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6 dicas para turbinar suas vendas online em tempos de crise – Por Gabriela Szprinc*

Se o comércio dito tradicional vive tempos conturbados, o eletrônico está em expansão. Segundo pesquisa da BigData Corp. encomendada pelo PayPal Brasil e publicada no final de março, o e-commerce cresceu mais de 21% no Brasil, entre fevereiro de 2015 e fevereiro de 2016 – o País conta, atualmente, com mais de 550 mil sites que vendem algum tipo de item ao consumidor.

Ou seja, a competição está se acirrando. E, para garantir que seu site vai se dar bem nesse mercado, é fundamental ir além do simples “oferecer produtos e serviços de qualidade”.
Para facilitar a vida de quem se aventura no mundo virtual (principalmente em tempos de crise, quando fica mais difícil convencer o internauta a clicar no botão de compra), aí vão seis dicas fáceis de se colocar em prática, que podem atrair a atenção dos consumidores e lhe ajudar a construir uma carteira de clientes fiéis.

1. Invista em segurança. De acordo com recente pesquisa Ipsos/PayPal sobre comércio cross-border, 36% dos internautas temem por seus dados pessoais e bancários quando compram online. E 51% afirmam que o quesito segurança pode levá-los a comprar em sites fora do País. Por isso, tenha em vista, desde já, o certificado SSL para seu site – além de segurança, ele significa melhor posicionamento em buscas no Google. Para se tornar um portal sólido, lembre-se de que é preciso proporcionar segurança durante todo o processo de compra.

2. Otimize o checkout. Segundo recente estudo do Baymard Institute, as taxas de abandono de carrinho no mundo virtual podem chegar até os 68% – dependendo dos percalços que o cliente enfrenta entre a escolha do produto e o clique final de compra. Para diminuir esse risco, existem maneiras fáceis de agilizar seu processo de checkout. Uma delas é reduzir etapas na hora da compra – quanto menos cliques, melhor. Outras? Oferecer múltiplas opções de pagamento e não obrigar seus clientes a preencherem cadastros exaustivos.

3. Torne seu site responsivo. Esta talvez a mais importante das dicas aqui listadas. O comércio via tablet e smartphone cresce a cada dia – de acordo com pesquisa Ipsos/PayPal, cerca de 13% das compras online já são feitas via dispositivos móveis. Por isso, seu site tem de se adaptar a qualquer tela, do desktop ao celular. Isso aumentará muito suas chances de vender pela internet.

4. Atraia clientes com remarketing. Se alguma vez você já procurou produtos online e, mais tarde, viu propagandas daquele mesmo produto ou empresa em outro website, você já foi impactado por uma ação de remarketing. Existem vários tipos de remarketing à disposição no mercado. Então, invista nele, pois é uma forma fácil de reconquistar a atenção de clientes que demonstraram interesse em seu estabelecimento na web.

5. Internacionalize suas vendas. Mais e mais consumidores fazem compras em sites fora de seu próprio país. Por isso, descubra quais produtos brasileiros são mais vendidos para clientes externos e tente comercializar itens semelhantes para esses mercados em seu site. De acordo com pesquisa Ipsos/PayPal, o principal mercado para e-commerces nacionais é o México, seguido pela Índia.

6. Ofereça frete grátis. De acordo com recente estudo do WebShoppers, por causa da crise, o número de lojas que oferecem frete grátis no Brasil diminuiu drasticamente entre 2015 e 2016. E deve diminuir ainda mais. Ou seja, pode ser uma boa hora para investir nesse quesito como parte de sua campanha de marketing. Segundo pesquisa Ipsos/PayPal, 56% dos internautas se sentem mais encorajados a comprar em sites estrangeiros se a entrega for gratuita. E 28% simplesmente abandonam o carrinho ao deparar com custos de frete inesperados, de acordo com estudo realizado pela VWO eCommerce Survey. Uma boa prática é incentivar o cliente por meio de cotas de compras (por exemplo, “frete grátis em compras acima de R$ 50”).

