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Startups brasileiras podem ser escolhidas parceiras de uma das maiores siderúrgicas do mundo

A Vallourec Soluções Tubulares do Brasil, preocupada em desenvolver a cultura da inovação, está em busca de startups e empreendedores capazes de desenvolver soluções na área de data science, focadas em melhorar ou desenvolver novos serviços para os clientes do grupo. Denominado Vallourec Open Brasil, o programa vai selecionar startups que terão a oportunidade de desenvolver um projeto em conjunto com a Vallourec, recebendo a mentoria de profissionais, imersão e treinamento na empresa, além de acesso exclusivo à rede de fornecedores e clientes Vallourec. Poderão participar startups de base tecnológica do Brasil ou empreendedores individuais.

Para realizar a inscrição, as startups deverão realizar o download do formulário disponível no site www.vallourec.com/br. Uma vez preenchido o formulário, ele deverá ser encaminhado para vallourecopenbrasil@vallourec.com no período de 1º a 30 de junho. A lista das startups selecionadas será divulgada no dia 14 de julho.

Na segunda etapa da seleção, as startups selecionadas na Fase 1 deverão enviar um vídeo pitch de no máximo 5 minutos no formato MP4 com uma apresentação da empresa e uma proposta de projeto na área de Data Science voltada para a Vallourec. Os vídeos devem ser enviados no período de 14 de julho a 4 de agosto e não deverão exceder o tamanho de 2GB.

No máximo 10 startups serão selecionadas, com base na adequação às atividades da empresa e ao tema proposto, capacidade técnica para desenvolvimento do projeto, criação de soluções inovadoras e currículo dos integrantes (Lattes ou Linkedin). O resultado da seleção será divulgado no site no dia 18 de agosto.

Imersão e prática – Em setembro, as startups selecionadas participarão de uma etapa de imersão no Centro de Competências da Vallourec, no Rio de Janeiro, onde terão acesso a informações relacionadas ao negócio e aos processos da empresa para construir uma proposta de trabalho em conjunto com a Vallourec. As selecionadas terão ajuda de custo para essa atividade, que terá duração de cinco dias.

As propostas desenvolvidas serão apresentadas no dia 18 de setembro, para gestores nacionais e internacionais da empresa, que vão avaliar e selecionar até duas das melhores propostas. Os vencedores terão a oportunidade de implantar a sua proposta com a orientação dos profissionais da Vallourec. Mais informações podem ser obtidas no edital disponível em www.vallourec.com/br.

Sobre a Vallourec – A Vallourec é líder mundial em soluções tubulares Premium, fornecendo principalmente para os mercados de energia (Óleo & Gás, Geração de Energia). Sua experiência estende-se também ao setor industrial (incluindo Mecânico, Automotivo e Construção). Com usinas integradas em mais de 20 países e um avançado setor de Pesquisa e Desenvolvimento, a Vallourec oferece aos seus clientes soluções inovadoras em todo o mundo para responder aos desafios energéticos do século 21.

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Falta de comunicação é a principal causa de problemas no ambiente corporativo

O desenvolvimento de competências e atividades numa empresa é sempre filtrado pela comunicação entre as pessoas. Por isso, não surpreende que uma pesquisa da Harvard Business School tenha constatado que 70% dos problemas das empresas estão ligados, direta ou indiretamente, a problemas de comunicação. Afinal, a comunicação está embebida em liderança, planejamento, finanças, treinamento, cooperação, compras, vendas, em tudo que fazemos. Pensando nessa dificuldade crescente nas corporações, a Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística (SBPNL) – pioneira em programação neurolinguística (PNL) no Brasil – desenvolve programas de treinamento customizados, diagnosticando e criando soluções caso a caso.

Entre os pontos mais afetados por essa má gestão da comunicação, estãoa capacidade de gerenciar pessoas (entendendo e respeitando cada indivíduo); o bom relacionamento entre os interlocutores; saber expressar posicionamentos com clareza (o que gera credibilidade na equipe), criatividade na solução de problemas, entre outros. “Esses são alguns aspectos que quando desenvolvidos, adequadamente, evitam retrabalho, acomodação dos membros da equipe, melhor distribuição de tarefas e um ambiente de diálogo aberto entre colegas e, entre a equipe e seu líder”, afirma Gilberto Cury, presidente da SBPNL.

A programação neurolinguística é um conjunto de ferramentas e técnicas de comunicação, por meio do qual se levam muito em consideração fatores que determinam a inteligência emocional de um indivíduo, sua sensibilidade, capacidade de percepção, intuição e flexibilidade, permitindo que possamos aprender e modificar modelos de comunicação interpessoal e intrapessoal em pouco tempo e de maneira eficaz. Permite, também, o autoconhecimento, que gera maior inteligência.

A qualidade do sucesso na liderança, por exemplo, depende da qualidade das habilidades pessoais de se comunicar e da qualidade da relação durante o processo comunicativo. É importante expressar nossos posicionamentos e objetivos com clareza, gerando uma atmosfera de confiança, com habilidade para influenciar nosso interlocutor.

Saber reconhecer sinais verbais e não verbais, distinguir qualidades de voz e entonação, conhecer estratégias e modelos de negociação, utilizar a criatividade para a solução de problemas, são alguns dos caminhos que a PNL oferece.

