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Reforma trabalhista deve ser analisada de “cabeça fria”

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A proposta de reforma trabalhista do governo está causando o maior alvoroço entre empresários e colaboradores – isso porque existem muitas ideias pouco discutidas com a “cabeça fria”. Muitas são as dúvidas se este cenário é algo positivo ou negativo e até onde pode influenciar no dia a dia do brasileiro e no mercado. Afinal, esta é ou não é uma medida? Conversamos com a advogada Dr.ª Beatriz Dainese, da Giugliani Advogados, para comentar sobre algumas das principais dúvidas e pontos da nova medida. Confira:

Férias três vezes ao ano

Esta alteração veio para viabilizar que funcionários e empregadores possam melhor negociar períodos de férias. Isso porque, muitas vezes, os funcionários preferiam “vender suas férias”, o que dificultava muito a negociação dos períodos com os empregadores. No mais, em muitos casos, afastar um funcionário por mais de cinco dias pode ser muito prejudicial para a atividade da empresa, dada a importância que alguns funcionários refletem para elas. Com essa possibilidade de dividir as férias em três períodos, ambos podem ser beneficiados, sem, contudo, tirar o principal objetivo das férias, que é permitir que o funcionário descanse para voltar a sua rotina normal de trabalho.

Negociações e acordos

A flexibilização das negociações entre funcionários e empregadores vem para adequar a necessidade de ambas as partes à atualidade que estamos vivendo. Muitas vezes, a inflexibilidade na negociação prejudica ambas as partes, mormente os funcionários. Com este aumento da possibilidade de negociação, ambas as partes poderão verificar o que melhor se adequa a cada categoria, sem restringir nenhum direito fundamental. A preocupação se dá com a previsão de que o “Acordo” se sobreporá à legislação. Infelizmente não é em todas as categorias profissionais que temos uma efetiva representação sindical e, desta forma, poderá haver grandes insurgências entre os acordos e a legislação vigente. Nas situações abaixo a negociação entre funcionário e empregador poderá prevalecer sobre a lei trabalhista, segundo a proposta do governo:

– Parcelamento das férias anuais em até 3 vezes.

– Cumprimento da jornada limitada a 220 horas mensais (44 semanais).

– Participação nos lucros e resultados da empresa.

– Horas no trajeto entre trabalho e moradia.

– Intervalo intrajornada respeitando o limite mínimo de 30 minutos.

– Ingresso no Programa do Seguro Emprego.

– Plano de cargos e salários.

– Banco de horas, garantida a hora adicional com acréscimo de no mínimo 50%.

– Trabalho remoto.

– Remuneração por produtividade.

-Registro da jornada de trabalho (ponto).

Terceirização

A terceirização ocorre quando uma empresa ou pessoa física contrata outra empresa para realizar determinados serviços. A principal mudança foi a possibilidade de contratar prestadores de serviços para a atividade fim das empresas. Isso significa, por exemplo, que em uma empresa de software que antes somente poderia terceirizar uma atividade meio, como a limpeza e a contabilidade, agora poderá terceirizar a própria produção do software. Não podemos perder de vista que a lei vem regularizar algumas relações já existentes, na qual o empreendedor assumia o risco. Agora com a possibilidade de contratar prestadores de serviço para atividades fim, as empresas terão regularidade nessa prática.

Antes de “terceirizar” toda a sua força de trabalho, é importante se atentar a algumas questões. Embora agora seja possível contratar prestadores para uma atividade fim, se houver subordinação, habitualidade e pessoalidade do trabalhador, o tipo de contrato ainda deverá ser o CLT. Este ponto não foi alterado e representa um grande risco de uma terceirização “desenfreada”.

O texto prevê a responsabilidade subsidiária da empresa contratante em relação às obrigações da prestadora de serviços. Assim, em um processo trabalhista, a empresa contratante poderá ser obrigada a indenizar o profissional em dinheiro ou penhorar bens somente se a prestadora dos serviços não tiver outros itens para o pagamento da condenação por conta de direitos não pagos.

As regras anteriores, previstas pela Lei 6.019/74, previam a responsabilidade solidária; ou seja, a penhora de bens da empresa contratante e da prestadora de serviços poderia ser feita simultaneamente e as duas respondiam com seus bens para o pagamento da causa movida pelo funcionário.

Contribuição sindical

A sindicalização deve ser opcional. Prever esta condição de ser opcional é garantir o princípio constitucional da livre associação.

Multa

Esta previsão de multa vem de encontro a todos os preceitos previstos na Legislação Trabalhista, mormente os que determinam que os funcionários devem ser devidamente registrados em CTPS para iniciarem as atividades em uma nova fonte empregadora. Desta forma, todos os direitos trabalhistas são resguardados. A previsão das multas e sua majoração vêm para reafirmar e forçar as empresas a agirem nos exatos termos da Lei.

