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CSC 2017: Como desenvolver a cultura de cidades inteligentes e o crescimento urbano sustentável

O conceito de Smart Cities está atrelado à necessidade de projetos urbanos para promover a sustentabilidade nas cidades. Ao desenvolver uma cultura de cidades inteligentes, encontramos oportunidades de influenciar e discutir a importância de fortalecer uma ocupação ordenada, a sustentabilidade e a contribuição com soluções inteligentes e criativas para questões mais relevantes nos seus territórios, considerando a integração com o meio ambiente e seu entorno para tornar a vida das pessoas mais prazerosa.

O Connected Smart Cities 2017, que acontece nos dias 21 e 22 de junho, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo, tem o objetivo de debater iniciativas para tornar as nossas cidades mais inteligentes e conectadas e, no dia 22, a partir das 14h, trará o assunto “Urbanismo Sustentável nas Cidades” para serem discutidos em diversos painéis com participantes engajados em transformar as cidades inteligentes em cidades sustentáveis.

Sérgio Myssior, arquiteto especialista em meio ambiente e urbanismo, sócio da Myr Projetos Sustentáveis e comentarista do programa “a BH que queremos” na rádio CBN/BH estará presente e afirma que é preciso pensar de forma integrada: “os municípios estão diante de um enorme desafio: reverter as desigualdades, repensar as cidades, incrementar os instrumentos de planejamento, gestão e participação, reduzir os déficits de infraestrutura, instituir ações de curto, médio e longo prazos para resgatar a qualidade de vida nas cidades. O país precisa repensar as suas cidades e incorporar rapidamente as melhores práticas no planejamento e gestão urbana, com transparência e participação”, afirma Sergio.

As cidades, de acordo com o arquiteto, têm inúmeras responsabilidades e desafios, sem, contudo, dispor dos recursos necessários, já que o orçamento e a estrutura municipal não são suficientes para lidar com questões de sustentabilidade, mobilidade, habitação, segurança, dentre outros. “Sabemos que o ordenamento territorial acaba influenciando o custo da prestação dos serviços públicos e criando barreiras para o acesso aos menos favorecidos. Portanto, o maior desafio é conseguir instituir um pacto pela melhoria da qualidade de vida urbana, reunindo todos os setores da sociedade. Construindo um plano de desenvolvimento sustentável para a cidade (e não um plano de governo), com ações de curtíssimo prazo, médio e longos prazos. Instituir uma visão holística e integrada de todos os pontos, afinal todos os aspectos se inter-relacionam, especialmente quando refletidos no tecido urbano”, afirma Sergio.

A importância de se discutir o planejamento das cidades para o desenvolvimento de cidades mais humanas e inteligentes vem ao encontro de que o modelo de crescimento e desenvolvimento das cidades parece ter se esgotado, pois as dificuldades são cada vez maiores e já ultrapassam os limites do município, merecendo uma abordagem regional e metropolitana. “As questões relacionadas com a sustentabilidade, mudanças climáticas e mais recentemente os ODS – Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, indicam a necessidade de se repensar as cidades, notadamente em relação ao modelo de desenvolvimento, oferecendo uma clara mudança nos parâmetros até então adotados. Por isso é necessário se discutir o planejamento das cidades, pois estamos diante da necessidade de mudanças neste paradigma e também de deficiências crescentes, bem como da demanda por gestões participativas e inclusivas”, destaca Sérgio.

Sobre o CSC 2017

O Connected Smart Cities envolve empresas, entidades e governos em um evento que tem por missão encontrar o DNA de inovação e melhorias para cidades mais inteligentes e conectadas umas com as outras, sejam elas pequenas ou megacidades. A plataforma Connected Smart Cities engloba as seguintes vertentes: o desenvolvimento de um Ranking de Smart Cities do Brasil; um Prêmio que vai reconhecer as melhores iniciativas desenvolvidas para a melhoria de cidades; um Fórum que trará especialistas para a discussão dos principais temas relacionados ao desenvolvimento urbano; e uma Expo que contará com a exposição de empresas patrocinadoras do projeto e uma Rodada de Negócios onde as empresas compradoras e vendedoras terão a oportunidade de estabelecer relações e fazer negócios.

