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Startup Fullface é uma das vencedoras do Prêmio Ciab Fintech Day 2017

A startup brasileira de biometria facial FullFace foi uma das vencedoras do Prêmio Ciab Fintech Day 2017, promovido durante o CIAB Febraban, congresso referência na América Latina em tecnologia da informação para o setor financeiro, que este ano debateu as necessidades da nova geração de clientes que pensam de forma digital.

A empresa esteve entre os 21 finalistas da competição que contou com projetos de soluções de segurança com reconhecimento facial, plataformas para auto negociação de dívidas, atendimento digital humanizado, até formas para oferecer produtos e serviços financeiros para o microempreendedor desbancarizado.

Na ocasião, uma comissão julgadora analisou os projetos com base em critérios como experiência do cliente, audácia, inovação, simplicidade e escalabilidade. Depois das avaliações, apenas três fintechs foram selecionadas para se reunirem com representantes dos grandes bancos para estudarem possibilidades de negócios e parcerias.

“Nos sentimos muito honrados de sermos um dos vencedores desse prêmio, pois isso prova que a FullFace está no caminho certo para promover os benefícios da biometria facial para o setor bancário brasileiro”, comenta Danny Kabiljo, CEO da empresa.

Além disso, durante os três dias do Ciab FEBRABAN, a empresa marcou presença no espaço Fintech Lounge, onde teve a oportunidade de apresentar sua solução para os visitantes da feira. Grandes empresas como GOL Linhas Aéreas Inteligentes, Cubo, Serasa Experian, Itaú e Motorola já utilizam a solução da FullFace em seus negócios.

“Atualmente, o reconhecimento facial da maioria dos provedores é de apenas 86 pontos dos rostos das pessoas. Com tecnologia inovadora e algoritmo próprio, a solução da FullFace chega a 1024, garantindo maior precisão no reconhecimento biométrico individual com uma velocidade de processamento muito superior e baixo consumo de memória”, finaliza Kabiljo.

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Parque de Software de Curitiba atrai atenção de visitantes estrangeiros

São cada vez mais frequentes as visitas de delegações estrangeiras ao Parque de Software de Curitiba. A mais recente foi de uma comitiva da América Latina, que participou de um evento sobre cidades inteligentes. Veja como foi.

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Itaú Unibanco cria competição para desenvolvimento de soluções digitais para o setor financeiro

Com o objetivo de desenvolver uma experiência transformadora de investimentos, o Itaú Unibanco promove a primeira edição do Itaú Insights powered by Mastertech com apoio da Axway, empresa mundial que fornece soluções de software e APIs para integração de sistemas independentes.

O projeto busca reinventar a forma do brasileiro investir e é dirigido ao público interessado em tecnologia, inovação, trabalho colaborativo e que aceite o desafio de construir uma nova experiência de investimento. As inscrições poderão ser feitas a partir do dia 28 de junho, por meio do link https://www.mastertech.tech/insights/ . Os participantes deverão se inscrever em equipes de três a quatro pessoas e o time que desenvolver a melhor solução digital para o tema investimentos, será o vencedor.

Para lançar o Itaú Insights, será realizado um evento de abertura no dia 28, no Cubo, centro de empreendedorismo tecnológico fundado pelo Itaú Unibanco, em parceria com a Redpoint Eventures. Este encontro contará com a presença dos integrantes do Itaú, da Mastertech e Axway além dos inscritos. Para participar do lançamento, as inscrições poderão ser feitas a partir do dia 5 de junho pelo link https://www.mastertech.tech/insights/ .

“O desafio que iremos organizar a partir deste ano vai proporcionar diversas oportunidades para as pessoas compartilharem seus conhecimentos e se conectarem por meio da criação de experiências que reinventam a forma do brasileiro investir. Nosso sonho grande é que o projeto seja capaz de gerar ideias de como tornar o Brasil uma nação de investidores”, explica Livia Chanes, diretora do Itaú Unibanco.