Banco de horas

Esta previsão veio para beneficiar a negociação da implementação do Banco de Horas para as empresas. Isso porque, atualmente, para instituir o Banco de Horas é necessário acordo coletivo ou previsão na Convenção Coletiva de Trabalho. Desta forma, por ser necessária a participação do sindicato, muitas vezes as negociações tornam-se infrutíferas. Podendo o acordo de compensação de horas ser firmado por acordo individual funcionário e empregador poderão verificar se é a melhor alternativa para cada caso e, desta forma, pactuarem.

Jornada de trabalho de 12×36 horas

Esta previsão veio beneficiar funcionários que precisam trabalhar nesta escala, pois incluiu o DSR (Descanso Semanal Remunerado) em feriados e também veio beneficiar as empresas ao prever, de forma expressa na legislação, a possibilidade de aplicar a jornada 12 x 36.

Trabalho remoto ou home office

Veio para formalizar uma situação que já vem existindo há anos nas empresas, por ser uma tendência mundial. O trabalho Home Office traz inúmeros benefícios para o funcionário e para a empresa empregadora, mormente em relação à contenção de gastos, mas até o momento não existia uma norma regulamentadora desta forma de trabalho. Com a previsão expressa e sua regulamentação, as condições de trabalho ficam mais claras entre as partes, afastando, da mesma forma, riscos para ambas.

Trabalho insalubre para mulheres gestantes

No tocante a este ponto, as opiniões se divergem. De um lado, há quem entenda que é uma forma de aumentar os acidentes de trabalho e a aquisição de doenças ocupacionais, haja vista expor uma gestante a trabalhos que pode não suportar dado ao estado gravídico. De outro lado, há quem entenda que esta previsão se coaduna com a realidade que cada gestante se encontra. As empresas devem ter a cautela de ter em mãos o atestado que permite que elas continuem trabalhando para que a saúde da mulher e do bebê sejam mantidas. Por tratar-se de uma situação nova, este ponto ainda deverá ser bastante discutido.

Dano extrapatrimonial

Esta previsão vem de encontro com o que vemos na prática perante o Poder Judiciário. Realmente evitará decisões judiciais em que às vezes o dano é concedido e às vezes o dano não é concedido, pois até o momento dependemos de uma análise apenas subjetiva por parte do juiz.

Trabalhador autônomo

Esta previsão veio para afastar o risco que as empresas sofrem ao contratarem autônomos e estes, posteriormente, ingressarem com processo trabalhista sob a alegação de configuração de vínculo empregatício. É muito comum termos inúmeros processos trabalhistas de autônomos que ingressam com pedido de reconhecimento de vínculo e, em muitos casos, os pedidos são julgados procedentes. Com esta previsão, ambas as partes terão expressa ciência que a contratação de autônomo não gera o vínculo empregatício.

Justiça do Trabalho

Esta previsão trata maior segurança jurídica para todos que ingressam no poder judiciário, pois evitara decisões dispares para causas idênticas.

Agir com má-fé

Esta previsão também beneficia todas as partes bem como o próprio poder judiciário. Inibirá que uma parte entre despropositadamente com um processo, sob pena de ser considerado litigante de má-fé.

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Dia das mães pode dobrar o movimento de vendas online

E-commerces de diversos segmentos do mercado já se preparam para um aumento no volume de negócios a partir da semana que antecede o Dia das Mães. O número de transações costuma ser cerca de 10% maior que em semanas típicas. Mas é a partir da sexta-feira que o movimento cresce significativamente.

Em 2016, o Pagar.me, primeiro provedor de serviços de pagamento do Brasil, registrou 17% de alta nas transações na sexta-feira que antecede a comemoração. O crescimento passou a 34% no sábado e atingiu pico de 55% de aumento no domingo, Dia das Mães. “Temos um cuidado especial neste período, para que as transações sejam rápidas e seguras”, comenta Alessandra Giner, Diretora de Operações do Pagar.me “Nosso objetivo é que a experiência de compra seja muito positiva, e claro que as mães em geral recebam os presentes no tempo previsto!”.

Presentes muito lembrados no Dia das Mães são arranjos de flores, cestas de café da manhã, orquídeas e rosas. A Uniflores, que recebe pedidos online e atende a mais de 1400 cidades no país já se preparou para a ocasião. Douglas Pedrosa, cofundador da empresa espera um aumento de 30% nos pedidos “de última hora” para entrega no próximo final de semana.

Ele comenta que há um equilíbrio entre os consumidores, mas ainda são os homens os maiores usuários do serviço. “É comum serem múltiplas entregas na mesma compra, com presentes para mães, sogras e também esposas, que muitas vezes são mães”. Vale lembrar que as cestas e arranjos de flores também são presentes procurados nas novas famílias, em que há mais de uma mãe, pais, tios e avós que também são mães.

Com a ferramenta de cobrança do Pagar.me utilizada há cerca de um ano e meio, a Uniflores conseguiu otimizar os processos de compras envolvendo múltiplos fornecedores e tem mais tranquilidade, principalmente em períodos de pico como este.

