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Vendas de Natal no e-commerce devem crescer 22% e faturar R$ 7,2 bilhões, prevê e-bit/buscapé

A expectativa do e-commerce para o Natal deste ano, apesar do cenário econômico, é positiva. De acordo com a estimativa da E-bit/Buscapé (), unidade especializada em informações do comércio eletrônico do Buscapé Company, as vendas no período que antecede o dia 25 de dezembro devem atingir um crescimento nominal de 22% em relação a 2014, alcançando um faturamento de R$ 7,2 bilhões.

A quantidade de pedidos também crescerá e deve chegar a 16,7 milhões de encomendas, um aumento de 10% em comparação ao mesmo período do ano passado, assim como o tíquete médio, que será de R$ 429,00, um aumento de 11%. O mobile commerce (compras originadas por smartphones e tablets) terá uma participação de 12,2% nas transações, índice acima do registrado em todo o primeiro semestre do ano, de 10,1%.

“O Natal de 2015 deve manter a alta das vendas no comércio eletrônico devido a alguns fatores como, por exemplo, o aumento no volume de pedidos, apoiado pelo excelente resultado da Black Friday, além do crescimento do número de e-consumidores que, após permanecerem sem realizar pedidos pela Internet nos últimos seis meses, devem efetivar alguma compra no período de Natal”, constata André Ricardo Dias, diretor executivo da E-bit/Buscapé.

O setor de e-commerce acabou se beneficiando com as boas vendas da campanha de Black Friday, no final de novembro, que é considerado no período de vendas para o Natal (entre 15/11 e 24/12). O sucesso das ofertas representa 42% do faturamento natalino, já que as vendas foram de R$ 3,02 bilhões (em cinco dias de promoções), como informou a E-bit/Buscapé na época.

Confira as categorias que devem vender mais:

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E-commerce vive o Natal do “usuário rei”

Poucos períodos são tão importantes para o comércio como o Natal. Seja nas lojas físicas ou on-line, é a época para conquistar clientes em meio a uma acirrada concorrência. A crise econômica vem deixando o brasileiro cauteloso na hora de ir às compras. A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) estima que os consumidores gastarão 22% menos neste Natal – pouco mais de R$ 100 por presente. Com a cultura digital cada vez mais forte, a internet surge como uma alternativa para economizar. Ela permite uma compra planejada, com facilidades na comparação de preços e um leque maior de opções de pagamento. Segundo a consultoria Stylight, 20% do volume de vendas no e-commerce mundial é gerado durante o período natalino.

Com a recente explosão no uso de aplicativos móveis para todos os tipos de tarefas – inclusive comprar – o e-commerce vive uma revolução. A última pesquisa WebShoppers mostra que as compras feitas por meio de tablets e smartphones já respondem por 10% do total. A principal motivação para essa modalidade é a praticidade. “Se o aplicativo ou sistema da loja on-line não rodar em 3 segundos, o consumidor pode desistir da compra e ir para a concorrência”, alerta o vice-presidente de soluções de Enterprise Management da CA Technologies, João Fábio Valentin. “Com a Economia dos Aplicativos a pleno vapor, este será o Natal do ‘usuário rei’.”

Se, desde o surgimento da internet, a grande questão do comércio eletrônico em períodos de pico era manter no ar e com bom desempenho os sites, agora a preocupação ganha contornos refinados e complexos. Além de, claro, garantir a estabilidade da página, é fundamental oferecer ao consumidor digital uma navegação amigável, rápida, segura e que rode tão bem no smartphone quanto no desktop. É fundamental, por exemplo, oferecer funcionalidades de zoom nas imagens dos produtos e um checkout em um ou dois passos.

“O ponto chave para um e-commerce estender sua plataforma para a mobilidade é o design. O usuário espera ter em seu celular uma experiência tão ou mais rica do que no browser”, diz João Fábio Valentin. “Já há casos de empresas que dão prioridade às compras via aplicativo em detrimento da web. Esse é o futuro do e-commerce.”

Valentin avalia que o comércio eletrônico no Brasil vem amadurecendo e ocupa uma posição de vanguarda em termos de infraestrutura, desempenho e segurança. Um dos pontos de melhora diz respeito ao investimento em nuvem, especialmente na elasticidade da nuvem. Nessa modalidade, o provedor de nuvem direciona mais espaço de acordo com a necessidade de processamento da empresa, de forma automática. Assim, reduz-se o risco de um site, por exemplo, não suportar um grande volume de acessos.

Tecnologia da CA para o e-commerce

Para fazer frente aos desafios da Economia dos Aplicativos no e-commerce, a CA Technologies, companhia especializada em acelerar a inovação de empresas, conta com soluções tecnológicas de ponta. Atualmente, cerca de 25% do volume de negócios da CA é proveniente de clientes das áreas de e-commerce e de serviços financeiros para dar suporte ao e-commerce.

Para uma operação bem-sucedida no Natal, um varejista deve começar a pensar sobre sua base tecnológica com no mínimo seis meses de antecedência. Esse prazo é importante para que ele possa tirar o máximo proveito de soluções voltadas ao monitoramento e, assim, se antecipar à demanda dos consumidores. São 3 meses de monitoramento e análise, mais 3 meses para tomar decisões e executar as mudanças apontadas na etapa anterior.

Veja os produtos da CA direcionados a esse mercado:

CA APM – Gerencia a performance de sistemas e experiência do usuário na web. Mostra visualmente mudanças nos sistemas de TI para que as equipes possam identificar rapidamente quando e onde elas ocorreram e no impacto resultante do serviço. Além disso, ajuda a reconhecer rapidamente os problemas que surgem e entender intuitivamente aqueles mais complexos e recorrentes.

CA Mobile App Analytics – Monitora o desempenho de aplicativos móveis para obter informações sobre a experiência, desempenho e utilização pelo usuário final. Fornece a analistas, desenvolvedores de aplicações, operações de TI e equipes de suporte monitoramento integral sobre a experiência do usuário e a saúde do aplicativo. Identifica e investiga problemas e fornece às equipes dados reais dos clientes, para que sejam feitas as correções necessárias na próxima atualização do app.

CA UIM – Monitora de forma unificada sistemas de TI e serviços na nuvem do negócio. Solução de monitoramento de TI escalável que permite visualizar em 360 graus o rendimento dos sistemas e da infraestrutura. Permite utilizar visualizações, alarmes e relatórios sofisticados para prevenção proativa de problemas.

CA Capacity Manager – Utiliza as informações existentes sobre desempenho para apresentar recomendações automatizadas sobre otimização e estimativas de utilização que balanceiam as cargas de trabalho do data center. Isso permite que a empresa dimensione corretamente seu ambiente de TI e garanta resultados com confiança no seu ambiente físico, virtual e em nuvem. Gerencia a capacidade da infraestrutura de atender futuras necessidades da empresa, como um aumento no número de acessos.

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Internet é considerada o meio mais indispensável na vida do brasileiro

A Millward Brown, líder mundial em ajudar empresas a construírem grandes marcas, lança hoje o MMA Mobile Report 2015, estudo encomendado pela Mobile Marketing Association e realizado em parceria com a Netquest, que traça os hábitos dos usuários de internet por meio de celulares ou tablets – conhecidos como mobilers. A pesquisa foi feita entre os dias 3 e 13 de novembro e contou com 1200 participantes, das classes A, B e C, em nove regiões metropolitanas: São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Porto Alegre (RS), Curitiba (PR), Brasília (DF), Recife (PE), Fortaleza (CE) e Salvador (BA). O grupo foi dividido, por gerações: Millennials (14 a 24 anos), Geração Y (25 a 34 anos), Geração X (35 a 44 anos) e Boomers (45 a 55 anos).

De acordo com o estudo, o smartphone é o dispositivo com maior penetração na população brasileira: 90% dos usuários, enquanto 44% possuem tablets . A maior parte dos aparelhos é da marca Samsung (34%), seguido por Motorola (21%), LG (15%), Apple (13%) e Nokia (8%). Não surpreende, portanto, o fato de que o Android é o sistema operacional dominante (78%).

A maior parte dos usuários tem plano pré-pago (58%) e60% possuem plano de dados. Outra característica é que os brasileiros já possuem mais de um chip, sendo que a média é 1,6 por mobiler. Já a operadora preferida é a TIM, com 34% de market share. Entre as demais obervamos um equilíbrio: Vivo com 23%, Claro e Oi com 20%.

Sempre conectados

A conexão de Internet se dá mais em casa que nos ambientes internos, aponta a pesquisa (preferência de 93% dos entrevistados). No entanto, mais da metade das conexões já é feita pelo plano de dados (representando 58% delas). Como era de se esperar, os millenials são a geração mais conectada, passando em média quatro horas e meia por dia acessando a internet pelo celular, enquanto as demais gerações passam em torno de três horas e quarenta e quatro minutos conectadas.

