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As melhores cidades do mundo para os estudantes

Embora o mundo ainda continue tentando assimilar os atentados ocorridos no último mês em Paris e em outras cidades, a capital francesa ocupa novamente a primeira posição do ranking QS de melhores cidades para os estudantes. Melbourne também assegurou seu segundo lugar e, em seguida, está Tóquio, em terceiro. Londres, no entanto, ficou atrás de Sydney e à frente de Cingapura, pois seu custo de vida evitou que atingisse uma posição melhor.

QS Melhores Cidades para Estudantes 2016

1. Paris
2. Melbourne
3. Tokyo
4. Sydney
5. Londres
6. Cingapura
7. Montreal
8. Hong Kong
9. Berlim
10. Seul

© QS Quacquarelli Symonds 2004-2015

www.TopUniversities.com

“Estou muito feliz em ver Paris na posição de melhor cidade para estudantes internacionais pelo quarto ano consecutivo. Depois dos terríveis ataques ocorridos duas semanas atrás, Paris está mais determinada do que nunca em defender seus valores de solidariedade, liberdade e criatividade. Não há escudo mais resistente do que este para usarmos contra a barbárie, já que o conhecimento baseia-se justamente no princípio de abertura aos outros: sapere aude!”, afirma Thierry Coulhon, Presidente da associação de universidades Paris Sciences et Lettres.

Reforçando tal sentimento, a prefeita de Paris, Anne Hidalgo, declarou: “Paris está orgulhosa de ser ranqueada como a melhor cidade do mundo para estudantes. Nossa juventude representa a nossa maior força e também a nossa maior esperança. Realizamos um plano ambicioso para fazer com que nossa juventude cresça, torne-se bem-sucedida e ábil a escolher e a construir o seu futuro. Continuaremos apoiando os estudantes, oferecendo-lhes oportunidades, em uma cidade aberta, dinâmica e criativa”.

Jacques Biot, presidente da École Polytechnique, também comentou a conquista: “A região de Paris tem muito a oferecer aos estudantes internacionais – história, artes, cultura – além de sua excelência acadêmica e científica. É um lugar único para aprender, descobrir, estudar, engajar e realizar trocas; um lugar onde diálogo, fraternidade e liberdade devem sempre prevalecer”.

Beneficiando-se das mensalidades baixas e de uma posição favorável no Índice Mercer de Custo de Vida, Paris abriga o segundo maior número de universidades reconhecidas mundialmente dentre as cidades consideradas: apenas Londres tem mais. Além disso, o forte reconhecimento que as universidades parisienses recebem dos empregadores explica porquê a cidade luz continua no topo do ranking.

Já os Estados Unidos são a nação com maior representação no ranking QS 2016, com onze cidades listadas. Boston (=13ª) e Nova Iorque (20ª) ficam entre as 20 melhores. Outras cidades incluem Chicago (30ª), Los Angeles (42ª) e Atlanta (58ª). Os Estados Unidos são seguidos pelo Reino Unido (oito cidades) e a Austrália (sete).

No ranking completo, vê-se uma série de novas cidades de nações normalmente não destacadas, como Oslo (60ª) e Sharjah, dos Emirados Árabes Unidos (68ª). Para compor o ranking, a QS considerou 122 cidades que possuem ao menos 250,000 habitantes e duas ou mais universidades listadas no Ranking Mundial de Universidades QS.

O ranking QS de Melhores Cidades para Estudantes tem como intenção fornecer aos estudantes e pais uma comparação detalhada dos vários méritos das cidades mais requisitadas por estudantes internacionais. Ele se baseia em 14 critérios divididos em 5 categorias de peso igual, todos relevantes para estudantes internacionais. Para as futuras edições, a QS pretende expandir este número de critérios, proporcionando insights ainda mais detalhados do que estas cidades mundias podem oferecer aos alunos.

FONTE QS Quacquarelli Symonds

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5 razões para adotar o Business Intelligence na crise – Por Allan Pires*

O Planejamento dos Recursos Empresariais (ERP), software que auxilia as empresas na gestão de suas rotinas, possui um complexo processo de configuração e implantação, exigindo das equipes tempo dispendioso. “Algumas empresas postergam a adoção de uma ferramenta de Business Intelligence por acharem que será necessário estabilizar o ERP atual ou instalar um novo ERP primeiro”, diz o CEO da Targit, Allan Pires.

Mas, ao contrário do que as empresas acreditam, a implantação não requer grande esforço e o preço é acessível. Plataformas de BI e Analytics ajudam as companhias na potencialização de seus negócios e na configuração rápida no ambiente de trabalho, sendo que o manuseio correto aumenta drasticamente o ROI em qualquer setor, mesmo em época de crise. Confira cinco razões para implantar as ferramentas de BI e Analytics ao invés de continuar com o seu ERP:

1. É muito fácil transportar os dados armazenados do ERP para o BI e Analytics – A criação de um armazém de dados, provenientes de um novo BI e solução analítica, permite a uma empresa transferir seus dados legados (registrados no ERP anterior) para um depósito de dados (Datawarehouse) em seu formato nativo. O software de BI e Analytics podem combinar os dados antigos com os gerados pelo seu novo ERP e produzir consistentes análises e relatórios, sem qualquer conversão necessária e sem perder o histórico.

2. Obtenha um ROI mais rápido de seu ERP ao investir em BI e Analytics – Para a empresa, o objetivo mais importante na implantação de um sistema ERP é a informação. Executivos têm a necessidade de ver os dados por trás de seus negócios, ajudando-os a tomar as grandes decisões diariamente. Com o Business Intelligence e Analytics, os usuários otimizam tempo e energia. No total, 90% das empresas da carteira de clientes Targit no Brasil crescerão dois dígitos reais em faturamento e EBITDA em 2015, com expectativa de manter o crescimento para 2016, mesmo com a crise financeira. E como essas empresas fazem isso? Elas sabem analisar as atividades que geram valor em sua cadeia de valor ao se apoiarem em ferramenta que gera resultados.

