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Grandes marcas do varejo nacional e internacional compartilham suas experiências no VTEX DAY

Empresas como C&A, Unilever, O Boticário, Mercado Livre, B2W, Netshoes e Saraiva já confirmaram presença no VTEX DAY 2017, maior evento de varejo multicanal da América Latina que reunirá os principais especialistas do setor para abordar as tendências e inovações do omnichannel, em São Paulo, nos dias 30 e 31 de maio.

A expectativa da organização é receber 10 mil participantes que terão a oportunidade de conhecer as novidades na área, identificar como está o segmento no mundo, bem como se inspirar nas empresas nacionais e internacionais que apresentarão seus cases de sucesso.

Na Sala Keynote Arena, o CEO da C&A, Paulo Correa, ministrará a palestra Teoria x Prática do Omnichannel (desafios da digitalização), às 9h, do dia 31. Já os desafios da digitalização da centenária Saraiva será o tema abordado pelo diretor de e-commerce da companhia, Adriano Di Bella Travollassi, na Sala Comercial, às 10h50.

A expansão global do Grupo O Boticário será o assunto da palestra de Fernando Mattar, executivo de TI, e Guilherme Farinelli Silva, diretor de e-commerce, às 11h20, na Sala Operacional. Na sequência, às 15h25, na Sala do Fórum do Empreendedor Digital, acontecerá o Painel Como vender nos grandes marketplaces brasileiros?, cujo tema será debatido por Flávia Marcon, gerente de marketplace do Mercado Livre, Luis Vabo Jr., diretor executivo da B2W Digital,eLívia Soares, head Of Strategic Partners da VTEX.

Chau Banks, CIO and Channel Integration at New York & Company, e Zia Daniell Wigder, Chief Global Content Officer at Shoptall, debatem às 9h35, do dia 31, A organização digital nos tempos modernos: Top 10 lições de uma líder americana de varejo de moda. Patricia Amaro, diretora de e-commerce para a América Latina da Unilever falará também no dia 31 sobre O olhar da indústria para o canal do e-commerce em momentos de crise, na sala My Case III, às 13h20.

“O VTEX DAY é o ponto de encontro do mercado para os profissionais que buscam construir parcerias de valor para suas empresas e, principalmente, gerar novos negócios durante o evento”, explica Mariano Gomide, Co-CEO da VTEX.

Área de Exposição

A área dedicada à exposição das novidades para o varejo terá a participação de mais de 100 empresas. Serão centenas de produtos e serviços, incluindo soluções para pagamento, marketing digital, relacionamento com o consumidor, logística, integração, entre outros.

“O conteúdo e as tecnologias dos expositores foram pensados com o objetivo de oferecer ao participante o que há de melhor para o varejo virtual e físico. Nosso objetivo é mostrar as boas práticas de vendas e gestão que podem ser aplicadas nos negócios aqui no Brasil e em toda América Latina”, explica Alessandra Scano Hypolito, Head do VTEX DAY e Diretora de Eventos da VTEX.

Confira a agenda completa no site: http://vtexday.vtex.com/

VTEX Day

Data: 30 e 31 de maio de 2017

Horário: dia 30, das 16h às 22h00; e dia 31, das 07h30 às 22h

Local: São Paulo Expo – Rod. dos Imigrantes, km 1,5

Ingressos: http://ingressosvtexday.vtex.com/

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Nexxera e ACATE inauguram espaço para fomento de startups

Um dos polos de tecnologia que mais se destacam no país, Florianópolis acaba de ganhar mais uma iniciativa que pretende estimular a inovação pela aproximação de grandes e médias empresas com o universo das startups. Com a proposta de promover a inovação aberta e o compartilhamento de experiências nasce o Link Lab. A iniciativa é da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE), que tem o Grupo Nexxera – líder nacional em transações eletrônicas – como co-fundador e patrocinador.

Para receber o projeto, um novo espaço de 640m² com escritório compartilhado e oito salas privativas está sendo preparado no Centro de Inovação ACATE – Primavera, em Florianópolis, um dos ambientes mais inovadores da capital catarinense e premiado em 2016 como o melhor projeto de arquitetura corporativa da América Latina.

“Esta é uma ação que já faz parte do DNA do Grupo e que vem sido desenvolvida há algum tempo; já investimos e temos startups investidas. Entendemos que também é nosso papel fomentar e apoiar novas ideias no mercado, sejam elas independentes ou complementares ao nosso negócio”, explica o vice-presidente do Grupo Nexxera, Edenir Silva. Esta não é a única iniciativa da holding para fomento de ideias; o Instituto Nexxera recentemente também iniciou um projeto para desenvolver o empreendedorismo social.

