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Oi começa a vender Samsung Galaxy S8

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A Oi iniciou a pré-venda dos novos Samsung Galaxy S8 e Galaxy S8+. Os clientes interessados em comprar os novos aparelhos da Samsung podem acessar o link www.lojaonline.oi.com.br e parcelar o smartphone em até 12 vezes sem juros no cartão de crédito. O Galaxy S8 terá o preço de R$ 3.999,00 e o Galaxy S8+ de R$ 4.399,00. O pré-cadastro para clientes começou no dia 30 de março. Eles só receberão os aparelhos a partir do início das vendas do novo lançamento da Samsung no Brasil, previsto para 12 de maio.

O Galaxy S8 possui uma tela de 5,8”*, enquanto o S8+ traz uma de 6,2”*. Ambos os aparelhos têm câmera traseira Dual-Pixel com sensor de 12MP e abertura F1.7, e câmera frontal de 8MP com foco automático e também abertura de F1.7. Eles são capazes de registrar imagens com excelente qualidade mesmo sob condições limitadas de luz ambiente. Além disso, os novos modelos trazem 4GB de memória RAM, 64GB de armazenamento (expansível via micro SD com mais 256GB), e são resistentes à água e poeira (IP68)**. Como complemento ao ecossistema da marca, os novos dispositivos podem ser conectados à realidade virtual via nova versão do Gear VR com Controle. A experiência do consumidor será ainda mais completa e imersiva.

* Tela medida diagonalmente como um retângulo, sem contar os cantos arredondados.
** IP68: Produto resistente à água (1,5 metro por 30 minutos) e à poeira. Este produto não é resistente à água do mar.

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Como a Inteligência Artificial é utilizada no atendimento ao cliente? – Por Bruno Dalla Fina

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Os avanços tecnológicos têm interligado todas as esferas de nossas vidas em níveis antes inimagináveis. Hoje o mundo está completamente interligado e nossa decisões são afetadas por esta percepção desta nova realidade.

Isto levou as pessoas a desenvolverem uma necessidade de resolver tudo com rapidez. Neste cenário, o atendimento ao cliente foi forçado a reinventar-se, os antigos processos baseados em etapas e dados já ficaram obsoletos e hoje o foco voltou-se para a intenção do cliente e suas reais necessidades.

Os assistentes virtuais, também conhecidos mais recentemente como bots ou chatbots, estão tendo um papel fundamental no atendimento ao cliente, já que representam a inovação dentro empresas que tem grandes demandas de atendimento ao cliente, não apenas pela incorporação da novidade por si só, mas principalmente pela redução de custos, retenção de atendimentos, e aumento satisfação do usuário que entregam como resultado após sua implementação.

A tecnologia que os assistentes virtuais usam é baseada em Inteligência Artificial.

Geralmente este termo é usado para explicar como uma máquina imita as funções “cognitivas”, que nós humanos normalmente associamos somente a outras mentes humanas, tais como: “aprender” e “resolver problemas”. A Inteligência Artificial utilizada nos assistentes virtuais permite criar modelos de relações semelhantes aos que um ser humano usaria para encontrar uma determinada informação (uma representação do conhecimento e compreensão). Emulando a forma de pensar de um ser humano, compreendendo a forma coloquial de se dialogar, os assistentes virtuais conseguem catalogar essas informações e procurar nela a resposta certa.

Os assistentes virtuais podem entender o que o usuário deseja ou seja, sua intenção, através das Redes Neurais. Uma rede neural simula o funcionamento de um cérebro biológico, o seu objetivo é resolver os problemas da mesma forma que cérebro humano o faria. Cada neurónio está interligado um ao outro, e o efeito dessa ligação influencia o estado de outras unidades neuronais conectadas. Estes sistemas são conhecidos como formação e auto-aprendizagem, onde ao invés de uma programação tradicional destacam-se funções de solução ou detecção, o que é difícil conseguir em uma ordenação tradicional.

A mais notável capacidade dos assistentes virtuais é de conseguirem aprender automaticamente com o usuário, isso é alcançado através de Machine Learning (Aprendizagem Automática). Este termo refere-se a uma divisão da inteligência artificial cujo objetivo é, basicamente, desenvolver técnicas que permitem os computadores aprenderem. Especificamente, trata-se da criação de programas capazes de padronizar comportamentos a partir das informações recebidas. Dentro dos diferentes modelos existentes, é desejável que um assistente virtual use o modelo probabilístico, que tenta determinar a distribuição das probabilidades descritivas da função e estabelece valores as essas características e as liga a valores pré determinados.

Desta forma, o Machine Learning permite que o assistente virtual aprenda novas palavras e significados a cada dia, aumentando sua precisão e compreensão diariamente.

Inteligência Artificial e os conceitos derivados a partir dela, são palavras que estão na moda e agora estão no discurso de todo provedor de soluções tecnológicas; e cada vez há mais tecnologias ao nosso alcance.

