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Uma jornada de mil quilômetros começa com o primeiro passo

Está no ar oficialmente O QUE VI PELO MUNDO. O primeiro vídeo portal de turismo baseado nas experiências de quem já esteve nos mais descolados destinos e nas dúvidas de quem ainda estará. É uma ferramenta antenada e poderosa para o profissional do turismo e uma fonte de informação segura e confiável para o viajante e a mídia.

O QUE VI PELO MUNDO traz dicas de viagem, informações, notícias, curiosidades e principalmente vídeos, muitos vídeos. É um espaço opinativo, participativo e interativo. E o mais importante: com conteúdo exclusivo! Tudo produzido por quem já esteve nos mas cobiçados lugares do planeta.

Fundado por Paulo Panayotis, jornalista profissional com mais de 25 anos de carreira e com o passaporte carimbado em mais de 50 países, O QUE VI PELO MUNDO é resultado da experiência deste profissional que foi repórter especial nas maiores emissoras de televisão do Brasil, como Bandeirantes, Globo, Record e SBT.

Nesta trajetória, morou três vezes no exterior. A primeira, em Estocolmo, na Suécia, onde fez especialização em sustentabilidade e terceiro setor com apoio da Sveridge Radio & TV. As outras duas foram em Londres, na Inglaterra, onde atuou como correspondente internacional da Rádio Bandeirantes e da Rede Record, quando montou, dirigiu e foi o correspondente do primeiro escritório da emissora na Europa. De volta ao Brasil, integrou a equipe de comunicação da Copa do Mundo de 2014 . Daí até o surgimento do portal de vídeo O QUE VI PELO MUNDO foi um caminho natural.

A partir de agora, O QUE VI PELO MUNDO se torna o mais novo canal com dicas de viagem e turismo para todos que têm espírito livre, mente aberta e amam viajar. O QUE VI PELO MUNDO não copia, cria. Por isso O QUE VI PELO MUNDO quer dividir experiências, impulsionar conhecimento, e dar dicas, muitas dicas de quem foi e, claro, para quem ainda vai.

Esta viagem começa por alguns países e, ao poucos, serão acrescentados novos destinos no Brasil e no mundo. E você, é o nosso convidado a embarcar junto nesta viagem, a participar, dar sua opinião, dividir sua experiência e fazer parte do portal de vídeo O QUE VI PELO MUNDO. Afinal, o que você quer ver pelo mundo?

www.oquevipelomundo.com.br

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Pesquisa global mostra como as tecnologias móveis e sociais mudam os processos B2B de vendas

Empresas pagam até 30% a mais em produtos ou serviços que melhorem a experiência do cliente; mais de 80% das companhias brasileiras entrevistadas estão integrando sistemas CRM para Mídias Sociais

A Avanade, fornecedora global de soluções de tecnologia de negócios e serviços gerenciados, divulga os resultados de uma pesquisa global sobre a mudança do processo de vendas e padrões de compra de negócios e tomadores de decisão de TI. A mais recente pesquisa da companhia mostra que o movimento de “consumerização” está mudando o processo de vendas – que vai além do controle do vendedor, à medida que os compradores corporativos começam a ter os mesmos comportamentos dos consumidores finais. Com esta mudança, o valor da experiência do cliente é ainda mais importante do que o preço dos negócios.

No Brasil, este processo ainda está em andamento, já que as organizações estão apenas começando a se preocupar mais com a eficácia das soluções que estão comprando do que com o preço. “Localmente, em geral, a ação de compra de produtos e soluções de TI ainda é feito especialmente por equipes de compra. Para eles, o preço é extremamente importante e reduzir os custos é o objetivo principal”, explica Marcelo Serigo, CTIO da Avanade Brasil.

Destaques

• Agora, a experiência do cliente é um dos fatores mais importantes no processo de decisão de compra. Os clientes corporativos, incluindo os brasileiros, estão dispostos a pagar até 30% a mais por um produto ou serviço que ofereça uma melhor experiência do cliente.
• As empresas não têm mais controle sobre as informações compartilhadas a respeito de seus produtos ou serviços. Por isso, 61% dos tomadores de decisão nas empresas afirmam que sites de terceiros e feedback de parceiros de negócios, companhias do setor ou canais sociais são mais importantes do que as conversas com as equipes de vendas na tomada de decisão de compra de alguma solução de negócio. No Brasil, esse tipo de decisão é feita com base em conversas diretas com equipes de vendas (60%); pesquisa online entre os sites de especialistas (53%); feedbacks de colegas (35%) e os parceiros da rede (50%); e canais sociais da empresa (40%).
• Há três anos, o relacionamento com o cliente baseava-se em serviços de atendimento ao cliente e Call Centers. Hoje, as organizações estão recrutando novas pessoas e departamentos para gerenciar a experiência do cliente, funções realizadas principalmente pelas áreas de TI e Marketing.
• 70% dos entrevistados da pesquisa pensam que a tecnologia vai substituir a interação humana com os clientes nos próximos 10 anos. No Brasil, este número é de 80%.
• Para se antecipar à mudança, as empresas vêm fazendo novos investimentos em tecnologia, ao alterar os processos de negócio e redesenhar funções organizacionais, por exemplo. Mais de 80% das organizações mudou pelo menos um processo de negócio nos últimos três anos com o objetivo de interagir de maneira mais efetiva com os clientes. As organizações brasileiras pesquisadas estão investindo em vendas e tecnologia de apoio como o Customer Relationship Management – CRM (88,6%), os dispositivos móveis (40,9%) e os meios de comunicação social (63,6%) e de aplicativos móveis (29,5%).

“A ‘consumerização de TI’ está transformando radicalmente as formas tradicionais com que as organizações vendem produtos e serviços para outras empresas e consumidores”, diz Mick Slattery, Vice-Presidente Executivoda linha de serviço global da Avanade. “Os modelos B2B e B2C de compra estão se fundindo. Não é mais business-to-business ou business-to-consumer, é business-to-all, ou seja, negócios para todos. Aquelas que compreendem o novo perfil dos clientes estão criando relacionamentos mais lucrativos a longo prazo”.

Este novo estudo global baseia-se em resultados de pesquisa Work Redesigned da Avanade, realizada em janeiro de 2013. As empresas líderes estão mudando seus processos de negócios para se adaptar a um novo estilo de trabalho influenciado por dispositivos móveis, ferramentas de colaboração e tecnologias sociais. Neste último estudo, a Avanade descobriu que as empresas líderes estão modificando os processos de negócios para se adaptar a um novo estilo de trabalho, influenciado pela mobilidade, ferramentas de colaboração e tecnologias sociais para atingir o novo comprador de negócios. A partir disso, é possível observar o aumento das vendas e tecnologias de apoio (44%), de funcionários que interagem com os clientes (40%) e da adição de automação para o processo de vendas (32%).

Essas mudanças trazem benefícios. A pesquisa mostra que as empresas que investem em tecnologia para oferecer um melhor serviço ao cliente e modificar papéis internos veem resultados positivos e aquelas que, de fato, realizam essas mudanças estão experimentando o aumento da fidelização de clientes (61%), das receitas (60%) e da base de clientes (60%). Clique aqui para tuitar.

O estudo também apoia as conclusões do relatório High Performers in IT: Defined by Digital, da Accenture, que constatou que as empresas de TI com alto desempenho estão focadas em alavancar as tecnologias digitais para melhorar a experiência do cliente. Enquanto que três dos principais objetivos de negócios de alto desempenho referem-se a melhorar essa prática, por outro lado, outras organizações se concentram principalmente na redução de custos e aumento da produtividade.

Para saber mais, visite: http://avana.de/CustJourney.

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Pesquisa Akatu: brasileiro quer produtos com baixo gasto de energia

O que mais os brasileiros admiram nas empresas é se elas estão comprometidas com a redução de consumo de energia. A escolha foi a campeã nas menções (90%) da Pesquisa Akatu – Rumo à Sociedade do Bem-Estar, que questionou 800 pessoas de 12 grandes cidades de todas as regiões do País sobre o que elas preferem ou admiram na atuação das empresas e o que as fariam mudar de comportamento com relação a um produto.