Com relação às startups que serão investidas, há também a possibilidade de que elas sejam incorporadas ao Grupo Nexxera. “Um dos principais interesses é buscar sinergia com iniciativas empreendedoras do ramo fintech, fazer com que estas ideias sejam efetivamente levadas adiante e provermos plataformas para para acelerá-las, afim de que elas possam ir mais rapidamente ao mercado”, complementa o vice-presidente.

O projeto tem abrangência nacional, ou seja, qualquer ideia, startup do País pode se inscrever. “Este é um projeto que já nasce com potencial de grande sucesso e já integra um plano de expansão nacional e internacional”, finaliza Edenir Silva.

As startups participantes serão associadas à ACATE, tendo acesso a dezenas de benefícios ofertados pela entidade. Durante o programa no Link Lab, participarão de iniciativas de acesso à mercado via empresas patrocinadoras, assim como as Verticais de Negócios da ACATE, bem como workshops com parceiros selecionados em áreas como jurídica, contábil, marketing digital, comunicação, estratégia, além de receberem créditos e descontos no acesso a soluções empresariais, infraestrutura em computação na nuvem, entre outros.

Como as startups podem se inscrever

As startups podem se inscrever de 16 de maio a 16 de junho por meio do site http://linklab.acate.com.br para participarem do processo de seleção. Após esse período, as empresas patrocinadoras, com o apoio da ACATE, irão selecionar as startups que possuem melhor sinergia e alinhamento com seus negócios e programas de inovação. As startups selecionadas iniciarão o programa em julho.

As empresas patrocinadoras buscam startups que atuem e desenvolvam soluções em áreas de Realidade Virtual e Aumentada, Machine Learning e Inteligência Artificial, Big Data, Governança e Sustentabilidade Corporativa, Fintech, Edutech, Segurança Cibernética, Internet das Coisas, Saúde e Bem-Estar, Fintech, Biotecnologia, Supply Chain e Logística, Blockchain, entre outras.

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Pesquisa AMCHAM: 95% das empresas acreditam em resultados comerciais mais positivos em 2017

A Câmara Americana de Comércio entrevistou 326 empresários e executivos durante Seminário Perspectivas Comerciais, Econômicas e Políticas em fevereiro.

A grande maioria (95%) das empresas brasileiras acreditam em resultados comerciais mais positivos em 2017. É o que aponta pesquisa da Câmara Americana de Comércio (Amcham) com a participação de 326 lideranças de companhias de vários portes e setores da economia. A enquete foi aplicada em fevereiro, em São Paulo, durante o Seminário Perspectivas Comerciais, Econômicas e Políticas promovido pela Amcham. Desssa parcela otimista, 88% dos entrevistados consideram que o ano será de cenário de recuperação, e outros 7% apostam em novo contexto de crescimento expressivo em relação a 2016. Uma fatia de 5% acredita em números comerciais ainda negativos e sem sinais de recuperação.

A recuperação depende de três principais fatores, de acordo com os entrevistados pela Amcham. A maioria (54%) citou como aspecto prioritário o aumento da competitividade da economia, exigindo firmeza na condução das reformas estruturais. Os outros dois pontos citados foram: aumento do consumo, com estímulos ao crédito e retomada da confiança do consumido, sendo mencionado por 32%; e o crescimento das exportações, exigindo uma taxa de câmbio relativamente estável e competitiva para o setor industrial; sendo citado por 14%.

No varejo, 69% acreditam também em retomada ainda neste ano. Para 49%, a recuperação acontecerá no segundo semestre, e outros 20% apostam na concretização ainda no primeiro semestre. Outros 27% enxergam recuperação só em 2018. Levando em consideração o cenário de recuperação, três pontos serão prioritários quando se fala em investimentos comerciais da própria companhia: produtividade em processo, produção e equipe (54%); inovação do portfólio de produtos e serviços (26%); e treinamento e capacitação da força de vendas (11%).

Incertezas politicas e econômicas

Os empresários e executivos brasileiros também estão mais otimistas em relação ao cenário de instabilidade do país e mais confiantes com o novo ano. Para 84% deles, as incertezas políticas e econômicas estarão em quadro mais estável em 2017. Para os consultados, apesar da aposta em melhora em relação a 2016, duas grandes incertezas ainda devem ditar a velocidade da recuperação da economia brasileira: a operação Lava Jato e seus desdobramentos (33%) e o quadro fiscal preocupante e ainda dependente de reformas/medidas (28%). Outros fatores citados foram: a crise política e antecipações da corrida presidencial de 2018 (18%); a confiança do consumidor e investidor em níveis piores e crise de segurança mais acentuada em alguns estados (17%); e o cenário externo em virtude da troca de presidência nos EUA e tratativas do Brexit na União Europeia (4%).

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Mastercard traz para o Brasil a segunda geração da plataforma Masterpass

A segunda geração da plataforma de pagamento digital Masterpass acaba de desembarcar no Brasil. Com uma nova proposta visual, a solução reduz pela metade as etapas necessárias para o cadastramento dos cartões, garantindo ao consumidor mais eficiência desde a inserção de seus dados pessoais e de pagamento até a conclusão da compra.