Assim, é preciso aproveitar as diferentes formas de pensamento para fortalecer a equipe e isso só se consegue por meio de uma gestão adequada, ou seja, por meio da comunicação efetiva. Para tanto, é preciso desenvolver essa capacidade, tanto na gerência, quanto nos colaboradores, fazer com que todos assimilem essa necessidade. Mas, não basta simplesmente falar, é preciso, realmente, se fazer entender. “É justamente oferecendo as ferramentas certas para cada indivíduo que a PNL auxilia o grupo e, consequentemente, a empresa a prosperar”, finaliza Cury.

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Escolha certa da plataforma de IoT é crucial para sucesso de um projeto – Por Luiz Carlos Faray

Oi_Luiz Carlos Faray

A Internet das Coisas promete ser a nova revolução do mercado nos mais variados setores, transformando os negócios em proporções ainda desconhecidas. Mesmo os mais céticos admitem que os sensores irão transformar nosso cotidiano e a forma como as empresas fazem negócios em modelos que ainda não foram vislumbrados. Agora, conectar bilhões de dispositivos, (as previsões falam em 50 bilhões até 2020) vai exigir maior performance das plataformas para que permitam tirar o máximo dos “smart objects”, tendo em vista que esses devices serão muito simples, baratos e terão poucos recursos. A plataforma de IoT é o elemento chave desse jogo e escolher a plataforma certa pode fazer muita diferença no futuro. Nesse artigo, será apresentada uma visão sobre alguns aspectos que devem ser considerados na escolha de uma plataforma de IoT.

Embora algumas arquiteturas considerem um modelo de conexão local com a plataforma usando servidores dedicados, os modelos em Cloud devem prevalecer, pois economicamente são mais viáveis, além de oferecer toda a elasticidade e flexibilidade que a nuvem proporciona na conexão das coisas. Assim, a nuvem pública (ou híbrida) deve ser o local apropriado para a coleta dos dados, processamento, armazenamento, análise e interface das pessoas com as coisas, de modo a maximizar o retorno. Ainda assim, o volume de conexões será tão elevado que seria tecnicamente impossível enviar todos os dados gerados nos sensores diretamente para o processamento na nuvem. Portanto, deve existir um processamento distribuído com filtros e análise dos dados realizada localmente antes do envio para nuvem, otimizando assim o consumo e custos da conectividade. A este tipo de processamento local chamamos de FOG (neblina) Computing. Como em IoT a maioria das aplicações será de missão crítica, esta capacidade de processar rotinas localmente preserva a operação, mesmo em condições de instabilidade dos links de conexão. Dessa forma, entendo que a plataforma ideal deve suportar as duas possibilidades, com processamento em nuvem e distribuído para aproveitar os benefícios de ambos os cenários.

As questões relativas à segurança e privacidade dos dados estão entre as maiores preocupações das empresas. Essa preocupação é natural, uma vez que muitos dados estratégicos passam a fluir pelos sensores e podem gerar muitos prejuízos se forem utilizados de forma indevida ou ilegal. Imagine se os dados de volume de clientes que passam em frente a uma determinada loja bem como os dados da fração deles que decidem entrar nesta loja caem nas mãos do concorrente. As plataformas devem prever total controle e “ownership” dos dados e é prioritário que implementem algum mecanismo robusto de criptografia.

Existem no mercado, plataformas abertas (Open Source) e proprietárias. As plataformas Open Source tendem a mais ser promissoras pelas possibilidades de integração que as aplicações “open” proporcionam e pelos requisitos que o ecossistema de IoT vão demandar. Esse é tema é ainda nebuloso na indústria com o surgimento quase que diário de muitas plataformas abertas como FIWARE, IoT-Framework entre outras.

Outro ponto relevante a ser considerado na decisão sobre uma plataforma de IoT é disponibilidade de um marketplace. Isso tornará mais fácil a vida dos desenvolvedores, de modo a integrar funcionalidades e automações já desenvolvidas em “pacotes”. O uso de “bots” e inteligência artificial através de uma simples aquisição via marketplace aumentará muito o potencial das novas aplicações. A disponibilidade de APIs (Application Programming Interface) é um elemento essencial. A oferta de bibliotecas de APIs pode aumentar muito a usabilidade e integração dos dados das plataformas e aplicações das empresas, tirando o máximo proveito da Intenet das Coisas.

Concluindo, é recomendável uma plataforma de IoT que (1) que suporte à integração de diferentes hardwares, (2) que opere em Cloud com processamento distribuído, (3) implemente eficientes mecanismos de autenticação, gestão de identidades e criptografia dos dados das coisas, (4) utilize padrão Open Source, (5) disponibilize um ecossistema de aplicações voltados para IoT no marketplace e por fim (6) possuir um conjunto generoso de API tornando a adoção de IoT muito simples e com benefícios para negócios muito mais.

Luiz Carlos Faray, diretor de TI do B2B da Oi e membro do grupo de pesquisadores do Projeto IoT do GVcia

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Indústria 4.0 no setor farmacêutico: fique de olho nesta tendência

Devido a sua alta variedade de produtos, a Indústria Farmacêutica é sem dúvida uma das mais complexas. Por isso, manter um controle seguro e preciso é essencial para evitar problemas indesejados no futuro, incluindo altos custos com o gerenciamento dos processos fabris.

