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TROC tem mais de 100 vagas para talentos diversos e trabalho remoto

Com crescimento acelerado, a TROC abriu sua temporada de contratação desde o segundo semestre de 2020, quando viu subir rapidamente a procura por roupas de segunda mão em sua plataforma de moda circular. Só de abril até dezembro, o número de peças processadas cresceu mais de 120% e fez o número de funcionários subir mais de 80%. Agora, a plataforma está com vagas em aberto e contratará de forma faseada, nos próximos meses, mais de 100 pessoas nas áreas de curadoria, fotografia, logística, tecnologia e marketing.

Com a previsão de chegar, nos próximos meses, ao patamar de 30 mil peças processadas mensalmente, a startup prepara seu time para atingir a marca de forma sustentável, garantindo a qualidade que é uma de suas marcas. Para a CEO da TROC, Luanna Toniolo, para fazer parte da equipe é fundamental que a pessoa esteja disposta a encarar desafios e, principalmente, participar da grande transformação que o resale está trazendo para a indústria da moda.

“A TROC é uma empresa diversa em sua essência e nosso time já reflete isso. Para fazer parte da nossa equipe é necessário estar alinhado com nossos valores e gostar de trabalhar com moda. Somos curiosos, interessados e enfrentamos desafios todos os dias. É isso que respiramos aqui”, conta Luanna.

Segundo a Head de People da TROC, Rafaella Dias, as vagas para trabalho presencial em Curitiba são nas áreas de curadoria, fotografia e estoque. Já para a área de marketing e tecnologia, algumas oportunidades são para trabalho remoto. Os interessados podem se candidatar para as vagas a partir do perfil da empresa no LinkedIn (https://www.linkedin.com/company/trocreal/) ou enviar o currículo para o e-mail vagas@troc.com.br. “Manteremos um fluxo constante de contratações nos próximos meses porque queremos desenvolver nossas lideranças, deixando todo time preparado para este crescimento acelerado. Estamos implementando um ritmo de forma a manter e replicar nossa cultura para os novos integrantes que estão chegando”, conta Rafaella. 

Pegaki abre 150 vagas com possibilidade de trabalho remoto

A rede de pontos de retirada e coleta Pegaki está contratando. Com 150 vagas abertas durante o ano de 2021 em áreas como tecnologia, vendas, atendimento, marketing, produto e e-commerce, a startup busca talentos de qualquer parte do mundo para trabalharem remotamente. Mais informações sobre as vagas e processo seletivo podem ser encontradas no  https://pegakicarreiras.gupy.io/.

Recém adquirida pelo grupo Intelipost, a Pegaki tem um plano agressivo de crescimento. A startup pretende aumentar sua rede para mais de 20 mil pontos credenciados, saltando de 20 para 150 postos de trabalho. “Acreditamos que o modelo de trabalho foi transformado pela pandemia. Por isso, estamos abrindo uma série de vagas para trabalho remoto. Hoje já temos pessoas do nosso time trabalhando em diferentes cidades, estados e países, como Portugal”, explica o sócio-fundador e Co-CEO da Pegaki, João Cristofolini.

Segundo o executivo, para o período pós vacinação, a ideia é estabelecer um modelo híbrido. “No lugar do escritório tradicional, planejamos hubs de trabalho espalhados em diversas cidades para encontro de pessoas e trabalhos colaborativos, de forma pontual e opcional. Os dois primeiros hubs serão instalados em Florianópolis e São Paulo, com possibilidade de novas instalações no futuro. Parcerias com universidades em cidades fora dos grandes centros tradicionais também estão nos planos para atrair pessoas de diferentes lugares do Brasil”, completa.

Boom do e-commerce

A Pegaki se estabeleceu nos últimos anos como uma alternativa aos Correios, essencialmente na esteira do crescimento das vendas online. Só em 2020, a  startup cresceu 20 vezes, tracionada essencialmente pelo forte crescimento do e-commerce durante a pandemia.  De acordo com um levantamento da Câmara Brasileira da Economia Digital e da empresa Neotrust, o faturamento do comércio online no Brasil mais que dobrou, marcando um crescimento de 122% no acumulado do ano até novembro em comparação com 2019. Ao todo, foram movimentados R$ 115,3 bilhões no período.

“O modelo de redes de ponto de retirada, que já vinha crescendo, foi exponencialmente acelerado em 2020. A transformação digital chegou definitivamente, os e-commerces devem crescer cada vez mais e, neste contexto, soluções de logística eficientes são imprescindíveis para sustentar essa demanda cada vez mais crescente”, finaliza João.

Aplicativo detecta coronavírus através da tosse

A próxima vez que você for tossir, por que não fazer isso no celular? Um grupo de jovens pesquisadores e professores de algumas das melhores universidades de tecnologia do mundo criou um aplicativo para smartphone que detecta em questão de minutos, se alguém tem COVID-19 a partir da análise de um registro de sua tosse. Mas eles precisam da ajuda de pessoas do Brasil para melhorar ainda mais esse aplicativo revolucionário. 