As novidades da nova versão do Masterpass incluem:

– Identificação automática de carteira digital: o consumidor não precisa mais escolher entre a carteira-mãe ou a carteira digital de um determinado emissor. Agora, esse reconhecimento é feito de maneira automática, por meio dos primeiros dígitos do cartão. Ou seja: clientes da Caixa, Porto Seguro, BRB, Banrisul e Renner (que já possuem carteiras próprias na plataforma) passam a ser reconhecidos automaticamente, sem qualquer inserção adicional de informações.

– Botão dinâmico: portadores de cartões dos cinco emissores que já possuem carteiras próprias na plataforma Masterpass visualizarão o nome instituição financeira da qual são clientes no botão de pagamento. Isso permite uma experiência de compra mais personalizada para o usuário.

– Facilidade de acesso à carteira e de finalização da compra: a cada compra, o consumidor precisará apenas inserir uma senha para autenticar a transação. O seu endereço de e-mail já será exibido automaticamente na tela após o clique no botão de pagamento. E as informações pessoais e de pagamento estarão armazenadas de forma segura.

– Recuperação de senha via SMS ou e-mail: além de um aumento na segurança, a recuperação por fone ou correio eletrônico torna o processo mais eficiente.

– Novo design: além da mudança de cores e fontes, a plataforma Masterpass também está mais adaptável para visualização em dispositivos móveis, como celulares e tablets.

Além das novas funcionalidades, o Masterpass já conta com uma ampla rede de aceitação, que inclui estabelecimentos como a Ingresso.com, Renner, CVC, Petz, C&C, Ricardo Eletro, Etna dentre outros. Além disso, a tecnologia do Masterpass está embarcada no aplicativo da rede de fast-food Bob’s, que possibilita realizar e pagar remotamente pedidos a serem retirados no balcão das lojas.

Lançado como uma ferramenta que oferece simplicidade, rapidez, conveniência e segurança, o Masterpass traz uma nova experiência de compra ao consumidor, eliminando barreiras do pagamento digital. A Mastercard é a primeira rede a entregar um serviço de pagamento multicanal e totalmente digital para consumidores, emissores e estabelecimentos comerciais, contando com os métodos mais avançados de segurança de pagamento disponíveis atualmente.

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Finep tem rating nacional semelhante a principais bancos estatais segundo Fitch

A Finep deu um grande passo para intensificar a captação de recursos externos. Pela primeira vez em seus 50 anos, a empresa foi avaliada por uma agência de classificação de risco, a norte-americana Fitch Ratings, uma das três maiores do mundo. Este instrumento é extremamente relevante para o mercado, pois fornece aos potenciais credores uma opinião independente a respeito do risco de crédito da empresa. “Como qualquer outra instituição financeira, a Finep depende muito de credibilidade. A classificação é um selo de qualidade frente a novos instrumentos e programas que vão precisar de recursos”, destacou o presidente da Finep, Marcos Cintra.

Na escala internacional, a Finep obteve as maiores classificações possíveis para uma empresa brasileira (IDR de longo prazo em moeda estrangeira: BB; IDR de curto prazo em moeda estrangeira: B; IDR de longo prazo em moeda nacional: BB; IDR de curto prazo em moeda nacional: B).

Nesta escala, é avaliada a capacidade da empresa de honrar compromissos futuros em moeda estrangeira e em moeda local, no curto e no longo prazo. Essas notas ficam limitadas pelas notas atribuídas ao país da empresa em questão. Ou seja: o máximo que uma empresa brasileira consegue chegar é até a classificação do Brasil. No caso da Finep, considerando a forte relação com o Governo, os ratings internacionais estão atrelados aos do Brasil, o que reforça a qualidade da avaliação de crédito da empresa. Dessa maneira, qualquer alteração que venha a ocorrer na classificação do País terá reflexo direto no rating da Finep.

Escala nacional

Na escala nacional a longo prazo, a Finep obteve nota AA+, com perspectiva estável – segundo nível da escala, só superado pelo AAA. A curto prazo, a empresa foi avaliada com F1+ – maior nível da escala. As classificações são semelhantes às dos principais bancos estatais Brasil (BNDES, Caixa Econômica, Banco do Brasil e Banco do Nordeste).

A escala nacional é usada pela Fitch principalmente nos países emergentes, em que o risco soberano do país não é AAA. Nela, são comparadas instituições do mesmo país (nesse caso, Brasil). Sendo assim, uma empresa AAA em escala nacional é a de menor risco do país, independentemente do rating do país em questão.

A Finep foi qualificada pela Fitch como uma empresa do setor público com crédito associado ao Estado.

