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Itaú Unibanco realiza evento online para contratação de mulheres na área de tecnologia

No mês da mulher, o Itaú Unibanco preparou um evento especial para as profissionais do mercado tech que tenham interesse em trabalhar no banco. O “Somos Tod(a)s Tech” acontecerá entre os dias 9 e 16 de março, de forma totalmente online, para recrutamento de desenvolvedoras, em um formado de sistema para contratação rápida (Speed Hiring).

Além do processo seletivo em si, o programa proporcionará às candidatas, opcionalmente, um encontro virtual com executivas da área de TI do banco, ocasião em que poderão tirar dúvidas, receber dicas e trocar informações sobre a profissão e desenvolvimento. O “Somos Tod(a)s Tech” contará ainda com uma palestra sobre autoconhecimento, carreira e tecnologia, que será ministrada pela especialista em transformação digital, Amanda Graciano, também opcional.

“Quando falamos especificamente de áreas que envolvem tecnologia, a inclusão de mulheres no mercado de trabalho precisa ser uma pauta prioritária para nós, é por isso que estamos sempre buscando desenvolver iniciativas como o Somos Tod(a)s Tech. Uma das formas de mover o ponteiro da diversidade é oferecer mais oportunidades e uma competitividade justa diante das diferenças. Além disso, ter mulheres compondo o nosso time tech acaba sendo um fator de atração para outras mulheres, que se sentem representadas e se enxergam naquele ambiente”, explica Ana Drumond, diretora de tecnologia no Itaú Unibanco.

Somos Tod(a)s Tech

Dia 09 de março de 2021 | 19h – Café com Executivas do Itaú (online). Participam do bate-papo Ana Drumond (CIO), Carla Moraes (Superintendente de Engenharia de Software) e Fabíola Marchiori (CIO)

Dia 11 de março de 2021 | 19h – Palestra online de Amanda Graciano – “Autoconhecimento, carreira e tecnologia: uma trajetória possível em meio a um turbilhão”

Dia 16 de março de 2021 | 15h às 19h – Speed Hiring online. Quem se inscrever para participar deverá escolher o horário de preferência

É possível participar de um, dois ou dos três eventos. Inscrições e mais informações: https://lnkd.in/dD4ceMr

Mosaico, dona das marcas Zoom e Buscapé, abre 50 vagas de TI em home office no Brasil

A Mosaico, maior plataforma de conteúdo e originação de vendas para o comércio eletrônico do Brasil, vai abrir 50 oportunidades de emprego para profissionais de TI. As vagas são para profissionais de todo país, com possibilidade de trabalho remoto. Na Mosaico, todas as vagas abertas são disponibilizadas para pessoas com deficiência.

A empresa, dona das marcas icônicas do e-commerce brasileiro Zoom, Buscapé e Bondfaro, é certificada há 9 anos consecutivos como um dos melhores lugares para se trabalhar pelo prêmio Great Place do Work. A Mosaico oferece como benefícios plano de saúde e odontológico, vale-refeição, vale-alimentação, auxílio educação, vale-transporte, auxílio-creche, PLR, Gympass e empréstimo consignado. A empresa também oferece ginástica laboral, auxílio-educação e day-off de aniversário.

Confira as vagas abertas no momento:
● Tech Lead
● Software Engineer – FullStack
● Software Engineer – Back End
● Software Engineer – Front End
● DevOps Engineer

Para se candidatar é só acessar o site mosaico.gupy.io e buscar pela vaga que deseja.

A Mosaico oferece oportunidades home office em todo o Brasil, em times que adotam metodologias ágeis, com squads, guildas e trilhas para o desenvolvimento dos seus produtos. Os times são enxutos e altamente performáticos onde são valorizadas a autonomia e a versatilidade dos profissionais, que têm liberdade para sugerir e desenvolver soluções inovadoras e disruptivas. “Estamos em sintonia com o que há de mais avançado no mercado de tecnologia e incorporamos, de forma cada vez mais robusta, inteligência artificial, soluções SaaS e open source, além da arquitetura de microsserviços em nossos sistemas. Utilizamos tecnologias como Nodejs, Reactjs, Golang, Java, Python, Mongodb, Redis, Elasticsearch, Kafka, Terraform e Docker. Nosso objetivo principal é sempre a alta performance e foco na experiência do usuário”, diz Carlos André Oliveira, Chief Technology Officer (CTO) da Mosaico.

Ainda no primeiro semestre, serão disponibilizadas mais vagas para o time de tecnologia: Especialista de Busca, Especialista de Dados, Especialista de Banco de Dados, Cientista de Dados, Engenheiro de Dados, DevOps, SRE, Analista de Suporte, Analista de Testes, Analista de Qualidade e Estagiário de tecnologia. Todas serão divulgadas no site mosaico.gupy.io.

Na Mosaico, a tecnologia é usada como forma de melhorar a vida das pessoas e criar um jeito mais inteligente de consumir. A empresa valoriza talentos que buscam soluções inovadoras e eficientes focadas no consumidor. Essa cultura customer centric se materializa nos índices de satisfação dos consumidores. Zoom e Buscapé possuem as maiores notas na avaliação (9.0 e 9.1 respectivamente) no site Reclame Aqui, que faz avaliação de empresas e serviços, sendo 9 pontos acima do terceiro colocado no segmento de comércio eletrônico, conforme registrado em agosto de 2020. São 10 anos seguindo este caminho de forma incondicional desde o dia de sua fundação.

Um ano de Covid 19 no Brasil: como a rede privada contribuiu para o enfrentamento à doença

26 de fevereiro de 2020 confirmado primeiro caso de Coronavírus no Brasil. O paciente, um homem, de 61 anos, recém chegado de viagem à Europa. No dia seguinte ao anúncio oficial, o Ministério da Saúde confirmou outros 132 casos suspeitos da doença estavam sob monitoramento.

Os dias, semanas e meses que sucederam o primeiro registro foram de preocupação. O crescente número de casos e vítimas de norte a sul do país desfiou autoridades de saúde, tanto na esfera pública, quanto na privada, que se uniram em uma verdadeira ‘força-tarefa’ para tentar reduzir a incidência da doença.

Na mesma semana em que se relembra o primeiro caso oficial de Covid, o país chega a 250.079 vítimas da doença e supera 10 milhões de casos. Ao mesmo tempo, uma boa notícia estampa os noticiários, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou a autorização de registro definitivo da 1ª vacina contra Covid-19. Produzido pelo laboratório Pfizer/Biontech, o imunizante poderá ser importado para o país, inclusive pela rede privada, com medida que permite ao Estado requisite as vacinas para o setor público. “Observar o cenário atual da pandemia, nos permite destacar um importante legado: a inegável contribuição para os avanços que temos hoje. Neste um ano, vimos o empenho e dedicação de cientistas e pesquisadores para responder de forma rápida, segura e eficaz à Covid 19”, declarou o médico Rafael Jácomo, Diretor Técnico do Grupo Sabin Medicina Diagnóstica, na 3ª edição do BootCamp, promovido pela Associação brasileira de Medicina Diagnóstica.

Amparado pelos números divulgados pela entidade no encontro – que apontaram que cerca de 40% dos exames para Covid 19 foram realizados pela rede privada de laboratórios, percentual que indica mais de 10 milhões de testes – o especialista destacou ainda a relevância da medicina diagnóstica no enfrentamento à doença. “Os indicadores levantados a partir dos testes produzidos pelas companhias do setor fizeram diferença na rápida tomada de decisões de médicos e autoridades de saúde”.

Jácomo esteve à frente da equipe de Pesquisa e Desenvolvimento do Sabin no desenvolvimento dos testes para detecção da Covid 19. Lançado ainda em fevereiro de 2020, o teste no formato RT-PCR do Grupo Sabin, juntamente com os sorológicos, foi grande aliado da saúde da população e a prova disso está nos números: o Grupo Sabin superou a marca de mais de 1 milhão de testes para a Covid 19 realizados no país. Até o final de janeiro, a empresa contabilizou no total 1.220.000 exames, destes 745.000 no modelo RT-PCR e outros 475.000 sorológicos.

Para atingir este patamar, a empresa investe continuamente na atualização de seus processos e operações oferecendo testes com capacidade de detecção de todas as variantes de SARS-CoV-2 descritas até o omento. “Mantemos uma rotina de atualização constante das alterações do vírus e desde os primeiros relatos dos casos das variantes seguimos acompanhando dos reports produzidos pelas principais autoridades de saúde globais”, enfatiza o médico. O trabalho de monitoramento da descrição de vírus e suas variantes garante a eficiência dos testes oferecidos pela empresa, reafirmando seu compromisso de entregar serviços de saúde com o mais alto padrão de excelência.

