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Mulheres se unem e lançam a primeira aceleradora de projetos com foco em mães empreendedoras

Em 85% das empresas brasileiras, menos da metade das funcionárias retornam à vida profissional após a licença-maternidade. Foi com esse dado em mãos, somado ao nascimento de seu filho, que a empresária Dani Junco decidiu se unir a outras 4 profissionais e criar a B2Mamy, primeira aceleradora de projetos com foco em mães empreendedoras. O projeto, que acaba de ser incubado pela empresa paulistana Yello Hello, tem como objetivo impulsionar e consolidar negócios de mulheres que vivem essa realidade.

A pesquisa, realizada pela consultoria Robert Half, reflete a realidade de muitas mulheres no país, que não conseguem conciliar a maternidade à vida profissional e acabam recorrendo ao empreendedorismo como forma de geração de renda e flexibilização de horário. Com a experiência das sócias na mentoria de empresas Startups, a B2Mamy criou uma metodologia de aceleração em uma trilha que dissemina informações essenciais para empreendedoras, preparando as mães para apresentá-los a investidores e norteando as ações estratégicas do seu negócio.

“Quando não temos filhos, já é bem difícil a gente trabalhar com algo que não gostamos e não acreditamos. Quando nos tornamos mães, cada segundo longe dos nossos filhos tem que fazer muito sentido”, afirma Dani Junco.

Por isso, o intuito do programa é não só orientar as mães que tem ideias de negócios, mas também trazer investimento para aqueles selecionados, de forma a impulsioná-los de forma sustentável, introduzindo essas mulheres ao mundo das startups e dando a elas oportunidade reais de ascensão profissional.

“Acreditamos que uma mãe pode encontrar um caminho de equilíbrio entre sucesso profissional e participação ativa na educação e criação dos filhos e é para isto que trabalhamos”, explica Dani.

A iniciativa é organizada em duas grandes frentes, para impulsionar negócios de acordo com a fase em que cada mãe se encontra:
Trilha offline – É o primeiro passo da jornada e consiste em diversos eventos e iniciativas voltados para o desenvolvimento do negócio, em qualquer fase que ele esteja. A equipe B2Mamy e uma rede de mentores (composta por mulheres e homens com negócios já consolidados), dão orientação e suporte para estruturar as ideias ou rever a base de planejamento de uma empresa estabelecida. É nessa fase também que os projetos com mais potencial são selecionados para serem acelerados e posteriormente apresentados a investidores. Fazem parte dessa trilha o B2Mamy Start, o B2Mamy HandsOn e o B2Mamy Pulse.

Trilha online – Uma vez parte da rede de empreendedoras, as mães tem ainda acesso ao B2Mamy Net, uma plataforma desenhada para conectar mulheres com empresas em sintonia. O intuito é fomentar o networking, gerando parcerias e novos negócios. Em apenas 3 meses de existência a rede já conectou mais de 30 mães e movimentou R$40 mil em negócios.

Próximos eventos

As inscrições já estão abertas para o próximo B2Mamy Start, que acontece dia 27 de abril em São Paulo. O START é o primeiro passo da trilha empreendedora do B2Mamy e tem o propósito de conceder às mães, as ferramentas necessárias para elas acelerarem sua caminhada com sua empresa ou impulsionar ideias de alto impacto que ainda não saíram do papel. A participante sairá do evento com um mapa de como seguir dali para frente e com uma rede de contatos e mentores que ela poderá (e deverá) acionar durante a essa jornada.

B2Mamy START
Quando: 27/04/17
Local: YelloHello – Rua Arthur de Azevedo, 560 – Pinheiros – São Paulo/SP
Inscrições: R$200,00 (https://www.sympla.com.br/b2mamy-start—-sao-paulo__128878)
Descrição: O B2Mamy START tem a duração de 1 dia. O grupo é de até 25 empresas, onde as participantes apresentam as suas ideias e em cima delas será dada a direção de um plano ágil de negócio.

Programa:
• Abertura e Aquecimento;
• Apresentação das Ideias;
• Estruturação do negócio | Workshop de planejamento estratégico;
• Mentorias de experts do mercado e voluntários para ajudar com ferramentas de trabalho como programas de gestão, design, finanças e networking;
• Estruturação do negócio | Workshop de Pitch;
• Votação das ideias mais estruturadas na jornada para os próximos passos do B2Mamy.

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Gestão de compras: quatro erros que as PMEs devem evitar

Quando bem administrada, a área de gestão de compras pode proporcionar benefícios para todos os setores de uma PME. No entanto, para que essa otimização possa ser alcançada, é preciso ficar atento e evitar alguns erros que comprometam todo o planejamento e prejudicar os resultados.

Carlos Campos, Sócio Diretor da Nimbi, empresa especializada em soluções para a cadeia de suprimentos, aponta quatro erros que devem ser evitados na área de supply chain. Confira!

Tratar os processos da mesma forma: Para ser estratégico e ter uma melhor performance nas negociações, é preciso entender que cada categoria é diferente. O primeiro a se fazer é uma categorização, definindo itens de matéria-prima e os itens indiretos, como materiais de escritório, ferramentas, produtos para limpeza, entre outras coisas. Depois, para cada uma das categorias será adotada uma estratégia diferente. A relação com um fornecedor de um item estratégico para a empresa requer maior atenção e cuidado na negociação. Entenda o impacto do produto para o negócio e a complexidade do mercado – se há outros fornecedores do mesmo material.

