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Segurança e confiança em alta no mercado de dispositivos móveis, aponta KPMG

O mercado de serviços de segurança para dispositivos móveis está criando oportunidades significativas para as prestadoras de serviços de telecomunicação e as empresas de tecnologia. Essa é a principal conclusão da pesquisa “Serviços de segurança para dispositivos móveis: do Risco para a Receita” (da versão em inglês, Mobile Security: from Risk to Revenue), realizada pela KPMG Internacional. O relatório também mostra que a capacidade de construir e utilizar a confiança no mercado será a chave do sucesso para aqueles que buscam capitalizar novos negócios nesta área.

“A demanda por produtos e soluções de segurança móvel está em alta tanto no mercado de consumo como no mercado corporativo”, observou Sanjaya Krishna, líder da área de Consultoria em Risco Digital da KPMG nos Estados Unidos. “Nosso relatório mostra que é provável que as operadoras de telefonia móvel e as empresas de tecnologia obtenham novas oportunidades de receitas significativas aproveitando sua posição privilegiada dentro do mercado para criar, implantar e gerenciar os serviços de segurança de dispositivos móveis”.

A pesquisa aponta ainda que o sucesso nesse setor dependerá da capacidade das empresas de construir e alavancar a confiança do consumidor. Como exemplo, elas poderão ter como foco a prestação de serviços de confiança pessoal para os consumidores, tais como vigilância e proteção contra fraudes, monitoramento da privacidade e gerenciamento de risco de aplicativos, de identidade e de programa de fidelidade. O relatório mostra que algumas delas já estão aproveitando a sua posição dentro da rede para oferecer filtragem de tráfego, relatórios de desempenho, acesso à lojas de aplicativos e armazenamento seguro em nuvem.

Com relação à confiança, o levantamento revelou que as empresas precisarão estar abertas e transparentes com os clientes a fim de estimular um relacionamento mais forte e duradouro.

“Confiança tem sido o lema desta era móvel. Os consumidores precisam confiar que seus dados e suas informações são mantidos de forma segura quando eles utilizam dispositivos e serviços móveis, enquanto as empresas precisam confiar que seus prestadores de serviço, ambientes tecnológicos e funcionários estão aderindo aos seus protocolos de segurança”, complementou Frank Meylan, sócio da área de Tecnologia, Mídia e Telecomunicações da KPMG no Brasil. “O resultado final é que a menos que seus clientes confiem que a sua empresa não irá perder ou compartilhar seus dados com terceiros, simplesmente não haverá um mercado para serviços móveis”, finalizou o executivo.

Sobre o relatório:

A pesquisa “Serviços de segurança para dispositivos móveis: do Risco para a Receita” (da versão em inglês, Mobile Security: from Risk to Revenue), feita pela KPMG em parceira com a Forrester Research, examinou o atual mercado de serviços de segurança para dispositivos móveis, bem como alguns dos principais indicadores de sucesso futuro nesse setor a fim de identificar e definir novas oportunidades para as empresas de telecomunicação e de tecnologia. A análise e os comentários foram fornecidos pela KPMG nos Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha e Austrália.

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Uso da banda larga móvel cresce 30% ao ano, mas exclusão digital persiste, aponta relatório da ONU

O uso de banda larga móvel está aumentando a uma taxa de 30% ao ano, o que faz dela a tecnologia que mais cresce na história, afirmou o novo relatório de ‘Estado da Banda Larga’ da União Internacional de Telecomunicações (UIT) e da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) lançado no sábado (21).

Até o final de 2013, haverá três vezes mais conexões de banda larga móvel do que conexões de banda larga fixa, estima o relatório.

Singapura lidera o uso de banda larga móvel per capita no mundo com 123,3% de conexões. Já a Suíça lidera nas conexões de banda larga fixa per capita, com mais de 40%. A Coreia do Sul continua tendo a mais alta penetração doméstica de banda larga, com mais de 97% das casas equipadas com essa tecnologia.

O Brasil ocupa a 44ª posição no ranking mundial de penetração da banda larga móvel per capita, com 36,6%, e a 25ª posição no percentual de domicílios com internet entre os países em desenvolvimento, como 45,4% dos lares equipados com essa ferramenta.

Em termos do uso da internet, já existem mais de 70 países onde mais de 50% da população está online. Os dez principais estão todos localizados na Europa, com exceção da Nova Zelândia, que ocupa a 8ª posição e o Catar na 10ª posição. O Brasil está na 72ª posição com 49,8% da população online.

“Enquanto mais e mais pessoas estão online, mais de 90% dos habitantes dos 49 países menos desenvolvidos do mundo permanecem totalmente desconectados”, disse o secretário-geral da UIT, Hamadoun I. Touré.

“A internet e, particularmente a banda larga, se tornou uma ferramenta fundamental para o desenvolvimento social e econômico e precisa ser priorizada, mesmo nas nações mais pobres do mundo. Tecnologia combinada com conteúdo e serviços relevantes podem nos ajudar a fechar as lacunas de desenvolvimento em áreas como saúde, educação, gestão ambiental e capacitação de gênero”, acrescentou.

Pela primeira vez, o relatório também inclui um novo dado, a igualdade de gênero no acesso à banda larga até o ano de 2020. Segundo a UIT, no geral, as mulheres são menos propensas a ter acesso à tecnologia do que os homens.

A agência de telecomunicações da ONU acrescentou ainda que, enquanto a diferença é relativamente pequena nos países desenvolvidos, ela é enorme nos países de baixo desenvolvimento.

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Região Sul do Brasil é a mais sensível a preços da América Latina

Com indicadores socioeconômicos que se aproximam da realidade de países desenvolvidos e com 40% dos shoppers (aquele que decide a compra) nas classes altas (A e B), o Sul do Brasil se posiciona com um consumo mais criterioso e racional que as demais localidades do país. Tal afirmativa é da nova pesquisa da Nielsen (www.br.nielsen.com), provedora global de informações e insights sobre o que o consumidor assiste e compra.

