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Seal Tecnologia anuncia parceria com NBrands e busca fortalecer a atuação de soluções de automação com código de barras e mobilidade via e-commerce

Com foco em sua estratégia de crescimento para 2016, a Seal Tecnologia que atua há 28 anos no mercado de soluções dedicadas a processos de automação com código de barras, coletores de dados, redes sem fio, RFID e etiquetas eletrônicas, assume estratégia forte para vendas em e-commerce e alia-se a NBrands, empresa especializada em soluções de comércio eletrônico voltados ao segmento de Captura Automática de Dados (AIDC) e Automação Comercial (AC).

Para fortalecer sua presença online, a Seal Tecnologia passa a atuar em conjunto com a NBrands, sediada na cidade de Itajubá (MG) que ficará responsável pelo desenvolvimento, manutenção e atendimento comercial dos canais eletrônicos – SealStore.com.br e mais de 10 lojas virtuais focadas neste segmento. Juntas, as empresas iniciam esta nova fase já fortemente posicionados na oferta, venda e integração das principais marcas do mercado, tais como Zebra, ZebraCard, Honeywell, Datalogic, Bematech, Argox, Gertec, Cipherlab, Epson, Dimep, entre outras. Da mesma forma, a Seal passa a integrar o atendimento às oportunidades de venda de soluções e projetos de ambas as empresas, inclusive adicionando novas marcas à sua oferta. Por meio de um time de especialistas dedicados à pesquisa e ao desenvolvimento de inovações e melhorias tecnológicas, as companhias visam oferecer às empresas, segurança e facilidade na compra de equipamentos robustos móveis.

A Seal, maior integradora de soluções de mobilidade do Brasil, possui grandes clientes referência em setores como varejo e indústria e foca a sua atuação em importantes pilares que buscam aumento de produtividade e redução de perdas para as empresas. Dessa maneira, a ideia é transferir todo esse conhecimento e capacidade para as empresas que compram via internet como forma de valor adicional.

“Essa integração com a Seal será uma soma de competências que nos tornará muito fortes e com totais condições de atender à todas as demandas que isoladamente tínhamos limitações. O mercado carecia de um player com este perfil, que unisse o alcance do e-commerce na comercialização de produtos de alto giro com a capacidade de integração e implantação de soluções. Nunca fomos concorrentes, e agora atuaremos juntos para crescer no mercado de e-commerce”, afirma Edson Yoshida, CEO da NBrands.

Com a parceria, a atual loja online da Seal (www.sealstore.com.br) irá passar por uma remodelagem e deve se tornar um dos carros chefe do projeto. Para Wagner Bernardes, CEO da Seal Tecnologia, “a forte presença online da NBrands, conquistando reconhecimento e visibilidade na internet, foi importante para a parceria, permitindo uma atuação mais consolidada no mercado de e-commerce”.

“A atuação da Seal como integradora permanece inalterada. Continuaremos a atender nossos clientes tradicionais com todo o nosso portfólio de serviços e produtos. Essa estratégia de investimento no mercado de e-commerce vem de encontro a demandas existentes em mercados não atendidos pela Seal até então”, disse Bernardes.

Em 2015, as vendas realizadas em e-commerce brasileiros apresentaram um crescimento nominal de 15,3% em comparação com 2014, com faturamento de R$41,3 bilhões, segundo dados do E-bit, empresa de informações sobre o comércio online no Brasil. “Já estávamos percebendo a força do e-commerce, que manteve crescimento no ano passado e se mostrou uma ferramenta eficiente, e por isso decidimos investir nesse mercado”, afirmou Bernardes.

Com uma forte estratégia de crescimento para 2016, a Seal amplia sua presença online por meio de sites responsivos e completos, enquanto se mantém forte nas outras frentes e modelos de atendimento.

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Arezzo expande negócios por meio de estratégia de pagamentos

A Arezzo & CO é hoje considerada a maior empresa de varejo de calçados femininos da América Latina, e com apenas dois anos utilizando a plataforma de pagamento da Adyen, empresa global de pagamentos multicanal, conseguiu otimizar o seu volume de vendas. Esta parceria expandiu a eficiência do e-commerce da Arezzo, disponibilizando uma maior velocidade em suas transações, aliada a capacidade de gerenciamento de riscos e a facilidade na análise no background de pagamentos.

A Adyen foi escolhida como a plataforma de pagamentos da Arezzo, pois a companhia buscava um fornecedor que entregasse inovação no mercado e pronta para integração com a hybris, marca de software de comércio eletrônico multinacional da alemã SAP, que suporta as vendas do site da empresa. O processo de escolha de um novo serviço de pagamento fez parte das atualizações que a Arezzo faz constantemente em seu e-commerce.

“Buscávamos um parceiro que pudesse tornar possível a visão da Arezzo de um comércio digital multicanal, e encontramos na solução da Adyen os melhores benefícios para o nosso negócio. Hoje não existe mais barreira entre o físico e o online, ambos tem que coexistir e ser complementar, e a Adyen entra nesse cenário como um dos pilares para viabilizar esta atuação”, diz Maurício Bastos, Head de Omni-commerce da Arezzo.

Com a extensão da Adyen, a empresa se beneficiou de um processo fácil e rápido de integração e pôde oferecer todos os principais métodos de pagamento. Ferramenta como o RevenueProtect, disponibilizada pela Adyen, foi capaz de criar um perfil de cada comprador, por transação, proporcionando o checkout sem atrito aos clientes da Arezzo. Este sistema somado a conveniência de disponibilizar aos seus clientes a opção de pagar da forma que preferir se tornou uma maneira estratégica de fidelizar o público alvo e, por consequência, as taxas de conversão de vendas da companhia aumentaram na fase de checkout.

“Nós tivemos as nossas necessidades atingidas com funcionalidades em constante inovação, códigos abertos para otimizar a comunicação com a nossa tecnologia de e-commerce, tudo isso em uma plataforma única, robusta, transparente, simples e com suporte técnico 24/7”, comenta Bastos.

A plataforma da Adyen, ainda disponibiliza em seu backoffice diferentes tipos de análises e relatórios detalhados sobre transações em diversos países, auxiliando a tomada de decisões comerciais. Segundo Bastos, o conceito one-stop shop da Adyen agrega uma vantagem considerável aos negócios, reduzindo os custos associados a múltiplos provedores de pagamentos, em diferentes mercados.

“A Arezzo é uma empresa brasileira com visão global e que buscava um parceiro para concretizar seus planos de expansão em diferentes canais e que fosse capaz de integrar todas as suas soluções. Com a nossa operação conseguimos expandir os negócios digitais da marca, além de trazer inovação aos seus métodos de pagamento”, declara Jean Christian Mies, vice-presidente sênior da Adyen para a América Latina.

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Média salarial para profissional especializado em iOS é 64% maior que salário médio da área de TI

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A alta popularidade e disseminação de smartphones no mercado brasileiro de telefonia móvel criou uma demanda maior para profissionais com competências técnicas específicas para os sistemas operacionais iOS e Android.

Os dados partem de uma pesquisa feita pelo site de busca de emprego Adzuna.com.br que reúne em um só lugar milhares de vagas dos melhores sites de emprego e consultorias de recrutamento, a pesquisa analisou mais de 17 mil vagas da área de Tecnologia e Informação em todo o Brasil, fazendo a comparação por especialidade, salário e região.

