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MovilePay anuncia novo Head de Pagamentos

A MovilePay, fintech do Grupo Movile, anuncia a contratação de Renato Magalhães Leite para a posição de Head de Payments. Com mais de 20 anos de atuação no mercado, iniciou sua vida profissional no Banco Santander, passando por grandes empresas como Itaú Unibanco, Sodexo, BCG e Mercado Pago.

Graduado em Administração pela FAAP, Renato possui dois MBA, o primeiro em Finanças pelo INSPER e o segundo em Administração de Empresas pela Columbia Business School.

Leite assume o cargo com o objetivo de ser o responsável por liderar as iniciativas de pagamentos na estratégia de banco do restaurante e de ofertas de serviços de aquisição. “O desafio é desenvolver uma solução inovadora de processamento de pagamentos, ter melhores níveis de funcionalidade e serviços que em outros mercados de pagamentos com o objetivo de melhorar a vida de compradores e vendedores, ajudando a realizar o sonho da empresa que é o de revolucionar o mercado de pagamentos”, afirma o executivo.

Microsoft e IFC realizam workshop sobre a promoção de diversidade em startups

A Microsoft e a International Finance Corporation (IFC), membro do Grupo Banco Mundial, realizam, no dia 28 de julho, o oitavo workshop da série de eventos on-line desenvolvida para fomentar o empreendedorismo feminino no setor de tecnologia do Brasil. O objetivo da iniciativa é transmitir conteúdos relevantes para o aperfeiçoamento do modelo de gestão de negócios e a ampliação das oportunidades de captação futura das startups. Os encontros começaram em março e seguirão até outubro de 2021.

O Workshop #8 “How to push diversity at the startup level” irá discutir as estratégias que startups, inclusive aquelas em estágio inicial, podem seguir para garantir diversidade em seu modelo de negócios e, especialmente, em suas práticas de gestão. Neste âmbito, o workshop abordará os compromissos que podem ser estabelecidos pelas empresas no momento da contratação, além das estratégias que podem ser adotadas pelas companhias em prol da igualdade de oportunidades no desenvolvimento de carreira e na consolidação de sua cadeia de valor.

O evento contará com a participação de Josie Middleton, líder do programa ScaleX e líder global para iniciativas de gênero na equipe de Tecnologia Disruptiva e Private Equity da IFC; Marcella Ceva, Chief Investment Officer do fundo WE Ventures, focado em startups de tecnologia lideradas por mulheres; e Stephanie Vak-Stephens, Oficial de Investimentos e líder global para iniciativas de gênero na equipe de Tecnologia Disruptiva e Private Equity da IFC.

O workshop, gratuito e em inglês, acontecerá no dia 28 de julho às 11h (horário de Brasília) e contará com legendas em português, espanhol e inglês. Os interessados devem se cadastrar no site oficial do evento. Para acompanhar o cronograma completo de workshops basta acessar à plataforma de eventos do Microsoft Reactor. 

Solutis tem mais de 150 vagas abertas em TI

A Solutis, parceira tecnológica que sustenta a jornada digital de seus clientes, está com 150 vagas abertas para profissionais de Tecnologia da Informação (TI). Em franco crescimento, a companhia tem ampliado continuamente o seu quadro de colaboradores – além das posições disponíveis, a Solutis contratou aproximadamente 250 talentos no último ano.

Segundo Dani Veiga, head de Talent Aquisicion da Solutis, cerca de 80% das oportunidades atuais são destinadas a desenvolvedores plenos e seniores especializados principalmente em tecnologias como .NET, Java, Mobile iOS, Android, QA e FrontEnd (Angular e React) e para arquitetos de TI.

Com média salarial entre R﹩ 12.000 e R﹩ 14.000, a grande maioria das vagas é para trabalho remoto. As exceções são aquelas focadas em projetos nos quais o cliente demanda a alocação presencial do profissional.

“Alguns projetos precisam do profissional alocado presencialmente, mas é um número muito reduzido”, explica Paulo Marcelo, CEO da Solutis. Ele lembra que, mesmo antes da pandemia, a Solutis já trabalhava em grande escala no modelo de trabalho remoto. “Esse perfil ganhou força, especialmente porque os clientes também comprovaram que a modalidade não compromete em nada as entregas. Ao contrário, pode melhorá-las ao passo que resulta em mais qualidade de vida aos trabalhadores”, analisa.

Dispersão geográfica
Se de um lado faltam profissionais de TI no mercado brasileiro, de outro o setor ganhou com a ampliação do modelo de trabalho híbrido ou 100% remoto. “Hoje conseguimos contratar pessoas em todo o Brasil e não mais somente nas grandes capitais”, diz Dani, acrescentando que a Solutis já conta com profissionais de fora do Brasil atuando em projetos locais.

“Além do mercado entender a qualidade das entregas feitas por trabalhadores que atuam remotamente, também os profissionais agora confiam em processos seletivos realizados online, bem como se sentem encorajados a mudar para empregos nessa modalidade”, afirma a head de aquisição de talentos.

Dani revela, inclusive, que a Solutis tem tido mais dificuldade de preencher as vagas presenciais do que as remotas.

Candidatura
A lista completa das oportunidades disponíveis pode ser vista na página de Carreiras da Solutis, em https://www.solutis.com.br/talentos/ ou no perfil da empresa no Gupy (https://solutis.gupy.io/). Ali também os candidatos podem aplicar para a vaga de seu interesse.

RISE with SAP puxa crescimento da SAP Brasil no trimestre

A operação brasileira da SAP registrou sólido crescimento de dois dígitos no segundo trimestre, fortemente impulsionada pelo sucesso da oferta RISE with SAP, que simplifica a transformação digital das empresas em nuvem. Isso fica evidenciado pelo avanço de três dígitos no ERP SAP S/4HANA Cloud, núcleo da oferta lançada este ano. Outro destaque do período foi o crescimento de três dígitos das soluções SAP Digital Supply Chain (DSC), de gestão da cadeia de suprimentos, e SAP Ariba, para gestão de fornecedores. O mesmo desempenho foi registrado nas soluções para pequenas e médias empresas.

O pacote RISE with SAP fornece um caminho para a empresa inteligente, independentemente do ponto de partida ou da complexidade. Além do ERP, traz redesenho de processos, integração com outras soluções via SAP Business Technology Platform e acesso à SAP Business Network (maior rede de negócios do mundo). Em um contrato apenas, inclui ainda o gerenciamento de níveis de serviço, operações e suporte. Esta foi a opção de empresas como Ebanx, XP, Petlove, Ihara, Magnum Tires e Millenium Bioenergy.

“A alta adesão das empresas à oferta RISE with SAP e a nossas outras soluções reforça a atenção das companhias em acompanhar o intenso movimento de transformação digital pelo qual o mercado passa. Os desafios de gestão são inúmeros, e a migração para a nuvem é uma realidade cada vez mais forte”, explica Adriana Aroulho, presidente da SAP Brasil.

Até a metade deste ano, a SAP Brasil registrou crescimento de dois dígitos no número de go-lives (entrada de sistemas em operação) em relação ao mesmo período de 2020, com destaque para SAP S/4HANA, SAP DSC e SAP SuccessFactors, esta para gestão de pessoas. “Essa aceleração evidencia a elevada adoção de soluções inovadoras pelo mercado, por meio de projetos ágeis e entregas em pouquíssimo tempo. Este resultado é fruto também do excelente trabalho de nossos parceiros”, complementa Adriana.

A Ebanx, unicórnio brasileiro fundado em 2012 em processo de preparação para um IPO, firmou parceria com a SAP para impulsionar seu crescimento e atender à sua ambição de revolucionar o mercado de comércio eletrônico. Com a adoção estratégica da oferta RISE with SAP, a empresa moderniza e digitaliza ainda mais seus processos de back office, com análises em tempo real e melhorando suas boas práticas de governança.

Ainda no setor financeiro, a XP, maior corretora independente do País e uma das transformadoras do mercado brasileiro, escolheu a oferta RISE with SAP para dar suporte aos planos de expansão e aumentar sua eficiência, acessando informações e métricas da gestão em tempo real e pela nuvem. Crescimento acelerado e uma plataforma de tecnologia robusta para seu back office é o que busca também a Petlove, maior loja online de produtos para animais de estimação do mercado nacional.

Empresa brasileira de agroquímicos que desenvolve produtos inovadores para proteção de culturas, a Ihara está avançando em sua jornada de empresa inteligente. Ao adotar a oferta RISE with SAP, a empresa fez uma mudança estratégica para a nuvem, com o uso de análises incorporadas para ganhar mais agilidade, visibilidade e flexibilidade. A isso a companhia acrescentou a melhoria da eficiência operacional utilizando o SAP DSC Transportation Management.

Uma das maiores importadoras e distribuidoras de pneus do Brasil, a Magnum Tires busca unificar e melhorar processos das operações B2B e B2C. A empresa também adotará o SAP SuccessFactors para simplificar, fortalecer e acelerar os processos de recursos humanos e aumentar a satisfação dos funcionários.

A Millenium Bioenergy, companhia brasileira integradora do setor de açúcar e etanol, vai combinar o SAP S/4HANA na nuvem e os recursos SAP Analytics para unificar empresas em uma plataforma robusta que forneça informações em tempo real para a tomada de decisões, operações consolidadas e melhoria da gestão.

Empresas aprofundam parceria com novas soluções

Entre as empresas clientes da SAP, várias estão ampliando o leque de soluções. É o caso do Grupo DPSP, um dos principais players do varejo farmacêutico brasileiro, com cerca de 1.400 lojas das Drogarias Pacheco e Drogaria São Paulo, que está adotando o SAP S/4 HANA Retail. Com suas funções analíticas integradas e suporte aos principais processos de varejo de ponta a ponta, a solução integrará melhor os dados com o backoffice, já executando o ERP SAP S/4HANA. Além disso, o grupo adicionou a solução SAP Ariba Buying para maximizar a eficiência nos processos de compras.

