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Estão abertas as inscrições para o EDP Open Innovation 2017

Já estão abertas as inscrições para o EDP Open Innovation 2017. O concurso global, que no ano passado já teve como vencedora uma equipe brasileira, está em busca de projetos inovadores que possam transformar o mercado de energia elétrica e, novamente, vai premiar a melhor startup com um prêmio de 50 mil euros.

Os interessados de qualquer localidade podem se candidatar até o dia 23 de agosto, por meio do site edpopeninnovation.edp.pt. Em seguida, os grupos serão avaliados por um júri formado por representantes da EDP e do Grupo Impresa, empresa de comunicação parceira da companhia na edição deste ano. Os 15 melhores serão levados para um programa de aceleração em Portugal, no qual terão a chance de desenvolver e testar a solidez e a viabilidae dos seus negócios.

Esta segunda fase ocorre durante o mês de outubro e será decisiva para que sejam escolhidas as três startups finalistas. As equipes terão, então, que apresentar suas soluções diante de um novo juri em um evento que acontece em 26 de outubro, em Lisboa, na qual também será definida a Grande Vencedora. Além do prêmio em dinheiro, o EDP Open Innovation dará aos finalistas a oportunidade de apresentarem seus projetos no Web Summit, principal evento europeu de inovação.

“O Brasil já venceu a competição no ano passado e temos toda a confiança de que as equipes do País estão preparadas para propor excelentes projetos em 2017”, avalia a gestora da área de Inovação da EDP, Lívia Brando.

Brasileiros vencedores

Vencedora do EDP Open Innovation em 2016, a startup brasileira Delfos Predictive Maintenance, de Fortaleza, surpreendeu os juízes por ter apresentado uma solução que prometia responder ao grande problema da energia eólica: como aumentar a produtividade e o ciclo de vida das turbinas sem aumentar os custos de operação e manutenção. Para isso, criaram um sistema que monitora, analisa e antecipa possíveis problemas nos equipamentos em tempo real.

Atualmente, a equipe colabora com a EDP Inovação e com a EDP Renováveis no desenvolvimento de um projeto piloto para testar em ambiente real a aplicação.

“O EDP Open Innovation nos concedeu um selo de qualidade e credibilidade que abriram muitas portas”, afirma Guilherme Studart, um dos sócios da Delfos. “O aprendizado do processo de aceleração e a oportunidade de interagir com um grande player com certeza foi essencial para ajustar a nossa proposta com a realidade do mercado”, completa.

EDP e Inovação

O EDP Open Innovation é uma iniciativa que tem como objetivo impulsionar o desenvolvimento de startups que contribuam para a constante transformação e evolução do setor energético. Esta é a segunda edição do concurso, que no ano passado selecionou cinco brasileiros entre os quinze finalistas.

Recentemente, a EDP também se juntou a outras sete utilities mundiais para organizar um dos maiores programas de aceleração de startups mundial: o Free Electrons Global Accelerator. O concurso recrutou projetos ligados à energia que serão importantes para a próxima geração de ideias em energia limpa, eficiência energética, mobilidade elétrica, digitalização e serviços de apoio ao cliente.

Para saber mais, acesse: http://edpopeninnovation.edp.pt/wp-content/uploads/edp-open-innovation-regulation.pdf

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Blockchain 101: um guia compreensível – Por Luis Hachich e Gustavo Cazangi, do Venturus

Blockchain pode ser algo complicado de entender e, pior ainda, de explicar. É possível encontrarmos publicações com mais de uma página repleta de frases do tipo “Blockchain é”. Nenhuma pode servir. O Blockchain representa muito mais do que uma só frase poderia definir, mesmo assim vamos tentar: Blockchain é o termo que vem sendo utilizado para descrever sistemas descentralizados e distribuídos onde a informação é transferida e armazenada de forma criptografada por todos os participantes do sistema.

Sabe a brincadeira do telefone sem fio? Lembra como era? Uma fila de pessoas, o primeiro cochichava no ouvido do segundo uma frase que era repassada ao próximo e assim por diante… o resultado (e a graça) invariavelmente era a frase sem pé nem cabeça que chegava ao fim da fila.

Mas e se a frase tivesse algo de valor, por exemplo uma senha que dá a você, o último da fila, o direito de sacar R$1000? Não seria nada bom perder essa informação no meio do caminho, e para piorar, vai que alguém da fila resolveu passar a senha errada de propósito e ficar com o seu dinheiro?

Tem como evitar que a senha se perca no meio do caminho? Sim, e é exatamente isso que acontece em um Blockchain. Lá, cada um dos participantes da “brincadeira” respeita uma regra rígida, criptografando a informação recebida de maneira a garantir que o próximo da fila possa confirmar que ela é autêntica, consistente e o melhor: irreversível. Se alguém quebrar a regra e mentir, o próximo vai detectar imediatamente e podemos desconsiderar a informação que está sendo passada.

