entre os dias 08 e 12 de outubro, no Expo Center Norte, em São Paulo, contará, pela primeira vez no evento, com a presença do YouTube. Em uma área de mais de 850 m², alguns dos principais YouTubers irão comentar, ao vivo e em primeira-mão, sobre algumas novidades da BGS, incluindo lançamentos e tendências.

Em parceria com a BGS, o YouTube criou um canal dedicado, onde será possível acompanhar todas as transmissões ao vivo direto do evento, de 9 a 12 de outubro. Entre as atrações já confirmadas no estande, estão nomes como: Coisa de Nerd, AM3NlC, VenomExtreme, Rezende, Malena, GamePlayRJ, TazerCraft, Irmãos Piológo, IGN e Baixaki . Estes são apenas alguns dos canais que vão trazer resumos diários da BGS, jogar lançamentos e entrevistar as publishers. Em breve, a programação completa estará disponível diretamente no canal da BGS no YouTube.

Os visitantes que desejam mais que assistir seu YouTuber favorito na internet ainda podem adquirir o ingresso no site oficial www.brasilgameshow.com.br e acompanhar também as sessões de autógrafos que serão realizadas no estande.

Serviço – BGS 2015

Quando: 08 a 12 de outubro (08 só para business e imprensa)
Onde: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – SP
Horário: 13h às 21h
Ingressos: até 7 de outubro de 2015: R$ 75,00 (individual meia-entrada)

Outras opções de ingressos e preços podem ser obtidas no site http://www.brasilgameshow.com.br/sou-visitante/ingressos

Meia-entrada: benefício válido para doadores de 1kg de alimento não-perecível na entrada do evento, além de estudantes, portadores de necessidades especiais, idosos com idade a partir de 60 anos e professores, todos mediante apresentação de comprovação.

Sobre a Brasil Game Show – realizada pela primeira vez em 2009 na capital carioca como Rio Game Show, a BGS chega a sua oitava edição, que acontece entre os dias 8 e 12 de outubro de 2015, no Expo Center Norte, em São Paulo, como a maior feira de games da América Latina e o segundo maior evento do setor no mundo em área utilizada. Em cerca de 70 mil m², expositores entre os principais nomes da indústria de games apresentam lançamentos em jogos, máquinas, acessórios etc., fazem anúncios para a região, promovem campeonatos e garantem diversão para um público estimado em 300 mil visitantes.

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Ticket aprimora seu aplicativo para atender clientes via mobile

Lançado em maio de 2014, o aplicativo Ticket recebeu mais uma atualização, alinhada ao foco da empresa, de tecnologia e inovação. O app tem como intuito levar ainda mais praticidade e facilidade para os milhões de usuários Ticket, com funções que possibilitam controlar os custos diários e a utilização consciente do benefício.

Além de poder verificar o saldo disponível no cartão, os usuários Ticket Restaurante, Ticket Alimentação, Ticket Car e Ticket Cultura podem baixar o aplicativo gratuitamente e consultar extrato dos últimos 30 dias, lançamentos futuros e cálculo do consumo médio diário. Além disso, usuários Ticket Transporte podem verificar a disponibilização dos últimos benefícios e consultar o número de cartões.

Entre as novidades do app, os usuários poderão consultar e avaliar os estabelecimentos conveniados, criar uma lista de locais favoritos, além de melhorias nos serviços já oferecidos. O layout foi totalmente reformulado no conceito wallet, com cada produto sendo representado por um cartão. As informações são disponíveis de maneira simples e organizada, tornando o conteúdo mais interativo e acessível, com maior controle do saldo disponível.

Outra novidade é a Rede Avante: agora, os usuários do aplicativo poderão localizar, no mapa de rede credenciada, restaurantes que oferecem opções de refeições saudáveis e balanceadas no cardápio.

Segundo Fabrício Saad, Diretor de Canais Digitais e Inovação, a ferramenta vem com o propósito de ser mais que um utilitário. “A ideia central, além de consultar saldo, é ter um instrumento para gerenciar gastos. Assim, há gráficos para o usuário analisar o quanto tem utilizado diariamente, visualizando os picos que apontam consumo excessivo e os períodos de consumo moderado, em comparação à linha de consumo ideal. Essa é uma maneira prática de controlar as transações sem que o usuário tenha a necessidade de custear a alimentação, ou qualquer outro benefício, com o próprio salário ao final do mês”.

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Os sinais do mercado em relação ao valor de banda larga sem fio

Por Peter Pitsch*

O Brasil está em vias de realizar mais um leilão de radiofrequências, as chamadas sobras das faixas 1.800 MHz, 1.900 MHz, 2.500 MHz e 3.500 GHz. Houve uma consulta pública da ANATEL (CP 20) encerrada dia 2 de setembro sobre suas regras. Esta é uma ótima oportunidade para refletir sobre experiências recentes em outros países.

Segundo a União Internacional de Telecomunicações (UIT), existem 7,085 bilhões de assinaturas de telefones móveis no mundo e a banda larga sem fio foi o serviço de comunicação que mais cresceu nos últimos cinco anos, aumentando 428% desde 2010[1]. Estas estatísticas impressionantes sugerem que o valor atribuído ao espectro para banda larga móvel é alto e provavelmente aumentará. Mas alguns observadores questionam se esses números de fato justificam a alocação de mais espectro para banda larga móvel.

Uma base alternativa para a avaliação do valor provável de espectro adicional para banda larga móvel é fornecida pelos recentes resultados do leilão nos Estados Unidos. Lances em leilão têm três vantagens importantes: eles são objetivos, rigorosos e prospectivos. Licitantes vencedores que se propõem a gastar bilhões de dólares para comprar espectro não estão fazendo declarações políticas. Ao contrário, estão fazendo uma declaração sobre o valor presente líquido do espectro adquirido. Ou seja, em um leilão competitivo, a quantidade de dinheiro que empresas estão dispostas a oferecer irá refletir o quanto esperam ser capazes de ganhar ao longo do tempo. Além disso, os licitantes racionais consideram as alternativas possíveis à compra de mais espectro licenciado em um leilão em particular, incluindo a divisão adicional das células, melhorias na tecnologia existente, off-loading em Wi-Fi ou mesmo a espera por um leilão subsequente, para citar algumas possibilidades. E, porque estão gastando bilhões de dólares, os licitantes têm um forte incentivo para analisar rigorosamente essas alternativas e as perspectivas de mercado.
Por essas razões, os resultados recentes do leilão para os chamados Serviços Móveis Avançados (AWS-3) nos EUA são instrutivos. Nessa ocasião, 65 MHz de espectro foi leiloado. As bandas foram divididas em seis blocos. Dois blocos foram espectro não pareado em 1695-1710 MHz, divididos em uma faixa de 5 MHz (A1) e uma de 10 MHz (B1). Os restantes quatro blocos foram de espectro pareado, onde dois segmentos correspondentes de espectro são leiloados em conjunto, uplink e downlink. Os uplinks foram vendidos na faixa de 1755-1780 MHz, e os downlinks na faixa 2155-2180 MHz. Este espectro pareado foi separado em três blocos de 2×5 MHz (5 MHz uplink, 5 MHz downlink), chamados G, H e I, e mais um bloco de 2×10 MHz (10 MHz uplink, 10 MHz downlink), chamado J.