A importância da internet, no entanto, é fundamental para todas as faixas etárias, mesmo entre os mais experientes. Sua relevância supera a televisão, o rádio e os meios impressos, como jornais e revistas.

Enquanto os boomers e a geração X apresentam um relacionamento mais forte com os meios tradicionais (como a TV, o rádio e o jornal), os millennials se conectam com as marcas por meio do mobile.

Ver e ser visto

Mas o que os brasileiros tanto fazem na internet? Socializar. Os mobilers checam todos os dias os seus perfis nas redes sociais, sendo que a favorita deles é o Facebook – e em todas as faixas etárias também. O acesso se dá de três a quatro vezes por dia! Na sequência estão os aplicativos de bate-papo, com o WhatsApp em maioria esmagadora, preferido também dos mais experientes. Dentre os mais jovens, os preferidos são os aplicativos com recursos audiovisuais, como YouTube e Instragam, com destaque também para o Snapchat.

A média de aplicativos por usuários é 20, sendo que somente seis deles são usados semanalmente. Na Europa, por exemplo, a média é de 29 aplicativos por usuário. Curiosamente, boa parte dos entrevistados escolhe os aplicativos depois de consultar amigos e parentes e os remove depois de atingir seus objetivos.

Os desafios para as marcas

Os mais impactados por publicidade são os millennials, naturalmente, uma vez que eles passam muitas horas conectados. E sendo a rede social mais acessada pelos brasileiros, é pelo Facebook que as marcas se relacionam com os mobilers. Na sequência está o YouTube.

Em média, 30% dos usuários, porém, nunca prestam atenção na propaganda. Ainda que 60% deles às vezes presta atenção no que está sendo veiculado. Isso dá um indicativo importante para as marcas: o usuário quer ter o controle, nada que for invasivo terá sucesso no mobile.

Como chamar a atenção dos mobilers, então? Entre os mais jovens, o que conta mais é o o visual e o design das peças, obter algo em troca (cupons, recompensas), interesse pela categoria de produto/serviço e o humor. Já entre os mais velhos, a maior motivação é o interesse pela marca. Os formatos mais indicados são fotos de produtos e via posts nas redes sociais.

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Sobre Unicórnios e Elefantes, ou: Como a Cloud Computing está Impulsionando a Revolução das Startups – Por Renato Morsch*

Estamos muito empolgados com o fato da Salesforce ter apoiado o CASE2015, a maior conferência de startups da América Latina. A Salesforce é uma eterna startup, começamos em um apartamento em San Francisco faz 16 anos, e acreditamos enfaticamente na importância de fomentar a inovação e o empreendedorismo em nossas comunidades locais. E um dos fenômenos mais interessantes da revolução das startups são os Unicórnios. Nos dois últimos anos este curioso animal emergiu como o símbolo de fantasias das startups, ele se tornou o mascote das mudanças disruptivas. Alguns temem que estas valorizações enormes de mais de US $ 1 bilhão, retiradas do escrutínio das ofertas de ações públicas, sejam sintomas de uma bolha econômica prestes a explodir. Outros enxergam isso como avanços na criação de emprego – não somente na altamente tecnológica San Francisco, a casa da Salesforce, e o portal de entrada do Vale do Silício, mas também em qualquer cidade com rápido crescimento, onde a tecnologia é dominante. Com iniciativas como o CASE e a primeira edição da São Paulo Tech Week, estamos tentando trazer este ambiente e esta cultura para São Paulo e para o Brasil.

Em ambos os casos, o glamour dessas feras elegantes está ofuscando o elefante em salas de diretoria dos capitalistas de risco: Ou seja, o grau em que “a nuvem” tem absolutamente e inerentemente ativado esse fenômeno.

É notável que a nuvem tenha se tornado tão rapidamente a principal corrente aceita da atividade empresarial ligada à TI. Há menos de uma década, a computação em nuvem foi recebida com hostilidade por muitas organizações e profissionais de TI –
Um serviço barato que ameaçava a governança, uma praga para os provedores de hardware, uma ameaça destruidora para os empregos de profissionais com alto nível de especialização e altos salários. Recentemente, por volta de 2011, a computação em nuvem era o mote da desconfiança entre os departamentos de TI, que foi retratado em manchetes como “A nuvem vs. TI: seu emprego está em risco?”.

Hoje em dia, a balança das opiniões distintas claramente pendeu para o lado da nuvem, como uma criadora de oportunidades. Como aconteceu com a impressora de tipos móveis (e o que acontece com os escribas da aldeia?), o motor de combustão (os noivos não serão mais conduzidos por charretes?) e até mesmo o computador (milhões de funcionários ficando sem trabalho?) a nuvem está agora mensuravelmente fazendo a economia crescer, ao invés de fazer com que ela diminua. De acordo com um novo estudo da empresa da empresa de análise IDC, que vem acompanhando as mudanças no setor de tecnologia por 50 anos, a nuvem tem um impacto econômico enormemente positivo hoje – e também nos próximos anos.

Como a nuvem cria crescimento econômico

Como a nuvem faz isso? Vamos começar com a microeconomia. De acordo com a IDC, a nuvem liberta departamentos de TI da manutenção de sistemas e das atualizações de rotina, que afligem 71% das empresas pesquisadas recentemente pela IDC. Estas são tarefas que não são diferenciadoras quando feitas perfeitamente, mas que podem ser devastadoras para um negócio quando feita mais ou menos bem. Delegar essas tarefas para a nuvem permite a um departamento de TI interno de uma empresa se concentrar em inovação de alto valor: criando aplicativos de contato direto com o consumidor, novos serviços baseados na nuvem ou mesmo linhas de negócios inteiramente novas construídas com o poder analítico alimentado pela Internet das Coisas.

Os entrevistados para a pesquisa da IDC relataram uma mistura saudável de novos projetos empresariais, impulsionado por um novo excedente de “capacidade de inovação ” emergindo da nuvem. Estes projetos variaram de trabalho voltados para o cliente (como CRM ou gestão de vendas), para melhorias operacionais (tais como gestão de cadeia de demanda ou de fornecimento), para melhorias de produtividade (tais como gestão de RH ou gerenciamento de desempenho corporativo). O valor desta inovação – frequentemente criada pela TI corporativa – não só é notável, mas também eleva a TI da sala do servidor para a sala da diretoria. Para os profissionais que se lembram de quando a ” informatização ” era um ato de inovação, em vez de administração, é bom estar de volta.

O efeito da computação de nuvem na macroeconomia é ainda mais surpreendente. Irradiando para fora da linha da presença alteradora de horizonte de alteração da Salesforce, a IDC prevê que clientes e o ecossistema de milhares de parceiros em torno da Salesforce irão criar mais de 1 milhão de empregos em todo o mundo até o final de 2018; mais 1,5 milhões de postos de trabalho indiretos, como os funcionários que investem dinheiro na economia mais ampla. Nesse mesmo período, a IDC estima que os benefícios de computação em nuvem resultantes para os clientes da Salesforce irão adicionar US$ 272 bilhões no PIB mercados locais, que é um monte de unicórnios – e a Salesforce é apenas uma da crescente gama de nuvens para fazer negócios.

A IDC prevê que os Estados Unidos verão a “parte do leão” desse impacto no PIB – mais de 50% – , devido à sua grande parcela de implementação de nuvem. Tomando uma visão mais ampla, no entanto, essa é uma história de sucesso macroeconômico global, uma vez que 60% da criação de empregos vão acontecer em mercados fora dos Estados Unidos , onde os custos laborais são frequentemente menores. É ainda mais importante reconhecer que enquanto os gastos nuvem pública superaram US$ 50 bilhões em todo o mundo no ano passado, isso ainda representava menos de 3% do total de gastos em TI. Há oportunidade econômica significativa ainda por vir.

Unicórnios chamam a atenção, mas os líderes de negócios inteligentes estão aproveitando o elefante para trazê-los para o futuro. Estamos somente no começo do potencial da nuvem para estimular o crescimento econômico. A inovação que isso vai trazer, para empresas de todos os tamanhos, é limitada apenas pela nossa capacidade de vislumbrar novas experiências para oferecer para o cliente.

*Renato Morsch é Head de Enterprise Sales LATAM na Salesforce

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Michael Page aponta as profissões que estarão em alta em 2016

As posições que tendem absorver novas atribuições e funções dentro das organizações, expandindo o escopo de trabalho, aliado à consolidação das ações de otimização de custos e eficiência, movimentarão o mercado de trabalho em 2016. É o que aponta pesquisa realizada pela Michael Page, empresa líder mundial em recrutamento executivo de média e alta gestão, parte do PageGroup. A consultoria indica, a partir de análises de mercado, as posições que estarão em alta a partir do próximo ano.

“Diante das incertezas macroeconômicas, as empresas estão priorizando profissionais que possuem larga experiência e, de fato, consigam agregar valor e eficiência ao negócio. O executivo que entender este momento e se colocar à disposição para absorver uma nova função ou dar apoio em mais de uma área, pode se destacar facilmente dentro da companhia”, afirma o Henrique Bessa, diretor da Michael Page.