Serviço
Data: 21 e 22 de junho
Horário: 9h às 18h
Local: Centro de Convenções Frei Caneca – R. Frei Caneca, 569 – Consolação, São Paulo

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Ebit: vendas do e-commerce crescem 5,1% no Dia dos Namorados

Número de pedidos cresceu 7,2% na data, na comparação com o mesmo período do ano passado

O e-commerce faturou R$1,71 bilhão, alta de 5,1% ante o mesmo período de 2016, aponta o monitoramento da Ebit, empresa referência em informações sobre o comércio eletrônico brasileiro. O número de pedidos cresceu 7,2%, para 4,070 milhões, e o tíquete médio foi de R$420.

Os smartphones, tradicionalmente o produto com maior volume de vendas do e-commerce no Brasil, lideraram a lista de presentes mais comprados para presentear os namorados. Completam o ranking dos cinco presentes mais comprados: livros, relógio de pulso, perfume e tênis.

Para Pedro Guasti, CEO da Ebit, o resultado está de acordo com a expectativa do mercado para a data. “Dos cinco produtos mais vendidos excetuando-se os smartphones, temos produtos com preços abaixo do tíquete médio de compras o que demonstra alternativas muito acessíveis para presentear os namorados em tempos de orçamento reduzido”, disse.

Ao contrário de outras datas, o monitoramento da Ebit mostra que o brasileiro não deixou para comprar o presente dos namorados na última hora. Os dias 05 e 06 de junho foram os que registraram as maiores concentrações de vendas.

Confira as cinco categorias mais pedidas:

Subcategorias Share – Pedidos

Celular e Smartphone 16,8%

Livros 5,4%

Relógio de Pulso 5,1%

Perfume 4,8%

Tênis 3,2%

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Mais da metade das empresas brasileiras de serviços financeiros está investindo em transformação digital

O mercado brasileiro de serviços financeiros está no centro de um processo acelerado de transição, com 53% das instituições afirmando que dispõem de uma estratégia para transformação digital e que o assunto envolve mudanças radicais em comparação à forma como atuam hoje. A pesquisa foi realizada no Brasil pela Capgemini, um dos líderes mundiais em serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, em parceria com a Pegasystems, provedora líder em aplicações estratégicas de negócios, sobre maturidade digital dos bancos no Brasil.

Pioneiro na adoção de tecnologias digitais, o setor já adota amplamente serviços de autoatendimento (62%) e provê consistência em todos os canais de atendimento (59%). Internet, redes sociais e serviços móveis têm sido amplamente utilizados pelas instituições entrevistadas para se comunicarem com atuais e potenciais consumidores (84%, 78% e 66%, respectivamente). Agora, os bancos estão focando na melhoria da experiência dos seus clientes finais, embora ainda exista um grande potencial para novas explorações, como a personalização da experiência de vendas, pois somente 39% implantaram soluções para esta finalidade.

O uso de métodos sofisticados de análise de dados para gerar visões estratégicas sobre o seu público ainda não é uma prática amplamente adotada pelas instituições financeiras. Somente 40% utiliza analytics para qualificar potenciais vendas. Mais da metade (51%) a adota para otimizar preços e 39% para personalizar suas ações de marketing. Em contrapartida, 63% tomam melhores decisões operacionais com base na análise de dados, demonstrando que as empresas do setor adotam analytics para tratar problemas operacionais. “As organizações ainda precisam avançar muito na exploração destas tecnologias como forma de obter insights que gerem oportunidades de novos negócios”, explica Carlos Mazon, COO da Capgemini no Brasil.

Quanto ao uso interno de tecnologia pelas instituições, 57% afirmaram que a maioria dos seus processos está automatizada e 60% monitoram suas operações em tempo real. Quando se trata de colaboração, 52% disseram que os funcionários compartilham ativamente seu conhecimento por meio de plataformas colaborativas.

