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Banco digital will bank recebe aporte de R$ 50 milhões de XP Private Equity e Atmos Capital

O will bank, um dos maiores bancos digitais do país, recebeu um aporte minoritário de capital de R﹩250 milhões de um grupo de investidores liderado pelo fundo de Private Equity da XP e pela gestora Atmos Capital.

O will bank foi fundado em 2017 pela família Piana, empreendedores do setor financeiro do Espírito Santo, e por Felipe Felix. Inicialmente, lançado com a marca Meu Pag!, o will rapidamente conquistou uma posição relevante de mercado, tendo emitido mais de 1,7 milhão de cartões desde sua criação, com mais da metade dos seus clientes na região Nordeste, onde é um dos líderes de mercado. Além de cartões de crédito e débito sem anuidade, a companhia também fornece serviços de conta digital remunerada e de conta corrente, como transferências bancárias, pagamentos e saques.

O aporte pelos investidores será um reforço na base de capital do will, suportando o crescimento acelerado da companhia e o desenvolvimento de novas linhas de produto nos próximos anos, além de contribuir com a governança corporativa do banco digital. Co-fundador e CEO da companhia, Felipe Felix, complementa que o will possui um grande diferencial tecnológico e foi a primeira startup a oferecer conta digital integrada com cartão de crédito no Brasil, no início de 2017. “Com grande parte dos funcionários nas áreas de tecnologia e dados, temos muita agilidade e flexibilidade para desenvolver novos produtos e melhorias, evoluindo a vida financeira dos nossos clientes de algo sem graça e burocrático para uma experiência prazerosa, positiva e completa”. Complementa ainda que “estamos muito felizes em firmar uma parceria com uma base de investidores de alto nível, que nos permitirá continuar crescendo de forma acelerada e sustentável para transformar a vida de milhões de brasileiros”.

De acordo com Chu Kong, head do fundo de Private Equity da XP, “o investimento no will é uma grande oportunidade de ingressar no mercado de alto crescimento dos bancos digitais, que tem democratizado o acesso ao sistema financeiro. O will se destaca por contar com um forte e experiente time de gestão, com profundo conhecimento do seu público alvo”.

O will bank é um raro exemplo de fintech brasileira que apresenta alto crescimento e rentabilidade, tendo reportado mais de R﹩500 milhões em receita em 2020, o dobro do registrado em 2019, além de lucro líquido positivo nos últimos anos. Erik Lassner, da gestora Atmos Capital, adiciona que “a rentabilidade da companhia está relacionada principalmente ao alto índice de crescimento orgânico de clientes, devido à qualidade do produto e ao posicionamento da marca, focado em um público historicamente mal servido pelo sistema financeiro tradicional”. A companhia estima que uma grande parcela dos clientes will não tinham cartão de crédito quando teve seu crédito aprovado.

Esta transação é resultado de uma parceria inovadora entre o XP Private Equity e a Atmos Capital, uma gestora de ativos líquidos que realizou seu primeiro investimento em uma empresa de capital fechado.

O Banco Credit Suisse atuou como assessor financeiro exclusivo do will bank nesta transação, cujos advogados foram os escritórios Pinheiro Neto, pelo lado da companhia, e Mattos Filho, pelos investidores.

Abertas inscrições para o SENAM 2021

O SENAM®, um dos maiores da América Latina sobre a Gestão Fiscal dos Municípios, que acontece entre os dias 03 e 05 de agosto deste ano, está com suas inscrições oficialmente abertas. O link está no final deste release e as inscrições são limitadas, então é bom já garantir a vaga.

Pela primeira vez, por causa da pandemia, o evento vai acontecer de forma totalmente online. Os objetivos são discutir as bases para o futuro da gestão fiscal e, entre as discussões mais aguardadas, está a da reforma tributária, tema vigente e tão necessário para todos os agentes.

O evento, todos os anos, resulta em um livro com os melhores trabalhos inscritos com soluções para a área. Este ano, será a 8ª edição do livro “Gestão Fiscal Municipal – Tributação, Orçamento e Gasto Público”, publicado em parceria com a Editora Quartier Latin. Este ano, os temas são Gestão Tributária e Gestão Orçamentária ou do Gasto Público.

Os valores de inscrição são R$120 para entidades parceiras e R$150 para o público em geral. Nesse valor, além do certificado, então inclusos o acesso a todas as atividades do evento, o livro, já com valor de envio, e 60 dias de acesso a todas as palestras.

Link para as inscrições no evento: https://senam.org.br/inscricoes/

Rafael Lategahn assume nova unidade de negócios de ofertas digitais da Engineering

Com projetos validados em empresas como a varejista Via, companhia global de TI especializada em Transformação Digital estrutura nova área para priorizar desenvolvimento de soluções que usam Dados, APIs e Cloud
Nos últimos anos, as empresas estão se transformando digitalmente de acordo com o comportamento e o consumo dos seus clientes finais, processo que foi acelerado pela pandemia da Covid-19. Neste cenário, as organizações que conseguem manter seus negócios e, ao mesmo tempo, ampliar o acesso às suas plataformas são aquelas que obtêm vantagem competividade e, principalmente, lucro.

Para a Engineering, companhia global de Tecnologia da Informação e consultoria especializada em Transformação Digital, essa transformação está, portanto, intrinsicamente relacionada ao uso de APIs (Interface de Programação Aplicada, em português), dados e nuvem. São tecnologias que têm destaque atualmente e, portanto, necessitam de foco comercial.

Para acompanhar essa tendência, Rafael Lategahn, que atuava como diretor de arquitetura e inovação, assume a diretoria da operação denominada Digital Business, que é composta por uma equipe multidisciplinar e responsável por conectar tais tecnologias aos negócios de clientes. A meta é ampliar a receita de projetos que envolvam Dados, APIs, Cloud Computing e Consultoria Digital em 50% até 2023, além de posicionar a Engineering no mercado como uma das principais especialistas nos temas.

“Já tínhamos projetos com essas propostas, nos quais implementamos plataformas de gestão de APIs, por exemplo, com o objetivo de expandir a infraestrutura e a capacidade para a criação de novos modelos de negócios. Entretanto, para potencializar as vendas, decidimos investir numa nova unidade de negócios que vai concentrar esses esforços para apoiar o cliente no início desta jornada”, explica Lategahn, líder da iniciativa.

Tendo o conceito de Data Driven e API Economy no seu DNA, a unidade de negócios já possui duas ofertas estruturadas para suportar as organizações, que são cada vez mais guiadas a dados e integrações. Uma delas é o “Escritório de APIs”, que auxilia às empresas a traçarem suas estratégias de API de acordo com suas reais necessidades de negócios. A oferta funciona por meio das etapas de análise, identificação, definição de estratégias e implementação de processos, orientação para construção de arquitetura, implementação da plataforma e, por fim, operação e evolução dessa tecnologia.

A outra solução disponível é a “Fábrica de Dados”, responsável por sanar o volume de informações não estruturadas existentes nas organizações, formatando-as. Assim, o cliente realmente aproveita seus dados, ou seja, obtém o máximo valor dessa informação para seu negócio.

“Toda empresa gera um volume expressivo de dados e, devido ao Big Data, essas organizações passaram a armazená-los mesmo sem utilizá-los, resultando num alto custo operacional. Aí que nós entramos. Nosso objetivo é utilizar Big Data, Cloud, Microsserviços e Inteligência Artificial, entre outras tecnologias inovadoras, para orientar as empresas acerca desses dados que, atualmente, somente geram e armazenam e, assim, contribuir com sua jornada de Transformação Digital”, finaliza o executivo.