Um ano Covid 19: um ano de aprendizados

“Foi um ano de muita dedicação à nossa missão de buscar a evolução constante de nossos estudos, pesquisas e processos, para assegurar ao paciente o melhor diagnóstico e ajudar assim no sucesso da jornada de tratamento”, esclareceu Jácomo e reiterou “outro legado da pandemia é nossa capacidade de nos adaptarmos às novas realidades, novas rotinas para introduzirmos novos testes para uma doença, até então, desconhecida. Foi um desafio e um importante avanço para em abril já termos em nosso portfólio os novos testes, os chamados sorológicos. Como conseguimos isso? Com empenho, atenção e observação. Em janeiro de 2020, já estávamos atentos aos reports enviados pela OMS e CDC e a partir dos protocolos disponibilizados colocamos em prática e adotamos à nossa metodologia”.

Referência em medicina diagnóstica, o Grupo Sabin também investiu em outras medidas de enfrentamento à doença, que fizeram a diferença em 2020. Implantou um comitê de crise multidisciplinar para análise e implantação das ações de enfrentamento ao COVID-19 na empresa. Além de monitorar as estatísticas globais de casos, o comitê também é responsável pela análise de impactos e riscos, e definição das ações de contingência e adaptação de processos, estruturas internas e externas e, principalmente, gestão de equipes e também pela implantação das ações estratégicas de transformação pós-crise. Para manter a realização de testes em todo o país, de forma ininterrupta, a empresa firmou parcerias superando as adversidades logísticas e assegurando estoque de insumos e reagentes.

Além disso, ampliou sua plataforma e portifólio de testagem, bem como capacidade produtiva. Expandiu também o acesso aos exames por meio dos novos canais de atendimento, que inclui as modalidades coleta em domicílio, coleta empresarial, drive thru e unidades exclusivas para COVID – 19. A empresa também aumentou as opções de serviços em domicílio e atendimento a hospitais em todo Brasil, para garantir mais agilidade e segurança dos clientes que procuram pelos serviços.

Um ano cuidando de dentro para fora

Uma série de medidas preventivas para proteger e conscientizar colaboradores, que estão na linha de frente, foi colocada em prática por meio de campanhas internas, reforçando cuidados de higienização nas as estruturas e unidades. Além da aquisição de novos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs).

Para a manutenção da saúde emocional e mental dos colaboradores, a empresa lançou o “Guia de orientação”, para profissionais em home office, fornecendo conteúdos em favor da produtividade e cuidados, e disponibilizou o “O Guia de Isolamento Domiciliar”, com orientações sobre como proteger colaborador e familiares, em caso de contaminação.

O Sabin adotou protocolos especiais para acolher e cuidar daqueles que fazem parte do grupo de risco como colaboradores acima de 60 anos, crônicos e gestantes, concedendo férias, acompanhamento médico, acompanhamento virtual, protocolos específicos de retorno e reorganizou suas estruturas físicas e adequou escalas de trabalho, para garantir a redução do fluxo de pessoas em seus espaços.

Para atender a demanda das empresas, o Sabin remodelou o sistema de coleta empresarial para promover a testagem de funcionários, com serviço consultoria e a estruturação de protocolos de triagem, monitoramento e testagem, bem como as recomendações técnicas a partir dos resultados da testagem do grupo populacional.

“São iniciativas assim que nos permitiram alcançar os avanços para enfrentamento da pandemia em 2020. Mas ainda estamos enfrentando a pandemia. Temos vacina, mas o vírus ainda está circulando. O momento nos pede resiliência e atenção à rotina de cuidados. Lavar as mãos, usar máscaras de proteção e sair somente quando necessário são prioridades. Precisamos entender que é uma medida de proteção individual, mas também coletiva. E é uma forma de nos proteger e proteger quem está ao nosso lado”, finaliza Jácomo.

Pesquisa da SAP e da Oxford Economics revela desafios da gestão compras e despesas nas empresas

Apenas 23% dos executivos das áreas de procurement e cadeia de suprimentos contam com uma visão clara, automática e em tempo real das despesas em geral. Essa é uma das conclusões do estudo Agile Procurement Insights conduzido pela SAP SE (NYSE: SAP) em colaboração com a Oxford Economics. O levantamento apontou ainda que 49% dos gestores ainda analisam dados manualmente para fundamentar a tomada de decisão.

O estudo foi baseado em uma pesquisa com mil executivos das áreas de procurement e cadeia de suprimentos e responsáveis ​​por despesas diretas e indiretas relacionadas a bens, serviços e profissionais externos. Foi elaborado para ajudar a compreender a influência das atividades de procurement nas empresas, o estado atual da colaboração com fornecedores e o impacto da tecnologia e da digitalização dos processos nas funções de procurement.

Um subconjunto dos executivos participantes da pesquisa está obtendo resultados de negócios mais sólidos. Os líderes têm investido em tecnologia e digitalização dos processos para ajudar suas organizações a se anteciparem ao inesperado, elevando os níveis de agilidade e resiliência das empresas e o valor estratégico das aquisições para os negócios.

A pesquisa resultou em cinco relatórios que examinam as principais áreas de gestão de despesas e discutem o que os líderes fazem para se diferenciarem.

Líderes visionários: Elevando o Valor Estratégico da área de Suprimento para o Negócio (Leaders Aim Higher: Elevating Procurement’s Strategic Value to the Business) – aponta que cerca de 10% dos líderes fizeram investimentos maiores na transformação digital da área de procurement e registraram mais benefícios. Para se qualificarem como líderes, precisaram satisfazer critérios em quatro áreas: alto grau de automação dos processos; uso frequente de dados para fundamentar a tomada de decisões; uso de tecnologia para influenciar os negócios; e menos desafios na gestão de procurement do que outros participantes da pesquisa. Alcançam resultados melhores em comparação com outros participantes em termos de eficiência operacional, desempenho dos fornecedores, conformidade, gestão de riscos e redução de custos. No entanto, até mesmo os líderes têm espaço para melhorar.

Desempenho baseado em boa gestão da área de compras e supply chain (Procurement-Powered Performance: How Digital Transformation Is Elevating Procurement) – o levantamento mostra que, embora as organizações estejam colhendo os benefícios da digitalização da área de procurement, ainda assim enfrentam desafios. O estudo mostra que, por exemplo, 38% dos executivos entrevistados disseram que a maioria ou todos os processos de procurement ainda é manual. Apenas 54% afirmaram que as tecnologias usadas nessa área ajudam a tomar decisões baseadas em dados. De acordo com o relatório, empresas que adotaram o uso de dados e análises, exploraram o poder da inteligência artificial e contam com novas tecnologias estão obtendo melhores resultados.

O gerenciamento de riscos do fornecedor mostra progresso, mas há muito espaço para melhorias – “Aproximando para ver mais longe: Procurement podem incluir análises avançadas para prever e gerenciar o risco do fornecedor (Getting Closer to See Further: Procurement Can Embrace Advanced Analytics to Predict and Manage Supplier Risk) – o relatório revela vulnerabilidades generalizadas na gestão de riscos associados a fornecedores, entre elas pouca visibilidade e dependência excessiva de um conjunto pequeno de provedores. Apenas 49% dos executivos disseram que atualizam regularmente os planos de mitigação de riscos para lidar com possíveis paralisações, e apenas 32% disseram que a gestão de riscos associados a fornecedores é altamente eficaz. As organizações subutilizam análises avançadas e precisam tomar medidas mais ousadas para ajudar a elevar a visibilidade sobre o desempenho dos fornecedores e fazer maior uso de dados de terceiros para se antecipar e mitigar possíveis interrupções.

Colaboração estreita com fornecedores precisa ir além das transações”: Líderes de gastos diretos se envolvem com fornecedores essenciais para melhorar o desempenho (Close Collaboration That Goes Beyond Transactions: Direct Spend Leaders Engage with Essential Suppliers to Improve Performance) os dados ilustram que líderes envolvidos com gastos diretos que adotam a automação e tratam fornecedores como parceiros geram excelentes resultados para os negócios. Por exemplo, 92% dos líderes visionários disseram que usam uma rede de colaboração com fornecedores, em comparação com 69% dos outros participantes da pesquisa. Além disso, 76% desses líderes disseram que dão aos fornecedores críticos visibilidade sobre as futuras demandas por seus produtos, em comparação com 44% dos outros participantes.