Canais móveis têm sido utilizados para promover produtos e serviços (37%), prestar atendimento ao consumidor (32%) e vender produtos e serviços (27%). “Os baixos percentuais observados neste quesito são limitados, provavelmente, pela preocupação dos usuários com relação à segurança. Porém, esta percepção deve diminuir à medida que FinTechs (start-ups de tecnologia para o setor financeiro) e bancos criam operações digitais, o que deve acelerar a curva de adoção da mobilidade por parte dos consumidores”, ressalta Mazon.

“Os bancos já perceberam a necessidade da transformação digital para conquistar os consumidores, oferecendo serviços diferenciados e personalizados. Fazer esta transição não é uma opção, e sim questão de sobrevivência. Mas somente a introdução de novas tecnologias não é suficiente, é preciso uma mudança cultural dentro dos bancos e a colaboração dos funcionários de todos os níveis hierárquicos”, finaliza o executivo.

Metodologia da pesquisa

A pedido da Capgemini no Brasil, a Coleman Parkes Research, uma organização de pesquisa independente sediada no Reino Unido, realizou uma análise detalhada de questões-chave nas áreas de negócios e tecnologia de serviços financeiros no Brasil. O relatório foi baseado em 60 entrevistas com executivos C-level (CDO / CIO / COO) ou com aqueles que relatam diretamente a esses profissionais (gerente de TI, gerente de vendas, entre outros).

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10 milhões de pessoas buscam informação sobre seguros na internet, diz pesquisa

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No primeiro trimestre de 2017, foram registradas na internet 12 milhões de buscas sobre seguros ao mês. Dessas, 10 milhões foram sobre seguro saúde e 2 milhões, sobre as empresas seguradoras. Esses dados foram apresentados pelo Google na primeira reunião do Comitê de Insurtechs da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), na semana passada. “Mais do que revelar um crescimento de 11% no segmento, esses números nos mostram que há uma oportunidade nesse mercado que não pode ser ignorada”, diz Gustavo Zobaran, coordenador do comitê.

Segundo ele, para atingir esses 10 milhões de pessoas, as seguradoras terão que se reinventar, oferecendo produtos cada vez mais personalizados, com uma experiência diferenciada e com preços ajustados de acordo com cada perfil, entregando ao consumidor exatamente o que ele precisa, no momento em que ele necessita.

O levantamento do Google revelou ainda que 31% dessas buscas foram realizadas a partir de dispositivos móveis, contra 48% de telecom, 57% de automóveis e 42% de viagem. Isso mostra a predisposição do brasileiro às inovações tecnológicas. “As empresas devem olhar para esses números e identificar o potencial de crescimento do setor dentro do seu segmento”, afirma Zobaran. “E aquelas que oferecerem a facilidade de contratação de um seguro a partir de um celular ou um tablet ou que investirem em tecnologia levam vantagem”.

Nas buscas feitas por meio de dispositivos móveis, as categorias de seguro mais procuradas são Celular (45%), Aluguel/Fiança (44%), Vida e Acidentes Pessoais (43%), Auto (42%) e Residencial (39%).

O Comitê de Insurtechs da camara-e.net foi criado para acompanhar a tendência mundial de transformação dos serviços seguradores com o uso da tecnologia.

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Twitter lança botões em Mensagens Diretas para facilitar comunicação entre marcas e consumidores

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Marcas poderão anexar botões às Mensagens Diretas (DMs) para facilitar a comunicação com o público. A novidade permite ao consumidor, por exemplo, compor um Tweet a partir da DM, seguir uma conta ou abrir um site no aplicativo do Twitter.

A @FocusFeatures, divisão de cinema da NBC e Universal Studios, já utiliza a nova funcionalidade para mostrar trailers de filmes, vender ingressos e conectar as pessoas com funcionários para responder perguntas, entre outros serviços.

No Brasil, a ferramenta já está disponível para instalação. Depois de concluir a ação no ambiente a que foi direcionado pelos botões, o consumidor retoma a atividade com a marca na Mensagem Direta. Será possível também levar usuários automaticamente de uma conta da marca a outra via DMs, caso a empresa possua um perfil específico de atendimento ao cliente, por exemplo. Além disso, os consumidores poderão se tornar embaixadores da marca ao compartilhar experiências entre si no Twitter, como uma oferta ou um cupom de desconto.

