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As 5 maiores angústias de jovens empreendedores no Brasil

unnamed-201. Não vejo retorno do que investi

Depois de investir na abertura do negócio – mesmo que não seja um alto valor – parte dos empreendedores se preocupa em obter retorno sobre o investimento com certa rapidez. A cobrança por agilidade parece ser maior sobre os jovens empreendedores que se deixam encantar pelo discurso de revistas voltadas a esse público e de outros opinion makers de que negócios bem sucedidos são os que dão lucro expressivo em pouco tempo. Mas o fato real é que um negócio de sucesso leva tempo para se consolidar. E nem sempre sucesso é medido apenas por quanto se lucra, mas por reconhecimento entre os pares ou entre os clientes, possibilidade de equilibrar vida pessoal e profissional, liberdade maior de agenda e concretização de planos e sonhos que só um empreendedor pode experimentar sem ser podado por um chefe, por exemplo.

2. Meu negócio não dobrou de ontem para hoje!

Alguns jovens empreendedores criam seu negócio com foco não na sustentabilidade no longo prazo, mas no potencial a curto prazo. A ideia por trás dessa estratégia é a de estruturar um negócio de muito rápido crescimento – mas não necessariamente lucrativo – com a intenção de vendê-lo. Exemplo clássico é a daquela start-up nascida para ser adquirida. O lado positivo para o emocional do empreendedor é que ele não precisa lidar com o estresse da exigência de retorno financeiro em curto prazo ou com a responsabilidade de abrir um negócio que irá durar e precisa ter sua identidade. A contrapartida, porém, é o estresse que vem por conta da necessidade de crescimento de dezenas ou centenas de vezes em muito pouco tempo.

3. Cadê o cliente que estava aqui?

Lidar com as sazonalidades de vendas é potencialmente angustiante. Há períodos em que as vendas são mais intensas e, em outros, caem. Isso é natural, mas saber disso não é suficiente para diminuir o estresse nem para resolver a seca da torneira do dinheiro. A solução para lidar com a sazonalidade é o planejamento – e não só financeiro, mas de prospecção, inovação e gestão. Isso requer um amplo leque de habilidades do empreendedor e da equipe que trabalha com ele.

4. O cliente acha que meu negócio não é negócio

Há jovens empreendedores que decidem não ter um escritório e trabalhar no modelo home-office ou coworking. Isso é OK, mas o que ocorre quando se depara com um cliente que tem uma visão tradicional e a falta de escritório se torna um porém no fechamento de negócios? O importante é o empreendedor saber que a decisão por home-office ou co-working pode não ser bem vista por empresas mais tradicionais que podem se tornar potenciais clientes. Se a escolha for essa, é importante torná-la a espinha dorsal do negócio e incorporá-la plenamente a seu discurso e a suas práticas de gestão. Isto é, aliar criatividade a gestão eficaz e respeitabilidade não só na prática, mas também no discurso. Ou, como se diz popularmente, é “matar no peito” esse modelo inovador.

5. Quanto de flexibilidade vai na fórmula?

Cada empreendedor tem seu próprio estilo, e não é incomum que invista tempo e energia escolhendo o ‘móvel perfeito’, o ‘logo perfeito’, o ‘nome perfeito’ e outros componentes ‘perfeitos’, como se todo esse controle fosse tão importante quanto o negócio em si. É fundamental ponderar que, por vezes, não ter escritório e não exigir horários fixos de trabalho da equipe – mas gerenciar por metas e resultados com base em feedback efetivo – pode ser justamente o que permite ser inovador e atingir os objetivos. Esse tipo de informação e de possibilidade precisa ser valorizado pelo jovem empreendedor.

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Agile Banking, uma cultura bancária além das Transformação Digital

Nem só de tecnologia vive a Transformação Digital dos bancos. É necessário muito mais. As instituições financeiras têm que conseguir um diferencial que permita realmente materializar a transformação digital, evitando investir em simples aplicações móveis com design avançado que bombardeiam os clientes com alertas.

O foco da transformação digital não se refere apenas à tecnologia, mas também à experiência do usuário, à conveniência, à oportunidade e à agilidade. Para alcançar isso, é necessária uma boa base tecnológica somada à cultura do Agile Banking.

A sociedade digital em que vivemos demanda proximidade e agilidade. As instituições financeiras, cientes dessas demandas, ao identificarem a possível ameaça que as FinTechs têm representado às gigantes do mercado, vêm buscando estabelecer quadros de cooperação com estas empresas revolucionárias como forma de não perderem mercado e não ficarem para trás na corrida . Essas startups do mundo financeiro surgiram como pequenos modelos para as entidades que buscam a transformação digital.

O que as Fintechs oferecem que tanto pode interessar aos seus concorrentes em potencial? Principalmente, agilidade, além de experiência do usuário e, por quê não, também empatia? Há três parâmetros que tradicionalmente estão longe dos bancos, mas agora são, cada vez mais, exigências dos clientes.

Os princípios de empatia com o cliente, a experiência do usuário como o foco dos processos e a agilidade são os requisitos para que a cultura do Agile Banking seja implantado em instituições financeiras. Mas, o que exatamente é Agile Banking?

O Agile Banking vai além da tecnologia e dos processos, ainda que necessários. Isso implica uma mudança cultural: mudar a visão e missão. Ela exige o abandono do paradigma da redução de custos para dar aos clientes o que eles esperam e quando precisam.

Fala-se muito da estreita relação com o cliente, da adequação, personalização, incluindo a impressão e a opinião do cliente. E esta é a chave. Retêm-se um cliente pelo potencial de sua perda. Se basearmos nosso recrutamento e retenção nos itens facilmente mensuráveis, tais como custos, vamos perder a batalha. No final, quem mais perderá será o cliente. Hoje, ganhamos e mantemos os clientes se somos ágeis, se respeitarmos as suas emoções e geramos uma experiência agradável e que realmente os ajude.

Obviamente, as instituições financeiras precisam deter uma base tecnológica adequada: metodologias ágeis de desenvolvimento, integração contínua e DevOps. Em suma, sistemas capazes de processar informações em tempo real para tomar decisões assertivas. Também é necessário um novo conceito de tratamento do cliente: um planejamento novo e profundo do papel dos escritórios, nos quais a experiência do usuário seja priorizada. Podem parecer muitos elementos, mas basicamente são apenas componentes de uma única cultura: Agile Banking. Tudo isso vai levar as instituições financeiras para onde seus clientes precisam que elas estejam.

*Marco Santos, managing director Latam do Grupo GFT, companhia de Tecnologia da Informação especializada em Digital para o setor financeiro.