O Escritório do Orçamento no Congresso dos EUA (CBO) estimou que essas bandas seriam vendidas por cerca de 20 bilhões de dólares[2]. Ao final, as faixas foram adquiridas por espantosos 45 bilhões de dólares – e um estudo do Phoenix Center[3] mostrou que poderiam facilmente ter atingido um adicional de 20 bilhões de dólares caso as bandas não pareadas fossem vendidas de forma pareada.
O espectro não pareado foi vendido por consideravelmente menos que o espectro pareado. O chamado A1 saiu por meros 171 milhões de dólares, ou US$ 0.11 PMP, isto é, o preço por MHz por pessoa. B1 foi vendido por 2.26 bilhões de dólares, ou US$ 0.72 PMP. Contrariamente, o espectro pareado foi vendido por significativamente mais. O bloco G foi vendido por 7.41 bilhões de dólares, H por 8,45 bilhões de dólares, I por 8,40 bilhões de dólares, e J por impressionantes 18,2 bilhões de dólares. Os respectivos PMPs foram US $ 2.40 (G), $ 2.70 (H), $ 2.69 (I) e US $ 2.91 (J).

No entanto, os resultados do chamado leilão AWS-3 nos EUA podem ser ainda mais significativos do que parecem à primeira vista. É razoável supor que os licitantes em AWS-3 consideraram os planos da Federal Communications Commission (FCC) para leiloar 600 MHz do espectro atualmente mantido pelas rádios difusoras norte-americanas em um leilão incentivado (incentive auction) no início de 2016. O leilão terá dois lados. A FCC vai comprar espectro de emissoras dispostas a sair da faixa (no leilão reverso), desde que as propostas das operadoras (em leilão) sejam suficientes para pagar os buy-outs e outros custos. Assim, quanto mais as operadoras estiverem dispostas a pagar, mais emissoras estarão propensas a abrir mão de seu espectro.

Enquanto há prós e contras sobre os méritos relativos a cada uma das bandas de espectro em leilão – 1,7 GHz e 2,1 GHz no AWS-3 e as bandas de 600 MHz, ambos os blocos são altamente valorizados pelas operadoras e são substitutos razoáveis sob o ponto de vista de sua aplicação. Assim, licitantes racionais em AWS-3 seguramente ponderaram a possibilidade de participação no leilão incentivado para satisfazer suas necessidades de espectro ao invés da entrada no próprio AWS-3. Como as duas bandas do espectro podem ser consideradas funcionalmente comparáveis sob o ponto de vista das operadoras, as propostas expressas no AWS-3 dão uma indicação sobre o que esperar das propostas que serão feitas no leilão incentivado.

Portanto, como os lances para o leilão AWS-3 superaram as expectativas, tornou-se mais provável que as propostas no leilão incentivado também sejam superiores às estimativas iniciais – e que o leilão incentivado de fato venha a limpar quantidades significativas do espectro de 600 MHz. No entanto, o aumento da probabilidade de uma maior oferta de espectro no leilão incentivado deveria ter distensionado os preços em AWS-3. Ou, em outras palavras, os preços no leilão de AWS-3 implicam valores elevados para ambos os leilões de espectro, mesmo que o leilão incentivado seja muito bem-sucedido.

Assim, os resultados dos leilões de AWS-3 sugerem que espectro adicional para aplicações sem fio nos EUA estão em alta demanda, mesmo na presença de espectro adicional, a ser leiloado no próximo ano. As implicações para outros países podem variar. Por exemplo, colocar ônus legais sobre licenças, tais como requisitos de implantação de rede para acesso ao espectro pode reduzir valor de propostas vencedoras. No entanto, parece razoável concluir que em países desenvolvidos, no curto prazo, e em países em desenvolvimento, no futuro, o espectro de banda larga sem fio continuará altamente valioso.

*Peter Pitsch é diretor global de políticas de telecomunicações da Intel

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Simples Nacional para empresas de serviços – adesão já deve ser planejada

Desde o ano passado o Simples Nacional foi ampliado para empresas de serviços e outros ramos de atividade, possibilitando a inclusão de 142 atividades no regime que visa facilitar a vida das micro e pequenas empresas. Dentre as atividades que podem aderir desde o ano passado ao Simples Nacional estão advocacia, odontologia, jornalismo, publicidade, administração, medicina, arquitetura, psicologia, entre outras.

Com essa mudança, a adesão ao regime tributário Simples Nacional cresceu 156% em 2015 em comparação ao mesmo período de 2014. Mas, a participação poderia ter sido muito maior se as empresas não tivessem débitos tributários e se a forma com que foi implantado o sistema não aumentasse os valores dos tributos para alguns setores.

“Observamos que houve uma boa procura por pessoas que queriam aderir a esse modelo tributário, mas muitas não se atentaram com antecedência a pendências (principalmente financeiras) que não possibilitaram a adesão. Há também a necessidade de um planejamento tributário com antecedência, para avaliar se realmente será vantajoso”, explica o diretor executivo da Confirp Contabilidade, Richard Domingos.

Ele explica que, na Confirp, a grande procura para adesão foi dos escritórios de advocacia, que tiveram uma grande redução tributária em comparação com o lucro presumido. Já em relação a outros setores de serviços, a mudança de regime resultaria em um pequeno aumento da carga tributária, na maior parte das vezes.

Entenda melhor

Para entender melhor, com a aprovação da Lei Complementar 147/2014, que atualizou a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, foi possibilitada a inclusão de 143 novas atividades no Simples Nacional, assim, chegou a 319.882 o número de pedidos aceitos de adesão ao regime tributário à Receita Federal até 31 de janeiro de 2015, segundo dados a Secretaria da Micro e Pequena Empresa (SMPE).

A partir da publicação da lei passo a ser considerado para adesão ao Simples Nacional apenas o faturamento para que microempresas (com teto de R$ 360 mil) e pequenas (R$ 3,6 milhões).

Porém, para quem não conseguiu a adesão e pretende tentar em 2016 é necessário já buscar ajustar sua situação junto aos órgãos públicos. Para que a opção seja aceita é necessária a eliminação de possíveis pendências que possam inviabilizar o processo. Para as empresas que já aderiram, também é importante ficarem atentas, pois, as que não ajustarem sua situação de débitos tributários serão exclusas do sistema simplificado.

“A Receita Federal envia notificações às empresas devedoras, mas, mesmo sem receber nada, é importante fazer uma pesquisa e, caso tenha pendências, pagar ou parcelar os débitos, eliminando todos os riscos”, explica Richard Domingos.

Cuidado com o planejamento

Para adesão, segundo o diretor da Confirp Contabilidade, é necessário o planejamento tributário já que para as empresas de serviços o que se tem observado é que nem sempre a opção vem sendo vantajosa. Ainda que não seja possível generalizar, a opção das empresas que se encaixam no Anexo VI representa um aumento médio de 2,5% da carga tributária. “Em média, apenas para 20% das empresas é positiva a opção pelo Simples. Para as demais, essa opção representava em aumento da carga tributária, apesar da simplificação dos trabalhos”, explica Richard Domingos.

“Ocorre que a regulamentação do Governo estabeleceu alíquotas muito altas para a maioria das empresas de serviços, sendo que foi criada uma nova faixa de tributação, o Anexo VI, na qual a carga a ser recolhida tem início em 16,93% do faturamento, indo até 22,45%. Com esses percentuais assustadores, a adesão pode levar ao aumento da carga tributária.