Com a chegada da Internet das Coisas, já é possível enxergar um mundo cada vez mais participativo por meio da integração dos mais diversos dispositivos. A Indústria 4.0 é realidade a partir da aplicação da IoT em seus mais variados segmentos industriais, automotivos, de energia e, também na área da saúde. “O nosso grande desafio é que o tema Indústria 4.0 ainda é relativamente desconhecido no Brasil, desta maneira, existe uma infinidade de oportunidades a serem exploradas”, revela Gabriel Salvate, gerente de vendas da Telit, líder global em Internet das Coisas.

O especialista explica que, em especial no setor farmacêutico, a utilização da tecnologia permite um bom monitoramento de intercâmbio de dados do processo produtivo de uma maneira que otimize o processo. Além disso, por meio da tecnologia, é possível que exista maior interação entre todos os elementos da cadeia de produção e distribuição. Devido a suas inúmeras aplicações, as diversas vantagens que a Indústria 4.0 proporciona devem ser mais exploradas por este setor.

Não à toa, a Indústria 4.0 será um dos temas de destaque no Sindusfarma, que será realizado nos dias 05 e 06 de junho, na própria sede da entidade, em São Paulo. No primeiro dia de evento, às 14h45, o executivo ministrará a palestra “A Indústria 4.0 e a integração horizontal da indústria farmacêutica” que, por sua vez, abordará os conceitos básicos sobre a atual Indústria 4.0 no setor farmacêutico, além de trazer alguns cases de sucesso ao redor do mundo.

SINDUSFARMA – WORKSHOP: A INDÚSTRIA FARMACÊUTICA E A ERA DAS TECNOLOGIAS EXPONENCIAIS – INDÚSTRIA 4.0

Data: 05 e 06 de junho de 2017

Local: Rua Alvorada n°1280 – Vila Olímpia

Palestra: A Indústria 4.0 e a integração horizontal da indústria farmacêutica

Data da palestra: 05 de junho de 2017

Horário: 14h45

Para mais informações, acesse: http://www.sindusfarma.org.br/newsletter1351.html

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Estudo da Capgemini com MIT define nova era da colaboração com consumidores

O mais novo estudo realizado pela Capgemini em parceria com o MIT Initiative on the Digital Economy (IDE) identifica uma nova abordagem na gestão da experiência com o consumidor, definida pelo conceito de Intercâmbio Colaborativo (da sigla CX ou Collaborative Exchanges[1], em inglês). Com base em quase dois anos de pesquisas, realizadas com as principais organizações focadas em consumidores (B2C) e a partir de uma análise quantitativa com esse público, o relatório mostra uma mudança na forma como as empresas interagem com os consumidores na economia digital, na qual a gestão da experiência com o consumidor não está nem nas mãos das companhias e nem nas do cliente final, mas é negociada em intercâmbios colaborativos.

O novo relatório, ‘From UX to CX: Rethinking the Digital User Experience as a Collaborative Exchange’, (em português, ‘De UX a CX: Repensando a experiência do usuário digital como um intercâmbio colaborativo’), é parte de um trabalho conjunto de seis anos entre a Capgemini e o MIT para ajudar as organizações a obterem sucesso em sua transformação digital e fornecer melhores práticas.

Esta nova forma de colaboração com os consumidores tem duas dimensões principais: a participação ativa do consumidor na cadeia de valor de uma organização e a extração de mais informações em cada ponto de contato para personalização de produtos e serviços.

Mercado de Participação: se concentra na forma como as empresas geram valor compartilhando atividades internas, ao mesmo tempo em que satisfazem uma necessidade do consumidor. Companhias que começaram a colaborar com os clientes finais descobriram que eles querem se engajar, falar sobre suas experiências e apreciam quando são consultados.

Mercado de Informação: foca na forma como as marcas entregam por meio de informações colhidas direta ou indiretamente. Desta forma, se os dados são utilizados para beneficiar o consumidor ou para oferecer uma experiência personalizada, eles estarão dispostos a fornecer seus dados pessoais.

Atualmente, os consumidores podem se envolver em diversos níveis ao longo da cadeia de valor de uma empresa de pesquisa e desenvolvimento de produtos, por meio da criação de conteúdo e dos serviços de logística. Ao mesmo tempo em que as organizações tornam-se capazes de reunir informações em cada ponto de contato com o consumidor para levantar ideias e informações. A combinação de decisões estratégicas em torno do nível de participação e do fluxo de informações resulta em uma troca colaborativa bem sucedida.

“Todo debate em torno do desenvolvimento de algoritmos que sejam capazes de melhor compreender e prever as preferências do consumidor parecem sugerir que o futuro da experiência do cliente final se encontra na ciência dos dados em si. Porém, o envolvimento do consumidor deve ser entendido pela experiência vivida por ele e também está sujeito aos estudos da ciência comportamental. As organizações devem estar atentas ao elemento humano quando se trata de experiência do usuário para trabalhar lado a lado com os consumidores e assim criar intercâmbios colaborativos”, defende Renée Gosline, professor assistente e principal pesquisador do MIT Sloan School of Management.