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TCS oferece treinamento em TI para estudantes universitários de São Paulo

A Tata Consultancy Services (TCS), empresa líder em serviços de TI, consultoria e soluções de negócios, anuncia o lançamento de um programa de desenvolvimento de jovens talentos. O projeto visa selecionar e treinar estudantes de cursos tecnólogos e de bacharelado nas áreas de TI e engenharia para o mercado de trabalho. O treinamento terá duração de 3 a 4 semanas, de segunda a sexta-feira, com 8 horas diárias, onde os estudantes passarão por aulas com líderes, gestores e especialistas de diversas áreas de TI. Os principais temas que serão abordados são: ERP, Lógica de Programação Orientada a Objetos, Desenvolvimento de Sistemas (Java e .Net), testes/QA e metodologias (RUP, UML, ITIL e Agile), além de Oracle e SAP, reconhecidas como demandas eminentes para o mercado de tecnologia.

Para participar os candidatos precisam estar cursando a partir do 3º ano ou do 5º semestre dos cursos exigidos, sendo imprescindível inglês avançado. O processo de seleção dos jovens terá 3 etapas. A primeira será a inscrição através do site do Vagas.com no link: http://www.vagas.com.br/v1329195, no período de 31/03 a 30/04, e contará com testes de português, inglês e raciocínio lógico. A segunda fase incluirá dinâmicas de grupo e redação na própria TCS, e a terceira e última será um painel de entrevista com executivos da companhia. Após a avaliação de todos os critérios serão selecionados os 30 finalistas que participação do projeto.

“Decidimos lançar este programa na TCS para melhorar a formação dos jovens que ainda estão nas universidades e escolas técnicas, agregando muito mais conhecimento ao seu currículo e capacitando-os para atenderem às necessidades do mercado, pois o setor está carente de profissionais qualificados”, revela Parameswaran R., Head de Recursos Humanos da TCS Brasil. Ainda de acordo com Parameswaran, há cursos especializados da área de TI que chegam a custar mais de 3 mil reais. “Esses jovens terão uma oportunidade única de serem treinados por especialistas com ampla experiência, sem pagar nada por isso, e com chances reais de conseguirem um emprego ao final do curso”, complementa o head de RH. Todos os participantes receberão um certificado.

Vale ressaltar que pelo segundo ano consecutivo a TCS foi certificada como Top Employer no Brasil e em toda a América Latina. O instituto certifica as empresas que possuem excelentes práticas de Recursos Humanos, que asseguram que os funcionários possam se desenvolver pessoal e profissionalmente.

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6 principais mudanças na relação consumidor e empresas de telefonia

Desde o último dia 10 de março deste ano já está em vigor a Resolução 632/14 da Anatel, que teve impacto direto na relação entre consumidor e empresas prestadoras de serviços de telefonia.

“A proposta foi bastante positiva para os consumidores, que conseguiram ampliar seus direitos e ter um melhor acompanhamento de contrato, valores pagos, dentre outras coisas relacionadas ao serviço de telefonia”, conta Cyro Alexandre Martins Freitas, sócio da área empresarial da Delgado e Freitas Advogados.

Veja os seis principais pontos associados ao tema, segundo a Delgados & Freitas Advogados:

1) Uma das novidades previstas na resolução é a notificação prévia do consumidor quando seu consumo se aproximar da franquia contratada, no caso do pagamento pós-pago. Já no caso do pré-pago, o consumidor deve ser avisado quando os créditos estiverem na iminência de acabar ou expirar;

2) Deve ser disponibilizado um espaço no site da prestadora de serviço, com recurso que lhe possibilite o acompanhamento do uso do serviço contratado (art. 62). O relatório detalhado dos serviços prestados deve estar disponível em página na internet e também em versão impressa, caso o cliente solicite;

3) A norma prevê, no art. 22, que, no espaço reservado ao consumidor no site, deve constar, entre outros pontos, acesso ao contrato, tipo de plano, valores pagos nos últimos seis meses, detalhes dos serviços prestados e o perfil de consumo dos últimos três meses;

4) Se o usuário já consumiu a franquia que contratou, a prestadora pode suspender a prestação do serviço até o próximo ciclo de faturamento. Mas, em razão do modelo de negócios adotado, as operadoras geralmente optam por deixar que o consumidor continue usufruindo do serviço, mas com velocidade reduzida;

5) A prestadora não pode enviar mensagens de cunho publicitário, sem o consentimento expresso prévio do cliente. O recebimento dessas mensagens também pode ser cancelado a qualquer momento junto à prestadora;

6) A resolução prevê que o consumidor pode cancelar um contrato de serviço de telecomunicações sem falar com o atendente, e o cancelamento deve ser processado em até dois dias úteis. Em caso de cancelamento antes do prazo final de permanência mínima, poderá ser cobrada multa de rescisão, que deverá ser proporcional ao tempo restante da fidelização, bem como ao valor do benefício oferecido.
“A Resolução da ANATEL é muito importante, sendo que não visa apenas aumentar os direitos dos consumidores, ela também ratificar alguns direitos, em especial, o acesso à informação”, finaliza Cyro Freitas.

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SPRO implementa soluções SAP para gestão de risco de commodities

A necessidade de uma gestão de riscos inerente ao cenário de commodities era uma ampla lacuna no mercado até a SAP, empresa alemã criadora do software de gestão de negócios SAP ERP, desenvolver um produto para suprir necessidades comuns no ramo. A empresa paranaense SPRO It Solutions, focada em soluções de TI para o agronegócio, foi escolhida para realizar a implantação desta ideia.

Por meio da integração da solução standard SAP Agicultural Contract Management e Commodities Management e quatro novos produtos complementares desenvolvidos pela SPRO (o Gestão de Pátio, o Trade Slip, o Cockpit Financeiro e o Gestão Logística), foi possível conceber um sistema que endossa a cadeia de originação de grãos mediante as mais diversas funcionalidades, como o gerenciamento de contratos de proteção de preços ou riscos e a montagem de planilhas, gráficos e painéis importantes na gestão.

Apresentadas por Luciano Mendes e Ederson Oliveira, durante uma palestra no SAP Fórum Brasil 2016 com orientações, alertas e resoluções acerca dos riscos de gerenciamentos de commodities, as soluções abarcam diversas etapas da cadeia de originação de grãos e, uma vez conectadas, rendem maior eficiência e lucratividade para as cooperativas, trandings ou cerealistas.
Uma amostra desse complexo é o Trade Slip, ferramenta desenvolvida em SAP Fiori, sendo multiplataforma e com funcionamento web, que oferece um registro simplificado do contrato de commodities, contendo informações relevantes de negócio, como cotações dos objetos de negociação e de moedas estrangeiras.

