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As novas tecnologias poderiam ter evitado problemas na qualidade dos alimentos?

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Os incidentes recentes com a qualidade dos alimentos, principalmente os perecíveis, trouxeram à tona as debilidades no controle da cadeia de abastecimento e os riscos para a saúde pública. Além de afetar totalmente o consumo interno no nosso país, essa triste descoberta também trouxe problemas graves para a nossa economia, já que o Brasil é um dos maiores exportadores de carne do mundo. Só no ano passado foram exportadas mais de 15 milhões de toneladas do produto, quantia responsável por 16% da receita externa do nosso agronegócio. Apenas em 2016, o mercado de exportação de carnes gerou 14 bilhões de dólares para nosso país.

A melhor maneira para manter esse controle em dia é apostar na rastreabilidade. Com o desenvolvimento das tecnologias, já temos produtos que são totalmente rastreáveis, desde a sua fabricação até o momento final da venda. Algumas companhias já estão trabalhando com esse conceito. É possível colocar um código de barras nas embalagens, nas caixas, nos pallets e acompanhar todas as etapas realizadas por cada um de seus produtos, até o momento da venda final. Para acompanhar cada item, sistemas de gestão e dispositivos móveis dão conta do recado.

Em 2008, o departamento de defensivos agrícolas de uma grande empresa da área química iniciou com a ajuda da nossa empresa a utilização de uma solução como essa para conseguir reduzir o número de produtos piratas no mercado da agricultura e também controlar o prazo de validade e lotes no campo. Para isso, a solução foi possibilitar o rastreamento dos produtos desde a sua produção até ele chegar ao consumidor final. Essa é uma forma de ter um controle real do mercado, impedindo que produtos piratas sejam comercializados e garantindo a segurança de todos, das pessoas que manejam o pesticida no campo até aquelas que consomem os vegetais na sua mesa.

Para conseguir chegar a esse resultado, o projeto contemplou a automação de diferentes processos de logística voltados para o consumidor, a utilização de dispositivos mobile para rastrear o produto em qualquer ponto da sua cadeia de vendas (incluindo até mesmo a devolução dos itens não utilizados no solo) e o desenvolvimento de um software capaz de ler códigos de barras lineares e bidimensionais. Como resultado, a empresa conseguiu evitar que diversos lotes falsificados chegassem ao mercado, o que dá credibilidade ao trabalho da empresa enquanto aumenta o seu lucro.

O projeto ainda recebeu dois grandes prêmios internacionais, um relacionado à rede de fornecimento global de mercadorias e outro de excelência na América Latina. Esses bons resultados nos garantiram uma parceria que já dura oito anos.

Os produtos são totalmente diferentes, mas a lógica aqui é a mesma. Aplicando o rastreamento de produtos e também utilizando o conceito de PEPS (Primeiro que entra, primeiro que sai) ou PVPS (Primeiro que vence, primeiro que sai), menos carnes estragariam antes da hora e não teríamos lotes vencidos chegando até a mesa do consumidor. Você pode alegar que, no caso dos defensivos agrícolas, isso fica mais fácil por não ser um produto perecível como alimento, mas posso falar de outra empresa do ramo alimentício que já utiliza esse procedimento para rastrear o leite de caixinha e funciona da mesma forma.

Ter a informação detalhada sobre cada passo do seu produto garante segurança e a qualidade das mercadorias produzidas e comercializadas. É preciso investir já na modernização deste e de outros setores tão essenciais para o crescimento do nosso país.

Por Luciano Sandoval, diretor de Marketing da MC1.

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Prêmio ABComm de Inovação Digital 2017 anuncia seus vencedores

A terceira edição do Prêmio ABComm de Inovação Digital conheceu seus ganhadores na terça, dia 04 de abril, em São Paulo. Promovido pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, a homenagem teve como objetivo estimular o desenvolvimento do mercado digital do Brasil, reconhecendo as melhores práticas, companhias e profissionais do setor.

Foram mais de 3.600 cases inscritos e 30 mil votos. Confira abaixo os mais votados das dez categorias:

Melhores Agências Digitais:
•Raccoon
•BlueFoot
•Ghfly

Melhores em Tecnologia para E-commerce:
•Onclick
•KPL
•Locaweb

Melhores Ferramentas de Marketing Digital:
•All iN
•Lahar
•Enviou

Melhores Plataformas de E-commerce:
•Tray
•Nuvemshop
•Mercado Shops

Melhores em Logística no E-commerce:
•FedEx/Rapidão Cometa
•Mandaê
•Total Express

Melhores em Serviços para E-commerce:
•Pagar.me
•Infracommerce
•FCamara Consulting

