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TOTVS amplia oferta de Cloud com nova plataforma de serviços

Gustavo Bastos, vice-presidente de Plataformas da TOTVS

A TOTVS, maior empresa de tecnologia do Brasil, lança a nova versão de sua plataforma de serviços em nuvem, a T-Cloud, ampliando os serviços e melhorando a experiência dos clientes que utilizam produtos TOTVS na nuvem. A T-Cloud é uma plataforma completa para gerenciar, integrar e estender aplicações com agilidade e flexibilidade na nuvem, potencializando o valor agregado que os sistemas TOTVS oferecem aos negócios e simplificando todos os processos de sustentação das aplicações.

Voltada para todo o ecossistema da TOTVS, de clientes finais a parceiros, a plataforma simplifica e acelera a adoção do serviço de Cloud, além de facilitar o acesso às novidades disponibilizadas pela companhia para cada produto. Em poucos minutos os usuários conseguem habilitar novas funcionalidades e inovações, de maneira amigável, além de permitir uma execução otimizada e segura das atividades de gestão cotidiana dos produtos, como criar ou clonar ambientes de trabalho, realizar customizações e integrações, atualizar versões e ambientes, configurar a segurança dos seus dados, entre outros serviços.

A novidade não está limitada à automação das rotinas de trabalho, mas principalmente em prover uma experiência única no uso dos softwares TOTVS na nuvem, garantindo redução significativa de gastos com infraestrutura, licenciamento, segurança, gerenciamento e contratação de nuvem.

Gustavo Bastos, vice-presidente de Plataformas da TOTVS, destaca que esse investimento, diante de um cenário transformador como o atual, reforça o desejo da empresa de acelerar e simplificar o processo de transformação de seus clientes. “O T-Cloud permite que os usuários dediquem mais tempo à inovação e evolução de seus negócios, reduzindo preocupações com configuração, segurança e capacidade da nuvem. Tudo isso garante mais produtividade, rapidez e eficiência, além de contribuir para a digitalização e inovação de toda a cadeia, já que o acesso e gerenciamento das soluções na nuvem passa a ser algo mais simples e rápido, bem como a possibilidade de adoção de novas funcionalidades. Continuamos focados no roadmap de evoluções da plataforma para viabilizar tanto ganhos para nossos atuais clientes quanto a expansão acelerada que temos observado na nossa operação”, afirma o executivo.

Com aproximadamente 3 mil clientes já usando a plataforma, em 2020 a unidade de negócio de nuvem da TOTVS teve um crescimento expressivo e viu a adoção desta novidade crescer aproximadamente 400%. Com a iniciativa, a companhia busca oferecer uma experiência única no uso da nuvem, com a união de uma oferta completa, competitiva e a simplicidade na adoção e utilização dos produtos TOTVS.

Conheça a startup que é a mais nova aquisição da Semantix

Quando Thiago Lima criou a LinkApi após ter que largar a carreira de lutador profissional de MMA por conta de uma lesão, ele não imaginava que o novo negócio resultaria em uma fusão com uma multinacional em apenas três anos. Com o crescimento médio de 200% ano a ano desde sua fundação, a startup – que é a maior plataforma de integração e gestão de APIs da América Latina -, chamou a atenção da Semantix, empresa brasileira desenvolvedora e fornecedora de soluções de dados com foco em big data. A aproximação fez com que a multinacional adquirisse 51% do capital da LinkApi.


A transação é a maior da história da Semantix e a fusão total acontecerá em três anos, podendo ultrapassar o valor de R$ 100 milhões. A estruturação do processo levou nove meses e resultou em uma estratégia que soma esforços e potencializa a expansão global de ambos os negócios.


Para Thiago Lima, fundador e CEO da LinkApi, agora também CTO da Semantix, o objetivo é tornar a companhia de tecnologia a maior do Brasil. “Juntos vamos entregar uma solução que vai revolucionar o mercado de dados. Com essa parceria, qualquer empresa terá a possibilidade de transformar dados em inteligência de negócio”, afirma o empreendedor.

“Comecei a programar aos 12 anos; é como se passasse o filme na cabeça. Me lembro da nossa trajetória e estou realizado de fundir com uma empresa que tem o mesmo propósito que o nosso: ajudar negócios a transformarem dados em diferenciais estratégicos”, complementa.


Segundo Leonardo Santos, CEO e co-fundador da Semantix, a parceria impulsiona os planos de internacionalização. “A aquisição acelera nosso objetivo de levar essa oferta ao mercado internacional, pois as duas companhias, de forma conjunta, já vão iniciar a atuação em mais de 20 países. Não existe hoje no Brasil uma empresa que ofereça plataforma de dados tão ampla e com a integração completa de APIs”, explica.

Atualmente, a startup atende cerca de 150 clientes, está presente em 15 países e é responsável por 5 bilhões de integrações por mês. Em 2019, passou a fazer parte do portfólio da Wayra Brasil, hub de inovação aberta da Vivo. “A solução da LinkApi vem apoiando inúmeras empresas a realizar a transformação digital orientada aos dados. Seu sucesso comprova a qualidade das startups de base tecnológica que temos no Brasil. Estamos felizes que esse ciclo tenha sido concluído com sua aquisição pela Semantix devido à sinergia entre os negócios”, celebra Livia Brando, country manager da Wayra Brasil.

A LinkApi se consolidou no mercado de tecnologia graças às suas soluções que possibilitam uma transformação digital simplificada nas empresas, pois tais ferramentas auxiliam e dão mais protagonismo aos desenvolvedores, profissionais que foram ainda mais demandados em decorrência da pandemia.
Mesmo com a aquisição, o time da startup permanece na operação. De acordo com Thiago, todo o processo foi pensado para ser uma forma de reunir pessoas num propósito comum. “Vou continuar à frente da LinkApi e meu time será mantido. Juntos vamos entregar uma solução única que vai revolucionar o mercado de dados!”, comemora o empreendedor. Além disso, a empresa continuará com o programa de formação de desenvolvedores, a Formação Kapivaras. Trata-se de uma iniciativa que possibilita que os jovens selecionados transitem por todas as áreas da empresa em três meses, e caso se destaquem em alguma área, sejam efetivados.

Contratações temporárias no 1º trimestre de 2021 devem crescer 25%, segundo ASSERTTEM

Com resultado considerado surpreendente no mês de janeiro, puxado pelas contratações para atender às demandas de Páscoa, associação prevê mais de 805 mil novas vagas até março

A pandemia da Covid-19 ainda traz uma situação de insegurança e emergência nas empresas brasileiras. Mesmo diante desse cenário, a geração de vagas formais por meio do Trabalho Temporário, no formato da Lei Federal 6.019/74 e do Decreto nº 10.060/2019, deve crescer 25% no 1º trimestre de 2021 em comparação ao mesmo período do ano passado, segundo projeção da Associação Brasileira do Trabalho Temporário (ASSERTTEM).

“Após um resultado surpreendente em janeiro, projetamos a geração de mais de 805 mil vagas temporárias entre os meses de janeiro e março de 2021, superando em 25% as 644.500 contratações temporárias no mesmo período do ano passado”, afirma o presidente da associação, Marcos de Abreu.

Segundo ele, a Indústria segue impulsionando as contratações, seguida pelo Agronegócio, pelo setor de Serviço e Comércio. “Além disso, nossas estimativas apontam que a taxa média de efetivação de 22%, alcançada no final de 2020, irá se manter nesse 1º trimestre de 2021. Um resultado excelente, já que anteriormente a taxa girava entorno de 15%”, destaca.

Outro ponto importante, de acordo com Abreu, é que o período de duração do contrato temporário na Indústria, que era de 45 dias em média, será superior a 77 dias em 2021. “O período de contratação será bem maior para a Indústria conseguir atender o volume de demandas do mercado”, diz.

Para o presidente da ASSERTTEM, diante das incertezas que a pandemia ainda gera na economia do país, as empresas seguirão se apoiando no Trabalho Temporário para garantir maior flexibilidade de gestão e, assim, conseguirem se manter no mercado, utilizando a modalidade de contratação para substituição transitória e para demanda complementar de trabalho de forma rápida, eficaz e segura.