Virufy é uma organização sem fins lucrativos composta por mais de 50 pesquisadores internacionais de 25 universidades de prestígio e 20 países diferentes – incluindo Inglaterra, Japão, EUA, Argentina, Brasil, Colômbia, México e Peru. O aplicativo web mobile (web app) usa inteligência artificial para avaliar a probabilidade de um indivíduo estar infectado com o novo coronavírus. 

Composta por especialistas médicos, técnicos e jurídicos de instituições como Stanford, Google e Princeton, a equipe do Virufy validou seu algoritmo de machine learning com milhares de tosses da América Latina, Europa e Ásia para distinguir entre SARS-CoV-2 positivo e sons de tosse negativos com 80% de precisão até agora.

Ao mobilizar os jovens para coletar dados de tosse em diversas regiões do mundo, o Virufy visa treinar seu algoritmo para obter uma precisão ainda maior e entender melhor como soa o COVID-19. Para chegar nesse objetivo, a  organização internacional de pesquisa sem fins lucrativos está expandindo seus esforços para coletar mais tosses na América Latina, uma região que continua registrando um aumento alarmante de casos positivos.

“Virufy é a única iniciativa capaz de reunir o mundo inteiro pela primeira vez: para parar o inimigo comum que é a COVID-19”, disse Amil Khanzada, engenheiro de software do Vale do Silício e fundador da Virufy. “É uma solução global genuína para achatar a curva em todo o mundo e acabar com essa pandemia, especialmente nos países em desenvolvimento onde não há acesso massivo aos testes, o que torna o rastreamento e o distanciamento social mais difíceis.”

Ele continuou: “Pedimos às pessoas no Brasil, Argentina, Bolívia,Colômbia, México ou Peru e que apresentem sintomas semelhantes aos da COVID-19 que acessem o site  virufy.org/app e doem sua tosse, para que possamos nos unir e acabar com essa pandemia mais rápido”.

Embora o Virufy não substitua os testes de diagnóstico de nível hospitalar e deva ser usado junto com os sintomas e verificações de temperatura, a detecção precoce e imediata incentivará a quarentena voluntária. Isso, por sua vez, ajudará a proteger as comunidades locais e, em última instância, protegerá centenas de milhões de outras pessoas, à medida que a disseminação do vírus diminui. “A propagação da COVID-19 começou com uma pessoa e não podemos continuar subestimando o vírus”, comentou Khanzada.

O Virufy permite que todos façam sua parte para limitar a propagação e retomar o senso de controle durante a pandemia em curso. Fornecendo a detecção mais rápida do mercado, a organização espera criar uma ferramenta de triagem suplementar que possa ser recomendada com segurança por profissionais de saúde, mitigando a carga que os testes inacessíveis colocam em comunidades carentes em todo o mundo.

“Leva apenas dois minutos para doar uma tosse por meio de um smartphone ou computador”, disse Matheus Galiza, Gerente de Extensão da Comunidade da Virufy para o Brasil. “Recomendamos veementemente que qualquer pessoa de qualquer um dos seis países identificados da LATAM que tenha sintomas semelhantes aos do COVID ou que tenha recentemente testado positivo para COVID-19 doe sua tosse. Membros da família e amigos em contato próximo com indivíduos COVID-positivos devem fazer o mesmo. Ao fazer isso, você estará ajudando diretamente a acabar com a pandemia. ”

EMBRAPII está com oportunidade aberta para empresas brasileiras inovarem com a Suíça

A Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII) e a Agência de Inovação da Suíça (Innosuisse) abrem chamada de cooperação internacional para unir empresas dos dois países em projetos conjuntos de inovação. O objetivo é que as propostas sejam voltadas para o desenvolvimento de soluções e novas tecnologias com potencial de mercado significativo para o Brasil e para a Suíça. Interessados tem até 30 de abril para encaminhar uma pré-proposta para avaliação.

“O objetivo central da parceria é fortalecer a competitividade das empresas por meio da cooperação internacional. Esse intercâmbio permite a integração do conhecimento técnico-científico e a entrada em novos mercados. A parceria pode ser o primeiro passo para internacionalizar uma startup ou para o desenvolvimento cooperativo de novas tecnologias de alto valor agregado”, destaca Carlos Eduardo Pereira, diretor de Operações da EMBRAPII.

Não há restrição de área de conhecimento e empresas de todos os setores industriais podem apresentar projetos. No entanto, são incentivados o desenvolvimento de PD&I relacionado a: biotech e medtech, agricultura e produção de alimentos, indústria 4.0, materiais avançados, tecnologias de informação e comunicação, energia limpa e água, cidades e comunidades sustentáveis, digitalização e mobilidade.

A Suíça é um dos países com o maior investimento em pesquisa e desenvolvimento (P&D) em relação ao seu produto interno bruto (PIB), cerca de 3% ou 16 bilhões de dólares, sendo 2/3 financiados pelo setor privado. Ela figura entre as primeiras colocadas no ranking de inovação do mundo.