Os assistentes virtuais revolucionaram o modelo tradicional de comunicação entre as empresas e seus clientes, porque usam e capitalizam as informações e conhecimentos obtidas do usuário permitindo entregar um atendimento melhor, personalizado e preciso, e ao final agregando resultados positivos nos negócios a curto e médio prazo .

Não é tarefa fácil escolher um fornecedor de assistentes virtuais para uma empresa. Para fazer isso, é importante ter em conta as reais necessidades da sua empresa e de seus clientes, a informação e conteúdo que estão disponíveis, o nível de maturidade tecnológica da organização, além da experiência prévia deste fornecedor no segmento em que sua empresa atua.

Bruno Dalla Fina, country manager da Aivo, empresa que propõe uma nova experiência de relacionamento com os clientes nos canais digitais.

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A Internet das Coisas e a transformação das empresas – Por Marcello Miguel

O mundo está cada vez mais conectado e repleto de tecnologias. Depois da revolução para uso pessoal, agora as empresas já contam com os avanços da Internet das Coisas (Internet of Things – IoT) para transformar a maneira como desenvolvem suas atividades. Essa evolução tecnológica irá, definitivamente, mudar a forma de trabalho da sociedade como um todo.

Pesquisas apontam que os gastos com IoT passarão de US$ 1 trilhão em 2020, decorrentes de investimentos em hardware, software, serviços, conectividade e segurança. Teremos um crescimento mundial de 15% ao ano e, com isso, tudo estará conectado: equipamentos, máquinas, carros, sistemas de controle, câmeras, medidores.

Para dar conta da nova demanda que irá surgir, a infraestrutura de Telecomunicações, TI e mobilidade crescerá e irá se aprimorar na mesma medida, possibilitando que as ‘coisas’ se falem, troquem informações e aprendam com nossas instruções.

A sociedade caminha rapidamente para um estágio no qual as relações comerciais serão baseadas no consumo inteligente, sob demanda e com transações financeiras por meio de novos dispositivos. Do pagamento na agência bancária, evoluímos para o PC, para o celular e teremos novas opções de dispositivos como os relógios.

As empresas estão se preparando para essa nova jornada na qual a tecnologia será, sem dúvida, a base da transformação da experiência dos clientes, com milhares de dispositivos conectados e se falando entre si. Tudo estará conectado em uma grande rede, trazendo facilidade para a vida das pessoas e uma competitividade sem igual para as empresas.

A Internet das Coisas também revolucionará as indústrias. O conceito de Indústria 4.0 já está sendo aplicado em fábricas dos mais diversos setores, inclusive em montadoras cujos carros já saem de fábrica equipados com chips e com sistemas inteligentes para facilitar a vida dos donos, com troca de informações, detecção de problemas e apresentação de soluções. Das fábricas para as ruas, já é possível sair de uma concessionária brasileira com um carro conectado e com sistemas de controle à distância via celular. Isso é possível graças a soluções de IoT com tecnologia de ponta que contam com infraestrutura de Telecomunicações, TI e mobilidade para suportar o alto volume de dados gerado pelos dispositivos.

Estes dispositivos serão a ferramenta para eficiência operacional, para o rastreamento em tempo real de frotas, gerenciamento do consumo de combustível, controle do desgaste de peças e até monitoramento da conduta dos motoristas. Empresas investirão em IoT para aumentar o controle da produção, reduzir custos e acabar com o desperdício com matéria-prima.

Em breve, as cidades terão que adotar dispositivos e sistemas inteligentes de controle. Será impensável a gestão de uma metrópole sem Internet das Coisas. Ajustes de semáforos para dias de chuva, de alagamentos e de manifestação poderão, por exemplo, ser feitos em poucos segundos ou até mesmo programados para serem aplicados de forma automática. Alertas sobre o uso indevido de recursos, como água e luz serão feitos, também por meio de dispositivos.

Não há dúvida de que a adoção não encontra mais resistência e só traz vantagens. Estará cada vez mais presente nas empresas e na vida de todos. Os impeditivos que tínhamos no Brasil praticamente não existem mais. O País tem uma enorme infraestrutura de telecomunicações e evoluiu muito com novas soluções de TI e mobilidade ao longo dos últimos anos. Prova disso é que temos mais celulares do que habitantes, a taxa de penetração no uso da Internet é alta e a inclusão social do País está acontecendo por meio de smartphones, inclusive para acesso a informações de interesse e pagamento de contas.

O conceito de IoT é extremamente disruptivo e, por isso, muitos especialistas alertam que poderia ser considerado parte de uma nova revolução que vai muito além daquela registrada no século XVIII. Agora, na versão digital, a revolução cria um novo cenário repleto de oportunidades. As empresas que focarem suas atenções nesses novos caminhos sairão à frente do mercado. Sem dúvida, a inovação distinguirá empresas líderes de seguidores.