Se ao invés de uma fila, formássemos um círculo onde um participante pode falar com qualquer outro, passamos a ter um sistema descentralizado e distribuído, certo? Lembre-se que a informação é transmitida e também armazenada de forma criptografada. Então, funciona assim: sempre que alguém passa uma informação (ou seja, acontece uma transação), todos os participantes são avisados e armazenam esta transação consigo. Logo, todos eles têm cópias idênticas de todas as transações, podendo saber exatamente quem era o remetente e o destinatário e em qual ordem cada transação aconteceu, podendo verificar se a informação é verdadeira.

Interessante, mas e daí? Não sei se você percebeu, mas estamos todos falando com todos, sem receio. Não precisamos de nenhum intermediário ou centralizador para atestar a veracidade do que falamos. Conseguimos, portanto, criar um ambiente seguro e confiável entre um grupo de participantes desconhecidos!

Eliminar intermediários significa reduzir a fatia que precisamos dividir para que uma transação aconteça. Por exemplo, pagamos uma taxa para transferir dinheiro para contas de outros bancos ou países. Ou pense então em um compositor que hoje divide seus lucros com gravadoras, rádios, YouTube e todos os outros meios que reproduzem sua obra… e se pagássemos direto para ele através do Blockchain a cada vez que escutarmos sua música?

O Blockchain também representa mais segurança e uma quebra no paradigma de controle da informação vigente, já que com ele não precisamos mais armazenar tudo em um único local centralizado, muito mais suscetível a falhas e ataques do que uma rede distribuída. Quanto o Google, Facebook, Apple e outros te pagaram por produzir uma montanha de dados direto do seu celular? Veja, você dirige seu carro e sem receber nada por isso está populando o Google Maps com dados que são de interesse de milhões de pessoas, uma audiência que gera muito lucro em propagandas para o Google. Reflita, será que precisamos do Uber ou AirBnB?

Luis Hachich é Gerente Executivo e Gustavo Cazangi é líder de Emerging do Fórum de Tecnologia e Inovação, do Venturus

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Como evitar que as organizações afoguem-se em um oceano de dados – Por Walter Sanches e Marcelo Salles

Muito já é dito a respeito da importância de armazenar e analisar volumes imensos de informações em uma organização. No entanto, começar qualquer iniciativa de Big Data sem antes identificar quais são as perguntas corretas a serem feitas sobre seu negócio, poderá fazer com que você se afogue em um oceano de dados. Muitas vezes, as correlações entre diferentes variáveis não farão sentido algum. Por exemplo, a relação entre o acréscimo no consumo de tubos de cobre e o aumento da taxa de chuvas nada significa, além de uma simples hipótese. Por isso, cruzar informações sem antes identificar todas as variáveis poderá ser, além da perda de tempo, um risco.

Informações isoladas mostram o que ocorreu no passado e qual foi o resultado, porém quando relacionamos ações, metas e desempenho, podemos medir a eficácia do que foi feito e prever cenários. Fazendo uma analogia: é como um tanque de combustível de um veículo cheio. Sozinho não permite identificar muito além do volume em litros. Porém, quando combinado com a motorização do veículo, distância percorrida, consumo médio, percurso e velocidade média, esse informação possibilita-nos uma visão analítica, explorando padrões e tirando conclusões com embasamento concreto.

O grande pré-requisito para se submergir neste oceano de informações é ter um conhecimento profundo a respeito da organização. Ao ter uma visão clara da estratégia de sua empresa – que envolve essencialmente uma carta diretriz e um plano de negócios – será possível identificar quais são os dados que necessitamos para medir os resultados. Tais dados podem vir de diversos sistemas, como CRMs, informações públicas de sites confiáveis da internet (como IBOPE e IBGE), planilhas, entre outros. Além disso, é possível combinar estas informações utilizando tecnologias diversas como de armazenamento, analytics e de metodologias, incluindo BSC (balance score card), árvores de decisão, algoritmos preditivos e aprendizado de máquina.

Com este crescimento exponencial de informação e a facilidade de criar novos sistemas utilizando diferentes metodologias, é fácil perder-se no caminho, já que são necessárias uma visão analítica e muita agilidade. Desta forma, grande parte das empresas acabam gerando apenas relatórios com dados descritivos sobre o passado, mas quando elevamos o nível de análise para preditiva e prescritiva, as pessoas mudam seus modelos mentais e passam a olhar os dados pensando no futuro.

Em suma, as organizações ainda estão aprendendo a trabalhar diante de um ciclo ininterrupto, no qual se criam sistemas capazes de gerar informações e que, por sua vez, são aproveitadas para criar novos sistemas com novas informações e assim por diante.

O processo de Inteligência de Negócio é contínuo. Precisamos virar para trás e acompanhar os resultados de nossas ações, mas, ao mesmo tempo, ter um olhar preventivo com análises preditivas que nos permitam tomar decisões e agir antes que os problemas aconteçam. Quando este trabalho é feito, podemos evitar muitas dores de cabeça, como ruptura de estoque e inativação do cliente.

