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Setor produtivo se une na campanha contra aumento de impostos “Não Vou Pagar o Pato”

Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

A calçada do prédio da Fiesp, um dos endereços mais conhecidos de São Paulo, recebeu nesta segunda-feira (21) mais de 100 representantes da indústria, do comércio, dos serviços e da agricultura para o lançamento oficial da campanha contra o aumento de impostos “Não Vou Pagar o Pato”. Paulo Skaf, presidente da Fiesp e do Ciesp, explicou durante o evento que a campanha foi criada para conscientizar a sociedade sobre a carga de impostos e evitar novo aumento da carga tributária.

“Estamos mostrando o imposto já está nos preços da geladeira, do smartphone, do material escolar”, afirmou Skaf na entrevista coletiva simultânea ao lançamento da campanha. “Material escolar tem 40% em média de impostos”, lembrou Skaf. Mesmo sem saber, as pessoas pagam impostos. “Naquela geladeira de R$ 1.000 ele colocou R$ 400 de impostos”, exemplificou.

“Não estamos aqui debatendo imposto da indústria, do comércio, de serviços ou de tecnologia, nós estamos, como brasileiros, de forma horizontal debatendo o imposto que está sobre as costas do povo brasileiro, da sociedade brasileira, das empresas, das famílias, que prejudicam tanto a competitividade e o desenvolvimento do Brasil”, disse Skaf. “Não é uma campanha da Fiesp, é uma campanha de todas as entidades que estão aqui”, ressaltou.

“O que nós, entidades do comércio, dos serviços, da agricultura, da indústria, tecnologia, transporte, estamos fazendo é dizendo o seguinte para o governo: corte as suas despesas, acerte as suas contas, faça o ajuste fiscal de maneira que seja saudável para o Brasil”, afirmou Skaf. “E a maneira saudável para o Brasil é o governo eliminar os desserviços, os gastos exagerados”, completou.

CPMF

“Não tenho dúvida que a sociedade fará pressão muito forte junto aos congressistas”, disse Skaf, para evitar aumento de impostos e a recriação da CPMF (o imposto do cheque, extinto em 2007 graças à mobilização popular, com importante papel da Fiesp). “E não tenho dúvida de que os congressistas reagem às pressões da sociedade.”

A campanha já decolou, com 2 novas assinaturas por minuto incluídas no site. A estratégia de divulgação inclui anúncios de página inteira em jornais de grande circulação, como Folha de S.Paulo e O Estado de S. Paulo, revistas semanais, como Veja e IstoÉ, spots de rádio e comerciais de TV.

A mensagem das peças publicitárias é clara e direta. Os comerciais de TV, em linguagem parecida com os anúncios de grandes lojas de varejo, mostram o preço de produtos como geladeiras e celulares e o valor dos impostos em cada um. Exibidos para os representantes de entidades de diversos setores em reunião realizada também nesta segunda-feira, antes do lançamento oficial da campanha, os comerciais foram muito aplaudidos.

Os comerciais podem ser vistos no site da campanha, que tem disponíveis para download os modelos para a confecção de adesivos, bottoms, camisetas e outros produtos para divulgar a mensagem contra o aumento de impostos.

A campanha “Não Vou Pagar o Pato” é fruto da Frente Nacional contra o Aumento de Impostos, liderada por Skaf e criada em 3 de setembro, com amplo apoio de entidades de diversos setores.

Fonte: Agência Indusnet Fiesp

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Indra apresenta sistemas inteligentes de eficiência energética no Latin American Utility Week

A Indra, uma das maiores empresas de consultoria e de tecnologia na América Latina, participa do Latin American Utility Week, que reúne diversos profissionais para discutirem tendências e a modernização do setor de utilities. Juan Prieto, gerente do mercado de Energia da Indra, ministrará uma palestra no dia 24, às 11h20, sobre ferramentas para redução efetiva de perdas de energia. A Feira e a Conferência serão realizadas entre os dias 23 e 25 de setembro, no Transamérica Expo Center, em São Paulo.

No estande, a Indra fará a demonstração de todo seu portfólio para a área de utilities com destaque a duas soluções inovadoras em eficiência energética: sistema de IoT Smart Home e de gestão de perdas e medidas.

Sobre smart home, tecnologia bastante utilizada na Europa, a Indra dispõe de um equipamento chamado Node#1, que funciona como um gateway inteligente, concentrando todos os sensores e equipamentos da casa, como termostatos, sensores de presença e de fumaça, smart plugs, medidor de energia, água e gás, entre outros, para que o morador possa não só gerencia o seu consumo de maneira mais eficiente, mas também dispor de serviços que agreguem conforto e segurança ao seu dia a dia, como regular a temperatura ou ser notificado de invasões, por exemplo. O equipamento dispõe de tecnologia de ponta, conectando-se aos diferentes sensores por protocolos abertos e disponibiliza as informações ao cliente de maneira fácil e inteligente.

Outra frente de atuação da Indra é a tecnologia que contribui para a gestão da distribuição de energia elétrica de forma inteligente, sob o conceito de smartgrid. A empresa fornece a solução inGRID (Indra Smartgrids) e parte dela trata da gestão de medidas e controle de perdas. A oferta completa abrange o serviço de consultoria técnica e de processos; implementação de sistemas de análise de detecção de perdas e gestão de controle; e terceirização do processo de gestão de fraude.

A solução inGRID foi desenvolvida no Brasil, no Centro de Excelência em energia elétrica da Indra, localizado em Campinas, interior de São Paulo. Atualmente, essa tecnologia encontra-se implantada em várias empresas do Brasil e também fora do país, como na República Dominicana, Colômbia, Venezuela, Peru e Argentina.

A palestra de Juan Prieto seguirá a linha da exposição da Indra na feira. Ele falará sobre o impacto das mudanças sociais, econômicas, técnicas e de organização no aumento ou redução de fraudes nas redes de eletricidade, de gás e de água e de que forma ferramentas tecnológicas podem controlar o gerenciamento das utilities.

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Mobile Summit promove eventos de inovação e networking sobre soluções para mobilidade em Porto Alegre

Porto Alegre recebe nos dias 25 e 26 de setembro dois eventos promovidos pelo Mobile Summit, conferência que debate o desenvolvimento para plataformas móveis. No dia 25 acontece o workshop UX Design na prática, que vai abordar a criação de experiências de alto impacto em aplicativos para smartphones e wearables, ministrado por Santhyago Gallão, líder técnico do UX Development da Samsung, porta-voz da Comunidade Android Brasil e Organizador do Google Developer Group de Manaus. O workshop vai ensinar no estilo \”mão na massa\”, a criar aplicativos verdadeiramente fáceis de usar, inteligentes e mais propensos ao sucesso.

Já no dia 26 de setembro, as oportunidades e novidades no desenvolvimento mobile serão tema da Conferência Mobile Summit, que acontece das 8h30 às 18h, no Nós Coworking. A Conferência recebe especialistas de diversas áreas para abordar temas relacionados ao desenvolvimento de aplicações em plataformas como iOS, Android, Firefox OS e Web Mobile. O objetivo é criar um ambiente de debate e troca de ideias sobre tendências, melhores práticas e oportunidades para o desenvolvimento mobile. Entre os palestrantes estão Jean Carlo Emer, Software Developer na Globo.com; Luis Cipriani, Desenvolvedor Evangelista no Twitter e Maurício Zaquia, Apple Distinguished Educator. Confira programação completa em: www.msummit.com.br

Os eventos são organizados por Cynthia Zanoni e contam com diversas empresas e comunidades patrocinadoras e apoiadoras. Entre os patrocinadores estão: A lista de patrocinadores é: Alcides Maya, Azapp Smart Software, Twitter, Think Digital (que é minha empresa), Nós Coworking e Toptal. Os apoiadores são Locaweb, Novatec, Eventick, Target Trust, Treina Web, Faculdade Decision e Instituto Infnet, iMasters, Digital Ocean e Reverso, além das comunidades Mozilla, Cocoa Heads Brasil e Poa Digital.

