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Brasil tem 10,4 milhões de PCs com mais de quatro anos de uso

Um levantamento feito pela Intel Brasil em 2013 mostrou que, de um total de 118 milhões de máquinas sendo utilizadas no país – entre desktops e notebooks – 10,4 milhões, ou 9% do total, possuem mais de quatro anos de uso. As máquinas com tecnologias defasadas causam gastos extras com energia elétrica e manutenção, além de prejudicarem a produtividade e a eficiência dos usuários domésticos e empresariais.

“A tecnologia da informação se desenvolve a passos largos e rápidos, e os ganhos de economia e produtividade de um ano para o outro são altamente expressivos”, comentou Fernando Martins, Presidente da Intel Brasil. “O Brasil está entre os maiores mercados de PC do mundo, mas ainda temos uma boa parcela da população utilizando tecnologias ultrapassadas e que não entregam a experiência e a produtividade que se espera de um computador nos dias de hoje”.

O alto número de máquinas defasadas no país contrasta com a tendência de queda de preços dos equipamentos – de acordo com dados do IBGE, os computadores ficaram 61% mais baratos nos últimos 10 anos – e também com a onda de inovação que tomou conta do mercado de PCs em anos recentes, com a chegada de interfaces baseadas em toques, um aumento drástico na eficiência energética e na vida de bateria de computadores móveis, e a chegada de formatos ultraportáteis e também de modelos conversíveis, que unem características de tablet e notebook.

Computadores antigos causam ansiedade nos usuários

O uso de máquinas com mais de quatro anos pode trazer prejuízos aos consumidores – tanto no gasto com energia elétrica e com manutenção – como também criar experiências desagradáveis e diminuir a produtividade do indivíduo. O estresse dos usuários com computadores extremamente lentos e que não produzem a contento foi batizado pela Intel como “Síndrome da Ampulheta”. Pesquisas da Intel apontam que pelo menos metade das pessoas afetadas pelo estresse tecnológico já reagiu de maneira inapropriada enquanto esperavam, seja gritando com o computador (62%), bater no mouse (29%) ou golpear a tela ou teclado (24%).

A ansiedade não é o único problema causado pelos computadores defasados – com a proliferação de serviços pela internet, como compra de ingressos para shows e cinemas, netbanking, promoções-relâmpago em sites de e-commerce e compra de passagens e check-in online em aeroportos, os usuários de máquinas antigas correm o risco de perder oportunidades e dinheiro por conta de um sistema que não responde à tempo ou que não consegue finalizar uma determinada tarefa.

“O computador nunca foi tão acessível no Brasil. O preço tem caído consistentemente, enquanto o número de modelos disponíveis nas lojas só aumenta. O consumidor que possui um computador com mais de cinco anos de uso está efetivamente perdendo tempo e dinheiro continuando com uma máquina antiga”, comentou Fernando Martins. “O computador deve ser um aliado na nossa vida cotidiana, e não uma fonte de estresse e gastos desnecessários”.

Mercado corporativo

As empresas também sofrem com problemas semelhantes aos usuários domésticos quando não atualizam seus parques de máquinas. A defasagem dos computadores diminui a produtividade dos funcionários, sobrecarrega os departamentos de TI e inflam os gastos com infraestrutura.

“No caso das empresas, a situação fica mais crítica quanto maior o número de máquinas instaladas na empresa, pois os problemas se multiplicam”, disse Martins. “Até mesmo uma empresa de pequeno porte, com dez ou vinte computadores, pode sentir um grande impacto na lucratividade quando descuida do parque de máquinas”.

A Intel calcula que as pequenas e médias empresas com computadores com mais de quatro anos podem perder até R$ 1.364,00 por ano por computador com gastos extras de reparos e manutenção (48% a mais do que um PC novo), até 31% a mais com custos anuais de atualizações e perder até 2x mais produtividade com máquinas excessivamente lentas e sistemas que não respondem na velocidade necessária.

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Reino Unido quer ser base internacional de empresas de TI do Paraná

Empresários do setor de tecnologia da informação de Curitiba estiveram no Parque de Software para conhecer as oportunidades apresentadas pelo departamento de negócios e investimentos do Reino Unido. O roadshow britânico visita as principais capitais brasileiras em busca de interessados em internacionalizar negócios utilizando o polo de TI do Reino Unido como base. Saiba mais na reportagem do programa de tv Valor Agregado.

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Gerentes de Projetos estão em alta no mercado de trabalho

Um profissional certificado que entrega projetos com qualidade, dentro do prazo, escopo e custos definidos, é uma peça rara no mercado de trabalho mundial. Segundo o Project Management Institute (PMI), associação que reúne e certifica profissionais do setor, serão criados 13 milhões de novos postos para gerente de projetos globalmente até 2020. “A demanda está cada vez mais farta. Os profissionais que vão bem nessa área são disputados acirradamente pelo mercado”, comenta Clovis Bergamo, Presidente da Six Sigma Brasil – empresa que oferece treinamentos de aprimoramento e certificação, bem como realiza eventos na área de Gerenciamento de Projetos, Processos e Qualidade.

Responsável por garantir a entrega das diversas obras em andamento nas empresas, o gerente de projetos é o profissional que tem vaga em praticamente todos os mercados. Com a Copa do Mundo, reservas de petróleo no pré-sal a serem exploradas, obras de infraestrutura a todo vapor, softwares, empreendimentos civis, novos produtos em um mercado competitivo e diversas outras justificativas, o Brasil ostenta uma coleção de projetos a serem entregues.

Diante da escassez de profissionais e alta demanda, a recompensa também aumenta. O salário médio de um gerente de projetos no Brasil, segundo levantamento do PMI, é de 12 mil reais mensais.