Categoria de despesas significativamente subgerenciada: força de trabalho externa. Como aumentar a visibilidade sobre essa parcela para obter melhores resultados comerciais (Agility Isn’t Always on the Payroll: Gain Full Visibility of Your External Workforce to Help You Drive Better Business Outcomes) o estudo destacou que apenas 35% dos executivos disseram que usam tecnologia para ajudar a gerenciar a força contingente de trabalho e 70% disseram que usam tecnologia para contratar serviços. Dado que a força de trabalho externa compõe uma grande categoria de despesas estratégicas que promove a agilidade dos negócios, a adoção mais ampla de sistemas de gestão de fornecedores preferenciais pode ajudar as organizações a contratar prestadores de preferência, usar vários modelos de preços, aplicar taxas negociadas, rastrear a qualidade do trabalho e utilização de equipamentos e gerenciar a segurança dos acessos.

“O estudo mostra que a área de Compras se torna cada vez mais estratégica para os negócios e a importância de ter a visibilidade completa dos projetos de suprimentos, dos gastos diretos, indiretos e de serviços e a gestão completa da cadeia de suprimentos diferenciam as empresas que se mostram mais resilientes e ágeis para a tomada de decisão e para reagir as mudanças impostas pelo mercado”, explica Silvio Abade, vice-presidente da SAP Ariba no Brasil.

Segundo Abade, uma solução de Procurement é fundamental para aumento da produtividade e inovação, mas seu potencial depende da digitalização de todos os processos de gestão de gastos em uma única plataforma na nuvem. Isso permite às organizações se posicionarem de forma a alinhar as decisões relacionadas aos gastos diretos, indiretos e de serviços alinhados a estratégia de negócios, sendo fundamentais na atual economia em rede para uma gestão inteligente das despesas”.

DAF Caminhões Brasil cria diretoria de Serviços ao Cliente

A DAF Caminhões Brasil, atenta ao crescimento da sua frota circulante e ao fortalecimento da área de Pós-vendas, acaba de criar a diretoria de Serviços ao Cliente. Adcley Souza deixa a posição de Diretor de Desenvolvimento de Concessionárias e assume como novo Diretor de Serviços ao Cliente, a partir de 1º de março. O executivo continuará se reportando a Luis Gambim, Diretor Comercial da DAF Caminhões Brasil.

“A área de Pós-vendas da DAF está em pleno crescimento, com a expansão do número de caminhões da marca circulando pelo país, além do aumento da nossa Rede de Concessionárias. Com isso, junto com a equipe de Pós-vendas, tenho a missão de criar mais produtos, treinamentos e soluções para que o cliente continue tendo uma experiência premium em todo o ciclo de vida de um caminhão DAF”, afirma Adcley Souza.

O executivo tem mais de 25 de experiência no segmento de caminhões e está na companhia desde 2012, onde ocupou anteriormente cargos de Gerente e Diretor de Desenvolvimento de Concessionárias. Adcley é formado em Engenharia Mecânica pela UTFPR (Universidade Tecnológica Federal do Paraná), possui Mestrado em Desenvolvimento de produto e qualidade pela mesma universidade, MBA em Liderança e Desenvolvimento de pessoas pela Universidade Positivo e Neurociência pela ESIC (Business & Marketing School Internacional).

O novo Diretor de Desenvolvimento de Concessionárias será anunciado em breve.

Estudo da IBM mostra que mudanças voluntárias de emprego e busca por capacitação podem ser maiores em 2021

BM expande sua plataforma online gratuita SkillsBuild, programa de aprendizagem para ajudar quem está em busca de trabalho e outros a ter êxito

Um novo estudo do IBM Institute for Business Value (IBV) revelou que um em cada quatro consumidores pesquisados globalmente planeja mudar de empregador em 2021. Mesmo com a economia global tendo uma perda equivalente a 255 milhões de empregos em tempo integral em 2020*, o estudo mostra que as mudanças voluntárias de trabalho e o desenvolvimento de habilidades continuam sendo uma prioridade no mercado de trabalho atual, já que os funcionários podem estar buscando mudanças de carreira devido a interrupções causadas pela pandemia COVID-19.

O estudo com mais de 14.000 adultos em todo o mundo também mostrou que muitos daqueles que fizeram mudanças de emprego voluntariamente em 2020 podem mudar novamente em 2021 por muitos dos mesmos motivos. As descobertas no Brasil incluíram:

• No Brasil, 1 em cada 10 pessoas que responderam à pesquisa deixou o emprego voluntariamente no ano passado durante a pandemia. Os principais motivos pelos quais os entrevistados decidiram pedir demissão foram:

• 29% precisavam de mais flexibilidade de horário ou de local de trabalho (por exemplo, capacidade de trabalhar remotamente para lidar com as demandas da família);

• 26% buscavam mais benefícios e suporte para seu bem-estar;

• 23% disseram que não tinham boas perspectivas de progressão na carreira ou segurança no emprego;

• 31% dos brasileiros pesquisados disseram que planejam mudar de emprego em 2021. As razões mais comuns são para buscar de aumento salarial ou promoção (33%), mais benefícios e suporte para seu bem-estar (29%), para mudar de profissão (27%) ou ter um trabalho com mais propósito e significado (25%); 23% disseram que estava enfrentando um burn out (esgotamento mental).

Os empregadores continuam a enfrentar desafios para atrair, reter e envolver candidatos e funcionários, especialmente da Geração Z e da Geração Y, diz Kelly Ribeiro, Líder de Talento e Transformação da IBM para a América Latina. “A boa notícia é que tenho visto experiências de sucesso em empresas da América Latina que estão adotando uma abordagem analítica e baseada em dados com IA para enfrentar esse desafio e também para entender, personalizar e antecipar melhor as necessidades dos funcionários”, completa.

Os funcionários valorizam oportunidades de carreira e a ética e os valores das empresas

No Brasil, 52% dos consumidores pesquisados disseram que para engajar os funcionários é preciso gerar oportunidades de desenvolvimento e ascensão na carreira. Quase a mesma porcentagem acredita que a ética e os valores da empresa (51%) também são um atributo chave. A remuneração e benefícios competitivos (46%) bem como o equilíbrio entre a vida profissional e pessoal/flexibilidade (44%) também foram mencionados como prioridades.

Existe uma lacuna de percepção entre empregadores e funcionários sobre suas habilidades

De acordo com um estudo do IBV de 2019 sobre o gap global de habilidades, 45% das organizações pesquisadas indicaram que não conseguem encontrar as habilidades de que precisam. Mas a recente pesquisa de consumidor do IBV divulgada hoje mostrou confiança por parte dos trabalhadores: 87% dos profissionais acreditam que já possuem as habilidades necessárias para cumprir suas metas de emprego para 2021. Apesar dessa confiança, a maioria dos funcionários continua planejando medidas para melhorar suas habilidades para o futuro.

• 58% dos pesquisados no Brasil afirmaram que pretendem fazer cursos de educação continuada online;

• 36% dos consumidores entrevistados planejam fazer cursos presenciais;

• 35% querem participar de programas de shadowing profissional.

IBM expande sua plataforma de aprendizagem online gratuita SkillsBuild

Para ajudar os indivíduos a desenvolver habilidades para o futuro, a IBM está lançando o SkillsBuild, uma plataforma de aprendizagem online gratuita e aberta que visa capacitar os candidatos a empregos com preparação profissional para habilidades técnicas e de trabalho. Seus principais diferenciais incluem um amplo portfólio de cursos interativos em vários idiomas, ferramentas de treinamento pessoal, oportunidade de desenvolver projetos de construção de portfólio e ganhar credenciais para mostrar suas habilidades a empregadores em potencial.

Os alunos que acessam a plataforma podem realizar uma autoavaliação de seus interesses e aptidões no emprego, o que os ajuda a identificar e se conectar com uma jornada de aprendizagem adaptada ao seu perfil profissional. As possibilidades de aprendizagem e certificações que eles podem obter abrangem áreas como segurança cibernética, análise de dados, atendimento ao cliente, habilidades de carreira e as bases pra se candidatar a vagas de empregos, entre outras. Alguns dos parceiros de conteúdo da IBM incluem Fortinet e Red Hat.

A pandemia do COVID-19, combinada com o rápido desenvolvimento tecnológico, está mudando profundamente o local de trabalho. Ao mesmo tempo, as empresas buscam cada vez mais talentos fortes e diversificados”, disse Justina Nixon-Saintil, vice-presidente da IBM e chefe global de responsabilidade social corporativa. “O IBM SkillsBuild oferece aos aspirantes a profissionais um poderoso conjunto de recursos gratuitos para ajudá-los a cultivar carreiras significativas das quais possam se orgulhar.