Goomer integra plataforma de delivery com Facebook e Instagram e passa a oferecer pedidos diretamente nas redes sociais

Startup com o propósito de apoiar a transformação digital do setor foodservice, a Goomer passa a oferecer a partir de agora mais uma funcionalidade em sua solução GoomerGo, plataforma de delivery sem taxas ou comissões, com o objetivo de ajudar bares e restaurantes a aumentarem o número de pedidos. A novidade da vez é a integração com o botão de ação “pedir refeição”, que possibilita ao cliente realizar o pedido de sua refeição diretamente do Instagram ou do Facebook, sem precisar sair da rede social.

A funcionalidade pode ser utilizada pelos donos de bares e restaurantes tanto no perfil do Facebook quanto no Instagram. Na segunda plataforma é possível ainda a inserção de figurinha nos Stories, uma ação mais estratégica para compartilhamento e divulgação de promoções e determinados produtos.

Para realizar a integração e iniciar o uso da ferramenta no GoomerGo, os estabelecimentos precisam ter uma página no Facebook criada e conectada à página no Instagram. O processo é simples e pode ser feito por meio de qualquer uma das plataformas.

“Com a integração, que é super simples, o estabelecimento ganha mais recursos para sua página nas redes sociais. Os clientes conseguem rapidamente fazer seus pedidos, sem nem precisar sair do Facebook ou Instagram. Além disso, o estabelecimento consegue ainda visualizar métricas de desempenho do seu cardápio e fazer campanhas mais inteligentes com o pixel que já é conectado pela integração”, afirma Rafael Laganaro, co-fundador e head de Produto da Goomer. 

Liderando a Transformação Digital do setor foodservice

Com atuação em todo o território nacional, a Goomer se notabiliza pela experiência oferecida aos bares e restaurantes na captura de pedidos dos clientes – tanto dentro do estabelecimento como em casa. Atualmente mais de 110 mil marcas foodservice, espalhadas em 2.700 cidades brasileiras, já utilizam uma ou mais soluções da Goomer. A expectativa é alcançar 230 mil estabelecimentos até o final de 2021.

Em maio, a startup anunciou captação série A, no valor de R$ 15 milhões, levantada junto ao fundo Bridge One e acompanhada pela DOMO Invest e o Aimorés Investimento.

Empresa âncora do Centro de Inovação de Joaçaba, Sancon inaugura nova sede

Espaço de 340 metros quadrados foi projetado para garantir um ambiente colaborativo e que valorize o debate para o desenvolvimento de ideias inovadoras. Com mais de 25 anos, a empresa conta com portfólio completo para todos os segmentos da economia

O Centro de Inovação do Vale do Rio do Peixe (Inovale) recebe a partir deste mês os mais de 60 colaboradores da Sancon, empresa de tecnologia que será âncora do espaço. A nova sede da empresa, que tem mais de 25 anos e representa e desenvolve soluções de gestão empresarial, conta com 340 metros quadrados e foi inaugurada neste dia 5. 

O espaço foi desenvolvido com o objetivo de priorizar e fomentar um ambiente colaborativo de desenvolvimento. O investimento para a construção da sede foi de aproximadamente R$ 1 milhão. Em 2020 a empresa cresceu 15% e, apesar da pandemia, mantem o ritmo projetado para 2021, quando espera fechar o ano com 23% de crescimento. 

“Apostamos neste projeto porque acreditamos que um ecossistema de inovação fortalecido potencializará oportunidades de negócio e crescimento para a comunidade tecnológica da região. No Inovale estaremos ainda mais próximos de outras empresas, parceiros e especialistas para a troca de ideias, fomento de iniciativas para o setor e apoio ao segmento no Vale do Rio do Peixe”, avalia Cristiane Tonet, Diretora Comercial da Sancon. 

Reconhecida por ser um dos principais canais de soluções Senior Sistemas  do país, a Sancon também desenvolve funcionalidades personalizadas para seus clientes, além de contar com um portfólio completo de software para os principais segmentos da economia. São soluções de gestão empresarial, RH, logística e gestão de transporte, CRM, entre outros. 

Reconhecimento ao ambiente de trabalho 

Além da inauguração da nova sede, a Sancon comemora também a conquista do certificado da FIA Employee Experience  (FEEx)– Clima Organizacional, pesquisa que avalia o clima e ambiente de trabalho das empresas. Na pesquisa, a companhia atingiu índice de clima organizacional superior a 75 pontos, o que a coloca como uma empresa reconhecida pelo esforço dos dirigentes, RH, gestores e demais colaboradores em construir um ambiente de trabalho agradável para trabalhar e que favorece a construção de equipes mais unidas, de uma atmosfera de trabalho mais harmoniosa e de uma empresa mais produtiva. 

O FEEx é realizado pela Fundação Instituto de Administração (FIA), entidade representada por profissionais com expertise no campo da pesquisa das potencialidades humanas, que já realizaram estudos em mais de 1,5 mil empresas brasileiras.  

Startups voltadas para implementação de práticas ESG receberam mais de 1 bilhão de dólares na última década

Volume investido até junho deste ano corresponde a um terço do total aportado no ano passado

Com o aumento do número de startups e rodadas que aconteceram nos últimos dois meses, o volume total investido em ESG Enablers, ou seja, startups dedicadas a fazer com que empresas estejam de acordo com as práticas ESG, passou 1 bilhão de dólares na última década. O número consta no Inside ESG Tech Report #2, relatório do Distrito realizado em parceria com a KPMG.
Neste ano, o desempenho não está tão forte até agora: o volume investido no primeiro semestre, 89,8 milhões de dólares, corresponde a um terço do total aportado no ano passado, 284,7 milhões de dólares. Foram mapeados 34 negócios (deals), com destaque para a agtech (startup de agronegócio) Solinftec, que captou 60 milhões de dólares em meados de fevereiro; a startup de mobilidade Tembici, que captou 47 milhões de dólares; e a empresa de tecnologia da inovação Neoway, que levantou 45 milhões de dólares. Todas as rodadas de investimento foram series B.
Entre os deals mais recentes, destaca-se o da edtech (startup de educação) Witseed, que no final de maio recebeu investimento-anjo de 176 mil dólares da Criaviz Ventures e da Anjos do Brasil; a fintech (startups do setor financeiro) Onze, que também em maio recebeu 10 milhões de dólares da Ribbit Capital; e a empresa de água e energia Delfos, que no final de abril um investimento de 5 milhões de dólares de Domo Invest, EDP Ventures, BMG Uptech e Bossa Nova Investimentos.
“A transição para uma economia circular, de baixo carbono, socialmente inclusiva e que regenera os ecossistemas depende de alguns fatores críticos. Dois deles são fazer dos negócios uma ferramenta para moldar esse futuro – que chamamos sustentável – e desenvolver soluções tecnológicas que nos ajudem a fazer isso mais rapidamente. Na próxima década, da transição, vamos ter que colocar em prática o que aprendemos no passado. E, no caminho, teremos que pensar em soluções, implementar, medir, corrigir, escalonar e ser transparente sobre os resultados que tivemos, para podermos utilizar a rede de conhecimento que temos à nossa volta”, afirma a sócia-líder de ESG da KPMG, Nelmara Arbex.
Desde o primeiro relatório, divulgado em maio, 61 empresas foram incluídas na base da plataforma do Distrito, de forma que agora tem-se 802 startups ESG Enablers mapeadas no ecossistema brasileiro em 30 diferentes setores.
“O ecossistema de startups com soluções em ESG ainda é novo. Mas, à medida que o tempo passa e as startups com modelos de negócio sustentáveis crescem, o número de cheques de valores mais elevados tende a aumentar, assim como o volume total investido”, explica Tiago Ávila, head do Distrito Dataminer, braço de inteligência do Distrito.
O setor que predomina em número de startups é o de água e energia, com 144 empresas (17,96%). As soluções variam de gestão e otimização de energia ou água a geração de energia limpa, como a solar. Na sequência, destacam-se edtechs (startups de educação) (10,22%), fintechs (startups de serviços financeiros) (8,73%), martechs (startups de marketing) (8,6%), hrtechs (startups de RH) (7,73%), greentechs (startups de sustentabilidade) (5,61%), negócios sociais (4,24%), Indústria 4.0 (3,39%), agtechs (startups de agronegócio) (3,12%) e biotechs (startups de biotecnologia) (2,99%).
O Inside ESG Report #2 traz ainda um panorama sobre economia circular. Apenas no ano passado, 122,3 milhões de dólares foram captados por startups na categoria ambiental, número 40 vezes maior que a média dos anos anteriores. O documento ainda traz entrevistas, tendências e movimento das corporações.