Porém, para que o profissional seja reconhecido e respeitado no mercado, deve aprimorar seus conhecimentos, obter certificações e estar sempre alinhado às tendências mundiais. “A certificação é de extrema importância, pois atesta que o profissional possui os conhecimentos e experiências que comprovam sua atividade como Gerente de Projetos”, comenta Bergamo, que conta hoje com quase 10 mil associados na empresa. “Nós, da Six Sigma Brasil, buscamos oferecer o conhecimento necessário e experimentos práticos para o dia a dia das empresas e dos profissionais, agregando valores e aprendizado. Essa é a nossa missão, a nossa razão de existir”, finaliza ele.
Para saber mais sobre os cursos, eventos da Six Sigma Brasil e associação (gratuita), acesse: www.leansixsigma.com.br.
Six Sigma Brasil – A SIX SIGMA BRASIL Consultoria e Treinamento foi criada com objetivo de integrar organizações e profissionais e aperfeiçoar a eficiência e excelência na gestão das empresas brasileiras. A empresa agrega quase 10 mil associados atuantes na comunidade brasileira de profissionais interessados em discutir, compartilhar, fomentar conhecimento e buscar oportunidades de trabalho.
Fornece à área de Gestão as certificações mais procuradas, que são: Gestão de Projetos do PMI – CAPM (para membros e iniciantes em equipe de projeto) ou PMP (líder de projeto), Prince2 – Foundation (módulo básico) e Practitioners (avançado). Já na área de melhoria contínua, os eleitos são: Yellow Belt, Green Belt e Black Belt.

Seja qual for a certificação conquistada, o sucesso é garantido se os métodos forem aplicados no dia a dia. “O medo de enfrentar as provas é recompensado pelo retorno. Devemos encarar a prova como um desafio pessoal. Se não conseguirmos em um primeiro momento, tentamos novamente. A dica é não ter medo, para isso existem os cursos de capacitação e os preparatórios. É fundamental ser persistente, sempre”, comenta Clovis Bergamo, Presidente da Six Sigma Brasil.

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"Economia Verde" abre primeiro dia da Conferência Greenbuilding Brasil

“Se você estiver construindo um prédio nos Estados Unidos, de alto padrão mas sem certificação LEED, tente ir ao banco conseguir um financiamento. Vão te dizer não. Disseram para mim”. A história de Paul Hawken causou risos na plateia de congressistas da Greenbuilding Brasil 2013 – Conferência Internacional e Expo, e serviu para explicar como o selo criado pelo Green Building Council criou um novo padrão para a construção sustentável.

A palestra do ambientalista, autor e empreendedor norte-americano foi um dos pontos altos da abertura do evento. Aos participantes, ele deixou algumas de suas principais mensagens, muitas inclusas em seu livro Carbono – o Negócio da Vida. “Pequenas coisas podem fazer uma grande diferença. Como? Vocês são projetistas. E é isso o que têm feito até agora”. As imagens exibidas eram fotos de rios poluídos em São Paulo, incêndios próximos a Los Angeles e a destruição causada pelo furacão Sandy, em Nova York. “Este não é o futuro. Ao mesmo tempo, fala-se sobre mudanças climáticas como se essas fossem o fim do mundo, na esperança de que esse medo neutralizasse a ação. Não acho que esteja funcionando. “Hell doesn’t sell”. Quem quer comprar inferno? Ninguém. Mas é mais fácil imaginar o fim do mundo do que um mundo transformado”.

“Existe a expectativa de que um tratado internacional possa resolver os problemas do mundo, como Kyoto. Isso não vai acontecer. Não é uma questão em escala internacional. As cidades é que são a chave para unir as pessoas, são a unidade básica onde a civilização acontece. No entanto, elas precisam ser entendidas como tecnologia, e não somente pontos geográficos. Elas podem ser projetadas para capturar nutrientes, não desperdiçar, não gerar tanto barulho. Alguns pensam que a urbanização é uma das principais causas do aumento demográfico, mas é exatamente o contrário. Nas cidades crianças não são força de trabalho. No campo, sim. Então, a chave para mudarmos o mundo é o design de cidades e a reimaginação de nossas vidas. Eu tenho uma boa notícia, o mundo velho está morrendo, e não estamos mais enxergando prédios como objetos”.

“As cartas estão na mesa, e não há salvação individual. Esquecemos de que nós mesmos somos vida. Então pergunto a vocês: seu produto aumenta vida ou diminui vida? A mudança climática está acontecendo em você ou por você? A mudança climática pode ser o elemento que nos fará pensar diferente, e a fonte dessa mudança será o carbono. O carbono é o elemento químico que dá as mãos e colabora, é nosso aliado, e não o inimigo. É hora de mudarmos conceitos sobre arquitetura, e não fala apenas de prédios verdes, mas cidades. E precisamos amar a vida, pois a solução reside na natureza. Este é o começo, e não o final”, finaliza o ambientalista.

GREENBUILDING BRASIL COMEMORA CRESCIMENTO DA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL & EXPO E PREVÊ EVENTO MUNDIAL DO GBC EM 2014

“Nosso evento cresce porque nossas empresas têm orgulho em exibir o que possuem”, declarou Felipe Faria, Diretor Gerente do Green Building Council Brasil, que realiza a 4ª edição do Greenbuilding Brasil, com organização da Reed Exhibitions Alcantara Machado. “Os números mostram sucesso. Hoje somos um dos principais eventos de sustentabilidade no mundo, e estamos com a presença de 29 países aqui. Ano que vem, faremos no Brasil o World Greenbuilding, e esperamos reunir 97 países”. Paulo Octávio Pereira de Almeida, vice-presidente da Reed Exhbitions Alcantara Machado, promotora e organizadora do evento, levou aos presentes outros números positivos. “Esperamos 8 mil pessoas na feira, que nesta edição tem 113 marcas de 30 setores da economia. Em nossa pesquisa, descobrimos que os maiores fatores de visitação da feira e conferência são a busca por conhecimento, novidades e networking. Em três dias de evento, serão 120 palestras”.