Em destaque está o fato que apesar do aumento da demanda para especialistas em sistemas operacionais, o volume de vagas abertas para estes profissionais ainda é baixo, comparado com a demanda por profissionais de outras especialidades dentro do segmento de Tecnologia da Informação. Dos anúncios analisados, apenas 6,87% das vagas são para os profissionais especializados em programação mobile.

Essa porcentagem pode parecer pequena, mas o salário desses especialistas é recompensável, chegando a ser 29,21% mais alto do que a média salarial do setor como um todo. O salário médio de todas as vagas especializadas em sistemas operacionais para smartphones é R$3,371, contra a média geral da área de TI de R$2,609.

Outro momento em que a porcentagem menor de vagas é compensada pela média salarial maior é quando olhamos os números para quem tem conhecimento especializado em iOS versus quem se especializa em Android.

Vagas específicas para conhecedores de iOS são apenas 9,29% do total das posições focadas em mobile, e especialistas em Android já são procurados por 20,42% das vagas disponíveis. Esse número segue uma tendência de mercado, já que no Brasil, de acordo com uma pesquisa da Kantar Worldpanel, a plataforma do Google tem 89,5% de participação no mercado e o sistema da Apple tem apenas 3,5%.

Porém, o salário médio das vagas com foco no sistema criado pela Apple é mais alto do que as vagas destinadas aos especialistas em Android, sendo R$4,286 contra R$3,460. É também 64% maior que a média salarial de todas as vagas disponíveis no setor de TI do Brasil.

A distribuição dessas vagas não é equilibrada, cerca de 68% das vagas estão concentradas no Sudeste brasileiro, equivalente a quase 12 mil vagas no total. A região com a segunda maior porcentagem de vagas em TI é a sul, com 21,72%. A região Norte possui a menor porcentagem, com 0,93%.

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Uso de geolocalização traz qualidade de vida e reduz custos de contratação

Aos poucos as empresas brasileiras começam a se dar conta de que um dos custos mais elevados têm sido o de contratar pessoas que precisam ser trocadas em pouco tempo. Isso acontece em função de equívocos no processo de recrutamento e seleção de funcionários. Com um turnover médio de 40% ao ano, as empresas brasileiras precisam trocar 4 em cada 10 funcionários a cada 12 meses, dispendendo grandes valores, inclusive os de treinar sucessivamente pessoas novas que podem deixar o posto a qualquer momento.

Segundo Cezar Tegon, presidente da Elancers, empresa especializada em sistema de gestão de recrutamento e seleção, um dos problemas mais frequentes, com impacto direto no turnover, têm sido a contratação de pessoas que moram longe da empresa. Este cenário leva o empregado a buscar alternativas mais próximas de sua casa e a trocar de emprego assim que possível, inclusive com salário um pouco menor.

“Para ajudar as empresas e os candidatos, nosso sistema tem diversos filtros de busca incluindo a geolocalização que compara, em quilômetros, o endereço dos candidatos com o da vaga. Isso ajuda a empresa a recrutar pessoas dentro de um raio específico de quilômetros, reduzindo assim a possibilidade do empregado trocar de emprego em função de uma oportunidade mais próxima de sua casa e ao mesmo tempo gera economia para a empresa, considerando fatores como vale transporte, cumprimento de horário, maior motivação e disposição do funcionário”, explica Tegon.

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Um exemplo da utilização desse sistema pode ser visto no grupo GRSA, que administra restaurantes de empresas em praticamente todo o Brasil. Segundo Rosi Ciasi, Gerente Nacional de Recrutamento e Seleção do GRSA, a empresa busca profissionais como ajudantes de cozinha, cozinheiros, nutricionista e outros que vão atuar em restaurantes localizados em clientes:

“Para nós, saber que o empregado mora nas proximidades de onde vai trabalhar é muito importante, pois isso permite que ele chegue pontualmente, trabalhe com mais energia, disposição e, mais importante, se mantenha interessado em continuar na empresa por muito tempo, principalmente em função da proximidade do trabalho e dos ganhos que essa condição gera”, explica Rosi.

Segundo Rosi, o sistema de geolocalização da Elancers trouxe ganhos substanciais para empresa, considerando os três primeiros meses de 2016:

“Contratamos 100 profissionais que não precisaram de vale-transporte para chegar aos seus postos de trabalho, o que gerou uma economia de mais de R$150.000,00 ao ano. Para incentivar a contratação de pessoas próximas do trabalho, criei um prêmio para a equipe de selecionadores, nada sofisticado, estimulando a contratação de pessoas que não precisassem de vale transporte. A selecionadora campeã fez 35 contratações. Com a geolocalização conseguimos beneficiar a empresa, os funcionários e minha equipe. O processo fez tanto sucesso, que virou case em nossa matriz na França”, conta Rosi.

De acordo com Tegon, a contratação de profissionais que moram perto de seu posto de trabalho é um fator de retenção de talentos, uma vez que o profissional chega menos estressado ao trabalho, pode ter mais horas de sono e, assim, ter mais disposição no dia a dia.

“Os benefícios da geolocalização não se restringem apenas as contratações externas. A tecnologia vem mudando a mentalidade de nossos clientes que passaram a utilizar o recurso de geolocalização para transferir funcionários para unidades da empresa mais próximas de suas residências. É muito gratificante quando desenvolvemos um recurso no sistema que traz um diferencial competitivo para nossos clientes” completa Tegon.

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Capgemini inaugura data center global no Brasil

A Capgemini, um dos principais provedores globais de serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, anuncia seu novo data center global no Brasil, na cidade de Campinas, em São Paulo. Com investimento R$ 13 milhões em cinco anos e flexibilidade para ampliar a capacidade computacional de acordo com a variação da demanda dos clientes, a companhia atenderá, inicialmente, projetos de clientes de toda a América Latina, com maior capacidade operacional baseada em diversos serviços de nuvem privada, simplificando a integração entre gerenciamento de nuvem privada e pública e reforçando as parcerias globais.

“Esse data center nos permitirá oferecer o que há de mais inovador em termos de soluções híbridas de computação em nuvem aos nossos clientes. Com uma oferta completa e competitiva, levaremos ao mercado redução de custos, aumento de eficiência e mais agilidade”, afirma o vice-presidente de serviços de infraestrutura e outsourcing da Capgemini no Brasil, André França. Fazem parte do portfólio atendido a partir dessa infraestrutura ambientes híbridos, cloud computing e serviços gerenciados, incluindo Disaster Recovery e outros dois sites da corporação (Alphaville e Jundiaí). Além disso, o novo data center fornecerá suporte às operações do Nearshore Center de Araraquara e aos ambientes de missão crítica de grandes clientes em diversos setores, como público, produtos de consumo, varejo e finanças.

A nova instalação foi desenhada sobre a arquitetura Software-Defined Datacenter e está em conformidade com os padrões internacionais, reunindo as certificações Tier III do Uptime Institute (alto desempenho, segurança e confiabilidade), ISO 27001, ISO 9000, ISO 20000, ISO 14000, PCI-DSS, ISAE 3402 e SSAE16 tipo II (segurança da informação e gestão). O data center dispõe, entre seus diferenciais, de alto nível de segurança, com sistema de prevenção Intrusion Prevention System (IPS), firewalls, proteção avançada de malwares, serviços dedicados de redes virtuais (Firewall VPN, ADC, DHCP, NAT), MPLS (Multiprotocol Label Switching) e segregação VRF (Virtual Routing and Forwarding).