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Atos lança aplicativo para o varejo do futuro

A Atos, líder internacional em serviços digitais, acaba de lançar um aplicativo voltado para a transformação digital do varejo. O aplicativo, chamado Atos Connected Shopping, foi desenvolvido na Fábrica de Software da Atos, em Londrina (PR), e promete mudar a experiência de compra em estabelecimentos como supermercados, atacadistas, lojas de materiais de construção e móveis, entre outros.

Com o Atos Connected Shopping, não será mais preciso, por exemplo, se locomover dentro de um supermercado carregando todos os produtos dentro do carrinho. Basta baixar o app, escanear o código de barras ou QR code do produto com o smartphone, selecionar quantas unidades pretende comprar e realizar o pagamento no caixa. A ideia é garantir mais praticidade, agilidade e conforto ao consumidor.

Após a compra, o cliente poderá retirar os produtos diretamente na saída da loja, recebê-los onde estacionou seu veículo ou até mesmo por delivery, de acordo com a política de cada estabelecimento. O aplicativo vai facilitar também a comercialização dos chamados produtos de alto risco – bebidas alcoólicas, cigarros, perfumes etc. – que ficam armazenados fora das prateleiras dos supermercados e são retirados após a compra.

Integração

O aplicativo pode ser totalmente integrado com os softwares já existentes no varejo, diminuindo o custo de implementação pelas empresas. Ele pode ser utilizado com ou sem conexão de internet. Porém, a presença de Wi-Fi na loja melhora a experiência do usuário, já que é possível ter acesso a informações do produto (foto, descrição, preço), além de ter acesso a produtos semelhantes ou relacionados, o chamado cross-selling.

“A ferramenta foi criada utilizando os dispositivos mais modernos para aprimorar a experiência do consumidor”, diz Alexandre Morais, head de Transformação Digital da Atos América do Sul. “O Atos Connected Shopping é uma ferramenta que além de fidelizar os clientes, é capaz de aumentar o ticket médio das lojas”, adiciona.

O executivo exemplifica que um carrinho de compras mais vazio abre espaço para outros produtos. O cliente, por sua vez, sente-se mais confortável com um carrinho mais leve e tem menos pressa de ir embora da loja.

Prateleiras inteligentes

Além do aplicativo, a Atos possui know how global para oferecer tecnologias de identificação de consumidores na loja, como um mapa de calor, que auxilia as empresas a gerenciar ou remanejar produtos para locais onde há maior circulação ou visualização por parte dos clientes, garantindo melhores ofertas e aumento exponencial de vendas, seguindo seu perfil de consumo.

“Para a Atos, os processos de transformação digital devem abranger não apenas tecnologia, mas também processos, gestão de mudança, integração e principalmente a experiência do cliente”, afirma Alexandre Morais.

“É importante que todas as soluções entreguem valor agregado para o cliente. A Transformação Digital não está na adoção da tecnologia por si só, mas na mudança introduzida no processo de negócio, que cria uma nova alternativa para o consumidor se relacionar com a empresa. Este é o segredo do sucesso”, acrescenta Sergio Saad, gerente de consultoria em Transformação Digital e Negócios da Atos.

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Satélite Geoestacionário abre possibilidade do Brasil participar do desenvolvimento de outros satélites no país

Os benefícios para o Brasil com o Satélite Geoestacionário Brasileiro de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), que ganhou os céus da Guiana Francesa nesta quinta-feira, 4/5, vão além de ampliar o acesso à banda larga e garantir a segurança das comunicações militares. Por trás do histórico lançamento desse gigante de mais de cinco toneladas, cinco metros de altura e 37 metros de envergadura, há iniciativas que abrem a possibilidade de transferência de tecnologia para que empresas nacionais participem cada vez mais do desenvolvimento de satélites no País.

O programa do SGDC, instituído pelo Decreto n° 7.769/12, contempla um Acordo de Transferência de Tecnologia Espacial, firmado entre a Agência Espacial Brasileira (AEB) e a Thales Alenia Space (TAS), empresa franco-italiana responsável pela construção do satélite em Cannes, na França. Em setembro de 2015, a Finep e a AEB lançaram uma chamada pública para capacitar empresas brasileiras no desenvolvimento de satélites no País. A Finep já liberou R$ 14,5 milhões para cinco empresas com o objetivo de custear a absorção da tecnologia comprada pela AEB junto à TAS. O investimento, realizado com recursos de subvenção econômica (sem devolução de capital), deve chegar a R$ 22,5 milhões até o fim de 2018.

Fibraforte, Orbital Engenharia, Equatorial Sistemas, Cenic e AEL Sistemas foram selecionadas para absorver tecnologia nos seguintes subsistemas de satélite: subsistema propulsão monopropelente para pequenos satélites ( Fibraforte); subsistema de potência e geradores solares para satélites (Orbital Engenharia); transferência de tecnologia em controle térmico para satélites (Equatorial Sistemas); desenvolvimento de estruturas mecânicas para cargas úteis de observação da Terra a base de fibra de carbono (Cenic); e transferência de tecnologias espaciais em FPGA e ASIC (AEL Sistemas).