ESPECIALISTAS EM REDUÇÃO DE CO2 E EFICIÊNCIA ENERGÉTICA DISCUTEM SOBRE ECONOMIA VERDE NO GBC 2013

A solenidade de abertura do Greenbuilding Brasil 2013 foi seguida de palestra de Ricardo Neuding, da ATA/Sinduscon-SP que apresentou o Guia Metodológico para Inventário de Emissões de Gases do Efeito Estufa na Construção Civil. Para ele, é necessário “integrar o setor da construção civil num esforço de gerenciamento dos gases do efeito estufa”. Entre os pontos importantes está a uniformização dos critérios. Por isso, o guia reuniu normas do GHG Protocol, ABNT e ISO 14064. “No canteiro de obras a emissão de CO2 é baixa, não passa de 5% do total. O grande impacto está na fabricação dos materiais de construção. Cimento e aço são os maiores emissores (90%). Por essa razão, o guia recomenda incluir o escopo 3 (fabricação de materiais) no processo de seleção da construtora. Tanto o produto quanto sua quantidade”.

Francisco Dantas, diretor da Interplan, apresentou o painel “Rumo às Edificações Sustentáveis e Energeticamente Eficientes”. Em uma apresentação bastante técnica, o especialista exemplificou medidas para a máxima utilização da energia produzida por equipamentos como climatizadores e recuperadores de energia. A manhã fria que fazia em São Paulo serviu de exemplo. “Poderíamos utilizar o ar frio que já está pronto lá fora. Em todo projeto que entro, analiso em primeiro lugar o respeito pelo meio-ambiente e a qualidade do ambiente para as pessoas envolvidas na atividade”. Dantas esteve envolvido na construção do Salvador Shopping, Salvador Norte Shopping e o Riomar Recife. Entre as tecnologias utilizadas estavam o piso frio radiante e as vigas frias, medidas que reduziram consideravelmente o gasto energético.

A Greenbuilding Brasil – Conferência Internacional & Expo, é realizada pelo Green Building Council Brasil (GBC Brasil) e promovido pela Reed Exhibitions Alcantara Machado, no Expo Center Norte, em São Paulo, de 27 a 29 de agosto. A entrada para a exposição é gratuita para os visitantes quem realizarem o pré-credenciamento através do site.

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Incubadora de Curitiba abre novas quatro vagas

A Incubadora Tecnológica de Curitiba (Intec), órgão do Governo do Estado, está com quatro vagas disponíveis para empreendedores com ideias inovadoras, que tenham potencial de mercado e que necessitem de apoio para desenvolver seu negócio. O próximo período de seleção das empresas será em novembro, mas os interessados já podem agendar a entrevista inicial.

O edital de chamada é contínuo e pode ser consultado no site www.tecpar.br/intec. A entrevista pode ser agendada pelo telefone 3316-3188. São realizados quatro processos seletivos ao ano.

A gerente da Intec, Rosi Mouro, disse que as vagas são abertas a empresas de base tecnológica que, durante o período de incubação, recebem assessoria de marketing e de gestão, capacitação dos empresários com apoio de recursos da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e Serviço Brasileiro de Apoio às Pequenas e Micro Empresas (Sebrae), mais toda a estrutura que envolve laboratórios do Tecpar, extensão tecnológica, refeitório, estacionamento e sala de reuniões.

Atualmente, as áreas de maior procura são de saúde (equipamentos) e software. “São empresas mais voltadas a atender planos do governo estadual e chamadas da Finep, que dão incentivo às áreas tecnológica, de saúde, energias renováveis e meio ambiente”, explica Rosi. O período de incubação é variável, determinado pelo desenvolvimento do produto e pela maturidade da empresa.

O empreendedor interessado em ingressar na Intec passa por uma entrevista inicial, sobre suas ideias e o produto a ser desenvolvido. Depois deve apresentar um plano de negócios, com planilha financeira, que será analisado por uma banca, formada por especialistas em marketing, área financeira, investidor (convidado) e um técnico. A decisão final é da gerência da Incubadora, com base nas informações da banca e na documentação.

PIONEIRA – Primeira incubadora de base tecnológica do Estado, a Intec é vinculada ao Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar). Iniciou suas atividades em 1990, com a empresa Bematech. Já abrigou 44 empresas, entre as quais a Biomec, Daiken, Identech, Invisys e Pumatronix.

Hoje mantém seis empresas residentes e duas não residentes. As atuais vagas foram abertas com a saída das empresas Pase – em vias de se graduar – e Hitech, que abriu um escritório externo.

A Incubadora deve concluir, ainda em 2013, o projeto executivo de revitalização que visa ampliar e modernizar seu ambiente, para atrair mais empresas.

Um dos espaços previstos é o de ‘coworking’, que poderá abrigar várias empresas no mesmo espaço, permitindo mais economia, flexibilidade e interação entre elas. “Será uma experiência nova, que já é uma tendência hoje em escritórios de advocacia e de informática, por exemplo, e que pode gerar novas ideias e produtos”, diz Rosi.

Outra mudança prevista é a união do laboratório de prototipagem com o espaço de “coworking”, além de sua ampliação, que vai permitir uma relação mais direta com o início do processo de criação de novos produtos pelas incubadas. O objetivo é criar estações de trabalho para desenvolvimento das peças.

O laboratório, funcionando há quase um ano, conta com uma máquina impressora 3D e uma de circuito impresso e montagem eletrônica para agilizar o desenvolvimento dos produtos. Equipamentos complementares, como software para projeto de peças em 3D, devem ser adquiridos a partir da reforma prevista. A prestação destes serviços é aberta à comunidade, com garantia de total sigilo de informações.

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Empresa de call center com missão social mantém baixa rotatividade entre colaboradores

O mercado de teleatendimento tem apontado crescimento importante na contratação de profissionais. Levantamento feito pela E-Consulting Corp, revelou que o setor de call center deve crescer 14,13% esse ano, gerando faturamento aproximado em R$ 40,4 bilhões. Esse cenário é ainda mais expressivo quando relacionado à empregabilidade de pessoas com deficiência, afinal, as habilidades exigidas para a função podem ser facilmente compatibilizadas com a realidade de profissionais com este perfil, a partir da adoção, por parte do empregador, de tecnologias de inclusão, metodologias de capacitação e adaptação de ambientes e equipamentos.
A Avape Net Contact Center, empreendimento mantido pela Avape – Associação para Valorização de Pessoas com Deficiência, com apoio do BID – Banco Interamericano de Desenvolvimento, tem mostrado eficiência na retenção de talentos e na geração de novas oportunidades de trabalho neste segmento. A empresa social, que emprega prioritariamente pessoas com deficiência e em situação de vulnerabilidade, incluiu cerca de 700 pessoas no setor no último ano.