Dentre as empresas que estão no Anexo VI estão: jornalismo e publicidade; medicina, inclusive laboratorial e enfermagem; medicina veterinária; odontologia; psicologia, psicanálise, terapia ocupacional, acupuntura, podologia, fonoaudiologia; despachantes; arquitetura, engenharia, pesquisa, design, desenho e agronomia; representação comercial; perícia, leilão e avaliação; auditoria, economia, consultoria, gestão, organização, controle e administração; e outras atividades do setor de serviços que tenham por finalidade a prestação de serviços decorrentes do exercício de atividade intelectual que não estejam nos Anexos III, IV ou V.

Assim, a recomendação da Confirp para as empresas desses setores é de buscar o mais rápido possível por uma análise tributária. “Se a carga tributária for menor ou até mesmo igual, com certeza será muito vantajosa a opção pelo Simples, pelas facilidades que proporcionará para essas empresas”, finaliza o diretor da Confirp.

Amdocs é apontada líder global em sistemas de Billing

A Amdocs (NASDAQ: DOX), líder no fornecimento de soluções de experiência do cliente, foi classificada por duas empresas analistas como a líder de participação do mercado global de sistemas de tarifação (billing). Ao analisar todos os sistemas e serviços relacionados à gestão de receitas, a Analysys Mason(*) estima em 26,7% a participação de mercado da Amdocs, quase três vezes o percentual do fornecedor classificado em segundo lugar, enquanto a Frost & Sullivan Stratecast(**) credita à Amdocs uma participação de mercado de 17%. A empresa tem mantido respectivamente nos últimos oito e sete anos consecutivos a sua liderança nos relatórios da Analysys Mason e da Stratecast.

Ambos os relatórios cobrem um período que antecede o fechamento pela Amdocs da recente aquisição de uma substancial maioria dos ativos BSS da Comverse e cobrem as duas empresas separadamente. No entanto, a Analysys Mason afirma que a aquisição fortalecerá ainda mais a posição da Amdocs no mercado e classifica a empresa como líder de participação de mercado no subsegmento de tarifação convergente, destacando um maior gasto das operadoras em plataformas convergentes, movido pela sua necessidade de consolidar ambientes de sistemas e substituir plataformas legadas para suportar novos casos de uso.

“A Amdocs continua a liderar com uma folga considerável a participação do mercado global de gestão de receitas”, disse John Abraham, diretor do programa de gestão de receitas da Analysys Mason. “Os últimos lançamentos do portfólio da empresa trouxeram aprimoramentos para a sua solução carro-chefe de tarifação convergente, entre as quais está a cobrança em tempo real das capacidades de voz sobre LTE e sobre Rich Communication Services, que aumentam a capacidade das operadoras de monetizar a próxima geração de serviços digitais”.

A Frost & Sullivan Stratecast vê o processo de tarifação ponta a ponta como a chave para uma experiência positiva do cliente na era atual das expectativas de serviços sempre conectados e disponíveis. A empresa também considera esse processo essencial para a operacionalização de novas ideias, observando que muitas vezes ela é dificultada por sistemas legados inflexíveis de tarifação.

“As operadoras estão hoje à procura das melhores soluções oferecidas por parceiros estratégicos, como uma maneira de abordar a criticidade crescente na obtenção do direito de realizar o processo de tarifação ponta a ponta para ativar e monetizar os complexos serviços de hoje”, disse Karl Whitelock, diretor global de operações e estratégia de monetização da Frost & Sullivan Stratecast. “Além da contínua implantação de capacidades otimizadas de tarifação e cobrança, a Amdocs continua investindo em aprimoramentos em todos os seus produtos, visando habilitar o valor do negócio por meio de eficiências operacionais e para atender às novas necessidades do mercado dos seus clientes”.

“A experiência do cliente na era digital exige que as operadoras sejam capazes de envolver e apoiar os seus clientes de forma consistente e contínua através do canal escolhido por eles”, disse Chris Williams, diretor de marketing global da Amdocs. “Os novos recursos introduzidos no nosso mais recente portfólio CES 9.3 permitem que as operadoras melhorem a experiência do cliente através do acesso sob demanda a uma fatura contendo informações completas, entregue de forma consistente em diferentes canais, assim como uma elevada qualidade de serviços para as ofertas de LTE também quando em roaming. Com esses novos recursos, estamos ajudando nossos clientes a entregarem o que a Amdocs chama de The New World of Customer ExperienceTM, o Novo Mundo da Experiência do Cliente, uma era na qual se espera que as operadoras ofereçam serviços inovadores e personalizados, com uma experiência de serviço de rede”.

Entre as mais recentes vitórias da Amdocs no espaço da gestão de receitas estão:

– A Singtel escolhe a Amdocs para um projeto de transformação de negócios em Singapura e na Austrália, seus principais mercados, com a migração da tarifação e do suporte aos clientes das áreas de varejo, empresas e governo para uma única plataforma que forneça uma visão holística de seus clientes.

– A Telefonica escolhe a Amdocs para um projeto de transformação de soluções de suporte ao negócio (BSS) no Brasil para proporcionar uma experiência integrada, multicanal, aos clientes quad-play da Vivo através da rede fixa (incluindo fibra), wireless (pré e pós-pago), Internet (incluindo fibra) e TV (incluindo IPTV).

– A Kcell no Cazaquistão escolhe a Amdocs para um projeto de transformação de BSS em um contrato de cinco anos de duração, destinado a substituir sistemas legados e de terceiros por uma única suíte BSS totalmente convergente.

Em julho de 2015, a Amdocs concluiu a aquisição de uma maioria substancial dos ativos de soluções de suporte ao negócio (BSS) da unidade de negócios da Comverse, incluindo os ativos convergidos, pré-pagos, pós-pagos e de tarifação Kenan. A aquisição expande e diversifica a base global de clientes da Amdocs e permite que a empresa ofereça maior valor, inovação e uma ampla gama de ofertas e serviços aos clientes da Comverse BSS.

(*) Relatório de pesquisa da Analysys Mason: “Sistemas de gestão de receitas: as participações de mercado em todo o mundo em 2014”, agosto de 2015

(**) Relatório de pesquisa da Stratecast: “Tarifação CSP Global, edição de 2015 parte 1: Previsões para o mercado de tarifação CSP de ponta-a-ponta e análise de participação de mercado”, maio de 2015

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Análise de performance da Dynatrace revela falhas que levaram à queda do Facebook

Na última segunda-feira, o Facebook ficou fora do ar por pouco mais de 40 minutos, o que resultou em impactos financeiros para a companhia, além de todo o buzz nas mídias sociais. A Dynatrace, líder no mercado de gerenciamento de performance digital, realizou uma análise dos motivos que levaram à queda do Facebook e concluiu que o problema poderia ter sido evitado antes que atingisse os usuários da rede social.

A ferramenta de análise da Dynatrace apontou algumas falhas críticas no Facebook desde às 11h35 (horário de Brasília) ou 10h35 (ET-EUA), conforme pode ser visto na lista de causas anexada. Alguns dos problemas estavam ligados diretamente a falhas nos servidores e domínios. Normalmente, quando isso acontece, as companhias tentariam mudar o tráfico para servidores que não estivessem impactados antes que o problema atingisse os usuários.