A pesquisa também destaca a sensibilidade da população do Sul em relação a preços dos produtos. “56% das marcas nacionais, que apresentaram um bom desempenho, reduzem seu índice de preço frente à categoria, reforçando tal cenário na região e, quando comparado até a outros países da América Latina, o Sul é o que possui maior elasticidade nesse quesito“, afirma Daniel Silveira, analista de mercado da Nielsen.

Com 92% da população nas classes A, B e C, o peso dos gastos em bens secundários e terciários é maior, uma vez que o consumo primário já está consolidado há alguns anos. “O volume movimentado nas cestas de consumo – predominantemente bens primários (alimentação e bebidas) – dos três estados teve uma retração maior que a média nacional, principalmente pela qualificação do consumo ocorrer em menor intensidade por aqui”, explica Silveira.

Regionalismo – 90% do varejo do Sul, considerando lojas de autosserviços, é concentrado em cadeias regionais, que colaboram com 74% do faturamento da região. Produtos de marcas regionais também se destacam, crescendo 38% acima das nacionais nos super e hipermercados, no período dos últimos 12 meses.

Nas categorias em que ganham importância, as marcas regionais são impulsionadas por distribuição, atuando com um preço próximo à média da categoria. Já as marcas nacionais destacam-se com investimentos no ponto de venda e preços competitivos, além de lançamentos que focam em atributos valorizados pelo consumidor como, por exemplo, saudabilidade.

Entretanto, existe uma tendência nacional na região: a do consumidor que compra em diversas lojas – conhecido como multicanal –, que fez com que o número de lojas crescesse 8% na localidade. O crescimento médio de canais visitados pelos consumidores sulistas cresceu 10,3%, enquanto a média brasileira retraiu 1,2%.

“A singularidade do shopper desta região exige das empresas um trabalho claro de entrega de valor agregado e que mostre uma sinergia entre custo x benefício, que deve ser comunicado”, finaliza Silveira.

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Novo Data Center: serviços do Governo do Estado na internet já estão disponíveis

Os sites e serviços do Governo do Estado estão disponíveis desde as duas horas da manhã desta segunda-feira (23). A complexa operação de migração de equipamentos para o novo Data Center da Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar), iniciada às 18h de sexta-feira (20), foi concluída com dez horas de antecedência. A previsão era que os sites estariam fora do ar até o meio-dia de hoje (23).

A operação incluiu a transferência de 750 equipamentos para uma nova sala cofre. Com o novo espaço, o Paraná passa a ter estrutura compatível com padrões internacionais de segurança e disponibilidade, garantindo a integridade do conjunto de sistemas informatizados que atendem a toda a administração.

Para a população, isso significa maior segurança e disponibilidade das informações do Governo do Estado.

Os serviços mais acessados pelos paranaenses estão nos portais do Detran e da Secretaria da Fazenda.

Fonte: Governo do Paraná

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Impostômetro marca R$ 1,1 trilhão em 24/09

O Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo vai atingir R$ 1,1 trilhão nesta terça-feira (24/9), por volta das 20 horas. Esse é o montante pago em tributos por todos os brasileiros para União, estados e municípios.

Em 2012, a marca de R$ 1,1 trilhão foi alcançada no dia 7/10, o que revela aumento da carga tributária.

“O Brasil apresenta a maior carga tributária entre os países considerados emergentes, e supera inclusive a de algumas nações altamente desenvolvidas como Estados Unidos e Japão. E não temos o retorno de todo esse dinheiro”, afirma o presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), Rogério Amato.

A projeção é que até o final de 2013 o Impostômetro marque R$ 1,7 trilhão.

Para se ter uma ideia dessa carga, a ACSP separou a porcentagem de tributos embutidos nos preços de alguns produtos eletrônicos. Quem for comprar um aparelho MP3 ou iPod paga 49,45% só de impostos. No caso de iPad ou tablet, chega a 39,12%. No preço do Playstation, e também dos cartuchos de jogos para videogames, 72,18% são tributos.

Veja lista de porcentagens de impostos em produtos eletrônicos:

Produto Carga Tributária
Aparelho de som 36,80%
Aparelho MP3 ou iPOD 49,45%
DVD (aparelho) 50,39%
DVD (cartucho/CD) 44,20%
Gravador 52,20%
iPAD ou Tablet 39,12%
Impressora 33,67%
Jogos (cartucho/CD) 72,18%
Micro Computador (até R$ 3.000) 24,30%
Micro Computador (+ de R$ 3.000) 33,62%
Telefone celular 39,80%
Playstation (videogame) 72,18%

Fonte: IBPT

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Computerworld: aplicativos móveis corporativos devem faturar US$ 40 milhões em 2014

Fonte: Computerworld

O mercado de mobilidade corporativa deve movimentar cerca de US$ 40 milhões em 2014, segundo levantamento apresentado pela Tata Consultancy Services, em parceria com a Perfecto Mobile.

O estudo apontou ainda que metade das empresas está mudando sua forma de se relacionar com o mercado por exigência dos funcionários e 43% para aumentar a competitividade. Estes números mostram que muitas empresas já estão cientes da necessidade de reformular seus meios de atuação e interação com o cliente e o meio corporativo.

Leia a reportagem completa.

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Gordura abdominal pode trazer mais riscos cardiovasculares que a obesidade

O combate à gordura abdominal não é apenas uma questão de estética. O acumulo de gordura abdominal pode estar associado ao risco de complicações cardiovasculares. Um estudo recente realizado no estado de Minnesota, nos Estados Unidos com 12,7 mil pessoas revela que ter gordura localizada na barriga é mais prejudicial à saúde do que ser considerado gordo ou estar acima do peso.

Mesmo que uma pessoa tenha um índice de massa corporal normal, ou seja, que esteja dentro do peso ideal, o risco de morrer por problemas do coração é quase três vezes maior se comparado aquelas que não têm gordura acumulada na cintura, mesmo que estejam obesas. O risco de morte por outras doenças, em geral, é duas vezes maior. Não basta mais estar dentro do peso para garantir a boa saúde, a distribuição da gordura no corpo também é importante.