Até três botões podem ser anexados pelas marcas, que podem personalizar o texto referente ao que é oferecido e incluir emojis. Para que consigam estar em contato com o público em geral, as marcas precisam manter a configuração “receber Mensagens Diretas de qualquer pessoa” ativada no Twitter e usar os novos botões para direcionar os usuários ao seu perfil.

Os botões nas Mensagens Diretas começam a estar disponíveis nos diversos mercados hoje, inclusive no Brasil, nos sistemas iOS e Android e via desktop.

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Colaboradoras da Sophos são eleitas Women of the Channel 2017 pela CRN

A Sophos, fabricante especializada em segurança de rede e endpoint, sempre teve em seu time mulheres fortes e competentes, tanto que oito de suas líderes de canal e marketing foram incluídas pela CRN®, uma marca da The Channel Company, na prestigiada lista Women of the Channel 2017. A lista inclui anualmente mulheres de canais de TI, representantes de vendas, distribuidoras, provedoras de solução, além de outros cargos que figuram permanentemente no ecossistema de canal. Cada uma é reconhecida pela sua excepcional liderança, visão e o papel único ao dirigir o crescimento e inovação dos canais.

A Sophos é a única fornecedora com um sólido foco empresarial em segurança de TI a ter oito mulheres de três regiões do mundo reconhecidas com o Women of the Channel, ressaltando a força e comprometimento da empresa em ser a melhor em canal de distribuição.

As colaboradoras da Sophos foram selecionadas pelos editores da CRN devido seu compromisso profissional, expertise e dedicação incondicional ao seu canal de TI. São elas: Kendra Kause, vice-presidente global de Canais; Justine Lewis, vice-presidente global de Field Marketing e Marketing para Canal; Erin Malone, vice-presidente de Vendas para Canais da América do Norte; Caralyn Stern, diretora de Marketing Sênior, Canal Global e Américas; Nicki Dewhurst, diretora de Marketing, Ásia-Pacífico e Japão; Regina Vignone, diretora de Vendas para Canais da América do Norte e Oeste; Melissa Lyons, diretora global de Programas de Canais; Maria Claudia Ardila, diretora de Canais da América Latina.

CRN também incluiu Kendra Krause e Erin Malone na lista Power 100, que reconhece as 100 líderes em que a visão e a influência são a chave para levar as empresas ao sucesso. Além disso, Melissa Lyons foi nomeada na lista CRN’s Channel Up-and-Comers, um reconhecimento especial às mulheres em ascensão cuja iniciativa e criatividade estão ajudando a moldar o futuro do canal.

Para Maria Cláudia Ardila, diretora de Canais da América Latina, esse prêmio é um reconhecimento tanto para sua vida pessoal quanto profissional. “Liderar com exemplo e amar o que faz é a chave para o sucesso. Me sinto muito orgulhosa de poder compartilhar esses momentos com as pessoas que amo como minha filha Emma”, afirmou. “Me emociona motivar outras mulheres para que, independente de que obtenham reconhecimento ou não, dimensionem o valor e o impacto de seu trabalho”, finalizou.

A lista do Women of the Channel 2017 está publicada na edição de junho da revista CRN e também online pelo link: www.CRN.com/wotc.

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Arrow acelera estratégia em megatendências e fecha acordo inédito com NSFocus

A Arrow ECS (Enterprise Computing Solutions), distribuidora que comercializa soluções corporativas de TI, será a primeira distribuidora da NSFocus na América Latina. A fabricante chinesa de software de segurança, especializada em conter ataques DDoS (sigla em inglês para ataque distribuído de negação de serviço), chega ao Brasil por meio da Arrow ECS, disponibilizando todo seu portfólio incluindo Anti-DDoS (on premise, na nuvem e híbrido) e soluções integradas de inteligência de ameaças como o NGIPS (sistema de prevenção a invasão) e o TI (Threat Intelligence – serviço de inteligência contra ameaças cibernéticas).