3. Customize menos a sua nova solução de ERP – Há uma tendência para se afastar de customizações de softwares complexos como o ERP, em grande parte devido ao incômodo de manter as personalizações com as atualizações e patches. Além disso, as empresas que têm utilizado uma solução ERP por muito tempo podem ter um forte sistema customizado com anos de dados. As customizações que foram necessárias para tornar os dados aplicáveis no antigo ERP não são necessárias com o BI.

4. Não recrie antigas análises e relatórios – Pode demorar um dia inteiro de trabalho para recriar um relatório em um novo sistema ERP durante a migração para um novo. Um dia por relatório não é muito ruim se uma empresa tem apenas algumas dezenas de relatórios periódicos para acompanhar, mas as organizações podem facilmente acumular mais de 500 relatórios que precisam ser recriados em um novo sistema. Não há a necessidade de um atraso de tal grandeza. Com o BI implantado no ambiente de trabalho, a criação de análises que oferecem a informação real-time para os funcionários é mais eficiente e eficaz, além de não gastar anos replicando o que havia antes.

5. Algumas atualizações fazem tanto o mal quanto o bem – A atualização de um sistema ERP pode trazer vários novos recursos e funcionalidades para a organização, mas algumas atualizações podem criar problemas que acabam deixando os gestores de TI sem saída. Um exemplo disso são atualizações do ERP que apagam todos os relatórios existentes, deixando com a organização a responsabilidade de recriar todos eles. Tendo um BI e uma solução de análise, a corporação evita este dever.

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Mesmo em meio à crise, empresas continuam disputando executivos qualificados e diferenciados

Áurea Imai, head hunter da global Boyden fala sobre os desafios na busca dos profissionais demandados pelas empresas

A Boyden, empresa líder em recrutamento e seleção de executivos, está atenta a cada movimento que acontece no mercado de trabalho para oferecer os melhores executivos, diretores e CEOs, às empresas que ainda buscam melhores resultados. Mesmo com a crise econômica e demissões em massa em vários setores, a empresa de head hunting enxerga o mercado executivo com otimismo para o próximo ano – justamente pela necessidade de fortes mudanças e inovações dentro das empresas.

Inovar não é nada fácil para grandes empresas, com processos de gestão bastante consolidados. “Porém, o Brasil vem de uma fase onde a demanda de contratações por aumento de quadro era elevada, e frequentemente o volume se sobrepunha à estratégia.”, explica Áurea. “Hoje, frente ao cenário político-econômico atual, as empresas precisam se reinventar e revisitar suas estratégias para se diferenciar da concorrência e ganhar mercado”.

Profissionais com visão mais abrangente, com capacidade de inovação, engajamento de times e habilidade de implementação são cada vez mais demandados pelas empresas. “A palavra do momento é inovar, e nesse sentido a atração de talentos que consigam promover tais mudanças nas empresas é fundamental”, afirma Áurea Imai, sócia da Boyden.

Por essa razão, a Boyden enxerga também uma mudança na forma de contratação de executivos. “Se antes as empresas se baseavam muito mais na experiência técnica do que profissional, atualmente, além do conhecimento, os profissionais precisam apresentar um ‘olhar fora’ da caixa, além de terem competências essenciais como liderança, integridade, resiliência, entre outras”.

Em meio a uma crise onde a demanda está extremamente seletiva, onde cada investimento precisa trazer retorno rápido e onde a economia flutua de forma incerta, as empresas devem valorizar profissionais que tragam resultados mais rápidos. “Esses executivos não são fáceis de encontrar, mas com um recrutamento minucioso conseguimos preencher posições altamente estratégicas em grandes empresas de vários segmentos.”

Ou seja, o que as empresas hoje procuram não é quantidade, mas profissionais mais qualificados, estratégicos, atentos aos movimentos do mercado, e que sobretudo tenham capacidade de engajar seus times e pares, provocando transformações positivas no ambiente organizacional.

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Mobile Banking do Sicoob ganha Prêmio Relatório Bancário

O Sicoob recebeu o Prêmio Relatório Bancário 2015 na categoria Autoatendimento – com o case Mobile Banking, promovido pela empresa Cantarino Brasileiro. A premiação reconhece as principais contribuições e práticas realizadas pelo setor financeiro e seus fornecedores para o aprimoramento do sistema financeiro nacional. A entrega do troféu foi realizada ontem, 30/11, durante solenidade em São Paulo.

As transações pelo Mobile Banking do Sicoob representam 22% das operações realizadas na instituição. Atualmente, o aplicativo Sicoob possui um índice de satisfação de 4,7 nas lojas virtuais da Apple e Google. Desde 2013, o índice do Sicoob é superior ao das aplicações dos grandes bancos de varejo. Esta nota é obtida a partir da avaliação feita espontaneamente pelos usuários das aplicações nas lojas virtuais.

O aplicativo permite a localização geográfica de pontos de atendimento (agências, caixas eletrônicos e correspondentes) mais próximos; leitura automática de códigos de barras no padrão FEBRABAN e QR Code; acesso pela impressão digital (biometria) ao invés da senha; impressão de extratos e comprovantes diretamente pelo dispositivo móvel utilizando uma impressora conectada na mesma rede sem fio ou por meio da internet.

Além dessas funcionalidades, o aplicativo permite a realização de 100 tipos de transações diretamente do aparelho móvel, tais como: consulta de saldos e extratos de conta corrente, empréstimos, investimentos, previdência e cartões; simulação e contratação de empréstimos; pagamento de títulos (boletos de cobrança) e convênios (água, luz, telefone e outros), tributos municipais, estaduais e federais (ex. IPVA, GPS, DARF); entre outros.

