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SafetyPay aposta em ampliar formas de pagamento à vista online com confirmação em tempo real

Da esquerda para direita: Gustavo Ruiz, Donald W. Layden, Kai Schmitz, Kenneth Johnson, Luiz Antonio Sacco e Luis Sotillo.

Da esquerda para direita: Gustavo Ruiz, Donald W. Layden, Kai Schmitz, Kenneth Johnson, Luiz Antonio Sacco e Luis Sotillo.

O comércio eletrônico se consolida como uma das melhores alternativas do varejo físico para driblar a turbulência político-econômica brasileira. Ao oferecer produtos para a ampliação das formas de pagamento online, a SafetyPay – plataforma segura de pagamento à vista, contribui decisivamente para o crescimento dos negócios de seus clientes, pois atende a uma demanda reprimida de não bancarizados – (cerca de 55 milhões só no Brasil), assim como novos consumidores do mundo virtual sem cartão de crédito ou sem limite disponível. Com isso, a companhia tem expandido de forma agressiva no mercado brasileiro latino-americano.

Os números explicam por si. Em 2015, quando o país viu sua economia encolher 3,8%, o setor de comércio eletrônico remou contra a maré de incertezas, expandindo 8% frente a 2014, segundo dados da consultoria eBit. No mesmo ano, a SafetyPay registrou crescimento de 500% no mercado brasileiro e 80% no internacional.

Um dos grandes diferenciais da empresa é oferecer ao segmento de e-commerce a opção de receber à vista, pelas vendas realizadas na internet ou por telefone, via transferência bancária pelos mais de 100 bancos no mundo, ou em dinheiro, com pagamentos realizados em correspondentes bancários (como casas lotéricas, no caso do Brasil). Há ainda a opção de apps para companhias áreas como é o caso da Peruvian Airlines, por exemplo.

Com essas medidas, a companhia não apenas aumentou seu escopo de atuação, mas garantiu aos seus clientes a oferta de novas formas de pagamento, algo fundamental para atrair ao comércio eletrônico uma fatia do mercado totalmente inexplorada: a das pessoas que não possuem conta bancária – em torno de 40% da população no Brasil, de acordo com a Federação Brasileira de Bancos. A solução também atende aqueles consumidores que tem receio de compartilhar seus dados de cartão de crédito no comércio eletrônico.

As vantagens não param aí. “O grande diferencial de nossos sistemas em comparação a outras opções de pagamento à vista, como o boleto, é que nós efetivamente fazemos a confirmação da compra em tempo real logo que o pagamento é recebido. Isso permite ao vendedor reduzir os custos de gestão de inventário e oferecer maior conveniência e satisfação do consumidor”, diz Gustavo Ruiz Moya, CEO da SafetyPay.

Presença mundial

O sucesso que o Brasil está vendo agora é fruto de anos de trabalho da companhia em outros mercados globais. Atualmente, a SafetyPay marca presença em 19 países, muitos deles na América Latina. No entanto, o mesmo modelo de negócios é ajustado para cada mercado. “Cada país tem suas necessidades e características. Nós sempre reconhecemos as diferenças entre os países e trabalhamos com líderes locais para atender aos mercados de forma eficiente “, diz Donald Layden, investidor da companhia.

O entendimento das necessidades de cada mercado leva a empresa a desenvolver estratégias próprias de atuação. Para alcançar maior integração regional, a companhia busca se aproximar de lideranças locais: profissionais que já conhecem profundamente a realidade de cada mercado. No Brasil, este papel coube a Luiz Antonio Sacco, Diretor Presidente para Brasil, e agora com responsabilidade para América Latina.

O potencial de expansão do comércio eletrônico vem contribuindo com a criação de melhores perspectivas para as novas gerações. O e-commerce cresce muito mais rapidamente que a inclusão bancária. Os bancos ainda têm dificuldades para atrair para seu sistema 50% da população mundial que não tem conta bancária.

Para a empresa, as oportunidades de expansão são claras. “Em alguns países, o índice de uso de telefones celulares chega a ultrapassar o de contas bancárias”, afirma seu presidente. No Brasil, a Anatel estima que haja mais de 280 milhões de linhas ativas de celular (a população brasileira gira em torno de pouco mais de 200 milhões). Já o IBGE diz que os aparelhos se tornaram o principal meio de acesso à internet em 80,4% dos lares do país.

O executivo elenca algumas das vantagens do segmento para explicar seu forte crescimento. “Se você vive em uma cidade pequena, é muito comum que a única maneira de comprar determinados produtos seja via internet”, diz. “Todos que fazem compras online sabem que isso muda de certa forma a sua vida. O acesso ao comercio eletrônico lhe garante melhores preços, mais comodidade e permite a comparação de produtos de uma forma muito mais conveniente”.

Com a estrutura montada e os excelentes resultados, as projeções são mais do que otimistas para o futuro da companhia. “Os clientes viram as oportunidades de negócios potenciais com a adoção de nossa plataforma global, bem como pelas opções de pagamento online como o internet banking ou em dinheiro, mesmo diante das incertezas que estão acontecendo no mercado”, diz Layden.

Já o CEO Gustavo Ruiz, traça objetivos ainda mais ambiciosos. “Um de nossos objetivos é proporcionar oportunidade de acesso a todos que querem se tornar consumidores online”.

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O papel do gestor moderno na liderança da geração Y – Por Juliana Macedo*

view (2) *Por Juliana Macedo – gerente de Recursos Humanos e Comunicação Interna da Total Lubrificantes do Brasil

Nos últimos anos, o capital humano tem sido cada vez mais valorizado pelas organizações mundo afora. Este novo comportamento, no entanto, vem provocando mudanças bastante significativas na maneira como nos relacionamos no ambiente corporativo. O reflexo desta transformação é visto nos esforços das empresas em lidar com seus jovens talentos.

Embora o embate entre as diversas gerações seja constante e saudável, atualmente, muitos dos colaboradores pertencem à Geração Y. Nascidos a partir de 1980, esses indivíduos apresentam características que exigem atenção diferenciada de seus gestores.

Nem sempre sintonizados com a cultura das empresas desde o princípio, ávidos por uma ascensão acelerada na carreira e preparados para dizer o que pensam, esses profissionais chegam hoje ao mercado de trabalho com expectativas a curto prazo – algo que exige novas práticas dos RHs das empresas.

Antes de tudo, acredito que seja importante identificar o perfil desses jovens. Sempre conectados, eles são especialistas em lidar com a tecnologia e usar as mídias sociais para estreitar a vida profissional com a pessoal. Estão ainda em busca de atualização profissional constante e gostam de participar, opinar nas decisões – algo que pode ser benéfico em determinado ponto, já que se trata de um colaborador participativo. Por outro lado, pode também resultar em desconfortos naqueles momentos em que as resoluções hierárquicas são predominantes.

Por isso, penso que um dos caminhos do gestor da geração Y é desenvolver habilidade para estimular a criatividade desses colaboradores, além de conceder maior liberdade de trabalho, estipulando, no entanto, metas claras e objetivas – e de preferência, combinadas com o próprio funcionário. Isso porque esses jovens gostam de ser estimulados e desafiados.

Ao lidar com esta nova geração é preciso desenvolver uma comunicação interna eficiente e estritamente transparente. No dia a dia da companhia é necessário compartilhar ações, oferecer status das demandas, elaborar sugestões e pontuar ideias em equipe, sempre com a participação coletiva. É preciso que os líderes entendam que todos têm uma lição para nos passar e, por isso, devem estar sempre aptos a ouvir.

A maior valorização profissional proporciona às pessoas um sentimento de exclusividade e satisfação com a empresa que trabalha. Essa é uma busca constante da Geração Y. Isso faz com que eles vistam a camisa da companhia e façam tudo por ela. Talvez essa seja uma das principais mudanças culturais que estes jovens costumam trazer para a gestão moderna das organizações.

Neste sentido, o mercado de trabalho está se modificando para reter seus talentos. Os planos de carreias das empresas, com foco nos anseios desses profissionais e, também, na flexibilização dos horários de trabalho, são provas disso.

Juliana Macedo é gerente de Recursos Humanos e Comunicação Interna da Total Lubrificantes do Brasil – quarta maior companhia de petróleo e gás do mundo. Com 15 anos de experiência em Recursos Humanos, Processos Operacionais e Planejamento Estratégico, a executiva é formada em Administração de Empresas e pós-graduada em Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP).