Não dar atenção ao TCO – Total cost of ownership: não negocie um produto levando em conta apenas o seu preço. Ao realizar uma compra, o gestor deve considerar todos os custos envolvidos na operação, como frete e futuras manutenções. O TCO é um indicador de extrema importância, pois analisa todos os custos de uma empresa tem para manter ou adquirir certos tipos de ativos.

Não fazer processo de investigação dos fornecedores: uma investigação completa sobre os fornecedores é fundamental, pois sua qualidade gera impacto direto sobre o sucesso das operações. Essa também é uma forma de maximizar as vantagens e minimizar riscos como má qualidade de produtos, dificuldades burocráticas, origem duvidosa e até mesmo fraudes. Avalie a confiabilidade do fornecedor utilizando a qualidade, origem e reputação como indicadores. Sempre há o risco de que os produtos sejam de precedência incerta, ou de que são produzidos de forma irregular, por meio de trabalho escravo ou infantil.

Não investir na qualificação de um profissional de compras: é muito importante ter conhecimento suficiente para realizar as operações de compra. Existem diversas técnicas de negociação, balizamento de preços e gestão que um gestor deve dominar. Muitas empresas de menor porte costumam atribuir essa função para um colaborador de outra área, como alguém da área administrativa por exemplo.

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Qual é o melhor modelo de precificação para trabalho como freelancer?

Por Cristiano Mendes, Diretor de Produtos da GoDaddy para América Latina, maior plataforma de cloud dedicada a pequenos negócios e empreendimentos independentes

Essa é provavelmente a maior pergunta que qualquer freelancer: qual a melhor forma de precificar meus serviços? Qual o melhor modelo para o meu negócio?

Normalmente, é o departamento de recursos humanos que decide o valor de um funcionário numa empresa e muitos tendem a subestimar as habilidades do profissional fora da organização, desconsiderando os conhecimentos e habilidades que ele não necessariamente aplica na companhia. Por isso, uma vez que contamos as horas e salários da maioria dos desenvolvedores e web designers que trabalham em tempo integral, a desvalorização é ainda mais pronunciada, já que existem fatores que não foram inicialmente considerados.

Portanto, para ter uma boa ideia do seu valor, considere o que você traz de benefícios para um cliente que precisa de um novo site e não tem tempo, habilidades ou ambos para fazê-lo sozinho.

De acordo com Cody Landefeld, consultor web da Mode Effect com experiência no mercado, para decidir sobre um modelo de precificação, considere esses quatro fatores:

1. Determine o verdadeiro valor do seu negócio

Como qualquer negócio, o design e desenvolvimento de sites requer ferramentas que custam dinheiro. Esses são os investimentos que devem ser contabilizados na hora de pensar no seu modelo de precificação. Portanto, a primeira coisa que deve ser feita é listar esses custos, por exemplo:

Equipamentos: computadores, monitores, softwares e manutenção.
Licenças e assinaturas: hospedagem, domínios, add-ons premium para softwares, como Shutterstock, ThemeFoster, plataformas para gerenciamento e etc.
Despesas gerais: Internet, telefone, aluguel (mesmo se você trabalha de casa), utilidades.
Tudo isso é o quanto você investe no seu negócio simplesmente para ele existir. Mesmo parecendo que você não gasta nada trabalhando de casa, você está usando mais coisas do que você usaria se trabalhasse numa empresa. Por exemplo, eletricidade que estará ligada por longos períodos de tempo.

Em segundo lugar, pense nos gastos direcionados para o desenvolvimento e manutenção de suas habilidades técnicas necessárias para o projeto. Isso pode incluir:

Treinamento e cursos: valores e gastos relacionados a aulas e transporte.
Marketing: custos com publicidade, ingressos e viagens para eventos do setor, blog sobre seu negócio (ou se você contrata alguém para a produção desse conteúdo), tempo gasto em mídias sociais (promovendo seus serviços).
Tudo isso deve ser adicionado aos seus custos operacionais.

2. Eduque seus clientes sobre seus custos

“É melhor para web designers me cobrar por hora trabalhada ou por projeto?”

Essa é a pergunta que seus clientes vão fazer quando visualizarem seu portfólio. No entanto, não é uma forma justa de encarar o valor do seu trabalho como profissional web. Talvez uma conversa mais ampla sobre custos de criação de sites para o cliente e para o provedor, por exemplo, pode ser esclarecedora para o cliente entender o valor real de cada processo.

Modelos e guias prontos de precificação são excelentes exemplos para mostrar o básico sobre custos de desenvolvimento necessários para construir um site simples e eficiente. Um bom manual de diretrizes pode ajudar a educar os clientes sobre os gastos reais para eles e para o desenvolvedor que ele contratar.

Em adição a isso, atualmente existe uma demanda sobre transparência. Se você utiliza ferramentas conhecidas e bem avaliadas no mercado, não tem porque não abrir a informação de valores de registro de domínios, hospedagem, templates, plug-ins, e suporte ao conteúdo para seus clientes.