Nesse modelo de cooperação internacional, cada país financia suas respectivas empresas e instituições de pesquisa. As empresas brasileiras devem estar associadas à rede credenciada de 61 Unidades EMBRAPII para o desenvolvimento do projeto. A Unidade EMBRAPII tem total autonomia para decidir sobre a viabilidade de desenvolvimento das propostas com empresas brasileiras. A EMBRAPII garante 1/3 de recursos não reembolsáveis.

A entrega do pré-projeto no dia 30 é uma etapa opcional, em que a EMBRAPII e a Innosuisse analisam e fornecer um feedback sobre o projeto. A submissão final deverá ser feita até 02 de agosto de 2021.

ESG assume papel prioritário para conselhos de administração no pós-pandemia

As questões ambientais, sociais e de governança (ASG) estarão mais presentes na pauta dos conselhos de administração depois da pandemia de Covid-19, assim como a maior competição por talentos, o reposicionamento de negócios e a incorporação de apoio especializado externo para o planejamento de cenários e tomada de decisões sobre riscos. Esse é o cenário apontado pela pesquisa “GNDI 2020-2021 Survey Report – Board governance during the Covid-19 crisis: Análise dos Resultados Brasileiros“, assinada pelo Global Network of Directors Institutes (GNDI), grupo que congrega institutos de governança ao redor do mundo, e que tem o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) como representante no Brasil.

“O relatório nos mostra o que estará no centro das atenções dos conselhos nos próximos anos, além de salientar o papel da resiliência das empresas no enfrentamento da crise, mapeando quais foram os principais desafios diante de um momento sem precedentes, como o que estamos vivendo”, indica Pedro Melo, diretor geral do IBGC. “É papel das empresas promover a melhoria da sociedade. Essa é uma tendência que observamos há alguns anos, mas que se acentuou com a pandemia”, complementa.

Entre os respondentes, 85% acreditam que, no longo prazo, teremos maior foco em questões ASG, de sustentabilidade e de geração de valor para partes interessadas. Outras tendências são maior necessidade de reposicionamento dos negócios (82%) e aumento da competição de talentos.

Em complemento à avaliação das tendências emergentes para os conselhos de empresas, a garantia da segurança e saúde dos empregados e a supervisão da estratégia surgem como preocupações dos entrevistados globais. Já os brasileiros apontam o gerenciamento de riscos (50%) e a melhoria dos planos de crise (38%) como principais necessidades.

Para as duas amostras (mundial e nacional), as empresas não estavam preparadas para lidar com a Covid-19, mas a percepção é que os conselhos têm conseguido atuar efetivamente dentro deste novo cenário. Os comitês de crise (ou de outras funções) foram de grande valia para ajudar o conselho na resposta à pandemia e o plano de gerenciamento de crise tem sido eficaz.

Enquanto para os respondentes brasileiros as três principais forças das suas organizações em resposta à crise da Covid-19 foram valores e propósito (94%), resiliência (88%) e plano de continuidade dos negócios (87%), na amostra global as áreas mais destacadas foram gestão de crises, comprometimento do staff e adaptabilidade organizacional. Duas fraquezas são comuns aos cenários brasileiro e internacional: competência digital e infraestrutura. Na opinião dos participantes, os principais desafios enfrentados pelos conselhos foram ajustar a estratégia da organização ao novo ambiente e mercados, e garantir a efetividade das decisões que afetassem seus stakeholders.

Cerca de 70% dos respondentes brasileiros entendem que até 60% das reuniões de conselho devem ser realizadas no formato virtual mesmo depois da crise. Esse percentual é de pouco mais de 80% na amostra global. Os conselheiros (87%) consideram que uma maior informatização do conselho e reuniões mais frequentes serão importantes para dinamizar a sua atuação.

“É importante notarmos que o esgotamento e estresse decorrentes do ambiente virtual constante também apareceu no estudo como um dos principais desafios de adaptação para os conselheiros, pois são reuniões longas, que carecem de atenção e normalmente esses profissionais integram mais de um conselho”, menciona Melo, se referindo aos 37% de respondentes que sinalizaram o cansaço na condução dos encontros on-line

O estudo foi realizado com 1.964 conselheiros – sendo 94 brasileiros -, de 17 institutos, e apresenta os resultados gerais e agregados em quatro regiões: Ásia e Oceania; Europa, Oriente Médio e África; América do Norte; e América do Sul. A pesquisa desenvolvida pelo GNDI foi aplicada no formato de questionário (survey) por diversos de seus institutos-membro, em seus respectivos países. No Brasil, a fase de coleta compreendeu o período de 21 de agosto a 28 de setembro de 2020, e teve como público-alvo principal os conselheiros de administração.

Estudo do Itaú Unibanco revela mudanças nos padrões de consumo em ano de pandemia

Como a pandemia afetou o comportamento do consumidor em 2020? Para responder a essa pergunta, o Itaú Unibanco reuniu e analisou os dados relativos às compras feitas ao longo do ano com cartões de crédito e débito emitidos pelo banco e às vendas transacionadas pela Rede, sua empresa de meios de pagamento, em todo o Brasil. O trabalho deu origem ao relatório Análise de Comportamento de Consumo – organizado pela Diretoria de Estratégia e Engenharia de Dados em parceria com a área de Pagamentos (criada este ano na estrutura do banco), ele passará a ser divulgado trimestralmente.