Segundo Mendes, tudo foi desenvolvido por meio de muita análise e estudo, sempre junto a um cliente de referência, que também atua na homologação dos produtos. “A SPRO, em parceria com a SAP, tem o papel de identificar as necessidades dos seus clientes, implantar as ferramentas standard, e quando é identificada uma demanda não prevista no backlog da SAP, entrar com um produto complementar”.

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Startups: especialista aponta dicas para escolha do investidor ideal

O desafio de criar uma startup não é uma tarefa fácil. Além de ter uma ideia inovadora que possa trazer rentabilidade no futuro, uma das maiores barreiras para qualquer empreendedor é a falta de recursos financeiros durante os primeiros estágios do negócio. Para superar as dificuldades iniciais com maior solidez, a busca pelo aporte de um investidor torna-se o objetivo principal dos fundadores.

Allan Costa, ex-diretor superintendente do Sebrae/PR, e atualmente um dos principais palestrantes e investidores-anjo do País, alerta, no entanto, que o processo de captação não pode ser uma via de mão única, no qual somente os investidores avaliam os empreendedores. “Também é preciso que o empresário consulte o histórico do investidor ou do grupo de investidores com o qual esteja negociando. Como o investimento em startups se tornou uma espécie de febre, o mercado acaba absorvendo um número considerável de amadores, curiosos e, até mesmo, de pessoas mal-intencionadas”, argumenta.

Confira as principais dicas do especialista para a escolha do investidor ideal:

Verifique o histórico

Antes mesmo de realizar o pitch, faça uma pesquisa do perfil dos investidores, coletando portfólio, conjunto de competências que pode aportar ao negócio, casos de sucesso, entre outros pontos. Por meio dessa busca, o empreendedor certamente terá uma boa base de informações sobre a competência e idoneidade do grupo de investidores.

Não aceite propostas indecorosas

Obviamente, investimento não é caridade. Mas é muito mais comum do que possa parecer, encontrar investidores que literalmente tentam se apossar de projeto inovadores em estágios iniciais, que dependem de recursos financeiros para fazer seus negócios decolarem. Propostas que pedem 40%, 50%, até 60% da startup em troca de um investimento muito menor do que seria o razoável, jamais podem ser levadas à sério.

Pesquise o background

Antes de fechar o contrato, os empreendedores devem ficar atentos também com o que o mercado chama de Smart Money. Tão importante quanto o dinheiro em si, é o que o investidor vai trazer para a empresa em termos de recursos intangíveis, como conhecimento do mercado de atuação, mentoria, rede de relacionamentos para facilitar contatos, a abertura de portas, entre outros pontos. Contar com um investidor que não está familiarizado com a dinâmica do mercado de startups e apenas conhece investimentos mais “tradicionais”, ao invés de ajudar, pode representar um transtorno. Com isso, o empresário pode acabar preso a uma teia de cobranças incompatível com o desenvolvimento de uma startup que, não raro, acaba por inviabilizar o negócio.

Regras de comunicação

Outro ponto de preocupação dos empreendedores é a forma de reporte a ser utilizada. A recomendação é fugir de grupos de investidores que não determinam claramente como será a interface do grupo com a startup e quem será responsável pelos contatos e acompanhamento. Tudo que um líder não precisa nessa fase do empreendimento, em que ele tem uma infinidade de ações para fazer a empresa crescer, é de um grupo de dez ou quinze pessoas ligando a toda hora e de forma indiscriminada no seu telefone celular para saber notícias do negócio. O empreendedor precisa de espaço para trabalhar, por isso a definição quanto a esse ponto também é muito importante.

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Problemas na cadeia de Supply Chain afetaram 40% dos negócios no último ano, afirma Relatório da GT Nexus

A GT Nexus, plataforma global de comércio eletrônico na nuvem, anunciou seu primeiro State of the Global Supply Chain Report, uma análise dos principais problemas, desafios e oportunidades enfrentados pelos fabricantes. O estudo, que foi realizado em parceria com a empresa de pesquisa global, YouGov, procurou identificar os seguintes itens:

– Tecnologias e questões da indústria que têm e terão um grande impacto na cadeia de Supply Chain dos fabricantes.

– Desafios do supply chain e metas para melhoria do setor.

– Questões operacionais, tais como a existência do Chief Supply Chain Officer em algumas empresas para gerir os assuntos já citados.

Dos 250 executivos sêniors de manufatura entrevistados, 40% relataram problemas na cadeia de Supply Chain que afetaram seus negócios ao longo dos últimos 12 meses. No entanto, apesar da luta contra disrupções no setor, menos de um quarto (24%) dos entrevistados contam com um CSCO local para ajudar a resolver essas demandas, além disso, 41% das empresas disseram não ter planos de contratar este profissional.

“Está claro no relatório que os fabricantes esperam enfrentar grandes desafios em seu setor de Supply Chain em 2016, essas novas demandas podem ser decorrentes de fatores externos além do controle desses gestores,” comenta Greg Kefer, VP de Marketing Corporativo na GT Nexus. “Os dados sugerem que as práticas atuais no mercado podem estar erradas, sendo mais focadas na redução de custos, por exemplo, do que em contar com um profissional experiente que possa resolver problemas mais críticos; 76% dos entrevistados disseram que atualmente operar sem a expertise de um Chief Supply Chain Officer. Com quase metade dos fabricantes relatando uma ruptura que impacta seus negócios nos últimos 12 meses, esta falta de direção estratégica para liderar maior agilidade no setor é preocupante.

As revelações de prioridades tecnológicas dos entrevistados também foram surpreendentes, 38% dizem que não acreditam que a cadeia de abastecimento será afetada pela tecnologia este ano. Isto pode sugerir uma falta de conhecimento sobre o impacto que os sistemas tecnológicos podem ter para reduzir os problemas no Supply Chain e o papel que estes sistemas têm na estratégia e controle da cadeia de abastecimento. Enquanto 64% dos entrevistados reconheceram usar tecnologia para gerenciamento de inventário, por exemplo, os números eram muito menores para a expectativa de influência de tecnologias mais avançadas, como analytics (13%), a Internet das Coisas (11%) e RFID (3%) ferramentas que vêm demonstrado vantagens na gestão operacional de Suppy Chain.

Sobre a pesquisa:

Todos os valores, salvo quando indicado outra fonte, são da YouGov Plc. O total da amostra pesquisada foi de 250 adultos com posição sênior dentro da indústria de manufatura. O trabalho de campo foi realizado entre 17-28 dezembro de 2015. A pesquisa foi realizada online.

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E-commerce brasileiro cresceu mais de 21% entre 2015 e 2016, aponta pesquisa PayPal/BigData Corp.