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GoDaddy investe em internacionalização e maturidade da marca

Com quase 20 anos de atuação no mercado de Internet, a GoDaddy, maior provedor de tecnologia para pequenas empresas, se encontra em um momento de amadurecimento. Sua marca já está consolidada no universo de domínios, em que cresceu e se destacou, e, hoje, a empresa entende que os negócios de seus clientes são mais do que apenas um nome de domínio. Reconhecendo que construiu um forte diálogo com micro e pequenas empresas, a GoDaddy tem como missão ajudar esses empreendimentos a alcançar o sucesso com a criação de uma presença online para seus negócios.

No Brasil, existe alta iniciativa empreendedora, considerando que 25% das pessoas de 18 a 69 anos de idade têm a intenção de empreender nos próximos três anos e 56% reconhece que existem oportunidades para abrir uma empresa na região onde vivem, de acordo com levantamento do Global Entrepreneurship Monitor (GEM), de 2014. Porém, ainda de acordo com a pesquisa, o empreendedor brasileiro, na maioria das vezes, abre um negócio para sustentar-se, sem alto potencial de geração de muitos novos empregos em massa e com a tendência de manterem-se muito pequenos. Inclusive, uma pesquisa com microempresas no Brasil realizada pela GoDaddy em 2015 revelou que cerca de 66% dos entrevistados possui uma empresa com 2 a 5 funcionários, enquanto o restante gerencia seu negócio sozinho. Por isso, o setor de micro e pequenas empresas muito diversificado e pulverizado no país e essa distribuição e quantidade de micro e pequenos negócios leva a certa carência de soluções elaboradas especificamente para atendê-los. Foi aí que a GoDaddy encontrou seu espaço.

A companhia, que cresceu principalmente devido à comercialização e registro de domínios nos Estados Unidos, construiu uma relação de confiança com seus clientes, que cada vez mais começaram a contar com a GoDaddy para seu crescimento e manutenção, incorporando outras soluções para a Internet da empresa. “Com o posicionamento direcionado a micro e pequenas empresas, o amadurecimento da marca é algo que veio naturalmente”, comenta Cristiano Mendes, Diretor de Business Development para América Latina da GoDaddy. “Depois de anos em contato com esse setor, olhamos para esses negócios e entendemos o que eles precisam para crescer. Dessa forma, nos tornamos parceiros tecnológicos desse mercado que ainda é altamente diversificado e carente de soluções especializadas”.

Hoje, a GoDaddy vai além do domínio: é um grande provedor de tecnologia para micro e pequenas empresas, oferecendo produtos de qualidade a preços acessíveis, que apoiam o empreendedor desde a criação até o crescimento e manutenção de seus negócios online. Além de as soluções serem fáceis de usar, possibilitando a construção, divulgação e gerenciamento da presença online de forma simples.

Expansão internacional

A GoDaddy se tornou líder mundial em vendas de domínios com atividades dentro dos Estados Unidos e, com a adoção da marca por clientes internacionais, a expansão foi o próximo passo.

“Encontramos um ambiente internacional muito receptivo em que pudemos quebrar barreiras de mercado, mesmo em países que já possuíam concorrentes consolidados”, afirma Mendes. Em 2015, a GoDaddy escolheu a agência de marketing e publicidade TBWA Global Marketing, e a primeira campanha global está programada para sair esse ano. Com a campanha internacional, a ideia é reforçar a marca da GoDaddy pelo mundo com uma mensagem forte e unificada.

Ainda no ano de 2016, a GoDaddy pretende continuar a expansão pelo mercado asiático e manter o esforço continuado nos países onde já atua, sempre buscando melhor se adaptar a cada mercado local. Atualmente, atende mais de 14 milhões de clientes em 53 mercados e em 26 línguas pelo mundo. Sua matriz fica em Scottsdale, Arizona, nos Estados Unidos, e globalmente, a empresa possui escritórios no México, Brasil, Reino Unido, Canadá, Austrália, Holanda, Cingapura e Índia. Para saber mais sobre a empresa, acesse: www.GoDaddy.com.

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addIT é considerada Global Partner da Cisco

A addIT, empresa subsidiária da Atos, líder internacional em serviços digitais e parceira mundial de TI do Comitê Olímpico Internacional (COI), é considerada Gold Partner pela Cisco.

A Cisco seleciona parceiros que possam provar o mais alto nível de competência profissional e satisfação do cliente com o certificado “Gold Certified Partner”. Durante o processo, a addIT foi detalhadamente avaliada em áreas como atendimento ao cliente, gerenciamento de projetos, mudança no gerenciamento do centro de operações de relacionamento (NOC), laboratório de demonstração e suporte, Cloud e TI híbrida.

“Ser nomeado um Gold Partner da Cisco é uma grande honra para nós. O título reconhece o forte empenho e o alto nível de profissionalismo de nossos colaboradores. O prêmio é o mais importante e significativo referencial para nossos clientes, pois confirma que mantemos os mais elevados padrões em termos de qualidade e, por outro lado, gerenciamos projetos para que nossos clientes tenham plena satisfação”, explica Dieter Jandl, gerente executivo da addIT.

“A qualificação de Gold Partner da Cisco é um marco importante para a addIT e para a Atos. Essa conquista da addIT proporciona à Atos um forte acesso aos recursos da fabricante, suporte técnico, treinamento, bem como programas de patrocínio”, enfatiza Johann Martin Schachner, gerente nacional da Atos.

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As 5 maiores angústias de jovens empreendedores no Brasil

unnamed-201. Não vejo retorno do que investi

Depois de investir na abertura do negócio – mesmo que não seja um alto valor – parte dos empreendedores se preocupa em obter retorno sobre o investimento com certa rapidez. A cobrança por agilidade parece ser maior sobre os jovens empreendedores que se deixam encantar pelo discurso de revistas voltadas a esse público e de outros opinion makers de que negócios bem sucedidos são os que dão lucro expressivo em pouco tempo. Mas o fato real é que um negócio de sucesso leva tempo para se consolidar. E nem sempre sucesso é medido apenas por quanto se lucra, mas por reconhecimento entre os pares ou entre os clientes, possibilidade de equilibrar vida pessoal e profissional, liberdade maior de agenda e concretização de planos e sonhos que só um empreendedor pode experimentar sem ser podado por um chefe, por exemplo.

2. Meu negócio não dobrou de ontem para hoje!

Alguns jovens empreendedores criam seu negócio com foco não na sustentabilidade no longo prazo, mas no potencial a curto prazo. A ideia por trás dessa estratégia é a de estruturar um negócio de muito rápido crescimento – mas não necessariamente lucrativo – com a intenção de vendê-lo. Exemplo clássico é a daquela start-up nascida para ser adquirida. O lado positivo para o emocional do empreendedor é que ele não precisa lidar com o estresse da exigência de retorno financeiro em curto prazo ou com a responsabilidade de abrir um negócio que irá durar e precisa ter sua identidade. A contrapartida, porém, é o estresse que vem por conta da necessidade de crescimento de dezenas ou centenas de vezes em muito pouco tempo.

