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Finalistas de Hackathon visitam John Deere e realizam imersão completa em tecnologia

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Com uma população mundial em crescimento, a ciência e a alta tecnologia são elementos imprescindíveis para que a produção de alimentos seja oferecida em larga escala. No trajeto do campo à mesa, os alimentos passam por uma cadeia tecnológica e de inovação que surpreende até mesmo aqueles que estão acostumados com o universo high-tech. No caso das máquinas e serviços agrícolas, inovação é palavra de ordem em todas as etapas, desde a concepção de novas máquinas e serviços até a atuação dos clientes efetivamente no campo, que possuem os equipamentos coletando dados e disponibilizando-os em nuvens.

E foi para conhecer a inovação agrícola completa, dos desenvolvimentos dos produtos e serviços até a atuação efetiva no campo, que os finalistas do primeiro Hackathon John Deere realizaram, na última semana (22 e 23/6), uma imersão na experiência tecnológica John Deere. Com uma agenda ampla e diversificada, os 14 jovens trocaram experiências com colaboradores de diferentes áreas da companhia e ainda foram ver de perto as máquinas atuando em uma fazenda.

O primeiro dia do encontro foi marcado por visitas e palestras com o time de tecnologia da John Deere, no recém-inaugurado Centro de Agricultura de Precisão e Inovação, em Campinas (SP). Já na sexta-feira, o grupo seguiu até Cesário Lange (SP) para ver uma operação agrícola ao vivo, na fazenda Nova Esperança.

“O Brasil já é uma força no agronegócio, mas ainda há espaço para fazer mais, principalmente via adoção de tecnologia. Ao colocarmos nosso potencial produtivo com equipamentos e serviços que otimizam todas as etapas agrícolas, nos fortalecemos como fornecedores globais de alimentos”, explica Alex Foessel, diretor do LATIC – Centro Latino-Americano de Tecnologia e Inovação da John Deere. Por isso, diz ele, “a visita dos campuseiros para conhecer as tecnologias que compõem os equipamentos e serviços, bem como os processos e os profissionais que fazem com que uma companhia de 180 anos seja considerada inovadora é algo renovador, tanto para nós quanto para eles”.

Os participantes faziam parte dos times JD Connect, Time Abdub e Parceria JD, que ficaram em 2°, 3° e 4° colocados no Hackathon, respectivamente. O desafio da John Deere na Campus Party propôs aos desenvolvedores a criação de um aplicativo que conectasse o homem do campo com a tecnologia da empresa.

Inovação

A visita teve início com palestras e bate-papos sobre tecnologia. Primeiro, o time de Sistemas de Informações da John Deere apresentou os sistemas de infraestrutura tanto na John Deere Brasil quanto nas demais regiões. O grupo explicou como faz para trabalhar com eficiência tendo como foco criar soluções integradas para o cliente final, seja resolvendo quaisquer ocorrências ou desenvolvendo novos produtos.

Já Santiago Larroux, diretor da Auteq, empresa brasileira de softwares de bordos, comprada há dois anos pela John Deere, falou sobre as oportunidades da agricultura de precisão.

“A agricultura tropical tem uma característica complexa, com o tamanho das fazendas e principalmente, a possibilidade de fazer duas a três safras em um mesmo ano. Isso significa que as ações das máquinas devem ser precisas, fáceis e de alto rendimento, realizando o trabalho no local certo, da maneira correta e no momento correto. Isso rende produtividade e gera lucro aos clientes”, explica.

De acordo com o diretor, o desafio é tornar as tecnologias cada vez mais acessíveis e, ao mesmo tempo, criar soluções para questões como conectividade na zona rural, transferência e análise de dados e até mesmo correções de sinal GPS.

O diretor realizou ainda um tour pelo mezanino, onde está localizado o Centro de Agricultura de Precisão e Inovação. Inaugurado em março deste ano e terceiro centro de inovação da John Deere no mundo (os outros estão nos EUA e Alemanha), o local desenvolve inovações e adaptações nos equipamentos (tanto equipamentos físicos quanto tecnologia embarcada), para serem compatíveis com as características do mercado latino-americano. Guiados por Larroux, os participantes conheceram o LATIC – Centro Latino-Americano de Tecnologia e Inovação, o ISG (Intelligent Solutions Group) e também as instalações da Auteq.

Troca de experiências

Pela tarde, a visita teve como mote a troca de experiências entre participantes e diversas equipes da companhia. Segundo explica Guilherme Sierra, gerente de Comunicação Corporativa para a América Latina da John Deere, o objetivo era criar um ambiente de diálogo entre os colaboradores de âmbitos diversos, como Treinamentos, Desenvolvimento de Softwares e Hardwares, Relacionamento com Parceiros (Concessionários e Distribuidores), Marketing e Recursos Humanos.

“A nossa intenção era que os membros da equipe compartilhassem suas carreiras, permitissem que os visitantes fizessem perguntas sobre trabalho, experiências e até mesmo tivessem orientações sobre como prosseguir”, conta.

Primeiro, o grupo conheceu as instalações do Centro de Treinamento e viu como é a integração entre hardwares, softwares e mecânica dos equipamentos. Logo após, a John Deere proporcionou uma conversa descontraída de job rotation com três possibilidades de carreiras distintas: desenvolvimento de hardware e firmware de sistemas embarcados; engenharia de sistemas; e pelo marketing.

Sileide Santana Campos, de Salvador (BA), foi uma das participantes. Ela atualmente cursa duas faculdades: engenharia de controle e automação e engenharia de computação. Antes da Campus Party, Sileide nunca havia tido contato com a John Deere.

“A única ligação com o campo que tinha era um projeto de irrigação pequeno que fiz. Aqui achei muito maravilhoso, principalmente na área de sensores, controladores, como é feita toda a lógica, ter o foco no cliente. Tem muitas novidades de inovação e automação aqui que a gente nem imagina, ainda mais no campo, que tem muita tecnologia. Fiquei mais feliz ainda porque eu trabalho com Delphi e aqui tem essa linguagem de programação”, contou.

Edmundo Beinecke, Engenheiro de Sistemas da companhia, participou da conversa e contou como é o dia a dia de um profissional de tecnologia na John Deere. Em resumo, é preciso ouvir as demandas do cliente e avaliar as possibilidades técnicas e econômicas de desenvolver ou evoluir uma tecnologia, considerando o modelo de negócios e a viabilidade. “Então, não é somente olhar as demandas, mas também trazer soluções. Estamos trabalhando com tecnologias que ainda não existem. Somos nós que estamos desenvolvendo”, disse Beinecke.

Já Juliano Severo, gerente de Marketing de Produto de Agricultura de Precisão na companhia, explicou aos participantes como a área de Marketing auxilia no desenvolvimento de um produto ou serviço. “Nós atuamos desde o estudo da demanda e a descrição do que se quer desenvolver até o acompanhamento do desenvolvimento, fazendo com que os projetos se tornem viáveis como um todo, da parte interna até a ponta final”, afirmou Severo.