“As empresas já enxergaram que o Trabalho Temporário é uma excelente opção formal de contratação, que preserva os direitos dos trabalhadores e ainda confere flexibilidade de gestão para acompanharem as oscilações da economia”, explica.

Demandas da Páscoa

O mês de janeiro teve um resultado surpreendente na geração de vagas temporárias. Ao todo foram 178.640 novas contratações, um aumento de 37,3% com relação ao mesmo mês de 2020 (130.100 vagas). Destas, 16.380 são para atender às demandas de Páscoa na indústria de chocolate, comércio e serviço, alta de 31% com relação ao ano passado (12.503 vagas).

De acordo com a ASSERTTEM, 65% das contratações temporárias de janeiro foram impulsionadas pela Indústria para atender a demanda complementar de trabalho em segmentos como Alimentos, Farmacêutica, Embalagens, Metalúrgica, Mineração, Automobilística, Agronegócio e Óleo e Gás; seguido de 25% do setor de Serviços e 10% do Comércio.

Ao todo, nos meses de janeiro, fevereiro e março de 2020, a Páscoa gerou 33.906 contratações temporárias. Neste ano, a projeção da ASSERTTEM é de mais de 42 mil vagas temporárias no período. “A Páscoa teve um papel importante no resultado de janeiro, visto que a indústria de chocolates acelerou as contratações temporárias, pois está com uma demanda de trabalho 31% superior do que em 2020 e iniciaram a produção de chocolates com antecedência”, conclui o presidente da associação, Marcos de Abreu.

Governo estuda adoção de marketplace para compras públicas que reunirá fornecedores de Tecnologia

O modelo de compras e vendas em marketplace – plataformas de comércio eletrônico que reúnem vários vendedores e prestadores de serviço – ganharam espaço entre consumidores e comerciantes nos últimos anos, consolidando o modelo que se mostrou vantajoso para ambos os lados. Para os clientes, a variedade de produtos, marcas e preços  é maior; já para os vendedores, especialmente para aqueles de novos negócios, existe a possibilidade de vender seu produto em marketplaces conhecidos, ampliando seu alcance. 

Seguindo a lógica do mercado, o Governo brasileiro está estudando a proposta de criar um marketplace para compras públicas e mudar a lógica de contratação atual. A ideia é iniciar o processo nas contratações realizadas via dispensa de licitação, como as compras de bens e serviços de diversas áreas, como a tecnologia.  O Governo explica que “servidores e gestores públicos terão acesso a um site que reunirá produtos de várias empresas credenciadas.  A escolha dos itens poderá ser realizada em poucos cliques e a compra finalizada imediatamente”. 

Fernando Salla, CEO da Effecti, startup especializada em tecnologia para licitantes, destaca que ainda é cedo para avaliações, porém toda busca por inovação nas compras públicas é positiva. Para que o projeto siga adiante, o especialista explica que é preciso haver uma legislação que comporte as regras, além de uma solução tecnológica e normas para os processos de pagamento. “Ainda é difícil indicar se terá ampla aceitação do mercado ou como trará valor seja em economicidade, seja em escala. É uma inovação de impacto para o setor e, como toda mudança, esta nova plataforma, dando certo ou não, provoca sim uma alteração no modo de pensar e agir entre licitantes e servidores públicos”

Confira as vantagens do modelo:

Mais transparência: segundo explicação do Ministério da Economia, todas as operações terão que ser registradas, justificadas e serão passíveis de avaliação de controle,  incluindo a possibilidade de analisar se a decisão de comprar feita pelo gestor público foi a melhor para a administração. “Com todas as informações disponíveis em tempo real, vai ficar mais fácil identificar fraudes, além de permitir uma maior competitividade entre as empresas”, explica Fernando Salla. 

Mais agilidade: com os fornecedores habilitados previamente cadastrados, o governo vai poder  selecionar na prateleira virtual os produtos que atendam a sua necessidade e realizar a compra em poucos cliques. “No modo como as coisas são realizadas hoje, pode demorar meses para se concluir um processo de compra de itens básicos de escritório, por exemplo, o que acaba fazendo com que se compre um estoque, gerando custos de armazenamento”. Salla explica que a mudança vai trazer mais celeridade ao processo, facilitando a fase de pesquisa de preços por parte dos órgãos da administração pública. Para as empresas fornecedoras, o ciclo de compra tende a diminuir, permitindo que elas vendam ainda mais e recebam os pagamentos de forma mais rápida. 

Redução de custos: as compras públicas representam cerca de 10% do PIB, é um mercado que movimenta bilhões todos os anos. Isso acarreta em muitos custos administrativos e processuais para a administração pública. “Com o marketplace e a tecnologia, esses custos poderão ser reduzidos drasticamente. Além disso, também vai ampliar a competição, pois haverá uma quantidade maior de ofertantes do que em um processo comum, gerando uma redução de preços”, finaliza Salla. 

Mais oportunidades: os diferentes órgãos da administração poderão conhecer empresas de todo o país, permitindo que o fornecedor seja encontrado e prospectado diretamente, gerando mais oportunidades de negócios. Os players que já atuam em marketplaces para o mercado privado poderão entrar com maior facilidade no mundo das compras públicas aumentando seu escopo e mercado.

Grupo Prosegur abre quase 700 vagas de emprego pelo Brasil

O setor de segurança privada no Brasil vai movimentar o mercado de trabalho e aquecer a economia nos próximos meses. O Grupo Prosegur, empresa de transporte de valores e segurança com presença global, anuncia a abertura de 682 novas vagas de emprego nas cinco regiões do País. As oportunidades são para as áreas de vigilância patrimonial, vigilante de carro-forte, porteiro, auxiliar de gestão de numerário, técnico eletrônico, caixa, médico do trabalho, técnico de segurança do trabalho, recepcionista e controlador de acesso.

Para se candidatar, os interessados devem se inscrever no processo seletivo da companhia pelo site: http://www.prosegur.com.br/trabalhe-conosco

Entre os pré-requisitos, os candidatos devem ter ensino médio completo e disponibilidade de horários. As etapas do processo seletivo incluem a análise dos pré-requisitos necessários para a vaga, entrevista por vídeo, entrevista presencial e, por fim, a contratação dos selecionados.

A empresa conta com forte plano de carreira para desenvolvimento interno do colaborador e Universidade Corporativa para apoiar em sua capacitação.

Confira abaixo os estados com ofertas de vagas

Norte
Pará – 82 vagas
Amazonas – 46 vagas
Roraima – 7 vagas
Acre – 7 vagas
Tocantins – 2 vagas
Amapá – 2 vagas
Rondônia – 1 vaga

Nordeste
Sergipe – 1 vaga
Bahia – 18 vagas
Maranhão – 11 vagas
Ceará – 20 vagas
Pernambuco – 9 vagas
Paraíba – 37 vagas
Piauí – 17 vagas
Alagoas – 7 vagas
Rio Grande do Norte – 8 vagas

Sudeste
São Paulo – 85 vagas
Minas Gerais – 69 vagas
Rio de Janeiro – 7 vagas
Espírito Santo – 2 vagas

Centro-Oeste
Mato Grosso – 12 vagas
Mato Grosso do Sul – 3 vagas
Goiás – 5 vagas
Distrito Federal – 3 vagas

Sul
Rio Grande do Sul – 151
Santa Catarina – 61 vagas
Paraná – 9 vagas

5 passos para montar um aplicativo sem saber programar

Muito difundidas fora do Brasil e cada vez mais interessantes para fundos de investimentos, as plataformas no-code se baseiam na utilização de peças preexistentes que, combinadas via drag and drop (nomenclatura utilizada nas interfaces gráficas de computadores para a ação de clicar em um objeto virtual e “arrastá-lo” a uma posição diferente ou sobre um outro objeto virtual) permitem que aplicações sejam criadas sem a utilização de linhas de código.