Metodologia do estudo

Para entender melhor os planos e motivações dos consumidores para deixar ou ficar com seus empregadores e investir em seu próprio desenvolvimento profissional, a IBM entrevistou mais de 14.000 adultos em janeiro de 2021 em 9 países: Brasil, Canadá, China, Alemanha, Índia, México, Espanha, o Reino Unido e os Estados Unidos. O estudo completo está disponível em: https://www.ibm.com/thought-leadership/institute-business-value/report/employee-expectations-2021.

* Segundo a Organização Internacional do Trabalho, em 2020, foram perdidas 8,8% das horas de trabalho globais em relação ao quarto trimestre de 2019, o equivalente a 255 milhões de empregos de tempo integral.

Liferay abre vagas para equipe de Design no Brasil

Oportunidades são para Design de Produto, Communication Design e DesignOps

A Liferay, empresa global desenvolvedora de software de experiências digitais, está com vagas abertas para sua equipe de Design no Brasil. Além de posições para atuar na sede regional da empresa em Recife/PE também há oportunidade para trabalho remoto. Um dos requisitos básicos para todas as vagas é ter nível de inglês avançado ou fluente, necessário para interagir diretamente com os times de design da empresa nos EUA e Espanha.

As oportunidades são para diversas áreas como DesignOps, Design de Produtos e Communication Design. Em todas elas os profissionais terão a oportunidade de trabalhar em um time internacional e multicultural. Além do salário competitivo, a Liferay oferece a seus colaboradores mais de 10 benefícios, incluindo: auxílio alimentação, auxílio transporte, serviço de office boy, Gympass, benefício educação, entre outros.

A primeira etapa do processo seletivo é a submissão do currículo de acordo com a vaga desejada, a lista de vagas pode ser acessada pelo site. As demais etapas incluem análise de portfólio, teste técnico e entrevistas.

Para informações sobre as vagas e sobre a Liferay, acesse: http://www.liferay.com/pt/web/l/liferay-vagas-brasil

Brasil ocupa a 4ª posição em ranking de países com empresas mais bem preparadas para ambientes de trabalho multigeracionais

Pesquisa do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon ouviu trabalhadores e aposentados de 15 países

Criar espaços de trabalho multigeracionais deve ser um dos principais desafios das empresas ao redor do mundo, segundo relatório Novo Pacto Social: Empregadores Amigáveis a Todas as Idades, desenvolvido pelo Instituto de Longevidade Mongeral AegonE o Brasil já está saindo na frente neste quesito: segundo dados da pesquisa, apenas 28% das empresas que atuam no país não possuem iniciativas para incentivar a inclusão multigeracional. Uma realidade próxima à global, em que um em cada três respondentes afirmou que as empresas não oferecem iniciativas desse tipo.

Entre os entrevistados brasileiros, alguns pontos da pesquisa ajudam a entender por que a diversidade de gerações já faz parte do mercado de trabalho e da realidade das empresas. No levantamento, 42% das pessoas afirmaram trabalhar em um local imparcial, que reconhece funcionários de todas as idades e desencoraja a discriminação relacionada à faixa etária, enquanto 35% disseram fazer parte de ambientes com uma boa estrutura, acesso a tecnologias, instalações, equipamentos e serviços para todas as idades. Por fim, 25% declararam que as companhias das quais fazem parte tinham uma cultura inclusiva, ouvindo as contribuições de trabalhadores de todas as idades e valorizando um ambiente de trabalho com diferentes gerações.

Globalmente, os países com maior concentração de funcionários que declararam não ter ambientes amigáveis às diferentes faixas etárias são Japão (54%), França (52%) e Alemanha (50%), enquanto os resultados positivos estão nos mercados emergentes como Índia (7%) e China (10%). “Os trabalhadores hoje querem cada vez mais uma transição gradual para a aposentadoria. Apenas 34% dos ouvidos preveem parar imediatamente o trabalho ao entrar na aposentadoria. Por isso, locais de trabalho inclusivos a todas as idades são uma das maneiras de garantir que essas pessoas se sintam apoiadas para se aposentarem em fases, além de possibilitar que todos contribuam e permaneçam economicamente ativos por mais tempo. É um jogo em que todos ganham”, explica Leandro Palmeira, diretor de Pesquisa do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon.

O estudo traz nove características essenciais para um melhor preparo para a aposentadoria, desenvolvidas no contexto de um Novo Pacto Social. “Os empregadores desempenham uma função fundamental, ajudando os trabalhadores a se prepararem para a aposentadoria. A influência deles vai além de oferecer planos de aposentadoria e benefícios financeiros, incluindo desenvolvimento de habilidades, educação e bem-estar. Por isso, esse novo cenário reforça a necessidade de um Novo Pacto Social entre governos, empregadores e indivíduos”, completa Palmeira.

Os desafios da aposentadoria

Sobre o preparo para a aposentadoria, o estudo concluiu que dois em cada cinco trabalhadores no mundo (40%) garantem que estão habitualmente poupando para isso. Já para os que não conseguem poupar, a principal barreira é ‘não ganhar o suficiente’ (35%), além das questões de curto prazo, como comprar uma casa (22%) ou pagar dívidas (21%). O cenário é parecido no Brasil, com 40% afirmando que o salário é baixo, 33% concentrados em pagar dívidas e 24% poupando para prioridades imediatas.

“Sabemos que começar a economizar desde cedo e de forma frequente é o melhor caminho para alcançar o preparo para a aposentadoria e os dados revelam um desafio para todos os parceiros sociais”, afirma Palmeira. “As respostas nos mostram que é preciso modernizar os sistemas de aposentadoria de forma sustentável e adaptável para o futuro, com ações que vão desde a garantia da sustentabilidade dos benefícios previdenciários até o aprendizado ao longo da vida”, conclui o executivo.

A pesquisa, desenvolvida pelo Instituto de Longevidade, em parceria com Aegon Center for Longevity and Retirement e o Transamerica Center for Retirement Studies, ouviu pessoas da Austrália, Brasil, Canadá, China, França, Alemanha, Hungria, Índia, Japão, Holanda, Polônia, Espanha, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos.

EDP Renováveis investirá € 24 mi na transição energética

Foto: Pixabay

A EDP Renováveis apresentou hoje (25) a atualização do seu plano estratégico para o período 2021-2025, reforçando sua posição de líder na transição energética com um plano de investimento sem precedentes: em quatro anos, serão investidos € 24 mil milhões na transição energética.

Desse valor, 80% será investido em energias renováveis, através de diversas tecnologias – eólica, solar, hidrogênio verde e armazenamento de energia -, com o desenvolvimento de 4GW por ano e duplicando a capacidade solar e eólica da empresa até 2025. Este novo plano abrirá caminho para que a empresa se torne neutra em emissões de carbono até 2030.

Essa visão é sustentada por três eixos estratégicos: Crescimento Acelerado e Sustentável; Organização com ADN de futuro, sustentada por um maior investimento em Inovação e Transformação Digital e, por fim, pelo Retorno atrativo e excelência nos indicadores ESG (Environmental, Social and Governance.)

“Esse plano é um compromisso forte e ambicioso da EDP Renováveis e inclui uma aceleração sem precedentes do nosso crescimento em renováveis, amparado por nossa história de sucesso. O desafio inédito que as alterações climáticas nos impõem requer uma mudança de mentalidade e de ambição e, acima de tudo, uma ação mensurável. Não se trata apenas de levar energia às comunidades, mas sim de contribuir para que estas comunidades possam ter vidas mais sustentáveis”, destaca Miguel Stilwell d’Andrade, CEO da EDP Renováveis.

Um plano estratégico ambicioso para 2021-2025

Através de um crescimento acelerado e sustentável, a EDP Renováveis continuará a diversificar seu portfólio de ativos, ao mesmo tempo que assegura um perfil de baixo risco: a empresa pretende investir € 24 milhões até 2025: 80% em energias renováveis, 15% em redes e 5% em soluções para clientes e para gestão de energia.

A empresa vai acelerar seu investimento em energias renováveis na Europa e na América do Norte e pretende duplicar a capacidade instalada em energia eólica e solar nos próximos cinco anos, de 12GW para 25GW, o que representa uma média de 4GW adicionais por ano. Na geração solar descentralizada, a empresa pretende crescer 10 vezes sua presença global.

A ambição suportará compromissos de deixar de produzir a partir do carvão em 2025 e de ser totalmente verde em 2030, antecipando em 20 anos a meta de ser uma empresa sem impacto nas emissões de carbono.

O plano mantém o foco em investimentos que reforcem o aspecto digital e inovador da EDP Renováveis: serão investidos € 2 milhões em inovação e na transformação digital até 2025, para fornecer novas soluções em hidrogénio, armazenamento de energia, redes inteligentes, comunidades de energia e mobilidade elétrica, e para reforçar a ligação de uma equipe já global, talentosa e flexível.

