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Perspectivas para o comércio eletrônico em 2016 – Por Gastão Mattos

O comércio eletrônico brasileiro não passará incólume ao cenário agravado da crise econômica no país, em 2016. Ainda assim, as perspectivas para o próximo ano não são desanimadoras, pelo contrário: o segmento deve observar crescimento em vendas, de dois digitos comparado a 2015, sendo um dos poucos negócios com esta projeção, bastante positiva. Na verdade, este crescimento poderia ser muito maior, caso as condições econômicas fossem favoráveis.

Partindo desta ótica, o mercado de e-commerce se fortalece cada vez mais como um setor fundamental para a economia do País, abrindo portas para novos empreendedores e grande diversidade de negócios, considerando a imensa cadeia de valor deste negócio que vai desde as próprias lojas, meios de pagamento, adquirentes, plataformas, hostings, soluções de segurança, analytics, marketing, entre muitas outras.

Frente a isso, é possível afirmar que o comércio eletrônico será cada vez mais relevante para o varejo, de forma que os lojistas que atuam nos meios físico e virtual deverão investir mais no meio online, para garantir o sucesso dos negócios e se manterem competitivos. Neste sentido, a convergência entre canais de compra (e-commerce, m-commerce, loja física, TV interativa e etc) deve crescer e se tornar o grande diferencial para atrair os consumidores devido às facilidades que modelo oferece. Um estudo da Varese Retail aponta que 51% dos brasileiros pretendem comprar em lojas físicas e também na internet. O mobile commerce também merece atenção especial em função do aumento do uso de smartphones.

Um tema de permanente atenção, que ganhará ainda maior importância em 2016 é a gestão da conversão da loja online. Um estudo da Braspag/IBOPE e-Commerce de 2014, apontou que a conversão média do comércio eletrônico brasileiro é inferior a 2%, ou seja, de cada 100 visitantes, em média, apenas 2 (ou menos) concluem a compra. Sendo assim, qualquer melhoria de performance na conversão bastante é impactante, pois equivale a vender mais com o mesmo custo fixo da operação. Em ano de retração econômica e dificuldades gerais no orçamento, a melhoria de eficiência é fundamental. E neste aspecto, nada mais estratégico para uma loja online focar no aumento de sua conversão. Um ponto de especial atenção para lojistas de todos os tipos e portes, é a dificuldade de crédito do consumidor. A proporção de transações negadas em cartões por falta de crédito deve aumentar, piorando a conversão da loja.

A Braspag oferece duas funcionalidades interessantes para ajudar no tratamento das transações negadas: a compra com múltiplos meios de pagamento, onde o consumidor pode “dividir” o valor a ser pago por uma única compra, em mais de um cartão de crédito, e a Retentativa, na qual pedidos negados podem ser parametrizados para uma nova tentativa, desde que haja probabilidade de sucesso.

Mesmo com a necessária cautela, o e-commerce brasileiro vai continuar crescendo, mantendo-se como um dos setores mais atrativos para novos empreendedores. O uso expansivo de novas tecnologias e funcionalidades é recorrente neste mercado, o que explica a sua performance virtuosa de crescimento e a superação de cenários negativos, o que é esperado também para o próximo ano.

* Gastão Mattos é CEO da Braspag, empresa do grupo Cielo

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Dobra o número de pagamentos via smartphone no Brasil, revela pesquisa MercadoPago/IPSOS

O MercadoPago, instituição de pagamento do MercadoLivre, em parceria com o Instituto IPSOS, acaba de divulgar uma pesquisa que detalha como os consumidores estão utilizando os meios de pagamento online no Brasil. Os resultados mostram que 45% dos entrevistados já realizam algum tipo de operação de pagamentos via smartphones – mais do que o dobro (21%) do registrado em 2014 pela mesma pesquisa. O instituto IPSOS entrevistou 450 usuários de internet no Brasil.

Entre os pagamentos mais realizados pelos brasileiros que usam smartphones estão roupas e acessórios (59%), celulares (56%), eletrônicos em geral (49%) e pagamentos de contas de casa (água, luz, etc) (45%). Entre as categorias que os entrevistados ainda desejam passar a pagar de forma mobile estão Alimentos e Bebidas (23%), Turismo (20%) e Educação (19%).

Segundo Celina Ma, head de Marketing do MercadoPago no Brasil, os resultados mostram que o consumidor se sente cada vez mais seguro ao pagar online, e quer acrescentar praticidade, rapidez e conforto ao processo. “O uso do mobile para operações de pagamento avança rapidamente. Estar preparado para atender às novas demandas do consumidor é essencial para os varejistas, sejam eles grandes ou pequenos”, destaca.

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E-commerce registra faturamento 26% maior nas vendas de Natal, segundo o E-bit/Buscapé

As vendas de Natal no varejo online brasileiro registraram novamente aumento neste ano. O faturamento das lojas virtuais alcançou um crescimento nominal de 26% na comparação com 2014, chegando a R$ 7,4 bilhões.

É o que informa a E-bit/Buscapé (www.ebit.com.br), unidade especializada em informações do comércio eletrônico do Buscapé Company. Com isso, a expectativa para o setor no período que antecede o dia 25 de dezembro (de 15/11 a 24/12) foram superadas – eram esperados crescimento nominal de 22% e faturamento de R$ 7,2 bilhões. As três categorias que mais venderam foram, de acordo com o levantamento, Eletrodomésticos, Moda e Acessórios e Telefonia e Celulares (quadro abaixo com o top five).

“A cada ano o e-commerce ganha novos consumidores e a quantidade de pedidos no Natal cresce neste período por conta da conveniência da entrega em casa e a possibilidade de pesquisar e encontrar boas ofertas sem ter de enfrentar lojas cheias e longas filas”, comenta o diretor executivo da E-bit/Buscapé, André Ricardo Dias. “Para o e-commerce foi um final de ano positivo, impulsionado também pelas vendas da Black Friday”, acrescenta.

A quantidade de pedidos chegou a 17,6 milhões, um aumento de 16% em comparação ao mesmo período do ano passado, assim como o tíquete médio, que foi de R$ 420,08, um crescimento de 8,4%. No total, 9,3 milhões de consumidores se conectaram para ir às compras pela Internet, 17,2% a mais que em 2014.