Neste sentido, com o devido treinamento, e utilizando-se das IDEs (interfaces de desenvolvimento) e workflows, é possível simplificar a transformação digital das empresas, além de possibilitar que pessoas sem conhecimento específico em programação criem suas próprias soluções tecnológicas.

Dentro deste universo há mais de 10 anos, Alysson Nazareth, CEO da Nick Builder, startup que traz ao mercado brasileiro uma biblioteca de soluções no-code, apresenta os caminhos para a criação de um aplicativo para e-commerce, sem a utilização de códigos. Ele ensina quais são os cinco passos para montar um aplicativo, apenas utilizando peças e componentes da plataforma no-code. O exemplo é de um app de e-commerce.

Aplicativo: e-commerce
Objetivo do aplicativo: viabilizar que pequenos varejos comercializem seus produtos online em um e-commerce simples
Tempo médio gasto na configuração: 8 semanas
Exemplos de peças necessárias: Peça de carrinho de compras; de frete; de acompanhamento de pedidos; de grades de produto; peças de integração com whatsapp e de cadastro de cliente.

Passo 1
Mapear a jornada da aplicação
É preciso entender quais são as funcionalidades macro e quais delas são as mais importantes. Por exemplo, no caso do e-commerce algumas funcionalidades como cadastrar clientes, cadastrar produtos, definir preço, acompanhar o rating de produtos e clientes são algumas das mais importantes.

Em uma versão simplificada, colocaremos as funções mais básicas, como: incluir compras no carrinho; cálculo do preço do frete; fechamento da compra e acompanhamento do envio do produto.

Passo 2
Construir as interfaces
Neste momento se constroem as telas do sistema, a partir dos modelos e estruturas disponíveis na plataforma. Isso pode ser feito em qualquer máquina, porque tudo é montado na web. O único requisito é possuir acesso à Internet e utilizar os navegadores Chrome e Firefox.

Utilizando a plataforma da Nick Builder, toda a infraestrutura necessária para suportar o app é transparente, ou seja, quem configura a sua solução não precisa se preocupar com servidor, banco de dados e escalonar a solução. Esse gerenciamento é realizado de forma automática pela Nick.

Passo 3
Criar o flow das interfaces
Aqui definimos as regras de negócio. Ou seja, qual será o fluxo das informações e decisões na aplicação.

Por exemplo, nesta etapa definimos quais as formas de pagamento e parcelamentos disponíveis; que tipos de produtos podem ser cadastrados e quais os campos e informações para os cadastros de clientes.

Passo 4
Colocar o MVP em produção
Publicar o MVP (mínimo produto viável). Neste momento faz-se o lançamento da versão inicial do aplicativo para teste junto à persona alvo.

Passo 5
Fast feedback loop
Temos ciclos de melhoria contínua, que permitem que as outras funcionalidades mapeadas no primeiro passo possam ser implementadas, pouco a pouco, em função das avaliações e sugestões dos beta testers.

Pesquisa da TCS revela que 70% dos CXOs consideram a modernização de ambientes com mainframes ou sistemas legados como prioridade para os negócios

A Tata Consultancy Services (TCS), (BSE: 532540, NSE: TCS), empresa líder em soluções de negócios, consultoria e serviços de TI, divulgou os resultados de uma pesquisa global que revela que mais de 70% dos CXOs consideram a modernização de ambientes com mainframes ou sistemas legados uma prioridade estratégica de negócios para os próximos três anos.

O estudo, conduzido em colaboração com a AWS, consultou 211 CXOs e tomadores de decisão de nível sênior de empresas que atualmente possuem sistemas legados ou de mainframe. Entre os destaques estão tendências relevantes sobre como as empresas veem o futuro desses ambientes em suas trajetórias de transformação digital, gargalos e desafios nos processos de migração e a preferência por tecnologias baseadas em microsserviços. As principais revelações do relatório são:

  • Mais de dois terços dos participantes do estudo estão usando mainframes ou sistemas legados em operações básicas de negócio, e mais de 60% em funções com foco nos clientes.
  • Os três principais desafios relacionados aos sistemas legados são integração com novos aplicações (61%), falta de agilidade nos negócios (57%) e riscos de segurança (55%).
  • As principais barreiras para a migração dos sistemas legados para a nuvem são preocupações com segurança (44%), interrupção das operações (37%) e confiabilidade (33%).
  • Mais agilidade para atender às demandas do mercado (45%) é um objetivo importante das empresas na condução dos processos de modernização dos sistemas legados, seguida por desempenho mais alto das aplicações/mais capacidade de resposta (41%) e maior disponibilidade/melhor recuperação em caso de desastres e níveis mais elevados de conformidade/segurança (38%, cada).
  • Reengenharia/redesenvolvimento (33%) é a abordagem preferida para a modernização dos sistemas legados, seguidos por lift-and-shift (20%), retain-and-optimize (19%) e refactor (9%).
  • A maioria das empresas que participaram da pesquisa utilizam atualmente (64%) ou planejam utilizar (22%) ferramentas para automatizar parcial ou totalmente o processo de modernização.

“A pesquisa reforça nossa própria experiência com clientes em todos os setores e mercados. Eles têm dados a mais alta prioridade à modernização dos ambientes com mainframes ou sistemas legados em seus programas de transformação digital, especialmente durante a pandemia. As empresas estão buscando parceiros que sejam capazes de ajudar a mitigar riscos de paralisação e garantir resultados de alta qualidade com a agilidade. O profundo conhecimento contextual da TCS, seu foco estratégico na nuvem, seus serviços avançados de modernização suportados por produtos de automação inteligente como TCS MasterCraft™ TransformPlus, seu design organizacional e importantes parcerias com hyperscalers nos tornaram o parceiro preferido das empresas para acompanhar as jornadas de migração para a nuvem”, afirma Vijayalakshmi Gopal, diretor da TCS MasterCraft.

A pesquisa realizada pela IDG Research entrevistou profissionais em cargos de diretoria ou superior em empresas de todos os setores, de médio (mais de mil funcionários) a grande (10 mil funcionários). Leia a íntegra do relatório em https://mastercraft.tcsapps.com/transformplus-survey-Mainframe-Modernization-Trends.

Como a tecnologia pode apoiar o setor de varejo em 2021?

Por Bruno Custodio

A grande incerteza sobre o impacto da pandemia no consumo afetou diretamente o setor de varejo. O ano de 2021 chegou com o sentimento de esperança para o que está por vir. A expectativa do segmento no país aumenta quando dados, apresentados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), reforçam o crescimento do mercado no final de 2020. Segundo o órgão, as vendas varejistas cresceram cerca de 0,9% em outubro comparado com setembro, sendo essa a sexta taxa positiva seguida.

Apesar de se mostrar promissor, o êxito não é garantido e a necessidade de se colocar mais presente no mercado torna a tecnologia a principal aliada neste momento. Nesse contexto, a ajuda digital entra para otimizar processos, melhorar performance e trazer rapidez nas transações, com o objetivo de preparar as empresas para o futuro ganho em escala.

Uma pesquisa realizada pela Mastercard e Americas Market Intelligence (AMI) apontou que a venda online aumentou cerca de 49% na América Latina após o início da pandemia do novo coronavírus. O estudo revela que as interações diárias com o mundo digital serão ainda mais comuns neste ano. Entre as atividades mencionadas estão: pagar contas, pedir comida e solicitar mantimentos de supermercado.

Além das transformações físicas, os empreendedores terão que lidar com as mudanças comportamentais dos consumidores, já que estes estão em busca de menos atrito na hora da compra. O maior desafio é aliar os movimentos do mercado com o aumento de suas margens. Aplicativos de celular, inteligência de dados e novas formas de consumo são recursos tecnológicos que podem e devem ser aplicados no dia a dia do varejo.

O uso de cloud no setor de varejo

Para garantir vantagem competitiva frente aos concorrentes, o setor de varejo pode ir à procura de novas formas de ofertas de serviço no âmbito digital. Existem diversas maneiras de fazer com que essa mudança seja feita.