3. Entenda os pros e os contras da cobrança por hora vs por projeto

Se você considera estabelecer uma taxa fixa uma tarefa difícil, decidir como cobrar seus serviços pode ser igualmente desafiador. Opiniões e preferências sobre precificação por hora ou projeto variam de pessoa para pessoa (tanto profissionais quanto clientes).

Cobrança por hora

A maioria dos freelancers começam cobrando por hora, pois não sabem exatamente quanto deveriam cobrar. Muitos usarão como base os salários de experiências antigas, muitas vezes de regime tradicional. No entanto, seguindo essa lógica, se você for realmente cobrar por hora, você deve pesquisar o valor pago para funcionários com seu nível de expertise e então adicionar os custos listados acima.

Alguns dos benefícios da cobrança por hora são que te dá uma ideia mais concreta sobre quanto tempo leva para concluir diferentes projetos, o que pode te ajudar no planejamento de seu cronograma, ajuda o cliente a ter mais noção do valor do seu tempo e torna a cobrança mais prática caso você ofereça serviços adicionais, fora do pacote (como a criação de um logo ou animação).

Cobrança por projeto

Muitos clientes pedem pelo valor do projeto como um todo porque é mais fácil de calcular em seus orçamentos de marketing. Existem diversas vantagens para os freelancers nesse modelo de cobrança, como te ajudar a obter lucro mais rápido, já que você vai aprimorar suas habilidades e pode terminar o projeto com mais agilidade; os clientes tendem a ver mais valor, pois eles estão acompanhando o mesmo relógio que o seu durante a etapa de criação do design; você pode cobrar por serviços pequenos e simples separadamente de forma que o cliente consiga pagar por cada um, um de cada vez, conforme necessário.

Além disso, passar a cobrar por projeto pode ser um indicativo de que você está a um passo da cobrança por hora.

Uma vez que você identifica o uso do seu tempo em diferentes tipos de projetos, você pode prever com mais precisão quanta horas são necessárias para cada atividade. Converta essas horas em honorários do projeto e calcule também nas interrupções e gastos extras que podem surgir e adicionar custos.

4. Considere misturar as duas opções e ofereça um modelo híbrido de precificação

Alguns designers cobram um valor fechado para o desenvolvimento do site e depois por hora trabalhada para serviços adicionais que não fazem parte do escopo do projeto. Como por exemplo, manutenção do site, atualização de software e conteúdo e mudanças depois do término do site.

Esse modelo misturado pode ser favorável, pois permite certa flexibilidade, evitando renegociações demoradas caso o cliente peça por algum serviço que não estava considerado no projeto inicial.

De qualquer forma, utilize seu modelo de precificação para lembrar os clientes de que a cobrança é principalmente pela criação do design e desenvolvimento, que são as etapas mais trabalhosas. Nem todos os clientes entenderão o valor verdadeiro necessário para criar um site e colocá-lo no ar, mas mostrando tudo de forma clara e transparente, será mais fácil de ajuda-los a perceber.

Pode levar um tempo até que você ajuste o modelo e adote o melhor para seu trabalho, equilibrando seus gastos, o valor entregue ao cliente e o tempo que você leva para criar um site, mas com tempo e experiência, você vai encontrar o correto e que funcione melhor para você. Dessa forma, você poderá se manter competitivo enquanto gera uma renda sustentável e faz o que ama.

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Por que toda companhia precisa modernizar sua fábrica de software? – Por Otto Berkes

Há décadas, o software é parte fundamental de qualquer negócio, estando presente todas as áreas de uma empresa, como vendas, marketing, desenvolvimento, recursos humanos e finanças. Mas, na economia digital, o software deixou de ser apenas um mecanismo para aumentar a eficiência do negócio e se tornou uma ferramenta primordial no engajamento dos clientes. Hoje, a entrega contínua e a alta qualidade da experiência digital dos clientes são a base do sucesso de marcas e dos negócios.

Mesmo diante deste cenário, muitas companhias ainda não se estruturaram tecnologicamente para conseguir atender às demandas de seus clientes. O antigo processo de abordagem em cascata – focado em estabilidade, em detrimento da evolução rápida – simplesmente não oferece mais os resultados que os clientes desejam. Também não cria a escala de entrega de software necessária para satisfazer as necessidades de um negócio verdadeiramente digital. O processo de desenvolvimento e entrega de software deve ser transformado para atingir os objetivos de qualquer operação de produção atual, com ênfase em alto rendimento, consistência, qualidade, automação e eficiência de recursos. E, para alcançar esses objetivos, é fundamental desenvolver o que chamamos de uma Moderna Fábrica de Software. Importante ressaltar: o termo não tem relação com os prestadores de serviços de desenvolvimento de código terceirizado. A Moderna Fábrica de Software é uma abstração que coloca o software no centro de todos os tipos de empresas, como forma de permitir respostas rápidas, assertivas e flexíveis aos desafios de negócios.