Segundo o cardiologista Dr. Leopoldo Piegas, a obesidade abdominal tem chamado a atenção porque o tecido adiposo que se acumula no abdômen produz determinadas substâncias prejudiciais à saúde, principalmente ao coração. “A gordura mais prejudicial é a que se acumula no abdômen. Se a pessoa é obeso por inteiro e não tem tanta barriga, tem menos risco de sofrer com problemas cardiovasculares”, explica.

As principais causas do aparecimento da gordura abdominal são erros alimentares e o sedentarismo. Maus hábitos como consumir comida industrializada somada ao excesso de bebidas alcoólicas e refrigerantes, além da ausência de alguma atividade física podem piorar o problema.

“Medir a circunferência abdominal tem sido cada vez mais utilizado para alertar os pacientes sobre os riscos de saúde ocasionados pelo sobrepeso e a obesidade. A circunferência abdominal, acima de 80 cm para mulheres e 94 cm para homens, já caracteriza risco aumentado e cada centímetro a mais na cintura pode aumentar até 2% os riscos de problemas no coração”, acrescenta o cardiologista.

Manter uma alimentação balanceada e priorizar legumes, frutas e cereais é o primeiro passo para reduzir a gordura abdominal e evitar outros problemas de saúde. “É recomendável comer de forma fracionada respeitando as principais refeições. Além da alimentação, é importante praticar alguma atividade física. Para queimar gordura é necessário exercícios aeróbicos, como caminhada, bicicleta ou corrida, por exemplo,”, finaliza o cardiologista.

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Visionnaire Informática desenvolve aplicativo para Guia Unimed Curitiba

Com mais de 570 mil clientes, a Unimed Curitiba busca o melhor da tecnologia para disponibilizar informações sobre a rede credenciada de médicos, clínicas, hospitais. Recentemente, lançou o Guia Unimed Curitiba, que pode ser consultado em tablets e smartphones. A novidade foi desenvolvida pela Visionnaire Informática. Acompanhe a reportagem em vídeo para o programa de tv Valor Agregado.

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5 dicas para um profissional chamar a atenção na Internet

A maioria dos profissionais liberais e autônomos utilizam a Internet para buscar oportunidades e serem encontrados por clientes, mas muitos não estão empregando os recursos certos para isso!

Quando se fala em Internet já se imagina milhões de pessoas conectadas pelo mundo, com muitas informações circulando. Mas como ser encontrado nessa multidão de IPs e, ainda, dizer algo notável no meio de tantas informações?

Foi pensando nisso que o doutor Paulo Salem – criador do Liberalis – desenvolveu o site que ajuda profissionais liberais e autônomos a encontrarem oportunidades e, principalmente, a serem achados por elas. No Liberalis o profissional pode criar seu site profissional individual, com o seu nome no próprio endereço da página, utilizando vários recursos gratuitos ou pagando só 15 reais por mês pela versão completa. A ideia é que qualquer pessoa tenha a sua página profissional e faça dela o seu melhor cartão de visitas virtual.

Porém, como qualquer ferramenta na Web, ela precisa ser bem utilizada para ser eficaz. Mesmo com tantas facilidades técnicas, muitas pessoas se esquecem ou menosprezam detalhes básicos que ajudariam, e muito, na sua visibilidade digital. “Tenho observado que muita gente tem deixado de colocar coisas essenciais, inclusive – inacreditável – o nome!” afirma Paulo. Foi com esses dados em mãos e aproveitando a crescente procura pelos serviços do site, que Paulo separou algumas dicas importantes para aumentar a visibilidade do profissional na rede:

1. Dê (muitas) informações corretas. Quanto mais informações houver na sua página, mais fácil ficará para os clientes potenciais lhe encontrarem para resolverem problemas específicos. Lembre-se que as pessoas muitas vezes usam termos de buscas surpreendentes e às vezes nem sequer sabem exatamente o que querem. Por exemplo, uma pessoa que deseje resolver suas crises de ansiedade possivelmente buscará por informações relacionadas aos seus sintomas na Internet, e não necessariamente por um psicólogo. Porém, se um psicólogo tomou o cuidado de mencionar que é capaz de tratar o transtorno, o paciente talvez o encontre e, eventualmente, o consulte. Clientes do Liberalis já nos contaram que foram contatados por questões muito específicas, como o título de uma monografia colocada no portfolio de trabalhos!

2. Acrescente conteúdo periodicamente (em blogs, por exemplo). O próprio Liberalis dá a oportunidade de ter um blog exclusivo no qual o profissional pode escrever artigos ou comentar assuntos relacionados a sua profissão. Esse conteúdo regular tem vários propósitos. Primeiramente, ele mostra aos visitantes do site que o profissional sabe do que está falando e preocupa-se com seu ramo. Em segundo lugar, ele mantém os visitantes interessados, retornando sempre ao site e talvez algum dia contratando-o. E, finalmente, quanto mais conteúdo, maior a chance de ser encontrado numa busca orgânica do Google, pelos mesmos motivos do ítem acima.

3. Monitore os acessos. Fique ligado nos acessos que a sua página vem tendo. Isso sinaliza o sucesso ou o baixo desempenho das suas ações virtuais. Existem ferramentas gratuítas que ajudam nesse ponto. O Liberalis já inclui um monitor simples de acessos e visitantes, mas existem outras opções mais sofisticadas, como por exemplo o Google Analytics. Se o site estiver com poucos acessos, significa que está na hora de acrescentar mais conteúdo, divulgar melhor com os colegas e amigos, e talvez fazer uso de publicidade. A qualidade do site é importante para trazer mais acessos, mas não apenas por causa das buscas feitas por clientes. No Liberalis, por exemplo, damos destaque na nossa home page aos sites mais bem acabados e completos, que apenas por isso acabam tendo muito mais acessos. Pense bem: se você fosse um portal como o Liberalis, ou um buscador como o Google, você não iria tentar colocar os melhores sites na sua vitrine?