A solução funciona em celulares e tablets. Atualmente, ela é compatível com as plataformas iOS (Apple), Android (Google), Windows Phone (Microsoft), BlackBerry (RIM) e Firefox OS (Mozilla).

Mais de 170 cases de soluções adotadas pelo sistema financeiro foram inscritos e analisados por um comitê de jurados com notório conhecimento do segmento. O Prêmio Relatório Bancário é considerado o mais tradicional evento do setor financeiro e bancário. Além do Sicoob, foram vencedores, em diversas categorias as instituições Banco do Brasil, Santander, Bradesco e Itaú.

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Nova tecnologia Sync Connect da Ford permite travar, destravar, dar partida e localizar o veículo pelo smartphone

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A Ford apresentou uma nova tecnologia, o SYNC Connect, que permite comandar várias funções do veículo à distância por meio de um smartphone. Disponível inicialmente no Escape 2017, previsto para os Estados Unidos, esse novo recurso do sistema de conectividade SYNC possibilita, entre outras facilidades, destravar as portas, checar o nível de combustível no tanque e localizar onde o carro foi estacionado.

A tecnologia será estendida posteriormente para outras linhas de veículos da Ford. Presente hoje em 12 milhões de veículos no mundo, o Ford SYNC é o primeiro sistema da indústria a oferecer a tecnologia de comando por voz para acesso a smartphones de forma ampla e acessível. Com o SYNC Connect, a marca dá mais um grande passo para o futuro da mobilidade e para o avanço dos carros autônomos, levando a conectividade embarcada a um novo nível.

“O novo SYNC Connect é um aplicativo fácil de usar, que aumenta a conectividade e comodidade do veículo”, diz Don Butler, diretor de Veículos e Serviços Conectados da Ford nos EUA. “A tecnologia ajuda a integrar o veículo ao estilo de vida do motorista. Ficou trancado fora do carro? Está quente ou frio lá fora? Esqueceu onde estacionou? Não tem problema, basta usar o seu smartphone.”

Conectado através de um modem embutido no veículo, o aplicativo permite que o proprietário tenha acesso remoto a vários recursos pelo smartphone. O serviço é disponibilizado por meio de uma assinatura, que junto com o lançamento do Escape será dada como cortesia pelo prazo de cinco anos.

As funções do veículo que podem ser acessadas pelo SYNC Connect incluem:

• Travar e destravar as portas;

• Dar partida remota, inclusive em horário pré-programado para acionar o ar-condicionado antes da hora de sair;

• Checar o estado do veículo, incluindo nível de combustível, óleo, bateria e pressão dos pneus; e

• Localização do veículo, mostrando em um mapa onde ele está estacionado.

Para proteger as informações pessoais do usuário, a autenticação do SYNC Connect é feita por um processo de dois passos, com confirmação pela tela sensível ao toque do veículo e do smartphone.

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Usar elementos dos games pode ser a chave para motivar pessoas

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O livro Gamificar – Como a gamificação motiva as pessoas a fazerem coisas extraordinárias (DVS Editora), de Brian Burke, mostra como a gamificação poder ser usada não apenas para incentivar as pessoas a mudarem seus comportamentos e desenvolverem novas habilidades, mas também para estimular a inovação – ao mesmo tempo em que alcançam os objetivos da empresa.

Burke explica como gamificação cria modelos de envolvimento completamente novos, capazes de motivar pessoas a cumprirem metas que elas próprias desconheçam. De fato, isso está no cerne da própria definição do termo. Para a Gartner, empresa da qual o autor é vice-presidente, gamificação significa “o uso de design de experiências digitais e mecânicas de jogos para motivar e engajar as pessoas para que elas atinjam seus objetivos”.

No entanto, o livro adverte sobre um erro comum em muitas companhias para as quais a simples implementação de design de jogos já funcione como uma espécie de elixir mágico para doutrinação e manipulação das massas; como algo capaz de fazer com que as empresas atinjam seus próprios objetivos. Todavia, essas organizações estão confundindo pessoas com marionetes e, neste caso, esses esforços claramente condenáveis estão fadados ao fracasso; na verdade, a Gartner prevê que 80% deles irão naufragar.

Gamificar – Como a gamificação motiva as pessoas a fazerem coisas extraordinárias vai muito além de disso e se concentra nos 20% que estão fazendo a coisa certa. Com o conteúdo do livro, o leitor compreende que o ponto central dos objetivos da gamificação é o alinhamento entre as metas da empresa e a dos “jogadores”. Ou seja, chave para o sucesso da gamificação é envolver as pessoas em um nível emocional, motivando-as a atingir seus próprios objetivos, o que levaria, consequentemente, ao ganho da organização como um todo.

Repleto de histórias de sucesso oriundas de todos os setores comerciais, o livro Gamificar representa um importante guia para empreendedores e líderes empresariais empenhados em iniciativas de gamificação. A obra explica de que maneira evitar armadilhas e introduzir as melhores práticas, garantindo a compreensão clara dessa nova e promissora estratégia de negócios.

SOBRE O AUTOR

BRIAN BURKE é vice-presidente de pesquisas da Gartner, onde, nos últimos 15 anos, tem sido responsável pelo setor de análise de arquitetura empresarial. Desde 2010 ele tem liderado os estudos sobre a emergente tendência de gamificação. Como especialista em arquitetura empresarial, ao longo de décadas Brian Burke se dedicou à compreensão e avaliação de tendências tecnológicas revolucionárias e suas implicações para os negócios. Atualmente ele lidera as pesquisas na área de arquiteturas empresariais impulsionadas por resultados comerciais e seu trabalho pioneiro no desenvolvimento de arquiteturas conjuntas tem sido implantado em centenas de organizações, tanto nos setores público quanto privado. Ele é também um proeminente pesquisador e palestrante nas áreas de gamificação, estratégia de TI, estruturas organizacionais de TI e alinhamento entre negócios e tecnologia da informação (TI).