Apesar de desafiante, investir no Big Data pode representar uma grande oportunidade para qualquer negócio. Para ilustrar uma experiência positiva, vale mencionar um case o qual participei pela Termomecanica, indústria líder no setor de cobre e suas ligas. Tínhamos um alto volume de dados com grande complexidade de análise, por isso desenvolvemos uma árvore de decisão do estoque de produtos acabados que, por meio dela, permitiu com que nossa ferramenta padronizasse a decisão e informasse ao colaborador a ação a ser tomada para aquele produto. Este processo era realizado manualmente e demorava semanas, quando finalizado algumas informações já eram irrelevantes.

Para muitos, trabalhar com Big Data é sinônimo de investimento alto, porém, não existe uma regra que relacione trabalhar com informações a um determinado custo. Dependerá muito do cenário de cada organização, como o objetivo estabelecido e o ponto de partida: se já existem informações e se será necessário a criação de novos sistemas para obtê-las. Independentemente do cenário, se soubermos qual o nosso ponto de partida e de chegada, o retorno deste investimento certamente virá. Em casos como este, trabalhar a informação passa a ser um diferencial competitivo e o valor já não será medido pelo “quanto custa fazer”, mas sim pelo “quanto custa não fazer”.

Apesar do investimento financeiro ser considerado um dos principais impedimentos ao trabalhar com Big Data, pouco se fala a respeito das implicâncias relacionadas a uma mudança na cultura organizacional. Como abordamos anteriormente, ter à disposição um alto volume de informação, que pode ser obtido por diferentes frentes, requer uma troca de comportamento do indivíduo. Resumindo, de nada adianta criar um planejamento estratégico, estabelecer uma base de indicadores e investir em sistemas, se as pessoas não estão treinadas para analisar os dados e, mais do que isso, se não incorporaram o interesse pela visão analítica.

Os desafios são muitos, mas recompensadores. Para trabalhar com o elevado volume de informações de maneira que o impacto seja positivo para o negócio das empresas, significa que devemos focar em sua estratégia, evitando que seus colaboradores analisem dados de forma desnecessária e padronizando a forma de tomar decisões.

Walter Sanches e Marcelo Salles são respectivamente, superintendente e coordenador de TI da Termomecanica, líder no setor de transformação de cobre e suas ligas

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Uso de robôs em cirurgias aumentam as chances de cura do câncer de próstata

Uma das doenças mais temidas dos homens é o câncer de próstata, por isso, muitos continuam resistentes em fazer a prevenção. Embora não seja possível evitar o desenvolvimento da doença, a descoberta precoce aumenta em 90% a cura. Mesmo com muitas informações e campanhas, muitos homens não fazem o acompanhamento. Dados do INCA (Instituto Nacional de Câncer) afirmam esta resistência, a cada ano são diagnosticados cerca de 69 mil novos casos da doença, atrás apenas do câncer de pele.

Atualmente, os métodos de tratamento da doença estão se desenvolvendo e uma das grandes mudanças é a cirurgia robótica, indicada principalmente para a cura do câncer de próstata. Segundo José Roberto Colombo, Urologista do Hospital Moriah, o uso de robôs em cirurgias urológicas é mais preciso e menos invasivo para o paciente que terá uma recuperação mais ágil e ficará menos tempo internado, o que significa menor trauma cirúrgico.

Seguindo a evolução da medicina, o Moriah adquiriu a tecnologia com o robô Da Vinci Xi, que representa a inovação no setor. Neste método, o médico realiza a cirurgia auxiliado pelo robô, controlando o equipamento para realizar incisões de no máximo 1,0 cm no abdômen que possuem a capacidade de dissecar e suturar tecidos de forma mais precisa, o que aumenta as chances de cura da doença.

O CEO do Hospital Moriah, Alexandre Teruya, acredita no método que já acontece há mais de 10 anos no exterior, como uma ferramenta para diminuir os casos de câncer de próstata no Brasil que ainda está em fase embrionária. “Usamos a tecnologia com sabedoria porque acreditamos no robô justamente por ele ser conduzido por profissionais treinados. Além disso, o robô só é benéfico quando o hospital opta por um gerenciamento em cadeia, isso é, quando engloba todos os participantes em prol do bem-estar do paciente, desde enfermeiros, médicos, fonte-pagadora e tecnologia”.

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Unisys lança no Ciab FEBRABAN 2017 sua nova plataforma omnichannel para bancos digitais

Durante o Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras – Ciab FEBRABAN, que ocorre entre os dias 6 e 8 de junho em São Paulo, a Unisys anuncia o lançamento no Brasil de sua mais nova solução para bancos digitais, o Elevate. A plataforma conta com um pacote de aplicações desenvolvidas para auxiliar as instituições financeiras a oferecer aos seus clientes experiências seguras e unificadas, em diversos canais, sobretudo os digitais.

Como resultado, os clientes poderão pagar suas contas, efetuar transferências, solicitar crédito e simular financiamentos em todos os momentos e lugares – independentemente do dispositivo utilizado, seja móvel, no desktop, ou mesmo nas agências bancárias. A solução pode ser adquirida como um serviço, a partir de uma nuvem pública ou privada, ou ainda como uma solução local.