Em um mercado que cresce a cada estação, se tornar aliado de seus clientes – oferecendo-lhes praticidade, segurança, bons serviços e rapidez na hora de fechar negócio – é receita de boas vendas na internet.

(*) Gabriela Szprinc é head de Pequenas e Médias Empresas (SMB)
o PayPal Brasil

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Hannover Messe: Deutsche Telekom apresenta plataforma de IoT

A Deutsche Telekom está anunciando novas plataformas, parceiros e produtos durante a Hannover Messe. A maior e mais importante feira industrial do mundo abriu suas portas na última segunda-feira, 25. Em sua terceira participação no evento, a Deutsche Telekom demonstra como é simples iniciar um projeto de Internet das Coisas (IoT) e Internet Industrial. Como no Cebit, o slogan da companhia é: “Digitization. Simply. Make it happen.”

Para levar pequenas e médias empresas para a era da Internet Industrial, a Deutsche Telekom vai trabalhar com um mix formado por 80% de pacotes padronizados e 20% de soluções customizadas. “Nosso conhecimento em diversas áreas, da conectividade de redes a análise de dados, passando pela integração de sistemas, faz com a IoT seja um território familiar”, diz Anette Bronder, diretora da T-Systems e, há nove meses, a responsável pela Divisão Digital do grupo. “O mercado agora está começando a se interessar, com clientes realizando testes parta entender o que é possível. Projetos pilotos rapidamente se tornarão amostras de soluções para o setor industrial e, depois, em produtos padronizados. Só é preciso começar”.

Para ajudar os clientes a começarem rapidamente seus projetos de Internet Industrial, a Deutsche Telekom está apresentando o “Cloud of Things Starter Kit” na feira de Hannover. O kit contém software, sensores que reúnem dados e um SIM card para transmissão de dados e acesso à plataforma de cloud da DT para o processamento destes dados.

O kit pode ser utilizado, por exemplo, para monitorar a temperatura de uma máquina ou os movimentos de um equipamento de construção, tudo em tempo real. Os clientes podem facilmente utilizar e instalar o serviço, cuja estruturas de preço consiste basicamente de um valor base, acrescido de uma taxa por utilização.

Os clientes que quiserem ir além do simples monitoramento e quiserem controlar seus equipamentos remotamente, receberão da Deutesche Telekom o “Predictive Maintenance Kit” por um preço fixo. A oferta completa oferece suporte a automação de processos de manutenção, da análise de danos e desgaste da máquina até a conclusão de um pedido de serviço. A análise de dados também pode ressaltar pontos específicos, permitindo aos usuários prever danos potenciais antes que ocorram. De acordo com a companhia, a manutenção preditiva tem o potencial de reduzir os custos de manutenção em até 30%.

Para criar uma plataforma de IoT confiável, o grupo está reforçando o conceito de neutralidade de fabricantes, como fez com cloud computing, e formando parcerias com líderes de mercado como Microsoft, Cisco, Huawei e SAP. Destas parcerias surgirão novas ofertas, como a Predix, uma plataforma em nuvem para dados industriais e análise de dados criada pela GE Digital.

Com o conhecimento industrial da GE e as funcionalidades de conectividade, operação de TI e segurança da Deutsche Telekom, os dois parceiros poderão oferecer ao mercado uma solução one-stop para inovação digital em segmentos como manufatura, transportes, energia e saúde.

“A tarefa agora e mover os serviços de digitalização dos laboratórios para a vida real”, afirma Bronder. Para a executiva, a complexidade da digitalização ainda assusta muitas empresas: de um lado, o número de fornecedores vem crescendo rapidamente, dificultando a tomada de decisões. De outro, a conexão de indústrias vai além da cadeia de valor de cada empresa, obrigando que, antes de mais nada, estas companhias construam relações de confiança entre si.