O levantamento ainda mostrou que o brasileiro prefere ou admira empresas cujos produtos tenham selo de produção ambiental (89%), que não maltratem animais durante a produção (87%) e que tragam selos de garantia de boas condições de trabalho em seus produtos (86%). Ainda entram na lista das preferidas as empresas que têm boa relação com a comunidade na qual estão inseridas (85%). O Akatu reuniu 18 práticas indicativas de Responsabilidade Social Empresarial (RSE) e durante a pesquisa pediu para que as pessoas se manifestassem apontando as que consideram mais importantes para uma empresa ser considerada socialmente responsável.

“A seleção de produtos, marcas ou empresas depende de informação. A Pesquisa do Akatu indica que a tendência do consumidor brasileiro é dizer ‘sim’ a empresas que já incorporaram as práticas de Responsabilidade Social Empresarial (RSE) e ‘não’ àquelas que insistem em atuar a partir de práticas insustentáveis. O desafio das empresas é transformar o seu modelo de produção e garantir a oferta de produtos e serviços que respondam a esses desejos. Além disso, as empresas devem levar informação de qualidade sobre os seus atributos até as pessoas”, afirma Helio Mattar, diretor-presidente do Instituto Akatu.

“O Dia do Consumidor celebrado em 15 de março marca especialmente o direito à escolha de cada pessoa. É pela educação para o consumo consciente, pelo acesso a produtos e serviços com atributos da sustentabilidade e informação com credibilidade que podem ser feitas as escolhas que valorizam o bem-estar e o menor impacto negativo no meio ambiente”, completa Mattar.

Para quem o consumidor diz “não”
Fazer propaganda enganosa, ter produtos que tragam riscos à saúde das pessoas, discriminar funcionários e realizar atividades com impacto social ou ambiental negativo: essas são as principais razões pelas quais o brasileiro diz “não” para os produtos de uma empresa. Os entrevistados foram solicitados a considerar um produto de consumo habitual e a avaliar se mudariam sua propensão a continuar consumindo tal produto se soubessem que sua empresa produtora tem problemas relacionados à sustentabilidade ou à responsabilidade social. Dos respondentes, 92% indicaram que se descobrissem que a empresa faz propaganda enganosa a chance de comprar seus produtos reduziria. O mesmo aconteceria se descobrissem que a empresa tem produtos que trazem riscos à saúde das pessoas (91%), discrimina funcionários (88%) ou realiza atividades com impacto social ou ambiental negativo (86%).

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Três dicas para (não) estragar a estratégia de aplicativos móveis da sua empresa

Por Quinton Wall*

Boa parte dos aplicativos móveis corporativos percorrem um longo caminho antes de serem considerados grandes sucessos. Infelizmente, os apps muitas vezes falham repetidamente pelas mesmas razões, com organizações deixando de ver os problemas antes que seja tarde demais. Logo, a adoção dos usuários cai, e os aplicativos de sombra (aqueles não aprovados pela TI) tornam-se comuns, e o negócio começa a sofrer.

Com isso em mente, aqui estão três erros comuns que estragarão o aplicativo móvel da sua empresa – e como evitar que isso aconteça.

1. Dar aos usuários exatamente o que eles pedem

Comece encontrando o seu melhor analista de negócio e passe algumas semanas compilando uma lista de requisitos para seu aplicativo. Depois de ter uma boa ideia do que você precisa, faça uma solicitação de proposta (RFP) e procure um fornecedor que não entende como funciona seu negócio para implementar o aplicativo.

Assim, você se sente confiante de que o app será um enorme sucesso: você entrevistou partes interessadas, criou uma especificação funcional baseada em processos existentes e anotou tudo. Como isto poderia falhar?

Eu tenho uma palavra para você: repetição. Quantas vezes você pediu exatamente o que queria em um restaurante apenas para ficar desapontado quando recebeu o pedido? Esse mesmo sentimento de arrependimento acontece o tempo todo com os aplicativos móveis.

Em vez de gastar semanas ou meses reunindo os requisitos, identifique rapidamente o MVP (Minimum Viable Product, ie, algo que atenda os requisitos mínimos) e disponibilize um app já funcionando – e rápido! Uma vez que o aplicativo é liberado, peça a seus usuários um feedback. Incorpore esse feedback. Lance o aplicativo novamente e novamente. Não só o seu aplicativo não será ruim, mas seus usuários vão sentir que participaram dele.

2. Modele seu aplicativo com base em um processo de negócio existente

E se eu dissesse para você anotar o que faria se precisasse encontrar o número de telefone, endereço e horário de funcionamento de um restaurante específico no centro de uma cidade – mas sem acesso à internet? Louco, né? Então, por que criar aplicativos móveis corporativos modelados sobre processos já existentes?

Seus usuários provavelmente não gostam de processos quando eles têm um teclado completo e uma cadeira confortável para inserir informações. Então os forçar a fazer em um teclado projetado para pixies será ainda mais doloroso.

Aqui está um exemplo: os motoristas de entrega muitas vezes tem dificuldade em encontrar o endereço certo na primeira visita. Com o processo existente, os condutores adicionam uma descrição da localização no sistema. Com os dispositivos móveis, no entanto, o motorista pode tirar uma foto do local e marcá-lo no GPS. O processo mobile é completamente diferente e mais eficiente, e os motoristas podem concluí-lo muito mais rapidamente.

Experimente essa tática para evitar a armadilha comum na construção de aplicativos móveis baseados em processos existentes: divida um quadro em três colunas verticais. As classifique em Processos de Negócios, Mobile-First e Novas Oportunidades. Na primeira coluna, desenhe o processo existente em um diagrama de fluxo. Na segunda coluna, desenhe linhas a partir do diagrama de fluxo para as etapas que poderiam ser reimaginadas com mobile e as inclua na coluna Mobile-First.

Finalmente, na terceira coluna, com base em suas ideias para o fluxo Mobile-First, anote todas as novas oportunidades de aplicativos ou processos de negócio que este novo processo oferece. Usando o exemplo de motorista de entrega já citado, o fato de que o motorista tenha marcado o local como apartamento significa que as entregas podem ser sinalizadas, por exemplo, como “apenas embalagem fina” para permitir que o motorista deslize a entrega sob a porta e evite que entregas futuras faltem ao cliente, mesmo que eles não estejam em casa.

3. Verifique se o aplicativo realmente não está ligado ao seu negócio

Se você realmente quer estragar o seu aplicativo móvel, faça um app que cria ou atualiza dados em um único sistema, mas força o usuário a editar posteriormente os dados ou adicionar mais informações para que sejam parte de um processo mais amplo.

Você não quer que seu aplicativo móvel seja separado de seus processos de negócios e incapaz de atualizar seus sistemas centrais. Você quer que os dados de aplicativos móveis sejam parte contínua da experiência empresarial – o que eu gosto de chamar de empresa UX (User Experience – ou experiência do usuário, em tradução).

Estou constantemente vendo organizações lançarem novos aplicativos móveis incríveis para a visualização de dados corporativos que são completamente desprovidas de empresa UX. Estes aplicativos permitem que os usuários exibam informações em movimento, mas os obriga a ir para outro sistema para atualizar dados. O que realmente acontece é que o seu processo de negócio é mais difícil agora do que era antes de você dar a seus usuários o novo aplicativo sofisticado.

Uma estratégia para evitar uma empresa UX ruim é a utilização de plataformas de nuvem e provedores, conectando com segurança os sistemas existentes para a nuvem como um hub de integração móvel. Então, construa seus aplicativos com esta nova plataforma como um ponto único de conectividade de aplicativos mobile.

Plataformas de nuvem falam em mobilidade – com APIs RESTful, transferências de dados eficientes e SDKs móveis nativas – para que seja possível criar uma grande empresa UX sem nunca gastar em ciclos de desenvolvimento caros atualizando sistemas legados.

Com frequência, vejo empresas condenarem seus aplicativos mobile. O motivo predominante é que eles se aproximam de aplicativos móveis da mesma forma que sempre trataram projetos: criando volumes de especificações de requisitos, não reimaginando processos para utilizar novas tecnologias, e não prestando atenção à experiência do usuário empresarial (ou enterprise UX experience).