Qualquer organização que planeja prosperar nos próximos anos deve ter uma nova fábrica de software em construção. Uma pesquisa recente conduzida pela CA, em parceria com a Coleman Parkes, apontou que quanto mais as empresas adotam novas abordagens, como Agile e DevOps, maior é o impacto positivo identificado em seus negócios. Por exemplo, expandir práticas ágeis para toda a empresa, ultrapassando os limites do desenvolvimento, aumenta o desempenho em 33%. E, ao adotar práticas de DevOps na cultura da organização, a performance das companhias aumenta em 35%. É por meio destes recursos tecnológicos que uma empresa digital pode entregar serviços de maior valor, velocidade e confiabilidade para seus clientes.

Uma jornada da fábrica de software demanda talento, ferramentas e processos bem definidos. Um bom ponto de partida é agilizar o sequenciamento e a orquestração da construção, teste e implementação de software. Essa mudança tornará possível melhorar a entrega das experiências do usuário. Além disso, é importante reconhecer que vestígios do método antigo de desenvolvimento podem ser encontrados e isso não necessariamente representará um problema. Faz parte da jornada da transformação digital reconhecer que o caminho é tortuoso.

O passo seguinte é avaliar a situação atual de sua fábrica. Você conhece os detalhes de como o software é criado e distribuído em sua organização? Você tem os processos e ferramentas para suportar o desenvolvimento de alta velocidade? Para ter uma visão real, recue e busque uma ampla gama de opiniões, incluindo de céticos. Todas as restrições no sistema precisam ser visíveis para que a companhia entenda claramente suas lacunas e determine onde seu precioso tempo e recursos serão melhor aproveitados.

Por fim, o último passo é mapear o futuro. A chave para a transformação digital começa com a compreensão de que o foco principal está fora, em seus clientes. O software que você constrói e entrega não é um ajuste para o seu negócio; ele é a essência de como você cria valor e diferencia sua marca.

Otto Berkes, CTO da CA Technologies

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PA Glocal se consolida como holding de inteligência em criação de valor

Com mais de 35 anos atuando diretamente na área de TI, o executivo formado em matemática, Allan Pires, não vive apenas de números. Empreendedor desde muito cedo, consultor do projeto de exportação da APEX/SOFTEX e conhecido por apoiar o processo de crescimento e conquista de mercados de várias empresas de TI, entre elas da PC Sistemas – comprada posteriormente pela TOTVS pelo valor de R$ 95 milhões – busca alçar voos cada vez mais altos, com a ampliação de sua participação no mercado brasileiro e internacional ao anunciar a holding PA Glocal.

A ideia surgiu como resultado do planejamento estratégico das operações em que o executivo está envolvido como CEO e investidor. A partir de abril, a consultoria, que passa agora a ter a missão de criar valor para seus clientes e parceiros, se transformará em uma holding responsável por descobrir, desenvolver e distribuir inteligências vindas de qualquer parte do globo (seja em soluções tecnológicas, metodologias ou processos) como a multinacional Targit, especializada em Business Intelligence, trazida por ele para o Brasil; a startup goiana goGeo de Big Data Geoespacial, na qual Allan acompanha o crescimento desde o início das operações e que foi responsável por investir R$ 5 milhões a partir de recursos próprios; e da PA Latinoamericana, braço de consultoria de gestão do grupo. A união dessas marcas, atreladas ao nome da PA Glocal, devem movimentar somente no mercado brasileiro R$ 16 milhões nos próximos dois anos.

“A PA Glocal unirá simultaneamente inteligências globais e adaptações aos mercados locais onde nós, ou nossos parceiros, temos foco. Isso porque possuímos mercados ativos no Brasil, América Latina e Estados Unidos, onde apoiamos diretamente os nossos clientes, parceiros tecnológicos e de distribuição a criarem valores em seus negócios como acontece com a solução de Big Data Geoespacial goGeo”, conclui Allan.

A PA Glocal conta com escritórios na cidade de São Paulo, Goiânia e no Texas, estado norte americano com 2º maior produto interno bruto do país. A ideia do então CEO da holding é duplicar de tamanho, com o anúncio de novas alianças nacionais e internacionais, além de prever o aumento da carteira de clientes de 450 para 700 até 2019. A PA Glocal conta com nomes como Siagri, PC Sistemas, EBM, FastShop, Leites Mococa, Banco Semear, Mapfre Seguros, Terral, entre outros nomes referência no mercado. “A intenção com a criação da holding e consolidação das operações é ganhar sinergias da capacidade humana instalada, networking, tecnologias, canais de vendas, marketing e finanças e, com isto, potencializar novos resultados a todas as organizações do nosso ecossistema ”, diz Allan.

Conheça as empresas que fazem parte da holding PA Glocal:

goGeo

Muito se fala sobre o Big Data e como o acesso cada vez maior a diversos dados vai revolucionar o mercado de profissionais tomadores de decisões. Um exemplo disso são aplicativos de localização geoespacial como Waze, Google Maps e Foursquare que usam dados de tráfego e do próprio motorista para achar o melhor caminho, com menos trânsito, ou até mesmo a localização de um restaurante ou posto de gasolina mais barato. O fato é que as aplicações Geoespaciais hoje representam uma indústria de 250 bilhões de dólares, duas vezes maior do que a de videogames. Allan enxergou um grande potencial de crescimento diante de um mercado altamente lucrativo e, há dois anos, investiu R$ 5 milhões a partir de recursos próprios para garantir o crescimento da startup, que torna possível uma empresa desenvolver, num único dia, aplicações que explorem análise de tempo real com Big Data Geoespacial. O CEO explica que nenhum outro produto no mercado possui essa habilidade, tornando a startup uma unidade de negócios lucrativa dentro da PA Glocal. “A aplicação é pelo menos cinco vezes mais econômica e até 50% mais rápida na hora de processar dados e analisar através de geolocalização. Essa agilidade é fundamental na hora da tomada de decisão”.