O SGDC, que contou com financiamento de R$ 240 milhões da Finep, é fruto de uma parceria entre o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e o Ministério da Defesa. De acordo com o presidente da Finep, Marcos Cintra, esta é uma iniciativa de alcance estratégico para o País. “Além de conquistar sua soberania nas telecomunicações via satélite, o Brasil vai acumular conhecimento em um setor sensível da tecnologia”, destaca Cintra.

Além do Acordo de Transferência de Tecnologia Espacial, outra iniciativa integrou o projeto do SGDC: o Programa de Absorção de Tecnologia da AEB, coordenado pela integradora do satélite, a empresa Visiona (joint-venture entre a Embraer e a Telebras). Cerca de 40 brasileiros do Inpe, AEB, Visiona, Telebras e Forças Armadas acompanharam e participaram do processo de construção do satélite na França. “Esses foram os maiores ganhos em termos de tecnologia para o Brasil. Com os dois programas, começamos a ter condições de ingressar em uma cadeia de fornecimento para satélites geoestacionários”, afirma Eduardo Bonini, presidente da Visiona.

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Alunos da UFSC conquistam terceiro lugar na 11ª edição da Shell Eco-marathon Americas

Estudantes da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) conquistaram a terceira colocação geral no ranking da 11ª edição da Shell Eco-marathon Americas, competição que estimula estudantes universitários das Américas a desenvolver protótipos de veículos ultra eficientes, em Detroit, nos Estados Unidos. A equipe EFICEM conseguiu percorrer 283km, o equivalente à distância aproximada entre o campus da UFSC em Joinville e a cidade de São Paulo, com apenas 1kWh de energia elétrica, que atualmente tem o custo aproximado de R$1,00.

A EFICEM se destacou entre as equipes brasileiras, atingindo o terceiro lugar na categoria Bateria Elétrica a bordo do protótipo Setta Energy. Este ano, o veículo, que já chegou a pesar 24kg em 2016 e 22kg em 2015, surpreendeu pela terceira vez consecutiva ao bater a marca de mais leve da competição, com 21,5kg.

“Participar da Shell Eco-Marathon em Detroit é uma experiência incrível. Você aprende a trabalhar em equipe e pode contar com toda uma estrutura organizacional por trás. A Shell Eco-Marathon vem para coroar o esforço dos alunos durante boa parte do ano. É uma via de mão dupla, a gente aprende, a gente ensina. A experiência é fantástica e, se eu pudesse, participaria todos os anos. Recomendo a todos os alunos que cursam engenharia a se engajar nesse projeto”, comenta Gustavo Marchiori, da equipe EFICEM.

A equipe da Universidade Presbiteriana Mackenzie ficou em sexto lugar também na categoria Bateria Elétrica. Alunos da Universidade Federal de Itajubá, Universidade Tecnológica Federal do Paraná e da PUC- RS também participaram da competição. A disputa deste ano teve a participação de mais de 1.200 estudantes de oito países: Brasil, Canadá, Colômbia, Guatemala, México, Peru, Porto Rico e Estados Unidos.

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A expansão da Computação em Nuvem no mundo corporativo – Por Mário Rachid

Alguém duvida que vivemos hoje um dos momentos mais disruptivos da história, e os grandes avanços só são possíveis graças à tecnologia? Sem dúvida, a estrutura do setor de TI está totalmente diferente para acompanhar as novas demandas do mercado, que vive seus dias mais digitais. Pequenas e médias empresas, antes com limitação de orçamentos, não tinham estruturas para competir com as grandes corporações. Em contrapartida, os conglomerados empresariais eram lentos, não conseguiam adotar novas tecnologias e muito menos se reinventarem. Agora, com a disseminação da Computação em Nuvem, ou Cloud Computing, as regras mudaram e o mercado iniciou uma nova dinâmica de trabalho totalmente diferente do que tínhamos há poucos anos.

De forma tímida, as aplicações em Nuvem começaram a ganhar força com os sistemas de e-mail. Em busca de disponibilidade a qualquer hora do dia e da noite, hoje a maioria das empresas do mundo utilizam Cloud para e-mail. A Computação em Nuvem começou como um experimento, percorreu um longo caminho e já está começando a ser considerada crítica para as empresas. Em sua primeira década, Cloud não foi rapidamente aceito pela área de TI, que ainda trabalhava apenas com soluções e equipamentos próprios. Mas, olhando para seu estágio atual, temos a garantia que as oferta em Nuvem se tornaram maduras e muito mais seguras do que nos primórdios. Com isso, ganhou a atenção da área de TI e de outros departamentos, dominando todas as áreas das empresas.
Por isso, é possível afirmar que a transformação digital das empresas será feita por meio de ambientes Cloud. Companhias que buscam agilidade estão procurando oportunidades nas soluções em Nuvem para criar novos serviços e modelos de negócios inovadores que as ajudem a reduzir custos e tempo, aumentando a produtividade e criando eficiências operacionais para seus negócios. Os serviços estão crescendo para Infraestrutura como Serviço (IaaS), Software como Serviço (SasS), Plataforma como Serviço (PaaS) e Business Proccess como Serviço (BPaaS). Os paradigmas de propriedade estão sendo definitivamente esquecidos ao serem substituídos por novos modelos. Novas formas de medição e de cobrança vão ganhar novos adeptos a cada dia. O modelo que conhecíamos de compra de equipamento deixará de existir para ceder espaço a um outro, mais moderno, de uso conforme a necessidade do momento e com pagamento flexível.