3. Cadê o cliente que estava aqui?

Lidar com as sazonalidades de vendas é potencialmente angustiante. Há períodos em que as vendas são mais intensas e, em outros, caem. Isso é natural, mas saber disso não é suficiente para diminuir o estresse nem para resolver a seca da torneira do dinheiro. A solução para lidar com a sazonalidade é o planejamento – e não só financeiro, mas de prospecção, inovação e gestão. Isso requer um amplo leque de habilidades do empreendedor e da equipe que trabalha com ele.

4. O cliente acha que meu negócio não é negócio

Há jovens empreendedores que decidem não ter um escritório e trabalhar no modelo home-office ou coworking. Isso é OK, mas o que ocorre quando se depara com um cliente que tem uma visão tradicional e a falta de escritório se torna um porém no fechamento de negócios? O importante é o empreendedor saber que a decisão por home-office ou co-working pode não ser bem vista por empresas mais tradicionais que podem se tornar potenciais clientes. Se a escolha for essa, é importante torná-la a espinha dorsal do negócio e incorporá-la plenamente a seu discurso e a suas práticas de gestão. Isto é, aliar criatividade a gestão eficaz e respeitabilidade não só na prática, mas também no discurso. Ou, como se diz popularmente, é “matar no peito” esse modelo inovador.

5. Quanto de flexibilidade vai na fórmula?

Cada empreendedor tem seu próprio estilo, e não é incomum que invista tempo e energia escolhendo o ‘móvel perfeito’, o ‘logo perfeito’, o ‘nome perfeito’ e outros componentes ‘perfeitos’, como se todo esse controle fosse tão importante quanto o negócio em si. É fundamental ponderar que, por vezes, não ter escritório e não exigir horários fixos de trabalho da equipe – mas gerenciar por metas e resultados com base em feedback efetivo – pode ser justamente o que permite ser inovador e atingir os objetivos. Esse tipo de informação e de possibilidade precisa ser valorizado pelo jovem empreendedor.

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Agile Banking, uma cultura bancária além das Transformação Digital

Nem só de tecnologia vive a Transformação Digital dos bancos. É necessário muito mais. As instituições financeiras têm que conseguir um diferencial que permita realmente materializar a transformação digital, evitando investir em simples aplicações móveis com design avançado que bombardeiam os clientes com alertas.

O foco da transformação digital não se refere apenas à tecnologia, mas também à experiência do usuário, à conveniência, à oportunidade e à agilidade. Para alcançar isso, é necessária uma boa base tecnológica somada à cultura do Agile Banking.

A sociedade digital em que vivemos demanda proximidade e agilidade. As instituições financeiras, cientes dessas demandas, ao identificarem a possível ameaça que as FinTechs têm representado às gigantes do mercado, vêm buscando estabelecer quadros de cooperação com estas empresas revolucionárias como forma de não perderem mercado e não ficarem para trás na corrida . Essas startups do mundo financeiro surgiram como pequenos modelos para as entidades que buscam a transformação digital.

O que as Fintechs oferecem que tanto pode interessar aos seus concorrentes em potencial? Principalmente, agilidade, além de experiência do usuário e, por quê não, também empatia? Há três parâmetros que tradicionalmente estão longe dos bancos, mas agora são, cada vez mais, exigências dos clientes.

Os princípios de empatia com o cliente, a experiência do usuário como o foco dos processos e a agilidade são os requisitos para que a cultura do Agile Banking seja implantado em instituições financeiras. Mas, o que exatamente é Agile Banking?

O Agile Banking vai além da tecnologia e dos processos, ainda que necessários. Isso implica uma mudança cultural: mudar a visão e missão. Ela exige o abandono do paradigma da redução de custos para dar aos clientes o que eles esperam e quando precisam.

Fala-se muito da estreita relação com o cliente, da adequação, personalização, incluindo a impressão e a opinião do cliente. E esta é a chave. Retêm-se um cliente pelo potencial de sua perda. Se basearmos nosso recrutamento e retenção nos itens facilmente mensuráveis, tais como custos, vamos perder a batalha. No final, quem mais perderá será o cliente. Hoje, ganhamos e mantemos os clientes se somos ágeis, se respeitarmos as suas emoções e geramos uma experiência agradável e que realmente os ajude.

Obviamente, as instituições financeiras precisam deter uma base tecnológica adequada: metodologias ágeis de desenvolvimento, integração contínua e DevOps. Em suma, sistemas capazes de processar informações em tempo real para tomar decisões assertivas. Também é necessário um novo conceito de tratamento do cliente: um planejamento novo e profundo do papel dos escritórios, nos quais a experiência do usuário seja priorizada. Podem parecer muitos elementos, mas basicamente são apenas componentes de uma única cultura: Agile Banking. Tudo isso vai levar as instituições financeiras para onde seus clientes precisam que elas estejam.

*Marco Santos, managing director Latam do Grupo GFT, companhia de Tecnologia da Informação especializada em Digital para o setor financeiro.

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TCS oferece treinamento em TI para estudantes universitários de São Paulo

A Tata Consultancy Services (TCS), empresa líder em serviços de TI, consultoria e soluções de negócios, anuncia o lançamento de um programa de desenvolvimento de jovens talentos. O projeto visa selecionar e treinar estudantes de cursos tecnólogos e de bacharelado nas áreas de TI e engenharia para o mercado de trabalho. O treinamento terá duração de 3 a 4 semanas, de segunda a sexta-feira, com 8 horas diárias, onde os estudantes passarão por aulas com líderes, gestores e especialistas de diversas áreas de TI. Os principais temas que serão abordados são: ERP, Lógica de Programação Orientada a Objetos, Desenvolvimento de Sistemas (Java e .Net), testes/QA e metodologias (RUP, UML, ITIL e Agile), além de Oracle e SAP, reconhecidas como demandas eminentes para o mercado de tecnologia.

Para participar os candidatos precisam estar cursando a partir do 3º ano ou do 5º semestre dos cursos exigidos, sendo imprescindível inglês avançado. O processo de seleção dos jovens terá 3 etapas. A primeira será a inscrição através do site do Vagas.com no link: http://www.vagas.com.br/v1329195, no período de 31/03 a 30/04, e contará com testes de português, inglês e raciocínio lógico. A segunda fase incluirá dinâmicas de grupo e redação na própria TCS, e a terceira e última será um painel de entrevista com executivos da companhia. Após a avaliação de todos os critérios serão selecionados os 30 finalistas que participação do projeto.

“Decidimos lançar este programa na TCS para melhorar a formação dos jovens que ainda estão nas universidades e escolas técnicas, agregando muito mais conhecimento ao seu currículo e capacitando-os para atenderem às necessidades do mercado, pois o setor está carente de profissionais qualificados”, revela Parameswaran R., Head de Recursos Humanos da TCS Brasil. Ainda de acordo com Parameswaran, há cursos especializados da área de TI que chegam a custar mais de 3 mil reais. “Esses jovens terão uma oportunidade única de serem treinados por especialistas com ampla experiência, sem pagar nada por isso, e com chances reais de conseguirem um emprego ao final do curso”, complementa o head de RH. Todos os participantes receberão um certificado.