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Expogestão 2016 reúne 6,5 mil participantes em busca de aprimoramento, informação qualificada e networking

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Com o objetivo de oferecer a executivos e empresários um conteúdo de qualidade e subsídios para o enfrentamento dos desafios diários em um ano de turbulências e de grande pressão, a Expogestão 2016 terminou nesta sexta-feira, dia 6 de maio, com o dever cumprido. Em três dias de eventos, cerca de 6,5 mil pessoas marcaram presença no Congresso, Workshops, Ambiente de Exposição e Relacionamento e outros eventos paralelos.

Para o presidente da Comissão Organizadora da Expogestão 2016, empresário Fernando Schneider, o evento foi um sucesso. “Estou extremamente eufórico com a realização desta edição. Mais uma vez fomos brindados com palestras marcantes, painéis brilhantes e muita inteligência e inovação. Foram três dias memoráveis, com um público qualificado e interessado em fazer a diferença”, diz.

Segundo Schneider, entre os pontos altos deste ano estava o time de palestrantes. “Todos foram muito acessíveis, no palco e fora dele, compartilhando seus conhecimentos, trocando ideias e complementando as informações das palestras.” O próximo passo? “Iniciaremos agora os trabalhos de organização e planejamento da próxima edição. Nos encontraremos em 2017, com certeza”, avisa.

De acordo com o presidente da Ópera Eventos, Alonso José Torres, as expectativas da organização foram alcançadas mais uma vez, com circulação de público além do esperado. “Imagino que o motivo tenha sido o redesenho e o novo formato geral do evento, com Ambiente de Exposição, Workshops, Congresso e encontros paralelos integrados, permitindo que as pessoas trouxessem seus clientes para eventos reservados. Tudo isso nos garantiu uma excelente circulação do nosso público alvo”, comenta.

“Tivemos congressistas de mais de 150 municípios, um número também muito expressivo, considerando-se o cenário de restrições orçamentárias nas empresas. Outra grande satisfação é o feedback positivo que recebemos sobre os conteúdos e o nosso compromisso com uma programação adaptada à realidade e aos interesses do público. Estamos felizes e orgulhosos de termos cumprido nossa missão”, continua Alonso.

Com visitantes de 157 municípios de sete Estados, o Congresso totalizou 1,8 mil inscrições, que permitiram a 2,4 mil pessoas acompanharem as palestras graças ao benefício da transferência de titularidade da credencial. Neste ano, 16 palestrantes – dois dos quais internacionais – trouxeram ao palco do evento temas como inovação, gestão, economia e negócios, comportamento, design, administração de alto impacto, internet industrial e negociação.

Assim como o Congresso, os cerca de 50 Workshops abordaram temas variados e movimentaram o evento, com cerca de 1,6 mil participações. Além do novo Ambiente de Exposição e Relacionamento, outra novidade deste ano foi o serviço de gastronomia. Durante o evento, um restaurante foi montado no Complexo Expoville para atender com mais conforto e praticidade os congressistas.

Além das programações que envolveram Congresso, Ambiente de Exposição e Workshops, outros eventos paralelos foram realizados durante a Expogestão 2016, promovidos pela Facisc, Sebrae e outros patrocinadores e apoiadores.

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Algar Telecom tem lucro de R$ 30,1 milhões no primeiro trimestre de 2016

Mantendo sua estratégia para obter mais eficiência operacional, a Algar Telecom encerrou o primeiro trimestre deste ano com R$ 30,1 milhões de lucro líquido, frente aos R$ 29,2 milhões registrados no 1T15. A margem sobre a receita operacional líquida se manteve estável em 5%. A evolução do lucro líquido, mesmo frente ao maior nível de despesas financeiras líquidas, é decorrente do maior resultado operacional (EBIT) no período.

O EBITDA cresceu 15,7% em relação ao registrado no mesmo período do ano anterior, chegando a R$ 165,3 milhões. A margem EBITDA consolidada evoluiu 2 p.p. O crescimento consolidado da receita líquida foi de 5,5%, alcançando R$ 606,7 milhões.

“Temos três grandes metas no negócio de Telecom: manutenção e proteção da base de clientes do segmento varejo, expansão do segmento corporativo e a melhoria da eficiência operacional. Os bons resultados comprovam que temos gerado valor para a sociedade por meio de crescimento, lucratividade, satisfação de clientes e de nossos associados”, afirma o presidente da Algar Telecom, Jean Carlos Borges.

Destaques do 1T 2016

Crescimento de 58,3% nos acessos de ultra banda larga (acima de 10MB);
Evolução de 17,7% nas receitas de Telecom do segmento corporativo;
EBITDA consolidado cresce 15,7%, alcança R$ 165,3 milhões e margem sobe 2p.p.

Desempenho econômico financeiro

– Receita bruta consolidada: aumento de 5,7% em relação ao 1T15, somando R$ 787,1 milhões.

– Negócio Telecom: registrou R$ 575,2 milhões de receita bruta, acréscimo de 9,0% ao montante auferido no 1T15. Os maiores destaques do período foram aumento de 17,7% (R$ 28,8 milhões) nas receitas de serviços de dados para o mercado corporativo e de 12,6% (R$ 12,0 milhões) nas receitas de voz e dados móveis.

– Soluções integradas de TIC e BPO: a receita bruta consolidada do negócio Soluções integradas de TIC e BPO atingiu R$ 211,9 milhões, uma redução de 2,2% em relação ao 1T15. Essa queda não se evidencia no desempenho da receita liquida, que cresceu 1% (R$ 1,9 milhão) no comparativo com o 1T15, resultado de um trabalho focado de governança e eficiência tributária. Ao final do 1T16 as receitas de TI representavam 52% da receita total desse negócio.
– Receita líquida consolidada: totalizou R$ 606,7 milhões – evolução de 5,5% em relação ao 1T15.

– Lucro líquido: encerrou o primeiro trimestre com R$ 30,1 milhões de lucro líquido, frente aos R$ 29,2 milhões registrados no 1T15. A margem sobre a receita operacional líquida se manteve estável em 5%. A evolução do lucro líquido, mesmo frente ao maior nível de despesas financeiras líquidas, é decorrente do maior resultado operacional (EBIT) no período.

– EBITDA consolidado de R$ 165,3 milhões no 1T16, um aumento de 15,7% em relação ao ano anterior que registrou R$ 142,8 milhões. A margem EBITDA consolidada evoluiu 2 p.p., saindo de 25% para 27%.

– EBITDA do negócio Telecom atingiu R$ 150,5 milhões no 1T16, uma expansão de 17,1% sobre o 1T15. A margem, por sua vez, passou de 33% para 36%, um crescimento de 3 p.p.

– O negócio Soluções Integradas de TIC e BPO encerrou o primeiro trimestre de 2016 com R$ 14,8 milhões de EBITDA, 3,7% superior ao contabilizado no mesmo período do ano passado. A margem permaneceu estável em 7%.

– Investimentos: no 1T16 foram investidos R$ 80,2 milhões, ante R$ 85,2 milhões no mesmo período do ano anterior. Do total, 57% foi direcionado à expansão das redes – com destaque à infraestrutura necessária à oferta de serviços de dados ao mercado corporativo e a modernização e ampliação das redes de banda larga, levando fibra óptica até as residências em substituição à rede metálica; 5% para o crescimento dos serviços de soluções integradas de TIC e BPO e 38% para garantir a manutenção e a qualidade das operações.

Desempenho operacional

– Telecom: Ao final do 1T16, a Algar Telecom apresentava mais de 3,4 milhões de unidades geradoras de receita (UGRs) em seu negócio Telecom, uma adição líquida de 271 mil em relação ao mesmo período do ano anterior. O crescimento de 8,6%.

– Telefonia fixa: alcançou 1,522 milhão de linhas fixas, superando em 12,6% o número registrado no 1T15. Esse desempenho é reflexo, principalmente, do aumento das vendas ao segmento corporativo.

– Telefonia móvel: os acessos móveis evoluíram 6% no comparativo com o 1T15 e registrou 1.277 mil clientes no 1T16. O número de clientes pré-pagos aumentou 3,5%, passando de 917 mil no 1T15 para 948 mil no primeiro trimestre deste ano, estimulados pelo plano com pacote de dados de 50MB. Os pós-pagos, por sua vez, cresceram 14,1% no período e alcançaram 329 mil. A receita média por usuário (ARPU) de janeiro a março deste ano foi de R$ 21,32.