Cloud continua sendo uma ótima alternativa, uma vez que traz melhora significativa em aspectos estratégicos como governança dos dados, aumento dos índices de segurança, garantia de disponibilidade e performance, e acompanhamento de novas formas de consumo. O uso da nuvem contribui para que as empresas não parem e se atualizem dentro de um mercado que ainda possui processos que, muitas vezes, ainda são antiquados.

Desta forma, os impactos da pandemia e as mudanças no segmento do varejo, aceleraram a digitalização de processos nas empresas, fazendo com que a jornada para nuvem fosse imprescindível para que sobrevivesse durante o período.

Para uma migração assertiva, é necessário analisar pontos cruciais como conectividade, periféricos, desempenho, atualização das aplicações, modelo de acesso dos usuários, segurança, entre outros. O projeto pode levar de 1 semana a 3 meses, dependendo de seu tamanho e criticidade.

Contar com ajuda profissional e especializada faz a diferença para que todas as etapas sejam realizadas com segurança e eficiência, visando a redução de custos e aumento de performance. Se manter adequado ao mercado é um desafio para todos, especialmente no setor de varejo. Desta forma, é essencial olhar além do comum para garantir que haja um melhor aproveitamento dos recursos para otimizar os resultados.

Empreendedores brasileiros driblam crise e investem no setor de serviços

Destaque para os microempreendedores individuais que foram responsáveis por 11,2 milhões de negócios ativos no país

A pandemia provocada pela Covid-19 impactou todos os setores da sociedade, com aumento no número de demissões e fechamento de empresas. Ainda assim, o cenário nacional demonstrou a determinação dos empreendedores brasileiros, a partir dos resultados observados no levantamento *Mapa das Empresas do governo federal.

A pesquisa apontou que em 2020 houve um crescimento de 8,4% no número de Microempreendedores Individuais (MEI) em relação ao ano anterior, totalizando 11,2 milhões de negócios ativos e 56,7% das empresas em funcionamento no Brasil. Dessa forma, somente no ano passado, foram registrados 2,6 milhões de novos empreendimentos, com destaque para os seguintes serviços varejistas: vestuário e acessórios, cabeleireiros, manicure e pedicure, fornecimento de alimentos preparados para consumo domiciliar, obras de alvenaria, restaurantes e similares.

O coordenador da pós-graduação de Empreendedorismo, Criatividade e Inovação do Senac EAD, Pedro Luiz Ferreira Júnior, avalia que no cenário de crise foi necessário estimular e colocar novas ideias em prática a fim de manter as empresas em funcionamento. “Até ontem o mercado se posicionava de uma forma e a pandemia modificou esse comportamento. O brasileiro precisou mudar sua estratégia e isso precisou acontecer de uma forma muito rápida, seja por necessidade de estar sem emprego, seja para manter o negócio funcionando”, argumenta.

O especialista destaca que o quadro econômico atual promete uma série de desafios para a nova geração de microempresários, especialmente aqueles que empreendem por necessidade, ou seja, que se tornaram donos do próprio negócio por falta de oportunidades de trabalho. “Definindo seu negócio com clareza, conhecendo seu público e se apropriando das mídias sociais é possível resolver problemas reais de mercado e manter-se nele, com perspectiva de crescimento”.

Informação e tecnologia

Pedro Luiz observa que a implementação de um plano de negócios bem estruturado é fundamental para evitar ou reduzir surpresas negativas e cita alguns exemplos: “Sem marketing digital adequado são grandes as chances de dificuldades logo no início das atividades da empresa, como por exemplo: falta de visibilidade do negócio em uma pesquisa on-line, precariedade no atendimento ao cliente, concorrência das grandes empresas varejistas e equipe sem qualificação. Esses pontos precisam de máxima atenção dos empreendedores”, pontua.

O professor do Senac EAD reforça também a importância da tecnologia na criação e manutenção dos pequenos empreendimentos, já que os negócios on-line continuam em alta e as redes sociais e aplicativos são ferramentas importantes para comercialização de produtos e serviços. “Acredito que seja fundamental dominar a tecnologia para manter-se no mercado atualmente, independentemente do segmento”, acrescenta.

Solicitamos ao especialista cinco dicas para auxiliar os futuros empreendedores no processo de criação e manutenção de um pequeno negócio, confira:

– Foque no que você é bom (sua expertise);

– Inicie o negócio a partir dos recursos que já dispõe;

– Busque informação constante sobre o negócio que almeja;

– Lembre-se que o time é mais importante do que o indivíduo;

– Se possível, conte com orientações de um profissional/mentor com experiência de mercado.

*Fonte – Mapa de Empresas: https://www.gov.br/governodigital/pt-br/mapa-de-empresas/boletins/mapa-de-empresas-boletim-do-3o-quadrimestre-de-2020.pdf

A ascensão dos bancos digitais e fintechs e a descentralização das finanças

Por Francisco Carvalho, fundador e CEO da Zipdin

Recentemente, li o livro “O Futuro do Dinheiro”, de Rudá Pellini (Ed.Gente), e as questões que ele aborda nos mostram o rápido crescimento dos bancos digitais e fintechs. O material fala sobre liberdade, dinheiro e tecnologia e como esses três pontos juntos darão mais poder para você ser dono do seu próprio dinheiro, além de apresentar diversas inovações e exemplos de estabelecimentos que estão facilitando o consumo de serviços e produtos financeiros e ajudando a democratizar o crédito.

O autor fala ainda sobre essa revolução financeira pela qual estamos passando e a disrupção que ela vem realizando, e sobre a teoria do early adopter, que fala sobre consumidores antenados que descobrem as novidades, produtos e tecnologias e as adotam logo após as suas invenções. A célebre frase, de Augusto Branco, “Quem chega primeiro bebe água fresca” se aplica não só aos consumidores, mas também às empresas que se estruturam mais rápido para preencher esse espaço de inovação e disrupção.

O crescimento dos novos bancos, os chamados ‘digitais’, e das fintechs, se deve ao avanço da era digital e foram enormemente impulsionados pela pandemia. Oferecendo praticidade e agilidade nos serviços, muitas dessas empresas conseguiram dobrar a carteira de clientes em 2020.

Para você ter uma ideia, segundo o último levantamento realizado pela Radar Fintechlab em 2020, no Brasil, o número de fintechs aumentou em quase 28%. Saiu de 604 em junho de 2019 para 771 em agosto de 2020. Ainda de acordo com o estudo, no mesmo período, foram abertas 258 empresas. Um outro levantamento, desta vez realizado pelo pelo UBS Evidence Lab, mostra que em 2020, pela primeira vez, a parcela de downloads de aplicativos dos novos players ultrapassou a de instituições tradicionais e alcançou 52% da marca de downloads.

É notável o que a criação desses tipos de estabelecimentos, que desenvolvem tecnologia para serviços financeiros desburocratizados e com menos atritos para os clientes, trouxeram de inovação para o setor, oferecendo mais praticidade, segurança e, o principal, foco no usuário!

Algumas pessoas ainda me perguntam quais as diferenças que as fintechs trouxeram para o mercado e, para não me estender demais, cito alguns dos que mais me chamam atenção aqui:

• Benefício financeiro: produtos com tarifas mais baixas ou até isento delas, taxas de juros mais baixas para tomar crédito e mais altas para investir

• Simplicidade e agilidade: contratação 100% online e imediata de diversos produtos e serviços que antes demoravam dias ou até semanas e algumas visitas à sua velha agência bancária

• Foco no cliente: as novas empresas entendem que seu principal ativo são os clientes e não medem esforços para agradá-los, ao contrário do que se via na velha indústria financeira, com a eterna sensação de que estavam “fazendo um favor” em nos atender

Diversidade nos serviços, a briga com o sistema e a descentralização das finanças

2020 foi o ano que nos deixou grandes exemplos de como o setor se expandiu de forma rápida e clara. Vimos grandes marcas varejistas realizando lançamentos de contas digitais, como foi a questão da Magalu Pay, do Magazine Luiza, e várias Fintechs atingindo valorizações espetaculares, algumas inclusive atingindo o desejado patamar de Unicórnio, empresas com valor de mercado acima de US﹩ 1 bi. Para 2021, teremos sim, grandes desafios e novas tendências como é o caso do Open Banking, que dará liberdade e autonomia ao cidadão, visto que ele terá direito total sobre seus dados bancários e históricos de suas transações bancárias, possíveis novas funcionalidades no PIX e o avanço nos novos mercado com a tecnologia as a service.