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Empresas criam 1ª Associação Brasileira de Inteligência Artificial

Um grupo de 16 empresas com atuação no setor de Inteligência Artificial no Brasil acaba de anunciar a criação da primeira entidade representativa do setor. A Associação Brasileira de Inteligência Artificial (ABRIA), reúne tanto startups quanto empresas já consolidadas no setor.

Existem hoje cerca de 40 empresas iniciantes que se dedicam exclusivamente a criar ou aplicar soluções de AI no Brasil para aumentar a eficiência em setores como seguros, marketing digital, varejo, agronegócios, educação, saúde, legislação, transportes, serviços financeiros e linguagem natural.

Na avaliação do presidente da ABRIA, Yan Di, a criação da entidade permitirá somar esforços entre as empresas brasileiras que atuam no setor, ampliar a troca de informações entre players nacionais e acelerar a adoção de plataformas de AI que melhorem a produtividade da economia brasileira. “Estudos internacionais indicam que a aplicação de soluções de AI geram, em média, um aumento de 40% na produtividade das empresas que a adotam. Em segmentos como o varejo, por exemplo, este ganho chega a 60%, acelerando a tomada de decisões e auxiliando na prospecção de novos clientes”, afirma.

Para o CEO da Nama, Rodrigo Scotti, a iniciativa integrará a comunidade desenvolvedora e tornará mais palpável para a população a tecnologia em Inteligência Artificial genuinamente brasileira. “Queremos que as boas práticas em Inteligência Artificial sejam cada vez mais disseminadas na sociedade e possam ajudar muitas pessoas em suas atividades cotidianas”, comenta.

Entre as atividades já definidas na agenda da entidade estão a produção do primeiro mapa público do setor de Inteligência Artificial no Brasil, identificando as startups em ascensão, empresas internacionais operando no Brasil e projetos de pesquisa nos setores acadêmicos. Veja abaixo os sócios fundadores da ABRIA. Mais informações podem ser obtidas no email contato@abria.com.br.

Conheça as empresas participantes:

1 – Baidu

Multinacional; líder global em inteligência artificial

2 – Nuveo

Empresa brasileira; automatiza coleta e análise de dados

3 – MeCasei

Pesquisa de preços e organização de eventos por AI

4 – Dataholics

Análise de risco de crédito e segmentação para marketing

5 – Nexus Edge

IA proprietária para publicidade

6 – Directtalk

Processamento em linguagem natural

7 – Hekima

Solução de Big Data e Inteligência Artificial

8 – Neurologic

Pesquisas de mercado e análises de dados

9 – Horizonfour

Análise de dados para ações de marketing

10 – Mvisia

Máquinas de visão para seleção de produtos no meio agrícola

11 – Allgoo

Análise de dados para o mercado de investimentos

12 – Docbot

Plataforma de assistentes virtuais (BOTS) de saúde e bem-estar

13 – Intexfy

Aplicações de inteligência artificial para vendas

14 – Nama

Chatbots que compreendem a linguagem humana

15 – Fhinck

AI para aumentar a produtividade das operações de suporte e backoffice

16 – Geofusion

Location analytics para decisões de negócio

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Empresas de tecnologia devem ser beneficiadas com investimento estrangeiro após aprovação de reformas

Assespro-Paraná

O consultor e professor da FGV Arthur Schuler da Igreja afirma que o Brasil vai receber uma grande soma de investimentos externos, a partir deste ano, se as reformas propostas pelo governo federal forem aprovadas. Ele apontou esse cenário favorável em palestra a empresários do Arranjo Produtivo Local de Software de Curitiba.

No seminário “Tendências Tecnológicas e Econômicas, promovido pelo Sebrae, o vice-presidente de marketing da Assespro-Paraná disse que o país está em um momento histórico. “Ou vamos tomar um remédio amargo para ter anos de crescimento ou vamos perpetuar essa crise. Tem muito capital no mundo inteiro precisando de rentabilidade. Nós precisamos de segurança de ambiente e segurança jurídica. Aprovadas as reformas, principalmente da previdência, e passada a eleição de 2018, o Brasil volta para uma retomada de crescimento muito forte, puxada por capital externo”, afirmou Arthur.

O evento também contou com palestra de Arnaldo Aimola, VP de Tecnologia e Telecom do Gartner, um dos principais institutos do mundo em consultoria para o setor de tecnologia. Para Arnaldo, os empresários do APL estão empreendendo no melhor mercado que existe, que é o de tecnologia. Mas é importante estar aberto a novas ideias. “Pequenas e médias empresas precisam se reinventar para competir com o avanço das grandes corporações que reagem à competição com as PMEs ofertando soluções em nuvem, principalmente”, comenta. “Mas a flexibilidade e a forma próxima de fazer negócios e entender o cliente ainda contam com um trunfo importante para empresas de menor porte”, acrescenta Arnaldo. “Os números do Gartner apontam para uma melhoria do cenário entre este e o próximo ano. Mas todos devem se preparar agora”, finaliza.