A participação da companhia como patrocinadora do evento, referência para o mercado financeiro no Brasil, inclui uma mesa-redonda, no dia 06 de junho, às 17h15, sobre o tema “Modelos inovadores de segurança digital para os bancos”, ministrada por Mark Loucks, Diretor de Cyber Analytics e Cientista de Dados Sênior da Unisys.

No estande da Unisys (#C53) os visitantes poderão conferir por meio de demos a jornada multicanal e as novas demandas do consumidor da era digital que são atendidas pelas funcionalidades e arquitetura da solução Elevate. Além disso, a Unisys apresentará suas novas ofertas para detecção e resposta a incidentes de segurança, dentro do conceito de Arquitetura de Segurança Adaptativa (Adaptive Security Architecture), que permite ir além das defesas do perímetro, pois consiste em múltiplas camadas e no uso de soluções de análise de comportamento do usuário.

Elevate – uma plataforma segura e omnichannel para bancos digitais

Os recursos presentes no Elevate permitirão às instituições financeiras atrairem uma nova geração de clientes acostumados a utilizar soluções digitais, ampliar a oferta de serviços por meio de múltiplos canais, melhorar o chamado time-to-market dos serviços digitais e transferir os custos para uma solução com modelo de pagamento por uso.

“A estratégia de promover a transformação digital contribui para que os bancos conheçam cada vez mais seus clientes e proporcionem a eles uma experiência que atenda e supere suas necessidades, bem como auxiliem as organizações a reduzir custos e a tornarem-se mais competitivas”, explica Eric Crabtree.

O Unisys Elevate é uma solução disruptiva e integrada que pode ser personalizada de acordo com as regulamentações e condições de cada mercado, desempenhando a função de centro de integração de muitas funcionalidades e soluções, em uma única plataforma.

“O desafio para muitos bancos e instituições financeiras atualmente é permanecer relevante e acompanhar o ritmo da demanda dos clientes em constante evolução. O mecanismo de análise do Elevate potencializa a eficiência operacional e comercial dos bancos por proporcionar o atendimento em diversos canais, sejam tradicionais ou digitais, além de garantir a segurança das operações”, afirma Carlos Ferrer, Vice-presidente para a Indústria Financeira e Líder de Enterprise Solutions da Unisys para a América Latina.

Baseado na plataforma Retail Banking Delivery da Unisys, o Elevate incorpora um alto nível de segurança, com recursos integrados de biometria adaptável e análise de dados para identificar clientes, autenticar acesso e validar transações. Essas aplicações previnem fraudes e aprimoram a experiência dos clientes, além de cumprir requisitos regulatórios e reduzir significativamente os custos de certificações e normas de conformidade da indústria financeira.

“Nossa ampla e reconhecida presença no País, por mais de 93 anos, faz com a Unisys seja um parceiro tecnológico relevante para muitos dos maiores bancos no Brasil, bem como, em toda a América Latina, provendo soluções de core bancário, administração de canais, depósito remoto de cheques, gestão de ATMs, suporte técnico remoto e de campo, gerenciamento de projetos de inovação, entre outros serviços prestados”, indica Jorge Gómez, Diretor da Indústria Financeira da Unisys para a América Latina.

A Unisys trabalha em conjunto com diversos clientes ao redor do mundo para oferecer soluções inovadoras para os negócios. Mais de 125 bancos em todo o mundo utilizam a plataforma da Unisys para bancos de varejo.

Ciab FEBRABAN 2017

Data: entre 06 e 08 de junho

Horário: das 10h às 18h30

Loca: Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro – 04795-901 – São Paulo – SP / Brasil

Mais informações: http://www.ciab.com.br/

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Por que os CIOs estão sumindo? – Por Dante Lopes

Quando o termo Chief Information Officer (CIO) surgiu no final dos anos 80, não se esperava que esse tipo de profissional fosse se tornar uma peça importante no cenário das grandes empresas e corporações. Hoje, os CIOs são responsáveis por liderar o movimento da inovação dentro das organizações, garantindo que todas as variáveis da Gestão da Inovação estejam em perfeita sintonia e consonância.

No entanto, as metas financeiras de curtíssimo prazo, a insegurança dos executivos para “apostar” no desconhecido ou incerto, a inércia corporativa que demora para engrenar e a própria incapacidade de proporcionar resultados tangíveis para confortar as altas lideranças, dentre outros fatores, têm culminado na extinção dos CIO’s dentro das grandes organizações.

As empresas que não compreendem a importância da inovação, ao mesmo tempo em que eliminam esse cargo, estão assinando seu próprio atestado de óbito. A sobrevivência da empresa no horizonte de médio e, principalmente, longo prazo, inevitavelmente depende da inovação.

