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GuardeAqui lança primeiro aplicativo do setor de self storage no País

Em busca de inovação no mercado de autoarmazenagem, empresa investe em tecnologia mobile
Notando a propulsão que o self storage tomou no Brasil, o GuardeAqui, maior empresa de autoarmazenagem em boxes no País, começou 2016 com novos desafios para o setor, investindo na tecnologia que mais cresce na atualidade: a dos aplicativos.

Com a responsabilidade de ser a primeira empresa do setor no País a investir nesse mercado, as metas são ainda mais desafiadoras. Segundo os idealizadores do projeto, o objetivo é oferecer, além de interação tecnológica, mais comodidade e praticidade aos consumidores e futuros consumidores.

Como funciona: na plataforma, o usuário conta com informações sobre o GuardeAqui; sobre as unidades disponíveis e em fase de construção; informações como telefones e endereços. Além desses dados, o diferencial do aplicativo está em oferecer acesso ao conteúdo do blog, com inúmeras dicas de uso; dicas de mudanças e reformas planejadas; e também explicar as diversas outras funcionalidades dos boxes.

Outro ponto importante também presente no aplicativo é a “geolocalização”, que permite mostrar ao usuário as unidades realmente próximas de sua localidade.

Para quem quer conhecer, o aplicativo já se encontra nas lojas Apple Store e Google Play para download. Ou baixe em http://campanhas.guardeaqui.com/app-mobile/

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2016 em dia com o FISCO: Veja as implicações dos APPs nos EUA

Desenvolvedores brasileiros de aplicativos para dispositivos móveis podem estar começando o ano sem se dar conta dos passivos fiscais criados nos Estados Unidos. O alerta, feito pela consultora tributária Carolina Cunha, da Drummond Advisors, é válido para todas as empresas e pessoas físicas com apps disponibilizados em servidores americanos.

“O que acontece é que muitas vezes os empreendedores não têm conhecimento sobre essas tributações”, explica Carolina. “Mas o IRS (Internal Revenue Service) consegue aferir a receita gerada a partir de informações fornecidas pelas plataformas de aplicativos, como por exemplo App Store e Google Play, e assim tributar essas empresas”, disse, acrescentando que o Brasil teve um aumento surpreendente de empresas de pequeno e médio porte faturando alto com a distribuição de aplicativos para outros países, mas poucas sabem que devem pagar tributos fora do país.

A especialista lembra, ainda, que não é necessário ficar caracterizado que a empresa possui uma presença física nos Estados Unidos, o que complica ainda mais o entendimento. “Não existe uma definição clara sobre o que é ter uma presença física. Porém, sabemos que o simples fato de disponibilizar aplicativos no servidor internacional já pode ser considerado. Ou seja, a empresa não precisa ter endereço fixo em território americano para ter que pagar os tributos”, esclarece.

Os impostos brasileiros também geram dúvidas: “o imposto no Brasil continua valendo. Todos os impostos referentes a exportação do serviço deverão ser pagos, mas poderão ser creditados do imposto recolhido nos EUA”, explica a consultora.

Além disso, Carolina diz que é possível fazer um planejamento de gastos com os impostos norte-americanos e se programar financeiramente para não se perder com os números. “Como os impostos federais e estaduais são apurados via lucro real, então a empresa pode fazer uma projeção da receita e das despesas e se programar com antecedência”.

“As alíquotas variam de 25% a 34% para empresas com renda tributável entre US$ 50 mil e US$ 10 milhões. Para empresas com lucro líquido acima de US$ 10 milhões, se aplica uma alíquota a partir de 35%. Além do imposto federal e estadual, nos EUA a renda pode ser tributada no nível municipal. As alíquotas estaduais e municipais podem variar (em conjunto) entre 0% e 15% e o valor pago é dedutível para fins do Imposto de Renda Federal”, explica Cunha, e completa: “É importante a análise detalhada de cada caso feita por um especialista na área de tributação norte-americana. Só assim é possível ter segurança que o empreendedor está em dia com as suas obrigações fiscais nos Estados Unidos”.

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Dados conduzem negócios à nova realidade – Por Rafael Aielo*

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Já ouviu falar da cultura movida por dados, ou Data-Driven Culture? Estamos percorrendo uma transformação permanente no modo em que dirigimos nossos negócios e, principalmente, as nossas vidas. Neste exato momento, uma verdadeira enxurrada de dados, ou 2.5 quintilhões de bytes por dia, é gerada para nortear indivíduos, empresas e governos – e está dobrando a cada dois anos.

Toda vez que fazemos uma compra, uma ligação ou interagimos nas redes sociais, estamos produzindo esses dados. E com a recente conectividade em objetos, tal como relógios, carros e até geladeiras, as informações capturadas se tornam massivas e podem ser cruzadas para criar roadmaps cada vez mais elaborados, apontando e, até prevendo, o comportamento de empresas e clientes.

Imagine uma geladeira avisando que o seu pudim favorito está acabando, e que o mercado mais próximo da sua casa o está vendendo com desconto. Agora, pense que um dispositivo RFID pode identificar a sua chegada ao mercado e cruzar um perfil de compras, sugerindo outras marcas de pudim e produtos similares pelo smartphone.

Quando pensamos na análise de todos esses dados, de diversas fontes conectadas, estamos descrevendo as bases fundamentais de Big Data e da Internet das Coisas. Esse conceito deixou de ser uma projeção onírica do futuro para se transformar em uma indústria que movimentará, segundo o IDC, US$ 1,7 trilhão em 2020. Serão mais de 50 bilhões de dispositivos conectados.

Nas empresas, conceitos como o Bring-Your-Own-Device (BYOD), Big Data e Analysis of Things, estão impulsionando novas estratégias baseadas em mobilidade e aproveitamento de dados. Segundo um levantamento do Gartner, 34% das empresas brasileiras devem investir em Big Data até o final do ano. Somente com investimentos em BI e Analytics, o mercado local deverá movimentar cerca de US$ 790 milhões em 2015.

Atualmente, as informações transitam em todas as camadas das empresas e proporcionam inteligência para tomadores de decisão em diferentes áreas. De muitas formas, a tecnologia se tornou uma commodity, de fácil acesso, oferecendo inteligência a empresas cada vez menores. Apesar de o tradicionalismo das PMEs, as novas startups estão surgindo com um DNA baseado na Terceira Plataforma. Em muitos casos, elas possuem os dados como o principal ativo da empresa.

E com o avanço das tecnologias de Cloud Computing, as ferramentas de Analytics deixam de exigir investimentos altíssimos em infraestrutura física de TI, podendo ser disponibilizadas na nuvem a custos mais acessíveis. E mais, a possibilidade de fazer análises em tempo real combinou na entrega de mapas mais velozes e assertivos. Ao demorar na preparação das informações, muitas vezes o negócio se transforma e os resultados já não oferecem mais relevância preditiva. De qualquer forma, isto não significa que não estão tirando proveitos dos seus dados.

No século passado, o físico e teórico alemão, Albert Einstein, afirmou que ter informação não é o mesmo que possuir conhecimento, conceito que perdura até hoje. Atualmente, coletar e analisar dados não é garantia para oferecer inteligência efetiva ao negócio. Por isso, na cultura dirigida por dados, novos profissionais surgem com indiscutível importância. Cientistas e especialistas de dados são qualificados para processar informações e identificar oportunidades valiosas à estratégia de negócios. Do mesmo modo, as ferramentas estão evoluindo e o advento de Advanced Analytics está reforçando a importância do aproveitamento estratégico – e preditivo – das informações.

Estamos em um caminho sem volta, e cada vez mais essa nova realidade impulsionará diferentes mercados e mudanças significativas no modo em que ofertamos e personalizamos produtos e serviços. Certamente, as organizações estão absorvendo uma cultura totalmente movida por dados e contribuirão de forma crucial no desenvolvimento de uma nova era: a era da inteligência.

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Workshops da Campus Party Brasil ensinam desde como criar um robô até a montar um óculos de realidade virtual

Durante os seis dias de evento serão oferecidas mais de 30 oficinas de diferentes temas dentro das áreas de conhecimento apresentadas no evento.