Melhores Profissionais de E-commerce:
•Gustavo Batista – S2 Holding
•Samuel Gonsales – e-Millenium
•Patricia Amaro – Unilever
•Kai Schoppen – Infracommerce

Melhores Profissionais de Marketing Digital:
•Welington Sousa – All iN
•Marcelo Trevisani – CI&T
•Sergio Lima – S8 Sampa

Melhores Profissionais de Social Media:
•Eduardo Prange
•Anderson Carvalho
•Fernanda Nascimento

Melhores Empreendedores Digitais:
•André Palis – Raccoon
•Adriano Caetano – Loja Integrada
•Daniela Aquino – Agência e-Can
•Tatiana Pezoa – Trustvox

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Citrix e Samsung unem tecnologias para transformar o Galaxy S8 em desktop

À medida que as empresas adotam cada vez mais as estratégias de negócios móveis, as pessoas devem transportar até três dispositivos, incluindo seus laptops, smartphones e tablets. Para aliviar essa carga de dispositivos eletrônicos, tornar as pessoas mais eficientes e ajudar as empresas a reduzir custos, a Samsung apresenta o Samsung DeX que, quando combinado com o Citrix Receiver, converte o novo Samsung Galaxy S8 em um ambiente de desktop que inclui uma interface do usuário otimizada para multitarefa com suporte para teclado e mouse, capacidades de janela redimensionáveis, notificações pop-up na barra de tarefas e muito mais.

A combinação de Citrix e Samsung DeX transforma o telefone e fornece aos usuários acesso seguro ao seu espaço de trabalho digital e a todos os aplicativos e dados corporativos que necessitam para realizar suas tarefas. A Samsung está apresentando a solução Citrix exclusivamente em versões de demonstração do Samsung DeX com XenApp, XenDesktop e Citrix Receiver.

Esta colaboração exclusiva entre Citrix e Samsung literalmente alivia a carga das organizações e de seus funcionários, proporcionando maior segurança e flexibilidade para as pessoas que passam todo ou parte de seu dia de trabalho fora do escritório. Esta solução aumenta a segurança e a produtividade ao permitir que as pessoas utilizem os telefones de forma segura fora da empresa. Então, quando estão de volta no escritório, podem se conectar ao Samsung DeX, convertendo seus telefones em uma experiência de desktop sem perder os recursos do telefone e acessar com segurança seus aplicativos e dados por meio do Citrix Receiver, XenApp e XenDesktop.

Entre os exemplos, podemos citar que os peritos de sinistros do setor de seguros podem utilizar com segurança seu Samsung Galaxy S8 no local de avaliação de um sinistro e retornar ao escritório, conectá-lo à sua estação DeX e completar os relatórios utilizando um ambiente de desktop completo. Os policiais podem utilizar seus telefones para fazer anotações durante a patrulha utilizando o Citrix Secure Forms, e quando retornem à delegacia, se conectam com a estação DeX e completam seus relatórios utilizando um ambiente desktop totalmente funcional.

Além da solução que combina a inovação da Citrix com Samsung DeX, a Citrix também oferece suporte e integração para dispositivos Samsung que incluem o gerenciamento de mobilidade corporativa XenMobile, recursos de segurança e acesso virtual seguro a aplicativos e desktops por meio do XenApp e do XenDesktop com Samsung Knox na camada Android OS nativo.

O Citrix XenMobile também traz suporte à nova capacidade da Samsung conhecida como Enterprise Firmware-Over-The-Air (E-FOTA), que permite atualizar o software do dispositivo “pelo ar”. Samsung E-FOTA permite que os administradores de TI tenham o controle total sobre a atualização dos dispositivos, bem como com qual versão é atualizada. Esta capacidade da Samsung fornece ao departamento de TI o controle dos dispositivos nativos sem sacrificar a flexibilidade do usuário.

“Embora muitas pessoas utilizem seus smartphones para os negócios, costumam recorrer a seus laptops ou desktops quando precisam usar Windows ou aplicativos baseados no navegador”, disse Maribel Lopez, fundadora e analista principal de Lopez Research. “Mesmo que a virtualização de aplicativos ou VDI permita executar aplicativos do Windows em seu smartphone, a experiência do Windows nem sempre se traduz bem numa tela pequena. Para resolver esse problema, diversos fornecedores trabalham para desenvolver soluções que facilitam a conexão de smartphones a um teclado, mouse e/ou monitor. A solução mais bem-sucedida mostra um significativo potencial no mercado.”

“O Samsung DeX permite que as pessoas utilizem seu Galaxy S8 como um computador de mesa, usando soluções como Citrix Receiver, XenApp e XenDesktop para usar com segurança seus aplicativos baseados em Windows e no navegador, do mesmo modo como fariam com seus laptops tradicionais”, disse Injong Rhee, CTO do Mobile Communications Business da Samsung Electronics. “Isso não é ficção científica, isso é realidade, é a inovação orientada aos negócios.”