O mobile commerce (compras originadas a partir de smartphones e tablets) também confirmou a tendência de crescimento observada ao longo do ano e representou 13,6% das transações nas compras dos presentes, índice acima do registrado em todo primeiro semestre, de 10,1%.

Confira as cinco categorias que mais venderam:

Categorias Participação (%)
Eletrodomésticos 13,5
Moda e Acessórios 12,3
Telefonia/Celulares 11,4
Livros/Assinaturas e Revistas 10,7
Cosméticos e Perfumaria/Cuidados Pessoais/Saúde 9,8

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Gartner: 50% dos pagamentos serão realizados via dispositivos móveis até 2018

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, afirma que os pagamentos móveis estão conquistando cada vez mais a aceitação entre os consumidores na América do Norte, Japão e em alguns países da Europa Ocidental. De acordo com o Instituto, espera-se que, até 2018, metade dos consumidores dos mercados maduros use smartphones ou tecnologias wearables para realizar pagamentos.

“A inovação em aplicativos, dispositivos e serviços móveis está impactando os modelos de negócios tradicionais, especialmente na maneira como as pessoas usam a tecnologia para a produtividade pessoal e o lazer. Os gerentes de produto precisam entender quem são os consumidores desses novos aparelhos e serviços, e como eles estão sendo usados. Conhecer o cliente é fundamental para aproveitar as oportunidades de consumo nesse setor dinâmico”, afirma Amanda Sabia, Analista de Pesquisas do Gartner.

O Gartner também anuncia outras duas previsões para o segmento de tecnologias pessoais:

– Até 2018, 75% do conteúdo de TV será assistido por meio de serviços baseados em aplicativos – conforme os mercados maduros passam mais tempo assistindo TV com aplicativos, mais famílias começarão a pressionar as TVs por assinatura.

– Operadoras de TV paga terão que fornecer a funcionalidade baseada em aplicativo para o seu conteúdo, para que possam se manter competitivas em uma crescente cultura de visualização de TV via aplicativo.

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Internet of Things (IoT) Business Creation Patent Strategy

TechIPm (http://www.techipm.com) has announced the addition of an IoT strategic patent development and monetization consulting service to its offerings.

Goldman Sachs defines the IoT as the third wave of internet revolution: By connecting billions of devices to the internet, the IoT can open up a host of new business opportunities and challenges. Even though the IoT is getting a huge attention recently the concept of interconnected billions of devices is not new and has been under development for over 10 years. Thus, there are a large number of related patented technologies that can be exploited for developing new products/services, and thus, new business for the emerging IoT market.

Many patent applications and newly issued patents can be further developed for creating new values by amending and creating claims and generating follow-on patents to encompass emerging technology and products/services trends, market demands, and strategic exploitation goals. TechIPm provides consulting for improving existing patents to obtain maximum ROI. TechIPm also provides consulting on developing new patents that can lead to new IoT product/service development exploiting the strategic patent preparation & prosecution, white space analysis, and scenario analysis.

A strategically packaged patent portfolio is the collection of patents that the integrated value propositions of each patent of the portfolio target specific value propositions that are provided by emerging new products/services. TechIPm develops the strategically packaged patent portfolio in alignment with a client’s specific IoT business interests (e.g., smart home automation). TechIPm’s methodology for developing the strategically packaged patent portfolio is based on a deep understating of the IoT technologies, extensive experiences in patent analysis and development, and insights into the emerging IoT market. The strategically packaged patent portfolio can be used for monetization through patent sale, patent licensing, commercialization, spin-off, patent banking, and patent-backed financing. TechIPm also can provide consulting on developing monetization program for exploiting the IoT strategically packaged patent portfolio.

For detailed information, please visit

http://www.slideshare.net/alexglee/best-practices-of-ip-patent-strategy-iot-internet-of-things-case-study

TechIPm, LLC is a research and consulting company specializing in emerging technology strategic patent R&D and monetization.

TechIPm, LLC consulted diverse industry players in the field of Telecom, electronics, IT, and computer.

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Veja 5 passos para sobreviver à crise financeira em 2016 – Por Reinaldo Domingos*

As projeções econômicas para as famílias brasileiras para o próximo ano são no mínimo preocupantes, uma vez que já se projeta um agravamento da crise, com reflexos diretos nas finanças pessoais, com alta de juros, tributos e preços. Isso é reflexo tanto do mercado interno, com clara estagnação e grande índice de inadimplência da população, como do externo, no qual as grandes economias já se mostram recessivas há tempos.

Enfim, como dito, o macro com certeza vai refletir no micro, isso é, nas contas e investimentos das famílias. Contudo, mesmo com um cenário pouco animador, não há motivos para desespero, e sim para planejamentos e adequação, buscando sair fortalecido deste período. Para auxiliar, elaborei algumas orientações pertinentes:

Livre-se das dívidas – muitos pensam em como se livrar das dívidas em um momento de crise. Pode parecer impossível, mas é exatamente nesses momentos que os credores também oferecem as melhores condições para negociações. A orientação é que o primeiro passo seja o de resolver o problema que levou ao endividamento, isto é, a causa. Adequar seu padrão de vida a sua realidade é muito difícil, mas é fundamental observar que não pode viver em uma realidade que não é sua. Cortas gastos para ganhar fôlego e, assim, poder assumir o compromisso de pagar as dívidas é a melhor opção agora. Se não se livrar desse problema de forma emergencial, pode ter certeza que a alta dos juros prejudicará a sua saúde financeira no futuro.

Faça uma faxina financeira – sabia que, em média, 25% dos nossos gastos são com supérfluos? As pessoas sempre dizem que não têm mais da onde reduzir os gastos, mas, depois, quando fazem uma análise, observam que é possível. É preciso realizar um diagnóstico de sua vida financeira por 30 dias, anotando tudo o que gasta por tipo de despesa, até mesmo cafezinhos e gorjetas. Assim, verá uma realidade muito diferente do que imagina. Mas ressalto que não se deve virar escravo dessa anotação, pois, quando vira rotina, perde a eficácia.

Chegou a hora de sonhar – por mais que o cenário para muitos seja de pesadelo, nessa hora, é de grande importância sonhar, ou seja, definir os objetivos materiais, pois eles é que farão com que se tenha foco para evitar o descontrole ou mesmo o desespero. Reúna a família e converse sobre o tema, dividindo os sonhos em três tipos: curto (até um ano), médio (até dez anos) e longo (acima de dez anos) prazos, definindo também quanto custam e quanto poderão poupar por mês para realizá-los.