O jogo inverteu e as grandes instituições financeiras estão trabalhando arduamente para entender e se inserir neste novo cenário. E esse é o certo a se fazer. Costumo dizer que está mais do que a hora de os grandes bancos começarem a seguir a tendência de seus clientes. E quem irá se beneficiar disso tudo seremos nós, enquanto indivíduos!

Aumenta procura de emprego entre candidatos de 50 anos ou mais

Número de candidatos no segundo semestre foi de 43.770

Houve aumento de 7,5% na busca de empregos por candidatos com 50 anos ou mais no segundo semestre de 2020 comparado ao mesmo período 2019, de acordo com levantamento do Banco Nacional de Empregos – BNE e da plataforma de admissão digital Lugarh. Nos últimos seis meses de 2019, foram 40.712 novos candidatos deste perfil frente a 43.770 em 2020.

Para o CEO do BNE, Marcelo de Abreu, a crise econômica causada pela covid-19 desencadeou aumento na procura por emprego, incluindo profissionais de 50 anos ou mais. “Com a pandemia, muitas pessoas perderam seus empregos ou ainda tiveram contratos reduzidos. Com a retomada das atividades econômicas no segundo semestre de 2020, houve aumento da busca por oportunidades”, conta.

A pandemia contribuiu para aceleração da “Transformação digital”, fazendo com que atividades tivessem que ser reinventadas e adaptadas. “Para isso, os candidatos de 50 anos ou mais devem ficar atentos ao mercado de trabalho, investindo em conhecimentos para se atualizar, usando a tecnologia a seu favor, além de investir em network e explorar pontos fortes que possam contribuir para o sucesso da empresa”, diz Abreu.

Mais movimentação do mercado

O número geral de novos candidatos que cadastraram currículos no segundo semestre de 2020 subiu 11% em relação ao mesmo período de 2019. Foram 741.960 registros no Banco Nacional de Empregos ano passado contra 665.396 no ano anterior. “Este dado aponta ainda que, além das empresas, os candidatos também estão movimentando para retornar ao mercado de trabalho”, comenta Marcelo.

Flamengo adota chatbots no atendimento ao público

Startup gaúcha, Ubots, ampliou o atendimento digital do time; quase 1 milhão de mensagens já foram trocadas

A maioria dos apaixonados por futebol se associa ao programa de sócio torcedor do time do coração, que dá direito a assistir aos jogos, descontos em produtos promocionais e participação em eventos exclusivos. Nesse relacionamento entre o torcedor/cliente e o clube é necessário ter cada vez mais uma comunicação efetiva, para conservar esse sentimento de pertencer a família do time.

Pensando em sempre manter uma boa experiência com os clientes no país do futebol, o Flamengo decidiu ampliar as estratégias para um atendimento tecnológico. Em parceria com a Ubots, startup gaúcha especializada em soluções de relacionamento digital, eles desenvolveram dois chatbots para atuarem no atendimento digital.

“Nossa parceria com o clube carioca é desde junho de 2020, e os primeiros resultados positivos já vieram entre novembro e dezembro, principalmente referente ao volume de mensagens entre o cliente e o clube”, explica Rafael Souza, CEO da Ubots.

De acordo com o clube, o foco dessa implementação tecnológica é melhorar a experiência no atendimento ao Sócio Torcedor, por isso, os canais digitais irão amplificar a capacidade de atendimento.

Abaixo, entenda mais sobre a estratégia adotada pelo Flamengo.  

Atuação dos robôs virtuais

Os chatbots atendem públicos diferentes, como Sócio Torcedor Nação e o programa flamenguistas, nos seguintes canais: WhatsApp, Facebook e Webchat do site dos respectivos programas.

Há também a possibilidade da participação conjunta do robô e o atendimento humano, via WhatsApp, programa flamenguista e o Webchat, para sócios e potenciais associados nos canais de atendimento do Sócio Torcedor Nação.

Resultados positivos

Entre julho de 2020 e janeiro de 2021, o número de mensagens nos atendimentos tecnológicos cresceu. Confira os resultados: 

  • Julho de 2020: 901
  • Agosto de 2020: 881
  • Setembro de 2020: 141.713
  • Outubro de 2020: 987
  • Novembro de 2020: 233.248
  • Dezembro de 2020: 157.571
  • Janeiro de 2021: 140.879

Vale destacar que somente entre julho e agosto de 2020, o volume dos atendimentos teve um crescimento de mais de 100 mil. A nota de satisfação dos clientes varia entre 3,4 e 3,9, dentro da avaliação de 0 a 5.

No ano passado, no período de outubro e novembro ocorreu 63% menos procura por telefone e um aumento na procura pelo WhatsApp e chat em 69%.

“Na visão somada de todos os canais ativos até setembro de 2020, a retenção do bot em sua totalidade era menor que do atendimento humano. A partir de outubro do mesmo ano, este número total passou a igualar meio a meio, e em novembro o número cresceu. Desde então tem prevalecido uma média de 60% bot e 40% humano, nesta retenção dos atendimentos”, explica Souza.

O objetivo principal do Flamengo com o uso do chatbot foi diminuir a demanda de perguntas frequentes e realizar a adesão do produto do clube. Além disso, outros resultados foram obtidos ao longo do tempo, como a melhoria de experiência e tempo de atendimento do sócio torcedor, disponibilização de um canal prático de adesão do produto flamenguista e a redução de custos.

“Com a Ubots, conseguimos criar fluxos dinâmicos de conteúdos, identificação de usuários, integração com outras ferramentas de atendimento e banco de dados, buscando a melhoria da jornada do torcedor nos canais de atendimento, além de termos insights diários para melhorias através dos relatórios de curadoria e os dashboards de atendimento”, explica Tamara Vieira, responsável pela Central de Atendimento do Sócio Torcedor do Flamengo.

Para 2021, a expectativa do clube é a expansão dos canais para Instagram e Twitter, além disso, novas configurações estão previstas, como o uso de link de pagamento na jornada integração com o portal do cliente para uma experiência ainda mais fluida.

Crescer de forma sustentável lidera ranking de prioridades do mercado

Um levantamento feito pelo Google Trends, aponta que o termo de pesquisa “ESG” – sigla em inglês para Ambiental, Social e Governança Corporativa – nunca foi tão popular quanto na atualidade.

Segundo a análise, em comparação com o início de março de 2020, o número de consultas ao termo dobrou em janeiro este ano. O estudo comprova uma realidade cada vez mais presente no cotidiano corporativo: empresas com propósitos sociais e práticas de gestão sustentáveis atraem investimentos mais responsáveis e geram o que os especialistas chamam agora de ‘economia positiva’. “A economia positiva oferece uma forma de suportar e capturar as oportunidades econômicas nos negócios sustentáveis. Mais de US﹩ 12 bilhões de oportunidades de mercado podem ser gerados todos os anos a partir do final desta década como resultado do alinhamento dos governos e empresas com objetivos de sustentabilidade”, destaca Béryl Bouvier, da global OFI Asset Managment, em entrevista ao portal de investimentos FundsPeople.

Na análise, a especialista destaca que este é um cenário que já vinha se desenhando nos últimos anos, mas foi com a pandemia que os conceitos de ESG ajudaram a canalizar investimentos e impulsionaram performances no mercado. “O que o COVID mostrou é que a qualidade de uma empresa é maior quanto mais agregada de fatores ESG. Uma boa empresa é uma empresa que gera bom negócio baseada em boas práticas. Vimos como a pandemia trouxe para cima da mesa a questão social e do capital humano. O propósito de uma empresa é cada vez mais importante e os investidores estão atentos ao papel que elas desempenham na relação com todos os stakeholders, com os colaboradores, com os fornecedores, com o estado”, comenta.