O primeiro dia de evento terminou com conversas sobre como os Concessionários e Distribuidores ouvem as demandas de tecnologia dos clientes e também sobre os requisitos e benefícios que os Recursos Humanos da exigem para quem deseja atuar com a John Deere, principalmente se adaptando às características exigidas pelas novas gerações, como possibilidade de crescimento na carreira e realizar experiências em diferentes áreas.

A tecnologia na prática

No segundo dia de visita, os campuseiros seguiram até a fazenda Nova Esperança, em Cesário Lange, no interior paulista. Na propriedade, a família Ribeiro planta soja, milho e feijão em cerca de 1300 hectares. Apaixonados pela tecnologia, Sérgio Ribeiro e o filho Felipe mostraram aos participantes as diversas etapas agrícolas: a pesagem, controle de produção, planejamento logístico e de insumos, controle, tratamento e armazenamento das sementes, uso de combustíveis, recursos humanos, secagem, carregamento e descarregamento e ainda as operações de apoio, como transbordo e oficinas de manutenção.

Mas foi no campo que a tecnologia pôde ser efetivamente encontrada: primeiro conferiram a distância uma operação de campo com o Pulverizador Autopropelido 4730. Com uma frota que tem colheitadeiras da Série S e tratores das Séries 6 e 7 da John Deere, Sérgio Ribeiro organizou um teste prático com as máquinas. Foi a vez de ir à campo e subir nas máquinas. Com os operadores, os campuseiros se revezaram em conhecer todas as etapas produtivas e como é possível integrar os sistemas.

Para o mineiro de Barbacena, Maurício José da Silva Júnior, que atua com sistemas para internet, a experiência foi marcante. “A gente achava que não tinha muita coisa, mas na realidade o campo está muito conectado. Aqui na fazenda vimos que não é algo na teoria, realmente utilizam o sistema de piloto automático, que estava alinhado, que funciona de verdade”, contou.

Sérgio Ribeiro, diretor da propriedade, explicou que na fazenda Nova Esperança a agilidade é uma norma. “A tecnologia tem nos ajudado muito em termos de produtividade, aqui é totalmente diferente de anos atrás, não dá nem para comparar”, contou.

Com os olhos nos dados do computador, a família Ribeiro acompanha de perto todas as operações. “Por isso que a tecnologia é muito importante e tem que funcionar, bem como a logística é muito importante. Isso nos ajuda a diminuir os gastos”, disse Sérgio Ribeiro. De acordo com ele, a Internet das Coisas (IoT) veio para facilitar a vida no campo e que a agricultura com os aplicativos têm um potencial infinito de gerenciamento, com a possibilidade de prevenir problemas agrícolas, auxiliar na consultoria para decidir e também na atuação logística da fazenda. “Queremos monitorar todos os dados em tempo real”, disse.

Digital Farming

No fim da visita, os jovens se reuniram com Jerry Roell, diretor do Intelligent Solutions Group (ISG) e Alex Foessel, diretor do LATIC, para falar sobre tendências agrícolas para o futuro, especialmente em relação às possibilidades tecnológicas.

Eles explicaram que a John Deere possui um mapa de inovação baseado em alguns preceitos, como aumentar a produtividade por sistemas eletrificados, ter sistemas cada vez mais automatizados, auxiliar os produtores a tomar as decisões agronômicas e oferecer soluções que sejam integradas e fáceis de entender e usar.

De acordo com os especialistas, a Internet das Coisas já está na vida das pessoas e a agricultura tem acompanhado este movimento. Hoje, explica Jerry Roell, a John Deere se prepara para atuar com as máquinas em redes conectadas e dentro do conceito de mobilidade.

“Qualquer coisa pode ser disruptiva pela IoT. Isso vai transformar tanto os dispositivos quanto os modelos de negócios. Por isso, a tarefa da John Deere é ser líder neste processo de desenvolvimento, e não uma mera follower”, citou Roell.

Já Alex Foessel trouxe aos participantes que, em um mundo em que as máquinas serão cada vez mais eficientes, ainda existem gargalos para serem trabalhados. “Temos dados que mostram que parte do tempo de uma máquina parada é por questões climáticas, limpezas e manutenções, além de esperas por instruções. A adoção tecnológica vai suprir cada vez mais estes problemas. Agora, existe outra questão fundamental: analisar os dados nas nuvens, de forma que a tecnologia seja primordial para ajudar os agricultores a tomarem decisões agronômicas e econômicas, que é o que ele entende”, disse o executivo.

A imersão tecnológica na John Deere foi surpreendente até para os jovens empreendedores mais experientes, como é o caso de Thiago Butignon Claramunt. Com 25 anos, Thiago é empreendedor e sócio da Beta Quark, uma empresa venture builder (um modelo de negócio que constrói startups através de processos sustentáveis de desenvolvimento favorecendo a longevidade do empreendimento, diferente das tradicionais aceleradoras).

“A comunicação sobre inovação na John Deere é muito mais singular. Já fui em empresas como Facebook, Google, visitei o Vale do Silício, até mais as mais tradicionais, como Ambev… e a mais inovadora até agora foi a John Deere. Todos conversaram conosco sobre tecnologia na agricultura e inovação de uma forma muita descomplicada”, disse Thiago.

Já para o empreendedor de Goiânia, Pedro Renan Ferreira de Santana, a participação da John Deere na Campus Party 2017 e a participação no Hackathon foi o start para ele criar seu próprio projeto open source em agricultura de precisão. Hoje o chamado Projeto Hermes estimula a conexão das tecnologias com os desafios do campo, transformando os dados em informações úteis.

“Após o Hackathon comecei a me interessar pelo assunto de agricultura tecnológica e agora tem este projeto. Na John Deere vi um time que respeita os valores e para mim é importante participar de questões como alimentar a população e fornecer vestuário”, disse o profissional em Ciências da Computação.

A Campus no Campo

Com uma história marcada por produtos e atitudes inovadoras, a John Deere investe cerca de 4 milhões de dólares por dia em pesquisa e desenvolvimento.

Desde o primeiro arado autolimpante, inventado pelo próprio John Deere, até as poderosas tecnologias atuais, a empresa é reconhecida pela busca e apresentação de inovações nos segmentos em que atua. Por exemplo, atualmente, a companhia investe fortemente na utilização da telemetria e gestão avançada de dados em seus equipamentos, bem como na utilização do big data.

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Brasileiros consideram aplicativos tão importantes como comer, beber e respirar

Sobre o Relatório de Inteligência de Aplicativos da A10 (AIR)

O Relatório de Inteligência de Aplicativos da A10 Networks – AIR (sigla em inglês para Application Intelligence Report), é um projeto de pesquisa global que examina o comportamento e atitudes da força de trabalho em relação ao uso de aplicativos corporativos e pessoais e seu impacto e riscos na segurança e na cultura corporativa.

O AIR foi encomendado pela A10 Networks e conduzido de forma independente pela empresa de pesquisa estratégica Provoke Insights. O estudo envolveu mais de 2000 profissionais de negócios e TI em 10 países, com a intenção de prover educação para os empregadores que podem ajudá-los a reavaliar as políticas corporativas e, em última instância, proteger seus negócios e suas aplicações, simplesmente tornando-se mais consciente do comportamento de seus funcionários.