Huawei lança seu Relatório de Sustentabilidade de 2020

A Huawei divulgou nesta quinta-feira,8, seu Relatório de Sustentabilidade de 2020. A empresa publica este relatório, anualmente, há 13 anos. O relatório de 2020 explica o grande progresso que a Huawei fez no ano passado em suas quatro estratégias de sustentabilidade: inclusão digital, segurança e confiabilidade, proteção ambiental, e um ecossistema saudável e harmonioso.

A iniciativa de inclusão digital TECH4ALL: Sem deixar ninguém para trás no mundo digital

A pandemia de COVID-19 sobrecarregou os sistemas globais de educação e saúde de uma forma nunca antes vista. A empresa tem usado inovadoras soluções de TIC para fornecer às pessoas, em diferentes regiões do globo, acesso igualitário a educação e saúde de qualidade, desempenhando seu papel na luta contra a pandemia.

Em 2020, a Huawei lançou seus programas Skills on Wheels e Connecting Schools em mais de 200 escolas em todo o mundo, beneficiando mais de 60.000 pessoas. A Huawei também usou soluções de TIC para ajudar na reação à pandemia nas comunidades onde opera e forneceu assistência técnica a quase 90 países, fazendo o seu melhor para apoiar as comunidades locais neste momento de grande necessidade.

Como parte de seus esforços para fornecer acesso universal a tecnologias e aplicativos digitais, a Huawei oferece 15 funções de acessibilidade em seus smartphones. Todos os meses, cerca de 10 milhões de pessoas usam essas funções que lhes permitem usufruir melhor um estilo de vida inteligente.

Em 2020, a Huawei ajudou 22 áreas protegidas em 18 países a gerenciar recursos naturais e proteger a biodiversidade de forma mais eficiente usando suas tecnologias digitais. A Huawei também lançou a solução RuralStar Pro que fornece serviços de voz e banda larga móvel para vilas remotas e escassamente povoadas. Suas soluções RuralStar agora fornecem cobertura de rede para mais de 50 milhões de pessoas em comunidades remotas.

Sempre centrado nas pessoas: criando produtos, soluções e serviços seguros, confiáveis ​​e de alta qualidade

“Acreditamos que a tecnologia deva ser centrada nas pessoas”, disse Tao Jingwen, membro do conselho de administração e presidente do Comitê de DSC da Huawei, no relatório. “A tecnologia deve servir as pessoas de uma maneira que respeite plenamente seus direitos, garantindo poder de escolha e consentimento”.

A Huawei trata a segurança cibernética e a proteção da privacidade como suas principais prioridades. Em 2020, a Huawei lançou Software Process Trustworthiness Capability Framework and Assessment Criteria, os Critérios de Avaliação da Capacidade e Confiabilidade da Estrutura de Processos de Software, estabelecendo um conjunto completo de mecanismos confiáveis de produção de codificação. No final de 2020, a Huawei havia registrado 2.963 patentes relacionadas à segurança cibernética e proteção da privacidade em todo o mundo. No ano passado, a empresa assinou acordos de processamento de dados com mais de 5.000 fornecedores e realizou uma extensa due diligence para garantir a conformidade.

Apesar da pandemia e de estar na Entity List, a Huawei continuou a garantir a comunicação uniforme para mais de três bilhões de pessoas em todo o mundo e a dar suporte à estabilidade das redes durante mais de 200 desastres e grandes incidentes.

Tecnologia para um planeta melhor: impulsionando o desenvolvimento verde e sustentável com tecnologia

“Um mundo inteligente precisa ser um mundo verde”, disse Liang Hua, Presidente do Conselho de Administração da Huawei, no relatório. “Os avanços na tecnologia podem nos ajudar a entender e proteger melhor a natureza, mitigando o impacto da atividade humana no planeta. Acreditamos que a tecnologia pode funcionar em harmonia com a natureza e ajudar a tornar este mundo um lugar melhor”.

Como parte de seus esforços para criar um mundo digital mais verde e sustentável, a Huawei foca em reduzir as emissões de carbono, promover energias renováveis e contribuir para uma economia circular. Em 2020, as emissões de CO2 da Huawei por milhão de RMB (renminbi) de receita de vendas mostraram uma redução de 33,2% em comparação com o ano base (2012), superando a meta de 30% que a empresa estabeleceu em 2016.

Em 2020, a organização ambiental global sem fins lucrativos CDP classificou mais de 5.800 empresas por seus esforços para enfrentar as mudanças climáticas, e a Huawei foi uma das poucas empresas reconhecidas com uma prestigiosa classificação ‘A’ por suas ações para reduzir as emissões e mitigar os riscos climáticos e desenvolver a economia de baixo carbono.

Para promover as energias renováveis, a Huawei implantou suas soluções de energia digital em mais de 170 países e regiões, atendendo a um terço da população mundial. Até o momento, essas soluções geraram 325 bilhões de kWh de eletricidade a partir de fontes renováveis ​​e economizaram 10 bilhões de kWh de eletricidade. Esses esforços resultaram em uma redução de 160 milhões de toneladas nas emissões de CO2.

A empresa também está usando materiais mais ecológicos, projetando seus produtos para maior longevidade, usando embalagens mais sustentáveis ​​e reduzindo o desperdício. Combinadas, essas ações ajudarão a promover uma economia circular.

Tecnologia para o bem: continuar a criar valor social e impulsionar o progresso em direção aos ODS da ONU

Além de agregar valor aos negócios de seus clientes, a Huawei reconhece a importância de gerar valor social para todas as partes interessadas e fomentar o progresso em direção aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ODS).

A Huawei se preocupa com seus funcionários e coloca sua segurança em primeiro lugar. Durante a pandemia de COVID-19, a empresa tomou várias medidas para garantir a saúde e a segurança dos funcionários e ajudar os fornecedores e contratados a retomar o trabalho com segurança.