Em alguns anos não será mais possível pensar em um mundo sem a conectividade trazida pela Internet das Coisas. O que antes parecia impossível, passará a ser rotineiro. Essa evolução impulsionará as empresas a serem cada vez mais inovadoras, atuando na criação de soluções disruptivas que irão continuar a mudar a forma como interagimos. Soluções transformadoras chegarão com mais rapidez ao mercado, revolucionando a forma como vemos o mundo. Os dispositivos inteligentes estão aí para confirmar o pensamento de Warren Buffett: quanto mais você aprende, mais você ganha.

Marcello Miguel, Diretor Executivo de Marketing e Negócios da Embratel

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Reengenharia de Processos, a chave para reduzir custos – Por Gustavo Coelho

Gustavo Coelho, Gerente de Processos e Qualidade da Cleartech (1)

Em qualquer mercado de serviços ou produtos já estabelecido, sobressairá a empresa que tiver a melhor relação qualidade x preço. Porém, por trás dessa afirmação óbvia, existe sempre a indagação sobre como alcançar esse diferencial.

Pode-se aumentar a qualidade por meio de mais investimentos com equipamentos, materiais, treinamentos, aumentando equipes etc. Mas como esse investimento implicará, fatalmente, em aumento de preço para o consumidor final, a citada relação acaba perdendo força.

Por outro lado, pode-se promover uma guerra de preços, aumentando sobremaneira o risco para a organização, posto que focar unicamente nessa estratégia colocará em detrimento a qualidade.

Em cenários de alta competitividade, o melhor caminho para se ampliar investimentos sem impactar nos preços é a famigerada redução de custos. Enxugar o quadro de funcionários, alterar o local de trabalho, renegociar contratos de serviços, terceirizar e eliminar desperdícios são medidas comumente adotadas pelas empresas para atingir este objetivo. Algumas são mais efetivas, outras nem tanto. Algumas perduram por mais tempo ao passo que outras são pontuais. Umas não geram impactos, outras colocam em detrimento o bom ambiente de trabalho ou a qualidade.

Qual seria então a melhor forma de alcançar redução de custos duradoura, sustentada e sem impactos?

A resposta está na reengenharia de processos que, a partir de seus princípios e técnicas, permite o alcance do poder transformador dos processos otimizados e aderentes à estratégia da organização.

Revisar papéis e responsabilidades, eliminar aspectos susceptíveis ao retrabalho, promover capacitações, identificar onde o trabalho faz mais sentido, eliminar handoffs, envolver o menor número de pessoas possível e promover sistematização são alguns dos princípios que podem ser empregados na atividade de reengenharia e que respondem diretamente à questão supra.

A reengenharia de processos resulta no “fazer acontecer” com a melhor qualidade, no menor custo e direcionado aos objetivos traçados pela alta administração. Trata-se de viabilizar de forma estruturada e permanente a melhor relação qualidade x custo ou, conforme introduzimos neste artigo, qualidade x preço, sem viés ou impactos associados.

A reengenharia é universalmente transformadora. Qualquer empresa em qualquer ramo de atuação pode aplicá-la observados os fatores:

Engajamento da alta administração e de todos os níveis funcionais da organização;
Equipe com conhecimento consolidado em BPM – business processos management;
Sistemas de processos apropriados.
Em um mercado cada vez mais competitivo e oscilante, o futuro está reservado para as empresas organizadas em torno de seus – otimizados – processos.

Gustavo Coelho, Gerente de Processos e Qualidade da Cleartech

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MoneyGram Sendbot Unveiled at Facebook’s F8 Conference

MoneyGram (NASDAQ: MGI) introduces the MoneyGram Sendbot™, a smart and convenient platform that allows customers in the U.S. to send money transfers to any of its 350,000 locations around the globe through Facebook Messenger.

The new product was unveiled during Facebook’s prestigious F8 Developer Conference in San Jose. MoneyGram Sendbot is another example of MoneyGram’s investment in digital products and services that allow customers to transact any way they choose.

“We are proud to introduce the MoneyGram Sendbot to offer our customers more choice and convenience when they need to send money,” said Youri Bebic, MoneyGram’s head of product innovation. “Innovation is the core to our business and the MoneyGram Sendbot is a true case of a hybrid product created to bridge the digital and physical worlds in order to promote financial inclusion. The bot is another example of MoneyGram’s commitment to making money transfers easy for our customers.”

MoneyGram Sendbot is the first full feature money transfer chatbot offering convenient services such as a “track a transfer” tool and location finder. The bot is intuitive, interactive and easy to use. Customers can access it by searching for MoneyGram in the Messenger Discover tab.

MoneyGram continues to make significant investments into its digital offerings. In 2016, digital money transfer revenue grew 16 percent over the prior year. The company’s growing suite of digital products such as MoneyGram MobilePass, MoneyGram online, kiosks and money transfers to bank accounts and mobile wallets give customers more choices when they need to send and receive money to family and friends.

