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Telefónica escolhe a P.I. Works para fornecer serviços de otimização de redes

A Telefónica, uma das principais operadoras de telecomunicações do mundo, escolheu a P.I. Works, uma importante provedora de soluções para melhorar o desempenho de redes móveis, implementadas globalmente, para fornecer serviços de otimização de redes.

Como parte do acordo, a P.I. Works irá usar sua própria solução patenteada e centralizada de rede auto-organizável (SON — Self-Organizing-Network), a uSON™, para resolver problemas de capacidade e cobertura na rede móvel da Telefónica.

Em consequência da extensa avaliação feita pela Telefónica dos serviços e soluções da P.I. Works, a qualidade da rede de acesso por rádio melhorou, enquanto a carga de trabalho da rede foi reduzido. Isso melhorou a experiência do usuário de comunicações móveis e reduziu a necessidade de upgrades da estação base.

“Colaboramos com a P.I. Works na otimização de nossa rede e os resultados foram muito bons. Consequentemente, escolhemos a P.I. Works como uma de nossas parceiras de serviços de otimização de rádio para o grupo Telefónica”, disse o gerente da Otimização e Desempenho na unidade de RAN-GCTO, Carlos López Calvo.

“Esse envolvimento mostra que a P.I. Works é uma fornecedora confiável, escolhida pela Telefónica para aprimorar o desempenho global da rede, maximizando sua capacidade de rede e, ao mesmo tempo, melhorando a satisfação do consumidor de uma maneira custo-eficiente, com as melhores soluções de SON”, disse o diretor de Vendas da P.I. Works, Eren Sivasli.

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Conheça as taxas de conversão que impulsionam as vendas do e-commerce

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Dicas estão disponíveis no e-book que acaba de ser lançado pela Mandaê, primeira e única startup de logística voltada para comércios eletrônicos do Brasil.

A Mandaê acaba de lançar o e-book Modelo Financeiro para E-commerce, voltado para todos os empreendedores que sonham em ter um comércio eletrônico de sucesso. O e-book está disponível para download gratuito no site www.mandae.com.br/baixe-o-ebook-planejamento-financeiro-para-ecommerce oferece dicas para as diferentes frentes do negócio, como vendas, marketing digital e gerenciamento de redes socais, selecionadas pela empresa de logística que ajudou a impulsionar mais de 3 mil clientes em apenas dois anos de funcionamento.

Com serviço completo de coleta, empacotamento e postagem de encomendas para dentro e fora do Brasil, a Mandaê atualmente ajuda mais de mil proprietários de comércios eletrônicos de São Paulo e de Osasco a economizar tempo, mão de obra e até dinheiro para fazer as entregas das suas mercadorias. Para criar a empresa em 2014, os sócios Marcelo Fujimoto e Karim Hardane aproveitaram o mesmo modelo financeiro de sua antiga loja virtual de produtos para bebês que está descrito com detalhes no e-book Modelo Financeiro para E-commerce.

“Mais que oferecer uma solução logística inovadora para pequenos, médio e grandes e-commerces, queremos criar produtos para estreitar a relação entre a Mandaê e os seus parceiros”, afirma o sócio-fundador da Mandaê, Marcelo Fujimoto. “Com o lançamento do e-book, pretendemos dar visibilidade a um modelo financeiro de sucesso e possibilitar que praticamente todo empreendedor consiga melhorar os resultados do seu comércio eletrônico a partir dessas dicas de negócios”, acrescenta ele.

Confira abaixo dicas retiradas do e-book Modelo Financeiro para E-commerces sobre os diferentes tipos de taxa de conversão e sobre como eles podem ajudar a impulsionar as vendas da sua loja virtual. Para ter acesso ao conteúdo completo, acesse: www.mandae.com.br/baixe-o-ebook-planejamento-financeiro-para-ecommerce
Para que a sua loja tenha uma taxa de conversão saudável (e melhor do que a média da indústria) é importante segmentar as conversões por fonte, pois cada fonte tem um comportamento diferente, além de taxas de conversão diferentes.

Orgânicos – Visitantes orgânicos são pessoas que ficaram sabendo do seu site por meio de pesquisa nos sites de busca. Como qualquer loja de e-commerce, existe certa porcentagem de pessoas que chegam ao seu site e efetuam uma compra, sem grandes esforços da sua parte. Para entender porque isso acontece, vamos supor que alguém fez uma pesquisa do termo “Bermuda moletom grafite”. Em virtude dos detalhes do produto otimizados para o Google, essa bermuda vai ser vendida para uma certa porcentagem de visitantes que simplesmente a tenham visto. Esse tráfego foi organicamente desenvolvido (ou seja, sem investimentos diretos por você para gerar essa demanda).

Marketing & Promocional – O tráfego Marketing & Promocional é conduzido para o seu site através de links diretos de outro site. Isso acontece quando um blogueiro de moda ou a imprensa escreve uma resenha, um post ou um material falando sobre os seus produtos. O fator de diferenciação desse segmento é que outro site está criando conteúdo online e linkando para o seu site para gerar tráfego inbound. Esse tráfego já foi condicionado para entender (e talvez querer) o seu produto ou a sua marca baseado na aprovação explícita ou implícita do blogueiro ou jornalista que falou sobre você. Ou seja, se a sua marca foi suficientemente diferenciada para ser mencionada por um blogueiro, o visitante pode se interessar mais por seu site e seus produtos.

E-mail – De longe, o e-mail é o canal mais valioso que você tem, pois é uma interjeição direta no cotidiano dos seus potenciais clientes. Se você entregar uma experiência de comunicação engajada, a sua marca e os seus produtos ficarão na mente do seu público-alvo. A vantagem do e-mail é que você tem a oportunidade de expressar a atitude da sua marca, criar uma conexão com o seu público e customizar uma mensagem personalizada para a pessoa exata no momento certo.

Redes sociais – Você precisa pensar nas redes sociais como uma conversa: é uma forma de capturar a atenção do público e criar brand-awareness. A qualquer momento, seus seguidores vão clicar num link e comprar do seu site. Porém, o tráfego desse canal tende a ter uma taxa de conversão muito baixa.

Pago – O Google tem construído um enorme negócio por entregar resultados. Os seus clientes mais valiosos virão de conversões orgânicas, mas é possível impulsionar o crescimento das suas vendas através de buscas pagas. Há um grande valor na compreensão desse canal. Mantenha um pequeno orçamento para você ou a sua equipe experimentar e aprender. Buscas pagas geram visitantes com uma mentalidade diferente sobre a sua loja, portanto, eles se comportam de forma diferente em relação à conversão. O visitante que clicou em “Bermuda moletom grafite” como um termo de busca está pesquisando se pode confiar em você e está aprendendo sobre a sua marca.

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Como a experiência do cliente aprimora a qualidade no atendimento? – Por Fabio Miranda

As organizações precisam buscar alternativas para acompanhar o mercado, que está cada vez mais competitivo globalmente, com uma sociedade cada vez mais dinâmica e novas tecnologias sendo desenvolvidas constantemente. Isso reflete diretamente na qualidade do atendimento e experiência do cliente, ou seja, a interação que este desenvolve com a empresa, e como ela está preparada.

O que é a experiência do cliente?

Ao interagir com uma interface, o usuário pode ou não ter boas impressões, dependendo da qualidade de performance nesse ambiente digital. Em 2015, uma pesquisa chamada “Experiência no Ecommerce”, conduzida por João Leão, traz dados importantes sobre este assunto e ressalta a urgência de se investir em experiência do usuário.

