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Vale do Pinhão: empresários recebem diretor da Agência Curitiba para falar sobre projeto inovador

Vale do Pinhão

Dezenas de empresários do setor de Tecnologia da Informação e Comunicações participaram de uma reunião do Arranjo Produtivo Local de Software de Curitiba para saber mais detalhes sobre o projeto do Vale do Pinhão, uma iniciativa da Prefeitura para transformar a cidade em capital da inovação.

Com apoio da Assespro-Paraná e da Cenetic, a apresentação foi feita por Tiago Francisco da Silva, diretor técnico da Agência Curitiba. Neste ano, o prefeito Rafael Greca lançou oficialmente o projeto Vale do Pinhão, de incentivo às empresas inovadoras, e rebatizou o antigo Moinho Rebouças, núcleo do projeto, como Engenho da Inovação. O espaço vai abrigar startups, eventos de tecnologia e culturais.

Tiago explicou que os benefícios para quem desejar criar negócios inovadores devem se estender para toda a cidade, mas que a região do Rebouças tem uma vocação muito forte para sediar o projeto por estar em uma área central e próxima de grandes universidades e entidades como Federações da Indústria e Comércio, Associação Comercial e Sebrae. “Estamos trabalhando com três pilares principais: crescimento do ecossistema, internacionalização e inovação na prefeitura, que o município volte a inovar”, completa.

Curitiba deve passar a contar com um Fundo Municipal de Inovação e deseja contar com parcerias com a iniciativa privada para incentivar a chegada de novas empresas e investidores na cidade. “Na primeira gestão de nosso prefeito, na década de 90, a cidade recebeu o título de mais inovadora do mundo, já tem isso no DNA dos profissionais da prefeitura e do cidadão curitibano. Queremos reviver tudo isso através da inovação”, acrescenta Tiago.

A capital do Paraná também deve contar com uma Lei de Inovação ainda neste ano. Um Conselho Municipal, que reúne entidades empresariais e academia já trabalha para garantir incentivos para quem desejar inovar na capital paranaense.

Os empresários que acompanharam a apresentação elogiaram a iniciativa. É o caso dos vice-presidentes da Assespro-Paraná Rodrigo Gallego, de Qualidade, Planejamento e Controle e Eduardo Aguiar, de Articulação Política, que representaram a entidade.

Para o empresário Paulo Raymundi, “a apresentação deu um ânimo diferente para todos. Muitos ficam batendo em questão de impostos e essa proposta nova vem para geração de negócios. É um incentivo para que as empresas consigam crescer”.

Oscar Monteiro, presidente da Central de Negócios de TIC, destaca a presença de um empresário no desenvolvimento do ecossistema de inovação do Vale do Pinhão. “Nossa percepção é de que realmente existe uma mudança de posicionamento da Prefeitura. Há um trabalho para a cidade e não só para os interesses da administração pública”, comentou Oscar.
Cláudio Navarro, do Arranjo Produtivo Local de Software de Curitiba, destacou a postura do empresariado. “Ninguém veio para reclamar. Todos querem apoio da prefeitura para poder entregar maior valor agregado aos clientes”. Ele também destaca o momento de união dos representantes do setor: “Cenetic, APL, Assespro, Governança de TIC trabalham com um mesmo ideal, no sentido de gerar negócios e transformar o Paraná em líder do setor na América Latina”.

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Pivotagem: Como a Wappa migrou do segmento de vale-refeições para o de táxis corporativos – Por Armindo Mota Júnior

Criar um empreendimento do zero é um grande desafio. No entanto, saber reconhecer quando o negócio não está alcançando os resultados esperados e conseguir recalcular a rota é ainda mais desafiador. No decorrer do percurso, o empreendedor deve ter o feeling para identificar as falhas em sua estratégia e poder reajustar o planejamento. É preciso parar, olhar novamente e avaliar as variáveis fundamentais para o desenvolvimento do negócio, porém com rapidez e agilidade. A essa mudança de rota o mercado dá o nome de pivotagem.

O termo é derivado do inglês “to pivot”, que significa mudar ou girar, e também tem referência no esporte, mais comum no futebol de salão e no basquete, onde o jogador que consegue a posse da bola é capaz de girar sobre o próprio eixo e encontrar uma nova oportunidade de jogada, ampliando suas chances de obter resultados positivos na partida. A técnica da pivotagem foi importada para o mundo dos negócios e passou a ser uma estratégia adotada principalmente por donos de startups.

Nesse universo da tecnologia, o termo significa, na prática, manter a base do negócio criado inicialmente, porém buscar alternativas que possibilitem resultados diferentes e mais eficientes. Segundo o norte-americano Eric Ries, empreendedor que incorporou o termo no mercado de startups, a técnica trata de saber medir o potencial do seu negócio e aprender a torna-lo mais eficiente aproveitando sua experiência e recursos já adquiridos. A pivotagem pode ser fundamental para transformar uma iniciativa interessante, porém malsucedida, em um negócio de relevância. É olhar para o mercado, avaliar concorrentes e clientes, sendo capaz de detectar novas oportunidades de crescimento e coloca-las em prática.