Quatro arquéticos de intercâmbios colaborativos com consumidores surgem na intersecção de duas dimensões que ajudarão as empresas.

• Âncoras: coletam informações sobre seus usuários, abrindo sua cadeia de valor para a participação compartilhada;

• Colegas: trabalham lado a lado com seus consumidores para que a participação compartilhada e as informações do usuário sejam alavancadas de modo a melhorar a experiência do cliente final;

• Consultores: aproveitam informações sobre seus consumidores, mas mantêm o controle sobre qualquer participação;

• Diretores: coletam informações e prestam serviços baseados na participação controlada dos consumidores.

Para criar uma troca bem sucedida, tanto as empresas quanto os consumidores devem estar dispostos a abrir mão de parte do controle para permitir uma participação positiva e o compartilhamento de informações. Entender o fluxo bidirecional de engajamento e como os consumidores se beneficiam da permuta é essencial para cultivar uma troca colaborativa. O engajamento dos consumidores deve ser entendido não apenas em termos de quantidade ou valor extraído pela empresa, mas pela experiência vivida pelo consumidor. Obter o equilíbrio certo é fundamental para criar uma relação de ganha-ganha nessa troca.

Intercâmbios colaborativos em um mundo digital exigem que as empresas não dependam apenas da ciência de dados, mas que desenvolvam um arsenal paralelo de ciência comportamental. A análise granular precisa ser equilibrada com foco na empatia. Desenvolver uma compreensão abrangente dos comportamentos, valores e sentimentos humanos permanecerá, na economia digital, tão importante como sempre foi.

“Os profissionais de marketing sabem que o sucesso de suas ações está na análise, nos algoritmos e na inteligência artificial. É claro que isso é muito importante. Mas o que vemos claramente a partir desta pesquisa é que, na economia digital, o elemento humano se mantém mais importante do que nunca. Uma vez que as marcas forem capazes de encontrar o equilíbrio entre a análise de dados e a ciência comportamental, conseguirão conduzir relações com ganhos mútuos no intercâmbio com seus consumidores”, explica Didier Bonnet, vice-presidente executivo da Capgemini Consulting.

Relatório completo: https://www.capgemini-consulting.com/resources/collaborative-customer-exchanges

[1] CX (Collaborative Exchanges) ou Intercâmbios Colaborativos: o conceito é uma nova abordagem para a gestão da experiência do cliente com mais recompensas para empresas e consumidores.

Metodologia da pesquisa da Capgemini e do MIT Research

O relatório desta pesquisa apresenta um framework para decidir quando e como as experiências dos consumidores podem se transformar em intercâmbios colaborativos por meio de pontos de contato mediados digitalmente na cadeia de valor da empresa. Este quadro, combinado à análise quantitativa e qualitativa, é baseado em resultados de eventos e sentimentos (envolvendo milhares de comentários de clientes e tweets), além de entrevistas com executivos e estudos de casos observados.

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A experiência do consumidor e a ruptura digital – Por Carolina Lemos

Segundo projeção da FGV, em outubro deste ano o Brasil contará com um smartphone por pessoa, contra a nem tão antiga realidade dos telefones fixos tão usados nos anos 90. Com esse rápido avanço e massificação da tecnologia, as expectativas de interação dos consumidores com as empresas consistem em atendimento personalizado, por seu canal preferido, a qualquer momento, em qualquer lugar. Mas como as organizações podem atender a essa demanda e entregar uma experiência do consumidor condizente com as suas aspirações?

O que ainda se vê, em muitos casos, são contatos realizados pelo canal inadequado, no momento inoportuno e com a mensagem errada para determinado consumidor, mas sabemos que alcançar uma interação omnichannel personalizada é importante para o sucesso das empresas e que elas já estão — ou deveriam estar — investindo em tecnologia para suportar esse objetivo.

As oportunidades para implementar processos digitais automatizados na interação com o consumidor estão por todos os lados: nos analíticos de vendas, que podem produzir insights sobre comportamento do consumidor e determinar as ofertas que devem ser feitas a cada um deles, quando e como fazê-las; analíticos de interação, feedback do consumidor e suporte, que podem ajudar a entender a resposta aos contatos feitos e recebidos, e como lidar com ela de maneira rápida e efetiva.

Em um cenário de alta complexidade organizacional, somado à necessidade de velocidade e personalização, reagir em tempo real e do modo desejado pelo consumidor é crucial para que ele escolha a sua empresa e não o seu concorrente e, em última instância, você possa alcançar o Santo Graal dos negócios: fidelizá-lo, vender mais para ele e torná-lo um promotor ativo da sua marca. A automatização da tomada de decisões promete contribuir com essa demanda, ao proporcionar agilidade, consistência e a possibilidade de realizar testes que vão gerar um aprendizado sobre a interação com o consumidor, onde se emprega a tecnologia de machine learning.

Analíticos prescritivos são chave para uma gestão de decisões automatizada. Mas afinal, o que eles são? Há uma gama de analíticos, que podem basicamente ser compreendidos como aqueles que lidam com a experiência passada — os chamados descritivos (o que aconteceu?) e os diagnósticos (por que aconteceu?), e analíticos que oferecem insights futuros preditivos (o que vai acontecer?) e prescritivos (o que devo fazer?). Através de uma plataforma robusta end to end, é possível trabalhar com dados, analisá-los, transformá-los em decisões que serão colocadas em prática, aprender com elas por meio do já mencionado machine learning, e rapidamente aprimorar suas ações ao incorporar este aprendizado nas ações futuras.