Juntas, essas estratégias irão impulsionar qualquer plano de aplicativo mobile e – parabéns! – seu app estará quase dando errado.

*Quinton Wall é Diretor de Tecnologia de Plataforma da Salesforce.com

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Plataforma permitirá o aluguel de carros particulares. Operação inicia em Curitiba.

Procurando promover o conceito de consumo colaborativo, a startup Fleety vai implementar o aluguel de veículos particulares em sua plataforma.

A ideia é utilizar os veículos que costumam ficar parados por muito tempo e geram despesas aos proprietários.

No aplicativo, o usuário poderá disponibilizar o seu carro para aluguel ou procurar um carro que atenda as suas necessidades.

Para André Marin, 28, engenheiro eletrônico e idealizador do Fleety, o objetivo é incentivar a utilização mais inteligente dos recursos já existentes.

“Os automóveis costumam ficar parados 22 horas por dia e dar despesas de R$ 15 mil reais por ano”, afirma Marin.

“O proprietário pode alugar e rentabilizar o veículo, ganhar dinheiro extra. E o locatório vai conseguir o conforto, com o tipo de veículo e a localização que precisa”, continua Marin.

Fase de testes

Para entender o perfil do público brasileiro, a startup realizou pesquisas nas capitais na qual foi possível analisar as principais vantagens e desafios do compartilhamento de veículos.

Após analisar os dados, o Fleety decidiu iniciar suas operações em Curitiba, Paraná, em março de 2014. O plano de expansão para outras cidades está previsto para 2015.

Leia reportagem completa no Catraca Livre.

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Os efeitos milagrosos de um sono reparador

Sentindo-se menos alerta hoje? Buscando aquele copo extra de café para ficar acordado? Seus hábitos de saúde e sono podem estar contribuindo para um sono insuficiente e de má qualidade, o que pode levar a outros problemas de saúde.

Na sexta-feira, 14 de marco, 2014, será comemorado o Dia Mundial do Sono em todo o mundo. Este evento anual é uma celebração do sono e um convite para discussão sobre assuntos importantes relacionados ao sono.

A campanha, encampada pela Academia Brasileira de Neurologia, leva o tema: “Sono Restaurador, Boa Respiração, Corpo Saudável”, uma mensagem “três em um” que ressalta os fatores de risco para a síndrome da apnéia obstrutiva do sono que podem ser prevenidos. Vamos dar uma olhada em cada ponto do slogan deste ano.

Sono Restaurador

Como você sabe se você está tendo um sono restaurador?

Um sono bom e restaurador deve ser contínuo e ininterrupto, profundo e com duração adequada. Se você consegue ter todos essas características, você deve sentir-se descansado e alerta durante todo o dia.

Se estiver faltando um ou mais desses elementos, a sua concentração, produtividade, atenção e alerta irão sofrer. Você pode apresentar sonolência diurna, e esse sintoma pode ser perigoso e levar a acidentes automobilísticos.

Boa respiração

Pessoas com a síndrome da apneia obstrutiva do sono podem não perceber quantas vezes estão acordando durante a noite, mas se a sua via aérea não está suficientemente aberta, você não está tendo um sono bom.

“Quando a respiração durante o sono é um esforço, a qualidade do sono é reduzida”, diz Antonio Culebras, médico, professor de neurologia da SUNY, Upstate Medical University em Syracuse, Nova York e co-presidente do Comitê do Dia Mundial do Sono.

Um dos fatores de risco mais importantes para a síndrome da apneia obstrutiva do sono é estar acima do peso. O acúmulo extra de gordura nas vias aéreas superiores pode reduzir a abertura da garganta, enquanto um abdômen grande pode interferir com o funcionamento do diafragma. Estudos recentes têm mostrado que a perda de peso, por si só, pode reduzir a apneia do sono em algumas pessoas acima do peso.

Outro fator de risco para a apneia do sono inclui o tabagismo, que pode piorar a obstrução nas vias aéreas superiores. Parar de fumar pode reduzir a apneia do sono e prevenir as complicações da sonolência diurna. Em crianças, o aumento das amígdalas pode promover apneias e sua remoção pode ser o tratamento.

Corpo Saudável

Tornar-se saudável não apenas leva a um sono melhor – o mesmo princípio funciona inversamente. Um sono melhor leva a uma saúde melhor.

Estar alerta e descansado pode fazer você se sentir mais motivado para se exercitar regularmente e comer de forma saudável, enquanto a falta de sono pode deixar você se sentindo sonolento e cansado demais para se mover. Além disso, estudos têm demonstrado que a falta de sono por apenas alguns dias perturba os níveis hormonais e metabólicos, resultando em aumento do apetite e ingestão de calorias.

Dia Mundial do Sono 2014

O Dia Mundial do Sono é organizado pela Associação Mundial de Medicina do Sono (WASM), uma associação internacional cuja missão é promover a saúde do sono em todo o mundo. Para passos práticos para iniciar a sua jornada em direção a um sono de qualidade, confira os 10 Mandamentos do Sono da WASM encontrados no site www.worldsleepday.org.

Este ano, a WASM está enfatizando os fatores de risco da síndrome da apnéia obstrutiva do sono que podem ser prevenidos com o slogan “Sono Restaurador, Boa Respiração, Corpo Saudável.”

Você pode participar do Dia Mundial do Sono tornando-se um representante.

No ano passado, os representantes do Dia Mundial do Sono trabalharam localmente para difundir o conhecimento acerca dos problemas de sono realizando eventos especiais, criando e distribuindo folhetos e panfletos sobre sono, realizando eventos escolares para crianças, fazendo vídeos promocionais e traduzindo materiais do Dia Mundial do Sono para outras línguas.

Para mais informações sobre o Dia Mundial do Sono, incluindo os recursos adicionais de mídia, vá para www.worldsleepday.org.

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Estudo revela que mulheres sofrem mais com estresse do que os homens

Cada vez mais presente na sociedade moderna, o estresse se tornou uma problema comum no século XXI. Decorrente de diversas questões diárias, como trabalho, trânsito, filas e da dupla jornada de trabalho que as mulheres enfrentam no dia a dia, entre o trabalho e as responsabilidades domiciliar e familiar, o público feminino é o mais atingido. Com o pico dessas atividades, há um aumento da produção dos hormônios do estresse, entre eles cortisol e adrenalina, que atinge duas mulheres para cada homem, segundo dados do Programa Avaliação do Estresse da Beneficência Portuguesa de São Paulo, pioneiro no país.

De acordo com Armando Ribeiro, especialista em Gestão do Estresse da Beneficência Portuguesa de São Paulo, alguns dados do Programa de Avaliação, apontam que, aproximadamente, 90% das mulheres que procuram terapia têm queixas associadas à problemas no relacionamento, carreira ou família. “Pouco tempo com os filhos, demandas do casamento ou mesmo o excesso de dedicação ao trabalho, levam essas mulheres à exaustão física e emocional, aumentando as chances do aparecimento de quadros de ansiedade, pânico e depressão”, comenta Ribeiro.

Preocupação excessiva, tensão crônica, tremores, sensação de respiração curta ou sufocada, medo de perder o controle, medo de morrer ou ondas de calor são alguns dos sintomas da ansiedade relacionados ao estresse. Segundo o especialista, outro problema que tem relação com os sintomas do estresse crônico é tornar o organismo do paciente mais vulnerável as doenças relacionadas ao estresse, como hipertensão arterial, alergias, obesidade, doenças autoimune, doenças dermatológicas, doenças gastrintestinais, cefaléia e depressão.

O caminho ideal para que as mulheres não sofram com o estresse, segundo o psicólogo, é conhecer o seu nível de estresse atual, por meio de um programa de avaliação do estresse especializado, capaz de identificar as origens do seu estresse e orientar qual o melhor tratamento a seguir. Outras dicas são realizar atividades que lhe proporcionem sensação de prazer, como ler um livro, praticar esportes ou ouvir música.