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55% das pessoas estão dispostas a serem atendidas por robôs no lugar de médicos, aponta estudo da PwC

O uso crescente de inteligência artificial e da robótica na medicina está mudando o panorama global dos serviços de saúde e o papel dos médicos. Um estudo da PwC lançado mundialmente nesta terça-feira mostrou que a maior parte dos entrevistados está disposta a receber cuidados de robôs na área da saúde, que podem ir de diagnósticos de doenças até cirurgias de pequeno porte.

O estudo “What doctor? Why AI and robotics Will define New Health” foi baseado em entrevistas com cerca de 11 mil pessoas de 12 países da Europa, África e Oriente Médio. Mais da metade dos participantes (55%) declararam estar dispostos a serem atendidas por robôs com inteligência artificial, capazes de responder dúvidas sobre saúde, realizar testes, diagnosticar doenças e recomendar tratamentos.

A pesquisa concluiu que as pessoas se mostraram mais propensas a experimentar os cuidados de robôs se isso significa que terão acesso a diagnósticos mais rápidos e precisos e a melhores tratamentos de saúde. O “toque humano” continua sendo um componente crucial para os cuidados de saúde, mas a maior aceitação do uso de robôs indica um crescimento de confiança na tecnologia.

Países emergentes mostraram-se mais abertos à substituição de cuidados humanos por robôs do que aqueles com economia desenvolvida. Enquanto 94% dos entrevistados na Nigéria e 85% na Turquia declararam estar propensos ao uso de robôs e inteligência artificial nos cuidados com a saúde, no Reino Unido somente 39% dos entrevistados mostraram a mesma inclinação e na Alemanha, apenas 41%.

De acordo com a pesquisa, cerca de 50% dos entrevistados em todo o mundo se mostraram inclinados a se submeter a uma cirurgia realizada por um robô em vez de um médico. Essa inclinação mostrou-se mais forte na Nigéria, Turquia e África do Sul, onde 73%, 66% e 62% dos entrevistados, respectivamente, se disseram mais propensos a realizar uma cirurgia de pequeno porte feita por robôs, enquanto no Reino Unido somente 36% das pessoas declararam que fariam esta cirurgia, o menor percentual entre os 12 países pesquisados.

Mesmo no caso de cirurgias mais complexas, verificou-se que boa parte dos participantes do estudo estariam dispostos a se submeter a procedimentos comandados por robôs: 69% dos entrevistados na Nigéria, 40% na Holanda e 27% no Reino Unido.

Entre as motivações que levariam as pessoas a confiar os cuidados com a saúde à inteligência artificial, foram citadas principalmente a chance de obter um acesso mais rápido e fácil a serviços de saúde (36%) e a velocidade e exatidão de diagnósticos (33%). Falta de confiança na capacidade de tomar decisão dos robôs (47%) e falta de contato humano (41%) foram as principais razões citadas por quem não está disposto a se submeter a tratamentos comandados por robôs.

“Assim como acontece em outras áreas, as pessoas estão cada vez mais abertas ao uso da tecnologia, e não será diferente no setor de saúde. O emprego de robôs e inteligência artificial pode ajudar a tornar tratamentos e diagnósticos mais acessíveis e eficazes, sobretudo em países ainda carentes de um sistema de saúde bem estruturado”, avalia Eliane Kihara, sócia da PwC Brasil e líder de Health Services.

O estudo completo pode ser acessado pelo link http://pwc.to/2ncSFRZ

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Creditas procura talentos de TI para triplicar a operação no Brasil

A Creditas, plataforma digital de empréstimos, está à caça de talentos na área de TI. Após receber um aporte de R$ 60 milhões em fevereiro para expandir a operação no Brasil, a startup financeira aposta em investimentos em tecnologia desenvolvida dentro de casa para escalonar a plataforma e atingir a meta de triplicar seus resultados por ano. Para isso, a Creditas estima a contratação de cerca de 40 novos profissionais da área até o final de 2017.

“Nosso foco nessa etapa é atrair talentos de tecnologia para acelerarmos o ritmo de crescimento da plataforma, com ganho de eficiência e maior automatização”, explica Sergio Furio, fundador e CEO da Creditas.

As vagas são para diversos níveis e posições como desenvolvedores, engenheiros de dados, cientistas de dados, gerentes de produto, etc., com salários que variam de R$ 3,5 mil a R$ 11 mil e podem ser acessadas no site: http://jobs.kenoby.com/creditas/ . Entre os benefícios, ainda estão gym pass e curso de inglês in company.

Times integrados

Recentemente, a empresa reestruturou a área integrando os times de TI aos demais departamentos operacionais da empresa, criando grupos multidisciplinares mais próximos da experiência do cliente final. Há desenvolvedores presentes em cada etapa, desde a mesa de crédito, formalização até o fechamento da operação financeira.

