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BMW Group lança “Desafio da Computação Quântica” em colaboração com AWS

Pesquisadores, startups e empresas pioneiras da comunidade global de computação quântica poderão, a partir de agora, propor soluções para desafios industriais específicos no Desafio de Computação Quântica do BMW Group. Realizado em colaboração com a Amazon Web Services, Inc. (AWS), o desafio incentiva os participantes a criar algoritmos quânticos e testar soluções em tecnologias reais de computação quântica. Essas inovações têm potencial para resolver problemas desafiadores do setor automotivo com otimizações complexas, pesquisas de materiais e – na forma de aprendizado de máquina quântica – condução automatizada no mundo de amanhã.

“O panorama tecnológico no campo da computação quântica está apenas começando a tomar forma. Diferentes empresas e institutos de pesquisa estão adotando uma variedade de abordagens. Ao lançarmos nossa iniciativa de inovação coletiva, esperamos explorar um poder inovador adicional que estaria além do alcance de uma concorrência padrão”, disse Peter Lehnert, Vice-Presidente do BMW Group Research, New Technologies

Desafios específicos para a computação quântica
Os especialistas do BMW Group identificaram mais de 50 desafios em vários estágios da cadeia de valor, para a qual a computação quântica poderá fornecer um benefício potencial no futuro. Isso requer algoritmos inovadores e uma melhoria significativa do hardware. O BMW Group decidiu envolver a comunidade global de computação quântica para ajudar a encontrar as melhores soluções para o futuro imediato. O Desafio de Computação Quântica focará em quatro desafios específicos onde a computação quântica poderá oferecer uma vantagem em comparação com os métodos de computação clássicos:

1. Otimização das posições dos sensores para funções de condução automatizada;
2. Simulação de deformação do material no processo de produção;
3. Otimização da configuração do veículo de pré-produção;
4. Aprendizado de máquina para avaliação automatizada de qualidade.

As inscrições já começaram, e o prazo para a apresentação das soluções é 24 de setembro de 2021, após o qual serão examinadas e julgadas por um painel de especialistas. Um evento final acontecerá em dezembro de 2021, no qual os melhores participantes terão a oportunidade de apresentar suas soluções para o painel de jurados especialistas. Os vencedores ganharão o BMW Group como cliente e estarão envolvidos na implementação dos respectivos projetos-piloto.

A AWS está apoiando o BMW Group por meio do Amazon Quantum Solutions Lab, um grupo de profissionais especializados que ajudou a delinear os casos de uso do desafio e que estarão no painel que selecionará os vencedores. A AWS fornecerá créditos para que os participantes usem o Amazon Braket para incentivar o desenvolvimento e o teste dos algoritmos quânticos enviados. Além disso, o Amazon Braket oferece um ambiente de desenvolvimento para os usuários explorarem e construírem algoritmos quânticos, testando-os em simuladores de circuitos quânticos e executando-os em uma variedade de tecnologias de hardware quântico.

“A computação quântica está em seus estágios iniciais, mas seu impacto no longo prazo promete ser transformador para muitos setores”, disse Bill Vass, Vice-Presidente de Engenharia da AWS. “De fato, possibilitar pesquisas de ponta em computação quântica e ajudar as empresas a se preparar para o futuro quântico é o motivo pelo qual lançamos o Amazon Braket e construímos nossa equipe de especialistas no Amazon Quantum Solutions Lab. Estamos entusiasmados em apoiar a BMW e a comunidade quântica neste desafio de inovação. Aplaudimos a liderança da BMW em enfrentar desafios industriais reais, onde os computadores quânticos podem um dia oferecer uma vantagem”.

O BMW Group está impulsionando a criação de um ecossistema quântico
O Desafio de Computação Quântica mais uma vez destaca como o BMW Group está desempenhando um papel de liderança nos esforços para estabelecer um ecossistema quântico. Recentemente, em junho, a empresa se juntou com outras nove grandes corporações para fundar o Quantum Technology and Application Consortium (QUTAC), cujo objetivo é produzir uma grande quantidade de casos de uso para a indústria e, com isso, criar demanda para a computação quântica. O QUTAC acelerará o desenvolvimento da tecnologia na Alemanha e na Europa.

Em 16 de junho, o BMW Group, juntamente com a Universidade Técnica de Munique (TUM), também anunciou a criação de uma cadeira aprovisionada de “Algoritmos e aplicações quânticas”. Durante um período de seis anos, o BMW Group disponibilizará um fundo de € 5,1 milhões para a TUM para professores, equipamentos e pessoal. Ao dar esse passo, o BMW Group e a TUM buscam preencher a lacuna entre a excelente pesquisa básica realizada na Alemanha e sua aplicação específica na indústria.

Supera Incubadora abre seleção para novas startups

Um dos principais polos de inovação do País, Supera Parque oferece apoio para o desenvolvimento de negócios inovadores de base tecnológica; inscrições vão até 13 de agosto

Empreendedores com negócios de base tecnológica, que estão em processo de validação da ideia ou em fase inicial de funcionamento, podem se inscrever para participar do processo seletivo do ciclo 2021.2 da Supera Incubadora de Empresas de Base Tecnológica, até o dia 13 de agosto. O objetivo da Incubadora é apoiar empreendedores para que viabilizem seus projetos e negócios de inovação com as melhores práticas do mercado.

“O grande mérito da incubação é oferecer às startups ferramentas e soluções para a criação, desenvolvimento e aprimoramento, no que se refere aos aspectos tecnológicos, gerenciais, mercadológicos e de recursos humanos. Isso para que elas estejam no mercado ainda mais competitivas”, explica Saulo Rodrigues, gerente da incubadora.