Entre os resultados, está a falta de inovação de layouts e ausência de ferramentas que simplificam a realização do pedido ou tarefas. Quanto ao relacionamento com os consumidores, o levantamento indica que 30% das lojas não os respondem e metade das que dão um retorno não resolvem o problema.

Com base nisso, o cliente se sente irritado e perde o foco quando tem de preencher extensos formulários ou não se situa facilmente na página do e-commerce. Portanto, vários pontos devem ser levados em consideração, como a combinação de cores, as imagens dos produtos e a usabilidade da plataforma.

Como ela é afetada por elementos de design?

Investir em quesitos de boa navegabilidade — visual atrativo por meio de layout personalizado, informações e estruturas bem planejadas — garante uma experiência tranquila e intuitiva ao cliente. Assim, um design inteligente, descomplicado e que reflete a essência da empresa é o grande diferencial e um fator determinante que influenciará positivamente o consumidor.

Como identificar pontos de melhorias?

A preocupação com o usuário deve ser constante em virtude de resoluções. Por isso, desempenho, facilidade de uso e realização da tarefa — da forma esperada frente aos múltiplos canais de comunicação — estão ligados à experiência do cliente.

É necessário planejar, criar estruturas e métodos para oferecer tais aspectos. Ao mesmo tempo, esse processo pode ser uma ferramenta fundamental e vantajosa para o desenvolvimento e a melhoria pontuais e eficientes dos serviços da empresa ao estabelecer métricas de gerenciamento, relatórios e feedbacks.

Investindo em treinamento

Em meio a esse cenário, investir em uma equipe de atendimento é mais um fator importante para a qualidade do serviço. Profissionais capacitados e comprometidos com a razão de ser da empresa serão um diferencial, que representará consonância entre seus valores e culturas com as expectativas do usuário.

Tendo o cliente como aliado

Hoje em dia, os consumidores são mais exigentes e têm mais voz, portanto, transformá-los em aliados de sua marca não é tarefa simples. Ainda mais se a experiência do cliente não for satisfatória.

Saber — por meio de estudos minuciosos — o perfil do seu público, como ele se comporta e do que ele precisa, além de empatia e real preocupação com o ser humano é, certamente, o “x da questão”. Investir na qualidade de atendimento significa, também, investir a longo prazo, uma vez que, se a experiência do cliente for positiva com a marca, haverá um processo espontâneo de fidelização.

Valorizar os acertos é um dos pontos cruciais para que a experiência do cliente seja fantástica! Esse conhecimento levará ao aprimoramento das diretrizes, no que tange a excelência de tudo que envolve as operações de interação cliente-serviços.

Será que a sua empresa sabe ouvir os clientes?

*Fabio Miranda, especialista em comércio eletrônico e líder de novos negócios da Direct Talk

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Connected Smart Cities vai anunciar as 50 cidades brasileiras com maior potencial de desenvolvimento

Quais as características de uma cidade inteligente e conectada? Quais indicadores devem ser levados em consideração nessa análise? Qual o papel do cidadão no desenvolvimento de cidades conectadas? Quais as soluções no curto, médio e longo prazo? Essas são algumas das questões que serão discutidas e respondidas no Connected Smart Cities 2016, evento que acontece nos dias 08 e 09 de junho, no Porto Maravilha, no Rio de Janeiro, com o objetivo de debater iniciativas para tornar as cidades brasileiras mais inteligentes e conectadas. “Por meio do intercâmbio de informações, unimos empresas de serviços e tecnologia de ponta, especialistas, prefeituras e pessoas engajadas com a otimização das cidades do Brasil, buscando inspiração em soluções implantadas nas cidades mais inteligentes do mundo”, destaca Paula Faria, diretora executiva da Sator, empresa idealizadora e organizadora do evento.

Eduardo Paes, prefeito do Rio de Janeiro, fará a abertura do evento. O fórum contará ainda com a participação de Bianca Debaets, Secretária de Estado da Região de Bruxelas-Capital; Alberto Teixeira, sociólogo e professor associado da Universidade Federal do Pará (UFPA); Basílio Dagnino, coordenador do GT da norma ABNT NBR ISO 18091; Dulce Helena Cazzuni, Secretária de Planejamento e Gestão de Osasco desde 2013, e que atua no setor público há mais de 26 anos.

Durante o Connected Smart Cities serão apresentados e analisados projetos em estudo ou já implementados que traduzem os diversos modelos de conectividade. Os participantes conhecerão exemplos bem sucedidos e aplicados em cidades como Curitiba (PR), Brasília (DF), Ipojuca (PE), Barueri (SP), Recife (PE), Campinas (SP), Guapuava (PR), Rio de Janeiro (RJ). Durante os dois dias também serão discutidos temas como as políticas público privadas como aliadas dos municípios para execução de projetos estratégicos: os desafios para modelagem; Eixos e Premissas para a criação de modelagem para estruturação de projetos de cidades inteligentes; A importância da criação de políticas públicas e ferramentas de apoio para o desenvolvimento dos APLs – Arranjos Produtivos Locais; A busca por alternativas de transporte e a regulamentação das novas tecnologias; A energia como vetor fundamental para o desenvolvimento das cidades inteligentes entre outros.

Ranking Connected Smart Cities

Na ocasião, também será feito o anúncio das 50 cidades brasileiras com maior potencial de desenvolvimento. No total, foram avaliados 700 municípios brasileiros de todos os perfis. O Ranking Connected Smart Cities foi lançado no ano passado, em São Paulo, com uma lista das cidades brasileiras mapeadas ao longo de 2014 e que tinham, na ocasião, maior potencial de desenvolvimento. A metodologia foi desenvolvida pela Urban Systems em parceria com a Sator, a partir do levantamento das principais publicações nacionais e internacionais sobre o tema cidades inteligentes, conectadas e sustentáveis. Com base nestes estudos, foram elencados cerca de 300 indicadores, que deram origem à seleção final de 70 que eram possíveis de ser mensurados nas cidades brasileiras. A partir daí, estes 70 indicadores foram desenvolvidos e coletados em banco de dados de organismos nacionais como Ministérios, Secretarias, Agências Reguladoras, entre outros.

O conceito de Cidades Inteligentes tem como base o aproveitamento das tecnologias para ajudar a solucionar os problemas dos grandes centros urbanos e é considerado com base em 11 setores: Mobilidade e Acessibilidade, Urbanismo, Meio Ambiente, Energia, Tecnologia e Inovação, Saúde, Segurança, Educação, Empreendedorismo, Economia e Governança.

A cidade anfitriã do Connected Smart Cities 2016 conquistou o primeiro lugar na classificação geral do ranking 2015 e também alcançou a primeira posição nos setores Economia, Tecnologia e Inovação e ficou entre as dez melhores colocadas em Empreendedorismo, Mobilidade, Meio Ambiente e Educação. A cidade sede dos Jogos Olímpicos 2016 foi considerada a cidade brasileira mais inteligente e conectada, destaque, principalmente, por conta de projetos como o Centro de Operações Rio (COR), que integrou 30 órgãos no monitoramento, antecipação e atendimento a ocorrências na cidade e a criação da Central de Atendimento ao Cidadão 1746, que reúne 45 órgãos na prestação de serviços e informações.