Vale ressaltar que pelo segundo ano consecutivo a TCS foi certificada como Top Employer no Brasil e em toda a América Latina. O instituto certifica as empresas que possuem excelentes práticas de Recursos Humanos, que asseguram que os funcionários possam se desenvolver pessoal e profissionalmente.

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6 principais mudanças na relação consumidor e empresas de telefonia

Desde o último dia 10 de março deste ano já está em vigor a Resolução 632/14 da Anatel, que teve impacto direto na relação entre consumidor e empresas prestadoras de serviços de telefonia.

“A proposta foi bastante positiva para os consumidores, que conseguiram ampliar seus direitos e ter um melhor acompanhamento de contrato, valores pagos, dentre outras coisas relacionadas ao serviço de telefonia”, conta Cyro Alexandre Martins Freitas, sócio da área empresarial da Delgado e Freitas Advogados.

Veja os seis principais pontos associados ao tema, segundo a Delgados & Freitas Advogados:

1) Uma das novidades previstas na resolução é a notificação prévia do consumidor quando seu consumo se aproximar da franquia contratada, no caso do pagamento pós-pago. Já no caso do pré-pago, o consumidor deve ser avisado quando os créditos estiverem na iminência de acabar ou expirar;

2) Deve ser disponibilizado um espaço no site da prestadora de serviço, com recurso que lhe possibilite o acompanhamento do uso do serviço contratado (art. 62). O relatório detalhado dos serviços prestados deve estar disponível em página na internet e também em versão impressa, caso o cliente solicite;

3) A norma prevê, no art. 22, que, no espaço reservado ao consumidor no site, deve constar, entre outros pontos, acesso ao contrato, tipo de plano, valores pagos nos últimos seis meses, detalhes dos serviços prestados e o perfil de consumo dos últimos três meses;

4) Se o usuário já consumiu a franquia que contratou, a prestadora pode suspender a prestação do serviço até o próximo ciclo de faturamento. Mas, em razão do modelo de negócios adotado, as operadoras geralmente optam por deixar que o consumidor continue usufruindo do serviço, mas com velocidade reduzida;

5) A prestadora não pode enviar mensagens de cunho publicitário, sem o consentimento expresso prévio do cliente. O recebimento dessas mensagens também pode ser cancelado a qualquer momento junto à prestadora;

6) A resolução prevê que o consumidor pode cancelar um contrato de serviço de telecomunicações sem falar com o atendente, e o cancelamento deve ser processado em até dois dias úteis. Em caso de cancelamento antes do prazo final de permanência mínima, poderá ser cobrada multa de rescisão, que deverá ser proporcional ao tempo restante da fidelização, bem como ao valor do benefício oferecido.
“A Resolução da ANATEL é muito importante, sendo que não visa apenas aumentar os direitos dos consumidores, ela também ratificar alguns direitos, em especial, o acesso à informação”, finaliza Cyro Freitas.

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SPRO implementa soluções SAP para gestão de risco de commodities

A necessidade de uma gestão de riscos inerente ao cenário de commodities era uma ampla lacuna no mercado até a SAP, empresa alemã criadora do software de gestão de negócios SAP ERP, desenvolver um produto para suprir necessidades comuns no ramo. A empresa paranaense SPRO It Solutions, focada em soluções de TI para o agronegócio, foi escolhida para realizar a implantação desta ideia.

Por meio da integração da solução standard SAP Agicultural Contract Management e Commodities Management e quatro novos produtos complementares desenvolvidos pela SPRO (o Gestão de Pátio, o Trade Slip, o Cockpit Financeiro e o Gestão Logística), foi possível conceber um sistema que endossa a cadeia de originação de grãos mediante as mais diversas funcionalidades, como o gerenciamento de contratos de proteção de preços ou riscos e a montagem de planilhas, gráficos e painéis importantes na gestão.

Apresentadas por Luciano Mendes e Ederson Oliveira, durante uma palestra no SAP Fórum Brasil 2016 com orientações, alertas e resoluções acerca dos riscos de gerenciamentos de commodities, as soluções abarcam diversas etapas da cadeia de originação de grãos e, uma vez conectadas, rendem maior eficiência e lucratividade para as cooperativas, trandings ou cerealistas.
Uma amostra desse complexo é o Trade Slip, ferramenta desenvolvida em SAP Fiori, sendo multiplataforma e com funcionamento web, que oferece um registro simplificado do contrato de commodities, contendo informações relevantes de negócio, como cotações dos objetos de negociação e de moedas estrangeiras.

Segundo Mendes, tudo foi desenvolvido por meio de muita análise e estudo, sempre junto a um cliente de referência, que também atua na homologação dos produtos. “A SPRO, em parceria com a SAP, tem o papel de identificar as necessidades dos seus clientes, implantar as ferramentas standard, e quando é identificada uma demanda não prevista no backlog da SAP, entrar com um produto complementar”.

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Startups: especialista aponta dicas para escolha do investidor ideal

O desafio de criar uma startup não é uma tarefa fácil. Além de ter uma ideia inovadora que possa trazer rentabilidade no futuro, uma das maiores barreiras para qualquer empreendedor é a falta de recursos financeiros durante os primeiros estágios do negócio. Para superar as dificuldades iniciais com maior solidez, a busca pelo aporte de um investidor torna-se o objetivo principal dos fundadores.

Allan Costa, ex-diretor superintendente do Sebrae/PR, e atualmente um dos principais palestrantes e investidores-anjo do País, alerta, no entanto, que o processo de captação não pode ser uma via de mão única, no qual somente os investidores avaliam os empreendedores. “Também é preciso que o empresário consulte o histórico do investidor ou do grupo de investidores com o qual esteja negociando. Como o investimento em startups se tornou uma espécie de febre, o mercado acaba absorvendo um número considerável de amadores, curiosos e, até mesmo, de pessoas mal-intencionadas”, argumenta.

Confira as principais dicas do especialista para a escolha do investidor ideal:

Verifique o histórico

Antes mesmo de realizar o pitch, faça uma pesquisa do perfil dos investidores, coletando portfólio, conjunto de competências que pode aportar ao negócio, casos de sucesso, entre outros pontos. Por meio dessa busca, o empreendedor certamente terá uma boa base de informações sobre a competência e idoneidade do grupo de investidores.

Não aceite propostas indecorosas

Obviamente, investimento não é caridade. Mas é muito mais comum do que possa parecer, encontrar investidores que literalmente tentam se apossar de projeto inovadores em estágios iniciais, que dependem de recursos financeiros para fazer seus negócios decolarem. Propostas que pedem 40%, 50%, até 60% da startup em troca de um investimento muito menor do que seria o razoável, jamais podem ser levadas à sério.

Pesquise o background

Antes de fechar o contrato, os empreendedores devem ficar atentos também com o que o mercado chama de Smart Money. Tão importante quanto o dinheiro em si, é o que o investidor vai trazer para a empresa em termos de recursos intangíveis, como conhecimento do mercado de atuação, mentoria, rede de relacionamentos para facilitar contatos, a abertura de portas, entre outros pontos. Contar com um investidor que não está familiarizado com a dinâmica do mercado de startups e apenas conhece investimentos mais “tradicionais”, ao invés de ajudar, pode representar um transtorno. Com isso, o empresário pode acabar preso a uma teia de cobranças incompatível com o desenvolvimento de uma startup que, não raro, acaba por inviabilizar o negócio.