As palestras não são as únicas atrações que a Campus Party Brasil 2016 oferecerá aos campuseiros. A 9º edição do evento, que ocorrerá de 26 a 31 de janeiro, em São Paulo, e possui a temática Feel The Future, contará também com workshops que permearão todas as áreas de conhecimento do evento – ciência, empreendedorismo, inovação, entretenimento e criatividade. Serão mais de 30 oficinas com muita interatividade e “mão na massa” oferecidas durante as mais de 600 horas de conteúdo durante o evento, sendo que seis delas serão especiais, pois os participantes podem adquirir kits exclusivos e levar a criação do seu projeto tecnológico para casa.

Confira abaixo a relação destes workshops e como se inscrever em cada um deles:

“Montando seu braço robótico” – (28/01 – das 10h30 às 12h45 e das 14h15 às 16h15 – Espaço Workshop Ciência – Arena CPBR9) – A robótica tem sido tema de destaque no ramo acadêmico, industrial e agora também está sendo inserida no ambiente doméstico. O workshop tem como objetivo ensinar conceitos desse ramo, onde conceito e prática se aliam para a confecção de um braço robótico que pode ser controlado por joystick.

Palestrantes: Glauco Aguiar, Mariana Leite e Luiz Garcia.

Serão vendidos 50 kits para a participação no workshop no valor de R$ 500,00. Para mais informações acesso o site da Campus e para adquirir o kit acesse o link.

“Oficina de robótica Crafter” – (29/01 – das 10h30 às 12h45 – Espaço Workshop Ciência – Arena CPBR9) – Com o kit Crafter será montado um robô capaz de seguir linhas, desviar de obstáculos e perceber objetos em um ambiente. No workshop será ensinada a montagem de sensores e atuadores com uma placa tipo Arduíno, programação de software básico para receber informações de sensores e atuar nos motores e software de Inteligência Artificial. Além disso, quem participar do workshop passará a ter desconto vitalício de 10% sobre qualquer novo produto, além de 40% de desconto na compra da versão final robô.

Palestrantes: Henrique Foresti, Diogo Santos Lacerda e Lucas Cavalcanti.

Serão vendidos 20 kits para a participação no workshop no valor de R$ 470,00. Para mais informações acesso o site da Campus e para adquirir o kit acesse o link.

“Colhendo Energia e Performance” – (29/01 – das 10h30 às 12h45 – Espaço Workshop Ciência – Arena CPBR9) – Nesta oficina será desenvolvido um Arduino energeticamente autossuficiente. Com o Arduino mais potente que acaba de entrar no mercado e o EH01, Chip brasileiro para gerenciamento de coleta de energia, um painel solar e uma célula de bateria Lipo o sistema será capaz de suprir sua própria energia e ainda alimentar sistemas externos como motores e sensores.

Palestrantes: Henrique Foresti, Diogo Santos Lacerda e Lucas Cavalcanti

Serão vendidos 20 kits para a participação no workshop no valor de R$ 319,00. Para mais informações acesso o site da Campus e para adquirir o kit acesse o link.

“Próteses de mão feitas por impressoras 3D” – (29/1, das 14h10 às 17h45 – Espaço Workshop Ciência – Arena CPBR9) – Neste workshop será ensinado o passo a passo de como se montar as próteses. Com kit de peças impressas em ABS serão construídas as prótese educativas Raptor Reloaded. Este kit se presta somente a uso educativo, não tendo garantias nem recomendações para uso biomédico real, nem biocompatibilidade do material e nem resistência e durabilidade.

Palestrante: Profª. Dra. Maria Elizete Kunkel

Serão vendidos 30 kits para a participação no workshop no valor de R$ 100,00. Para mais informações acesso o site da Campus e para adquirir o kit acesse o link.

“Como fazer seu óculos de realidade virtual Beenoculus e criar games” – (28/1, das 16h30 às 21h – Espaço Workshop Entretenimento – Arena CPBR9) – O workshop pretende mostrar como montar o equipamento brasileiro Beenoculus e desenvolver, com suporte Unity, uma demo de um game em realidade virtual. Com o crescimento deste mercado no mundo, a tendência é criar jogos para estes gadgets, sejam aparelhos como Oculus Rift até modelos baratos como o cardbox do Google. O Beenoculus é um modelo barato, mas com componentes de qualidade e funcionais com smartphones de 5 e 6 polegadas.

Palestrantes: Rawlinson Terrabuio – Desenvolvedor da Beenoculus e Tiago Ardel Moraes – Desenvolvedor do OvniStudios, responsável pelo premiado game Perônio.
Serão vendidos 60 kits para a participação no workshop no valor de R$ 119,00. Para mais informações acesso o site da Campus e para adquirir o kit acesse o link e utilize a senha cpbeeof2016.

“Como desenvolver wearables” – (29/1, das 18h às 19h30 – Espaço Workshop Entretenimento – Arena CPBR9) – Esta oficina pretende ensinar ao campuseiro como fazer os melhores equipamentos eletrônicos que podem ser fixados em seu corpo.

Palestrante: Gedeane Kenshima – engenheira de Controle e Automação, técnica em Automação Industrial, ambos pelo IFSP.

Serão vendidos 60 kits para a participação no workshop no valor de R$ 220,00. Para mais informações acesso o site da Campus e para adquirir o kit acesse o link e utilize a senha B8Y02F768259H.

Para verificar todos os demais workshops disponíveis, horários, datas e mais informações acesse – http://brasil.campus-party.org/conteudos/agenda. Além desses, serão oferecidas outras oficinas durante a programação que ensinarão, por exemplo, a criar personagens para games, o que pensar e fazer quando se criar um produto vencedor, como criar jogos e aplicações para Realidade Aumentada, aprender métodos alternativos para otimizar a criação de música em games, entre outros.

Ingressos – Ainda restam poucos ingressos para a Campus Party Brasil. O valor da entrada é de R$ 290,00, no site da Campus com venda exclusiva pelo Paypal (parceiro global da Campus Party).

Serviço:
Campus Party Brasil 2016
De 26 a 31 de janeiro de 2016
Pavilhão de Exposições do Anhembi (Av. Olavo Fontoura, 1.209 – Santana)
São Paulo- SP

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MercadoShops lança aplicativo para gestão de loja online

O MercadoShops – unidade de negócio do MercadoLivre que oferece soluções para quem deseja começar ou expandir uma loja virtual em seu próprio domínio – lança o seu aplicativo mobile, nas versões Android e iOS. Disponível gratuitamente para lojistas que possuem uma conta MercadoShops, a novidade permite que o lojista gerencie o seu negócio online remotamente.

Uma das principais funções é a disponibilidade de respostas pré-formuladas, que podem ser utilizadas pelo vendedor de maneira muito rápida e prática, de acordo com a pergunta do cliente. “O vendedor consegue criar essas respostas e deixá-las gravadas para uso posterior. Quem responde mais rápido tem mais chance de vender e fidelizar o cliente”, afirma Guilherme Mazzola, gerente de MercadoShops.

Além disso, de onde estiver, com um celular ou tablet em mãos e acesso à internet, o lojista pode acompanhar a entrada de novos pedidos e prestar o atendimento pós-venda. “É uma ferramenta perfeita para o micro e pequeno empreendedor, que muita vezes atua com uma equipe pequena de funcionários”, destaca Mazzola. Outras funções disponíveis no aplicativo permitem criar anotações, dão acesso ao conteúdo dos pedidos e também ao cadastro e histórico dos clientes, o que permite disparar um e-mail ou fazer contato por telefone de maneira prática. “Ter acesso ao andamento dos negócios na palma da mão dá mais flexibilidade e tempo para planejar e inovar”, completa o especialista.

Atualmente, mais de 135 mil empreendedores utilizam a tecnologia MercadoShops para vender pela internet. Além do Brasil, o aplicativo está disponível também para lojistas MercadoShops na Argentina, Chile, Colômbia, México e Venezuela.