Plano estratégico da EDP Renováveis 2021-2025 em números:

EDP Renováveis sem produção a carvão até 2025 e 100% verde até 2030;
Investimento de € 24 milhões na transição energética até 2025;
80% do investimento em energias renováveis; 15% em redes; 5% em soluções para clientes e gestão de energia;
Desenvolvimento de 4 GW/ano de renováveis;
20 GW desenvolvidos até 2025;
2x maior capacidade solar e eólica até 2025;
€ 2 milhões investidos em inovação e transformação digital;
Crescimento ambicioso permitirá fazer com que EBITDA seja de € 4,7 mil milhões em 2025.

Brasil é um dos 4 países mais atraentes para investimento em energia solar

A Aliança Solar Internacional (ISA) classificou o Brasil como um dos quatro destaques do mercado de energia solar entre seus 80 países-membros que não fazem parte da OCDE. A classificação de “Achiever”, a mais alta do ranking da instituição, também foi dada à Índia, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos e está detalhada no relatório Ease of Doing Solar (EoDS).

Criado pela ISA e pela gigante de auditoria global Ernst & Young, o relatório agrupa os países em quatro segmentos — Achiever,InfluencerProgressive e Potential. O estudo fornece um retrato do progresso feito pelos países-membros da ISA, utilizando uma estrutura de avaliação com sete indicadores-chave: macroeconomia, políticas favoráveis, viabilidade tecnológica, maturidade do mercado, infraestrutura, ecossistema de financiamento e imperativos energéticos.

“Devido ao forte potencial, metas robustas de sustentabilidade, alta irradiação solar e desenvolvimento da infraestrutura de energia, a Índia emergiu como líder entre os países membros da ISA junto com o Brasil, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos”, diz o relatório. Na América do Sul, Argentina, Peru e Bolívia também aparecem bem posicionados como “Influencers” do setor.

O relatório destaca que o mercado brasileiro de energia solar deu um salto de 259% entre 2015 e 2019, com desempenho especialmente bom a partir de 2017.

O relatório é de particular importância para as instituições financeiras internacionais ao revelar os países que possuem regimes transparentes e prontos para a infraestrutura apoiados por mercados favoráveis aos investidores. O documento também orienta os governos na identificação das principais iniciativas políticas que incentivam e facilitam a energia solar.

Startups de saúde, cibersegurança, trabalho remoto e games devem ser destaques de venture capital em 2021

A Mindset Ventures , gestora internacional de venture capital, analisou dados do mercado global e brasileiro para apontar os segmentos de startups que mais devem receber aportes neste ano: saúde, cibersegurança, trabalho remoto e games. “O mercado de tecnologia tem se desenvolvido em velocidade exponencial no Brasil e no mundo. É muito provável que a modalidade de venture capital venha a se tornar cada vez mais popular dentre as opções de investimentos alternativos enquanto os investidores buscam opções mais rentáveis no cenário de baixa taxa de juros que vivemos hoje”, afirma Daniel Ibri, CIO da companhia com mais de 10 anos de experiência em investimentos em startups.

De acordo com dados do Distrito, as startups do mercado brasileiro captaram US﹩ 3,5 bilhões em 2020. Na comparação com o ano anterior, o número foi bem menor, US﹩ 2,97 bilhões. Dada a crescente importância da tecnologia em nossas vidas, a primeira previsão para 2021, segundo Ibri, é que o ano poderá terminar com um recorde de investimentos de capital de risco.

O executivo explica que o segmento de saúde ganhou destaque com a série de medidas impostas para interromper a propagação da Covid-19, criando maior visibilidade e gerando oportunidades para novas startups, inclusive para as não diretamente envolvidas com soluções para a pandemia. Dados do Distrito mostram que o volume captado para healthtechs no Brasil em 2020 foi de US﹩ 93,6 milhões até outubro contra US﹩ 62,6 milhões em todo o ano de 2019.

O trabalho remoto também foi outra tendência que cresceu muito. Trabalhar em casa era uma realidade para poucas pessoas e esperava-se que essa prática ainda demorasse muitos anos para se tornar mais amplamente adotada, mas o vírus parece ter antecipado essa tendência. A Turing , uma das empresas americanas do portfólio da Mindset Ventures que facilita a contratação de programadores e engenheiros de software remotos em vários países do mundo, se beneficiou amplamente do cenário pandêmico. Tamanho foi seu crescimento em 2020, que a empresa já captou uma nova rodada em menos de 6 meses para continuação de sua expansão.

“Com a adoção mais ampla do trabalho remoto, acreditamos que o número de startups emergentes em regiões dos Estados Unidos fora do Vale do Silício continuará a crescer. A exemplo disso, 75% das empresas americanas do portfólio do nosso Fund III estão localizadas fora desta região”, comenta Ibri.

Cibersegurança e games

A cibersegurança é outro segmento em plena expansão como consequência do aumento do trabalho remoto. Através dos funcionários utilizando tanto dispositivos pessoais quanto do empregador em casa e em redes Wi-Fi particulares desprotegidas, as empresas ficaram mais expostas a ataques cibernéticos. Há um número crescente de startups lidando com este problema.

Já o mercado de games explodiu à medida que as pessoas passaram a ficar mais tempo em casa. Esportes eletrônicos e streaming são duas áreas que devem apresentar um crescimento significativo nos próximos anos. De acordo com a NewZoo, a audiência global de e-sports em 2020 atingiu 495 milhões pessoas, com US﹩ 1,1 bilhão em receita, e crescerá mais de 30% até 2023. “É um setor relativamente novo para o venture capital, mas tem o potencial para se tornar mais popular para investidores. Em 2019, a Unity captou US﹩ 525 milhões em uma rodada antes de seu IPO no ano seguinte, e a Epic Games captou US﹩ 1,5 bilhão em uma única rodada em 2020. Vale também lembrar que em janeiro de 2021 a Roblox captou uma Série H de US﹩ 520 milhões”, conclui.

O número de usuários de jogos de celular no Brasil cresceu de 79,4 milhões em 2019 para 87,6 milhões em 2020 – jogos de celular são, hoje, os mais populares, ainda de acordo com a NewZoo. Considerando todas as modalidades, a receita gerada no Brasil no mercado de gaming deve crescer de US﹩ 723 milhões em 2019 para US﹩ 821 milhões em 2020. O Brasil tem a terceira maior audiência para e-sports do mundo, perdendo apenas para China e Estados Unidos.

Fundada em 2016, a Mindset Ventures é uma gestora internacional de venture capital que conecta investidores renomados a empresas de tecnologia em estágio inicial localizadas nos Estados Unidos e Israel, principalmente aquelas com potencial de expansão para o Brasil.

Senado aprova Marco Legal das Startups; texto vai à Câmara

O Senado aprovou nesta quarta-feira (24), por unanimidade, o Marco Legal das Startups e do empreendedorismo inovador. O Projeto de Lei Complementar (PLP) 146/2019 traz medidas de estímulo à criação de empresas de inovação e estabelece incentivos para quem investir nessas empresas. Como foi aprovado com mudanças, o texto voltará para a Câmara dos Deputados, onde teve origem.

— É um segmento, um ecossistema, da maior importância para o futuro do Brasil, para a juventude e para os empreendedores. Parabenizo a todos os senadores pelo debate democrático e pela conclusão da aprovação do Marco Legal das Startups, atendendo, na sua maioria, ao que pretendia o ecossistema — comemorou o relator, senador Carlos Portinho (PL-RJ).

O PLP 146/2019, de autoria do deputado federal JHC (PSB-AL), traz a definição de startups e estabelece os princípios e as diretrizes para a atuação da administração pública no setor. Também prevê medidas de fomento ao ambiente de negócios e ao aumento da oferta de capital para investimento em empreendedorismo inovador. Além disso, traz normas sobre licitação e contratação de soluções inovadoras pela administração pública.

O texto destaca que “empreendedorismo inovador” é instrumento de desenvolvimento econômico, social e ambiental a ser promovido de forma colaborativa pela iniciativa pública e privada. Já as startups são, de acordo com o projeto, empresas e sociedades cooperativas que atuam na inovação aplicada a produtos, serviços ou modelos de negócios.

A proposta aprovada no Senado estabelece que a receita bruta das startups deve ser de até R$ 16 milhões no ano anterior e a inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) deve ter no máximo dez anos. Também exige que a empresa tenha declarado, na sua criação, o uso de modelos inovadores ou que se enquadre no regime especial Inova Simples, previsto no Estatuto das Micro e Pequenas Empresas. Para entrar no Inova Simples, no entanto, o limite de renda é menor: a receita bruta máxima é de R$ 4,8 milhões.