Com o uso dessa tecnologia, estamos vendo uma transformação na interação com o consumidor, de decisões em silos para uma tomada de decisão ágil e integrada; de um tratamento padronizado para uma customização em massa; de uma postura reativa na experiência do consumidor para uma resposta em tempo real; de uma comunicação estática e centrada no canal para uma que é dinâmica, com foco no consumidor; de um engajamento ad hoc e insipiente para um tratamento do consumidor baseado em dados e mais bem planejado; e de uma estratégia confusa, de implementação inconsistente através do portfólio de produtos e canais de comunicação, para uma articulada de acordo com os objetivos corporativos e implementada de modo consistente em toda a empresa.

Traduzindo essa transformação para os negócios, o que os early adopters estão experimentando é um aumento nas taxas de reposta a ofertas e contatos com o consumidor, crescimento das vendas, melhores níveis de serviço, satisfação dos consumidores e o mais importante: promover a uma fidelização muito mais duradoura.

Carolina Lemos é gerente sênior de marketing na FICO.

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Siemens lança plataforma MindSphere no Brasil para conectar infraestruturas físicas ao mundo digital

A Siemens oficializou ontem durante o evento “Fazendo o Brasil avançar com engenhosidade” o lançamento de sua plataforma MindSphere no Brasil, um sistema operacional aberto para Internet das Coisas (IoT) baseado em nuvem que permite conectar máquinas e infraestruturas físicas ao mundo digital. “Com o MindSphere, a Siemens está fornecendo um sistema operacional aberto, baseado em nuvem, para a IoT. Nessa plataforma como um serviço (PaaS), aplicativos e serviços digitais podem ser desenvolvidos, operados e fornecidos”, afirma Renato Buselli, vice-presidente sênior da Divisão Digital Factory da Siemens.

No contexto de IoT um número cada vez maior de ativos de uma instalação fabril ou empresa estarão conectados e gerando um volume expressivo de dados. Estes dados podem ser rápida e eficientemente coletados, analisados e efetivamente usados para melhorar a disponibilidade e a performance de sistemas, a otimização da operação e do uso de recursos e da infraestrutura, com impactos positivos para o negócio.

Segundo Buselli, o MindSphere possibilita a identificação precoce de problemas potenciais em plantas fabris e instalações, monitoramento de serviços em qualquer lugar do mundo, reduzindo paralisações (downtime) pela otimização de programas de manutenção preditiva e viabilizando novos modelos de negócio. Fabricantes de máquinas, por exemplo, podem utilizar-se da plataforma para monitorar sua própria frota de máquinas ou mesmo oferecer como serviço ao seu cliente final.

Buselli ainda enfatiza que, ao gerenciar toda a cadeia de valor de dados de forma inteligente, o MindSphere transforma dados em conhecimento e este conhecimento aplicado em negócios bem sucedidos. “A Siemens acredita que o MindSphere contribuirá significativamente para acelerar as indústrias brasileiras na obtenção de níveis mais elevados de competitividade ”, afirma.

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Brasil avança no tema economia circular

O Brasil tem a chance de dar um grande impulso às pesquisas voltadas para suprimento, produção, consumo, reutilização e reciclagem de matérias-primas minerais. A Finep encerrou recentemente o recebimento de pré-propostas para o consócio ERA-MIN 2, em que vários países investem recursos em desenvolvimento e inovação tecnológica para transformação mineral, com enfoque na economia circular. Nesta fase, de um total de 94 coordenações mundiais de projetos, o Brasil lidera o maior número, 22.

De acordo com o edital, os projetos para o ERA-MIN 2 devem ser realizados em parcerias transnacionais entre empresas, entre Institutos de Ciência e Tecnologia (ICTs) ou entre empresas e ICTs. O pré-requisito é que cada consórcio conte com, no mínimo, duas instituições europeias. As propostas serão selecionadas por um comitê técnico e a previsão é que os projetos escolhidos iniciem no primeiro semestre de 2018.

No Brasil, é a Finep quem representa o consórcio e realiza o financiamento. Nesta chamada pública, o volume de projetos apresentados no País superou as expectativas. Somam pedidos de 9,4 milhões de euros de financiamento. O valor total destinado pela Finep às instituições brasileiras, no entanto, será de 750 mil euros.

Entenda melhor o conceito de economia circular

[embedyt] http://www.youtube.com/watch?v=4YOuLMDvxJU[/embedyt]

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Consultoria em transformação digital para bancos e scanners 5 em 1 são as novidades da Kodak Alaris para a Ciab Febraban 2017

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A Kodak Alaris Information Management, empresa global líder no Brasil em desenvolvimento de scanners e softwares inteligentes, levará para a Ciab Febraban 2017, que acontece entre 06 e 08 de junho, scanners e softwares inteligentes que garantem a transformação digital com automatização e rígidos padrões de segurança. São scanners futuristas capazes de digitalizar até 7.000 páginas por dia, conectar-se com dispositivos móveis e automatizar funções pós digitalização.