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2º Bitcoin Summit aborda o destino das moedas digitais

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Investidores de todo o País e até do mundo estão na expectativa para a realização da 2ª edição do Bitcoin Summit, promovido pela CoinBR, que será realizado no dia 30 de junho, de 12h às 19h, no Macksoud Plaza, em São Paulo (SP). A moeda digital virou assunto nos últimos meses com a onda de ataques a sistemas e PCs do mundo todo. Em pouco tempo, a variação de 1 bitcoin saltou de R$ 5 mil para quase R$ 11 mil, e o número de clientes ativos na Smartwallet da CoinBR saltou de 5 mil para 10 mil.

O evento irá apresentar as principais iniciativas de altcoins criadas após o bitcoin e discutir os desafios e perspectivas deste cenário no Brasil. Para este ano os keynotes internacionais virão para convidar os investidores em bitcoin a olharem para estas tecnologias com confiança e abrirem espaço no seu portfólio de investimento. O painel nacional continuará com foco em investimento, trazendo nomes de expressão que abordarão diferentes visões do tema.

“Com o bitcoin em destaque fora do eixo dos “new adopters”, entendemos que o mercado está pronto para conhecer as outras oportunidades. O Bitcoin Summit deste ano traz nomes internacionais que irão apresentar e defender seu espaço no mercado local. É a primeira oportunidade do público brasileiro de ouvir e debater com os executivos por trás da Ether, Dash e Zcash”, destaca Rocelo Lopes, CEO da CoinBR.

O 2º Bitcoin Summit contará com nomes conhecidos do mercado que abordarão temas como Ativo Financeiro, Cryptocurrencies e um debate sobre o futuro das moedas digitais. O evento começa às 12h com um almoço oferecido pela CoinBR aos participantes.

O primeiro painel será sobre Cryptocurrencies. Eduardo Lemp, da ConsenSys, Daniel Diaz, chefe de desenvolvimento de negócios da Dash e Zooko Wilcox, fundador e CEO do Zcash, irão falar sobre as moedas que utilizam criptografia no seu desenvolvimento.

Entre os palestrantes sobre Investimento estão Fernando Ulrich, economista e autor do blog “Moeda na era digital” do Portal Infomoney, e Safiri Felix, cofundador da Coinverse, primeiro Bitcoin Banking do Brasil, adquirido pela CoinBR, e sócio da Original MY, primeira startup brasileira a desenvolver soluções em Blockchain.

Em seguida, será a vez do Pipeline entre Charys de Oliveira, diretora operacional da CoinBR, e Marcelo Linhares, diretor operacional da CoinPY.

As inscrições custam R$ 200 e podem ser feitas pelo https://account.coinbr.net/summit2017/

Programação

12:00 – Credenciamento, seguido de almoço de boas-vindas.

14:00 – Painel de Abertura com Bruno Diniz e Rocelo Lopes

14:30 – Painel Cryptocurrencies

16:00 – Painel Investimento

17:00 – Pipeline coinBR e coinPY

18:00 às 19:00 – Coquetel de encerramento

2º Bitcoin Summit

Quando: 30 de junho, de 12h às 19h
Onde: Maksoud Plaza – Salas Goiás e Bahia.
R. São Carlos do Pinhal, 424 – Bela Vista, São Paulo
Valor: R$ 200,00

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Criminosos cibernéticos pedem para usuário atualizar forma de pagamento do NETFLIX

A Nodes Tecnologia, distribuidora das soluções antivírus Avira no Brasil, identificou nova onda de ataques dos criminosos cibernéticos contra os usuários do NETFLIX. Por meio de uma mensagem falsa, os criminosos pedem para que o cliente do atualize a forma de pagamento do serviço de streaming de filmes e séries de TV, oferecendo um link para uma página também falsa para coletar os dados bancários e de cartões de crédito da vítima.

Na mensagem os criminosos alegam que “houve um problema com a autorização do pagamento” e por isso o serviço foi “interrompido”. Além disso, é solicitado que o cliente “entre em contato com a emissora do cartão de crédito” caso “os problemas persistirem”.

Na verdade, segundo Eduardo Lopes Freire, diretor da Nodes Tecnologia, a mensagem apenas usa um discurso habitual deste tipo de ataque. “Os criminosos apostam na desatenção do usuário e na possibilidade dele realmente enfrentar algum tipo de interrupção do serviço por qualquer motivo, técnico ou financeiro. Este método de ataque é conhecido como Engenharia Social, no qual os atacantes maliciosos abusam da ingenuidade ou confiança do usuário para obter informações que podem ser utilizadas para ter acesso não autorizado a computadores e informações. Neste caso os dados bancários e de cartões de crédito do cliente NETFLIX são o objetivo”, explica o especialista.

O especialista também orienta a nunca acreditar neste tipo de mensagem e que cliente acesse diretamente a sua conta para apurar o saldo de crédito do serviço. “Também é necessário manter todos os programas de computador sempre atualizados, assim como o software antivírus, que deve ser abrangente e com recursos avançados de proteção contra as ameaças novas ainda desconhecidas”, acrescenta Lopes Freire. “Nas empresas é importante promover o treinamento dos funcionários para que as equipes possam conhecer os tipos de ameaças usadas pelos criminosos e, assim, possam atuar de maneira pró ativa na proteção da rede corporativa”, destaca o especialista.

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Pesquisa global: líderes empresariais estão otimistas em relação ao aumento da força de trabalho criada pela automação inteligente

Empresas devem adotar a automação inteligente nos próximos três anos caso queiram se diferenciar pela inovação. Essa é uma das conclusões de uma pesquisa global encomendada pela Avanade, consultoria líder em soluções digitais inovadoras. O levantamento, realizado com 400 executivos C-Level e 400 tomadores de decisão em TI, também indica que metade dos líderes globais, ao contrário do senso comum, acredita que a automação inteligente aumentará a força de trabalho humano, ao invés de substituir empregos.

“Na realidade, muitas empresas já estão experimentando um forte aumento na produtividade a partir da automação inteligente, que oferece uma nova oportunidade para superar a concorrência”, afirma Rodrigo Caserta, Country Manager da Avanade Brasil.

Entre os entrevistados, 79% reconhecem que a resistência interna à tecnologia de automação inteligente é um inibidor para a sua implementação. No entanto, os líderes empresariais devem superar as questões culturais para impulsionar o crescimento futuro.

Outros dados da pesquisa:

31% das organizações já estão usando automação inteligente e a previsão é que, até 2020, o dobro das empresas adote esta tecnologia;

86% dos líderes empresariais globais acreditam que sua organização deve implantar a automação inteligente nos próximos cinco anos para tornarem-se líderes em seus setores;

De acordo com alguns líderes empresariais globais, os principais benefícios da automação inteligente serão a produtividade (50%) e um melhor time-to-market (45%);

Quase metade dos líderes empresariais globais (43%) acredita que a automação inteligente possibilitará que mais trabalhadores estejam disponíveis para concentrar em tarefas complexas e, sobretudo, em inovação.

A pesquisa também alerta que é preciso adotar novas habilidades para permanecer relevante no setor de automação. Quase dois terços (60%) dos líderes empresariais pesquisados acreditam que a compreensão de tecnologias novas e emergentes, como a Inteligência Artificial, e a capacidade de gerenciar uma força de trabalho especializada, serão mais importantes para a competitividade nos próximos cinco anos do que as especializações tradicionais, como vendas e marketing.