Para Gustavo Martins, da AltaMap, o relacionamento com o Supera Parque começou em 2019 e foi essencial para o fortalecimento do negócio. “Nossa história com o Supera Parque começou em 2019, porém só em 2020 conseguimos a incubação da nossa empresa. Todos os nossos planos de pesquisa e entrada no mercado mudaram com a pandemia. Mudamos até de nome. Mas o envolvimento com o Supera em treinamentos, workshops, palestras, mesmo à distância, foi essencial para continuarmos desenvolvendo nossa proposta de valor, nosso modelo de negócios, nosso networking e, principalmente, nossas competências enquanto empreendedores”

A incubação no Supera Parque visa fomentar negócios inovadores de alto valor agregado, sobretudo nas áreas de saúde, biotecnologia, tecnologia da informação e agronegócio, que são vocações científicas e empresariais de nossa região. Empresas de outros segmentos também podem participar do habitat de inovação, desde que sejam negócios de base tecnológica.


Seleção de projetos

As inscrições para o processo seletivo iniciam dia 19 de julho e vão até o dia 13 de agosto e acontecem pelo site http://superaparque.com.br/selecao-de-empresas, onde também pode ser acessado o edital. A inscrição é gratuita e o processo seletivo acontecerá em etapas, todas com caráter eliminatório.

“A Incubadora oferece apoio técnico especializado, disponibilizando infraestrutura, assessoria, capacitação e networking. É uma oportunidade ímpar de alcançar um novo patamar do seu negócio com apoio de uma equipe especializada”, destaca Rodrigues.

Primeiro, os empreendedores precisam submeter seus projetos na plataforma Gust. Os empreendedores classificados na primeira etapa passarão por entrevistas pessoais.

Na etapa final, os candidatos classificados apresentarão seus projetos para uma banca avaliadora. Os aprovados serão incubados e receberão o apoio do Supera para o desenvolvimento do negócio, por pelo menos 24 meses.

SERVIÇO
Seleção de Projetos para a Supera Incubadora
Data: de 19 de julho a  13 de agosto de 2021
Inscrições e edital: Pelo site http://superaparque.com.br/selecao-de-empresas
Informações: incubadora@superaparque.com.br ou (16) 3315.0735.

Uma jornada em busca do ESG

Por Francisco Perez

Muito tem se falado sobre os crescentes desafios ambientais e sociais que a humanidade está enfrentando. São frequentes os alertas sobre as consequências desses desafios para a economia mundial, como mudança climática, escassez de recursos, perda da biodiversidade, desmatamento, pobreza, desigualdade e desrespeito aos direitos humanos.

A importância desses temas é inegável. Ao redor do mundo, países, empresas e indivíduos participam de uma corrida saudável em busca de uma relação entre humanidade e planeta que seja sustentável a longo prazo. Em 2015, o relatório ‘O dever fiduciário no século XXI’, elaborado pela iniciativa PRI (Principles for Responsible Investments – Princípios para Investimentos Responsáveis), da ONU, corroborou entendimento de um parecer jurídico emitido em 2005, da própria entidade, e esclareceu que “é uma quebra do dever fiduciário não considerar geradores de valor de longo prazo, inclusive questões ambientais, sociais e de governança (ESG) na gestão de recursos”. Esse posicionamento tem impulsionado instituições financeiras e gestores de recursos a embarcarem na jornada por uma sociedade mais responsável e sustentável. 

No Brasil, já podemos observar diversas iniciativas implementadas por instituições financeiras tradicionais que vêm repensando suas políticas e produtos para estarem alinhadas às diretrizes ESG. Isso, sem dúvida, representa um ganho muito importante e já se reflete na cadeia financeira. A prova disso é que a maioria das fintechs criadas atualmente trazem, entre suas principais preocupações, dar respostas às questões ambientais, sociais e de governança. 

Um levantamento recente, realizado pela empresa de pesquisa sobre investimentos Morningstar, mostrou que foram criados 85 produtos considerados sustentáveis no ano passado, tendo um aumento significativo quando comparamos com 2019, que foram originados apenas seis. O valor captado foi igualmente expressivo, totalizando R$ 2,5 bilhões.  

Apesar destes números serem animados, não podemos negar que ainda existe um longo percurso a ser percorrido para que estas práticas sustentáveis estejam, de fato, difundidas no mercado. Além disso, é importante considerar que a maioria de nós não age de forma irresponsável ou insustentável voluntariamente, mas sim por falta de alternativa, conhecimento ou ambos. 

Por isso, precisamos praticar a inclusão, sobre a qual tanto se discute nos últimos anos, e abraçar países, empresas e indivíduos aos quais ainda não foram permitidos adquirir o conhecimento ou alcançar o estágio de maturação necessário para adotarem as melhores políticas e exercerem as práticas mais eficazes para que a existência da humanidade neste planeta possa ser chamada de sustentável. Que sejam bem-vindas todas as iniciativas nesse sentido e que sejamos tolerantes com os diferentes estágios de entendimento e as dificuldades daqueles que se propõem a iniciar a jornada, mas ainda não encontraram o caminho.

Aprendamos com o exemplo das iniciativas de inovação aberta que proliferaram entre as organizações na última década e encontraram na colaboração a fórmula para inovar, se reinventar e sobreviver. Colaboremos também todos nós, governos, empresas e indivíduos, para que novas formas de organização da sociedade e condução dos negócios floresçam e permitam que encontremos mais justiça e menos desigualdade num planeta mais saudável.

Governos, criem medidas que penalizem as práticas não sustentáveis e incentivem as mais responsáveis por parte de empresas e indivíduos. Empresas, exerçam relações mais humanas com a sociedade, representada por empregados, fornecedores, clientes, governos e comunidades. Indivíduos, assumam responsabilidades nos papéis de cidadãos, consumidores, investidores e educadores. 

Francisco Perez, diretor de Novos Negócios do Banco Alfa

IBM lança atualizações baseadas em IA no Cloud Native Toolkit

À medida que a necessidade de integrar e executar tecnologias de inteligência artificial e machine learning em ambientes de nuvem está se tornando mais crucial, a IBM está lançando uma nova adição ao seu kit de ferramentas de código aberto nativas em nuvem para ajudar ainda mais os desenvolvedores a integrar seus aplicativos de IA e ML em ambientes nativos na nuvem e otimizar implantações escaláveis e confiáveis.