“Acreditamos no potencial do desenvolvedor independente e do trabalho colaborativo para a geração de grandes resultados. Para a Axway, a integração de novas soluções a sistemas existentes é uma das melhores formas de oferecer ao consumidor novas experiências que estimulem investimentos”, afirma Marcelo Ramos, vice-presidente sênior e gerente geral para a América Latina da Axway, provedora das soluções de integração de APIs utilizadas durante o evento.

Entre os meses de junho e julho, serão realizados treinamentos e mentorias para os inscritos. Os trabalhos desenvolvidos poderão ser enviados por meio da plataforma até 15 de agosto. Os vencedores serão escolhidos de acordo com os critérios: criatividade e inovação; implementação; impacto potencial.

Para concluir a competição, os três grupos finalistas farão uma apresentação para um comitê composto por executivos do Itaú e convidados externos, que vão avaliar as melhores ideias. O time vencedor receberá a quantia de R$ 40 mil e viagem para o Vale do Silício. O segundo colocado receberá R$ 30 mil e o terceiro R$ 20 mil além de outros prêmios.
O regulamento e informações sobre o Itaú Insights powered by Mastertech estão disponíveis no site http://www.mastertech.tech/insights/.

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O Supply Chain ainda não passou pela transformação digital – Por Gabriel Lobitsky

Em um mundo cada vez mais globalizado, a excelência operacional é um bem necessário. E, quando falamos em Brasil, com sua imensa extensão territorial e um nível de complexidade e burocracias que acompanham o tamanho do País, a entrada de processos digitalizados em alguns setores da indústria geram inúmeros desafios.

Nas empresas em que os processos operacionais são geridos separada e manualmente, como em áreas de recebimento, distribuição e logística, o profissional de Supply Chain trabalha de forma reativa na resolução de problemas e não consegue colocar todos os esforços necessários em transformação digital. Com isso, muitas empresas perdem tempo apagando incêndios, enquanto lutam para reduzir custos e melhorar a eficiência operacional com softwares desconexos e até mesmo planilhas. Com a complexidade do supply chain, o planejamento fica comprometido, e as empresas perdem tempo e produtividade – o que frustra, e muito, o bom andamento dos negócios.

Tecnologia de menos e complexidade demais

Ao falar sobre cadeia estendida, vale lembrar o papel da tecnologia em apoiar a área de supply chain a ganhar confiança e gerar valor para os envolvidos no processo – do varejista ao parceiro. Afinal, as mais recentes inovações são a prova disso.

Nuvem, Big data, Internet das Coisas, Business Intelligence e Analytics estão aí para apoiar empresas tradicionais de setores sensíveis, como o varejo, automotivo, eletro e eletrônico, que fazem a locomotiva Brasil girar e esbarram em processos lineares da gestão da cadeia de suprimentos. Essas tecnologias permitem analisar o cenário em que as empresas estão inseridas, melhorar a visibilidade de todos os processos produtivos da cadeia, e até prever quais imprevistos podem gerar improdutividade e atrasos. Dessa forma, as organizações conseguem dimensionar melhor o fluxo de trabalho, além de ter uma visão abrangente do processo como um todo.

Não resta dúvidas que embora o conceito de cloud computing já pareça estar bem popularizado no setor corporativo, ainda há muito para acontecer, principalmente porque as soluções em nuvem podem aumentar – e muito – a produtividade do setor. Uma pesquisa recente divulgada pela GlobalData mostra que a nuvem pode aumentar a eficiência operacional entre 45% e 87%. O estudo com mais de 300 CIOs de todo o mundo também afirma que 67% querem otimizar suas operações sem comprometer a entrega de seus produtos e serviços.

A nuvem é apenas um passo para a transformação digital. Ainda há muito para fazer com analytics, business intelligence e machine learning na tomada de decisões estratégicas com base em análise de cenário e andamento do fluxo das operações. Por isso, as tecnologias podem:

Permitir que, por meio de plataformas integradas, as empresas tenham quase uma ‘torre de controle’, com melhor visibilidade, integração e disponibilidade de informações em tempo real;

Otimizar o tempo com automatização de cálculos e um planejamento simplificado. Isso permite que as empresas façam análises profundas e encontrem formas de inovar e transformar a gestão da sua cadeia de abastecimento;

O supply chain deve se adaptar à realidade das empresas com funções fáceis e configuráveis.