4. Faça uso da publicidade online. Há várias maneiras de utilizar-se a publicidade online, e há vários preços bem acessíveis para isso também. Por exemplo, é possível anunciar tanto no Google (AdWords) quanto no Facebook. Normalmente paga-se bem pouco por cada clique no anúncio (em torno de R$ 0.50) e pode-se focá-lo em clientes específicos, como pessoas buscando por, digamos, advogados. Mas atenção, não basta anunciar o seu site e achar que todos que clicarem nos anúncios se tornarão clientes: uma vez que a pessoa encontre o site, é preciso que ele esteja bem arrumado para motivá-la a contratar o profissional. Caso contrário, o dinheiro colocado em anúncios será jogado fora e não se converterá em negócios. No Liberalis, temos uma forma sutil de publicidade paga: os assinantes Premium são colocados em destaque dentro do nosso diretório de usuários em suas respectivas categorias profissionais.

5. Destaque-se da crescente concorrência, mas com decoro. Fique atento aos seus concorrentes e faça melhor. Coloque fotos atuais e de acordo com a imagem que queira passar. Se você é especialista em algo difícil de se encontrar, tenha certeza de divulgar o fato. Se tem algo novo a dizer, escreva um artigo e coloque online. Se formou-se numa universidade de prestígio, coloque no seu currículo. Faça do seu nome a sua MARCA. Contudo, mantenha sempre a sobriedade e o decoro. Não gabe-se das coisas, apenas relate os fatos concretos que o destacam dos demais. Além de ser uma demonstraç ão de respeito para com seus clientes e colegas, é importante para não ter problemas legais: diversos órgãos reguladores profissionais (como a OAB) exigem uma conduta ética exemplar de seus membros, o que inclui manter a seriedade na divulgação (tanto online quanto offline).

Essas dicas são importantes para profissionais que queiram aumentar sua visibilidade na Internet e consequentemente sua credibilidade diante da concorrência, por isso é fundamental não esquecer da regra mais básica e simples: a de ser verdadeiro! Mentir não “pega bem” em nenhum meio, principalmente no online, e pode colocar todos os seus esforços por terra.

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Integração com o futuro na gestão de tecnologia de pequenas empresas

Por Mike Foreman

A ascensão dos serviços baseados em nuvem, dispositivos móveis e mídias sociais em ambiente corporativo está beneficiando as pequenas e médias empresas (PMEs) de várias formas. O uso intenso de smartphones e tablets é onipresente nas casas e em escritórios aumentou o ritmo, alcance e capacidade do trabalho, porém também apresentou às PMEs diversas dores de cabeça tecnológicas de uma só vez. Além disso, as notícias sobre programas de ciberespionagem promovidos pela agência de segurança americana NSA e o aumento de ciberataques focados em pequenas empresas motivam solicitações de maior regulamentação das questões de segurança e podem fazer com que pequenas ou grandes empresas sejam responsabilizadas por violações de dados.

Cerca de 2,5 bilhões de pessoas já se conectaram à internet desde que o início da história da AVG e muitos destes consumidores são pequenos empresários. Nos próximos 4 ou 7 anos, teremos outras 2,5 bilhões de pessoas conectadas à internet, ou seja, o mercado global das PMEs pode dobrar de tamanho neste período.

O papel-chave da indústria de TI neste cenário será ajudar estes usuários a compreenderem como aproveitar o melhor da tecnologia e evitarem “complicações”. Nosso estudo sobre PMEs, realizado no ano passado, indica que uma em cada três pequenas empresas não compreendem os serviços em nuvem e uma entre cinco acredita que este tipo de serviço seria apenas para grandes empresas. Outro dado revelado pelo estudo nos surpreendeu: as PMEs passam mais de 10% de seu tempo tentando resolver problemas de tecnologia.
Algumas práticas que estão sendo popularizadas no mundo corporativo ainda encontram entraves em pequenas e médias empresas. Esta mesma pesquisa apontou que só 6% das PMEs acreditam estarem prontas para que os colaboradores usem seus equipamentos pessoais no trabalho e só um terço das empresas tem políticas claras para isto. A implementação de políticas neste sentido é necessária e urgente, assim como políticas para uso de redes sociais.

Quanto ao cibercrime, a Federação de Pequenas Empresas do Reino Unido divulgou que 41% de seus membros foram vítimas de ataques virtuais nos últimos 12 meses, o que gerou um custo de aproximadamente quatro mil libras para uma dessas companhias. Três em cada 10 membros sofreram com fraudes por parte de clientes ou consumidores.

E o que as PMEs podem fazer em relação a estes problemas? A primeira recomendação é que mantenham seus serviços em um provedor de tecnologia confiável. Soluções de gestão e segurança para servidor em nuvem, como AVG Cloud Care e AVG Managed WorkPlace também são importantes. Lançamos esta plataforma integrada de administração de TI para PMEs, para facilitar o trabalho dos profissionais das pequenas empresas e contribuir para maior segurança, privacidade e uso inteligente dos recursos tecnológicos. A ideia é que as PMEs busquem soluções práticas, como nossa recém-lançada plataforma, para garantir que utilizem a tecnologia com tranquilidade no escritório, em casa ou na estrada.

Mike Foreman é vice-presidente sênior de Vendas da AVG Technologies

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Luís Mário Luchetta: “Juntos conseguiremos criar uma base de dados cada vez mais consolidada do setor de TI”

Por Luís Mario Luchetta

Colegas Empresários

Estamos neste momento empenhados em fazer com que a edição 2013 do Censo do Setor de TI, iniciativa criada pela Assespro no ano passado, seja um sucesso ainda maior que a primeira edição.