Fundada na China em 2001, a NSFocus iniciou sua expansão para mercados globais há três anos. Suas soluções e inteligência para deter ataques virtuais já ajudaram milhares de empresas a preservar seus dados confidencias em diferentes plataformas. Em um recente caso de sucesso, as ferramentas da NSFocus ajudaram a preservar a integridade da informação da reunião do G20 (grupo formado pelas 19 maiores economias do mundo, mais a União Europeia) na China. Foram mitigados quase 4 milhões de ataques, sendo quase dois mil DDoS que tinham a rede do G20 como alvo.

Mirando em médias e grandes empresas dos setores de Operadoras de Internet, Data Center, Financeiro, Governo, e-Commerce e grandes portais de Mídia, a NSFocus busca as vantagens do valor agregado da Arrow, como comenta André Tristao e Mello, vice-presidente da NSFocus para América Latina e Caribe, “a Arrow segue em grande expansão na região, com uma rede de canais cobrindo todo o território brasileiro. Eles possuem um forte programa de parceria, realmente agregando valor às nossas soluções, e vamos criar ações conjuntas para treinamentos e demonstração das soluções”.

A Arrow irá disponibilizar em seu espaço em São Paulo um show room das soluções na NSFocus para demonstrações para canais, clientes finais e parceiros, contando com treinamentos especializados e até mesmo Provas de Conceito.

“As revendas Arrow passam a ter mais uma opção para construir soluções de segurança ainda mais competitivas e de alto valor agregado com a NSFocus. Este é um dos principais argumentos do Programa de Canais Arrow Advantage, posicionar as revendas Arrow na liderança do mercado”, comenta Adilson Mulha, Diretor Comercial da Arrow.

“As soluções da NSFocus chegam para complementar nossa oferta de segurança, com ferramentas tecnologicamente maduras e com eficácia comprovada”, explica Ronaldo Miranda, vice-presidente para América Latina e gerente geral da Arrow ECS no Brasil.

“Ataques massivos podem derrubar servidores e abrir portas para outros tipos de crime, como vimos em casos recentes. A paralização pode causar prejuízos da ordem de milhões de dólares e por isso as empresas precisam integrar soluções de segurança em seus projetos de TI. Nossos canais podem ofertar um pacote completo, multi-fabricante, para proteger o cliente final do cibercrime”.

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Propz: sistema de inteligência artificial para o setor de varejo

Usar dados para prever o momento exato de uma compra ou qual o melhor produto para cada cliente e assim tornar a venda mais assertiva. Estabelecer o conceito de “predictable retail”: essa é a missão da Propz, startup que oferece um sistema de inteligência artificial e big data para o varejo físico. Por meio de uma tecnologia robusta e sistema próprio, a empresa consegue entregar para seus clientes uma segmentação analítica combinada com a personalização de ofertas em múltiplos canais, permitindo que lojas possam prever comportamentos e influenciar vendas para consumidores no momento de sua decisão de compra.

A empresa consegue analisar os hábitos de consumo do usuárioe assim prever quais são os produtos que serão adquiridos na próxima compra. Hoje, empresas como Cencosud, Banco Bradesco, Postos Ipiranga e RaiaDrogasil já utilizam a tecnologia da Propz para aprimorar a comunicação com seus clientes e aumentar a conversão em seus pontos de venda.

De acordo com a segunda edição da pesquisa O Papel do Varejo Na Economia Brasileira realizada pela SBVC (Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo), o setor nos últimos anos foi um dos mais importantes no país apresentando um crescimento consistente e que impulsionou o PIB brasileiro. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas) o consumo das famílias brasileiras em 2015 bateu a marca de R$ 2,8 tri.

“Queremos que nossos parceiros consigam identificar quais são as missões de compras mais frequentes de seus clientes. Desta forma, o papel do CRM é influenciar corretamente os momentos de decisão do consumidor e estabelecer a preferência pelo varejista com relevância de oferta e maior conveniência de canal, tornando toda estratégia de ativação assertiva com um propósito claro de direcionar os clientes para um padrão de comportamento mais fidelizado e rentável”, afirma Israel Nacaxe, COO e fundador da Propz.