Desenvolvimento econômico mais sustentável e perenidade dos negócios

Diante dessa tendência global de negócios com impactos positivos e boas práticas de gestão, empresas seguem ressignificado seus negócios e estruturando atividades sobre aspectos da diversidade no ambiente de trabalho, eficiência no uso de recursos, controles de risco, para contribuir com a tomada de decisão dos investidores. Trazendo este cenário para o Brasil, é possível encontrar empresas que já nasceram com os conceitos de ESG no DNA, como o Grupo Sabin.

Há 36 anos atuando no mercado brasileiro, a empresa investe em um desenvolvimento econômico mais sustentável e pratica valores fundamentais que garantam avanços e atividades com os menores impactos ambientais. Referência em medicina diagnóstica, a empresa é uma das protagonistas na missão de engajar uma cultura organizacional voltada ao pensar de forma sustentável para impactar positivamente a vida das comunidades. Com propósitos e valores autênticos, a empresa investe continuamente para que essas práticas permeiem sua estrutura organizacional, seus processos de gestão e inspirem marcas e sociedade. “No Grupo Sabin, incentivamos melhores práticas em cada detalhe para oferecer serviços de saúde com excelência, considerando aspectos ambiental, social e econômico-financeiro inspirados pela filosofia empresarial, que nos permitiu crescer ano a ano e implantar um modelo de governança corporativa, em 2013, um dos marcos na nossa história”, destaca a Presidente Executiva do Grupo Sabin, Lídia Abdalla.

Desde a sua fundação, o Grupo atua comprometido com os valores que conduzem a história do Sabin: credibilidade, ética, responsabilidade socioambiental, inovação, qualidade, respeito à vida e simplicidade. “São valores que nos guiam e fortalecem a longevidade da nossa marca e permeiam nossas ações em todos os aspectos. Evoluímos com novos paradigmas, estruturamos o braço social do grupo em 2005, o Instituto Sabin, que ao longo dos anos consolidou a atuação em programas e ações de filantropia e voluntariado corporativo, responsabilidade social, investimento social privado, atuando ativamente na melhoria da qualidade de vida nas comunidades brasileiras.”

A executiva detalha ainda que deixar um legado positivo fomenta a aplicação da cultura do ESG nos processos do Sabin, desde os investimentos contínuos na segurança do paciente, passando por um sistema de gestão de processos que controla e minimiza riscos. Atrelada à essas iniciativas está a atualização científica e tecnológica, que respalda a precisão e eficiência dos serviços ofertados. Há mais de 15 anos, o Sabin é signatário do Pacto Global, realizado entre a ONU e empresas, engajando a comunidade empresarial na disseminação de práticas e políticas de sustentabilidade. Já em 2016, a empresa se tornou signatária dos 7 Princípios do Empoderamento das Mulheres, da ONU Mulheres, fomentando a participação delas em todos os setores da economia. Há 5 anos consecutivos, o Sabin recebe a declaração de cumprimento da norma ISO 31000, de gestão de riscos.

“Recebemos o Certificado de Uso de Energia Renovável 2020, que destaca a atuação do Sabin no edifício sede, em Brasília, onde a energia consumida é produzida por fontes geradoras renováveis e incentivadas, contribuindo para a redução da emissão dos gases de efeito estufa. Compramos energia no mercado livre de energia, implementamos medidas voltadas para a conservação do meio ambiente, reforçando o nosso programa ambiental e a manutenção do selo LEED Green Building Program, certificado internacional para edificações sustentáveis à nossa Sede”.

São práticas que são incorporadas ano após ano na empresa e resultam hoje em uma estrutura sólida para investir no crescimento orgânico e inorgânico, preservando e respeitando a sociedade e as relações com a sociedade e toda a cadeia produtiva.” Assim, continuamos engajados na missão especial de inspirar e influenciar a sociedade na construção de contexto empresarial ético, que valorize o ser humano, a diversidade e inclusão, o meio ambiente e as boas práticas de governança. Nossas ações no presente para garantir um futuro melhor para diferentes gerações”, finaliza.

Novo estudo da Visa sobre o consumidor na América Latina e Caribe revela um aumento de interesse por diferentes canais de pagamento e compra

O ano de 2021 começa mais digital do que nunca, provocando alterações nos hábitos dos consumidores. A terceira rodada do Visa COVID-19 Consumer Sentiment, estudo sobre as preferências dos consumidores durante a COVID-19 na América Latina e no Caribe, revela tendências e comportamentos de pagamento a serem consideradas na região. Os consumidores disseram que estão com fadiga de pandemia. Apesar das constantes preocupações com a saúde, estão se aventurando a sair mais do que antes e, segundo 83% dos pesquisados, o supermercado é seu lugar preferido para fazer compras. As lojas de departamento são o segundo lugar mais visitado, seguidas das instituições financeiras. De acordo com a pesquisa, o consumo também subiu: 66% dos consumidores dizem ter gastado o mesmo ou mais nos últimos três meses, contra 49% em julho de 2020.

“Os consumidores estão aprendendo a viver em um ambiente mais dinâmico e fragmentado. Eles saem mais e procuram formas mais seguras e inteligentes de comprar e pagar”, disse Vanesa Meyer, vice-presidente de Inovação da Visa América Latina e Caribe. “As mudanças de comportamento provocadas pela pandemia, que antes pareciam temporárias, estão se tornando permanentes, fazendo surgir um novo perfil. Um consumidor que compra em qualquer lugar e a qualquer momento, especialmente se houver opções de pagamento por aproximação disponíveis”.

De acordo com a nova pesquisa, os gastos nos estabelecimentos comerciais aumentaram e as pessoas têm preferido usar cartão a dinheiro – 74% dos consumidores disseram usar cartão de débito, ao passo que 53% usam dinheiro. Assim como o dinheiro em espécie, o uso de outras formas físicas de pagar tem diminuído à medida que os consumidores alteram suas preferências para o pagamento por aproximação e carteiras digitais. Quando indagados sobre seus dez últimos pagamentos em um estabelecimento comercial físico, 48% dos consumidores disseram ter usado o pagamento por aproximação (cartões, carteiras digitais e acessórios inteligentes) ante 23% em abril. As carteiras digitais continuam ganhando terreno e 20% dos consumidores dizem usá-las nos pontos de venda.

A tendência de pagamentos por aproximação confirma os padrões de consumo observados entre os portadores de cartão na América Latina e no Caribe. Em novembro de 2020, a penetração dos pagamentos por aproximação na região ultrapassou a marca de 15%, o que representa um crescimento anual de 130% na comparação com novembro de 2019.

O estudo também descobriu que o interesse pelo comércio eletrônico continua forte – quase metade dos consumidores disseram comprar pela internet uma ou mais vezes ao mês, ao passo que 71% planejavam manter a atual frequência de compras online. Além de terem aumentado o uso de cartões de crédito e débito, os consumidores também disseram estar usando cada vez mais as carteiras digitais nas compras pela internet (26%), pois as consideram os métodos mais seguros para pagar online.

A demanda e a confiança em novas tecnologias de pagamento também estão crescendo, como indicado na pesquisa. Setenta e oito por cento deles disseram planejar usar novas tecnologias de pagamento no futuro e esperam inovações como compras em redes sociais, pagamentos via aplicativo de mensagem, biometria, criptomoedas entre outras formas.

Abaixo, segue percentual de consumidores dispostos a experimentar as seguintes tecnologias quando estiverem disponíveis:

• Plataformas de mensagens instantâneas e de redes sociais: 58%
• Biometria: 42%
• Criptomoedas: 25%
• Internet das Coisas: 22%
• Realidade virtual/realidade aumentada: 10%

“Com a carteira digital ganhando espaço na região e a crescente confiança na biometria, vemos um consumidor muito mais aberto a novos canais de compras e novas formas de pagar. Um consumidor que se sente à vontade para entrar e sair de ambientes de pagamentos digitais na nuvem”, acrescentou Meyer.