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Smartphone, o objeto tecnológico mais desejado em 2016

Este foi o resultado de pesquisa do IEEE – Instituto de Engenheiros Elétricos e Eletrônicos, maior organização profissional do mundo dedicada ao avanço da tecnologia para benefício da humanidade, sobre as principais tendências tecnológicas que vão dominar o cenário em 2016

Enquanto o smartphone continua como objeto tecnológico mais desejado, a maioria dos brasileiros ainda sonha possuir carros elétricos e híbridos em 2016

Nas ruas, restaurantes, transportes coletivos, praticamente em todos os locais, uma cena domina a paisagem: alguém teclando ou falando em seu smartphone. E a força desta tecnologia se confirma em pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha a pedido do IEEE, maior organização profissional do mundo dedicada ao avanço da tecnologia para benefício da humanidade, segundo a qual o smartphone será o item tecnológico mais influente em 2016 (com 25% da amostra). Logo em seguida, com 22%, vêm os aplicativos para a saúde. Tablets e carros elétricos e híbridos empatam em terceiro lugar, com 18% das previsões.

Entre os dias 23 e 27 de novembro, a Datafolha realizou 2.074 entrevistas em amostra representativa da população brasileira acima dos 16 anos (o que equivale a 151.389.175 habitantes) em mais de 120 municípios de todas as regiões do País. E, entre os mais jovens, os smartphones alcançam 35% das citações, enquanto a amostra de pessoas mais velhas revelou maior dificuldade em apontar essas tendências, sobretudo na faixa de menor escolaridade e renda mais baixa.

Também figuram como tendências para o próximo ano: tablets (18%), notebooks (15%), drones (15%) e tecnologia para implante em humanos (15%), automação residencial (14%), aparelhos digitais de música ou aparelhos sonoros digitais (12%), impressoras 3D (12%), robôs (11%) e realidade Virtual (9%).

“Estes indicadores reforçam a crescente preocupação da população com o monitoramento da saúde e do bem estar e que enxergam as novas tecnologias como importantes aliadas por mais qualidade de vida e saúde”, destaca Raul Colcher, membro sênior do IEEE no Brasil.
Supérfluos

A pesquisa também quis saber quais os itens que serão mais supérfluos em 2016 – lista liderada pelas câmeras digitais com 17% das opiniões (e 30% entre os mais escolarizados), já que hoje sua função pode ser exercida pelo smartphone. Em segundo lugar vêm os aparelhos digitais de música ou aparelhos digitais sonoros (com 12%), igualmente “vítimas” da proliferação dos smartphones, que também cumprem essas funções. Em terceiro lugar, bem abaixo, empatam três itens, com 8%: robôs, notebooks e tablets.

Sonho

E quais os itens que a população brasileira sonha possuir em 2016? Segundo o Datafolha, venceram os carros elétricos e híbridos, com 16% das respostas, sobretudo entre homens e com maior escolaridade. Logo em seguida vêm os aplicativos para saúde, com 15%, e os smartphones mais avançados, com 14%.

Segundo o Datafolha, a escolha desses itens é coerente com a atual realidade das pessoas, que cada vez mais buscam alternativas sustentáveis e econômicas para suas rotinas e se preocupam com seu bem-estar.

As faixas etárias também tiveram grande peso nas respostas: entre os mais jovens, a maioria dos itens avaliados ficou acima da média geral, como a realidade virtual, que obteve 18% das preferências entre eles (o dobro do total das menções), e os robôs, que receberam 19% das indicações (contra 11% do total da amostra). Entre os mais escolarizados também são registrados índices acima da média, como os drones, que obtiveram 27% das indicações (contra 15% do total).

Para o Datafolha, a percepção da população sobre os itens tecnológicos avaliados depende do entendimento sobre cada um deles, muitos ainda pouco conhecidos. No caso dos aplicativos para a saúde, por exemplo, ainda é necessário aprofundar a interpretação dos resultados, para determinar se os entrevistados os destacaram apenas pela expectativa genérica de que ajudarão no combate às doenças ou se já conhecem especificamente suas funções.

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Salesforce Service Cloud é eleita plataforma líder de atendimento ao cliente

A Salesforce, (NYSE: CRM), líder mundial em plataformas de gerenciamento de relacionamento de clientes (CRM), anunciou hoje que sua solução Salesforce Service Cloud foi nomeada líder pela Forrester Research em seus relatórios “The Forrester Wave™: soluções de atendimento ao cliente para organizações empresariais”, no quarto trimestre de 2015, e “The Forrester Wave™: soluções de Atendimento ao Cliente para grupos de médio porte”, também no quatro trimestre do ano passado.

A Salesforce recebeu as notas mais altas na categoria Estratégia em ambos os relatórios, que reconhecem que a “Salesforce se destaca no atendimento ao cliente com uma estratégia rica e execução sólida. O foco da Salesforce é que seus clientes consigam utilizar seus serviços de atendimento ao cliente com agilidade. A empresa fornece suporte total tanto para os modelos de negócios B2B quanto os B2C. Seu serviço baseado em SaaS fornece capacidade de gerenciamento de caso de primeira ordem, bem como um robusto alinhamento omni-channel que é especialmente forte em canais emergentes, como atendimento ao cliente e ferramentas de chat”.

“No coração de toda empresa estão seus clientes – e, em última análise, o sucesso de todo negócio depende de sua capacidade de promover experiências positivas aos clientes”, disse Mike Milburn, vice-presidente sênior e gerente geral de Service Cloud da Salesforce. “Com Service Cloud, as empresas podem criar, nutrir e desenvolver as relações com os clientes, que são cruciais para o sucesso, oferecendo um suporte inteligente e em todos os canais, incluindo a capacidade de incorporar serviços diretamente em aplicativos móveis.”

“Os produtos e soluções STANLEY Healthcare apoiam médicos, pacientes e residentes de terceira idade em mais de 17.000 instalações em todo o mundo – e o Cloud Service nos ajudou a fortalecer a nossa ligação com os clientes”, disse Amihai Zeltzer, vice-presidente de serviços técnicos e digitais da STANLEY Healthcare. “Agora, podemos atender nossos clientes onde quer que estejam, em seu canal preferido e quando quiserem. Além disso, o Cloud Service aprimorou nossa capacidade de resolver problemas e nos permitiu oferecer serviços de forma proativa aos clientes”.

Os consumidores de hoje estão mais conectados do que nunca, e as empresas que querem ter sucesso neste novo ambiente devem proporcionar uma experiência de serviço ao cliente sem rupturas durante as interações, em todos os canais. O Service Cloud, plataforma global líder em atendimento e suporte ao cliente, permite às empresas transformarem suas organizações e entregarem experiências excepcionais de serviço ao cliente. Na verdade, as empresas que implantaram o Service Cloud conseguiram agilizar em cerca de 48% a resolução de casos, diminuir em 45% os custos de suporte, ampliar em 47% a produtividade dos agentes e aumentar em 45% a satisfação do cliente, de acordo com uma recente pesquisa em parceria com terceiros patrocinada pela Salesforce. Construído sobre a Plataforma Salesforce de Sucesso ao Cliente, o Service Cloud dá às empresas uma visão 360º de seus clientes, permitindo a eles entregarem serviços mais inteligentes, rápidos e personalizados.

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Samsung Electronics revela o conceito de TV do futuro na CES 2016

A Samsung Electronics Co., Ltd. anunciou que seu estande na CES 2016, apresenta, pela primeira vez, a “Future TV Zone”, uma cabine interativa com os conceitos de TV mais visionários já produzidos pela companhia. A “Future TV Zone” tem foco na tecnologia de display modular, que permite múltiplas telas em vários formatos e tamanhos para unir e criar uma TV totalmente personalizável, com base no estilo de vida dos consumidores e o conteúdo que eles querem assistir.