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Preços globais de diárias hoteleiras aumentam pelo quarto ano consecutivo

A média global de preços de diárias de hotéis teve alta de 3% em 2013, de acordo com o mais recente Hotel Price Index™ (HPI™), da Hoteis.com™. Isso significa que este é o quarto ano consecutivo de aumento constante desde a queda substancial causada pela crise financeira que atingiu o mundo em 2008 e 2009.

Fixado em base 100 no ano de 2004, o HPI monitora os preços realmente pagos por acomodações ao redor do mundo. Apesar do recente crescimento, oHPI para 2013 ficou em 110, sete pontos abaixo do seu pico em 2007 e apenas 10 pontos acima do patamar atingido no seu lançamento em 2004.

A América Latina teve resultado mais forte até o momento, com alta de 5% nos preços de hotéis e a taxa já ultrapassou seu maior nível registrado pouco antes do recesso econômico. Com relatórios apontando crescimento sólido de mercados emergentes, os valores subiram ao acompanhar a intensificação da demanda.

Johan Svanstrom, presidente da marca Hoteis.com, afirma: “De acordo com a UNWTO (Organização Mundial do Turismo das Nações Unidas), a chegada de turistas internacionais em 2013 cresceu 5%, atingindo recorde de 1.087 milhões, um número bem acima das expectativas. O crescimento global dos preços de diárias que reportamos hoje reflete essa tendência”.

“Não há dúvidas de que os valores de hospedagem na Europa foram os mais afetados pelos desdobramentos da crise financeira. No entanto, a maioria dos indicadores aponta que o aperto econômico está diminuindo, ou mesmo que já tenha passado”, afirma.

“Olhando adiante, um fenômeno que deve impactar os preços de hotéis em 2014 é a enorme quantidade de fãs do esporte viajando durante o ano, com os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Sochi, em fevereiro e março, e a copa do Mundo da FIFA no Brasil durante os meses de junho e julho”, acrescenta o executivo.

Elevados níveis de ocupação em muitas áreas ajudaram o HPI da América do Norte escalar 3%, igualando-se à média global.
As tarifas de hotéis europeus e no Oriente Médio cresceram 2%. Com muitos indicadores financeiros mostrando que a recuperação econômica europeia está ganhando força, muitos destinos impactados negativamente pela crise estão com os preços estabilizados e alguns até registraram altas saudáveis.

A região do Pacífico foi equilibrada. Uma quantidade menor de viagens corporativas na Austrália Ocidental[1], aliadoà desvalorização do dólar australiano no final do ano, teve um efeito atenuante no valor médio.

Por outro lado, o HPI da Ásia apresentou queda de 2%, o que é uma boa notícia para viajantes que pretendem visitar a região, já que ela continua oferecendo os melhores preços por acomodações. A depreciação do Iene, da Rúpia indiana e da Rúpia indonésia, junto com a diminuição no número de visitantes paraa China contribuiu com esse resultado. Contudo, as viagens dos chineses para o exterior continuam em flutuação. Há também uma tendência de longo prazo de que sejam realizadas mais viagens dentro da Ásia.

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O poder das mulheres nas vendas

Por Carlos Cruz

Já foi o tempo em que as mulheres eram consideradas sexo frágil, que viviam à sombra do marido. Cada vez mais, elas assumem posições de responsabilidade e ganham destaque em todos os setores do mercado. Quando se fala em vendas, habilidade até pouco tempo explorada principalmente pelos homens, elas também demonstram ter capacidade de atuar gerando bons resultados, pois possuem características importantes, como saber como encantar o cliente, conduzir uma negociação com calma e ser flexíveis na administração dos conflitos. Obviamente, nem todas se enquadram nesse perfil, mas sugiro que aproveitem este Dia Internacional para pensar em três profissionais que admiram e buscar uma inspiração.

O bom vendedor é conhecido por ser aquele profissional que, por meio de técnicas durante o processo de vendas, obtém bons resultados e está sempre atento ao mercado e às tendências do setor. É exatamente neste ponto que as mulheres se destacam, ao enxergarem as vendas como uma opção na carreira, pois apostam na sensibilidade, atenção, disciplina e determinação. Talvez elas consigam aplicar na profissão qualidades que possuem ao conduzir uma família e administrar brigas entre filhos, por exemplo.

Um dos diferenciais mais conhecidos é o chamado instinto feminino. A mulher, quando direciona sua atenção para os clientes, pode visualizar oportunidades com mais facilidade, pois sempre está atenta aos detalhes e consegue escutar o comprador, entender suas necessidades e proporcionar um atendimento personalizado. Hoje, o mercado está mais exigente e o vendedor precisa oferecer benefícios que, de alguma forma, se conectam aos interesses dos clientes. As mulheres sabem muito bem como conseguir isso e criar oportunidades de vendas, seja por meio do modo de falar, do tratamento oferecido ou da forma de prestar realmente atenção no comprador.

Por outro lado, elas também podem atuar passivamente, deixando a decisão de compra nas mãos do cliente. Quando a mulher entende que vender está relacionado à capacidade de ajudá-lo a satisfazer uma necessidade, são desenvolvidas estratégias que fazem com que os resultados apareçam naturalmente. Neste caso, o desafio está na atuação da vendedora ao deixar que as negociações sejam conduzidas pelo o outro lado.

A determinação – fator essencial para todo profissional de vendas – também é um ponto favorável à personalidade feminina. Quando focam em uma meta, dificilmente desistem na primeira tentativa e correm atrás até esgotarem todas as possibilidades, mas sem agressividade ou impaciência. Por conta desses fatores, as negociações conduzidas pelas mulheres, geralmente, são feitas de forma sutil, para que o comprador se sinta à vontade e não veja a negociação como uma imposição. Além disso, a organização é um dos grandes diferenciais. A mulher, acostumada a fazer inúmeras coisas ao mesmo tempo, sabe como administrar o tempo, consegue se organizar e planejar cada passo a ser dado.

Carlos Cruz é vendedor profissional, treinador de vendas e diretor do Instituto Brasileiro de Vendas (IBVendas), atua com foco na formação profissional de vendedores e gestores de vendas. www.ibvendas.com.br

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Emplacamentos de veículos crescem 6,69% no bimestre

Os emplacamentos do setor automotivo (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas e implementos rodoviários) cresceram 6,69% na comparação do primeiro bimestre de 2014 com o mesmo período de 2013, saltando de 799.566 unidades para 853.087. Os setores também apresentaram alta de 12,73% na comparação com fevereiro (348.773) de 2013. Já na comparação entre fevereiro (393.159 unidades) e janeiro 2014 (459.928 unidades), houve queda de 14,52%.

Também no acumulado do ano houve crescimento de 5,08% para os segmentos de automóveis e comerciais leves. Foram emplacados, nos primeiros dois meses do ano, 545.692 mil unidades destes segmentos e, no mesmo período de 2013, o volume chegou a 519.330 unidades. “Fechamos o primeiro bimestre de 2014 em alta para os segmentos de automóveis e comerciais leves. Apesar da antecipação de compras em janeiro, mês em que ainda havia estoque de veículos com redução maior do Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI, os dois primeiros meses do ano foram positivos se compararmos com o mesmo período de 2013”, avaliou o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti.

Desempenho de cada segmento:

Automóveis e Comerciais leves: Foram emplacadas 245.941 unidades de automóveis e comerciais leves em fevereiro, contra 299.751 em janeiro, o que representa queda de 17.95%. Na comparação entre fevereiro 2014 (245.941 unidades) e o mesmo mês de 2013 (222.478 unidades), o crescimento foi de 10,55%.

Caminhões e Ônibus: Os emplacamentos de caminhões apresentaram queda de 3,47% na comparação entre fevereiro e janeiro 2014. Foram licenciadas 10.465 unidades em fevereiro, contra 10.841 caminhões no mês anterior. Na comparação com fevereiro do ano passado, quando foram negociadas 9.979 unidades, o segmento cresceu em 4,87%.

O segmento de ônibus cresceu 46,52% no mês de passado. Foram emplacadas 2.951 unidades, contra 2.014 em janeiro. Na comparação com o mesmo período de 2013 (2.630 unidades), o segmento também registrou alta de 12,21%.