Confira abaixo as onze posições listadas, quais são suas atribuições, e o cenário das respectivas áreas que impulsionarão as contratações em 2016:

1) Gerente/Coordenador de Infraestrutura

O que faz: É responsável por toda a gestão de infraestrutura de TI – telecomunicações, suporte (service desk) e data center.
Perfil: Formação em sistemas/ciência da informação e pós-graduação na área é um diferencial
Por que estará em alta em 2016: Infraestrutura de TI afeta diretamente a eficiência operacional da empresa, além de trazer reduções de custos. Eficiência e custos são dois dos principais objetivos das empresas no próximo ano.

Salário: Entre R$ 12 mil e R$ 16 mil

2) Gerente/Coordenador de Plataformas Mobile e Web

O que faz: Lidera equipe de desenvolvedores de aplicativos, ferramentas web, visa aproximar o usuário da marca/empresa.
Perfil: Para web, conhecimento no desenvolvimento em Java, Groovy, DevOps, entre outras tecnologias. Para mobile, conhecimentos IOS e Android, principalmente.

Por que estará em alta em 2016: Hoje existe uma tendência na maioria dos setores da economia (incluindo financeiro, varejo, bens consumo, entre outros) da migração do ponto de venda e do relacionamento com clientes para plataformas on-line e de e-commerce.
Salário: Entre R$ 9 mil e R$ 11 mil

3) Gerente Tributário

O que faz: Garante que a sua empresa está em dia com as obrigações fiscais, dá suporte as áreas internas em consultoria tributária e mantém foco no estudo de incentivos, regimes especiais e novas legislações com o objetivo de reduzir a carga tributária e aumentar a eficiência do negócio.

Perfil: Formação em Contábeis ou Direito, com especializações em direito tributário e bom domínio do inglês. Passagem por consultorias big 4(four) é um diferencial.

Por que estará em alta em 2016: Com o atual governo mirando aumentar a arrecadação dos impostos, somado as frequentes alterações na legislação brasileira e novos projetos em fase de implementação (ex: e-Social), a expectativa da Michael Page é que esta área continue em alta no radar das empresas.

Salário: Entre R$ 12 mil e R$ 17 mil

4) Controller

O que faz: Acompanha toda a operação da empresa sob o ponto de vista financeiro, cria relatórios e indicadores, além de liderar os relatórios dos números para a matriz e/ou acionistas

Perfil: Graduado em Ciências Contábeis, Administração de Empresas ou Economia (para estas duas últimas formações, é fundamental desenvolver base contábil técnica ao longo da carreira)

Por que estará em alta em 2016: O cenário incerto da economia brasileira demandará maior precisão de informações e fará com que as matrizes (ou acionistas) fiquem mais próximas às operações em nosso país. Como consequência, o Controller será mais exigido e exposto a estes controladores, com relação à indicadores e relatórios gerenciais completos e detalhados.

Salário: Entre R$ 16 mil e R$ 21 mil

5) Gerente de Tesouraria (com foco em operações estruturadas)

O que faz: Responsável em fazer a gestão e controle da estrutura de capital das empresas. Possui ampla bagagem de relacionamento bancário de médio/longo prazo, e de projeção e controle do fluxo de caixa das organizações.

Perfil: Graduado Ciências Contábeis, Administração de Empresas, Economia ou Engenharia, normalmente com MBA em Finanças Corporativas e/ou Investments.

Por que estará em alta em 2016: É um profissional que poderá baratear o “custo de captação” das empresas, melhorar o nível de relacionamento bancário, trazer operações mais engenhosas sob ponto de vista contábil financeiro, com grande foco em queda de alavancagem. Com o novo cenário de câmbio poderá proteger a organização de exposições indevidas, além de poder facilitar ou melhorar negócios em âmbito internacional.

Salário: Entre R$ 16 mil e R$ 25 mil

6) Head do Departamento Jurídico

O que faz: É o responsável por toda e qualquer demanda jurídica da empresa. Atua tanto no consultivo como na gestão do contencioso, em todas as frentes. O consultivo é basicamente interno, enquanto o contencioso é terceirizado para os escritórios. Essa terceirização deve ser gerida de perto, com acompanhamento dos processos e orientação ao traçar as estratégias a serem seguidas, já que o jurídico interno é quem melhor pode traduzir para o escritório que lhe atende a realidade da empresa. Será responsável também pelo orçamento da área e gestão de equipe.

Perfil: Generalista, com foco em Consultivo. Inglês indispensável. Habilidade em gerir escritórios. Facilidade em relacionamento com as outras áreas de negócio. Saber como transitar entre as áreas da empresa é hoje algo considerado essencial para este profissional. Perfil de liderança para exercer uma boa gestão de sua equipe.

Por que estará em alta em 2016: No cenário atual, considerando o momento de recessão em que o Brasil está passando, as empresas têm tomado uma postura de corte de custos e consequente redução de pessoal. Com isso, profissionais em cargos executivos com alto custo, além de profissionais muito especializados, tem sido substituídos, dando espaço para profissionais com menos experiência de mercado, portanto com menor custo, e mais generalistas, concentrando todas as demandas em um único profissional. As demandas de maior especificidade, acabam sendo terceirizadas ainda mais nesta conjuntura.

Salário: Entre R$ 10 mil e R$ 15 mil

7) Gerente de Contencioso de Volume

O que faz: É responsável por liderar operações que lidam com um alto volume de processos. Faz a gestão da contingência processual, analisando e administrando os riscos de cada carteira, traça estratégias para melhor rentabilidade e também faz a gestão das equipes que atuam nestas células.

Perfil: Mais do que a habilidade técnica, este profissional terá que ter um perfil híbrido, pois deve conciliar a questão técnica com a habilidade administrativo-financeira de gerir um alto volume de processos. Deve ser um bom desenvolvedor de estratégia para aumentar rentabilidade, ter foco em resultados com grande eficiência e com isso garantir a manutenção dos clientes.

Por que estará em alta em 2016: Com a atual conjuntura político-econômica, aumenta-se o volume de processos de uma maneira geral. O foco está na área cível, ações de recuperação de créditos e indenizatórias; também a área trabalhista será bastante demanda, em vista do alto volume de demissões/rescisões que ocorreram neste último ano.

Salário: Entre R$ 9 mil e R$ 14 mil

8) Advogado Sênior/Gerente na área de M&A

O que faz: Normalmente compõe a área jurídico-consultiva da empresa ou escritório. É responsável pela elaboração desde ao atos societários mais simples aos mais complexos, que compõem as operações de M&A.
Perfil: Habilidade técnica e experiência em execução de fusões. Inglês indispensável, já que muitas das operações envolvem investidores estrangeiros.

Por que estará em alta em 2016: Com a atual conjuntura político-econômica e a alta do dólar, a tendência é de que investidores estrangeiros façam aquisições de empresas nacionais que estão desvalorizadas. Assim, a expectativa do profissional desta área deve ser positiva tendo em vista o alto volume de M&A esperado no pipeline dos próximos meses.
Salário: Entre R$ 11 mil e R$ 17 mil

9) Gerente de Inteligência de Mercado

O que faz: Gerencia as atividades relacionadas à inteligência de mercado, envolvendo análise de dados sobre concorrência, consumidores, tendências e cenários, com o objetivo de definir políticas e processos e subsidiar informações as áreas de Marketing, Comunicação e Comercial na busca por oportunidades de crescimento e inovação.

Perfil: Profissionais é bastante analítico e com raciocínio lógico diferenciado, sempre atualizado em relação a tendências, inovações e práticas do mercado.

Por que estará em alta: Devido crescimento ínfimo de PIB 2014/2015 e estímulos cada vez maiores por novos hábitos de consumo, as empresas tem demandado cada vez mais por profissionais sêniores e com um papel mais próximo à finanças criando e valorizando a área de Business Intelligence, avaliando não só as mudanças dos hábitos dos consumidores mas sim os impactos financeiros que estas informações obtidas na hora certa podem gerar nas empresas. Áreas como inteligência de mercado e customer insight são áreas que devem crescer em 2016.
Salário: Entre R$ 10 mil e R$ 15 mil

10) – Gerente de Marketing Digital

O que faz: Realiza gestão da estratégia digital, atua com prospecção de leads e vendas, faz análise de mercados e tendências além do suporte consultivo gerencial, identifica as novas oportunidades de produtos, serviços, informações e soluções através do digital.
Perfil: Profissionais com conhecimento em usabilidade e experiência do usuário e compra de mídia online, conseguem garantir mais e melhores acessos ao site e assim, melhorar a taxa de conversão e vendas dos sites. Ter cursos técnicos e atuações com passagens sólidas nas empresas ajudam a tornar esse profissional um destaque nesse mercado.