O CIO é o grande responsável, na maioria dos casos, pela implementação e disseminação da cultura de inovação por toda a empresa, na tentativa de garantir a sobrevivência das estruturas do negócio, seja ampliando o portfólio de produtos e serviços inovadores, ou pela criação de novos modelos de negócios.

Além de criar os mecanismos necessários para garantir que os funcionários tenham suficiente autonomia para usar e abusar da arte do questionamento nas suas rotinas de trabalho, o CIO deveria ser a figura com a obrigação de integrar, conectar e eliminar as interfaces entre todas as outras diretorias e departamentos.

Sendo bastante generalista, as grandes empresas e mega conglomerados industriais, hoje, são administrados por profissionais que foram submetidos por décadas a um processo educacional antigo, e por vezes retrógrado, em que o micro gerenciamento, a opressão e a intimidação eram (e são) presentes e onipresentes. A consequência? Executivos e funcionários sem autonomia, meros executores robóticos de processos obsoletos e corrompíveis. E o impacto gerado são negócios fadados ao fracasso. Por isso, a figura do CIO se faz tão importante nessas organizações.

Quando esse profissional é removido, automaticamente remove-se o direito e a autonomia dos funcionários para questionarem o velho, o antigo. O medo é instaurado e a empregabilidade passa ser associada com o seguir os padrões já estabelecidos.

O recado é simples: quem não tentar inovar, está fora do jogo! Portanto, não deixem que o cargo de CIO acabe. Quando a posição deixa de existir, morre com ela até mesmo a mais simples ideia de que inovar é preciso.

Dante Lopes é CEO da Empreendi na Rede, uma empresa de educação empreendedora e desenvolvimento de negócios, focada na criação de projetos e empreendimentos inovadores.

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Projeto de gestão de commodities aumenta lucratividade na Usina Santo Ângelo

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Simplificar negociações, ampliar as margens de lucros e reduzir os riscos do negócio. Com esses objetivos, a Usina Santo Ângelo desenvolveu um projeto para gestão de riscos financeiros em operações commodities, que permitiu automatizar processos e controlar de forma centralizada e em tempo real os valores do açúcar negociado. Os investimentos realizados contemplaram a implantação do software SAP Commodity Management, além dos serviços especializados para gerenciar toda a execução do trabalho. O projeto foi conduzido pela AdopTI, consultoria com portfolio exclusivo e especializado na plataforma de gestão empresarial SAP e que há anos atua fortemente no mercado sucroenergético brasileiro.

Com mais de 60% de seu faturamento oriundo de exportações, com produtos commodities na BM&FBOVESPA, a Usina Santo Ângelo não dispunha de recursos avançados para gerenciar e controlar suas reservas, valores fixados para o açúcar e, por consequência, aumentava o risco de suas operações no mercado. De acordo com Carlos Alexandre de Sene, gerente de TI da Usina Santo Ângelo, o controle era realizado de maneira descentralizada, por meio de planilhas, o que dificultava a gestão e o planejamento. “Toda a comercialização de açúcar para o exterior é feita em commodity, o que demanda a prefixação de valores, compra de opções de vendas e o pagamento de um percentual para a bolsa. Precisávamos saber, em tempo real, qual era a margem de lucro estabelecida e se ela seria suficiente para manter a produção prevista. Além disso, era fundamental saber com precisão quais eram os riscos do nosso negócio e o quanto estávamos gastando para nos proteger”, explica Sene.

Por isso a usina necessitava de uma solução tecnológica que lhe permitisse a gestão centralizada dos negócios, bem como a capacidade de planejamento e visão de longo prazo. Desta forma seria possível saber qual área demandava uma melhor gestão de custos e ajustes para garantir a lucratividade. A AdopTI foi responsável por conduzir o projeto de implementação do SAP Commodity Manager, que foi concluído em dez meses. Hoje, a Usina Santo Ângelo controla todos os contratos futuros e exportação através da nova ferramenta, que também lhes permite fazer uma previsão do fluxo de caixa, controle de remessas para formação de lotes e emissão de relatórios precisos, com dados confiáveis, tudo sempre em tempo real.

“O Agro é um dos segmentos onde a SAP detém uma importante base de clientes e, para possibilitar a entrada das médias e pequenas empresas, trouxemos ao Brasil a metodologia de implementação acelerada com as melhores práticas, entregando assim o melhor em sistema de gestão com prazo e custo adequado ao tamanho da empresa”, afirma Luciano Idésio, Diretor de Canais da SAP Brasil. “A SAP Commodity Management permite entender melhor o impacto dos preços das commodities, simplificando, automatizando e gerenciando as compras e vendas para reduzir erros e economizar tempo, integrando e transformando processos para refletir as melhores práticas e condições de mercados atuais”, destaca o executivo.

Entre os benefícios que o projeto proporcionou, destaca-se a capacidade de planejamento de longo prazo, que permite que a usina consiga ter uma visão e controle do fluxo de caixa, remessas, taxa de lucratividade de cada contrato, entre outras informações para um planejamento em um cenário de dez anos. Além disso, a usina passou a ter confiança em seus registros contábeis. “Temos segurança em todo o fluxo, visão da situação, agilidade de informação e, o melhor, tudo de forma centralizada”, ressalta Sene. “Antes, demorávamos até três dias para levantar informação de índice de exposição de preços para safras seguintes, agora, temos esse dado na ponta dos dedos, em tempo real”, completa o executivo.