É aqui que a Deutsche Telekom afirma ter uma proposta única de valor. “Ninguém é capaz de implementar o conceito de Internet das Coisas por conta própria. É por isso que estamos investindo em um ecossistema de plataformas, parceiros e produtos que nos permita oferecer aos nossos clientes uma solução completa, fim a fim, de modo simples”, explica Bronder.

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Self-service sem sair da mesa – Por Allan Pires

Self-service, autosserviço ou autoatendimento é a prática de se obter um benefício de uma atividade sem a necessidade de um intermediário. Muito comum em países como Estados Unidos e Europa, no Brasil o autosserviço está crescendo e já pode ser visto em algumas lojas e supermercados, onde o cliente escolhe e paga pela compra, na hora que quiser, sem precisar da presença física de um funcionário da loja. Devido ao número limitado de funcionários, muitas vezes enfrentamos longas filas.

E qual o principal benefício? Acredito que seja a redução do tempo de espera e da execução para a atividade de pagamento. Outro bom exemplo de autoatendimento é a parceria entre a Shell e o Sem Parar. Quem ganha é o cliente, que pode abastecer em qualquer rede credenciada e pagar pelo serviço na próxima fatura, sem precisar interagir com ninguém.

Agora, estamos ampliando esse conceito para executivos. No mundo dos negócios, podemos fazer alusão ao conceito chamado Customer Self-Service (CSS), que funciona da mesma forma que um autoatendimento, mas dentro das corporações. O CSS é um facilitador, onde os usuários têm acesso imediato às informações e processos de negócios, sem a necessidade de ter uma equipe de TI especializada para a análise dos dados da empresa.

Os executivos podem aderir às plataformas de gerenciamento e análise dos processos e informações, ganhando inúmeros benefícios, dentre eles, agilidade e a não dependência na tomada de decisão. Estas novas ferramentas tecnológicas, que permitem o self-service, estão evoluindo em sua forma de interação e usabilidade, funcionalidade, regras de governança corporativa, segurança, replicação de casos de sucesso, conteúdo, etc.

Participando de diversas reuniões com executivos percebo que, por vezes, os participantes têm poucos dados nas mãos, ou quando possuem os dados eles normalmente já estão previamente trabalhados e estáticos, o que não permite a realização de novas análises oportunas perante novos questionamentos ou insights, dificultando ou retardando a tomada de decisão imediata. Entretanto, com plataformas self-service que permitem acesso e transformação dos dados, as decisões ficam fáceis e produtivas.

Um exemplo é a utilização do Self-Service BI, que são as conhecidas ferramentas de Business Intelligence, podendo ser manejadas oportunamente por um executivo ou profissional não especializado em TI. Com a plataforma, é possível descentralizar o processo de análise por meio de uma interface de fácil manuseio e até com ferramentas que sugerem automaticamente novas análises ou destacam resultados fora de padrão.

Dessa forma, com um simples clique o usuário também pode se beneficiar destas plataformas tecnológicas e também de um modelo self-service – sem precisar sair da mesa. Além disso, já está disponível no mercado soluções para automação de processos, desenvolvimento rápido de soluções mobile, pesquisas instantâneas, compartilhamento de informações, promoção de produtos, instrumentos de comunicação entre áreas e/ou clientes.

Os benefícios com a adoção de um modelo self-service são inúmeros, como disponibilidade 24/7, redução de custo na criação e manutenção das análises e processos, além do alto grau de confiabilidade. Estas novas ferramentas tecnológicas também estão prontas para uso e disponíveis em Market Places Digitais.

Assim como a Apple Store, nestes Market Places os usuários, sejam eles profissionais de tecnologia ou fornecedores, disponibilizarão (com custo ou não) soluções para os mais variados nichos, atendendo pequenas ou grandes necessidades, de maneira que com um simples clique o usuário também possa se beneficiar destas ofertas. Alguns dos nossos clientes já criam Market Places corporativos, onde o que é desenvolvido por um executivo pode ser compartilhado com outros.