Com suas soluções de inteligência artificial a Propz consegue aumentar diversos índices dos clientes e entrega resultados na “língua do varejo”. Atualmente, a startup proporciona um aumento de 10% no ticket médio e mais de 6% na frequência em lojas. Desde sua fundação, a startup já processou mais de 55 milhões de transações para o varejo em todo o país, e seus softwares já registram mais de R$ 14 bilhões em compras.

A empresa, sediada em Campinas e que conta com 30 funcionários, atua com base em três pilares fundamentais para o varejo: mais vendas, maior rentabilidade e aumento do engajamento do cliente. Tudo isso mesclando ações que integrem mobile, social e web e também dados on e off-line. Atualmente o sistema da Propz já monitora mais de 35 milhões de consumidores no país e já foram realizadas mais de 300 milhões de ofertas personalizadas.

“Vivemos uma era em que o volume de informações que chegam ao consumidor é imensa e sabemos que ninguém quer perder tempo com conteúdos que não sejam relevantes. Por isso acreditamos que a inteligência artificial aplicada ao varejo é de suma importância, pois somente com o auxílio de máquinas e decisões automatizadas as marcas alcançarão seus clientes de maneira personalizada e não invasiva. O futuro do varejo já começou e a Propz faz parte dele”, finaliza Nacaxe.

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Wooza anuncia investimento de R$ 17 milhões até 2018

A empresa de vendas digitais Wooza, que se chamava Celulardireto e mudou de nome no fim do mês de maio, anuncia um investimento de R$ 17 milhões entre o segundo semestre de 2017 e 2018. O aporte será dedicado, principalmente, a projetos estruturantes que garantirão a estratégia de diversificação de seus clientes e de suas áreas de atuação. Essa ampliação de negócios é o grande motivo da troca de nome e reposicionamento da marca.

Depois de revolucionar o mercado digital de venda de serviços de Telecom, movimentando R$ 28 milhões de receita em 2015, R$ 57 milhões em 2016, e com estimativa de chegar aos R$ 85 milhões em 2017 com a venda online incremental dos planos controle e pós pago, a companhia quer expandir seus negócios investindo ainda mais nas áreas de banda larga, TV por assinatura e serviços corporativos das cinco grandes empresas que operam no país – VIVO, TIM, NEXTEL, Oi e Claro, além de começar a gerar receita nos setores de seguros, planos de saúde e aluguel de carros.

Com crescimento de 100% nos últimos três anos, a empresa planeja crescer 49% em 2017. Com isso, a projeção de receita é de R$ 85 milhões para esse ano (em 2016 a receita foi de R$ 57 milhões).

“Nossa ideia é funcionar como uma engrenagem de vendas também para outros segmentos de mercado, da mesma forma que começamos a trabalhar com o de telecomunicações. A Wooza não é um software, é um conceito de venda com uma visão que não é de plataforma, mas sim, de integração digital com o parceiro em quatro frentes – atração, conversão, venda e fidelização. Podemos replicar nossas soluções digitais de forma customizada a diversos tipos de negócio”, destaca o CEO da Wooza, Claudio Adriani.

O novo processo de contratação de serviços desenvolvido pela Wooza permite a máxima conversão do fluxo de visitantes nos sites dos seus parceiros. A jornada de contratação atrai visitantes virtuais e otimiza as conversões, transformando visitantes em interessados e interessados em novos clientes, auxiliando, assim, seus parceiros na conexão entre demanda e oferta, acompanhando o consumidor até a entrega do serviço e, inclusive, indo buscá-lo quando necessário, caso ele não prossiga com a aquisição do serviço no meio do caminho.

A estratégia adotada pela Wooza permite um maior controle do processo de compra pela empresa parceira, além de municiar o cliente potencial com toda informação necessária para efetivação da compra. Trata-se de uma via de mão dupla: a companhia desenvolve a relação com o potencial comprador por meio de ofertas personalizadas e, ao mesmo tempo, incrementa a base de dados de suas empresas parceiras. A empresa utiliza data analytics e automação para promover uma experiência única aos usuários que navegam nas plataformas de seus parceiros.