É interessante observar o baixo índice de rotatividade entre os colaboradores da Avape Net, situado na faixa de 4%, segundo estatísticas internas, enquanto índices do mercado mostram que o turn over deste setor está no patamar de 10%, de acordo com pesquisa realizada pelo Guia Call Center.

Para o gerente de relacionamento da Avape Net, Mário Jorge, o modelo de empreendimento criado favorece a diminuição da rotatividade dos colaboradores, uma vez que a empresa foi projetada segundo as melhores práticas de planejamento, implantação e operação de negócios, buscando atuar de forma competitiva e diferenciada no mercado em termos de tecnologia, soluções, processos e especialmente recursos humanos. “Por meio da definição de salários e benefícios adequados, asseguramos um turn over abaixo da média entre nossos funcionários e, consequentemente, aumentamos a satisfação interna e a qualidade dos serviços prestados”, explica Jorge.

Vale pontuar que a Avape Net oferece as mais modernas ferramentas de gestão disponíveis no mercado, entre elas um mecanismo de CRM (relacionamento com o cliente) que permite à empresa parceira acompanhar e controlar online os atendimentos, o que facilita ajustes, tomadas de decisões, relatórios e informações gerenciais para subsidiar ações estratégicas de marketing de nossos clientes.

A seleção de pessoas para atuarem na empresa envolve etapas na busca dos perfis profissionais, considerando, além dos requerimentos do serviço, aspectos técnicos, psicológicos, comportamentais, formação e experiência. Os profissionais passam ainda por um processo de capacitação bastante abrangente, envolvendo primeiramente o treinamento comportamental sob a ótica social, ética, missão, visão, valores e políticas de RH. Em seguida, é realizado o treinamento técnico envolvendo os recursos tecnológicos, políticas de qualidade, segurança e outros.

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Para executivos de finanças, dólar continua em alta e PIB cresce até 2%

A comunidade financeira acredita que a tendência de alta do dólar – que vem demandando ampla atenção dos mercados – deve prosseguir e espera-se um crescimento menor da economia brasileira em 2013. É o que mostram os principais resultados apurados na nova pesquisa aplicada pelo Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças – IBEF SP – junto aos líderes de 50 das maiores empresas do Brasil, que também fazem parte da diretoria vogal da entidade.

A consulta é relativa às projeções econômicas para o último quadrimestre do ano. Para 58,3% dos executivos de finanças ouvidos, o câmbio deve chegar ao final de 2013 com a cotação do dólar superior a R$ 2,30. Em abril deste mesmo ano, na pesquisa realizada pelo IBEF SP, a maioria dos respondentes – 54,3% – acreditava que a moeda americana encerraria o ano na casa dos R$ 2,01 a R$ 2,05.
Os executivos também reduziram sua expectativa quanto ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). A comunidade financeira agora projeta uma evolução de 1% a 2% para a economia brasileira em 2013. Essa é a opinião de 75% dos participantes da pesquisa. Em abril, os líderes consultados pelo IBEF SP estimavam um PIB de 2% a 3% (60% do total de respostas, àquela ocasião).

Quanto à taxa básica de juros, 37,3% dos executivos de finanças acreditam que a Selic chegará a dezembro em 9,50%aa. Na última pesquisa realizada pelo Instituto, a projeção era de juros superiores a 7,75%aa (28,6% das respostas dadas em abril).

Os membros da diretoria vogal do IBEF SP também fazem estimativas acerca da inflação, que deve ficar entre 6,0% e 6,5% em 2013. Assim, apontam metade dos executivos de finanças que responderam à pesquisa. No levantamento do primeiro semestre, 42,9% dos participantes projetaram a inflação do ano entre 5,5% e 6%.

Mais indicadores

Os executivos de finanças também opinam sobre o desempenho de diversos indicadores para o último quadrimestre de 2013, comparados ao comportamento desses mesmos indicadores nos quatro meses anteriores.

De acordo com os diretores consultados, o cenário predominante deve ser de estabilidade. Assim devem-se manter: a Produção (65,2% do total de respostas), as Vendas Internas (47,6%) e Externas (44,4%), os Investimentos (47,8%), o Emprego (69,6%), os Estoques (65,2%) e a Inadimplência (68,7%).

O único indicador a registrar tendência de queda para os próximos quatro meses, de acordo com 43,5% dos respondentes, são as importações

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Empresas da Cenetic ampliam relacionamento com a Microsoft

Rogério Cordeiro, evangelista da Microsoft, visitou uma reunião mensal da Cenetic – Central de Negócios de TI de Curitiba para falar sobre oportunidades no relacionamento de empresas de tecnologia locais com a gigante do setor.

Os empresários puderam saber mais sobre o programa de parcerias em relacionamentos comerciais com a Microsoft , condições especiais para aquisição e instalação de soluções  em projetos para clientes e trabalhos especiais que podem ser desenvolvidos em capacitação e certificações.
O especialista em desenvolvimento de software apresentou uma rápida visão da Microsoft sobre tendências marcantes como Computação em Nuvem, Mobile, Social Media e Big Data.

Rogério Cordeiro também forneceu respostas técnicas a questionamentos feitos pelos participantes do Road Show da Microsoft , que aconteceu em maio no Sebrae-PR.

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Em almoço-debate, Guido Mantega diz que Brasil está preparado para enfrentar atual crise econômica mundial

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou hoje que o Brasil está mais preparado que os outros países emergentes para enfrentar as turbulências que chamou de “minicrise econômica mundial”. Segundo o ministro, diferentemente de outros países, o Brasil não apresenta queda nas reservas nem no fluxo de capitais estrangeiros. “Temos um mercado com maior liquidez e mais segurança”, sustentou, durante Almoço-Debate promovido pelo LIDE – Grupo de Líderes Empresariais, liderado pelo empresário João Doria Jr., que aconteceu no Hotel Grand Hyatt, em São Paulo, e contou com a presença de 330 empresários.