As empresas brasileiras que usam tecnologias tradicionais esbarram em problemas comuns, como a falta da capacidade analítica para enxergar seus processos produtivos de forma integrada.

A baixa produtividade e custos elevados causados por problemas em áeras específicas como logística e manutenção, nublam a visão das empresas sobre suas cadeias de suprimentos. Consequentemente, as empresas brasileiras presas nas formas tradicionais não têm a capacidade analítica para enxergar seus processos produtivos de forma integrada. Por isso, o momento certo para iniciar a transformação digital é agora, e se as empresas brasileiras precisam escolher um ponto de partida, que seja pela nuvem.

Gabriel Lobitsky, Diretor de Vendas da Infor para Sul da América Latina

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Futures Brasil debate os anseios dos consumidores em 2020

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A WGSN – autoridade global em análises e previsões de tendências – traz evento mais aguardado da marca ao redor do mundo, e inédito no Brasil: o Futures. Com “O Futuro do Consumo” em pauta, o evento, que acontece dia 27 de julho, na EBAC, vai reunir diversos especialistas e executivos para debater e mostrar quais serão as tendências que guiarão o mercado consumidor em 2020.

Antecipar-se ao que o consumidor irá procurar em alguns anos é fundamental para o negócio de qualquer empresa. Por isso, os temas a serem abordados relacionados ao futuro do consumidor serão: viver, curtir, se importar, conectar, aprender e ser.

Paul Coxhill, CMO da WGSN, ressalta a importância de um evento como esse para os negócios: “Como o objetivo do evento é identificar as tendências do consumo para os próximos 3 a 5 anos, o Futures será muito relevante para qualquer marca que queira antecipar-se às mudanças do comportamento do consumidor. Sabemos que o principal desafio das marcas – seja de pequeno ou grande porte – é continuar relevante para seus consumidores e sociedade, independente das mudanças sociais, culturais ou econômicas que aconteçam”.

Marcas de peso para o mercado brasileiro como, Spotify, BuzzFeed, Skol, Red Bull, Endeavor, Microsoft, iFood estão confirmadas e, além de seus executivos compartilharem perspectivas sobre o futuro por meio de palestras e painéis, irão apresentar também projetos, com os quais estão se preparando para o mercado em 2020. O intuito do Futures é inspirar os participantes a terem ideias e oferecerem soluções que atendam aos anseios dos consumidores em um futuro próximo.

Presente em sete cidades globais, Londres, Hong Kong, Nova Iorque, Melbourne, Cidade do Cabo, Dubai e São Paulo, a expectativa do Futures Brasil é receber 200 executivos entre diretores, vice-presidentes e CEOs das principais empresas atuantes no país.

“O Brasil é o maior mercado da WGSN na América Latina e São Paulo é uma das cidades-chave com um ótimo potencial de crescimento. Como um dos objetivos do Futures é unir todas as comunidades em que a WGSN atua, ter um evento dessa dimensão na capital paulista é uma ótima oportunidade de estarmos próximos de nossos clientes, parceiros e amigos, e dar a oportunidade a todos de praticar o networking e possíveis parcerias”, afirma Paul.

Em 2016, os eventos contaram com a participação de mais de 700 executivos que discutiram o futuro dos negócios no mundo. Para 2017, a expectativa é de mais de 1.200 participantes que compartilharão experiências e irão gerar insights para guiar o futuro das empresas no país.

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HID Global lança aplicativo para autenticação de transações online

A HID Global®, líder mundial em soluções confiáveis de identidade, anuncia o lançamento do aplicativo HID Approve , que transforma um dispositivo móvel em um autenticador de acesso remoto à rede das empresas ou transações bancárias digitais. A plataforma acrescenta um novo nível de confiança para que usuários façam transações seguras.