Targit

A Targit é especializada em Business Intelligence e conta com mais de cinco mil clientes mundialmente. Trazida pelo executivo em 2010 para o Brasil, a multinacional possui sede na Dinamarca e subsidiárias em Tampa, Flórida e Boston. Conta com mais de 12 escritórios distribuídos no mundo e concentra mais de quatro mil clientes e mais de 350 usuários da sua solução. Por conta de uma de suas principais características, que é a de viabilizar a captura das informações por meio de acessos rápidos no sistema, a Targit é o desenvolvedor europeu de produtos de BI que mais cresce. Desde 2010, a multinacional almeja ter um crescimento de 30% anualmente. Allan ressalta que o mercado está cada vez mais receptivo para ferramentas de exploração de dados. “Com o BI, as empresas não precisam mais olhar o futuro pelo retrovisor. É possível trazer áreas extremamente complexas para o mundo dos gráficos e dos números gerenciais e este processo só tende a melhorar com o tempo. Os novos formatos oferecem mais subsídios para os empresários, tendo em vista as suas capacidades competitivas”, finaliza o CEO.

PA LATINOAMERICANA

A Consultoria em gestão oferece soluções de planejamento estratégico, marketing, estratégias go to market, programas de canais e alianças, recrutamento, seleção e gestão de revendas e de operações, fusões e aquisições, gerenciamento compartilhado e turnaround, entre outros.

Perfil Allan Pires: CEO para América Latina e Texas da PA Glocal, Allan Pires tem atuado por mais de 35 anos na área de tecnologia da informação. É também como Professor Universitário de Gestão de Negócios e TI em cursos de graduação e pós-graduação. É formado em matemática, com pós-graduação em Análise de Sistemas, Administração de Empresas e MBA Executivo Internacional pelas instituições: Fundação Instituto de Administração FIA USP, University of Cambridge, EM LYON e Vanderbilt University.

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Duratex inaugura sua primeira Sala de Inovação na Paraíba

Buscando cada vez mais a inovação em seus processos, a Duratex inaugura a sua primeira Sala de Inovação na unidade de louças sanitárias Deca – uma de suas marcas – no Estado da Paraíba. O espaço tem como objetivo aproximar os colaboradores operacionais, que atuam no chão de fábrica, dos projetos corporativos, envolvendo-os nos desafios que precisam de novas soluções.
Na Sala de Inovação os colaboradores podem apresentar ideias que são coordenadas por uma equipe multidisciplinar, composta por colaboradores com perfil inovador. As melhores propostas são avaliadas por estes líderes, ao final de cada mês, e as mais inovadoras são selecionadas e colocadas em prática na empresa.

“Por atuarem diretamente na produção das louças Deca, os colaboradores que trabalham no processo de produção têm muito conhecimento sobre os produtos e podem sugerir grandes ideias para os negócios. Nós queremos, cada vez mais, incentivar estes trabalhadores a buscarem novas ideias e soluções de desafios de forma mais humana e colaborativa”, avalia Saulo Pimentel, gerente industrial de Louças Deca na unidade Paraíba.

O conforto e a funcionalidade foram priorizados no espaço para que os frequentadores usufruam de um local tranquilo e instigante para o surgimento de novas propostas. A Sala foi decorada com móveis e estruturas desenvolvidas a partir da reciclagem de resíduos e possui duas bibliotecas, uma física e outra digital, de acesso livre a todos.

Para abrir as portas do espaço, a Duratex realizou uma pesquisa de benchmarking com as empresas mais inovadoras do País para ampliar sua visão na tomada de decisões. Um dos resultados desse trabalho foi a decisão pela abertura de um canal direto com os colaboradores para que eles mesmos fossem os autores de algumas ideias. “A Sala de Inovação é um marco para a Duratex por simbolizar o início de uma nova era. Queremos que nossos colaboradores se sintam inspirados a participarem das discussões na Sala. Todas as ideias geradas são extremamente importantes, mesmo que não sejam utilizadas naquele momento. São elas que, a médio e longo prazo, poderão gerar novos negócios e parcerias para empresa, que também beneficiarão a todos os colaboradores”, afirma Pimentel.

A unidade de louças da Deca, na Paraíba, desenvolveu a primeira Sala de Inovação pelo empenho e interesse demonstrado pelos colaboradores da unidade. “A Paraíba foi apenas a primeira unidade a desenvolver o trabalho e nosso objetivo é ampliar e criar a Sala em outras unidades do País”, diz o gerente. Ele ainda informa que a Sala vem para reforçar a cultura de inovação existente na Duratex, que hoje é disseminada por meio de diversos programas, como o Imagine. Nele, os colaboradores de todos os níveis hierárquicos e de qualquer uma das unidades de negócios da empresa (Deca e Madeira) são estimulados a inscrever suas ideias inovadoras. As melhores sugestões rendem aos autores prêmios em dinheiro como forma de reconhecimento e incentivo.