Mantega disse que não acredita numa desvalorização permanente das moedas dos países emergentes e que o governo vai continuar utilizando instrumentos, como leilões cambiais, para impedir o excesso de valorização do dólar. Ele afirmou que, em 2012, o governo precisou intervir para segurar a valorização do real, que melhorou a competitividade das empresas brasileiras, mas trouxe um pouco de pressão inflacionária. “O que é difícil é quando o dólar dá um sobressalto como agora”, afirmou. “Usaremos todos os nossos recursos, que não são poucos, para impedir que o dólar ultrapasse a valorização normal que teria.”

Durante o evento, o ministro apresentou indicadores e estimativas sobre crescimento econômico em vários países. “Talvez tenhamos deixado para trás o pior da crise, o que é bom para todo mundo”, disse. Ele admitiu que o primeiro semestre “não foi grande coisa para ninguém”, mas mostrou-se confiante na recuperação. “Todo mundo está crescendo menos do que deveria em 2013, mas o Brasil, felizmente, está entre os países que podem crescer um pouco mais.” A previsão é de que o país apresente crescimento entre 0,7% e 0,8% no segundo trimestre (a informação oficial será divulgada até o fim desta semana).

Mantega observou que os indicadores do primeiro trimestre demonstram que a produção industrial está crescendo, a agricultura terá safra recorde e o desemprego manterá um patamar favorável. “A confiança do consumidor também começa a melhorar em agosto”, disse o ministro, que espera uma melhora dos indicadores do comércio.

Ele ressaltou a importância da continuidade aos investimentos, por meio de parcerias entre os setores públicos e privados. Entre eles, o programa de concessões de rodovias, ferrovias e aeroportos. “Estamos caprichando nas condições e na rentabilidade, pois queremos que dê certo e com isso, poderemos ter um grande impulso nos investimentos do País.”

Reforma tributária e desoneração

Indagado pelos empresários sobre a reforma tributária, Mantega informou que o governo está promovendo a reforma do ICMS, que já está em tramitação no Congresso. Ele lembrou, entretanto, que esta reforma esbarra em conflitos entre os Estados. “Continuaremos a trajetória de desonerar mais a indústria e os investimentos”, acrescentou.

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Tecnologia desenvolvida pelo ICI facilita uso do Cartão Qualidade de Curitiba

Com quase 50 mil usuários, o Cartão Qualidade da Prefeitura de Curitiba é utilizado em diversas atividades ligados aos poder público municipal e ainda serve como instrumento de crédito consignado. O smart card desenvolvido pelo Instituto Curitiba de Informática tem mais de 15 anos de história e passa constantemente por inovações. Veja mais detalhes em uma reportagem em vídeo do programa de tv Valor Agregado.

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Cartão BNDES facilita negócios de TIC

Com o apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), empresa pública federal, através de uma linha especial de financiamento, torna-se mais fácil fazer investimentos em TIC beneficiando-se de taxas de juro inferiores às normalmente praticadas pelo mercado financeiro. Quem compra pode parcelar em até 48 vezes e o fornecedor tem o pagamento garantido pelo banco e o seu recebimento em até 30 dias após ao fechamento da venda e submissão da Nota Fiscal ao banco. Mesmo com várias vantagens, as empresas brasileiras ainda não fazem uso frequente deste tipo de financiamento. Cirlaine Moraes, Gerente Financeira da SADIG, empresa que comercializa softwares de business intelligence, afirma que mesmo com as facilidades disponíveis, as vendas por BNDES não chegam a 10%. “Não podemos decidir pelo cliente. O nosso papel é divulgar que somos credenciados, oferecer essa modalidade de pagamento, e salientar que a taxa de juros e o prazo de pagamento são muito atraentes. Há casos em que valor do projeto do cliente chega a um patamar financeiro em que é melhor financiar, pois não há a necessidade de adiamento do projeto e da obtenção de seus benefícios e, principalmente, o cliente evita a sua descapitalização. Principalmente pelo desconhecimento, essa linha de crédito nem sempre é uma alternativa considerada”, diz Cirlaine.

O financiamento é pré-aprovado e feito por meio do cartão BNDES, no qual vendedor e comprador devem estar previamente cadastrados. Baseado no conceito de cartão de crédito, visa a financiar os investimentos das micro, pequenas e médias empresas (MPMEs). Podem obter o Cartão BNDES as MPMEs (com faturamento bruto anual de até R$ 90 milhões), sediadas no País e em dia com o INSS, FGTS, RAIS e tributos federais. Por meio do Portal de Operações do BNDES (www.cartaobndes.gov.br), é possível verificar quais as empresas cadastradas e visualizar seus ‘Catálogos de Produtos’.

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FINEP vai investir direto em empresas

Fonte: Finep

Em mais uma ação no âmbito do Plano Inova Empresa, a FINEP prevê lançar, em breve, o Programa de Investimento do Inova Empresa Fundo de Investimento em Participações (FIP Inova Empresa), que contará com aporte inicial de R$ 200 milhões e será o meio de investimento direto da Agência Brasileira da Inovação em empresas com elevado risco tecnológico. Até então, as ações da FINEP nesta área eram restritas a participações em fundos de investimentos, e realização de programas para seleção, capacitação e apresentação de empresas em rodadas de negócios com investidores.

O BTG Pactual Serviços, controlado pelo banco BTG Pactual, com sede no Rio de Janeiro, será o administrador do novo Fundo. Caberá à FINEP, no papel de gestora, selecionar as empresas de médio para grande porte que receberão os investimentos, sendo prioritárias aquelas com atuação nos setores estratégicos do Plano Inova Empresa, que inclui toda a cadeia agropecuária, de petróleo e gás, energia, complexo da saúde, complexo aeroespacial e de defesa, TICs e sustentabilidade socioambiental.