Segundo Rodrigo Guimarães, Gerente de Projetos da AdopTI, o sistema SAP oferece uma plataforma robusta de componentes para tornar seguro e ágil o controle de todas as etapas do processo de gestão de commodities, de uma forma transparente, que facilita e melhora a qualidade na tomada de decisão. “Como resultado de tudo isso, a usina conseguiu elevar sua taxa de lucratividade, confiabilidade nas informações e também otimizar o investimento de seu capital”, enfatiza Guimarães.

Fundada em 1984, a Usina Santo Ângelo é uma empresa de refinação de cana de açúcar localizada no município de Pirajuba, Minas Gerais. A empresa, que possui 1700 colaboradores, produz etanol, açúcar, além da cogeração de energia elétrica, a partir da queima do bagaço da cana de açúcar.

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Liga AutoTech: Conheça as 8 startups selecionadas para a primeira turma de aceleração

A Liga Ventures- aceleradora que gera negócios entre startups e grandes empresas – anuncia a lista com os 8 escolhidos para participar do primeiro programa nacional de inovação aberta nos setores de mobilidade, transporte, logística e indústria automobilística.

Denominado Liga AutoTech, o programa tem como objetivo gerar novas oportunidades de negócios entre as startups e as empresas, além de testar novos modelos de mercado, oferecendo um amplo networking com potenciais parceiros e investidores. Empresas como Mercedes-Benz, Eaton, Sascar, Ticket Log e Repom já integram o projeto e participaram do processo de escolha das startups.

O programa recebeu cerca de 200 empresas inscritas, que passaram por três etapas de seleção: triagem das inscrições, entrevista e apresentação de negócios para uma plateia repleta de profissionais renomados. As startups trouxeram propostas de diversos temas de interesse, como gestão de frotas, logística reversa integrada, aplicativo para melhorar a mobilidade e incentivar a sustentabilidade, telemetria, entre outros.

Para Adriano Maskalenkas, gerente de inovação e desenvolvimento de negócios da Ticket Log, a troca de expertises com as startups é fundamental para as grandes corporações se reinventarem. “Ter uma startup dentro da empresa, verificar tendências, andar junto com jovens idealizadores é importante para o desenvolvimento de qualquer negócio. A Liga AutoTech foi um presente para nós”.
De acordo com Rogério Tamassia – diretor da Liga Ventures – o programa trará novas possibilidades de inovação e negócio para os setores envolvidos. “O foco da Liga AutoTech são áreas essenciais para o crescimento do país e a plataforma aberta será uma oportunidade de transformar o setor de transporte, logística, mobilidade e a indústria automobilística brasileira”, explica.

Programa de aceleração

As startups escolhidas serão aceleradas durante quatro meses e terão orientações com executivos do setor e com a rede de mentores da Liga Ventures, além de terem a oportunidade de gerar novos negócios com parceiros e investidores. Nenhuma contrapartida em participação societária ou propriedade intelectual é exigida das startups aceleradas.

Conheça as startups que farão parte da Liga AutoTech:

Automobi: Plataforma de CRM para oficinas e concessionárias conectada aos donos de veículos.

Site: http://www.automobi.com.br

Btime: Gestão inteligente de equipes externas com foco no aumento de produtividade, centralização e informações em tempo real.

Site: http://www.btime.com.br

Easy Carros: Diagnósticos online de automóveis, Big Data & Análise preditiva como a maior rede de prestadores de serviços automotivos online.

Site: http://www.easycarros.com

goEpik: Guia visual do operador para realização de processos utilizando Machine Learning e IoT, além de plataforma que padroniza e digitaliza processos industriais, dentro dos princípios da Indústria 4.0.

Site: http://www.goepik.com.br

KeyCar: Aplicativo para controle dos sistemas do veículo e monitoramento do motorista.

Site: www.keycar.com.br

Menu.com.vc: Plataforma de comércio online que conecta a indústria ao comerciante, com solução integrada de logística e crédito.

Site: http://menu.com.vc/

Trackage: Soluções de monitoramento, reduzindo prejuízos com violação, extravio e perda de cargas e objetos para pessoas e empresas.

Site: http://www.trackage.com.br

Zumpy: Aplicativo que busca reduzir a quantidade de veículos nas ruas facilitando que pessoas com rotas compatíveis se locomovam juntas com segurança.

Site: http://www.zumpy.com.br

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Grupo New Space discute futuro da Segurança Digital no GRC International + DRIDAY Latin America

O Grupo New Space, um dos líderes em serviços de tecnologia para o setor financeiro no Brasil, discute sobre o futuro da Segurança Digital, além de apresentar cases no GRC International + DRIDAY Latin America, um dos maiores eventos de Governança, Risco, Compliance e Disaster Recovery da América Latina, que acontece nos dias 25 e 26 de maio (quinta e sexta-feira), no Hotel Renaissance, em São Paulo (SP). O encontro reúne experientes especialistas, representantes e executivos das 500 maiores empresas e da área governamental do Brasil, proporcionando um cenário único para construção do conhecimento e de negócios.