A pivotagem da Wappa

A Wappa, empresa que lidero desde sua fundação, em 2001, é um exemplo de sucesso da pivotagem. Ela nasceu com a proposta de oferecer a empresas o pagamento de vale-refeição de funcionários via SMS ou WAP (antigo navegador para celulares, que caiu em desuso após o surgimento dos smartphones). A ideia foi muito bem recebida pelos potenciais clientes que tínhamos naquela época, mas surgiu um problema: nossa tecnologia estava bem à frente da realidade do mercado, e quando percebemos que não conseguiríamos escalar o negócio a ponto de contar com a parceria de mais de dois milhões de restaurantes espalhados pelo país, resolvemos aplicá-la em outro segmento, o de corridas de táxi corporativo. Até então, o pagamento desse serviço era feito à base de papel e gerava enorme prejuízo às empresas simplesmente porque era muito difícil de ser gerenciado e controlado. Esse foi o nosso pulo do gato. Criamos uma plataforma que possibilita o gerenciamento desses custos de forma prática e digitalizada e hoje somos líderes no segmento corporativo com esse tipo de serviço e estamos evoluindo nosso posicionamento no sentido de nos tornarmos os maiores parceiros das corporações em gestão de custos e despesas.

Outros exemplos famosos de pivotagem que se tornaram conhecidos mundialmente são os casos do Youtube, que surgiu inicialmente como um site de relacionamentos por vídeo; o Flickr, que antes de ser uma plataforma para troca de fotos tinha o objetivo de abrigar interações online para RPG, e o PayPal, que de uma empresa de troca de dinheiro virtual – restrita a dispositivos handheld (como o antigo PalmTop) – tornou-se a maior ferramenta de pagamentos pela Internet em todo o mundo.

Assim, é importante que os empreendedores saibam que há uma alternativa quando o negócio pensado e planejado inicialmente não estiver dando certo. Não é preciso desistir de tudo e recomeçar do zero. Um replanejamento e uma mudança de rota são não só possíveis, como uma realidade frequente em um universo cada vez mais dominado pelas startups. Às vezes, você só precisa olhar melhor ao redor para fazer a melhor jogada.

Por Armindo Mota Júnior, CEO e fundador da Wappa, empresa nacional de Gestão de Custos e Despesas para o mercado corporativo

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Mercedes-Benz irá fornecer 1.500 vans elétricas para entregas urbanas na Alemanha

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A Mercedes-Benz e a Hermes, uma das empresas líderes do setor de logística de distribuição urbana na Alemanha, firmaram acordo para substituir veículos da frota atual da transportadora por modelos elétricos. Os veículos equipados com bateria serão utilizados num projeto piloto, com início previsto para 2018, em operações reais da Hermes nas cidades alemãs de Hamburgo e Stuttgart.

Até 2020, esse cliente pretende contar com 1.500 comerciais leves elétricos da Mercedes-Benz, entre Vito e Sprinter, para utilização em áreas urbanas, visando aumentar a economia operacional, a sustentabilidade e mais praticidade da logística de entrega.

“A tecnologia de propulsão elétrica será decisiva para o transporte urbano, especialmente no uso comercial. Como exemplo, as entregas devem se tornar mais eficientes e sem emissões. No ano passado, anunciamos que colocaríamos uma van elétrica em série novamente. A primeira foi em 2011”, diz Volker Mornhinweg, chefe mundial da Mercedes-Benz Vans.

O executivo fala também sobre o primeiro cliente para essas vans elétricas. “Estamos orgulhosos por poder anunciar que a Hermes Alemanha será o nosso primeiro cliente com um número tão significativo de veículos. Essa Empresa necessita de vans elétricas de médio e de grande porte para suas operações de logística. Dessa forma, nós da Mercedes-Benz podemos oferecer produtos que atendam às necessidades dos clientes com alta qualidade, confiabilidade, conforto e segurança, no alto padrão da marca reconhecido pelo mercado mundial”.

Segundo Frank Rausch, CEO da Hermes Alemanha, a parceria com a Mercedes-Benz é um marco no progresso da proteção do clima e do meio ambiente com a mobilidade elétrica. “Com as vans elétricas da Mercedes-Benz, iniciamos o processo de renovação da frota de maneira sustentável, utilizando-a em operações de entregas urbanas”.

Eletricidade é uma energia sem impacto no clima

Devido ao crescimento das vendas de produtos pela internet, as empresas de logística estabeleceram como meta melhorar a eficiência, produtividade e sustentabilidade nas entregas das encomendas, além de incrementar a qualidade dos serviços junto aos clientes.
Até 2025, a Hermes planeja executar as entregas nos centros das principais cidades alemãs totalmente sem emissões. Somente eletricidade, a partir de fontes 100% regenerativas, será utilizada para a recarga das baterias de propulsão dos veículos. A energia será gerada sem impacto algum ao clima e em conformidade com o selo verde de eletricidade “Grüner Storm”, emitido por associações ambientais.

Novos conceitos sobre a entrega e a eficiência econômica dos veículos elétricos deverão ser adotados para a integração das vans elétricas nos processos operacionais já existentes, inclusive a infraestrutura necessária para recarregar as baterias. Com a utilização dos comerciais leves elétricos da Mercedes-Benz, silenciosos e livres de emissões, a parceria entre as duas empresas alemãs parceiras deseja influenciar o mercado, visando à otimização do transporte urbano de mercadorias.