A Visa trabalha continuamente para atender às crescentes demandas desse novo consumidor, fomentando a inovação e o desenvolvimento de produtos e soluções junto a emissores, estabelecimentos comerciais, fintechs e parceiros na região. A equipe do Centro de Inovação da Visa na América Latina e no Caribe começa a jornada de cocriação liderando com design integrado na estratégia de produto, evoluindo continuamente as tecnologias da Visa e abraçando parcerias e integrações da indústria – tudo isso, na tentativa de criar a próxima geração de soluções de pagamentos alinhadas com o mercado, resolvendo assim, problemas do mundo real.

Banco digital next lança atualização do App com soluções mais pedidas pelos clientes

O banco digital next preparou uma nova versão do app com algumas das novidades mais pedidas pelos clientes, como pagamento por boleto e a possibilidade de pedir aumento de crédito em poucos cliques. A atualização ficará disponível para todos os clientes até o fim da semana, nas lojas de aplicativo App Store e Google Play.

As novidades melhoram ainda mais a experiência do cliente e os ajudam a resolver as questões financeiras do dia a dia de forma simples e prática. Agora, além do débito automático, quem é next pode realizar o pagamento da fatura do cartão por meio de boleto digital e antecipar o pagamento de faturas fechadas, tudo direto pelo app.

A atualização também atende um outro pedido dos clientes: solicitar o aumento de limite do cartão de crédito direto pelo app e em poucos cliques. A análise é feita na hora.

Na parte de UX (user experience), o next aprimorou a área de Carteiras Digitais, tornando mais fácil o cadastramento em uma das três wallets que estão com o banco digital: Apple Pay, Google Pay e Samsung Pay.

Além disso, houve uma nova atualização na Jornada de Adesão (onboarding), que visa facilitar a abertura da conta e consequentemente impulsionará ainda mais o crescimento da plataforma.

Todos esses movimentos fazem parte do constante aprimoramento do next, retroalimentado pelo feedback dos clientes e estudos do time de antropólogos.

Essa é a primeira versão lançada em 2021, que marca o início de grandes novidades e transformações que estão por vir na plataforma next.

Plataformas de inteligência geográfica ajudam instituições financeiras a planejar o futuro das agências físicas

A busca incessante dos consumidores por comodidade e agilidade na prestação de serviços foi ainda maior durante a pandemia. Isso fez com que diversos setores necessitassem acelerar seus investimentos na digitalização dos processos e, nesse sentido, o setor financeiro foi um dos mais impactados.

Estudos mostram que a digitalização dos serviços financeiros avançou cinco anos em alguns meses – além da pandemia, o surgimento das fintechs evidenciou a necessidade de inovação por parte das instituições tradicionais – e que o comportamento dos clientes jamais foi tão relevante para análise de futuro do setor: a real necessidade da existência das agências físicas.

A necessidade de uma agência poderia ser resumida a quatro serviços que hoje são facilmente solucionados em canais digitais: desbloqueio de cartões, cancelamento ou solicitação de serviços, recuperação de senha, e autorização de dispositivos e liberação de acesso à internet banking. Esse cenário tem obrigado os bancários a se questionarem: estamos adotando a melhor estratégia e nos locais corretos? Faz sentido para aquela região fechar ou aprimorar a experiência nas agências? Como posso analisar os locais e tomar uma decisão?

Segundo Jeferson Cruz, especialista em marketing da Imagem Geosistemas, análises feitas em uma plataforma de inteligência geográfica orientada a dados tornaram-se fundamentais na resposta a todas essas perguntas. “É possível extrair melhores resultados utilizando de todo potencial de uma ferramenta de inteligência geográfica, que é capaz de cruzar informações e dados de diferentes fontes gerando diversos insights importantes na tomada de decisão: a necessidade de fechar ou investir em novos modelos de negócio, aprimorando a experiência do cliente em diversos canais (omnichannel), aumentando o nível de satisfação, entre outros”, explica.

Case Bank of America

O Bank of America, um dos maiores bancos dos Estados Unidos, iniciou o uso da tecnologia GIS (sigla em inglês para Sistema de Informações Geográficas) há pouco mais de 10 anos. Com isso, conseguiu estabelecer um plano de integrar mais de 1900 agências, construir 900 novas, fechar 1400, vender quase 200, renovar três mil, fechar seis mil caixas eletrônicos e adicionar mais de três mil novos caixas remotos.

Outra ação desenhada pelo Bank of America após análise realizada com a tecnologia GIS foi um planejamento de 25 anos para a cidade de Nova York. A instituição já identificou todos os lugares que deseja ocupar e apenas aguarda que os imóveis fiquem disponíveis. Já em Manhattan, o banco investiu US$200 milhões, o que gerou US$600 milhões em receitas anuais.

“As agências do Bank of America não morreram, mas evoluíram”, comenta Cruz. Com investimentos no trabalho de inteligência geográfica em sua rede, o banco reduziu suas despesas anuais em US$800 milhões, com uma perda insignificante de clientes. O corte de custos operacionais dos caixas eletrônicos e agências foi de US$5,5 bilhões para US$4,7 bilhões.

Estudo mostra que bancos poderão ter novas oportunidades de receitas com o Open Banking

Em 1º de fevereiro, entrou em vigor no Brasil a primeira fase do Open Banking, movimento liderado pelo Banco Central que prevê o compartilhamento organizado e seguro de dados de produtos, serviços e taxas entre bancos e outras instituições financeiras e de pagamentos. Segundo um estudo da Capco, consultoria global de gestão e tecnologia que atuou na implantação do Open Banking em países como Reino Unido, Austrália e México, é fato que a concorrência entre os bancos brasileiros e outras instituições vai aumentar. Porém, há um grande potencial para que os bancos também usem seus dados e a tecnologia para gerar novas receitas nesse ambiente. E para isso, há vários modelos que poderão aplicar, incluindo parcerias com as instituições que tiverem acesso a seus dados.

No estudo “O futuro do Open Banking: como monetizar as APIs de seu banco”, que aborda as finanças abertas no Brasil, a Capco afirma que conseguir as oportunidades certas rapidamente permitirá aos bancos aumentarem suas receitas através da produção e monetização de vários serviços bancários relevantes. Para isso, poderão usar as chamadas APIs (Interface de Programação de Aplicações, em português), que conectam sistemas, softwares e aplicativos. Um aplicativo de trânsito pode usar a API do Google Maps, por exemplo, para ter informações sobre as ruas onde os motoristas devem passar. Da mesma forma, um banco poderá disponibilizar APIs para que fintechs, por exemplo, criem serviços que acessam de forma rápida e segura informações que estão nos bancos.

“Produzir tecnologias com base em APIs permite às empresas não apenas monetizarem suas funcionalidades de negócio, mas também atingirem mais mercados investindo menos e se diversificando mais rapidamente. O uso de informações fornecidas pelas APIs permitirá que desenvolvedores de soluções tornem suas aplicações mais abrangentes e abertas a personalizações rápidas a cada negócio. Se não aproveitarem o potencial desse novo ambiente ou não satisfizerem suas necessidades básicas, os bancos estarão mais suscetíveis à disrupção”, diz Luciano Sobral, diretor executivo da Capco Brasil.

Além de gerarem novos negócios para os bancos, as APIs podem criar uma dinâmica diferente no mercado. Isso porque há processos de grande atrito na cadeia de valor bancária atual, que demandam um grande esforço em troca de baixos retornos, como a interface com cliente. Portanto, poderão ser compartilhados com empresas concorrentes, terceirizados para startups de serviços compartilhados ou adquiridos já prontos como APIs e incorporados a operações existentes com um custo mínimo.

“O Open Banking continua e acelera uma tendência observada há algumas décadas no exterior e que está se tornando cada vez mais viável com novas tecnologias sendo disponibilizadas ao mercado sob a forma de serviços. Ele está mudando fundamentalmente nossas plataformas centrais onde os dados e transações são hospedados e processados: várias organizações têm usado a regulamentação como alavanca para melhorarem seus sistemas e comunicarem-se melhor umas com as outras. A regulamentação de Open Banking impulsionou investimentos para melhorar o acesso às plataformas e sua utilização. Portanto, teve efeitos que foram além das APIs disponíveis publicamente. E a mudança é profunda”, completa o diretor executivo da Capco Brasil.