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Realidade Virtual e Realidade Aumentada: a reinvenção do data center – Por Tiago Khouri

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Na Sotheby’s International Realty, comprar uma ilha é uma experiência única graças às aplicações de Realidade Virtual (VR) que essa imobiliária de luxo já está utilizando. A meta é propiciar ao comprador bilionário uma imersão na nova propriedade – a forte sensação de realidade e de interatividade faz com que esse momento seja uma experiência impactante, com claro poder de gerar negócios.

Esse caso é só uma amostra do que ainda está por vir, pois os horizontes das aplicações de Realidade Virtual e Realidade Aumentada (AR) são muito amplos.

Conceitualmente, VR cria um mundo completamente virtual onde o usuário pode interagir com elementos desse cenário; AR, por outro lado, expande a sensação ao inserir, em cenas reais e locais que efetivamente existem, objetos virtuais criados digitalmente. O jogo Pokemon Go é a experiência AR mais difundida no mundo até agora.

Segundo pesquisas da Goldman Sachs, porém, o alcance dessas tecnologias irá muito além de jogos. Até 2025, a venda de imóveis, o varejo e o atendimento de serviços de saúde usarão pesadamente aplicações de VR/AR, em que imagens virtuais e objetos digitais criarão um mundo paralelo para o consumidor. O Gartner indica que antes disso, em 2020, 100 milhões de pessoas já estarão fazendo compras em aplicações VR/AR que projetam o efeito de uma maquiagem no rosto da consumidora, o caimento de uma roupa em seu corpo. Nesta mesma data, segundo o instituto de pesquisa BI Intelligence, o mercado global (aplicações, infraestrutura de software, hardware e telecomunicações) de VR/AR atingirá a marca dos US$ 162 bilhões.

É importante destacar, porém, que para mostrar seu valor, as soluções de VR/AR demandam profundas mudanças na infraestrutura de TIC, em especial nos data centers, o coração de todas as aplicações virtuais.

Aqui estão alguns dos pontos que estão levando os data centers a se reinventarem.

Enormes volumes de dados

Aplicações VR e AR necessitam de uma enorme quantidade de dados – proporcionar estas experiências através da rede irá representar um grande desafio. Estima-se que um vídeo de 6k de resolução rodando nos óculos GearVR pode representar um arquivo 20 vezes maior do que um vídeo full HD atual.

Para viabilizar isto, será necessário realizar investimentos significativos para modernizar as redes de banda larga. As empresas estão estudando atentamente, também, os ganhos que novas tecnologias de rede e de compressão de video podem trazer para este quadro. O fato é que, com a disseminação de aplicações de VR/AR, a demanda sobre a infraestrutura irá aumentar e isso tem de ser contemplado nos planos futuros dos provedores de serviços (data centers).

Edge computing

Conforme a VR e a AR crescem, líderes de TI também precisam começar a escolher o local onde será instalado o data center – essa decisão deve leva em conta capacidades de largura de banda e de rede. A meta é diminuir a latência do sistema, algo crítico para aplicações tão pesadas e interativas quanto essas.

Diante desses desafios, vale a pena explorar a edge computing.

A edge computing coloca o data center próximo aos usuários finais, possibilitando que que análises, armazenamento e poder computacional estejam no mesmo lugar. Esta estratégia fornece uma alternativa à abordagem tradicional, onde os data centers são remotos e os dados tem de viajar grandes distâncias antes de serem processados. Num mundo repleto de aplicações VR/AR, a edge computing será crítica para garantir que a experiência imersiva em mundos virtuais aconteça de maneira consistente.

Data Center resiliente

Além de tratar de problemas de conectividade e latência, os profissionais de TI precisam começar a melhorar a resiliência do data center. O poder computacional e o tráfego de dados necessário para fazer funcionar a AR e a VR colocam uma enorme sobrecarga na infraestrutura atual.

Para resolver isso, é preciso melhorar as capacidades de poder computacional e armazenamento.

Soluções de processamento de dados, análises e gestão de carga também precisam ser otimizados. Porém, melhorar só o seu próprio data center não é o suficiente. Para cumprir as metas de entregar as aplicações VR e AR, é necessário usar todas as tecnologias relevantes, contratando fornecedores externos para reforçar as capacidades. Esta abordagem para gestão de infraestrutura é chamada de Data Center Definido por Empresa (EDDC – Enterprise Defined Data Center).

A importância do gerenciamento

O EDDC e soluções edge necessários para entregar a VR e a AR em volume vão criar uma infraestrutura de TI mais complexa.

Neste quadro, é fundamental investir em soluções de Gestão de Infraestrutura de Data Center (DCIM – Data Center Infrastructure Management). Essas sofisticadas plataformas de gerenciamento garantem que a infraestrutura do data center atue de forma otimizada, apresentando a capacidade, a potência e a disponibilidade que as novas aplicações exigem.

Empresas líderes do mundo digital, incluindo Airbnb e Uber, já se apoiam em ferramentas DCIM plenamente capazes de gerenciar um mix de serviços locais e hospedados remotamente. Isso permite que se identifique e remedie rapidamente os problemas. Embora a solução exata de DCIM a ser adotada pelas empresas varie de negócio para negócio, essa plataforma é mandatória para qualquer companhia que deseje proporcionar experiências VR e AR.