O smartphone Samsung Galaxy S8 e o Samsung DeX estarão disponíveis no segundo trimestre de 2017.

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FOXBIT realiza terceira edição do MeetUp Bitcoin

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A FOXBIT, maior corretora de bitcoins do Brasil, realiza a 3ªedição do Meetup Bitcoin São Paulo. Na noite da próxima terça-feira (11), Marco Carnut (Tempest e Coinwise), Edilson Osorio (OriginalMy.com), Fausto Botelho (Enfoque e Com Stop), Rodrigo Mendes (LipperHub), Safiri Felix (Safiri Felix) e Guilherme Rebane (Trader) se reúnem aos sócios da FOXBIT para discutir sobre os aspectos tecnológicos e desafios de trading na área de bitcoin no Brasil.

O evento terá dois painéis, o primeiro com o tema Desafios tecnológicos do bitcoin e irá discutir sobre a tecnologia por trás do bitcoin e quais são os maiores desafios encontrados no setor. Já o segundo painel, Bitcoin como investimento e trading, discutirá sobre como a criptomoeda pode ser uma alternativa para investimentos. “O bitcoin ainda é pouco discutido no Brasil e as pessoas muitas vezes não entendem o leque de possibilidades que temos com a criptomoeda, ela já pode ser usada para pagamentos e também como uma forma de investimento, e é isso que queremos mostrar”, comenta João Paulo Oliveira, sócio cofundador da FOXBIT.

O evento acontecerá no Auditório da Telefônica – VIVO, R. Martiniano de Carvalho, 851 – Bela Vista, com um welcome coffee às 19h30 e início às 20h, e após as apresentações acontecerá um happy hour de networking. O Meetup será transmitido ao vivo pelo foxbit.com.br/aovivo. A 3ª edição do Meetup Bitcoin tem o custo de R$ 12,00 e a inscrição deve ser realizada pelo site foxbit.com.br/meetup.

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Grupo Fleury participa de missão de negócios no Canadá

A gerente de Pesquisa & Desenvolvimento do Grupo Fleury, Ana Claudia Rasera, encontra-se em Ontário, no Canadá, onde permanece até o dia 7. O objetivo da viagem é, junto a um grupo de representantes de empresas líderes no setor de saúde do Brasil, conhecer o ambiente de empreendedorismo e inovação da província. Em Ontário está baseada a maior comunidade de Ciências da Vida no Canadá, sendo responsável por mais de 50% da atividade econômica em Saúde no país e 51% dos gastos com pesquisa e desenvolvimento nesse setor.

A comitiva será acompanhada por Todd Barrett, cônsul comercial da província canadense. Fazem parte da programação os eventos do ‘Toronto Health Innovation Week’ e reuniões em importantes laboratórios, centros de pesquisa e aceleradoras, como o MaRS Health – que tornou Ontário referência mundial em áreas como genoma humano, oncologia, neurologia e medicina regenerativa.

“Vamos conhecer, aprender e identificar oportunidades de parcerias com muitas empresas e startups que têm a inovação na área médica e farmacêutica em seu DNA”, comenta Ana Claudia, que assumiu a gerência de P&D do Grupo Fleury em maio de 2016. Graduada em Farmácia e Bioquímica pela Universidade de São Paulo (USP), possui doutorado em Bioquímica pela mesma instituição, pós-doutorado pelo Memorial Sloan Kettering Cancer Center e MBA em Gestão de Negócios pela FIA. Antes de integrar a equipe do Grupo Fleury foi cofundadora e diretora de Operações da Alellyx S.A., gerente de Desenvolvimento de Biotecnologia na DuPont, e acumula experiência como docente e pesquisadora em Bioquímica e Biologia Molecular na USP.

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TCS e Siemens se unem para fornecer soluções industriais

A divisão de software para gerenciamento de ciclo de vida de produtos (PLM) da Siemens e a Tata Consultancy Services (TCS) expandiram sua parceria de longa data para fornecer um conjunto abrangente de soluções industriais e promover a Empresa Digital Conectada. Ao incluir todo o portfólio de software de gerenciamento de operações de manufatura (MOM) da Siemens, a TCS pode agora exibir o conjunto completo de software e serviços da Siemens no Centro de Excelência de Soluções Industriais da TCS, inaugurado hoje em Pune, na Índia. Com uma variedade completa de soluções, o Centro validará os conceitos e mostrará como a digitalização da empresa inteira está transformando a indústria de manufatura global. O objetivo é oferecer aos clientes um ambiente único para construir e testar soluções digitais usando a tecnologia mais avançada do mundo de software de PLM e MOM.