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Cibercrime gera prejuízo de 44 bilhões de reais para brasileiros

O Norton divulga os resultados do estudo Norton Cybersecurity Insights Report, que revela dados sobre crimes on-line e os impactos emocionais que causaram nos consumidores globalmente. No Brasil, 9 entre 10 consumidores diz que uma falha de segurança ocorreu com eles ou com alguém que conhecem, e o prejuízo financeiro total foi de 44 bilhões nos últimos 12 meses.

“A confiança do consumidor foi abalada por um número sem precedentes de megaviolações, onde foram expostas as identidades de milhões de pessoas que estavam simplesmente fazendo compras de rotina em lojas varejistas renomadas”, revela Fran Rosch, vice-presidente executivo, Norton by Symantec. “De acordo com os nossos resultados, as manchetes abalaram a confiança das pessoas em relação às atividades móvel e on-line, mas a ameaça do cibercrime não levou à adoção generalizada de medidas de proteção simples que as pessoas devem tomar para prezar por seus dispositivos e informações on-line.”, ainda afirma o executivo.

Para o cenário brasileiro, o estudo revelou que os consumidores correm mais risco de serem vítimas de crimes on-line do que em outros países. Entre os entrevistados:

• 75% teve o dispositivo móvel roubado (vs. 46% globalmente)

• 57% teve seu perfil de rede social acessado sem permissão (vs. 36% globalmente)

• 54% caiu em phishing (vs. 30% globalmente)

• 54% foi vítima de fraude de cartão de crédito (vs. 35% globalmente)

“Os consumidores brasileiros sentem-se confiantes em relação a seu comportamento digital, e atribuem-se nota 10 quanto as suas práticas de segurança. Porém, de acordo com os nossos dados, a maioria não adota medidas proativas de proteção em seus dispositivos, como uso de senha ou um software de segurança. Hábitos como esses devem ser corrigidos se levado em consideração o impacto emocional que os cibercrimes geram nos consumidores.”, relata Nelson Barbosa, especialista de segurança digital do Norton.

Confiantes, porém, despreparados

Apesar da preocupação e conscientização sobre o cibercrime, os consumidores estão excessivamente confiantes sobre os seus comportamentos de segurança on-line. Globalmente, ao responderem sobre o nível de suas práticas de segurança, eles sempre atribuem-se nota 10. Mas a verdade é que a maioria não passa no primeiro teste de segurança on-line: uso de senha. Os dados mostram que, no Brasil:

• Mais de 1 entre 3 entrevistados disseram não usar senha em seus smartphones, laptops ou desktop.

• De 13% dos entrevistados que afirmaram compartilhar suas senhas, 68% diz compartilhar a senha de e-mail, 54% de mídias sociais, 48% de TV e 45% a senha da conta bancária.

• Ironicamente, 65% acredita que é mais arriscado compartilhar a senha do e-mail com um amigo do que emprestar o próprio carro a ele.

Outra constatação importante da pesquisa é o fato de que, apesar da convicção generalizada de que crianças são mais vulneráveis ao crime on-line, 43% das vítimas do ano passado são Millenials. Nascidos na era digital, os jovens possuem mais dispositivos do que as outras gerações, e frequentemente deixam a segurança de lado ao compartilhar suas senhas.

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UOL lança aplicativo grátis para usuários acompanharem o mercado financeiro

Acompanhar o mundo dos negócios agora ficou mais fácil. O UOL, maior empresa de conteúdo, produtos e serviços na internet, lança nova versão do aplicativo UOL Cotações, que une as principais notícias sobre finanças. Disponível para celulares com sistemas operacionais iOS e Android, a ferramenta tem diversas funções que ajudarão o usuário a ficar por dentro de todas as informações relevantes do mercado financeiro.

O UOL Cotações oferece notícias sobre finanças, índices econômicos, mercado de ações e oscilação do dólar e pode ser customizado de acordo com as necessidades do usuário. Com ele, é possível criar alertas para assuntos de interesse e também é possível fazer a sincronização, que permite o acesso às configurações feitas pelo usuário em diferentes aparelhos. Para isso, basta utilizar a navegação com login, que pode ser feito via e-mail UOL, Facebook ou Twitter.

O aplicativo também conta com a função “Minha Carteira”. Com ela, o usuário pode acessar gráficos e verificar os principais indicadores econômicos. A funcionalidade ainda permite criar grupos temáticos em que o usuário pode incluir suas ações preferenciais e receber alertas diários sempre que alguma delas assumir um valor mínimo ou máximo, estipulado pelo próprio usuário.

A ferramenta ainda envia notificações com os valores de abertura e fechamento do dólar e da Bovespa, além de alertas com as informações mais relevantes sobre bolsas de valores, moedas e ações em tempo real.

“O UOL Cotações oferece ao usuário a oportunidade de ficar por dentro de todos os acontecimentos sobre finanças e empreendedorismo, com notícias selecionadas pela área editorial do UOL e saber as opiniões e os comentários de blogueiros e colunistas nacionais e internacionais”, diz Rodrigo Flores, diretor de conteúdo do UOL.

Para baixar o UOL Cotações gratuitamente, basta acessar, de seu smartphone, a Play Store (Android) ou a Apple Store (iOS). Em breve, o aplicativo também estará disponível para tablets.

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Black Friday vende R$ 1,6 bilhão no e-commerce, 38% a mais que em 2014, segundo e-Bit/Buscapé

A Black Friday atingiu seu maior faturamento desde o início da chegada ao e-commerce brasileiro e alcançou a quantia de R$ 1,6 bilhão na sexta-feira, informa a E-bit/Buscapé (www.ebit.com.br), unidade especializada em informações do comércio eletrônico do Buscapé Company. O dado representa um crescimento nominal de 38% em relação à edição de 2014, quando chegou a R$ 1,16 bilhão.