São Paulo, que obteve o segundo melhor resultado no ranking geral, foi a primeira colocada no setor Mobilidade, destaque por conta dos modais de transporte coletivo e a tecnologia de internet. A maior cidade do país também está entre as dez melhores no setores Tecnologia e Inovação, Meio Ambiente, Governança, Economia e Urbanismo. Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, São Caetano do Sul, Vitória, Florianópolis, Porto Alegre e Recife completaram as lista das 10 cidades com maior potencial de desenvolvimento.

Outras cidades que ocuparam destaque na avaliação setorial foram Maringá-PR (Urbanismo), Belo Horizonte-MG (Meio-Ambiente), Pirassununga-SP (Energia), Vitória-ES (Saúde), São Caetano do Sul-SP (Segurança), Florianópolis-SC (Educação), Brasília-DF (Empreendedorismo) e Curitiba-PR (Governança).

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HID Global Entra no Mercado de Identificações Governamentais via Smartphones

A HID Global, líder mundial em soluções de identidade segura, anuncia o lançamento da plataforma HID goIDTM que permite que documentos de identidade governamentais, como carteiras de motorista e passaportes, se tornem móveis e sejam disponibilizados via smartphone. A nova solução permite que celulares passem a concentrar uma variedade de aplicações de identidade segura, recebendo, apresentando e autenticando credencias móveis com grande nível de proteção e privacidade e possibilita novos níveis de conveniência, tornando mais fácil e rápida a emissão de documentos por parte do governo.

“A adoção de identidades móveis tem o potencial de simplificar a vida das pessoas, empoderando os cidadãos com mais aplicações, aumentando seu nível de confiança e alavancando o uso de outras identidades virtuais”, disse Rob Haslam, Vice-Presidente de Government ID (Identidades do Governo) da HID Global. “Como a primeira solução a possibilitar a emissão e recebimento seguros de credenciais em rede, a plataforma HID goID cria uma nova categoria de identidades móveis de cidadãos. Com grandes projetos em parceria com governos ao redor do mundo, como o Green Card norte-americano, a página de dados dos passaportes na Irlanda e a identidade nacional na Angola, a HID Global cria com a nova solução a fundação para uma evolução na indústria de identidades móveis”.

A plataforma HID goID para identidades móveis, que possui tecnologia de criptografia Seos®, permite acesso instantâneo e em rede a serviços de informação e emissão do governo que estejam em nuvem, com a segurança de que todas as transações são seguras e confiáveis. Isso garante que todas as transações relacionadas a emissão, gestão e apresentação de credenciais utilizando smartphones são conduzidas em um ambiente de alta segurança e de circuito fechado, protegido por criptografia de ponta a ponta.

A Tecnología Seos já tem demostrado o poder transformacional das credenciais móveis em numerosas aplicações. Existe uma demanda em crescimento para que essas capacidades cheguem a fornecer o equivalente a uma carteira digital para carregar múltiplas identidades atreladas a um único usuário. Uma pesquisa da consultoria de tecnologia Zogby Analytics entre usuários de smartphones de idades entre 18 e 34 anos revelou que 39% gostariam de apresentar sua identidade com um documento virtual do que mostrando uma carteira de motorista. Com identidades em seus celulares, os cidadãos também assumem o controle da informação que fica disponível nos mais variados cenários, como mostrar apenas a foto e idade de uma pessoa.

A HID Global está agora em fase de negociação com governos nacionais e agências responsáveis pela emissão de carteiras de motorista sobre a possibilidade de implementação de pilotos do goID, que vão explorar a plataforma de acordo com as especificações de cada jurisdição, seus objetivo e requerimentos, eliminando a necessidade de que as pessoas fiquem em filas para renovar ou obter novas carteiras. As principais áreas de foco incluem: prevenir fraude por meio de autenticação por canais seguros; otimizar a flexibilidade para autenticação online caso a bateria do smartphone do usuário tenha acabado; simplificar a emissão ao disponibilizar documentos em rede, como já foi comprovado em universidades, bancos, hotéis, e outras instituição que adotaram a tecnologia Seos; e proteger a privacidade do cidadão ao utilizar a conexão bluetooth dos smartphones para que eles possam apresentar suas credencias eletronicamente sem precisar apresentar seus aparelhos.

Assista ao vídeo de lançamento do HID goIDTM:

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Dia do Orgulho Nerd -Amazon.com.br divulga lista das 10 cidades brasileiras mais geeks de 2016

Florianópolis (SC) e Niterói (RJ) são as cidades mais nerds do Brasil, aparecendo em 1º e 2º lugar respectivamente na lista
Uruguaiana (RS) é onde está a força – cidade teve mais livros da saga Star Wars entregues por habitante

São Paulo, 25 de maio de 2016 – Para comemorar o Dia do Orgulho Nerd – ou Dia da Toalha – a Amazon.com.br revelou a lista das 10 cidades mais nerds do Brasil em 2016. A lista é determinada por uma compilação de dados de vendas dos últimos 12 meses para cidades com mais de 100 mil habitantes, sobre uma base per capita, e incluem compras de livros, quadrinhos e graphic novels mais associados à cultura nerd nas versões impressa e digital, bem como empréstimos de títulos do Kindle Unlimited.

As 10 cidades brasileiras mais nerds de 2016 são:

1. Florianópolis (SC)
2. Niterói (RJ)
3. Santana de Parnaíba (SP)
4. São Caetano do Sul (SP)
5. Santos (SP)
6. Rio de Janeiro (RJ)
7. Vitória (ES)
8. Campinas (SP)
9. Porto Alegre (RS)
10. São Paulo (SP)

Algumas curiosidades interessantes com base nos dados da Amazon.com.br revelaram que:

• O inverno está chegando a Niterói (RJ): cidade com maior proporção de fãs dos livros de Game of Thrones;

• Araraquara (SP) é a cidade que adora um bom susto: cidade com maior envio de livros de zumbis em uma base per capita em comparação com as outras cidades do País;

• Que a força esteja em Uruguaiana (RS): cidade para onde a Amazon.com.br vendeu mais livros da saga Star Wars per capita;

• São Caetano do Sul (SP) é a cidade dos super-heróis: campeã em uma base per capita em compras de quadrinhos e graphic novels em comparação com as outras cidades do País.

Leitores que procuram por livros digitais e impressos, graphic novels e histórias em quadrinhos para comemorar o Dia do Orgulho Nerd podem navegar e adquirir títulos de uma vasto catálogo em www.amazon.com.br/diadoorgulhonerd ou www.amazon.com.br/diadatoalha, com descontos de até 50%.

A Amazon.com.br oferece mais de 4 milhões de eBooks, incluindo mais de 79.000 títulos em português, além de mais de 10 milhões de livros impressos, sendo mais de 150.000 em português. O programa Kindle Unlimited permite aos clientes escolher entre mais de 1 milhão de eBooks, com mais de 30.000 títulos em português, por apenas R$19,90 por mês – clientes podem experimentar grátis por 30 dias.

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Payleven passa a fornecer meio de pagamento para aplicativo Motoday

A payleven, empresa pioneira em soluções de pagamentos móveis, anuncia parceria com o Motoday, um aplicativo inteligente para chamar motoboys de forma simples e rápida, para ser a fornecedora do meio de pagamentos para o app. Com a tecnologia do payleven Connect, os usuários do Motoday podem contratar os serviços pagando com cartão de crédito, de forma simples e segura.

Para o Diretor Comercial da Motoday, Charleston de Miranda, a solidez institucional do payleven Connect foi um diferencial para a escolha da empresa, pois “é um meio de pagamento fácil de usar em relação ao faturamento online e confere segurança aos nossos parceiros motofretistas, que acompanham a movimentação financeira no sistema”.