Sistemas conectados e soluções inteligentes

Outro importante ponto para a melhoria da eficiência das entregas, refere-se ao desenvolvimento de sistemas inteligentes que equipam as vans. Com a parceria, a Mercedes-Benz Vans também implementará serviços conectados, como, por exemplo, que otimizem o planejamento das rotas de entrega com informações sobre a autonomia da bateria.

A Mercedes-Benz contribuirá também com soluções inteligentes de carga e espaço, além de inovadores serviços de mobilidade para a empresa, o que inclui novas modalidades de leasing e de locações de curto prazo.

Parceria de sucesso por mais de 40 anos

A Daimler e a Hermes possuem uma parceria de mais de 40 anos, baseada em veículos convencionais e na pesquisa e desenvolvimento de sistemas de propulsão alternativos, como na década de 90, com testes da primeira van do mercado movida a hidrogênio. Em 2001, a Hermes testou uma Sprinter com tecnologia de célula de hidrogênio em suas operações. Em 2011, a empresa de logística utilizou o Vito E-Cell, o primeiro modelo elétrico da Mercedes-Benz Vans produzido em série.

Com essa parceria, a Mercedes-Benz Vans está dando mais um importante passo rumo à implementação da iniciativa estratégica para o futuro, adVANce, apresentada no ano passado. Como decorrência, a marca passa de uma fabricante de veículos para uma fornecedora de soluções em sistemas totalmente customizados.

A Mercedes-Benz Vans está focada em quatro áreas nas quais investirá cerca de 500 milhões de euros até 2020. São elas: a integração de várias soluções de conectividade em comerciais leves (digital@vans), soluções inovadoras de hardware para o setor de vans (solutions@vans), novos conceitos de mobilidade do transporte atendendo às necessidades das pessoas e de bens (mobility@vans) e sistemas customizados de propulsão elétrica para aplicações específicas (eDriver@vans). De forma estratégica, está fornecendo para sua parceira Hermes Alemanha os conhecimentos especializados em todas as quatro áreas do adVANce.

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Organizações latino-americanas recorrem à análise de Big Data para planejar as estratégias gerais

A análise de Big Data é um elemento fundamental para planejar as estratégias gerais das organizações latino-americanas, embora somente uma quarta parte dos profissionais esteja consciente de que esta pode mudar a profissão e apenas 17,6% das agências e departamentos de comunicação tenham implantado este tipo de atividade. Além de gerenciar dados massivos, o uso das redes sociais por parte da sociedade e das organizações mudou o panorama da gestão da comunicação, embora ainda haja uma lacuna entre a importância dada às ferramentas e às suas efetivas implementações.

Estas são algumas das conclusões do Latin American Communicator Monitor (LCM), um estudo organizado pela European Public Relations Education and Research Association (EUPRERA), com a colaboração da Associação de Diretores de Comunicação da Espanha (Dircom) e o patrocínio da LLORENTE & CUENCA, a consultoria líder de Gestão da Reputação, Comunicação e Relações Públicas na Espanha, Portugal e América Latina.

O documento analisa as atuais práticas e o desenvolvimento futuro da comunicação estratégica nas organizações, a partir de uma pesquisa realizada com cerca de mil pessoas. Os principais eixos do estudo estão centrados na análise do uso de Big Data na comunicação estratégica, na automação da área de RP e na gestão da comunicação, nas relações entre as agências e seus clientes, nas novas formas de distribuir os conteúdos, por meio de influenciadores, nas organizações, na geração do engajamento e em suas habilidades, nos conhecimentos e no desenvolvimento de competências dos profissionais da comunicação, entre outros temas.

Os resultados da análise também permitiram concluir que apenas 16,8% dos departamentos de comunicação na América Latina são considerados de excelência. Este percentual está apenas três pontos abaixo dos resultados obtidos há dois anos e também do desempenho global na Europa e na Ásia-Pacífico (20% e 24,4%, respectivamente). E são as empresas listadas na Bolsa de Valores as que lideram a classificação. Os departamentos de comunicação de excelência caracterizam-se por estarem mais avançados em relação à implementação da análise de big data.

O Big Data na comunicação estratégica

O Big Data é um dos elementos centrais do estudo, que revela que apenas uma quarta parte dos profissionais de comunicação está ciente de que a análise destes dados pode mudar a profissão e menos da metade desses trabalhadores têm seguido o debate sobre esta ferramenta.

A América Latina apresentou um ligeiro atraso no uso do Big Data, na comparação com outras regiões. Assim, o estudou apontou que apenas 17,6% das agências e departamentos de comunicação chegaram a implementar atividades de Big Data, enquanto 16% planejam começar a utilizá-las antes do final de 2017. São as empresas com ações na Bolsa de Valores e as organizações públicas as que lideram a implementação do Big Data, enquanto as agências e consultorias estão longe de alcançar este nível. Um percentual de 71,2% das organizações já recorre ao Big Data para planejar estratégias globais. Uma parcela um pouco menor que esta o utilizam para orientar as ações do dia a dia (58,8%) e para justificar suas atividades (53,7%).