Foram 2,77 milhões de pedidos no total, um volume 24% maior que o ano passado no período, com ticket médio de R$ 580, uma alta de 11%. Outro destaque da data foram as vendas realizadas por dispositivos móveis (smartphones e tablets), que representaram 9% do resultado ou R$ 140 milhões e 11% dos pedidos, 311 mil.
No total, 1,64 milhão de e-consumidores fizeram pelo menos uma compra nas 24 horas da sexta-feira e o prazo médio de entrega prometido pelas lojas foi de 13 dias corridos para as ofertas de Black Friday.

A E-bit/Buscapé também levantou as categorias com maior volume de pedidos e faturamento no período:

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Confira o perfil do e-consumidor na Black Friday:

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Produtos, categorias e termos mais pesquisados no Buscapé

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As 6 categorias mais acessadas:

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Os 17 termos mais buscados (em ordem alfabética):

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Entidades apoiadoras na Black Friday 2015 – O Buscapé Company conta em 2015 com o apoio de diversas entidades de respeito na realização e informações divulgadas sobre a Black Friday. São elas: Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Digitalks (empresa líder do setor de marketing digital), E-Commerce Brasil (maior portal brasileiro de e-commerce), Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau, mais importante rede de associações de mídia interativa) e Boa Vista (administradora do SCPC – Serviço Central de Proteção ao Crédito).

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As startups que se destacam em meio à crise

Em meio a uma grave recessão econômica que, ao que tudo indica, deve permanecer em 2016, o Brasil parece hoje um país arisco à inovação, e a novos investimentos. Felizmente, no entanto, esta é uma realidade distante do mercado de tecnologia, no qual o contínuo crescimento da base de usuários de internet, do consumo online e do número de aportes financeiros vêm impulsionando cada vez mais o desempenho de startups promissoras.

Na visão de Anderson Thees, sócio do fundo brasileiro de capital de risco Redpoint eventures, este é um movimento que deve se manter. “O Brasil possui hoje somente metade de sua população conectada à Internet. Ao mesmo tempo em que essas pessoas vão consumir cada vez mais utilizando as ferramentas digitais, a outra metade dos brasileiros irá, gradualmente, acessar a rede nos próximos anos”, explica. Thees lembra que o e-commerce e os serviços via web vêm crescendo cerca de 20% ao ano e que o Brasil já é hoje o quinto maior mercado de internet móvel no mundo.

Desde 2010, a América Latina como um todo presenciou um aumento de 800% no montante de investimentos de venture capital (capital de risco) em startups, totalizando hoje cerca de US$ 650 milhões. Somente neste ano, no Brasil, os investimentos já superaram a marca de US$ 150 milhões, um número ainda mais expressivo se levada em consideração a grande valorização cambial em 2015.

Tamanho resultado vem impulsionando o crescimento das empresas em estágio inicial. Um bom exemplo é a Viajanet. A empresa focada na venda on-line de passagens aumentou seu faturamento em 40% em relação a 2014. Este aumento foi possível graças ao crescimento da procura por passagens internacionais, resultado de várias promoções das empresas aéreas.

“Mesmo com o aumento do dólar, o preço médio em reais ficou cerca de 30% mais barato em alguns trechos para os Estados Unidos, gerando demanda em plena crise. Chegamos a mais que dobrar nossa venda de passagens aéreas internacionais”, diz Alex Todres, um dos fundadores da Viajanet.

Situação parecida ocorre com a Minuto Seguros. A corretora especializada na venda de seguros pela internet vem aproveitando a grande procura de apólices para carros usados, que bate recordes mensais consecutivos. A empresa explora um mercado que ainda tem muito a oferecer. De acordo com o órgão regulador SUSEP e estatísticas da Fenabrave e Anfavea, no Brasil só 15 milhões de veículos, do total de 45 milhões, são segurados.

“Do lançamento do site, em dezembro de 2011, até hoje, a empresa vem dobrando de tamanho a cada ano. Esperamos chegar ao fim de 2016 com mais 100 pessoas na operação, além dos 300 que temos atualmente”, diz o CEO da empresa, Marcelo Blay. A meta para 2015 é ampliar o volume de vendas em 100%.

Mas, talvez, o caso mais emblemático da pujança deste mercado seja o da PSafe. De 2014 para 2015, a companhia praticamente dobrou o número de downloads de seu aplicativo PSafe Total Android, atingindo a marca de 52 milhões de apps baixados. Neste período, a empresa atingiu ainda o valor de mercado de R$ 1 bilhão, sendo a primeira empresa de mobile app da América Latina a bater tal cifra. Em breve, a expansão também será geográfica, com a abertura de um escritório no México.

“Para a PSafe, internet rápida e segura é um bem público, similar à água potável e à energia, e direito do cidadão. Por isso, estamos desenvolvendo um projeto que envolve a instalação de redes seguras e gratuitas de Wi-Fi em estabelecimentos e transportes habilitados, chamado SafeWifi. Atualmente, a iniciativa já está disponível em mais de 500 bares e restaurantes de São Paulo e em fase piloto em 250 táxis na capital paulista. A expectativa é ampliar o escopo do projeto para o Rio de Janeiro e para outras capitais brasileiras em 2016”, conta Marco DeMello, CEO da PSafe.

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HP transforma abrigo de ônibus em impressora

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HP apresenta a nova linha HP Deskjet Ink Advantage Ultra em ação especial de mídia out-of-home. E para mostrar a capacidade de impressão dos novos modelos, transformou o abrigo de ônibus da Avenida Luis Carlos Berrini, 965, em uma poderosa impressora.

A ação, criada pela agência AlmapBBDO e desenvolvida pela Otima, traz painel que transmite notícias, em tempo real, do portal UOL, no qual as pessoas poderão imprimir e levar o jornal com as últimas notícias para casa.