Além disso, os novos funcionários participam de uma dinâmica de onboarding que inclui o atendimento direto ao cliente, gerando empatia e mostrando o valor de ter tecnologia no núcleo.

“Acreditamos que ao unir negócio e tecnologia, além de investir no conhecimento específico, conseguimos dar autonomia e uma resposta rápida eliminando canais de comunicação que podem só não trazer problemas, mas tornar o dia a dia burocrático”, conta Ronaldo Marciano, agile coach da Creditas.

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EY recomenda seis passos para empresas se protegerem de ataques virtuais

Diante dos recentes ataques cibernéticos por meio de sequestro de dados (ransomware) sofridos por grandes organizações em diferentes países, a EY (Ernst & Young) orienta as empresas em todo o mundo a tomarem medidas imediatas para prevenção e mitigação do efeito desses crimes.

“A recente onda de ataques cibernéticos é uma prova de que os cibercriminosos estão se tornando mais agressivos e sofisticados visando simultaneamente o maior número de organizações. O principal aliado de um criminoso cibernético é a complacência. Seja uma grande multinacional ou uma empresa familiar, o sucesso de um ataque está associado às pessoas, tecnologias e procedimentos preventivos que são adotados e seguidos para reduzir o risco de sucesso dos invasores nestes cenários” afirma Demétrio Carrión, sócio de cibersegurança da EY.

Há seis medidas que as organizações podem tomar imediatamente para ajudar a proteger seus dados e sistemas – os ativos mais valiosos e de seus clientes – ao mesmo tempo em que minimizam os possíveis danos causados por outras ameaças:

1 – Desconecte as máquinas infectadas da rede e segregue as máquinas de backup porque também podem ficar criptografados se forem conectados à rede.

2 – Ative seu plano de resposta a incidentes e não trate a investigação como um mero problema ou exercício de TI. Reúna um time multifuncional na equipe de investigação, incluindo jurídico, compliance, segurança da informação, administrativo, relações públicas, recursos humanos e outros departamentos relevantes.

3 – Identifique as vulnerabilidades em seu sistema. Instale atualizações de segurança, detecção de malwares e detecção de vírus para dificultar recorrências e melhorar as ferramentas de detecção e resposta para futuros ataques.

4 – Certifique-se de que seus sistemas estejam corrigidos antes de reconectar os computadores. Mantenha os sistemas atualizados com um programa de gerenciamento de vulnerabilidades de alto nível. Isso deve incluir um ciclo de repetições para gerenciar vulnerabilidades com base em riscos à medida que eles evoluem e um modelo de amplo e atualizado de inventario, pontuando o nível de risco de aposição de cada item e sua conectividade com outros dispositivos.

5 – Ative o plano de continuidade do negócio. Utilize como base os requisitos necessários para relatórios regulatórios, reivindicação de seguros e disputas, litígios, inteligência de ameaças e/ou notificação de clientes.

6 – Colete e preserve as evidências, seguindo o rigor forense necessário, de maneira possam ser usadas em uma investigação.

“O sequestro de dados – como o WannaCry – exige um plano de contingência e de resposta rápido. Mesmo depois que os dados são restaurados, as empresas às vezes enfrentam problemas na recuperação de informações sensíveis que foram comprometidas no ataque. Clientes, fornecedores e demais stakeholders podem exigir que a empresa demonstre de forma forense que, mesmo que os dados tenham sido acessados, nada foi perdido por completo”, alerta Carrión.

Observar a cibersegurança como prioridade do negócio, auxilia na mitigação dos riscos das empresas no ambiente digital, permitindo conhecer o nível de exposição e riscos associados e facilitar a tomada de decisão dos executivos.

“Para prevenção e segurança dos dados é recomendável que as empresas redobrem a atenção para a criação de processos maduros, principalmente para gestão de vulnerabilidade, gestão de mudança e gestão de patches, incluindo uma revisão de processos e políticas de backup, resposta a incidentes, e continuidade de negócio, além de identificar os ativos mais importantes da empresa e monitorar de forma proativa com a realização de testes do programa de segurança com exercícios de Red Team e/ou testes de invasão. Realize um monitoramento tempestivo de infraestrutura crítica ao negócio e planos de conscientização junto aos colaboradores e faça uma gestão estratégica de cibersegurança, com processos, pessoas e tecnologias”, conclui Carrión.

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Antecipar-se a fraudes é possível? Com analytics sim – Por Celso Poderoso

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Se buscarmos o significado da palavra fraude, descobriremos que em um sentido amplo, remete a um esquema ilícito, de má-fé, realizado com o intuito de lesar alguém ou obter ganhos. Trazendo para o nosso dia a dia, a fraude pode acontecer de diversas maneiras, por inúmeros motivos e em esferas variadas. É um problema recorrente e enfrentado por empresas dos mais diversos segmentos de atuação. Onde houver vulnerabilidades, riscos operacionais, ausência de processos estruturados, de melhores práticas, de segurança da informação, de controles e auditoria interna, lá estarão os fraudadores.