Então, assim como o self-service é bom para as ações pequenas dentro do dia a dia de uma pessoa física, por que não trazer esse modelo para as pessoas jurídicas? Esta inovação tecnológica pode transformar a forma como obtemos os dados e analisamos as informações dentro de uma empresa. Com o CSS podemos evitar filas e gargalos, seja no pagamento de uma compra no supermercado ou na tomada de decisão dentro de uma grande corporação.

*Allan Pires é CEO para a América Latina e Texas da multinacional dinamarquesa Targit, especializada em Business Intelligence

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Scania traz tecnologia mundial para o Brasil

A Scania inaugura nesta terça-feira (26), o laboratório que será responsável por desenvolver, testar e certificar motores. A nova área de pesquisa, que demandou investimento de R$ 40 milhões, é a primeira da empresa fora da Suécia. “Com essa iniciativa inserimos o Brasil no contexto da mais alta tecnologia do setor automotivo, refletindo, ao mesmo tempo, nosso compromisso com o País e com um sistema de transporte sustentável”, diz Per Olov Svedlund, presidente e CEO da Scania Latin America.

Composto por duas células, o laboratório está equipado para realizar testes que vão auxiliar a empresa a construir e homologar motores mais eficientes em termos de utilização de combustíveis alternativos, durabilidade de componentes e consumo eficiente.

“Com essa estrutura respondemos, por um lado, a uma demanda global em ascensão por testes de motores, impulsionada não apenas pela melhoria no rendimento, mas em busca de tecnologias mais sustentáveis. Por outro, reforçamos o posicionamento da Scania como empresa orientada pela inovação e pela engenharia, líder na utilização de combustíveis alternativos e no desenvolvimento de novos produtos”, explica Henrik Alfredsson, vice-presidente de Pesquisa e Desenvolvimento da fabricante sueca para América Latina.

Trazer esse laboratório para o Brasil representa também, na prática, acelerar o processo de pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias em conjunto com a matriz sueca da fabricante. “Trouxemos para São Bernardo o estado da arte em tecnologia. Contar com esse tipo de equipamento nos ajuda a acelerar as pesquisas, consequentemente o desenvolvimento de novas soluções em transporte, traduzidas em menor consumo de combustível e em efetiva contribuição para um sistema de transporte sustentável”, afirma Rogério Rezende, diretor de Assuntos Institucionais e Governamentais da Scania Latin America.

O laboratório está equipado para realizar testes e monitoramento em até dois motores testados por vez, permitindo que a equipe de engenheiros tenha informações sobre desempenho dos componentes e de resultados gerados “em tempo real” a partir da queima do combustível e emissões de poluentes. As informações captadas a partir das análises podem servir como base para projetos de novos motores ou melhorias nos que já equipam os veículos da marca.

“A Scania sempre foca suas atividades de desenvolvimento em soluções que tenham baixo impacto no meio ambiente”, afirma Per-Olov Svedlund. “Esse investimento traz mais tecnologia para nossa planta, reafirma a qualidade de nossos produtos e incrementa a capacitação de nossos engenheiros.”

O laboratório está preparado para testar qualquer tipo de motor a combustão, incluindo os propulsores Scania V8 e o novo modelo Euro 6, que ainda não tem legislação vigente na América Latina, mas a Scania começará a exportar partir do segundo semestre deste ano para mercados da Europa.

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Apenas uma em cinco empresas está preparada para gerenciar identidades com segurança

Uma pesquisa realizada pela Capgemini, um dos principais provedores globais de serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, e RSA, divisão de segurança da EMC (NYSE:EMC), revelou que, à medida que as organizações buscam capitalizar as oportunidades digitais por meio do rápido desenvolvimento e da hospedagem de novos serviços online, frequentemente investem pouco em medidas de segurança cibernética. Assim, criam grandes riscos, principalmente em relação ao acesso do usuário.