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Inscrições abertas para o programa Global Scholars da Cargill

A Cargill está com inscrições abertas para a 5ª edição do Programa Global Scholars, que tem como objetivo formar novos líderes ao redor do mundo. Os alunos selecionados poderão contar com apoio financeiro de 2,5 mil dólares, por até dois anos, para auxiliar com quaisquer despesas relacionadas à vida acadêmica. Além de terem a oportunidade de vivenciar a experiência de liderança por meio de seminários, eventos de networking e programa de mentoria com executivos da empresa.

Em parceria com o IIE (International Institute of Education), serão selecionados 10 estudantes de Engenharia de Produção, Engenharia Industrial, Mecânica, Elétrica, Agronômica/Agronomia,Tecnologia de Alimentos/Engenharia de Alimentos e Nutrição com excelente desempenho acadêmico e potencial de liderança de 9 universidades brasileiras (confira a lista abaixo). Para participar, os alunos devem estar matriculados entre o segundo e sexto semestre letivo, além de ter uma média global acima de 7,5 e proficiência na língua inglesa. As inscrições podem ser feitas até o dia 20 de abril pelo site www.cargillglobalscholars.com

Depois de escolhidos, os estudantes participaram de um seminário que aborda a liderança e de uma série de atividades criadas para aprimorar o pensamento crítico e capacitá-los para trabalhar em grandes empresas mundiais. Já a partir do segundo ano, os estudantes participam do Programa de Liderança Global, realizado na sede da Cargill, em Minneapolis, nos Estados Unidos.

Confira a lista de Universidades participantes:

– Universidade Federal de Goiás (UFG)
– Universidade Federal do Paraná (UFPR)
– Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
– Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)
– Universidade Federal de Uberlândia (UFU)
– Universidade Federal de Viçosa (UFV)
– Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
– Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC)
– Universidade de São Paulo (USP: São Paulo, São Carlos, Ribeirão Preto, Piracicaba-ESALQ, Pirassununga)

Sobre o Cargill Global Scholars

O Cargill Global Scholars é um distinto programa de dois anos que, desde 2013, oferece apoio financeiro para alunos graduados no Brasil, China, Índia, Rússia, Indonésia e Estados Unidos. O programa também inclui desenvolvimento de liderança através de seminários, eventos de networking e programa de mentorship com executivos. O Global Scholars atualmente tem 132 estudantes do mundo todo que participam do programa e representam mais de 50 universidades.

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Tecnologia de startup ajuda lojistas no contato pós-venda

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O vendedor é peça-chave para qualquer negociação. Bom atendimento, domínio das informações acerca do produto ou serviço oferecido e disposição para sanar todas as dúvidas estão entre os pré-requisitos exigidos a esse profissional.

Mas, o cliente espera mais. Ele quer um suporte, inclusive, após a compra. Quando bem realizado, o pós-venda, segundo especialistas, pode dar margem para negociações futuras, ou seja, é nesse estágio que se inicia a fidelização do cliente.

Grandes companhias costumam formar um departamento especializado no pós-venda. Porém, soluções simples, como visitas técnicas, ligações para saber o grau de satisfação do consumidor em relação ao produto ou serviço obtido e ações focadas na valorização do cliente, trazem bons resultados. A tecnologia, no entanto, tem se tornado uma grande aliada no fortalecimento do elo criado entre marcas e consumidores.

Pensando nisso, o Sixdoo, startup com sede em Jaraguá do Sul, no Norte de Santa Catarina, criou uma plataforma especializada em soluções para tornar o pós-venda mais inteligente e automático. Com a ferramenta, que funciona de maneira semelhante a um aplicativo de celular, o vendedor registra os dados dos clientes, que passam a receber informações relevantes da loja, de forma automática e personalizada.

De acordo com Kelwin Eggert, um dos fundadores da startup, esse relacionamento, quando fortalecido, impulsiona novas vendas. “O Sixdoo ajuda o vendedor a conhecer melhor os gostos dos clientes. Ao utilizar a ferramenta, o vendedor passa a contar com uma base de dados de informações relevantes que vão facilitar o pós-venda, de forma personalizada e prática”, resume.

Segundo ele, a melhor maneira de fazer um bom pós-venda é ouvindo o próprio cliente. “É necessário saber o que ele achou da experiência na sua loja. A pesquisa de satisfação é uma arma muito poderosa e que poucos utilizam. O cliente se sente muito importante quando a loja se preocupa em saber o que ele achou do atendimento e onde a loja pode melhorar”, destaca

Ao colocar em prática esses conceitos, o Sixdoo vem ajudando lojistas a incrementar as vendas. Na Colchões Ortobom, do município catarinense de Timbó, por exemplo, o Sixdoo ajudou a alcançar o percentual de 39% de conversão de vendas, sendo que 43% do faturamento total do estabelecimento são decorrentes de compras realizadas no retorno do cliente à loja.

Diversas outras marcas já aderiram à novidade, entre elas estão a Menegotti Man, Óptica Olhar, Restaura Jeans, Mandala Jóias e Bella Ótica. “Os lojistas que usaram relatam um aumento significativo nas vendas pelo simples fato de se preocuparem em manter um relacionamento com o cliente, conhecendo seus gostos e oferecendo a eles vantagens especiais”, conclui.