A ação poderá ser vista até o dia 7 de dezembro. Segundo Nara Marques, gerente de marketing da HP, o objetivo é divulgar a nova linha HP Deskjet Ink Advantage Ultra, que tem capacidade de imprimir até 4.500 páginas em preto e branco e 2.250 coloridas com cartuchos de ultrarrendimento que já vem na caixa. “Unimos a tecnologia da HP, a criatividade da AlmapBBDO e a plataforma interativa da Otima para trazer a experiência aos consumidores, apresentando in loco o alto rendimento e a economia que a nova linha HP oferece”, explica Nara.

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Plataforma virtual de moda Stylight aponta tendências do e-commerce para o final do ano

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Embratel anuncia Black Friday para a oferta do Serviço Segurança de Dados

A Embratel anuncia o lançamento de sua campanha Black Friday. Trata-se de uma iniciativa promocional para divulgar a solução Segurança de Dados da empresa. Com a campanha, os clientes corporativos poderão usufruir os serviços, como degustação, gratuitamente por 30 dias seguidos.

Com a solução ofertada, qualquer empresa com conexão Internet e/ou de redes dedicadas terá acesso às funcionalidades e benefícios oferecidos pela Embratel. O produto garante a proteção contra vírus, hackers, spam e outras formas de ataque virtual por meio de um console simples e intuitivo, no qual é possível gerenciar e remover qualquer comportamento suspeito em seus desktops e servidores.

A Embratel preparou uma ação diferenciada para os interessados em proteger os dados e informações de sua empresa. “Com a solução de Segurança de Dados da Embratel nossos clientes ficam protegidos das ameaças do mundo digital por uma plataforma constantemente atualizada”, diz Mário Rachid, Diretor Executivo da Embratel, acrescentando que dispositivos como computadores, notebooks e servidores podem ser beneficiados com a oferta.

Além da proteção, o produto Segurança de Dados permite o bloqueio de sites e a filtragem de conteúdos indesejáveis para a empresa. “Todas as máquinas e dispositivos dos nossos clientes podem ser programados com a solução da Embratel”, afirma Rachid, destacando que o ambiente pode ser gerenciado de qualquer lugar por meio da Nuvem da Embratel.
Para conhecer todos os benefícios e planos da oferta Segurança de Dados, e aderir à promoção, basta acessar o site http://portal.embratel.com.br/cloud/seguranca-de-dados/beneficios/.

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Shippify, Uber da Logística, luta contra pedido de fechamento feito pelos Correios

Shippify, uma Startup em estágio inicial que ajuda empresas a entregar seus produtos utilizando tecnologia móvel e uma comunidade de entregadores, anunciou hoje que pretende não acatar o recente pedido dos Correios de fechamento. Como Uber fez com taxis, Shippify está revolucionando a logística de entregas. Os Correios do Brasil, que possuem monopólio concedido pelo estado, querem que o serviço seja cancelado. Shippify prometeu lutar contra a ordem.

“Prover melhores serviços e experiências ao usuário é a essência para a revolução no setor,” comentam Miguel Torres e Luis Loaiza, fundadores da Shippify. “O fato de que uma organização tão antiga e grande como os Correios do Brasil, uma companhia pública com monopólio, estar amedrontada por uma stratup com uma comunidade forte mostra o quão grande é o nosso potencial de romper paradigmas. Mas, é tarde para eles. Nós somos parte de uma economia colaborativa. Nós estamos criando modelos de serviços que beneficiam o consumidor. Os Correios que melhorem suas operações em vez de tentar nos fazer fechar. Porque, de qualquer forma, isso não vai funcionar.”

Shippify oferece para lojas de ecommerce uma plataforma online com plugin (API) e aplicativo móvel que os ajuda a entregar suas mercadorias e pacotes, utilizando o conceito de “economia colaborativa”. Couriers independentes entregam pela Shippify usando bikes, carros, kombis, vans e até mesmo carros Uber, em menos de três horas. A companhia, que agora possui uma comunidade com mais de 2700 couriers, está crescendo rapidamente. Além de sua base no Brasil, Shippify está operando em cidades como Santiago no Chile e Guayaquil no Equador. A companhia planeja expandir para Colombia e México em breve. Entregadores da Shippify chegam a ganhar até R$800 por semana de trabalho. Isso representa 70% do que um motociclista courier consegue ganhar com um emprego formal por mês.

“Eles querem nos fazer desaparecer rapidamente.” diz Torres -CEO, ele acrescenta. “Isso simplesmente não irá acontecer. Toda essa situação me traz à mente uma maravilhosa, mas ridícula sofisma escrita por Frederic Bastiat em 1845: “Petição dos fabricantes de velas, lanternas, lâmpadas e basicamente tudo relacionado à iluminação – ordenando aos cidadãos que fechassem suas janelas e que o sol fosse desligado por ele gerar luz.” Acabar com a economia colaborativa será tão fácil quanto desligar o sol.”

Torres e seu sócio lançaram a Shippify originalmente por conta de uma necessidade de seus negócios. Eles tentaram enviar pacotes em pequenas distâncias, mas descobriram que precisariam esperar por dias e pagar valores que eles não acreditaram serem justos pelo serviço.

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O país foi saqueado, afirma Ives Gandra Martins na Associação Comercial de São Paulo

Considerado por alguns como o maior jurista vivo do Brasil, Ives Gandra Martins esteve na Associação Comercial de São Paulo, quarta-feira (25), para realizar uma palestra e ser homenageado por seus 80 anos de idade.

“Ele é um colaborador e um amigo de longa data, que vem prestando serviços não apenas a essa entidade, mas a todo o Brasil. Que sua saúde e cultura continuem a serviço do País”, disse o presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), Alencar Burti, na abertura do encontro.

Gandra, que se colocou como “um simples operador de direito, velho e esforçado”, centrou sua palestra no que chamou de “aparelhamento monumental do Estado”, resultado dos últimos 12 anos de PT.