Tiago Khouri, diretor de marketing e planejamento da Vertiv Latin America

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SuporTI adquire a Enlight Consulting e amplia atuação em nuvem

A SuporTI, empresa especialista em Serviços Gerenciados de TI, acaba de concluir a aquisição da Enlight Consulting, especializada na implantação e suporte de Netsuite, primeiro ERP em nuvem, recentemente comprado pela Oracle. O objetivo é aumentar o portfólio de produtos e serviços ofertados para os clientes da SuporTI, combinando a expertise de gestão operacional com a de projetos de aplicativos para áreas de negócios.

Com apenas um ano de operação, a Enlight conquistou 7 novos projetos e mais de R$ 800 mil em vendas, além de ter sido responsável pelo primeiro projeto brasileiro de Netsuite no segmento industrial e pioneira na implantação do WMS (Warehouse Management System) para uma empresa no setor de distribuição. Por isso, com a aquisição, a SuporTI espera aumentar seu faturamento em 25%.

Outro fator importante foi a experiência dos colaboradores da Enlight com o ERP da Microsoft, o Dynamics AX. Muitos já atuaram em outras consultorias e ofereciam serviços de mentoria para algumas empresas. Isso possibilitará que a SuporTI atue na resolução de problemas de infraestrutura e performance do Dynamics AX.

“A combinação de expertises nos permitirá preencher uma lacuna do mercado que é a oferta de suporte bem estruturado para Dynamics AX e outras soluções de negócios. Alguns clientes têm chamados abertos há mais de 12 meses com outras consultorias, sem receber uma resposta efetiva. Com nossa expertise de suporte à infraestrutura baseada em boas práticas como o ITIL, vamos oferecer eficiência na resposta às demandas geradas pós implementação do ERP”, explica Bruno Cesar Silva, sócio e diretor de operações da SuporTI.

A SuporTI ainda pretende, em 2017, lançar soluções específicas do Netsuite para os segmentos de serviços e distribuição e ampliar sua atuação na oferta de Serviços Gerenciados para empresas de pequeno e médio porte. Dessa forma, possibilitará o acesso a evidências e insights relacionados à operação e os clientes poderão aumentar sua eficiência e focar na estratégia de TI para seus negócios.

“Com mais de 10 anos no mercado, sabemos que a simples oferta de outsourcing não é suficiente para atender as necessidades dos clientes. Por isso, unimos a variedade de soluções à diversidade de experiências, a fim de oferecer opções mais personalizadas e eficientes para cada modelo de negócio”, conclui Bruno.

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Cenário político ainda é tema mais preocupante para empresariado, aponta Pesquisa LIDE-FGV

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A 121ª edição da Pesquisa Clima Empresarial LIDE-FGV, realizada com CEOs, presidentes e outros líderes corporativos presentes no Almoço-Debate LIDE, realizado na segunda-feira, 17 de abril, na capital paulista, revela que o Cenário Político continua a ser o tema mais preocupante (97%) para o empresariado brasileiro, seguido por Crise Internacional (2%) e Inflação (1%). Para os líderes empresariais, o mesmo Cenário Político é o fator que mais impede o crescimento das empresas (56%) – a seguir, vêm Carga Tributária (27%), Nível de Procura (14%) e Taxa de Juros (4%). Questionados sobre qual área que o Brasil mais precisa melhorar, eles apontaram, justamente, a Política (38%) e também a Educação (36%) como as principais, seguidas por Infraestrutura (13%), Segurança (8%) e Saúde (5%).

Apresentado no final do evento, que contou com exposição de Alexandre de Moraes , ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), o levantamento coordenado por Fernando Meirelles, presidente do LIDE Conteúdo e professor titular da Faculdade Getúlio Vargas (FGV-EASP), mostra que nesta edição de abril as administrações públicas obtiveram índice de eficiência gerencial de 4,1 para a esfera federal (em março era 4,9); 5,6 para estadual (no âmbito do Estado de São Paulo; ante 6,7 em março) e 8,1 para a municipal (relativa à capital paulista; em março era 8,4). Calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o índice é uma nota de 0 a 10, resultante de três componentes com o mesmo peso: governo, negócios e empregos.

A pesquisa também apresenta estabilidade do índice de clima empresarial: 5,2 (ante 5,3 em março e superior à média de 4,9 obtida ao longo dos Almoços-Debates realizados em 2016). O mesmo se dá quanto à situação atual dos negócios: para 18% dos empresários, houve ligeira piora (em março o índice era 19%); para 45%, vai ficar igual (frente a 46% do mês anterior); e 36% disseram que haverá melhoras, semelhante a edição do mês anterior.