Aproveitando o lançamento, no ano passado, do Toolkit Elyra AI, o Centro de Open Source Data and AI Technologies (CODAIT) da IBM está ajudando os desenvolvedores a dar o próximo passo no pipeline de desenvolvimento, lançando um novo kit inicial de pipeline de ponta a ponta de aprendizado de máquina em seu Cloud-Native Toolkit.

Usando recursos críticos de nuvem híbrida, incluindo código aberto e Red Hat OpenShift, os desenvolvedores podem usar o novo kit de ferramentas como ponto de partida para fazer a transição de seus aplicativos alimentados por machine learning e inteligência artificial de notebooks Jupyter para ambientes de produção. Isso ajudará desenvolvedores e cientistas de dados a acelerar o desenvolvimento, implementação e inovação de projetos, fornecendo um conjunto de abordagens e ferramentas opinativas para garantir que funcionem bem e otimizem o valor dos negócios durante o processo. Além disso, o kit ajuda a evitar a sobrecarga de inúmeros componentes e tarefas que se juntam durante a transição para ambientes em nuvem, economizando tempo e energia dos desenvolvedores.

Estamos focados em tornar ainda mais fácil para os desenvolvedores executarem seus aplicativos de IA e ML em ambientes nativos da nuvem, porque, para ter sucesso com a inteligência artificial em escala, eles precisam ser capazes de construir, gerenciar e executar sua IA perfeitamente onde quer que seus dados residam – em qualquer nuvem pública, nuvem privada ou no local via Red Hat OpenShift.

Para uma visão detalhada do novo kit de ferramentas, confira no link abaixo o anúncio no blog IBM Developer, feito pela equipe do IBM CODAIT: https://developer.ibm.com/technologies/artificial-intelligence/blogs/open-source-elyra-ai-toolkit-simplifies-data-model-development/

Mariana Hatsumura é a nova diretora de Azure da Microsoft Brasil e Ricardo Wagner o novo de diretor de Trabalho Moderno e Segurança

A Microsoft anuncia Mariana Hatsumura Costa como a nova diretora de Azure, e Ricardo Wagner, como diretor de Trabalho Moderno e Segurança. 

Mariana Hatsumura ingressou na Microsoft há 10 anos, como Gerente de Marketing de Licenciamento, e acumulou sólida experiência em diferentes funções dentro das áreas de Marketing, Vendas e Parceiros da companhia, sempre com forte compromisso com o desenvolvimento de negócios em nuvem. Como líder de Trabalho Moderno e Segurança, contribuiu para o crescimento dos negócios da Microsoft no Brasil. Anteriormente a essa função, Mariana ocupou cargos de Gerente de Marketing de Produto para Nuvem e Empresas, Gerente de Desenvolvimento de Canais para Nuvem e Gerente Sênior de Marketing de Produto e Sucesso do Cliente. Antes de ingressar na Microsoft, a profissional passou por empresas como Whirlpool, Sony e IBM e ocupou diversos cargos de marketing de produtos. É formada em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e pós-graduada em Comunicação com o Mercado pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).  

“Me sinto honrada em assumir esse desafio e liderar uma área que tem um trabalho essencial para apoiar as organizações a impulsionarem o sucesso de seus negócios de forma ágil, segura e com imenso potencial de inovação”, comenta Mariana. 

Já Ricardo Wagner, o novo Diretor de Trabalho Moderno e Segurança da Microsoft Brasil, retorna para o país após uma experiência internacional de sucesso na subsidiária do Canadá, onde atuou na área de Marketing de Produto, auxiliando clientes corporativos e pequenas e médias empresas. No Canadá, Ricardo foi o pioneiro em um novo movimento de vendas para envolver e nutrir relacionamento os clientes por meio da Acessibilidade, influenciando negócios importantes, incluindo o maior negócio da Microsoft fechado no país, com o Governo Canadense, avaliado em mais de 1 bilhão de dólares. Antes de ingressar na Microsoft Canadá, Ricardo trabalhou por cinco anos na Microsoft Brasil, onde ocupou cargos de direção em Windows e Dynamics. Antes da Microsoft, esteve na Hewlett Packard (HP) durante sete anos, onde trabalhou nas áreas de vendas e marketing. Ricardo é formado em Economia pela Universidade Mackenzie e possui MBAs em Marketing pela ESPM e Gestão pela FGV. 

“Estou feliz e ansioso para aprender e contribuir para o sucesso dessa unidade de negócio. Pessoas e organizações em todo o mundo utilizam as soluções de colaboração, produtividade e segurança da Microsoft e, neste último ano, enxergamos ainda mais o potencial dessas ferramentas para conectar as equipes, produzir e inovar. É uma grande honra assumir esse desafio”, afirma Ricardo. 

Vendas pela internet no Brasil registram alta de 13,05 % no primeiro semestre do ano, revela o índice MCC-ENET

O e-commerce brasileiro continua em ritmo acelerado. Nos primeiros seis meses deste ano, houve alta de 13,05% nas vendas e de 24,15% no faturamento. Os dados são do índice MCC-ENET, desenvolvido pela Neotrust | Movimento Compre & Confie, em parceria com o Comitê de Métricas da Câmara Brasileira da Economia Digital (camara-e.net).

“O aumento consistente do faturamento online no primeiro semestre de 2021, comparado ao mesmo período no ano anterior, evidencia a sólida performance do segmento e a mudança de patamar nas vendas online”, afirma Gastão Mattos, responsável pela Divisão de Varejo Online da camara-e.net.

Vendas online

Ao observar as vendas online, comparando os meses de junho e maio, por sua vez, teve queda de (−1,02%).

A composição regional, também considerando a comparação entre junho e maio, os resultados foram: Sul (2,88%); Centro-Oeste (−0,97%); Nordeste (−1,59%); Sudeste

(−1,69%); Norte (−3,43%).