Vale notar ainda que o tempo de resposta da homepage do Facebook foi aumentando no decorrer do dia até chegar a pouco mais de 30s antes da queda completa na página da rede social, por volta das 16h (de Brasília).

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“Apesar de breve, a falha no Facebook nos mostra como a gestão da performance digital é crítica nos negócios atualmente. Em um mundo em que segundos de atrasos resultam em perdas de milhões de dólares, além do impacto na reputação e lealdade, uma interrupção dessa amplitude pode causar estragos profundos”, comentou David Jones, Diretor de Vendas da Dynatrace.

“As empresas precisam ter a habilidade de isolar a causa do problema da performance em tempo real e usar essa informação para prevenir os usuários de serem impactados. Conforme vimos o que aconteceu com o Facebook, tanto os usuários como as empresas podem ser levados de volta à Idade das Trevas sem a prevenção necessária”, completou.

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Tendências e Perspectivas na Gestão de Projetos no 14º Seminário Internacional de Gerenciamento de Projetos – 2015

O 14º Seminário Internacional de Gerenciamento de Projetos – 2015 está cheio de novidades. O evento, que é organizado pelo Project Management Institute – PMI – Capítulo São Paulo e acontecerá nos dias 09, 10 e 11 de novembro de 2015, traz como uma de suas palestras a apresentação sobre Tendências e Perspectivas na Gestão de Projetos a ser facilitada pelo Prof. Dr. Edmir P. V. Prado e pela Profa. Dra. Violeta Sun, da Universidade de São Paulo.
Devido ao fato do gerenciamento de projetos ser um campo de conhecimento de natureza multidisciplinar, seu corpo de conhecimento e práticas gerenciais tem evoluído muito nos últimos anos. Segundo os profissionais, essa evolução tem sido disseminada nas organizações e, por isso, se torna importante para profissionais e pesquisadores conhecerem mais sobre as mudanças emergentes nesse campo de conhecimento e analisarem seu impacto nos negócios.

“Conhecer e discutir as tendências e perspectivas do GP constitui iniciativa relevante para todo profissional que atua em GP. Manter-se atualizado nesse campo de conhecimento é importante para a carreira profissional, pois permite antecipar tendências e direcionar esforços para aquisição de conhecimento e promoção de inovação”, comentam os professores.
Eles contam que o tema apresenta a discussão sobre as tendências da área e, consequentemente, as possibilidades de atuação e as práticas de mercado no momento, o que pode ajudar os profissionais a direcionarem suas carreiras. Para as empresas, Violeta e Edmir contam que, devido à evolução e à realidade do ambiente organizacional, analisar as tendências atuais como busca acentuada de eficiência e modelos de governança, contribui para orientar as organizações nas mudanças que podem agregar valor, especialmente em ambientes de maior turbulência econômica e política.

“Teremos no Seminário uma importante oportunidade de expor e discutir ideias sobre GP baseadas na experiência organizacional e em processo de inovação, junto à comunidade de profissionais de GP e também com a comunidade acadêmica. O seminário possibilita conhecer novas aplicações, da troca de informações com profissionais e acadêmicos de GP. Esta troca de informações é de grande importância devido a constantes e rápidas mudanças de cenário nos negócios”, contam eles.

Serviço:

14º Seminário Internacional de Gerenciamento de Projetos
Local: Centro Fecomercio de Eventos
Rua Dr. Plinio Barreto, 285
Bela Vista – São Paulo – SP
Dias 09, 10 e 11 de novembro de 2015

Inscrições pelo site: http://sigp.org.br/seminario-2015/

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Cibercriminosos estão usando o tráfego criptografado para esconder ameaças avançadas

Marcos Oliveira*

Quase um terço do tráfego empresarial da Internet já é criptografado e essa proporção está crescendo rapidamente. É bom que seja assim, mas a primeira grande questão que isso traz é que as empresas perderam a visibilidade desse tráfego justamente porque está encriptado. A criptografia é necessária, pois ajuda a proteger a privacidade dos dados, mas agora os criminosos cibernéticos aprenderam a esconder-se e a mascarar seus ataques no tráfego SSL (Secure Sockets Layer) — e seu sucessor, o TLS (Transport Layer Security) — que são protocolos default de criptografia para as comunicações via web, nuvem e dispositivos móveis. Os cybercriminosos fazem isso porque sabem muito bem que os dispositivos de segurança perimetral são incapazes de identificar a intrusão, tanto é que cerca de 50% das novas ameaças chegam por meio do SSL, estima o Gartner.

Isso levanta várias questões: As empresas devem desistir de criptografar seus dados? Se não, como podem se proteger desse tipo de ataque? Como inspecionar o tráfego SSL em busca de ameaças sem perder performance e produtividade da rede? Como inspecionar o tráfego sem violar a privacidade do usuário e as regras de compliance/políticas de governança corporativa?

Bem, antes de mais nada é importante destacar que a criptografia continua sendo uma solução eficaz para proteger a privacidade dos dados. Ainda que criminosos escondam ameaças nesse tráfego, não poderão descriptografá-lo facilmente e violar a sua privacidade. Não por acaso, milhares de aplicações usam criptografia SSL, incluindo Gmail, Microsoft SharePoint, Microsoft Exchange, Facebook, LinkedIn, Youtube, Salesforce.com, Amazon Web Services (AWS), Google Apps, entre outras. Veja os benefícios :

Sessões de usuário criptografadas: O protocolo SSL criptografa informações sigilosas enviadas pela Internet para que somente o destinatário possa compreendê-las.

Autenticação facilitada: Quando um servidor incorpora um certificado SSL, os usuários podem estar confiantes de que os seus dados sigilosos não cairão em mãos erradas e só serão usados pelo servidor seguro apropriado.

Proteção contra phishing: Frequentemente, os e-mails de phishing e spearphishing contêm links que levam os usuários incautos a réplicas malignas, mas convincentes de websites confiáveis. Entretanto, ao conectar-se a websites falsos e ver mensagens de “autoridade certificadora não confiável”, a maioria dos usuários sai do website sem compartilhar informações confidenciais.

Maior confiança do cliente: Consumidores que levam a segurança a sério e clientes comerciais ficam tranquilos ao fazer negócios pela Internet com a segurança do protocolo SSL. Isso se evidencia, por exemplo, na atitude do Google de atribuir, segundo o seu mecanismo de busca, uma melhor classificação aos websites criptografados com SSL/HTTPS do que aos não criptografados.

Embora os benefícios da criptografia SSL sejam maiores do que as desvantagens – tipicamente, custo adicional e necessidades de desempenho – esses novos riscos agora são uma realidade e devem ser tratados. Os hackers e a Deep Web não podem mesmo descriptografar o tráfego SSL na velocidade que compense para o crime, pois quebrar uma chave criptográfica leva muito tempo; mas eles podem e estão escondendo ameaças que ficarão adormecidas em sua rede até que acordem um dia e abram portas para a invasão externa.