A edição deste ano está ainda melhor e mais atraente, em função de:

– objetivar gerarmos, com as informações coletadas, oportunidades de negócios para os participantes;
– dispor de informação para estruturarmos demandas no apoio a projetos de inovação;
– ampliação da iniciativa por meio da ALETI – Federação Ibero-Americana de Entidades de TI, aos demais países de nossa região;
– cobrir vários novos temas de interesse do Setor (p.ex. o impacto do Capital de Risco)

Apesar disso, o tamanho do questionario e o esforço para seu preenchimento são semelhantes à da Edição 2012.

Precisamos da sua participação, e pedimos que acesse http://assespro.org.br/biblioteca/dados-mercado/2013-censo-aleti-do-setor-de-tic/ e participe com os dados da sua empresa. Nessa página, está disponível para download uma versão em formato .pdf do questionário, para que possa conhecer as perguntas antes de iniciar o preenchimento on-line.

Agradecendo antecipadamente pela colaboração em mais esta iniciativa da Assespro em benefício de todo o Setor e das empresas participantes.

Forte abraço a todos.

Luís Mario Luchetta
Presidente da Assespro Nacional

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Censo para mapear Setor de TI vai até dia 27/09

Vai até o final de setembro, dia 27, o prazo para as empresas de TI responderem ao Censo ALETI, desenvolvido em 2013 pela ALETI (Federação de Associações da América Latina, Caribe, Espanha e Portugal de Entidades de Tecnologia da Informação), amplificando a iniciativa da Assespro Nacional (Associação das Empresas de Tecnologia da Informação) de 2012, a nível de toda a região.

Segundo Luís Mario Luchetta, presidente da Assespro Nacional, o objetivo é traçar um panorama do mercado de TI da região Ibero Americana. “Nossa grande missão é desenvolver comparativos em profundidade entre as indústrias de TI dos países que compõem a ALETI, gerando oportunidades de negócios, melhoria do marco regulatório e projetos de cooperação em Pesquisa e Desenvolvimento”, ressalta Luchetta.

A realização do Censo ALETI 2013 conta com apoio de infraestrutura e técnico da SurveyMonkey (www.surveymonkey.com), e elaboração do questionário e processamento das informações pela MBI (www.mbi.com.br). A expectativa é que pelo menos mil empresas associadas às 21 entidades de 19 países participem do estudo. Para responder o questionário em português, basta acessar: www.mbi.com.br/mbi/contatos/questionarios/2013-censo-aleti/ ou http://assespro.org.br/biblioteca/dados-mercado/2013-censo-aleti-do-setor-de-tic/

O censo aborda temas como:

– Distribuição geográfica das empresas;

- Oferta de produtos e serviços;

- Tecnologias adotadas;

– Perfil dos clientes;

- Recursos humanos; 

– Modelos de negócio;

- Atividades internacionais e exportação;

- Propriedade intelectual e qualidade; 

– Inovação, pesquisa e desenvolvimento;

- Fontes de capital e evolução econômica;

- Geração de oportunidades de negócios.

Os resultados serão apresentados durante a Cúpula Mundial de Políticas Públicas de TI (GPATS 2013), realizado pela Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro Nacional) em parceria com a WITSA (Federação Mundial das Entidades de TI), que acontece em 12 e 13 de novembro de 2013, no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo.

Mais informações, acesse: http://assespro.org.br/biblioteca/dados-mercado/2013-censo-aleti-do-setor-de-tic/

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Trazendo à tona verdades (às vezes) incômodas sobre o Setor de TI

Por Roberto Carlos Mayer

O Setor de Tecnologia da Informação possui uma série de características próprias, que o diferenciam de todas as demais atividades econômicas. Somando este fato com sua relativa ‘juventude’, não é de estranhar que o volume de informação disponível sobre o próprio Setor seja bastante limitado.

Eventualmente, essa ausência de informação acaba servindo para que supostos formadores de opinião manifestem opiniões que não encontram respaldo na realidade. Um exemplo disso, identificado por uma empresa associada da Assespro, é a afirmação que consta em entrevista concedida por um instituto global de pesquisas, afirmando que “empresas brasileiras não gostam de contratar fornecedores que não estejam localizados em sua área geográfica local. É a forma como os brasileiros fazem negócios, portanto você precisa ter presença não apenas no país, mas a nível regional. Se você se posicionar num raio de 500 km de São Paulo, então você está OK”. Veja em http://www.nearshoreamericas.com/brazil-seek-larger-share-global-bpo-market/

Esse tipo de empresa global de pesquisa normalmente avalia o mercado consumidor de TI. Quando eles trabalham sobre o próprio Setor de TI, é porque algum de seus clientes (as grandes companhias globais do Setor de TI) busca qualificar ou ampliar suas redes de parceiros. Nesses casos, entretanto, há um perfil bem definido dos alvos, que certamente não são representativos da indústria local de TI de nenhum país.

Talvez seja essa a razão pela qual a afirmação acima citada se opõe totalmente aos resultados do Censo do Setor de TI desenvolvido pela Assespro em 2012, que revela uma abrangência geográfica muito maior na atuação das empresas. São Paulo e Rio de Janeiro, como maiores metrôpoles do país são as regiões que mais recebem filiais de empresas de outros Estados. Porém, as distâncias que estas empresas percorrem correspondem ao tamnho continental do país, chegando a milhares de kilómetros de distância em muitos casos. Até empresas localizadas no Estado do Amazonas possuem clientes no Rio Grande do Sul.

Outra fonte de informação disponível se origina na análise das bases de dados oficiais. Por exemplo, a partir de dados de declarações de impostos e das declarações sobre empregados, é possível obter dados sobre faturamento e emprego no setor – trabalho esse que foi desenvolvido no Brasil pioneiramente pelo projeto SIBSS, da Softex.

Entretanto, estas informações são insuficientes para avaliar diversos aspectos das empresas do Setor de TI, seja para formular benchmarkting útil ao desenvolvimento das empresas, seja para avaliar a implementação de políticas públicas para o Setor.
Foi essa realidade que levou a Assespro Nacional a lançar, depois de quase dois anos de preparação, a primeira edição do Censo do Setor de TI no ano de 2012.