Por que estará em alta: Em um momento onde o digital ganha bastante espaço no mercado, o profissional de marketing com conhecimento em online se destaca por conhecer os processos e ferramentas para esse tipo de público.
Salário: Entre R$ 10 mil e R$ 14 mil

11) Gerente de Logística

O que faz: Controla, organiza e garante a integridade do estoque, faz a gestão de toda a equipe operacional, contrata serviço de manutenção e operação, além de transporte in bound e out bound, podendo se envolver com questões ligadas às atividades aduaneiras.
Perfil: Ideal um Engenheiro de Produção com Pós Graduação em Logística.

Por que estará em alta: Em momento de reestruturações nas empresas, a área de Logística ganha destaque por ter um grande custo concentrado nela. Ter o profissional correto liderando esse departamento, traz para empresas novas avaliações de fretes, armazenagens, estudos de terceirização onde conseguem diminuir os custos e garantir a qualidade em todos os elos da cadeia logística. O profissional que tem experiência estratégica e tática em logística, e possui certificações em melhoria contínua, se destacam no mercado.
Salário: Entre R$ 10 mil e R$ 15 mil

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A economia e a Bíblia cristã – Por José Pio Martins*

A economia e a Bíblia cristã
José Pio Martins*
A época de Natal não é muito propícia para discutir economia, pois as atenções estão concentradas nas férias e nas festividades. Mas, como os problemas econômicos, os nacionais e os pessoais, insistem em invadir nosso cotidiano sem pedir licença, dá para usar o livro do aniversariante – a Bíblia cristã – a fim de extrair algumas lições para a gestão da economia do país e das finanças pessoais. A Bíblia é rica em lições úteis. Citarei três.

Começo com a advertência feita aos políticos e aos homens de governo em Lucas 11,46, que diz: “Ai de vós, doutores das leis, que carregai os homens com cargas difíceis de transportar quando vós mesmos nem com um de vossos dedos tereis de tocá-las”. Teoricamente, quando um político se elege, sua preocupação prioritária é com o bem público e em servir ao povo. Só teoricamente. Na prática, a primeira preocupação de um político é consigo mesmo e seu objetivo principal é a manutenção do poder.

Se, para ter êxito pessoal e conseguir permanecer no poder, o político precisa servir ao povo, isso é apenas uma feliz coincidência. A primeira tendência do político no poder é inchar o Estado, conceder vantagens a si e aos que tripulam a máquina de governo e sobrecarregar a sociedade com tributos e dívida (dívida pública é dívida do público).

A segunda lição está em Lucas 14,28-30, que ensina: “Qual de vós, querendo edificar uma torre, não se assenta primeiro a fazer as contas dos gastos, para ver se tem com que a acabar? Para que não aconteça que, depois de haver posto os alicerces, e não a podendo acabar, todos os que a virem comecem a escarnecer dele, dizendo: este homem começou a edificar e não pôde acabar”. Esse ensinamento deveria ser pregado nos gabinetes de todos os governantes e burocratas que têm a responsabilidade de gerenciar o dinheiro público. No Brasil, com um enorme canteiro de obras inacabadas, malfeitas e superfaturadas, cujo exemplo presente mais relevante é o escândalo da Petrobras, essa lição deveria ser adotada como prece matinal de todos os executivos estatais.

A terceira lição vem da parábola do semeador, que está em diversos livros bíblicos, um deles Mateus 13,1-9, e pode ser usada com significados diversos: “Certo homem saiu a semear. Uma parte das sementes caiu à beira do caminho, vieram as aves e as comeram. Outra parte caiu no meio de pedras, onde havia pouca terra, e as sementes brotaram; mas, tendo saído o sol, elas secaram, pois não tinham raízes. Outra parte das sementes caiu no meio de espinhos; estes cresceram e as sufocaram. Outra parte caiu em terra boa e deu frutos, produzindo até cem vezes mais”. A lição serve para nossa vida profissional, para o empreendedor privado e, sobretudo, para o governo e suas estatais. O cipoal de desperdício e corrupção que a imprensa denuncia diariamente é prova de quanta semente (tributos) é lançada em solo infértil sob a direção de administradores incapazes e corruptos. Estima-se que, embora o Brasil tenha renda per capita de US$ 11 mil/ano, um quinto disso é jogado no lixo do desperdício e da corrupção.

Em menos de dois anos, o Ministério Público Federal (MPF) ingressou com 33,3 mil ações contra pessoas suspeitas de praticar ato de corrupção no país. Em média, foram 50 ações por dia. São números do banco de dados do MPF. Roberto Campos parecia ter razão quando dizia que, no governo, prevalecem dois tipos de burocratas: os que são incapazes e os que são capazes de tudo.

*José Pio Martins, economista, é reitor da Universidade Positivo.

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BLINDSPOT: The Next Big App?

BLINDSPOT, a wacky anonymous messaging app that gives people the opportunity to say what they really feel, is making a lot of noise. Perhaps it’s the loud, cartoon-style design, the game-like interface, or simply the ability to message people anonymously? Whatever the reason, your inbox is about to get interesting.

It’s fun and perfect for flirting or chatting. Users can message anyone in their contact list for one-to-one communication- sending text, images, voice-notes and video. All without revealing their identity – unless they choose to. BLINDSPOT is surprisingly addictive and opens up a whole new world of conversations.

BLINDSPOT is developed by Shellanoo Group, a fast-growth technology company specialising in interactive mobile applications and internet related services. Shellanoo Group closed a $35 million round of funding in March, which quadrupled the share value of the company in less than 10 months. The round was led by multi-billionaire businessman Roman Abramovich, and attracted investment from music luminaries including Tiesto, Avicii, will.i.am, David Guetta, Sebastian Ingrosso (of Swedish House Mafia), Nicki Minaj, Benny Andersson (of music group ABBA), plus super agents Ash Pournouri and Gee Roberson (previously chairman of Geffen Records and now part of Maverick Management), and several others.

O.D. Kobo, Chairman of Shellanoo Group, says, “BLINDSPOT is definitely one of our portfolio’s liveliest projects.” The idea for BLINDSPOT emerged from a 12-hour hackathon at Shellanoo’s headquarters in Israel. “When you remove the barrier of identity between people things start to get interesting,” says Kobo.

Message recipients can easily block other users and can ask senders to reveal their identity at any time. Any user that is blocked by three people is removed from the app. Any misuse can be raised directly with BLINDSPOT.

“What would you say to people you know if you were anonymous?” ask Dor Refaeli and Lee Greenberg, co-founders of BLINDSPOT. “Most users want to flirt, play jokes on friends or share secretive information they would otherwise be scared to reveal. There’s so much fake comment on social media – it can be like an airbrushed version of life. We want people to have fun, and most of all we want people to be real with one another.”

BLINDSPOT is available for free download from the Apple App Store and Google Play.

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Maior fusão de duas startups na América Latina: Easy Taxi & Tappsi unem forças

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Easy Taxi e Tappsi anunciaram hoje, na Colômbia, a maior fusão de duas startups na América Latina. Impulsionados pela mesma missão – conectar passageiros e taxistas de uma maneira rápida, prática e segura – as empresas esperam acelerar o crescimento do mercado em uma região que ainda tem muito potencial a ser explorado. Hoje, apenas 15% de todas as corridas de táxi são pedidas pelos aplicativos de taxi.

Estratégia

A fusão é um passo importante para a melhoria da indústria de transporte na América Latina. Com a fusão, as empresas, que agora completam mais de oito milhões de corridas por mês, trabalharão juntas para continuar reformulando o setor e melhorar a experiência de transporte para taxistas e passageiros. No entanto, respeitando a preferência dos usuários, as empresas continuarão a operar independentemente com equipes e negócios separados.

A fusão permite a ambas compartilhar e coordenar as melhores práticas e assim, aprimorar continuamente os níveis de serviço a bordo do táxi. Entre os benefícios estão os treinamentos focados em atendimento ao cliente para proporcionar uma experiência de nível superior e o aprimoramento das iniciativas de segurança em todo o setor.

Gestão

Ao continuar operando como duas marcas separadas, Juan Salcedo permanecerá como CEO da Tappsi, enquanto Dennis Wang continuará liderando a Easy Taxi globalmente.

“Pelos últimos quatro anos, a Easy Taxi tem crescido enormemente de uma startup local pequena para uma empresa que hoje é líder na América Latina. Temos acompanhado de perto o desenvolvimento da Tappsi e estamos muito empolgados com fato de nos unirmos a uma empresa que compartilha os mesmos valores e visões sobre o setor de mobilidade urbana. Juntos, não só consolidaremos a nossa posição na região, mas também, continuaremos explorando o setor enquanto oferecemos a melhor solução de transporte possível aos nossos usuários” afirma Dennis Wang.