“Na CES 2016, a Samsung está fazendo de tudo para demonstrar que a inovação é o que mais importa para os consumidores e oferecendo uma visão fascinante do futuro da TV”, disse Hyun Suk Kim, Presidente da Divisão de Visual Display da Samsung Electronics. “Nós acreditamos que as possibilidades para inovação em TV são verdadeiramente infinitas, assim como as atuais barreiras em torno do tamanho da tela, formato e versatilidade foram superadas. Eu convido os participantes a visitarem o estande da Samsung e testemunharem o futuro da TV por si próprios.”

A “Future Zone” inclui dois conceitos de design que ressaltam os recursos e possibilidades de personalização. Um dos conceitos apresenta a maior TV SUHD do mundo, um display de 170 polegadas que utiliza a tecnologia de display modular. A Samsung também criou a mais moderna experiência de vídeo em tamanho real, para oferecer a ilusão de estar dentro do vídeo.

Para destacar as possibilidades de transformação desta tecnologia, a TV conversível pode mudar seu formato com base no conteúdo que está sendo transmitido na tela. Se os usuários estão assistindo a um grande jogo, um filme de ação ou as notícias da manhã, a TV conversível pode manter proporções diferentes para melhor atender o conteúdo na tela. A TV pode pular de uma tela com proporção de 16:9 para uma tela de 21:9, simplesmente por dividir a tela em duas partes e remontando as duas partes quando você decidir assistir algo na tela grande, como um filme.

A Future Zone da Samsung estará aberta durante o horário de exibição da CES, de 6 a 9 de janeiro, no estande nº 11906, no Tech East, LVCC, no Hall Central.

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Novo aplicativo da DHL aumenta visibilidade de transportes na cadeia fria

A DHL Global Forwarding, especialista em fretes aéreos e marítimos do Deutsche Post DHL Group, apresentou hoje o LifeTrack, seu novo aplicativo para celulares. O aplicativo é totalmente gratuito e concede aos usuários acesso em tempo real à plataforma online voltada à gestão e ao rastreamento de cargas sensíveis à temperatura. O LifeTrack proporciona aos clientes dos setores de medicamentos, perecíveis e outros ligados a área de saúde, uma visão geral de seus embarques, alertas em caso de qualquer imprevisto durante o trânsito – como alterações de temperatura – e suporte instantâneo através de acesso 24 horas a especialistas em cadeia fria. O aplicativo LifeTrack encontra-se disponível para os sistemas Android e iOS e já pode ser baixado nas respectivas lojas online.

“Com o aplicativo LifeTrack, fornecemos aos nossos clientes uma visão geral e imediata das informações mais críticas como temperatura, intervenções e análise dos embarques, tudo em um design intuitivo feito sob medida para celulares” , afirma David Bang, diretor global do setor de Soluções em Gestão de Temperatura da DHL / CEO LifeConEx da DHL Global Forwarding.

Os atuais clientes dos serviços DHL Thermonet e LifeConex também terão acesso ao aplicativo usando as mesmas credenciais da versão do navegador web. Uma vez conectado, o aplicativo mostra detalhes do embarque, incluindo rotas, pontos de deslocamento e possíveis intervenções. Após a conclusão dos principais eventos do transporte ou após a detecção de alguma irregularidade, o aplicativo informa detalhes ao usuário sobre as medidas tomadas. Nos casos em que haja a necessidade de apoio adicional, os especialistas da DHL em cadeia fria podem ser contatados diretamente pelo aplicativo, 24 horas por dia.

Outras soluções

O aplicativo LifeTrack complementa as outras soluções móveis que a DHL Global Forwarding lançou nos últimos anos para reforçar a eficiência de seus clientes e aumentar a transparência dos embarques. No Brasil, destacamos o DHL Thermonet e o DHL SmartSensor destinados principalmente à indústria farmacêutica e a outras ligadas à área de saúde. Segundo o diretor de Vendas e Marketing da DHL Global Forwarding Brasil, Eduardo Rodrigues, “o transporte deste tipo de cargaenfrenta regulamentação complexa e pesada e demanda condições ambientais controladas. Em um ambiente de elevação de custos, ter acesso às soluções mais adequadas contribui não só para o atendimento das mais variadas normas, mas também para o próprio negócio”. As soluções monitoram, em tempo integral, a temperatura e outras condições ambientais da carga, enviando informações ao cliente praticamente em tempo real.

O DHL Thermonet é um sistema voltado ao transporte aéreo, baseado no GDP (Good Distribution Practices), uma espécie de manual internacional de boas práticas que reúne diversas normas nacionais e internacionais no transporte de carga. Por esse sistema, é possível monitorar a temperatura e rastrear a carga 24/7. Além disso, o sistema mantém registrada toda a trilha de documentação (SOP) e trajetória da carga, cujos dados ficam armazenados na nuvem por 7 anos e podem ser acessados, com segurança, via internet.

Já o DHL SmartSensor é um produto de monitoramento mais amplo, voltado a todos os modais, que pode ser adquirido de forma independente, inclusive para outros segmentos, além do farmacêutico e de saúde. Além da temperatura e da geolocalização, ele monitora umidade, choques físicos e luminosidade, sem demandar sistemas adicionais. Os alertas podem ser recebidos por e-mail, SMS ou acessados em um site específico (www.smartsensor-temperature.net). “O SmartSensor reúne três vantagens importantes: ampla gama de monitoramento, operação independente e a possibilidade de movimentação simples do dispositivo de modal para modal”, explica Eduardo Rodrigues.

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BB atinge 1 bilhão de transações via mobile

Em dezembro, o Banco do Brasil atingiu um bilhão de transações realizadas através de mobile banking em um único mês, marca inédita no país. No ano, houve crescimento de 50% da base de usuários do aplicativo BB e já são seis milhões de correntistas que utilizam o app. A cada dia, cerca de 7,5 mil novos clientes passam a usar o aplicativo, que apresenta média de 80 mil conexões simultâneas.

O aplicativo do Banco do Brasil está entre os oito mais presentes nas telas dos celulares e dispositivos móveis dos brasileiros e possui a melhor avaliação entre as instituições financeiras do país, na opinião dos usuários da loja Google Play.

Para aprimorar o relacionamento e se aproximar de seus clientes, o Banco do Brasil ampliou a oferta de canais com a implementação do modelo de relacionamento digital. O autoatendimento pela internet, celular e tablet conta com mais de cem opções de transações e funcionalidades e o cliente, pode, por exemplo, fazer uso da tecnologia para contratar crédito veículo via mobile, realizar saques em TAA, sem utilizar cartão, e fazer compras a débito e crédito, em lojas físicas, apenas com o celular.

No último dia 15, o Banco divulgou que, desde setembro, já foram contratados mais de R$ 13 milhões em financiamento de veículos pelo celular. “Os números crescentes mostram que as pessoas, cada vez mais, buscam facilidade e comodidade para o seu dia a dia e esse é o ponto de partida para a estratégia do Banco do Brasil de perseguir a melhoria contínua da experiência do cliente”, ressalta Marco Mastroeni, diretor de negócios digitais do BB.

Histórico
O Banco do Brasil sempre foi pioneiro na oferta de canais de autoatendimento, iniciando pelos caixas eletrônicos, na década de 90. Cada vez mais transações são disponibilizadas nos terminais de autoatendimento (TAA), internet e mobile, permitindo às agências reorganizarem o atendimento e estabelecerem relacionamentos mais próximos com seus clientes. No terceiro trimestre de 2015, por exemplo, esses canais de autoatendimento já respondem por mais de 80% do total de transações realizadas no Banco do Brasil.

Além disso, o Banco implementou, neste ano, uma estratégia digital extremamente inovadora, que amplia a entrega da proposta de valor para um maior número de clientes com perfil alta renda e está inteiramente focado no relacionamento. Essa proposta oferece, entre outros diferenciais, atendimento em horário ampliado, das 8h às 22h, e ferramentas que facilitam o contato do cliente com seu gerente de relacionamento – a exemplo de telefone, e-mail, videochamada e mensagens instantâneas, similar ao WhatsApp.