Mude o formato de seu orçamento – um erro comum é pensar que orçamento financeiro familiar consiste em registrar o que se ganha e subtrair o que se gasta e, caso sobre dinheiro, será lucro, se faltar, prejuízo. A forma correta, no entanto, consiste em, primeiramente, elaborar o registro de todas as receitas mensais, posteriormente, separar os valores pré-definidos para os projetos da família e, somente com o restante, adequar os gastos da família. Isso forçará um ajuste do padrão de vida familiar para conquistas financeiras.

Chegou a hora de saber investir – com a alta de juros, agora, é um bom momento para quem que investir, contudo, o grande erro que observo é a ideia de poupar sem motivo e buscar sempre o melhor rendimento. No mercado financeiro, existem diversas opções de aplicação em ativos financeiros com riscos diferentes. A orientação é procurar variar o investimento de acordo com o tempo que utilizará o dinheiro. De forma geral, o risco de uma aplicação financeira é diretamente proporcional à rentabilidade desejada pelo empreendedor, ou seja, quanto maior o retorno estimado pelo tipo de aplicação escolhida, maior será o risco, por isso, é preciso cautela.

*Reinaldo Domingos, presidente da Associação Brasileira de Educação Financeira (Abefin), autor do best-seller Terapia Financeira e da primeira coleção completa de educação financeira para escolas, que já é adotada em mais de 1500 escolas em todo o Brasil.

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2015, o ano em que acabou a inflação salarial

A partir de julho deste ano, após os seguidos escândalos e crises políticas, as empresas estacionaram seus planos de recursos humanos e muita coisa mudou nos quadros de executivos. “Elas pararam para observar o que estava acontecendo”, diz Áurea Imai, sócia da Boyden, empresa global referência em recrutamento e seleção de executivos em diversos segmentos no Brasil e do mundo.

Neste mês, quando acaba um dos anos mais difíceis para a economia do país, a especialista avalia o comportamento das empresas em relação aos salários e novas contratações. “Acho que nos anos em que a economia ia bem, as empresas estavam mais focadas em aumentar o headcountpara atender rapidamente a demanda, e hoje elas precisam analisar de que forma a equação quantidade x qualidade x produtividade está impactando o negócio”, afirma Áurea.

Até o meio deste ano, o mercado estava se comportando de forma normal. Então, as empresas começaram a adiar asdecisões de contratações previstas. Para as startups internacionais com planos de implantação no Brasil e, portanto, cheias de planos de contratações locais, 2015 também virou um compasso de espera. “Muitas startups para as quais faríamos rodadas de entrevistas de executivos, pararam os planos de vir ou estão em marcha lenta”, diz Aurea. “Elas não desistiram, mas esperam um cenário melhor para investir no país”.

Entenda a inflação salarial

Há alguns anos, o que se viu no mercado foi uma juniorização das estruturas, com salários cada vez mais altos. “Empresas inflaram suas estruturas, mas com a falta de profissionais mais prontos, contrataram profissionais não tão preparados por salários muito altos”, explica Áurea. Elas não estão reduzindo esses salários, mas estão buscando executivos altamente qualificados, estratégicos, com alta exigência de resultados para justificar o investimento salarial.

“O mercado está se reajustando, se readaptando para buscar profissionais mais seniores e qualificados, que fechem a conta da produtividade e competitividade”. Acabou a inflação dos salários. Sobraram cargos, claro, porém, muito bem preenchidos.

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CPI de Crimes Cibernéticos pode incluir caso de bloqueio do Whatsapp em relatório final

Imagem: Antonio Augusto/Câmara dos Deputados

Imagem: Antonio Augusto/Câmara dos Deputados

O bloqueio do aplicativo WhatsApp pela Justiça brasileira na última quinta-feira, 17, foi debatido pelos deputados da CPI dos Crimes Cibernéticos na última reunião do ano da comissão. O bloqueio foi uma represália da primeira vara criminal de São Bernardo do Campo (SP) contra o aplicativo WhatsApp por ter se recusado a cumprir determinação judicial de quebrar o sigilo de dados trocados entre investigados criminais.

Prorrogada até março do ano que vem, a CPI pode incluir o assunto em seu relatório. A presidente da CPI, deputada Mariana Carvalho (PSDB-RO), disse que o documento final da comissão deve propor alternativas para se coibir os crimes praticados usando a tecnologia, mas sem prejudicar os usuários.

“Estamos chegando ao final dos trabalhos e a gente precisa que saiam relatorias positivas para que não aconteça isso [a suspensão do WhatsApp], prejudicando os brasileiros e, principalmente, que dê oportunidade para gente conseguir descobrir esses crimes que são realizados pela internet: casos de pedofilia, tráfico de pessoas, tráfico de órgãos, casos do PCC. Essa é a nossa preocupação: não acabar com a liberdade de expressão, mas dar segurança a todos brasileiros”, afirmou a tucana.

O deputado Sandro Alex (PPS-PR) considerou o caso de suspensão do WhatsApp grave e sugeriu que a CPI faça alguma recomendação à Justiça sobre esse episódio. Ele lembra que, em audiência pública na comissão, o diretor jurídico do Whatsapp esclareceu que, mesmo com ordem judicial, é impossível quebrar o sigilo das mensagens trocadas porque a empresa não dispõe do código de criptografia, nem mantém as mensagens armazenadas no seu servidor.

“Temos uma declaração do WhatsApp que eles não têm a informação; não é que eles não queiram entregar. Não há caso semelhante no mundo de algo como está acontecendo no Brasil: uma decisão de um juiz de um estado afetar todo o País. Poderiam ter dado uma multa à empresa, e ela poderia recorrer alegando que não tem as informações, porque ninguém é obrigado a fornecer aquilo que não tem”, considerou o político paranaense.

O deputado Silas Freire (PR-PI) avalia que a decisão da Justiça só se justifica para ajudar na investigação e alertou para o risco de outros aplicativos usados para furar o bloqueio ao WhatsApp, que disfarçam o endereço IP do usuário. “A gente pode sacrificar a comunicação do povo brasileiro por uma interceptação que eu acho justa. Se tiver em curso uma operação em que a polícia vai prender uma facção criminosa, por exemplo, as 48 horas do bloqueio de um sistema de comunicação irá facilitar essa investigação e os trabalhos policiais”.