Outra que renova seu compromisso é a Dasa, rede de medicina diagnóstica e hospitais que atende a mais de 5 milhões de pacientes por ano. A companhia está expandindo a adoção do SAP SuccessFactors para alavancar as melhores práticas em administração de talentos, bem como gerenciar e desenvolver 15 mil novos funcionários de empresas adquiridas.

A BRK Ambiental, maior empresa privada de saneamento do Brasil, já conta com várias soluções de ponta, incluindo SAP S/4HANA, SAP Concur, SAP SuccessFactors e SAP Ariba, e agora acrescenta o SAP Intelligent Robotic Process Automation (iRPA) para automatizar tarefas e redirecionar recursos para atividades e processos de alto valor.

Entre os go-lives, um destaque é a Gerdau Graphene, empresa dedicada ao desenvolvimento e comercialização de produtos com a aplicação de grafeno. Em apenas 45 dias de implementação, a companhia está com o sistema SAP Business One ativo para contabilidade, importação e faturamento. Esta solução, altamente escalável e flexível, permite que a empresa se conecte perfeitamente ao cenário SAP da Gerdau.

Crescimento em cloud por 24 trimestres consecutivos na América Latina

Na América Latina, a SAP completa 24 trimestres consecutivos de crescimento de dois dígitos em seus negócios de nuvem, também impulsionados, a exemplo do que ocorre no Brasil, pela rápida adoção da oferta RISE with SAP. Entre os destaques estão SAP Ariba e SAP Fieldglass, que permitem o gerenciamento inteligente de gastos, SAP Qualtrics, que mede a satisfação dos consumidores, e SAP Digital Supply Chain, soluções com crescimento de três dígitos na América Latina.

“As empresas da região precisam atingir um novo patamar de excelência, experiência do cliente, eficiência e adaptabilidade: por isso abraçam rapidamente propostas como RISE with SAP, que lhes permite atingir todos esses objetivos de forma simples e sustentada e mantendo os riscos sob controle”, afirma Cristina Palmaka, presidente da SAP América Latina e Caribe.

Resultados globais

Globalmente, a oferta RISE with SAP mostrou força após um lançamento bem-sucedido no primeiro trimestre. A SAP viu uma forte demanda de empresas de todos os tamanhos e fechou negócios com mais de 250 clientes no período. Mais de 600 clientes S/4HANA foram conquistados no trimestre, levando a adoção total da oferta para mais de 17 mil clientes, um aumento de 16%, sendo que mais de 10.100 estão ativos. No segundo trimestre, mais de 50% dos clientes S/4HANA adicionais foram novos.

“Estamos assistindo a uma forte adoção de nosso portfólio de nuvem conforme os clientes selecionam a SAP para a transformação de seus negócios. Nossa estratégia está funcionando; este é o terceiro trimestre consecutivo de forte expansão e continuamos a entregar valor incomparável ao cliente por meio da força de nossa plataforma e aplicativos”, afirma Christian Klein, CEO da SAP.

A carteira atual em nuvem aumentou 20% em moeda constante e a de S/4HANA em nuvem, 37%. A receita de nuvem cresceu 17% em moedas constantes. A SAP espera que a parcela de receita mais previsível alcance aproximadamente 75% (contra 72% em 2020). A previsão para o resultado de nuvem e software para 2021 é de até €24 bilhões, 3% acima do ano anterior.

8 cargos que estão por trás da transformação digital das empresas

Desenvolvedores de sistema e especialistas em automação e machine learning estão entre os profissionais mais procurados; salários vão de R$ 3,5 mil a R$ 17 mil

A pandemia fez com que a transformação digital se tornasse uma das prioridades das empresas, vista cada vez mais como um diferencial competitivo e estratégico aos negócios. Segundo levantamento do PageGroup, referência mundial em recrutamento especializado de executivos de todos os níveis hierárquicos, a procura por especialistas que podem atuar na digitalização de processos e sistemas das organizações cresceu no primeiro semestre de 2021.

De acordo com a consultoria, a demanda por profissionais com perfis para células ágeis, equipes responsáveis pela transformação organizacional das empresas, aumentou 48% até junho deste ano em comparação com o mesmo período de 2020.

“O reposicionamento de papéis e a alocação de recursos são questões centrais que as empresas estão colocando na mesa nesse momento. O investimento e a incorporação de tecnologia nos processos e sistemas são cruciais para a sobrevivência em um mercado tão competitivo como o de hoje”, analisa Luana Castro, gerente de recrutamento para Tecnologia na Michael Page.

Veja abaixo a relação de Perfis para Células Ágeis, com detalhes sobre o papel de cada um deles nas organizações, o valor que agregam aos processos e a remuneração mensal média desses profissionais.

Confira a lista:

Cargo: Desenvolvedor FrontEnd

O que faz: se encarrega de traduzir a interface visual e os projetos em linguagem de programação, recebe todos os documentos trabalhados na fase de projeto e é responsável por traduzi-los em código. Considera que todas as funções estejam orientadas para que o usuário tenha uma funcionalidade ótima, esforçando-se por um design responsivo e que tenha a melhor aparência possível.

Como agrega valor à organização: praticamente tudo que os usuários usam e veem na interface das diferentes plataformas é projetado por uma equipe de projeto e depois programado pelo desenvolvedor. Ele trabalha a interface do ponto de vista dos códigos para que os usuários possam interagir com o sistema, promovendo uma boa aparência e com grande contribuição para o desempenho do site ou aplicativo.

Remuneração mensal:

Júnior: R$ 4 mil a R$ 6,5 mil

Pleno: R$ 6,5 mil a R$ 9,5 mil

Sênior: R$ 10 mil a R$ 17 mil

Cargo: Desenvolvedor BackEnd

O que faz: está encarregado de implementar a interação entre o usuário e o site. Usar linguagens de programação para desenvolver módulos de processamento que forneça aos usuários conteúdo dinâmico baseado nas solicitações recebidas. É quem se encarrega de trabalhar a arquitetura interna de uma aplicação web ou móvel que está ligada a todo o conteúdo (formulários, mapas, bancos de dados etc.). É a parte do desenvolvimento web que é responsável por toda a lógica e controle de uma página web ou aplicativo, de modo que possa se conectar ao banco de dados e criar ou ler as informações necessárias

Como agrega valor à organização: cria toda a lógica para que as ações solicitadas de um website sejam sincronizadas e executadas corretamente, para que não gere conflito entre todos os componentes. Seu objetivo é fazer com que esses elementos funcionem de forma mais eficiente.

Remuneração mensal:

Júnior: R$ 3,5 mil a R$ 6 mil

Pleno: R$ 6 mil a R$ 9 mil

Sênior: R$ 9 mil a R$ 15 mil

Cargo: Desenvolvedor Fullstack

O que faz: este perfil é um desenvolvedor com características técnicas completas, tanto BackEnd quanto o FrontEnd, ele é responsável pelos aspectos relacionados à criação e manutenção de uma aplicação web. Além disso, ele conhece toda a cadeia de desenvolvimento de software ou web, e lida com várias linguagens e tecnologias.

Como agrega valor à organização: o Desenvolvedor Fullstack é um generalista, trabalhando em todas as etapas da criação de um website ou aplicativo, desde o desenvolvimento até a produção. Possui conhecimento de todos os aspectos do desenvolvimento e participa da criação e manutenção de uma página ou aplicação, permitindo-lhe fazer mudanças e implementar melhorias de maneira mais fácil dentro do código.

Remuneração mensal:

Júnior: R$ 3,5 mil a R$ 5 mil / Fullstack JS até R$ 6 mil

Pleno: R$ 5,5 mil a R$ 8,5 mil / Fullstack JS até R$ 11 mil

Sênior: R$ 10 mil a R$ 14 mil / Fullstack JS até R$ 17 mil

Cargo: Automação e Machine Learning

O que faz: este perfil é responsável por ensinar um programa a processar diferentes dados automaticamente para entregar resultados de forma rápida e mais precisa possível. Em outras palavras, é o estudo de algoritmos computacionais que automaticamente geram melhorias através da experiência, constituindo uma espécie de inteligência artificial.

Como agrega valor à organização: proporciona à empresa a capacidade de adicionar algoritmos preditivos ao uso de diferentes serviços da empresa, para garantir a entrega tanto de serviço quanto de produtos cada vez melhor.

Remuneração mensal:

Júnior: R$ 6 mil a R$ 8 mil

Pleno: R$ 8 mil a R$ 11 mil

Sênior: R$ 12 mil a R$ 18 mil

Cargo: Scrum Master

O que faz: esta é a figura que lidera as equipes em uma gestão ágil de projetos. Sua missão é ajudar as equipes a alcançar seus objetivos até chegar à fase de “aceleração final”, eliminando quaisquer dificuldades que possam encontrar ao longo do caminho. Ele é responsável por garantir a disponibilidade e a concentração da equipe de desenvolvimento em todos os momentos. O scrum master é responsável, entre outras coisas, por assegurar a comunicação e proteger a equipe de desenvolvimento contra interrupções externas para que possam avançar com seu trabalho diário.

Como agrega valor à organização: é uma forma de trabalhar a metodologia ágil por meio da qual, através de práticas colaborativas, todos os tipos de riscos são minimizados no desenvolvimento de um projeto. Ela é originária de equipamentos de alta produtividade. Suas principais funções dentro da estrutura são gerenciar o processo Scrum e ajudar a remover os impedimentos que possam afetar a entrega do produto. Além disso, faz tutoria, treinamento e coaching com o objetivo de facilitar reuniões e organizar eventos, se necessário.