Já no acumulado do ano, a configuração ficou da seguinte forma: Nordeste (28,37%); Centro-Oeste (28,18%); Norte (21,39%); Sul (19,83%) e Sudeste (6,97%).

Faturamento

O faturamento do setor também seguiu com variação negativa, quando os meses comparado foram junho e maio: (−1,49%).

Usando a mesma base comparativa (junho e maio), por região, ficou da seguinte forma: Sul (2,69%); Sudeste (−1,90%); Nordeste (−1,91%); Centro-Oeste (−3,82%); e Norte (−5,72%).

No acumulado do ano, os dados foram: Nordeste (38,14%); Centro-Oeste (36,42%); Sul (30,99%); Norte (27,55%); e Sudeste (17,51%).

Participação do e-commerce no comércio varejista

Em maio de 2021, o e-commerce representou 11,9% do comércio varejista restrito (exceto veículos, peças e materiais de construção). No acumulado dos últimos 12 meses, nota-se que a participação do e-commerce no comércio varejista corresponde a 10,9%. Vale destacar que esse indicador foi feito a partir da última Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE, divulgada no dia 7 de julho.

Categorias

Em maio de 2021, a composição de compras realizadas pela internet, por segmento, ficou da seguinte forma: equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (43,2%); móveis e eletrodomésticos (27,6%); e tecidos, vestuário e calçados (10,1%). Na sequência, artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (7,3%); outros artigos de usos pessoal e doméstico (5,9%); hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (3,4%); e, por último, livros, jornais, revistas e papelaria (2,5%). Esse indicador também utiliza a Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE como base.

Consumidores Online

Outra métrica avaliada pelo MCC-ENET revela que, no trimestre de abril a junho de 2021, 18,5% dos internautas brasileiros realizaram ao menos uma compra online. Observa-se uma alta de 1,3 p.p em relação ao trimestre anterior (17,2%). Já na comparação com o mesmo período em 2020 (10,1%), houve crescimento de 8,4 p.p.

Metodologia do MCC-ENET

Os índices mensais vêm da comparação dos dados do último mês vigente em relação ao período base (média de 2017). Para compor o índice, o Neotrust | Compre & Confie coleta 100% de todas as vendas reais de grande parte do mercado de e-commerce brasileiro, utilizando adicionalmente processos estatísticos para composição das informações do mercado total do comércio eletrônico brasileiro. Também são utilizadas informações dos indicadores econômicos nacionais do IBGE, IPEA e FGV.

O MCC-ENET traz uma visão completa a respeito do e-commerce no país a partir da análise das seguintes variáveis: percentual nacional e regional de vendas online, faturamento do setor e tíquete médio. Outras métricas analisadas mensalmente são participação mensal do e-commerce no comércio varejista e crescimento do setor no varejo restrito e ampliado, além da distribuição das vendas por categoria. Por último, a penetração de internautas que realizaram ao menos uma compra trimestralmente pela internet também está contemplada no índice.

Não estão contabilizados no MCC-ENET dados dos sites MercadoLivre, OLX e Webmotors, além do setor de viagens e turismo, anúncios e aplicativos de transportes e alimentação, pois ainda não são monitorados pela Neotrust | Movimento Compre & Confie.

Clique aqui para acessar o estudo completo: https://www.mccenet.com.br/

ISH Tecnologia anuncia 131 vagas em todo o país

A ISH Tecnologia, empresa de capital 100% nacional, líder nos segmentos de cibersegurança, infraestrutura crítica e nuvens blindadas, anuncia 131 vagas de emprego em diversas regiões do Brasil. A companhia nacional segue forte ritmo de crescimento e só este ano já preencheu 230 outras vagas no Brasil. Atualmente, a ISH conta com mais de 500 colaboradores.

As vagas disponíveis são para as regiões de Belo Horizonte, Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo e Vitória, além de algumas de abrangência nacional. As áreas são comercial, contábil produtos, programação, e técnica de SOC (Security Operations Center), NOC (Network Operations Center) e de projetos.

Todas as oportunidades podem ser conferidas no link https://ishtecnologia.gupy.io/ .

ISH Academy

Além destas vagas, as inscrições para o ISH Academy, programa de capacitação de profissionais em cibersegurança, começa nesta segunda-feira. A primeira turma terá início em agosto e terá 15 trainees do Espirito Santo contratados pela companhia.

Além de residir no ES, os únicos pré-requisitos para a inscrição são ter no máximo 25 anos de idade e estar cursando os últimos três semestres de cursos superiores relacionados a Tecnologia da Informação.

Inicialmente os trainees serão contratados como estagiários pela ISH. Conforme evoluírem nas trilhas do programa, ou mesmo quando forem absorvidos pela operação da empresa, serão contratados no regime CLT. O link para inscrição é este .

Brasil continua atrativo para startups e fundos de investimento

Por Maurício Lima

Mesmo com todos os problemas enfrentados ao longo de 2020 e 2021, o Brasil deve emergir deste período como um campo fértil para startups e investidores. Com a aceleração da digitalização dos negócios no ano passado – fruto da pandemia -, vimos nascer por aqui mais de uma startup por dia, muitas com times excepcionais que se propõem a resolver problemas únicos de nosso país. E junto com as empresas, os investidores também estão bem mais ativos em busca de novas oportunidades.

As startups voltadas para as áreas de finanças, varejo, saúde e educação chamaram a atenção de investidores. Desde 2016 os volumes investidos nessas empresas vêm crescendo significativamente, alcançando, em 2020, um pico de R﹩ 19,7 bilhões investidos, segundo dados da Abstartups (Associação Brasileira de Startups).

E ao que parece o ritmo vem se mantendo este ano. O relatório Inside Venture Capital aponta que, nos primeiros meses de 2021, as startups brasileiras receberam cerca de R﹩ 16,2 bilhões em investimentos, ou 90% do total investido no ano passado. Foram 261 aportes realizados até maio e, mesmo tirando desta conta os aportes gigantes realizados no Nubank (US﹩ 400 milhões), Loft (US﹩ 525 milhões) e o Quinto Andar (US﹩ 300 milhões), os volumes atingidos representam recorde quando comparados aos últimos cinco anos. Continuando assim, devemos fechar este ano com mais de US﹩ 5 bilhões investidos em startups.