O bloqueio do aplicativo WhatsApp por 48 horas foi derrubado por um desembargador da Justiça de São Paulo no início da tarde da última quinta-feira, 17.

Geórgia Moraes – Agência Câmara Notícias

Edição: Luciana Cesar.

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Aplicativo do ZAP mostra quanto custa cada imóvel nas principais cidades do Brasil

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Uma das dificuldades enfrentadas por quem quer vender seu apartamento é saber quanto ele vale. O valor do m² por região é uma forma de calcular o quanto o imóvel pode custar, mas nem sempre é a mais precisa. Para sanar esta dificuldade, o aplicativo do ZAP Quanto vale este imóvel?. Com ele, é possível pesquisar o preço médio dos apartamentos prontos nas principais cidades brasileiras.

Por meio de mapa, o usuário seleciona a região que tem interesse e encontra pins que indicam: preço estimado de cada imóvel, valor do m², área útil, número de dormitórios, endereço exato e data do último anúncio no site.

“O ZAP chegou a um nível de complexidade e de capilaridade que todos os apartamentos de São Paulo, e das outras cidades atendidas, foram em algum momento anunciados no nosso portal”, afirma Eduardo Schaeffer, CEO do ZAP. “Com base nestes anúncios, desenvolvemos o app, já que temos milhares de imóveis anunciados em nossa base”, resume ele. Isso significa que, mesmo que um edifício não tenha unidades à venda, o ZAP conseguirá estimar valores pois utilizará seu amplo histórico para fazer este cálculo.

Para chegar ao valor atualizado de cada imóvel, o aplicativo corrigirá mensalmente os preços pelo Índice FipeZAP de Preços Anunciados – Venda* e aplicará automaticamente desconto médio praticado pelo mercado. “Como é praxe no mercado anunciar um imóvel por um preço mais alto para diminuí-lo nas negociações, aplicamos este desconto padrão e chegamos a um valor muito mais preciso”, aponta Schaeffer. “O ZAP segue com sua missão de traduzir as tendências do mercado imobiliário e de fornecer informações deste setor”, aponta o CEO.

O ZAP já oferece esse serviço em seu site e, com o app, o objetivo é facilitar a navegação e torná-la acessível de onde quer que o usuário esteja. “Se estiver passeando por um bairro, é possível visualizar em tempo real quanto vale determinado imóvel”, analisa Schaeffer.

Disponível gratuitamente, o Quanto vale este imóvel? pode ser encontrado tanto na App Store quanto na Google Play Store – usuários do Android terão um recurso a mais: poderão visualizar o mapa por meio do Street View. Para desenvolver o aplicativo, o ZAP envolveu nove profissionais do seu time: cinco desenvolvedores, designer, arquiteto e product owner.

*O índice FipeZAP é desenvolvido por Fipe e ZAP e acompanha o preço médio do m² de apartamentos prontos em 20 municípios brasileiros com base nos anúncios do portal.

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Gartner diz que Cidades Inteligentes terão 1,6 bilhão de coisas conectadas em 2016

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, estima que 1,6 bilhão de coisas conectadas serão usadas em Cidades Inteligentes em 2016, um aumento de 39% em comparação com 2015.

“Prédios comerciais inteligentes serão os principais usuários de dispositivos de Internet das Coisas (IoT) até 2017, seguidos pelos residenciais, que terão mais de 1 bilhão de dispositivos conectados em 2018”, afirma Bettina Tratz-Ryan, Vice-Presidente de Pesquisas do Gartner.

Segundo o Gartner, os imóveis comerciais têm se beneficiado da implementação de IoT, pois essa tecnologia cria uma visão unificada da gestão de instalações, assim como de operações de serviço avançadas, com a coleta de dados e a utilização de milhares de sensores. “Presente principalmente em grandes áreas, como zonas industriais, regiões de escritórios, shopping centers, aeroportos e portos, a IoT pode ajudar a reduzir custo de energia, gestão de infraestrutura e manutenção predial em até 30%”, diz a analista.
Os aplicativos comerciais que favorecem o crescimento de loT em edifícios comerciais são organizados por sistemas de gestão de informação predial, que determinam a gestão operacional, especialmente associados à eficiência energética e aos serviços centrados no usuário. Em 2016, as câmeras e webcams de segurança comercial, assim como os LEDs de interiores, chegarão ao crescimento total, representando 24% do mercado de IoT em Cidades Inteligentes.

A implementação de loT em edifícios comerciais continuará crescendo rapidamente nos próximos anos, e seguirá o ritmo até 2018, passando a cifra de 1 bilhão. “Os incentivos para a implementação de IoT em imóveis comerciais alimentará o seu desenvolvimento. As regras de Modelagem de Informação Predial (Building Information Modeling – BIM) do Reino Unido, por exemplo, requerem que toda construção do setor público iniciada em 2016 cumpra com a BIM nível 2”, explica Bettina Tratz-Ryan, Vice-Presidente de Pesquisas do Gartner. A BIM utiliza modelos de dados vindos de diversas fontes de informação, incluindo IoT, que será usada em imóveis comerciais no futuro.

Nas casas inteligentes, os aplicativos de IoT que estão impulsionando o crescimento são as TVs, caixas de descodificação, lâmpadas e outras ferramentas inteligentes de automação residencial, como termostatos, sistemas de segurança e utensílios de cozinha inteligentes. “A maturidade de crescimento das plataformas residenciais inteligentes, por meio do ecossistema de utensílios residenciais, entretenimento informativo e sensores residenciais, fará com que os investimentos residenciais ultrapassem os dos prédios comerciais em 2018”, diz a executiva.

Residências inteligentes representarão 21% do total de IoT em uso nas Cidades Inteligentes em 2016, e registrarão o maior aumento nos próximos cinco anos. “Os padrões de dispositivos e de wireless serão embutidos em mais aparelhos. As residências serão interconectadas à informação e capacitadas de forma inteligente, tornando-se um ambiente de serviços integrados que fornecerão valor para a residência e para o ambiente individual,” acrescenta.

Na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP21), que aconteceu em Paris, muitos países estiveram empenhados em definir metas ambientais para reduzir as emissões de gases que provocam o efeito estufa e em melhorar os padrões ambientais. “Graças aos dados coletados por sensores, as Cidades Inteligentes podem interagir e se engajar com os habitantes e os negócios, criando um ambiente colaborativo,” afirma.