Estudo “Perfil do E-commerce Brasileiro” analisou cerca de 10,5 milhões de sites em todo o País e apontou tendências do comércio eletrônico relacionadas a temas como segurança, formas de pagamento, adaptação para m-commerce e redes sociais

Na contramão do que ocorre no varejo tradicional (segundo a Confederação Nacional do Comércio, mais de 80 mil lojas fecharam as portas em 2015), o número de lojas online no País cresceu 21,52% nos últimos 12 meses encerrados em fevereiro. Os sites de e-commerce, que representavam 2,65% do total das URLs brasileiras no ano passado, agora respondem por 3,54% do universo pesquisado. Outro dado que corrobora essa explícita migração de estabelecimentos para o ambiente online é a diminuição do número de lojas online que também possuem lojas físicas: em 2015, eram 14,53%; hoje, são 13,46%.

Esses resultados fazem parte do extenso estudo “Perfil do E-commerce Brasileiro”, tabulado pela BigData Corp. sob encomenda do PayPal Brasil. A companhia visitou mais de 10,5 milhões de sites no País, processando cerca de 4,5 petabytes de informação, que revelaram dados interessantes sobre o comércio eletrônico local, inclusive sobre uma mudança de comportamento dos e-commerces, que estão mais atentos a quesitos como segurança e meios de pagamento.

Segurança: bem cada vez mais necessário

– O aumento das taxas de juros e a diminuição da renda dos consumidores impactaram as vendas do comércio varejista brasileiro, que despencaram em 2015 e fecharam o ano em queda de 4,3% – a maior da série histórica do IBGE, iniciada em 2001. Também na contramão desse cenário, as vendas online cresceram cerca de 15% no mesmo período, segundo dados do IDG Now.

– Para atender essa demanda crescente de maneira efetiva, as lojas virtuais investem, cada vez mais, em segurança e no incremento de métodos de pagamento – além de usar as redes sociais para turbinar seus resultados. Pesquisa da Ipsos/PayPal, lançada no final do ano passado, revelou que a principal preocupação dos consumidores (mais de 51%), ao comprarem online em sites estrangeiros, é com a segurança.

– Com o aumento do uso da Internet para a realização de transações financeiras, tornou-se imprescindível a criação de meios que protejam vendedor e comprador. Quando o tema é segurança das transações, as formas de pagamento disponibilizadas pelo e-commerce passam a ter representatividade clara. Além de incrementarem a segurança das compras, conferem facilidade de pagamento e praticidade a vendedores e compradores.

– O estudo encomendado pelo PayPal à BigData Corp. abordou temas como segurança e meios de pagamento, e os resultados são positivamente surpreendentes. Em 2015, 38,09% dos sites pesquisados tinham algum serviço de pagamento eletrônico; agora, eles já são 41,21%, o que demonstra o esforço dos varejistas em oferecer métodos de pagamento mais seguros aos seus clientes e acompanhar essa crescente exigência dos consumidores online.

– Quanto à segurança propriamente dita, percebemos uma verdadeira virada na tabela: em 2015, apenas 20,68% dos sites usavam tecnologia SSL (Secure Socket Layer) para proporcionar uma navegação segura dos clientes; agora, são 73,85%.

E-commerce e m-commerce em ascensão

– Os e-commerces considerados pequenos (que recebem até 10 mil visitantes por mês) são 92,64% do mercado (eram 88,02% na última medição); já os médios (entre 10 mil e 500 mil visitantes/mês) apresentaram queda de quatro pontos percentuais de 2015 para 2016 (eram 11% em 2015 e, atualmente, são 6,61%); e os grandes sites (com mais de 500 mil visitantes por mês) representavam 0,98% dos e-commerces brasileiros em 2015 e, este ano, passaram a representar 0,76%.

– O crescimento do número de sites de comércio eletrônico não foi acompanhado pela necessidade de se tornarem responsivos (ou seja, se adaptarem, automaticamente, ao dispositivo do usuário, seja ele um PC, um tablet ou smartphone). Segundo a BigData Corp., somente 16,12% deles se adequam a qualquer dispositivo móvel. O número é pequeno e precisa crescer, já que o Google, por exemplo, só mostra nas primeiras páginas de suas buscas os sites já adaptados para as telas do celular. E, daqui para a frente, as compras serão, cada vez mais, feitas por meio de smartphones.

– Segundo pesquisa Ipsos/PayPal realizada no final do ano passado, 13% do total gasto online no mundo inteiro se deu via smartphone em 2015. Mais do que isso: enquanto o e-commerce tradicional no Brasil cresce a uma taxa de 29% ao ano, devendo movimentar R$ 121,2 bilhões em 2016, o mobile commerce cresce a estonteantes 107%, ritmo três vezes mais acelerado. Ainda que bem menor, esse mercado deverá fechar 2016 tendo movimentado R$ 27,4 bilhões. Alguns segmentos – como moda, por exemplo – já registram mais de 40% de suas vendas via mobile. Seguindo a tendência do comércio mobile, é fundamental que as lojas virtuais invistam em sites responsivos, isto é, adequados ao m-commerce, se quiserem firmar-se neste cenário tão competitivo.

– Segundo o estudo da BigData Corp., tampouco houve maior democratização na distribuição geográfica desses e-commerces pelo País: São Paulo, que já era sede de 54,87% deles, ampliou essa vantagem na atual pesquisa: 56,38%. Rio de Janeiro, que ostentava 8,48% em 2015, agora tem 7,19%; e o Paraná, terceiro colocado no ano passado, com 7,26%, passou para a quinta colocação, com 6,5% – foi ultrapassado pelos micropolos (17 estados mais o DF, que representam 6,83%) e por Minas Gerais, que, apesar de subir no ranking, teve queda no índice de e-commerces locais, de 7% para 6,97%.

– Um dado que ajuda a perceber a crise pela qual passa o Brasil é o tíquete médio das compras online no decorrer do último ano: 76% dos sites de comércio eletrônico analisados pelo estudo venderam itens com valores abaixo de R$ 100; 8,7%, produtos com preço entre R$ 100 e R$ 500; e 3,33%, produtos entre R$ 500 e R$ 1 mil. Na outra ponta dessa fatia da pesquisa aparecem as lojas online que comercializam produtos acima dos R$ 1 mil. São, atualmente, 12% do mercado brasileiro.

– Já a disparada do dólar explica por que muitos e-commerces abandonaram seus servidores fora do País no decorrer do ano. Em 2015, apenas 28,48% dos sites de comércio eletrônico estavam baseados no Brasil. Agora, são 44,42%. Entretanto, as compras internacionais continuam fazendo parte do comportamento dos consumidores online brasileiros. De acordo com pesquisa da Ipsos/PayPal divulgada em novembro de 2015, 67% dos internautas no mercado local compraram online nos 12 meses entre outubro de 2014 e outubro de 2015. No universo de consumidores online, 51% afirmaram ter adquirido produtos somente em sites brasileiros; 45% compraram tanto domesticamente quanto em outros países; e somente 4% fizeram negócios apenas cross-border.