Financiamento

Pelo projeto, as startups poderão admitir aporte de capital por pessoa física ou jurídica, com obrigatório registro contábil. Esse aporte pode resultar ou não em participação no capital social, a depender do instrumento adotado.

Existe também a figura do investidor-anjo — a pessoa física que aplica o próprio patrimônio em empresas de alto potencial de retorno. Sua importância está no fato de que, além de ajudar financeiramente a startup, eles também trazem suas experiências e rede de contatos para auxiliar os negócios.

Pelo texto, o investidor-anjo não será considerado sócio nem possuirá direito à gerência ou a voto na administração da empresa, mas poderá participar nas deliberações em caráter estritamente consultivo, estabelecido em contrato. Esse investidor não responderá por dívida da empresa, inclusive em recuperação judicial, e não será estendido a ele nenhuma obrigação da empresa — como as trabalhistas, por exemplo.  

Participação do Estado

O projeto permite a participação do Estado no processo de estímulo às startups, com uma modalidade especial de licitação que consiste na contratação de pessoas ou empresas para teste de soluções inovadoras, com ou sem risco tecnológico. A intenção é resolver demandas públicas que exijam solução inovadora com emprego de tecnologia, além de promover a inovação no setor produtivo por meio do uso do poder de compra do Estado.

— Entendemos que esse seja um poderoso instrumento de fomento à inovação focada na solução de problemas econômicos e sociais enfrentados pelo Estado, aproximando o setor público das soluções inovadoras — explicou Carlos Portinho.

De acordo com o relator, com as novas modalidades de contratação criadas pelo projeto, o Estado poderia, por exemplo, demandar soluções inovadoras para problemas enfrentados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), como medicamentos inteligentes, kits de diagnóstico rápido, equipamentos portáteis, logística e entrega de medicamentos, vacinas e equipamentos em áreas remotas. As soluções, segundo o senador, podem reduzir custos do SUS, aumentar a eficiência e garantir a melhores condições de vida à população.

Ações

O texto que havia sido aprovado pela Câmara incluía a possibilidade de concessão de incentivo por meio da opção de subscrição de ações, a chamada stock option ou (plano de opção de ações). Os stock options são a opção de o funcionário comprar ações da empresa em que trabalha, a preços mais baixos que os de mercado. Dessa forma, espera-se que os empregados tenham interesse direto no sucesso da empresa e haja melhora nas relações trabalhistas, além de retenção de talentos. Carlos Portinho retirou a possibilidade de stock options do texto.

De acordo com o relator, apesar de serem um instrumento importante para as startups, as stock options não são restritas a elas, e por isso o assunto deveria ser tratado em outro projeto, específico para esse fim. Além disso, ele citou decisões judiciais que apontam a natureza mercantil e não remuneratória desse tipo de instrumento, ao contrário do que constava no texto aprovado pela Câmara. Para não atrasar a aprovação do projeto, já que esse tema foi objeto de emendas de vários senadores, ele se comprometeu a apresentar outro projeto de lei sobre o tema.

Outras emendas

Carlos Portinho também acolheu emenda do senador Jorginho Mello (PL-SC) para excluir da Lei das Sociedades por Ações o critério do número máximo de acionistas para que empresas sejam dispensadas de fazer publicações obrigatórias (balanços, por exemplo) em jornais de grande circulação. A autorização para que as publicações fossem feitas por meio eletrônico já foi tema de uma medida provisória que perdeu a validade sem ser votada pelo Congresso: a MP 892/2019.

Atualmente, essa dispensa é para companhias fechadas com menos de 20 acionistas e patrimônio líquido de até R$ 10 milhões. O texto aprovado pela Câmara aumentou os limites para 30 acionistas e receita bruta anual de até R$ 78 milhões. Com a emenda acatada pelo relator, o critério do número de acionistas foi excluído e as empresas com receita bruta anual de até R$ 78 milhões estariam dispensadas das publicações impressas.

Outra emenda aceita pelo relator foi apresentada pelo líder do governo na Casa, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), visando suprimir a parte do texto que concedia incentivos fiscais à inovação. De acordo com o governo, a criação dos incentivos não foi acompanhada de uma estimativa de impacto orçamentário e financeiro, o que contraria a Lei de Responsabilidade Fiscal.

Adiantamento

Também foi acatada parcialmente uma sugestão da senadora Daniella Ribeiro (PP-PB) para garantir o pagamento antecipado de parte do valor do contrato a startups vencedoras de licitação. No texto original, havia a possibilidade de antecipação, não a obrigatoriedade. O percentual mínimo de 20% sugerido pela senadora não foi incluído do texto.

A senadora agradeceu o esforço do relator para chegar a um consenso. Outros senadores também elogiaram o relator, que concordou em adiar a votação do projeto, na última terça-feira, para buscar um consenso sobre os pontos em que havia discordância entre os senadores.

— A Presidência parabeniza o senador Carlos Portinho, relator da matéria, pelo trabalho desenvolvido e, igualmente, o Plenário do Senado, pela aprovação — disse o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco.

Jorginho Mello também elogiou o trabalho do relator, que, no seu entendimento, impediu prejuízos ao ao pequeno e microempresário.

— O relatório coloca as startupsque são uma grande oportunidade de renda, de progresso, de desenvolvimento, numa legislação mais aprimorada — comemorou.

O esforço por um consenso também foi ressaltado pelos líderes do governo, Fernando Bezerra Coelho, e da minoria, Jean Paul Prates (PT-RN). O líder do governo destacou o esforço do relator, que fez audiências públicas e reuniões para chegar a um texto de “amplo consenso”. Já o líder da minoria disse que o texto traz para as leis do Brasil dispositivos e soluções que já são adotados no “mundo moderno e real”. Ele também agradeceu a retirada de dispositivos que afetariam direitos previdenciários e trabalhistas.

Fonte: Agência Senado

VidMob levanta US﹩50 milhões na Série C para ampliação de sua plataforma de inteligência criativa

A VidMob, plataforma líder de inteligência criativa, acaba de anunciar um aporte Série C, levantando US﹩50 milhões – cerca de R﹩ 270 milhões – de um grupo de fundos, investidores estratégicos e empresas influentes no mercado de tecnologia criativa. A nova rodada apoiará a expansão global da VidMob, novas iniciativas em e-commerce, investimento contínuo em tecnologia avançada e ciência de dados para auxiliar os profissionais de marketing a maximizar o valor dos criativos de publicidade.

A nova rodada conta com a participação da Adobe, líder global em software de criatividade; Shutterstock, uma das maiores empresas de mídia de ações no mundo;Drive, da DraftKings, uma empresa de capital de risco que investe em tecnologia esportiva e entretenimento; Spruce House Partnership, Prefix Capital, BuildGroup, Interlock Partners, Macanta e líderes importantes da indústria e tecnologia como Michael Kassan, Nick Brien e Thomas Tull, entre outros. Em rodadas anteriores, a empresa arrecadou quase US﹩100 milhões para expandir sua plataforma inovadora, a Intelligent Creative.

A VidMob foi a pioneira em utilizar inteligência artificial para medir o desempenho de peças criativas, auxiliando os profissionais de marketing a otimizar o design de anúncios para campanhas mais eficientes e impactantes. A plataforma Intelligent Creative da VidMob unifica os dados criativos e conecta as marcas a uma rede global de criadores de conteúdo treinados em práticas recomendadas e atualizadas para cada canal de mídia digital e formato de anúncio. Originalmente focada em parcerias com as principais plataformas sociais, a VidMob expandiu sua distribuição para incluir líderes na web programática e CTV/OTT.

“Todas as outras áreas de operações corporativas foram positivamente impactadas por plataformas de softwares, aumentando sua eficiência e usando dados para levar inteligência à tomada de decisões”, diz Alex Collmer, fundador e CEO da VidMob. “Este financiamento e essas novas relações serão um poderoso acelerador de nosso compromisso de construir e implantar uma plataforma que ajude os profissionais de marketing a se prepararem para as necessidades do futuro, ao mesmo tempo que respeita o papel insubstituível da criatividade humana e sem nunca perder de vista nossa missão de desenvolver a criatividade para o melhor”, explica.

“Ficamos impressionados com o poder dos modelos de aprendizagem da VidMob para a Intelligent Creative”, diz Owen Van Natta, sócio da Prefix Capital e ex-vice-presidente de Negócios Mundiais e Desenvolvimento Corporativo da Amazon. “O modelo ‘services-in-the-loop’ da VidMob, aliado à integração de seu mercado criativo, é uma construção incomparável em sua capacidade de aprendizagem.”