“Identity Crisis: How to Balance Digital Transformation and User Security?”, uma pesquisa realizada com mais de 800 executivos do alto escalão de empresas dos Estados Unidos, Alemanha e França, mostra que 62% deles acredita ser muito importante ou essencial que suas organizações possibilitem ou estendam o acesso dos clientes aos serviços digitais de forma segura, mas que apenas 26% possuem a tecnologia para isso. No entanto, os resultados deixaram claro que as empresas sabem que precisam fazer mais para melhorar a experiência do usuário, sendo que 85% delas reconhecem a necessidade de métodos de identificação e autenticação mais flexíveis e adaptáveis, inclusive do login em redes sociais.

“As empresas estão adotando a nuvem para tirar proveito da sua eficiência e produtividade. Porém, em muitos casos, a segurança está sendo deixada de lado, de forma não intencional. Conciliar a necessidade do rápido desenvolvimento com a segurança absoluta de uma solução comprovada de gestão da identidade e do acesso (IAM, na sigla em inglês), que atenda ao propósito e seja duradoura, tem sido uma luta”, comenta o vice-presidente de engenharia e gestão de produtos da RSA, Jim Ducharme.

Foi constatado que as empresas estão buscando eliminar essa lacuna e melhorar as práticas existentes. Com o aumento das violações notórias e extremamente danosas ocorridas no ambiente online, o investimento em IAM tem aumentado. Quase sete em dez empresas (68%) registraram um aumento em seus orçamentos voltados à IAM, sendo que 28% observaram um ‘grande’ acréscimo.

A pesquisa também revelou uma mudança na forma como IAM é vista e implementada, impulsionada por tecnologias maduras e emergentes e pela demanda antecipada do consumidor. Os resultados sugerem que conceder permissão para que os usuários tragam sua própria identidade, fazendo o login com as credenciais usadas nas mídias sociais, é visto como o objetivo final da maioria das empresas, desde que isso possa ser implementado de forma segura. O mais interessante é que, aparentemente, essa ambição está sendo abalada pela incerteza quanto à privacidade dos dados, regulamentos de segurança e transparência sobre onde os serviços são hospedados.

O relatório destaca que:

· A autenticação adaptativa¹ foi criada para definir o futuro do acesso a dispositivos e serviços pelos usuários. 84% das empresas consideram que a capacidade de empregar esse tipo de autenticação e oferecer acesso por meio de um número cada vez maior de métodos e dispositivos, como em redes sociais, é uma prioridade alta ou muito alta;

· Para a maioria das empresas (85%), é importante ou muito importante incluir novos serviços baseados nas tecnologias de nuvem – que devem crescer cada vez mais – de forma rápida e eficiente, desde que essas tecnologias contem com o suporte da gestão de identidade e acesso;

· Para as empresas dos Estados Unidos e da Europa é muito importante saber onde os serviços de segurança estão hospedados, sendo que 90% dos respondentes preferem (ou exigem) que os centros de dados que forneçam serviços de gestão da identidade estejam localizados em sua região ou país.

“Ficou óbvio que o login feito no sistema de uma empresa, usando um nome de usuário e senha específicos, está com os dias contados. Eles desejam poder se logar de qualquer lugar e de diversas formas, inclusive com seus perfis de mídias sociais e contas de e-mail”, diz o diretor operacional global de segurança cibernética do Grupo Capgemini, Mike Turner. “As identidades online deixam de ser propriedade das empresas e passam para serviços de segurança mais seguros e flexíveis, mantidos pelo usuário e atendendo à necessidade de gestão do acesso. Apesar de ser bastante positivo observar o aumento do reconhecimento e investimento da diretoria, ainda há uma lacuna considerável entre a tarefa que se tem em mãos e a capacidade de muitas empresas. A dimensão desse desafio de segurança não pode ser subestimada”.