Segundo Rodrigo Caserta, “os líderes reconhecem o potencial de automação inteligente para acelerar a produtividade, gerando mais valor nos dados e informações, e liberando o funcionário de tarefas repetitivas para se concentrar em atividades que exigem intervenção humana e/ou valor agregado, como a inovação”.

“Para permanecerem relevantes, os líderes precisam ampliar sua visão de automação, e devem educar os funcionários sobre o enorme potencial de se gerar novas capacidades nos âmbitos prossissional e pessoal. Os líderes mundiais já ultrapassaram o fator medo na relação entre humanos e máquinas. Agora, os funcionários precisam ser estimulados.”, afirma Caserta.

A Avanade recomenda que os líderes tenham um roteiro no local para ajudar a orientar as conversas de alto nível, bem como as discussões em relação ao que significa a automação inteligente para a força de trabalho.

A automação inteligente foi definida para os entrevistados como uma forma de inteligência artificial onde as máquinas simulam a aprendizagem, a tomada de decisões e as ações dos seres humanos por meio da inteligência habilitada pelos serviços avançados de análise e cognitivos. Exemplos de automação inteligente incluem chat bots, reconhecimento de objeto / voz e processamento de linguagem natural.

Para ter acesso à pesquisa completa, visite: Avanade – Automação Inteligente

Sobre a Pesquisa Global

A pesquisa online da Avanade foi realizada entre maio de 2017 e junho de 2017 pela Wakefield Research (www.wakefieldresearch.com), empresa de pesquisa independente. Foram pesquisados 400 executivos de C-Level e 400 tomadores de decisão de TI nos EUA, Reino Unido, Austrália, Canadá, Itália, Alemanha, Japão e Suécia. Um total de 3.000 consumidores (1.000 por mercado) também foi pesquisado na Alemanha, Estados Unidos e Reino Unido.

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Here’s how Facebook is saying “Thank You” to a community of 2 billion people

As of today, there are now two billion people connecting and building communities on Facebook each month. It’s a milestone that wouldn’t have happened without the millions of people and communities who make meaningful contributions every day.

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They say love makes the world go round. Every day across the planet, more than 175 million people share “love” on Facebook, over 800 million people “like” something on Facebook, and over 750 million new friendships are made on Facebook. What’s more, over 1 billion people use Groups every month to build communities and connect around shared interests.

To show appreciation for all that people do to support one another on the platform, Facebook will be celebrating you, the global community, with personalized experiences in the coming days, including:

A “Good Adds Up” video: Starting today, you may see in your News Feed a personal video to celebrate bringing the world closer together. You can also access it by clicking “Watch Yours” on a friend’s video that they’ve shared, or by visiting www.facebook.com/goodaddsup. Here’s how it works:

If you visit the site before your video is ready, you will see a “coming soon” message. You may also have the option to request your video so that it will be ready sooner.
Facebook will also let you know if you don’t have enough Facebook content to generate a video.
After watching your video, you can share or edit it to customize the posts and photos that are included. If you choose to customize your video, Facebook will produce a new video for you and post it to your timeline when it’s ready.
A “thank you” for the good you do: After you react to a friend’s post with love, wish someone happy birthday, or create a group, you will see a message in your News Feed thanking you.

A hub for community stories: Facebook is also featuring fun facts about how people are contributing to the community at www.facebook.com/goodaddsup.

And, if you live in the US, you will be able to see inspiring stories of people connecting with one another, contributing to their local communities and helping make the world a better place, like the Moms of Beverly.

While you may be just one human on this planet, Facebook just made it a little bit it easier for you to connect, regardless of where you live, or what language you speak.

FONTE Facebook

Lava Jato, TI e desafios de gestão são temas da 4 ª edição da “Semana Educação Executiva” da FGV

A Fundação Getulio Vargas realiza em São Paulo, de 10 a 14 de julho, a quarta edição da “Semana Educação Executiva”, com palestras gratuitas de grandes nomes do mercado para abordar os seguintes temas: operação Lava Jato e mudanças culturais empresariais; neurociências na gestão de empresas; redução de custos; relações governamentais e transparência; Blockchain; setor automotivo; processos e tecnologia; métricas e inovação; agronegócios; os desafios de reposicionar marca líder de esmaltes; eleições 2018 e ética corporativa. As 14 palestras ocorrem a partir das 19h, na Unidade da FGV localizada na Rua Itapeva, 432.

Entre os palestrantes estarão: Almiro dos Reis Neto; presidente da Franquality e ex-presidente da ABRH-SP; Claudinei Reche, ex-presidente da Höganäs América do Sul e ex-presidente da SKF América Latina; Luiz Fernando Visconti, diretor regional da Associação Brasileira de Relações Institucionais e Governamentais (ABRIG) no Estado de São Paulo; Eliane Trinca, diretora de RH da Volvo Cars; Ana Claudia Ramos de Oliveira, diretora da Continental do Brasil Indústria Automotiva Ltda; Elói Cordas, diretor de RH da Sulzer; Ricardo Yukishigue Kitajima, diretor de RH do Grupo Honda; Fernando Vaz, gerente Geral de RH da Hyundai; Erica Baldini, diretora de RH da Ford do Brasil; Paulo Sergio da Silva Sanz, sócio-diretor da Noorden Group, entre outros.

Para participar, os interessados devem se inscrever pelo link http://mgm-saopaulo.fgv.br/eventos/4-semana-educacao-executiva-de-10-14-de-julho

As vagas são limitadas, por ordem de chegada, e o espaço é sujeito à lotação.

Confira a programação:

10/07 – SEGUNDA-FEIRA

Palestra: Processos e Tecnologia: Bases para eficiência, inclusive para os novos modelos de negócio

Área de conhecimento: Gestão de Negócios

Palestrante: Marcelo Raducziner Sá Rego

Sobre o palestrante: Industry Advisor Director da DXC Technologies, mestre em administração de empresas, 25 anos de consultoria e gestão tendo trabalhado em empresas como PriceWaterhouse, Arthur Andersen, Shell e Deloitte, e DinsmoreCompass.

Local: Salão Nobre

Palestra: A visão da Neurociência sobre o papel da inteligência artificial e das soft skills na gestão empresa

Área de conhecimento: Gestão de Negócios – Neurobusiness

Palestrante: Robson Gonçalves

Sobre o palestrante: Economista e coautor do livro “Triuno: Neurobusiness e Qualidade de Vida. Experiência profissional no Banco Central do Brasil e pesquisador do IPEA – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada.

Local: Auditório FGV 9 de Julho

11/07 – TERÇA-FEIRA

Palestra: Mudança cultural, e o que podemos aprender com a Operação Lava Jato?

Área de conhecimento: Recursos Humanos

Palestrante: Almiro dos Reis Neto

Sobre o palestrante: Presidente da Franquality e ex-Presidente da ABRH-SP.