Remuneração mensal:

Júnior: R$ 7 mil a R$ 9 mil

Pleno: R$ 9 mil a R$ 12 mil

Sênior: R$ 12 mil a R$ 15 mil

Cargo: Responsável pelo produto – Product Owner

O que faz: este perfil é responsável por maximizar o valor do produto criado pela Equipe de Desenvolvimento e garantir que a equipe traga valor ao negócio, o responsável pelo produto é o elo entre a empresa e a equipe de desenvolvimento. Este profissional representa as partes interessadas internas e externas, portanto, deve compreender e apoiar as necessidades de todos os usuários do negócio, assim como as necessidades e o funcionamento da Equipe Scrum. Em outras palavras, é a representação do cliente na célula de desenvolvimento e é encarregado para maximizar o valor do produto de desenvolvimento pela equipe de Scrum. É ele quem toma as decisões de acordo com as exigências do cliente e prioriza as histórias dos usuários, define o produto mínimo viável (MVP) e concorda com a equipe na “definição de pronto”.

Como agrega valor à organização: contribui para o retorno do investimento do projeto, além de gerenciar a carteira de produtos em sua totalidade, ordenando e priorizando tarefas para atingir os objetivos da melhor maneira a otimizar o valor do trabalho feito pela equipe. Em outras palavras, dar um valor ao tempo da equipe de desenvolvimento para que ela possa entregar um melhor output para seus custos. O responsável pelo produto deve estar sempre disponível para a equipe de desenvolvimento.

Remuneração mensal:

Júnior: R$ 7 mil a R$ 9 mil

Pleno: R$ 9 mil a R$ 12 mil

Sênior: R﹩ 12 mil a R﹩ 15 mil

Cargo: QA – Qualidade e Testes

O que faz: é o perfil responsável por testar o código para reduzir os erros ao menor percentual possível, de modo que cubra o controle de qualidade do desenvolvimento do software e ajude toda a equipe para que as coisas funcionem sob operação adequada, razão pela qual o profissional de Qualidade e Testes deve ser envolvido em todas as fases do projeto, a fim de evitar erros e corrigi-los antes que um produto, software ou aplicativo seja liberado ao público ou entregue a um cliente. Esse perfil define a estratégia de qualidade, verifica o cumprimento dos requisitos, controla e analisa a execução dos testes além de revisar as recomendações.

Como agrega valor à organização: está na possibilidade de verificar erros de funcionalidade no programa antes de entregá-lo ao cliente ou alertar a equipe de desenvolvimento para que este erro possa ser corrigido. Em outras palavras, seu papel é antecipar possíveis erros ou bugs futuros. Isso permite obter benefícios como monitoramento, redução do tempo de trabalho, maior produtividade, controle de qualidade, menor custo de manutenção, maior satisfação do cliente etc.

Remuneração mensal:

Júnior: R$ 4,5 mil (inicial)

Pleno: R$ 6 mil a R$ 9 mil

Sênior: R$ 10 mil a R$ 12 mil (ou mais)

Cargo: Analista de UX/UI

O que faz: se você já entrou em uma página sem encontrar o que está procurando, então provavelmente eles precisam deste perfil. É o responsável por reunir as necessidades dos usuários, objetivos comerciais e restrições técnicas e transformá-los em um novo produto que forneça uma solução para as necessidades do cliente. UX e UI são conceitos diferentes, porém, estão intimamente relacionados, e a combinação de ambos é essencial para criar um design ideal para o consumidor. UX refere-se à forma como os usuários interagem com um produto/serviço, ou seja, como e para qual a finalidade de um usuário usar um objeto ou interagir com um site ou um aplicativo. A essência do design do UX está no conhecimento dos usuários. O profissional de UI, por outro lado, concentra-se na parte visual. Cores, tipografia, imagens são alguns dos elementos com os quais o designer trabalha para tornar um produto atraente. Mas não adianta ter um bom produto se ele não atender às necessidades dos usuários a quem se destina.

Como agrega valor à organização: ambos os perfis são componentes críticos para que o usuário possa desfrutar do produto com a melhor experiência e usabilidade. É a ponte entre os objetivos comerciais da empresa e o cliente que vai ou não escolher o produto. Projeta o layout e o estilo da visão da aplicação para torná-la tão fácil, intuitiva e rápida de usar pelo usuário final, além de ter um “olhar e sentir” apropriado e de acordo com as necessidades do cliente. A imagem que o usuário terá da empresa depende em parte deste trabalho. Portanto, esse perfil gera um alto valor para o público, altas possibilidades de atrair, reter e encantar os usuários, contribui para o fortalecimento da marca e aumenta o número de conversas boca a boca geradas.

Remuneração mensal:

Júnior: R$ 5 mil (inicial)

Pleno: R$ 8,5 mil a R$ 9,5 mil

Sênior: R$ 10 mil a R$ 14 mil

Cobli, logtech de gestão de frotas, anuncia aporte de R$ 175 milhões em rodada liderada pelo SoftBank

A Cobli, logtech que utiliza IoT e inteligência artificial para tornar a gestão de frotas mais eficiente, anuncia nesta quarta-feira, 21/07, o aporte Série B de R$175 milhões (US$35 milhões), liderado pelo SoftBank, o maior fundo de investimento do mundo, para continuar sua rápida expansão. A Qualcomm Ventures, um dos maiores especialistas em Internet das Coisas (IoT), também participou, além de NXTP Ventures, Fifth Wall e Valor Capital, que já eram investidores da empresa.

A Cobli foi fundada em 2017, por Parker Treacy e Rodrigo Mourad, com o objetivo de construir uma tecnologia que levará toda a cadeia de suprimentos da América Latina para a era digital, conectando seus elementos em um sistema unificado. Desde então, tornou-se a empresa que mais cresce no setor, conectando mais de 3.000 empresas. A startup ataca uma grande oportunidade de mercado, já que a logística é responsável por 13% do PIB da América Latina e 83% dos operadores de frotas na região ainda gerenciam suas frotas e processos de forma analogica e utilizando ferramentas não integradas como Excel, WhatsApp, mapas, papel e caneta.

Este aporte ajudará a empresa a acelerar a sua velocidade de expansão, além de criar novos produtos que funcionam a partir dos dados obtidos com IoT, como seguros precificados dinamicamente, gestão de combustível integrada à operação, câmeras embarcadas e muito mais. “A logística está atrasada e os consumidores estão insatisfeitos. A falta de tecnologia no setor leva a muitos processos manuais que, por sua vez, se revertem em custos mais altos, atrasos, erros e um serviço pior para todos. A Cobli resolve isso. Com este investimento, iremos acelerar ainda mais o nosso desenvolvimento de produto, nossa expansão e o impacto que fazemos na operação de todos os nossos clientes”, diz Rodrigo Mourad, cofundador e presidente da Cobli.

O investimento será destinado para duas frentes: uma de produtos e outra de expansão. Para produtos, a Cobli irá investir no desenvolvimento da sua solução de gestão de frotas para médias e grandes empresas, utilizando novos sensores — como câmeras embarcadas unidas à inteligência artificial — para transformar esses dados em processos automatizados e ganhos para seus clientes, criando uma experiência de usuário ainda mais fácil e intuitiva. Ao digitalizar diversos fluxos de trabalho, a empresa está criando um cenário estimulante e atraente para outras partes da cadeia de suprimentos, como seguradoras e fornecedores de combustível, cujas operações se beneficiam de maiores integrações com dados, permitindo precificação mais aderente e dinâmica, além de novos produtos . Dessa forma, a Cobli está incentivando a indústria a adotar processos mais automatizados e a tomar decisões mais precisas. Isso quer dizer menos custos e acidentes, além de mais agilidade e confiabilidade.

Além disso, a empresa irá lançar um produto disruptivo de seguros para frotas, o primeiro cujo preço será determinado por dados reais de utilização dos veículos. Ele utilizará informações personalizadas para melhorar a precificação e empacotamento de seguros, beneficiando as empresas que dirigem melhor. “O seguro automotivo é o tipo mais consumido no Brasil e apenas 30% dos veículos estão segurados. Isso acontece porque o mercado não encontra os produtos que busca a um preço que faça sentido. Iremos utilizar nossos dados para proteger os veículos e os motoristas com produtos mais aderentes às necessidades do mercado”, afirma Mourad.

A segunda frente é focada na expansão da startup. Com apenas 15 pessoas em 2017, hoje a Cobli conta com mais de 200 colaboradores. Esse rápido crescimento continuará e a empresa irá adicionar ao time mais de 300 pessoas de todas as áreas e de todos os estados do Brasil já em 2022. “A Cobli está comprometida há muito tempo em investir em sua equipe, proporcionando oportunidades de aprendizado e crescimento. Conseguimos crescer tão rapidamente, criando um time excelente e um ambiente de colaboração. Agora, precisamos levar isso para o próximo nível, conforme nos preparamos para valorizar e reconhecer mais o time e realizar centenas de promoções de cargo já no próximo ano”, explica Mourad.

O cenário é bastante positivo para o mercado de logística. Vivemos um momento no Brasil em que o setor nunca esteve tão complexo e desafiador, principalmente em relação às expectativas de experiência dos usuários e toda a operação. Por meio da tecnologia e inovação, as logtechs proporcionam soluções eficientes e ágeis. A Cobli torna incrivelmente fácil para qualquer operador de frota começar a usar a tecnologia e rapidamente obter visibilidade e insights sobre sua operação. “Somos o parceiro certo para quem quer digitalizar a sua frota, automatizar processos e entregar um serviço excelente para seus clientes”, garante Mourad.