Os resultados do relatório “Identity Crisis: How to Balance Digital Transformation and User Security?” são baseados em uma pesquisa com 831 tomadores de decisão do alto escalão de várias empresas, principalmente do departamento de TI e de outras áreas, como Vendas, Marketing, Recursos Humanos e Financeiro. Realizada pela KuppingerCole, em nome da RSA e da Capgemini, a pesquisa reuniu participantes dos Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha e França, representando organizações com mais de 500 identidades gerenciadas, tanto de funcionários quanto de clientes. Um terço das empresas cobertas possui entre 5 mil e 50 mil identidades gerenciadas, 40% administram mais de 50 mil e 7% administram mais de 1 milhão de usuários.
Para mais informações sobre a pesquisa, os resultados e a solução ‘Identity as a Service’ (IDaaS), da Capgemini, acesse www.capgemini.com/identitysurvey.

App do YouTube está de cara nova

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A partir de hoje, ao abrir o aplicativo do YouTube no seu iPhone ou Android você verá uma página inicial completamente modificada, com um formato simples e intuitivo, que convida a descobrir mais e aproveitar melhor a experiência em dispositivos móveis.

Dessa forma, sempre que entrar no aplicativo do YouTube de seu smartphone ou tablet você será recebido com vídeos dos canais que mais gosta. Todo o conteúdo que você adora estará à mão logo na página inicial.

Imagens em alta resolução facilitam a identificação de vídeos que você quer ver; um ícone destaca as novidades do criador em cada vídeo

Mais do que uma simples reformulação, nós incluímos no novo design recomendações personalizadas que facilitam a descoberta de novos vídeos. Esse novo sistema é baseado na tecnologia “Deep Neural Network”, que encontra padrões automaticamente e melhora o desempenho de acordo com o uso contínuo da ferramenta. Todos os dias, recomendamos milhões de vídeos diferentes na página inicial, bilhões de vezes, em 76 línguas.

Uma das melhorias mais significativas está em como o sistema sugere vídeos recentes de criadores que você ama. Pessoas que usam o novo sistema passam mais tempo assistindo conteúdo novo de suas inscrições.

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A atmosfera atual da política brasileira pode causar estresse emocional

estilop_strip_48225_0_full Por Hilda Medeiros

Estamos vivendo um momento histórico no Brasil, onde se percebe um conflito profundo entre correntes de pensamento e uma atmosfera em que parece que as pessoas são obrigadas a tomar um partido. Por conta desse sentimento, tenho visto amizades de longa data ruir-se e famílias se desestruturando.

Há uma premissa de Milton Erickson, considerado um dos pais da psicoterapia moderna baseada no inconsciente que diz: somos muito mais do que acreditamos. Desse pensamento surgiu o Coaching Generativo, que visa criar algo novo, além das soluções já conhecidas. Isso se dá tanto na vida pessoal, profissional, ou mesmo na mudança de direção de um país.

Criamos o mundo a partir de nossos modelos mentais. Nossos estados emocional e físico funcionam como filtros da realidade. Esses filtros determinam o modo que percebemos a realidade e nos mostramos para o mundo.

As respostas que damos aos estímulos que recebemos dos ambientes estão diretamente ligadas aos modelos mentais que conseguimos acessar a cada momento.

Quando nos encontramos em estado “Crash”, sob tensão, acessamos territórios emocionais que nos limitam, como ódios, rancores e medos. É possível afirmar que a raiva, o medo e a desconexão de nós mesmos são verdadeiros venenos para um sistema integrado. Nesse estado de tensão os filtros da percepção congelam e passamos a reproduzir experiências passadas, como máquinas desconectadas de nossa essência humana. Contraímo-nos e nos tornamos reativos, fechamos as portas que ampliam novas possibilidades e deixamos de perceber as alternativas.

No estado “Crash” nos fechamos em nossos próprios medos e o que chamamos de outro se torna espelho do sentimento que estamos vibrando. As outras pessoas se tornam extensão de nossas próprias inseguranças. Espelhamos nos outros nossas próprias frustrações. Com nossos filtros congelados, nos tornamos distantes de nós mesmos porque a energia deixa de fluir e consequentemente não encontramos respostas além da agressividade, para lidar com as diferenças.