80% das empresas não inspecionam seu tráfego SSL

A saída para endereçar o problema das ameaças embutidas na encriptação SSL é, sem sombra de dúvidas, inspecionar o tráfego. O Gartner estima que 80% das empresas não inspecionam seu tráfego SSL. Já uma pesquisa feita no Brasil com cerca de 50 grandes empresas de diversos segmentos, encomendada pela Blue Coat, revelou que 73% não inspecionam seu tráfego encriptado. Se as empresas não mitigarem os riscos através da visibilidade na camada SSL, poderão se abrir a malwares e ao acesso indevido de dados.

A maioria dos dispositivos de segurança de rede é incapaz de inspecionar o tráfego SSL, a menos que esse tráfego seja previamente descriptografado. Sem isso, os malwares podem facilmente obter acesso à rede e causar grandes danos. Não descriptografar o tráfego também reduz a eficiência de outros investimentos em segurança, como sistemas de detecção e prevenção de intrusão (IDS/IPS) e tecnologias de prevenção de perda de dados (DLP).

Esse problema tem continuidade em cenários pós-ataque ou de invasão, nos quais as empresas dependerão de ferramentas de perícia de rede — também denominadas Security Analytics — para analisar a atividade da rede e investigar as causas e os efeitos de ameaças avançadas. Entretanto, sem a capacidade de descriptografar o tráfego da rede, eles são incapazes de obter todas as provas periciais necessárias para avaliar o efeito e até a origem de um ataque bem sucedido.

Outra questão fundamental é que as empresas que se decidirem por inspecionar seu tráfego SSL deverão fazê-lo sem quebrar regras de compliance. Por exemplo, não se pode descriptografar dados pessoais, financeiros e de saúde, de acordo com os requisitos do HIPAA (Health Insurance Portability and Accountability Act), PCI Security Standards Council e PII Laws (Personally Identifiable Information). Do ponto de vista de conformidade não pode haver nenhuma mudança ou manipulação do dado inspecionado que quebre a sua integridade. Exatamente por isso a ferramenta escolhida deverá acatar e se ajustar às políticas de governança interna e externas que regulam os mercados

Acreditamos que somente a adoção de uma estratégia holística de administração de tráfego criptografado pode reduzir esses novos riscos. Estamos falando das soluções de ETM – Encrypted Traffic Management. Essa estratégia inclui dispositivos de visibilidade de SSL que não apenas monitoram, mas gerenciam a partir de pontos centralizados — com excelente relação custo-benefício — a inspeção e a descriptografia de tráfego SSL, ao mesmo tempo em que obedecem às exigências de privacidade e conformidade e defende as redes contra ameaças avançadas sem perder performance.

Os cybercriminosos continuarão a esconder malwares e a buscar novos caminhos para ter acesso às redes e aos dados das empresas. O protocolo SSL continuará a ser usado como importante componente para proteger a privacidade. Às empresas resta se prevenir com a adoção de tecnologias inteligentes, flexíveis e com controle de políticas antes que percam mais que dados, mas sua reputação e credibilidade.

*Marcos Oliveira é Country Manager da Blue Coat Brasil

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Exed Consulting aumenta presença no Brasil com o desenvolvimento de projetos que operacionalizam o pensamento da alta gestão das empresas

Como uma born-global, consultoria de gestão e tecnologia projeta dobrar o faturamento este ano, mesmo em meio à crise econômica brasileira.

Fundada em 2007, antes da crise do subprime, a Exed Consulting desenvolveu um modelo de negócios enxuto, totalmente centrado no cliente e adaptado para superar crises como a que estamos passando. Especializada na execução de projetos corporativos estratégicos, a consultoria foi idealizada pelos sócios, Renan Guedes e Marcus Mendes, para apoiar a alta gestão das empresas na superação de barreiras de implementação de novas ideias e mudanças.
Graças à experiência que têm nessa área, Renan Guedes doutor, mestre e bacharel pela FEA-USP e pós-graduado pela Harvard Business School, e Marcus Mendes, engenheiro pela FEI e pós-graduado pelo INSPER, têm obtido excelente retorno na conquista dos objetivos de negócios da empresa. Desde o início, a Exed tem proporcionado aos seus clientes a criação e sustentação de vantagens competitivas, aumentando a eficiência dos projetos de investimento (CAPEX) e produtividade, e, consequentemente, a redução de despesas operacionais (OPEX).

Operando atualmente em três escritórios (São Paulo/Brasil, Londres/Inglaterrae Boston/EUA), a Consultoria se diferencia de outras do mercado por oferecer atendimento em modelo celular. Ou seja, as células de atendimento tornam-se completamente adaptadas e especializadas à realidade do cliente, com núcleos de gestão autônomos, permitindo a personalização e, ao mesmo tempo, uma orientação centrada no cliente e no setor em que ele atua.

Hoje, a consultoria atende grandes empresas, como a Votorantim Participações, Votorantim Cimentos, Votorantim Metais, Raízen, Cosan, Rumo, ALL, Comgás, Shell, Braskem, ABB, Fibria, Alstom, BASF, AB|Brasil, AB|Mauri, Honda, NET, e possui know-how internalizado para atender a todos os setores da economia.

Com uma meta audaciosa de crescer 100% em faturamento em 2015, a Exed Consulting tem conquistado espaço dentro desses clientes, seja ampliando a oferta de serviços, ou fechando contratos com outras empresas do grupo, quando se trata de um conglomerado.

Para este ano, a meta era aumentar em 25% a carteira de clientes – objetivo já conquistado no primeiro semestre – e, em termos de faturamento, estão caminhando para atingir a meta de R$ 15 milhões.

Soluções e Serviços – Práticas Globais, Praticidade Local

A Exed Consulting gerencia projetos corporativos multifuncionais, além de ser especializada na realização de projetos de Modelagem e Automação de Processos (BPM e BPMS), Gestão da Cadeia de Suprimentos (SCM, S&OP e TMS), Implementação de Escritório de Gestão de Portfólio, Programas e Projetos (3PMO), Implementação de Soluções e Pacotes (ERP, CRM, SRM, SCM), Desenvolvimento e Implementação de Painéis Gerenciais (CPM/Dashboards), Informações Gerenciais (BI), Mobilidade e Big-Data.

Tomando como base pesquisas científicas publicadas em revistas acadêmicas respeitadas, além de metodologias e melhores práticas promulgadas por instituições renomadas, a Exed Consulting atua integrando serviços de consultoria com vertentes de educação executiva e pesquisa científica aplicada.

Sua equipe conta com profissionais certificados em melhores práticas e metodologias de instituições como PMI, ITIL, Cobit, BABoK, SCOR e APICS, com diversas tecnologias do mercado, como SAP, Oracle, JDA, SoftwareAG, Microsoft, Qlik e Tableau, e ainda com parceria institucional com a maior parte destas empresas.

Resultados significativos

Com menos de 10 anos de mercado, a Exed Consulting se orgulha em dar praticidade ao conhecimento acadêmico de ponta e às melhores práticas. Assim, traz para a realidade das organizações o que há de mais moderno e inovador em termos de práticas de gestão e pesquisas científicas. Destaca-se com um serviço exclusivo, que contempla uma imersão no contexto do cliente em termos de estratégia e desafios de negócios, levando à concepção e execução de projetos corporativos que contribuamde maneira significativa para os resultados.

Dessa forma, o serviço oferecido pela consultoria garante um melhor desempenho e presença de seus clientes em seus mercados. Redução do custo de atendimento a clientes, de estoques e também de perda de venda por falta de produto e simplificação de processos, são alguns dos resultados esperados pelos projetos corporativos executados no prazo e dentro do orçamento da Exed Consulting.