Em 2020, a Huawei organizou mais de 650 atividades de caridade em todo o mundo. Seeds for the Future, seu principal programa de RSC, beneficiou cerca de 9.000 alunos de 130 países e regiões, e esses jovens se tornarão no futuro um valioso grupo de talentos para o setor de TIC.

No ano passado, a Huawei continuou a aprimorar seu programa de conformidade, se engajou e colaborou de forma aberta e proativa com as partes interessadas para promover a compreensão e a confiança mútuas.

Na era pós-pandemia, a tecnologia está posicionada para desempenhar um papel ainda maior no apoio ao desenvolvimento social sustentável. A Huawei está preparada e disposta a trabalhar com seus parceiros e usar inovadoras soluções de TIC para apoiar o progresso em direção aos ODS da ONU e, em última instância, levar o digital a cada pessoa, lar e organização para um mundo totalmente conectado e inteligente.

O Relatório de Sustentabilidade de 2020 pode ser encontrado em:

https://www.huawei.com/en/sustainability/sustainability-report

Parque Tecnológico lança programa de internacionalização

O Parque Tecnológico São José dos Campos lança o Nexus Global – programa criado para inserir e impulsionar seu ecossistema de tecnologia e inovação no mercado global.

O objetivo é consolidar o Parque Tecnológico como hub tecnológico mundial para novos negócios, desenvolvimento e cooperação, facilitando o posicionamento internacional das empresas e instituições vinculadas. Este conjunto de iniciativas também visa atrair talentos, investimentos e negócios estrangeiros para o Parque.

BORN LOCAL, THINK GLOBAL – A internacionalização tem sido fundamental para a sustentabilidade das empresas. De acordo com o estudo Global Startup Ecosystem Report, realizado pela Startup Genome, as empresas que vendem para mercados globais crescem duas vezes mais rápido do que aquelas focadas apenas no mercado local.

Para o coordenador de desenvolvimento de negócios internacionais do PqTec, Rodrigo Mendes, o processo de internacionalização amplia as oportunidades e torna as empresas mais eficientes. “A empresa melhora seus processos para acessar o mercado global e ser capaz de competir com os principais players. Este esforço eleva a performance, trazendo mais resultados aos negócios”.

METODOLOGIA – O programa está dividido em três eixos principais:


• Global Connection: foco na integração e interação do Parque Tecnológico com os principais ecossistemas de inovação do mundo, com acordos de cooperação e promoção de empresas e instituições do Parque.
• Smart Take-Off: trilha de suporte para as empresas alcançarem sucesso no processo de internacionalização. A abordagem é específica para cada tipo de necessidade, desde orientações para quem quer saber se é o momento certo para buscar novos mercados a mentorias, apresentação de oportunidades, capacitações, reuniões de matchmaking e apoio para a inscrição em processos estrangeiros de incubação e aceleração.
• Softlanding: porta de entrada para a atração de empresas que queiram realizar negócios no Brasil, oferecendo acolhimento e ferramentas para compreender as necessidades das empresas estrangeiras no mercado local.

ATRATIVIDADE – São José dos Campos é uma das principais cidades do país, referência em inovação, qualidade de vida e empreendedorismo. O Programa Nexus Global potencializa a marca da cidade e ajuda a atrair novas empresas, investimentos e talentos.

“Além de trabalhar para conectar o ecossistema da região com os principais ecossistemas internacionais, vamos também oferecer apoio para que as empresas de fora possam se instalar no Brasil, especialmente em São José dos Campos”, complementa Mendes.

O Parque Tecnológico foi o primeiro polo brasileiro a ser acreditado pela ENRICH in Brazil, apoiando empresas europeias que desejam fazer negócios ou se instalar no país.

LANÇAMENTO – O evento de lançamento ocorreu de maneira online e contou com a participação de Rodrigo Mendes, coordenador de desenvolvimento de negócios internacionais do PqTec; Guilherme Rosa, CEO da Constellatio Open Innovation; Renan Padovani, CEO da Autaza; e Rodrigo Olmedo, cofundador e diretor da uGlobally. Assista ao evento neste link .

Gartner prevê que mercado global de dispositivos de Internet das Coisas para governos chegará a US$ 21 bilhões em 2022

De acordo com a mais recente pesquisa divulgada pelo Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento para empresas, o mercado mundial de Internet das Coisas (IoT) para a área governamental chegará em US$ 21,3 bilhões em 2022, o que representa um aumento de 22% em relação ao total previsto de US$ 17,5 bilhões para 2021.

“Os governos locais em todo o mundo estão usando cada vez mais a tecnologia IoT para monitorar sua infraestrutura e seus ativos de forma mais eficaz ou para melhorar a segurança e a qualidade de vida dos cidadãos, incluindo o controle da disseminação do COVID-19 e a verificação da conformidade da quarentena”, diz Kay Sharpington, Analista Sênior de Pesquisa do Gartner. “Além disso, a queda dos custos dos dispositivos está contribuindo para a viabilidade financeira de projetos que utilizam câmeras de vigilância externas e rastreamento de ativos da cidade.”

Globalmente, mais de 50% dos gastos com endpoints e serviços de comunicações dos governos ao redor do mundo serão em vigilância externa para melhorar a saúde pública e a segurança.

Previsão 2020-2022– Seis principais fontes de receitas de eletrônicos e endpoint de comunicação de IoT governamental por tipos de uso (em bilhões de dólares)

Caso de uso202020212022
Vigilância Externa9,39,712,0
Pedágio rodoviária e gestão de tráfego1,82,12,6
Rastreamento de ativos da cidade1,51,92,2
Rastreamento de evidências policiais0,91,21,5
Gestão de estacionamento0,50,60,7
Monitoramento de bombeiros0,81,01,1
Outros0,81,01,2
Total15,617,521,3

Fonte: Gartner (Junho de 2021)

“No ano passado, o uso das câmeras aumentou para verificar o distanciamento social e uso de máscaras por causa do controle devido à pandemia de COVID-19, bem como aumentou o uso para gerenciamento de estacionamento sem contato”, diz Sharpington. “Sua adoção continuará a aumentar em um ritmo diferente entre as regiões, pois as regulamentações de privacidade de dados variam entre os países. Por exemplo, o governo chinês não tem as mesmas restrições que a Europa Ocidental e a América do Norte, portanto, será um contribuinte chave para o crescimento, usando câmeras que utilizam técnicas avançadas de reconhecimento de imagem e análise de vídeo”.

Como o 5G é adequado para aplicações de vídeo devido ao seu alto rendimento de dados, o Gartner estima que as câmeras de vigilância externas representarão mais de 75% das conexões 5G globais de redes governamentais até 2022.     Além disso, o Gartner estima que, em 2022, 39% dos endpoints para governos serão fornecidos com uma interface de área ampla de baixa potência (LPWA), contra 26% em 2020.

As tecnologias LPWA oferecem conectividade WAN e móvel a preços significativamente mais baixos do que as redes celulares de máquina a máquina (M2M) tradicionais. A longa duração da bateria significa que os dispositivos são adequados para aplicações urbanas porque muitos têm requisitos de largura de banda relativamente baixos. As redes LPWA continuarão a substituir as tecnologias de rede existentes para medição e monitoramento de iluminação pública e criar soluções de IoT para estacionamento, gerenciamento de resíduos, gerenciamento de tráfego rodoviário e muito mais.