Com Cloud Computing, as empresas promoverão novos níveis de experiência e de relacionamento entre funcionários, fornecedores, parceiros e clientes. Toda a estratégia empresarial corporativa será revista e TI estará mais presente nas organizações, com um papel mais estratégico. A infraestrutura deixará de ser coadjuvante para estar no centro das decisões e os CIOs terão novas possibilidades para atuarem como orquestradores dos serviços empresariais, uma vez que tudo estará conectado.

Essa mentalidade direcionada para novos serviços e a promoção da experiência dos clientes irá requerer uma mudança cultural, bem como uma transição para um modelo operacional orientado conforme o uso e a necessidade de recursos. Essa transição também aumentará a flexibilidade das empresas e permitirá que a área de TI auxilie, de forma ainda mais eficaz, o crescimento do negócio.

Durante a última década, a Computação em Nuvem amadureceu em várias frentes, inclusive em segurança. Pesquisas apontam que ambientes e aplicações armazenados em Data Centers externos de qualidade são duas vezes mais seguros que as estruturas de TI locais, além de serem mais modernos, baratos e flexíveis. Por isso, não considero prematuro afirmar que esse novo mundo Cloud será predominante nas organizações e teremos uma reversão de cenário, com quase todas as aplicações e sistemas em Nuvem.

À medida que aumenta a pressão para mover para os serviços, aplicações e infraestruturas para Cloud Computing, mais organizações estão agilizando seus projetos para potencializar os ganhos desse novo ambiente. Até 2021, mais da metade das empresas globais terão estruturas totalmente armazenadas na Nuvem (Cloud-all-in).

Esse novo ciclo demandará um novo planejamento das empresas e uma capacidade ainda maior dos Data Centers externos, que deverão ter um volume cada vez maior de clientes. No Brasil, o movimento ganhou força por conta da pressão enfrentada pelas companhias para reduzirem custos ao longo do ano passado, e, sem dúvida, terá maior volume nos próximos anos. Ao mudar a lógica do budget das empresas, do modelo de compra para o de pagamento conforme a utilização, teremos um novo cenário disruptivo. As empresas que não aderirem ao Cloud ficarão de fora desse capítulo da história!

Mário Rachid, Diretor Executivo de Soluções Digitais da Embratel

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Reputação e confiança em um mundo digital – Por César Cernuda

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Agora mais do que nunca, reputação e confiança são muito importantes em um mundo digital. Mas, primeiro, quero comentar algo sobre duas fotografias.

Trata-se do icônico edifício Flatiron em Nova York. Na primeira, de 1905, os cavalos são o principal meio de transporte. Por outro lado, na segunda, de 1925, apenas duas décadas depois, os carros enchem as ruas. Em um quarto de século, as indústrias construídas sobre cavalos desapareceram e foi necessário criar novas leis e infraestrutura, com uma onda de inovação que lançou uma nova economia. Uma economia mais produtiva, mais dinâmica e que criou milhões de novos empregos com bons rendimentos.

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Hoje acontece o mesmo com outra transformação igualmente impactante: a Quarta Revolução Industrial na qual a Nuvem e a mobilidade estão por trás dessa transformação. Hoje estamos mais conectados; temos telefones inteligentes; procuramos informação de forma diferente e rápida; colaboramos de maneira mais fácil e falamos com máquinas graças à inteligência artificial.

A transformação digital traz muitas melhorias, do aumento da produtividade, maior inclusão no acesso à informação e novos modelos de negócios, até novas formas de nos comunicar e trabalhar uns com os outros. Mas isso só é possível se as empresas confiarem na tecnologia que usam. Sem confiança, não existe transformação digital.

Na Microsoft, a confiança, privacidade e segurança estão no coração de nossa missão. Só assim podemos habilitar a transformação digital mantendo uma sólida reputação de cumpri com o prometido com nossos clientes. E a base de tudo isso é a transparência: é preciso ser claro com o mundo quais tipos de dados estão sendo coletados e como são usados.

Para este fim, a Microsoft investiu na América Latina, abrindo o primeiro Centro de Transparência para a região com sede em Brasília, onde é promovida a computação confiável e a segurança. Além disso, em fevereiro deste ano abrimos o primeiro Centro de Cibersegurança servindo toda a América Latina com base no México, para reforçar nosso compromisso de ajudar indivíduos, empresas e países da região a continuar seu caminho para a transformação digital.

Na parte da reputação para Microsoft, a integridade nos negócios e o cumprimento das regras e políticas correspondentes é algo muito sério. Estamos comprometidos a ajudar nossos sócios a construir suas próprias capacidades de realização.