SERVIÇO

Workshop UX Design na prática

Data: 25/09 (sexta-feira)
Horário: 14h às 18h;
Local: Decision – Instituto Infnet (Av. Praia de Belas, 1510 – Praia de Belas) – Porto Alegre
Valor: R$ 165,00
Inscrições: http://www.eventick.com.br/ux-design-na-pratica

Conferência Mobile Summit – Porto Alegre

Data: 26/09 (sábado)
Horário: 8h30 às 18h;
Local: Nós Coworking (Av. Cristovão Colombo, 545 – Bairro Floresta)
Valor: R$ 165,00
Inscrições: www.msummit.com.br.

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Interação online e off-line é tema de congresso da Abranet

Especialistas dos setores público e privado estarão reunidos em Brasília, no dia 24 de setembro, para discutir tendências de mercado, políticas públicas e inovações na web, no II Congresso Brasileiro de Internet. O evento, promovido pela Associação Brasileira de Internet (Abranet), marca os 20 anos da Internet comercial no Brasil.

“Vamos debater os últimos acontecimentos do mundo digital e os principais desafios legais envolvendo nosso mercado, apresentando o posicionamento dos diversos atores da cadeia de Internet: empreendedores, profissionais, reguladores, gestores públicos, formadores de opinião, acadêmicos etc”, destaca Eduardo Parajo, presidente da Abranet.

As inscrições, gratuitas e vagas limitadas, devem ser feitas em www.congressoabranet.com.br/

O Congresso se inicia com um debate sobre os 20 anos da Internet comercial no Brasil e terá presença do deputado Fábio Souza, presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara Federal; Gil Torquato, CEO do UOL-Diveo; Stelleo Tolda, COO do Mercado Livre; e do senador Walter Pinheiro, além do presidente da Abranet.

“Internet das Coisas” será tema do segundo painel, com Fábio Coelho, presidente da Google Brasil, e Virgílio Almeida, coordenador do Comitê Gestor da Internet.

O terceiro painel discutirá a convergência dos universos online e off-line. Participam Vinicius Marques de Carvalho, presidente do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE); Rogério Lucca, consultor do Banco Central; German Quiroga, Co-CEO da Nova Pontocom; e Daniel Mangabeira, diretor do Uber.

Na parte da tarde, temas sobre a Internet que estão em debate no Executivo e Legislativo no Brasil e no exterior serão abordados pelos deputados Alessandro Molon, relator do projeto de lei do Marco Civil da Internet, e Mariana Carvalho, membro da CPI da Câmara sobre crimes cibernéticos. Participam também Juliana Pereira da Silva, da Secretaria Nacional do Consumidor, e Kathleen McInerney, diretora de Políticas Públicas para América Latina do Yahoo-EUA.

O último painel, sobre “Internet das normas”, vai tratar de assuntos que têm sido objeto de debates jurídicos no Brasil. Entre os palestrantes estão Fátima Andrighi, ministra do STJ; Marlon Reis, juiz de Direito; Miguel Matos, editor do portal Migalhas; e Ana Luiza Valadares, presidente da Associação Brasileira de Direito da Tecnologia da Informação e das Comunicações.

Serviço:

II Congresso Brasileiro de Internet

24 de setembro, das 8h30 às 18h30.
Centro de Eventos e Convenções Brasil 21. SHS Quadra 06, Lote 01, Conjunto A, Brasília (DF).
Inscrições e mais informações: www.congressoabranet.com.br/

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Cinco principais dicas para profissionais de TI passarem da sala do servidor para a sala da diretoria

Por Patrick Hubbard, da SolarWinds

Pode ser difícil ter esperanças quando a questão é a crise econômica que acomete o Brasil. No entanto, um grupo com potencial de sair ganhando nesses tempos conturbados é o de profissionais de TI. Na verdade, os dados da International Data Corporation (IDC) indicam que, apesar da agitação econômica, o mercado brasileiro de TI continua a crescer. As empresas, especialmente as dos setores bancário e de varejo, estão, mais do que nunca, em busca de profissionais de TI que os ajudem a cortar custos pela simplificação de processos com o uso eficaz da tecnologia.

Enquanto os líderes das empresas começam a encarar as habilidades e orientações dos profissionais de TI como mais críticas à tomada eficaz de decisões de negócios e passam a contratá-los, os profissionais de TI ainda continuam tolhidos pela impressão de que seu lugar é na sala do servidor, não na sala da diretoria. Entretanto, o clima atual de incerteza econômica e a subsequente maior dependência de suas habilidades técnicas proporcionam uma oportunidade para os profissionais de TI de superar essa percepção e assumir seu lugar na mesa de negócios.

Para tanto, os profissionais de TI precisam ter algumas coisas em mente:

Falar a língua

Aqueles que vivem fora da sala do servidor costumam ter pavor do jargão e dos termos técnicos tão característicos dos gerentes de TI. A cultura popular não ajudou muito a desfazer essa imagem, mas os profissionais de TI podem provar que o seu lugar é na sala da diretoria, concentrando-se em traduzir informações técnicas em termos leigos. Ser capaz de explicar de maneira sucinta e paciente como um sistema funciona dará aos executivos e a outros líderes da empresa maior confiança, não apenas na tecnologia que está sendo usada para melhorar os negócios, mas também no profissional de TI. Os profissionais de TI podem aprimorar seu domínio do jargão de negócios conversando com seus colegas em vendas, marketing e RP – eles estão mais bem posicionados para obter dicas de comunicação eficazes e ajudar a explicar melhor uma tecnologia complexa.

Concentrar o foco em ações, não em recursos

Os profissionais de TI costumam enfatizar as especificações e os recursos das soluções, em vez de ressaltar o que elas podem fazer para ajudar a atingir as metas gerais da empresa. Em vez de apenas descrever os recursos da tecnologia, eles devem colocá-los em termos das ações da empresa – explicar o que a empresa ganhará ao usar uma tecnologia, em vez de apenas informar o que ela faz a partir de uma perspectiva técnica. Para fazer isso de forma mais eficaz, os profissionais de TI precisam cultivar um conhecimento dos objetivos dos líderes da empresa a partir de uma visão mais abrangente.

Usar os dados para definir melhores métricas

Os gerentes de TI têm acesso a vastas quantidades de dados organizacionais, muitos dos quais podem ser usados para otimizar processos mais amplos da empresa, bem como a entrega de produtos/serviços. Por meio do desenvolvimento de uma visão geral satisfatória desses dados e do uso de ferramentas que possam rastreá-los com eficácia, eles podem definir novos KPIs e métricas que não sejam apenas quantificáveis, mas também diretamente correlacionados com o desempenho da empresa. Rastrear o tráfego da rede, por exemplo, faz sentido tanto para campanhas de marketing (navegadores externos) quanto para iniciativas de trabalho flexível (dispositivos dos funcionários). Assim que os profissionais de TI identificam as maiores necessidades da empresa em jogo, eles podem usar esse conhecimento para informar melhor as metas definidas pela empresa e como medi-las.