Ânima Educação aporta R$ 33,8 milhões na compra de 56% da Gama Academy, EdTech impulsionada pela Smart Money Ventures

SMV liderou em 2020 rodada de capital semente de R$ 3,1 milhões da Gama, uma plataforma digital para formação de habilidades em tecnologia

Startup do portfólio da Smart Money Ventures (SMV), a Gama Academy, EdTech de capacitação de talentos digitais em marketing, vendas e tecnologia, recebeu um aporte de R$ 33,8 milhões da nima Educação, uma das principais organizações de ensino superior particular do Brasil. O valor significa uma aquisição de 55,78% das ações, com opção de compra do controle em 4 anos. O fundador da Gama, Guilherme Junqueira, segue à frente das operações.

A startup teve sua primeira rodada de pre seed em 2016, impulsionada com um aporte de R$ 400 mil pela SMV. Em janeiro de 2020, com notável evolução e capacidade de tração da empresa, a aposta subiu para uma nova rodada de capital semente de R$ 3,1 milhões, também liderada pela Smart Money Ventures.

Um dos maiores investidores-anjo do país e sócio da SMV, Fábio Póvoa afirmou que o negócio foi resultado do potencial que a Gama demonstrou nos últimos anos. “Estivemos ao lado da empresa em vários momentos durante sua jornada – a saída do CTO e co-founder, a adoção do ensino híbrido, o amadurecimento dos produtos e serviços, a expansão para diferentes cidades, a adaptação aos desafios da covid. Ficamos felizes em ver nossos smarts sendo premiados com retornos”, avalia.

Segundo Póvoa, a nima acaba de adquirir uma excepcional empresa, com conteúdo educacional rico, metodologia de ensino comprovada, forte cultura empreendedora e enorme potencial de crescimento. “Eu conheci o Guilherme Junqueira, fundador da Gama, em 2015, e ele tinha uma perspectiva única sobre os problemas e oportunidades enfrentadas pelas startups, particularmente sobre as dificuldades de aumentarem sua equipe de talentos”.

Early Exit, de anjo a seed


Póvoa explicou a importância destas transações envolvendo saídas estratégicas, para grandes players do nicho, para todo o ecossistema de startups. “Estes eventos de liquidez antecipada (early exits) são fundamentais para confirmar nossa tese de investimento, proporcionar retorno concreto de capital aos nossos coinvestidores e com isso fazer girar a roda de aportes early stage”, completou.

KPMG promove premiação internacional de inovação para startups

A KPMG anuncia o lançamento da premiação internacional “Global Tech Innovator 2021”. A iniciativa, liderada pela KPMG, tem o propósito de identificar empresas tecnológicas inovadoras de rápido crescimento. Além disso, o propósito também é apoiar startups com potencial para progredirem nos negócios e ajudar os principais inovadores tecnológicos globais interessados em assumir a liderança do mercado no futuro.

“Esta iniciativa é uma excelente oportunidade para empreendedores brasileiros que lideram e atuam com startups interessadas em fazer a disrupção acontecer. Os vencedores da premiação terão a chance de estar em um ecossistema global direcionado para o crescimento dos seus negócios, com tecnologias inovadoras, modelos operacionais robustos, capacidade de demonstrar tração em suas atividades e potencial para atingir uma escala mundial”, afirma Jubran Coelho, sócio-líder da área de Private Enterprise da KPMG no Brasil e na América do Sul.

Para participar, os candidatos precisam ter uma empresa registrada em um dos países elegíveis, entre os quais está incluído o Brasil. Além disso, a empresa interessada também precisa: estar em operação há 5 anos ou menos na forma atual; gerar receita entre US$ 1 milhão a US$ 10 milhões ou ter levantado pelo menos US$ 500 mil em capital; ser um negócio de tecnologia pura, orientado para a tecnologia ou habilitado para tecnologia; não ser propriedade majoritária de uma grande empresa.

Para entrar na competição, os candidatos devem preencher o formulário em Inglês de inscrição até o dia 23 de julho. Os candidatos devem estar disponíveis para apresentarem seus negócios em uma etapa nacional, em agosto de 2021; e no Web Summit a ser realizado em Lisboa, Portugal, de 1 a 4 de novembro de 2021, no caso de ter sido selecionada como vencedora nacional. Em função da pandemia, os horários ou a estrutura da competição podem ser alteradas no curto prazo. As inscrições serão pontuadas em seis critérios com o mesmo peso: inovação e disrupção, potencial de mercado, adoção do cliente, tração de mercado e marketing, potencial de longo prazo e qualidade da apresentação (pitch). No Brasil, serão reconhecidos 10 finalistas e um grupo de jurados especialistas do setor avaliarão os seus pitches e será definido o vencedor da etapa do prêmio nacional.

O vencedor brasileiro participará da etapa final do Prêmio no Web Summit 2021 em Lisboa, onde outros representantes de mais de 15 países farão apresentações a especialistas do setor no palco e um vencedor geral será selecionado como o KPMG Private Enterprise Global Tech Innovator 2021. Os finalistas receberão: instalações para sua exposição no Web Summit, incluindo um estande dedicado e em destaque, passagem aérea e hospedagem, plataforma de exposição e credencial para a conferência; apresentação do seu negócio para a mídia antes, durante e após o Web Summit; participação em eventos da KPMG com expoentes dos negócios e CEOs de empresas globais de capital fechado de rápido crescimento.

Informações complementares sobre a competição e o formulário de inscrição estão disponíveis no link – https://home.kpmg/br/pt/home/insights/2021/04/technology-innovator.html

Nexodata levanta R﹩ 35 mi com participação do MELI Fund, Einstein, FIR Capital, Floating Point e do family office de Guilherme Benchimol

A Nexodata , healthtech de prescrição eletrônica, anuncia uma nova captação Série A, de R﹩ 35 milhões, com participação do MELI Fund – fundo de investimentos do Mercado Livre – , Hospital Israelita Albert Einstein, Floating Point, FIR Capital e do “family office” do fundador da XP Inc., Guilherme Benchimol. Até então, a empresa já contava com um time de investidores de peso, como LTS Investments, de Jorge Paulo Lemann, Arpex Capital, de André Street, além de IKJ Capital, Eduardo Mufarej, Juscelino Martins (Martins e Tribanco), Marcello Silva, Marco Kheirallah, Veronica Serra e Maurício Ceschin (ex ANS e Hospital Sírio Libanês), que acompanharam a rodada.

Atendendo, atualmente, mais de 1.5 milhões de pacientes por ano, a startup foi fundada em 2017, por Pedro Dias e Lucas Lacerda, ex-cofundadores da healthtech Vitta, adquirida, em 2020, pela Stone. Além deles, o médico Dr. Antonio Carlos Endrigo também se juntou aos fundadores como sócio para iniciar a operação da empresa. Após esta captação Série A, os fundadores continuam com o controle da empresa.

“Nos últimos meses, temos vivido um cenário de acelerada digitalização, em todos os segmentos. Sentimos que este movimento foi ainda maior no setor da saúde. Os recursos desta captação devem nos ajudar a acompanhar as necessidades deste novo momento, permitindo ampliações estratégicas de atuação e facilitando o dia a dia de pacientes, profissionais da saúde e todo o setor farmacêutico”, sinaliza Pedro Dias, fundador e CEO da Nexodata. A empresa ainda usará parte deste montante para lançar um marketplace, seu principal projeto para este ano. Por ele, pacientes com uma receita digital poderão comprar seus medicamentos em menos de um minuto e sem sair de casa.