“Investimos em empresas que acreditamos definirão suas categorias, alavancando tecnologias disruptivas. Liderada por um time excepcional, a Cobli está ajudando a impulsionar a evolução do setor de transporte e logística na América Latina. Estamos animados em nos juntar e apoiar essa missão de trazer dados, insights e eficiência para as frotas em toda a região.”, diz Matt Pieterse, investidor do SoftBank.

“Na última década, os veículos conectados tornaram-se um dos mais importantes motores de transformação para os setores automotivo e de logística”, disse Michel Glezer, diretor da Qualcomm Ventures da Qualcomm Serviços de Telecomunicações Ltda. “A solução de gestão de frota da Cobli é fácil de usar e ajuda a aumentar a eficiência operacional e a visibilidade das frotas na América Latina. Estamos entusiasmados em investir na Cobli para acelerar a adoção de frotas conectadas, impulsionando ainda mais o crescimento dos setores automotivo e logístico.”

Com sete desafios, Startups Connected segue com inscrições abertas até 30 de julho

Iniciativa da Câmara Brasil-Alemanha de São Paulo chega a sua sexta edição e a expectativa é de que ao menos 200 startups se inscrevam


O Startups Connected , programa da Câmara Brasil-Alemanha de São Paulo (AHK São Paulo) , que tem como principal objetivo promover a conexão entre startups e empresas já estabelecidas, está com inscrições abertas até 30 de julho.

Em sua sexta edição, o programa terá sete desafios, cada um deles liderado por uma empresa ou instituição âncora: BASF, Bayer, Centro Alemão de Ciência e Inovação (DWIH) de São Paulo, GIZ (Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit), Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Siemens e Voith. A expectativa é que cerca de 200 startups se inscrevam, tendo em média 30 por desafio. Haverá, ainda, um desafio para startups situadas na Alemanha.

As inscrições devem ser realizadas por meio do site da iniciativa e as startups selecionadas para o top 5 de cada desafio apresentarão seus projetos para a banca da empresa. A avaliação para escolha das campeãs levará em conta critérios como o grau de aderência, inovação, valor da proposta, potencial de mercado, análise de maturidade, modelo de negócio, estrutura comercial e de vendas, além dos aspectos jurídicos, financeiros e contábeis. O anúncio das sete vencedoras será feito no dia 01 de setembro, por meio das redes sociais da Câmara Brasil-Alemanha de São Paulo.

Depois de escolhidas, as startups irão se reunir com as empresas-âncoras em uma imersão, guiada pela Câmara Brasil-Alemanha de São Paulo, em parceria com uma consultoria especializada, para conceber e desenhar o plano de projeto que será realizado ao longo dos próximos seis meses. Ao final do programa, em fevereiro de 2022, ocorrerá o Demo Day, encontro de encerramento no qual empresas e startups apresentarão seus projetos e resultados.

De acordo com Bruno Vath Zarpellon, Diretor de Inovação, Tecnologia e Sustentabilidade da AHK São Paulo, o mais interessante do programa é como as startups e as grandes empresas conseguem se complementar. “As startups têm ineditismo, velocidade, flexibilidade, criatividade e a cultura empreendedora, enquanto as empresas e instituições âncoras têm uma forte estrutura, relevância para o mercado, recursos financeiros, rede de contatos, vasto portfólio de clientes e estrutura administrativa. Isso é uma parceria que dá muito certo”.

Após o encerramento do programa, será realizada uma análise da experiência entre as startups e empresas, que ajudará ambas as partes a definirem os próximos passos da parceria, pós-aceleração. As startups participantes terão acesso a diversos benefícios, como intermediação de contatos, participação em workshops exclusivos, assessoria em diversas áreas, ajuda de custo para compra de materiais e contratação de serviços, associação à AHK São Paulo por um ano e possibilidade de obter recursos do Edital SENAI de Inovação.

O Startups Connected acontece desde 2015 e já realizou mais de 1 mil conexões, acelerou cerca de 100 projetos, lançou mais de 50 desafios de inovação e gerou dezenas de negócios. Além disso, por dois anos consecutivos, em 2019 e 2020, esteve no top 10 do ranking 100 Open Startups entre os ecossistemas de startups mais importantes do Brasil.

Para participar dos desafios, a startup deve estar situada no Brasil ou na Alemanha e ter uma equipe de, no mínimo, três pessoas, com mais de 18 anos. As inscrições podem ser feitas pelo site www.startupsconnected.com.br.

Conheça os desafios de 2021:

• BASF: Economia Circular – SUP (Plástico de Uso Único)
• BAYER: Self Care
• Siemens: Eficiência Energética na Indústria
• Hospital Alemão Oswaldo Cruz: Saúde Digital e Experiência do Paciente
• GIZ (Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit): Eficiência Energética em Edificações
• GT de Sustentabilidade AHK (BASF, Evonik e Siemens): Ecossistema Circular 4.0
• Voith: Logística 4.0

Desafio para startups situadas na Alemanha:

• DWIH São Paulo: Healthier Life – Solutions for people, environment, and society.

Startups Connected 2021
Período de Inscrição: 30 de junho a 30 de julho
Link para inscrição: https://startupsconnected.com.br/

Contratação de mulheres em cargos de liderança cai e a diferença de gênero no mercado se acentua, segundo o LinkedIn

De acordo com um levantamento global do LinkedIn, a maior rede social profissional do mundo, a igualdade de gênero ainda não é uma realidade para a maioria dos empregos de rápido crescimento, com muitos deles mostrando uma grave sub-representação de mulheres. 

A plataforma identificou os 99 empregos que estão apresentando alta na demanda em 20 economias ao redor do mundo, incluindo o Brasil, para analisar a presença feminina nessas funções.  Os dados – publicados no Relatório Global de Gênero do Fórum Econômico Mundial em março deste ano – sugerem que os problemas de paridade de gênero vão piorar se não houver alguma ação efetiva.

Queda na contratação de mulheres para funções de liderança durante a pandemia

O levantamento também mostrou uma queda significativa de mulheres sendo contratadas para cargos de liderança desde a pandemia, levando ao regresso de 1 a 2 anos em vários setores. 

Quatro áreas progrediram e expandiram a proporção de mulheres contratadas para cargos de gestão senior: software e serviços de TI, serviços financeiros, saúde e manufatura. No entanto, outras indústrias tiveram declínios notáveis, entre eles: recreação e viagens, varejo, educação e serviços profissionais.

Vale ressaltar que, em média, as mulheres em todo o mundo se candidataram a 11% menos empregos no ano passado em comparação com os homens. De acordo com elas, a falta de conexões certas (networking) para serem notadas pelos times de recrutamento é o maior obstáculo no processo de conseguir uma nova oportunidade. Aparecem ainda fatores como falta de experiência e habilidades, além de competitividade do mercado. 

Diferenças de gênero mais evidentes em funções que requerem habilidades técnicas específicas.

Funções que têm crescido rapidamente apresentam alta na contratação de novos talentos, no entanto, a representação feminina ao redor do mundo quase não mudou desde 2018.

A participação atual de mulheres em Computação em Nuvem, por exemplo, é de 14,2%, uma melhoria de 0,2 pontos percentuais desde 2018; mulheres em funções de dados e Inteligência Artificial (IA) representam 32,4%, queda de 0,1 pontos percentuais desde fevereiro de 2018. Os dados também mostram uma maior disparidade de gênero em outras funções, como  Desenvolvedores Full Stack, engenheiros de dados e engenheiros de nuvem.

Disparidade de gênero no Brasil 

No ritmo relativo atual, a previsão publicada pelo Relatório Global de Gênero do Fórum Econômico Mundial (março/21) é de que o problema da disparidade de gênero só será resolvido em uma média de  52 anos na Europa Ocidental, 61 anos na América do Norte e quase 69 anos na região da América Latina e do Caribe. Em todas as outras regiões, a pesquisa aponta que levará mais de 100 anos para fechar essa lacuna. Somente na África Subsaariana são quase 122 anos e na Europa Oriental e Ásia Central, cerca de 134 anos. Passando dos 140 anos de resolução para a disparidade de gênero estão o Oriente Médio e Norte da África e, aos 165 anos, o Leste Asiático e o Pacífico. Por último, temos o Sul da Ásia chegando a quase 200 anos. 

O Brasil está na 93ª posição deste ranking que considera 156 países. Hoje, 61,9% das mulheres e 80,1% dos homens compõem a força de trabalho, sendo que elas representam 39,4% dos cargos de gestão no país. 

Algumas áreas estão mais avançadas do que outras. Ainda há poucas mulheres na política, por exemplo. Elas representam 15,2% do total de parlamentares e apenas 10,5% dos ministros do Brasil. Por outro lado, na área de saúde, a paridade de gênero foi alcançada em quase todos os níveis de ensino (98%). 

Oportunidades para mudar essa realidade

De acordo com Ana Claudia Plihal, Executiva de Soluções de Talentos do LinkedIn, neste momento que os governos e empresas planejam os próximos passos para o pós-pandemia, a igualdade de gênero precisa ser considerada nas abordagens de recuperação econômica. “Neste caso, estamos falando de garantir que as culturas e estruturas de negócios adotem práticas com foco na diversidade e que as organizações examinem como incorporar a equidade na busca e seleção de talentos; criando processos mais igualitários para a experiência, recompensa e desenvolvimento dos funcionários”, afirma. 

Dentre as iniciativas que podem ser adotadas, estão: 

  • Implementação de políticas para permitir maior flexibilidade no trabalho – para garantir que as mulheres não tenham que escolher entre a família e a carreira, oportunidades de trabalho mais flexíveis são essenciais. Dados do LinkedIn revelam que as mulheres têm 26% mais chances de se candidatar a empregos remotos do que os homens.