Ser a mão de obra dos executivos na linha de frente

Com frequência, os profissionais de TI interagem com um amplo espectro de funcionários e clientes, muito mais intensamente do que os executivos têm a chance de fazer. E embora relatórios isolados de “meu computador não liga” possam não ter relevância para a estratégia da empresa, é provável que o profissional de TI atento fique por dentro das tendências de missão crítica relevantes, como qualidade de serviço insatisfatória, aumento das interrupções ou hardware com defeito. Ao transmitirem esses problemas aos superiores e fornecerem a assistência necessária, os profissionais de TI podem fazer muito para impedir que eles se agravem ou identificar novas oportunidades de crescimento da empresa. Os executivos serão gratos por isso.

Lembrar que habilidades técnicas continuam sendo o fator decisivo

Os profissionais de TI não devem se esquecer nunca do que os colocou na posição em que já se encontram: suas habilidades técnicas. Além de aprimorar suas habilidades relativas à tecnologia existente, os profissionais de TI devem estar sempre a par de novas tendências, como a nuvem, redes definidas por software e hiperconvergência, e buscar desenvolver habilidades e conhecimentos também nessas áreas. Os profissionais de TI podem usar essa nova competência tanto para cumprir quanto para gerenciar as expectativas dos líderes da empresa. Isso dará a eles a credibilidade para estimular a adoção de novas tecnologias onde elas fazem mais sentido e controlar o uso de tecnologias supérfluas onde não for relevante.

Embora as dificuldades decorrentes da crise financeira sejam de longo alcance, pôr em prática as dicas acima pode ajudar os profissionais de TI a aproveitar a oportunidade única de assumirem um papel mais relevante no processo de tomada de decisões da empresa.

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Brasil continua mercado fértil para a indústria mobile internacional

Até abril deste ano, dos 306 milhões de dispositivos conectados à internet no Brasil, 154 milhões já eram Smartphones (FGV). Em 2014, pela primeira vez em 30 anos, houve queda nas vendas de computadores – 10% comparado ao ano anterior. Enquanto isso, os smartphones apresentam queda nos preços graças a novos lançamentos e a Classe C passa a representar 1/3 da base de usuários conectados em seus celulares (MMA/Nielsen).

Redes sociais e emails dominam o ranking da utilização da internet móvel. Até 2014, 20% dos usuários de celulares afirmaram realizarem compras pelo dispositivo. Para essa navegação, é o sistema Android que domina o mercado brasileiro, representando 91,6% (MMA/Nielsen). Segundo a e-bit, as compras por dispositivos móveis devem crescer 10% no próximo ano. No primeiro trimestre de 2014, representavam 1% das transações de compra na internet. No terceiro trimestre de 2015 já é responsável por 15%. Com esse crescimento acelerado, em 2016, as conversões de compras por dispositivos móveis deve exceder os 25%.
É neste cenário que o Brasil segue com foco global para a indústria mobile. Players de todo o mundo entendem que podem encontrar aqui um mercado fértil, startups consolidadas e excelentes negócios para um mercado consumidor já adaptado ao mobile e ávido por novidades e tecnologia.

A chegada do GWC e GMIC ao Brasil

O GWC Inc. é um gigante clube de negócios internacional que reúne os maiores players da indústria mobile do mundo. Dentre suas ações globais, o GWC promove o evento GMIC (Global Mobile Internet Conference). Agora, depois de consolidado nos Estados Unidos, Japão, China, Indonésia, Taiwan e Índia, o GMIC chega pela primeira vezao Brasil, de olho neste mercado.

O GMIC Summit São Paulo trará ao Brasil, dia 17 de novembro no hotel Renaissence, alguns dos mais renomadoslíderes do mercado mobile da América Latina, além de players asiáticos e norte-americanos. Wen Chu, CEO e co-fundador do GWC abrirá o encontro.

Entre os palestrantes já confirmados, estãoLuciana Burger, diretora da Comscore, que trará dados em primeira mão coletados através da nova plataforma mobile daempresa;Romero Rodrigues, fundador e CEO da Buscapé Company; Ilja Gooseens, Global Sales Director daTune; Marco DeMello, fundador e CEOda PSafe; Dennis Wang, CEO da Easy Taxi; Fabiano Destri Lobo diretor da MMA Latam; Hernan Kazah, co-fundador do Mercado Livre e Kaszeck Ventures; Moacir Kang, fundador e CEO do Apontador Maplink; Guido Grimbraum, empreendedor fundador de diversas startups na américa do sul; Fernando Zanatta, diretor de TI e gerente de produto da Netshoes;João Carvalho,fundador e CEO da Hands; André Ferraz, fundador eCEO da In Loco Mídia; e Guga Stocco, diretor de estratégias e inovação do Banco Original.

Todos os debates levantam dados, tendências e posicionamento dos empresários mais visionários para o mercado mobile no Brasil e no mundo. Geolocalização, monetização, comportamento do consumidor mobile, inovações, estarão no centro da discussão.

As vagas são limitadas e o credenciamento já está disponível pelo link http://saopaulo.thegmic.com/

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Ruben Delgado é reeleito presidente da Softex

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Em reunião do Conselho de Administração da Softex – Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro realizada esta semana durante o RioInfo 2015, Ruben Delgado foi reeleito como presidente da entidade para o período 2016/2017.

A vice-presidência executiva passa a ser integrada agora por Fabian Petrait, que ocupava a posição de diretor financeiro da instituição, e por Diônes Lima, até então responsável pelas áreas de inovação, internacionalização, empreendedorismo e pelo Programa StartUp Brasil. Após um ano e meio no cargo, o empresário Ney Leal deixa a vice-presidência executiva da instituição para seguir com novos projetos profissionais.

“Todos os projetos executados pela entidade nas áreas de inovação, empreendedorismo, qualidade no desenvolvimento de software e serviços, inteligência comercial, capacitação de empresas e de pessoas têm refletido a nossa busca permanente pelo aumento da competitividade das empresas brasileiras. São ações que beneficiam o ecossistema nacional de TI como um todo e que terão continuidade ao longo dos próximos anos. Vamos seguir trabalhando, mas de forma ainda mais colaborativa e sustentável, no sentido de gerar ainda mais valor para esse segmento tão estratégico para a economia do país”, destaca Ruben Delgado.

Fabian Petrait, vice-presidente administrativo, continuará a conduzir a área de controladoria e finanças da entidade. “Há três anos trabalhamos para aumentar a nossa sustentabilidade e reduzir a dependência de recursos públicos para a execução de nossos programas. Nesta gestão seguiremos buscando alternativas para a diversificação dessas fontes por meio de novas parcerias e atuando de forma mais horizontal em uma indústria que de destaca pela transversalidade”, destaca.

Como vice-presidente de operações, Diônes Lima será responsável pela gestão dos projetos conduzidos atualmente pelas sete áreas da Softex e também pela implementação dos novos programas que serão lançados a partir de 2016.

“Em conjunto com a nossa rede de 22 Agentes Regionais fomentaremos a criação de novos negócios com potencial global a partir do mapeamento das áreas nas quais o país pode ser competitivo no mercado internacional. O programa Brasil Mais TI, de estímulo à formação de novos profissionais para o setor, incorporará em sua grade temas de empreendedorismo e novas trilhas de desenvolvimento de pessoas de acordo com as demandas do novo mercado. Também resgataremos a força dos estudos do núcleo de inteligência do software brasileiro – antigo Observatório Softex, para gerar estudos de valor para os três eixos da tripla hélice: academia, empresas e governo”, antecipa Diônes Lima.