Em outra iniciativa, também contemplada pelo Plano Inova Empresa, a FINEP irá lançar e investir em quatro fundos específicos, nos setores de Biotecnologia, TICS, Novos Materiais e Incubadoras e Parques. A FINEP já está selecionando gestores para dois desses fundos, que começarão a operar com um orçamento de R$ 50 milhões. São eles o FIP Inova Defesa, na área de Novos Materiais, que pré-qualificou as quatro propostas recebidas – e o de incubadoras e Parques, que ainda está aberto para o recebimento de propostas. “Nesses dois fundos, o foco são as pequenas e médias empresas, e a decisão da FINEP de descentralizar a gestão é para ganhar maior capilaridade na seleção dos empreendimentos”, afirma a superintendente da Área de Investimentos da FINEP, Renata Guinther. “A ideia é que cada gestor selecione uma média de oito empresas para investimento”, afirma a executiva. A estrutura dos fundos de Biotecnologia e TICS ainda está em estudo.

Números do Inova Empresa

No momento, a demanda inicial apurada nos últimos sete editais lançados pela FINEP em parceria com outros órgãos públicos, em atendimento ao Plano Inova Empresa, chega a R$ 56,2 bilhões, considerando as cartas de manifestação de interesse recebidas pela Agência Brasileira da Inovação. As propostas foram apresentadas por 1.904 empresas e 223 ICTs. Serão contemplados pelo Inova Empresa os editais do PAISS, destinado aos setores sucroquímico e sucroenergético, o Inova Energia, o Inova Petro, que abrange a cadeia de petróleo e gás, o Inova Aerodefesa, voltado para os setores aeroespacial, aeronáutico e de defesa, o Inova Agro, que contempla toda a cadeia do agronegócio, além de mais duas chamadas do Inova Saúde, a primeira delas na área de equipamentos médicos e a outra nos setores de biofármacos, farmoquímicos e medicamentos.

Com a entrada em operação, no dia 3/9, do novo Modelo de Análise de Operações de Crédito – FINEP 30 Dias, a Agência prevê contratar R$ 10 bilhões em novos projetos. A meta foi estabelecida pelo presidente Glauco Arbix, diante dos desafios impostos pelo Plano Inova Empresa que, ao ser lançado, englobava um montante de R$ 32,9 bilhões para inovação nos próximos dois anos. “O Inova Empresa, coordenado pelo MCTI, já mudou o patamar e o padrão de apoio à inovação tecnológica no Brasil”, afirmou Glauco Arbix. Segundo ele, um dos desafios do Brasil é promover a elevação da produtividade, e isso só se dá com tecnologia e inovação.

Para o diretor de Inovação da FINEP, Fernando De Negri, a surpreendente demanda por recursos para inovação comprova que a economia brasileira mudou de patamar de investimento em ciência e tecnologia. Na avaliação de De Negri, esses investimentos são decisivos para aumentar a produtividade da economia.

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Mídias sociais são oportunidade para instituições financeiras

Durante a realização do FinanceConnect em São Paulo, evento do LinkedIn que reuniu representantes de marketing das principais instituições financeiras do país, a maior rede profissional do mundo revelou os resultados de sua pesquisa “Influenciado os ‘Mass Affluent’”, a qual traz informações sobre a oportunidade de uso das redes sociais para instituições financeiras se comunicarem melhor com seu público.

Os ‘Mass affluent’ representam, no Brasil, uma parcela de pessoas que possuem entre R$ 100 mil a R$ 800 mil de ativos investidos e que possuem uma conta, produto ou política com bancos, empresas de cartão de crédito, corretores, gerentes de ativos, seguradoras de propriedade ou de vida. “No Brasil, 99% desta população utiliza as mídias sociais, sendo que 90% destas pessoas se relacionam com empresas do setor financeiro. Isso revela um enorme potencial para o mercado, pois as redes sociais têm se tornado um dos principais canais de comunicação das pessoas em busca de conteúdo por motivos profissionais“, explica Jennifer Grazel, Global Head of Category Development, no LinkedIn.

Oito em dez usuários ‘mass affluent’ de mídias sociais leem conteúdo de empresas, assistem a conteúdo multimídia e seguem instituições financeiras. Dentre o conteúdo mais desejado pelos ‘mass affluent’ nas redes sociais de bancos e empresas de cartões de crédito, está a informação sobre novos produtos. “Neste caso, identificamos um gap de 28% e 27%, respectivamente, entre o conteúdo desejado e o que realmente as empresas estão oferecendo aos consumidores”, detalha Jennifer. No caso de Seguradoras, o conteúdo mais desejado é informação sobre mudança de políticas e o gap atual é de 42%.

“É importante salientar que, para este público, as redes sociais são fontes tão confiáveis quanto meios tradicionais de informação financeira”, observa Jennifer. “Desta forma, o LinkedIn serve como uma plataforma de comunicação da marca com seus clientes e consumidores e pode acelerar ainda mais a influência das empresas sobre os ‘mass affluent’. Basta construir uma base por meio de conteúdo multimídia, posts da empresa ou conteúdo e acelerar a influência por meio da comunicação direta”.

A primeira edição do FinanceConnect foi realizada em Nova York. Em São Paulo, o evento reuniu aproximadamente 100 pessoas no escritório do LinkedIn e ainda contou com a participação de Jill Schlesinger, analista sênior de mercado da CBS News; Alison Engel, diretora global sênior de Marketing do LinkedIn; e Linda Descano, diretora-gerente do Citi em Nova York.

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Clécio Chiamulera, da Ibema: “Microsoft Dynamics AX implantado pela 4Results é case de sucesso nacional”

Em uma reportagem em vídeo, o diretor financeiro da Ibema -Cia de Papel explica porque considera um case de sucesso nacional a implantação do ERP Microsoft Dynamics AX na empresa. O trabalho foi realizado pela 4Results, que também teve destacada a atuação na questão da gestão de legado durante o processo.

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HP ajuda usuários de armazenamento definido por software a maximizar investimentos em servidores

A HP anuncia uma série de inovações em suas ofertas de armazenamento convergente que permitem às empresas maximizar o retorno sobre os investimentos (ROI) na infraestrutura virtualizada ao reduzir os custos e aumentar a agilidade e capacidade de utilização.