Somos a primeira empresa norte-americana a se ajustar ao padrão internacional ISO contra o suborno. A revista ‘Ethisphere’ nomeou a Microsoft como uma das empresas mais éticas do mundo pelo sétimo ano consecutivo. Também é uma honra que nossa subsidiária da Microsoft Brasil tenha sido recentemente reconhecida pela organização Pró-Ética no Brasil por suas práticas locais de integridade, e o escritório no México foi reconhecido com o Prêmio Ética e Valores da CONCAMIN (Confederação de Câmaras Industriais).

Como se fosse pouco, fomos reconhecidos no Top 100 de empresas no primeiro Índice de Sustentabilidade Corporativa na América Latina, apresentado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento. O índice reconhece empresas em áreas como integridade corporativa, transparência, redução de CO2, práticas que promovem uma melhor utilização dos recursos naturais, inovação, diversidade, geração de emprego e impacto positivo nas comunidades vulneráveis, entre outros.

Para conseguir que a tecnologia nos permita aumentar nossa produtividade, desenvolver novos modelos de negócios, trabalho e comunicação, é necessário que as empresas confiem plenamente na tecnologia e na Microsoft. Por isso temos uma clara visão de motivar a confiança a partir da reputação.

César Cernuda, presidente da Microsoft América Latina

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People+Strategy anuncia nova Líder do Núcleo de Coaching

Com a proposta de fortalecer sua atuação em Coaching, a People+Strategy – consultoria brasileira reconhecida por seu trabalho estratégico em grandes companhias – convidou Yukiko Takaishi para juntar-se ao seu time. Ela será responsável pelo Núcleo de Coaching, atuará como consultora do Núcleo de Pessoas e representará comercialmente a P+S.

Yukiko tem vasta experiência em coaching e na área Comercial em consultoria. É formada em História e Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo, possui MBA em Gestão Empresarial pelo Insper e Certificação em Brain-based Coaching pelo Neuro Leadership Institute. Yukiko atuou em várias empresas em nível executivo, sempre em projetos estratégicos de capital humano, gerenciando mudanças e fortalecendo resultados.

“Estamos felizes com a entrada da Yukiko e acreditamos que será uma importante profissional na nossa empresa. Ela tem experiência,muito conhecimento e contriburá muito em nosso propósito de contribuir na TRANSFORMAÇÃO da vida de organizações e pessoas“ disse João Roncati.

“O meu desafio na P+S é motivador. Quero ajudar a empresa nesse crescimento e vamos estruturar para isso acontecer o mais rápido possível”, conta Yukiko.

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20º Congresso Mega Brasil ultrapassa as fronteiras da comunicação corporativa

No ano em que celebra seu 20º aniversário, o Congresso Mega Brasil de Comunicação, Inovação e Estratégias Corporativas apresenta uma série de novidades em linha com as atuais demandas do mercado. A edição de 2017, que ocorre entre os dias 23 e 25 de maio, em São Paulo, ampliará as discussões com temas de interesse de áreas estratégicas, como Comunicação, Jurídico, Tecnologia da Informação e Recursos Humanos.

“A transformação deste fórum acompanha as necessidades do mercado, em que transversalidade e integração são palavras de ordem no planejamento e na condução dos negócios”, conta Marco Rossi, diretor da Mega Brasil e idealizador do Congresso. “Durante os três dias do evento, debateremos a realidade diária das organizações, que cada vez mais mobilizam seus colaboradores na busca de soluções integradas que as ajudem nos desafios de seus mercados”, comenta.

A agenda do 20º Congresso Mega Brasil apresenta cerca de 30 atividades, entre palestras, mesas redondas, TEDs motivadores, conferências nacionais e internacionais. Outra novidade deste ano é o Startlab, iniciativa que tem o apoio do Ministério do Comércio de Israel, por meio do Israel Trade & Investiment Brazil, e da Secretaria de Empreendedorismo e da Micro e Pequena Empresa do Governo do Estado de São Paulo, que levará ao evento startups com foco em soluções corporativas, vinculadas a aceleradoras e incubadoras mantidas por grandes organizações.

“Trata-se de um ambiente B2B, no qual desenvolvedores criativos poderão apresentar suas soluções para potenciais consumidores, sendo eles finais ou intermediários. O importante é que tenham como foco de suas soluções as necessidades corporativas, voltadas não só a comunicação, mas também a outras áreas da empresa, como gestão, compliance, relacionamento e logística. Esta é uma oportunidade de aproximação estratégica das startups com o universo corporativo”, conta Marco Rossi.

O congresso terá, ainda, atividades voltadas ao mercado, como o lançamento do Anuário da Comunicação Corporativa 2017, a Arena da Inovação, o Prêmio Personalidade da Comunicação, o Fórum do Pensamento – que debaterá “A retomada do Brasil competitivo” – e o Prêmio Top Mega Brasil de Comunicação Corporativa.