– O estudo da BigData Corp. também apontou que 60,71% dos sites de comércio eletrônico brasileiros usam as redes sociais para turbinar vendas e promoções. O Facebook é o preferido, com 54,96%. Em seguida vêm Twitter, com 35,87%; YouTube, 20,80%; e Instagram, 9,32%.

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Huawei é uma das 100 marcas mais valiosas do mundo de acordo com a Brand Finance

O critério de seleção da Brand Finance para a sua lista das “100 marcas globais mais valiosas” inclui um índice de força da marca (BSI, na sigla em inglês), lealdade da marca e investimentos em marketing. As empresas internacionais nesta lista contam com abrangentes e excepcionais capacidades. Para a Huawei, o valor da sua marca incorpora tanto poder de hardware, quanto de software. A aparição contínua em rankings de marcas globais demonstra que a Huawei estabeleceu com sucesso o reconhecimento global da sua marca. A empresa já detém a terceira maior fatia do mercado de smartphones e é a primeira empresa chinesa de telefones móveis a alcançar vendas anuais de mais de 100 milhões de unidades.

Com este anúncio, a Huawei mais uma vez está classificada entre as 100 marcas mais reconhecidas do mundo. Em 2014 e 2015, já havia sido incluída na lista de “melhores marcas globais” da Interbrand, além disso, foi apontada pela BrandZ em 2015 para sua lista “100 marcas globais mais valiosas”.

Em 2014, a Huawei tornou-se a primeira empresa chinesa a ser escolhida para a lista das “melhores marcas globais” da Interbrand, quando ficou na 94ª posição. Em outubro de 2015, a Huawei novamente foi classificada entre as “melhores marcas globais” da Interbrand, dessa vez subindo para o 88º lugar. A Huawei também foi escolhida pela BrandZ em 2015 na categoria “100 marcas globais mais valiosas”, ficando em 16º entre as marcas de ciências e tecnologia. A BrandZ avaliou que a marca Huawei valia mais de US$ 15.3 bilhões em 2015, enquanto a Brand Finance avaliou a marca em mais de US$ 19.7 bilhões, uma alta de 70% em relação ao ano anterior para classificar a Huawei em 8º lugar em termos de taxa de crescimento.

Até o momento, a Huawei implantou seus produtos e soluções em mais de 170 países e regiões. Ela também possui 16 centros de pesquisa localizados nos Estados Unidos, Índia, Suécia, Rússia e China, entre outros lugares. No segmento de rápidas mudanças e crescimento em ciência e tecnologia, a Huawei já possui capacidades de P&D e inovação de nível mundial e continua comprometida com a inovação e pesquisa em muitos segmentos científicos e tecnológicos.

Nos últimos anos, a Huawei tem visto grande crescimento dos negócios no exterior, a unidade de consumo chegou a terceira maior fatia do mercado global de smartphones. Em 2015, a Huawei alcançou a marca global de 108 milhões de unidades vendidas de smartphones, uma alta de 44% ano a ano, com receita anual de mais de US$ 20 bilhões, uma alta de praticamente 70% ano a ano. A demanda pelo modelo Mate 8 logo após o lançamento foi muito maior do que a esperada, os outros produtos da linha premium da Huawei mostraram novamente o forte poder da marca. Em um relatório sobre a pesquisa de marcas em 2015 da IPSOS, a Huawei recebeu o Net Promoter Score de 47, ficando em terceiro no mundo. Isto significa que os usuários de telefones móveis da Huawei relatam uma experiência positiva com o produto, o que reflete a melhoria significativa da Huawei na experiência do usuário.

Em 2015, os negócios para consumidores da Huawei continuaram em ascensão nos mercados externos, ganhando rapidamente o mercado na Europa, América Latina, Oriente Médio e África. Para 2016, a empresa planeja expandir ainda mais nos mercados externos, ampliar a sua liderança no mercado chinês e alcançar as líderes no mercado de primeira linha. De acordo com os dados do IPSOS, o reconhecimento global da marca Huawei subiu de 65% em 2014 para 76% em 2015. Na Europa, o reconhecimento da marca Huawei alcançou 68% na Alemanha, 82% na Itália e 79% na Espanha, o que significa que a Huawei foi bem sucedida em fazer os consumidores da Europa reconhecerem a sua marca.

Nos últimos anos, a Huawei trabalhou para melhorar a influência da sua marca por meio do marketing em eventos esportivos populares. Seu patrocínio para futebol e outros esportes em todo o mundo trouxe um tremendo crescimento para as vendas da Huawei na Europa e na América, ajudando a conquistar uma boa reputação de marca para a empresa. Em 17 de março de 2016, a Huawei anunciou que o seu novo embaixador global para a marca, a superestrela do futebol, Lionel Messi – eleito em cinco temporadas como o melhor jogador do mundo pela FIFA. Esta cooperação deverá ajudar a Huawei a ir ainda mais longe no mercado de primeira linha e fazer com que mais consumidores globais reconheçam e amem a marca Huawei.

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Segurança em Big Data – É possível!

Thiago Bordini, Diretor de Inteligência Cibernética do Grupo New Space

Conceito em crescente evidência, o Big Data tem a função central de reunir, em um único local, o máximo de informações para gerar integração e possibilidade de busca em grandes volumes de dados. A proposta é que sua utilização ocorra de forma alinhada com os principais desafios das empresas e favoreça processos de visualização, análise, captura, curadoria, pesquisa, armazenamento, compartilhamento e transferência de dados relevantes. Muitas empresas, porém, estão esquecendo que só há segurança da informação no uso do Big Data se essa integração também estiver presente nas ações de prevenção de riscos.

O termo Big Data tem sido amplamente debatido para indicar conjuntos de dados complexos com os quais aplicativos de processamento de dados tradicionais têm dificuldades de lidar. Contudo, é preciso se perguntar: como a segurança da informação interfere no uso desses dados? As empresas estão preparadas para essa mudança de cenário?

Essas perguntas são extremamente relevantes, pois há atualmente diversas soluções tecnológicas que não habilitam quesitos mínimos de segurança durante o processo de instalação e de configuração do produto – até mesmo com sistemas que não exigem usuário e senha para o acesso às bases de dados. Agravando esse quadro, há diversos tipos de riscos associados com o crescente uso de soluções de Big Data por parte das empresas, como a exposição de dados sensíveis e confidenciais na Internet e o comprometimento dessas bases de dados com a exclusão, inclusão ou modificação de informações.