O aplicativo combina criptografia baseada em chave pública e tecnologia push para criar uma nova experiência para funcionários, clientes de bancos, varejistas, provedores de serviços de saúde e grandes organizações. Isso permite que os consumidores tenham mais confiança e um controle maior sobre quem está acessando as informações confidenciais.

Oferecendo capacidades de autenticação multifatorial, a nova solução da HID Global fornece segurança adicional aos métodos tradicionais de validação. O HID Approve aumenta a cibersegurança para empresas e negócios digitais, melhorando a satisfação dos clientes e funcionários.

“HID Approve vai transformar as transações digitais seguras de maneira semelhante ao que o Uber® fez com o serviço de transporte e as chaves móveis fizeram com o serviço de check-in digital nos hotéis”, disse Brad Jarvis, Vice-Presidente e Diretor Executivo de IAM Solutions da HID Global. “O HID Approve habilita os consumidores a proteger suas finanças, além de reduzir fraudes e demais riscos.”

A ferramenta é habilitada pela infraestrutura de autenticação ActivID® da HID Global. Em toda tentativa de transação ou acesso on line, o sistema de autenticação usa a tecnologia push para enviar uma notificação ao dispositivo móvel do consumidor para pedir uma aprovação. O usuário então desliza para a direita para aceitá-lo ou para esquerda para rejeitá-lo, exercitando a verificação simples, proposital e instantânea.

Opções de implantação:

Aplicativo Turnkey: ideal para que as organizações possam apresentar sua marca sem a necessidade de criar e manter um aplicativo personalizado.

Kit de Desenvolvimento de Software: integra os recursos do HID Approve em aplicativos corporativos existentes.

Esta plataforma inclui personalização de políticas de segurança e análise de dados. O sistema cria uma trilha de auditoria para as instituições financeiras e permite que as organizações cumpram regulamentos como o PSD2 (normas de segurança para pagamentos via internet). A nova solução também oferece o portfólio de senhas tokens da HID.

Com uma abordagem de segurança, essa aplicação móvel também cria o equilíbrio ideal entre segurança e usabilidade, além de apresentar uma nova maneira de equiparar os diferentes métodos de autenticação para melhor atender às necessidades de negócios e usuários.

O HID Approve faz parte do portfólio de gerenciamento de identidades da HID, que inclui soluções de autenticação como tokens, smartcards, soluções biométricas e tecnologia push, para garantir que as pessoas certas acessem as informações de forma confiável e segura. O aplicativo está disponível nas lojas virtuais da Apple Store, iTunes e Google Play.

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Muxi lança plataforma de meios de pagamento que permite receber bitcoins em máquinas POS

A Muxi, fintech líder em ofertas de plataformas para o mercado de meios de pagamento na América Latina, anuncia a apresentação oficial do muxiPay, solução revolucionária de pagamentos plug&play ofertada como PaaS (Platform as a Service), que permite, entre outras coisas, a captura de transações eletrônicas de criptomoedas, como o Bitcoin, em máquinas POS.

Eduardo Rocha, CEO Brasil da Muxi, informa que o novo produto também será capaz de aceitar transações contactless pela tecnologia de aproximação NFC (Near Field Communication) em smartphones Android, incluindo pagamentos alternativos, como cartões de vale-refeição e combustível, e de programas de fidelidade, além dos cartões de crédito e débito. “Nossa tecnologia proporciona a todos níveis de comercio varejista, desde as grandes redes globais até ao autônomo, como um vendedor de pipoca por exemplo, cobrar diretamente do smartphone dele, apenas com um toque no aparelho, recebendo um vale-refeição, pontos de milhas, cartões de crédito e, agora, até bitcoin”, pontua o executivo.

Outro ponto interessante é que a plataforma oferece a execução da aplicação de pagamento em um formato padronizado em vários tipos de hardwares. “Trata-se de uma tecnologia inovadora, até mesmo a nível mundial, que roda da mesma maneira em terminais POS, smartphones, tablets, desktops e e-commerce. Ela chega ao mercado com intuito de atender de maneira completa as necessidades de adquirentes, subadquirentes e gestores de terminais de pagamento”, argumenta.