Thiago Bordini, Diretor de Inteligência Cibernética do Grupo New Space, será o responsável por moderar o painel “Cyber Security – Ameaças e Desafios. O que mais vem pela frente?”, em que compartilhará a sua vasta experiência e conduzirá uma discussão sobre o futuro da Segurança Digital. Além do executivo do Grupo New Space, participam da sessão Rafael Salema Marques, Major Aviador da DECEA/FAB; Ricardo Tavares, Coordenador da Pós-Graduação de Cyber Security na DARYUS Educação; Dr. Rony Vainzof, Sócio da Opice Blum Advogados; Ricardo Nilsen Moreno, Coordenador de Cyber Segurança da Cielo; e Felipe Trovão, Head de Compliance na FOXBIT. O painel será realizado no dia 25 a partir das 14h25.

Mais tarde, às 17h15, Bordini ministrará a palestra “Segurança da Saúde. Do céu ao inferno!” em que apresentará cases e tendências relacionadas aos riscos em empresas públicas e privadas do segmento. “Acabamos de presenciar um ataque ransomware que afetou quase 100 países, o que mostra que a segurança digital é um ponto crítico e deve ser foco da atenção de qualquer companhia ou usuário comum. Assim, estar presente em um evento que já se estabeleceu no calendário dos profissionais dessa área é uma excelente oportunidade para fazer networking de alto nível, trocar experiências e discutir o futuro de nosso setor com profissionais renomados”, destaca o executivo do Grupo New Space.

Grupo New Space no GRC International + DRIDAY Latin America

Data: 25* e 26 de maio (quinta e sexta-feira)
Local: Hotel Renaissance
Endereço: Alameda Santos, 2233 – Cerqueira César, São Paulo/SP
*O painel “Cyber Security – Ameaças e Desafios. O que mais vem pela frente?” e a palestra “Segurança da Saúde. Do céu ao inferno!” serão realizados às 14h25 e às 17h15, respectivamente.

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Atento é nomeada entre os líderes do Quadrante Mágico do Gartner

A Atento S.A. (NYSE: ATTO), maior empresa de serviços de gestão de relacionamento com clientes e terceirização de processos de negócio (CRM BPO) na América Latina e um dos três maiores provedores mundiais, foi nomeada entre os líderes do Quadrante Mágico do Gartner em serviços de gestão de clientes e terceirização de processos de negócio1. Os pareceres do Gartner são a principal referência para as empresas ao redor do mundo no momento de selecionar e considerar fornecedores na categoria acima mencionada.

Foco na estratégia, compromisso com a experiência do cliente e capacidade de execução fazem da Atento uma referência mundial em seu setor.

Alejandro Reynal, CEO da Atento, afirmou que em um mundo cada vez mais digital, a Atento ajuda as empresas a se tornarem mais competitivas e a impulsionar a eficiência nos negócios, por meio de soluções ponta a ponta, que garantem a satisfação do cliente em todas as fases da sua jornada. “Oferecemos uma proposta de valor única, com base em nossa posição de liderança no mercado, no profundo entendimento das necessidades dos consumidores em todos os segmentos econômicos e numa combinação robusta de experiência do cliente e capacidades digitais”, acrescentou o executivo.

De acordo com o relatório, “os Líderes demonstram ter visão e definição de mercado e capacidade para executá-las entre os serviços de BPO e contact center, um market share superior (entre os 10 melhores fornecedores nas regiões onde atuam), e sólidas referências em serviços de gestão de clientes e terceirização de processos de negócios em contact centers, incluindo uma variedade de indústrias verticais.

Os líderes contam, ainda, com investimentos superiores em ofertas de serviços, modelos inovadores de negócios, de preços e de entrega de serviços. Mostram capacidade superior de compreender as necessidades dos clientes e as condições atuais de mercado e desenvolvem competências para manter suas posições de liderança em diversas regiões. As empresas do quadrante dos Líderes têm, geralmente, sólida atuação global e regional e contam com uma profunda tecnologia de alavancagem de suas operações, além de oferecer a seus clientes uma experiência acima da média”.

1 Gartner, Magic Quadrant for Customer Management Contact Center BPO, Worldwide, TJ Singh, Brian Manusama, Misako Sawai, março de 2017.

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Como lidar com o estresse e ser mais produtivo? – Por Christian Barbosa

O estresse é um problema muito comum nos dias atuais, além de ser um dos maiores inimigos da produtividade. Quando tratamos do assunto, a primeira coisa que precisamos entender é que é não existe uma maneira de eliminar o estresse; afinal, ele é uma reação natural do organismo a qualquer situação que causa tensão e esgotamento.