Para o próximo ano, o plano de trabalho da nova diretoria inclui ainda a abertura de mais turmas do TI de Impacto – Programa de Capacitação Empresarial para o Desenvolvimento da Estratégia de Inovação da Softex em conjunto com uma rede de parceiros; o lançamento da ferramenta Intelectus para mapear as pessoas competentes dentro da academia e com potencial para trabalhar o tema software; o estímulo à internacionalização seguindo os conceitos da metodologia Lean Startup que envolve a identificação e a eliminação sistemática de desperdícios; o fomento ao desenvolvimento do setor de TI com foco em atender a demanda da indústria 4.0 e a ampliação da capilaridade da Softex com a ampliação da rede de Agentes Regionais.

Fonte: Softex

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Uber: Regulamentação prejudica a liberdade dos mercados

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relação entre a regulamentação da prestação de serviços privados e o livre mercado foi o fio condutor do “Café da Arbitragem”, promovido pela Federasul, nesta sexta-feira (18/09). No centro do debate o tema “Liberdade e mercado: o caso Uber” foi abordado pelo empresário e economista, Paulo Fuchs e pelo escritor e arquiteto Percival Puggina. Ambos convidados lançaram um olhar positivo sobre a livre oferta de novos serviços para estimular a concorrência e por consequência melhorar a qualidade. Destacaram ainda a importância da liberdade de expressão em um País cheio de limitações, legislações e entraves ao empreendedorismo.

Ao iniciar a sua participação, o empresário Paulo Fuchs explicou as funcionalidades do novo aplicativo Uber, que permite a contratação de motoristas particulares e tem gerado diversas discussões sobre a sua regulamentação no Brasil. Em São Paulo o serviço foi impedido de ser operado após aprovação de legislação na Câmara de Vereadores. No Rio de Janeiro o aplicativo está sendo usado por meio de liminar. “E aqui em Porto Alegre a EPTC já anunciou que descarta a regulamentação do Uber”, lembrou Fucks.

Ao defender o mercado livre, o economista falou sobre os diversos aspectos da regulamentação das prestações de serviços do Brasil, principalmente aqueles que facilitam a comunicação. “A cada regulamentação o governo passa uma régua no mercado e não estimula a concorrência e nem a qualidade”, enfatizou. Na mesma linha, Percival Puggina destacou que a liberdade da população é limitada. “Nos colocaram num alçapão”, ilustrou.

O escritor apontou a baixa qualidade da educação como um dos principais motivos para perda da liberdade. “Drenaram nossas potencialidades e estão secando os dons de cada indivíduo na fonte com uma pedagogia que está distante do que o Brasil precisa”, apontou. Puggina ainda relacionou a liberdade com a “insegurança” pública e criticou as políticas adotadas no país que possuem o caráter multador, regulador e que interfere na liberdade das pessoas. “Não podemos terceirizar as nossas responsabilidades como cidadão”, finalizou.

O presidente da Câmara de Arbitragem da Federasul, André Jobim de Azevedo, destacou que o exercício da liberdade também é feito por meio da arbitragem.

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Gartner apresenta etapas de transição para o local de trabalho digital

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, apresenta a pesquisa 2015 CIO Survey, com dados sobre o posicionamento dos CIOs em relação às recentes transições tecnológicas. De acordo com o levantamento, muitas organizações já estão adiantadas na transição da era da industrialização do setor de TI para a era da economia digital, mas algumas práticas antigas ainda permanecem. Tais ações devem ser atualizadas ou abandonadas, para que se possa adotar plenamente tanto o local de trabalho digital como a abordagem operacional ágil da TI bimodal.

As novas práticas que devem ser adotadas pelos executivos serão debatidas no Symposium/ITxpo 2015, o maior e mais importante evento mundial do Gartner para CIOs e executivos de tecnologia, e que terá sua edição brasileira de 19 a 22 de outubro (segunda a quinta-feira), no Sheraton São Paulo WTC Hotel. O evento reunirá cerca de 2.000 profissionais da área, incluindo 450 CIOs, e 40 analistas do Gartner.

1. Expanda os horizontes do planejamento de TI – A pesquisa aponta que 84% do planejamento dos CIOs ainda está fundamentado em uma margem de ação de dois anos. O aumento desse prazo contribui de forma mais estratégica para o sucesso da empresa no longo prazo. “Dada a expectativa de vida de muitos investimentos em tecnologia, isso também ajudará os líderes de TI a tomar melhores decisões de investimento. Aumentar o prazo permite que a organização ganhe vantagem competitiva, capitalizando a tecnologia emergente de forma mais cautelosa, assim como o capital humano e as tendências de consumo”, afirma Matt Cain, Vice-Presidente e Analista Distinto do Gartner. Para auxiliar nessa transição, o Gartner recomenda um processo de planejamento chamado de ´Impact 2020´. Com ele, primeiro, é preciso identificar os resultados desejados para 2020, e então determinar habilidades, atitudes e expectativas da sua organização e de seus funcionários. Use essas definições para localizar com precisão as tecnologias e serviços necessários para alcançar esses resultados. Trabalhando com Tecnologia da Informação, Recursos Humanos, representações e instalações de negócios, o ´Impact 2020´ permitirá que você sintetize as tendências nessas áreas.

2. Invista em tecnologias pós-nexo – O nexo das forças (celular, mídias sociais, Nuvem e informações) não é uma realidade distante, ele já está aqui. Os CIOs estão começando a pensar sobre – e até buscam ativamente – as tecnologias pós-nexo. De fato, dados do Gartner sugerem que os CEOs avançaram ainda mais nesse caminho e já consideram que as tecnologias de nexo e os negócios digitais sejam uma realidade atual. Essas tecnologias, que serão abordadas no Symposium/ITxpo 2015, incluem Internet das Coisas (IoT), máquinas pensantes, desenvolvimento humano, impressão 3D e robótica. A maioria dos CIOs entrevistados já começaram a investigar, ou até mesmo a implantar, tecnologias relacionadas à IoT, máquinas inteligentes ou tecnologia de desenvolvimento humano. A adoção será amplamente difundida, de forma que o que diferenciará as organizações será o modo de implantação. “Essa área deverá ser tratada com sensibilidade, para que o funcionário veja a tecnologia como uma vantagem que ajudará em seu desenvolvimento e, como resultado, o tornará mais importante para a empresa. Uma parceria entre Tecnologia da Informação, Recursos Humanos e líderes de empresas é necessária para garantir uma implementação abrangente, eficiente e sensível às preocupações dos funcionários”, diz Matt Cain, Vice-Presidente e Analista Distinto do Gartner.

3. Concentre os indicadores no engajamento dos funcionários – Os custos e os níveis de serviços com TI são os dois indicadores mais usados para verificar o desempenho do CIO. Ambos são remanescentes da era da industrialização do setor de TI. Demonstre mais claramente a contribuição do grupo de TI nos resultados da empresa, promovendo novos indicadores com base em seu valor não financeiro e em sua contribuição para inovação. Esses indicadores auxiliarão a empresa a concentrar-se no engajamento dos funcionários, o que pode ser definido como o quanto os funcionários estão dispostos a ajudar a atingir os objetivos da organização e a participar ativamente da comunidade. Trabalhando com o departamento de RH, a equipe de TI pode contribuir para o encorajamento dessa ação por meio da promoção de um ambiente de trabalho mais próximo ao do cliente, permitindo maiores níveis de colaboração, reconhecimento, bem-estar e transparência. Expanda o foco do grupo de TI para além da tecnologia, da automação e da manutenção. Em um período de mudanças no local de trabalho, o engajamento dos funcionários se torna uma prioridade para garantir que a força de trabalho adote novos modelos de negócios.