“Nosso novo Centro de Excelência de Soluções Industriais faz parte do nosso compromisso de criar valor excepcional para nossos clientes, fornecendo soluções totalmente integradas que permitem aos fabricantes promover a Indústria 4.0 e as iniciativas de manufatura inteligente para alcançar a excelência operacional”, disse Regu Ayyaswamy, líder global de engenharia e serviços industriais da TCS. “Nosso compromisso e investimento no portfolio inteiro de MOM de Siemens é a base para uma solução de transformação que permite aos fabricantes começar sua jornada rumo à Empresa Digital Conectada.”

A TCS participará do Centro de Alianças de Especialização MOM da Siemens (MEAC), uma comunidade de parceiros altamente qualificados e estratégicos que fornecem serviços específicos de MOM a fabricantes. Isso aumentará ainda mais a capacidade da TCS de fornecer aos seus clientes atuais e futuros soluções de MOM de alto desempenho para melhorar as operações de manufatura. A TCS também está comprometida com o fornecimento de consultoria especializada, execução de projetos e serviços de implementação para uma série de soluções de software de MOM da Siemens, incluindo sistemas de execução de manufatura (MES), planejamento e agendamento avançados (APS), sistemas de gestão da qualidade (QMS) e sistemas de gestão de informações laboratoriais (LIMS).

“A TCS é o primeiro parceiro a realizar a adoção completa do portfólio de MOM da Siemens, oferecendo excelência aos clientes em comum”, disse Rene Wolf, vice-presidente sênior de software de gerenciamento de operações de manufatura da Siemens PLM Software. “Isso permite que a TCS e a Siemens ajudem os fabricantes a perceber o valor completo da empresa digital, desde o desenvolvimento de produto e planejamento da produção até a engenharia de produção, execução da produção e serviços. As soluções industriais da TCS que utilizam o portfólio completo de software de MOM da Siemens mudarão a forma como os clientes transformam e gerenciam a digitalização das suas operações de manufatura.”

Em uma aliança estratégica que já dura três décadas, a TCS se associou em vários níveis com a Siemens PLM Software para oferecer aos seus clientes os melhores serviços de consultoria e implementação. O acordo de parceria de longa data reforça ainda mais a aliança entre a TCS e a Siemens.

A Siemens PLM Software opera na Índia por meio da Siemens Industry Software (India) Pvt. Ltd., empresa 100% subsidiária Siemens, e seu software é um componente essencial das soluções de tecnologia integradas fornecidas pela Siemens na Índia nas áreas de automação e digitalização.

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Após 3 meses e 8,5 milhões de mensagens, chatbot do Poupatempo chega à segunda versão

A segunda versão do Poupinha – atendente virtual (Chatbot) do Poupatempo desenvolvido pela Nama acaba de entrar em funcionamento. Este update permitirá que, através de uma simples interação com o robô, o cidadão tenha acesso à informações sobre os serviços de RG, que pode ser agendado pela plataforma. O chatbot será capaz de informar as condições, preço e prazo para realização do serviço, além de informar quem pode retirar os documentos para o cidadão em cada uma das unidades do Poupatempo no Estado.

Desde que começou a operar no Portal do Poupatempo e na página do serviço no Facebook, em 28 de dezembro de 2016, o Poupinha tem sido bem sucedido em manter a naturalidade no atendimento através de conversas automatizadas. Capaz de agendar atendimentos em qualquer uma das 72 unidades no Estado de São Paulo para centenas de usuários ao mesmo tempo, além de fornecer orientações sobre os serviços oferecidos.

Prestes a completar três meses de ‘vida’, o robô mantém uma média de 5 mil usuários atendidos por dia, o que gerou, neste período, um montante de 8,5 milhões de mensagens trocadas e 218 mil agendamentos concluídos diretamente pelo chatbot. O atendente virtual foi bem recebido pela população desde a data do seu lançamento. Historicamente a média de agendamentos semanais feitos através do portal do Poupatempo é de 7 mil. Logo na primeira semana de funcionamento do Poupinha, ele sozinho foi responsável por realizar 5 mil agendamentos. Seguindo essa proporção, no fim de 2017, 2% da população do estado de São Paulo terá usado o Poupinha com sucesso.

Neste caso de sucesso em interação humano-máquina, vale ressaltar ainda a percepção de que as pessoas realmente tiveram suas necessidades compreendidas e demandas resolvidas com eficiência pelo robô. Prova disso é que o Poupinha já recebeu 51 mil mensagens de agradecimento dos usuários, incluindo expressões carinhosas como “Deus abençoe” – o equivalente a 23% dos atendimentos realizados pelo chatbot.