Lançado em 2015, o aplicativo permite o contato com o motoboy por meio do site ou celular. O sistema aciona o motoboy mais próximo por localização GPS e fornece, automaticamente, o valor da corrida para o cliente, que consegue acompanhar o serviço em tempo real com o check-in da entrega da encomenda.

Atuando na região metropolitana de Belo Horizonte, 300 motofretistas já estão cadastrados e mais 300 aguardam efetivação para começar a captar viagens no aplicativo. O Motoday tem perspectiva de operar em âmbito nacional até 2017 com mais de 20 mil profissionais.

Recentemente, a payleven também fechou parceria para fornecer a solução de pagamentos payleven Connect para o Blushe, marketplace de profissionais de beleza, além das empresas Vaniday, plataforma de agendamento de serviços de beleza e bem-estar, Docway, plataforma que conecta médicos a pacientes e Easy Taxi, maior aplicativo de chamada de taxi do mundo, e Na Praia, aplicativo que liga banhistas a vendedores ambulantes nas praias.

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Última semana para se inscrever no Programa Grants4Apps da Bayer

Startups de todo o país já podem se inscrever para nova rodada do processo seletivo do Programa Grants4Apps da Bayer. Interessados têm até o dia 31 de maio para inscreverem seus projetos digitais que contribuam para melhorias na área de saúde. Nesta edição, os esforços estão direcionados aos projetos relacionados às áreas de Saúde Feminina, Cardiologia, Oftalmologia, Hematologia, Oncologia e Radiologia.

“Estamos à procura de startups que desenvolvam soluções para determinadas áreas de saúde da Bayer ou, ainda, que tenham iniciativas focadas em projetos que suportem a prevenção de doenças, aderência ao tratamento pelos pacientes, testes clínicos, awareness ou gerenciamento de condições clínicas. As soluções podem ser mobile apps ou serviços, wearables, software ou hardware. Nós não limitamos a tecnologia.”, ressalta Patrick Fenzl, IT Business Intelligence & Analytics da Bayer Brasil.

Os candidatos precisam ter acima de 18 anos de idade, domínio da língua inglesa e a composição da equipe requer três membros, no mínimo.

“As opções são inúmeras, mas o ponto em comum dessa iniciativa global da Bayer é a paixão pela inovação. Somos uma empresa focada em Ciências da Vida e o fomento à educação e inovação fazem parte do DNA da Bayer”, acrescenta Theo van der Loo, presidente do grupo Bayer no Brasil.

O contrato do programa será assinado somente com pessoas jurídicas, ou seja, candidatos que possuam um registro da razão social da empresa, independente do país.

“Os principais integrantes das startups selecionadas ficarão nas instalações da Bayer em Berlim de agosto a dezembro de 2016 para acelerar o desenvolvimento de seus projetos”, explica van der Loo.

A Bayer oferece uma série de benefícios para os cinco times selecionados: aporte financeiro de 50.000 euros para cada startup durante toda a estadia, coaching e treinamento intensivo com especialistas no assunto, mentoria com altos executivos da Bayer, além do acesso a uma ampla gama de contatos profissionais.

Camila Navarro, IT Digital and Innovation Manager da Bayer Brasil, vislumbra um cenário otimista para o País: “Neste ano, a subsidiária brasileira da Bayer está apostando fortemente em um mercado que já é considerado um celeiro de startups. O programa busca tecnologias e processos que proporcionem melhorias na área de saúde e essa pode ser uma chance incrível para muitos empreendedores digitais brasileiros”.

A Bayer tem investido em tecnologias de ponta para entregar mais e melhor a missão da Companhia, no compromisso conjunto a todos os colaboradores, que é fazer “Ciência para uma Vida Melhor”. Agora, os esforços estão direcionados em explorar positivamente a revolução digital a fim de fortalecer sua liderança no negócio de Ciências da Vida.

A transformação digital é mais um dos passos para que a Bayer avance e inove para atender às atuais necessidades da sociedade. O maior desafio agora é integrar e alinhar as suas capacidades de forma proativa, para agregar valor à qualidade de vida das pessoas.
Para participar, os interessados devem preencher o formulário no site www.grants4apps.com/accelerator.

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Gartner estima que existam oportunidades de lucro para fabricantes de computadores

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, estima que o mercado mundial de computadores ainda existam várias oportunidades de lucros para fabricantes de PC apesar de ter registrado uma de suas mais baixas taxas de crescimento no primeiro trimestre de 2016.

“Os computadores já não são a primeira ou única escolha dos usuários para acessar a Internet. Nos últimos cinco anos, as vendas globais de PCs tradicionais (desktop e notebooks) caíram de 343 milhões de unidades em 2012 para cerca de 232 milhões de unidades em 2016. Em termos de receita, o mercado global de computadores tinha em 2012 um contrato de US$ 219 milhões. Para 2016, a expectativa é de US$ 137 milhões”, afirma Meike Escherich, analista de Pesquisa do Gartner.

Muitos fabricantes intermediários de computadores estão enfrentando dificuldades. “Eles estão reduzindo severamente sua presença nacional e regional ou deixando o mercado de computadores por completo. A Acer, a Fujitsu, a Samsung, a Sony e a Toshiba perderam 10,5% de participação no mercado desde 2011. No primeiro trimestre de 2016, a Dell, HP Inc. e Lenovo ganharam participação, mas registram declínio ano a ano”, explica Escherich.

Os negócios regionais também estão mudando. O preço baixo do petróleo e as incertezas políticas levam a um agravamento da economia no Brasil e na Rússia, fazendo com que estes países deixem de ser impulsionadores de crescimento. Em termos de volume, os Estados Unidos, a China, a Alemanha, o Reino Unido e o Japão permanecem como os cinco primeiros do ranking, mas seus consumidores também diminuíram o número de computadores por domicílio.

“No entanto, os PCs ainda são capazes de atuar em áreas onde os smartphones e tablets não podem, com telas maiores, teclados ergonômicos, maior capacidade de armazenamento e processadores mais potentes. Com um mercado saturado e com a queda nos ASPs (do inglês “average selling price” ou preço médio de venda), os fabricantes de computadores devem focar na otimização da rentabilidade para sustentar o crescimento”, afirma Tracy Tsai, vice-presidente de Pesquisa do Gartner.

Captação da crescente demanda por ultraportáteis premium

Apesar do declínio do mercado de computadores, o segmento ultraportátil premium é o único com a certeza de alcançar um crescimento de receita este ano. Estima-se que o mercado chegue a US$ 34,5 milhões, um aumento de 16% em relação a 2015. Em 2019, o Gartner prevê que a indústria de modelos ultraportáteis premium se tornará a maior do mercado de PCs em termos de receita, com US$ 57,6 milhões.

“O mercado ultraportátil premium também é o mais lucrativo em comparação com o de entrada, em que computadores custam até US$ 500 e têm uma margem bruta de 5%. Esse percentual pode alcançar até 25% para PCs ultraportáteis premium superiores a US$ 1.000”, explica Tracy.

O segmento continuará a crescer devido à demanda de substituição de computadores tradicionais e à experiência de toque que o mercado dois-em-um (tablets e híbridos) fornece. Há uma expectativa de queda lenta para o ASP do segmento de ultraportáteis premium podendo chegar a US$600 em longo prazo. Esta situação, junto com os inovadores produtos dois-em-um, irá motivar os usuários não somente a substituírem seus computadores, mas também a trocarem por um dispositivo com mais funcionalidade e flexibilidade.