“Para o universo colombiano de startups, isso é um marco importantíssimo. Essa fusão da visibilidade do nosso país ao mundo tech. Como colombianos, estamos muito orgulhosos de nos unir a Easy Taxi, uma empresa sólida que traz investimento, conhecimento e experiência global para nosso ecossistema de empreendedorismo” completa Juan Salcedo.

Apps de chamadas de taxi líderes na América Latina

Desde 2012, as empresas forçavam uma a outra a continuar inovando e melhorando as condições do mercado. Ambas gastaram recursos e tempo para superar barreiras e transformar uma indústria.

Hoje, com uma visão compartilhada, Easy Taxi e Tappsi, esperam continuar aumentando o seu marketshare e consolidar a sua posição como o maior player da região.

A base de usuários compartilhada agora superará a barreira de 25 milhões de downloads, enquanto o número de taxistas será de meio milhão. Com o enorme potencial de crescimento do setor, as empresas continuarão recebendo investimentos para aplicar na América Latina e continuar impactando a região e a indústria.

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Ação do PayPal incentiva empreendedores a se lançarem na internet

Campanha “Estamos Juntos”, com duração de seis meses, é voltada a microempresários que faturam até R$ 20 mil mensais; ação estimula o pequeno empreendedor a oferecer vendas online a prazo ao zerar as tarifas que lhe seriam cobradas nas segunda e terceira parcelas

O PayPal lança neste mês de novembro a campanha “Estamos Juntos”, voltada ao microempresário neste momento desafiador, em que a economia se encontra desacelerada. Durante seis meses, a empresa vai incentivá-lo a lançar mão das vendas online a prazo, um instrumento comercial de grande apelo, principalmente às vésperas da Black Friday e do Natal. Durante a campanha, as tarifas de processamento do pagamento parcelado não serão cobradas na segunda e terceira parcelas. Ou seja, quando o pagamento for realizado em duas ou três parcelas, apenas a tarifa da primeira parcela será cobrada.

“O PayPal apoia o empreendedorismo brasileiro”, ressalta, otimista, Mario Mello, diretor geral do PayPal para a América Latina. O e-commerce brasileiro conta hoje com 450 mil sites ativos, segundo pesquisa do PayPal encomendada à BigData, divulgada em março de 2015. Os pequenos sites, que recebem até 10 mil visitas mensais, representam 88% deste universo. A pesquisa indica, ainda, que 60% dos sites ainda não oferecem qualquer opção de pagamento online. “É exatamente para esse segmento de mercado que a promoção é dirigida”, frisa Mello. “Queremos que a participação do microempresário no e-commerce brasileiro, que movimentará R$ 121,2 bilhões até o final deste ano, seja cada vez mais significativa (*)”, afirma o executivo.

“A ideia é atrair os pequenos negócios que ainda não fazem uso do pagamento online e lhes oferecer a opção de um parcelamento atrativo, o que lhes permitirá se inserirem no mercado de forma mais agressiva”, afirma Gabriela Szprinc, head da área de Pequenas e Médias Empresas e de Organizações Não Governamentais do PayPal Brasil. “Esta ação reforça as vendas em até três vezes, o que é um enorme atrativo para conquistar o consumidor final do pequeno empreendedor.” Gabriela pontua, ainda, outro diferencial do PayPal, de grande importância para o microempresário. “Ainda que o empreendedor parcele sua venda, ele pode receber o pagamento do PayPal em uma só vez, em 24 horas após o pagamento da primeira parcela feita pelo consumidor (**)”, detalha a executiva.

Benefícios para quem vende

O microempresário que optar por receber via PayPal não precisa ter um site constituído na internet. Nos casos de negócios mais simples, não é necessário sequer fazer uma integração com a empresa. Basta que o empresário tenha uma conta PayPal. A operação entre vendedor e comprador pode se resumir ao envio da fatura por email.

Gabriela também chama a atenção para outros atrativos do PayPal, que vão da liderança internacional à referência em segurança. “O PayPal, como líder em transações online no mundo, confere credibilidade aos e-commerces. Vale destacar que, a cada US$ 6 transacionados no e-commerce internacional, US$ 1 é feito por meio do PayPal. Além disso, somos referência internacional no quesito combate às fraudes”, reforça a executiva.

Venda a prazo é possível até doze parcelas

O PayPal permite aos e-commerces parcelar suas vendas em até 12 vezes. Se estes pequenos empresários optarem por oferecer aos seus consumidores um pagamento de duas a três parcelas, pagarão somente a parcela inicial de 4,99% + R$ 0,60 para receber esses pagamentos, sem o adicional de 2,39% por parcela. Já em pagamentos de 04 a 12 parcelas, pagarão, 4,99% + R$ 0,60 da parcela inicial, mais 2,39% normalmente cobrados pelo PayPal por cada parcela.

A promoção voltada aos microempresários com faturamento de até R$ 20.000,00 (vinte mil reais) por mês só é válida para novos clientes do PayPal que abrirem uma conta por meio do site www.paypal-brasil.com.br/estamosjuntos e aderirem às soluções de e-mail payment ou ao botão de pagamento “Pague com PayPal”, disponíveis no site www.paypal.com.br, e que podem ser utilizadas em todas as redes sociais e em aplicativos de mensagens oferecidos pelo vendedor. O PayPal não cobra tarifas do consumidor final em seus pagamentos domésticos. As tarifas são pagas pelo estabelecimento que vende ou que recebe os pagamentos.

Proteção para quem compra

O PayPal protege quem compra por meio do seu sistema de pagamentos online. Desta forma, torna-se uma opção mais segura para o consumidor final. Quem utiliza a plataforma de pagamentos online do PayPal não expõe o número do seu cartão de crédito para o vendedor na operação. Esses dados são carregados no sistema do PayPal uma única vez, o que evita que informações financeiras sejam expostas a cada nova transação feita pelo consumidor.

A proteção ao comprador que usa PayPal vai adiante. O comprador poderá abrir uma disputa com o vendedor caso não tenha recebido o produto ou ele seja diferente da descrição do vendedor em até 180 dias da data da compra. Se o comprador do produto ou bem intangível – como serviços digitais, por exemplo – não recebe o produto ou recebe um artigo diferente do descrito no pedido, ele poderá receber o valor pago de volta com o cumprimento dos requisitos do programa de proteção ao comprador.

Além disso, os custos de envio das devoluções de compras feitas com o PayPal podem ser reembolsadas até o valor de R$ 90, uma vez a cada mês, com o cumprimento dos requisitos do Programa Frete Grátis na Devolução. Este benefício torna o PayPal ainda mais atraente aos e-commerces. “Todas essas vantagens dão ao consumidor final do pequeno empresário uma maior confiança na hora de comprar, tornando o seu negócio mais competitivo frente à concorrência”, resume Gabriela. As condições de elegibilidade da política de proteção ao comprador e do programa de Frete Grátis na Devolução estão no site https://www.paypal.com/br/webapps/mpp/paypal-safety-and-security e https://www.paypal.com/br/webapps/mpp/refunded-returns.

(*) Dados da pesquisa do PayPal encomendada à Ipos, divulgada em novembro de 2015.

(**) Sujeito à análise de risco e crédito do PayPal.

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A TI do futuro, agora – Por Jorge Sellmer*

O termo TI Bimodal vem ganhando força no mercado. O novo modelo sugere a convivência de dois mundos: o Tradicional, que assegura eficiência na rotina das operações; e o Experimental, que se apresenta como mais dinâmico, rápido e inovador, impulsionando o desenvolvimento de novidades. A TI tradicional é mais focada na operação de processos que precisam ser controladas. No modo Bimodal, o objetivo não está na performance e desempenho e sim, na agilidade e flexibilidade.

Pesquisas indicam que a maioria das empresas internacionais já está conduzindo atividades bimodais, ou planejando adotá-las nos próximos três anos. Na região das Américas, incluindo o Brasil, cerca de 30% das empresas já começaram a transição para este Modelo Bimodal.

O modelo é o caminho para o futuro e aponta tendências importantes para organizações que ainda não adotaram esse novo conceito. Ganhos relevantes de performance podem ser obtidos com a combinação do modelo tradicional com o digital, inclusive inovações para os negócios, que cada vez mais precisam ter um componente de inovação.

O Modelo Bimodal traz para área de TI muito mais do que a simples resolução de problemas tecnológicos e atribui para a área o papel estratégico dentro da companhia. Áreas de TI que adotam esse modelo podem promover grandes mudanças e serem capazes de transformar o futuro de suas empresas ao implementar uma sinergia entre os dois modos: Tradicional e Experimental.

Essa convivência de modelos deve persistir. As atividades do dia-a-dia precisam continuar sendo desenvolvidas e, em paralelo, é importante desenvolver novos sistemas e aplicativos fundamentais para garantir a sobrevivência e o sucesso das organizações. Adotar a TI Bimodal pode ser um diferencial de mercado para posicionar a empresa à frente dos seus concorrentes, inclusive diante de momentos econômicos desafiadores.