Regras de comunicação

Outro ponto de preocupação dos empreendedores é a forma de reporte a ser utilizada. A recomendação é fugir de grupos de investidores que não determinam claramente como será a interface do grupo com a startup e quem será responsável pelos contatos e acompanhamento. Tudo que um líder não precisa nessa fase do empreendimento, em que ele tem uma infinidade de ações para fazer a empresa crescer, é de um grupo de dez ou quinze pessoas ligando a toda hora e de forma indiscriminada no seu telefone celular para saber notícias do negócio. O empreendedor precisa de espaço para trabalhar, por isso a definição quanto a esse ponto também é muito importante.

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Problemas na cadeia de Supply Chain afetaram 40% dos negócios no último ano, afirma Relatório da GT Nexus

A GT Nexus, plataforma global de comércio eletrônico na nuvem, anunciou seu primeiro State of the Global Supply Chain Report, uma análise dos principais problemas, desafios e oportunidades enfrentados pelos fabricantes. O estudo, que foi realizado em parceria com a empresa de pesquisa global, YouGov, procurou identificar os seguintes itens:

– Tecnologias e questões da indústria que têm e terão um grande impacto na cadeia de Supply Chain dos fabricantes.

– Desafios do supply chain e metas para melhoria do setor.

– Questões operacionais, tais como a existência do Chief Supply Chain Officer em algumas empresas para gerir os assuntos já citados.

Dos 250 executivos sêniors de manufatura entrevistados, 40% relataram problemas na cadeia de Supply Chain que afetaram seus negócios ao longo dos últimos 12 meses. No entanto, apesar da luta contra disrupções no setor, menos de um quarto (24%) dos entrevistados contam com um CSCO local para ajudar a resolver essas demandas, além disso, 41% das empresas disseram não ter planos de contratar este profissional.

“Está claro no relatório que os fabricantes esperam enfrentar grandes desafios em seu setor de Supply Chain em 2016, essas novas demandas podem ser decorrentes de fatores externos além do controle desses gestores,” comenta Greg Kefer, VP de Marketing Corporativo na GT Nexus. “Os dados sugerem que as práticas atuais no mercado podem estar erradas, sendo mais focadas na redução de custos, por exemplo, do que em contar com um profissional experiente que possa resolver problemas mais críticos; 76% dos entrevistados disseram que atualmente operar sem a expertise de um Chief Supply Chain Officer. Com quase metade dos fabricantes relatando uma ruptura que impacta seus negócios nos últimos 12 meses, esta falta de direção estratégica para liderar maior agilidade no setor é preocupante.

As revelações de prioridades tecnológicas dos entrevistados também foram surpreendentes, 38% dizem que não acreditam que a cadeia de abastecimento será afetada pela tecnologia este ano. Isto pode sugerir uma falta de conhecimento sobre o impacto que os sistemas tecnológicos podem ter para reduzir os problemas no Supply Chain e o papel que estes sistemas têm na estratégia e controle da cadeia de abastecimento. Enquanto 64% dos entrevistados reconheceram usar tecnologia para gerenciamento de inventário, por exemplo, os números eram muito menores para a expectativa de influência de tecnologias mais avançadas, como analytics (13%), a Internet das Coisas (11%) e RFID (3%) ferramentas que vêm demonstrado vantagens na gestão operacional de Suppy Chain.

Sobre a pesquisa:

Todos os valores, salvo quando indicado outra fonte, são da YouGov Plc. O total da amostra pesquisada foi de 250 adultos com posição sênior dentro da indústria de manufatura. O trabalho de campo foi realizado entre 17-28 dezembro de 2015. A pesquisa foi realizada online.

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E-commerce brasileiro cresceu mais de 21% entre 2015 e 2016, aponta pesquisa PayPal/BigData Corp.

Estudo “Perfil do E-commerce Brasileiro” analisou cerca de 10,5 milhões de sites em todo o País e apontou tendências do comércio eletrônico relacionadas a temas como segurança, formas de pagamento, adaptação para m-commerce e redes sociais

Na contramão do que ocorre no varejo tradicional (segundo a Confederação Nacional do Comércio, mais de 80 mil lojas fecharam as portas em 2015), o número de lojas online no País cresceu 21,52% nos últimos 12 meses encerrados em fevereiro. Os sites de e-commerce, que representavam 2,65% do total das URLs brasileiras no ano passado, agora respondem por 3,54% do universo pesquisado. Outro dado que corrobora essa explícita migração de estabelecimentos para o ambiente online é a diminuição do número de lojas online que também possuem lojas físicas: em 2015, eram 14,53%; hoje, são 13,46%.

Esses resultados fazem parte do extenso estudo “Perfil do E-commerce Brasileiro”, tabulado pela BigData Corp. sob encomenda do PayPal Brasil. A companhia visitou mais de 10,5 milhões de sites no País, processando cerca de 4,5 petabytes de informação, que revelaram dados interessantes sobre o comércio eletrônico local, inclusive sobre uma mudança de comportamento dos e-commerces, que estão mais atentos a quesitos como segurança e meios de pagamento.

Segurança: bem cada vez mais necessário

– O aumento das taxas de juros e a diminuição da renda dos consumidores impactaram as vendas do comércio varejista brasileiro, que despencaram em 2015 e fecharam o ano em queda de 4,3% – a maior da série histórica do IBGE, iniciada em 2001. Também na contramão desse cenário, as vendas online cresceram cerca de 15% no mesmo período, segundo dados do IDG Now.

– Para atender essa demanda crescente de maneira efetiva, as lojas virtuais investem, cada vez mais, em segurança e no incremento de métodos de pagamento – além de usar as redes sociais para turbinar seus resultados. Pesquisa da Ipsos/PayPal, lançada no final do ano passado, revelou que a principal preocupação dos consumidores (mais de 51%), ao comprarem online em sites estrangeiros, é com a segurança.

– Com o aumento do uso da Internet para a realização de transações financeiras, tornou-se imprescindível a criação de meios que protejam vendedor e comprador. Quando o tema é segurança das transações, as formas de pagamento disponibilizadas pelo e-commerce passam a ter representatividade clara. Além de incrementarem a segurança das compras, conferem facilidade de pagamento e praticidade a vendedores e compradores.

– O estudo encomendado pelo PayPal à BigData Corp. abordou temas como segurança e meios de pagamento, e os resultados são positivamente surpreendentes. Em 2015, 38,09% dos sites pesquisados tinham algum serviço de pagamento eletrônico; agora, eles já são 41,21%, o que demonstra o esforço dos varejistas em oferecer métodos de pagamento mais seguros aos seus clientes e acompanhar essa crescente exigência dos consumidores online.

– Quanto à segurança propriamente dita, percebemos uma verdadeira virada na tabela: em 2015, apenas 20,68% dos sites usavam tecnologia SSL (Secure Socket Layer) para proporcionar uma navegação segura dos clientes; agora, são 73,85%.