Dessa forma, os fabricantes de PCs precisam ajustar seu portfólio de ultraportáteis premium em mercados como a América do Norte, Europa Ocidental, China, Ásia/Pacífico e Japão, onde o segmento continua a crescer.

Capitalizar na rentabilidade em longo prazo do mercado de computadores para jogos

Embora o mercado de computadores para jogos seja pequeno, com somente alguns milhões de unidades vendidas por ano, o ASP de um modelo desse tipo é significativamente maior do que o de um PC comum. Seu valor médio de venda varia de US$ 850 – opção de entrada de notebook para jogos – a US$ 1.500 para uma versão premium.

“Os modelos de ponta do segmento de computadores fabricados para jogos devem ser o foco dos fabricantes, pois, apesar da alta competitividade, apresentam maior rentabilidade em longo prazo”, afirma Tracy.

A Internet das Coisas está cheia de oportunidades

As empresas de PCs também precisam olhar para o mercado de Internet das Coisas (Internet of Things – IoT) e identificar as áreas que possuem maior potencial para lucro. Por exemplo, podem usar a IoT para melhorar os produtos e os serviços para o cliente.

“Os fabricantes podem detectar com sensores se a bateria está ficando muito quente ou se o HD está sendo sobrecarregado e enviar um alerta ao cliente para verificarem o computador antes que ele desligue. Isso pouparia custos de operação dos produtores e também ajudaria os usuários com um serviço melhor”, conclui Tracy.

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Saiba como reter atenção do consumidor com Adwords

Você sabia que o call-to-action é a nova tendência para os anúncios brasileiros? Ou que termos como “rapidez” e “segurança” devem aparecer no anúncio para atrair o consumidor? Para ajudar as empresas a entender a melhor forma de aumentar o número de cliques em seus anúncios, a SEMrush, uma das empresas líderes mundiais em marketing digital, analisou mais de 8,5 milhões de anúncios de Adwords de 1710 empresas brasileiras, com gasto mensal com publicidade acima de US$1.000,00, para descobrir as palavras e frases mais usadas no corpo e título dos anúncios.

A pesquisa foi feita levando em conta que o Google Adwords ficou mais desafiador para as empresas depois que o layout da página do Google mudou, permitindo que a quantidade total de anúncios na primeira página fosse menor. Ainda assim, tradicionalmente o Adwords é o método mais efetivo de garantir seu site na primeira página de busca do Google.

“Colocar a marca do produto no título é uma forma de chamar mais atenção, especialmente no Brasil, onde ela é um diferencial e muitas vezes fator decisivo na hora da compra”, afirma Anna Lebedeva PR Manager da SEMrush.

Para facilitar o entendimento das informações, o levantamento separou em categorias os termos mais buscados, explicando a tendência de uso de cada um deles.

PALAVRAS MAIS UTILIZADAS

No TOP 5 das palavras mais usadas no título dos anúncios está “oferta”, seguida por “online”, “hotel”, “TV” e “jogos”. Mostrando a demanda do brasileiro por entretenimento.

O TOP 5 das mais utilizadas no corpo de anúncios inclui “resultados”, “agora”, “preços”, “compre” e “juros”. O que reflete a preocupação do anunciante brasileiro com um dos fatores decisivos para compras, o dinheiro.

Na lista TOP 50 de palavras mais usadas nos corpos de anúncios, aparecem as palavras “agora” e “já”. Isso pode demonstrar que a maioria dos anúncios apostam na criação de senso de urgência.

Entre as TOP 50 palavras utilizadas nos corpos de anúncios, o 14º lugar esta a palavra “você” – isso pode indicar que os anunciantes preferem fazer os anúncios com abordagem pessoal.

VERBOS

Verbo não é tão utilizado em títulos, mas o mais popular no Brasil é “comprar”, seguido por “encontre” e “jogue”. Isso atende os dois perfis principais de clientes: quem faz a pesquisa com a intenção formada de comprar e aqueles que primeiro querem obter mais informações sobre o produto.

No corpo dos anúncios “comprar” também é o mais frequente, na sequência aparecem, quase com a mesma relevância, “confira” e “encontre”. O que demonstra que o anunciante, além de vender, também quer oferecer as informações necessárias para o cliente.

Mostrando uma tendência ao call-to-action, a maioria dos verbos tanto de título como de corpo estão no imperativo, motivando os consumidores a clicar e, assim, conseguir compras por impulso.

ADJETIVOS

Adjetivossão ainda menos usados nos títulos que os verbos, os mais frequentes são “melhor”, “novo” e “usado”. Isso pode ser explicado pelo fato que os títulos têm um limite de caracteres mais rígido, forçando as empresas a usar os corpos de anúncios para descrições mais ricas.

O adjetivo “melhor” também é o mais usado nos corpos de anúncios, no segundo lugar fica a palavra “rápida” e no terceiro “segura”. Isso mostra o que os consumidores querem: resultados rápidos e segurança de pagamento, por exemplo.

Uma curiosidade – o adjetivo “infantil” é muito mais usado em títulos que os adjetivos “feminino” e “masculino”. Isso mostra que o mercado infantil pode estar crescendo mais rápido que os mercados adultos.

SUBSTANTIVOS

A maioria dos substantivos usados nos anúncios possui relação com descontos e ofertas especiais.

Enquanto em títulos a maioria dos substantivos representa produtos, em corpos de anúncios eles informam sobre as condições da oferta (frete, termos de pagamento ou descontos, por exemplo).

Os produtos, cujos nomes mais aparecem nos anúncios são “hotéis”, “tv”, “jogos” e “vagas”. São justamente os produtos que a maioria dos consumidores procura na Internet.

“Ao levar em conta essas palavras, o anunciante consegue atrair mais cliques de possíveis compradores que perceberão a relevância do anúncio por meio de uma mensagem direta e efetiva, assim, anunciar se torna algo muito mais estratégico para a empresa”, finaliza Anna.

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Ciab FEBRABAN terá mais de 200 palestrantes em 63 painéis

Mais de 200 palestrantes do Brasil e do mundo já estão confirmados para a 26ª edição do Ciab FEBRABAN, principal congresso de tecnologia da informação para o setor financeiro da América Latina, que ocorrerá entre os dias 21 e 23 de junho no Transamerica Expo Center, em São Paulo. Com o tema central Cultura Digital Transformando a Sociedade, o fórum terá 63 painéis que serão divididos em cinco trilhas técnicas: TI e Telecom, Segurança da Informação, Meios de Pagamentos, Seguros, e Bancos Internacionais, de Investimento, Comerciais e Financeiras.

Trilhas técnicas

A trilha TI e Telecom irá abordar os principais desafios das áreas de tecnologia dos bancos, incluindo temas sobre novos comportamentos e novas oportunidades de negócios. A revolução das fintechs – empresas que atuam no setor financeiro com forte apoio da tecnologia -, os desafios do blockchain- tecnologia de contabilidade distribuída -, computação cognitiva na prática, biometria, internet das coisas, cloud computing, entre outros temas. Os assuntos serão debatidos por importantes painelistas como Samir Kapuria, vice-presidente sênior e gerente geral dos Serviços de Cyber Segurança da Symantec; Aldo Mendes, diretor de Política Monetária do Banco Central do Brasil; Sajal B Mukherjee, Bank Transformation Leader da IBM; Vivek Bajaj; vice-presidente de negócios bancários globais e mercados financeiros na IBM; Nitin Gaur, diretor do IBM Blockchain Lab; entre outros especialistas.