20º Congresso Mega Brasil de Comunicação, Inovação e Estratégias Corporativas

Data: 23 a 25 de maio de 2017, das 9 horas às 21 horas
Local: Centro de Convenções Rebouças – Avenida Rebouças, 600 – São Paulo/SP
Valor: R$ 1.700,00 a R$ 3.600,00 (em até 10 vezes no cartão de crédito)
Inscrições: http://megabrasil.com.br/congresso2017/

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Resource cria nova unidade de negócios Infra Technology & Solutions

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A Resource, uma das principais e mais bem-sucedidas multinacionais brasileiras de serviços de TI e Integração Digital, apresenta sua nova Unidade de Negócios denominada Infra Technology & Solutions, que fornecerá soluções de Digital, Cloud & IOT, integradas às atuais ofertas da companhia. Para liderar o novo negócio, a empresa anuncia a chegada de um dos principais profissionais do mercado de TI do Brasil, André Scatolini, que assume a área como Vice-Presidente e irá liderar 400 profissionais e mais de 50 projetos já existentes.

“A infraestrutura convergente ao portfólio de aplicações e associada à estratégia do negócio tem um papel fundamental na digitalização da economia”, afirma Paulo Marcelo, CEO da Resource. “Os objetivos dessa nova unidade contemplam o foco em inovação e na eficiência operacional por meio de soluções digitais e modelos em Nuvem (Cloud Services, Conectividade e Segurança) que proporcionam simplicidade, disponibilidade e velocidade de uso, além de automação de processos com gestão eficiente de dados (IoT, Analytics e BigData)”, comenta Scatolini.

A estimativa é que o negócio seja responsável por 20% da receita da Resource até 2019, subindo para 30% até 2021. A criação da nova unidade faz parte do plano global de crescimento da Resource, anunciado no final de 2016, que contempla o amadurecimento do processo de inovação conectado ao desenvolvimento de soluções feito pela empresa no Vale do Silício, aquisição de novas empresas e a aceleração da internacionalização da companhia. O objetivo é dobrar o faturamento em três anos, realizar a abertura de capital e atingir cerca de R$ 1 bilhão de receita anual até 2021.

Experiência para comandar a nova unidade de negócio

Com mais de 20 anos de experiência no mercado de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), André Scatolini é considerado um dos profissionais com mais expertise do setor. “A Resource, certamente, é uma das maiores e mais importantes integradoras de transformação digital do Brasil. Chego com uma expectativa muito positiva por participar deste importante momento da companhia e contribuir com o desenvolvimento de um portfólio mais abrangente”, comenta o executivo.

Formado em Engenharia de Computação pela UFSCAR, Scatolini tem MBA em formação de Diretores e Executivos pela FGV-SP. Antes de ingressar na Resource, o executivo foi Vice-Presidente da Unidade de Negócios de Infra Technologies da Capgemini. Também foi Diretor Sênior de Serviços e Infraestrutura na CPM Braxis e Gerente de Operações de TI na Embratel/Brasilcenter.

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Cisco Jasper lança plataforma para gestão automatizada de mobilidade

A Cisco, líder mundial em tecnologia, anuncia a nova plataforma Control Center for Mobile Enterprise que automatiza a gestão de dispositivos e serviços móveis no ambiente corporativo. A solução, uma extensão da plataforma Cisco Jasper® Control Center de serviços IoT, oferece às empresas uma prestação de serviços mais rápida, custos operacionais mais baixos e contas previsíveis de telecomunicações.

Diretamente integrada a redes e sistemas de provedores de serviços, a Control Center for Mobile Enterprise garante visibilidade em tempo real, controle automatizado de custos, gestão de nível corporativo de ativos e serviços móveis no modelo de autoatendimento. “A gestão de dispositivos conectados envolve altos custos e processos ineficientes. O Cisco Jasper oferece conexão automática e gerenciamento de serviços”, afirma Giuseppe Marrara, Diretor de Relações Governamentais.

Com mais de 50 provedores de serviços em todo o mundo, inclusive no Brasil, a plataforma utiliza a experiência do Cisco Jasper em conexão e gerenciamento de serviços IoT para superar desafios críticos que as empresas móveis enfrentam, como serviços atrasados, surpresas com contas de telecomunicações, custos operacionais e de suporte elevados, além de uma experiência insuficiente para os funcionários.

“Há uma demanda imediata do mercado por soluções que ajudem as empresas a automatizar a conectividade dos dispositivos, o controle do uso e a gestão dos serviços para assim reduzir custos desnecessários com a mobilidade”, completa Marrara.

A integração da plataforma com sistemas e redes de operadores de conexão móvel garante recursos valiosos para as empresas, incluindo:

Visibilidade em tempo real sobre uso e custos – Normalmente, as companhias não sabem que seus funcionários superaram os limites de uso de dados para smartphones ou tablets até 30 ou 60 dias após o ocorrido. Com a Control Center for Mobile Enterprise, é possível acompanhar o volume de dados consumido por cada dispositivo da empresa na plataforma, e qual é o custo associado. Com essa total transparência, é possível agir para que os funcionários não excedam os limites de uso de dados antes que seja tarde demais.