O estudo identifica de que forma a covid-19 e o isolamento social alteraram hábitos e padrões de compra em todo o Brasil, trazendo um retrato do movimento do comércio no ano, com dados sobre desempenho de vendas por segmentos, utilização de canais e preferência por formas de pagamento, entre outros aspectos.

“Esse levantamento é produto da cultura de centralidade no cliente e da conduta orientada por dados do Itaú, disseminada por todo o negócio. A análise de uma ampla gama de informações tem sido o caminho para entendermos de maneira aprofundada quem é o nosso cliente e atendermos com mais agilidade às suas expectativas e às particularidades de novos momentos de consumo”, diz Moisés Nascimento, diretor de Estratégia e Engenharia de Dados do Itaú Unibanco.

Principais achados do estudo

Valores transacionados

O crescimento de vendas no comércio, que vinha sendo observado em janeiro e fevereiro de 2020 (mais de 16% ao mês na comparação com os mesmos meses de 2019), foi interrompido no final de março, quando entraram em vigência as medidas de isolamento social. O maior impacto foi sentido em abril, na comparação com o mesmo período do ano anterior, com queda de 22,4% nos valores transacionados. O consumo começou a se recuperar a partir do terceiro trimestre, e 2020 fechou com faturamento apenas 3,2% maior que o de 2019. O movimento foi puxado pelos estabelecimentos Atacadistas; de Materiais de Construção; Mercados; e Drogarias/Cosméticos. Entre os segmentos que se destacam pela perda de valores transacionados estão Turismo; Vestuário; Cultura, Esportes e Entretenimento; e Educação.

Canais

As vendas no varejo físico fecharam o ano empatadas com as de 2019, com as vendas do segundo semestre compensando as perdas do primeiro. Já o e-commerce transacionou 19,4% mais que no ano anterior, com crescimento mais acelerado em Restaurantes; Atacadistas; e Materiais de Construção. Ao final de 2020 os meios digitais já respondiam por 18,9% do total transacionado pelo varejo, contra 16,3% um ano antes.

Comportamento de compra

O valor do gasto médio por transação no comércio cresceu 6,9% sobre 2019. O crescimento foi mais acentuado entre os consumidores de maior poder aquisitivo e é explicado pelas mudanças de comportamento provocadas pela pandemia: para evitar saídas constantes de casa ou gastos extras com frete nas entregas em domicílio, o consumidor preferiu reduzir a frequência de compras, elevando o tíquete médio de cada transação, e também optou em pagar os bens adquiridos em mais parcelas.

Pagamento por aproximação

A quantidade de pagamentos usando a tecnologia Aproxime e Pague (NFC) subiu exponencialmente após o início da pandemia, com crescimento acumulado no ano de 326%. Antes do isolamento, os pagamentos por aproximação vinham crescendo a uma taxa média mensal de 2,3%.

Perfis de consumo

Gênero – Mais da metade (50,4%) das compras online foram feitas por mulheres, com presença expressiva delas como consumidoras nos setores de Vestuário; Drogarias; e Atacadista. Os homens tiveram participação levemente menor nas compras em canais digitais, mas seu gasto médio por transação é 23,9% maior que o das mulheres. As compras em Atacadistas; de Eletrônicos; e itens e serviços de Saúde foram as que puxaram o crescimento do tíquete médio deles, homens – ainda no ambiente digital.

Faixa etária – Consumidores da geração X (nascidos entre 1965 e 1984) foram os que mais gastaram em 2020 (maior valor transacionado entre as gerações), tanto em compras online quanto presenciais. Já a geração Y (1985-1999) foi a que mais aumentou seu tíquete médio em relação ao ano anterior.

Novos padrões e hobbies

Com as pessoas mais tempo dentro de casa, os gastos com transporte urbano e com turismo caíram respectivamente 38,6% e 43,8, na comparação com 2019. Em contrapartida, os consumidores investiram mais em suas residências. Devido ao home office, o valor gasto com Móveis de Escritório cresceu 39%. Em outra frente de itens comprados para a casa, incluindo Materiais de Construção e Reforma; Artigos de Decoração; e produtos para Jardinagem e de Floricultura, o aumento foi de 29,8%. Também se destacaram as vendas de artigos relacionados a pets e serviços veterinários, com crescimento de 13,2%.

A pandemia forjou novos hábitos e hobbies. Com o fechamento de clubes e academias (que tiveram queda no faturamento de mais de 30% no ano), os consumidores tiveram de buscar novas alternativas para a prática de exercícios físicos e ocupação mental. As vendas de bicicletas cresceram 54,4% em faturamento, e as de equipamentos de streaming, livros, games e instrumentos musicais, 40,4%.