Quais são as razões para este uso tão limitado? Por um lado, quase metade dos profissionais garante que lhes faltam habilidades analíticas para utilizar o Big Data (45,1%) e tempo para estudá-lo ou analisá-lo (35,9%). A análise dos depoimentos aponta que há uma correlação estatisticamente significativa entre a implementação do Big Data nas organizações e o conhecimento que os profissionais de comunicação possuem sobre o tema. No entanto, apenas uma minoria dos participantes do estudo está realmente atualizada neste campo.

Automação em RP e gestão da comunicação

O uso das redes sociais por parte da sociedade e das organizações mudou por completo o panorama da gestão da comunicação e o trabalho dos profissionais que atuam na área de relações públicas. No entanto, mais uma vez, os resultados que mostram o estudo empírico do LCM revelam uma lacuna entre a importância que os profissionais de comunicação outorgam às práticas automatizadas e a implementação real que vem ocorrendo em suas respectivas organizações.

De fato, sete em cada dez entrevistados acreditam que é importante a adaptação aos algoritmos de serviços on-line, como os motores de busca, mas apenas 37,5% os implantaram em seus próprios departamentos. As agências e as organizações públicas lideram a implementação dos algoritmos em suas rotinas de gestão, especialmente quanto às ferramentas que dão apoio à tomada de decisões.

Também se avaliou a relação existente entre o uso do Big Data para ações do dia a dia e a implementação dos algoritmos. Ambas tendências, o uso do Big Data e dos algoritmos estão fortemente relacionados no caso das ferramentas deste tipo, programadas para a criação, distribuição e adaptação do conteúdo.

Relações entre as agências e seus clientes

As transformações digitais estão mudando a comunicação tanto no interior dos departamentos quanto nas agências e com todos os prestadores de serviços que trabalham para eles. Na verdade, a contratação de agências, consultorias e consultores freelancers tornou-se uma prática cada vez mais comuns dentro da gestão da comunicação.

Os resultados do estudo constataram que as agências são contratadas, fundamentalmente, por sua criatividade e inovação (69,9%), em razão de seu conhecimento estratégico (69,6%) e por sua capacidade de explicar as tendências dos novos canais de comunicação (64, 7%). Na sequência, as agências são valorizadas por trazerem conselhos objetivos e independentes (59,2%), apoio adicional (55,1%) e experiência em mercados específicos (52,9%).

Novas formas de distribuir conteúdo

Além dos meios de comunicação, os social media influencers (SMI), assim como os defensores de marcas, são um novo grupo de líderes de opinião. Três quartos dos entrevistados pelo LCM (77,2%) consideraram que os SMIs são importantes para a execução de atividades estratégicas de comunicação. Por sua vez, 62% afirmaram que suas organizações já utilizam estratégias específicas para se comunicarem com os SMI. São as agências e as consultorias que lideram as estratégias com os SMI, tanto em relação à identificação (56,1%) quanto aquelas relacionadas à comunicação (54,2%).

Habilidades, conhecimentos e desenvolvimento de competências

As duas habilidades em que os entrevistados se autoavaliaram de forma mais favorável foram: a liderança de pessoas e grupos (73,8%) e o posicionamento estratégico (73,9%).

Os resultados constataram, também, o fim da diferença de gênero quanto à percepção das habilidades de gerenciamento. As organizações latino-americanas oferecem mais treinamento requeridos por profissionais nas áreas de gestão e negócios. No entanto, há um déficit na formação em aspectos técnicos relacionados à incorporação da análise de Big Data na área de social media: habilidades técnicas – como a programação de algoritmo ou habilidades informáticas em web – com uma lacuna de -52,5% e de conhecimentos técnicos – como compreensão sobre softwares de algoritmos, compreensão analítica do Big Data e conhecimento estatístico – com uma brecha de -52,3%.

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O paradoxo entre a música e o ritmo da sua empresa – Por Thedy Corrêa

A música faz parte de nossas vidas de uma forma tão constante que chega a ser quase imperceptível – ela está incorporada de uma forma tão constante e intensa, que muitas vezes nem nos damos conta de sua presença. Para algumas pessoas essa relação com a música é mais íntima e tem uma configuração quase que de dependência.

O fato é que o impacto da música em nossas vidas, nosso estado de espírito, ânimo e nossa disposição para o trabalho e para encarar desafios é objeto de estudos por cientistas ligados ao estudo do cérebro.

Alguns aspectos da relação da música e nossa percepção dela – a sua leitura e interpretação pelo nosso cérebro – ainda permanecem um mistério. Por qual motivo as músicas lentas nos acalmam e as de ritmo mais intenso nos estimulam? Por que as canções em tons menores nos levam à tristeza e à melancolia e as canções em tons maiores nos enchem de alegria? Aliás, para os ouvidos dos leigos, como eles assimilam essa percepção se nem sabem diferenciar os tons musicais? Mas o fato é que o impacto é inegável.

Algumas empresas já incorporaram a música como ferramenta de gestão. Os escritórios do Facebook, de Mark Zuckerberg – o jovem bilionário da internet – tem uma trilha sonora que vai muito além da simples música ambiente. Existe um DJ contratado para monitorar o desempenho, o estado de ânimo e motivação dos funcionários.

Mas, além desse aproveitamento quase óbvio, existe mais o que se aprender ou aproveitar com a música? A resposta é surpreendente para alguns, mas o mercado, a gestão e o empreendedorismo do mercado musical têm muito a ensinar. Desde a gestão – processos e planejamento –, até o trabalho em equipe e liderança, o mercado da música é farto de exemplos e ensinamentos.