Local: Salão Nobre

Palestra: Os desafios para a redução de custos nas empresas

Área de conhecimento: Gestão Empresarial

Palestrante: Claudinei Reche

Sobre o palestrante: Ex-presidente da Höganäs América do Sul e ex-presidente da SKF América Latina. Economista com Mestrado Profissional na Universidade de Ohio, carreira na indústria automotiva com foco em Turn Around.

Local: Auditório FGV 9 de Julho

Palestra: Relações Governamentais e Transparência

Área de conhecimento: Relações Governamentais

Palestrante: Luiz Fernando Visconti

Sobre o palestrante: Diretor Regional da Associação Brasileira de Relações Institucionais e Governamentais (ABRIG) no Estado de SP. Sócio de TozziniFreire Advogados, responsável pela área de mineração e corresponsável pela área de relações governamentais. Membro do Instituto de Relações Governamentais (irelgov). Presidente do Comitê de Ética da Comissão Brasileira de Recursos e Reservas (CBRR). Membro da Comissão Jurídica da Associação Brasileira das Empresas de Pesquisa Mineral (ABPM), do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) e da Rocky Moutain Mineral Law Foudation (RMMLF). Referenciado nos guias Chambers Global, Chambers Latin America, Legal 500, Latin Lawyer 250 e Who’s Who Legal.

Local: Sala FGV

12/07 – QUARTA-FEIRA

Palestra: Blockchain e seu impacto nos negócios

Área de conhecimento: Marketing Digital

Palestrante: André Lima Cardoso Miceli

Sobre o palestrante: Pós-graduado no MIT , fundador da Infobase, uma das 50 maiores integradoras de TI do Brasil e da agência digital IInterativa, prêmio melhor app móvel do Brasil em 2014, autor do best seller “Planejamento de Marketing Digital”.

Local: Salão Nobre

Palestra: Setor Automotivo – Perspectivas da Área de Pessoas e os Desafios do Brasil

Área de conhecimento: Gestão de Negócios

Palestrantes: Eliane Trinca – Diretora de RH da Volvo Cars

Ana Claudia Ramos de Oliveira – Diretora da Continental do Brasil Indústria Automotiva Ltda

Elói Cordas – Diretor de RH da Sulzer

Ricardo Yukishigue Kitajima – Diretor de RH do Grupo Honda

Fernando Vaz – Gerente Geral de RH da Hyundai

Erica Baldini – Diretora de RH da Ford do Brasil

Local: Auditório FGV 9 de Julho

Palestra: Você está preparado para as rápidas e profundas transformações tecnológicas do cenário contemporâneo? Entenda como gerar vantagem competitiva neste contexto.

Área de conhecimento: Tecnologia da Informação

Palestrante: Paulo Sergio da Silva Sanz

Sobre o palestrante: Sócio-Diretor da Noorden Group , mestre e especialista em Estratégia Corporativa pelo MIT.

Local: Sala FGV

13/07 – QUINTA-FEIRA

Palestra: Métricas e Inovação

Área de conhecimento: Gestão de Negócios – Inteligência Empresarial

Palestrante: Alice de Tassis Machado

Sobre o palestrante: Engenheira com foco em tecnologia e inovação. Experiência em diversas áreas de inovação como P&D, Marketing e Gestão de Inovação. Trabalhou em empresas como Aracruz Celulose e Unilever e atualmente é Gerente de Gestão Estratégica de Inovação na Natura.

Local: Salão Nobre

Palestra: Os Desafios do Desenvolvimento de Projetos Automotivos em Mercados Emergentes

Área de conhecimento: Gerenciamento de Projetos

Palestrantes: Cleber Willian Gomes

Sobre o palestrante: Especialista em Desenvolvimento de Planos Estratégicos de Engenharia e Líder de Projetos na Ford Motor Company, Chairman do Comitê de Educação da SAE Brasil. Mestre em Inteligência Artificial. Possui mais de 15 anos de experiência em Gestão de Projetos Automotivos, atuando nas empresas Ford, VW, MWM International, MSX International, Mitsubishi, SEW e DOW.

Local: Auditório FGV 9 de Julho

Palestra: Tendências no Agronegócio – Desafios e Oportunidades

Área de conhecimento: Economia

Palestrante: Fabio Matuoka Mizumoto

Sobre o palestrante: Professor da FGV EESP e Coordenador do MBA FGV em Agronegócio. Doutor e Mestre em Administração FEA-USP e Engenheiro Agrônomo ESALQ-USP.

Local: Sala FGV

14/07 – SEXTA-FEIRA

Palestra: Os Desafios de Reposicionar uma Marca Líder em seu Segmento e a Revolução Causada no Mercado Bilionário de Esmaltes.

Área de conhecimento: Marketing

Palestrante: Mel Girão

Sobre o palestrante: Diretora Executiva de Marketing em empresas como L`Orèal, SKY, Kimberly-Clark, Hypermarcas, Qualicorp e MetLife. Cursou Wharton Executive Program da Universidade da Pensilvânia e Marketing Digital na Universidade de Stanford.

Local: Salão Nobre

Palestra: Riscos e oportunidades corporativas para além da crise brasileira. Reformas graduais, contas públicas e eleições em 2018

Área de conhecimento: Gestão Financeira

Palestrantes: Carlos Alberto Di Agustini

Sobre o palestrante: Foi CEO de empresa financeira da Volkswagen, atuou como diretor no Banco Itaú e Caterpillar. Doutor em engenharia de produção, mestre em administração e especialista em finanças pela New York University (Stern) e University of California (UCLA).

Local: Auditório FGV 9 de Julho

Palestra: Compliance e Ética Corporativa – Tendência Global

Área de conhecimento: Gestão de Negócios

Palestrante: Rogério Zacchi Rodrigues da Silva

Sobre o palestrante: Advogado, membro da Sociedade de Compliance e Ética Corporativa (SCCE), certificado como Profissional de Ética e Compliance Internacional (CCEP-I). Foi Diretor Jurídico do Grupo Sandvik, Lafarge-Holcim, Telefónica, Amanco, Bunge Alimentos e Hewlett-Packard.

Local: Sala FGV

Conheça os cursos da FGV: fgv.br/mba-sp

Serviço

Semana Educação Executiva

Data: 10 a 14 de julho

Local: FGV/SP – Rua Itapeva, 432

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Alunos do Programa Raízes da FDC conhecem o Acelera MGTI

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Flávia Guerra, Gestora do Programa MGTI, iniciou o encontro com uma palestra sobre a criação de startups e o processo de aceleração. A temática “desenvolvimento de software e programação” também foi explorada, na ocasião, ao ser apresentada pelo empresário Rodrigo Sol. Já os empreendedores Eduardo, Rafael e Douglas, que estão à frente de startups aceleradas pelo programa Acelera MGTI, compartilharam seus projetos e suas experiências pessoais. Por fim, os alunos receberam informações sobre o trabalho de formação profissional desenvolvido pela UAITEC.

Criado pela Fundação Dom Cabral, em 2011, o Programa Raízes é voltado para jovens trabalhadores entre 15 e 18 anos com o objetivo de propiciar acesso a conteúdos humanistas e de diferentes áreas do conhecimento, não acessíveis na escola tradicional, na expectativa de que eles se tornem atores e autores do próprio processo de inclusão, segundo Rafaela Araújo, responsável pelos projetos Sociais da Fundação Dom Cabral.