Como funciona

Através do Sixdoo, o vendedor ou lojista realiza um breve registro dos clientes que compram e, principalmente, dos que não compram. A partir desses dados, é possível manter um relacionamento constante, tornando a loja mais relevante e presente no mercado. Por meio de disparos de mensagens de SMS marketing, o lojista comunica ao consumidor a chegada de um novo produto, uma oferta ou um simples lembrete.

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Aliexpress atinge a marca de 100 milhões de clientes

AliExpress, a plataforma global de varejo do Grupo Alibaba, anunciou a marca de 100 milhões de clientes. Lançada em 2010, a AliExpress oferece uma proposta de valor inigualável a clientes do mundo inteiro através de uma vasta gama de produtos e tecnologias inovadoras. A AliExpress disponibiliza milhões de itens fornecidos por vendedores em mais de 20 categorias de produtos. Nos últimos 12 meses, o número de compradores ativos da AliExpress excedeu 60 milhões.

“Eu gostaria de agradecer a todos os nossos clientes estrangeiros pelo apoio nos últimos sete anos. Globalização é uma prioridade para o Grupo Alibaba e a AliExpress está focada em ajudar compradores globais a acessar produtos de qualidade feitos na China,” afirmou Leo Shen, Gerente Geral da AliExpress. “Nós estamos comprometidos a incentivar as marcas chinesas de qualidade e a criar uma plataforma de confiança que permita a esse comércio internacional crescer cada vez mais.”

O Brasil é um dos cinco maiores mercados de compradores em termos de Volume de Mercadoria Bruto (GMV na sigla em inglês). Outros mercados importantes da AliExpress incluem a Rússia, EUA, Espanha e França.

Nos últimos anos, a AliExpress introduziu várias inovações e tecnologias que proporcionam aos usuários uma experiência de compras conveniente e interativa. Seu aplicativo de compras móvel é uma das soluções mais populares entre os usuários, devido aos seus recursos e facilidade de uso. A AliExpress também trabalha com Alipay e Cainiao, os parceiros de pagamento e de logística do Alibabas, para garantir pagamentos e entregas seguros.

A AliExpress atende consumidores em mais de 220 países e regiões. As categorias de produtos mais procuradas globalmente são moda e vestuário, joias e acessórios, vestuário feminino e acessórios e componentes para celulares. No Festival de Compras 11.11 da Alibaba, em 2016, 35,78 milhões de pedidos foram registrados nas 24 horas do evento, dos quais 58% foram feitos através de dispositivos móveis. Nesse período, o aplicativo móvel da AliExpress registrou o maior número de downloads na “categoria compras” tanto na App Store da Apple quanto na Google Play Store em 41 países.

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Cidades pernambucanas arrecadam 200% a mais de IPTU com uso de drones

Diante do atual cenário nas prefeituras com o acúmulo de funções e a dificuldade em acompanhar de perto os projetos junto à sociedade, principalmente a arrecadação coerente proporcional ao tamanho do terreno (IPTU) e os vencimentos das parcelas, e alguns órgãos já resolveram delegar a função para outras empresas. Logo, para resolver esse entrave, a Crescite, uma das maiores empresas especializadas em recadastramento de imóveis e arrecadação do Brasil, surge para ajudar a prefeitura e a população. Com uso de drones, a Crescite faz a medição correta dos terrenos e ainda esclarece a população sobre o porque existe o IPTU e para onde vai o valor arrecadado.

Os colaboradores da Crescite vão até os terrenos, casas, e pontos comerciais, orientam os seus proprietários sobre a importância de pagar em dia o tributo e esclarecem que o destino desse recolhimento vai para a melhoria de todos. Cada prefeitura prioriza em que vai aplicar o valor arrecadado com o IPTU. Os valores podem ir para obras de infraestrutura, gerando emprego local, a saneamento, saúde e educação.

As prefeituras já sentiram no volume arrecadado que vale a pena terceirizar essa cobrança do IPTU para os agentes da Crescite, pois além de instruir os cidadãos também é feito todo o recadastramento dos terrenos da cidade em questão. Foi o que aconteceu em Pernambuco. Além da utilização de análise de dados, colaboradores e medição de terreno, a empresa incluiu drones para monitorar a região e fazer o mapeamento correto. As imagens são tratadas por softwares de última geração que permite a medição exata.

Empresas como a Crescite auxiliam as prefeituras na arrecadação e esclarecimento a população quanto ao tributo. “ Nós desmistificamos a ideia de que pagar imposto é ruim. A população só acha isso ruim quando não entende para onde vai os benefícios desse dinheiro despendido. E o valor volta para a sociedade em forma de educação, saúde e qualidade de vida”, esclarece o Diretor da Crescite, Paulo Resende.

Isso foi perceptível no município de Paulista que arrecadou 165% a mais do que ano passado de IPTU, seguido por Itamaracá (82%) e Jabotão dos Guararapes ( 64%).