Historicamente se tem a ideia que a música – seu mercado e suas relações – é dominada pela informalidade e por processos que pouco ou quase nada evoluíram com o passar do tempo. Excetuando o avanço tecnológico das gravações e armazenamento de arquivos de áudio, é bem verdade que em algum momento oshow businessfoi regido por instintos e especulações sem nenhum embasamento teórico. A sensação que se tinha era a de que se gastava muito mais do que se ganhava mas ninguém parecia se importar com isso. A fonte de recursos era inesgotável! Com a pirataria e o download de arquivos de áudio na internet tudo isso mudou. O castelo ruiu.

A saída foi a busca urgente por uma gestão enxuta e com resultados imediatos. As gravadoras passaram a ganhar pouco e gastar menos ainda. Oshow businessfoi aprender com os outros mercados e áreas de atuação como salvar o seu negócio. A ideia que se instaura nos dias de hoje é a de que esse aprendizado acabou se tornando uma via de mão dupla. Isso não significa que toda aquela informalidade tivesse algo a ensinar – pelo contrário.

A partir da necessidade se descobriu que a música sempre se utilizou de critérios, princípios e definições que nada mais eram do que verdadeiros espelhos da relação entre vida e arte. As estratégias e soluções do “meio musical” passam por conceitos aparentemente simples e que – em função da nossa proximidade com a música, citada no início – estariam ao alcance da compreensão de qualquer um. Ou seja, alguém que não seja músico, nem mesmo cantor dekaraokê, poderia compreender a lógica que se encerra nas estratégias musicais. E mais! O passo seguinte seria a aplicação dessas estratégias, princípios e soluções ao seu próprio mercado ou campo de atuação.

Há cerca de três anos criei – depois de larga pesquisa – uma apresentação que chamo de workshop onde essa linha de pensamento é apresentada e colocada ao alcance de todos que a assistem. No decorrer da apresentação são propostos exercícios onde se pode aplicar a troca de abordagens dentro do próprio ambiente de trabalho. São exercícios de imaginação, de estímulo sensorial e de busca de identidade a partir de novos parâmetros. Nada que se confunda com o apelo “motivacional” que muitas vezes é efêmero e superficial.

A oferta é de um conteúdo consistente e o seu resultado, mais profundo e duradouro – como deve ser todo o eficiente estímulo à reflexão. Resultados que ambicionam muito mais do que apenas uma hora e meia de simples troca de experiências. É fácil perceber que a linguagem musical torna mais fácil a quebra de alguns paradigmas e a fuga de soluções viciadas e conservadoras. Por isso mesmo, o workshop tem como subtítulo: soluções criativas.

Percorremos diferentes estilos musicais expondo suas particularidades de um modo que cada um possa aplicá-las ao seu próprio ambiente de trabalho. Dessa forma, pode-se experimentar uma nova visão desse ambiente e do seu papel dentro dele. E se cada um fosse um músico, componente de uma banda ou uma orquestra, qual seria o paralelo com sua função dentro de sua empresa?

Assim, o ambiente de trabalho – incluindo as pessoas que o compõe – ganha um olhar moderno e diferenciado. Naturalmente – e quase que por instinto – a aplicação desses conceitos já resulta em novas e criativas soluções para a condução de estratégias e do seu próprio dia-a-dia.

Thedy Corrêa, músico e vocalista da banda de rock “Nenhum de Nós” e palestrante da Insperiência, em que traz o paradoxo que o cantor expõe entre o mundo musical e as organizações contemporâneas sobre soluções criativas.

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Mais importante e consolidada conferência mundial de usuários de BI, analytics e mobilidade celebra 20 anos

Um dos eventos mais esperados do segmento de Business intelligence, o MicroStrategy World, chega à sua 20ª edição, reunindo em Washington, EUA, de 18 a 20 de abril, notáveis especialistas em analytics e mobilidade. Promovida pela MicroStrategy® Incorporated, um dos principais fornecedores mundiais de plataformas de software para empresas, a iniciativa é uma chance única para os clientes da companhia, globalmente, trocarem experiências e terem acesso às tendências e melhores práticas do mercado. Também será apresentada em primeira mão, a versão mais recente de sua plataforma analítica, a MicroStrategy 10.7, que traz uma série de melhorias para análises de Big Data e desenvolvimento de aplicativos móveis.

“Esta edição comemorativa dos 20 anos do evento será uma oportunidade importante para demonstrarmos nossa enorme capacidade de, ao longo de todos esses anos, nos mantermos em constante evolução e, ao mesmo tempo profundamente comprometidos com o sucesso das aplicações de nossos clientes. A MicroStrategy tem superado todos os modismos e investido fortemente para adequar suas soluções às principais tendências de mercado. Não é em vão que fomos os pioneiros em aliar o BI à mobilidade e um dos primeiros a disponibilizar uma plataforma analítica na nuvem. Foi assim também com análises de grandes volumes de dados, Big Data, Data Discovery e self-service BI. Estamos preparados e já apoiamos nossos clientes no desenvolvimento dos mais diversos tipos de projetos, com metodologia e comprometimento com os resultados que essas aplicações trarão para os seus negócios”, ressalta Flavio Bolieiro, VP América Latina da MicroStrategy.