Localiza oferece 30 mil bolsas gratuitas para formação de desenvolvedores em todo Brasil

A Localiza avança em mais uma iniciativa para capacitação de profissionais de tecnologia no Brasil, o #MeuFuturoÉTech, que oferece 30 mil bolsas gratuitas para formação online de desenvolvedores no Brasil. Qualquer pessoa acima de 16 anos pode participar das capacitações, que serão realizadas online em três frentes – cada uma direcionada uma linguagem de programação específica. Os alunos que mais se destacarem terão, ainda, a oportunidade de fazer parte do Localiza Labs, laboratório de tecnologia da Localiza. A primeira fase irá abordar a linguagem .NET e tem carga horária 90 horas. As inscrições poderão ser feitas até 28 de fevereiro no link http://orbi.co/techboost e os alunos podem iniciar as aulas assim que finalizarem seu cadastro.

#MeuFuturoÉTech integra o Órbi Academy Techboost, programa realizado pelo Órbi Conecta, startup de inovação. Em parceria com Localiza, MRV e Banco Inter, busca ampliar a oferta de profissionais de tecnologia para o mercado de trabalho. Juntas, as três empresas oferecem, até o final de 2021, 100 mil bolsas gratuitas de formação de desenvolvedores.

Reforçando seu papel de empresa cidadã e que tem na diversidade uma estratégia de negócio, a Companhia está divulgando de forma proativa o programa em universidades, organizações sociais parceiras da Companhia e de instituições representativas de grupos minoritários, como negros, mulheres, pessoas com deficiência, migrantes, LGBTI+ e profissionais com mais de 50 anos.

A iniciativa contribui, dessa forma, no fomento à diversidade no mercado de Tecnologia e na democratização do acesso à educação para futuros desenvolvedores. “Temos no Localiza Labs um time colaborativo, que trabalha com as mais novas tecnologias do mercado, e que tem crescido exponencialmente nos últimos anos”, afirma André Petenussi, CTO da Localiza. Para o executivo, ainda mais relevante é o esforço de semear novas habilidades em milhares de pessoas para que se sintam estimuladas a se desenvolver profissionalmente no mercado de tecnologia, que ainda vai evoluir bastante no país.

Formação

Os cursos serão ministrados pela DIO, startup de formação de desenvolvedores de São Paulo, e têm duração entre três e quatro meses. Cada bootcamp terá um nível de dificuldade estabelecido de acordo com a sua carga horária e trabalhará uma habilidade específica – NET, Mobile e React. As trilhas de aprendizado, os desafios e os projetos ao longo do programa são personalizadas para cada ciclo.

Todo percurso do aluno durante o Programa será acompanhado de perto pelas lideranças do Localiza Labs, que farão lives e outras ações de engajamento e mentoria das turmas. Além das disciplinas técnicas, serão evidenciadas também pílulas de aprendizado sobre o negócio da Localiza, o mercado de mobilidade e como a tecnologia é fundamental para os resultados de uma empresa. “Estaremos juntos dos alunos a todo momento para que eles tenham uma formação completa e conheçam o incrível mundo da mobilidade”, completa Petenussi.

Como se inscrever

Os interessados em participar do Programa da Localiza do Órbi Academy Techboost devem entrar no link do programa, clicar em “Inscrições” e, em seguida, no Bootcamp Localiza. O candidato deve fazer seu cadastro e, então, está pronto para começar seu curso.

Conheça mais o programa

Com um time em amplo crescimento, o Localiza Labs enxerga na iniciativa uma oportunidade de atrair novos talentos que ampliem a diversidade das equipes, contribuindo para a construção de soluções de mobilidade cada vez mais aderentes às atuais demandas da sociedade. Para apresentação do programa, foi realizada uma live com a participação de lideranças de tecnologia da Localiza, que pode ser acessada no link: https://yarawiyatxeedle.i-mpr.com/7=I2MxADZ0ojci5SbvNmLhRmbvB0cvBXbhN2b0JXZixWanpTO2MjM2EDNyADN60UbqBHSlFEUl12aENTJ2Z0Mlg2Y0F2dGJTJt92YuUmY1RXdvlnL3d3dGJTJGJTJBNTJwRHdopTM

Localiza – Órbi Academy Techboost

Programa de formação de desenvolvedores com 30 mil bolsas de estudo gratuitas

Primeira etapa

Inscrições: 04 a 28 de fevereiro

Link de inscrição:http://orbi.co/techboost

ANBIMA: ofertas de ações são destaque no mercado de capitais e somam R$ 5,8 bi em janeiro

As empresas brasileiras foram responsáveis por movimentar R$ 5,8 bilhões em ofertas de ações durante o mês de janeiro. De acordo com dados da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), o montante representa a maior parcela (30,5%) do total de emissões no mercado de capitais no período, que chegou a R$ 19 bilhões (volume este que representa alta de 20,7% em relação a janeiro de 2020).