– Banda larga: no 1T16 o número de acessos de banda larga fixa evoluiu 10,5%, atingindo 438 mil. Este crescimento é resultado dos constantes investimentos da companhia na expansão e modernização da rede. Ao final do trimestre, a empresa somou cerca de 152 mil clientes com planos de ultra banda larga (velocidade acima de 10Mbps), o que representa 35% da base total de banda larga fixa. A banda larga móvel, por sua vez, permaneceu praticamente estável, totalizando 104 mil acessos no período. No consolidado, o número de acessos cresceu 8,4% em relação ao 1T15 e encerrou o trimestre com 542 mil.

– TV por assinatura: encerrou o 1T16 com um decréscimo de 11,6% se comparado ao mesmo período do ano passado. Esse resultado é decorrente de um maior foca da companhia em ofertar com maior ticket médio.

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Estudo da Capgemini mostra que empresas mudaram o foco da análise de dados

Um novo relatório conduzido pelo Instituto de Transformação Digital da Capgemini revela como a busca por vantagem competitiva fez com que as empresas transferissem o foco de suas atividades de análise de dados dos processos voltados aos clientes para as operações de back office nos últimos três anos. Mais de 2/3 (70%) delas agora colocam mais ênfase na análise dos seus dados operacionais do que na do consumidor. No entanto, implantações mais amplas permanecem limitadas, e o sucesso, mais ainda: apenas 18% conseguiram implementar a análise de dados em todas as suas operações e conquistar os objetivos desejados.

“As empresas estão se voltando à análise de dados operacionais, pois ela pode aumentar a eficiência e o desempenho do back office e melhorar a experiência dos clientes na linha de frente (front office)”. comenta a diretora de Big Data da divisão global de Insights & Data da Capgemini na Europa, Anne-Laure Thieullent. “Mas apesar do foco, existem fatores que limitam o sucesso desses projetos, mais especificamente conjuntos de dados isolados, modelos de governança frágeis, incapacidade de controlar as fontes de dados de terceiros e ausência de um comando sólido das equipes de liderança”.

A pesquisa “Going Big: Why Organizations Need to Focus on Operations Analytics” (“Pensando grande: Por que as empresas precisam priorizar a análise de dados operacionais”, em tradução livre), do Instituto de Transformação Digital da Capgemini, mapeou as empresas com base no quanto suas atividades de análise de dados estão integradas aos seus principais processos operacionais e no índice de sucesso dessas iniciativas, identificando quatro estágios de maturidade:

· Game changers (Empresas revolucionárias) – 18% – Essas empresas já integraram a maior parte de suas atividades de análise de dados em seus processos de negócio e conquistaram os benefícios almejados.

· Optimizers (Otimizadoras) – 21% – Empresas que conquistaram benefícios iniciais com suas atividades análise de dados em algumas áreas dentro das suas operações, mas ainda não conseguiram implantar iniciativas mais complexas.

· Strugglers (Esforçadas) – 20% – Essas empresas integraram a análise de dados à maioria de seus processos de negócio, mas ainda não obtiveram benefícios.

· Laggards (Retardatárias) – 41% – Empresas que estão introduzindo iniciativas de análise de dados em suas operações. A maioria delas já implementou provas de conceito, mas ainda não colheu benefícios.

O Instituto de Transformação Digital da Capgemini aplicou os quatro estágios de maturidade da análise de dados operacionais para calcular a abrangência geográfica da adoção e o índice de sucesso no mundo inteiro.

As empresas dos Estados Unidos não são somente as mais avançadas; elas também são as mais bem sucedidas: 50% já conquistaram os benefícios da análise de dados operacionais, se compradas a apenas 23% das empresas chinesas, apesar de a China demonstrar um alto nível de implementação. Um fator que contribuiu muito para o sucesso das empresas americanas foi o seu foco no estabelecimento de processos eficientes voltados aos dados e à governança. Entre essas empresas, 47% tornaram a análise de dados uma parte integrante do seu processo de tomada de decisão, contra apenas 28% das empresas europeias. A prevalência das empresas americanas coincide com o recente renascimento da manufatura nos Estados Unidos e deve aumentar a competitividade dos fabricantes americanos nos próximos anos.

As empresas europeias estão ficando para trás em relação às suas colegas norte-americanas. As empresas alemãs, por exemplo, deixam a desejar não somente em relação ao Estados Unidos, mas também ao Reino Unido e aos países nórdicos. Isso é surpreendente, considerando-se a iniciativa Industry 4.0 da Alemanha. A pesquisa indica que não se trata apenas de uma questão operacional – as empresas alemãs apresentam menor tendência a manter conjuntos de dados integrados e o uso de fontes de dados externas – mas é também uma questão de liderança. No Reino Unido, as iniciativas voltadas à análise de dados operacionais têm sido lideradas pelos executivos do alto escalão em aproximadamente 41% das empresas. Nos Estados Unidos, o percentual é de 33%. Em comparação, na Alemanha, apenas 14% das iniciativas foram encabeçadas pelos principais executivos.

Com uma análise mais detalhada dos quatro estágios da análise de dados operacionais, o Instituto de Transformação Digital da Capgemini identificou os quatro principais atributos organizacionais que mantêm o grupo de ‘Empresas Revolucionárias’ à frente das demais:

· Abordagem integrada para lidar com os dados: As líderes na análise de dados operacionais estão integrando os conjuntos de dados de toda a empresa para obter uma visão integrada de suas operações. 43% das Empresas Revolucionárias já integraram totalmente seus conjuntos de dados contra apenas 11% das Retardatárias.

· Uso de uma grande variedade de dados: As empresas bem sucedidas melhoram a qualidade e o escopo de seus dados operacionais com o uso de dados externos e não estruturados – 59% das Empresas Revolucionárias o fazem e 27% das Retardatárias. Da mesma maneira, 48% das Empresas Revolucionárias usam dados externos para melhorar a qualidade das informações e 23% das Retardatárias.

· Análise de dados como um componente essencial do processo de tomada de decisão: Em relação às operações, isso foi mencionado por 58% das Empresas Revolucionárias e 28% das Retardatárias.

“Um número maior de elementos da cadeia de demanda, do chão de fábrica aos produtos vendidos aos clientes, estão se tornando conectados e produzindo dados. A computação cognitiva está ajudando as empresas a entenderem todos esses dados, enquanto o aprendizado de máquina e a inteligência artificial estão possibilitando cada vez mais a tomada de decisões complexas e a otimização operacional. Poucas empresas estão preparadas para tirar proveito desses avanços tecnológicos; as que não estão, precisam descobrir como alcançar as outras ou terão sua competitividade reduzida”, diz o diretor do Instituto de Transformação Digital da Capgemini, Jerome Buvat.

Os resultados do estudo “Going Big: Why Organizations Need to Focus on Operations Analytics“ foram obtidos a partir de uma pesquisa com 600 executivos da área de operações, todos eles envolvidos na execução ou gestão de iniciativas voltadas à análise de dados operacionais em suas empresas. Uma segunda fase envolveu entrevistas qualitativas com executivos à frente das operações ou da implementação da análise de dados operacionais em suas organizações.

A amostra foi dividida igualmente entre cinco setores – bens de consumo, automotivo, ciências da vida e farmacêutico, manufatura e produção de energia elétrica. Participaram do estudo empresas com sede na Alemanha, China, Estados Unidos, França, Países Baixos, Países Nórdicos e Reino Unido. Os executivos entrevistados pelo Instituto de Transformação Digital da Capgemini representam organizações com faturamento acima de US$ 1 bilhão.

O Instituto de Transformação Digital é o órgão interno da Capgemini Consulting especializado em tudo que é digital. O Instituto publica pesquisas acerca do impacto das tecnologias digitais em empresas tradicionais de grande porte. A equipe abrange a rede mundial de especialistas da Capgemini e trabalha com parceiros do mundo acadêmico e tecnológico. O Instituto possui centros de pesquisa dedicados na Índia e no Reino Unido.