As fintechs tem atraído a maior parte desses investimentos. Estas empresas receberam 57 investimentos neste ano e um volume de US﹩ 1,158 bilhão, seguidas pelas startups do ramo imobiliário, com US﹩ 825 milhões em investimentos. Outra pesquisa, essa da Transactional Track Record (TTR), que engloba também as grandes operações, mostra que os fundos de venture capital já aportaram R﹩ 15,2 bilhões em empresas de tecnologia no Brasil no período entre janeiro e maio deste ano, com 115 transações.

Os números mostram, ainda, que o Brasil está se consolidando como um mercado atraente não apenas para as startups locais. Os volumes investidos por aqui pelos investidores, e o tamanho do mercado consumidor local, têm sido atrativos também para que empreendedores latino-americanos encontrem aqui um mercado grande o suficiente para dar escala aos seus negócios e, com isso, justificar novos investimentos. Não faltam exemplos desse movimento, como as fintechs Addi e Clara, a startup de venda de carros Kavak e a Bitso, corretora de criptomoedas. E mesmo casos interessantes de empresas que entraram em operação simultaneamente no Brasil e Mexico, como a Casai e a Merama.

Essa atração das startups pelo mercado brasileiro não se dá sem motivo. O Brasil tem hoje um mercado consumidor de mais de 200 milhões de pessoas e é a maior economia da América Latina com um PIB de R﹩ 7,4 trilhões. São ou não são bons motivos?

Maurício Lima, cofundador e CEO da Invest Tech

Backbase nomeia ex-executivo da Google como diretor geral para o Brasil

A Backbase, provedora da plataforma de Engagement Banking, nomeou Vini Lima, ex-executivo da Google, como seu novo diretor geral para o Brasil, para otimizar, de forma analítica e estratégica, o desenvolvimento de negócios, apoiar e gerenciar as ofertas locais de produtos e serviços na região.

Além de estimular os esforços de desenvolvimento de negócios da Backbase na região, os principais objetivos de Vini incluem consolidar a visão e a estratégia da Backbase, impulsionar o desenvolvimento do setor e relações no mercado para incentivar o crescimento, além de reconhecer e influenciar melhorias e operações escaláveis para apoiar a evolução contínua do ecosistema de canais da Backbase. Com mais de 15 anos de experiência internacional e em tecnologia, Vini comandou diversas equipes no fornecimento e na entrega de soluções de tecnologia líderes no setor para médias e grandes empresas.

Com a nomeação de Vini, a Backbase seguirá expandindo sua presença, e sua equipe, no Brasil. Considerando que a América Latina se tornou uma geografia prioritária para a Backbase globalmente, o plano é ampliar sua equipe regional de 96 para mais de 130 profissionais até o final de 2021, complementando a base atual de 1.500 colaboradores da companhia em todo o mundo.

“É um prazer dar as boas-vindas a um líder com tanta experiência internacional e sagacidade nos negócios como Vini para comandar a Backbase no Brasil”, afirma Ethan Clark, vice-presidente regional para América Latina e Caribe na Backbase. “Tenho confiança de que sua experiência será essencial para nossa otimização, alinhamento e para a expansão contínua da transformação digital em toda a região”.

“Estou entusiasmada em aplicar minha experiência em desenvolvimento e crescimento de empresas, empreendedorismo e transformação digital para respaldar o sucesso da Backbase no Brasil”, comenta Vini Lima. “Espero desempenhar um papel junto com a equipe no crescimento da companhia e, ao mesmo tempo, auxiliar instituições financeiras na adoção de soluções digitais inovadoras e líderes no setor”.

PMI LATAM realiza o Social Heroes, evento com foco na gestão de projetos sociais, educacionais e governamentais

O Project Management Institute (PMI), associação líder mundial em gestão de projetos, realiza, de 22 a 24 de julho, o evento Social Heroes, dedicado à gestão de projetos sociais, educacionais e governamentais. A ação faz parte da série de treinamentos PMI LATAM Changemakers Initiative, voltados para tendências e indústrias que estão reformulando o novo ecossistema de trabalho, com foco em The Project Economy (Economia de Projetos).


Segundo Ricardo Triana, diretor executivo do PMI, essa economia é resultado das mudanças que vêm sendo realizadas nas organizações. “Via empresas, governos ou instituições, as novas lideranças hoje baseiam suas estratégias na programação realizada pelas chamadas equipes funcionais, que vão além dos limites das áreas de Finanças, RH, Jurídico e outras, são as pessoas que apontam capacidade no gerenciamento de projetos e execução, as chamadas “changemakers”.

O Social Heroes abordará os temas impacto e benefícios em projetos sociais, implantação de PMOs em Prefeituras e Municípios, novas modalidades de estudo, governo digital e desburocratização, desafios de desenvolvimento e projetos sociais com fundos multilaterais, colaboração indústria-universidade e economia Criativa: cidades inteligentes e digitais.


“O objetivo do evento, que é gratuito, exclusivo para membros do PMI que residem na América Latina e parceiros convidados, além de reforçar laços e angariar novos associados, é destacar a importância do sentimento de coletividade, apresentar tendências dos setores econômicos, novos produtos e serviços”, diz Triana.


PMI LATAM Changemakers Initiative — edição Social Heroes
Dias e horários: 22 de julho (5ª feira), das 19h às 22h, 23 de julho (6ª feira), das 19h às 22h30, e 24 de julho (sábado), das 10h às 14h

Membros do PMI podem se registrar usando seu número de ID do PMI. Já quem não for membro, mas se identifica com assuntos que serão abordados,pode enviar um e-mail para brasil@pmi.org, contando o que o torna um changemaker e por que deveria participar do episódio escolhido, para receber um convite gratuito.