Ampliando uma liderança construída desde o lançamento da primeira solução de armazenamento definido por software há seis anos ,a HP traz uma nova funcionalidade do software HP StoreVirtual Virtual Storage Appliance (VSA), com recursos que incluem camadas de armazenamento de sub-LUN (número de unidade lógica) automatizado e maior integração com VMware e Microsoft para aumentar a eficiência e o desempenho. Novas opções de licença oferecem flexibilidade de implantação para suportar as exigências das atuais cargas de trabalho e futuras necessidades de crescimento.

A empresa também apresenta dois plug-ins de software para o armazenamento HP 3PAR StoreServ, um para uso com VMware e outro para uso com software SAP®. As ferramentas ajudam a simplificar o gerenciamento de implantações complexas de aplicações.

Armazenamento definido por software autônomo, escalável e altamente disponível

Empresas com ambientes virtualizados, como pequenos escritórios, grandes empresas ou mesmo provedores de nuvem pública, estão optando pelo armazenamento definido por software independente de hypervisor e hardware para oferecer, de forma econômica, alta disponibilidade e outros serviços de dados executados em infraestruturas baseadas em servidor padrão de mercado.

O HP StoreVirtual VSA — equipado com o conhecido sistema operacional HP LeftHand e com novos recursos de Adaptive Optimization —, é a primeira solução de armazenamento do mercado definida por software expansível a oferecer camadas de dados. Esse recurso movimenta, automaticamente, blocos de dados para storage de alto desempenho ou custo otimizado com base nas necessidades da aplicação para garantir maior eficiência e desempenho

Com o HP Adaptive Optimization, o monitoramento contínuo das cargas de trabalho migra ativamente os dados utilizados para armazenamentos mais ágeis, como discos sólidos (SSD), e os dados inativos para storage de menor custo, como discos rígidos (HDD). Essa abordagem granular elimina a necessidade de movimentar volumes inteiros de aplicações para SSD mais caros. No caso dos dados inativos, o HP StoreVirtual VSA permite que as empresas reduzam ainda mais os custos ao reposicionar e virtualizar as informações em sistemas de armazenamento legado de outros fornecedores, tratando essa capacidade como uma camada secundária no HP Adaptive Optimization.

Além da licença padrão do HP StoreVirtual VSA de 10 tebabytes (TB), a empresa oferece uma licença de 4 TB para aplicações menores e uma licença de alta capacidade de 50 TB. Com isso, o cliente pode realizar atualizações de forma ininterrupta para um VSA maior ou para o dispositivo HP StoreVirtual 4000 conforme necessário.

Facilmente gerenciado por profissionais de TI em ambientes VMware e Microsoft, a instalação do HP StoreVirtual VSA é três vezes mais rápida que as outras opções de armazenamento definido por software oferecidas pela VMware(3). O recente suporte ao VMware ParaVirtualized SCSI Controller garante utilização eficiente da CPU, minimizando investimentos contínuos em infraestrutura. A maior integração com o Microsoft Windows® Server com Hyper-V permite que os clientes provisionem armazenamento do Microsoft System Center Virtual Machine Manager para uma implantação mais rápida.

“Para reduzir os investimentos e os custos operacionais do data center, empresas com limitações de orçamento estão mudando de hardware físico integrado para armazenamento definido por software integrado aos atuais servidores padrão de mercado,” afirma David Scott, vice-presidente sênior e gerente geral da divisão Storage na HP. “Como pioneira em armazenamento definido por software, com uma base instalada de mais de 170 mil licenças do StoreVirtual VSA, a HP está ampliando sua liderança nesse segmento com o recurso de auto-tiering (camadas automáticas) para otimizar ainda mais os custos e o desempenho em pequenas e médias empresas, bem como em escritórios empresariais remotos”, completa.

Gerenciamento de data center e orquestração

A transição para data centers definidos por software exige APIs abertas e controle integrado a aplicações de sistemas de armazenamento para garantir produtividade administrativa.

O HP 3PAR StoreServ se integra perfeitamente às soluções dos principais fornecedores independentes de software (ISVs) e, juntamente com o novo HP StoreFront Analytics Pack para VMware vCenter Operations Manager™, permite que os administradores de VMware monitorem de maneira eficiente e econômica, além de solucionar problemas, de ambientes virtualizados complexos.

O software HP StoreFront Analytics Pack para VMware vCenter Operations Manager oferece dados em tempo real sobre a integridade, o desempenho e a utilização da capacidade de sistema do Armazenamento HP 3PAR StoreServ. O monitoramento proativo do desempenho de aplicações virtualizadas em um único console de gerenciamento simplifica a gestão do armazenamento. Para facilitar o processo de decisão, o software oferece dados precisos de capacidade e prognóstico em relação a serviços de armazenamento HP 3PAR StoreServ, incluindo thin provisioning acelerado para hardware, o que aumenta amplamente a capacidade de armazenamento sem impactar o desempenho da aplicação.

Para o gerenciamento de implantações complexas de SAP em ambientes físicos e virtualizados, a HP oferece um plug-in que integra o HP 3PAR StoreServ Storage e o HP XP P9500 Storage ao SAP NetWeaver® Landscape Virtualization Management 1.0. Esse novo plug-in da HP Storage é compatível com ambientes Microsoft Windows, Linux e HP-UX, e inclui recursos de automação que reduzem o tempo de clonagem de aplicações SAP. Esses recursos de automação sucessivos ajudam a reduzir o tempo de cópia e atualização do sistema geral, o que aumenta a agilidade dos negócios e reduz os riscos associados ao provisionamento manual.

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Symantec identifica golpe na internet relacionado ao Instagram

O Instagram – rede social para compartilhar fotos e vídeos, adquirido pelo Facebook – é alvo de Spam e golpes digitais. Essa semana, foi compartilhado um anúncio em in-stream para um programa chamado Instagram para PC (Instagram for PC) na linha do tempo do Facebook. Esta aplicação alega executar o Instagram em um emulador, de modo que os usuários de PCs possam acessar o serviço sem utilizar um aparelho de celular.