O destaque nas operações de renda variável foi para os follow-ons (ofertas subsequentes), que registraram R$ 5,3 bilhões. Os IPOs (ofertas iniciais de ações) somaram R$ 486 milhões. Para os próximos meses, já estão em análise 42 novos IPOs. “Essa fila de emissões aguardando para sair mostra que a alta no mercado de ações verificada no ano passado pode continuar ao longo de 2021”, afirma José Eduardo Laloni, vice-presidente da ANBIMA.

Entre os interessados na compra das ações colocadas em mercado durante janeiro, os fundos de investimento se sobressaíram: ficaram com 54,2% do volume total, seguidos dos investidores estrangeiros e institucionais, com parcelas de 25,5% e 18,7%, respectivamente. “O apetite dos fundos foi importante para manter o mercado de renda variável aquecido em 2020. É mais um fator derivado dos juros baixos, que incentivam a procura por papéis com maiores oportunidades de retorno”, completa Laloni.

Os fundos imobiliários (produtos considerados híbridos entre renda fixa e variável) mantiveram a performance positiva registrada desde 2018. Em janeiro, captaram R$ 4,1 bilhões, resultado 74,5% acima do verificado no ano passado (R$ 2,4 bilhões).

Na renda fixa, as captações com debêntures chegaram a R$ 4 bilhões em janeiro, o que revela queda de 37,2% em relação ao primeiro mês de 2020. Os CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários) e CRAs (Certificados de Recebíveis do Agronegócio) também tiveram resultados menores do que no ano passado: acumularam R$ 1,2 bilhão e R$ 200 milhões, respectivamente, contra R$ 2,3 bilhões e R$ 1,1 bilhão no ano passado.

Captações no mercado externo
As captações das companhias brasileiras no mercado externo somaram US$ 5,2 bilhões, contra US$ 5,7 bilhões em janeiro de 2020. Do total, US$ 4,7 bilhões corresponderam a operações de dívida (bonds) e US$ 512 milhões de renda variável.

A partir da edição de janeiro de 2021, o boletim de Mercado de Capitais da ANBIMA passa a contar com o monitoramento das ofertas de ações realizadas pelas empresas locais diretamente em bolsas estrangeiras. Até então, eram contabilizadas apenas as operações realizadas por meio de ADRs (também estão consideradas nas novas edições dos boletins as emissões que aconteceram em períodos anteriores).

Confira os resultados completos no Boletim de Mercado de Capitais

B2W Digital abre inscrições para programa de estágio remoto em tecnologia

Começaram as inscrições para o Programa de Estágio B2W Tech 2021, com foco na área de Tecnologia. O programa é desenvolvido pela B2W Digital – dona das marcas Americanas, Submarino, Shoptime e Sou Barato – e será realizado de forma remota. O objetivo é capacitar jovens talentos, apaixonados por tecnologia, para que se tornem desenvolvedores juniores em apenas seis meses.

Com previsão de início para abril de 2021, o programa é desenvolvido e aplicado pelos especialistas nas áreas de Tecnologia e Gente & Gestão da própria companhia. Os profissionais atuam como mentores e instrutores, com foco no desenvolvimento acelerado dos estagiários, oferecendo a eles feedbacks constantes sobre seu desempenho.

Os participantes passarão por capacitação interna, com treinamentos baseados em uma grade de aulas teóricas e práticas. Neste período, os estagiários serão apresentados a ferramentas de engenharia de software e aos projetos e plataformas de e-commerce desenvolvidos na companhia. Além disso, participarão do desenvolvimento de soluções para as plataformas de e-commerce, marketplace e mobile da B2W.

O Programa de Estágio B2W Tech 2021 será realizado no formato job rotation dentro da área de tecnologia, para que os estagiários conheçam diversas frentes da empresa. Para auxiliá-los a colocar em prática as ferramentas e conceitos aprendidos, os participantes contarão com mentorias e oficinas de Creative Thinking voltadas para o desenvolvimento de soluções de inovação. Ao fim do projeto, desenvolverão um desafio prático e real da companhia para medir a capacidade de resolução de problemas e entregas de resultados.

“O programa oferece contato com diversos líderes da companhia, participação em projetos reais da B2W, aprendizado constante e crescimento acelerado, além do acompanhamento integral do time de Gente & Gestão da companhia. Uma grande oportunidade para os jovens apaixonados por inovação e tecnologia”, afirma José Ronaldo Pizani, diretor executivo de Gente & Gestão da B2W Digital.

Com um processo seletivo ainda mais diverso e inclusivo, podem concorrer a uma vaga no programa universitários de todo o Brasil e de qualquer curso de graduação. A companhia busca estudantes apaixonados por inovação, que tenham foco em resultados e facilidade para trabalhar em equipe. Os candidatos terão seus currículos avaliados e passarão por etapas online com provas de português e testes de fit cultural e lógica de programação gamificados, além de dinâmicas interativas com os gestores e a área de Gente&Gestão. O programa também é aberto à participação de PCDs.

O estágio possui carga horária de 30 horas semanais. Os participantes receberão bolsa-auxílio e benefícios compatíveis com o mercado, além de descontos em compras nos sites das marcas da B2W. As inscrições para o Programa de Estágio B2W Tech vão até o dia 28 de fevereiro e podem ser feitas pelo site https://estagiotech.b2w.io/ .