O acúmulo de estresse traz consequências ruins para a mente e para o corpo, e isso afeta diretamente os seus resultados. O que podemos fazer, diante disso, é criar algumas estratégias.

Para começar, precisamos nos empenhar para tirar da nossa rotina os elementos que desencadeiam essa sensação. Se você sabe que ver notícias ruins, por exemplo, te deixa estressado, elimine esse hábito.

Quando o problema relaciona-se a outra pessoa, a estratégia muda. Se o seu cônjuge está te deixando estressado, é claro que você não vai dispensá-lo por isso. Sente-se, converse, exponha o que está te incomodando e as consequências que esse incômodo vem trazendo para você. Conclua essa conversa com uma solução.

Aprender a gerenciar o seu tempo é outra prática importante e que não pode ser dissociada da busca por equilíbrio e bem-estar. Isso é um processo, não acontece do dia para a noite. A gente aprende a ter mais tempo, tomar melhores decisões e ter uma vida mais plena colocando o nosso tempo dentro da nossa agenda depois de definir prioridades e cortar hábitos improdutivos.

Muitos estudos associam a prática de meditação à melhora do humor e ganho de qualidade de vida. Por que não tentar? Você não precisa passar horas meditando, mas pode baixar um aplicativo que te guie sobre meditação e reservar algum momento para isso. Um simples exercício pode ajudar muito. Se você não se identificar com a prática, procure algo que te faça se sentir mais tranquilo. Pode ser um hobbie, um filme, uma música ou a prática de um esporte.

O estresse está intimamente ligado à ansiedade. Passamos muito tempo nos estressando com coisas que ainda vão acontcer, e com problemas que não cabe a nós resolver. Concentre sua atenção nas suas atividades mais importantes Essa é uma tarefa diária e complexa, mas com dedicação é totalmente possível. Vamos começar?

Christian Barbosa é o maior especialista no Brasil em administração de tempo e produtividade e CEO da Triad PS, empresa multinacional especializada em programas e consultoria na área de produtividade, colaboração e administração do tempo.

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Startup 99 recebe investimento de US$ 100 milhões da SoftBank

A 99, principal startup de mobilidade urbana do Brasil, anuncia hoje a assinatura de um acordo de investimento da ordem de US$ 100 milhões com a SoftBank. Este montante, somado aos mais de US$ 100 milhões captados no início do ano junto à Didi Chuxing e à Riverwood, fecha a rodada de investimentos com mais de US$ 200 milhões. Este é a maior rodada de investimento já realizada por uma startup brasileira de acordo com a FactSet (companhia multinacional especializada em dados do mercado financeiro). Outros fundos e empresas como Monashees, Qualcomm Ventures e Tiger Global também investiram na startup, que foi aconselhada pela Lazard nessa nova transação.

Fundado por Masayoshi Son em 1981, a SoftBank é o maior investidor global em aplicativos de mobilidade, com investimentos significativos na DiDi, Ola e Grab, as maiores empresas do setor na China, Índia e Sudeste Asiático, respectivamente.

Apenas seis meses após o aporte liderado pela DiDi e pela Riverwood, a 99 atrai outro importante investidor internacional. Com este novo capital, a 99 vai fortalecer ainda mais o rápido crescimento do serviço de carros particulares 99 POP, o que levará a marca a consolidar sua liderança neste segmento no Brasil, bem como expandir por toda a América Latina.

“Vemos um grande crescimento e uma ótima perspectiva para o setor de soluções de mobilidade na América Latina. O time da 99 tem feito um progresso impressionante no Brasil, operando em mais de 400 cidades e realizando mudanças positivas na vida de milhões de usuários. Nós estamos comprometidos em apoiar líderes locais, como a 99, e esperamos ansiosamente para participar do sucesso deles a longo prazo”, afirma David Thevenon, diretor executivo da Softbank.

Para Peter Fernandez, CEO da 99, com todos os investimentos recebidos ao longo deste ano, a 99 tem todas as condições de atingir a meta de consolidar a liderança no mercado de transporte por aplicativos de mobilidade no Brasil e, no futuro, na América Latina. “Desde o primeiro aporte da Didi,o serviço 99POP vem crescendo muito em número de corridas semanais. Fica claro que nossa estratégia trouxe bons resultados, e agora estamos animados em ter a Softbank na nossa carteira de investidores. Isso mostra que estamos no caminho certo, como uma forte indicação da nossa posição de liderança no crescente mercado de mobilidade urbana da região”.

Operando desde 2012, a 99 é o maior aplicativo de mobilidade do Brasil, conectando mais de 200 mil motoristas a mais de 14 milhões de usuários registrados. “Quando fundamos a empresa, éramos apenas três empreendedores. Hoje, temos um time de mais de 350 profissionais trabalhando juntos e em colaboração com motoristas e usuários. Nosso objetivo é oferecer serviços que ajudem a resolver questões de mobilidade urbana na região”, completa o executivo.

Esta transação passará por avaliação do CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) e demais autoridades relevantes.

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