Entretanto, por meio da participação da Assespro nas Federações Internacionais do Setor, constatamos que a mesma problemática existe em praticamente todos os países do mundo. Nem mesmo nos países desenvolvidos, há informação em profundidade sobre o Setor de TI. E nem falar sobre a harmonização de indicadores entre países.

Somando a experiência da Assespro no Brasil com outras experiências pioneiras, desenvolvidas em outros países, mas sempre a nível nacional, decidiu-se então ampliar o Censo do Setor de TI na sua edição 2013 para todos os países membros da ALETI. Esperamos ampliar a iniciativa a outras regiões do planeta nos próximos anos.

O desafio de desenvolver um levantamento simultâneo de dados em dezenove países ao mesmo tempo exigiu quase um ano de preparação. Com o patrocínio de empresas privadas www.surveymonkey.com e www.mbi.com.br , finalmente os questionários estão disponíveis para a participação das empresas: o questionário em português – para Brasil e Portugual- pode ser encontrada em www.mbi.com.br/mbi/contatos/questionarios/2013-censo-aleti/ , enquanto a versão em espanhol está disponível em www.mbi.com.br/mbi/global/espanol/2013-censo-aleti/.

Na edição 2013, o Censo do Setor de TI abrange temas tão diversos como a distribuição geográfica da atuação das empresas, a oferta de produtos e serviços, as tecnologias adotadas, as características dos clientes (quanto a porte, localização e atividade econômica), os recursos humanos das empresas, os modelos de negócios envolvidos, as atividades comerciais locais e internacionais, incluindo a exportação, a atenção dada a temas como qualidade e propriedade intelectual, o foco e/ou interesse em projetos de Inovação, Pesquisa e Desenvolvimento, as fontes de capital financeiro utilizadas, entre vários outros.

Além de gerar informação sobre o Setor de TI, as informações foram estruturadas de forma a possibilitar o desenvolvimento de alianças comerciais e a estruturação de uma política de desenvolvimento de projetos de P&D em cooperação internacional (outra ação pioneira iniciada pela Assespro em 2011, apresentada inclusive no Parlamento Europeu).
Ainda, o questionário foi elaborado tomando-se o cuidado de permitir desenvolver análises cruzadas entre os temas cobertos (p.ex., gostariamos de avaliar qual a relação entre a origem dos capitais que deram origem às empresas e o nível de inovação que praticam), além de análises comparativas a nível de região e/ou país.

Ainda, nesta edição de 2013, as empresas são incentivadas a autorizar o uso das informações sobre a sua oferta de produtos e serviços, e os mercados onde atuam, para a geração de oportunidades de negócios (que deve ser implementada por meio de um catálogo baseado nessas informações).

Por todas estas razões, a ampla participação das empresas do Setor de Tecnologia da Informação, filiadas ou não às Associações representativas do Setor, é extremamente importante. Se você trabalha no Setor, faça com que sua empresa participe, e incentive outras empresas a participar. Se você trabalha numa empresa que consome produtos e serviços de TI, então incentive seus fornecedores a participar!

Como dizem os ditados populares “a união faz a força” e “juntos podemos mais”. Esta iniciativa é uma prova viva de que a cooperação e o associativismo voluntário trazem benefícios para todos, tanto no nível coletivo, como no nível individual. Por isso me atrevo a agradecer antecipadamente pela sua cooperação!

Roberto Carlos Mayer (rocmayer@mbi.com.br) é diretor da MBI (www.mbi.com.br), vice-presidente de Relações Públicas da Assespro Nacional e presidente da ALETI (Federação das Entidades de TI da América Latina, Caribe, Portugal e Espanha).

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Projeto cria tributação especial a empresas de data center

As empresas que investirem na instalação de centros de processamento de dados em território nacional serão contempladas com uma tributação especial, com a diminuição da taxa ou mesmo a isenção de impostos. É o que prevê projeto de lei protocolado na última semana na Câmara Federal, pelo deputado João Arruda (PMDB-PR). Hoje, as empresas optam pelos Estados Unidos e países da Europa devido as condições climáticas (mais frio) e os incentivos fiscais que recebem.

A instalação dos chamados data centers no Brasil ganhou força após as denúncias de que órgãos de segurança dos Estados Unidos estavam espionando milhões de mensagens eletrônicas no país. A presidente Dilma Rousseff (PT) quer incluir esta obrigação dentro do projeto do Marco Civil da Internet, que está há dois anos parado no Congresso Nacional.

“Admiro a postura e a coragem da presidente Dilma, mas isso é inviável”, avalia o deputado João Arruda. Segundo ele, tornar obrigatória a instalação dos data centers no país, dará um efeito contrário do imaginado pela presidência. “As empresas de outros países vão se retirar do Brasil e empresas brasileiras que atuam fora vão enfrentar hostilidade”.

Na prática, o projeto de João Arruda cria o Programa de Apoio ao Desenvolvimento e Instalação de Centros de Processamento de Dados (PADI-CPD). A intenção é atrair empresas, mesmo com as dificuldades climáticas do país. “Nós precisamos dar condições as empresas para instalarem data centers e núcleos de informática no Brasil e estou tratando exatamente disso nesse projeto”, disse.

Para o deputado, a espionagem de dados eletrônicos dos brasileiros ocorreu e ocorre independente de onde estão instalados os centros de processamento de ados. “O problema da espionagem não é com relação a localização dos data centers, mas de quem os gerencia”, frisou João Arruda.

Ele acredita que o momento é ideal para o Brasil criar, tanto na esfera pública como na privada, e visando até questões judiciais, uma política de segurança da informação que passa também pela estrutura física da rede. “Não podemos ficar reféns de empresas que atuam no país, mas guardam dados de brasileiros no exterior, usando isso como um escudo para não atender a demandas judiciais”, frisou.