Todas essas informações foram apresentadas ao público durante o evento “Inteligência Artificial para facilitar a vida dos cidadãos”, realizado na manhã desta quarta (5) no Campus São Paulo – a Google Space. Promovido pela Nama, evento marcou o lançamento da 2ª versão do Poupinha e contou com a presença do diretor-geral do Google Brasil, Fábio Coelho, do governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin e do presidente da Desenvolve SP – Agência de Desenvolvimento Paulista, Milton Luiz de Melo Santos.

Na ocasião, a Desenvolve SP e a Nama assinaram um contrato de financiamento de um projeto para conduzir o desenvolvimento das próximas etapas da solução oferecida pela empresa, permitindo que a compreensão dos chatbots desenvolvidos seja expandida. Valor total do projeto é de R$ 1,9 milhão, sendo R$ 1,4 milhão de financiamento da Desenvolve SP.

O evento também trouxe temáticas mais técnicas, como a do engenheiro líder de Inteligência Artificial da Nama, Bennett Bullock, norte-americano formado pelo MIT e Harvard, que abordou como a linguagem natural têm melhorado os robôs e detalhou as características que tornaram o projeto do Poupinha tão revolucionário: a compreensão da linguagem humana, o entendimento de coloquialismos, regionalismos e maneiras diferentes de se expressar fora do padrão, mesmo com palavras contendo erros de grafia.

Outras duas startups também apresentaram suas operações durante o evento, mostrando como a Inteligência Artificial pode ajudar no cotidiano das pessoas. Diogo Tolezano, fundador da Pluvi.On, explicou como a startup está usando machine learning para alertar a população, órgãos públicos e empresas para que elas se previnam contra enchentes. Já Rafael Figueroa, CEO do Portal Telemedicina, contou um pouco da trajetória da empresa, que revolucionou o mercado de tecnologia médica.

Houve ainda ainda um momento de debate com Karla Bertocco – idealizadora do PitchGov, André Barrence – diretor do Campus São Paulo – a Google Space, Amure Pinho – Presidente da ABStartups e Rodrigo Scotti, CEO da Nama, mediado pelo ator André Vasco.

Novos produtos

Além de celebrar este case de sucesso, evento também foi marcado pelo lançamento beta de plataforma Nama, composta de três novos produtos: o Sistema.ai, o NAIL e o Nama Desk. Os produtos são complementares e direcionados para diversos times dentro das empresas: desde o desenvolvedor de tecnologia até o gestor de atendimento.

Para o público desenvolvedor a Nama já anunciou que vai abrir open-source de sua principal ferramenta para construir seus chatbots, o NAIL (Nama Artificial Intelligence Language). O NAIL é um framework para construção de chatbots com capacidade de manter um diálogo, compreendendo sentenças complexas em contextos dinâmicos. Com esta ferramenta, o desenvolvedor facilmente poderá criar interações ricas e conectadas a APIs, possibilitando uma experiência transicional para aplicação.

Complementando a oferta para o público desenvolvedor, a Nama anunciou o Sistema.ai, conjunto de APIs de inteligência artificial da Nama. Os chatbots criados em NAIL podem ser facilmentes conectados ao Sistema.ai, que permite a compreensão da linguagem natural através de processos avançados como NLP e Deep Learning, que permite o aprendizado sobre as expressões dos usuários.

Já para o time de gerenciamento e operação de atendimento a Nama introduz o Nama Desk: que além de integrar diversos canais em uma camada omnichannel, permitirá aos operadores humanos monitorarem todas as atividades realizadas pelos chatbots. Possibilitará até mesmo que, caso haja necessidade, o humano assuma um atendimento no momento em que os robôs tiverem atendendo os clientes em qualquer dos canais. A solução combina o melhor da Inteligência Artificial com uma interface intuitiva e fácil, economizando o tempo do operador humano e permitindo uma rápida e eficiente resolução dos problemas ou solicitações dos clientes.

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Quad, Octa, Deca-core… Que diferença isso faz para o seu smartphone? – Por Samir Vani

Desde o auge dos computadores pessoais, vemos uma corrida por parte dos fabricantes de processadores em busca de chips mais velozes, o que impulsionou rapidamente as frequências de clock dos mega para os giga-hertz. Com a chegada dos smartphones, celulares que são verdadeiros computadores de bolso, essa disputa por chips mais poderosos migrou para a palma da mão dos usuários.