  • Consideração cuidadosa da linguagem dos anúncios de emprego e da marca empregadora – As palavras que as empresas usam para descrever tudo – desde descrições de cargos até a cultura da empresa – influenciam sua capacidade de atrair uma força de trabalho equilibrada por gênero. Uma pesquisa do LinkedIn mostrou que 44% das mulheres se sentiriam desencorajadas a se candidatar a uma função se a palavra “agressiva” fosse incluída no anúncio. Para incentivar mais mulheres a aplicarem para os cargos, as empresas devem estar cientes da linguagem masculina codificada e, em vez disso, usar uma linguagem aberta e inclusiva, como ‘de apoio’ e ‘colaborativa’.

Em março de 2021, em apoio ao Dia das Mulheres, o LinkedIn lançou duas pesquisas exclusivas sobre o cenário de contratação e do mercado de trabalho para as mulheres. Para conferir mais detalhes, acesse este link.

Metodologia

A pesquisa identificou 99 funções que estão crescendo consistentemente na demanda em 20 economias, agrupadas em oito grupos de empregos distintos com base em seu perfil de habilidades exclusivas: Marketing, Vendas, Pessoas e Cultura, Produção de Conteúdo, Desenvolvimento de Produto, Computação em Nuvem, Engenharia, Dados e Inteligência Artificial (AI). As participações nas contratações por gênero são calculadas como o total de mulheres que adicionaram um novo empregador ao perfil no mesmo mês de início do novo emprego dividido pelo total de contratações no mesmo mês. O gênero é relatado pelos próprios membros ou inferido a partir dos dados de perfil do LinkedIn. A análise inclui dados de: Austrália, Argentina, Brasil, Canadá, Dinamarca, França, Alemanha, Índia, Irlanda, Itália, México, Holanda, Cingapura, África do Sul, Espanha, Suécia, Suíça, Emirados Árabes Unidos, Reino Unido e Estados Unidos.

Creditas adquire Minuto Seguros, líder em seguros digitais no Brasil

A Creditas, plataforma líder em crédito e soluções de consumo na América Latina, anuncia hoje a aquisição da Minuto Seguros, insurtech líder em seguros digitais no Brasil, com o objetivo de fortalecer seu ecossistema de produtos e ter uma nova vertical de negócios. Com a transação, a fintech passa a oferecer aos seus clientes uma gama de opções, que reúnem crédito, seguros e soluções de consumo. O fundador da Minuto Seguros, Marcelo Blay, passa a ser sócio da Creditas e o Vice-Presidente da nova unidade de seguros e continuará como CEO da Minuto. Redpoint eVentures, atual acionista tanto da Creditas quanto da Minuto, se mantém como sócia da Creditas.

Com mais de R﹩250 milhões em prêmios anuais e 160.000 clientes, a Minuto foi a corretora de seguros pioneira na utilização de canais digitais para democratizar o acesso a diferentes tipos de seguros no Brasil. A insurtech conta com uma operação completa que contempla cotação em tempo real com mais de 15 seguradoras parceiras, contratação digital, gestão pós-venda, renovação digital e gestão de sinistros. Conta com um time de 350 colaboradores que vão se integrar à Creditas, que atinge a marca de 2.500 Tripulantes (funcionários).

Com a integração da Minuto Seguros, a Creditas passa a oferecer uma solução completa focada nos ativos das pessoas. A operação tem sinergias com os outros três ecossistemas já oferecidos pela empresa, que contemplam carros, imóveis e salário, possibilitando que o cliente gerencie seus ativos em uma única plataforma. A integração fortalece, principalmente, a vertical de carros e vai permitir a contratação, dentro de um mesmo aplicativo, de um pacote completo de serviços: crédito com garantia do veículo, financiamento, compra, venda e troca e agora, o seguro. Da mesma forma, os atuais clientes da Minuto Seguros passam a ter acesso a um pacote completo de produtos e serviços, o que possibilita a redução do custo de crédito e facilita a troca de veículo de forma ágil, digital e integrada.

“A Minuto Seguros tem um significado muito especial para mim. Foi um sonho que se tornou realidade: o de criar uma empresa genuinamente interessada em pessoas, que são seus clientes, colaboradores, seguradoras, parceiros, acionistas e a sociedade. Uma empresa que foi uma das precursoras na revolução tecnológica pela qual a indústria de seguros está passando, induzindo a digitalização do setor. Foi também capaz de ajudar a inclusão financeira no Brasil, trazendo para o mercado clientes que nunca tinham tido uma apólice de seguros. Iniciamos agora um capítulo extremamente promissor, passando a fazer parte da Creditas, uma das mais importantes fintechs do mundo. Estou muito feliz e entusiasmado com a ampliação do sonho.”, Marcelo Blay, fundador e CEO da Minuto Seguros.

“Acompanho os movimentos no mercado de seguro digital desde 2012, quando a Minuto Seguros recebeu sua primeira rodada de investimento e sempre fiquei empolgado com a possiblidade de criar uma plataforma completa que juntasse crédito e seguros. O Marcelo Blay é uma referência indiscutível no mercado de seguros e criou uma plataforma digital única que escalou por mais de 10 anos. Agora, no ecossistema da Creditas, a Minuto vai acelerar seu crescimento e mudar a vida de muitos brasileiros. E assim, realizamos nosso sonho de oferecer uma plataforma digital em que os clientes possam fazer tudo o que necessitam para o seu carro: comprar, vender, trocar, financiar, tomar crédito e fazer um seguro. Tudo em um só lugar.”, Sergio Furio, fundador e CEO da Creditas.

“Estamos animadíssimos com essa junção de forças entre Creditas e Minuto Seguros. A motivação estratégica entre os modelos de negócios é muito óbvia e além de os posicionar como plataforma líder no segmento de Auto, abre uma série de avenidas de crescimento. Mas uma perspectiva ainda mais interessante para a gente que acompanha as duas empresas há tanto tempo, é a combinação das equipes. São dois times brilhantes, com valores muito parecidos, como a paixão pelo que fazem, know-how em seus segmentos, e o comprometimento com a construção de projetos de grande impacto, e ao mesmo tempo, uma complementaridade enorme quanto a experiência. Vai ser uma daquelas sacadas lindas, em que 1+1 dá 5!”, Anderson Thees, sócio-fundador da Redpoint eVentures

Sky.One abre 14 vagas de Estágio em 7 áreas distintas

A Sky.One , uma das 10 melhores empresas para se trabalhar segundo o ranking Top 25 Startups LinkedIn Brasil e detentora do selo Great Place To Work por três anos consecutivos abriu processo para a contratação de 14 novas vagas de estágio relacionadas às áreas de marketing, comercial, desenvolvimento, financeiro, governança de TI, novos negócios e suporte. O processo seletivo acontece até o dia 27 de julho e a expectativa da companhia é preencher as vagas até o início de agosto.

De acordo com a Head de Gestão de Pessoas da Sky.One, Aila Rodrigues, o propósito do programa é formar talentos e transformá-los no futuro da empresa, trazendo em seu dia a dia os valores e cultura da Sky.One. “Pensamos em um programa de aproximadamente um ano e meio, mas com possibilidade de efetivação em tempo recorde para aqueles que se destacarem, uma vez que 95% de nossos estagiários são efetivados antes da finalização de seus contratos”, explica.

O processo seletivo é composto por sete etapas: triagem de profissionais, teste de lógica e inglês, dinâmicas, entrevista com representante de Gestão de Pessoas, entrevista com o Gestor, devolutivas e contratações. As vagas abrangem o modelo de trabalho híbrido e para se qualificarem, os candidatos devem estar matriculados em algum curso tecnólogo ou graduação e possuir alinhamento com os valores da empresa.

Cultura e valores da Sky.One

A Sky.One tem como missão transformar a maneira como as empresas consomem tecnologia agregando inteligência e agilidade com ferramentas que modernizam o software e permitem a reinvenção do modelo de negócio. Para Aila, encontrar novos profissionais alinhados a essa visão é o principal foco do programa. “Queremos contribuir para um mundo interconectado por meio da transformação digital e para isso, buscamos pessoas que pensam diferente, que querem se superar a cada dia, que realmente sintam-se à vontade e tenham orgulho em fazer parte de nossa equipe, engajando-se em nossos projetos”, esclarece.

De acordo com a especialista, um dos motivadores para a abertura do novo programa de estágios foi a possibilidade de desenvolver pessoas em início de carreira visando o crescimento dentro das áreas da Sky.One, com alinhamento e entrosamento à sua cultura. “Somos um grupo forte, com pessoas engajadas e que acreditam em quem são e no que fazem. Por isso, enxergamos a cultura de retenção de talentos como fundamental para o futuro da empresa. Acreditamos que talentos são essenciais e buscamos sempre os melhores”, esclarece.

Além disso, a Sky.One busca uma abordagem inclusiva de contratação. “O programa é aberto a todos. Como apoio e consciência social, sempre quando abrimos este tipo de ação, entramos em contatos com ONGs que trabalham a empregabilidade das minorias e divulgamos, incentivando para que as pessoas se inscrevam”, conta. A companhia já atua também com a empregabilidade de PCDs e, em breve, abrirá um novo grupo de menor aprendiz.

A iniciativa da Sky.One com o Programa de Estágios e as próximas ações da área de RH está alinhada ao objetivo da companhia de consolidar-se no mercado como marca empregadora. Para isso, parte do aporte financeiro de R﹩ 45 milhões recebido há três meses em rodada Série B liderado pelo fundo Inovabra Ventures será destinado ao desenvolvimento e contratação de pessoas.