Os setores de caminhões e ônibus, juntos, apresentaram crescimento de 4,36%, no comparativo entre janeiro e fevereiro de 2014, chegando a 6,40% na comparação entre fevereiro de 2014 e o mesmo período de 2013.

Motos: O segmento de duas rodas registrou queda de 10,59% em fevereiro, no comparativo com janeiro de 2014. Foram emplacadas 119.514 unidades em fevereiro, contra 133.663 no mês anterior. Em relação a fevereiro de 2013 (101.907), este setor apresentou crescimento de 17,28%.

Implementos Rodoviários: Foram vendidas 4.697 unidades em fevereiro, contra 4.830 em janeiro. O volume representa queda de 2,75% entre os dois meses. Em relação a fevereiro do ano passado (4.342), o segmento apresentou alta de 8,18%.

Outros – Outros veículos, como carretinhas para transporte, apresentaram crescimento de 8,63% ao comparar os meses de janeiro e fevereiro. Se comparado a fevereiro de 2013 o crescimento foi de 28,96%.

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O que é ser um profissional inovador?

Por Vanessa Scheer*

Muito se tem discutido sobre o perfil inovador dos profissionais, hoje encarado como competência estratégica básica em qualquer área de atuação. Contar com ideias novas e pensar diferente são atitudes fundamentais dentro de qualquer negócio. A criatividade é apenas o primeiro passo para que se possa inovar. Além de boas sugestões, devemos reconhecer oportunidades para poder aplicá-las e solucionar problemas. Entretanto, não é somente esta competência que deve ser valorizada. Por isso, é preciso entender melhor o que é ser inovador, dar na medida certa o peso para estes profissionais, mas não deixar de lado colaboradores que também contribuem e movem qualquer negócio: aqueles que executam suas tarefas com primor, organização, pontualidade e colocam em prática, justamente, as idéias inovadoras.

O perfil de um bom profissional hoje é muito diferente daquele valorizado anos atrás. Quem tinha MBA, por exemplo, era quase uma sumidade dentro da empresa, assim como aquele que falava inglês fluentemente. Há algum tempo as empresas têm outras exigências. Querem profissionais que tenham não só conhecimento de diferentes línguas e boa formação acadêmica, como também flexibilidade – ponto este fundamental na avaliação de sua carreira – para se adaptar às mudanças em relação ao mercado e ao negócio. Importante ainda possuir uma visão multicultural, saber entender e encarar desafios como um fator positivo e estar alinhado com os valores da empresa. Porém, todas estas características só têm r eal valor se a pessoa consegue, ao mesmo tempo, entregar bons resultados.

É importante que as empresas invistam nesses profissionais inovadores, pois ao oferecer treinamentos sistemáticos estará estimulando-os cada vez mais, uma vez que é importante ampliar seus conhecimentos do negócio.
Inovar não é puramente ser um “Professor Pardal”, com idéias mirabolantes de novos processos e sistemas. Sim, claro, isso traz resultados substanciais para qualquer carreira e negócio. Mas o ser inovador é também aquele que consegue melhorar processos simples do dia a dia. Aperfeiçoar o que já é feito.

Inovar é não se conformar e se questionar sempre, positivamente. É desempenhar seu papel com um olhar crítico e questionador para enxergar possibilidades de mudança naquilo que já é feito, muitas vezes automaticamente. Ser inovador não é somente um talento nato, trata-se sim de uma competência que pode e deve ser desenvolvida. E isso pode ser feito de formas simples como, por exemplo, buscar atividades complementares, lendo com certa constância, viajando. Ou simplesmente escolher um dia da semana para mudar sua rotina, se abrindo para novas experiências. Ações simples que refrescam a cabeça e abrem as janelas da percepção.
Inovar é um processo que funciona em equipe. Por isso, o individualismo não deve ser valorizado. Em processos criativos o dono da idéia é o time. Até porque não basta apenas criar, mas também saber como concretizar. Ter capacidade de execução e transformar as possibilidades em realidade é parte fundamental de qualquer projeto.

Por isso, uma empresa não vive só de profissionais inovadores e é preciso equilibrar este peso. E aquele que trabalha diariamente para desenvolver processos rotineiros, sistemáticos ou justamente por em prática os projetos diferenciados? Executar corretamente tem muito valor para qualquer operação. E executar com questionamento, ou seja, como fazer melhor e dar mais resultados, já abre possibilidades para inovar também. Até porque não são todos os profissionais que atuam em áreas com espaço para o desenvolvimento de projetos diferenciados.

Em suma, criatividade é pensar coisas novas, inovação é fazer coisas novas e valiosas, e dar um novo olhar para o que já é feito. Fazer melhor é garantir mais produtividade, mais eficiência, menos custos, em qualquer cargo e área de uma empresa. Contar com profissionais inovadores é fundamental, mas ter, manter e valorizar aqueles com grande capacidade de execução também é primordial. Ambos os perfis são complementares e sem eles nenhuma empresa terá o crescimento esperado.

* Vanessa Scheer, formada em psicologia; pós-graduada em administração de recursos humanos; MBA em excelência gerencial pela FAAP; Personal e Professional Coach pela sociedade Brasileira de Coaching, consultora especializada em gestão de recursos humanos em escritórios de advocacia e departamentos jurídicos empresariais; responsável por vários cursos pessoais e empresariais, ministrados em todo o Brasil pela Central Prática, diretora executiva do Grupo Smax.

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Turista brasileiro fecha viagem 52 dias antes do embarque

O turista que compara as diárias dos meios de hospedagem, investiga o transporte para os principais pontos de interesse e consulta os restaurantes do local antes de sair de casa, tem grandes chances de economizar algum dinheiro sem perder o melhor da viagem.

A melhor estratégia para controlar os gastos inclui, especialmente, um boa pesquisa dos serviços turísticos e antecedência para fechar negócio. A boa notícia é que boa parte dos viajantes já faz a lição de casa, de acordo com um estudo do Ministério do Turismo. O turista brasileiro planeja a viagem cerca de 100 dias antes da data prevista e reserva os serviços, como hotéis e passagens, 52 dias antes do embarque.

Algumas cidades brasileiras se destacam nesse quesito. Entre as 11 capitais monitoradas, os moradores de Goiânia são os mais precavidos: programam o passeio com 120 dias de antecedência. Em compensação, quando o assunto é fechar negócio, os brasilienses saem na frente: compram os serviços 78 dias antes da data da viagem.

A maior parte dos entrevistados que se autodeclararam turistas afirma que viaja menos do que gostaria (80,6%). Entre os viajantes mais frequentes destacam-se os moradores de Curitiba: 3,3 vezes por ano, seguidos pelos cariocas e moradores de Recife, ambos com uma média de 3,2 viagens por ano.

Os passeios turísticos estão entre as cinco prioridades de investimento pessoal, ao lado dos estudos, moradia, poupança e negócios próprios, segundo o estudo. O alto grau de satisfação com o destino turístico (95,1%) explica o elevado índice de retorno a roteiros já conhecidos: a maioria (57,4%) afirmou que a última viagem foi para um destino que já conhecia.

Os hotéis (45,1%) e as pousadas (22,2%) correspondem aos meios de hospedagem preferidos, assim como os destinos de praia (45,1%) e as pousadas (22,2%) referem-se aos meios de hospedagem preferidos. Paga-se à vista (63%) pelos serviços relacionados ao turismo, comprados, em sua maioria, fora de pacotes (78%).

A atividade turística aparece associada principalmente ao descanso e à tranquilidade (30%), mas também à diversão (24,8%) e a belezas naturais (12,5%). O atrativo de maior peso, no entanto, é justamente a beleza natural (33,9%) do território.
Foram entrevistados 2.322 pessoas de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Florianópolis, Salvador, Recife, Fortaleza, Brasília e Goiânia.

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Fiesp/Ciesp sobre juros: a atividade econômica está esfriando

Nesta quarta-feira (26/02) o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central definiu novo aumento para a taxa Selic, desta vez de 0,25pp. O novo valor da taxa Selic passa a ser de 10,75 % a.a.