Também em 2015, o Banco do Brasil foi o primeiro banco a oferecer atendimento em tempo real para as pessoas que navegam pelo portal BB na internet e no internet banking, via chat. Essa ferramenta agiliza a comunicação sobre os produtos e serviços e, sobretudo, garante a satisfação do cliente no atendimento de suas demandas. O atendimento online possui especialistas nas áreas de empréstimo pessoal, crédito veículo, cartão, investimento e solução de dívidas.

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A aliança Renault-Nissan irá lançar, nos próximos quatro anos, mais de 10 veículos com a tecnologia de condução autónoma

Aliança confirma o lançamento de uma gama de veículos com capacidades de condução autónoma que será comercializada, até 2020, nos Estados-Unidos, Europa, Japão e China. Esta tecnologia será instalada em modelos de grande volume e a preços acessíveis.

Para além disso, a Aliança Renault-Nissan irá lançar uma série de aplicações de conectividade que facilitarão o acesso dos passageiros às suas atividades profissionais, de lazer ou redes sociais.

“A Aliança Renault-Nissan está comprometida com o atingimento de um duplo objetivo “zero emissões e zero fatalidades””, declarou Carlos Ghosn Presidente-Diretor Geral da Aliança no Centro de Pesquisa da Renault-Nissan em Silicon Valley. “É por isto que estamos a desenvolver automóveis, destinados ao grande público de três continentes, equipados com sistemas de condução autónoma e com uma maior conectividade”.

Zero emissões e zero fatalidades

A Aliança Renault -Nissan é o líder incontestado nos veículos zero emissões, com cerca de 300,000 veículos elétricos vendidos desde a venda do primeiro Nissan LEAF, na região de San Francisco Bay, em Dezembro de 2010.

A segurança e a eficiência dos automóveis da Aliança Renault-Nissan aumentaram de forma radical. O número de acidentes graves ou mortais a bordo de um Nissan baixou, no Japão, 61% nos últimos 20 anos; do mesmo modo na Renault estes indicadores diminuíram 80%, em França, nos últimos 15 anos.

A condução autónoma deverá permitir reduzir o fator de erro humano que está na origem de cerca de 90% dos acidentes mortais.

Os primeiros modelos equipados com um sistema de delegação parcial da condução “manutenção na via” chegarão ao Mercado ainda em 2016. Com esta funcionalidade o automóvel controla automaticamente a sua posição numa via, em autoestrada ou numa fila de trânsito. Os primeiros modelos da Aliança equipados com um sistema de delegação parcial da condução “mudança de via”, que assegura a gestão automática dos perigos e permite a mudança de via em autoestrada, aparecerão em 2018. O ano de 2020 será o ano de lançamento do modo “Gestão autónoma das intersecções” através do qual o automóvel poderá andar em cidade sem qualquer intervenção do condutor.

A aliança irá lançar, no decorrer de 2016, uma nova aplicação para aparelhos móveis que permitirá a interação à distância com o automóvel. No próximo ano será lançado o “Sistema Multimédia da Aliança” que irá oferecer novas funcionalidades multimédia e de navegação, que otimizará a integração com os smartphones e permitirá a atualização, em tempo real, das cartografias. Em 2018 a plataforma da Aliança “Conectividade & Internet das Coisas”, irá acolher um “Assistente Pessoal Virtual” para os clientes particulares e profissionais.

Todas as tecnologias da Aliança relativas à condução autónoma estarão disponíveis como opção.

Convergir para ganhar

Em 2014 a Aliança Renault-Nissan fez convergir as divisões de engenharia das duas empresas. Os engenheiros da Renault e da Nissan trabalham em conjunto de forma a evitar a duplicação do desenvolvimento das novas tecnologias. As tecnologias desenvolvidas em comum são colocadas à disposição de cada uma das empresas que as utilizam em função das necessidades manifestadas pelos seus clientes.

Os engenheiros da Renault e da Nissan desenvolveram um “kit de tecnologias” que inclui aplicações de hardware e software. Os responsáveis de produto das várias marcas da Aliança têm à sua disposição e podem escolher integrar estas aplicações nos seus modelos. A parceria entre a Renault e a Nissan no desenvolvimento de tecnologias de ponta permite uma maior eficácia, reduzir os custos e oferecer aos seus clientes automóveis com um maior valor acrescentado.

A Aliança Renault-Nissan dispõe de um orçamento, para pesquisa e desenvolvimento, de cerca de 5 mil milhões de dólares (US). O quarto maior grupo automóvel mundial, que vende um em cada dez automóveis vendidos no mundo, tem centros de pesquisa em Atsugi, Japão; Guyancourt, França; Farmington Hills, Michigan; e Sunnyvale, Califórnia, ambos nos Estados-Unidos. A Renault-Nissan dispõe de centros de engenharia na Índia, Brasil, Roménia, Turquia e China, entre outros.

A Aliança anuncia também a nomeação de Ogi Redzic que será responsável pelas áreas de conectividade e serviços de mobilidade a bordo enquanto Alliance Senior Vice-President, Connected Vehicles and Mobility Services.

Ogi Redzic junta-se à Aliança depois de ter ocupado postos na Nokia, NAVTEQ, Motorola e na cyberPIXIE, uma startup do sector das comunicações wireless. Mais recentemente ocupava o posto de Senior Vice-President, Automotive na Nokia HERE. Ogi Redzic, que assume funções de imediato, ficará sedeado em Paris com a supervisão de equipas em França e no Japão.

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E-TRUST entra no mercado internacional e participa da National Retail Fair

A E-TRUST, uma das principais desenvolvedoras de soluções de segurança da informação do país, recebeu nota máxima na avaliação do Programa de Internacionalização Competitiva, gerenciado pela Softex em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). O projeto tem como objetivo fomentar oportunidades de negócios no mercado internacional e tornar a indústria nacional de software e de serviços de TI um player global no mercado.

O reconhecimento conduz a companhia à um novo patamar, já que viabiliza a participação da empresa em eventos internacionais, como a National Retail Fair (NRF Big Show), maior feira de varejo das Américas, que acontece em janeiro, em Nova Iorque, nos Estados Unidos. Em 2015, a NFR contou com 550 expositores e reuniu mais de 30 mil visitantes. Membros de 86 países estiveram presentes no evento.

Durante a National Retail Fair, a E-TRUST — única companhia brasileira de gestão de identidade de acessos a participar do evento — terá a oportunidade de apresentar ao mercado internacional a solução HORACIUS, desenvolvida para a gestão de identidades e que une funcionalidades de workflow, governança e provisionamento para controlar o acesso das pessoas aos sistemas de uma organização em nuvem.

“A avaliação que conquistamos é extremamente importante para nós uma vez que nos permite assumir uma posição de player global no cenário internacional de TI. Esta é a oportunidade para prospectarmos novos negócios, aumentando a nossa visibilidade e o crescimento da empresa. Vamos apresentar a nossa solução HORACIUS para outros mercados potenciais”, explica o CEO da E-TRUST, Dino Schwingel.

O processo de avaliação do Programa de Internacionalização Competitiva consiste em analisar a atuação da empresa no mercado, levando em consideração alguns pilares estratégicos de gestão como fatores críticos de sucesso, o potencial inovador e de internacionalização, a adequação da solução/serviço e a estratégia de entrada da empresa no mercado norte-americano. Após esta análise, a empresa é comunicada que está apta para integrar o programa e participar de grandes eventos internacionais.

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Vender na internet: uma oportunidade de R$ 150 bilhões em 2016 – Por Mário Mello

*Mário Mello, diretor geral do PayPal para a América Latina

Em qualquer parte do mundo, a qualquer momento e por meio de diversos tipos de equipamento eletrônico, as pessoas hoje podem se comunicar e fazer negócios online. É o que é chamado de The People Economy. Tendo em vista essa revolução comercial, o PayPal encomendou à Ipsos, uma das mais importantes empresas de pesquisa de consumo do mundo, uma pesquisa global, com 23 mil internautas de 29 países.*

A fatia brasileira do estudo mostra o real potencial desse mercado. Este ano, o e-commerce no País deverá movimentar R$ 121,2 bilhões, um crescimento de 29% sobre o ano passado. E, no ano que vem, serão R$ 150 bilhões em vendas na internet, uma expansão esperada de 24%. As categorias de produtos que registrarão o maior crescimento em 2016 serão Saúde e Beleza (31%), Gêneros alimentícios (31%), Artigos domésticos (27%) e Lazer, hobbies e atividades ao ar livre (27%). As taxas de crescimento são expressivas mesmo entre as categorias que menos crescem, como os Eletrônicos de consumo (17%).