Nesse contexto, Aila afirma que a empresa pretende investir em novas parcerias educacionais, realizar constantemente a divulgação de novos projetos voltados à empregabilidade, além de manter uma boa reputação no Glassdoor. “Nossa meta é fortalecer nossa cultura, baseada nos valores da Sky.One, sempre inspirar nossos colaboradores por meio de uma liderança que seja como um espelho para a equipe, e claro, manter o nosso selo anual do Great Place To Work”, finaliza.

Para se inscrever nas vagas de estágio, basta clicar aqui .

Os desafios do data center no mundo pós-pandemia

Por Elayne Martins, diretora de vendas corporativas da CommScope

Não há muito segredo em relação ao que os administradores de rede (e usuários) esperam para o futuro próximo: conectividade confiável, baixa latência e maior largura de banda, para suportar o crescimento contínuo do volume de dados que os data centers passarão a receber. Mas é claro que atender a esse desejo não é simples. De um lado, os provedores de serviços precisam se atualizar e adaptar suas redes ao crescimento natural da demanda e ao rápido avanço da tecnologia, que se reflete no lançamento de produtos mais eficazes. De outro lado, será necessário definir com clareza o impacto da pandemia, que em 2021 deve chegar, felizmente, a um patamar mais seguro (principalmente nos países desenvolvidos), com a vacinação em larga escala, o que deverá levar à recuperação da atividade econômica.

A questão é saber como ficar um passo à frente nesse cenário de incertezas. Depois dos acontecimentos excepcionais de 2020, que levou ao limite a necessidade de rápida adaptação, em um contexto de adoção massiva do trabalho remoto, os provedores de rede precisam oferecer soluções prontas de conectividade contínua em todos os pontos de contato. Para isso, contarão o com o efeito multiplicador do 5G e o aumento da capacidade de conexão, com o salto inevitável para 400 e 800 Gbits/s, até mais além, com volumes cada vez maiores de fibras para aumentar o desempenho da rede.

Uma das soluções para suportar o ritmo crescente do tráfego será o aumento da quantidade de fibras, que atualmente está na faixa de até 6.912 fibras por cabo. À medida que a demanda por largura de banda e as ofertas de serviço aumentam e a latência se torna mais crítica para o usuário final, será necessário aumentar a capacidades das redes.

A palavra-chave é equilíbrio, de modo que as infraestruturas de rede tenham o número de fibras adequado aos equipamentos, com boa manutenção e capacidade de gerenciamento, para apoiar o crescimento futuro, sempre com mais velocidade e baixa latência. Para isso é preciso definir, entre outros fatores, qual é a melhor tecnologia óptica.

Outro ponto importante é o salto para 400G, uma etapa no caminho evolutivo do data center. Atualmente já existem grupos de trabalho desenvolvendo soluções que consideram a conexões em 800G com o uso de oito transceivers de 100G. O grupo MSA 800G (que inclui empresas como a CommScope), atua com outros integrantes do IEEE na busca de soluções que suportem conexões de servidor de 100G por comprimento de onda usando fibra multimodo. O objetivo é que esses avanços sejam introduzidos no mercado este ano, e existe a expectativa de que até 2024 as  velocidades de transmissão possam chegar até  1.6 Tera.

Os serviços do data center evoluem, e as velocidades do servidor e do armazenamento precisam aumentar no mesmo ritmo. Assim, ao escolher os módulos ópticos que melhor atendem às necessidades da rede, é importante definir com precisão os serviços necessários para suportar as aplicações já existentes e as necessidades futuras.

O processo em direção a maiores velocidades no data center é gradual e, em geral, as mudanças devem ocorrer com base em atualizações regulares, levando-se em conta o custo e o tempo necessário para as implantações, com base em uma avaliação realista das demandas. É necessário adotar uma abordagem holística na qual switches ópticos e cabeamento de fibra trabalhem como um único caminho de transmissão coordenada.

A pressão sobre os data centers aumenta continuamente e o desafio é conseguir o equilíbrio entre servidores, switches e conectividade, em busca de mais velocidade e eficiência e custo mais baixo. Um dos pontos críticos é a camada física da rede, que saltará dos 200G e 400G para 800G e até acima disso, em um futuro próximo. Existem obstáculos tecnológicos a serem superados, e certamente isso ocorrerá, como sempre acontece neste mundo de evolução acelerada.

A pandemia acelerou a demanda por conectividade e essa tendência se manterá, com certeza, acompanhada da implantação de tecnologias como 5G, inteligência artificial, internet das coisas e computação em nuvem, que terão impacto na trajetória de expansão dos data centers. Para não perder o ritmo e manter-se à frente, será preciso contar com um parceiro tecnológico capaz de oferecer soluções que proporcionem benefícios no médio e no longo prazo, e que antecipe as necessidades e tendências futuras com agilidade para adaptar-se a novos cenários de negócios.

Seguro 3.0: o papel fundamental da tecnologia para o crescimento do mercado de seguros

Por Eduardo Nunes, consultor de Tecnologia da Informação da Provider IT

É cada vez mais comum a adoção da transformação digital e da digitalização nos mais diversos setores econômicos. Baseada no conceito de Seguro 3.0, a tecnologia tem se tornado uma grande aliada, também, para o crescimento do mercado de seguros no Brasil. Mesmo durante um ano conturbado em decorrência da pandemia da Covid-19, dados recentes da Confederação Nacional das Empresas de Seguros (CNseg) apontam que, somente no primeiro trimestre de 2021, o setor segurador arrecadou cerca de R$ 130 bilhões, valor 8,7% superior ao mesmo período de 2020.

Parte deste crescimento deve-se ao fato da ampliação do uso de ferramentas tecnológicas, que dão suporte aos processos e aprimoram os recursos disponíveis para o desenvolvimento das companhias deste setor. Neste sentido, esta atualização está diretamente relacionada ao conceito de Seguro 3.0, que direciona a transformação digital dentro deste mercado. Mas, para entendermos este conceito, é importante darmos dois passos atrás na evolução das seguradoras no Brasil.

A origem do conceito 3.0 no mercado de seguros

Para que exista o Seguro 3.0, existiram outros dois marcos na história do mercado de seguros no Brasil. O primeiro foi a chegada das companhias inglesas, no século XIX, que deram início a este setor, e que hoje é um dos mais consolidados do país. O segundo marco, que podemos entender como Seguro 2.0, teve início com a regularização do mercado, como a criação da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), por exemplo, e prolongou-se até a revolução tecnológica que vivemos hoje, com a expansão da internet, comércio eletrônico e o surgimento das insurtechs.

Diante deste cenário, o Seguro 3.0 surge como um conceito inovador, com objetivo de difundir a aplicação de tecnologias e transformar a maneira como as seguradoras oferecem produtos e serviços aos consumidores. De um modo geral, estas ferramentas possibilitam a criação de serviços personalizados e adequados aos clientes, com melhor preço para a seguradora e o menor para o usuário.

Se levarmos em consideração os produtos e serviços oferecidos pelas seguradoras hoje, os preços e as demais características do contrato são baseados em informações pré-existentes em um portfólio da própria empresa, alinhados a informações básicas sobre o contratante. Neste sentido, quando um seguro automotivo é contratado, por exemplo, a base de dados é referente às informações sobre o veículo, como marca, modelo e percentuais referentes a roubo, bem como endereço, região, idade e tempo de habilitação do motorista. Ou seja, a oferta de seguro é realizada em função de experiências da companhia e não, necessariamente, do cliente.

Com o Seguro 3.0 esse papel se inverte e o planejamento é baseado em dados aprofundados sobre o contratante. Isto é possível graças as inovações tecnológicas, que possibilitam a análise do grande volume de dados existentes e que antes não eram aproveitados pelas empresas. Isto é, os serviços passam a ser mais adequados às especificidades do cliente e não da seguradora, os preços passam a ser menores para os clientes, bem como melhores para as empresas, uma vez que elas conseguem diminuir os riscos utilizando uma base dados mais precisa, conhecendo os hábitos e aquilo que o segurado utiliza dentro dos serviços que estão sendo contratados.

Seguro 3.0 x Open Insurance

No mercado financeiro, o avanço tecnológico possibilitou a implementação de processos inovadores como Pagamentos Instantâneos (PIX) e, mais recentemente, o início do Open Banking. Nesta mesma linha de compartilhamento de dados, o mercado de seguros já se movimenta para a aplicação desta nova tendência com o surgimento do Open Insurance, que está sendo regulamentado pela SUSEP.

Open Insurance não diz respeito apenas a um conceito que explica e demarca um momento de desenvolvimento tecnológico dentro do setor segurador. Trata-se de uma ferramenta que está sendo desenvolvida e regulamentada com um conjunto de regras e determinações e que, por meio de API’s (Application Programming Interface), possibilitará a obtenção e o compartilhamento de dados e informações sobre os clientes de uma forma segura, sincronizada e estruturada, a partir, é claro, do consentimento ou solicitação deste usuário.

Desta forma, o Seguro 3.0 e o Open Insurance, mesmo que diferentes, contam com uma intersecção e isto mostra que o futuro do setor converge para um único ponto: o suporte da tecnologia para o desenvolvimento do mercado de seguros. Diante deste cenário, para que consigam se manter competitivas, as seguradoras deverão investir em inovação, recursos de inteligência artificial e digitalização, com objetivo de tomar decisões mais assertivas e oferecer produtos e serviços personalizados, que atendam as demandas deste novo mercado.