Além disto, a marca também levará o método Alaris IN2 Ecosystem, uma imersão na instituição financeira que possibilita a visão de toda cadeia geradora de dados (clientes ou administrativo) para a identificação de possíveis vulnerabilidades ou morosidade no acesso à informação, que pode emperrar uma análise mais detalhada na hora da tomada de decisão. A partir do diagnóstico é criada uma solução exclusiva, com scanners e softwares integrados, de acordo com o volume do recebimento de dados, necessidades de acesso, monitoramento necessário e transformação de legados. Com isso, as instituições financeiras terão toda a base digitalizada, com agilidade e inteligência, de acordo com as peculiaridades de cada processo.

Os principais scanners robotizados desenvolvidos para evoluir os processos de digitalização serão demonstrados, ao vivo, no evento. Os equipamentos integrados aos softwares possuem inteligência para automatizar funções pós digitalização, como transformar documentos em pdf, enviar o dado digitalizado para e-mails, pastas ou nuvem e ainda excluir definitivamente o dado digitalizado, caso seja categorizado de alta confidencialidade, tudo de forma automatizada. “Com esta inteligência da marca Kodak Alaris implantada nos scanners e softwares é possível reduzir a interferência humana em processos manuais e aproveitar funcionários para funções mais estratégicas”, ressalta Paulo Fernandes, diretor de desenvolvimento de negócios para a América Latina.

Confira os equipamentos da marca mais utilizados pelo mercado financeiro, que estarão na Feira Ciab Febraban 2017:

Scanner i940: No setor financeiro todo cliente preza pelo bom atendimento, pela agilidade e pela segurança que suas informações pessoais recebem desde o primeiro contato.
Pegar documentos pessoais e ir para uma sala distante do campo visual do correntista é uma conduta que vem gerando insatisfação. Pensando nisso, a Kodak Alaris desenvolveu o scanner i940, apropriado para a digitalização de documentos, cartões, carteiras de trabalho e outros dados pertinentes ao processo de abertura de contas ou solicitação de análise de créditos. Compacto e portátil, o scanner ocupa pouco espaço e pode ser instalado na mesa de atendimento para que todo o procedimento seja realizado sob o acompanhamento do cliente. Além da captura, faz a indexação e classificação de documentos financeiros.

Scanner i2620: O modelo i2620 combina operações simples a velocidade de alta performance. É compacto, porém chega a digitalizar até 7.000 folhas por dia e é indicado para operações recorrentes como captura de contratos e fichas de assinatura. As características mais expressivas do modelo são a agilidade na captura e automatização de processos pós digitalização. Com a tecnologia Smart Touch, o scanner pode executar até nove tarefas de digitalização diferentes com o toque de um botão, como criar PDFs, anexar documentos a e-mails ou enviar arquivos digitalizados para serviços de nuvem, tudo de forma automatizada.

Scanner i5650s: O scanner i5650s é uma verdadeira máquina robotizada para a digitalização de legados (documentos antigos em alto volume, como arquivo morto). O equipamento chega a digitalizar até 360 imagens por minuto e impressiona pela velocidade que captura o documento. A integração com o Capture Pro 5.4 permite a transformação digital de departamentos e empresas ao possibilitar o acesso digital compartilhado e monitorado; e a liberação de espaços, visando eficiência no acesso e segurança da informação. É indicado para a terceirização de gestão documental, documentos de retaguarda e transformação digital de arquivos.

Scanner i1150WN: Um scanner criado para a era da internet das coisas, com conectividade Wi-Fi que faz envios e recebimentos de comandos por computadores, tablets e smartphones. A facilidade da captura via web também é outro destaque da ferramenta, já que muitas vezes recebemos dados por e-mail e já queremos armazenar a informação no formato padronizado. Com inteligência aplicada, o modelo i1150WN possibilita o uso compartilhado do equipamento de computadores ou aplicativos móveis. Ideal para ser utilizado em bancadas, quando mais de um funcionário utiliza o equipamento. A integração com os softwares Scanmate, Info Input Express Mobile e Info Input Solution Mobile possibilita melhor aproveitamento da digitalização para transformação digital.

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Inteligência artificial: amiga ou inimiga da cibersegurança? – Por Derek Manky

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As estratégias de segurança precisam passar por uma mudança radical. Os dispositivos de segurança do futuro terão que entender e interoperar uns com os outros para reconhecer as mudanças no ambiente de rede, antecipar novos riscos, atualizar e aplicar políticas automaticamente. Os dispositivos devem ser capazes de monitorar e compartilhar informações fundamentais e sincronizar as respostas às ameaças detectadas.

Parece um tanto futurista? Na verdade, não é. Uma tecnologia emergente que vem recebendo muita atenção recentemente e estabelece as bases para tal abordagem automatizada é a Segurança de Rede Baseada em Intenções (or Intent-Based Network Security – IBNS). Esta tecnologia oferece visibilidade geral de toda a rede distribuída e permite que as soluções de segurança integrada se adaptem automaticamente às mudanças nas configurações de rede e mudem as necessidades, com uma resposta sincronizada às ameaças.