Os eventos terão sessões em português e espanhol. Durante os eventos, os participantes terão acesso a informações e promoções sobre a associação ao PMI, capítulos da América Latina e treinamentos, como CAPM, PMP, membership and Kickoff. Outras informações estão no site https://pmilatameventos.org/?lang=pt-br.

Brasil deve superar em 2021 recorde histórico de IPOs

Previsão é do relatório Duff & Phelps, a Kroll Business, que aponta volume recorde que pode ultrapassar os quase R﹩ 118 bi de 2020

Mesmo com os graves efeitos negativos da pandemia Covid-19, o Brasil registrou um volume recorde de IPOS em 2020, 31, em relação aos últimos nove anos, atingindo R﹩ 117,9 bilhões — atrás apenas de 2010. E para este ano é esperado outro volume recorde, com mais de 100 empresas abrindo o capital na Bolsa.

A estimativa é da consultoria Duff & Phelps, que apontou 25 IPOs no país, de janeiro a maio deste ano, e 13 Follow-ons foram registrados na B3. Ao todo, IPOs e Follow-ons arrecadaram mais de R﹩ 65,5 bilhões (US﹩ 12,1 bilhões) até maio passado.

De acordo com a consultoria, fatores internos favoráveis, como patamares baixos das taxas básicas de juros (fato sem paralelo na história do país e que contribuiu para que investidores buscassem ativos com maior rentabilidade), potencial de consumo interno (em parte amparado por ajudas emergenciais governamentais decorrentes da pandemia) e a expectativa favorável para reformas estruturais estão entre os principais impulsionadores do apetite dos investidores locais e estrangeiros.

Segundo o relatório, de janeiro a maio, a atividade de M&A (fusões e aquisições, da tradução do inglês) na América Latina aumentou 43,6% em comparação com o mesmo período de 2020: foram 293, com o Brasil liderando em volume e valor de atividade, seguido por México e Chile.

“O Brasil está experimentando uma forte recuperação após a turbulência econômica causada pela pandemia; há uma implantação mais ativa das vacinas, e os números recentes de crescimento do PIB [é esperado um crescimento do PIB de 5,5% este ano], impulsionados pela demanda interna, se somam ao ciclo global favorável para commodities e ao comprometimento do governo brasileiro com uma série de importantes reformas estruturais, incluindo a simplificação do ambiente tributário doméstico excessivamente complexo e a reforma administrativa”, analisa o diretor da Duff&Phelps, a Kroll Business no Brasil, Alexandre Pierantoni.

ELSYS anuncia novo gerente de produtos para energia solar

A ELSYS, empresa brasileira de tecnologia, anuncia a contratação de Ricardo Nakamura como gerente de Produtos e Engenharia de Aplicação em energia solar. O executivo ficará à frente do planejamento do ciclo de vida dos produtos, inclusão de novas soluções e interface com os centros de pesquisa e desenvolvimento (P&D) da marca. 

Ricardo Nakamura é engenheiro eletricista, graduado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, com especialização e MBA em Gerenciamento de Projetos e Marketing Industrial. Nos últimos dez anos, foi gerente de desenvolvimento de negócios e produtos fotovoltaicos na Siemens. Também teve passagem pela ABB.

“Fico feliz em começar esta jornada na ELSYS. Nosso trabalho será focado na  ampliação da marca ELSYS Solar, para trazer novas soluções ao mercado e imprimir um novo momento no setor de energia solar”, ressalta Nakamura. 

Geração Z recorre mais a sites e apps como fontes de informação sobre produtos financeiros

A geração Z (jovens com até 24 anos) é a que mais usa portais de notícias e sites especializados como fontes para saber mais sobre investimentos. Enquanto 28,7% dessa faixa etária recorre a esses canais como fonte de informação, o percentual cai para 22,4% entre os millennials (pessoas entre 25 e 40 anos). A queda é ainda mais expressiva – para 11,3% – entre o público da geração X (41 a 56 anos); e ainda mais entre os boomers (57 a 75 anos) – apenas 9,4% deles buscam informações em sites e portais.

A forma como as diferentes gerações procuram saber mais sobre produtos financeiros antes de investir está na pesquisa Raio X do Investidor Brasileiro 2020, realizada pela ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) em parceria com o Datafolha, que ouviu 3,4 mil pessoas da população economicamente ativa das classes A, B e C em todas as regiões do país.

Assim como os sites, os aplicativos também são mais utilizados como fonte de informação para as gerações mais novas: 12,2% dos entrevistados da geração Z acessam apps em busca de conteúdos sobre investimentos, contra 8,4% dos millennials, 2,5% da geração X e 2,1% dos boomers.

Nativos digitais, os jovens da geração Z são os que reúnem menos pessoas que buscam informações presenciais para tomar a melhor decisão sobre que produto financeiro investir entre todas as gerações: 28%. O percentual cresce à medida que os entrevistados ficam mais velhos: 33,8% dos integrantes da geração millennial, 50% da geração X e 52,8% dos boomers ainda recorrem ao bom e velho cafezinho com o gerente para falar sobre risco, retorno e produtos financeiros.

“O atendimento presencial sempre foi bastante citado em todas as edições da pesquisa. À medida que a geração Z chega ao mercado de trabalho e ao universo dos investimentos é natural que os canais digitais ganhem espaço, afinal trata-se de jovens mais acostumados ao mundo digital desde a infância”, diz Marcelo Billi, superintendente de Comunicação, Certificação e Educação de Investidores da ANBIMA.

Um ponto em comum que une as gerações é a busca de informações sobre investimentos com amigos e parentes. Essas são as fontes de conteúdo buscadas por 16,6% do público Z; 15,2% da geração X; 14,9% dos millenials; e 13,8% dos boomers.

Do total de entrevistados pelo Datafolha, 18,5% fazem parte da geração Z, o que representa aproximadamente 19,1 milhões de brasileiros. Os millennials respondem por 35,2% dos participantes, ou 36,5 milhões de pessoas – o maior público do levantamento. A geração X, por sua vez, representa 24,8% dos ouvidos (o equivalente a 25,7 milhões da população brasileira), enquanto os boomers somam 20,6% da amostra – ou 21,4 milhões de brasileiros.