Contexto
O projeto de Joao Arruda beneficia ainda o comércio de peças e a pesquisa do campo tecnológico. A proposta determina que as empresas contempladas deverão investir anualmente, um mínimo de 2,5% do seu faturamento bruto no mercado interno e 1% em convênios com instituições ou centros de pesquisa nacionais.

De acordo com a proposta, em caso de venda no mercado interno ou importação de máquinas, aparelhos, instrumentos e equipamentos novos para incorporação ao ativo imobilizado, destinados à instalação e exportação das atividades previstas, ficam reduzidas a zero as alíquotas do PIS/Pasep e da Cofins incidentes.

Os critérios para os benefícios sobre impostos como o PIS/Pasep, IPI e CIDE, além de impostos sobre a importação serão estipulados pelo Ministério da Ciência e Tecnologia. Os projetos, para receberem os benefícios da prposta, necessitam de aprovação conjunta dos ministérios da Fazenda, Ciência e Tecnologia e do Desenvolvimento, Indústria e Comercio Exterior, de acordo com os termos e condições estabelecidos pelo Poder Executivo.

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Sete coisas que podem atrapalhar sua carreira

Por Christian Barbosa

Você sabe quais são as atitudes que aos poucos podem destruir a sua carreira? Tem gente que investe um bom tempo desenvolvendo certas “competências” para se autodestruir profissionalmente. Listei sete ações, que aparentemente são atos simples, mas que são perigosos:

Falta de comunicação – Quem não se comunica, tem dificuldade em delegar ou não é claro em suas posições, pode perder a confiança e a credibilidade. Uma comunicação aberta, produtiva e honesta é essencial, desde simples delegações, reuniões até negociações que fazemos todos os dias em nosso trabalho.

Não desenvolver networking – Ninguém chega a lugar algum sozinho, por mais inteligente e brilhante que seja. A habilidade de criar e manter relacionamentos profissionais e pessoais é essencial para quem quer desenvolver uma carreira de sucesso.

Ser incapaz de fazer apresentações – A capacidade de fazer apresentações, sejam públicas ou privadas, é uma característica comum que executivos e líderes de sucesso têm. Não precisa ser perfeito nem estar totalmente confortável com a situação, o importante é fazer. Já vi gestores perderem oportunidades de crescer na carreira pelo fato de não serem capazes de apresentar projetos dentro da própria empresa.

Ser desleal – Existem certos valores que não precisam ser discutidos, mas existem pessoas que tentam crescer a qualquer custo. Quem acha que vale a pena derrubar o outro para subir, uma hora pode sofrer o mesmo. O mundo é pequeno e rápido demais. Ser íntegro, leal e honesto são coisas que deveriam ser indiscutíveis.

Achar que sabe tudo – Aqueles que acham que sabem de tudo e não precisam mais aprender, conseguiram descobrir a forma perfeita de enterrar a carreira. Aprender é uma constante, nunca acaba. Eu tive a maior lição de humildade e sabedoria da minha vida, quando um CEO de uma multinacional se dispôs a passar 4h comigo para um treinamento de produtividade. Ele não estava apenas aprendendo a ser produtivo, estava dando uma lição de como liderar: pelo próprio exemplo.

Marcar território – Existem aqueles que querem dominar todos os lugares que convivem. E, com certeza, você deve conhecer pessoas que “marcam território” no trabalho. Geralmente fazem coisas estúpidas ou inexplicáveis querendo mostrar ou dizer quem é que manda ou quem esta ali há mais tempo.

Improdutividade – Sem dúvida uma coisa que deixa uma marca na carreira é a falta de produtividade. É quem está sempre atrasado, não entrega, cheio de e-mails, desorganizado, perdido e que coloca todo mundo na urgência. Você chamaria uma pessoa assim para gerenciar uma equipe?

Competências são desenvolvidas com treinamento, mentoring, coaching, atitudes e oportunidades. Você cria padrões de comportamento que dizem muito sobre você e sobre sua carreira. Pare e pensa, será que a sua carreira estacionou porque a empresa não o enxerga ou será que são as suas competências que andam enterrando você?

Christian Barbosa – Maior especialista no Brasil em administração de tempo e produtividade, é CEO da Triad PS, empresa multinacional especializada em programas e consultoria na área de produtividade, colaboração e administração do tempo. Ministra treinamentos e palestras para as maiores empresas do país e da Fortune 100. Autor dos livros A Tríade do Tempo; Você, Dona do Seu Tempo; e Estou em Reunião; e co-autor do Mais Tempo, Mais Dinheiro. Sua mais nova obra: Equilíbrio e resultado – Por que as pessoas não fazem o que deveriam fazer?

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Assespro Nacional sela parceria com IT4CIO

Em busca de prover o melhor ambiente de TI possível para seus associados, a Assespro Nacional firmou parceria com a IT4CIO Network Technology, empresa especializada no desenvolvimento das relações entre os executivos que atuam em TI.

No acordo, a Assespro Nacional e a IT4CIO irão atuar conjuntamente na promoção de seus eventos, e oferecer facilidade de acesso – como descontos – para a participação de associados das entidades. A IT4CIO organiza 14 eventos anuais focando em diretores de TI das 1000 empresas top do ranking no país.

Segundo Luís Mario Luchetta, presidente da Assespro Nacional, a parceria trará frutos para a entidade e seus sócios. “Teremos a marca Assespro presente e é uma oportunidade de nossas associadas participarem com desconto especial. Os eventos são nacionais e regionais e possuem grande expressão no segmento”, afirma.

Já para o presidente do IT4CIO, Luiz Alberto Matzenbacher, o objetivo do acordo é enriquecer ainda mais os propósitos da empresa. A Assespro é uma entidade tradicional e representativa do setor de TIC, enquanto a IT4CIO tem por objetivo promover o relacionamento e a disseminação do conhecimento entre os principais executivos da área atuantes no Brasil e em outros países da América do Sul. “Atendendo a estes objetivos, temos procurado estabelecer importantes relações com entidades fortemente representativas do setor como já vem fazendo com diversos grupos regionais de CIOs, como a SUCESU Nacional e todas as suas regionais”, diz Matzenbacher.