Para se ter ideia do tamanho do mercado no Brasil, cerca de 67% dos internautas brasileiros compraram online nos últimos 12 meses – o que comprova o grande potencial da internet. Outro dado interessante indica que, mesmo que metade destes internautas já se aventure a comprar em sites do exterior, 57% ainda não se sentem confortáveis comprando em e-commerces que não tenham uma versão em português ou um Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC) em seu idioma nativo. Ou seja, os sites locais ainda levam vantagem quando concorrem com os internacionais, em outro idioma.

Vale lembrar que a velha e boa recomendação boca a boca vale ouro nesse meio. Na internet brasileira, quem encanta um cliente tem boas chances de ganhar seus amigos numa venda futura. Isto porque, entre os brasileiros, 49% acessam e-commerces recomendados por amigos e parentes. Ou seja, garanta uma venda futura ao atender bem quem compra hoje.

Com essas informações em mãos, chega-se a uma conclusão inevitável: não dá para ficar de fora da internet. É hora de se investir nas vendas online e entender o que faz a diferença para o consumidor neste universo.

(*) Veja a pesquisa completa aqui.

A pedido do PayPal, a Ipsos entrevistou uma amostra** representativa de um total de 23.354 (com 18 anos ou mais) que usam ou têm um equipamento* com acesso à internet em 29 países (Reino Unido, Irlanda, França, Alemanha, Áustria, Suíça, Itália, Espanha, Holanda, Suécia, Polônia, Turquia, Rússia, Israel, Emirados Árabes, Estados Unidos, Canadá, Brasil, México, Argentina, Índia, Japão, Coréia do Sul, Cingapura, Austrália, África do Sul, Nigéria e Egito). As entrevistas foram conduzidas online entre 17 de setembro e 28 de outubro de 2015. O trabalho de campo no Brasil foi conduzido entre 23 de setembro e 5 de outubro de 2015, a partir de uma amostra de 800 pessoas. Os dados foram ponderados para representar a incidência de compradores on-line em todos os países da pesquisa. E, em quatro deles – Coréia do Sul, Cingapura, Egito e Emirados Árabes – os dados foram ponderados também para se ajustarem ao perfil demográfico dos usuários de internet.

(*) Computador, desktop, laptop, notebook, tablet, smartphone, outros tipos de telefones móveis, organizador eletrônico, PDA com funções de wireless e acesso a dados, consoles de jogos com conectividade à internet, a exemplo do Wii, e Smart TV.

(**) Idade, sexo e região representativos da população online. (Na Suíça, idade e sexo das amostras são representativos). Não foram determinadas quotas para a Nigéria, uma vez que não existe um perfil disponível de usuários de internet nesse país.

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Gartner elege TCS como líder em Serviços de Testes de Aplicações

A Tata Consultancy Services (TCS), empresa líder em soluções de negócios, é reconhecida pelo Gartner, Inc. como ‘Líder’ no relatório “Quadrante Mágico para Serviços de Testes de Aplicações, em Nível Mundial’, por Susanne Matson e Patrick J. Sullivan.

Acreditamos que a posição da TCS como Líder é resultado de uma base global de clientes, de um histórico de compromissos globais complexos que garante apoio para a transformação dos negócios, e de recursos bem balanceados de consultoria de negócios, processos e setores de atividades, implementação e gestão de serviços, apoiados por rigorosas metodologias e ferramentas. Os principais pontos fortes da TCS destacados no relatório incluem a qualidade de nossos consultores, o Global Network Delivery Model™, além das ferramentas e soluções de automação robustas: TCS MasterCraft, TCS NETRA, que facilita a integração e a implantação contínuas, e o ignio™, produto de inteligência artificial da TCS™.

O Gartner avaliou 17 prestadores de serviços, entre eles a TCS, levando em conta a capacidade de execução e a abrangência da visão. Os analistas do Gartner destacam que os provedores designados como líderes estão apresentando bons resultados atualmente, ganhando espaço e mind share no mercado. Eles têm uma visão clara da direção do mercado e estão ativamente desenvolvendo competências para manter a liderança.

“Acreditamos que ser conhecido pelos analistas do Gartner como líder no Quadrante Mágico para Serviços de Testes de Aplicações pelo segundo ano consecutivo demonstra o valor que a TCS oferece aos clientes ao possibilitar a inovação e permitir que eles tenham sucesso”, afirma Siva Ganesan, Chefe Global de Serviços de Garantia da TCS. “As soluções e serviços de testes de classe mundial da TCS superam as expectativas dos clientes usando nossa plataforma global e soluções inovadoras que abraçam as mais recentes tecnologias digitais.”

Os Serviços de Garantia da TCS abordam os desafios de negócios e de qualidade dos clientes globais. A TCS oferece serviços de garantia ao longo de todo o ciclo de testes, incluindo consultoria e assessoria, implementação dos serviços e serviços gerenciados para ambiente e gestão de dados. Na era da Digital Reimagination™, a companhia consegue ajudar seus clientes a revelar o valor dos serviços de testes, explorando sua experiência para continuamente redefinir a garantia de qualidade e os paradigmas de testes para que as empresas se mantenham na vanguarda. A biblioteca de ativos digitais e de negócios reutilizáveis baseados em domínio da TCS e seu modelo de engajamento, comprovadamente bem sucedido, permite à companhia oferecer segurança a todos os seus clientes.

O Gartner não endossa nenhum fornecedor, produto ou serviço citado em suas publicações de pesquisa e não recomenda aos usuários de tecnologia selecionar somente os fornecedores com a mais alta qualificação ou outras designações. As publicações de pesquisa do Gartner refletem as opiniões da organização de pesquisa e não devem ser entendidas como afirmações baseadas em fatos irrefutáveis. O Gartner se isenta de qualquer garantia, expressa ou implícita, com relação a essa pesquisa, inclusive garantias de comerciabilidade ou adequação a um propósito específico.

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EMC acelera mudança para código aberto

Projeto open source do RackHD™ e nova versão do CoprHD reforçam os investimentos da EMC com a comunidade de desenvolvimento e auxiliam nos desafios de gestão em data centers de hiperescala

A EMC Corporation (NYSE: EMC) anuncia o lançamento do RackHD™ (Rack “H” “D”), um conjunto de tecnologias independentes de plataforma projetadas para resolver o desafio de gerenciar e orquestrar servidores e recursos de rede em hiperescala. Além disso, a empresa está trazendo atualizações para o CoprHD, o REX-Ray™ e novas colaborações com a Intel e a Oregon State University.

Novos destaques:
• EMC lança o projeto de código aberto do RackHD, disponível sob licença do Apache, versão 2.0.

• O RackHD oferece tecnologia independente de plataforma para proporcionar automatização efetiva do gerenciamento de hardware e orquestração em hiperescala.

• A comunidade do CoprHD lança a primeira atualização, o CoprHD 2.4, com novo suporte ao ECS (EMC Elastic Cloud Storage) e ao EMC XtremIO 4.0.

• A comunidade do CoprHD lança dois novos projetos com a Intel e a Oregon State University para adicionar suporte a armazenamento terceirizado e integração do OpenStack.

• EMC atualiza o mecanismo de orquestração de armazenamento do REX-Ray com suporte ao EMC VMAX, ao EMC Isilon e ao GCE (Google Compute Engine).

De acordo com John Roese, vice-presidente sênior e CTO da EMC Corporation, as soluções aprimoradas abordam desafios significativos no gerenciamento de data centers definidos por software. “Ao tornar essas tecnologias abertas e acessíveis, a comunidade de desenvolvimento pode trabalhar em conjunto para beneficiar uma ampla gama de organizações e aplicações”, afirma o executivo.