O Gartner Symposium/ITxpo 2015 oferece aos CIOs e executivos estratégicos de TI um direcionamento estratégico sobre como dominar as mudanças tecnológicas neste momento decisivo, no qual é preciso adaptar-se à nova onda digital que arrebata o mercado. Mais informações estão disponíveis no site: gartner.com/br/symposium.

Há preços diferenciados nas incriçções para profissionais do setor público e descontos para grupos. Interessados devem contatar o Gartner pelo e-mail brasil.inscricoes@gartner.com, pelos telefones (11) 5632-3109 e 0800-744-1440, ou pelo site: gartner.com/br/symposium

Anote em sua agenda – Gartner Symposium/ITxpo 2015
Mais Importante Encontro de CIOs e Executivos de TI do Mundo
Data: 19 a 22 de outubro de 2015 (Segunda a Quinta-feira)
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel – Av. das Nações Unidas, nº 12.559, São Paulo/SP

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Intel e FAPESP irão financiar pesquisa em criptografia pós-quântica

A Intel Brasil e a FAPESP lançaram uma chamada para propostas que investigam a implementação de hardware em criptografia pós-quântica. O edital financiará a pesquisa acadêmica em instituições de ensino superior e de pesquisa no Estado de São Paulo. As propostas selecionadas terão financiamento de até dois anos, renováveis caso apresentem progresso e comprometimento contínuo na direção da pesquisa.

A criptografia pós-quântica busca o desenvolvimento de algoritmos de tempo polinomial, que servem para resolver os problemas matemáticos ultra complexos que permeiam a criptografia moderna de chaves públicas, como a fatoração de números inteiros, logaritmos discretos, ou logaritmos discretos com curvas elípticas. A criptografia pós-quântica explora algoritmos de chave pública alternativos que possam apresentar resistência a ataques de computadores quânticos.

A computação quântica é uma das grandes promessas da tecnologia e uma área em franco crescimento. Na computação clássica, os bits retêm um entre dois estados, “ligado ou desligado”, ou “0 ou 1”. Já na computação quântica, os chamados qubits podem existir em um ou mais estados simultaneamente. Um computador quântico com n qubits pode suportar 2n estados ao mesmo tempo. O resultado final são computadores com capacidade para realizar cálculos muito mais complexos do que os computadores atuais e em um intervalo de tempo menor.

O uso de computadores quânticos também necessita uma revisão de toda a base de algoritmos e métodos criptográficos existentes. Os sistemas criptográficos atuais são baseados na dificuldade de se resolver equações polinomiais, na complexidade exponencial da fatoração em números primos ou em códigos de correção de erros. Como os computadores quânticos são muito mais complexos do que um computador comum, eles precisarão usar novos métodos criptográficos, chamados de pós-quânticos.

Apesar de já existirem linhas de pesquisa em algoritmos pós-quânticos, é necessário um trabalho adicional para entender os aspectos de sua implementação em hardware. É este trabalho que será o foco das pesquisas financiadas pela Intel e pela FAPESP.

São elegíveis pesquisadores brasileiros de Ensino Superior vinculados a instituições de pesquisa no Estado de São Paulo. Requisitos adicionais, condições e restrições do Programa FAPESP de Pesquisa Cooperativa para Inovação Tecnológica (PITE) descrito no www.fapesp.br/pite são aplicados ao edital 9719. O prazo de inscrições encerra em 13 de novembro de 2015 e a chamada está disponível em: www.fapesp.br/9719.

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Brasileiros com internet no smartphone já são mais de 70 milhões

Redes sociais e serviços de comunicação lideram entre os aplicativos mais populares no Brasil
Antes de dormir é o momento de maior uso do smartphone

O número de pessoas que usam o smartphone para ter acesso à internet continuou em crescimento no Brasil e chegou a 72,4 milhões no segundo trimestre de 2015. O aumento foi de 4%, ou cerca de 4 milhões de pessoas a mais em relação aos 68,4 milhões do primeiro trimestre.

Mas houve uma diminuição no ritmo de crescimento na comparação com o quarto trimestre de 2014, quando o número de pessoas com smartphones online era de 58,6 milhões, sobretudo entre os jovens.

O maior crescimento nos últimos meses do uso de internet pelo smartphone ocorreu entre adultos e idosos. O grupo a partir de 35 anos de idade, que representava 35% dos usuários de smartphones conectados no quarto trimestre de 2014, chegou a 38% no segundo trimestre de 2015.

Total de pessoas que usam smartphone com internet, segundo as faixas etárias – Brasil – 4º trimestre de 2014 a 2º trimestre de 2015

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Fonte: Mobile Report – Julho/15 – Nielsen IBOPE

O aumento do uso do smartphone como meio de acesso à internet também vem sendo maior entre as mulheres. Elas eram 50% dos usuários de smartphones no quarto trimestre de 2014. Passaram para 51% no primeiro trimestre de 2015 e chegaram a 52% no segundo trimestre.

Redes sociais, comunicação e bancos são os apps mais usados

A partir do total de usuários de smartphones apurado no segundo trimestre de 2015, a Nielsen IBOPE realizou no mês de julho uma pesquisa para identificar quais os aplicativos campeões de uso entre os brasileiros.

As redes sociais e os aplicativos para comunicação continuaram predominando entre os apps mais populares. Entre os vinte aplicativos mais usados pelos 72,4 milhões de brasileiros conectados por smartphones, seis são de redes sociais ou de troca de mensagens, quatro são de bancos, três são de e-mail e dois são de mapas e localização.

Os 20 aplicativos mais utilizados no smartphone com internet – Brasil – julho de 2015

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Selecione os sete apps que você mais utilizou em julho em seu smartphone

Fonte: Mobile Report – Julho/15 – Nielsen IBOPE

Antes de dormir é o momento de maior uso do smartphone

A pesquisa Mobile Report também perguntou aos brasileiros quais as situações em que o smartphone é mais utilizado. Navegar na internet dentro do banheiro apareceu entre os momentos mais comuns. Um quinto dos usuários brasileiros de smartphones disse que faz isso. E praticamente a metade dos usuários disse que consulta o smartphone antes de dormir. Esse hábito é muito mais comum entre os adolescentes. Enquanto na média de todos os usuários de smartphones conectados 48% olham o smartphone antes de deitar, entre os adolescentes esse hábito atinge 62%. Já o uso do smartphone no banheiro é maior na classe A.

Os maiores momentos de uso do smartphone com internet – Brasil – julho de 2015

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Quais os três momentos em que você mais usa a internet do smartphone?
Fonte: Mobile Report- Julho/15 – Nielsen IBOPE

Acesso à internet pelo computador continua acima de 100 milhões

O número de brasileiros que moram em domicílios com acesso a um computador com internet chegou a 96,1 milhões em julho de 2015, segundo a pesquisa NetView, da Nielsen IBOPE. Dessas pessoas com acesso domiciliar, 58,1 milhões usaram a internet no computador de casa pelo menos uma vez no mês.
Quando se considera todo o conjunto de pessoas com acesso ao computador com internet em casa ou no local de trabalho, o número é de 103,4 milhões. Dessas pessoas com acesso em domicílios ou no trabalho, 72,3 milhões foram usuárias ativas em julho, ou seja, usaram pelo menos uma vez no mês.