O Modo Tradicional mantém a empresa em funcionamento para com o Modelo Bimodal alavancar novas receitas e, com isso, ingressar no mundo dos negócios digitais. Em alguns setores, as empresas que não aderirem à inovação, estão fadadas ao fracasso. Talvez por isso, diversas empresas multinacionais criaram departamentos focados em aplicações digitais e muitas empresas brasileiras já estão apostando no novo modelo digital para conseguir não só inovar, mas sobreviver nos próximos anos.
Os líderes de TI precisam manter as organizações operando, otimizando recursos e cortando despesas, sem deixar de olhar para o futuro e para a valorização da inovação, que será o segredo para a sobrevivência e sucesso. Como sempre digo, a empresa do futuro precisa ser construída a partir de hoje.

*Por Jorge Sellmer, Vice-presidente Resource Digital

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Fiesp e Ciesp definem apoio a processo de impeachment

Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Agência Indusnet Fiesp

Em reunião conjunta de suas diretorias, realizada nesta segunda-feira (14/12), a Federação e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp) decidiram apoiar o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Esse posicionamento reflete o desejo dos industriais paulistas, demonstrado em levantamento feito pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp e do Ciesp (Depecon).

A maciça maioria (91,9%) dos entrevistados respondeu que a Fiesp deveria se posicionar a respeito do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. “Essa pesquisa foi endossada por todos os fóruns da Casa”, disse Paulo Skaf, presidente da Fiesp e do Ciesp. Ele explicou que a decisão foi tomada “devido à situação política e econômica do Brasil, devido ao momento a que nós chegamos”.

Skaf citou problemas como o estouro das contas públicas neste ano – e a perspectiva de novo estouro em 2016. Lembrou que o PIB brasileiro vai encolher 3,5% este ano, enquanto o mundo tem crescimento, e que o Brasil vai fechar 1,6 milhão de empregos com carteira assinada. O Governo não tem “nenhuma credibilidade, não há confiança” nem investimentos. “O país está à deriva, e não há atitudes para solucionar os problemas”, disse Skaf.

O presidente da Fiesp e do Ciesp ressaltou que os trâmites legais têm que ser respeitados. “Não estamos condenando a presidente”, lembrou, e sim defendendo o prosseguimento do processo dentro das normas legais. “Há um encaminhamento legal, de acordo com a Constituição, de um pedido de impeachment. Não se pode falar em golpe com tudo feito de maneira correta.”

Na pesquisa, realizada entre os dias 9 e 11 de dezembro de 2015, foram ouvidas 1.113 empresas no Estado de São Paulo. O questionário foi preenchido, preferencialmente, por proprietário, presidente, diretor ou uma pessoa da empresa que tenha uma percepção mais ampla de seus negócios e dos efeitos sobre eles da situação política. Entre os entrevistados, 91% se disseram pessoalmente favoráveis ao processo de impeachment. Entre as empresas, 85,4% são favoráveis.

Ao apresentar a pesquisa, Skaf lembrou a crise na indústria. “Somando a queda do ano passado com a de 2015 e de 2016, a indústria vai encolher quase 20%”, afirmou. “É chegada a hora de ter a visão de onde está o problema. Na minha visão, o problema ficou todo na parte política.”

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O varejo e a integração de todas as coisas – Por Gastão Mattos*

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As comodidades promovidas pela tecnologia vêm impactando todos os setores e, evidentemente, no varejo não seria diferente. A cada dia o consumidor fica mais exigente e anseia por atendimento, serviços e conteúdo personalizados, resultando em uma melhor experiência de compra.

Enquanto a tendência Omini channel obriga o setor de varejo a inovar para satisfazer os novos desejos do consumidor, mesclando a gestão da loja física com os canais online a fim de que o cliente possa utilizar os serviços de ambos da maneira que preferir, a Internet of Things promete revolucionar ainda mais este universo, gerando novas oportunidades e uma imensa cadeia de serviços.

Uma vez que o varejo cada vez mais está focado no relacionamento com os consumidores do que apenas a venda de produtos, a IoT permite estabelecer este novo fluxo, focando na personalização. A tendência é que tudo seja conectado e interativo, com potencial para a oferta de serviços e em tempo real, tornando-se um canal muito importante para comunicação com os clientes.

Os beacons (pequenos objetivos interativos para enviar mensagens) são exemplos do que este futuro tão próximo pode representar para o varejo e já são bastante utilizados na Europa e Estados Unidos para enviar cupons de desconto, mensagens de boas-vindas, informações sobre os produtos, entre outros. Com o seu desenvolvimento, a IoT permitirá a existência de um ecossistema ao redor de cada produto, tornando a experiência do consumidor cada vez mais interessante e interativa, o que certamente influenciará positivamente na conversão de vendas.

Mas, se por um lado a IoT oferece uma gama de oportunidades para o varejo em geral, por outro traz uma série de desafios seja para lojas físicas ou online. Ao ter mais canais ou coisas conectados e disponíveis para serviços e vendas de produtos, será necessária uma gestão ainda mais segura e eficiente. Neste sentido, o impacto também será grande na cadeia de meios de pagamento, já que estes também deverão ser integrados a estes novos objetos conectados, além de que, possivelmente, surgirão outras formas de pagamento ao longo desta trajetória. Soluções de conciliação serão totalmente essenciais para atender a essa complexidade para que os lojistas não se percam no caminho e, ao mesmo tempo, sigam as tendências exigidas pelo consumidor.

O comportamento dos compradores continuará a ser guiado pelas facilidades que o universo cibernético oferece, não há retorno para este movimento. Seguir de perto estas tendências é fundamental para o sucesso dos negócios. E, se inovação é a palavra do momento, integração é a base para o seu uso.

Sobre a Braspag – Empresa do grupo Cielo, a Braspag é líder no desenvolvimento de soluções para processamento de pagamentos (gateway de pagamentos), conciliação, antifraude, tokenização e checkout. Em 2015 a empresa completa 10 anos de trabalhos focados em soluções que viabilizam a melhor conversão possível para seus clientes. Possui presença direta nos principais países da região, e com conectividade nos Estados Unidos por empresa do mesmo grupo. No Brasil, tem como clientes as principais empresas de comércio eletrônico, oferecendo soluções inovadoras, confiáveis, seguras e com o melhor custo-benefício do mercado. Além disso, a Braspag é a única empresa do setor que está formalmente comprometida com o Pacto Global da ONU, mantendo suas estratégias alinhadas aos princípios relacionados aos Direitos Humanos, Trabalho, Meio Ambiente e Contra a Corrupção.

Gastão Mattos: CEO com experiência de mais de 20 anos na indústria de pagamentos eletrônicos, Gastão Mattos foi diretor na Credicard entre 1990 e 1995, vice-presidente de marketing da Visa por mais de 6 anos, presidente da M-Cash de 2006 a 2011 e fundou a consultoria GMATTOS Projetos de Marketing, empresa responsável desde 2002 por desenvolver projetos com foco no e-commerce como negócio.
Graduado em Engenharia e com pós-graduação em Engenharia de Produção, ambas pela Escola Politécnica da USP, foi presidente da Câmara Brasileira de Comércio (www.camara-e.net) entre 2003 e 2005. Desde 2011 é CEO da Braspag, empresa do grupo Cielo e líder em soluções de pagamento para e-commerce na América Latina.

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Startup Kokar arrecada R$ 300 mil Via EqSeed

A startup capixaba Kokar, desenvolvedora de uma solução descomplicada para automação residencial, finalizou sua captação, na qual conseguiu arrecadar R$300 mil reais em investimentos via EqSeed, uma das principais plataformas de equity crowdfunding do Brasil. O sucesso mostra que o mercado de automação residencial no país está em plena expansão e que existe demanda de investidores interessados em aportar em empresas startups.

Segundo Giulliano Siviero, COO da Kokar, o sucesso da campanha prova que a demanda para automação residencial no país está cada vez mais forte e que investidores aguardavam por uma solução realmente inovadora para o setor. “Estamos muito satisfeitos com o resultado da campanha, pois ela valida mais uma vez nosso produto e nos dá condições de alçar voos ainda mais altos”, comemora.

Brian Begnoche, sócio-fundador da EqSeed, concorda com Siviero e afirma que o modelo de equity crowdfunding está funcionando perfeitamente. “Ficamos muito felizes com o sucesso da campanha da Kokar. Tivemos investidores de diversos setores e perfis aplicando valores entre R$1.000 e R$50.000 – com um investimento médio de R$8.000. Estes números são realmente um ótimo resumo da captação possível via equity crowdfunding”, diz.

“A Kokar tem todas as qualidades que procuramos em uma empresa que capta investimento pela plataforma EqSeed: um produto forte, um modelo escalável e grande potencial de crescer nos próximos anos. Mais importante ainda é a equipe que tem um grande nível de profissionalismo, paixão e dedicação”, assinala Greg Kelly, também sócio-fundador da plataforma.