Para a Federação e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), não existem fatores que justifiquem mais uma alta dos juros. “A atividade econômica está esfriando e, pelo visto, teremos mais um ano de crescimento abaixo da média mundial. Este novo aumento dos juros, embora menor que os anteriores, dificulta ainda mais a retomada”, afirma Paulo Skaf, presidente da Fiesp e do Ciesp.

“Estes meros 0,25pp, que a princípio parecem inofensivos, implicarão em gastos adicionais de juros de mais de R$ 5 bilhões de reais por ano, valor suficiente para construir 500 escolas e 100 hospitais.”

Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp)
Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp)

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PayPal e Samsung permitem que consumidores façam pagamentos somente com a impressão digital

PayPal e Samsung anunciaram uma parceria que permitirá aos usuários do Samsung Galaxy S5 efetuar pagamentos utilizando apenas a impressão digital. A biometria não exige que os usuários do smartphone lembrem-se de suas senhas ou detalhes de login e o PayPal vai ser a primeira empresa global de pagamentos a apoiar a tecnologia de autenticação de impressão digital móvel da Samsung.

Samsung é uma das fabricantes de celulares mais confiáveis do mundo, com forte presença em mais de 150 países. Ao usar a autenticação de impressão digital em vez de um login e uma senha, os consumidores têm uma experiência de compra ainda mais segura e transparente, em milhões de estabelecimentos que aceitam PayPal.

“Ao liderar o Fast IDentity Online Alliance no ano passado, nós previmos que a indústria logo iria evoluir para além das senhas, e este anúncio nos leva a um passo mais perto da realidade”, disse Hill Ferguson, Chief Product Officer do PayPal”. Ao trabalhar com a Samsung, aproveitamos a tecnologia de autenticação de impressão digital do novo dispositivo, e fomos capazes de demonstrar que o consumidor não precisa enfrentar um dilema entre segurança e conveniência. Com um simples toque, é possível acessar sua conta PayPal de forma segura para fazer compras e pagar com a conveniência que os dispositivos móveis permitem”.

PayPal oferece uma carteira virtual que fica disponível na nuvem e não armazena informações pessoais no dispositivo. Os clientes podem pagar apenas com o toque, já que o software FIDO Ready ™ comunica o sensor de impressão digital do celular e o serviço na nuvem. A única informação compartilhada com o PayPal é uma chave criptografada exclusiva que permite verificar a identidade do cliente, sem ter que armazenar qualquer informação biométrica em servidores da companhia.

“Estamos muito animados sobre a nossa relação com o PayPal e como isso vai trazer uma das soluções de pagamento online mais confiáveis do mundo para um mercado mais amplo como o mercado móvel”, disse Hankil Yoon, vice-presidente sênior de Estratégias de Produtos Móveis da Samsung. “Juntos, esperamos oferecer aos nossos clientes uma experiência perfeita e segura nas compras e pagamentos online”.

A partir de abril, a autenticação de impressão digital PayPal no Samsung Galaxy S5 estará disponível em 26 mercados no mundo, incluindo Austrália, Brasil, Hong Kong, Rússia, Reino Unido e Estados Unidos.

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Page Personnel indica os sete cargos mais promissores para 2014

A condução de novos projetos aliada à falta de profissionais qualificados devem acirrar ainda mais a disputa por talentos no mercado de trabalho. É o que aponta levantamento realizado pela Page Personnel, uma das maiores empresas globais de recrutamento especializado de profissionais técnicos e de suporte à gestão, parte do PageGroup. A consultoria detectou, a partir de análises de mercado, quais cargos devem ser mais promissores ao longo deste ano. Confira abaixo as sete profissões listadas, divididas em sete áreas, e as tendências de cada uma delas:

1) Finanças
Analista Fiscal

Cenário: há escassez de profissionais com idiomas e bem preparados tecnicamente, o que irá inflacionar os salários entre 10% e 20%, além de levar a promoções precoces.
Salário médio: pode variar, de acordo com o nível de ocupação: R$ 3,3 mil (júnior), R$ 4,6 mil (pleno) e R$ 7,2 mil (sênior).

Aumento da demanda por esse profissional: 10% a 20%

2) Logística

Analista de Logística

Cenário: nota-se uma maior necessidade de profissionais nessa área. Foco em profissionais voltados para projetos de malha logística e eficiência em armazenagem e distribuição. O profissional deverá ter forte habilidade analítica e conhecimento da cadeia e processos logísticos. Engenheiros terão destaque nessas áreas. Acréscimo salarial de 20%.

Salário médio: pode variar, de acordo com o nível de ocupação: R$ 4 mil (júnior), R$5,2 mil (pleno) e R$ 7 mil (sênior).

Aumento da demanda por esse profissional: 15% a 20%

3) TI

Desenvolvedor/ Programador

Cenário: desenvolvedores de linguagens Open Source (como Java e PHP) estão sendo bastante requisitados para a base da operação tecnológica. Por outro lado, há boa perspectiva para os desenvolvedores de linguagens non Open Source (.NET, ABAP e PL/SQL),as linguagens de programação licenciadas. Porém, os players responsáveis (Microsoft, SAP e Oracle) oferecem pacotes de benefícios mais complexos, dando ao gestor de TI mais possibilidades de evolução em todo seu parque tecnológico.

Salário médio: pode variar, de acordo com o nível de ocupação: R$ 3 mil (júnior), R$5 mil (pleno) e R$ 7,5 (sênior).

Aumento da demanda por esse profissional: 20% a 30%

4) Vendas

Executivo de Vendas Hunter (TI)

Cenário: as empresas de TI buscam profissionais com networking e carteira de clientes no segmento para acelerar as vendas o mais rápido possível, e com bom perfil comportamental – alta energia, resiliência, boa apresentação e comunicação.

Salário médio: pode variar, de acordo com o nível de ocupação: R$ 4 mil (júnior), R$ 6 mil (pleno) e R$ 8 mil (sênior).

Aumento da demanda por esse profissional: 15% a 40%

5) Engenharia

Engenheiro de Segurança do Trabalho:

Cenário: um dos principais motivos da alta demanda por profissionais da área de segurança está ligado ao aumento de exigências feitas pelas multinacionais. Investimentos em projetos ambientais, segurança do trabalho e qualidade impactam diretamente na obtenção de mais certificações para a empresa e automaticamente favorecem o aumento dos negócios e contratações de profissionais. Muitas empresas na área automotiva, química, construção civil e alimentícia têm feito investimentos nessa área. Com essa procura, os salários desses profissionais pode ter incremento de 15% a 20%, dependendo do perfil. O que diferencia esse profissional no mercado é inglês avançado, experiência com implantação de certificados ISO e conhecimento de Normas Reguladoras, como também gestão de pessoas.

Salário médio: R$ 7,2 mil

Aumento da demanda por esse profissional: 30%

6) Marketing

Analista de marketing on-line:

Cenário: o aumento da demanda por profissionais na área de marketing online cresce com a mesma velocidade da internet. As empresas usam redes sociais, sites, e-commerce, blogs como canais de comunicação estratégicos. Esses profissionais deixam de fazer parte de uma área de suporte e operacional para fazerem a análise de indicadores e, mais que isso, conseguem direcionar o planejamento estratégico de marketing da empresa/cliente. As agências de publicidade e consultoria têm muitos profissionais especializados na área. Clientes hoje buscam por profissionais para ajudar na análise de métricas e direcionamento do plano de marketing online com um bom perfil analítico, boa comunicação e desenvoltura, já que serão responsáveis por gerar indicadores para áreas de tomada de decisão.

Salário médio:R$4,5 mil a R$ 6 mil

Aumento da demanda por esse profissional:15% a 25%

7) RH

Business partner
Cenário: como parte cada vez mais fundamental em uma organização, o business partner tem sido cada vez mais procurado no mercado de trabalho. O papel do BP é tornar-se um especialista na área que atende, com foco em linhas de negócios específicas dentro da empresa para entender a fundo suas necessidades e intermediar demandas. A carreira desse profissional geralmente começa com a passagem por diferentes subsistemas de RH, para que possa adquirir bagagem e entender seu funcionamento para assumir o papel de intermediador entre linhas de negócio e RH.