Evolução do número de pessoas com acesso ao computador com internet, usuários ativos e tempo médio online (hh:mm:ss) – Brasil – trabalho e domicílios – janeiro a julho de 2015

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Fonte: NetView-Julho/15 – Nielsen IBOPE

A pesquisa Mobile Report é realizada em duas etapas. Primeiro identifica uma vez por trimestre, por meio de um levantamento aleatório, a quantidade e a distribuição dos possuidores de smartphones em todo o Brasil. Em seguida, aplica um questionário mensal em um painel de usuários para mapear os hábitos de uso da internet pelo aparelho. A pesquisa que identificou os aplicativos e os momentos de uso do smartphone foi realizada pela internet com 898 usuários de smartphones de todo o Brasil entre 28 de julho e 5 de agosto de 2015.

A pesquisa NetView é um monitoramento do uso da internet em computadores realizado pela Nielsen IBOPE no Brasil desde setembro de 2000 que informa ao mercado brasileiro todos os meses sobre o comportamento dos internautas, desde a audiência de sites e serviços até dados para planejamento publicitário.

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Assespro planeja “área da inovação” para empresários brasileiros no WCIT 2016

André Spindola (Sebrae), Flávia Malkine (Comitê WCIT), Heloísa Menezes (Sebrae), James Poisant (WITSA)

André Spindola (Sebrae), Flávia Malkine (Comitê WCIT), Heloísa Menezes (Sebrae), James Poisant (WITSA)

Com o objetivo de ampliar a visibilidade das iniciativas inovadoras desenvolvidas no Brasil, a ASSESPRO Nacional planeja destinar um espaço no WCIT 2016 para empresários que atuem em pesquisas e desenvolvimento de produtos e processos notáveis, seja em tecnologia nova ou aprimorada.

A oportunidade será para participação na exposição do evento, por onde deverão circular cerca de 2500 pessoas, de 82 países, durante os três dias de programação. As empresas convidadas dividirão espaço com grandes marcas da TI mundial e de áreas correlatas. Na edição de 2014, 80 expositores compuseram a feira.

A Área da Inovação foi tema de reunião entre o secretário-geral da WITSA, James Poisant, a diretora executiva do WCIT, Flávia Malkine, e os representantes do Sebrae Nacional Heloísa Menezes (diretora técnica) e André Spinola (gerente nacional de Atendimento do Setor de Serviços). As entidades organizadoras do evento destacaram a relevância de agregar a expertise da instituição junto aos empresários brasileiros ao evento, com destaque para às micro e pequenas empresas, que são responsáveis por mais de 90% do setor de Tecnologia da Informação no Brasil.

A ASSESPRO Nacional solicitou ao Sebrae que verifique a viabilidade de oferecer capacitação aos empresários selecionados para que estejam aptos a apresentar as ideias inovadoras com vistas a firmar parcerias internacionais.

Outra possibilidade será a comemoração de um ano do Movimento Compre do Pequeno Negócio durante o Congresso Mundial de TI. O projeto visa valorizar os produtos e serviços de micro e pequenos empreendedores e será lançado no dia 5 de outubro de 2015 pelo Sebrae. O objetivo é gerar renda e emprego nas comunidades.

Com foco no estímulo ao empreendedorismo e no desenvolvimento sustentável dos pequenos negócios, o Sebrae atua em educação empreendedora; capacitação dos empreendedores e empresários; articulação de políticas públicas que criem um ambiente legal mais favorável; acesso a novos mercados; acesso à tecnologia e inovação; orientação para o acesso aos serviços financeiros.

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Aplicativos gratuitos alcançam 10 milhões de downloads no Brasil, revela pesquisa PayPal/BigData

O brasileiro não gosta de pagar por aplicativos para seu smartphone ou tablet (85% só fazem download de apps gratuitos) e prefere games a outros softwares, a exemplo dos joguinhos que respondem por 18% de tudo o que é baixado na internet no País. Essas são algumas das informações da pesquisa “O Perfil dos Aplicativos no Brasil”, encomendada pelo PayPal à BigData Corp. e divulgada hoje.

Em segundo lugar no ranking dos aplicativos baixados pelo brasileiro estão os educacionais (9%) e as ferramentas de produtividade (7%). Dentre os (poucos) apps pagos, os que mais despertam interesse do usuário são os que personalizam o aparelho. Os menos cotados são os de revistas e notícias.

“Pouco se conhecia sobre o universo dos aplicativos no Brasil, um mercado fértil para startups e desenvolvedores, importantes públicos-alvo do PayPal”, comenta Paula Paschoal, diretora de Vendas e Desenvolvimento de Negócios do PayPal Brasil. “Com essa primeira iniciativa, queremos nos posicionar como parceiros e fonte de informação para empresas nascentes na web”, complementa a executiva.

“A pesquisa demonstra, por exemplo, que a startup ou o desenvolvedor que deseja ter sucesso nesse mercado deverá buscar um modelo de negócios que preveja um aplicativo gratuito, o qual conte com formas alternativas de receitas – entre elas, a venda de parte do conteúdo ou o uso de banners”, comenta Paula.

Thoran Rodrigues, sócio-fundador e CEO da BigData, ressalta outro aspecto da dinâmica deste nascente mercado. “Descobrimos que quanto menor o nível de atualização de um aplicativo, mais chance ele tem de cair no ostracismo”, afirma o executivo, responsável pela pesquisa. “Verificamos que, na prática, os apps que alcançam sucesso comercial (via anunciantes e/ou patrocinadores) são os que são constantemente atualizados”, ressalta.

De acordo com Rodrigues, as empresas que atualizam frequentemente os apps – seja para a introdução de novos conteúdos, para aprimorar as versões, ou para atender às demandas dos usuários – têm apresentado um ciclo de vida mais longo. Ele lembra que é comum a liberação de muitas atualizações no início do ciclo de vida de um aplicativo. “Mas, numa segunda fase, ele é “esquecido” pela empresa que o lançou. É importante evitar a prática, programando novas atualizações ao longo do tempo, o que demonstra o interesse da empresa em atender as demandas dos usuários”, conclui o executivo.

Abaixo, alguns highlights da pesquisa, com dados que a BigData Corp. colheu nas principais lojas virtuais presentes no Brasil, como iTunes e Google Play:

• No Brasil, nenhum aplicativo com mais de 10 milhões de downloads é pago.

• 59% dos apps baixados pelos brasileiros em seus tablets ou smartphones contam com menos de 1.000 downloads.

• Em volume, os games lideram com mais de 40% de participação entre os aplicativos com mais de 10 milhões de downloads, seguidos (muito de longe) pelas ferramentas de produtividade (como e-mail ou edição de texto), que batem os 10,5%. As outras categorias têm poucos “líderes”.

• 21% dos games baixados são puzzles (quebra-cabeças); 19,5%, games casuais (simples e rápidos de se aprender); e 16,5%, arcades (estilo fliperama).

• Os apps de comunicação (troca de mensagens) são os que geram mais engajamento (medido por reviews pela pesquisa BigData), o que indica um maior nível de utilização e de preocupação do usuário com esse gênero de aplicativo. Em seguida temos jogos e apps de fotografia.

• Aplicativos gratuitos geram muito mais engajamento entre os usuários do que os aplicativos pagos, respondendo por mais de 98% do total de reviews. Ainda de acordo com o estudo, as pessoas tendem a ser mais “generosas” quando avaliam aplicativos gratuitos, atribuindo notas mais altas a eles.