Estas soluções também podem dividir segmentos de rede de forma dinâmica, isolar dispositivos afetados e remover malwares. De maneira semelhante, novas medidas e contramedidas de segurança também podem ser provisionadas ou atualizadas automaticamente à medida que novos dispositivos, cargas de trabalho e serviços são incorporados ou movidos de ou para qualquer ponto na rede, incluindo dispositivos de usuários ou ambientes na nuvem. A segurança integrada e automatizada permite uma resposta abrangente à ameaça, muito maior do que a soma das soluções individuais de segurança que protegem a rede.

A inteligência artificial e o aprendizado de máquina estão se tornando aliados significativos na cibersegurança. O aprendizado da máquina será baseado em dados de dispositivos da Internet das Coisas e aplicações preditivas para ajudar a proteger a rede. Mas a proteção dessas “coisas” e desses dados, que são antigos alvos ou pontos de entrada de cibercriminosos, é um desafio por si só.

A qualidade da inteligência

Um dos maiores desafios de usar Inteligência Artificial e a aprendizagem de máquina está no calibre da inteligência. Hoje, a inteligência das ciberameaças está altamente propensa a falsos positivos devido à natureza volátil da IoT. As ameaças podem mudar em questão de segundos; uma máquina pode estar livre de ameaças em um segundo, infectada logo depois e livre novamente, em um ciclo completo de latência muito baixa.

Melhorar a qualidade de Inteligência contra ameaças é extremamente importante já que, as equipes de TI transferem cada vez mais controle para que a inteligência artificial faça o trabalho no lugar dos seres humanos. Este é um exercício de confiança que representa um desafio único. Como indústria, não podemos transferir o controle total para um dispositivo automatizado, mas precisamos equilibrar o controle operacional com a execução essencial a ser realizada por seres humanos. Estas relações de trabalho realmente farão com que a Inteligência Artificial e as aplicações de aprendizagem de máquina para defesa cibernética sejam realmente eficazes.

Ainda assim, persistem as falhas nas habilidades de cibersegurança; então, os produtos e serviços devem ser desenvolvidos com maior automação para correlacionar a inteligência contra ameaças e assim, determinar o nível de risco e automaticamente sincronizar uma resposta coordenada às ameaças. Frequentemente, é tarde demais quando administradores tentam resolver um problema, até mesmo causando um problema maior ou gerando mais trabalho. Isso poderia ser tratado automaticamente, utilizando o compartilhamento direto de inteligência entre produtos de detecção e prevenção, ou com mitigação assistida, uma combinação de pessoas e tecnologias trabalhando em conjunto. A automação também pode permitir que as equipes de segurança dediquem mais tempo aos objetivos comerciais, em lugar de dedicar esforços às demandas mais rotineiras do gerenciamento da cibersegurança.

No futuro, a IA na cibersegurança se adaptará constantemente à crescente superfície de ataque. Hoje, estamos ligando os pontos, compartilhando informações e aplicando esses dados aos sistemas. Os seres humanos estão tomando decisões complexas, que exigem uma correlação inteligente, que utiliza a inteligência humana. No futuro, um sistema de IA amadurecido poderia tomar decisões complexas por conta própria.

O que não é possível atingir é a automação completa; ou seja, passar 100% do controle para que as máquinas tomem todas as decisões a qualquer momento. Os seres humanos e as máquinas devem trabalhar juntos. A próxima geração de malwares “conscientes” usará a Inteligência Artificial para se comportar como um criminoso humano: realizar reconhecimento, identificar alvos, escolher métodos de ataque e evitar a detecção de forma inteligente.

Assim como as organizações podem usar inteligência artificial para melhorar sua postura de segurança, os cibercriminosos podem começar a usá-la para construir malwares mais inteligentes. O malware autônomo, assim como as soluções inteligentes de defesa, está guiado pelo conjunto de análise e inteligência ofensiva, tais como os tipos de dispositivos implantados no segmento de uma rede, fluxo de tráfego, aplicações que estão sendo usadas, detalhes de transações ou a hora do dia em que estas ocorrem. Quanto mais tempo permanece uma ameaça dentro de uma rede, muito mais capacidade de operar independentemente, misturando-se dentro do ambiente, selecionando ferramentas com base na plataforma que tem como objetivo e, eventualmente, tomando contramedidas baseadas nas ferramentas de segurança do lugar.

Está é, precisamente, a razão pela qual é necessário um enfoque em que as soluções de segurança para redes, acessos, dispositivos, aplicações, centro de dados e nuvem trabalhem em conjunto com um todo integrado e de colaboração, combinado com inteligência executável para manter uma postura forte em relação à segurança autônoma e defesa automatizada.