“O empreendedorismo é um dos temas trabalhados no programa, no módulo Raízes dos Negócios. Como parte da metodologia dialógica e experiencial os jovens realizaram a visita ao MGTI, com o intuito de aprenderem e conhecerem na prática como os empreendedores da área de tecnologia criam e operam seus negócios. Essa metodologia facilita o entendimento sobre as temáticas abordadas e desperta o interesse dos jovens que podem vivenciar os assuntos que são discutidos em sala de aula”, acrescentou.

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Feiras de negócios investem em tecnologia para levar experiência ao público

As feiras de negócios sempre foram um termômetro da indústria e do mercado e, diante das novas tecnologias interligadas e conectadas, não seria surpreendente liderar avanços e promover inovações.

Este nicho de médias e grandes feiras segmentadas que, em 2016, movimentou cerca de R$ 16 Bilhões só na cidade de São Paulo, é uma das principais pontes de conhecimento, de onde surgem revolucionárias tendências tecnológicas para facilitar a produção e aperfeiçoar o tempo de utilização das máquinas e equipamentos usados pela indústria. “Em nossos eventos, procuramos proporcionar aos visitantes a experiência de vivenciar tudo o que há de mais moderno e qualificado. Por isso, investimos fortemente na exposição in loco dos equipamentos, além de seminários e workshops para apresentar o que ainda está nascendo”, afirma Marco Basso, presidente da Informa Exhibitions.

A Feimec, por exemplo, foi o primeiro evento a trazer a indústria 4.0 para dentro de uma feira de negócios no Brasil. “Personalização é a palavra do futuro para o setor industrial e a indústria 4.0 é o ápice da tecnologia no mundo, pois só ela é capaz de fazer com que máquinas de diferentes marcas conversem entre si, produzindo um produto de fábrica altamente qualificado e personalizado”, realça Marco.

O sucesso foi tão grande, que a Expomafe 2017 também apostou na demonstração da indústria 4.0, além do seminário internacional “Protocolo de Comunicação”, que mostrou como funciona, de fato, toda essa comunicação entre diferentes tecnologias para aumentar não só a produção, como principalmente a personalização. O evento contou também com a criação de um estande temático que, com o apoio da tecnologia, falou especificamente sobre o setor de máquinas e equipamentos agrícolas.

Além disso, a edição de 2017, da Fispal Tecnologia traz como um dos principais atrativos um demonstrador da indústria 4.0, desenvolvido em parceria com o Instituto Mauá de Tecnologia, MCK Automação e Zorfa Tec Consultoria. Localizado numa área de 300m², o espaço possibilitará que os visitantes se encontrem dentro de uma linha de produção, quando se explanarão as tecnologias aplicadas aos processos produtivos de um ambiente da Indústria 4.0. O demonstrador promoverá uma inédita experiência de acompanhar uma futurística linha de produção, que entregará um produto customizado.

Conectadas às novidades tecnológicas, as feiras Fispal Food Service, Fispal Sorvetes e Fispal Café, levaram aos visitantes, criações como, o WonderFi, uma verdadeira revolução em serviço de internet inteligente, e o Robô Cube, máquina automatizada de sorvete que faz todo o serviço ao toque de uma tela. Os eventos apostaram em uma das tendências do segmento para os próximos anos: a autonomia compartilhada entre consumidores e estabelecimentos. “A tecnologia tem sido uma aliada imprescindível para quem realiza grandes eventos de negócios. Seja para otimizar recursos, mostrar e multiplicar as novidades no mundo digital ou mesmo para ajudar a acomodar e transportar pessoas. Está presente em todos os elos da cadeia”, afirma Marco.

Para atender quem está do outro lado do balcão, o consumidor, a Fispal Food Service mostrou uma série de lançamentos em “autoatendimento” através de dispositivos touch. Um deles é o FACILITE, sistema que estará disponível para pizzarias, padarias, lanchonetes, restaurantes e bares, com os quais o cliente poderá realizar o pedido de forma rápida e conveniente: diretamente do Smartphone.

Já a Agrishow apostou na arena do conhecimento, um espaço onde os visitantes tiveram a oportunidade de conhecer tecnologias para o agronegócio, que contribuem para o aperfeiçoamento das atividades dos produtores rurais com uma programação abrangente, com painéis sobre o futuro das máquinas, lavouras conectadas e apresentações de startups inovadoras. O evento mostrou o que o futuro reserva na área de tecnologia para o agronegócio, como a Internet das Coisas e Inteligência Artificial.

Para o mundo do franchising, a ABF, em conjunto com a Informa, criou o Smart Mall: um espaço que demonstra de forma interativa as tendências tecnológicas aplicadas ao varejo, em sintonia com os conceitos discutidos no Brasil e no mundo. O objetivo é proporcionar experiências com as soluções tecnológicas e inovações utilizadas em lojas e shopping centers, focadas em:

• Aumentar a produtividade e eficácia com melhores controles;

• Diminuir custos de mão-de-obra, facilitar treinamentos e planejamentos;

• Otimizar a gestão comercial e o controle de estoques;

• Proporcionar uma experiência única e inesquecível para o cliente.

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Internet das Coisas converte visitante do varejo em cliente – Por Paulo Henrique Pichini

A compra da rede de supermercados Whole Foods pela Amazon image003consolida um movimento muito forte do varejo mundial: a dissolução das barreiras entre o mundo digital e as operações tradicionais de comércio. A Amazon está acostumada a mapear as buscas e decisões de compra de seus usuários online. A meta é aprofundar o perfil analítico daquele consumidor e, a partir daí, gerar incentivos para essa pessoa comprar outros produtos. Essa mesma estratégia será, certamente, usada pela Amazon nas 460 lojas físicas da rede Whole Foods. Para coletar dados sobre o comportamento do cliente dentro da loja física, a Amazon investirá em tecnologias IoT (Internet das Coisas) como sensores, alarmes e analisadores de presença em tempo real de cada um dos visitantes da loja Whole Foods. Essa infraestrutura invisível aos olhos do consumidor dará origem a grandes volumes de informação, que após passar pelos moedores e transformadores de dados (analytics) retornam em formato resumido (dashboards) que permitem tomadas de decisões imediatas.

Essa rapidez é essencial no mundo do varejo, com características originais e exclusivas em comparação a outras verticais. Vendas, promoções, lançamentos e outras movimentações têm um timing muito específico: o médio e longo prazo em varejo alcança uma semana, duas no máximo. O curto prazo é no mais tardar amanhã de manhã.

É dentro deste dinamismo de processos que novas tecnologias e soluções estão se posicionando dentro de lojas e áreas de comércio de produtos. Isso acontece independentemente de seus valores de ticket, que via de regra caracterizam-se pela larga escala e baixo valor médio. É um universo com alto volume de visitantes e, hoje em dia, baixo volume de negócios. Uma loja de departamentos, por exemplo, avalia que de cada 100 visitantes que entram na loja, somente 40 chegam ao provador e, destes, somente 6 efetivam algum tipo de compra. Destes 6, possivelmente 1 ou 2 comprarão algo extra e não planejado.