O MicroStrategy World 2017 conta com uma vasta e diversificada grade de sessões. O Ministério do Trabalho do Brasil participará de um painel que mostrará como instituições governamentais têm utilizado os dados para responder aos seus mais complexos desafios, em todo o mundo. A instituição brasileira desenvolveu, com base na tecnologia da MicroStrategy, uma aplicação antifraude que permitiu ao governo bloquear mais de R$ 80 milhões, que seriam indevidamente pagos a um grupo de mais de dez mil trabalhadores que não tinham legalmente direito ao benefício. Além disso, especialistas em analytics e grandes empresas, como Bayer Consumer Health, BMC Software, Cisco Systems, eBay, Four Seasons Hotels and Resorts, compartilharão as melhores práticas, suas conquistas com a plataforma MicroStrategy 10 e como eles estão usando suas potencialidades para desenvolver soluções inovadoras e transformar digitalmente os negócios.

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Quanto perde o mercado de drones com a falta de regulamentação da ANAC?

No último dia 04, empresários do setor de drones acompanharam em tempo real a reunião de diretoria da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) onde um dos temas em pauta era a regulamentação de drones para fins comerciais. Para surpresa do mercado, mais uma vez, a decisão foi postergada. Um dos membros da reunião pediu vistas ao projeto frustrando toda a cadeia produtiva do setor. Diante disso, empresários do segmento estão se articulando via redes sociais a fim de promover ações que sensibilizem a agência. Todos são unânimes em afirmar as vantagens relacionadas aos aspectos econômicos gerados por mais contratos que produzam mais receitas, mas empregos e mais investimentos.

A regulamentação da ANAC para uso de drones com fins comerciais está em andamento desde 2014. Vale destacar o empenho da equipe técnica da ANAC para finalização desta regulamentação. Entretanto, o novo pedido de vista frustou a comunidade de empresários com a decisão da reunião de pedir mais prazo para análise.

De acordo com Emerson Granemann, um dos idealizadores da DroneShow Latin America, principal feira do setor de drones, é importante em curto prazo sensibilizar a ANAC a uma deliberação positiva, tendo em vista o longo período que a regulamentação está em espera na agência. O mercado como um todo só tem a ganhar com essa regulamentação. “A regulamentação da ANAC elevará o setor a um novo patamar, priorizando segurança jurídica e das operações e proporcionando demandas por projetos maiores. O mercado de trabalho é outro positivo, uma vez que a regulamentação permite a abertura de centenas de novas empresas e a geração de milhares de oportunidades de trabalho de alto valor agregado”, afirma o empresário.

A tecnologia embarcada nos drones é disruptiva. Ela permite uma infinidade de aplicações substituindo com vantagem processos existentes e também gerando demandas para atividades novas. Na inspeção de torres e linhas de transmissão, os dados visuais e digitais coletados pelos drones substituem os helicópteros, otimizam e trazem mais segurança as equipes de campo. No resgate de pessoas, os drones permitem uma rápida localização da vítima em terra ou no mar, permitindo que as equipes saibam a localização com mais precisão para o salvamento. Na área de seguros, os drones são usados tanto na vistoria da produção agrícola como na verificação de algum sinistro. Na agricultura, as aplicações são inúmeras desde a identificação digital das cabeças de gados dos grandes rebanhos, passando pela detecção de pragas, pulverização e geração de modelos digitais do terreno para planejamento da colheita e plantio.

“A demora na regulamentação, prejudica também os usuários que buscam mais produtividade, rapidez e segurança em seus projetos. Além disso um setor regulamentado permite valorizar as empresas e profissionais que atuam com seriedade frente iniciativas amadoras que geram produtos de baixa qualidade e que podem gerar riscos sérios de segurança”. É importante destacar que no Brasil a regulamentação do setor aéreo é dividida pela ANAC e pelo DECEA (Departamento de Controle do Espaço Aéreo). Por parte do DECEA, tudo que poderia ser feito dentro de suas atribuições constitucionais foi feito, todos aguardam agora a posição da ANAC”, finaliza Granemann.

Em maio, entre os dias 09 e 11 de maio, a ANAC e o DECEA participam da 3ª edição da DroneShow Latin América, maior feira do setor da América Latina, e o tema deverá será presente nos debates e nas diversas atividades previstas. ANAC e DECEA terão pontos de atendimento para esclarecer dúvidas da comunidade do setor.

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Plataforma brasileira de chat open source recebe aporte de 5 milhões de dólares

Em meados de 2015, quando o código do Rocket.Chat foi disponibilizado na internet, a ideia de seus criadores era apenas aprimorar um projeto de atendimento a clientes encomendado por uma empresa. Menos de dois anos depois, a trajetória premiada da plataforma de chat open source culminou em um aporte de US$ 5 milhões do fundo de investimentos americano especializado em tecnologia New Enterprise Associates (NEA).

O interesse da NEA pela plataforma surgiu a partir da percepção de que sistemas semelhantes a chats estão se tornando a norma dentro de empresas, tanto no relacionamento com consumidores, quanto em sua comunicação interna. O líder nesse segmento, de código fechado, já recebeu US$ 540 milhões em investimentos e hoje é avaliado em quase US$ 4 bilhões.