Noufer Ananias Silva é o novo diretor de Alianças Estratégicas da everis Brasil

A everis, consultoria multinacional de negócios e TI do Grupo NTT Data, anuncia que Noufer Ananias Silva é o novo diretor de Alianças Estratégicas no Brasil. O executivo assume com a missão de estreitar e consolidar as relações das áreas de negócios e técnicas da consultoria com os principais parceiros do mercado, como Microsoft, AWS, Google, Salesforce, Red Hat e IBM, entre outros. O objetivo é trabalhar junto com estes parceiros para oferecer soluções cada vez mais inovadoras e customizadas para ajudar os clientes a modernizar sua infraestrutura tecnológica e otimizar a jornada para cloud.

“Nós já temos planos de negócios estabelecidos e acordos firmados com os principais players do mercado de tecnologia em âmbito global, como everis e parte do Grupo NTT DATA. Com o ingresso de Noufer em nossa equipe, a intenção é ‘aterrizar’ estas parcerias no Brasil, para que consigamos melhor atender às expectativas atuais e futuras dos nossos clientes no País, contribuindo para consolidar nossa proposta de valor diante do mercado”, afirma Ricardo Neves, CEO da everis Brasil. Segundo ele, a ideia é também contar com o apoio destes parceiros para desenvolver nossos programas de treinamento e capacitação das equipes da everis no Brasil, para que a consultoria tenha profissionais qualificados e especializados em diferentes tecnologias disruptivas.

Noufer ter mais de 25 anos de experiência em Tecnologia, Serviços e Consultoria em TI. Ele trabalhou também na NTT Data Brasil como vice-presidente da subsidiária brasileira por quase dois anos. Sua carreira começou como trainee de um banco nacional, tendo passado por diferentes funções executivas ao longo dos anos, até se tornar diretor na área de tecnologia. Agora, em sua volta ao grupo NTT Data, como diretor de Alianças Estratégicas da everis, Noufer pretende fomentar e apoiar as ações da everis na área de alianças estratégicas, contribuindo também para trazer ao Brasil soluções globais já utilizadas por clientes em outros países. “Quero contribuir para disseminar informações e incrementar a adoção de uma série de soluções próprias da everis, desenvolvidas em território nacional e em outras unidades da companhia, destacando nossa expertise no desenvolvimento de soluções e no atendimento às demandas específicas de cada cliente”, reforça o novo diretor de Alianças Estratégicas.

Daki e JOKR recebem aporte de US$ 170 milhões em primeira rodada de investimentos

A startup de mercado 100% digital com entregas em até 15 minutos e frete grátis se uniu ao grupo em junho de 2021 com o objetivo de revolucionar o varejo e expandir em novas regiões

A Daki, startup brasileira de mercado 100% digital, parte do Grupo americano JOKR, que tem o mesmo modelo de negócios em países como Estados Unidos, México e Peru, anuncia aporte Série A de US$ 170 milhões (equivalente a R$ 870 milhões). A rodada, liderada pela Tiger Global, GGV Capital e Balderton Capital, contou também com a participação de Monashees, Kaszek Ventures, HV Capital, Activant Capital, Greycroft e FJ Labs.

O investimento visa impulsionar o crescimento global do grupo JOKR, representado pela Daki no Brasil, um dos maiores mercados do grupo. A previsão de expansão no país é de entregar mais de 100 mini centros de distribuição até o final do ano de 2021, além de viabilizar novas contratações no time, expandir a variedade de produtos de seu portfólio com novas categorias e também investir em tecnologia. 

“Em seis meses de existência da Daki, amadurecemos como time e construímos uma empresa forte, mesmo em tempos tão desafiadores. Estamos cumprindo a nossa missão de oferecer uma solução rápida e descomplicada para compras de mercado on-line. A empresa está preparada para um crescimento e, com este investimento, chegaremos em mais lugares para simplificar o dia a dia das pessoas, entregando comodidade e conveniência”, reforça Rafael Vasto, CEO da Daki.

Pioneirismo – Mercado digital com entregas em até 15 minutos e frete grátis

A startup foi fundada no Brasil em janeiro de 2021, por Alex Bretzner, Rafael Vasto e Rodrigo Maroja, com o propósito de entregar uma experiência superior de delivery ao comércio brasileiro e oferecer serviço de mercado 100% digital com entregas em domicílio em até 15 minutos.  Chamados de dark stores, os mini centros de distribuição com raio de entrega reduzido a poucos quilômetros, possuem estoque e entrega próprios, que viabilizam a agilidade e a eficiência desde a escolha dos produtos até a entrega, fazendo com que a experiência do cliente seja 100% dentro da Daki. A empresa é pioneira neste modelo de negócio no Brasil. 

Em junho deste ano, a Daki se fundiu com a JOKR, empresa americana criada por Ralf Wenzel, que fundou e depois vendeu a Foodpanda para o DeliveryHero. “A JOKR é uma startup jovem, que assim como nós, nasceu no início do ano com um modelo de negócio concomitante ao da Daki,  totalmente disruptivo. Por isso, nada melhor do que unirmos forças e conhecimentos para alcançarmos também outros mercados e continuarmos revolucionando o varejo, o tornando mais instantâneo, democrático e sustentável”, explica Vasto.

Atualmente, o Grupo está presente em São Paulo (Brasil), Nova York (EUA), Cidade do México (México), Bogotá (Colômbia), Lima (Peru), Varsóvia (Polônia) e Viena (Áustria). No Brasil, a Daki já possui 10 dark stores em São Paulo e com planos de abertura em breve no Rio de Janeiro.

O grupo está direcionado para um mercado global de mais de US$ 8 trilhões no setor de alimentos e bebidas, do qual apenas cerca de 3% está on-line atualmente, apresentando uma enorme oportunidade para as empresas.

Microsoft disponibiliza no Brasil o Azure Data Box para transferência de dados rápida e econômica

A partir de julho, a Microsoft disponibiliza no Brasil o Azure Data Box, um dispositivo que permite que organizações movam dados para a plataforma de nuvem Microsoft Azure de maneira segura, rápida e econômica. O dispositivo utiliza criptografia e permite o envio de grandes quantidades de dados para a nuvem com segurança. O serviço pode ser utilizado mediante uma taxa fixa.  

 O Azure Data Box usa ferramentas de cópia comuns para mover grandes quantidades de dados quando há limitação de tempo, de disponibilidade da rede ou de custos. Os produtos disponíveis são: o Data Box, um dispositivo robusto, com capacidade para 100 TB, que usa protocolos NAS padrão e ferramentas de cópia comuns, além de apresentar criptografia AES de 256 bits para trânsito mais seguro. O Data Box Disk, um SSD de 8 TB com interface USB/SATA e criptografia de 128 bits feito para ser personalizado de acordo com as necessidades, já que está disponível em pacotes de até cinco para um total de 40 TB. 
 
Após o upload, os dispositivos são limpos de acordo com os padrões da Publicação Especial do NIST 800-88, revisão 1. Além do Brasil, o serviço está disponível nos Estados Unidos, Reino Unido, Europa Ocidental, Japão, Cingapura, Coreia do Sul, Índia, África do Sul e Austrália. 

 “O Azure Data Box é um produto robusto, resistente à violação e danos externos, como quedas e explosões, e certamente ajudará as organizações a superarem as barreiras de transferência de dados que dificultam a adoção da nuvem e retardam a inovação”, afirma Rodolpho Ugolini, gerente de Marketing Azure na Microsoft. 

 Antes, os usuários do Azure importavam dados para a nuvem enviando discos rígidos para seus data centers. Agora, com o dispositivo, é possível utilizar o modelo “Self Managed Shipping”, utilizando um dispositivo robusto e que apresenta um display “e-ink” que funciona como etiqueta de remessa. Através do portal Azure o próprio cliente solicita e então retira o dispositivo em um endereço indicado. Os dados podem então ser rapidamente transferidos através da rede local usando protocolos padrão como SMB e CIFS. Após a carga, o dispositivo deve ser devolvido para a Microsoft no endereço designado, para que os dados sejam transferidos para a conta de armazenamento do cliente, automaticamente.  

 A disponibilização do Azure Data Box está conectada aos esforços do plano Microsoft Mais Brasil em oferecer serviços de infraestrutura e nuvem híbrida às empresas para contribuir com o seu crescimento e acelerar a inovação digital por meio da expansão da infraestrutura de nuvem no País. O produto vem para reforçar a oferta de serviços de Azure no Brasil, em conjunto com a região já existente desde 2014 no país e a Brazil Southeast Region, anunciada no ano passado. Lançado em outubro de 2020, o plano é uma iniciativa abrangente com foco em três frentes de atuação: habilitação da economia digital por meio da tecnologia; educação, capacitação profissional e empreendedorismo; e crescimento sustentável e impacto social. 

Saiba mais em https://azure.microsoft.com/pt-br/services/databox/  

Estudo da IDC aponta crescimento no mercado de wearables e alerta para avanço do grey market

No primeiro trimestre de 2021 foram vendidas 964.037 unidades de dispositivos vestíveis, sendo 615.721 fitbands e smartwatches e 348.316 fones de ouvido truly wireless com alguma conexão com a internet ou função inteligente. Os dados são do estudo IDC Tracker Brazil Wearables Q12021realizado pela IDC Brasil, e apontam alta de 28% e 19%, respectivamente, em relação ao mesmo período de 2020. Considerando as duas categorias, a alta foi de 24,39% ano a ano. Apesar do crescimento, ao analisar as unidades vendidas no mercado oficial e no grey market, os números alertam: tem muita gente se arriscando e comprando wearables falsificados ou sem nenhuma garantia legal. Das 615.721 pulseiras e relógios inteligentes, mais da metade (397.936) foi adquirida no mercado cinza. Já os consumidores de fones de ouvido sem fio e integrados a outros dispositivos também recorreram ao mercado não oficial, mas em menor número. Dos 348.316 fones de ouvido truly wireless comercializados nos três primeiros meses de 2021, 161.990 foram via grey market e 186.326 no mercado oficial.