Com esse investimento, a Kokar pretende impulsionar o desenvolvimento da solução, em busca da liderança em automação residencial no Brasil. Para isso, dará prioridade para ampliação da equipe, – de 3 para 9 integrantes – investimento em ações de marketing e infraestrutura para melhorias do produto. “Agora que temos o investimento que precisamos para implementar o nosso modelo de negócios, queremos crescer e ganhar o mercado nacional. Para que isso ocorra, vamos em frente com ainda mais paixão e garra para conquistar esses objetivos” comenta Renan Arantes, CEO e sócio-fundador da Kokar.

De acordo com Kelly, a campanha comprovou que existe uma demanda entre investidores brasileiros para esse tipo de produto financeiro “Muitos que investiram na Kokar ficaram extremamente felizes em saber que podiam finalmente acessar esse tipo de investimento. Vários comentaram que sempre quiseram diversificar suas carteiras com investimento em startups, mas mal sabiam por onde começar. Após ver a estrutura e a segurança fornecidas pela EqSeed, já estão pedindo mais empresas nas quais possam investir. E vamos trazer essas campanhas em 2016, já a partir de janeiro”, afirma.

Ainda não conhece a Kokar?

O sistema da Kokar é formado por um aplicativo e três dispositivos: interruptor Guará, que ativa todo o sistema de iluminação; o módulo Sabiá, que dispara os comandos para dispositivos de áudio, vídeo e condicionadores de ar; e a central OKA, controladora de todo o sistema da casa. A mágica acontece na relação entre a central Oka e o aplicativo, que uma vez configurado, permite ao usuário através da troca de dados atuar sobre o sistema de qualquer lugar com apenas alguns toques.

“Até o momento, quem deseja automatizar sua casa encontra diversas barreiras infra estruturais e financeiras. Nossa solução é ideal para a geração de consumidores que busca interação completa com seus eletroeletrônicos como TVs, plataformas Blu-Ray, home theaters e condicionadores de ar, de maneira fácil e intuitiva através do smartphone ou tablet, de qualquer lugar do mundo e sem necessidade de obras nem grandes investimentos”, assinala Giulliano.

Modelo EqSeed é opção vantajosa para diversificar carteira

Por meio do site www.eqseed.com, o potencial investidor pode descobrir e interagir com micro e pequenas empresas nas quais é possível investir a partir de R$ 1 mil (por empresa). Visando a transparência, a plataforma oferece ao investidor a possibilidade de conferir o plano de negócios e confirmar os dados da empresa, além de contatar diretamente seus sócios. Vale ressaltar que todas as campanhas publicadas passam por um rigoroso sistema de avaliação, bem como um processo de aprovação com a Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Na prática, as ofertas de investimento na EqSeed tomam forma de uma campanha com uma meta e um prazo fixos, aproveitando-se de um mecanismo de “tudo ou nada”. Isto é, ou a empresa consegue arrecadar o montante total de investimento pedido no prazo, ou não recebe nada.

“O segmento de equity crowdfunding demanda empresas com equipes fortes e focadas, que visam atingir alto crescimento com modelos inovadores”, diz Begnoche. “Existem muitas startups excelentes no país, mas geralmente faltam experiência com captação de investimento. Agora elas podem contar com a EqSeed para realizar o processo” finaliza Kelly.

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Tecnologia da Informação da Renault se destaca com Programa de Inovação

Criatividade, inovação e economia: esse é o mote do Programa de Inovação (Inova) concebido pela Direção de Sistemas de Informação Américas (DSIA) da Renault do Brasil. Sempre atenta às necessidades de inovação e redução de custos, a área criou esse programa que tem por objetivo incentivar a inovação e a implementação de ideias que sejam aplicáveis nas mais diferentes áreas operacionais ou suporte e que agreguem valor à empresa e promovam reduções de custos. Desde que foi criado em 2013, gerou economias da ordem de mais de R$ 1,5 milhão por ano, o que significa um retorno superior a 10 vezes o custo anual do programa.

O programa foi criado com três objetivos principais: 1) Construir a Cultura da Inovação (com ambiente de trabalho adequado; processos bem definidos; preparação dos colaboradores para inovação); 2) Quebra de paradigmas (TI assume a condição de protagonista se antecipando a necessidade de negócio); 3) Gerar valor para o negócio Renault (inovação com resultado).

Impressora 3D

Em 2015, o foco principal foram os projetos que impactam diretamente a empresa. Dentre esses, vale destacar o “Bureau de Impressão 3D”, que passou a atender diferentes necessidades das áreas de negócio: a produção de protótipos dos projetos de engenharia, com redução de custos e tempo; a impressão de componentes para uso na linha de produção, como os bicos injetores que aplicam o mastic (massa de colagem e vedação dos para-brisas dos veículos) e algumas peças utilizadas no treinamento dos operadores da Escola de Destreza (treinamento obrigatório para colaboradores se adaptarem à linha de montagem).

A internalização da produção de bicos injetores, por exemplo, permitiu uma redução de custo de R$ 0,47 centavos por modelo fabricado. Cada bico injetor, feito no “Bureau de Impressão 3D”, leva 1h05 para ficar pronto. Desde o começo do ano cerca de 100 peças já foram prototipadas. A Renault estuda mais 2.000 peças que poderiam ser impressas tridimensionalmente na fábrica.

Programa de Inovação

O Programa de Inovação da DSIA é acessível aos colaboradores da área de TI através de uma plataforma interna, onde os participantes seguem orientações sobre como apresentar as ideias que deverão estar ligadas à qualidade do serviço prestado pela TI, ao retorno econômico ou à segurança da informação.

Para dar suporte ao programa também foi criado o “Innovation LAB”, um espaço de experimentação para os colaboradores. Todos têm acesso a diferentes tecnologias, materiais e suporte para testar e realizar as suas ideias. Neste sentido, periodicamente são promovidos workshops, eventos com fornecedores e parceiros em que as equipes entram em contato com novas tecnologias, equipamentos e processos inovadores.

O esforço da empresa em estabelecer um processo de inovação e a dedicação da equipe da TI em gerar resultados para o negócio, teve tamanho sucesso que neste ano o mercado reconheceu a Renault do Brasil como uma das 100 empresas mais inovadoras do país na categoria Indústria Automotiva e Autopeças.

Motivação

As ideias apresentadas pelos colaboradores geram pontos que, de acordo com os volumes acumulados, podem ser trocados por ingressos, participação em eventos nacionais, cursos de formação e até viagens para conhecer fábricas do grupo no exterior (França, Argentina e Colômbia).

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Keep Loyal chega ao mercado para fidelizar seus clientes

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Plataforma de fidelização de clientes online está sendo anunciada para empresas em todo o território nacional, que queiram transformar a arte de fidelizar clientes em lucro, garantir que seus clientes retornem ao estabelecimento, criando uma fidelização virtual para o descarte dos antigos papeizinhos marcados para promoção e fidelização dos clientes.

Agora, tudo ficou mais fácil! A Multiplataforma da Keep Loyal, em desenvolvimento, será lançada nos próximos meses e, será composta pelo aplicativo mobile(smartphone) de pontuação e website com acesso exclusivo para que o estabelecimento possa acessar toda a movimentação de seus clientes fidelizados.

Empresários de pequenos e médios negócios encontrarão uma plataforma totalmente gratuita, pois a empresa acredita que para atrair e fidelizar seus clientes, não é preciso gastar muito. Mas, caso queiram opções adicionais, ter um diferencial em seu sistema, os empresários poderão optar pela versão Premium e, ainda, os 100 primeiros estabelecimentos que se cadastrarem, terão desconto de 50% no Pacote Premium nos primeiros 06 meses de uso de nosso APP.

A ideia desse novo negócio veio de observações em bares, restaurantes e demais estabelecimentos que frequentamos e, que, não possuem a prática de ações de fidelização com seus clientes e, quando têm, costumam fornecer aos clientes cartões de papel, para que sejam acumulados e trocados por promoções ou prêmios.

A questão é que a carteira fica cheia deles, chegando em casa, guardamos em uma gaveta e são esquecidos.

O KLoyal acredita que, outra questão importante para afalta de iniciativas de ações de fidelização por parte destes lugares que frequentamos, é que eles não o conhecem o próprio cliente, sendo assim, não personalizam o atendimento ou seja, estes locais não tem nenhum mecanismo que colete, armazene informações sobre o cliente, analise os dados coletados e que possam ser usadas para fazê-los voltarem lá, com constância, e, que, de alguma forma, façam com que recomendem esses estabelecimentos para nossos amigos, familiares, etc.
Nós estávamos em busca de um produto que tivesse esse diferencial mercadológico, mas, ficamos frustrados por não encontrar o que precisávamos.

Agora, fizemos “um ótimo aplicativo para o comércio e seus representantes”.