• Os aplicativos com maior quantidade de downloads (10 milhões ou mais) são atualizados ao menos uma vez a cada 3 meses. Já os aplicativos de primeira linha são atualizados, em média, a cada 20 dias.
Metodologia

A BigData Corp. processa mais de 2.5 Petabytes em suas capturas de informação na web, visitando por meio de robôs 250 milhões de sites e 2,5 milhões de aplicativos semanalmente. Todas as informações processadas são colhidas a partir dos dados públicos das lojas virtuais que oferecem aplicativos na web.

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IBM abre Cloud Data Center em São Paulo

A IBM continua expandindo sua presença na nuvem e inaugura um segundo data center no Brasil. Situado em Jundiaí, São Paulo, o novo centro é o primeiro no país a oferecer acesso completo a uma gama de serviços para construção de soluções de cloud, ao mesmo tempo que clientes globais podem tirar proveito de velocidades de rede mais rápidas, melhorar o desempenho e atingir os usuários finais de uma forma mais ágil.

Neste ano, a IBM também lançará o suporte web completo e em português para os clientes SoftLayer. Desta forma, será ainda mais fácil para as empresas brasileiras utilizarem a plataforma para transformar suas operações na nuvem.A IBM continua expandindo sua presença na nuvem e inaugura um segundo data center no Brasil. Situado em Jundiaí, São Paulo, o novo centro é o primeiro no país a oferecer acesso completo a uma gama de serviços para construção de soluções de cloud, ao mesmo tempo que clientes globais podem tirar proveito de velocidades de rede mais rápidas, melhorar o desempenho e atingir os usuários finais de uma forma mais ágil.

Neste ano, a IBM também lançará o suporte web completo e em português para os clientes SoftLayer. Desta forma, será ainda mais fácil para as empresas brasileiras utilizarem a plataforma para transformar suas operações na nuvem.

“Estamos passando por um momento de grande mudança para as empresas, em que a ruptura dos modelos de negócios tradicionais é constante e exige uma adaptação quase instantânea. Ao longo de quase 100 anos no Brasil, a IBM se dedicou ao atendimento das necessidades das organizações e neste momento vemos Cloud Computing como o facilitador para estas empresas entrarem e sobreviverem neste novo contexto”, diz Tomaz Oliveira, vice-presidente de Cloud Computing da IBM Brasil. “A adoção da computação em nuvem cresce rapidamente e o nosso novo Data Center em São Paulo reforça ainda mais nosso compromisso com o sucesso dos nossos clientes e com a região, permitindo-nos fornecer ao País os melhores serviços de nuvem”, completa.

De acordo com o instituto de pesquisa Frost & Sullivan, o mercado de computação em nuvem no Brasil deve crescer mais de dois dígitos nos próximos dois anos devido ao crescente interesse das empresas pela tecnologia. Segundo o instituto, o segmento brasileiro de Cloud alcançou o valor de US$ 474,8 milhões em 2014 e deve atingir US$ 1,11 bilhão em 2017. Enquanto a redução de custo continua sendo a principal razão para a adoção da tecnologia, 45% dos executivos de TI brasileiros que responderam à pesquisa disseram que cloud dá suporte à inovação de seus negócios e outros 45% disseram que provê grande flexibilidade para suas empresas explorarem novas oportunidades de mercado.

Ao disponibilizar um centro de dados local aos clientes brasileiros, a IBM também aumenta a flexibilidade para armazenamento e processamento de dados no país. O novo data center se une aos outros dois data centers IBM Cloud na América Latina: o de Hortolândia, São Paulo, e o de Queretaro, no México, juntamente com uma extensa rede de centros de dados globais, provendo aos clientes mais opções de redundância e recuperação de dados, garantindo a continuidade dos negócios em caso de incidentes.

Com capacidade para 9 mil servidores e potência de 2.8 MW, o novo data center oferece toda a gama de serviços de infraestrutura IBM Cloud, como servidores físicos e virtuais, armazenamento, serviços de segurança e redes. O data center ainda segue a classificação padrão Tier III do Uptime Institute, que garante que não haja interrupções no caso de substituição e manutenção de equipamentos. A partir da nova localização, as conexões com serviços IBM Cloud na América Latina se reduzem a apenas décimos milissegundos.

Todo o comprometimento da IBM com o desenvolvimento de Cloud no mercado está sendo recompensado. Seekr, uma startup brasileira, lançada em 2010 e uma das maiores empresas de monitoramento de redes sociais no país, mudou para a SoftLayer recentemente. “É perceptível para nós, parceiros, o investimento e interesse da IBM em evoluir cada vez mais a SoftLayer. Mais do que performance e qualidade, dois grandes diferenciais da SoftLayer e IBM, outros benefícios foram o atendimento e auxílio na definição da melhor solução para as nossas necessidades, algo extremamente difícil de encontrar em outras soluções de Cloud Computing”, ressalta Mauricio Brentano, CTO Seekr.

O novo centro de dados também pode hospedar soluções baseadas em OpenStack, incluindo as da Blue Box, uma companhia recém adquirida pela IBM. Isso ajuda a ampliar o alcance de qualquer ambiente OpenStack, permitindo que os clientes se conectem à infraestrutura e serviços gerenciados que suportam arquiteturas eficazes, incluindo AIX em Power Systems. O resultado é maior flexibilidade e escolha para os clientes quando se trata de padrões abertos e implementações de nuvem híbrida.

A IBM opera mais de 40 data centers nas Américas, Ásia, Austrália e Europa para que os clientes possam obter recursos de Cloud exatamente onde e quando precisarem. Os usuários contam com visibilidade granular das localizações do data center – com indicação da cidade exata -, permitindo implementar cargas de trabalho críticas em áreas geográficas estratégicas a fim de minimizar a latência da rede, melhorar a performance dos aplicativos e cumprir as regulamentações locais.

A IBM mais que dobrou a capacidade geral de data centers da SoftLayer desde que investiu US$ 1.2 bilhão em 2014 para uma expansão maciça de data centers pelo mundo. Agora, esta rede globalmente integrada de centros de dados em nuvem, presente em todos os principais continentes, oferece às empresas a capacidade de escalar e construir os seus recursos de TI conforme suas necessidades, minimizando o risco. Quando usado com Bluemix, oferta de PaaS (plataforma como serviço) da IBM, os desenvolvedores podem facilmente criar e testar novas aplicações em ambientes de produção completos de qualquer lugar do mundo, enquanto também têm acesso a recursos internos como Watson para serviços de computação cognitiva, bem como a dezenas de serviços de terceiros.

Os clientes podem fazer seus pedidos de servidores e serviços no novo data center de São Paulo em: www.softlayer.com/info/sao-paulo-hosting ou entrando em contato com: http://www.ibm.com/planetwide/br/.

Mais informações sobre a Seekr: https://seekr.com.br/

Fonte: IBM Brasil

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SUCESU-RS tem novo Grupo de Usuários sobre Business Intelligence

Apoiar a tomada de decisão do gestor nos negócios a partir da coleta, organização, análise, compartilhamento e monitoramento de informações. Este é o papel das soluções em Business Intelligence (BI), que serão o foco dos debates no novo Grupo de Usuário da SUCESU-RS, o GU-BI. O grupo visa reunir a comunidade de BI no Rio Grande o Sul para troca de ideias, apresentação de cases, estudos de mercado, métricas, metodologias e melhores práticas de implementação de BI dentro das organizações. O GU-BI teve seu primeiro encontro na terça-feira, 15 de setembro.