O executivo explica ainda que o muxiPay já conta com a certificação da Global Payments, companhia líder mundial em soluções de pagamento, sediada nos Estados Unidos. “Também pretendemos anunciar, em breve, a conclusão do processo de certificação com um dos principais adquirentes presentes no mercado brasileiro, assim como o início do mesmo processo com os novos players do mercado”, complementa.

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Peso de visitantes gera energia no Kennedy Space Center

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Um conjunto de sete azulejos foi posicionado na praça de entrada do complexo de visitantes do Kennedy Space Center e está dando o que falar. Quando uma pessoa fica parada em uma das placas, as luzes se acendem: significa que o corpo está produzindo energia!

O motivo é que esses azulejos não são comuns, foram desenvolvidos a partir da tecnologia da “Piezo eletricidade”, semelhante às balanças de peso: a pressão sobre determinada superfície gera energia! Além de estarem aprendendo sobre energia renovável, os visitantes se sentem parte dos avanços científicos e, através da diversão, sentem vontade de apoiar os desenvolvimentos para pensar nas alternativas de fontes de recursos para o planeta.

Falar apenas de teorias e ideais para o consumo consciente pode não ser o suficiente para a conscientização das gerações futuras. Por isso que investir na teoria e vivência, pode ser uma boa alternativa. Eventualmente, esses azulejos piezoelétricos serão instalados em todo o complexo do Kennedy Space Center.

Os ingressos para o Kennedy Space Center podem ser adquiridos no Brasil por meio de agências de viagem ou site do Complexo. Além de aproveitar atrações curiosas como essas, é possível adquirir pacotes para almoçar com astronautas.

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Empresas terão que divulgar informações sobre a aplicação das práticas de governança

O Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) apoia e parabeniza a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) pela edição da Instrução 586. Segundo a CVM, a principal novidade trazida pela Instrução 586 consiste na incorporação, à Instrução 480, do dever das companhias de divulgar informações sobre a aplicação das práticas de governança previstas no Código Brasileiro de Governança Corporativa – Companhias Abertas. A regra se aplica aos emissores registrados na categoria A, cujas ações ou certificados de depósito de ações sejam admitidos à negociação em bolsas de valores.

Para o IBGC, o texto da nova instrução demonstra sensibilidade e equilíbrio da direção e equipe da CVM em responder as principais inquietações dos usuários do mercado brasileiro de capitais – manifestadas durante o período de audiência pública –, assim como o compromisso do regulador com a proteção e a evolução constante de um segmento estratégico para o desenvolvimento econômico e social do país.

“O acolhimento do Código Brasileiro de Governança Corporativa – Companhias Abertas pela CVM deve ser celebrado como oportunidade para o país sinalizar e promover um avanço significativo em direção às melhores práticas”, afirma Emilio Carazzai, presidente do Conselho de Administração do IBGC.

Carazzai explica, ainda, que ao inserir em suas normas o dever dos emissores de divulgar informações sobre as recomendações de governança previstas no Código Brasileiro de Governança Corporativa – Companhias Abertas (Código), a CVM premia um projeto concebido pelo próprio mercado, representado pelas entidades reunidas no Grupo de Trabalho Interagentes (GT Interagentes) – coalização de entidades ligadas ao mercado de capitais que o IBGC tem a honra de liderar[1].

De acordo com o presidente da CVM, Leonardo Pereira, o modelo “pratique ou explique”, seguido pelo Código Brasileiro de Governança Corporativa – Companhias Abertas, reconhece que não há referência única de governança, o que gera uma reflexão e autoavaliação das companhias sobre suas próprias práticas.

“A assimilação do Código à Instrução 480 prevê o dever das companhias de esclarecer e explicar aos investidores o seu grau de aderência às práticas, de forma completa, verdadeira, consistente e sem induzi-los ao erro. Caberá aos próprios investidores avaliar se a estrutura de governança é ou não adequada, com base nessas informações”, explica Pereira.