Esta edição do Almoço-Debate LIDE contou com o patrocínio de grandes empresas: BRAGA NASCIMENTO & ZILIO, CYRELA, GOCIL, MULTIPLAN, NELSON WILIANS ADVOGADOS, SOUZA CRUZ e WALD. Como fornecedores oficiais, a AMIL, CDN COMUNICAÇÃO, CORPORATE IMAGE, EASY TAXI, ECCAPLAN, MISTRAL, MULT-ART, RUBENS DECORAÇÕES e 3 CORAÇÕES. As rádios ANTENA 1 e JOVEM PAN; jornal DCI, PR NEWSWIRE e revista e TV LIDE foram mídia partners do evento.

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PageGroup: aumenta a confiança dos executivos brasileiros em promover novas contratações de funcionários

Os executivos brasileiros estão mais otimistas para fazer novas contratações de funcionários neste ano. É o que revela o Estudo de Perspectivas de Carreiras e Profissões LATAM 2017, desenvolvido pelo PageGroup, consultoria líder mundial em recrutamento executivo especializado, que opera com as marcas Page Executive, Michael Page, Page Personnel e Page Interim na região. De acordo com a pesquisa, 22% apostavam na expansão do quadro de empregados em 2016. Neste ano, 29% acreditam nessa possibilidade.

De acordo com Patrick Hollard, diretor executivo do PageGroup para as LATAM, África e Oriente Médio, os resultados refletidos na pesquisa estão ligados à melhora do cenário econômico na região. “Os executivos estão mais confiantes com as perspectivas econômicas no Brasil e na América Latina. Com essa confiança em alta, aumentam as possibilidades de vermos novas contratações de empregados em alguns mercados e setores. Essa retomada da confiança é um ótimo indicador de que as empresas devem retomar seus investimentos e a expansão do quadro funcional é parte desse processo”, analisa.

Participaram do levantamento, realizado em dezembro do ano passado, 6.437 executivos que ocupam cargos de média e alta gestão no Brasil, Argentina, Chile, Peru, Colômbia e México.

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Peru lidera a expectativa de contratações

O Peru é o país onde mais da metade dos respondentes (51%) afirmam que pretendem contratar mais funcionários em 2017. O percentual aumentou 10 pontos em relação à pesquisa anterior (41%). A busca por mais empregados também será mais intensa na Argentina (46% X 37%), Colômbia (45% X 42%) e Chile (30% X 26%). A exceção ficou por conta do México, onde diminuiu o interesse por novas contratações – caiu de 54% em 2016 para 47% neste ano.

“O México passa por um momento de desaceleração e isto está refletido no resultado. Nos demais países o clima de otimismo é maior”, explica Patrick Hollard.

Áreas com possibilidade de contratação no Brasil

– Vendas
– Operações
– Logística
– Tecnologia da Informação
– Finanças

Áreas com possibilidade de contratação na América Latina

– Operações
– Vendas
– Tecnologia da Informação
– Marketing
– Logística

Executivos do Brasil e Colômbia lideram investimento em qualificação técnica

Outra parte do levantamento procurou entender quais são as prioridades dos trabalhadores em seu plano de carreira. Executivos de Brasil e Colômbia aparecem na liderança para investir em qualificação técnica, com 13%. Logo na sequência aparecem Peru (12%), México (9%), Argentina (6%) e Chile (5%).

Quando o assunto é trocar de emprego, quem aparece na dianteira são os argentinos, com 47% de intenções de buscar novas oportunidades no mercado e no mesmo setor (23%) e buscar oportunidades em um setor diferente (24%). Em seguida aparecem os mexicanos, com 39% de intenção de mudança, e os colombianos, com 31%. Os brasileiros aparecem na quarta posição, com 31%, seguidos por chilenos (29%) e peruanos (26%).

A promoção na carreira é o item que desperta menos interesse para peruanos (5%) e brasileiros (6%). O interesse é maior por parte dos executivos consultados na Colômbia (7%), Chile e Argentina (8%) e México (11%).

Emprego

A crise também reflete no mercado de trabalho. Para 72% dos entrevistados pelo PageGroup, não haverá redução de postos de trabalho. Na América Latina, esse índice de contratação está mais favorável. Pouco mais de um terço (37%) das companhias pretendem contratar neste ano. E 80% informaram que não vão reduzir o quadro de funcionários.

Na América Latina, esse índice de contratação está mais favorável. Pouco mais de um terço (37%) das companhias pretendem contratar neste ano. E 80% informaram que não vão reduzir o quadro de funcionários.

Possibilidades de cortes nas áreas de Operações e Contabilidade/ Finanças no Brasil superam a média na América Latina
A pesquisa mostra se haverá redução de equipe no primeiro semestre deste ano. Para 83% dos respondentes, não haverá.

Ao promover o recorte por área, foi possível identificar os setores mais prejudicados pelas demissões:

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No Brasil, o levantamento apontou que as áreas de Operações e Contabilidade/ Finanças estão mais vulneráveis a reduções de quadro que a média verificada nos demais países da América Latina. Em Operações esse percentual chega a 75% e no setor de Contabilidade e Finanças, 43%.