“Empresas precisam de ferramentas customizáveis, sofisticadas, escaláveis e de fácil integração com sistemas preexistentes. Assim, a plataforma de comunicação open source Rocket.Chat atende a uma demanda crítica do mercado”, explica Chetan Puttagunta, general partner da NEA. Harry Weller, um dos criadores do fundo americano, foi uma das únicas cinco pessoas que apareceram em todas as edições da lista dos “midas” do investimento em tecnologia da Forbes. Responsável pelo investimento na empresa brasileira, Harry faleceu pouco após o aporte, em novembro de 2016.

Para o Rocket.Chat, no curto prazo o investimento permitirá melhorar a usabilidade e desenvolver novas funcionalidades na plataforma, que é gratuita. Em longo prazo, a ideia é interconectar os servidores diferentes ao chat e abrir um canal de comunicação livre. “Vemos uma tendência mundial para a diminuição do uso de e-mail e o crescimento do WhatsApp. Mas esse é projetado para ser pessoal, e não corporativo. Queremos ser o WhatsApp corporativo”, afirma Gabriel Engel, fundador da empresa.

Parte essencial desse processo é a cooperação de desenvolvedores independentes em comunidades como o GitHub, que ajudam a implementar novas funcionalidades e a identificar e corrigir falhas na plataforma. São mais de 400 colaboradores nessa rede e Engel explica que a principal forma de recrutamento é justamente essa: escolher pessoas que já ofereceram contribuições interessantes para o projeto. Os interessados em entrar para a equipe fixa da empresa podem se candidatar em: https://rocket.chat/jobs.

Com mais de 100 mil servidores instalados e premiada pela Black Duck com o Open Source Rookies of the Year em 2015 e pela InfoWorld com o Bossie Awards: The best open source applications em 2016, o Rocket.Chat estima que seus usuários estão na casa dos 10 milhões. Para o fundador da empresa, uma das razões do sucesso da plataforma é o alto nível de segurança e extensibilidade: “Hoje se entende que softwares abertos são mais confiáveis por serem muito mais testados e auditados do que os fechados. Nós construímos junto à comunidade de desenvolvedores o que as empresas precisam e, assim, estamos constantemente inovando”, diz Engel.

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EY patrocina conferência em Harvard e MIT

Com o objetivo de fomentar o debate de temas que impactam o atual momento político e econômico do Brasil e seu futuro, a EY participa, nos dias 7 e 8 de abril, da terceira edição da Brazil Conference, evento organizado por estudantes brasileiros da Universidade Harvard e do Massachusetts Institute of Technology (MIT).

Luiz Sérgio, CEO da EY Brasil, participará como mediador do painel “Can Brazilian companies be protagonists in the global economy?”, onde poderá ampliar a discussão sobre a internacionalização das empresas brasileiras e como elas podem se tornar protagonistas na economia global.

Já Daniel Levites, sócio da EY de serviços financeiros nos Estados Unidos, colocará em discussão como o Brasil, que já se destaca enquanto destino de investimento direto de estrangeiros pode ampliar ainda mais este fluxo, no painel “How can we create a country more attractive for investments?”. Para contribuir com o tema, com sua experise, Mike Inserra, vice-presidente da EY para as Américas, participa do mesmo debate.

“Para nós, participar de um evento dessa dimensão é muito importante. Além de contribuirmos com uma discussão relevante, podemos trazer casos reais da nossa expertise atuando junto a empresas brasileiras e internacionais”, afirma Luiz Sérgio CEO da EY Brasil.

A conferência também contará com a participação de palestrantes dos setores público, lideranças políticas, pesquisadores e professores de ambas universidades, empresários, empreendedores e artistas. A missão da conferência é fomentar um ambiente de respeito à diversidade ideológica, social e política.

A programação completa da Brazil Conference 2017 pode ser encontrada no site http://www.brazilconference.org/2017/en/home/.

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Microsoft nomeia Mariano Amartino diretor de Startups para a América Latina

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Mariano Amartino foi designado para o cargo de diretor de Startups da Microsoft América Latina. Ele ficará subordinado diretamente ao diretor geral de Inteligência Artificial e Inovação para a região, Fabio Scopeta. Em seu novo cargo, Mariano terá a responsabilidade de liderar a estratégia da Microsoft focada no ecossistema das startups latino-americanas, para impulsionar a inovação na América Latina.

Mariano tem ampla experiência como empreendedor e blogueiro. Foi CEO da Hipertextual e membro do conselho de administração de várias startups. Além disso, ele cobre temas relativos a comunidades online, internet e novos meios no portal uberbin.net, um dos primeiros blogs de tecnologia editados em espanhol. Depois de atuar como empreendedor durante quase duas décadas, ele dirigiu a Wayra, a aceleradora de empreendimentos da Telefónica na América Latina, que apoiou mais de 500 startups, tanto em âmbito global como regional.

Mariano tem conhecimentos sólidos sobre o funcionamento dos ecossistemas de inovação, desde uma perspectiva regional e local, além de ter tido conquistas relevantes ao apoiar empreendimentos em seu crescimento.

“Estou encantado por poder fazer parte da Microsoft e sua equipe. Durante anos, a Microsoft vem inovando constantemente as plataformas tecnológicas e liderando de forma consistente as diferentes ondas tecnológicas”, declara Mariano.