Muitos consumidores começam a se familiarizar com termos como quad-core, octa-core e deca-core, que se referem à quantidade de núcleos que um chip possui. Mas, afinal, o que essa característica influencia na performance do seu celular? Quanto mais núcleos você incluir em um processador, melhor será o seu desempenho? O simples fato de ter mais núcleos no chip não é suficiente para dizer que um smartphone terá uma performance melhor que a de um aparelho com menos núcleos. Na prática, é possível encontrar, por exemplo chips dual-core que funcionem melhor que um quad-core.

É importante ressaltar que há vários fatores a considerar. Para começar, velocidade não é tudo. Como bem sabemos, o smartphone virou um equipamento imprescindível, que carregamos o tempo todo e que precisa funcionar o dia inteiro. Por isso, precisa ter autonomia e equilíbrio. Ou seja, não adianta ter um processador extremamente poderoso rodando no seu aparelho se esse chip consumir muita energia. Queremos ter um celular que aguente uma maratona, não uma corrida de 100 metros, certo?

Além da questão da eficiência energética, agravada por telas cada vez maiores, aplicativos que exigem cada vez mais capacidade de processamento e consumidores que não gostam de grandes baterias, é preciso estar atento também à questão da eficiência térmica. A maior capacidade de processamento, além de gastar mais, gera o aquecimento do chip. E estamos falando de unidades que não contam com os grandes coolers (ao contrário do que acontecia nos desktops, quando era possível refrescar o processador com ventiladores).

Os fabricantes de chips têm adotado soluções distintas para lidar com esses desafios. Uma das principais tendências é a adoção de vários núcleos. Na arquitetura conhecida como big.LITTLE, uma das mais populares, é possível encontrar modelos octa-core com dois grupos, com quatro núcleos cada (que se revezam nas tarefas). Os núcleos mais poderosos funcionam para recursos mais exigentes, como games, por exemplo, enquanto os menores dão conta das atividades triviais, que exigem menor poder de processamento, como enviar um e-mail ou trocar mensagens no WhatsApp. Porém, como esses núcleos atuam em grupos de quatro, há desperdício de energia em alguns momentos. É como se você mandasse quatro pessoas buscarem uma caixa do outro lado da rua sabendo que apenas uma delas já daria conta do recado.

Uma das melhores soluções é a adoção de um sistema linear (encontrado em arquiteturas de CPU como true octa-core e deca-core, que trabalham com oito e dez núcleos, respectivamente), com grupos de núcleos que podem atuar de forma independente. Eles entram em ação conforme o aparelho necessita, trabalhando também de forma individual. Assim o usuário não enfrenta desperdício e a bateria dura mais. Ou seja, a arquitetura escolhida faz muita diferença.

De forma semelhante ao que aconteceu com os computadores, quando os consumidores procuravam se informar sobre itens como velocidade do chip, memória RAM disponível e capacidade de armazenamento para realizar uma boa compra, começamos a notar que os usuários de smartphone também estão se familiarizando com as configurações dos celulares. Esse comportamento já é forte em países como a China e começa a ganhar corpo no Brasil.

De maneira geral, para garantir o investimento na hora da compra, vale estar atento ao seguinte:

Busque modelos com processadores com arquiteturas mais modernas. Eles consomem menos energia e permitem leitura mais rápida das informações.
Gerações mais novas de sistemas operacionais – Elas têm soluções melhores para o gerenciamento dos componentes.
RAM – Quanto mais “pesado” for um aplicativo, maior será a exigência por essa memória.
Memória interna – Um aparelho com pouco espaço para o armazenamento também pode comprometer o desempenho.

A corrida por chips mais eficientes não para. Vale à pena conhecer os competidores e sua armas, para não apostar suas fichas no smartphone errado.

Samir Vani, Country Manager da MediaTek no Brasil, empresa fabricante global de semicondutores

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ProPay conclui moving de novo Data Center

Após a aquisição da operação de BPO de RH da TOTVS, a ProPay se viu com a necessidade de mudar de sede a fim de melhor acomodar sua ampla equipe. Diante de mudanças expressivas, o crescimento tecnológico acompanha todo esse desenvolvimento.

A ProPay está sempre em busca de desenvolvimento tecnológico continuo para prover um serviço de qualidade para seus clientes. A mudança de Data Center acontece para fortalecer três pilares importantes da tecnologia da empresa, Disponibilidade, Performance e Segurança.

“Com a mudança física de escritório, nós também migramos, os equipamentos, os links e basicamente toda a estrutura e os serviços de TI. O desafio era realizar essa mudança em um curto período. Realizamos a migração física do nosso Data Center em tempo recorde. Entre a decisão do modelo de contratação até a conclusão do projeto foram pouco mais de 30 dias.

Essas alterações que envolvem TI precisam ser cautelosas além de muito bem planejadas já que movimentam os ativos mais caros da empresa e abrangem a paralisação de muitos serviços. Essa mudança foi muito positiva já que tudo foi normalizado dois dias antes do prazo estipulado”, conta o Coordenador de Infraestrutura da ProPay, Vinícius Ferreira.