“O desempenho criativo não foi medido, enquanto a indústria publicitária se concentrou em tecnologias para medir o retorno dos gastos com mídia”, afirma Lynda Clarizio, ex-presidente da Nielsen US Media e investidora na rodada. “A plataforma Intelligent Creative resolve essa longa necessidade não atendida, oferecendo aos profissionais de marketing uma plataforma escalável entre os meios de comunicação para medir o impacto da criatividade na obtenção de objetivos de campanha e otimizar e melhorar o processo criativo.”

O ex-vice-presidente executivo do Omnicom Media Group, e anteriormente CEO global da OMD, Aegis Media e MEC, Mainardo de Nardis, que também investiu nesta rodada, acrescentou: “Tive o privilégio de fazer parte de um grupo de pessoas que transformou o modelo de publicidade de serviço completo, separando a mídia da criatividade, em um momento em que os anunciantes exigiam serviços estratégicos de mídia independentes. Isso foi há 30 anos. Hoje, estou feliz por estar fazendo exatamente o oposto. O poder da plataforma de dados da VidMob está em sua capacidade de unir mídia e criativos, reunindo as várias camadas da indústria, plataformas de publicidade e marcas a agências “.

A VidMob é a única empresa a se tornar parceira criativa de todas as principais plataformas de mídia social e digital, e sua lista de clientes inclui organizações de marketing das mais inovadoras do mundo, como Johnson & Johnson.

A VidMob doa uma parte de cada dólar ganho para financiar o Intelligent Creative para organizações sem fins lucrativos por meio do VidMob Gives que já apoiou 84 NPOs em 63 países. Em 2020, a VidMob Gives ajudou a arrecadar mais de ﹩20 milhões em parceria com organizações como a Fundação CDC, Fundação das Nações Unidas, Igualdade Agora e a Casa Ronald McDonald.

Movimento nos shoppings caiu 32% e tempo de compra ficou reduzido com a pandemia, diz ALSHOP

Segundo um levantamento da ALSHOP (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping), as visitas mensais aos shoppings centers no país caíram de 502 milhões em 2019, para 341 milhões no ano passado. O dado abrange todo o país no período de janeiro a dezembro, e o tempo de permanência dentro dos centros de compras também foi reduzido, de 1h30 em 2019 para uma média de 20 a 30 minutos ao longo de 2020.

Essa queda no movimento dos shoppings é resultado da pandemia de COVID 19, das restrições que o setor vem enfrentando diante do cenário, aumento do desemprego e da mudança de comportamento dos consumidores.

O censo da Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers), mostra uma recuperação gradual e contínua dos shoppings que passaram meses fechados e chegaram a perdas de quase 90% em abril de 2020. 

“Os consumidores estão se sentindo mais seguros e voltando aos poucos ao shopping, mas a recuperação do setor deve ser gradativa e pode levar até um ano e meio para recuperarmos o patamar de 2019.”, avalia Luis Augusto Ildefonso, diretor institucional da ALSHOP.

Para a entidade, momentos como o Dia Internacional da Mulher, Dia das Mães e dos Namorados, considerando o primeiro semestre do ano, podem ajudar na recuperação das vendas nas lojas de shoppings.

Quality Nextech anuncia mais de 120 vagas em TI

Fundada em 1989 e listada na BOVESPA MAIS desde 2013, a Quality Nextech é um dos principais players de tecnologia do Brasil, com escritórios em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e México, anuncia a abertura de mais de 120 vagas para a área de tecnologia nos mais diversos setoresA Quality Nextech ganhou a confiança do mercado através de tecnologias para realizar a transformação digital, com desenvolvimento, integração, automação robótica de processos (RPA), Outsourcing, e Governança, Risco e Compliance com a plataforma Galvanize. A empresa auxilia seus clientes no desenvolvimento de soluções digitais, integração de serviços, automação de processos com RPA, Outsourcing de TI e GRC. “Para desenvolver estes projetos e operações de sustentação, atuamos com especialistas em SQUADS também no desenvolvimento de plataformas digitais”, explica Jorge Biesczad Jr, diretor de vendas e marketing.

A empresa informa, que as posições estão distribuídas nas seguintes áreas:

  • 23 vagas para desenvolvedoreBackend, Frontend e Full Stack;
  • 10 Vagas para Liderança – Gerente de Projetos, Coordenador de operações, Líder Técnico.
  • 17 vagas para a área de sistemas, redes, processos e infraestrutura, carreira de Administrador de Redes, Analista de Automação, Processos e Sistemas.
  • 39 vagas para a área de Suportecarreira de Analista de Suporte com certificações e metodologias de governança.
  • 06 vagas para arquitetos, entre Aplicações Cloud, Cientistas de Dados e Integração;
  • Outras 25 vagas estão distribuídas entre diversas competências.

A Quality Nextch é reconhecida como uma grande formadora de profissionais de tecnologia e oferece salários competitivos e as vagas estão distribuídas para atuação no Brasil e México.

Comum a todos os cargos, os benefícios são; Vale Alimentação e Refeição, Assistência Odontológica, Assistência Médica (estendida a familiares, sem limite de quantidade de pessoas), Seguro de Vida e Auxílio Creche. “Buscamos profissionais com fome de aprender e crescer, para acompanhar nosso ritmo, pois há muitas oportunidades de crescimento e carreira na Quality e dentro dos nossos clientes, grandes empresas, líderes em seus segmentos de atuação”, explica Luciana Perfetto, Gerente de Gestão do Grupo.

Vôos mais altos

Fundada em 1989, a Quality Nextech conta atualmente com mais de 1.300 colaboradores e especialistas com ampla experiência e certificações. “Somos determinados e prezamos pela excelência na experiência do cliente. Nossos clientes são parceiros de longa data e confiam em nossos projetos e soluções. Buscamos profissionais com sede de aprendizado e encantados por tecnologia”, explica Jorge Biesczad. Jr, diretor de vendas e marketing da Quality Nextech.

Entre os clientes da Quality estão empresas como Cielo, Claro, Boticário, C&C. Protege, entre outras 700 grandes empresas.

Os interessados podem acessar outras informações sobre as vagas e se candidatar no email https://jobs.kenoby.com/quality

A Quality Nextech é uma empresa especializada em TI estratégica para empresas que buscam continuidade e solidez em seus negócios de forma segura e eficaz. A inovação em processos e produtos, redução de custos, alta produtividade e respostas ágeis para a tomada de decisão assertiva, estão concentradas na capacidade do time de especialistas da Quality Nextech de criar, desenvolver e integrar soluções próprias e de parceiros para atender sob medida as necessidades especificas de cada negócio e os desafios da Transformação Digital.

A empresa concentra sua experiência e portfólio de serviços e produtos para as áreas de Digital, ITO (Information Technology Outsourcing), GRC (Governança, Risco e Compliance), Omnichannel e Gerenciamento da Tecnologia da Informação e se apresenta como um braço forte de TI dos seus clientes, com um amplo leque de sistemas e negócios, com plataformas inteligentes de gestão de conhecimento, automação e inteligência artificial para projetos digitais, de terceirização de suporte de TI, sempre priorizando custormer experience, facilitando o dia a dia do cliente final e cocriando soluções de transformação digital.

A empresa apresenta estrutura de Governança Corporativa robusta, presença na Bovespa Mais, desde 2014, apoio de fundos de investimentos, executivos especialistas em Outsourcing de TI, Robotic Process Automation, Desenvolvimento e Integração de software e GRC.

Fundada em 1989, com matriz no Rio de Janeiro e filiais em São Paulo e Curitiba, a empresa conta com mais de 1300 colaboradores atuantes em todo Brasil.

A Quality atende mais de 700 empresas.

Segurança no PIX: novos tipos de fraude e pontos de atenção

Por Gustavo Carvalho, Diretor Executivo da CyberSource Brasil

Lançado em novembro de 2020, o PIX, meio de pagamento instantâneo criado pelo Banco Central, tem sido usado, principalmente, como transferência de dinheiro de pessoa para pessoa. E, consequentemente, entram em ação os fraudades, com tentativas cada vez mais elaboradas de ataques.

O PIX, em termos técnicos, possui protocolos de segurança. Mas isso, infelizmente, não impede a atuação de fraudadores com práticas criminosas. O que mais observamos hoje em dia é a aplicação de golpes, como o “PIX em dobro”, fora do momento da transação.

O exemplo acima ilustra bem o que estou dizendo. Nele, o fraudador dispara um e-mail ou coloca um vídeo na internet fazendo a seguinte oferta: transfira uma quantia para determinada chave aleatória do PIX e ganhe esse valor em dobro. O usuário, iludido pela mensagem, acaba fazendo a transferência na esperança de ser beneficiado. Mas claro que se trata de uma proposta enganosa.