Em um cliente do setor Petroquímico, por exemplo, a Exed Consulting realizou um projeto de Big-Data de MRO, dando visibilidade ao inventário de todas as plantas produtivas e promovendo melhoria no planejamento de compras e controladoria. O payback deste projeto foi de três meses com resultados em redução de estoques e liberação de capital.
Outro caso interessante, desenvolvido em um dos maiores grupos empresariais do Brasil, foi um serviço de Mobilidade de Gestão do Portfólio de Projetos, em que foi desenvolvido inicialmente todo um conjunto de ferramentas de gestão de programas e projetos disponibilizados em iPad.

Já em uma empresa de bens de consumo, líder no seu setor no Brasil, a Exed Consulting realizou a Modelagem e Automação de Processos da Cadeia de Suprimentos (SCM), principalmente em S&OP, MRP e Gestão de Estoques. Neste caso, houve reduções significativas de estoques na cadeia, de compras emergenciais e de não atendimento aos pedidos por falta de produto.
Em uma das três maiores empresas de papel e celulose do mundo, a Exed Consulting desenvolveu e implementou ferramentas e práticas de gestão de portfólio de projetos para uma carteira que engloba iniciativas com um payback estimado em mais de R$1bilhão.

Premiações

O formato inovador de atuação tem gerado reconhecimento de parceiros, clientes e instituições de grande representatividade. O que comprova cada vez mais a contribuição da Exed para os clientes, e confirma o compromisso da empresa com a qualidade na prestação de serviços e excelência no atendimento. Em 2013, a empresa conquistou o Prêmio Excelência Didática da FIA PROCED e de melhor trabalho Acadêmico do Ano pela Revista MundoPM.

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Imagem Virtual se torna realidade na #CES2016

Refletindo o rápido crescimento da realidade virtual, a Consumer Electronics Association (CEA)® anunciou hoje a expansão do Mercado de Jogos Eletrônicos e Realidade Virtual na CES® 2016. De propriedade e produzida pela CEA, a CES é o local de acesso no mundo para todos aqueles que prosperam em negócios de tecnologias do consumidor e que estarão presentes de 6 a 9 de janeiro de 2016, em Las Vegas, Nevada.

Mais de 40 expositores irão exibir a próxima geração de multimídia de imersão para sistemas e ambientes de realidade virtual e os últimos hardwares, softwares e acessórios para jogos eletrônicos da atualidade concebidos para celulares, computadores e consoles. No total, o Mercado de Jogos Eletrônicos e Realidade Virtual irá expandir em 77% acima de sua abrangência na CES 2015. Os principais expositores dentro deste espaço incluem: Oculus VR, Virtuix, Sphero e outros.

“Desenvolvimentos em realidade virtual e tecnologias de realidade de imagens têm dado passos significativos, o que nos permite participar em uma experiência de jogos eletrônicos a 360°, explorar a percepção de referências externas, tratar fobias, melhorar o treinamento de profissionais médicos, atender virtualmente a um evento e muito mais”, comentou Karen Chupka, vice-presidente sênior de estratégia de negócios corporativos e CES da CEA. “O Mercado de Jogos Eletrônicos e Realidade Virtual na CES 2016 irá mostrar todas estas inovações de imersão que estão avançando nesta indústria do futuro.”

Conforme a pesquisa da CEA, são esperados que fones de ouvido para realidade virtual realmente decolem em 2016 com vendas projetadas para aumentar em 500% em relação a 2015 e alcançar 1,2 milhões de unidades vendidas. Receitas totais são projetadas em alcançar US$ 540 milhões, 440% de aumento no fim de 2015.

Novidade em 2016, a CES irá lançar o Mercado de Realidade de Imagens através de um espaço útil de exposição de 3.000 pés quadrados para mostrar as novas tecnologias de impacto que podem mudar como aprendemos e experimentamos o mundo. Expositores como ASRC Federal for NASA, Marxent e Occipital entre outros irão apresentar a mais recentes tecnologias de realidade de imagens, incluindo fones de ouvido, sensores de estrutura, software e outros.

Os Mercados de Jogos Eletrônicos e Realidade Virtual bem como de Tecnologia de Realidade de Imagens terão lugar na CES Tech East, no Pavilhão Sul 2 do Centro de Convenções de Las Vegas e no World Trade Center, adjacentes um do outro para alavancar as sinergias.

Empresas interessadas na exposição nestes mercados devem entrar em contato com Aurelie Cornett através de acornett@CE.org. Para mais informações sobre a CES, acesse CESweb.org.

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Gartner indica como desenvolver negócios digitais

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, informa que, na era do negócio digital, as empresas devem desenvolver pessoas, negócios, soluções e tecnologias de qualquer canal usadas em qualquer lugar. Essas práticas serão apresentadas em detalhes durante o Symposium/ITxpo 2015, o maior e mais importante evento mundial do Gartner para CIOs e executivos de tecnologia, que terá sua edição brasileira de 19 a 22 de outubro (segunda a quinta-feira), no Sheraton São Paulo WTC Hotel. O simpósio reunirá cerca de 2.000 profissionais da área, incluindo 450 CIOs, e 40 analistas do Gartner.

Segundo a Vice-Presidente e Analista Distinta do Gartner, Betsy Burton, a visão do Gartner pode ser acompanhada por meio das explicações abaixo que permitem a criação de um negócio digital seguro, ético e em escala:

Como o digital transforma o desenvolvimento de negócios – As empresas se adaptam continuamente à desestruturação das tecnologias digitais, e os CIOs e as organizações de TI devem fazer o mesmo. Os arquitetos corporativos precisam mudar e se adaptar à desestruturação digital, adotando um novo conjunto de práticas e competências para reformular a Arquitetura Corporativa (Enterprise Architeture – EA), para continuar adicionando valor, oferecendo resultados e liderando mudanças nos negócios e na tecnologia da era digital. O principal escopo da Arquitetura Corporativa inclui pessoas, processos, informação e tecnologia da empresa. Porém, as relações dos profissionais de Arquitetura Corporativa podem ser influenciadas:

De dentro para fora – Perspectiva interna tradicional, focada em como orientar pessoas, processos, informação e tecnologia. Resulta na entrega de valor operacional indiretamente para os negócios.

De fora para dentro – Significa fornecer valor de negócios a clientes, eleitorado, parceiros e interessados para determinar mudanças e impulsionar resultados.

De fora para fora – Tem início fora da empresa, com clientes, parceiros e concorrentes conhecidos, com ações direcionadas a clientes, parceiros e demais interessados. O foco está além do alcance imediato das organizações que impulsionam a mudança e a inovação.
Nenhuma organização irá operar usando somente uma perspectiva, mas sim uma combinação delas. A mudança fundamental é que as organizações se moverão principalmente em direção a uma visão mais ampla do ecossistema da Arquitetura Corporativa.