O jurista classificou a chefe do executivo como “incompetente”, diretamente responsável pelo momento de crise vivido pelo País e pelos atuais casos de corrupção divulgados na mídia, em especial os investigados na operação Lava Jato.

“Não estou dizendo que ela é corrupta, mas sim incompetente. Não há administração de governo”, afirmou o palestrante, reiterando diversas vezes que a omissão e inaptidão de Dilma são “mais por culpa do que dolo”.

Durante toda a sua fala, Gandra fez fortes críticas ao governo petista e à presidente Dilma. Segundo ele, o PT teria posto em prática um projeto de poder por meio da corrupção, cujas consequências estariam sendo agora reveladas por ações da Polícia Federal. “O país foi literalmente saqueado”, acusou.

Tudo isso, disse Gandra, instaurou no País uma crise de credibilidade, com origem política e consequência econômica. Além disso, avaliou que o ajuste econômico pretendido pelo ministro Joaquim Levy vai prejudicar o cidadão, uma vez que o dinheiro economizado se perderia na máquina estatal.

“As regras de mercado são as de um jogo de xadrez. E o governo pensou que eram as de um jogo de pôquer, que ele poderia blefar”, comentou em referência às chamadas “pedaladas fiscais”, disse.

“Sem a recuperação da credibilidade do País”, ponderou, “a crise não acaba”. E as únicas maneiras dessa recuperação acontecer, ainda no entendimento do jurista, é caso a presidente Dilma sofra o impeachment ou seja afastada pelo Tribunal Superior Eleitoral.

“Nenhum outro momento que vivemos no país foi tão preocupante quanto agora”, disse ao concluir sua palestra.
Aspectos jurídicos para as empresas em momentos de crise

Após a análise política da crise feita por Gandra, foi a vez de três juristas convidados explicarem como esse momento de retração afeta o empreendedorismo brasileiro.

Luiz Eugênio Araújo Müller Filho e Fábio Bellote Gomes analisaram aspectos jurídicos da nova Lei de Recuperação Judicial, instrumento jurídico que costuma ficar em voga em épocas de crise.

Já Sergio Vieira Miranda da Silva explicou como as empresas podem se valer de soluções trabalhistas para passar pela crise. Instrumentos jurídicos como férias coletivas, suspensão do contrato de trabalho e redução da jornada de trabalham costumam, segundo ele, ajudar as organizações a reduzirem custos temporariamente, até que a situação econômica do país melhore.

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Startups: inscrições prorrogadas para a primeira turma da nova aceleradora Mundi Lab

A Mundi Lab (http://mundi-lab.com/), aceleradora de startups espanhola promovida pela Munich Re (www.munichre.com), maior resseguradora do mundo, prorrogou até dia 29 de novembro as inscrições para sua primeira turma global de acelerados.

Desenvolvida para facilitar a entrada de empresas com produtos aplicáveis aos mercados de seguros e resseguros dentro da estrutura da Munich Re, a Mundi Lab busca por 10 startups digitais em estágio amadurecido e com atuação principalmente na península ibérica e américa latina.

“Esse programa de aceleração desenvolvido pela Munich Re tem características muito interessantes, principalmente para startups em um estágio um pouco mais avançado, pois além de não cederem equity para participarem, terão uma oportunidade incrível de fazer negócios com uma gigante do setor”, afirma Luisa Ribeiro, CEO da Gema Ventures e advisor da Mundi Lab para a América Latina.

Como funciona?

Primeira fase (aceleração intensiva de 5 semanas + demo day)

Com duração de 5 semanas, o programa acontecerá quase em sua totalidade dentro da infraestrutura alocada no “Madrid International Lab”, espaço de fomento do empreendedorismo e internacionalização da economia local e resultado de uma iniciativa da Câmara Municipal de Madri que atrai startups do mundo todo. Alguns eventos também ocorrerão no Google Campus de Madri.

As startups escolhidas não cedem participação acionária para ingressarem, assim como não têm nenhum custo inicial. Dentre os benefícios disponibilizados às startups destacam-se a oportunidade de contar com mentores – ligados à Munich Re ou Mundi Ventures – destinados individualmente para cada uma delas; diversos workshops; networking com executivos chave do setor e com a comunidade empreendedora. Os empreendedores também terão a oportunidade de conhecer a ampla rede de profissionais, parceiros e clientes da Munich Re, e o mais importante – lançar um programa piloto com a mesma ou com seus principais clientes. Ao final do processo será realizado um Demo Day internacional onde todas as startups se apresentarão aos principais players do mercado.

“A parceria com startups tem o objetivo de dar liberdade aos empreendedores para que inovem sem restrições, sem amarras. Nossa contribuição se dá no sentido de facilitar o entendimento do mercado, dar um enfoque estratégico às prioridades e decisões, e em última instância com capital”, Rodrigo Belloube, CEO da Munich Re do Brasil.

Segunda fase (programa piloto de inovação Munich Re)

Os melhores projetos passam para a segunda fase e ingressam automaticamente no programa piloto de inovação da Munich Re. Com duração de 12 meses, ocorrerá remotamente e terá maior ênfase em implementar o go-to-market e validar a solução no mercado com o auxílio de especialistas das indústrias de seguro e resseguro.

Dados comprovam busca do setor por inovação

As novas tecnologias estão transformando o setor de seguros, até então dito como tradicional. É um fato. O setor de tecnologia para seguros é hoje “a menina dos olhos” para investidores. Segundo relatórios das maiores consultorias de tecnologia, startups com foco em tecnologia para seguros levantaram US$ 2,12 bilhões em financiamentos desde 2010, dos quais US$1,39 bilhões desde o início de 2014.