Trata-se de uma janela de oportunidades que, se bem trabalhada, pode multiplicar o faturamento de uma rede de lojas em curto espaço de tempo.

O varejo já está pesquisando sensores que alavanquem vendas. Isso é feito a partir do maior detalhamento de produtos ou, ainda, de sugestões de produtos complementares ao já adquirido pelo cliente. Muitas soluções baseadas em RFID, NFC e outros códigos e sensores podem melhorar a experiência do consumidor, oferecendo maior volume de informações. O momento atual da economia, porém, faz com que o gestor do varejo priorize o conhecimento dos visitantes e o aumento da capacidade de conversão das lojas (efetivação da compra do produto).

A Internet das Coisas para a vertical varejo toma várias formas – esse conceito está por trás de soluções como Beacons, câmeras conectadas às soluções de Video Analytics, etc. Nesse momento, existem profundas discussões sobre que tecnologias IoT usar para melhor entender um visitante da loja e suas características. A meta é extrair informações estratégicas, que possam melhorar a experiência do consumidor em sua próxima visita à loja. As perguntas mais comuns estão ao redor do uso de Beacons (Bluetooth), em especial sobre o novíssimo Eddystone (solução da Google similar ao Bluetooth). Plataformas como Wi-Fi (rede sem fio), POS (Point of Sale – ponto de venda) e, finalmente, o Video Analytics também chamam a atenção do mercado.

Os Beacons reconhecem a chegada do visitante na loja. Para isso, basta que a pessoa esteja com a função Bluetooth ativada em seu dispositivo móvel. Essa tecnologia tem áreas de cobertura bastante restritas. Com isso, em grandes lojas, o número de Beacons espalhados deverá ser grande, o que impacta o custo total da solução. De acordo com o relatório Proxbook de 2016, hoje metade da indústria suporta o padrão Beacon Google Eddystone.

O Wi-Fi, por outro lado, é uma tecnologia bastante conhecida. É comum encontrarmos redes Wi-Fi em 70% das áreas urbanas. Por essa razão, o Wi-Fi utilizado em soluções de Retail Analytics é mais facilmente implementado. O ponto vulnerável desta opção é que essa plataforma não produz informações analíticas que mereçam destaque. São soluções básicas, que não exigem App instaladas nos dispositivos móveis dos potenciais consumidores. O leque de escolhas do varejo é complementado, ainda, pelo POS. Essa tecnologia é equipada para cobrir com competência todo o ambiente da loja física. Por outro lado, o POS só atuará sobre clientes que efetivamente completarem a aquisição do produto.

Uma das ofertas mais ricas é o Video Analytics, solução de software que permite que se analise automaticamente o video de pessoas dentro da loja.

Segundo pesquisas da Market&Markets, esse mercado atingirá 2,61 Bilhões de dólares até o final deste ano. Até 2022 essa marca chegará a US$ 11,17 bilhões. As novíssimas soluções baseadas em Video Analytics têm um diferencial importante. As câmeras apresentam capacidade de análise, processamento e em alguns casos até armazenamento de informações. O dado assim tratado será enviado, a posteriori, aos motores de analytics, devolvendo dashboards muito mais completos.

Note que todas estas tecnologias e soluções são capazes, dentro de suas limitações, de reconhecer a chegada de um visitante (primeira visita à loja), ou, ainda, de identifica-lo novamente em segunda visita. Neste caso, entra em cena algum tipo de App, presente no dispositivo móvel do consumidor.

Para cada ambiente e necessidade, espaço físico e perfil de negócio, estas tecnologias são integradas e trabalham de forma mais ou menos eficiente. A meta é medir o número de visitantes, os diversos tempos dele dentro da loja e em áreas especificas nesta loja (dwell time), as taxas de conversão, a eficiência das promoções, o gênero e a faixa etária do visitante, etc. São informações que aumentam agressivamente o poder de decisão do board (normalmente remoto, longe da loja), mas também de colaboradores locais. Isso é feito de forma instantânea ou online.

De qualquer maneira, a combinação das várias tecnologias para varejo em espaços e necessidades diferentes é sempre o mais recomendado. Como o mercado tem uma ânsia muito grande por ter a loja “acesa”, reconhecendo e entendendo todos os visitantes, a indústria do varejo busca de forma acelerada estas soluções. O resultado é que, muitas vezes, inicia-se uma POC (prova de conceito) sem antes se debruçar sobre um minucioso anteprojeto. Essa etapa prévia é essencial para definir quais informações e decisões são cruciais e precisam estar à disposição da solução de Retail Analytics.

Esta ansiedade retrata o momento que o segmento vive, algo bastante comum em mercados que começam a usar a Internet das Coisas. Neste quadro, as empresas buscam informações que nunca foram coletadas antes ou, então, foram coletadas, mas não de forma massiva e sem terem sido refinadas. O resultado é uma base de dados frágil, construída a partir de estatísticas superficiais ou insuficientes sobre o comportamento do consumidor dentro da loja física.

O melhor desenho do projeto e a melhor definição das informações desejadas, com acuracidade inédita, determinam o sucesso deste novo modelo de varejo físico.

As tecnologias estão maduras e podem ser implementadas de forma relativamente simples. A presença de plataformas como Beacon, Wi-Fi, POS e Video Analytics dentro do ambiente da loja física provoca inevitavelmente uma ruptura nas tradicionais formas do varejo planejar seus negócios. Este é, no entanto, o melhor caminho para os players que desejam desenhar um futuro conhecido, seguro e livre de surpresas.

Paulo Henrique Pichini é CEO e President da Go2neXt Cloud Computing Builder & Integrator.

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eSocial deve impactar as rotinas administrativas e contábeis das empresas a partir de 2018

O eSocial, novo instrumento de unificação da prestação de informações referentes à escrituração digital das obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas, deve mudar as rotinas administrativas das empresas brasileiras a partir de janeiro de 2018. Com ele, a prestação das informações será eletrônica, substituindo o preenchimento e a entrega de formulários e declarações físicas.

Por meio desta plataforma online, as empresas farão o armazenamento da escrituração digital colocando-as à disposição dos órgãos competentes, como Receita Federal, INSS, Ministérios da Previdência Social e do Trabalho.

No entanto, a adaptação para as novas exigências promete ser trabalhosa para as empresas, em face do volume de dados que terão de ser inseridos no sistema. “As empresas deverão se organizar e se atualizar principalmente no aspecto da legislação, além de ficar atentas ao funcionamento e aos prazos do eSocial, para evitar possíveis falhas no envio das informações”, alerta Sílvio Senne, consultor IOB da Sage.

Quando e quais empresas serão afetadas?

No primeiro mês de 2018, as empresas que faturaram a partir R$ 78 milhões no ano de 2016, transmitirão, via eSocial, as informações referentes às relações de trabalho, previdenciárias e fiscais, tais como vínculos, contribuições previdenciárias, folha de pagamento, aviso prévio, escriturações e FGTS.

Ficam de fora, no primeiro momento, informações relativas à segurança do trabalho e saúde, que deverão ser transmitidas a partir de julho de 2018, data em que as empresas que faturaram menos do que aquela quantia (R$ 78 milhões no ano de 2016), como microempresas, empresas de pequeno porte e MEI (Microempreendedor Individual), passarão também a transmitir os dados eletronicamente.