Mas como é possível prever que uma fraude vai ocorrer? Como antecipar-se e evitar o prejuízo antes que o dano ocorra? Isso parece algo meio visionário e meio distante da realidade. Será que métodos e modelos matemáticos são capazes de prever situações futuras? Sim, com certeza. Os esclarecimentos a essas dúvidas podem vir através do analytics, que é uma tendência cada vez mais em uso e que tem trazido resultados extremamente positivos.

Estudos apontam que, no Brasil, empresas perdem cerca de 5% do seu lucro com fraudes. Além disso, 77% das empresas brasileiras foram afetadas por esses golpes entre 2015 e 2016. Perde-se no varejo, perde-se no comércio eletrônico, perde-se na indústria, na construção civil, no segmento de energia e em inúmeras outras áreas. Fraudes que vão desde o CPF falso; um boleto que é emitido, bloqueia a venda do bem que não é pago; mercadorias que são desviadas; até golpes na área de saúde, quando exames médicos que só podem ser prescritos para mulheres – são, por exemplo, equivocadamente solicitados para um homem de 40 anos.

Antes de detalhar como essa tecnologia pode minimizar os prejuízos, é preciso contextualizar: normalmente o fraudador, independente da natureza do ato ilícito que pretende cometer, segue um padrão. Exemplificando com o caso do comércio eletrônico, cujos índices de fraude ficam em torno de 1,4% do valor total das receitas do setor, os consumidores normalmente apresentam um determinado padrão de navegação, como por exemplo, fazem pesquisas em vários sites ou então usam os websites de comparação de preço; pagam sempre com cartão e realizam compras pequenas. Já quem pretende cometer um crime tende a ter outro tipo de comportamento: entra direto no site que foi eleito como a vítima da vez, pois preço não é a questão; vai pagar com boleto e ainda comprar em grande quantidade. Analisando esse cenário é possível identificar padrões comuns de fraude antes mesmo desta efetivamente virar um pedido.

É neste cenário que entra o analytics, que permite a criação de um modelo matemático, que tem a vantagem de poder ser atualizado automaticamente quando se utiliza uma ferramenta. Unindo uma série de variáveis, inseridas dentro de um contexto maior, esse modelo permite que o algoritmo seja modificado sem nenhum tipo de intervenção humana, de acordo com os dados que são recebidos. Isso é na verdade o que o mercado chama de inteligência artificial e/ou aprendizagem de máquina (machine lerarning). A grande vantagem desses sistemas é que eles têm a capacidade de aprender sozinhos: coletam o histórico e modificam-se conforme novos padrões são identificados. Ou seja, a inteligência permite adquirir um conhecimento em cima da base de dados. É com essa lógica que se consegue obter análises de fraude muito fortes, efetivas e preditivas.

E para tudo funcionar bem, é crucial contar com um histórico do que já aconteceu, bem formatado, alimentado com todos os padrões que foram detectados em situações em que as fraudes foram comprovadas. É o Big Data, que dá condições de ampliar ainda mais esse universo de informação, integrando-se a fontes externas de dados, como por exemplo, o Serasa ou outras intuições de proteção ao crédito, Receita Federal, boletins de ocorrências, etc. Onde houver dado disponível, seja ele estruturado ou não estruturado, ele puder ser captado, com certeza ele será agregado e muito útil.

Na prática, o Grupo Energisa, um dos principais conglomerados privados do setor elétrico do país, é um exemplo real de que o apoio da tecnologia analítica pode ser extremamente positivo e rentável para a detecção de fraudes e prevenção de perdas. O projeto DW ENERGISA, que visou a implementação de um ambiente analítico corporativo, fundamentado na arquitetura de Data Warehouse e apoiado no analytics, contribuiu para uma redução de 3,2% nas perdas não técnicas (popularmente conhecidas como gatos), o que equivale a cerca de 365 GWh, montante suficiente para atender 2,4 milhões de consumidores residenciais durante um mês. Isso é possível pois os desvios, graças à análise e cruzamento de informações históricas, são identificados antecipadamente, de maneira rápida, precisa e consistente.

Enfim, é impressionante, mas é difícil imaginar um setor que não apresente fraudes e, ao mesmo tempo, tenha condições de construir um histórico de dados que torne as empresas menos vulneráveis. O maior problema hoje é que ainda associa-se o analytics a algo extremamente complexo, difícil de ser feito e que demanda conhecimentos muito avançados. Não é bem assim e isso precisa ser desmistificado. O importante é começar, por menor que seja o histórico, ele já pode ajudar a alimentar uma base de dados e criar condições para ter respostas, mesmo que o resultado surja um pouco mais adiante.