O ano de 2015 já bate recorde, com mais de 800 milhões de dólares levantados. Não há dúvidas que os avanços em Big Data, soluções mobile e da chamada “Internet das Coisas” mudarão a relação entre clientes e seguradoras. “No Brasil o seguro de vida individual apresenta um potencial de crescimento extraordinário. Existe uma demanda não atendida muito grande e acreditamos que a indústria tem muito espaço para acolher ideias inovadoras que possam vir de startups para atrair e reter novos consumidores”, afirma Edgar Kataguiri, Diretor de Vida da Munich Re do Brasil

Ao enxergar esse cenário, as seguradoras estão buscando se aproximar ainda mais de seus usuários, oferecendo produtos e serviços complementares para a indústria tradicional. Uma pesquisa realizada pela consultoria Accenture, entre 141 executivos de seguradoras em todo o mundo, mostra claramente que, para acompanhar esse novo momento do mercado de seguros:

– 72% das seguradoras estão formando novas parcerias de distribuição;

– 61% das seguradoras está planejando para oferecer produtos e serviços complementares aos de seguros;

– 43% das seguradoras pretendem ou já adquiram startups /soluções tecnológicas;

Inscrições abertas no site http://www.fundacity.com/mundi-lab/apply/519.

Informações gerais
Término das inscrições: 29 de novembro
Duração do programa: 29 de fevereiro a 7 de abril
Demo Day: 8 de abril

Sobre o Mundi Lab
Mundi Lab é um programa de aceleração de startups com alcance mundial, desenvolvido para facilitar a entrada no mercado de empresas com soluções inovadoras aplicáveis aos mercados de seguros e resseguros.

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Finep apresenta mudanças na concessão de crédito

A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) divulgou sua nova Política Operacional (PO), com alterações concentradas no financiamento reembolsável concedido diretamente pela entidade vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Um dos principais objetivos da mudança foi construir uma metodologia que permita aprimorar a seleção de planos estratégicos de inovação (PEIs) de acordo com as prioridades da agência, e com foco em inovação.

O novo modelo vai se centrar em dois eixos referenciais para a avaliação dos PEIs: grau de inovação e relevância da inovação. O primeiro levará em consideração fatores como a intensidade da inovação, a abrangência e a trajetória de inovação da empresa. O segundo terá como direcionadores a relevância do tema dentro das prioridades do setor, a relevância para a companhia e a internacionalização. Essa avaliação será o ponto de partida para o enquadramento dos planos estratégicos de inovação nas novas linhas de ação, que são três: Inovação Pioneira, Inovação para Competitividade e Inovação para Desempenho.

Em Inovação Pioneira, enquadram-se PEIs que apresentam elevado grau de inovação e de relevância para o setor econômico beneficiado. As propostas devem resultar em inovações por meio do desenvolvimento de produtos, processos ou serviços inéditos para o Brasil.

A linha Inovação para Competitividade é voltada para PEIs centrados no desenvolvimento ou significativo aprimoramento de produtos, processos ou serviços, que tenham também potencial para impactar o posicionamento competitivo da empresa no mercado.

Já na modalidade Inovação para Desempenho se enquadram as PEIs que resultam em inovações de produtos, processos ou serviços no âmbito da empresa. Esses planos se qualificam como uma iniciativa da organização de adotar uma estratégia de inovação, ainda que possam ter impacto limitado no setor econômico no qual estão inseridos. Podem ser centrados em atualização tecnológica, por meio da absorção ou aquisição de tecnologia, sendo capazes de impactar na produtividade da empresa, em sua estrutura de custos ou no desempenho de seus produtos e serviços.

Manutenção

A linha de Pré-Investimento foi mantida e, além dessas, a Finep dispõe de uma linha especial destinada a ações de interesse estratégico para o País, chamada Inovação Crítica. Esta linha se aplicará a propostas demandas pelo Governo que necessitem de desenvolvimento tecnológico para atender a prioridades nacionais.

Saiba mais em http://www.finep.gov.br/noticias/todas-noticias/5129-finep-apresenta-nova-politica-operacional-com-mudancas-no-credito

Fonte: Finep

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IBGC lança 5ª edição do Código das Melhores Práticas de Governança Corporativa

Em linha com o contexto atual da economia e do cenário político nacional, o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) lança a 5ª edição do Código das Melhores Práticas de Governança Corporativa, revisada e atualizada.

Considerado documento central e de maior importância para o Instituto e com reconhecida relevância para o mercado, o Código visa orientar as organizações, por meio de recomendações e fundamentos, quanto às boas práticas de Governança. Nesta edição, o IBGC buscou diminuir a tendência ao checklist e trazer mais reflexão, tornando a publicação menos prescritiva.

Como nas edições anteriores, o IBGC ouviu as partes interessadas ao realizar duas consultas públicas e uma audiência restrita. Na consulta pública final, o IBGC recebeu aproximadamente 900 comentários. “O Instituto conta com muitos stakeholders com diferentes visões, o que permitiu a pluralidade do documento. Ouvimos membros de órgãos reguladores, conselheiros, agentes de mercado, juristas, acadêmicos, entre outros. Essa diversificação está presente no Código, coerente com a nossa realidade atual”, explica Eliane Lustosa, membro do Conselho de Administração do IBGC e coordenadora dos trabalhos de revisão do Código.

Nesta edição, como diferencial das atualizações anteriores, a redação do Código separa as recomendações dos fundamentos. Desta maneira, permite que a companhia possa refletir a prática e analisar como determinada recomendação gera valor para a organização caso seja praticada de fato.

Outra novidade é a inserção no documento do tema da externalidade, que trata dos impactos positivos e negativos que a empresa pode gerar a terceiros, seja de forma ambiental, social ou no âmbito da Governança.

O lançamento da 5ª Edição do Código ocorreu durante o 16º Congresso de Governança Corporativa, evento que também marcou a comemoração dos 20 anos do IBGC. Na ocasião, Eliane Lustosa fez uma apresentação para explicar as principais mudanças na publicação e como isso poderá influenciar no futuro das melhores práticas. Para mais informações, acesse: http://www.ibgc.org.br/16congresso/.

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