“É um momento emocionante para a EMC com esse novo modelo de desenvolvimento em que temos os funcionários da empresa desenvolvendo códigos diretamente para ajudar a resolver grandes desafios no setor, enquanto desenvolvem novas tecnologias de um modo que permite a participação, contribuição, crítica e colaboração de todos”, completa.

O software RackHD oferece M&O (Management and Orchestration, gerenciamento e orquestração) de hardware que automatiza a detecção, a descrição, o provisionamento e a programação em uma grande variedade de servidores atuais e um roteiro para adicionar dispositivos de rede no futuro.

Os datacenters modernos são uma mistura de armazenamento de vários fornecedores, sistema de rede e servidores com uma crescente variedade de hardwares COTS (Commercial Off-the-Shelf, prontos para uso), sendo aplicados no aumento de casos de uso em hiperescala. Instalar sistemas operacionais de baixo nível ou atualizar microcódigo e BIOS em diversos dispositivos é tarefa manual complicada para engenheiros de datacenter. E se tornam ainda mais difíceis e caras em hiperescala. O RackHD foi criado para automatizar e simplificar essas tarefas fundamentais em uma ampla gama de hardware de datacenters.

Desenvolvedores podem usar a API do RackHD como componente em um sistema de orquestração maior ou criar uma interface de usuário para gerenciar serviços de hardware, independentemente do hardware subjacente no local. Foi projetada para ajudar organizações a acelerar a implementação de aplicativos modernos (Platform 3) que dependem de grandes números de servidores genéricos e infraestrutura heterogênea.

Hoje, o RackHD suporta uma grande variedade de servidores de datacenter com base no processador Intel® e detecção e monitoramento para switches. Foi estabelecida uma comunidade do projeto em EMC {code}, a comunidade Onramp para capacitação de desenvolvedores, para encorajar contribuições que estendam o suporte ao dispositivo heterogêneo e que desenvolvam novos recursos úteis para o datacenter definido por software. Uma lista detalhada de recursos está disponível na página da comunidade em GitHub: https://github.com/RackHD

Para o vice-presidente e gerente geral de Cloud Platform Business da Pivotal, James Watters, a parceria com a equipe de projetos do RackHD possibilitou à Pivotal executar implementações bare metal e híbridas pela primeira vez. “A força e a flexibilidade do RackHD permitiram uma transição do conceito para a demonstração da tecnologia em apenas duas semanas sem alterações no código central do CloudFoundry”, diz Watters.

A comunidade do CoprHD lança versão 2.4

O CoprHD é um software de automatização de armazenamento de código aberto que centraliza e transforma o armazenamento de vários fornecedores em uma plataforma simples e expansível. A comunidade da tecnologia fez sua primeira versão oficial com o CoprHD 2.4 para incluir novos recursos, projetos, contribuidores da comunidade e um novo switch de licenciamento para a licença do Apache, versão 2.0. A nova versão aumenta o escopo do software para incluir o armazenamento em object EMC® ECS™ e uma nova API REST do software EMC XtremIO® 4.0. Uma lista detalhada de recursos e plataformas suportadas está disponível na comunidade do projeto: https://coprhd.github.io/

A Intel e a Oregon State University, nos Estados Unidos da América, juntaram-se à comunidade do CoprHD como os novos contribuidores. A Intel está liderando um projeto para integrar a Keystone no software, permitindo o uso da API do Cinder e/ou da tecnologia para oferecer serviços de armazenamento em block. Esse recurso permite que as organizações ofereçam uma Interface de gerenciamento de armazenamento única para serviços do OpenStack.

Segundo Bev Crair, vice-presidente e gerente geral de Storage Group da Intel, o usuário final exige flexibilidade e segurança no desempenho dos serviços de TI, o que está direcionando o setor de soluções de armazenamento definidas por software. “A controladora do CoprHD Software-Defined Storage permite que plataformas em nuvem, como o OpenStack, gerenciem o armazenamento heterogêneo. Isso se alinha ao comprometimento e contribuições da Intel à comunidade de código aberto e nossos esforços para acelerar o desenvolvimento de soluções de armazenamento definidas por software”, afirma Crair.

Como um esforço para expandir o ecossistema do CoprHD, a comunidade do sofrware desenvolveu um SDK de camadas mais baixas projetado para permitir que fornecedores de armazenamento e terceiros possam adicionar suporte para outros sistemas de armazenamento ao CoprHD, com mais facilidade. Os alunos da Oregon State University estão desenvolvendo o primeiro plug-in com o SDK de camadas mais baixas para um novo driver do EMC ScaleIO®. Finalmente, ele substituirá o driver do ScaleIO na versão atual e servirá como caso de teste para desenvolvimento adicional do SDK de camadas mais baixas.

“Descobrimos como foi difícil implementar qualquer tipo de ferramenta de automatização para obter uma mistura heterogênea de sistemas de armazenamento. Colaborar com a comunidade do CoprHD nos permitirá atingir nossos objetivos de evitar o limite de fornecedores e dar suporte a toda a nossa infraestrutura”, explica Shayne Huddleston, diretor de infraestrutura de TI da Oregon State University.

A EMC atualiza o mecanismo de orquestração de armazenamento REX-Ray

A EMC também anunciou uma nova versão de seu mecanismo de orquestração de armazenamento REX-Ray, projeto de código aberto da EMC {code} que oferece acesso ao armazenamento persistente para tempo de execução de contêineres, incluindo aqueles fornecidos pela Docker, Mesos e outras. Ele foi projetado para permitir o recurso de armazenamento avançado em plataformas na nuvem, de virtualização e armazenamento comum.

A versão 0.3 contém diversas novas atualizações por meio de contribuições da comunidade, incluindo suporte à plataforma de armazenamento expandida do GCE (Google Compute Engine) e os sistemas de armazenamento EMC Isilon® e EMC VMAX®. Além disso, o REX-Ray foi atualizado com uma função de montagem de volume preventiva que permite ao host reatribuir volumes montados de hosts sem resposta. Isso garante que os aplicativos mantenham o acesso ao armazenamento persistente. O REX-Ray 0.3 está disponível sob a licença do Apache, versão 2.0 e hospedado no GitHub em: https://github.com/emccode/rexray.

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Rodrigo Kede deixa presidência da TOTVS

A TOTVS, líder brasileira no desenvolvimento de softwares e soluções de negócio, anuncia que Rodrigo Kede apresentou sua renúncia ao cargo de diretor-presidente da empresa.

A companhia vinha conduzindo o processo de transição para Rodrigo Kede suceder a Laércio Cosentino como CEO da empresa. Infelizmente, foi detectado recentemente um problema de saúde, com impactos pessoais e familiares, que o levou a tomar essa decisão.

“Para mim foi uma decisão difícil interromper agora esta trajetória na TOTVS, por já estar tão envolvido com a empresa, pessoas e clientes”, afirma Kede.

Nesta data, o Conselho de Administração reconduz Laércio Cosentino ao cargo de diretor-presidente, que acumulará com o cargo de CEO. A TOTVS dará continuidade ao plano de sucessão buscando um novo diretor-presidente para a companhia.

“Ficamos tristes, mas compreendemos a decisão do Kede a quem estendemos todo nosso apoio e carinho”, reforça Laércio.

Kede foi indicado a reassumir sua posição de membro independente do conselho de administração no biênio 2016 a 2018.

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Mudança no ICMS Interestadual ocasiona caos nas emissões de notas

Como era esperado, alterações referentes ao ICMS interestaduais, que estão valendo desde 1º de janeiro de 2016, vem ocasionando muitas confusões para os empresários. Isso se deve ao fato que a alteração impacta diretamente nas regras de recolhimento dos impostos em relação às vendas interestaduais destinadas a consumidor final, seja ele contribuinte ou não-contribuinte do ICMS (pessoa física ou jurídica).