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Convergência vai melhorar a transparência no setor público, afirma representante da Ifac

A contabilidade pública brasileira é regida pela Lei 4.320/1964. A legislação, muito baseada nos aspectos orçamentários, não acompanhou as transformações vividas pela contabilidade no Brasil e no mundo. O Conselho Federal de Contabilidade (CFC), responsável pela normatização contábil no País, tem 11 normas para o setor que foram criadas inspiradas nas regras internacionais. Agora a entidade está trabalhando em sua convergência e na edição convergida das demais regras internacionais existentes. Até o fim do ano serão publicadas as cinco primeiras e a estrutura conceitual.

As International Public Sector Accounting Standards (Ipsas) são normas emitidas pela Federação Internacional de Contadores (Ifac, na sigla em inglês) e têm o objetivo de orientar a elaboração das demonstrações contábeis de governos e outros entes públicos em todo o mundo. A adoção das Ipsas é um compromisso assumido pelos países membros da Ifac, pois elas buscam melhorar a qualidade, a consistência e a transparências das finanças do setor público em todo o mundo.

“O processo de convergência é muito peculiar para cada país. Há países que convergem integralmente; outros apenas adotam parcialmente as normas internacionais. Há países em que esferas distintas do setor público fazem a convergência em momentos diferentes. O Brasil convergirá todas as regras de maneira escalonada, publicando 5 este ano, 13 até 2018 e completando o processo em 2021 em todos os níveis da Federação”, afirma o presidente do Ipsasb, Board da Ifac que trata das Ipsas, Ian Carruthers.

Para fazer a convergência, o CFC mantém um grupo formado por representantes da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), do Tribunal de Contas da União (TCU), dos Tribunais de Contas Estaduais e da academia, coordenados pelo vice-presidente técnico do conselho, Zulmir Breda. “Já fizemos a convergência das normas aplicadas ao setor privado, das aplicadas à auditoria e o Código de Ética da Profissão. Agora o CFC elegeu a convergência das normas aplicadas ao setor público como uma das suas prioridades para os próximos anos”, diz Breda.

O grupo pretende apresentar a estrutura conceitual e quatro novas normas ainda este ano. As primeiras tratarão de variações patrimoniais com e sem contraprestação, provisões, passivos contingentes e ativos contingentes, estoques e concessões de serviços públicos. Segundo o representante do Brasil no Ipsasb, Leonardo Nascimento, essas primeiras regras já produzirão alterações profundas na contabilidade dos entes federativos e contribuirão para a transparência das contas públicas. “Com a convergência teremos um regramento mais sólido. As normas que temos hoje não desciam ao detalhe, como ocorre nas regras internacionais existentes. Elas agregam uma gama de informações patrimoniais em que você pode constatar mais facilmente a realidade das contas públicas”, afirma Nascimento.

Para Carruthers, a transparência é um dos resultados do processo de convergência. “A convergência vai melhorar a transparência das finanças públicas no Brasil. Isso vai permitir que as agências de risco e os mercados tenham uma visão mais consistente sobre as finanças da federação brasileira, com impactos na classificação de créditos”, afirma. Carruthers ressalta que a relevância do Brasil para a América Latina e para o G20 faz com que o processo de convergência do País seja muito importante para a Ifac e para o Ipsasb. “A convergência brasileira reforça a campanha “Accountability.Now”, que pretende melhorar a governança, transparência e contabilidade global”, afirma.

Os avanços e desafios da contabilidade aplicada ao setor público em padrões internacionais será tema de palestra do 20.º Congresso Brasileiro de Contabilidade (CBC).O 20.º CBC ocorre entre os dias 11 e 14 de setembro, no Centro de Eventos Ceará, em Fortaleza. A programação completa está disponível no site do evento (cbc.cfc.org.br), onde também podem ser feitas as inscrições.

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Vendas digitais do Magazine Luiza crescem 2 800% acima do mercado no primeiro trimestre

O Magazine Luiza, uma das maiores redes de varejo de móveis e eletroeletrônicos do país, surpreendeu o mercado ao anunciar uma série de resultados financeiros positivos, relativos ao primeiro trimestre de 2016. Apesar do quadro econômico recessivo, as vendas brutas cresceram 3%, atingindo 2,7 bilhões de reais e o lucro foi de 5,8 milhões de reais.

Foco da estratégia da empresa para os próximos cinco anos, as vendas digitais foram o grande destaque do trimestre. O faturamento do e-commerce do Magazine Luiza – site e no aplicativo – aumentou 27,8%, o maior ritmo de crescimento dos últimos cinco trimestres. Com uma operação lucrativa, o e-commerce já representa 22,4% do faturamento total do Magazine Luiza. Com o bom desempenho, os canais digitais contribuíram para a estabilização das vendas, quando comparadas as mesmas lojas, nos primeiros três meses de 2015. “Vários de nossos indicadores operacionais no e-commerce melhoraram significativamente”, diz Eduardo Galanternick, diretor-executivo de e-commerce do Magazine Luiza. “Graças a nosso sistema de recomendação, acertamos mais a oferta de produtos com base no perfil de cada cliente. Também melhoramos a gama de produtos oferecidos e as variáveis comerciais, como frete, preço e condições de pagamento.”

O aplicativo de vendas para smartphone — desenvolvido no Luizalabs, o laboratório de desenvolvimento e inovação da companhia, e lançado no final do ano passado — superou os 2 milhões de downloads e vem ajudando a aumentar o índice de conversão de vendas nos meios eletrônicos.

Os investimentos em tecnologia cresceram 26% em relação ao primeiro trimestre de 2015. Entre janeiro e março deste ano, foram aportados 11,2 milhões de reais. Ao mesmo tempo em que aposta no site e nas vendas via aplicativo, o Magazine Luiza vem digitalizando suas lojas convencionais. No final do primeiro trimestre deste ano, os vendedores de 183 dos 671 pontos de venda físicos da rede estavam integrados ao projeto Mobile Vendas. Treinados e equipados com smartphones, esses profissionais reduzem o tempo médio de venda de 40 minutos para 5 minutos, aumentando a produtividade da operação e melhorando a experiência dos clientes.

Luiza Labs

Vital para o desenvolvimento do comércio eletrônico do Magazine Luiza, o Luizalabs, laboratório de inovação da empresa, está em expansão. Hoje, são cerca de 100 engenheiros dedicados à criação de novas plataformas e ao aperfeiçoamento das existentes.

O Luiza Labs é uma célula que funciona paralelamente à equipe de TI da empresa. O time de inovação é responsável por soluções como o Magazine Você (lojas criadas por pessoas físicas nas redes sociais), Quero de Casamento (lista digital de presentes) e criou o novo aplicativo de vendas da empresa – considerado um dos mais inovadores do mercado.

Trimestre de lucro

Graças à combinação da estratégia de digitalização e operação em múltiplos canais com uma gestão de curto prazo pautada pelo controle das despesas, a empresa registrou aumento de participação de mercado, de receitas e de lucro líquido em um momento particularmente difícil para o varejo brasileiro. De janeiro a março de 2016, a receita bruta do Magazine Luiza aumentou 2,6%, atingindo 2,7 bilhões de reais.

O lucro líquido cresceu 84,2% e o Ebtida (lucro antes de juros, impostos, despesas financeiras, amortizações e depreciações) foi de 144,1 milhões de reais, uma evolução de 13,1% quando comparado ao resultado obtido no primeiro trimestre de 2015. Segundo dados da pesquisa mensal do comércio publicada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da consultoria GFK, em janeiro e fevereiro, a empresa ganhou participação de mercado em todas as principais categorias de produtos.

Mais vendas, com mais eficiência

Para enfrentar um dos períodos econômicos mais difíceis da história recente do país, o Magazine Luiza vem trabalhando, ao mesmo tempo, nas frentes de redução de custos e de aumento das vendas. Um projeto realizado com a consultoria de estratégia McKinsey mapeou as oportunidades de ganhos de participação de mercado por loja, por região e por categoria de produto.

O controle dos custos passou a ser feito com base no Orçamento Base Zero (OBZ) e na Gestão Matricial de Despesas (GMD), implantados com o apoio da consultoria Galeazzi& Associados. Mudanças na estratégia de marketing – com a não renovação de pacotes de mídia nacionais e a adoção de campanhas digitais e regionais – e a negociação de contratos com fornecedores também contribuíram para a redução dos custos. No primeiro trimestre de 2016, as despesas gerais e administrativas do Magazine Luiza caíram 4,3%, em termos nominais. Esse resultado foi atingido apesar do recente aumento de encargos sobre a folha de pagamentos.