Desenvolvida pelos principais executivos das áreas de segurança dos bancos associados à FEBRABAN, a trilha de Segurança da Informação abordará questões relevantes das instituições financeiras. Entre os temas abordados estão cyber security – novas tecnologias com novos riscos ; impacto do projeto de lei de privacidade nos negócios bancários, modelo de gestão de segurança da informação, entre outros assuntos. A trilha contará com as presenças de renomados executivos, como Jeff Crume, diretor técnico da IBM; Thiago Bordini, diretor de Inteligência Cibernética na NS Prevention; Renato Leite Monteiro, privacy and data protection specialist na Cetip; Rubia Maria Ferrão de Araújo, da Opice Blum Advogados, entre outros.

A trilha de Meios de Pagamento, que será realizada em parceria com a Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartão de Crédito e Serviços), abordará temas sobre as mais atuais tecnologias para o segmento. Entre os temas em destaque estarão inovações em segurança, uso do token, experiência do usuário e novas soluções tecnológicas para o setor. Entre os painelistas, confirmaram presença o diretor executivo da Abecs, Ricardo de Barros Vieira; o CEO Brasil da Verifone, André Petroucic, o vice-presidente de produtos da Visa, Percival Jatobá; o vice-presidente da PCI, Jeremy King; e o diretor executivo de produtos da Visa, Alessandro Rabelo.
Desenvolvida em parceria com a CNseg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização), a trilha de seguros terá como foco as principais questões sobre o mercado deste segmento. Entre os assuntos que serão debatidos estão novas aplicações em dispositivos móveis, microsseguro versus canal digital e a transformação digital no canal de vendas. O diretor consultor de serviços financeiros na Deloitte, Carlos Eduardo Figueiredo Filho, e Claudio Pinhanez, líder de pesquisa em Internet do People do IBM Reserach Labs Brasil, estão entre os confirmados.

O Congresso também abordará assuntos sobre bancos internacionais, de investimento, comerciais e financeiras para executivos de corretoras e instituições que atuam no mercado de capitais, bancos internacionais, comerciais e instituições de crédito e financiamento. Temas como melhores práticas de mercado de câmbio e prevenção e combate à corrupção fazem parte da programação.

Outros destaques

Além das trilhas técnicas, o Ciab FEBRABAN receberá em sua abertura Murilo Portugal Filho, presidente da FEBRABAN; Gustavo de Souza Fosse, diretor setorial de Tecnologia e Automação Bancária da FEBRABAN; e Marcelo José Yared, chefe do Departamento de Tecnologia da Informação do Banco Central do Brasil.

O público participante também poderá acompanhar as discussões que serão lideradas por uma série de renomados keynote speakers. Neste ano, o Ciab FEBRABAN receberá Greg Brandeau, ex-diretor vice-presidente e diretor de Tecnologia do The Walt Disney Studios; Tim Harford, economista britânico, autor do best-seller “The Undercover Economist “ (“O Economista Clandestino”) e um painel que reunirá Fernanda Gentil, jornalista e apresentadora de TV, e os esportistas Tande, Lars Grael e Fernando Scherer, o Xuxa. Pela primeira vez, o Ciab FEBRABAN também irá promover o Ciab Fintech Day, um dia dedicado a incentivar negócios entre instituições financeiras e desenvolvedores de soluções disruptivas que resultem em inovação tecnológica. Para conferir a programação completa do congresso de tecnologia, acesse: www.ciab.com.br

Congresso Ciab FEBRABAN

Data: 21 a 23 de junho de 2016
Local: Ciab FEBRABAN – Transamerica Expo Center (Avenida Doutor Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro)
Site:http://www.ciab.org.br

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6 dicas para motivar a equipe de vendas durante a crise – Por Mário Rodrigues

A estimativa de vendas no comércio brasileiro para 2016 não é nada boa, apresenta um recuo em 4,8%, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) – se confirmado, esse será o pior resultado do setor desde 2001. Os números do primeiro trimestre do ano foram ainda piores, com queda de 7% em comparação ao mesmo período de 2015. Diante de tantos dados desanimadores, como motivar a equipe de vendas para fazer um ano melhor? De que forma incentivar os profissionais diante da crise que castiga o Brasil?

Antes de tudo, precisamos entender quais são as formas de motivação: pode ser intrínseca, quando é interna e o próprio profissional vai atrás para atender seus anseios; e extrínseca, realizada por um líder, gestor ou outro profissional para contagiar os demais membros da equipe. É importante reforçar que as pessoas são motivadas para satisfazer suas necessidades, seja de segurança, de realização, financeira ou, até mesmo, de pertencer a um grupo.

Apresento seis dicas que podem motivar a equipe, especialmente, durante a crise:

– Tornar os profissionais mais seguros: a insegurança desmotiva! Em momento de incerteza, existe o medo de perder o emprego. Por isso, é preciso envolver a equipe para encarar os problemas de frente. A situação está difícil? Qual é a dificuldade? É uma grande oportunidade para desenvolver quais pontos? O que vamos fazer para superar? Em cima dessas perguntas e respostas, crie um plano de ação, com o envolvimento da equipe para encontrar a solução do problema.

– Engajar: atrair o vendedor por uma causa é papel de um líder. Toda equipe precisa de alguém para mobilizá-la por algum motivo;

– Estar sempre por perto: o feedback com a equipe deve ser constante. Apresentar os resultados, mostrar as avaliações positivas, as falhas e apontar de que forma podem melhorar o rendimento são atitudes que também motivam;

– Estimular: por meio do reconhecimento a quem apresenta os melhores resultados, seja financeiro com bonificações ou aplausos, o líder leva a equipe a crescer e superar as dificuldades;

– Entender a diferença entre motivação e felicidade: muitos profissionais confundem os dois termos. Acreditam que estar feliz é sinônimo de estar motivado. Felicidade é uma sensação de bem-estar e contentamento. Precisamos estimular a equipe a encontrar os seus motivos para agir e conquistar o estado de felicidade com o alcance da meta. Um exemplo comum no mundo das vendas para compreender essa diferença é uma equipe que, mesmo incomodada por ter que dividir a carteira de clientes com outro vendedor, se motiva para vencer a concorrência interna e correr atrás dos melhores resultados;

– Motivar para prospectar: algo que, em um primeiro momento, para muitos vendedores não dá prazer também pode gerar resultado e, consequentemente, se tornar prazeroso. Há vendedores com muitas habilidades, mas sem motivação para fazer a prospecção, por medo da rejeição, timidez ou qualquer outra razão. Esses profissionais precisam se movimentar para perceber que a prospecção, assim como todas as atividades em vendas, gera resultados e é essencial para todas as outras atividades. E tudo o que gera resultados traz prazer!

*Mário Rodrigues é diretor do Instituto Brasileiro de Vendas (IBVendas)

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Como Instituições financeiras podem se adequar para competir com empresas de tecnologia

As expectativas dos consumidores em relação às suas instituições financeiras mudaram muito nos últimos anos: num mundo em que alguns toques no smartphone permitem a realização de transações e compras online, os bancos e demais empresas voltadas à concessão de crédito passaram a competir tanto entre si quanto com startups que têm reinventado maneiras de atender as necessidades financeiras de clientes que prezam cada vez mais por customização e agilidade. Um levantamento realizado pela Bain & Company revela que 39% das pessoas com 45 anos ou mais e que pretendem mudar de banco levam em conta a qualidade das versões mobile disponíveis no mercado no momento de efetuar a troca; montante que chega a 58% se forem consideradas pessoas com menos de 45 anos.