E-commerce e m-commerce em ascensão

– Os e-commerces considerados pequenos (que recebem até 10 mil visitantes por mês) são 92,64% do mercado (eram 88,02% na última medição); já os médios (entre 10 mil e 500 mil visitantes/mês) apresentaram queda de quatro pontos percentuais de 2015 para 2016 (eram 11% em 2015 e, atualmente, são 6,61%); e os grandes sites (com mais de 500 mil visitantes por mês) representavam 0,98% dos e-commerces brasileiros em 2015 e, este ano, passaram a representar 0,76%.

– O crescimento do número de sites de comércio eletrônico não foi acompanhado pela necessidade de se tornarem responsivos (ou seja, se adaptarem, automaticamente, ao dispositivo do usuário, seja ele um PC, um tablet ou smartphone). Segundo a BigData Corp., somente 16,12% deles se adequam a qualquer dispositivo móvel. O número é pequeno e precisa crescer, já que o Google, por exemplo, só mostra nas primeiras páginas de suas buscas os sites já adaptados para as telas do celular. E, daqui para a frente, as compras serão, cada vez mais, feitas por meio de smartphones.

– Segundo pesquisa Ipsos/PayPal realizada no final do ano passado, 13% do total gasto online no mundo inteiro se deu via smartphone em 2015. Mais do que isso: enquanto o e-commerce tradicional no Brasil cresce a uma taxa de 29% ao ano, devendo movimentar R$ 121,2 bilhões em 2016, o mobile commerce cresce a estonteantes 107%, ritmo três vezes mais acelerado. Ainda que bem menor, esse mercado deverá fechar 2016 tendo movimentado R$ 27,4 bilhões. Alguns segmentos – como moda, por exemplo – já registram mais de 40% de suas vendas via mobile. Seguindo a tendência do comércio mobile, é fundamental que as lojas virtuais invistam em sites responsivos, isto é, adequados ao m-commerce, se quiserem firmar-se neste cenário tão competitivo.

– Segundo o estudo da BigData Corp., tampouco houve maior democratização na distribuição geográfica desses e-commerces pelo País: São Paulo, que já era sede de 54,87% deles, ampliou essa vantagem na atual pesquisa: 56,38%. Rio de Janeiro, que ostentava 8,48% em 2015, agora tem 7,19%; e o Paraná, terceiro colocado no ano passado, com 7,26%, passou para a quinta colocação, com 6,5% – foi ultrapassado pelos micropolos (17 estados mais o DF, que representam 6,83%) e por Minas Gerais, que, apesar de subir no ranking, teve queda no índice de e-commerces locais, de 7% para 6,97%.

– Um dado que ajuda a perceber a crise pela qual passa o Brasil é o tíquete médio das compras online no decorrer do último ano: 76% dos sites de comércio eletrônico analisados pelo estudo venderam itens com valores abaixo de R$ 100; 8,7%, produtos com preço entre R$ 100 e R$ 500; e 3,33%, produtos entre R$ 500 e R$ 1 mil. Na outra ponta dessa fatia da pesquisa aparecem as lojas online que comercializam produtos acima dos R$ 1 mil. São, atualmente, 12% do mercado brasileiro.

– Já a disparada do dólar explica por que muitos e-commerces abandonaram seus servidores fora do País no decorrer do ano. Em 2015, apenas 28,48% dos sites de comércio eletrônico estavam baseados no Brasil. Agora, são 44,42%. Entretanto, as compras internacionais continuam fazendo parte do comportamento dos consumidores online brasileiros. De acordo com pesquisa da Ipsos/PayPal divulgada em novembro de 2015, 67% dos internautas no mercado local compraram online nos 12 meses entre outubro de 2014 e outubro de 2015. No universo de consumidores online, 51% afirmaram ter adquirido produtos somente em sites brasileiros; 45% compraram tanto domesticamente quanto em outros países; e somente 4% fizeram negócios apenas cross-border.

– O estudo da BigData Corp. também apontou que 60,71% dos sites de comércio eletrônico brasileiros usam as redes sociais para turbinar vendas e promoções. O Facebook é o preferido, com 54,96%. Em seguida vêm Twitter, com 35,87%; YouTube, 20,80%; e Instagram, 9,32%.

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Huawei é uma das 100 marcas mais valiosas do mundo de acordo com a Brand Finance

O critério de seleção da Brand Finance para a sua lista das “100 marcas globais mais valiosas” inclui um índice de força da marca (BSI, na sigla em inglês), lealdade da marca e investimentos em marketing. As empresas internacionais nesta lista contam com abrangentes e excepcionais capacidades. Para a Huawei, o valor da sua marca incorpora tanto poder de hardware, quanto de software. A aparição contínua em rankings de marcas globais demonstra que a Huawei estabeleceu com sucesso o reconhecimento global da sua marca. A empresa já detém a terceira maior fatia do mercado de smartphones e é a primeira empresa chinesa de telefones móveis a alcançar vendas anuais de mais de 100 milhões de unidades.

Com este anúncio, a Huawei mais uma vez está classificada entre as 100 marcas mais reconhecidas do mundo. Em 2014 e 2015, já havia sido incluída na lista de “melhores marcas globais” da Interbrand, além disso, foi apontada pela BrandZ em 2015 para sua lista “100 marcas globais mais valiosas”.

Em 2014, a Huawei tornou-se a primeira empresa chinesa a ser escolhida para a lista das “melhores marcas globais” da Interbrand, quando ficou na 94ª posição. Em outubro de 2015, a Huawei novamente foi classificada entre as “melhores marcas globais” da Interbrand, dessa vez subindo para o 88º lugar. A Huawei também foi escolhida pela BrandZ em 2015 na categoria “100 marcas globais mais valiosas”, ficando em 16º entre as marcas de ciências e tecnologia. A BrandZ avaliou que a marca Huawei valia mais de US$ 15.3 bilhões em 2015, enquanto a Brand Finance avaliou a marca em mais de US$ 19.7 bilhões, uma alta de 70% em relação ao ano anterior para classificar a Huawei em 8º lugar em termos de taxa de crescimento.

Até o momento, a Huawei implantou seus produtos e soluções em mais de 170 países e regiões. Ela também possui 16 centros de pesquisa localizados nos Estados Unidos, Índia, Suécia, Rússia e China, entre outros lugares. No segmento de rápidas mudanças e crescimento em ciência e tecnologia, a Huawei já possui capacidades de P&D e inovação de nível mundial e continua comprometida com a inovação e pesquisa em muitos segmentos científicos e tecnológicos.

Nos últimos anos, a Huawei tem visto grande crescimento dos negócios no exterior, a unidade de consumo chegou a terceira maior fatia do mercado global de smartphones. Em 2015, a Huawei alcançou a marca global de 108 milhões de unidades vendidas de smartphones, uma alta de 44% ano a ano, com receita anual de mais de US$ 20 bilhões, uma alta de praticamente 70% ano a ano. A demanda pelo modelo Mate 8 logo após o lançamento foi muito maior do que a esperada, os outros produtos da linha premium da Huawei mostraram novamente o forte poder da marca. Em um relatório sobre a pesquisa de marcas em 2015 da IPSOS, a Huawei recebeu o Net Promoter Score de 47, ficando em terceiro no mundo. Isto significa que os usuários de telefones móveis da Huawei relatam uma experiência positiva com o produto, o que reflete a melhoria significativa da Huawei na experiência do usuário.