“Estamos observando que muitos clientes estão emitindo notas fiscais com erros, por causa da alteração. Isso se deve ao fato da regra entrou em vigor com uma série de dúvidas para os empresários, devido à falta de diretrizes governamentais sobre o tema, já que as regulamentações foram feitas de última hora. O mais complexo é que cada estado deverá tem uma regulamentação própria, o que ainda causará com certeza muita confusão”, conta o diretor tributário da Confirp Consultoria Contábil, Welinton Mota.

Palestras Gratuitas sobre ICMS Interestadual

Para minimizar os impactos para empresas, a Confirp está realizando uma série de palestras gratuitas sobre o tema. “Estamos convocando nossos clientes e também não clientes para dar boas diretrizes sobre o tema, é grande o número de empresas que deverão se adequar, lembrando que podem ocorrer mudanças nos valores de impostos”, alerta.
A regra afeta principalmente as empresas que operam com o comércio eletrônico (as chamadas vendas não presenciais, através de sites de Internet).

Alteração na Constituição Federal

Inicialmente, a Constituição Federal de 1988 foi alterada pela Emenda Constitucional nº 87/2015, para modificar a sistemática de cobrança do ICMS nas operações que destinem bens e serviços a consumidor final, contribuinte ou não do imposto, localizado em outro Estado, com efeitos a partir do ano seguinte (2016).

Lembrando que são consideradas “contribuintes do ICMS” as pessoas jurídicas que praticam vendas (comércio e indústria). Não contribuinte do ICMS são as demais pessoas físicas ou jurídicas (empresas prestadoras de serviços, escolas, órgãos públicos etc., que não praticam vendas).

Assim, desde 1º de janeiro de 2016, nas operações que destinem bens e serviços a consumidor final, contribuinte ou não do ICMS (pessoa física ou jurídica), localizado em outro Estado:

1. adotará a alíquota interestadual (4%, 7% ou 12%, conforme o Estado de destino); e

2. caberá ao Estado do destinatário o ICMS correspondente à diferença entre a alíquota interna do Estado destinatário e a alíquota interestadual.
“Anteriormente, nas vendas interestaduais destinadas a não contribuinte, o ICMS era recolhido integralmente no Estado de origem da operação, pela alíquota interna (do Estado do remetente). O Estado destinatário não tinha direito a nenhuma parcela do ICMS”, explica o diretor da Confirp.

Outro ponto importante é que a responsabilidade pelo recolhimento do ICMS correspondente à diferença entre a alíquota interna e a interestadual (Diferencial de Alíquotas) será atribuída ao destinatário, quando este for contribuinte do imposto (comércio/indústria) e ao remetente, quando o destinatário não for contribuinte.

Assim, no caso de operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final não contribuinte (pessoa física ou empresas que não praticam vendas) localizado em outro Estado, o “Diferencial de Alíquotas do ICMS” será partilhado entre os Estados de origem e de destino, sendo do remetente a responsabilidade pelo recolhimento do “ICMS Diferencial de Alíquotas” em favor do Estado de destino, nas operações destinadas a não contribuintes. Palestra gratuita sobre ICMS Interestadual

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O submundo do cibercrime no Brasil: relatório revela evolução do malware local após colaboração com Leste Europeu

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A Kaspersky Lab acaba de publicar relatório sobre o “Submundo cibernético no Brasil”. Inédito, estudo revela a vida secreta dos cibercriminosos daqui e classifica o País como um dos mais perigosos para os usuários digitais, principalmente por conta de ataques maliciosos específicos que roubam dinheiro e dados privados. A cooperação internacional com grupos criminosos da Europa Oriental também contribui para a evolução do malware nacional.

“Há muitas campanhas criminosas voltadas especialmente para os brasileiros. Além disso, a legislação nacional é muito vaga em relação à crimes digitais. Se você une tudo isto ao vasto comércio de produtos e serviços entre criminosos locais, nota o quanto a realidade digital brasileira pode se tornar complexa para empresas que não contam com especialistas em segurança de TI no País”, afirma Fabio Assolini, autor da pesquisa e analista sênior de segurança da Equipe de Pesquisa e Análise Global (GReAT) da Kaspersky Lab.

Roubando os compatriotas

Diferentemente dos cibercriminosos de outros países que, em geral, não respeitam fronteiras e atuam no mundo inteiro, o cibercrime local se concentra em fraudes contra pessoas e empresas brasileiras. Uma das razões é a legislação vaga, que não pune estes criminosos de forma eficaz. O relatório detalha alguns exemplos em que bandidos virtuais passaram pouco ou nenhum tempo presos. A pesquisa mostra que não é necessário investigar muito para rastrear os culpados. Por conta desta percepção de impunidade, os criminosos locais ostentam seus lucros e vendem seus produtos e serviços despreocupadamente, como se estivessem dentro da lei, inclusive com promoções chamativas em redes sociais e sites.

Expansão internacional

O foco local não significa que os criminosos virtuais não interajam com pares de outros países. O relatório revela uma colaboração entre bandidos brasileiros e da Europa Oriental. Eles compartilham conhecimento, trocam favores e compram serviços, tais como hospedagem protegida para os malware nacionais. Há provas de que os criminosos brasileiros cooperam com as gangues do Leste Europeu envolvidas com o ZeuS, SpyEye e outros trojans bancários criados na região.

Com o monitoramento dessas atividades em todo o mundo, a Kaspersky Lab é capaz de prever o surgimento de determinados ataques virtuais e ajustar seus métodos de proteção de acordo com as informações obtidas em outras regiões.

Peculiaridades locais

As especificidades regionais são a chave para entender melhor o cenário das ameaças e o relatório da Kaspersky Lab comprova isto. Um dos exemplos mais claros é o ataque dos boletos, em que cibercriminosos descobriram uma forma de manipulá-los para redirecionar a transferência do dinheiro para outra conta.

Em 2014, o Brasil foi considerado o país mais perigoso em ataques virtuais financeiros. O monitoramento contínuo das atividades maliciosas de cibercriminosos brasileiros proporciona às empresas de segurança de TI uma ótima oportunidade para descobrir novos ataques financeiros maliciosos.

Problemas de privacidade e segurança no governo

Outra característica importante do cenário cibernético brasileiro é a falta de segurança dos recursos de TI das empresas e dos governos (veja os exemplos no relatório completo). Frequentes falhas de segurança em serviços online do governo expõem publicamente os dados sigilosos de cidadãos brasileiros. Cibercriminosos conseguem obter essas informações e as negociam com outros golpistas por alguns dólares. Um ataque direcionado ao sistema do Ibama permitiu reaver a licença de 23 empresas suspensas por crimes ambientais e, em 10 dias, foram extraídos 11 milhões de reais em madeira.

Mercado C2C: de um criminoso para outro

O relatório inclui uma investigação detalhada sobre operações entre empresas no submundo cibernético brasileiro, em que grupos diferentes colaboram e compartilham seus serviços de informações e sua tecnologia. Operações entre criminosos são bastante desenvolvidas e difundidas: um criminoso consegue encontrar praticamente todos os serviços que se possa imaginar: criptografia para malware, hospedagem, programação, código para o ataque aos roteadores domésticos, virais no Facebook, spam etc. Um kit de ferramentas de ransomware custa apenas US$ 30 e um keylogger dez vezes este valor.

O segredo está no serviço de informações

“Este relatório traz informações que nos ajudam a aperfeiçoar a proteção para nossos clientes e desenvolver novas tecnologias de segurança. No Brasil, como em outros países, conhecemos muito bem os projetos do cibercrime, seus golpes mais recentes e seus planos futuros. Esse conhecimento, combinado a nossa experiência técnica em ameaças virtuais, nos permite combater o cibercrime com maior eficiência”, relata Assolini.

“No entanto, ao monitorar o ambiente cibernético brasileiro, fica claro que não basta todo o esforço das empresas de segurança. A melhor solução para garantir um ciberespaço mais seguro é o compartilhamento de informações e a cooperação entre o setor de segurança, empresas e governo, incluindo as autoridades legais”, complementa o especialista.

O relatório Submundo cibernético da Kaspersky Lab referente ao Brasil está disponível no blog Securelist.com. Para baixar o relatório em PDF, clique aqui.

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