Muitos executivos do segmento enxergam nessa tendência a oportunidade de conquistar clientes com o oferecimento de serviços diferenciados, como a possibilidade de depositar cheques via câmera de celular ou pagamento remoto de contas. Entretanto, muitas vezes a falta de alinhamento entre os serviços prometidos e a entrega pelos departamentos de T.I acaba gerando frustração e desconfiança de funcionários e clientes. Para versar sobre os fatores responsáveis por esse impasse, e por algumas alternativas, Steve Berez, sócio da Bain & Company e co-fundador da prática de T.I dentro da consultoria, coordenou a elaboração do estudo “Rebooting IT: Why financial institutions need a new technology mode”, apresentado pela primeira vez no Brasil na última semana.

De acordo com o estudo, as frustrações que acontecem nesse ambiente de negócios decorrem da falta de alinhamento entre as expectativas dos gestores de entregarem experiências tecnológicas excelentes e a dificuldade do departamento de T.I de alcançar tais expectativas. “Por vezes os gestores simplesmente não se dão conta de que sistemas em operação atualmente não foram desenvolvidos para oferecer atualizações diárias ou para permitir mudanças constantes no aplicativo. O modelo atual foi concebido para proporcionar a estabilidade, previsibilidade, mitigação de riscos e eficiência, e a maioria dos bancos e instituições financeiras tem entregado tudo isso, e muito bem. Entretanto, nosso trabalho com bancos, seguradoras e empresas de gestão de riquezas mostra que é necessário ir além disso para conquistar os clientes” completa Berez.

Entretanto, muitas vezes a transformação necessária em termos de cultura organizacional e modelo de negócio para que as empresas consigam dar esse salto tecnológico é tão grande que exige que os líderes repensem toda a sua estrutura corporativa, passando a contratar, operar e elaborar estratégias mais como uma empresa de tecnologia do que como uma instituição financeira. Obviamente, grandes instituições financeiras não podem se dar ao luxo de jogar toda sua estrutura no lixo e recomeçar do zero, por isso, o estudo liderado por Berez, traz cinco ajustes adotados por grandes empresas que permitiram a otimização de seus serviços financeiros mobile e a obtenção de resultados, como o aumento de 100% das vendas digitais e o crescimento de receita três vezes superior à média da concorrência, são eles: Alinhamento de prioridades; Capacidade de entrega; Capacidade Operacional; Organização e Tecnologia.

“O grande desafio dos primeiros meses consiste na construção de uma rede de suporte e o objetivo do período restante é fazer com que as mudanças adotadas nesses cinco pilares sejam sustentáveis. Nesse sentido, o papel da liderança sênior é fundamental, na medida em que a manutenção de seu compromisso com a transformação permitirá que a mesma seja endossada pelos demais níveis. É importante lembrar que a mudança é, em última análise, sobre as pessoas, que devem sentir que são peças fundamentais do processo e que, mesmo que as transformações sejam por vezes complicadas, os resultados finais farão com que a adaptação valha a pena”, analisa Berez.

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Indústria automotiva crescerá 2% ao ano com carros autônomos e elétricos, diz McKinsey

A inovação tecnológica, aliada à mudança no comportamento dos consumidores, levarão ao surgimento de novas fontes de receita para o setor automotivo nos próximos 15 anos. Estudo da McKinsey & Company mostra que as categorias de empresa que surgirão para suprir demandas em áreas praticamente inexistentes movimentarão US$ 1,5 trilhão até 2030 – o que elevará os ganhos de toda a cadeia automotiva em 30%.

O uso compartilhado de veículos sustentará o crescimento da indústria, a uma taxa de 2% até 2030, mais do que compensando as quedas esperadas nas vendas de automóveis. O estudo “Automotive revolution – Perspective towards 2030 – How the convergence of disruptive technology-driven trends could transform the auto industry” mostra que, até lá, um em cada 10 carros vendidos serão para uso compartilhado e 15% deles serão de condução autônoma.

Além da mobilidade compartilhada, a eletrificação, a conectividade, os serviços via aplicativos e o upgrade de sistemas originais dos veículos se tornarão fontes de receita em potencial para empresas que já integram a cadeia automotiva e novas entrantes.

Outro destaque será a mudança na relação entre empresas nativas do setor e recém-chegadas, passando de competidores para parceiros na oferta de soluções alternativas.

Empresas que encarem a mobilidade como serviço ampliarão a indústria voltada ao transporte individual e forçarão as mudanças de um setor há muito estagnado em termos de expansão. Nos últimos 15 anos, apenas duas novas fabricantes de carro entraram na lista das 15 maiores do mundo, enquanto, no mesmo período, 10 operadores de serviços eletrônicos chegaram ao topo de seu mercado.

As tradicionais montadoras serão obrigadas a dividir receitas com modelos completamente diferentes, como os de caronas e carros compartilhados e os de “acenos virtuais”, disputando espaço até com gigantes de tecnologia. O cenário, ainda que difícil, trará seus benefícios: o crescimento da receita com mobilidade individual vai acelerar a partir de 2030. O desafio será navegar num ambiente muito mais pulverizado.

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Robótica é tema de formação pedagógica em escolas de todo o Brasil

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A LEGO® Education, divisão do Grupo LEGO dedicada à cooperação, pesquisa e investimentos no desenvolvimento infantil e dos profissionais de ensino há mais de 35 anos, desempenha papel decisivo na motivação e envolvimento dos alunos na aprendizagem, proporcionando uma experiência prática em sala de aula.

Na cidade do Recife, por exemplo, o Programa Robótica na Escola, da Secretaria Municipal de Educação, foi pioneiro no uso da robótica dentro do ensino público do Nordeste. Aplicados em creches e até o 9º ano do Ensino Fundamental, os kits de montagem da empresa conseguiram capacitar alunos para participarem de competições de robótica no Brasil e também no exterior.

“Um ano após começarmos a utilizar os kits da LEGO Education, um grupo de alunos foi campeão da fase estadual da Olimpíada Brasileira de Robótica, em 2014. Isso mostra como a plataforma de ensino pode acelerar o processo de aprendizagem em diversas frentes, tanto no uso direcionado à robótica quanto no auxílio às disciplinas da grade curricular regular”, explica Fernanda Barreto, coordenadora do Programa Robótica nas Escolas.

A empresa busca aumentar sua participação nas escolas dos ensinos público e privado do país. Hoje, o Brasil tem aproximadamente 200 mil escolas de educação básica “Queremos abranger aproximadamente 5% do número total de escolas em até três anos”, explica Roberta Baldívia, responsável pela LEGO Education no Brasil.

Os conjuntos que compõem os kits de montagem são acompanhados por propostas de atividades e soluções de ensino com base no sistema LEGO® de blocos de montar, material curricular adaptado aos currículos nacionais, recursos digitais e formação de professores. As soluções abragem da Educação Infantil ao Ensino Médio nas áreas de ciências humanas e exatas, passando pela robótica e visam desenvolver competências e habilidades avançadas.

Exemplo disso são os kits WeDo 2.0, lançados este ano em todo o mundo, plataforma formada por blocos de montagem, componentes eletrônicos e software que introduzem crianças do Ensino Fundamental no universo da ciência por meio da robótica. Ela prepara os estudantes para a futruro em um ambiente de aprendizagem criativo e lúdico, em contato com o mundo tecnológico, colocando em prática conceitos teóricos a partir de uma situação interativa

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Empresa redireciona atividades após programa de coaching e mentoria dos sócios

Mesmo em épocas de crise econômica, o crescimento das empresas de tecnologia no Brasil segue acentuado, com índices acima dos 10% ao ano. O otimismo do setor tem mostrado que, investindo em inovação, as empresas de Tecnologia da Informação continuarão a crescer no cenário econômico brasileiro. No entanto, como em qualquer outro negócio, é preciso estar atento à gestão da organização, saber planejar e ter foco nas metas e objetivos.