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Unidas adota soluções de conectividade e mobilidade da Embratel

A Unidas, empresa especializada em locação de automóveis e gestão de frotas, acaba de contratar novos serviços da Embratel. A empresa está expandindo sua estrutura de Internet e otimizando o atendimento a clientes de todo o Brasil com soluções de telecomunicações, TI e mobilidade da Embratel. Com isso, reforça a comunicação dos seus escritórios e de todas as unidades instaladas nos aeroportos brasileiros, que são os locais com maior volume de aluguel de veículos.

“Estamos ampliando o contrato que tínhamos com a Embratel desde 2005, com novos serviços como links dedicados de banda larga, telefonia fixa e celular. Com isso, estaremos com a melhor infraestrutura para atender os nossos clientes em diferentes cidades e aeroportos do país. A novidade está alinhada com nossa estratégia de oferecer o melhor serviço do setor, com um atendimento primoroso e as tecnologias mais avançadas para dar comodidade e agilidade aos nossos clientes ”, Alexandre Bianco, Head de TI da Unidas. Segundo o executivo, a infraestrutura de telecomunicações é fundamental para o gerenciamento da frota de mais de 53 mil veículos.

“Nossas soluções convergentes estão melhorando a performance de empresas de todo o Brasil que buscam ganho de produtividade e otimização de custos”, diz Marcello Miguel, Diretor Executivo de Marketing e Negócios da Embratel.

A Unidas aumentou sua capacidade de Internet em 40% e contratou da Embratel links dedicados com garantia de velocidade. Para possibilitar a rápida troca de mensagens de sua equipe de campo, por meio de voz e de dados, contratou uma nova solução de telefonia celular corporativa. Com este serviço, os colaboradores poderão falar à vontade entre si e poderão ligar para os clientes, usando o código 21, da Embratel. Também poderão fazer chamadas de longa distância, nacional e internacional, com tarifas especiais.

“Com as soluções da Embratel, a Unidas terá à disposição uma tecnologia de ponta que irá agilizar o atendimento aos seus clientes, inclusive em locais com maior volume de negócios, como os aeroportos. Por meio das nossas ofertas, a Unidas contará com uma moderna infraestrutura para realizar o atendimento com excelência”, diz Adriana Coutinho Viali, Diretora Executiva da Embratel Claro Empresas SP.

Para unificar e melhorar a comunicação entre as unidades da cidade de São Paulo, a Unidas contratou a solução Vip Único Embratel. Com ela, os colaboradores poderão realizar chamadas locais e de longa distância, para telefonia fixa ou celular, com a excelência garantida pela conexão 100% digital via rede Embratel. Nesse pacote, a Embratel oferece tarifas mais competitivas, sem cobrança diferenciada por horário e sem assinatura mensal. Além disso, a gestão dos serviços pode ser feita por meio de fatura única, também disponível via Internet.

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Contribuinte beneficiado pela Lei de Informática derruba autuação fiscal de R$ 1,5 milhão

Com uma decisão proferida pela 4a. Vara da Fazenda Pública de São Paulo, um contribuinte beneficiado pela “Lei da Informática” conseguiu derrubar uma autuação fiscal de R$ 1,5 milhão. A Justiça entendeu que a empresa foi injustamente penalizada por alegada diferença na alíquota dos produtos que produz e comercializa, os quais estariam sujeitos à “Lei da Informática”, com alíquota de ICMS de 7% e não de 18%, como alegado pela Fazenda.

De acordo com Périsson Andrade, sócio-titular da Perisson Andrade Advogados, o Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT) é o responsável pela fiscalização da “Lei de Informática” e não o Fisco paulista. Assim, notas fiscais da fabricante de produtos e sistemas eletroeletrônicos foram submetidas à analise do MCT, que atestou que os produtos são passiveis de incentivo e que, ao tempo da emissão das notas, a empresa estava incentiva pela “Lei de Informática”. Em seguida foi concedida a tutela antecipada, suspendendo a exigibilidade do crédito tributário. “Este é um precedente importante e pode servir de base para empresas que estejam sendo autuadas pelo fisco paulista, sem o parecer do MCT”, destaca.