Quais as vantagens do eSocial?

O Governo Federal quer simplificar, informatizar e integrar informações sobre a folha de pagamento e suas obrigações. Atualmente, os dados ficam espalhados em múltiplas plataformas, dificultando o compartilhamento das informações sobre os trabalhadores.

Com o eSocial, será mais fácil assegurar que direitos e obrigações previdenciárias, trabalhistas e fiscais estejam sendo efetivamente cumpridos. O sistema permitirá melhorar a qualidade das informações, assim como reduzirá a burocracia e os custos do envio desses dados. No entanto, a responsabilidade dos profissionais da área administrativa e contábil deve crescer exponencialmente com a obrigatoriedade do eSocial. “O sistema transmitirá informações online em grande quantidade e com alto grau de importância em relação ao cumprimento da legislação vigente”, alerta Senne.

Para saber mais, acesse o Portal eSocial, que oferece conteúdo especializado sobre o programa.

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Maior encontro da indústria de Alimentos & Bebidas, Fispal Tecnologia começa hoje em São Paulo

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Empresários e executivos de toda a cadeia produtiva do setor de alimentos e bebidas podem conferir tecnologias desenvolvidas para o segmento durante a 33ª edição da Fispal Tecnologia – Feira Internacional de Tecnologia para a Indústria de Alimentos e Bebidas. O evento começa hoje e segue até 30 de junho, das 13h às 20h, no São Paulo Expo, em São Paulo. A expectativa é que passem pelo local mais de 40 mil visitantes.

Organizado pela Informa Exhibitions, a edição de 2017 traz como um dos principais atrativos o projeto Indústria 4.0 – Alimentos & Bebidas. Trata-se do primeiro demonstrador da indústria 4.0 para o segmento de A&B, desenvolvido em parceria com o Instituto Mauá de Tecnologia, MCK Automação e Zorfa Tec Consultoria. O espaço possibilita que os visitantes se encontrem dentro de uma linha de produção, com a explanação das tecnologias aplicadas aos processos produtivos de um ambiente da Indústria 4.0. O demonstrador promove uma inédita experiência de acompanhar uma futurística linha de produção, com a entrega de um produto totalmente customizado, de acordo com as preferências do consumidor.

Segundo Clélia Iwaki, diretora da Fispal Tecnologia, nos quatro dias de evento serão demonstrados produtos e serviços inovadores, sustentáveis, alinhados com o conceito de menor custo. “Conhecimento, soluções, tendências, concretização de negócios e networking, tudo em um só lugar”.

O evento, voltado não apenas para as indústrias de alimentos e bebidas, mas também para os setores químico e fármaco, e fornecedores nacionais e internacionais de máquinas para embalagens, marcação, codificação, logística, automação, entre outros, recebe somente nesta edição 50 novos expositores, em comparação com a edição de 2016, reafirmando que, de fato, é considerado o principal evento do segmento.

Mais atrações

Outro destaque é o Fórum Fispal Tecnologia, encontro de desenvolvimento e atualização da Indústria de Alimentos e Bebidas, que receberá profissionais do segmento em palestras, debates e apresentações de cases de sucesso. Estão confirmadas as presenças de representantes da Nissin, Bauducco, Bunge, Nestlé, Cargill, Itambé, Ducoco, KraftHeinz, Coca-Cola e Aurora, entre outras, que debatem sobre temas como melhorias na gestão industrial, sustentabilidade, aumento de produtividade, redução de perdas e outros assuntos pertinentes ao setor.

Há ainda dois espaços voltados para o segmento. O primeiro é o Lab de Soluções, destinado à solução de desafios das empresas participantes da mostra com a ajuda de profissionais de diversas áreas tecnológicas do SENAI-SP. A primeira frase do projeto já se encerrou, com o cadastramento de empreendedores que buscam soluções para suas respectivas indústrias. O Senai elegeu três desafios propostos (fabricante de balas de banana que procura um equipamento que realize o descascamento da fruta in natura de forma eficiente; fabricante de cápsulas de café que busca uma uniformidade e padronização na extração do café em cápsulas e, por fim, uma fábrica que quer mudar sua alimentação a vapor, que é ineficiente) e, durante a realização da feira, apresentará as soluções desenvolvidas pela equipe de profissionais da instituição.

O segundo é o Lounge ABRE da Embalagem, uma parceria da Fispal Tecnologia com a Associação Brasileira da Embalagem (ABRE). Seu principal objetivo é reunir os profissionais que atuam em agências responsáveis pela criação de peças até pequenos e médios fabricantes, potencializando a troca de informações, apresentação de tendências e soluções para o segmento. O Lounge da Embalagem recebe também o Circuito ABRE de Palestras, que conta com aproximadamente 25 apresentações de até 20 minutos de associados da entidade.

“Essa iniciativa de espaços exclusivos para atingir públicos-alvo diferentes oferecerá experiências presenciais inéditas aos visitantes e expositores e ampliará a visibilidade e oportunidades de relacionamento”, conclui Clélia Iwaki.

Outra parceria da Informa é com o Instituto Mauá de Tecnologia, no espaço do demonstrador da Indústria 4.0, para oferecer consultoria gratuita para as indústrias de Alimentos e Bebidas durante seis meses. A ação é voltada para micro, pequenas e médias empresas que tiverem interesse em aproveitar este benefício. Esta parceria visa fomentar o setor, proporcionando para as pequenas e médias indústrias a oportunidade de receber uma consultoria sem custos, além de mostrar a importância de estruturar o negócio para crescimento da lucratividade e da melhoria no processo produtivo.

No espaço do demonstrador, os visitantes interessados no programa terão a oportunidade de efetuar suas inscrições para participar do processo seletivo, que será realizado por especialistas do Instituto Mauá de Tecnologia.

As indústrias selecionadas terão acesso a um plano de melhorias de processo e de produto, que visa ao aumento de produtividade e competitividade.

O programa é dividido em duas fases: a primeira ocorrerá durante os três dias da feira, quando os representantes das empresas interessadas devem preencher um questionário que será submetido à avaliação técnica pelos profissionais da Mauá. A segunda fase terá início após o evento, no Instituto Mauá de Tecnologia, quando as três empresas selecionadas participarão de um workshop para desenvolver atividades práticas com propostas de cronograma de implementação dos projetos de melhorias das plantas.

Nos seis meses seguintes, receberão visitas mensais de professores da Mauá, que acompanharão de perto o desenvolvimento dos projetos e possíveis ajustes. No final do período, um relatório conclusivo será encaminhado à Informa Exhibitions. Além dessa oportunidade, as indústrias também poderão interagir com sistemas para identificar quantos estágios faltam para chegar à indústria 4.0.

33ª Fispal Tecnologia – Feira Internacional de Tecnologia para a Indústria de Alimentos e Bebidas

Entrada gratuita para profissionais do setor, através de credenciamento no site www.fispaltecnologia.com.br
27 a 30 de junho, das 13h às 20h
São Paulo Expo
Rodovia dos Imigrantes, km 1,5, São Paulo (SP)

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