Para o IBGC, a atração de investimentos para o Brasil depende, além da melhora dos fundamentos econômicos, da reputação e da confiança depositada nos agentes do mercado de capitais, aspectos altamente influenciados pela qualidade das práticas de governança e dos instrumentos de proteção a acionistas.

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Desenvolva rápido ou esteja atrasado sempre Por Bruno Torres

Dentro do mercado atual é um clichê falar em desenvolvimento constante, isso acontece, pois, nenhuma empresa quer ficar estagnada ou ver os concorrentes ganhando seu mercado. Entretanto, quando levamos esse cenário para empresas de tecnologia, precisamos discutir sobre como o desenvolvimento precisa ser veloz e assertivo, pois caso não aconteça dessa forma, você estará atrasado sempre, gastando investimentos e se mantendo atrás dos demais players do mercado.

O que você deve pensar é que seu ritmo de evolução, seja em áreas como tecnologia, marketing, comercial ou afins, precisa ser otimizado, deve-se pensar na evolução da solução antes mesmo dela ser finalizada. Desta forma, sua equipe se mantém em evolução constante e seu produto em movimento para surpreender seu “cliente” regularmente.

Busque colocar os prazos certos em sua operação, pois caso eles sejam muito extensos, irão jogar contra você mesmo que sua equipe consiga cumprir os prazos corretos. Entenda que com a evolução tecnológica que temos atualmente, a tendência é você sempre estar atrasado, então se os prazos não condizem com a necessidade, você sempre estará alguns passos atrasado.

Busque evoluir de forma rápida, inteligente e que ataque as necessidades de seus clientes. Isso vai colocar sua empresa em um cenário promissor e que irá destacar ela. Esse pensamento diferenciado poderá te ajudar a corrigir erros mais rápidos e realizar inovações constantes, podendo até abrir as portas para uma revolução.

Bruno Torres, diretor de marketing da CargoX.

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O que há por trás dos bots? – Por Bruno Dalla Fina

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O boom de bots chegou para ficar! Essa palavra está na boca de todos, mas…O que realmente sabemos sobre eles? Funcionam como imaginamos?

Embora seja uma tecnologia que já existe há muito tempo, com os últimos anúncios das principais plataformas de mensagens apostando cada vez mais em seu uso, os bots têm ocupado uma posição importante, que vai além das empresas e qualquer usuário quer criar o seu.

No que você pensa quando ouve falar de bots? Algo cool, divertido, super inteligente, que sabe tudo e entende todos os seus pedidos? Bom, é o mesmo que eu imagino, mas para não cair na frustração entre o que você tem em mente e o que a realidade te mostra, quero compartilhar o que você precisa saber para criar um bot ideal.

Um bot não é apenas um simples robô que procura palavras-chave e que pode interpretar um comando para apresentar uma resposta. Um bot é muito mais que isso e contempla vários aspectos. É uma solução de software cuja principal função é atender e resolver, da forma mais eficiente possível, as consultas, necessidades e intenções das pessoas em todos os canais digitais, de maneira automática e mantendo uma conversa natural. Posso resumir em três conceitos o que é necessário para ter uma experiência de sucesso com um bot:

Empatia – Conhecimento – Ações

A empatia é a capacidade de entender ou sentir o que o outro está vivenciando. Dessa forma, a primeira coisa que um bot precisa ter é uma personalidade que tenha os valores e o estilo que você deseja transmitir, que as pessoas interagindo com esse robô possam se identificar com ele. Seu bot deve ser rápido, cool, inteligente e usar as palavras que seus seguidores esperam. Nunca se esqueça de oferecer conteúdo para interações básicas e elementares, como cumprimentos em geral, demonstrações de afeto e, até mesmo, respostas criativas para os insultos.