Como a Arquitetura Corporativa favorece novas oportunidades de negócios digitais – Os arquitetos corporativos influenciam atividades essenciais de tendências tecnológicas e de negócios emergentes, tais como Big Data, Internet das Coisas (IoT), Mobilidade, Segurança, Nuvem e Tecnologia Operacional (TO). Para isso, os arquitetos corporativos devem abraçar e compreender os aspectos que tornam essas tendências tecnológicas exclusivas. É importante notar que todas essas tendências-chave têm impacto sobre os negócios e a tecnologia. Os arquitetos corporativos devem focar em desenvolver informação, negócios, tecnologia e soluções para toda a empresa fornecer resultados. Além disso, os profissionais de Arquitetura Corporativa devem garantir que eles estejam dedicando tempo e recursos para envolver, integrar e liderar perspectivas de desenvolvimento emergentes (como arquitetura de segurança, IoT e Nuvem), como parte de um esforço geral e abrangente da Arquitetura Corporativa.

Como profissionais de Arquitetura Corporativa podem liderar inovações – O segredo é mudar o foco para o seu ecossistema de negócios e responder às mudanças de pessoas, negócios e soluções. Os arquitetos corporativos que não repensarem radicalmente sua visão tradicional de parceiros, clientes e concorrentes, de forma a incluir pessoas, negócios e soluções conhecidas e desconhecidas, impedirão que a sua organização seja capaz de criar e responder às oportunidades de negócios. Para sobreviver e prosperar na era digital, os arquitetos corporativos devem ampliar a perspectiva de atuação dos seus negócios. Essa é a única maneira de otimizar oportunidades e evitar ameaças causadas por eventos e mudanças de comportamento.

O Gartner Symposium/ITxpo 2015 oferece aos CIOs e executivos estratégicos de TI um direcionamento estratégico sobre como dominar as mudanças tecnológicas neste momento decisivo, no qual é preciso adaptar-se à nova onda digital que arrebata o mercado. Mais informações estão disponíveis no site: gartner.com/br/symposium.

Há preços diferenciados nas incriçções para profissionais do setor público e descontos para grupos. Interessados devem contatar o Gartner pelo e-mail brasil.inscricoes@gartner.com, pelos telefones (11) 5632-3109 e 0800-744-1440, ou pelo site: gartner.com/br/symposium.

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Universidades investem em segurança e gestão de identidades para proteger dados

Os recentes casos de ataques cibernéticos e fraudes em instituições de ensino superior no país motivaram universidades brasileiras a buscar ferramentas de segurança da informação para a proteção de dados internos e para garantir a qualidade dos serviços prestados à população e à comunidade acadêmica. Uma das soluções adquiridas por universidades do estado de São Paulo é o software HORACIUS, da empresa E-TRUST. Com ele é possível adaptar todas as funções para as rea is necessidades de cada instituição.

“Um ambiente acadêmico é de abertura de informações. A ideia é que elas circulem o mais livremente possível, mas, ao mesmo tempo, uma universidade se comporta de forma parecida com uma empresa, pois existem sistemas de retaguarda iguais aos de outras organizações. E isso tem que pesar de forma muito delicada num ambiente acadêmico para não haver cerceamento da divulgação e da troca de informações livre, que devem sempre ocorrer”, comenta o CEO da E-TRUST, Dino Schwingel.

Recentemente, a empresa fechou contrato com a Universidade Presbiteriana Mackenzie, localizada na capital paulista, para fornecer serviços de segurança da informação para os sistemas internos utilizados por funcionários. “A princípio o HORACIUS será implantado na área de controle de funcionários e na área de eventos, ou seja, os visitantes da universidade poderão contar com acessos automatizados”, explica o coordenador do setor de segurança da informação da universidade, Marcio Freitas.

Um dos fatores que motivou a implantação do sistema de segurança foi o alto número de chamados abertos por funcionários para solucionar problemas relacionados à concessão de acessos. Segundo Freitas, “sem dúvidas, algo muito importante que o HORACIUS nos permitirá é a revisão dos acessos. Esse será o principal ganho em segurança. A automatização dessa tarefa foi uma das principais razões por termos escolhido o sistema”. Todas as funcionalidades técnicas do programa devem ser implantadas até o final deste semestre e a expectativa é que o HORACIUS seja adotado no controle de acessos dos alunos.

Segurança e Produtividade – Outra instituição de ensino que também investiu no software da E-TRUST foi a Universidade Anhembi-Morumbi, em São Paulo. Implantado há três anos, o sistema conseguiu atender as premissas impostas pela instituição. “O principal diferencial do HORACIUS é a facilidade com que podemos administrar a ferramenta e customizá-la. Por meio dela foi possível encerrar os problemas de auditoria interna e controles referentes a acessos, conferindo mais confiança na gestão de identidade dos colaboradores, uma vez que todo o processo de concessão, revogação e revisão de acessos foi automatizado através dos conectores”, esclarece o responsável pelo sistema na Anhembi-Morumbi, Henrique Lucena.

Segundo Lucena, os principais ganhos de produtividade foram percebidos na governança de acessos. Antes o prazo de autorização para que os novos colaboradores pudessem acessar os sistemas internos variava entre 5 e 7 dias, ago ra o tempo de espera é de 12 horas. Além disso, a revisão de acesso, que demorava de 45 a 90 dias, passou para apenas 7 dias. O CEO da E-TRUST comemora. “As autorizações passaram a ser realizadas 10 vezes mais rápidas e as revisões demoram, no mínimo, um sexto do tempo inicial. Além de mais se guro o software possibilita ganho de tempo e redução de custos, já que as horas produtivas despendidas nessas tarefas podem ser redirecionadas”.

A E-TRUST fornece soluções customizadas para que as empresas protejam seus sistemas e informações sigilosas. A mais nova versão do software Horacius, o Horacius Cloud, é projetada para atender e sanar as deficiências de segurança da informação de organizações de todos os portes e segmentos, de forma customizada, e em nuvem. Além de poder ser integrado a qualquer sistema de recursos humanos, ele também permite o gerenciamento de sistemas internos como SAP, AD, Exchange e Servidor de Arquivos.

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Marketing para empresas de TI: relacionamento com cliente ganha ainda mais importância em tempos de crise

Marcelo Piuma, diretor da Qualityware Informática, aposta no marketing de relacionamemto para melhorar a percepção de valor que o cliente tem da empresa que presta serviços de tecnologia.
Em uma entrevista ao Valor Agregado, ele fala sobre iniciativas simples que podem gerar grandes resultados. Vale a pena conferir.

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Embratel anuncia nova pesquisa de conectividade das empresas brasileiras

A Embratel anuncia, em parceria com a Teleco, os resultados da pesquisa “A Conectividade nas Empresas Brasileiras” criada para medir o nível de conectividade e o uso de tecnologias pelo mercado corporativo no Brasil. O levantamento analisou as estruturas de Telecom e de TI de 400 empresas de pequeno, médio e grande porte em cinco capitais brasileiras. A edição de 2015 ampliou a participação das companhias de médio e grande porte que, agora, soma 50% do público entrevistado.

“A pesquisa avaliou a adoção de dispositivos de transmissão de Dados, Internet, Voz e Mobilidade pelas companhias brasileiras, bem como suas estruturas de Telecom e de TI”, diz Marcello Miguel, Diretor Executivo da Embratel. Os dados indicam que 69% das empresas têm “voz” como o canal de comunicação mais usado com os funcionários, 59% para falar com fornecedores e 56% para relacionamento com seus clientes. “Identificamos uma queda significativa no uso de voz, que registrou 80% na primeira onda. Apesar disso, a comunicação por voz ainda é predominante”, diz Marcello Miguel.