Em Singapura, por exemplo, os sensores dos pontos de ônibus podem identificar pessoas com necessidades especiais, e os ônibus são avisados com antecedência para permitir que as pessoas idosas tenham tempo de embarcar. Em Málaga e Madri, as bicicletas equipadas com sensores ambientais e os carrinhos do correio registram a poluição do ar, enviando dados a um site acessível ao público. “Os cidadãos podem contribuir ativamente para o desenvolvimento e a direção estratégica da cidade. Ao mesmo tempo, os negócios se tornam mais habilitados a utilizar os dados do sensor para criar sua proposta de valores”, afirma a analista do Gartner.

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Certificado digital será obrigatório para empresas com mais de oito funcionários a partir de 1º de janeiro, alerta Serasa Experian

A resolução 125 do Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN), publicada em 9 de dezembro, torna o uso do certificado digital obrigatório para empresas com mais de oito funcionários a partir de 1º de janeiro de 2016. A partir de julho de 2016, as empresas com mais de cinco empregados também deverão usar a certificação e, um ano depois, as que possuem mais de três. Atualmente, a obrigatoriedade engloba as companhias com mais de 10 funcionários.

As empresas que não utilizavam o certificado digital podiam efetuar as transmissões de dados sem a utilização do Certificado Digital, utilizando apenas login e senha no portal Conectividade Social e do e-Social. O portal Conectividade Social é um canal online disponibilizado pela Caixa gratuitamente às empresas para a transmissão, via internet, dos arquivos gerados pelo programa SEFIP – Sistema de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social. O objetivo é facilitar o cumprimento das obrigações relativas ao FGTS.

Já o eSocial é um projeto do governo federal que vai unificar o envio de informações pelo empregador em relação aos seus empregados. Desde 01/10/2015, está disponível no e-Social a ferramenta que possibilitará o recolhimento unificado dos tributos e do FGTS para os empregadores domésticos. As novas obrigatoriedades valem para as empresas que se enquadram no Simples Nacional, regime compartilhado de arrecadação, cobrança e fiscalização de tributos aplicável às microempresas e empresas de pequeno porte.

Qual o certificado deve ser utilizado?

Para empresas que possuem número de CNPJ, deve ser utilizado um certificado de Pessoa Jurídica (e-CNPJ) para identificação nos sistemas e transmissão dos dados. Para facilitar o processo, é possível que a empresa defina um procurador (funcionário ou contador) para ser responsável por essas transações por meio de uma “delegação” dentro do próprio sistema. Porém, para que isso seja possível, é necessário que o procurador obtenha um certificado digital (e-CPF ou e-CNPJ) e realize também o cadastro no portal Conectividade Social.

Certificação Digital

A certificação digital é uma tecnologia que permite a identificação de pessoas físicas e jurídicas no ambiente eletrônico, regulamentada no país pela Infraestrutura de Chaves Pública Brasileira (ICP-Brasil), vinculada à Casa Civil da Presidência da República. Tem validade jurídica e confere aos documentos eletrônicos autenticidade, integridade, sigilo e atributo de não repúdio.

A Serasa Experian promove a certificação digital como tecnologia efetiva para a desmaterialização dos processos, com atributos de validade jurídica, agilidade e praticidade, a serviço da sustentabilidade dos negócios e processos.

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Epitrack é a startup vencedora do “The Venture” Brasil

A startup Epitrack foi eleita vencedora do concurso “The Venture” Brasil, do whisky Chivas Regal. O anúncio acaba de ser realizado em festa exclusiva para convidados na última quinta-feira, dia 17, na Casa Fares, em São Paulo. O empreendedor Onício Leal Neto recebeu o prêmio das mãos de Lucas Foster e Maria Prata, mentores dessa edição do projeto. Também estiveram presentes no evento nomes como Dudu Linhares, Ícaro Silva e Lia Paris.

“Ser a representante brasileira na final do “The Venture” é uma das maiores conquistas da Epitrack até hoje”, afirma Juliana Perazzo, CFO da Epitrack. “Nossa proposta é utilizar a tecnologia na construção de uma sociedade mais colaborativa no controle de doenças infecciosas” comenta Onício Leal Neto, fundador da plataforma.

Desenvolvida pelo biomédico Onício Leal Neto, a startup de Recife (PE) é focada em vigilância epidemiológica em dispositivos móveis, detecção digital de doenças e treinamento para epidemiologistas. A Epitrack será a representante brasileira na final mundial do concurso, em julho de 2016 em Nova York, e ganha um curso na Singularity University (EUA), além de concorrer na etapa mundial com outras startups a um prêmio de U$$ 1 milhão.

“Nós sempre valorizamos o empreendedorismo e acreditamos que negócios e economia podem transformar problemas em oportunidades, sendo assim apoiar jovens que usam o seu talento para gerar oportunidades para os outros é natural para a marca. Com iniciativas como “The Venture” queremos impulsionar ideias que contribuam para que os negócios sejam usados como uma grande força do bem. Esperamos que o vencedor aproveite o curso na Singularity University, além da oportunidade de conhecer empresas líderes em tecnologia e serem orientados por especialistas. E, principalmente, que o projeto atinja todo seu potencial de transformação social” diz Melanie Conrad, gerente de marketing de Chivas da Pernod Ricard Brasil.

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EY é reconhecida como líder global em estratégias digitais para serviços de consultoria

A EY acaba de ser eleita líder global em estratégias digitais para serviços de consultoria. O reconhecimento foi concedido pela International Data Corporation (IDC MarketScape), provedora global de inteligência de mercado e eventos para os mercados de Tecnologia da Informação, de Telecomunicações e de Tecnologia de Consumo.

Após avaliar as atividades das empresas líderes em estratégia digital, o IDC MarketScape destacou as habilidades da EY em permitir que seus clientes implementem recursos digitais para melhorar seus resultados de forma efetiva, considerando suas operações internas, market share, experiência dos consumidores e produtividade. O reconhecimento também analisou as consultorias por sua capacidade de entregar projetos de curto, médio e longo prazo aos clientes. De acordo com a avaliação das empresas que demandam serviços de consultoria em estratégia empresarial digital a EY é considerada a companhia com maior capacidade em ajudar seus clientes a evoluir para incluir uma melhor utilização dos recursos digitais na melhoria da experiência final.