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Organizações priorizam tecnologia móvel para melhorar a eficiência de TI

Nessa segunda onda da revolução móvel que a sociedade está entrando, o destaque não são os dispositivos, mas sim o que será possível fazer com eles.

Com o intuito de mapear como essa transformação está acontecendo, a IBM publicou, recentemente, um estudo que mostra em que patamar a tecnologia móvel está presente dentro das corporações. A pesquisa “Colocando a mobilidade em primeiro lugar: melhores práticas dos líderes da tecnologia móvel” aponta que o nível de maturidade ainda é baixo, mas as organizações estão priorizando iniciativas de tecnologia móvel para melhorar a eficiência de TI.

O estudo revelou que 49% das empresas líderes na adoção de tecnologias móveis constataram aumento no desempenho dos negócios em relação aos seus concorrentes. Nas companhias que ainda não utilizam a mobilidade esse número foi de 26%. Em relação ao crescimento da receita, 26% das empresas que usam as tecnologias móveis disseram ter obtido expansão de 10% ou mais, esse bom resultado só foi sentido por 14% das marcas que não adotaram a mobilidade em seus negócios.

As empresas que investem na tecnologia móvel têm melhor produtividade de funcionários e interação com clientes, resultando na ampliação das vendas. O estudo também abordou quais as estratégias de planejamento, execução e gerenciamento que levam corporações à liderança. Alguns resultados apontados foram a integração da mobilidade na empresa, a otimização da infraestrutura móvel para acesso e desempenho, além do gerenciamento para obter segurança e eficiência, principalmente pela adoção ampliada da política de BYOD (bring your own device).
Para chegar aos resultados, foram ouvidos 361 executivos de TI de sete países, incluindo o Brasil.

Dentro do plano de expansão do portfólio de mobilidade estão inseridas as aquisições de dez empresas nos últimos quatro anos. O recente contrato assinado entre a IBM Brasil e a Apple permitirá à IBM vender diretamente aos seus clientes os produtos iPad, iPod e Mac com um pacote de serviços de mobilidade mais competitivo. Entre os serviços disponíveis para os equipamentos móveis estão a preparação e configuração dos dispositivos antes de serem entregues aos usuários finais; gerenciamento e controle remoto; e manutenção de hardware e software com gestão da garantia e inventário.

A IBM acredita que a mobilidade transformará a forma como muitos segmentos de negócios atuam, assim como a internet mudou totalmente segmentos como bancos, viagens e a saúde.

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LinkedIn apresenta o "Dia de Levar os Pais ao Trabalho", uma campanha global que aproxima gerações

LinkedIn, a maior rede professional da internet, anunciou hoje a campanha Dia de Levar os Pais ao Trabalho (Bring In Your Parents Day), um evento global que acontecerá em 7 de novembro de 2013. O LinkedIn incentiva os profissionais a convidarem seus pais para uma visita ao local de trabalho de seus filhos, para que possam conferir com seus próprios olhos e compreender melhor o que eles realmente fazem todos os dias. Os pais podem ser uma parte valiosa da rede de contatos de um profissional, tendo enfrentado desafios e importantes lições ao longo da carreira. Contudo, um em cada três pais admite que não tem familiaridade com o trabalho dos filhos e, então, acham complicado dar os conselhos corretos para suas carreiras. O Dia de Levar os Pais ao Trabalho, do LinkedIn, é uma maneira de ajudar a diminuir essa lacuna, reunindo pais e filhos no ambiente de trabalho, para que, dessa forma, aprendam uns com os outros.

“Considerando todas as novas profissões que foram criadas nos últimos anos, é compreensível que muitos pais realmente não entendam o trabalho dos filhos”, diz Pat Wadors, Vice-Presidente de Talentos no LinkedIn. “Criamos o Dia de Levar os Pais ao Trabalho para que profissionais de todo o mundo possam mostrar aos seus pais um pouco do que eles realmente fazem no trabalho e, em troca, aprendam lições valiosas e tenham ainda mais a admiração dos pais.”

Em uma recente pesquisa global, o LinkedIn descobriu que dois terços dos pais querem aprender mais sobre o trabalho de seus filhos, e metade dos pais pesquisados acreditam que seria benéfico para a carreira de seus filhos se tivessem melhor entendimento do trabalho deles. Carreiras como Produtos de Rádio, Gerente de Mídias Sociais, e Designer de Moda estão no ranking das 15 profissões menos entendidas pelos pais.

No Brasil, as 15 profissões menos compreendidas pelos pais são:
1. Atuário – 72%
2. Designer de IU (interface de usuário) – 68%
3. Subeditor – 65%
4. Produtor de radio – 64%
5. Gerente de time de esportes – 64%
6. Cientista de dados – 60%
7. Designer de moda – 60%
8. Gerente de mídias sociais – 59%
9. Técnico de laboratório – 56%
10. Assistente pessoal – 52%
11. Banqueiro de investimentos – 52%
12. Gerente de relações públicas – 52%
13. Sociólogo – 51%
14. Piloto – 50%
15. Bombeiro – 49%

O Dia de Levar os Pais ao Trabalho, do LinkedIn, será realizado em 14 países – Inglaterra, Estados Unidos, França, Holanda, Suécia, Alemanha, Itália, Espanha, Brasil, Austrália, Índia, Canadá, Cingapura e Hong Kong – e incentiva organizações ao redor do mundo a participarem desta ação. Empresas como a fabricante de software Mindjet, o banco de investimentos líder mundial Deutsche Bank, Regus, a maior fornecedora global de locais de trabalho flexíveis, e Trulia, a líder de venda online para compradores de imóveis residenciais, vendedores, locatários e profissionais do setor imobiliário, já estão participando. Pais, funcionários e empresas podem descobrir como se juntar ao LinkedIn pelo site www.LinkedInBringInYourParents.com.br. Participe das conversas no Twitter usando as hashtags #LinkedIn #BIYP.

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