O advogado responsável pelo caso, Périsson Andrade, explica que com base na Lei de Informática, o Estado de São Paulo incluiu no regulamento do ICMS um dispositivo que possibilita o pagamento de uma alíquota reduzida de 7% nas operações internas com produtos de processamento eletrônicos e de dados que sejam fabricados por companhias que atendam à Lei Federal no. 8.248/91, e seus desdobramentos, e tenham direito ao desconto do IPI.

Importância

Esta decisão pode beneficiar empresas que vem sendo autuadas no âmbito da Lei de Informática pelo fisco paulista, que não tem competência para fiscalizar o cumprimento de uma lei federal. Como algumas vezes o Ministério da Ciência e Tecnologia demora para analisar as declarações anuais de prestação de contas das empresas que estão incentivadas pela Lei de Informática, o Fisco paulista acaba fazendo autuações com base nas suas próprias análises de notas fiscais. Ocorre que cabe ao Ministério da Ciência e Tecnologia fiscalizar o cumprimento da Lei de Informática, que é uma lei federal e pré-requisito para o desconto na lei paulista do ICMS.

O precedente também é interessante em um momento que o governo prepara mudanças no incentivo à informática. A Lei já está em vigor há 25 anos e há uma proposta de ampliar sua abrangência para estimular novas etapas de produção de maior valor agregado, bem como as áreas de software e desenvolvimento de aplicativos – a lei atual é fundamentalmente voltada à produção de equipamentos. Mas mesmo com todas alterações, a proposta deve manter o estímulo à fabricação e apoio ao desenvolvimento local de tecnologia.

“Decisões como esta, mostram que a lei de Informática cumpre o seu papel em assegurar o benefício fiscal à empresas que são beneficiadas pela Lei de Informática. Ainda que por meio da Justiça. Mantendo o estímulo à fabricação e apoio ao desenvolvimento local de tecnologia”, destaca Périsson Andrade.

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Startup Fullface é uma das vencedoras do Prêmio Ciab Fintech Day 2017

A startup brasileira de biometria facial FullFace foi uma das vencedoras do Prêmio Ciab Fintech Day 2017, promovido durante o CIAB Febraban, congresso referência na América Latina em tecnologia da informação para o setor financeiro, que este ano debateu as necessidades da nova geração de clientes que pensam de forma digital.

A empresa esteve entre os 21 finalistas da competição que contou com projetos de soluções de segurança com reconhecimento facial, plataformas para auto negociação de dívidas, atendimento digital humanizado, até formas para oferecer produtos e serviços financeiros para o microempreendedor desbancarizado.

Na ocasião, uma comissão julgadora analisou os projetos com base em critérios como experiência do cliente, audácia, inovação, simplicidade e escalabilidade. Depois das avaliações, apenas três fintechs foram selecionadas para se reunirem com representantes dos grandes bancos para estudarem possibilidades de negócios e parcerias.

“Nos sentimos muito honrados de sermos um dos vencedores desse prêmio, pois isso prova que a FullFace está no caminho certo para promover os benefícios da biometria facial para o setor bancário brasileiro”, comenta Danny Kabiljo, CEO da empresa.

Além disso, durante os três dias do Ciab FEBRABAN, a empresa marcou presença no espaço Fintech Lounge, onde teve a oportunidade de apresentar sua solução para os visitantes da feira. Grandes empresas como GOL Linhas Aéreas Inteligentes, Cubo, Serasa Experian, Itaú e Motorola já utilizam a solução da FullFace em seus negócios.

“Atualmente, o reconhecimento facial da maioria dos provedores é de apenas 86 pontos dos rostos das pessoas. Com tecnologia inovadora e algoritmo próprio, a solução da FullFace chega a 1024, garantindo maior precisão no reconhecimento biométrico individual com uma velocidade de processamento muito superior e baixo consumo de memória”, finaliza Kabiljo.

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