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A Crescite não acredita em soluções complexas e caras para os municípios, porque classifica-se fora da realidade. Neste momento a empresa atua em locais que têm mais de 100 milhões de ‘estoque de débitos’. Só são remunerados em razão do que é produzido financeiramente e na atualização dos cadastros municipais. Desta maneira a Crescite é investidor e, ao mesmo tempo, os agregadores de tecnologia para os municípios. A proposta da empresa não exige investimentos do município e é remunerada com a medição dos resultados financeiros.

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90% das empresas devem usar análise de dados até 2020, diz pesquisa

A Atos, empresa líder em transformação digital, encomendou um estudo conduzido pela Forrester Consulting para analisar o nível de adoção da análise de dados por empresas de todo o mundo. O estudo revelou que 40% das empresas já estão utilizando a análise de dados em atividades essenciais, como vendas, desenvolvimento de produtos e marketing. Essa tendência deve acelerar nos próximos três anos, com cerca de 90% das empresas utilizando insights de negócios orientados por esses dados até 2020.

O estudo conduzido por analistas independentes da Forrester Consulting analisou uma amostra global de mais de 580 empresas e gestores de TI de 11 setores empresariais em três continentes. Os dados mostram que 23% das empresas planejam implantar análise de dados nos próximos 12 meses. Isso apesar de um terço das empresas alegarem diversos obstáculos nesse processo.

Com relação às barreiras, 44% dos entrevistados veem o aumento na variedade dos tipos de dados não estruturados como um desafio significativo, enquanto 35% estão preocupados com as práticas tradicionais de dados em silos e com a falta de alinhamento entre as funções de TI e as empresarias.

“O ritmo no qual uma organização se beneficia da análise de dados é determinado tanto pela cultura quanto pela tecnologia. É por isso que na Atos colocamos a ênfase em uma abordagem orientada para os negócios com o Atos Codex, nosso conjunto completo de soluções de análise, computação cognitiva e IoT”, afirma Ursula Morgenstern, vice-presidente de Business & Platform Solutions da Atos.

A pesquisa examinou as ambições e prioridades de 11 setores empresariais e revelou uma clara ênfase em diferentes prioridades específicas do mercado, dependendo do setor. No setor de energia, por exemplo, a análise de dados é vista como um pré-requisito no desenvolvimento de redes de distribuição inteligentes.

Na indústria, a análise está intimamente ligada à fábrica inteligente, especialmente em relação à manutenção preditiva. A pesquisa fornece perfis empresariais reveladores em relação a atitudes e práticas analíticas em múltiplos setores, incluindo energia e serviços públicos, finanças, governo, indústria, varejo e telecomunicações.

Conclusões

Entre suas descobertas, a Forrester destacou a necessidade de as organizações serem rigorosas na definição de objetivos empresariais claros e quantitativos em todas as iniciativas de análise de dados: essa mudança é tanto sobre processo e cultura como sobre tecnologia.

Metodologia

Nesse estudo, a Forrester realizou uma pesquisa on-line com 583 líderes de negócios e de TI de empresas da América do Norte, Europa e Ásia-Pacífico para avaliar a estratégia e o gerenciamento da análise de dados de suas organizações. Onze setores foram pesquisados, incluindo energia e sérvios públicos, serviços financeiros e seguros, telecomunicações, Varejo, Governo e Indústria. O setor industrial incluiu as áreas de alta tecnologia e engenharia, automotiva, fabricação de produtos de consumo, farmacêuticos, químicos e metais e processos. Os participantes da pesquisa incluíram diretores, VPs e decisores de nível C. Os entrevistados receberam um pequeno incentivo como agradecimento pelo tempo gasto na pesquisa. O estudo teve início em setembro de 2016 e foi concluído em novembro de 2016.

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Matrix Data Center: negócios de missão crítica exigem serviços de TI com alta disponibilidade

Tente calcular os prejuízos causados pela queda do sistema de um banco. Agora imagine o tamanho do transtorno que uma operadora de telefonia móvel geraria se deixasse todo um município sem sinal. Já pensou na situação caótica que o setor aeroviário viveria se seus computadores repentinamente deixassem de funcionar? Para muitas empresas e setores de atividade, o uso de recursos computacionais garantidamente estáveis é simplesmente essencial.

No universo de tecnologia da informação, o termo missão crítica é utilizado para se referir à estabilidade de sistemas, aplicações e processos que, se interrompida, pode ocasionar graves consequências. Por isso, companhias que valorizam a fluidez de suas operações tendem a contar com serviços de data centers qualificados por entidades de controle.

Eber Lacerda Junior, VP de Operações da Matrix Data Center, afirma que a crescente procura por soluções de TI 100% estáveis e redundantes reflete a preocupação de muitas empresas com a disponibilidade de suas informações. “Companhias que possuem esse nível de exigência têm nos procurado especialmente por conta da certificação Tier III, fornecida a nós pelo Uptime Institute, e pelas nossas políticas de segurança de acordo com a ISO/IEC 27001”, destaca Lacerda.

Para que um data center alcance o padrão de qualidade exigido por esses órgãos, um longo processo de auditoria, reformas e revisões de políticas deve ser encarado. Por isso, tais certificações representam o que há de mais sólido, seguro e estável no segmento de TI. “Lidar com missão crítica é um grande desafio, mas é algo que sabemos prover com propriedade a um público seleto e exigente”, finaliza o VP.

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