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Amdocs vence quatro premiações globais de inovação e negócios

Em 15 de maio, a Amdocs foi agraciada com dois dos principais prêmios “Leading Lights Awards” concedidos pela Light Reading, conceituada publicação do setor, em cerimônia de gala realizada em Austin, Texas (EUA). Vencedora na categoria “Outstanding Communications Technology Vision” (Marcante Visão Tecnológica de Comunicações), esse título posiciona a Amdocs como a empresa que possui a visão estratégica mais inovadora e transformadora para o setor de comunicações global baseada na nova plataforma Aia, que reúne tecnologias de próxima geração como: inteligência artificial, machine learning, fog networking, robótica, drones, realidade virtual ou aumentada e qualquer outro desenvolvimento que dê forma a um mundo 5G. Na mesma noite, a Amdocs venceu também a categoria “Best Deal Maker” (Melhor Negociadora) como reconhecimento à bem-sucedida aquisição simultânea de três empresas privadas estabelecidas em diferentes países. A compra da Vindicia, Brite: Bill e Pontis fizeram parte da estratégia da Amdocs que visa expandir seu portfólio digital e auxiliar, cada vez mais, os provedores de serviços a se transformarem para capturar o mundo dos serviços on-demand e do imediatismo digital.

Apenas uma semana depois, em 23 de maio, a empresa foi também vencedora em duas categorias na premiação da Global Telecom Business Innovation (GTB), ocorrida em Londres, Inglaterra. Os prêmios GTB são especialmente importantes para a Amdocs por serem resultado de uma apresentação conjunta conduzida pela empresa e seus clientes (Sprint, XL e Axiata). A Sprint e a Amdocs foram reconhecidas por seu inovador projeto PlanIT, desenvolvido em vários canais. Esta solução permite que os clientes da Sprint tenham total visibilidade e controle sobre a utilização de dados de contas individuais ou familiares com a mesma profundidade de um agente de “contact center”, onde e quando quiser, apenas usando um único widget. Já a inovação premiada no projeto XL-Amdocs gira em torno da experiência dos consumidores nas lojas da operadora. Trabalhando com a Amdocs, a XL conseguiu estender o canal de engajamento digital ao varejo e digitalizar a experiência da loja. Dessa forma, quando os agentes recebem seus clientes, eles já têm acesso a todas as informações para conduzir conversas personalizadas e minimizar o tempo de interação.

Saiba mais sobre a Amdocs e os prêmios nos links abaixo:

GTB Innovation Awards (Londres, 23 de maio)

And the GTB consumer-service innovation awards go to… XL Axiata, Sprint, and Amdocs!

Light Reading’s Leading Lights awards (Austin, Texas, 15 de maio)

Amdocs wins TWO Leading Lights awards (and we’re very proud about it!)

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Qualityware reestrutura gestão, volta a crescer e ganha novos mercados em IT services

Verona

A crise econômica afetou muitas empresas, que acabaram reduzindo seus investimentos em tecnologia da informação. Houve uma mudança muito grande no tipo de demanda do mercado, com projetos menores, apenas para manutenção do ambiente. Esse compasso de espera foi devastador, principalmente para o segmento de infraestrutura de TI.

Para superar a crise e voltar a crescer, a Qualityware reavaliou processos internos, habilidades, capacidades e competências e decidiu buscar, no mercado, um profissional capaz de gerar as mudanças necessárias para que a empresa mantivesse sua posição de liderança em infraestrutura e crescesse nas ofertas de IT Services.

Após algumas avaliações, com o aval dos sócios, foi contratado Luís Antônio Verona como CEO para realizar as transformações necessárias na gestão da empresa.

A entrada do novo executivo permitiu que os sócios e diretores focassem no que sabem fazer de melhor: atendimento aos clientes e criação de soluções realmente alinhadas com suas necessidades.

“A entrada do Verona permitiu que eu cuidasse da área comercial de forma mais eficaz. Minha atenção, agora, está totalmente voltada ao negócio”, afirma Bruno Perboni, Diretor Comercial.

Marcelo Piuma, Diretor de Marketing, explica que acumulava atividades das áreas comercial também. “Agora, tenho atuado somente no marketing, criando um ambiente de atendimento realmente diferenciado para nossos clientes”, comemora.

“O Verona tem nos trazido novas ideias e melhorado muito nossos processos internos, permitindo que sejamos mais ágeis e eficazes na resposta às necessidades de nossos clientes”, completa Cassio Cardoso, Diretor de Operações.

Os resultados já começaram a aparecer: O 1o trimestre da Qualityware, em 2017, foi o melhor em 2 anos. Esse resultado veio da soma de alguns fatores: grandes clientes privados voltaram com seus investimentos, houve uma retomada consistente das contratações pelo mercado público e novos clientes foram conquistados.

A Qualityware apresenta um novo conceito no atendimento que é “vender tranquilidade”. Esse reposicionamento tem se mostrado muito alinhado com o mercado, que deseja soluções tecnológicas que tragam estabilidade, segurança e tranquilidade para suas operações.

Outra grande transformação foi a criação da área de P&D com a tarefa de buscar e desenvolver soluções inovadoras, focadas na transformação digital que atinge praticamente todas as empresas. Devido aos grandes clientes na área industrial, a Qualityware tem investido em pesquisa para soluções de IoT, primordial para a nova revolução industrial, a chamada Indústria 4.0.

Luís Antônio Verona afirma que a Qualityware tem um grande potencial para ser referência nacional, não só em infraestrutura de TI como também em IT Services. “Aceitei o desafio por realmente acreditar que a equipe tem toda a competência para isso, só precisamos organizar alguns fluxos que,antes, não estavam totalmente alinhados ao novo posicionamento por não existir uma pessoa focada nessa transformação. Esse é meu objetivo”, explica o CEO.

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