É preciso lembrar que a vida é criada por opostos, tristeza e alegria, raiva e paz, medo e confiança, desconexão e centramento, e que o oposto do estado “Crash” é o estado “Coach”.

Pessoas consideradas gênios em suas profissões, como por exemplo, o jogador Neymar, atingem o máximo num corpo e mente em estado “Coach”. Nos momentos em que atuamos no ápice de nossas potencialidades estamos conectados com nosso melhor estado, abertos, centrados e criativos, com os filtros da percepção fluindo em nós mesmos e em nossa volta.

No estado denominado por Dilts e Gilligan de Coach Generativo atuamos com três tipos de filtros em perfeita harmonia: Cognitivo, somático e o campo. Cognitivo é a mente lógica, na qual estamos bastante familiarizados. Somático é a memória corporal, são os registros que arquivamos em nosso corpo e o Campo, seria uma inteligência maior, recursos que estão a nossa volta que quando estamos abertos e centrados somos capazes de perceber e interagir.

A grande diferença entre o estado “Crash” e o estado “Coach” é que no primeiro agimos por nossos instintos mais baixos, falta a humanidade, mesmo que não tenhamos consciência disso. Em contra partida no estado “Coach” somos capazes de centrar, de aquietar a nossa mente e respirar, permitindo que a energia transite pelo corpo. Em contato com nossa essência somos capazes de acolher os obstáculos e transformar em recursos.

A partir do centramento e conexão com algo maior (campo), o outro não é um inimigo, é apenas alguém que provavelmente em última instância quer algo parecido com aquilo que eu quero. O outro é meu vizinho, meu amigo, minha família, que quer honestidade, educação, cultura, justiça, saúde e bem estar.

O filósofo Sócrates nos ensinou a arte de fazer perguntas: ao invés de tomar partido apaixonadamente, envolvido apenas por emoções, em sua sabedoria, se dissociava do problema e refutava seu interlocutor os prós e contras da questão proposta. O objetivo era encontrar a verdade na sua mais autentica forma.

Se ficarmos centrados, com atenção plena, conectados com os arquétipos da ternura, da generosidade e do bom humor saberemos fazer as perguntas necessárias sobre o que queremos como futuro de nação. As respostas serão cristalinas em direção a um bem maior.

Precisamos de líderes generativos que sejam capazes de acolher as diferenças. Líderes éticos e comprometidos com o campo da criatividade, capazes de propor caminhos para um crescimento econômico e humano. Mas acima de tudo, precisamos nos tornar líderes de nós mesmos, presentes, conscientes e conectados ao campo de todas as nossas potencialidades.

Artigo de:

Hilda Medeiros atua há quinze anos em consultório particular (http://www.taoconsultoria.com.br/index.php) como Coach e Psicoterapeuta de profissionais liberais, empresários e executivos de empresas de diferentes portes.

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A (r)evolução dos aplicativos que não acaba – Por Caio Bretones

Caio Bretones, CEO da Mobile2you

O consumidor já está mais do que habituado a acessar a internet em seu smartphone para se comunicar, pedir um táxi, comida, pagar contas, fazer compras…e é neste cenário que o mercado de apps espera prosperar. Os varejistas já enxergam a necessidade urgente de se “reinventarem” para acompanhar a mudança dos hábitos de consumo dos brasileiros, sendo uma área que tem visto a necessidade de investir em inovações e ações cada vez mais assertivas.

De acordo com o relatório da consultoria App Anie, o Brasil é apontado como um dos mercados mais promissores nos próximos cinco anos. Para 2016, a previsão é de que o mercado no país apresente um crescimento de 40%.

Apps que trazem inovações para o PDV, com o uso de beacons, RFID e geolocalização devem prosperar este ano. É a revolução do varejo, que vem tentando se moldar digitalmente para conseguir impactar e conversar com seus clientes, frente ao crescimento constante do e-commerce. E com a maior confiançado consumidor em realizar transações financeiras via smartphone, a tendência é de que os bancos sejam os próximos alvos, abre-se caminho para os FINApps (aplicativos de transação financeira).