Recruta Stone abre inscrições para o 1º semestre de 2021

A Stone, empresa de tecnologia financeira, abre as inscrições da 13ª edição do Recruta Stone. No programa de recrutamento de talentos, a companhia utiliza uma proposta diferente das seleções tradicionais, priorizando um recrutamento inovador nas etapas iniciais e se aprofundando na trajetória individual de cada candidato nas fases seguintes. Sem pré-requisitos, para se inscrever basta acessar o site https://www.recrutastone.com.br/ até o dia 4 de março.

O Recruta, que tem como objetivo encontrar os melhores talentos do Brasil, é considerado a maior porta de entrada para a companhia: na sua última edição, foram mais de 100 mil inscritos e, além das três vencedoras, mais de 800 pessoas foram contratadas. Mais do que isso, a Stone também utiliza o processo de seleção como um programa de formação para todos os candidatos participantes e para os mais de 200 líderes da companhia envolvidos.

“O Recruta Stone promove uma verdadeira jornada de autoconhecimento e desenvolvimento aos candidatos. Não é apenas um processo seletivo, é um processo de formação, uma vez que buscamos que todos os candidatos saiam do programa melhores do que ingressaram. Além de reflexões e feedbacks durante as etapas, oferecemos também conteúdos para ajudá-los em seu desenvolvimento pessoal e profissional”, explica Augusto Lins, presidente da Stone.

Processo online

Diante do cenário atual causado pela COVID-19, o processo foi adaptado para um modelo totalmente online ao longo de 2020. A equipe responsável revisitou todas as etapas do programa e trouxe-as para o ambiente digital, mantendo a essência do modelo presencial de proximidade com os candidatos e adicionando novos pontos de contato. A dinâmica de grupo presencial, por exemplo, foi adaptada para a resolução de um desafio e uma dinâmica em grupo online.

“Queremos trazer a melhor experiência para os nossos candidatos, mas nossa prioridade sempre vai ser a saúde e a segurança de todos os envolvidos, e, por isso, optamos por transformar o processo durante este período delicado. Dependendo de como a situação caminhar nos próximos meses, podemos readaptar o programa diante de um cenário de possível melhora”, conta Lívia Kuga, responsável pelo processo.

O ponto alto dentre as novidades do novo modelo são as 11 aulas, ministradas pelo time da Stone e convidados externos, sobre assuntos que tangem tanto a processos seletivos, como as melhores formas de se resolver um estudo de caso, quanto ao desenvolvimento pessoal de candidatos, como dicas para se preparar para uma entrevista.

Oportunidades

Sem número pré-definido de contratações, o Recruta Stone possui dez fases e tem duração de quatro meses. Os aprovados como recrutas passam os seis primeiros meses desenvolvendo um projeto de alto impacto e conhecendo a companhia por meio de conversas com os principais líderes e times, além de terem o acompanhamento da alta liderança por meio de mentorias.

Outro diferencial do processo é que os reprovados ao longo das etapas têm a oportunidade de serem contratados em diversas áreas e em outras empresas do grupo. Desde o início do programa, mais de 3 mil pessoas já foram contratadas e 54 recrutas foram selecionados. Hoje, parte destes recrutas ocupam posições de liderança na companhia.

As inscrições podem ser realizadas até 4 de março de 2020. Os novos recrutas da Stone serão anunciados em maio, mês previsto para o término da seleção.

Serviço | 13º Recruta Stone – Inscrições abertas
Período: até 04 de março de 2021
Inscrições no site:https://www.recrutastone.com.br/

Empresas se mostram mais dispostas a investir em inovação, aponta pesquisa

Índice CESAR de Transformação Digital revela maior conscientização das organizações em relação à importância e urgência do tema, frente aos desafios socioeconômicos da pandemiaOs reflexos socioeconômicos da pandemia têm afetado as organizações independentemente do porte de seus negócios. Para se adaptar rapidamente a esse cenário que se convencionou chamar de “novo normal” muitas empresas precisaram acelerar o passo a passo na adoção de novos recursos tecnológicos para mudar seus modelos de negócios. E isso as tornou mais propensas a investir em inovação este ano. É o que revela a segunda edição do ICTd – Índice CESAR de Transformação Digital, estudo que ajuda a mapear o nível de maturidade digital das empresas brasileiras, publicado na edição 2020 do CESAR Reports.

De acordo com a pesquisa, 23,7% dos respondentes afirmam que a transformação digital se tornou prioridade máxima no planejamento estratégico da empresa, representando um salto de 7,3 p.p. em relação a 2019. Todavia, percebe-se uma redução no número de respondentes que não veem o tema como uma prioridade, caindo de 16,9% em 2019 para 12,32% em 2020. “O que demonstra não só a conscientização das organizações em relação à importância e urgência do tema”, diz o Chief Design Officer do CESAR, Eduardo Peixoto.