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Confiança em alta
A confiança dos executivos latino-americanos em uma recolocação se mantém em alta. Do total consultado, 12% estão desempregados e, deste universo, 72% estão confiantes ou muito confiantes para conseguir uma oportunidade de trabalho nos próximos seis meses. No Brasil os resultados capturados foram semelhantes a este.

Executivos elegeram os grandes desafios para 2016

– Desenvolver estratégia para melhorar os resultados (25%)
– Ganhar mercado em um ambiente altamente competitivo (15%)
– Enfrentar problemas econômicos/ manter a produtividade (11%)
– Reter e desenvolver talentos na empresa (9%)
– Manter os colaboradores motivados/ enfrentar dificuldades (9%)

Dos profissionais consultados na pesquisa, 51% são de empresas multinacionais e 49% de companhias locais e ocupam postos de observação privilegiados. Desse total, 22% atuam em companhias com faturamento superior a US$ 1 bilhão, 15% em empresas com faturamento até US$ 1 bilhão, 24% em empresas com faturamento de até US$ 500 milhões e, por fim, 39% estão alocados em empresas com faturamento de até US$ 100 milhões. Hierarquicamente estão divididos em CEO ou diretor geral (6%), vice presidentes (7%), diretores (17%), gerentes executivos (18%), gerentes (28%) e outros cargos (24%).

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Com investimento da Bossa Nova, Pet Booking prevê expansão para todo país

Criada há menos de um ano com investimento inicial de R$ 3,5 milhões, o marketplace que conecta tutores a prestadores de serviços pets quer expandir para todo Brasil por meio de novo aporte financeiro

O Pet Booking – marketplace que conecta tutores a prestadores de serviços pets – surgiu como uma alternativa para localizar pela internet petshops e outros profissionais do setor. Para o negócio sair do papel, o fundador e CEO Robert Dannenberg e outros sócios investiram 3,5 milhões – com foco principal na tecnologia de ponta. Devido a acelerada expansão do setor pet no Brasil e com a programação de aumentar o número de cidades atendidas, o Pet Booking recebe um novo aporte financeiro vindo da Bossa Nova – empresa de investimento semente liderada pelos empresários Pierre Schurmann e João Kepler -, que soma mais de 150 startups aceleradas em seu portfólio. Em 2016, a Bossa Nova realizou mais de 40 investimentos diretos em startups no Brasil e nos Estados Unidos.

Crescimento e expansão

Atualmente o Pet Booking atende as cidades de São Paulo e Curitiba, e pretende continuar expandindo para locais com grande presença de petshops como o Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre e demais capitais. Nos primeiros seis meses de atuação o marketplace realizou 11 mil agendamentos de serviços e cadastrou mais de 16 mil estabelecimentos em sua base. “Mesmo em meio a recessão que o país vive, o segmento de produtos e serviços para os animais de estimação não parou de crescer. O Pet Booking nasceu há menos de um ano para facilitar a vida dos tutores e ser um forte aliado dos estabelecimentos na gestão do seu negócio. Em pouco tempo crescemos bastante e contamos cada vez mais com investidores que acreditam na força desse setor”, explica Robert Dannenberg.

Ainda de acordo com Dannenberg, receber investimentos externos consolida o plano de expansão do Pet Booking e demostra a confiança no potencial desse mercado.

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Megaempresário Richard Branson virá ao Brasil para o VTEX DAY

O megaempresário britânico Richard Branson confirmou presença no VTEX DAY 2017, maior evento de varejo multicanal da América Latina, que reunirá mais de 100 palestrantes e receberá 10 mil convidados, nos dias 30 e 31 de maio, em São Paulo.

O empresário, cuja fortuna está avaliada em mais de US$ 5 bilhões, é fundador do Grupo Virgin, conglomerado com mais de 400 empresas em diversos setores, como aviação, vestuário, lazer, bem-estar, serviços financeiros e até turismo espacial. Suas empresas estão presentes em mais de 30 países, incluindo Reino Unido, Estados Unidos, Austrália, Canadá, Ásia, Europa e África do Sul. Conhecido por seu espírito aventureiro e realizações esportivas – já cruzou oceanos em um balão de ar quente -, Branson foi nomeado Cavaleiro pela Rainha da Inglaterra, em 1999, por sua contribuição para o empreendedorismo.

No VTEX DAY 2017, Branson falará sobre as 10 decisões mais difíceis que já teve que tomar em suas companhias. A apresentação mediada por Mariano Gomide, Co-CEO da VTEX, será no dia 30 de maio, às 19h. Na sequência, o empresário participará de uma coletiva de imprensa.

Reconhecido pelo conteúdo e pelos cases nacionais e internacionais que apresentam um panorama global do mercado, o VTEX DAY destacará temas e tecnologias como big data, chatbot, mídia programática, mobile payment, os desafios de se iniciar uma operação internacional, integração de pagamento online e offline que elevam a experiência de compra entre o varejista e o consumidor em diversos canais.