A segunda fase do Open Banking deverá ser implantada em 15 de julho, quando clientes poderão liberar que empresas de sua preferência acessem seus dados financeiros. A partir de 30 de agosto, terceiros poderão iniciar a operação de pagamentos e de encaminhamento de proposta de operação de crédito. E em 15 de dezembro isso passa a ser possível também para outros produtos como seguros, investimentos e câmbio.

Em sua análise, a Capco identificou as seguintes formas dos bancos monetizarem seus APIs:

MODELO COM BASE EM TRANSAÇÕES: Modelos com base em transações são semelhantes a serviços bancários tradicionais. A principal diferença no contexto de APIs é a forma com que empresas como PayPal e Stripe permitem que terceiros integrem e utilizem seus serviços por meio de APIs plug-and-play (ligar e usar). Isso permite que empresas como as citadas acima alcancem públicos maiores e gerem maiores volumes de transação para seus serviços. Esse modelo pressupõe que a API está sendo chamada para concluir algum tipo de transação, como pagar uma conta ou transferir dinheiro. Uma taxa é cobrada quando a transação é concluída.

MODELO POR CHAMADA: Cobrança por chamada é o modelo de monetização mais direto, no qual os terceiros pagam todas as vezes que a API é usada. Para ter sucesso com esse modelo, o serviço por trás da API precisa oferecer uma proposta de valor clara. Antes de organizar um modelo de monetização direta, os bancos devem consultar seus clientes para descobrir se eles estariam dispostos a pagar pelo serviço e quanto estariam dispostos a pagar. Por exemplo, o preço padrão por consulta de APIs do Watson da IBM é US﹩ 0,0025. Esse modelo difere do modelo com base em transações no sentido em que toda chamada para a API é passível de cobrança e pode ou não estar ligada a operações transacionais.

MODELO COM BASE EM ASSINATURAS: Modelos com base em assinaturas para acesso a APIs podem ser fixos ou dinâmicos. O modelo fixo é direto e oferece acesso completo a APIs por um valor mensal fixo. A abordagem de pagamento por consumo (pay-as-you-go) é mais dinâmica e o preço é determinado por uso medido. Por exemplo, o preço pelo uso de uma plataforma de computação em nuvem poderia ser estabelecido por hora pelo sistema operacional e tamanho da plataforma. Outro modelo de assinatura dinâmica é o modelo por níveis (layers). Os desenvolvedores fazem uma assinatura e pagam por um nível de uso específico, com base no número de chamadas de APIs por um período de tempo fixo. Embora o custo aumente por nível, o custo por chamada de API geralmente cai. Por exemplo, a Vertical Resources (empresa de process-as-a service) usa o modelo de negócios por nível. Os preços por uso caem com o consumo de maiores volumes de chamadas de APIs e os usuários podem ajustar seu nível com base em uma análise do uso ao longo de determinado período. Poderia haver o upgrade automático da assinatura para o próximo nível se os desenvolvedores quiserem continuar usando o serviço de APIs após tiverem atingido seus limites de assinatura.

MODELO FREEMIUM: Freemium é um bom começo para donos de APIs e desenvolvedores terceiros curiosos se conectarem e explorarem. Ele pode servir como um ponto de partida para alternativas com base em assinaturas ou em cobranças por chamadas de APIs. Nesse modelo, as empresas oferecem aos desenvolvedores algumas capacidades de suas APIs de graça e cobram por funcionalidades adicionais. Por exemplo, um serviço de mapeamento da web poderia permitir fazer um número baixo de chamadas para as APIs de graça e cobrar por chamadas acima de determinado limite. Como um motivador para adquirir um pacote melhor, os provedores poderiam oferecer acesso aprimorado às APIs para assinantes premium (o que permitiria que usuários finais customizassem sua experiência e fluxo de trabalho, por exemplo).

MODELO COM BASE EM CRESCIMENTO DAS RECEITAS: Aumento de receitas é um conceito estratégico para os bancos que abrirão suas APIs para terceiros. Muitas fintechs buscam parcerias com bancos para proporcionar uma infraestrutura financeira central para novos produtos e serviços. Isso poderia beneficiar os bancos, aumentando os ativos sob gestão e oferecendo depósitos para exigências de capital. Isso também pode significar margens de juros adicionais que envolvem crédito. Esse modelo seria semelhante à forma com que o Fidor Bank oferece, a terceiros, serviços bancários no modelo white label .

MODELO DE COMPARTILHAMENTO DE RECEITA: Compartilhamento de receita é uma opção que incentiva a inovação aberta e a cocriação com terceiros. Nesse modelo, é geralmente o terceiro que é pago com base na popularidade da sua aplicação. Um modelo de compartilhamento de receita oferece incentivos tanto para os donos da APIs quanto para os terceiros e deve também oferecer incentivos adicionais para escalabilidade. Isso funciona melhor com produtos ou serviços que tenham tarifas mensais ou anuais. Parte dessas tarifas seriam pagas ao terceiro por elementos como aquisição de cartão de crédito, contratação de apólices de seguros, etc.

MODELO COM BASE EM RESTITUIÇÃO: Restituições ou cashback também podem ser usados por APIs que têm uma tarifa de transação geradora de receita cobrada do usuário final, por exemplo, APIs abertas para negociar ações e processar pagamentos. Os bancos podem escolher repassar parte da tarifa ao consumidor. Em áreas como pagamentos, onde a competição por volumes é alta, oferecer a opção de cashback pelo uso de uma API específica pode ser um bom incentivo. Varejistas podem também associar cupons de descontos ou cashback para compras feitas por meio de APIs de uma rede de pagamentos específica.

O futuro nos mostrará qual modelo será o mais bem sucedido ou mesmo se novos modelos surgirão. Porém, a única certeza é que o Open Banking, junto com outras implementações como o PIX, mudarão o cenário financeiro brasileiro nos próximos anos.

Heach Recursos Humanos está com mais de 20 vagas abertas para profissionais de TI

A Heach Recursos Humanos, empresa de recrutamento e seleção, está com 22 vagas abertas, de diferentes cargos para profissionais de TI, para serem ocupadas em oito estados brasileiros. 

A primeira vaga é de Desenvolvedor Net Pleno e possui uma oportunidade em cada um dos seguintes estados: Espírito Santo, Sergipe, São Paulo, Minas Gerais e Santa Catarina. O escolhido terá que executar atividades de desenvolvimento de sistemas planejadas em Sprint, participar de reuniões diárias e realizar reuniões com clientes para entendimento de problemas, e participar de eventos da empresa.  O salário é de R$ 4.358,00 mais benefícios, como vale-alimentação, plano de saúde e assistência odontológica. 

A segunda é de Desenvolvedor Front-End Pleno, na qual suas funções serão de desenvolver demandas para o cliente, incluindo testes e implementação, participação de alinhamento diário com o time. Será considerado como diferencial os candidatos que tiverem experiência com .NET e SQL, Javasript, HTML e outros. As vagas estão disponíveis para o Espírito Santo, Minas Gerais,  Santa Catarina, Sergipe e São Paulo, e o salário é de R$ 4.358,35 com plano de saúde e seguro vida. 

Para os que estão interessados em trabalhar como desenvolvedores de Java, os estados de Sergipe, São Paulo, Espírito Santo, Minas Gerais, Santa Catarina, Paraná, Bahia e Pernambuco estão contratando. O salário é de R$ 5.500,00 mais plano de saúde e e vale alimentação. Os escolhidos serão responsáveis por realizar auditorias para assegurar que os padrões operacionais e procedimentos de segurança estejam sendo seguidos. Elaboração de estudos de criação ou alteração de metodologias, supervisão e revisão dos dados e seleção de novas tecnologias.  

Para conferir essas e  outras  vagas, basta acessar: https://heach.abler.com.br/.