Sobre o Raio X do Investidor Brasileiro

Esta é a quarta edição da pesquisa Raio X do Investidor, realizada pela ANBIMA em parceria com Datafolha. As entrevistas aconteceram entre 17 de novembro e 17 de dezembro de 2020, com 3.408 pessoas economicamente ativas, que vivem de renda ou são aposentadas, de 16 anos ou mais, pertencentes às classes A, B e C, nas cinco regiões do País. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%.

Shell Brasil busca startups com negócios inovadores para novo programa de empreendedorismo

A Shell Brasil está com inscrições abertas para a primeira edição brasileira do programa de empreendedorismo Shell StartUp Engine. O objetivo é selecionar empreendimentos que desenvolvam negócios inovadores e voltados para a promoção de benefício social no futuro. A iniciativa busca startups em estágio inicial a médio, que se encaixem em uma dessas três categorias: circularidade do plástico, acesso a novas energias e cidades inteligentes. Empreendedores de todo o país podem se candidatar até o dia 16 de agosto neste link.

O programa, realizado em parceria com a Startupbootcamp, vai selecionar dez startups para um processo de mentoria e aceleração de três meses. Os escolhidos serão conectados com uma rede global de mentores e com executivos da Shell dedicados a passar adiante suas experiências e conhecimentos. Ao final, os participantes terão a oportunidade de apresentar seus negócios para parceiros inseridos dentro do ecossistema empreendedor.

“Estamos em busca de iniciativas disruptivas, que tragam qualidade de vida para a sociedade e que possam estar junto com a Shell na jornada por um mundo mais verde”, comenta Leíse Duarte, assessora de Investimentos Sociais da companhia. Ela lembra que a Shell é uma das integrantes da iniciativa “Aliance to End Plastic Waste” e que, desde 2017, a companhia integra o grupo que tem como missão apoiar a indústria para o desenvolvimento de soluções que minimizem e controlem o desperdício do plástico.

Atualmente, o Shell StartUp Engine é realizado na França, Inglaterra e Cingapura. A chegada do programa ao Brasil fecha um ciclo de suporte ao empreendedorismo promovido pela empresa no país, que já conta há mais de 20 anos com o Shell Iniciativa Jovem, voltado para jovens empreendedores.

Bossanova Investimentos anuncia 37º exit em seu portfólio e é recordista desse tipo de movimentação no país

A Bossanova Investimentos, micro venture capital que investe em startups em estágio pré-seed com atuação em todo o país, anuncia o 37º exit (saída) em seu portfólio de startups, sendo recordista nesse tipo de movimentação no Brasil. A Repassa, plataforma para revenda de roupas, calçados e acessórios de moda, foi vendida para a Lojas Renner.

De acordo com João Kepler, CEO da Bossanova Investimentos, essa venda estratégica consolida o crescimento da investidora no ecossistema de inovação. “Estamos comprometidos em democratizar o acesso ao capital para dar mais oportunidades a outras empresas, e a compra da Repassa só reforça nossa tese. Somente no primeiro trimestre de 2021 o mercado brasileiro captou quase R$ 11 bilhões para startups, então isso mostra que o investimento em tecnologia e inovação está acontecendo e o segmento aquecido”, explica o investidor.

Ao todo, a Bossanova já realizou mais de 900 investimentos diretos e indiretos em mais de 700 startups. Destas, 385 tinham sido investidas diretamente por meio dos comitês criados pela Bossanova ou capital próprio, sendo 184 startups no Brasil e 201 no exterior. Em seu portfólio constam mais de 700 startups como RankMyApp, SmartHint, Hand Talk, Hallo, entre outras, além de exits em startups tais como dLieve, Agenda Edu, Melhor Envio, Pedala, Kinvo, Smarket, Total Voice e outras.

SoftwareONE adquire ITST, empresa brasileira de consultoria SAP, especializada em Migração SAP para Nuvem

A SoftwareONE Holding AG, fornecedora líder global de soluções de ponta-a-ponta para softwares e soluções de tecnologia em nuvem, acaba de anunciar a aquisição da ITST, companhia especializada em serviços SAP profissionais e gerenciados, incluindo consultoria de estratégia em nuvem, arquitetura assessment, migração e administração. A iniciativa está alinhada a uma sequência de qualidade SAP nas aquisições de nuvem feitas pela SoftwareONE e marca a expansão da presença do grupo na América Latina.

Fundada em 2000 e sediada em São Paulo, a ITST fornece serviços e soluções de tecnologia SAP abrangentes para alguns dos maiores clientes SAP do Brasil. Isso inclui serviços de consultoria para desenho de arquitetura e implementação das soluções SAP dos clientes, bem como serviços profissionais e gerenciados, para ajudar os clientes a migrarem os sistemas SAP on-premise para nuvem, de maneira otimizada e operá-los com eficiência daí em diante.

Andre Fernandes, fundador e presidente regional da LATAM disse: “Estou muito feliz em dar as boas-vindas ao pessoal da ITST à família SoftwareONE. A combinação com a ITST é um passo estratégico na construção de uma plataforma de serviços SAP líder na América Latina. Esperamos um grande futuro juntos, agregando valor aos nossos clientes”.

“Nossos clientes em todo o mundo estão procurando parceiros confiáveis ​​quando se trata de migrar e executar SAP em plataformas em nuvem. Por meio desta primeira aquisição relacionada à SAP na América Latina, a ITST fortalecerá as capacidades da SoftwareONE neste fluxo de crescimento estratégico, expandindo nossa capacidade de oferecer aos clientes soluções e serviços de primeira classe para sua jornada SAP para a nuvem”, ressalta Daniel DaVinci, Diretor Global de serviços SAP da SoftwareONE.