Agora com o novo Data Center em plena execução, a ProPay amplia ainda mais sua capacidade tecnológica e passa ter mais vantagens competitivas no mercado. Com esse novo Data Center, ganhos de escala, facilidade de expansão, segurança física, disponibilidade e controle de acesso são os principais benefícios proporcionados tanto para os profissionais quanto para os clientes.

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Startup oferece mais de 30 vagas de emprego em SP e RJ

A Loggi, plataforma digital de entregas expressas, anuncia sua busca por mais de 30 novos talentos para seus times de São Paulo e Rio de Janeiro. Avaliada pelo Love Mondays como uma das empresas mais amadas por seus funcionários e eleita a melhor empresa de logística pelo prêmio da ABO2O em 2016, a startup conta com oportunidades para diversos níveis de conhecimento.

Na área ligada à experiência do cliente, há vagas para analista, monitor e coordenador, enquanto a área comercial conta com 6 vagas distribuídas entre executivos de conta, consultores de novos negócios e desenvolvedor de Sales Force. O setor de produtos, por sua vez, possui a maior oferta, contabilizando 18 vagas para desenvolvedores de diversos níveis. Há ainda vagas para gerente financeiro, secretária bilíngue etc.

Na sede da Loggi em Alphaville, Barueri (SP), mais de 200 funcionários ocupam dois amplos andares com ambiente descontraído e vista panorâmica. Além disso, o escritório possui café da manhã e frutas, área de descompressão com vídeo game, mesa de ping-pong e sofás, além de massagens semanais e outros benefícios.

No Brasil há mais de três anos, a Loggi registrou um crescimento de 600% em 2016. Hoje, são feitas 25 mil entregas diariamente em cinco capitais do país: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba e Porto Alegre.

A startup atua em três frente principais de serviços: entregas para empresas, LoggiPro (para o comércio eletrônico) e o LoggiPresto (para restaurantes). Para saber mais sobre as vagas em aberto, acesse www.loggi.com na seção Trabalhe Conosco.

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iZettle aponta 5 dicas para quem deseja trabalhar em uma fintech

Os últimos dois anos foram determinantes para a consolidação das fintechs no Brasil: o número de empresas deste segmento passou de 54, em 2015, para 244 em 2017, segundo o último relatório da Fintechlab. E o país já é o principal mercado para empresas que aliam tecnologia e finanças na América Latina, sejam elas desenvolvidas localmente ou filiais de grandes companhias.

Com investimentos superiores a R$ 1 bilhão, as fintechs agora seguem o caminho do amadurecimento. As diversas oportunidades de atuação, principalmente nos segmentos de pagamentos e gestão financeira, aumentam a cada dia com a maior democratização dos meios de pagamentos, novas tecnologias e comportamento dos usuários, que buscam praticidade e baixo custo nas transações.

Atualmente, menos de 20% das fintechs no país têm mais de 50 funcionários, ou seja, há ainda muito espaço para construir uma carreira de sucesso no setor. “As demandas das fintechs são diferentes de uma empresa tradicional, que, a rigor, trabalham com cargos bem definidos e promoções a longo prazo. O mercado das fintechs exige mais do que um profissional bem qualificado: precisamos de pessoas que tenham versatilidade de habilidades, pois as áreas se interligam; que estejam dispostas a crescer junto e que tenham os mesmos valores que os nossos”, analisa Bianca Franzini, diretora da área de Gente e Cultura da iZettle, uma das primeiras fintechs suecas a chegar no Brasil, em 2013.

Questione sem medo

A primeira característica essencial para atuar em uma fintech é ser curioso, não importa em qual área de atuação. As fintechs costumam ter equipes reduzidas, até porque muitas delas são recentes, e não é raro as pessoas migrarem de uma área para outra. É por isso que questionar, explorar e descobrir informações sobre a empresa é essencial. “Além disso, uma pessoa curiosa costuma ter grande bagagem cultural, o que só agrega para o trabalho”, observa Bianca.

Esteja pronto para mudar (sempre)

Outro aspecto muito valorizado pelas fintechs é a capacidade de adaptação. Como estas empresas crescem em ritmo acelerado em todo o mundo, é muito comum o funcionário passar a ter uma nova posição após o aumento da equipe ou passar a conviver com novas pessoas em um curto período de tempo. Ter boa comunicação, ser colaborativo e estar disposto a ajudar faz a diferença.