Os estoques do Magazine Luiza, ao final do primeiro trimestre deste ano, eram 109,3 milhões de reais menores que os registrados em março de 2015. O saldo com os fornecedores também evoluiu, passando para 154,9 milhões de reais. O avanço destes indicadores contribuiu significativamente para a melhoria do capital de giro.

Caixa maior, dívida menor

Em março deste ano, a dívida líquida ajustada do Magazine Luiza era de 858,7 milhões de reais – uma redução de 191,4 milhões de reais, quando comparada ao mesmo mês de 2015. Assim, a relação dívida líquida ajustada dividida pelo EBITDA ajustado ficou em 1,6 vez. No mesmo período, o caixa da companhia aumentou em 68,8 milhões de reais, passando para 721,3 milhões de reais.

Luizacred

A estratégia da Luizacred, associação entre o Magazine Luiza e o Itaú Unibanco, é tornar a base de clientes da operação de varejo cada vez mais fiel por meio da utilização do Cartão Luiza. No primeiro trimestre de 2016, o faturamento do Cartão Luiza cresceu 5,2% nas lojas do Magazine Luiza e 9,4% fora da rede. No mesmo período, a financeira Luizacred lucrou 26,2 milhões de reais.

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Segurança em IoT: alarmismo ou necessidade?

Venturus_MarceloAbreu

Por Marcelo Abreu, diretor de novos negócios do Venturus

A IoT é uma tendência que veio para ficar, mas ao mesmo tempo sua inserção na agenda de TI da indústria abre portas para uma série de riscos de segurança que ainda não estão no radar dessas empresas. Esses riscos se referem tanto aos próprios dispositivos, como as plataformas, redes e sistemas de operação com os quais estão conectados. O device conectado pode ser usado como um canal para ingresso à rede e assim iniciar um ataque massivo.

Esse tipo de ataque já está ocorrendo, e não é história de ficção – carros conectados já tiveram devices hackeados. Imagina o susto de ter o sistema de seu carro invadido? Isso sem falar no risco óbvio de um acidente. A preocupação é real e não é conversa de bar nem alarmismo, a internet das coisas e suas “coisas” são grandes portas de entrada para os hackers.

Segundo pesquisa do Gartner até 2020, mais de 50% das grandes implementações de TI necessitarão de serviços de segurança em nuvem para funcionar com riscos aceitáveis. As previsões não são otimistas, até 2020 mais de 25% dos ataques identificados em corporações irão envolver IoT, por outro lado, não se espera que as empresas se empenhem muito, apenas 10% do orçamento de segurança de TI serão direcionados à internet das coisas. O mesmo estudo aponta que a proteção de dados, descoberta, autenticação e provisionamento serão responsáveis por 50% dos gastos em segurança em IoT até 2020.

Com pelo menos, 25 bilhões de “coisas” conectadas até 2020, era de se esperar que o assunto merecesse mais atenção das empresas, mas ainda há uma briga entre tecnologia de operação e tecnologia da informação, resultando em soluções fracionadas para IoT. As soluções para o problema passam por operações conjuntas entre empresas tradicionalmente da TI e as companhias que fornecerão os equipamentos conectados. Exemplo: Google e seu Android e a Ford e seus carros conectados. A tendência é que ataques via IoT começarão a ser feitos “sob medida” para verticais industriais, o que impele as empresas a criar soluções de segurança padronizadas e ao mesmo tempo sincronizadas com os riscos de cada indústria.

A questão é que nem os próprios usuários se preocupam com a segurança das suas senhas de seus devices e equipamentos conectados. Um sistema de segurança eficiente, com criptografia, autenticação, e proteção dos dados, em uma casa conectada, não seria suficiente para barrar um ataque de hackers se o dono da casa não mudar a senha default ou usar a mesma para todos seus dispositivos, e-mails e redes sociais. As empresas ainda têm outros desafios a enfrentar como, por exemplo, a duração da bateria dos dispositivos: um sistema de segurança mais avançado em um dispositivo conectado significa mais processamento que é igual a maior consumo de bateria.

Uma outra questão que tira o sono de quem pensa em segurança para IoT é a falta de padronização. Não existe uma padronização em arquitetura e segurança, entre os grandes sistemas operacionais de devices conectados, principalmente Android e iOS – o primeiro já rodando em milhões de dispositivos. O mercado tem poder para isso, a exemplo do padrão europeu de telefonia criado na Europa, o GSM. Porém, embora as grandes empresas de tecnologia já invistam em avançados sistemas de segurança, as iniciativas ainda não são integradas. No Brasil, já trabalhamos junto à Anatel e à Abinee para os testes de protocolo IPv6 para dispositivos mobile, os próximos passos devem evoluir para dispositivos IoT, bem como sua segurança.

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SAP e Apple se aliam para revolucionar o ambiente de trabalho móvel

A SAP e a Apple anunciam uma parceria para revolucionar o trabalho móvel de clientes corporativos de todos os portes. A novidade combina poderosas aplicações nativas para iPhone® e iPad® com os recursos de última geração da plataforma de processamento de dados em tempo real SAP HANA. O esforço conjunto também vai oferecer um novo kit de desenvolvimento de software (SDK) para iOS e uma academia de treinamento para que desenvolvedores, parceiros e clientes possam criar facilmente apps iOS sob medida para suas demandas de negócio.

“Essa parceria vai transformar o modo como iPhone e iPad são usados nas empresas, reunindo a inovação e a segurança do iOS com a grande experiência da SAP em software para o mundo dos negócios”, afirma Tim Cook, CEO da Apple. “Como líder em software empresarial e com 76% das transações de negócios passando por seus sistemas, a SAP é o parceiro ideal para nos ajudar a transformar verdadeiramente a maneira como empresas ao redor do mundo usam iPhone e iPad. Por meio do novo SDK, vamos brindar a SAP com mais de 2,5 milhões de desenvolvedores para criar aplicações nativas poderosas que vão explorar totalmente a SAP HANA Cloud Platform e os incríveis recursos que somente os dispositivos iOS podem oferecer.”

“Estamos orgulhosos por poder levar essa parceria especial entre Apple e SAP para um novo patamar de inovação”, diz Bill McDermott, CEO da SAP. “Ao dar às pessoas uma experiência de negócios ágil e intuitiva, podemos capacitá-las para saber e fazer mais. Combinando os poderosos recursos da SAP HANA Cloud Platform e SAP S/4HANA com o iOS, a mais segura plataforma móvel para empresas, vamos ajudar a apresentar dados em tempo real, onde e quando as pessoas escolham trabalhar. Apple e SAP compartilham do compromisso de moldar o futuro, ajudando o mundo a funcionar melhor e elevando a qualidade de vida das pessoas.”

Como parte da parceria, a SAP vai desenvolver aplicações iOS nativas para operações críticas de negócios. Essas apps para iPhone e iPad serão desenvolvidas com Swift, a moderna, interativa e segura linguagem de programação da Apple, e vão oferecer uma experiência familiar para os usuários com base na linguagem de design SAP Fiori para iOS. Profissionais em várias indústrias poderão acessar dados e processos de negócios críticos que necessitam para tomar decisões e agir corretamente a partir de seus iPhones ou iPads e usando aplicações desenvolvidas para, por exemplo, permitir que um profissional de manutenção em campo encomende peças ou agende serviços, ou que um médico compartilhe os dados mais recentes de seus pacientes com outros profissionais de saúde.

As empresas planejam oferecer um novo SDK SAP HANA Cloud Platform exclusivamente para iOS que vai garantir a empresas, designers e desenvolvedores as ferramentas necessárias para criar suas próprias apps iOS para iPhone e iPad de forma rápida e eficiente, com base na SAP HANA Cloud Platform, a plataforma aberta como serviço da SAP. Essas aplicações nativas darão acesso aos principais dados e processos de negócio instalados sobre SAP S/4HANA e vão explorar ao máximo as funcionalidades do iPhone e iPad, tais como Touch ID®, serviços de localização e notificações.

Uma nova linguagem de design para iOS vai elevar a premiada experiência para usuários SAP Fiori a um novo patamar, combinando-a com a experiência para consumidores iOS de forma a atender às necessidades dos usuários corporativos e permitir aos desenvolvedores criar a próxima geração de aplicativos. Para ajudar a comunidade global de desenvolvedores da SAP com mais de 2,5 milhões de membros a explorar ao máximo o novo SDK e os inovadores hardware e software da Apple, uma nova Academia SAP para iOS oferecerá ferramentas e treinamento. Os novos SDK, linguagem de design e academia estarão disponíveis antes do final do ano.