De acordo com o levantamento, a estabilização da base de clientes de telefonia fixa e móvel no Brasil confirma a tendência desses números, estimulados com a criação de planos cada vez mais diferenciados. O uso de e-mails como ferramenta de colaboração é indicado por 92% das companhias que utilizam mensagens. O SMS, mesmo estando pressionado pelos serviços de OTTs (provedores Over The Top, que fornecem o serviço utilizando a Internet), é o segundo colocado, sendo o canal preferido por 58% dos entrevistados. O WhatsApp aparece em destaque na pesquisa com 55%, o que comprova seu crescente uso para comunicação profissional.

O uso de celular corporativo também está crescendo no Brasil. Os números apontam que 73% das empresas pesquisadas disponibilizam aparelhos para dos funcionários. Em 2014, apenas 43% ofereciam esse benefício. A oferta de celulares é maior na área administrativa, que responde por 38% dos aparelhos, seguida pelas áreas de vendas (23%) e comercial (21%). O uso de aplicativos corporativos atingiu 9% nas empresas e tende a evoluir, já que o mercado caminha para a mobilidade de processos.

As Redes Sociais foram apontadas como canais complementares nas pesquisas, uma vez que seu uso não é prioritário na comunicação das empresas, mas são utilizadas por 81% delas para contato com clientes. O acesso dos colaboradores às mídias sociais é permitido em 40% das companhias entrevistadas.

As ferramentas de Comunicação Unificada aumentaram em 13% das empresas em 2014, atingindo o patamar de 38% em 2015. As funcionalidades mais utilizadas são videoconferência (48%) e PABX (43%). Um dos principais fatores que contribuiu para o crescimento foi a disponibilidade de soluções gratuitas para videoconferência e o custo/benefício de PABX digital.

A modernização das empresas aumentou consideravelmente no que se refere à infraestrutura e ao uso de computadores com acesso à Internet. A conexão fixa está presente em 99% das empresas e 80% dos pesquisados possuem conexão Banda Larga. Apenas 19% utilizam acesso via IP dedicado. Serviços de segurança apontaram um grande salto em relação a primeira edição da pesquisa. O número de empresas que adquirem as soluções de proteção passou de 45% em 2014 para 98% em 2015. “Acreditamos que o crescimento se deve ao fato dos empresários estarem mais conscientes e receosos em relação aos eventuais cyber ataques”, diz Marcello Miguel.

Os serviços de Cloud Computing cresceram de 8% para 17% das empresas pesquisadas. O uso se dá principalmente em aplicações de segurança, e-mail, armazenamento e backup. A análise do resultado mostra que o mercado ultrapassou a fase de conhecimento e começou a aderir à nova tecnologia.

Na área de Data Center, a pesquisa indica boas oportunidades para os serviços de armazenamento, pois 75% das empresas consultadas ainda utilizam servidores internos e 13% dos entrevistados armazenam informações nos computadores dos próprios funcionários. A hospedagem externa é uma realidade para 7% das companhias. Esses itens vão merecer atenção especial nos próximos anos.

A mobilidade foi destacada no levantamento. Com o aumento do uso de dispositivos móveis – como tabletes e celulares -, as empresas estão tendo que aderir ao movimento BYOD (Bring Your Own Device), que permite que os funcionários levem para o ambiente de trabalho seus equipamentos pessoais. A pesquisa aponta que 59% dos entrevistados já permitem esse uso. Por conta disso, acredita-se que o comportamento também irá gerar novas demandas em termos de TIC (Tecnologia da Informação e de Comunicação), como a contratação de MDM (Mobile Device Management) para segurança e gestão dos dispositivos. Os aplicativos MDM estão presentes em 30% das empresas, que já se preocupam com a adoção de políticas para evitar eventuais invasões.

“A pesquisa foi realizada novamente com profissionais responsáveis pelas áreas de Telecom e TI de empresas de diversos portes, localizadas nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Brasília e Recife. Em relação ao público ouvido, a novidade ficou por conta do aumento de empresas de médio e grande porte. A escolha das localidades foi feita com base em uma metodologia especial para refletir, com margem mínima de erro, a opinião nacional das empresas sobre o uso de sistemas”, diz Eduardo Tude, Presidente da Teleco.

Para aplicar a pesquisa, a Embratel e a Teleco estudaram profundamente um conjunto de indicadores com o objetivo de avaliar o nível de conectividade das empresas brasileiras. Foram analisados: canal de comunicação mais utilizado, comunicação por voz, por mensagens, dispositivos para conexão de dados, infraestrutura para conexão de dados, Cloud e armazenamento de informações, Redes Sociais e Internet.

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Evento trata de Self Service BI

Aconteceu em São Paulo, a 6ª. Edição do Encontro de Usuários de BI promovido pela TDW BI Consulting, empresa de consultoria nos segmentos de Data Warehouse, Business Intelligence e Big Data.

Nessa edição do evento o tema foi “Self Service BI” e os participantes puderam discutir conceitos e compartilhar experiências sobre o assunto. “Tecnologias como a de “Self Service BI” aumentam a autonomia dos usuários de negócios, principalmente na etapa de exploração de dados. Conhecer suas potencialidades e limitações é muito importante para as organizações e o Encontro de Usuários de BI é o ambiente ideal para que os profissionais da área compartilhem experiências sobre o tema”, comenta Paulo Pinho, diretor presidente da TDW e que atuou como mediador do evento.Estavam presentes no evento 42 pessoas, representando 23 grandes empresas de diversos segmentos.

Um dos focos principais de discussão do encontro foi o impacto nos papéis das áreas de tecnologia e de negócios com a introdução das ferramentas de “Self Service BI” nas organizações. Foi consenso no grupo que a tendência é dar cada vez mais autonomia e responsabilidade aos usuários nas tarefas de exploração dos dados e de construção de relatórios e “dashboards”, mas que o papel da área de tecnologia continua a ser fundamental nos processos de coleta, integração e governança dos dados.

“É muito bom constatar o aumento do número de organizações que acreditam de fato na gestão compartilhada de projetos de BI pelas áreas de tecnologia e de negócios. Essa mudança nos dá esperança para ver em futuro próximo, mais casos verdadeiros de transformação de dados em vantagem competitiva”, ressalta o diretor.

Sobre o TDW_BI_Group

O TDW_BI_Group é o grupo de usuários de BI patrocinado pela TDW que se reúne periodicamente para discutir temas relevantes sobre o uso da informação como diferencial competitivo. Tem como objetivos permitir a troca de experiências entre as organizações que utilizam ou pretendem utilizar este tipo de tecnologia e de perceber mais rapidamente as preocupações e desejos da comunidade usuária. Confira os temas debatidos anteriormente no site www.tdwbi.com.br

Sobre a TDW BI Consulting

A TDW é uma empresa formada por profissionais que se dedicam integralmente a transformar dados em vantagem competitiva. Em 2015 completou 10 anos e atualmente é uma das empresas mais reconhecidas do mercado brasileiro de soluções analíticas, resultado de sua larga experiência em consultoria e implementação de soluções de Business Intelligence e DataWarehousing em grandes clientes e em projetos de alta complexidade. Com escritório em São Paulo e Rio de Janeiro possui cerca de 50 profissionais.

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