Planejando ultrapassar R﹩ 400 milhões em medicamentos transacionados para 1.5 milhões de pacientes em 2021, a empresa de receita digital funciona como um integrador entre médicos e farmácias, atuando em mais de 3 mil municípios brasileiros, por meio de uma rede de 25 mil farmácias.

O grande trunfo e diferencial da Nexodata é sua capacidade de integração tecnológica com os diversos sistemas de hospitais, clínicas e telemedicina, um ambiente do setor de saúde brasileiro ainda bastante pulverizado e desconectado. Como exemplo, a healthtech, hoje, possui integração nativa com as principais empresas de tecnologia atuantes no mercado hospitalar, levando a receita digital para mais de 60 mil médicos, o que já representa aproximadamente 12% do número total destes profissionais no país.

Na prática, os médicos podem gerar uma receita digital através da integração com a Nexodata de onde estiverem. Uma vez emitida a prescrição, o paciente recebe a receita de forma 100% digital por meio de um link enviado por SMS ou e-mail, pelo qual já consegue pesquisar informações e disponibilidade dos medicamentos receitados nas 25 mil farmácias conectadas. No último ano, durante a pandemia, este tipo de tecnologia possibilitou que milhões de pacientes pudessem continuar seus tratamentos, sem ao menos precisar sair de casa. Já para as farmácias, o serviço de validação e dispensação da receita eletrônica em loja física, é 100% gratuito e está disponível para todas as redes do Brasil.

Além do avanço na pandemia da Covid-19, a Nexodata reforçou sua liderança, trazendo os executivos Cesar Giannotti (ex-Philips) como COO, e Eduardo Guilarducci (ex-Aché) como CTO. Como resultado, a empresa viu sua base de clientes institucionais crescer 25 vezes em doze meses, alcançando mais de 250 contratos. Além disso, atualmente, mais da metade das empresas do segmento de saúde listadas na B3, a bolsa de valores brasileira, utilizam os serviços da empresa. Até o final do ano, a startup acredita que este número chegue a 70%.

“Temos uma solução robusta e capaz de suportar as grandes instituições de saúde em seus processos de digitalização. Embarcamos alta tecnologia para suportar os médicos na escolha do melhor tratamento para seus pacientes e, ao paciente, viabilizamos uma nova experiência com mais segurança e praticidade”, finaliza Cesar Giannotti, COO da Nexodata.

Virgo lança vertical de Ventures e anuncia primeiro investimento na startup goLiza

Após transição de marca anunciada no último mês, a empresa de serviços e soluções financeiras para o mercado de capitais Virgo, lança a Virgo Ventures, seu projeto de corporate venture capital. Com o plano de investir até R$ 20 milhões em cerca de 20 startups nos próximos 12 meses, o braço de investimento da Virgo acaba de realizar seu primeiro aporte na goLiza, startup do portfólio da Fisher Venture Builder, especializada em gerenciamento de cadastros, onboarding e conexão entre empresas, que tem como objetivo otimizar a experiência dos stakeholders corporativos e do mercado de capitais.

Com o aporte, no valor de R$ 300 mil, a goLiza será capaz de utilizar sua tecnologia proprietária de conexão entre empresas para construir uma plataforma única de cadastro e validação de poderes, para que os investidores, assim como os fundos de investimento, não precisem repetir o longo processo de disponibilizar os dados ao comprar operações do mercado de capitais em outras corretoras ou securitizadoras. Ao concentrar o certificado de validação de poderes em um só lugar para que qualquer player do mercado tenha acesso, a jornada do investidor será muito simplificada.

Além disso, o aporte e a interação com o time da Virgo contribuirão para viabilizar o lançamento de uma plataforma que pretende solucionar o problema de desordem das assembleias do mercado de capitais. Hoje, quando se deseja mudar características de uma operação, os investidores precisam se reunir para aprovar ou não as medidas, sendo necessária a comprovação de poderes de cada um e a contagem de votos. Na plataforma da goLiza, esse processo será otimizado, tornando-se automático e mais claro.

“Queremos apoiar soluções de mercado que sejam utilizadas por todas as frentes da Virgo, de soluções financeiras à securitização, mas também buscamos investir em startups que ajudem a criar um mercado de capitais ainda maior, mais especializado e que torne a experiência dos participantes mais simples. Acreditamos que isso pode gerar cada vez mais interesse de diferentes participantes de entrar e participar do mercado de capitais, contribuindo para seu crescimento”, declara o CEO da Virgo, Daniel Magalhães.

Por meio da goLiza, as empresas podem realizar a gestão documental com a definição de controles de acesso de cada usuário, o compartilhamento de informes e atualizações com parceiros, clientes e fornecedores. Também podem monitorar alterações, vencimentos e pendências próprias e de terceiros, além de manter o cadastro atualizado, em tempo real, de todos os envolvidos na sua cadeia de negócios. Dessa forma,o sistema gera agilidade, segurança e redução de custos.

De acordo com o CEO da goLiza, Sergio Penna, a startup acredita que o investimento da Virgo será essencial para criar um novo padrão de validação de processos e operações no mercado. “Cada entidade possui o seu próprio banco de dados e gasta uma energia enorme para mantê-lo atualizado. Por que não ter alguém que faça isso para todos de uma vez só e que seja uma plataforma única onde todos podem se beneficiar das informações em rede? A goLiza quer ocupar esse espaço, mantendo, enfim, todo o processo de validação de operações em um único local. O resultado é menos burocracia, mais controle e foco em fazer negócios”, finaliza.

O aporte da Virgo precede uma rodada de captação de recursos atualmente em elaboração pela goLiza, e seu timing foi estratégico para garantir que a startup acelere seu roadmap de desenvolvimento, em especial nas áreas em que a Virgo identificou maior potencial de contribuição em seu mercado de atuação.

Pipefy anuncia novo CMO para apoiar expansão

O Pipefy , software de gerenciamento de processos de negócios que capacita times a automatizar seus próprios fluxos de trabalho, anuncia hoje que Justin Sears, ex-executivo da Lucidworks e OmniSci, ingressou na companhia como CMO (chief marketing officer). Nessa função, Justin liderará a estratégia de marketing, o posicionamento e os programas da empresa. Como membro executivo da equipe, o CMO se reportará ao presidente e COO da Pipefy, Ananth Avva.

Justin traz em sua bagagem profissional mais de 20 anos de experiência de domínio em dados, automação, análise e inteligência artificial com um forte histórico de posicionamento de soluções de software empresarial como líderes de categoria e geração de canais de demanda confiáveis ​​e escaláveis. Sob sua liderança de marketing de produto e cliente, a Hortonworks aumentou a receita para US﹩ 100 milhões e abriu o capital em apenas quatro anos. Ele também contribuiu para o crescimento da receita e da participação de mercado em cargos seniores na Lucidworks, OmniSci e Symantec.

“Esse último ano foi crucial para a Pipefy, já que equipes e empresas em todo o mundo passaram a necessitar de ferramentas no-code que ofereçam a qualquer pessoa o poder de automatizar fluxos de trabalho e gerenciar processos de negócios com facilidade”, diz Ananth Avva, presidente e COO da Pipefy. “Justin tem uma paixão profunda por entender seu cliente, identificando suas necessidades e combinando um produto com essas necessidades. Ele é um líder comprovado com uma combinação valiosa de experiência em produto e marketing. Justin será a quintessência no fortalecimento da posição de liderança da Pipefy no mercado e na aceleração de nosso crescimento”, afirma.