Para a EY, o resultado da análise do IDC é um reconhecimento dos esforços que a empresa tem feito visando auxiliar clientes, de forma prática e efetiva, a lançarem suas estratégias digitais. “Impulsionada pela análise de dados e novas tecnologias, a área digital está rompendo com todos os modelos de negócios atuais. Esse reconhecimento é prova de que globalmente, os profissionais da EY que atuam nesse setor estão ajudando nossos clientes a incorporar estratégias digitais em todos os aspectos da sua organização”, afirma Fabrício Cardoso, sócio de consultoria da EY.

Visando ampliar sua atuação no mercado de serviços digitais, a EY realizou importantes aquisições ao longo de 2015. “No Brasil buscamos o foco prático e de resultado efetivo para nossos clientes considerando a estratégia deles, por meio do aumento do market-share, ajuste do mix de produtos, ganho de eficiência dos canais e da força de vendas, integração da cadeia produtiva com a demanda real ou melhoria da experiência do consumidor. Nosso foco é o resultado independente de quais tecnologias utilizar e sem considerar modismos”, afirma Cristiane Amaral, líder da área de melhoria de performance para América do Sul.

Com este foco, a EY realizou investimentos importantes no Brasil, com a compra da InWave, empresa de estratégia digital, digital marketing e customer experience, e está totalmente integrada com as aquisições da NorthPoint Digital, líder em soluções digitais, da Bedrock, empresa de inovação digital e customer experience, da Greenwich, de digital & analytics, e da Seren, líder em design digital internacional e inovação.

Além disso, de forma absolutamente inovadora, em outubro deste ano a EY firmou uma parceria estratégica com o LinkedIn. O objetivo é oferecer, conjuntamente, serviços para auxiliar empresas ao redor do mundo a utilizar a tecnologia, redes sociais e técnicas inovadoras de venda para aumentar a eficácia de suas estratégias de mercado. “O sucesso da EY é fruto dos bons resultados de nossos clientes e da qualidade das nossas pessoas, ainda mais em um mercado desafiador como América do Sul” reforça Cristiane.

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Brasileiros consideram a internet o melhor caminho para conseguir emprego

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Cerca de 34% dos entrevistados apontam a internet como o melhor caminho na hora de procurar uma nova oportunidade; redes de contatos formadas por antigos colegas de trabalho também são muito efetivas no país

Todos os anos, quase 20% dos trabalhadores em todo o mundo mudam de emprego. E 55% dessas pessoas encontram suas novas posições através de sites de busca de emprego na Internet. Essa é a conclusão do novo relatório produzido pelo The Boston Consulting Group (BCG) em parceria com o Recruit Works Institute, que ressalta as mudanças radicais que a Internet trouxe para o mercado de recrutamento.

O estudo, intitulado Job Seeker Trends 2015: Channels, Search Time, and Income Change, analisa resultados de uma pesquisa com mais de 13 mil candidatos a emprego de 13 países e fornece uma visão global do processo de recrutamento atual. Os países pesquisados no relatório cobrem 59% das quase 3 bilhões de pessoas empregadas globalmente, o que torna o relatório uma das maiores pesquisas de percepção de emprego já realizada no mundo.

No Brasil, a maioria, cerca de 34% dos entrevistados, também aponta a Internet como o melhor caminho na hora de procurar uma nova oportunidade, seja em sites que relacionam vagas fixas ou temporárias, em portais onde é possível cadastrar o currículo, em agências virtuais de empregos e até em fóruns de discussão. Apenas 10% dos entrevistados acredita que o que mais funciona ainda são os classificados publicados em jornais e revistas.

O relatório destacou também que no Brasil e na Rússia os respondentes ainda consideram muito efetivas as redes de contatos formadas por antigos colegas de trabalho ou de estudos na busca por um novo emprego. Já nos Estados Unidos, Canadá e Austrália, as indicações de familiares e amigos são as mais importantes. Na Índia, muito diferente da realidade dos outros países, essa é a modalidade considerada a mais eficaz por 70%, e apenas 8% escolheram a Internet. No Japão, por sua vez, uma grande quantidade de pessoas busca empregos públicos – 24% ante 5% da média global.

“As diferenças encontradas no relatório refletem a cultura, economia e maturidade de cada país”, afirma Christian Orglmeister, sócio do BCG. “No Brasil, o grande destaque ainda é a efetividade da Internet e das indicações no processo de busca por um emprego. ”

A pesquisa ainda identificou que dentre os brasileiros que trocaram de emprego em 2014, 69% disseram estar satisfeitos com a nova posição, 21% se disseram indiferentes e 10% estão ainda mais insatisfeitos. Na comparação com outros mercados, os mais satisfeitos com o novo trabalho são os indianos (90%) e os menos são os japoneses (57%).

Dados Globais

Cerca de 40% dos candidatos a emprego em todo o mundo usaram apenas um canal em sua busca, e cerca de 25% utilizaram dois. Quase 55% dos entrevistados procuraram um novo emprego através do canal de busca na Internet, em comparação com 36% que utilizaram jornais e revistas, 33% que buscaram por meio de indicações, 24% que entraram em contato diretamente com um potencial empregador, 20% que buscaram empregos públicos e 17 % que buscaram por meio de agências de emprego.

De acordo com os entrevistados na pesquisa, sites de emprego na internet e indicações foram os canais mais efeitos para encontrar um trabalho. Com 33%, a internet foi classificada como o canal mais efetivo, enquanto 19% consideraram indicações, 10% disseram que anúncios em jornais e revistas foram mais eficazes, enquanto apenas 5% disseram que o êxito maior era por meio de canais públicos.

Considerando apenas os usuários dos canais em questão, 60% dos usuários que buscaram emprego pela Internet, 59% dos usuários que tinham indicações de outras pessoas e menos de 33% dos usuários de jornais e canais públicos disseram que o canal foi o mais efetivo.

Melhoria de Renda

Uma razão pela qual as pessoas mudam de emprego é a obtenção de uma renda maior. Mas quantas vezes os funcionários conseguiram isso? Segundo a pesquisa, 57% do total que mudaram de emprego viram a sua renda aumentar. Países com crescimento do PIB anual de 2% ou mais, foram os que apresentaram melhorias de renda em busca de novos empregos.