Além de Branson, estão confirmados nomes como: Zia Daniell Wigder, chefe de Conteúdo Global do Shoptalk; Chau Banks, vice-presidente executiva da New York & Company; Neil Patel, cofundador da CrazzyEgg; Lincoln Murphy, Customer Success da Driven Growth; Patricia Jebsen, presidente da Câmara Argentina de Comércio Eletrônico (CACE); Thiago Maia, diretor comercial do Grupo Netshoes e Patricia Amaro, diretora de E-commerce para América Latina da Unilever, além dos co-CEOs da VTEX, Mariano Gomide e Geraldo Thomaz.

O evento tem dezenas de patrocinadores, entre eles: B2W Marketplace, PagSeguro, B2W Services, Cielo, Elo, Mercado Livre, Mercado Pago, PayU, Synapcom e Walmart.com.

Confira a agenda completa no site: http://vtexday.vtex.com/

Palestra Richard Branson

Data: 30 de maio, às 19h
Coletiva de Imprensa: das 20h às 20h15
Credenciamento pelos e-mails: juliana@oliverpress.com.br; elaine@oliverpress.com.br; vanessa@oliverpress.com.br

VTEX DAY

Data: 30 e 31 de maio de 2017
Horário: dia 30, das 16h às 22h00; e dia 31, das 07h30 às 22h
Local: São Paulo Expo – Rod. dos Imigrantes, km 1,5
Ingressos: http://ingressosvtexday.vtex.com/

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Sebrae promove Bootcamp em BH

Estão abertas as inscrições para o curso Bootcamp – empreendedorismo em ação, que será realizado em Belo Horizonte de 24 a 26 de abril. Informações e inscrições: 08005700800 ou sebrae.com.br/minasgerais. O termo “bootcamp” vem dos Estados Unidos, mais precisamente dos treinamentos militares de alta intensidade, em que valores como motivação, superação, foco e persistência são carros-chefes. “O ambiente da gestão e do empreendedorismo vem se apropriando desse conceito para desenvolver habilidades empreendedoras por meio de capacitações e treinamentos rápidos e com atividades intensivas. É a lógica do ‘aprender fazendo’”, explica o analista de Educação e Empreendedorismo do Sebrae Minas, Cláudio Rosa.

O curso foi elaborado para quem busca crescer no mercado ou redesenhar o modelo de negócio da sua atual empresa, adquirir uma postura mais empreendedora ou mesmo iniciar um negócio, mas tem dificuldade em sair do campo das ideias. Em três encontros (ao todo são 24 horas de duração), os participantes percorrem o caminho que existe entre uma ideia e a implantação do projeto ou negócio. O aprendizado se dá em um ambiente colaborativo. “O interessante é que a pessoa apresenta a sua ideia, reflete sobre oportunidades e desafios, usa as ferramentas adequadas para organizar o projeto e compartilha com os outros participantes, obtendo feedbacks de outros empreendedores”, explica.

Também faz parte do treinamento a apresentação para possíveis clientes de um protótipo do produto ou serviço. É na rua, conversando com possíveis clientes, que os empreendedores identificam problemas e pensam soluções. Isso dá mais consistência ao que está sendo desenvolvido. “O mercado é muito dinâmico. Não faz mais sentido a pessoa passar meses estruturando um plano de negócio, como nas metodologias convencionais, para só depois começar a execução. O Bootcamp prega que é possível aprender e empreender a partir das ações, em um ciclo mais curto”, afirma.

Um diferencial desta edição do Bootcamp é que os participantes farão o módulo 4 no Sebraelab – espaço multifuncional e colaborativo para experimentação e prática de gestão empreendedora. O módulo 4 é voltado para prototipagem e mínimo produto viável.

Saiba mais

Bootcamp – empreendedorismo em ação

Objetivo:

Apresentar conceitos e ferramentas que permitam aos participantes desenvolver suas ideias e projetos da criação até a execução da ideia empreendendo de forma inteligente e segura.
Carga horária: 24 horas, divididas seis módulos (em três dias consecutivos)

Conteúdo

Módulo 1: Mindset Empreendedor
• Atitudes empreendedoras
• Propósito
• Effectutation

Módulo 2: Cliente e Mercado
• Empatia
• Desenvolvimento de clientes
• Segmentação de mercado
• Técnicas de entrevistas e observação
• Construção de personas

Módulo 3: Problema e Solução
• Tarefas funcionais e emocionais do cliente
• Lean startup
• Validação de problemas

Módulo 4: Prototipagem e Mínimo Produto Viável
• Tipos de protótipos
• Mínimo Produto Viável
• Validação da solução

Módulo 5: Canais, Vendas e Modelos Financeiros
• Canais de distribuição e comunicação
• Estratégias de vendasVendas
• Fontes de receita
• Estrutura de custos

Módulo 6: Lean Canvas, Storytelling e Pitch
• Métricas chaves do negócio
• Vantagens competitivas
• Storytelling e pitch
• Lean Canvas

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