As maiores falhas de segurança que os desenvolvedores dessas soluções cometem estão relacionadas com a falta de mecanismos de autenticação, como usuário e senha, além da inexistência de canais seguros para acesso a essas bases, como a utilização de criptografia. As soluções que mais sofrem ataques são principalmente aquelas baseadas em bancos de dados de alta performance, o que exige das empresas a implementação de soluções assertivas como: seguir boas práticas de mercado, contratar consultorias externas para validar quesitos relacionados à proteção dos dados e capacitar as equipes que lidam com essas soluções focadas em segurança da informação.

Para tanto, há alguns controles prioritários de segurança que precisam ser adotados em um projeto de Big Data, como a existência de um gestor da informação, adequação às normas e às leis, definição de políticas, controle de acesso às informações mais estratégicas, seleção criteriosa das informações disponíveis no ambiente Big Data e checagem da autenticidade de informação com origem garantida.

Como a segurança da informação é um assunto com potencial de danos irreversíveis, as empresas que possuem uma cultura de Segurança da Informação implantada em seus processos, são mais preparadas para tratar os dados e para proteger as suas informações de forma adequada e compatível com seu negócio.

Ressalto que a Segurança da Informação pode ser direcionada para tecnologias de Big Data, porém as ações precisam considerar a empresa como um todo. O conceito de segurança e os controles estruturais devem ser avaliados em todas as áreas da organização, com um processo corporativo eficiente que proteja as informações sensíveis e confidenciais. Somente assim as empresas ficarão menos dependentes dos problemas de segurança da informação e permanecerão focadas em seus objetivos estratégicos de negócio.

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Financiamento coletivo viabiliza lançamento de patinete silencioso e sem emissão de poluentes

Campanha busca arrecadar R$ 30 mil na Kickante para produzir o Surfer, projeto brasileiro e exclusivo de mobilidade consciente

Já pensou em se locomover pelas ruas de sua cidade com um veículo de design exclusivo, silencioso e que, além disso, não emite gases poluentes? A SOMA Veículos Elétricos concretizou essa ideia e conta com umacampanha de financiamento coletivo para viabilizar essa produção. É o Surfer, projeto brasileiro de e-patinete que oferece conforto, mobilidade sustentável, fácil manutenção e consciência coletiva.

De acordo com Fabio Pagotti Silva, um dos engenheiros responsáveis pelo projeto, os componentes do Surfer são similares a de uma mountain bike e garantem segurança, leveza e fácil reposição de peças ou mesmo personalização em qualquer parte do País. Seu silencioso motor elétrico permite circular por ciclovias ou vias urbanas de baixa velocidade e subir ladeiras moderadas. Tudo isso de forma muito sustentável e sem a necessidade de manutenções comuns entre carros ou motos. O patinete pode ser carregado em qualquer tomada convencional e tem autonomia de até 35km.

O projeto é acelerado no SENAI-CIMATEC em Salvador e participa de programas do MCTi/Startup-Brasil (com gestão da Softex), CNPq, SENAI Inovação e FAPESB. A SOMA Veículos Elétricos conta com desenvolvimento em Salvador, no Rio de Janeiro, São Paulo, Londres-Reino Unido e São Francisco, nos Estados Unidos.

A campanha lançada no site da Kickante tem como objetivo arrecadar R$ 30.000 para a produção das primeiras unidades do Surfer. A arrecadação será finalizada dia 19 de abril e os interessados poderão contribuir com o projeto e também adquirir o produto com preço promocional. Para mais informações sobre a campanha acesse:http://kickante.com.br/campanhas/surfer-e-patinete-brasileiro

O primeiro lote tem o valor de R$ 5.490 (preço integral) e contempla 30 unidades do Surfer. O segundo por R$ 800,00 com 20 patinetes disponíveis para pagamento parcial, onde o restante do valor (R$ 4.990) será pago no envio do produto, em junho de 2016. O último sai por R$300,00 e é um upgrade de 30-40% da autonomia da bateria do veículo.

“Escolhemos lançar nosso projeto pela Kickante, pois acreditamos que a empresa já tem uma posição consolidada no mercado de crowdfunding e vem apoiando cada vez mais diversos produtos voltados para o consumo consciente e sustentável”, finaliza Fabio.

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Philips Lighting tem novo líder no Brasil

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A Philips Lighting, líder mundial em iluminação, anuncia Yoon Young Kim na posição de Diretor Presidente Brasil. O executivo assume o desafio de consolidar a Philips como fornecedora de LED e outras soluções inovadoras de iluminação e assegurar a liderança da empresa no mercado brasileiro. Há 20 anos na empresa, Yoon iniciou sua trajetória no setor de iluminação automotiva e, em 2002, mudou-se para os Estados Unidos para cuidar da operação do canal de Original Equipment Manufacturer (OEM), responsável pela comercialização de componentes de iluminação. Dois anos depois, o executivo retornou ao Brasil para gerenciar as atividades da área de iluminação na América Latina, e, em 2009, foi para a Coréia para liderar a área comercial do país até 2012, quando foi convidado a liderar processos de transformação em mercados emergentes junto a liderança global da Philips Lighting, baseado em Cingapura.

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A História do Presente: Jovem e Líder! Por Paulo Crepaldi

Por Paulo Crepaldi

O cenário econômico brasileiro não é dos mais otimistas nos últimos anos. A taxa de desemprego, segundo o Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Continua), fechou em 9% no último trimestre de 2015 e deve chegar a 10% em 2016. Estamos falando atualmente de 9,1 milhões de pessoas em busca de uma ocupação.

Apesar desse cenário, uma pesquisa divulgada recentemente pelo SEBRAE-SP indica que 62% dos jovens entre 18 a 34 anos estão buscando novos desafios para desenvolverem startups. De acordo com dados divulgados pela experiente UHY Moreira, o Brasil ocupa o décimo lugar na criação de novos negócios, com a China em primeiro lugar, seguido do Reino Unido.

Mesmo com os incentivos do governo para novos empresários, sabemos que as leis tributárias e a burocracia não são pontos positivos para abrir ou iniciar um negócio em nosso país. No entanto, essa nova geração, que está determinada a isso, tem como característica uma liderança jovem, autoconfiante, orientada e criativa, mas ainda sofre quando necessita se apresentar como líder.

Eles precisam cultivar uma percepção de liderança, que apesar da sua posição hierárquica, poderá contribuir para o sucesso do novo negócio. Por isso, a Liderança Situacional é um modelo ideal para que jovens líderes consigam entender como se constrói diferentes tipos de poderes e estilos que vão além do simples autocrático e democrático.

Uma boa liderança é parte crítica no sucesso de uma startup, principalmente para os jovens que precisam ir além de “vender” sua ideia para um investidor e engajar os outros em sua paixão pelo negócio. Ser jovem não significa um obstáculo para exercer uma figura de liderança, mas uma oportunidade para se tornar um novo tipo de líder e mostrar para as diferentes gerações novas maneiras de inspirar pessoas.