Salário médio:R$ 7 mil

Aumento da demanda por esse profissional: 10%

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Impostômetro chega aos R$ 300 bilhões amanhã

Nesta terça-feira (25/2), às 14 horas, o Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) vai chegar à marca de R$ 300 bilhões. Esse é o valor pago em impostos, taxas e contribuições por todos os brasileiros neste ano.
Em 2013, os R$ 300 bilhões foram atingidos somente dia 8/3, ou seja, a carga tributária aumentou.

O presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), Rogério Amato, destaca a necessidade de redução da carga tributária e, também, de simplificação do sistema. “A arrecadação no Brasil é como uma espiral: é imposto sobre imposto sobre imposto. Precisamos, com urgência, de um processo de simplificação tributária, para que a cobrança fique clara. Isso precisa ser feito com racionalidade”, afirma Amato.

Impostos na viagem de Carnaval

Nem na hora de embarcar para a folia o brasileiro vai escapar da alta carga tributária. Do preço da hospedagem em hotel, 29,56% são de impostos. Para trocar o pneu do carro e garantir uma viagem tranquila, são 35,72%. Já o folião que prefere os pacotes que, além do hotel, incluem o ingresso e o transporte para o desfile, vai pagar 36,28% de imposto. E para quem tem bichinho de estimação e não terá condição de levá-lo, hotéis para animais são a melhor opção. A hospedagem pet tem 26,86% de imposto. Os dados são do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação), que abastece o Impostômetro.

O que dá para fazer com o dinheiro

Localizado na Rua Boa Vista, centro da capital paulista, o Impostômetro aponta o valor total de impostos destinados à União, aos estados e aos municípios. Pelo portal www.impostometro.com.br, é possível descobrir o que dá para os governos fazerem com todo o dinheiro arrecadado. Por exemplo, quantas cestas básicas é possível fornecer, quantos postos de saúde podem ser construídos.

No portal também é possível levantar os valores que as populações de cada estado e município brasileiro pagaram em tributos.

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Política industrial do Paraguai deve servir de modelo para o Brasil, dizem empresários

Empresários paranaenses que nesta semana participaram da Missão Empresarial Brasil-Paraguai deixaram o país vizinho com uma certeza: o modelo de política de desenvolvimento industrial adotado pelo governo paraguaio deve servir de exemplo para medidas efetivas que recuperem a competitividade da indústria brasileira. Entre terça e quinta-feira (18 a 20), um grupo compostos por 178 empresários ou representantes de empresas e entidades brasileiras esteve em Assunção, capital do país, para conhecer de perto os incentivos oferecidos para investimentos estrangeiros e casos de empreendedores que já estão instalados no país. A missão foi organizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pela Rede Brasileira de Centros Internacionais de Negócios (Rede CIN), e liderada pela Federação das Indústrias do Paraná (Fiep).

“O que vimos aqui nos mostrou que se o Brasil não reagir para resolver seus problemas, vai ficar para trás”, avalia o empresário Rommel Barion, vice-presidente da Fiep e coordenador do Conselho Temático de Negócios Internacionais da entidade. “O que mais preocupa os empresários brasileiros hoje é a falta de competitividade da nossa indústria. No Paraguai, onde os custos de produção são em média 35% que os do Brasil, vimos que é possível criar um ambiente mais favorável”, completa.

Valter Orsi, também vice-presidente da Fiep e presidente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Londrina (Sindimetal-Londrina), acrescenta que, apesar de abrir novas perspectivas de negócios, a missão também mostrou que o empresariado precisa se mobilizar cada vez mais para conseguir mudanças que criem um cenário competitivo também no Brasil. “Senti que no Paraguai existe um ambiente de negócios dentro das expectativas dos empresários. Seria muito fácil mudarmos e investir em outro país, mas temos que mostrar que queremos fazer isso em nossa própria nação. Por isso, o empresário precisa de posicionar junto ao governo brasileiro”, afirma Orsi.

A opinião é compartilhada também por empresários paranaenses que já investem no Paraguai. É o caso de Roberto Pecoits, diretor-presidente da Gralha Azul Avícola. A empresa, que tem sede em Francisco Beltrão, no Sudoeste do Paraná, abriu há 15 anos, junto com um sócio paraguaio, uma unidade encubatória de frangos em Assunção. “O Paraguai tem uma economia estável, um sistema tributário simples, com uma carga tributária muito menor que a do Brasil, e uma legislação trabalhista também simples – o que não significa que o trabalhador não tenha direitos. É um país bom para se investir, que respeita as leis e possui bons marcos regulatórios”, enumera o empresário. “O modelo daqui certamente pode servir de exemplo para o Brasil”, declara.

Durante a missão empresarial, além de receberem informações de autoridades e técnicos do governo paraguaio sobre os incentivos oferecidos para investimentos no país, os empresários também visitaram indústrias já instaladas em território paraguaio.

Dificuldades no Brasil fazem empresários paranaenses levar investimentos ao Paraguai

Alguns dos integrantes da missão que visitou Assunção esta semana já têm planos concretos de instalação no país ou vislumbram boas oportunidades de negócios

O cenário favorável para investimentos estrangeiros no Paraguai vem despertando o interesse de empresários paranaenses. Diversos dos industriais do Estado que integraram a Missão Empresarial Brasil-Paraguai, que nesta semana visitou a região de Assunção, capital do país, já têm planos de expandir seus negócios para além da fronteira. Segundo eles, os relatos ouvidos durante a missão, especialmente de empresários já instalados em território paraguaio, reforçaram a impressão de que as empresas encontram boas condições para se desenvolver no país.

Uma das companhias já com projetos concretos no Paraguai é o Grupo Hübner, do setor metalmecânico. O grupo possui oito unidades no Brasil e, ainda em 2014, em parceria com um sócio paraguaio, deve colocar em operação no país vizinho uma fábrica de componentes automotivos. Além disso, no próximo ano a intenção é implantar uma fundição. “Estamos vindo ao Paraguai por uma questão de sobrevivência, não é por lucro”, declara o diretor do grupo, Nelson Hübner, que é também vice-presidente da Fiep, referindo-se aos inúmeros obstáculos encontrados pelos empreendedores para se investir no Brasil. “A indústria enfrenta muitas dificuldades no Brasil, perdendo competitividade, e é obrigada a buscar alternativas”, completa.

Na opinião de Hübner, o Paraguai tem demonstrado um maior respeito pelo industrial não apenas em relação ao Brasil, mas também aos outros países do Mercosul. O empresário afirma que já tinha essa percepção desde quando começou a prospectar negócios no país, há cerca de quatro anos. “Esta missão serviu para confirmar essa boa impressão e mostrar que o Paraguai é um exemplo para o Mercosul”, afirma o empresário.

A possibilidade de driblar as dificuldades encontradas no Brasil e aproveitar melhores condições para produção chamou a atenção também de Cláudio Luiz Palharin, da Commanders Uniformes Profissionais. Ele participou da missão para prospectar a viabilidade de implantação no Paraguai de um novo projeto da empresa – que atualmente conta com duas unidades no Brasil, em Apucarana e Nova Andradina (MS).

A intenção é passar a produzir roupas para bombeiros, produto que depende de matéria-prima importada. Segundo Palharin, os tributos elevados cobrados no Brasil para a importação do material inviabilizam a implantação do negócio em território nacional. “Uma matéria-prima que eu pagaria US$ 15 (cerca de R$ 35) chega ao Brasil com um custo de R$ 60. No Paraguai, essa matéria-prima chegaria pelos mesmos US$ 15”, explica. Isso é possível graças ao chamado Regime de Maquila, estabelecido por lei, que isenta matérias-primas de impostos de importação. Além disso, no momento de exportar o produto final, a empresa paga um imposto único de 1% sobre o valor agregado.

“Fazer esse tipo de operação no Brasil hoje é impossível”, afirma Palharin, enumerando ainda outras vantagens oferecidas pelo Paraguai, como energia elétrica mais barata e, principalmente, disponibilidade de mão de obra. “Estamos muito preocupados também com a mão de obra brasileira, não apenas pela dificuldade para encontrar pessoal capacitado, mas pelos inúmeros problemas que enfrentamos de relações trabalhistas”, relata.