A Gobee Tecnologia Estratégica, empresa paranaense voltada à criação de soluções tecnológicas para outras empresas, nasceu neste cenário otimista, em 2011, mas nos primeiros anos atuou com diferentes focos. Inicialmente o objetivo era desenvolver produtos para os clientes, mas com a ideia de que os mesmos produtos pudessem ser adotados também em outras empresas. “Aos poucos, percebemos que, cada vez que desenvolvíamos um novo produto, começava a sobrar tempo e nossa força de trabalho ficava ociosa. Buscávamos, então, desenvolver um novo produto. Não percebemos, mas ‘esquecemos’ de dar atenção à comercialização dos produtos que já tínhamos”, afirma Fábio Arazaki, sócio-diretor da empresa.

Fábio conheceu a master coach Renata Frank em um evento de networking e lhe chamou atenção o fato de ela vir profissionalmente da área de TI – Renata é analista de sistemas, com mais de 20 anos de experiência na área. A partir dali, Renata iniciou um processo de Coaching com os dois diretores da Gobee, Fábio e o sócio Eduardo Mayer. “Foi muito importante o trabalho com a Renata para enxergarmos o que queríamos e o que precisávamos fazer para que a empresa alcançasse esses objetivos”, diz Fábio Arazaki.

Após apenas três meses de Coaching, os sócios perceberam que haviam aumentado muito o grau de franqueza um com o outro e definido papeis de forma mais clara na empresa. Assim, o trabalho de Coaching foi redirecionado e Renata passou a atuar especificamente com o diretor Fábio Arazaki, não mais como coach, mas como mentora, trocando experiências e ideias, lançando novas ideias, aproveitando também seu conhecimento na área de tecnologia e promovendo a percepção do contexto todo do negócio.

Insight

Fábio conta que, em uma conversa com Renata, teve um insight, que ele chama de “momento a-há!” e percebeu que poderia mudar o foco da produção de sua empresa e agregar, assim, mais parceiros e novos trabalhos. Hoje a Gobee está atuando com o objetivo de atrair novos parceiros – empresas de diferentes áreas de atuação – com demandas na área tecnológica. “Fazemos parcerias no mais amplo sentido da palavra. Nosso sucesso depende do sucesso do nosso parceiro, pois apostamos junto com ele no desenvolvimento de seus projetos. Investimos juntos, assumimos juntos os riscos e, depois, colheremos juntos os resultados”, afirma Fábio. A nova metodologia já está sendo lançada no mercado e tem atraído a atenção de empresários dos mais diversos setores. Um grande projeto está em vias de desenvolvimento, mas Fábio prefere não adiantar detalhes.

A master coach Renata Frank afirma que o diretor percebeu o amplo leque de possibilidades que se descortinava para sua empresa graças ao grau de dedicação e comprometimento que passou a ter com o negócio, no decorrer dos encontros de Coaching e Mentoria. “Eles conseguiram perceber a missão da empresa e alinhar esse grande compromisso com seus valores pessoais. Hoje, estão mais assertivos e sabem o que querem – e o que não querem! – fazer”.

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Como ter uma reunião de trabalho mais produtiva

Um novo e-mail na caixa de entrada e um convite para uma reunião de trabalho. Até aí, tudo certo, pois normalmente é assim que as empresas informam os seus colaboradores sobre este importante compromisso corporativo. Entretanto, quando as reuniões se tornam recorrentemente improdutivas é hora de parar e analisar o que está sendo feito de errado.

O excesso de reuniões é uma das principais reclamações dos profissionais. E de fato, quando há reuniões demais e decisões de menos, esta importante ferramenta acaba ficando banalizada e perdendo sua credibilidade.

Pensando em eliminar definitivamente este tipo de problema, trouxe sugestões de como os gestores podem se organizar para ter reuniões mais produtivas, que realmente façam sentido e tragam os benefícios desejados à empresa.

5 DICAS PARA TER UMA REUNIÃO DE TRABALHO MAIS PRODUTIVA

Defina uma pauta – Reuniões improdutivas começam pela falta de foco nos assuntos que serão tratados. Por isso, é fundamental que o gestor ou o profissional responsável por conduzir o encontro defina uma pauta de assuntos que serão abordados, a fim de delimitar as questões e resolver efetivamente os assuntos listados. Também é importante para que os convidados possam saber os temas, pensar antes e levar ideias e soluções para as tratativas.

Convide as pessoas certas – Embora faça parte do dia a dia de trabalho de um profissional, é preciso lembrar de que durante as reuniões ele estará ausente de seu posto de trabalho e, poderá ter suaprodutividade reduzida. Então, pense de forma estratégica e convide somente pessoas que realmente podem agregar valor ao encontro e não tire todo mundo de suas atividades em vão.

Tenha um roteiro – Para que a reunião de trabalho seja realmente produtiva, defina um roteiro de pautas a serem tratadas e o tempo médio para apresentações e deliberações. Isso vai ajudar a organizar os assuntos e fazer uma melhor administração do tempo.

Mantenha o foco – É muito importante, aliás, essencial que o tempo do encontro seja muito bem aproveitado e que o foco seja nas questões colocadas na pauta. Não deixe que o grupo desvie o foco e perca a concentração abordando assuntos fora do script. Busque mantê-lo focado nas resoluções que precisam ser atendidas.

Faça sempre atas – A ata é o registro de tudo que ocorreu durante a reunião: o que foi abordado, o que os participantes falaram e também o que foi decidido naquele encontro. Serve para documentar o encontro e para que a qualquer momento os profissionais possam rever esta ata e verificar o que foi deliberado.

Viu como é simples deixar a reunião de trabalho mais produtiva? Tudo é uma questão de organização e de foco, pois quando sabemos ao certo quais assuntos tratar e com quem tratar, fica mais fácil resolver os problemas e ser mais assertivo na tomada de decisões. Aproveite estas dicas e faça reuniões realmente extraordinárias!

Fonte: IBC – Instituto Brasileiro de Coaching

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Grife alemã RIMOWA lança solução digital para bagagens

Visando tornar a experiência de voo mais confortável, ágil e segura, a RIMOWA, tradicional marca alemã, lança a Electronic Tag. Os passageiros das companhias aéreas já podem realizar seu check-in virtualmente, mas agora, com a etiqueta eletrônica RIMOWA, podem fazer o mesmo com suas malas, do conforto de suas casas ou a caminho do aeroporto.

No lugar da etiqueta de papel, as informações essenciais da bagagem são mostradas diretamente na mala, agilizando o processo de check-in no aeroporto, bastando deixar a bagagem no terminal que o cliente está viajando. A integração é feita entre os aplicativos das companhias aéreas e o Electronic Tag App, com os dados sendo enviados para a etiqueta eletrônica via Bluetooth. Além de ser mais rápida, é, também, uma solução mais sustentável, já que dispensa o uso de papel.

Premiada como “Best Baggage Initiative” no último FTE Global – Future Travel Experience, em Las Vegas, a Electronic Tag estará disponível em modelos selecionados que chegam às lojas da RIMOWA em maio.

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