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A crise chegou para as corretoras de valores?

O Brasil vive um momento de instabilidade: possibilidade de impeachment, crise econômica, política e muita insegurança por parte dos investidores. Nada disso é novidade, mas, será que todos esses fatores podem atingir as corretoras de valores mobiliários? Entenda mais sobre o assunto e veja como identificar quais são as melhores corretoras de valores.

A crise e os seus impactos

A Bovespa fechou o ano de 2015 com uma queda de 41,9%, dado que ilustra a situação do atual cenário econômico. Duas corretoras encerraram suas atividades nos últimos meses, seja por problemas legais ou pelos resultados negativos que vinham apresentando nos últimos períodos.

Mas, dentro de um cenário de adversidade sempre existem as empresas que enxergam oportunidades para crescer. Aquelas que conseguiram desenvolver um modelo de negócio focado no cliente obtiveram resultados positivos no mesmo período.

Ao perceber a tendência de mercado, algumas corretoras passaram a oferecer uma gama maior de produtos financeiros e fecharam o ano passado com lucros. Um bom exemplo é a XP Investimentos, que conta com a maior plataforma de produtos financeiros da América Latina e mais de 100 mil clientes ativos.

Foco nos clientes

O papel de uma corretora é, basicamente, gerar uma interface tecnológica e de assessoria financeira entre os investidores e a Bolsa de Valores. Seus lucros são provenientes de taxas que os clientes pagam para executar operações no mercado, desde a compra e venda de ações até a manutenção da conta.

O foco no cliente permeia todos esses pontos. É preciso que as instituições tenham uma equipe de assessores capacitada para ajudar a determinar a melhor estratégia para cada pessoa, uma infraestrutura à prova de falhas e também que ela pratique taxas justas que não sobrecarregam seus clientes.

Mas, e como escolher a melhor corretora?

Essa resposta varia de acordo com a estratégia de investimento de cada um. Existem mais de 50 corretoras no Brasil, cada uma com sua plataforma de produtos, infraestrutura e política de atendimento. Mas, independentemente disso, antes de abrir uma conta é fundamental que o investidor observe alguns dados importantes.

Informações referentes ao volume sob custódia e número de clientes demonstram a estabilidade e credibilidade da instituição, diminuindo consideravelmente as possibilidades de surpresas negativas no futuro. Afinal, ninguém quer ter os investimentos bloqueados caso a instituição onde escolheu investir quebre ou tenha algum problema com a CVM.

Outro ponto importante são os selos de certificação e garantia como, por exemplo, o Cetip Certifica e o selo Anbima. Essas instituições regulatórias possuem uma série de regras referentes à qualidade do serviço prestado aos clientes, garantindo a transparência das operações e oferecendo maior segurança para os investidores.

Com esses pontos em mente já é possível filtrar as empresas disponíveis no mercado para selecionar aquela que melhor se adapta às suas necessidades. O investidor deve determinar uma estratégia que esteja de acordo com seu perfil e objetivos para fazer a melhor escolha.

Aspectos como a qualidade da infraestrutura tecnológica, o atendimento da equipe de assessores e materiais educacionais são extremamente importantes tanto para quem investe em operações diárias, como no Day-trade, quanto para quem opta pelo longo prazo.

Uma corretora completa deve conseguir oferecer opções para todos os perfis de investidor, disponibilizar informações relevantes sobre a movimentação de mercado e ajudar seus clientes a conquistar bons resultados.

Independentemente do perfil é fundamental que os investidores busquem conhecimento sempre. Esses aprendizados podem ser a base de uma mudança estratégica nos investimentos e a corretora pode e deve ser o canal para ajudar o investidor. O cliente, por sua vez, precisa pesquisar com cautela as principais características de cada empresa e dessa forma evitar maiores problemas.

Fonte: Toro Radar

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Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha debate sobre perspectivas para retomada da economia do Brasil

Para a Alemanha, o Brasil é um parceiro estratégico para negócios. Mas a crise econômica e o quadro de incerteza na politica inibem novos investimentos. Em Curitiba, a nova diretoria da Câmara Brasil-Alemanha tratou desses e outros assuntos em um encontro com jornalistas. Saiba mais na reportagem do programa de tv Valor Agregado.

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Freelancer.com recebe dois Webby Awards 2016 e se consolida como melhor plataforma de empregos online

O Freelancer.com se consolida como a principal plataforma de freelancer e crowdsourcing do mercado, com mais dois Webby Awards, tendo agora um total de 10 Webbys nos últimos cinco anos, uma grande conquista para a empresa e seus quase 19 milhões de usuários.

Na última semana, a Academia Internacional de Artes e Ciências Digitais concedeu ao Freelancer.com, maior plataforma do mundo de freelancer e crowdsourcing do mercado em número de usuários e trabalhos publicados, os prêmios de Best Employment Site of the Year (Melhor Site de Emprego do Ano) e Webby People’s Voice Award (Escolha do Público) na mesma categoria, no 20º Anual Webby Awards.

O Webby Awards é o símbolo mais respeitado de sucesso na Internet, intitulado como “a maior honra da Internet”, segundo o The New York Times. Os Webbys são escolhidos por uma comissão julgadora de mais de mil integrantes, composta por executivos especialistas da web, figuras de negócios, influenciadores, visionários e celebridades criativas e membros associados que são já foram vencedores do Webby e outros profissionais da Internet. Mais de 2,5 milhões de votos foram compilados para o Prêmio Voz do Povo para os candidatos favoritos, depois de receber um número recorde de cerca de 13 mil inscrições.

“Estamos redefinindo o conceito de “emprego” com a Internet, a criação de um mercado seguro que oferece possibilidades para empregadores e freelancers de todo o mundo, ajudando-os a conectarem-se uns com os outros”, diz Matt Barrie, CEO do Freelancer.com. “É uma honra ser reconhecido pela Academia Internacional de Artes e Ciências como o melhor no campo Digital, e agradecemos a nossa comunidade online por escolher o Freelancer como o melhor site de emprego”, acrescenta.

A 20ª cerimônia Webby Awards será realizada no dia 16 de maio, no Cipriani Wall Street, em Nova York.

Além disso, no último dia 21 de Abril, o Freelancer.com também ganhou quatro Stevies, no Stevie Awards da Ásia-Pacífico 2016: Stevie de Ouro por Gestão Inovadora na Indústria de Tecnologia; Stevies de Prata por Excelência em Inovação na Indústria de Tecnologia e Inovação em Informações de Negócios ou Application Websites; e Stevie de Bronze por Inovação em Apps de Negócios. Um jantar de gala será realizado no dia 27 de maio, em Sydney, na Austrália, para celebrar os vencedores deste ano.

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Como o marketing emocional pode ajudar a impulsionar suas vendas online no Dia das Mães

Por Cristiano Mendes*,

O Dia das Mães já está chegando e é um dia de muita felicidade, reencontro e união familiar. Conforme navegamos pelo universo varejista promovendo ideias do que comprar para as mães, as coisas podem ficar um pouco competitivas. As grandes lojas atraem os consumidores com muitas ofertas especiais, frete grátis e outras promoções de e-commerce. Então, o que deve fazer uma pequena loja virtual para se destacar nessa selva de ofertas diferenciadas?

Apenas baixar os preços pode não ser a melhor resposta, afinal, liderar o mercado de baixos valores, para um pequeno negócio, pode ser uma cilada. Mas, se não é uma questão de preço, então, qual o segredo? Veja pelo lado emocional: cause impacto não pelo custo, mas pela memória. Existem algumas dicas que você pode seguir na hora de partir para o marketing emocional:

Entenda os gatilhos emocionais de seus clientes

O que os motiva a comprar? Levando-se em consideração o Dia das Mães, campanhas temáticas sobre a relação mãe e filho são essenciais. Você pode turbina-las com alguma promoção especial para mães e filhos, mas sempre pensando em uma forma que converse com seu público alvo. Se você é um fotógrafo, por exemplo, pense em alguma oferta especial para sessão de fotos de mães com seus filhos.