O empresário acrescenta que, após a missão, a empresa deve voltar ao Paraguai em breve e passar a buscar um sócio paraguaio para analisar a viabilidade do negócio. “A participação em missões como esta sempre abre novas perspectivas e a oportunidades de buscarmos alternativas para nossos negócios”, diz Palharin.

Quem também saiu da missão com a impressão de que o momento é oportuno para investir no Paraguai foi o empresário Waldemir Küerten, do Grupo Küerten, que atua na construção de residências industrializadas e de alvenaria. “Nosso grupo com certeza vai colocar um pé aqui no Paraguai, até por uma questão de equilíbrio para nossos negócios, já que o empresário no Brasil acaba sendo minado por uma série de dificuldades”, declara o empresário. “A questão tributária brasileira, a legislação trabalhista e o excesso de burocracia, aliados à má gestão pública, acabam nos desanimando”, acrescenta.

De acordo com Küerten, a intenção do grupo inicialmente é explorar oportunidades no setor de construção civil convencional. A estimativa do governo paraguaio é que nos próximos cinco anos sejam investidos cerca de US$ 5,4 bilhões em obras de infraestrutura urbana no país. “O Paraguai está no caminho certo, depois de quase 50 anos praticamente parado. Esse trabalho de industrialização vai levantar o país em um curto espaço de tempo e é um modelo que certamente vai dar certo. O momento para investir aqui é agora”, finaliza o empresário.

Fonte: Federação das Indústrias do Paraná

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Positivo Informática anuncia lucro líquido de R$ 30,9 milhões no quarto trimestre, aumento de 230,6%

Em 2013, a Positivo Informática completou o nono ano consecutivo de liderança no mercado brasileiro de computadores, com market share de 15,3%, crescimento de 1,7 p.p. na comparação com 2012, configurando a maior participação de mercado da companhia no país desde 2009, segundo a IDC. No 4T13, registrou participação de 16,1%, retomada que proporcionou crescimentos de 1,4 p.p. e de 2,7 p.p. em relação ao 4T12 e ao 3T13, nesta ordem. O mercado de varejo de PCs também apresentou recuperação de market share da companhia nos últimos meses do ano, alcançando a fatia de 20,5% no 4T13, crescimento de 3,7 p.p. na comparação com o trimestre anterior. Em 2013, a participação da companhia no varejo foi de 20,4%, praticamente estável em relação a 2012, de acordo com a IDC.

No mercado brasileiro de tablets, a Positivo Informática encerrou 2013 com participação de 5,7%, crescimento de 3,1 p.p. em relação ao ano anterior. Além da maior venda a clientes de governo, destacou-se o avanço da marca nas principais redes varejistas ao longo do segundo semestre, refletindo a aceitação favorável da nova linha de produtos Positivo.
Na Argentina, os computadores Positivo BGH registraram participação de 10,3% no 4T13. No ano, a marca registrou market share de 10,0%, crescimento de 1,5 p.p. em relação a 2012.

Volume, receita e lucro
As vendas do 4T13 totalizaram 802,8 mil computadores e tablets, crescimento de 19,1% em relação ao 4T12. O desempenho do período permitiu a realização da maior receita trimestral da história da companhia e a superação da marca de 3 milhões de unidades vendidas no ano, expansão de 27,6% em relação a 2012. Destacaram-se as vendas de tablets, que registraram crescimento de 96,6% no 4T13, com maior proporção de comercialização no varejo. No segmento de PCs, foram comercializadas 668,6 mil unidades no 4T13 e 2,6 milhões no ano. Entre os canais, a companhia registrou crescimento de vendas nos mercados de governo e corporativo, com avanços de 106,3% e de 114,9% em relação ao 4T12, respectivamente. As vendas de telefones celulares apresentaram crescimento de 87,3% no 4T13, totalizando 97,9 mil unidades, das quais 55,9 mil foram feature phones e 42,1 mil smartphones. No ano de 2013, foram vendidos 266,8 mil aparelhos, expansão de 410,2%, sendo representado por 191,3 mil feature phones e 75,5 mil smartphones.

As vendas no varejo registraram 485,0 mil PCs e tablets no 4T13. O volume foi representado por 425,1 mil PCs e 59,9 mil tablets. Em 2013, as vendas de PCs e tablets no varejo atingiram 1,8 milhão de unidades, volume estável em relação a 2012, sendo representado por 1,7 milhão de PCs e 136,6 mil tablets. As vendas de telefones celulares foram majoritariamente realizadas no varejo e totalizaram 97,9 mil unidades no 4T13, crescimento de 87,3%. Destacou-se o desempenho das vendas de smartphones, com volume de 42,1 mil peças. No ano de 2013, o volume de celulares totalizou 266,8 mil.

No mercado de governo, as vendas no 4T13 foram de 245,8 mil PCs e tablets, crescimento de 106,3%, sendo 172,5 mil no Brasil e 73,3 mil na Argentina. As vendas, compostas por 187,1 mil PCs e 58,7 mil tablets, se referem principalmente a projetos educacionais envolvendo laboratórios de informática, netbooks conversíveis e tablets, e maior volume de desktops para empresas e bancos públicos. Em 2013, as vendas para o segmento alcançaram 1,0 milhão de equipamentos, crescimento de 127,1%, representadas por 715,6 mil unidades no Brasil e 314,7 mil na Argentina. Para 2014, a companhia abre o ano de 2014 com uma carteira de entregas estimada em cerca de 50 mil tablets e mais de 600 mil PCs, dos quais 350 mil no Brasil e 250 mil na Argentina.

As vendas corporativas totalizaram 71,9 mil PCs e tablets no 4T13, crescimento de 114,9%. No período, a companhia acelerou suas vendas diretas para grandes empresas, com destaque para tablets para instituições privadas de ensino, e manteve performance destacada em sua plataforma de vendas indiretas. No ano, foram comercializados 234,9 mil equipamentos no corporativo, crescimento de 61,6% em relação a 2012.
A receita bruta registrou R$ 843,1 milhões no 4T13, novo recorde trimestral, representando crescimentos de 16,7% e de 38,0% em relação ao 4T12 e ao 3T13, respectivamente. Em 2013, a receita bruta atingiu R$ 2,8 bilhões, crescimento anual de 21,2%. Já a receita líquida foi de R$ 769,1 milhões no trimestre, crescimento de 17,9%, e de R$ 2,6 bilhões no ano, aumento de 22,1% na comparação com 2012.

O lucro bruto registrou R$ 176,9 milhões no 4T13, crescimentos de 8,8% e de 62,5% em relação ao 4T12 e ao 3T13, respectivamente, acompanhado de margem bruta de 23,0%. Em 2013, o lucro bruto totalizou R$ 549,1 milhões, aumento de 6,3%, com margem bruta de 21,4%. Foi apurado lucro líquido de R$ 30,9 milhões no 4T13, crescimento de 230,6% em relação ao 4T12, e de R$ 15,6 milhões em 2013.

O EBITDA tradicional totalizou R$ 42,2 milhões no 4T13, crescimento de 57,6% na comparação anual. A margem EBITDA atingiu 5,5% no período, melhora de 1,4 p.p. em relação ao 4T12. No ano, o EBITDA tradicional registrou R$ 104,0 milhões, aumento de 27,7%, com margem EBITDA de 4,1%. O EBITDA Ajustado, que considera 50% do resultado da operação da joint venture da companhia na Argentina, totalizou R$ 54,7 milhões no 4T13, crescimento de 62,7%. A margem EBITDA ajustada expandiu para 7,1%, crescimento 2,0 p.p.. Em 2013, o EBITDA Ajustado registrou R$ 139,3 milhões, crescimento de 40,4%, acompanhado de margem EBITDA Ajustada de 5,4%. A melhora do resultado operacional foi impulsionada pelos repasses de preços praticados pela companhia, pela melhora do perfil das vendas e pela contenção dos custos e despesas ao longo do ano.

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