Na Liderança Situacional construímos líderes, pois sabemos que ninguém nasce líder. Quando você está se apresentando para o mundo através da sua Startup é necessário mostrar a melhor versão de si. As habilidades de comunicação precisam estar afloradas e entender como fazê-las é essencial.

Algumas dicas para que os jovens sejam líderes e situacionais são:

Foque em tarefas

O verdadeiro líder consegue determinar metas e não olhar barreiras e pessoas. Deixar rótulos de lado e comunicar os pontos essenciais de uma meta é parte da credibilidade dos grandes líderes.

Saiba qual a diferença entre Habilidade vs Conhecimento

É necessário reconhecer que conhecimento não impacta em habilidade, ou seja, não adianta saber tecnicamente alguma coisa ou estudar exaustivamente. Para garantir que seu plano será executado, é necessária experiência, viver o dia-a-dia.

Disposição e Insegurança, dois opostos

Os jovens líderes precisam ter claro na mente que falta de disposição é uma atitude que pode afetar o engajamento, já a insegurança não significa falta de compromisso e sim apenas um medo aflorado em executar alguma coisa.

Ao final de tudo isso, contando um pouco dessa história recente de jovens líderes que buscam seus espaços desafiando todo um cenário nacional, podemos resumir que quando te derem oportunidade de falar, fale com paixão, quando te derem oportunidade de liderar, lidere com confiança. E se não te derem nenhuma oportunidade, vá e crie as suas próprias.

*Paulo Crepaldi, 34, é especialista em Liderança Situacional e Neuromarketing. Atualmente é sócio e Diretor Executivo da ING Marketing & Training – empresa pioneira na implementação do conceito Behavior Designer no Brasil.

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Mastercard anuncia parceria com a Hanzo

Acordo vai permitir que a MasterCard comercialize seus produtos integrados à Plataforma da HANZO
A MasterCard anuncia parceria com a HANZO (hanzo.com.br), plataforma brasileira de varejo mobile, para desenvolver e explorar oportunidades conjuntas, com foco na venda de soluções integradas para programas de fidelidade, cuponagem e engajamento do consumidor por meio de smartphone. A parceria com a MasterCard permite a comercialização das soluções integradas aos seus produtos voltados principalmente a bancos e varejistas.

O mobile cresce e ganha relevância no cotidiano das pessoas. De acordo com pesquisa da Nielsen IBOPE, só no Brasil, o número de pessoas que utilizam smartphones para acessar a internet supera 76 milhões, o que demonstra o tamanho do setor e a importância de estar presente nesse mercado.

Levantamento recente realizado pela MasterCard/Ibope Conecta com internautas no Brasil constatou que o aplicativo é um dos canais preferidos dos consumidores para interação com os programas de fidelidade.

“Estamos agregando a tecnologia da HANZO para evoluir nossos produtos e serviços, ampliar o alcance para o segmento móvel e fortalecer a relação com o varejo. A plataforma complementa alguns produtos já disponíveis na MasterCard e oferecerá uma experiência muito melhor a consumidores e lojistas, sem necessidade de cupons. A iniciativa possibilitará, por exemplo, o resgate dos pontos direto no aplicativo de forma simples, fácil e sem burocracia tanto para o consumidor quanto para o estabelecimento comercial”, explica Alexandre Brito, VP de Desenvolvimento de Aceitação e Negócios da MasterCard Brasil e Cone Sul.

A plataforma mobile da HANZO inclui produtos para fidelidade, cuponagem, push notifications, beacons e m-Commerce. Essas soluções poderão ser agregadas aos produtos que a MasterCard oferece ao mercado, como a plataforma MasterCard Rewards System (MRS), Pague com Pontos (Pay With Rewards), a qual permite que compras sejam pagas com pontos; crédito ou pontuação na fatura (Card-linked Services) em que os bancos ou lojistas podem conceder pontos ou descontos na fatura automaticamente; e ofertas personalizadas (Personalized Card-linked Offers), que viabiliza ofertas com base no comportamento de compra.

De acordo com o CEO da HANZO, Federico Pisani Massamormile, a sinergia com a MasterCard vai gerar grandes oportunidades. “É uma grande satisfação ser parceiro da MasterCard e um reconhecimento do nosso trabalho. A integração da nossa Plataforma com os produtos da MasterCard cria uma solução end-to-end única no mercado”, diz.

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Datalogic anuncia novo Diretor de Operações para fábrica em Jundiaí e busca excelência operacional

A Datalogic, líder mundial nos mercados de Captura Automática de Dados e Automação Industrial e fabricante de classe mundial de leitores de códigos de barras, computadores móveis, sensores, sistemas de visão e equipamentos de marcação a laser, anuncia Luis Gustavo Longuini Brandão como novo Diretor de operações da fábrica de Jundiaí.

“Excelência operacional é um dos nossos principais objetivos”, disse Brandão. Com 9 anos de experiência gerenciando operações, o executivo já passou por empresas como Itaucom, Motorola, Foxconn e Sanmina, adquirindo conhecimento em redução de custos operacionais e de logística, geração de caixa positivo, entre outros. “Terei contato com a operação e darei suporte aos projetos globais, aplicando também filosofias de redução de custo”, completou Brandão, que também tem experiências na implementação de programas Lean Seis Sigma, que visam redução de desperdício e otimização de processos.

“Trabalharemos ainda visando a aproximação da área de operação às área de negócios, de forma a tornar o crescimento da empresa ainda mais sustentável e integrado, e impulsionando novas oportunidades”, completou Luis Gustavo Longuini Brandão, que é formado em Estatística pela UNICAMP,pós-graduado em Finanças pela mesma instituição e certificado LSS Master Black Belt.

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Equívoco sobre ISS pode deixar até 90% das cidades brasileiras sem serviços oferecidos por apps

Uma interpretação equivocada sobre como funcionam serviços online pode forçar dezenas de empresas de agenciamento de táxi, delivery de comida, agendamento de serviços de beleza ou reparos no lar via aplicativos a sair das pequenas e médias cidades brasileiras.

Chamados de O2O (online to offline), estes apps permitem usar o celular para agendar dezenas de serviços, o que aumenta a produtividade das empresas, sua taxa de ocupação, eleva a segurança das transações comerciais, reduz custos e, na prática, permite melhorar a qualidade dos serviços prestados. Atualmente, mais de 120 cidades brasileiras contam com serviços O2O, que atendem diariamente mais de 24 milhões de usuários e geram, em média, economia de 20% para o consumidor final.