Ao tentar baixar uma cópia do Instagram para PC, é possível observar dois arquivos maliciosos distintos:
Arquivo n º 1: Missing Dynamic Link Library (.dll) File

O primeiro golpe é um grande arquivo RAR empacotado em uma série de bibliotecas de vínculo dinâmico (.DLL), juntamente com a suposta aplicação. Quando um usuário tenta executar o aplicativo, ele é recebido com o que se parece com uma tela de login para o Instagram.

Na realidade, essa tela de login é uma farsa. Se um usuário tenta fazer o acesso, recebe um falso “Erro Fatal 2.4.5” da mensagem, alegando que falta um arquivo.

Ao selecionar “Sim” na caixa de diálogo para a arquivo que está faltando, os usuários são redirecionados para uma página que discute o erro e como ele pode ser corrigido.

A linguagem utilizada para explicar o erro é suspeita. Ainda, a mesma página de erro afirma que, se a transferência “não funcionar”, o usuário deve clicar em uma variedade de opções de compartilhamento social, antes de tentar o download novamente.
Quando o usuário tenta baixar o arquivo. Dll que falta, ele é convidado a preencher um questionário.

Arquivo n º 2: Ativar o Instagram

A segunda ameaça maliciosa é a mais recente versão do Instagram para PC, que afirma que, para o aplicativo funcionar, o usuário precisa “ativar” o Instagram. Na parte inferior do aplicativo há ainda um aviso em vermelho que o serviço “não está ativo.”

Ao clicar em “Clique aqui para ativar”, uma nova janela pop-up se abre e pede ao usuário para “completar a oferta rápida ou pesquisa”, a fim de ativar o Instagram.

Ambas as supostas versões do Instagram para PC não entregam o que foi prometido. Este é apenas mais um veículo utilizado pelos scammers para convencer os usuários a preencher os questionários, com o objetivo de obter dinheiro por meio de programas ilícitos.
Mais de 4.000 pessoas no mundo já postaram sobre o Instagram para PC no Twitter e no Facebook, e mais de 2.000 usuários compartilharam no Google+.

Ao usuário que baixou os arquivos, não há funcionalidade maliciosa atrelada ao software, como um keylogger ou backdoor. Os produtos da Symantec detectam estes arquivos como Downloader.MisleadApp.

Para os usuários de PC que pretendem acessar o Instagram de seu computador, não procurem mais o endereço instagram.com. O acesso deve ser feito no próprio site que fornece o serviço em qualquer navegador e em qualquer plataforma.

Para os usuários das redes sociais, é importante ter cuidado com os golpistas que tentam encontrar formas de convencê-lo a fornecer os seus dados de login, instalar aplicativos, ou copiar e colar o código em páginas da Web. Além disso, é importante não clicar em links suspeitos e relatar quaisquer links suspeitos usando a funcionalidade de relatórios dentro do Facebook e outras redes sociais

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Livro explica todas as novas regras do trabalho doméstico no Brasil

País com a maior população de trabalhadores domésticos do mundo de acordo com pesquisa da Organização Internacional do Trabalho (OIT), o Brasil ganhou neste ano novas regras para o trabalho doméstico com a aprovação da PEC 72/2013, a “PEC das Domésticas”.

Ao mesmo tempo em que as mudanças foram comemoradas pelos empregados domésticos, elas também geraram uma série de dúvidas entre empregados e empregadores sobre a aplicação das novas regras na prática.

Para por fim às dúvidas, agora todas as questões são explicadas de forma acessível no livro “Trabalho Doméstico: um guia prático para empregados e empregadores”, do advogado especializado em direito trabalhista, Afonso Paciléo Neto, que acaba de ser lançado no país pela editora Sensus.

A publicação é um guia de fácil leitura que além de explicar todas as mudanças das leis trabalhistas, conta com uma série de exemplos práticos de situações reais vividas por empregados e empregadores no dia a dia.

O livro traz ainda diversos modelos de documentos para facilitar a vida do empregador e deixar tudo dentro da lei, como por exemplo:
• Contratos de trabalho;
• Forma de preenchimento da carteira profissional;
• Folha de ponto, e muitos outros.

A obra esclarece ainda as principais dúvidas de empregados e empregadores domésticos, tais como:
• A diferença entre a definição de empregadas domésticas e diaristas de acordo com a lei;
• Direitos dos caseiros, babás, e dos empregados que dormem no trabalho.

De maneira muito didática, todos os cálculos de jornada e de pagamentos são explicados nos quadros “Como calcular”, sempre partindo da explicação do conceito, seguida de um exemplo prático e com campos para o leitor preencher com o seu caso real, na parte “Agora calcule o seu”. São apresentadas diversas situações:
• Cálculo de férias e férias proporcionais;
• Cálculo de 13º salário e 13º proporcional;
• Cálculo de horas extras, e outros benefícios.

Sobre o autor:
Com mais de 10 anos de experiência na área, e a coordenação de mais de 45 mil causas trabalhistas em seu escritório de advocacia, o advogado Afonso Paciléo Neto adquiriu uma larga experiência nas situações que envolvem o doméstico também por coordenar o departamento jurídico da agência de empregos Marias & Cia, o que levou o autor a lidar em seu dia a dia com inúmeras situações envolvendo empregados domésticos e seus empregadores.

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Locaweb lança produto voltado para empreendedores

] A Locaweb anuncia o lançamento da Revenda cPanel, mais uma opção de plataforma voltada especialmente para desenvolvedores que buscam comercializar hospedagens de sites de forma ainda mais profissional. Com sistema operacional Linux, o produto oferece até 300 GB de espaço e 3 TB de transferência. Os preços variam de R$49,90 a R$149,90, com sites, domínios e subdomínios, bases de dados MySQL e caixas postais ilimitados em todos os planos.

Com o maior espaço em disco do mercado, a Revenda é ideal para empresas que precisam gerenciar vários sites a partir de uma interface amigável e para revendedores de hospedagem que desejam economizar com infraestrutura.

De acordo com Camila Kamimura, gerente de marketing de produtos da Locaweb, os novos planos de Revenda cPanel vêm para complementar o portfólio da empresa para que revendedores possam escolher o painel de administração de sites que preferirem, contando com uma infraestrutura de qualidade à sua disposição.

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