Prepare-se para o mundo

Ter um ou mais idiomas no currículo também é um bom diferencial, já que muitas vezes os produtos e tecnologia utilizados são estrangeiros. Inglês é fundamental e entre as outras línguas em alta estão:

• Sueco, uma vez que Estocolmo se tornou uma das cidades-referência na criação de fintechs com faturamento superior a US$ 1 bilhão;
• Espanhol, pois muitas das fintechs no Brasil coordenam a expansão e atuação em outros países da América Latina;
• Mandarim, visto que a China está atrás apenas dos Estados Unidos entre os países que mais criaram fintechs de sucesso no mundo, segundo a lista da KPMG;
• Alemão, já que a Alemanha empregou mais de 13 mil pessoas em cerca de 400 fintechs nos últimos anos, segundo as consultorias Ernst&Young e Barkow Consulting.

Esteja pronto para novas rotinas

Pelo perfil disruptivo, as fintechs costumam ter formatos de trabalho mais flexíveis, como o home office. “Sabemos que as pessoas que atuam no mercado tradicional das finanças estão acostumadas com rotinas rígidas, então é essencial estar aberto a novas opções e pronto para se adaptar ao que a nova empresa propõe”, comenta Bianca.

Esteja aberto a mudar de carreira

Mais do que o curso formal, são as especializações e experiências que mais fazem a diferença na hora de se candidatar para uma vaga nas fintechs. “Na iZettle, recebemos currículos de advogados, engenheiros e jornalistas para vagas diversas e o que realmente buscamos nos profissionais são as diferentes atuações desta pessoa. Não nos prendemos a apenas um curso, mas sim ao que ele agrega às experiências da pessoa. Temos, por exemplo, um advogado na área de mídia online, um jornalista trabalhando em inteligência de mercado e eu mesma, que sou formada em engenharia de alimentos, hoje atuo como diretora de Gente e Cultura”, finaliza Bianca.

Prestes a completar quatro anos no mercado brasileiro, o escritório da iZettle em São Paulo é o segundo maior da companhia no mundo. A unidade brasileira atualmente conta com 65 funcionários e dobra o número de colaboradores a cada ano.

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Infracommerce é eleita a melhor empresa de serviços digitais do Brasil pela ABCOMM

A edição de 2017 do prêmio ABComm de Inovação Digital realizada na última terça-feira, dia 04 de abril, é um dos eventos mais importantes do segmento de e-commerce. A ABComm premiou a empresa Infracommerce como “Melhor Empresa em Serviços Digitais” e também o seu CEO, Kai Schoppen, como “Profissional do Ano de E-commerce”.

As conquistas reforçam a posição da empresa como principal fornecedora de soluções de full commerce para gestão de e-commerce na América Latina, assim como a expertise dos profissionais da companhia. Na edição anterior do E-Commerce Brasil, outro grande evento do segmento, o diretor de logística da Infracommerce, Luiz Vergueiro, levou o prêmio de “Melhor Profissional de Logística do Brasil”.

Ainda em seu quadro de profissionais, a empresa conta com grandes nomes do e-commerce, como o recém-chegado André Canuto, Ex-COO do Grupo Máquina de Vendas, Ednei Souza, Ex-Controller do Grupo Buscapé Company LATAM, Gabriel Kairalla, Ex-Ambev e Co-founder do Emporio.com, e Luiz Pavão, que atuou em cargos de liderança em grandes varejistas online e tem mais de 100 lojas implementadas em sua carreira.

A empresa possui vasta experiência na área de comércio eletrônico no mercado brasileiro, prestando serviços direcionados ao e-commerce nas áreas de tecnologia, marketing digital, conteúdo, pagamento, logística, SAC, entre outros, para grandes marcas como Alpargatas, Ambev, Danone, JBL, J&J, Luxottica, Nestlé, Ray-Ban, Oakley, Unilever, entre outros.

Recentemente, a Infracommerce expandiu suas operações para o México, segundo país em vendas da América Latina no segmento de e-commerce. No primeiro semestre deste ano, a empresa irá inaugurar sua operação em território argentino e no segundo semestre na Colômbia.

Kai Schoppen, CEO da Infracommerce, leva prêmio de “Profissional de e-commerce do Ano”

Profissional com vasta experiência na área de comércio eletrônico, Kai Schoppen atuou como COO do grande e-commerce de moda Brands4friends, na Alemanha, sua terra natal, onde também realizou consultorias pelo Boston Consulting Group.

Já no Brasil, foi co-fundador e board member do gaveteiro.com.br e Liquitudo, e ficou à frente da operação na América Latina do BrandsClub, até fundar a Infracommerce, em 2012. As experiências acumuladas pelo executivo no período em que atuou na empresa foram essenciais para entender as especificidades e deficiências da cadeia do e-commerce brasileiro e, assim, construir soluções para melhor gestão desses canais.

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