No cenário que envolve a segurança do PIX, o maior desafio hoje em dia de bancos e aplicativos é evitar que seus usuários caiam em golpes que ocorrem em momentos anteriores a transação.

Para isso, eles precisam, além de contar com um sistema eficiente antifraude, criar suas próprias regras para validar ou barrar uma ação suspeita, levando em conta o comportamento do usuário. Calibrando regras de velocidade, por exemplo, é possível evitar que transações em massa sejam feitas para uma mesma chave num intervalo curto de tempo, acendendo o sinal de alerta.

Essas regras devem ser dinâmicas e customizadas para cada tipo de perfil: usuários de alta renda com limites mais alto de transferências; jovens com o uso mais frequente em determinados tipos de estabelecimentos ou horários; profissionais liberais fazendo pagamentos ou recebendo diversas vezes ao dia etc são exemplos de perfis bem diferentes, mas um ponto tem que ser observado para todos eles, o cuidado de não comprometer a experiência do consumidor, que ficará indignado caso encontre muitas camadas de segurança para realizar suas transações do dia a dia.

É importante destacar que no PIX não existe a possibilidade de uma revisão ou qualquer tipo de processo manual, tudo é realizado em tempo real. Por meio de machine learning e inteligência artificial, o sistema aprova ou rejeita um pagamento de acordo com um cruzamento de dados realizado em segundos. Por isso, recomendo ter muito cuidado com as regras de atuação do antifraude e controles de acesso para não errar a mão no momento de barrar uma operação e deixar o consumidor insatisfeito.

Além da calibragem correta dos sistemas de segurança, identificando rapidamente comportamentos suspeitos, todos os participantes, sejam diretos ou indiretos do Pix, têm o papel de prevenir e alertar os usuários sobre as tentativas de golpe mais comuns. Algumas dicas podem ser úteis:

• Escolha bem a chave que você vai usar em cada situação. Se for receber ou fazer uma transferência para alguém desconhecido, prefira a chave aleatória, ou seja, desvinculada de seus dados pessoais (e-mail, CPF e telefone).
• Evite cadastrar na mesma conta todas as suas chaves. Pense que, caso alguém invada a sua conta, essa pessoa terá acesso atodas as suas chaves.
• Ao cadastrar seu celular como chave, existe o risco de você receber mensagens e propagandas indesejáveis no seu aparelho, mesmo não tendo concedido o número para essa finalidade.
• E, claro, muito cuidado com ofertas milagrosas, como o “PIX em dobro”, que chegam até você. Desconfie sempre de promessas e vantagens muito fáceis.

Os desafios de segurança aumentam à medida que mais serviços são acoplados ao PIX. Na Cybersource e na Visa, trabalhamos com uma tecnologia bastante flexível para buscando aumentar o nível de garantir a segurança dnas transações via PIX, mas as soluções antifraudes precisam ser customizadas a cada situação.

Com uma parcela enorme da população fazendo uso pela primeira vez de um sistema novo de pagamento, é preciso redobrar os cuidados e agir rápido para garantir preservar a segurança e evitar contratempos em todos os momentos da operação.

Trademaster recebe investimento de R$ 100 milhões do banco BV para ampliar atuação em soluções financeiras e de crédito para PMEs

A Trademaster, fintech especializada em soluções financeiras e de crédito B2B, fecha acordo de investimento de R$ 100 milhões com o banco BV, um dos maiores bancos privados do país. Também faz parte do acordo a disponibilização de uma estrutura de funding inicial de R$ 500 milhões para suportar o crescimento das operações da fintech em 2021. A startup já atende mais de 450 mil pequenos e médios varejistas que fazem suas compras regularmente junto às grandes indústrias e seus distribuidores, alavancando as vendas de toda a cadeia de distribuição por meio de acesso a crédito, prazo e melhores condições comerciais.

“Nascemos com o DNA da indústria e do varejo. Por isso, conhecemos suas dores e criamos nossas soluções sob medida para a realidade de cada negócio. Nós intermediamos toda transação comercial a prazo entre os elos da cadeia de distribuição, e resolvemos o problema do acesso a prazo, que muitos varejistas têm hoje”, explica o fundador e CEO da Trademaster, Francisco Pereira.

Baseada em nuvem, a plataforma da Trademaster se conecta em tempo real via APIs com os sistemas de gestão das empresas parceiras, viabilizando o acesso a prazos e limites estendidos no ato da compra, tudo de forma integrada, transparente e sem fricção. “Nosso modelo de recorrência de crédito se provou bastante singular e inovador ao longo do tempo por ser altamente escalável e trazer um diferencial importante para nossos parceiros, reforçando nosso posicionamento como uma solução de produtos e serviços para as PMEs”, ressalta Francisco.

Os recursos da rodada serão aplicados na ampliação da oferta de produtos, além de fazer a fintech avançar na criação de novas soluções para pequenas e médias empresas. “O investimento do BV visa acelerar ainda mais a expansão da oferta de produtos e soluções inovadoras para turbinar nossa missão de empoderamento do pequeno e médio varejo no Brasil”, reforça o CEO da empresa.

Com início das operações em 2015, a plataforma da Trademaster já transacionou mais de R$ 6 bilhões e projeta um crescimento de 120% em 2021. “Estamos em um momento único, a evolução dos ecossistemas e das plataformas de e-commerce B2B, vai acelerar o crescimento da Trademaster. Empreendedorismo e resiliência foram as marcas da nossa trajetória até aqui e com a chegada do BV podemos sonhar ainda mais alto”, comenta Emerson Moreira, fundador da Trademaster.

Atualmente, o portfólio da fintech tem mais de 60 parceiros conveniados, entre grandes indústrias nacionais e multinacionais e seus distribuidores. Na sua fundação, o Banco Sofisa identificou o grande potencial do modelo de negócio e entrou como sócio da operação. “O Banco Sofisa foi investidor de primeiro momento na Trademaster quando vislumbramos o potencial de uma fintech com abordagem única no setor de pessoas jurídicas. Hoje, a Trademaster já comprovou seu modelo de negócios vencedor, cresce em ritmo surpreendente e está pronta para evoluir a um novo patamar”, destaca Alexandre Burmaian, CEO do Banco Sofisa.

A consumação da transação está sujeita ao cumprimento de condições usuais para este tipo de investimento, incluindo aprovações regulatórias.

Usiminas busca startups para encontrar soluções em transporte e cargas

A indústria líder no mercado de aços planos no Brasil está em busca de soluções para o monitoramento de correias transportadoras e para o planejamento integrado de cargas. A Usiminas, dentro do seu programa voltado para inovação inovaAÍ, juntamente ao FIEMG Lab lançam o Usiminas Challenge FIEMG Lab com foco em inovação aberta e novas tecnologias. Startups de todo o país podem se inscrever, até 10 de março de 2021, para apresentar soluções inovadoras para os dois desafios que uma das maiores siderúrgicas do país propôs.

O Desafio Monitoramento de Correias Transportadoras busca soluções inovadoras que proporcionem um monitoramento para predição de falhas e danos estruturais das correias Flexowell, com o objetivo de ampliar a segurança das pessoas, a eficiência das operações e redução de custos. Já o Desafio Planejamento Integrado de Cargas busca otimização do fluxo do recozimento ao apoiar a tomada de decisão, integrando, em tempo real, a disponibilidade de cargas, fornos e resfriadores, com o objetivo de aumentar a eficiência operacional, a disponibilidade produtiva e a visibilidade do processo.

Se você ainda está pensando se vale a pena participar, a gente te ajuda! Os times selecionados terão a possibilidade de contratação para realizar testes industriais remunerados em ambientes reais de operação, trabalharão junto a equipes experientes, uma vez validada a solução, terão ainda a possibilidade de contratação definitiva e escala de fornecimento, além de apoio logístico para participação.

Confira o cronograma do Usiminas Challenge FIEMG Lab
Inscrições até 10 de março.

Anúncio das selecionadas: 24 de março. Serão selecionadas até quatro (4) soluções por desafio para participação da próxima fase.

Nivelamento técnico: de 25 de março a 23 de abril. Haverá o nivelamento de expectativas e possibilidades técnicas, além da construção dos melhores modelos de soluções.
Prova de conceito (POC): de 31 de maio a 30 de julho. Serão feitos testes das tecnologias selecionadas em ambiente controlado ou in loco, de acordo com os parâmetros aprovados nas propostas de projeto.

Dúvidas ou informações pelo endereço https://fiemglab.com.br/challenge/usiminas/ ou e-mail challenge@fiemglab.com.br.