“Estou honrado e extremamente animado para começar minha jornada com a Pipefy”, comemora Justin. “Comecei minha carreira de software em 2000 em um fornecedor de software de colaboração e fluxo de trabalho baseado em nuvem, semelhante ao que a Pipefy está fazendo hoje. Naquela época, estávamos à frente de nosso tempo. Agora, com maior adoção de software baseado em nuvem, aplicações no-code, UX, IA, globalização e aceitação do usuário, estou em posição de realizar o que me propus a fazer há vinte anos. O produto da Pipefy distribui o poder entre os desenvolvedores de TI e cidadãos, para que as pessoas que fazem o trabalho, mesmo aquelas sem conhecimento técnico, possam criar fluxos de trabalho seguros e personalizados de forma independente para processos de negócios comuns”, explica.

Justin está se juntando à Pipefy durante um período de crescimento notável. A empresa anunciou recentemente posições de liderança nas grades de Melhor Software de Gerenciamento de Processos de Negócios e Melhor Software de Gerenciamento de Fluxo de Trabalho de 2021 da G2. Também lançou duas novas ferramentas – o Pipefy Forms, uma solução que transforma formulários inteligentes em fluxos de trabalho e o Pipefy Shared E-mail, que permite aos usuários automatizar respostas e melhorar a visibilidade de e-mail compartilhado.

Um novo produto focado em bancos de dados deve ser lançado nos próximos meses. A Pipefy também está ampliando seu capital humano, recentemente contratando seu 400º funcionário. Atualmente, está com vagas abertas para mais de 50 cargos internacionalmente, em diversas áreas da empresa.

Justin possui MBA pela UC Berkeley e bacharelado em Relações Internacionais pela Stanford University.

Podium Labs, programa de aceleração do Arena Hub, está em andamento com mais de 55 startups

O Arena Hub, maior centro de inovação e fomento ao esporte da América Latina, deu início ao Podium Labs no início de junho após inscrições e avaliação de startups. Mais de 55 startups de todo o Brasil e uma do exterior se inscreveram no primeiro programa de aceleração do empreendimento, localizado na arena Allianz Parque, em São Paulo.

O requisito para os interessados participarem do ecossistema do Arena Hub ou de iniciativas como o Podium Labs é que a startup ofereça alguma solução para a indústria esportiva. Ao ser membro associado do Arena Hub, as startups têm oportunidades únicas de troca de conhecimento, networking, acesso a Entidades Esportivas e a parcerias, mentorias, hack days e inúmeras possibilidades que impulsionam o negócio. Startups do Brasil inteiro se inscreveram no Podium Labs, que também recebeu uma startup portuguesa, a Em Jogo.

Os Estados que lideram o número de inscritos foram: São Paulo (36); Rio de Janeiro (7); Paraná (5), seguidos por SC, MG, CE, DF, RS, além de uma internacional de Portugal. Das participantes, 42 declararam que estão em busca de investimento e as outras 15 têm interesse em networking e mais experiência. Do total, 37 ainda não receberam investimentos, 11 afirmaram terem tido aportes de até R$100 mil, 8 informaram que receberam valores entre R$ 100mil e R$ 500mil e 1 já contou com apoio financeiro entre R$500 mil e R$1,5 milhão. Entre as inovações tecnológicas desenvolvidas pelas startups estão mais de sete teses, ou temas, relacionados à indústria esportiva.

Para o Podium Labs, a tendência de Engajamento de Fãs se manteve, com 12 inscritas; Performance Humana/Saúde e Bem Estar, se posicionou em segundo lugar com 11; para trabalhar com Inteligência de Negócios foram 10 startups. Além disso, outros temas informados pelos participantes foram: Mídia e Conteúdo, E-Sports e Gamificação e Conhecimento, cada uma com 5 inscritas. O tema de Impacto Social e Sustentabilidade foi informado por 4 startups, e outros temas variados, por 5.

“O mercado de Sportechs movimentou mais de US $20 bi em investimentos nos últimos cinco anos, e o Brasil ocupa a quinta posição. Temos um mercado com um enorme potencial devido ao alcance das soluções pensadas em mercados B2B2C e B2C atrelados à uma aderência à prática e acompanhamento dos esportes onde impactamos quatro quintos da população. Outro ponto relevante é que ainda temos pouca adoção de tecnologias em nossos esportes, principalmente quando comparados aos mercados Europeu e dos EUA”, afirma Fernando Patara, Head de inovação e relação com investidores do Arena Hub”.

Próximos passos

A Catarina Capital tem importante papel durante o Podium Labs, principalmente nas etapas finais. A empresa de investimentos é responsável pela gestão do veículo financeiro, criação e gestão dos comitês e contribuirá ativamente com estratégias no projeto. Junto ao Arena Hub, a Catarina Capital tem auxiliado as startups a identificarem seu cliente-alvo, como rentabilizar com ele, como desenvolver um Minimum Viable Product – MVP (produto mínimo viável) e a avançar na esteira de captação de uma nova rodada de investimento.

O projeto segue durante o segundo semestre de 2021 até dezembro, quando as startups serão apresentadas a investidores, que têm a possibilidade de realizar aportes de até R$400 mil, em troca de um teto de 12% de participação nas empresas, dependendo do estágio de cada uma delas.

MRV oferece 10 mil bolsas de estudo em desenvolvimento front-end

A MRV, plataforma de habitação presente em mais de 160 cidades brasileiras, juntamente com o Órbi Conecta e a Digital Innovation One, lançam o bootcamp MRV Front End SPA Developer, com oportunidades de contratação de forma presencial e remota para talentos de todo o país.  

O programa vai disponibilizar 10 mil vagas de estudo de forma gratuita para profissionais que querem migrar de carreira, ampliar conhecimentos ou mesmo iniciar na linguagem front-end mais usada no mundo, o JavaScript, e sua biblioteca React, além de outras tecnologias como o Redux e Hooks. Os participantes ainda poderão construir projetos e desenvolver algoritmos ao longo do bootcamp. As inscrições podem ser feitas pelo link: orbi.co/techboost 

Esse é o segundo bootcamp da MRV dentro do programa Órbi Academy Techboost, uma iniciativa que é parceira de grandes empresas nacionais para capacitar e desenvolver milhares de novos desenvolvedores pelo país. Na primeira edição, todos os estudantes que concluíram o bootcamp da MRV foram convidados para participar de um processo seletivo na empresa, o que também acontecerá nesta edição. 

A MRV vem se consolidando no mercado como uma Construtech por meio de projetos inovadores para uso interno, além de inovações que visam sempre à experiência de seus clientes.  “Através do Órbi Academy Techboost, mais de 50 mil pessoas, em todo país, já estão tendo a oportunidade de estudar para atuar em uma das carreiras mais promissoras da atualidade: desenvolvimento de software. As entrevistas de contratação já estão acontecendo e espero que muitos desenvolvedores se conectem à MRV nesse propósito de prover um lar para milhares de brasileiros”, menciona Anna Martins, CEO do Órbi Conecta.  

Os profissionais front-end são responsáveis por toda a interface gráfica de um site ou aplicativo, a parte visual e que interage com o usuário, desenvolvida por meio de código. No bootcamp MRV Front End SPA Developer os inscritos terão mentorias exclusivas com os experts da MRV para tirar dúvidas e conhecer o dia a dia de um desenvolvedor na maior companhia de habitação da América Latina.