O conhecimento é o total de informação e dados acumulados por meio da experiência ou do aprendizado. O valor qualitativo dessa capacidade é fundamental. Se o bot tem um conhecimento preciso da empresa, pode oferecer a informação correta ou a solução desejada já na primeira interação. E se além disso, o bot também tem acesso aos dados do usuário, pode oferecer uma experiência personalizada, usando as informações de cada cliente. Todos contamos com esse conhecimento, é tudo questão de saber usá-lo.

As ações são atitudes ou processos que resultam em atividade, movimento ou mudança de estado ou situação. Um bot ideal deve ser capaz de agir pelo usuário, utilizando recursos adicionais para resolver o problema, inquietação, dúvida, ativar os produtos ou qualquer tipo de ação que ajude a oferecer uma experiência cada vez melhor. Os bots devem ser capazes de se integrarem a qualquer tipo de sistema, a qualquer aplicação e de incorporar qualquer complemento adicional que marque uma diferença e uma verdadeira experiência no usuário.

Todos contamos com a possibilidade de reunir essas habilidades e criar bots incríveis, mas é tão grande o entusiasmo para invadir o mundo dos bots que acabamos deixando de lado o mais importante: Seria o tempo o responsável por mostrar que os bots realmente funcionam? Podemos esperar pelos resultados ou fazer alguma coisa para vê-los hoje.

Bruno Dalla Fina é courtry manager da Aivo, empresa que propõe uma nova experiência de relacionamento com os clientes nos canais digitais.

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Solução da Horizons permite tráfego de dados com segurança e contra invasão

A interceptação de dados está entre os problemas mais graves causados pela utilização de conexões de internet abertas e desprotegidas. Ao trafegar pela rede sem proteção, o usuário fica vulnerável a ataques de hackers que, na maioria dos casos, monitoram e se apoderam de informações financeiras, operacionais e sigilosas de pessoas e empresas. Os ambientes virtuais exigem uma blindagem para evitar brechas na segurança e soluções mais inteligentes de defesa contra ameaças e atividades maliciosas, além de ferramentas para identificar ataques e abordagens de invasão.

No meio corporativo é comprovado que, ao adotar estratégias para aumentar a segurança dos dados e informações, as chances de acontecer ciberataques, que afetam todos os segmentos da economia e provocam perdas financeiras consideráveis, são reduzidas significativamente. “Portanto, é necessário conscientizar os usuários sobre a necessidade de proteção adequada dos dados trafegados na rede e que impeça a atuação dos cibercriminosos”, acentua Ricardo Montanher, diretor de vendas da Horizons, especializada em telecomunicações e tecnologia da informação.

Para oferecer segurança e estabilidade nas redes de dados de uma empresa, a Horizons desenvolveu o My Web, serviço que disponibiliza uma rede privativa (VPN), permitindo a troca de informações entre seus colaboradores e que os dados do negócio trafeguem com proteção. “E essa é a solução estratégica e perfeita para a organização que deseja interligar diferentes unidades da mesma empresa em uma rede com velocidade e segurança”, coloca Montanher. Com esse processo, o usuário cria uma espécie de “túnel” na internet, impedindo a intercepção de hackers.

O My Web estabelece acesso dedicado 100% em fibra ótica e a possibilidade de interligar dois ou mais pontos. “A segurança é garantida em um ambiente virtual exclusivo, com tráfego de dados ilimitado e preço mensal fixo, além disso, a velocidade é de 2 Mbps a 1 Gbps”, detalha Montanher. Outra vantagem da contratação da ferramenta da Horizons é o suporte técnico 24 por dia, 7 dias por semana e com atendimento em até 4 horas a partir da solicitação”.

Todas as soluções fornecidas pela Horizons têm foco no segmento corporativo e são desenvolvidas com estratégia, qualidade e customizadas, com atendimento direto e exclusivo. A empresa é referência nos serviços de conexão à internet, wireless, rede de dados, serviços de voz, cloud computing e gerenciamento em segurança, através de redes de fibra óptica.
“O perfil dos nossos clientes são organizações que necessitam de serviços de telecom com disponibilidade, qualidade e atendimento personalizado”, observa Montanher.

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