Em 2015, os negócios para consumidores da Huawei continuaram em ascensão nos mercados externos, ganhando rapidamente o mercado na Europa, América Latina, Oriente Médio e África. Para 2016, a empresa planeja expandir ainda mais nos mercados externos, ampliar a sua liderança no mercado chinês e alcançar as líderes no mercado de primeira linha. De acordo com os dados do IPSOS, o reconhecimento global da marca Huawei subiu de 65% em 2014 para 76% em 2015. Na Europa, o reconhecimento da marca Huawei alcançou 68% na Alemanha, 82% na Itália e 79% na Espanha, o que significa que a Huawei foi bem sucedida em fazer os consumidores da Europa reconhecerem a sua marca.

Nos últimos anos, a Huawei trabalhou para melhorar a influência da sua marca por meio do marketing em eventos esportivos populares. Seu patrocínio para futebol e outros esportes em todo o mundo trouxe um tremendo crescimento para as vendas da Huawei na Europa e na América, ajudando a conquistar uma boa reputação de marca para a empresa. Em 17 de março de 2016, a Huawei anunciou que o seu novo embaixador global para a marca, a superestrela do futebol, Lionel Messi – eleito em cinco temporadas como o melhor jogador do mundo pela FIFA. Esta cooperação deverá ajudar a Huawei a ir ainda mais longe no mercado de primeira linha e fazer com que mais consumidores globais reconheçam e amem a marca Huawei.

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Segurança em Big Data – É possível!

Thiago Bordini, Diretor de Inteligência Cibernética do Grupo New Space

Conceito em crescente evidência, o Big Data tem a função central de reunir, em um único local, o máximo de informações para gerar integração e possibilidade de busca em grandes volumes de dados. A proposta é que sua utilização ocorra de forma alinhada com os principais desafios das empresas e favoreça processos de visualização, análise, captura, curadoria, pesquisa, armazenamento, compartilhamento e transferência de dados relevantes. Muitas empresas, porém, estão esquecendo que só há segurança da informação no uso do Big Data se essa integração também estiver presente nas ações de prevenção de riscos.

O termo Big Data tem sido amplamente debatido para indicar conjuntos de dados complexos com os quais aplicativos de processamento de dados tradicionais têm dificuldades de lidar. Contudo, é preciso se perguntar: como a segurança da informação interfere no uso desses dados? As empresas estão preparadas para essa mudança de cenário?

Essas perguntas são extremamente relevantes, pois há atualmente diversas soluções tecnológicas que não habilitam quesitos mínimos de segurança durante o processo de instalação e de configuração do produto – até mesmo com sistemas que não exigem usuário e senha para o acesso às bases de dados. Agravando esse quadro, há diversos tipos de riscos associados com o crescente uso de soluções de Big Data por parte das empresas, como a exposição de dados sensíveis e confidenciais na Internet e o comprometimento dessas bases de dados com a exclusão, inclusão ou modificação de informações.

As maiores falhas de segurança que os desenvolvedores dessas soluções cometem estão relacionadas com a falta de mecanismos de autenticação, como usuário e senha, além da inexistência de canais seguros para acesso a essas bases, como a utilização de criptografia. As soluções que mais sofrem ataques são principalmente aquelas baseadas em bancos de dados de alta performance, o que exige das empresas a implementação de soluções assertivas como: seguir boas práticas de mercado, contratar consultorias externas para validar quesitos relacionados à proteção dos dados e capacitar as equipes que lidam com essas soluções focadas em segurança da informação.

Para tanto, há alguns controles prioritários de segurança que precisam ser adotados em um projeto de Big Data, como a existência de um gestor da informação, adequação às normas e às leis, definição de políticas, controle de acesso às informações mais estratégicas, seleção criteriosa das informações disponíveis no ambiente Big Data e checagem da autenticidade de informação com origem garantida.

Como a segurança da informação é um assunto com potencial de danos irreversíveis, as empresas que possuem uma cultura de Segurança da Informação implantada em seus processos, são mais preparadas para tratar os dados e para proteger as suas informações de forma adequada e compatível com seu negócio.

Ressalto que a Segurança da Informação pode ser direcionada para tecnologias de Big Data, porém as ações precisam considerar a empresa como um todo. O conceito de segurança e os controles estruturais devem ser avaliados em todas as áreas da organização, com um processo corporativo eficiente que proteja as informações sensíveis e confidenciais. Somente assim as empresas ficarão menos dependentes dos problemas de segurança da informação e permanecerão focadas em seus objetivos estratégicos de negócio.

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Financiamento coletivo viabiliza lançamento de patinete silencioso e sem emissão de poluentes

Campanha busca arrecadar R$ 30 mil na Kickante para produzir o Surfer, projeto brasileiro e exclusivo de mobilidade consciente

Já pensou em se locomover pelas ruas de sua cidade com um veículo de design exclusivo, silencioso e que, além disso, não emite gases poluentes? A SOMA Veículos Elétricos concretizou essa ideia e conta com umacampanha de financiamento coletivo para viabilizar essa produção. É o Surfer, projeto brasileiro de e-patinete que oferece conforto, mobilidade sustentável, fácil manutenção e consciência coletiva.

De acordo com Fabio Pagotti Silva, um dos engenheiros responsáveis pelo projeto, os componentes do Surfer são similares a de uma mountain bike e garantem segurança, leveza e fácil reposição de peças ou mesmo personalização em qualquer parte do País. Seu silencioso motor elétrico permite circular por ciclovias ou vias urbanas de baixa velocidade e subir ladeiras moderadas. Tudo isso de forma muito sustentável e sem a necessidade de manutenções comuns entre carros ou motos. O patinete pode ser carregado em qualquer tomada convencional e tem autonomia de até 35km.

O projeto é acelerado no SENAI-CIMATEC em Salvador e participa de programas do MCTi/Startup-Brasil (com gestão da Softex), CNPq, SENAI Inovação e FAPESB. A SOMA Veículos Elétricos conta com desenvolvimento em Salvador, no Rio de Janeiro, São Paulo, Londres-Reino Unido e São Francisco, nos Estados Unidos.

A campanha lançada no site da Kickante tem como objetivo arrecadar R$ 30.000 para a produção das primeiras unidades do Surfer. A arrecadação será finalizada dia 19 de abril e os interessados poderão contribuir com o projeto e também adquirir o produto com preço promocional. Para mais informações sobre a campanha acesse:http://kickante.com.br/campanhas/surfer-e-patinete-brasileiro

O primeiro lote tem o valor de R$ 5.490 (preço integral) e contempla 30 unidades do Surfer. O segundo por R$ 800,00 com 20 patinetes disponíveis para pagamento parcial, onde o restante do valor (R$ 4.990) será pago no envio do produto, em junho de 2016. O último sai por R$300,00 e é um upgrade de 30-40% da autonomia da bateria do veículo.

“Escolhemos lançar nosso projeto pela Kickante, pois acreditamos que a empresa já tem uma posição consolidada no mercado de crowdfunding e vem apoiando cada vez mais diversos produtos voltados para o consumo consciente e sustentável”, finaliza Fabio.

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