A Busca Pela Internet

Paradoxalmente, o avanço das tecnologias de recrutamento tem tanto alongado como encurtado o período de procura de emprego. Por um lado, anúncios de emprego na Internet permitem aos empregadores atingir um público-alvo amplo com o clique de um mouse. Por outro, os candidatos a emprego de hoje são capazes de se inscrever para postar atualizações de emprego e podem, assim, passar mais tempo casualmente navegando na busca por empregos. Em média, quem trocou de trabalho em 2014 levou oito semanas para completar sua investigação e esperou cinco semanas para receber uma oferta.

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GS&MD leva a mais importante delegação brasileira para maior feira de varejo do mundo

Entre os dias 17 e 20 de janeiro de 2016, será realizada a 105ª edição do NRF Retail’s Big Show, em Nova York, EUA. O evento de quatro dias reúne conteúdos incomparáveis em palestras com os principais nomes do Varejo, Franchising, Shopping Centers e E-commerce mundial, networking, além de uma enorme expo, com mais de 550 expositores em uma área de 205 mil m².

Há mais de 20 anos, a GS&MD – Gouvêa de Souza leva a maior delegação de brasileiros ao evento, composta por líderes que influenciam outros líderes, com conteúdos exclusivos, visitas técnicas in-loco, reuniões de introdução e muitos outros fatores que levaram o grupo a ser recomendado pela National Retail Federation por oferecer o melhor programa de visitas ao varejo dos EUA. Na próxima edição, além dos executivos e varejistas que representam o mercado nacional, o grupo também contará com a presença dos alunos e professores da FGV, vencedores do prêmio Os Profissionais do Varejo de Amanhã 2015, entregue durante o Latam Retail Show 2015, em São Paulo.

O Diretor Geral da GS&MD Marcos Gouvêa de Souza palestrará no evento em companhia de Rony Mesler (CEO da reserva). A palestra terá como ponto focal o crescente poder de compra, a geração Y, ou Millennials, detêm a chave para o futuro dos varejistas. Lojas e marcas descobriram que, quando se trata de geração do milênio, é importante ter um “propósito” para o negócio que podem ser adotado e partilhado pelos clientes.

Flávio Rocha, CEO da Riachuelo; Luiza Helena, presidente do IDV – Instituto para Desenvolvimento do Varejo; Eduardo Ourivio, sócio-fundador do Spoleto; Rony Meisler, CEO da Reserva; Raquel Pirola, diretora de marketing da Óticas Carol; Sergio Herz, CEO da Livraria Cultura; German Quiroga, CEO da CNOVA; Claudio Kalim, diretor-geral da Africa Zero e Leticia Abraham, vice-presidente da WGSN na América Latina são alguns dos executivos presentes na delegação.

Além das visitas técnicas, feitas em lojas que servem como modelo de operações de varejo para o mundo, a delegação brasileira também contará com o Retail Executive Summit, uma avant-première que contará com o debate entre os principais líderes do Varejo, Franchising, Shopping Centers e E-commerce, este evento será transmitido via webcasting. Neste evento, será entregue um material prévio, distribuído durante a NRF, com uma compilação de tudo o que foi visto no evento e será apresentado durante o pós, também promovido pela GS&MD.

A tecnologia será um assunto recorrente no evento, com palestras e apresentações nas quais é possível citar inteligência artificial no varejo, Small Data versus Big Data, experiência através de dispositivos móveis, tecnologias de imersão, além de temas como compreender o cliente dentro e fora da loja, preço certo na hora certa, a construção de uma marca que seja amada pelos jovens, as superações dos desafios nos mercados de entrada etc.

A delegação GS&MD, patrocinada pela Microsoft, AMEX, APEX e Manhattan Associates, possui como parceiros a ABRE – Associação Brasileira de Embalagens, Anamaco – Associação Nacional dos Comerciantes de Materiais de Construção, ESPM – Escola Superior de Propaganda e Marketing, Fecomercio – Federação do Comércio do Estado de São Paulo, FGV – Fundação Getúlio Vargas, Ibevar – Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo e WGSN.

“No momento em que precisamos repensar tudo no Brasil, é especialmente importante nos inspirarmos pelo que é feito no maior mercado de varejo, franchising, shopping centers e e-commerce do mundo.”, conclui Marcos Gouvêa de Souza, diretor-geral da GS&MD – Gouvêa de Souza.

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Santos Brasil lança nova versão do seu aplicativo

Ferramenta que permite consultas e solicitação de serviços via smartphones e tablets ganha novas funcionalidades, como cálculo de armazenagem, e passa a atender também clientes de Imbituba e Vila do Conde

A Santos Brasil está lançando uma atualização do seu aplicativo para clientes e parceiros comerciais. A ferramenta, que já permitia consultas via smartphones e tablets, das principais informações referentes a cargas e serviços contratados no Tecon Santos e nos dois Centros Logísticos e Industriais Aduaneiros (Clias) operados na Baixada Santista, ganhou novas funcionalidades e passou a atender também clientes do Tecon Imbituba (SC) e Vila do Conde (PA).

Agora, além dos serviços já oferecidos, mensagens do tipo ‘push’ informam sobre a conclusão de serviços, notificações ligadas ao SIGVIG (sistema de gerenciamento e controle do recebimento, envio e fiscalização de mercadorias importadas e exportadas) e a hora e data do descarregamento de contêineres. Até então, o cliente precisava consultar o site para levantar essas informações. Com a nova versão do aplicativo, ele pode receber em tempo real informações sobre fiscalização e liberação da sua carga, ganhando agilidade e eficiência. Basta olhar na tela de seu smartphone ou tablet e verificar se tem aviso.

Outras funcionalidades disponíveis da nova versão são o Portal Financeiro, para realização de pré-cálculo de armazenagem, o controle de carga para agentes NVOCC (Non Vessel Operator Common Carrier) e o deadline de atracação do dia. Além disso, foram feitas melhorias na parte de notícias, com a possibilidade de busca, e disponibilizando o acesso rápido aos dados do consultor responsável pelo contato comercial de cada cliente na Santos Brasil.

O aplicativo é gratuito e está disponível para os sistemas Android e IOS (Iphones e Ipads) no Google Play e Apple Store. Para localizá-lo, basta digitar Santos Brasil na ferramenta de busca. Armadores, despachantes aduaneiros, exportadores e importadores, que já usavam o app, devem atualizá-lo para ter acesso à nova versão.