Por meio do Órbi Academy Techboost, um parceiro que facilita iniciativas inovadoras e acelera conexões, a MRV está cada vez mais próxima do ecossistema tech e de inovação. “A demanda por profissionais de tecnologia está em alta no mercado. As empresas estão passando por um processo de transformação digital e no setor de habitação temos projetos inovadores. Os bolsistas que avançarem nos estudos poderão conhecer de perto o nosso time de desenvolvedores e entender como funciona nosso trabalho”, explicou Reinaldo Sima, Diretor de Tecnologia da Informação da MRV. 

Sendo um hub de inovação, o Órbi Academy Techboost conecta cada vez mais profissionais capacitados a empresas e startups, criando uma rede de contatos entre devs e mercado de trabalho. O bootcamp MRV Front End SPA Developer é mais uma iniciativa com esse propósito.  

Para Iglá Generoso, CEO da Digital Innovation One, a disrupção da educação tecnológica se tornou essencial nesse período de pandemia, quando o mercado de tecnologia ficou ainda mais aquecido. Hoje, a plataforma conta com mais de 450 mil devs que buscam evoluir conhecimentos, se preparar para os desafios dentro das empresas e conquistar uma carreira de sucesso. 

As inscrições para o bootcamp MRV Front End SPA Developer podem ser feitas através do site orbi.co/techboost até o dia 29 de julho de 2021.

“Momento é inoportuno para fazer Reforma Tributária”, diz Paulo Skaf

Presidente da Fiesp/Ciesp, Paulo Skaf, se reuniu com representantes de vários setores econômicos. Consenso é que a Reforma Administrativa deve ser a prioridade agora

Representantes de 25 entidades de vários setores econômicos se juntaram ao presidente da Fiesp/Ciesp, Paulo Skaf, na manhã de quarta-feira (7/7), para discutir as propostas contidas na Reforma Tributária do governo. Na pauta do encontro, realizado parte presencialmente, parte por videoconferência, a criação da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e as mudanças no Imposto de Renda.

Skaf abriu a reunião defendendo que quando falta dinheiro para os governos não é hora de fazer Reforma Tributária. “As mudanças propostas aumentam a carga tributária e isso ninguém quer, os brasileiros já pagam impostos demais”, disse ele, acrescentando: “O momento é inoportuno. Deveríamos discutir o corte e a redução de gastos, de desperdícios. Por isso, a prioridade deve ser a Reforma Administrativa”, afirmou.

Segundo Skaf, uma vez aprovada, seria possível saber as reais necessidades do Estado e, aí sim, fazer uma efetiva Reforma Tributária, com amplo debate da sociedade com o governo e o Congresso. Os demais representantes de entidades concordaram com esta premissa e também manifestaram preferência por fazer primeiro a Reforma Administrativa.

Segundo cálculo da Fiesp, as mudanças propostas aumentam a carga tributária. A tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF), que está congelada desde 2015, deveria ser corrigida em 45%. Porém, corrige a faixa de isenção em 31% e as demais em meros 13%. “Atualização da tabela não é reforma, é obrigação. E a Receita Federal deveria fazer isso todos os anos”, diz Skaf. O projeto prejudica ainda os contribuintes de renda média que usam o modelo de declaração simplificada, pois restringe esta possibilidade somente para pessoas com renda anual de até R﹩ 40 mil.

Também é prejudicial para as empresas, que passarão a pagar mais impostos com a tributação dos dividendos em 20% e o fim dos Juros sobre Capital Próprio. A redução de 5% no Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) não compensará essas mudanças. Além disso, haverá aumento de burocracia e custos ao estabelecer que empresas que hoje pagam imposto sobre lucro presumido migrem para o sistema de lucro real, medida que vai na contramão da necessidade de simplificar o sistema brasileiro.

“Ao onerar o setor produtivo, o consumidor acabará sendo prejudicado, pois além de dificultar a criação de empregos, esses aumentos terminarão sendo repassados para os preços”, afirma Skaf.

Por fim, segundo cálculo da Fiesp, a alíquota neutra para a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) – que resultará da união de PIS e Cofins – é 8,3%. O governo já informou que seria 12% e depois admitiu uma alíquota de 10%. “Em ambos os casos, representam aumento de carga tributária e isso será combatido por nós”, finalizou o presidente da Fiesp/Ciesp.

Nestlé lança plataforma de inovação aberta

A Nestlé vai ampliar ainda mais o ritmo de inovações abertas e concentrar todas as iniciativas em uma única plataforma. O Panela, que já nasce com 43 parcerias de startups em andamento, entre pilotos e aceleração, chega para consolidar a presença da Nestlé no ecossistema de inovação e ser o canal de conexão para parceiros internos e externos se relacionarem com a empresa que conta com mais de 50 marcas. Através da plataforma, o contato com a companhia será mais fácil, o que contribuirá para o aumento das possibilidades e oportunidades de negócios, bem como para o incremento do volume de desenvolvimento de projetos e soluções inovadoras que vêm sendo conduzidos ultimamente.

Só nos últimos 3 anos, a companhia analisou mais de 1400 startups, das quais se conectou com quase 400. Como resultado, realizou 100 testes pilotos e implementou mais de 30 projetos em escala, sendo reconhecida por 2 vezes seguidas pelo 100 Open Startups (2019 e 2020) como a empresa no setor de alimentos e bebidas que mais atua com inovação aberta no Brasil.

“A partir desses números, é possível ter uma ideia do potencial do Panela”, aponta Carolina Sevciuc, diretora de Transformação Digital da Nestlé. “Com a plataforma, a maior empresa de alimentos e bebidas do mundo contribui para desenvolver a inovação na cadeia de alimentos do Brasil e de forma colaborativa. Estamos muito felizes com esse lançamento que representa um passo significativo de nossa jornada de inovação”, comemora Carolina.

O Panela Nestlé já nasce com grandes parceiros, que colaboram com estruturação e metodologias, dentre eles destacamos 7: Innoscience, Distrito, Aevo, Techstart, Nexus, Endeavor e All 4 Food.

Para marcar o lançamento da plataforma, Panela acaba de lançar 10 desafios de negócios para as startups. Eles envolvem demandas de diversas áreas da companhia, como marketing, trade, supply chain, vendas, jurídico, com destaque para inovação, transformação digital e sustentabilidade.

As startups selecionadas irão trabalhar de forma conjunta com a Nestlé no desenvolvimento de um piloto ou prova de conceito remunerados que serão aplicados em ambiente comercial para verificação da aderência das soluções no mercado. No final do programa, caso o projeto seja validado, as startups selecionadas poderão ser contratadas como parceiras ou fornecedoras da Nestlé.

O Panela também está lançando mais 3 desafios para universidades. O objetivo é impulsionar projetos de pesquisa e desenvolvimento de cunho tecnológico e acadêmico na divisão técnica da Nestlé e acelerar a transformação de conhecimentos científicos em inovação nos processos e produtos.

Abaixo, seguem os desafios:

Tecnologia para redução da pegada de carbono no cultivo de cacau/café;

Tecnologia para aproveitamento do lodo das estações de tratamento das fábricas;

Tecnologia para otimização das análises do leite por espectroscopia de infravermelho.ServiçoInscrições e detalhes dos desafios: https://panelanestle.com.br/