Como qualquer serviço online, o agenciamento feito pelas empresas de O2O acontece em ambiente virtual, ou seja, em servidores remotos que podem ficar em qualquer local do Brasil ou do mundo, processo conhecido como “computação em nuvem”. Esta característica faz com que as empresas de tecnologia recolham impostos sempre de acordo com as leis da localidade em que abrem suas sedes. Situação totalmente distinta é vivida pelos parceiros offline, que prestam serviços em locais físicos variados e recolhem Imposto sobre Serviços (ISS) sempre na cidade em que estes são efetuados.

Desde o início de 2016, no entanto, cidades como São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG), São José dos Pinhais (PR) e Brasília (DF) têm apresentado propostas de regulação para que cada agenciamento online para serviço offline prestado em seu território recolha ISS em seu município. Na prática, esta interpretação obrigaria, por exemplo, um app com parceiros em mil cidades a abrir escritórios em mil localidades e recolher ISS em cada uma destas regiões individualmente.

De acordo com o presidente da Associação Brasileira de O2O (ABO2O), Yan Di, esta interpretação eleva enormemente a burocratização das empresas online, inibe a inovação e os investimentos no setor, pois leva insegurança jurídica a toda cadeia de empresas envolvidas. “Esperamos que este equívoco não prospere, mas queremos alertar para o risco de muitos apps deixarem de oferecer seus serviços nos municípios menores, por não valer a pena arcar com os custos burocráticos adicionais”, afirma o presidente da ABO2O.

Levantamento da ABO2O, indica que entre as 100 cidades com mais serviços O2O disponíveis, apenas 10 municípios são grandes o suficiente para justificar novos investimentos burocráticos. O novo cenário poderia restringir as facilidades oferecidas por apps apenas às maiores capitais, forçando a saída das empresas online de mais de 90% das cidades. No setor de transportes, por exemplo, cidadãos de mais de 400 municípios podem utilizar os serviços das empresas 99 Taxis e Easy Taxi. “Uma mudança no método como o ISS é recolhido pode tornar nossos serviços economicamente inviáveis nas cidades médias, praticamente restringindo-os a centros como Rio de Janeiro e São Paulo”, afirma Jorge Pilo, CEO da Easy Taxi no Brasil.

Desde seu surgimento, serviços O2O têm permitido que serviços de logística, transporte ou beleza se popularizem, tornando-os acessíveis por meio de descontos e promoções a novas camadas de consumidores. “Infelizmente, este traço democrático do O2O fica sob risco na medida em que muitos municípios, sobretudo os menores, podem perder sua atratividade para novos players O2O, prejudicando consumidores e a economia local”, diz o diretor de expansão de mercado da 99 Taxis, Pedro Somma.

A associação está disposta a dialogar com todos os legisladores e órgãos regulatórios que busquem compreender melhor a natureza dos serviços O2O e espera sensibilizar os entes públicos para a adoção de soluções que não inibam os investimentos, a inovação e os ganhos de produtividade para a economia brasileira, permitindo às pequenas e médias cidades nacionais desfrutar das mesmas vantagens de que já usufruem os moradores de grandes centros urbanos.

Sobre a Associação Brasileira de O2O

A ABO2O é uma entidade privada e sem fins lucrativos que reúne mais de 30 empresas líderes em seus segmentos e 3 fundos de investimento com o objetivo de fomentar o empreendedorismo e auxiliar as empresas brasileiras a desenvolver serviços inovadores que facilitem a vida do consumidor e democratize seu acesso bens e serviços de uma forma inteligente e econômica. Para saber mais, acesse www.o2obrasil.com.br.

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Mobobox lança função que possibilita troca virtual de cartões de visitas

A fim de melhorar a experiência dos usuários, o Mobobox – app que identifica a operadora de telefone celulares e fixos no Brasil – acaba de incorporar uma novidade em sua aplicação. Trata-se da funcionalidade Meu Cartão, que possibilita a troca virtual de cartões de visitas entre diversas pessoas.

Zhen Zhang, um dos criadores do Mobobox, afirma que a nova função visa otimizar a vida de empreendedores, profissionais liberais e gestores de empresas no momento em que novos contatos são estabelecidos, principalmente em reuniões, feiras e eventos. “Além disso, a novidade ajuda as pessoas a evitarem gastos e desperdício com impressão de cartões de visitas, uma vez que 80% das pessoas os descartam, segundo pesquisas de entidades do setor”, argumenta.

Os interessados em utilizar o Meu Cartão devem primeiramente criar um perfil com as informações de contato no aplicativo e, em seguida, gerar um QR Code. Após a realização do procedimento, o usuário consegue iniciar a troca de contatos com qualquer outra pessoa que possua o Mobobox instalado. Para isso, é necessário acessar o item escaneamento, que irá transferir automaticamente as informações que a outra pessoa deseja compartilhar para a agenda de contatos.

“Assim como ocorre na confecção dos cartões de visitas, no app, os usuários também têm a liberdade de escolher as informações que desejam compartilhar, podendo inserir e-mail, telefone, nome da empresa, além do perfil do Facebook, Twitter e Linkedin”, explica Zhang.

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SafetyPay lança aplicativo e Peruvian é a primeira companhia aérea da América Latina a investir na tecnologia

A SafetyPay, plataforma segura para pagamento à vista, completa seu portfólio de ofertas multicanais (computador, televendas, dinheiro e mobile) com o lançamento do Safety E-Mobile, aplicativo que permite aos usuários comprar produtos ou serviços oferecidos pelo comércio, a partir de um tablet ou Smartphone.

A novidade foi rapidamente aceita e implementada pela Peruvian Airlines, uma das principais companhias aéreas do Peru, que agora oferece aos seus milhares de clientes mais uma inovação. Por meio do aplicativo, os passageiros podem pesquisar voos, receber notificações, comprar passagens e realizar check-in, além de efetuar o pagamento virtual ou físico através da extensa rede da SafetyPay.

Desenvolvido para todas as empresas que possuem aplicativos ou páginas otimizadas para acesso por meio de dispositivos móveis, o Safety E-Mobile é uma solução segura e gratuita disponível para os sistemas operacionais Android e iOS. Todo o proceso de implantação é simples e amigável, com suporte constante da equipe da SafetyPay.

“Este é um passo importante para o crescimento da empresa. Os números sinalizam um processo orgânico de os consumidores do comércio eletrônico desejarem se relacionar com as empresas em todas plataformas disponíveis e a SafetyPay quer ser um parceiro omnichannel dos estabelecimentos, inclusive na parte de pagamentos”, afirma Gustavo Ruiz Moya, CEO da SafetyPay.

O desenvolvimento da plataforma demorou cerca de quatro meses e a implantação no Peru levou em consideração a questão de ser o segundo maior mercado, com grande demanda na adoção de telefonia móvel na América Latina, com cerca de seis milhões de dispositivos. A empresa já tem planos de expandir o serviço para outros países da região.

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