Jairo Pedroza e Fabricio Cordeiro, co-fundadores da ITST, afirmaram: “Estamos muito satisfeitos por ingressar na SoftwareONE e contribuir com nosso know-how, credibilidade e presença na região. O portifólio da prática global SAP da SoftwareONE, oferecem à ITST uma plataforma ideal para capturar as oportunidades de mercado e acelerar o crescimento no Brasil. Nossos clientes existentes se beneficiarão da experiência adicional e de um portfólio mais amplo de soluções e serviços”.

Os dois co-fundadores se juntarão à prática de serviços SAP global da SoftwareONE em funções de liderança, com foco no fortalecimento dos serviços relacionados à SAP da SoftwareONE no Brasil.

Decisão da Justiça Federal permite crédito de PIS e Cofins sobre gastos com LGPD

Por Bruno Spinella de Almeida, diretor da VSM Advogados Associados

Uma decisão inédita, da 4ª Vara da Justiça Federal, de Campo Grande (MS), em favor de uma empresa de moda, considerou, para fins de crédito de PIS e Cofins, os investimentos feitos para atender à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

A tese utilizada na decisão é a de que a implementação de ferramentas de privacidade é essencial e, por isso, deve gerar créditos das contribuições sociais.

 A decisão da JF tem como base sentença de 2018, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que definiu que tudo que é essencial à atividade econômica de uma empresa está apto a gerar crédito.

O juiz federal Pedro Pereira dos Santos enfatiza na decisão: “Desse modo, é o ´teste de subtração´ que revelará a imprescindibilidade e a importância do bem no processo produtivo, somente havendo falar em caracterização como insumo quando a subtração do bem ou serviço em questão resultar na impossibilidade de realização da atividade empresarial ou, no mínimo, lhe acarretar substancial perda de qualidade”.

VALOR DO CRÉDITO

 A decisão judicial em favor da empresa destaca que o crédito é de 9,25% sobre os valores utilizados na implementação da LGPD, no regime não cumulativo.

Vale lembrar que um estudo da consultoria PwC Braisl aponta que o gasto médio das empresas com a nova lei de proteção de dados varia de R$ 50 mil até 800 mil. Isso para pequenas e médias.  Já nas grandes empresas varia de R$ 1 milhão e R$ 5 milhões.

A LGPD – Lei nº 13.709 –, como se sabe, impõe às empresas a adoção de uma série de medidas, visando a proteção dos dados de colaboradores, parceiros, clientes.

SEGURANÇA JURÍDICA

A nova lei cria um cenário de segurança jurídica, com a padronização de normas e práticas, para promover a proteção, de forma igualitária e dentro do país e no mundo, aos dados pessoais de todo cidadão que esteja no Brasil. Praticamente todas as empresas, dos mais variados segmentos, serão impactadas.

Resta aguardar os próximos capítulos dessa discussão, uma vez que a decisão da JF será contestada pelo órgão arrecadador. No entanto, deve abrir precedente ao considerar gastos com a LGPD como “insumo” para efeito de crédito de PIS e Cofins.

Pipefy é eleita a melhor empresa na categoria Melhores CEOs para Diversidade

A Pipefy, plataforma de gerenciamento de processos de negócio, anuncia hoje que foi eleita a melhor empresa na categoria Melhores CEOs para Diversidade da Comparably Awards, ficando em primeiro lugar após mais de 10 milhões de pesquisas respondidas anonimamente por funcionários, entre dezenas de milhares de empresas norte-americanas avaliadas. A empresa, fundada em Curitiba por Alessio Alionço, também foi reconhecida nas categorias Melhor CEO para Mulheres e Melhor Empresa para Crescimento de Carreiras .

“Estamos muito satisfeitos que nossos funcionários tenham classificado a Pipefy tão bem com a Comparably”, comemora Alessio Alionço, fundador e CEO da Pipefy. “Como CEO, estou honrado com esse feedback e continuarei trabalhando todos os dias para ir além, por nossa equipe. A Pipefy se baseia em uma filosofia ‘people-first’. Não apenas pensando em nossos clientes, mas em nossos funcionários, parceiros e stakeholders em geral. Essa ideologia é fundamental para os valores de nossa empresa e mostra como nos representamos, nossas equipes, nossos clientes e nossa companhia. Ser reconhecido por nossos esforços em Diversidade, Gênero e Crescimento na Carreira é uma verdadeira honra”, explica.

“Como uma equipe focada em liderança, temos muita consideração por esse tipo de reconhecimento dos funcionários”, afirma Ananth Avva, presidente e COO da Pipefy. “Além de ser ‘people-first’, a empresa também valoriza e incentiva o que chamamos de ‘franqueza radical’ entre nossas equipes. Esses tipos de perspectivas sem filtros e anônimas nos ajudam a nos tornar mais responsáveis. Acredito que nossa cultura corporativa tem tudo a ver com o sucesso da Pipefy, então esses prêmios são muito bem-vindos”, diz.

A missão da Comparably, empresa que compartilha as avaliações de empresas de acordo com a opinião de colaboradores, é tornar os locais de trabalho transparentes e gratificantes para funcionários e empregadores. Ela revela comparativamente as culturas das empresas e a remuneração do mercado (conforme o depoimento de funcionários reais) e exibe um panorama mais justo e preciso em relação às marcas e empregadores.

Além disso, a Pipefy anunciou recentemente posições de liderança nas grades de Melhor Software de Gerenciamento de Processos de Negócios e Melhor Software de Gerenciamento de Fluxo de Trabalho de 2021 pelo G2. A empresa também está ampliando sua equipe, recentemente anunciando a contratação de seu 400º funcionário e recrutando para mais de 50 cargos internacionalmente. A Pipefy também acaba de lançar dois novos produtos: o Pipefy Forms, uma solução que transforma formulários inteligentes em fluxos de trabalho, e o Pipefy Shared E-mail, que permite aos usuários enviar respostas automáticas e melhorar a visibilidade de contas de e-mail compartilhadas. Um novo produto focado em bancos de dados deve ser lançado nos próximos meses.