“O aplicativo foi desenvolvido para facilitar o dia a dia de nossos clientes e parceiros comerciais. Ele permite que clientes armadores, exportadores e importadores, agentes NVOCC, despachantes aduaneiros e outros parceiros comerciais acompanhem e façam a gestão do processo de importação e exportação de qualquer lugar e a qualquer hora, em tempo real”, diz Wagner Toffoli, diretor comercial de operações logísticas da Santos Brasil.

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Empresas que consomem 500 KW de energia por mês podem optar pelo mercado livre de energia elétrica

Preços mais competitivos, possibilidade de escolha do fornecedor e previsibilidade no dispêndio com energia elétrica são bons motivos para consumidores, que podem ser enquadrados como especiais, migrarem para o mercado livre de energia.

No Brasil, atualmente, há duas maneiras de comprar energia elétrica – em ambiente regulado ou contratação livre. No primeiro caso, os consumidores adquirem energia das concessionárias de distribuição, com tarifas reguladas pelo governo. Já contratando livremente, ou seja, diretamente das geradoras ou comerciali¬zadoras, podem negociar preços, volume e prazos. “O mercado livre de energia elétrica ou Ambiente de Contratação Livre (ACL) foi criado, em 1995, pelo governo federal com o objetivo de gerar competitividade à indústria nacional. Por isso, participar do mercado livre pode apresentar diversas vantagens”, afirma Antônio Carlos Bento, presidente da IBS-Energy, empresa especializada no fornecimento de soluções em energia de forma diversificada para atender as necessidades do mercado.

Bento aponta entre os benefícios de participar do mercado livre de energia elétrica a possibilidade de escolha do fornecedor, previsibilidade no dispêndio com energia elétrica, preços mais competitivos, comutação de cargas entre unidades consumidoras, não incidência do sistema de bandeiras tarifárias – entre outras. “As operações no mercado livre contemplam os resultados do mês anterior, uma vez que consumidor consome antes e paga depois”, complementa.

Para migrar para o mercado livre, ou seja, adquirir energia de fonte incentivada (que pode ter 50% ou 100% de desconto na TUSD – Tarifa de Uso do Sistema de Distribuição), basta o consumidor ter no mínimo 500 kW de demanda contratada ou demanda contratada igual ou superior a 3000 kW, sendo assim enquadrado como especial ou livre. “O agente poderá escolher, entre os habilitados com outorga da ANEEL, quem será seu vendedor da commodity energia elétrica”, explica. A própria IBS-Energy pode entregar a energia em condições globais muito competitivas. Quando isso não se viabiliza, é sempre possível fazer uma ampla cotação entre os diversos players do mercado. A escolha da modalidade de cotação – leilão, chamadas públicas ou até mesmo negociações bilaterais – é sempre feita com a aquiescência do cliente.
“Comprar energia elétrica no mercado livre, por um valor negociável, é seguro e confiável. Com ele, é possível reduzir custo com o insumo, fator relevante para garantir a competitividade do negócio, especialmente, em épocas de turbulências na economia”, finaliza Bento.

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Sweda alerta supermercados e varejistas sobre prazos da obrigatoriedade para o CF-e-SAT – São Paulo

A partir de 1º de janeiro de 2016, o Sistema Autenticador e Transmissor (SAT) de cupons fiscais eletrônicos passa a ser obrigatório para contribuintes que auferirem receita bruta maior ou igual a R$ 100.000,00 no ano de 2015, em substituição à Nota Fiscal de venda a consumidor (mod 2); contribuintes classificados nas CNAEs 4711301 (Hipermercados), 4711302 (Supermercados) e 4712100 (Minimercados, Mercearias, Armazéns, Empórios, Secos e Molhados), aplica-se para toda e qualquer abertura de loja, em substituição aos ECFs que tenham mais de 5 anos desde a primeira lacração, conforme portaria CAT 147-12.

Marco Antonio da Sweda (www.sweda.com.br), líder do mercado brasileiro em soluções fiscais para automação de Varejo, alerta para os prazos de obrigatoriedade do SAT em São Paulo e explica que o CF-e-SAT tem o objetivo de simplificar, flexibilizar e documentar, de forma eletrônica, as operações comerciais do varejo dos contribuintes do Estado de São Paulo, substituindo a tecnologia atual (ECF). “Para isso, a nova solução CF-e-SAT, cria um novo modelo de documento fiscal eletrônico e um novo padrão de equipamento de baixo custo, o SAT, que vai gerar, autenticar com validade jurídica e transmitir, via internet, os cupons fiscais emitidos pelos estabelecimentos comerciais”, explica.

O projeto deve possibilitar aos consumidores localizar o documento fiscal no programa da Nota Fiscal Paulista em um prazo muito menor do que o praticado atualmente, além de simplificar as obrigações acessórias dos estabelecimentos varejistas.

Solução Sweda

Para cumprir as exigências do novo Cupom Fiscal Eletrônico, os varejistas deverão adotar um equipamento SAT (Sistema Autenticador e Transmissor). “Trata-se de módulo composto de hardware e software embarcado, que deverá gerar e autenticar, por meio de Certificado Digital próprio, o Cupom Fiscal Eletrônico – SAT (CF-e-SAT) e transmiti-lo periódica e automaticamente à Secretaria da Fazenda (SEFAZ), via internet”, diz Marco Antonio.

O executivo lembra que a Sweda foi uma das primeiras a desenvolver o equipamento para o mercado brasileiro, atendendo as exigências feitas pela Secretaria da Fazenda. Chamada SS100 SAT, a solução da companhia tem velocidade de processamento 50% maior que a especificada pela Sefaz e, por conta de seu sistema exclusivo de alta compactação, consegue armazenar até 200 mil cupons fiscais em modo off-line, liberando a memória do equipamento ao voltar para o modo online. A solução Sweda já foi adotada pelos principais varejistas paulistas.

Marco Antonio, lembra que o equipamento é o que apresenta melhor performance, podendo operar em regime 24×7 e enviar operações de venda mesmo quando estiver realizando comunicações com a Sefaz. “Com essas características, a solução desenvolvida pela Sweda continua emitindo os cupons fiscais, mesmo se a comunicação com o Fisco for interrompida. Ela também não precisa de internet 24h ou de internet na frente de caixa”, ressalta.

A solução Sweda está integrada com as melhores soluções de software do mercado, possibilitando também pontos de venda em dispositivos móveis, com instalação e operação extremamente simples e baixo custo que trará benefícios para o varejista.

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