Conforme o Coordenador do GU-BI, Paulo Ricardo Rocha, em um mercado que valoriza cada vez mais a informação, o Business Intelligence é essencial para o planejamento estratégico e tomadas de decisão das empresas. “O grupo surge também a partir do aumento do BI dentro da TI. A estabilidade dos ERP´s no mercado gaúcho e com isso a necessidade das empresas em extrair informações destes ERP´s para tomada de decisão, assim como o crescimento dos volumes de dados (Big Data) são motivadores”, afirma.

Avaliar as diversas plataformas oferecidas pelo mercado será outro objetivo do grupo. “São ferramentas que devem ser analisadas caso a caso, vendo o custo-benefício de cada uma na realidade da empresa. Existem opções gratuitas boas no mercado, que atendem pequenas e médias empresas, e as enterprise, que são para as médias e grandes corporações”, explica Paulo. As análises do grupo terão como ponto de partida o quadrante mágico do Gartner, que avalia cada fornecedor de BI e mostra as posições relativas de cada um no mercado.

O GU-BI é Coordenado por Paulo Ricardo Rocha, Diretor Comercial da Business Tech e pelos vice-coordenadores: João Gutheil, Analista de Sistemas da AGCO; Cassio Cervo, Analista de Sistemas do SICREDI; Sidnei Aguiar dos Santos, Analista de Negócios no grupo InBetta; Carla Ferreira, Analista de Sistemas do Grupo RBS; Juliano Jorej, Controladoria do Hospital Mãe de Deus; Ronald Bertele, Analista de Sistemas da Vonpar e Marciano Kern, Consultor de BI.

O GU-BI tem um grupo no Linked in www.linkedin.com/groups/GUBI-8382345/about e terá página do facebook. A agenda de encontros também pode ser acompanhada pelo site da SUCESU-RS.

A SUCESU-RS possui hoje 15 Grupos de Usuários – GUs ativos que reúnem profissionais de diversas tecnologias. Informações: www.sucesurs.org.br/gu

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Microsoft amplia parceria global com a multinacional inglesa Sage

Sage, multinacional líder no mercado global de softwares de gestão para pequenas e médias empresas, acaba de anunciar uma parceria com a Microsoft para o desenvolvimento de novos softwares. O acordo inclui novas soluções da Sage que utilizem as plataformas da Microsoft e maior integração entre os portfólios de produtos das duas empresas. De acordo com o anúncio, a Sage irá criar a nova geração de ferramentas nas áreas contábeis e de escrituração com base nas soluções de ponta em nuvem da Microsoft.

Empresas de pequeno porte representam 99% dos negócios do mundo e são responsáveis por dois terços dos novos empregos gerados no Reino Unido e Estados Unidos desde 2009. Por meio dessa parceria, a Sage será capaz de ajudar milhares de PMEs ao redor do mundo, garantindo acesso desses empreendimentos a todos os recursos e tecnologia que as duas companhias têm a oferecer.

O anúncio realizado na última segunda-feira (14) amplia uma parceria que já dura duas décadas entre a Sage e a Microsoft e que, a partir de agora, inclui soluções locais, em nuvem e híbridas em nível global. “Ao longo dos últimos anos, Sage e Microsoft construíram uma relação frutífera em nível local. Com o novo acordo passamos a considerar um cenário maior e imaginando o que é possível fazer pelas PMEs do mundo todo se as duas trabalharem de forma mais integrada e próxima em escala global”, diz o vice-presidente executivo de parcerias e alianças estratégicas globais da Sage, Alan Laing.

Com a ampliação da parceria entre as duas empresas, alguns dos melhores desenvolvedores de softwares do mundo irão trabalhar juntos para desenvolver novas soluções para ajudar PMEs de todo o globo a desenvolverem seus negócios. “A Sage acredita que a tecnologia é uma aliada importante na gestão de PMEs, garantindo tranquilidade e liberdade para que os pequenos empresários se dediquem ao desenvolvimento dos seus empreendimentos. É ótimo poder compartilhar essa visão com a Microsoft”, afirma o presidente da Sage no Brasil, Jorge Santos Carneiro.

“É uma grande satisfação ampliar nossa pareceria com a Sage. A partir das novas soluções que serão desenvolvidas, a Sage poderá ajudar ainda mais os contadores a aumentarem sua produtividade”, diz a gerente-geral da Microsoft Office Division, Julia White.

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O futuro da tecnologia e das empresas na era digital em um país em recessão econômica

O País vive uma grande crise econômica e política, que já afeta muitas empresas locais e multinacionais. A Emprego Ligado e seu porta-voz têm participado de discussões sobre o futuro da tecnologia e das empresas (principalmente, as que investem em tecnologia) na era digital em um país em recessão econômica. O CEO da Emprego Ligado, Jacob Rosenbloom, é um dos palestrantes do CIO SUMMIT – evento que acontecerá nos dias 19 e 20 de setembro, no Grande Hotel, em Campos do Jordão (SP).

O CIO SUMMIT é um encontro exclusivo entre altos executivos, das maiores empresas do país e da SAP. O objetivo é promover relacionamento e entretenimento entre os executivos presentes, além de oferecer conteúdo relevante para os participantes, além de discutir os desafios enfrentados no cenário atual.

Com tecnologia mobile única adaptada especificamente para as necessidades do candidato, a Emprego Ligado possibilita ao profissional receber, de forma gratuita, vagas próximas à sua residência. Já o contratante tem a possibilidade de contratar e acordo com a proximidade da empresa, evitando assim absenteísmo e atrasos. Em poucos cliques, muitas empresas conseguiram entrevistar e contratar profissionais operacionais como operador de call center, vendedor, atendente de loja, balconista, estoquista, promotor de vendas, entre outros

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Presence Technology anuncia Mauricio Visnardi como novo country manager para o Brasil

Mauricio Visnardi é o novo country manager para o Brasil da Presence Technology, fornecedora de soluções multicanais avançadas para contact centers. Experiente no mercado de tecnologia para relacionamento com o cliente, com passagens pela Avaya, Altitude e Verint, o executivo foi a aposta lógica da empresa para dar continuidade ao ritmo de crescimento que a companhia vem tendo no país, baseado na estratégia de conquistar novos clientes, aumentar a proximidade com os atuais, atuar em novas verticais de mercado e estreitar o relacionamento com os canais.

De acordo com Visnardi, existem inúmeras possibilidades de trabalho em diferentes verticais e várias oportunidades já começaram a despontar com grandes expectativas: “Em uma primeira análise posso afirmar que os resultados são positivos. Temos como objetivo posicionar a empresa de acordo com o seu potencial, oferecendo alta tecnologia e qualidade para os nossos clientes”.

Carlos Martinez, vice-presidente de vendas da Presence Technology, está bastante otimista com a contratação de Visnardi e acrescenta “Levamos em conta que novos desafios são vencidos por profissionais experientes e competentes e Maurício reuniu todos os requisitos necessários para continuarmos crescendo”, destaca.

Um dos objetivos iniciais de Visnardi, além de estreitar o relacionamento com clientes e canais é alavancar o marketing da companhia na divulgação de alguns produtos que vem tendo grande aceitação no mercado mundial de contact center: “Tecnologias como WebRTC e modelos de negócios como o Flexicob da Presence agregam produtividade e eliminam custos fixos. Durante minha gestão, pretendo explorar todas essas potencialidades e conquistar novos clientes em áreas que considero estratégicas, como cobrança e healthcare, finaliza.

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