Segundo ele, o estudo tem como objetivo avaliar o avanço da maturidade digital das organizações provocada pelos os impactos nos negócios causados pelo isolamento social. O material ainda conta com um capítulo que aponta tendências e previsões para ajudar as empresas a se preparar para 2021. “Pensando nas empresas que já haviam começado ou tinham planos para iniciar sua jornada de transformação digital, decidimos investigar o que a pandemia acelerou e o que foi deixado de lado”, diz.
Ao se autoavaliar a respeito do processo de transformação digital durante o ano de 2019, 34,36% das empresas responderam que se consideravam perto, ou muito perto da maturidade digital. Um ano depois de darem estas respostas e terem sido obrigadas a se adaptar rapidamente ao que se convencionou chamar de “novo normal” trazido pela pandemia em 2020, o patamar de organizações que se consideram neste nível de desenvolvimento saltou para 42,77%. Este crescimento de oito pontos percentuais é um dos destaques do ICTd, que pode ser conferido em detalhes no link: https://materiais.cesar.org.br/report-ictd2020.

Participaram da avaliação 418 empresas de diversos setores, com maior representatividade os setores de serviços (15%), consultoria (12%), financeiro (10%) e tecnologia (8%), o que mostra a diversidade das organizações que estão preocupadas com a Transformação Digital. Em relação ao porte, houve uma maior participação das micro e pequenas empresas entre 2019 e 2020 (aumento de mais de 9 p.p.), o que reforça o crescente interesse dessas organizações pelo tema, considerando o cenário atual de desafios e restrições impostos pela pandemia.

Para Peixoto, migrar para o digital não se trata apenas de mudanças na oferta, já que organizações inteiras estão sendo completamente reescritas para continuar sendo relevantes. “Para entender o nível de maturidade digital de uma empresa, é necessário avaliar de forma ampla os impactos da transformação, olhando para dentro e fora da organização”, diz.
Ele explica que são oito os aspectos apresentados na metodologia de Transformação Digital, são: Cultura & Pessoas, Consumidores, Concorrentes, Inovação, Processos, Modelo de Negócios, Dados & Ambiente Regulatório e Tecnologias Habilitadoras. A pesquisa do CESAR, centro de inovação, educação e empreendedorismo com sede no Recife e regionais em Manaus, Curitiba e Sorocaba, foi realizada em parceria com a revista HSM Management.

5 dicas para manter seus dados confidenciais seguros

Cibersegurança é um assunto que deve ser reforçado, com frequência, para todos que possuem dados na rede: pessoas e empresas. O termo refere-se à proteção de sistemas de computador contra roubo ou danos ao hardware, software ou dados eletrônicos, bem como a interrupção ou desorientação dos serviços que fornecem.


Esse tema voltou à tona, nas últimas semanas, após o vazamento em um banco de dados nacional de números de CPF, data de nascimento e informações confidenciais de 220 milhões de brasileiros, incluindo falecidos.

A fim de aumentar a segurança dos dados na rede, reunimos os nossos especialistas em Segurança da Informação e trouxemos cinco dicas importantes.


• É preciso verificar a integridade do site. Mesmo que a página tenha logo e informações relevantes, é importante pesquisar se é um site seguro, geralmente representado por um cadeado e a mensagem de conexão segura;


• Tomar cuidado com endereços parecidos, porém não corretos. Em alguns casos, os golpistas podem utilizar links com nomes bem parecidos com os reais;

• Sempre que possível, utilizar a autenticação em dois fatores e senhas complexas;


• Não escrever dados pessoais ou sensíveis em páginas suspeitas;


• Não utilizar softwares piratas.


Os especialistas do SENAI-SP também alertam sobre o uso de janela anônima, que muitas pessoas optam por acharem ser mais confiável, porém elas apenas impedem que o histórico de navegação fique gravado no computador ou celular. Isso não impede que os dados confidenciais sejam captados e monitorados pelo site na internet. O ideal é que as pessoas usem sites com conexões seguras, geralmente demonstrados com HTTPS e o cadeado.


Se os dados vazaram, o que fazer?


Caso a pessoa ou empresa já tenha identificado que foi vítima de um vazamento de dados, é importante estar atenta a algumas orientações para diminuir os riscos de vulnerabilidade na rede.


• Se possível, identificar qual foi a empresa responsável e os tipos de dados vazados.

Sites como haveibeenpwned.com minhasenha.com fuivazado.com.br  podem ajudar na identificação;


• Para a senha: trocar a combinação por outra mais segura e usar um método de verificação em duas etapas;
• Para o e-mail: evitar abrir links e anexos de remetentes desconhecidos, redobrar a atenção para as mensagens recebidas;


• Se os dados foram expostos, avisar os contatos e a empresa onde trabalha, pois os golpistas podem entrar em contato.


• Acompanhar rotineiramente extratos bancários e do cartão de crédito.
Assim, seguindo as dicas acima, as chances de vulnerabilidade são minimizadas. Mais do que responsabilidade, é preciso ter muita atenção sobre os dados que são expostos na rede.