Devido a sua paixão pelo empreendedorismo e por novas tecnologias, Mariano viveu em diversos países e seu atual cargo na Microsoft América Latina o levará para a Argentina, de onde irá trabalhar para apoiar empreendedores em toda a região com tecnologias que possam impulsionar seus projetos.

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Primeiras aeronaves KC-390 serão entregues em 2018

A Força Aérea Brasileira vai receber duas aeronaves KC-390 até o final de 2018, resultado de uma parceria entre FAB e a Embraer. A informação foi passada durante coletiva sobre o programa, realizada durante a LAAD Defence & Security no Rio de Janeiro. O diretor do programa KC-390 na Embraer, Paulo Gastão Silva, deu detalhes sobre o andamento do projeto e explicou que o contrato, assinado em 2014, prevê a entrega de 28 aeronaves deste tipo ao longo de 12 anos.

Um dos aviões, o primeiro da série a ser entregue, está em fase de montagem da fuselagem e da asa. O segundo já foi iniciado. Além disso, atualmente, dois protótipos estão sendo usados para ensaios e, juntos, acumulam mais de 900 horas de voo. “Os resultados dos ensaios confirmam as previsões do projeto. Nossos testes são realizados em conjunto com a Força Aérea Brasileira e o Exército”, explicou Gastão Silva.

O diretor ressaltou, ainda, que durante as simulações nenhum acidente foi registrado e que o desempenho da aeronave é diferenciado e tem sido elogiado pelos militares brasileiros. Os próximos passos no planejamento do programa KC-390 incluem a continuidade dos ensaios de certificação para sistemas e performance. Um dos protótipos deve ser levado para o Paris Air Show também.

Sobre uma variante civil do avião, Gastão Silva disse que a ideia sempre fez parte dos planos do programa. ‘Esse interesse já vem se concretizando e devemos competir também nessa fatia de mercado. Mas não posso dar mais detalhes’, finalizou.

Presente na coletiva, o presidente e CEO da Embraer Defesa e Segurança, Jackson Schneider, adiantou que a entrega das duas aeronaves para o próximo ano vai acontecer em etapas. Um avião chega no primeiro semestre de 2018 e o próximo no segundo semestre do mesmo ano. Para 2019, ele contou que três aviões encontram-se em desenvolvimento

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Marcos Custódio é escolhido profissional de Tecnologia pela ABRADi-SP

Marcos Custódio, country manager da WebCEO, empresa europeia de soluções SEO com conceito whitelabel, é um dos 11 profissionais digitais premiados pela ABRADi-SP – Associação Brasileira dos Agentes Digitais de São Paulo. O executivo, que venceu na categoria Tecnologia, avalia que a premiação se deu em razão do modelo de negócios da empresa, que promove mudança de foco na maneira como se geram leads, além da utilização do conceito whitelabel. “O SEO traz resultados orgânicos e naturais na internet. As ferramentas WebCEO proveem conhecimentos profundos sobre posicionamento, buscas, concorrência etc., o que garante informações estratégicas para a tomada de decisão e o endereçamento cirúrgico das ofertas,” explica Custódio.

Para ele, ganhar esse prêmio ajuda na aproximação da empresa, recém chegada ao Brasil, ao mercado digital e seus profissionais, que podem confiar tanto na tecnologia como em quem está à frente para apoiar as agências a entrarem nos procedimentos de SEO. “Vale lembrar que o prêmio existe como forma de reconhecimento do dia do profissional digital,” comenta o executivo.

Na primeira fase do 2º Prêmio ABRADi-SP Profissional Digital foram indicados mais de 500 profissionais do mercado para as 11 categorias: Mídia, Planejamento, Negócios, Tecnologia, Programação Web, Programação Mobile, Arquitetura da Informação, Criação, Conteúdo, Gestão de Projetos, Business Intelligence. Os 33 finalistas que entraram para a fase final foram selecionados por indicação pública, auditada pelo corpo de jurados composto por Silvio Soledade (diretor cultural e financeiro da APP e CEO da Plano & Gestão), Flavio Horta (CEO da Digitalks), Alexis Pagliarini (Superintendente da FENAPRO), Ramon Oliveira (fundador do Instituto Mestre GP), Tiago Yonamine (CEO da Trampos), Daniel Rosa (diretor de publicidade do ADNews e CEO da Dainet), Anderson de Andrade (presidente da ABRADi Nacional e CEO da A2C), Bernardo Castello Branco (presidente da ABRADi-SP e CEO da Casulo Apresentações Vencedoras), Daltro Martins (vice-presidente da ABRADi-SP e Diretor da New Brasil) e Paulo Centenaro (diretor-executivo da ABRADi-SP). Depois, abriu-se a votação para o público.

Marcos Custódio é graduado em administração de empresas e redes de computadores e conta com várias certificações como Google Adwords Search, Google GDN, ACE, ITIL, ISO2700, CSSA Sonicwall, Endian ECSA. O executivo atua há 10 anos no mercado de tecnologia, quando começou como estagiário do Banco Panamericano, onde também foi coordenador de TI. Em 2014, passou a se dedicar ao desenvolvimento de clientes para a WebCEO, fomentando novos negócios, baseados na especialização em tecnologia de marketing e assumiu recentemente o comando das operações da companhia inglesa no Brasil.

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