É preciso enxergar que prever fraudes e evitar prejuízos é um fator de sobrevivência: a empresa que lidar muito bem com essa questão sairá na frente e obterá uma lucratividade bem maior de que seus concorrentes, ainda às voltas com perdas associadas a esses crimes. Acreditar que previsões é uma realidade do mundo corporativo apoiar-se em tecnologias relacionadas ao analytics é sem dúvida um grande passo para incrementar os negócios.

Celso Poderoso, Diretor América Latina da área de Professional Services da MicroStrategy empresa líder mundial no fornecimento de plataformas analíticas e software de mobilidade

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1 em cada 3 multinacionais americanas procuram os mercados emergentes e em desenvolvimento da América do Sul como base para seus planos de crescimento

De acordo com a nova pesquisa da TMF Group, em associação com a Forbes Insights, mais de um terço (36,4%) das multinacionais com sede nos Estados Unidos ainda veem os mercados em desenvolvimento da América do Sul como o centro para os seus planos de investimentos corporativos e de crescimento. O estudo Mais investimento: o que impulsiona a expansão e o investimento internacional por parte das empresas norte-americanas? analisou a opinião de 250 executivos da C-suite com sede naquele país para explorar as motivações e desafios das multinacionais em levar sua empresa para um novo mercado internacional.

Os entrevistados foram selecionados a partir de uma ampla variedade de setores e de empresas com faturamento anual variando de US$ 250 milhões a mais de US$ 5 bilhões. Os executivos consultados foram questionados sobre em quais regiões suas empresas haviam investido nos últimos dois anos, bem como onde planejavam investir em 2017/18.

As principais descobertas incluíram:

– Apesar da desaceleração global do investimento estrangeiro direto, mais de um terço (36,4%) das multinacionais norte-americanas planejam investir nos mercados emergentes da América do Sul nos próximos dois anos;

– 1 em cada 4 investidores estão à procura de novos talentos ou fontes de capital;

– 1 em cada 3 enfatiza a importância da pesquisa e do conhecimento profundo do mercado local.

“É agradável ver que, apesar das recessões globais no investimento, as empresas norte-americanas ainda reconhecem o potencial e a oportunidade oferecidos pelos principais mercados da América do Sul”, comenta Raimundo Diaz, diretor regional das Américas da TMF Group, sobre os resultados. Para ele, “o interesse renovado nos metais básicos e outros produtos tem atuado como um catalisador para o crescimento em países como Peru, Brasil e Chile, mas fortes avanços tecnológicos e de produção em toda a região também ajudaram a manter os níveis de investimento”.

De acordo com o executivo, “o Chile, por exemplo, é o maior produtor mundial de cobre e, dadas as negociações de aumento dos gastos com infraestrutura nos EUA, os ativos relacionados ao cobre estão em alta. O Peru também tem extensas reservas de cobre e ouro. O Brasil também consolidou sua posição nos últimos anos. Atualmente, o país é a nona maior economia do mundo e oferece oportunidades de investimento em uma variedade de setores, incluindo mineração, energia, imóveis e agronegócio”.

Sobre a Colômbia, o executivo comenta que o país também tem planos ambiciosos. “O programa de investimento em infraestrutura de grande escala ‘Post-4G’, por exemplo, oferece aos investidores a oportunidade de se envolverem em projetos significativos como aeroportos e estradas nos próximos 10 anos”, afirma.

A pesquisa também quis saber o que motivou as empresas norte-americanas a explorarem novos mercados estrangeiros e que desafios enfrentaram. Considerando-se a expansão internacional, o estudo sondou os entrevistados sobre que conselho dariam a um colega que estivesse pensando em investir internacionalmente. Paralelamente às operações em expansão e ao aumento da participação no mercado, os resultados mostraram que os entrevistados procuravam também encontrar novos talentos, qualificações e fontes de capital. Eles também enfrentaram desafios similares ao selecionar e estabelecer uma nova entidade, incluindo o estabelecimento de processos financeiros e o cumprimento das leis locais.

“A importância do conhecimento do local ao entrar em um novo mercado não pode ser subestimada”, aconselha Diaz. Segundo ele, “se você está pretendendo estender ou melhorar as operações existentes ou buscando novas oportunidades, é importante compreender plenamente as complexidades locais de um determinado mercado para se certificar de que suas operações são – e permanecem – totalmente compatíveis com o que poderia ser um cenário regulador em rápida mutação”.

Para saber mais sobre a TMF Group e fazer o download do relatório completo, acesse: tmf-group.com/venturefurther.

Veja abaixo tabelas com alguns resultados da pesquisa Mais investimento: o que impulsiona a expansão e o investimento internacional por parte das empresas norte-americanas?:

– 10 maiores destinos globais de investimento e expansão para multinacionais norte-americanas em 2017/18

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