Vale lembrar que muitas marcas grandes utilizam campanhas que exploram as emoções de forma bem sucedida. Empresas de produtos de beleza afirmam que todas as mulheres são lindas, outras campanhas trabalham com a ideia de compartilhamento entre amigos e assim por diante. O que podemos aprender com essas marcas é que elas conseguem se comunicar emocionalmente com seus clientes, pois entendem o que os leva a consumir.

Encontre formas de contar uma história

Para que seu produto seja memorável, ele deve ter alguma história por trás. Não tenha medo de inovar, aplique técnicas de storytelling, que nada mais é do que contar uma história relevante sobre sua marca e/ou produto para dialogar melhor com seu público alvo e atrair clientes. Para se destacar, você deve encontrar uma mensagem que ecoe entre os seus consumidores. Você já acredita em seu produto, portanto, encontrar uma forma de comunicar isso de forma sincera para seu público alvo deve ser sua prioridade máxima.

Pode ser em qualquer formato (vídeo, banner, etc) e tanto faz se seguir a linha cômica ou dramática, pois o importante é que seja relacionável. Se o consumidor conseguir se enxergar na situação que você está contando, com seu produto por trás, ele vai se lembrar da sua marca com mais facilidade e identificar-se com ela.

Entenda por que o seu cliente compra

As pessoas não compram uma calça jeans, eles compram uma forma para deixar suas pernas incríveis. Ou um par de óculos, para que fiquem mais sofisticados ou hipster. A forma como você expõe seus produtos dialoga com seu consumidor? Como eles vão se sentir ao utilizar seu produto, ou mais ainda, como eles estão buscando se sentir?

Suas campanhas devem se comunicar de forma que mostre ao seu cliente como ele vai se sentir ao consumir algo da sua marca. A ideia é que os clientes consigam visualizar a sensação que terão com seu produto. Não importa o que está à venda, sempre existe um apelo humano para conversar com seu público, oferecendo uma experiência de vida, que vai além da mercadoria.

Elimine incertezas

Essa é a parte mais simples e prática: tenha uma política de troca e devolução clara e estável. Se o consumidor não gostou, ele pode retornar ou trocar, simples assim. Sem uma política bem definida você deixará os clientes confusos e você não quer que eles te evitem apenas porque você tem uma política de devoluções que não está clara para eles. Facilite a vida deles, e a sua.

Compartilhe com todo mundo

Tem muita coisa acontecendo na Internet ao mesmo tempo e os consumidores estão cada vez mais presentes no ambiente virtual. Você também deve ser, mas de forma inteligente.

Pense que as pessoas consomem por diversos motivos: nome da marca, benefícios práticos, conforto, características e muito mais. Por exemplo, marcas de carros de luxo vendem a sensação de se dirigir uns desses automóveis, além de como as pessoas ficam bem dentro deles. Sua função é entender os desejos de seus consumidores e projetar uma mensagem que se comunique com essas vontades.

Depois, espalhe sua história inspiradora por todos os seus canais de Mídias Sociais para alcançar seu público.

A história que você conta sobre seu negócio e produtos é sua melhor chance de atrair clientes, pois é muito difícil, hoje em dia, vender sem emoção.

*Cristiano Mendes é diretor de Business Development para América Latina da GoDaddy, maior provedor de tecnologia para pequenas empresas

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Omnichannel é tema do novo e-book gratuito da Direct Talk

A temática do novo e-book desenvolvido pela equipe da Direct Talk, plataforma especializada em soluções tecnológicas para relacionamento entre empresas e consumidores. é em torno do Omnichannel, como ele se tornou uma realidade, as tendências e a importância para o mercado global. O conceito se refere a interação de empresas com seus consumidores, por meio de múltiplos canais online e offline.

A Direct Talk desenvolveu o material para que mais empresas estejam preparadas para essa realidade multicanal. Recente estudo, conduzido pela SPS Commerce, avaliou que 37% dos negócios mundiais ainda não estabeleceram uma estratégia de longo prazo e ainda estão engatinhando quando o assunto é omnichannel.

Os clientes conectados em multicanais, com acesso à internet, smartphones e tablets, transformaram a relação entre consumidor e loja. Aqueles que pesquisam as características dos produtos em sua casa ou em seu mobile e compram em lojas físicas, ou que conferem o produto em lojas físicas e compram online. Por isso, para atender a esse novo sistema de vendas e de negócios, os varejistas agora têm de elaborar diversos meios de atingir a atenção de sua audiência.

“O e-book explora suas possibilidades, suas vantagens e suas características principais, a fim de demonstrar a importância de entender muito bem esse conceito no ramo das vendas, que traz inúmeras possibilidades”, analisa Alexandre Bernardoni, líder da área de Produto e sócio da Direct Talk.

As mudanças que o Ominichannel traz são diversas: as distâncias ficam menores, tanto para os consumidores quanto para os negócios. “Com a internet e o desenvolvimento de aparelhos portáteis com fácil acesso à internet, uma revolução ocorreu no mercado varejista, permitindo que consumidores pesquisem e comprem quando desejarem, a qualquer hora e em qualquer lugar. Isso, certamente, empoderou o consumidor que, antes, era mais um ator no mercado” completa Bernardoni.

Para baixar gratuitamente o e-book acesse o link: http://goo.gl/4OmNEa

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O projeto brasileiro Geekie, aprendizagem para todos, entre os finalistas dos Prêmios WISE 2016

O projeto brasileiro Geekie, aprendizagem para todos, da empresa Geeky, foi selecionado como um dos quinze finalistas dos Prêmios WISE 2016. Lançados pela Fundação do Qatar em 2009, sob a liderança de sua presidenta, Sua Alteza Sheikha Moza bint Nasser, os Prêmios WISE identificam e promovem as abordagens mais inovadoras e eficazes para dar resposta aos desafios da educação global, e estão criando uma rede de agentes de mudança que inspiram outros em qualquer parte do mundo.

“Nos enche de orgulho ser finalistas em um prêmio de educação que atrai a atenção mundial. Ajuda a estabelecer a inovação como um elemento chave para a democratização da educação. E mostra também que é possível atingir novas metas inclusivamente fora dos centros de alta tecnologia. A transformação da educação está ao nosso alcance como sociedade, e este prêmio reúne e inspira aqueles que estiveram trabalhando para a mudança”, assinalou Cláudio Sassaki, cofundador e CEO da Geeky.

Acreditando que dois estudantes não aprendem do mesmo jeito, a empresa de São Paulo, Geeky, lançou o projeto Geekie, aprendizagem para todos, que oferece soluções educativas personalizadas utilizando a tecnologia. Concretamente desenvolveu uma plataforma tecnológica que integra três soluções. Uma primeira, a Geekie Lab, que identifica as necessidades educativas de cada aluno e cria um plano de estudo personalizado de acordo a seu ritmo de aprendizagem, e a suas debilidades e fortalezas em determinadas matérias; uma segunda, a Geekie Test, que se utiliza para conhecer o rendimento dos alunos em diferentes âmbitos: escola primária, educação superior, concursos e provas de idiomas, entre outros; e por último a Geekie Games, que lhes ajuda a preparar para o vestibular.

Os estudantes que utilizam estas soluções melhoraram 30 por cento seus resultados em um período de dois meses. Mais de 20.000 escolas do Brasil utilizam estas soluções e graças a elas mais de cinco milhões de estudantes melhoraram seu rendimento.

Selecionados por um Comitê de especialistas internacionais em educação, os quinze finalistas dos Prêmios WISE 2016 oferecem soluções criativas para o acesso, a qualidade da educação, o ensino de ciências, tecnologia, engenharia e matemática (STEM em inglês) e competências empresariais. Estes projetos abordam uma grande variedade de temas, que constituem desafios comuns da comunidade global.

Os membros do Comitê são Kamel Braham, líder do Programa de Desenvolvimento Humano do Banco Mundial para o Magreb; o Dr. Rajika Bhandari, diretor do Centro para o IIE Mobilidade Acadêmica de Investigação, E.U.A.; o Dr. Joyce Akumaa Dongotey-Padi, diretor executivo da Fundação Mama Zimbi (Gana), que ganhou os Prêmios WISE 2009; Adel Boseli, chefe do Departamento de incubadora de empresas do Qatar Centro; a Dra. Rana Dajani, fundadora e diretora do We love reading, professora associada da Universidade Hachemita da Jordânia e ganhadora dos Prêmios WISE em 2014; Sara de Freitas, vice-reitora de Aprendizagem e Ensino, Universidade de Murdoch, Reino Unido; Jiang Xueqin, diretor adjunto da Escola Internacional de Tsinghua, China; Sheetal Mehta, administradora e diretora executiva do K. C. Mahindra Education Trust (KCMET); Anna Penido, diretora do Instituto Inspirare, Brasil; Gabriel Sánchez Zinny, diretor do Instituto Nacional de Educação Tecnológica, Argentina; e Florence Tobo Lobé, fundadora e presidenta da Fundação Rubisadt nos Camarões.