Por isso, o Keep Loyal chega ao mercado para que, seu público alvo, ou seja, você e sua empresa, que serão nossos clientes, que possuem tipos de serviços diferenciados, desde lojas físicas até do e-commerce, em todo o Brasil possam usufruir de nossa plataforma.
Poderão obter a plataforma, desde, o pequeno até o grande varejista de roupas, alimentos, pet shop, salão de beleza, clínicas de estética, sorveterias, entre outros.

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SAT chega a supermercados e postos de combustíveis de São Paulo a partir de 1º de janeiro

A partir de 1º de janeiro de 2016, o Sistema Autenticador e Transmissor (SAT) de cupons fiscais eletrônicos passa a ser obrigatório para supermercados e postos de combustível, em substituição à nota fiscal de venda a consumidor (modelo 2), e para os contribuintes que faturaram R$ 100 mil ou mais em 2015 e ainda utilizam a modelo 2. Estes estabelecimentos devem encerrar os Emissores de Cupons Fiscais (ECF) com 5 anos ou mais e substituí-los pelo SAT.

Esta é a quinta etapa do cronograma estabelecido pela Secretaria da Fazenda iniciado em 1º/7. Desde o início do período de obrigatoriedade até 10/12 foram transmitidos ao Fisco paulista 158 milhões cupons fiscais eletrônicos (CF-e) por meio de equipamentos SAT.

Para auxiliar os varejistas no processo de troca de ECFs, a Fazenda inseriu no Posto Fiscal Eletrônico (PFE) funcionalidade que permite ao contribuinte consultar a relação de equipamentos ECF ativos em seu estabelecimento, bem como o tempo acumulado desde a data da primeira lacração. A informação é importante para que o lojista possa programar a substituição dos equipamentos pelo SAT.

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Sobre o SAT
O Sistema Autenticador e Transmissor (SAT) é um hardware responsável pela geração do Cupom Fiscal Eletrônico (CF-e), sua assinatura digital e transmissão periódica à Secretaria da Fazenda, sem a necessidade de o contribuinte intervir ou formatar arquivos – basta que ele emita o documento fiscal pelo equipamento.

O equipamento SAT praticamente elimina erros no envio, fator que contribuirá para a redução do número de reclamações dos consumidores, autuações e multas dos lojistas. Os extratos dos documentos fiscais emitidos pelo sistema terão QRCode, que permitirá ao consumidor checar dados da compra e a validade do documento com o uso de smartphone e aplicativo específico da Secretaria da Fazenda.

Os varejistas não precisarão mais instalar um equipamento por caixa registradora. O SAT pode ser compartilhado por vários caixas e impressoras. Se o ponto-de-venda não estiver conectado à internet, o equipamento armazena todas as operações para serem enviadas à Secretaria da Fazenda assim que estabelecer conexão à internet, ou pelo computador do escritório do estabelecimento comercial.

Informações adicionais sobre o SAT podem ser obtidas em www.fazenda.sp.gov.br/sat.

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Tecnologia a favor da Saúde – Por Márcio Capassi*

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A descoberta de novos medicamentos, exames e tratamentos médicos vêm causando uma revolução na Medicina. Atualmente, vivenciamos um cenário completamente diferente do que tínhamos há alguns anos. Mesmo assim, quando abordamos o uso da tecnologia no suporte à gestão de empresas de Saúde, ainda há muito espaço para expandir a oferta de produtos e serviços. Essa é uma das conclusões da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS), ao revelar que menos de 20% dos 7 mil hospitais brasileiros são informatizados.

A tecnologia pode contribuir para otimizar o atendimento, reduzir custos e aproximar ainda mais os médicos dos pacientes. Uma solução viável, rápida e prática que substitui os telefonemas com qualidade é o SMS (Short Message Service – em português Serviço de Mensagens Curtas). Como a telefonia móvel se proliferou no Brasil, a probabilidade de um paciente ou familiar não ter um celular é muito baixa, uma vez que, segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), temos mais de 280 milhões aparelhos habilitados no Brasil, ou seja, em uma análise simples, existem mais aparelhos do que habitantes.

Na prática, o SMS vem se mostrando uma ferramenta essencial na agilização do trabalho dos médicos, das clínicas e hospitais. O envio de alertas ajuda a controlar melhor as agendas, a minimizar ausências em consultas e a avisar no caso de atrasos. Pesquisas indicam que 50% das faltas podem ser evitadas com a troca de mensagens. Além de contribuir para o bom funcionamento, a tecnologia evita prejuízos financeiros e reduz custos de profissionais que teriam que atuar em atividades operacionais de confirmação.

O SMS é uma alternativa de comunicação direta e eficaz que pode ser integrado a um sistema de agendamento eletrônico para enviar mensagens personalizadas com opção de resposta para que o paciente interaja, confirme ou cancele horários.

As vantagens não param por aí. O SMS é igualmente útil em ações de medicina preventiva. Como alguns exames devem ser repetidos periodicamente, esquecer o prazo de refazê-los pode causar danos à saúde. A clínica o laboratório ou hospitais podem utilizar o SMS para avisar que a data para a realização dos exames está próxima, auxiliando o paciente para agendar os procedimentos. Com o SMS é possível comunicar ações de qualidade de vida, como dicas de bem-estar, fornecer orientações específicas e informar campanhas especiais de vacinação ou prevenção.

As soluções de SMS apresentam baixo custo e são extremamente assertivas, uma vez que são compatíveis com todos os aparelhos celulares e não exigem que o paciente esteja conectado à Internet para receber a mensagem. O recebimento pode ser feito, inclusive, em aparelhos simples. Vale destacar que 73,78% dos celulares são pré-pagos no Brasil, segundo dados de outubro deste ano da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Sem demandar pacotes de dados, a troca de mensagens é simples, rápida, barata e, principalmente, assertiva. Com essas vantagens, a comunicação instantânea está prestes a gerar uma nova revolução na área médica. É a tecnologia a favor da saúde!

Por Márcio Capassi, Head de Soluções da Zenvia

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Mercado brasileiro de smartphones registra queda nas vendas pelo segundo trimestre consecutivo

Pelo segundo trimestre consecutivo, o mercado de smartphones encerrou em queda no Brasil. De julho a setembro de 2015, aproximadamente 10.753 milhões de celulares inteligentes foram vendidos, 25,5% a menos na comparação com o mesmo período do ano passado. Somando com a categoria de feature phones, foram cerca de 11.710 milhões de aparelhos comercializados, 35% a menos do que no terceiro trimestre de 2014. Os números constam no estudo IDC Brazil Mobile Phone Tracker Q3, realizado pela IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações.

Para Leonardo Munin, analista de pesquisas da IDC Brasil, os números confirmam as dificuldades do mercado e invertem dados históricos: normalmente, o trimestre mais fraco em termos de vendas é o primeiro, mas, esse ano, deverá ser o de melhor desempenho. “Assim como no segundo trimestre, novamente os estoques continuam altos e os varejistas e fabricantes fazendo promoções para conseguir vender. Estamos voltando ao patamar de 2013. A última vez em que as vendas ficaram abaixo de 11 milhões de unidades foi no terceiro trimestre daquele ano”, afirma Munin. Nem as datas comemorativas têm dado fôlego às vendas. Segundo o analista, pela primeira vez, houve fabricantes que não participaram diretamente da Black Friday. “A data certamente aqueceu as vendas, o desempenho será melhor que o do Natal, mas não o suficiente para recuperar o volume do ano”.

Além das questões relacionadas à alta do dólar e do baixo desempenho da economia, o analista da IDC Brasil atribui o aumento do ciclo de vida dos smartphones – devido às melhorias nas especificações técnicas – como uma das razões para a queda nas vendas. Segundo ele, o usuário levava cerca de um ano e seis meses para adquirir um novo aparelho. Hoje, o interesse pela troca permanece, porém, o que se vê é que a compra tem sido cada vez mais postergada. Apesar na queda em número de unidades vendidas, os dados da IDC revelam que houve crescimento de 1,7% na receita no terceiro trimestre, com aproximadamente R$ 9,9 bilhões. “Hoje há equipamentos mais robustos, com recursos mais sofisticados e, consequentemente mais caros”, raciocina Munin. O ticket médio passou de R$ 790 no primeiro trimestre de 2015 para R$ 925 no terceiro. Outro dado apresentado pelo analista mostra que 46% das vendas – quase cinco milhões de smartphones – foram de aparelhos compatíveis com a rede 4G.

A expectativa da IDC Brasil é que o mercado de smartphones termine 2015 com baixa de 12,8%, com 47,575 milhões de celulares inteligentes comercializados. Já o mercado total, deve cair 26,8% frente a 2014. Em relação ao fim da MP do Bem, Leonardo Munin avisa: “assim que o fim da isenção de impostos começar a valer, o preço final dos produtos deve ficar 10% mais caro na ponta e refletirá diretamente no desempenho das vendas. Para 2016, nossa projeção é de queda de ao menos 8%, com aproximadamente 43,8 milhões de smartphones comercializados”.

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