Controle automatizado sobre custos e serviços – As empresas gastam muito tempo verificando faturas passadas para descobrir como evitar surpresas nas contas de telefone do próximo mês, uma abordagem reativa e ineficaz. Com a plataforma do Jasper Cisco, é possível, por exemplo, criar e aplicar uma política de roaming que atualize automaticamente os planos de funcionários que estão prestes a atingir o limite de dados em sua viagem. Outro exemplo é a capacidade de detectar e suspender automaticamente qualquer cartão SIM que seja removido de um dispositivo para evitar uso fraudulento.

Gestão de nível corporativo no modelo de autoatendimento –a gestão de dispositivos e serviços móveis e do suporte para funcionários é repleta de processos manuais e off-line. Tarefas básicas como adicionar recursos, suspender assinaturas, trocar SIMs e atualizar dispositivos são trabalhosas ou não podem ser executadas por mais de um funcionário por vez. Com a Control Center for Mobile Enterprise, as próprias empresas podem gerenciar sua força de trabalho móvel inteira com alguns cliques simples.

Para saber mais e agendar uma demonstração do produto, consulte: http://www.jasper.com/mobile-enterprise.

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CA Technologies redesenha programa de canais e introduz vantagens para garantir maior rentabilidade a parceiros

A CA Technologies (NASDAQ:CA), empresa de software presente há mais de 35 anos no Brasil, anuncia o lançamento da nova versão do CA Advantage Partner Program, seu programa global de canais. Foram adicionadas duas novas categorias – Focus e Global – às categorias existentes anteriormente: Premier, Advanced e Member.

Criado há 6 anos, o programa foi redesenhado para atender ao desejo dos parceiros por maior simplicidade, lucratividade, proteção e vantagem competitiva, bem como para refletir a estratégia de crescimento acelerado da companhia por meio de táticas de route-to-marketing, apoiado na excelência de seus parceiros. Na América Latina, a CA conta atualmente com 153 parceiros, 54 deles no Brasil.

“Por meio de pesquisa com mais de 20% da nossa comunidade mundial de parceiros, identificamos que a maioria deles buscava um modelo mais intuitivo de parceria, no qual pudessem ver com mais clareza os benefícios e recompensas ligados à busca por novos clientes, principalmente nos quesitos lucratividade e proteção”, afirma Sandro de Camargo, vice-presidente de Canais da CA para a América Latina.

A CA dará maior apoio aos parceiros por meio de treinamentos da companhia e certificações do mercado, convites para participação em eventos, concursos e atividades como Provas de Conceito, além de consultoria na criação e execução de planos de negócio e de marketing, incluindo campanhas conjuntas.

Para parceiros de todos os níveis, o novo CA Advantage Partner Program proporciona:

– Maiores oportunidades de lucro: Com margens convincentes e rentabilidade, o novo programa oferece maior potencial de ganhos devido à simplificação dos pagamentos de recompensas e a uma variedade de iniciativas de geração de demanda. Estas iniciativas são apoiadas por uma nova Plataforma de Experiência de Parceiros, que proporciona um melhor acesso aos ativos necessários para criar programas de marketing integrados alinhados a soluções específicas e uma ferramenta de gestão de campanhas de autosserviço, com campanhas pré-construídas. Os novos parceiros Global e Focus serão recompensados com as maiores margens e os demais parceiros progressivamente recompensados à medida que avançarem para níveis mais elevados.

– Incentivos claros e simples: O programa possui um quadro de programação simplificado, no qual incentivos e descontos são baseados no desempenho – o que torna preços, benefícios e recompensas mais claros. Os parceiros podem prever com mais facilidade a sua posição financeira durante a pré e pós-venda e entender a rentabilidade geral das soluções da CA Technologies.

– Proteção para busca de oportunidades: Os parceiros podem buscar oportunidades com garantia de que seu investimento de tempo e recursos será recompensado.

– Recompensas diferenciadas: Pela primeira vez, a CA fornecerá a alguns parceiros a opção de recompensas de back-end alinhadas com seus modelos de negócios, para que tenham flexibilidade de optar por reinvestir com fundos de desenvolvimento de negócios ou receber um desconto direto.

“Construir parcerias está no DNA da CA, por isso foi crucial para nós engajar parceiros em todo o mundo para entender e lidar com seus desafios de negócios. O programa redesenhado reflete a preocupação da companhia em proporcionar benefícios que garantam o crescimento rentável e sustentável de nossos parceiros”, afirma John Eldh, vice-presidente sênior global de Parcerias e Vendas Digitais da CA.

Os atuais parceiros atuais da CA Technologies serão incorporados ao CA Advantage Partner Program e poderão fazer login à plataforma para acessar as ferramentas mais recentes de vendas e marketing, treinamentos e recursos da CA. Os parceiros Global, Focus e Premier também terão acesso a um suporte de vendas dedicado, habilitação, atribuição de gerenciamento de conta e fundos de desenvolvimento de marketing e negócios. Para saber mais ou participar do CA Advantage Partner Program, visite http://www.ca.com/partner.

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