A Dra. Tobo Lobé falou de sua experiência dentro do Comitê: “Me sinto honrada por ter tido a oportunidade de avaliar vários projetos que fomentam a paz, o bem-estar e o crescimento das comunidades em todo o mundo. Os Prêmios WISE são uma maneira excelente de elaborar estratégias que cheguem a mais beneficiários e melhorem as condições de vida no mundo”.

Os projetos finalistas dos Prêmios WISE 2016 foram selecionados considerando vários critérios que avaliam a inovação e o impacto positivo nas comunidades onde se realizam, bem como o potencial de ser reproduzido em outros contextos e regiões devido a sua força inspiradora. No próximo mês de setembro o Júri elegerá os seis vencedores desta edição que, além de receber 20.000 dólares USA, permitirá a cada um desses projetos uma difusão mundial e a possibilidade de partilhar sua experiência com outras organizações que tenham áreas de interesse comum.

Sobre os Prêmios WISE

Anualmente, os Prêmios WISE reconhecem e promovem seis projetos inovadores que oferecem soluções aos grandes desafios mundiais da educação. Desde 2009, os WISE receberam mais de 2.800 solicitações de mais de 151 países. Quarenta e dois projetos de todo o mundo, de diferentes temas, foram reconhecidos por seu caráter inovador, sua escalabilidade e pelo impacto positivo que tiveram na sociedade. Os seis projetos ganhadores serão conhecidos em setembro de 2016.

Sobre a Cimeira Mundial da Inovação para a Educação (WISE)

A Fundação Qatar, sob a liderança de sua presidenta, Sua Alteza a Sheika Moza bint Nasser, estabeleceu a Cimeira Mundial para a Inovação na Educação (WISE em inglês) em 2009.

A WISE é uma plataforma internacional e multissetorial para o pensamento criativo, o debate e a ação conjunta que se consolidou como referência mundial em novas abordagens educativas. A Fundação Qatar, como prova de sua aposta pela economia do conhecimento, quer através da WISE construir o futuro da educação apostando na capacitação e colaboração.

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Vencedora do programa Pitch Gov SP, GetNinjas divulgará serviços profissionais do Fundo Social do Governo de São Paulo

O Governo do Estado de São Paulo assina nesta quarta-feira, 4 de maio, convênio com a startup GetNinjas, a maior plataforma de contratações de serviços do país, para que os alunos dos cursos do Programa Escola de Qualificação Profissional, do Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo – FUSSESP, divulguem seus serviços na plataforma virtual de oportunidades da empresa. Após a formação, o aluno terá acesso gratuito durante 6 meses na promoção e na intermediação dos serviços prestados. Nos primeiros 45 dias, cerca de 200 alunos já poderão se cadastrar na plataforma.

A parceria é resultado do Programa Pitch Gov SP, realizado em novembro do último ano, que desafiou novas empresas a pensar soluções para os desafios da administração pública, com 12 selecionadas em quatro áreas. A proposta da GetNinjas se enquadrou na categoria Facilidades ao Cidadão e beneficiará os cursos das Escolas da Moda, Beleza e Construção Civil, oferecidos gratuitamente pelo Governo do Estado.

O convênio entre a GetNinjas e o Governo do Estado facilita tanto o acesso da população aos serviços especializados prestados pelos profissionais formados pelo programa da FUSSESP, quanto a inserção dos alunos no mercado de trabalho. Ao final dos seis meses, a startup entregará um balanço com as informações das oportunidades que cada usuário recebeu ao longo do período teste. Dessa forma, o Fundo de Solidariedade poderá aprimorar seus cursos com base na avaliação dos resultados, pois o governo paulista está atento às soluções tecnológicas desenvolvidas para contribuir ou resolver os diversos problemas e necessidades da sociedade e a GetNinjas tem interesse em difundir soluções para questões de interesse público, para melhorar a vida do cidadão.

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Brasileiro Márcio Campos é o novo Diretor Sênior de Tecnologia da Informação da Johnson & Johnson Medical Devices para América Latina

Márcio Campos é o novo Diretor Sênior de Tecnologia da Informação da Johnson & Johnson Medical Devices para América Latina. Em sua nova posição, ele será a principal interface estratégica entre as áreas de negócio e os diversos times especialistas em soluções de tecnologia da empresa, direcionando iniciativas que darão suporte ao crescimento sustentável do negócio na região.

O executivo conta com uma carreira de 10 anos na Johnson & Johnson, com experiências em setores como Medical Devices e Farmacêutico. Campos é reconhecido por contribuir com sucesso em projetos estratégicos para o negócio e soluções de TI para a América Latina.

Ele possui graduação em Ciências da Computação pela Faculdades Reunidas Professor Nuno Lisboa do Rio de Janeiro pós-graduado em Ciência da Computação com especialização em Gerenciamento de Redes pela Universidade West Florida, nos Estados Unidos. Márcio ainda tem uma graduação em Educação Física pela Universidade Gama Filho.

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Site “Brasil, País Digital” mostra importância do uso de dados para o crescimento do Brasil

Com o objetivo de apresentar as vantagens que o uso e o compartilhamento de dados proporcionam para a sociedade brasileira, a ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software), por meio de seu Comitê Regulatório, desenvolveu o site Brasil, País Digital http://brasilpaisdigital.com.br/.

Logo depois do caso Edward Snowden, ex-funcionário da Agência Nacional de Segurança dos EUA (NSA), iniciou-se um amplo debate sobre a importância de se desenvolver mecanismos de segurança e proteção de dados. No Brasil, foi criado o Marco Civil da Internet, que traçou os parâmetros para uso da rede no país e se tornou referência internacional. Hoje, o Brasil avança na discussão para regulamentar pontos relevantes para a privacidade dos cidadãos e para o incremento da inovação, tais como o uso de dados pessoais e a neutralidade de rede.

“Hoje, o uso dos dados é tão abrangente e importante para a sociedade que as inovações neste campo já ultrapassam o espaço das empresas de tecnologia. Cidades, pessoas, carros, geladeiras e mercados se conectam. Uma legislação sobre o tema é bem-vinda, mas é importante que ela não afete a inovação e a evolução de novos modelos de negócios como os cognitivos, a computação em nuvem e a internet das coisas. Sem o engajamento da sociedade civil neste tipo de debate, é possível que surjam limitações aos benefícios propiciados pelos dados, o que pode afetar a capacidade da nossa população e dos governos em dispor de informações fundamentais para a prestação de serviços de interesse geral, como os de comércio eletrônico, previsão do tempo, diagnósticos, monitoramento de saúde, sonegação fiscal, trânsito e uso consciente de recursos naturais, entre muitos outros”, afirma Fábio Rua, coordenador do Comitê Regulatório da ABES.

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O site Brasil, País Digital propõe contribuir com este debate com textos curtos, casos, interatividade, além de informações diversas e atualizadas sobre a importância do uso de dados para a população e para os mais variados setores da economia.

“A importância da internet é indiscutível na sociedade, mas hoje vivemos a fase da colaboração das informações, o que nos traz uma riqueza de conhecimento para diversos setores da economia, que permite a evolução de pesquisas e a criação de soluções inovadoras. Regras rígidas podem deixar o Brasil na contramão da evolução digital”, afirma Francisco Camargo, presidente da ABES.

A proposta da ABES e parceiros que apoiam a iniciativa é a de que o site seja um ponto de encontro para que a sociedade civil se engaje na discussão e tenha acesso a informações qualificadas sobre o tema, em um formato leve, moderno e dinâmico.

A iniciativa já conta com diversos parceiros, como a ABIIS (Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde), Assespro (Associação das Empresas de Tecnologia da Informação), Brasscom (Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação), BSA – The Software Aliance, FENAINFO (Federação Nacional das Empresas de Informática), Instituto Brasileiro de Direito Digital e ITI – Information Technology Industry Council, que contribuirão com sua experiência no tema, capacidade de mobilização e participação em debates.

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