“A penetração de dispositivos vestíveis no grey market está tomando uma representatividade próxima ao tamanho do mercado oficial e isso é bem preocupante, tanto do ponto de vista da indústria, como do varejo legal e do usuário, pois não se trata apenas de comprar produtos que entraram no país ilegalmente. Principalmente na categoria de fitbands, há muitos produtos falsificados e de qualidade duvidosa, que comprometem a credibilidade da tecnologia e a segurança das informações dos usuários”, diz Renato Murari de Meireles, analista de pesquisa e consultoria em Consumer Devices da IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências para as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações.

Segundo o analista, os números do primeiro trimestre de 2021 refletem o cenário do período, marcado pela piora da pandemia, o fechamento das lojas, principalmente as de material esportivo, e o fim do auxílio emergencial. “Wearables não dependem muito do varejo físico, mas ainda assim foram impactados. Além disso, as vendas no segundo semestre de 2020 foram muito boas, e depois de um período forte chega a ser natural uma desaceleração. Fitbands e smartwatches, por exemplo, tiveram vendas expressivas na black friday e não surpreende que no começo do ano o movimento tenha sido mais conservador”, pondera Meireles. Já o mercado oficial de fones de ouvido, de acordo com a IDC Brasil, cresceu 64% em relação ao 1º tri de 2020, impulsionado por novos entrantes, pela continuidade do home office e do ensino remoto.

A notícia boa do período é que o preço médio dos vestíveis caiu, basicamente por conta dos modelos mais básicos de fitbands e smartwatches. Segundo o analista da IDC, o preço dos relógios inteligentes ainda é salgado e, pela tecnologia envolvida, a tendência é que continue assim por um tempo, mas no caso das pulseiras e dos fones de ouvido espera-se maior erosão. “Temos visto várias iniciativas dos players, novos entrantes, maior competitividade e tudo isso facilita a popularização da categoria e, consequentemente, a queda de preços”, explica Meireles. Nos três primeiros meses de 2021, o ticket médio das fitbands e smartwatches foi de R$ 1.269,37 no mercado oficial e de R$ 347,49 no grey market, e dos fones de ouvido truly wireless de R$ 867,38 e R$ 364,50, na mesma ordem.

Em receita, o mercado total de wearables (cinza + oficial) no primeiro trimestre de 202 1 somou R$ 635.394,650, sendo R$ 414.733,013 de fitbands e smartwatches e R$ 220.661.637 de fones de ouvido sem fio e integrados a outros dispositivos.

Para 2021 e até 2024, a expectativa da IDC Brasil é bastante otimista, com crescimento anual de dois dígitos. “A pandemia colocou a saúde e a boa forma na mente de muitos consumidores, e aumentou a adoção dos vestíveis para monitorar a frequência cardíaca, medir a temperatura e até para programas de condicionamento físico em casa. Esse comportamento deve crescer, assim como no mercado corporativo o BYOD tende a ficar ainda mais forte, inclusive com as próprias empresas comprando os acessórios para uso de seus funcionários”, prevê o analista da IDC Brasil.

Fundo First Eleven compra participação de 41 empresas da Holding RPX por R$ 1,4 bi

Com uma projeção controlada e alta rentabilidade, a Holding RPX – com mais de 100 empresas de inovação e tecnologia atuantes nos setores old age – despertou o interesse do Fundo First Eleven, que adquiriu ações de 41 de suas empresas por R$ 1,4 Bi.

Com evaluation projetada em R$ 6 bilhões para 2021, a RPX teve seu marco histórico com um crescimento de 307% no último ano. Com a transação, a expectativa é de que a holding acelere seus planos de expansão, ampliando sua capilaridade através de novas estratégias. “Com a entrada desse capital, conseguimos adiantar planos que ficariam para 2023, reduzindo o roadmap dos próximos cinco anos pela metade. Tenho certeza de que esse passo impulsionará muito nosso planejamento”, comenta Rafael Pimenta, CEO da Holding RPX.

No Brasil, os fundos de investimentos são regulados pela Comissão de Valores Mobiliários. No caso do FIP (Fundos de Investimento em Participações), são fundos que investem em empresas que já provaram seu modelo de receita. O FIP passa a fazer parte do quadro societário a partir do momento em que investe na organização.

O First Eleven busca manter seu track record entre 18% e 24% anuais, ficando com classificação Triple A, que é a nota de avaliação dada pelas agências de rating (classificadoras de risco – Moody ‘s, S&P e Fitch). Essa é considerada a melhor nota dada após avaliação do grau de risco e instrumentos de dívida sobre a capacidade de geração de fluxos de caixa suficientes para a durabilidade das empresas. Para isso, foi crucial a aquisição da Holding RPX, que tem demonstrado receitas bem superiores e atua em setores estratégicos como bancos, investimentos, energia e varejo.

“Com essa aquisição, o First Eleven deve impulsionar o grupo e ajudará a nossa empresa a crescer, estamos confiantes em aumentar ainda mais o valuation esse ano, entrando em um novo patamar de investimentos. Em breve teremos ótimas novidades para o mercado. Aguardem!”, finaliza Pimenta, que participará ativamente no board da First Eleven.

Turismo doméstico mostra recuperação gradual em todo o mundo, indica Mastercard

Depois que os voos em geral foram suspensos e os viajantes ficaram em casa em 2020, o retorno às viagens se tornou uma das atividades mais esperadas – e incertas – de 2021. Apesar das viagens aéreas continuarem significativamente reduzidas em todo o planeta, alguns países já apresentam resultados positivos, como indica o relatório “Recovery Insights: Ready for Takeoff?”, realizado pelo Mastercard Economics Institute. No Brasil, por exemplo, a quantidade de voos domésticos reservados em maio já demonstra uma recuperação, com 64% do total registrado no último trimestre de 2019 – de acordo com a análise, um quinto dos países retornou a pelo menos 90% dos níveis pré-pandêmicos em relação aos voos domésticos.

No entanto, enquanto alguns – como EUA (onde os níveis já são 3% maiores do que eram antes da pandemia), Austrália e França – estão excedendo as reservas de voos domésticos pré-pandêmicos, outros – como Canadá, Tailândia e Nova Zelândia – mostram apenas uma fração de onde estavam antes do início da pandemia. No caso dos voos internacionais, a situação é diferente: nos EUA, a quantidade já chega a 78% dos níveis registrados no fim de 2019, ao passo que no Brasil esse montante é de apenas 29% em relação ao mesmo período. Essas diferenças se explicam, dentre outros fatores, pelas restrições de viagens impostas por diversos países, devido à pandemia.

O relatório baseia-se na atividade agregada e anônima de vendas em toda a rede global da Mastercard para entender melhor a próxima fase das viagens, com seus motivadores e desafios. Isso inclui o equilíbrio entre lazer e negócios, local e longa distância, e economia e gastos. O relatório também analisa as categorias de gastos que estão mostrando aumento e o que elas sinalizam para a recuperação das viagens.

Por exemplo, o propósito dos deslocamentos sofreu mudanças: no Brasil, atualmente, as viagens realizadas por motivos de trabalho/corporativos já chegaram a quase metade (45%) dos níveis pré-pandemia, enquanto as por lazer ou outras razões ainda estão em um terço (33%). Situação bem diferente dos Estados Unidos, onde embora ainda haja espaço para recuperação dos voos corporativos (que chegaram a 64% dos níveis pré-pandemia), a quantidade de viagens de lazer já é 18% maior do que os níveis registrados no último trimestre de 2019.

O consumo de combustível também aumentou globalmente 13% em relação ao pico anterior em 2019. Atualmente, no Brasil, os gastos com gasolina são 31% maiores do que eram no último trimestre de 2019, indicando um maior número de viagens terrestres (nos EUA, para fins de comparação, esses mesmos gastos são 75% maiores em comparação com o mesmo período). O consumo de combustível por parte de companhias aéreas, no entanto, ainda é baixo: no Brasil é atualmente 80% menor do que era no fim de 2019, enquanto nos EUA é 27% menor.

Nesse aspecto, as reaberturas limitadas de fronteiras também provaram ser um desafio tanto para os viajantes quanto para o setor de viagens. No entanto, certos corredores abertos – como entre a Austrália e a Nova Zelândia e entre os Estados Unidos e a América Latina e o Caribe – estão atingindo e até mesmo, em alguns casos, ultrapassando os níveis pré-pandêmicos.

“Embora tenha havido uma impressionante recuperação nas viagens aéreas domésticas em vários mercados, a retomada não acontecerá da noite para o dia. A pandemia reduziu o setor a níveis de gastos que não vemos há mais de 15 anos”, disse Bricklin Dwyer, economista-chefe da Mastercard e Diretor do Mastercard Economics Institute. “Embora ainda haja muita incerteza, economias reprimidas, o desejo de se aventurar mais longe de casa e a luz verde dos governos podem proporcionar um vento a favor para uma recuperação continuada das viagens”.

“O ano passado só reforçou a importância das viagens – para nossa conexão com amigos, família e o mundo em geral, para nossas comunidades de negócios e para nossa realização pessoal”, disse Estanislau Bassols, Gerente Geral da Mastercard. “As implicações econômicas do turismo são vastas, e praticamente nenhum setor fica livre de algum impacto quando os viajantes ficam em casa. Por meio do Recovery Insights, ajudamos as companhias aéreas a redesenhar as rotas de viagem, os varejistas a reajustar o estoque e as cidades a entender as mudanças nos gastos do bairro. Trata-se de possibilitar decisões mais inteligentes para melhores resultados – hoje e amanhã”.

*Os valores da gasolina não foram ajustados aos preços.