De acordo com um relatório lançado recentemente pelo Citi, os investimentos em tecnologia financeira cresceram de US$ 1,8 bilhões em 2010 para US$ 19 bilhões em 2015. 70% disso tem foco na experiência do consumidor final, ramo mais fácil de penetrar do que o corporativo.

Ao permitir a realização de todas as operações diretamente do celular, desde cadastro, consulta, recebimento de faturas e mesmo o pagamento destas, estes tipos de serviços podem cortar custos que seriam acrescentados às taxas dos clientes, além de otimizarem o tempo tanto do consumidor quanto do prestador de serviço, tornando tudo mais prático em um momento em que tanto se valoriza o “tempo”. É possível sermos a última geração a usar cartões de crédito e débito, tudo provavelmente será colocado em um dispositivo móvel.

A experiência do usuário (UX) é um fator fundamental e as pessoas estão cada vez mais exigentes em relação à tecnologia. Se ao tentar pagar uma conta, por exemplo, a transação falhar por erros técnicos, provavelmente este será um usuário perdido. Garantir a segurança do cliente e atender todas expectativas é essencial. Prósperos são e continuarão sendo os aplicativos que otimizam processos, a exemplo do Uber, em que você o usuário cadastra seu cartão e não precisa se preocupar com o pagamento ao final de uma corrida.

Com mais de 76 milhões de smartphones no país (Nielsen Ibope) e o número de acessos em banda larga móvel 4G batendo os 25,4 milhões em todo o Brasil, igualando-se ao número de acessos em banda larga fixa (Associação Brasileira de Telecomunicações), é praticamente um obrigação das empresas que pretendem permanecer no mercado marcarem presença no ambiente mobile.

Estar atento às tendências é essencial para continuar no mercado, que é cada vez mais desafiador, incluindo um cenário econômico adverso, forte concorrência e consumidores cada vez mais antenado.

*Caio Bretones, CEO da Mobile2you Tecnologia, é administrador formado pela Universidade Mackenzie, com passagens em diversas empresas de importação e exportação, como Fedex (Federal Express), onde adquiriu experiência no atendimento e tratamento personalizado dos clientes.

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Fiesp destaca projetos citados no relatório final da CPI dos crimes cibernéticos que devem seguir para o Legislativo

Após a votação do relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara dos Deputados que investiga crimes cibernéticos, prevista esta quarta-feira (27/4), o Departamento de Segurança (Deseg) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) deve analisar os projetos de lei que serão encaminhados pelos deputados ao Legislativo. Dentre as medidas propostas está a criação de novos tipos penais; facilitação de retirada de conteúdo por meio de ordem judicial; bloqueio de aplicações, de acordo com o princípio da proporcionalidade; educação digital, dentre outras.

De acordo com o advogado Rony Vainzof, diretor do Deseg da Fiesp e responsável pelo Grupo de Trabalho de Segurança Cibernética do Deseg, o principal objetivo dos projetos é dar celeridade às investigações e punições aos crimes cometidos na internet. “É preciso, no entanto, que as leis continuem preservando a privacidade e a liberdade dos internautas, porque a grande maioria dos usuários utiliza a internet para atividades lícitas e não para a prática de crimes. Portanto, eventuais novas medidas devem punir criminosos sem prejudicar os demais internautas”, explica.

A CPI cita dados sobre o aumento de crimes cibernéticos no país. Segundo o Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil o número de fraudes na Internet no país registrou aumento de 6.513% entre 2004 e 2009. A Central Nacional de Denúncias de Crimes Cibernéticos recebe uma média de 2.500 denúncias por dia envolvendo páginas na Internet contendo evidências dos crimes de pornografia infantil ou pedofilia, racismo, neonazismo, intolerância Religiosa, apologia e Incitação a crimes contra a vida, homofobia e maus tratos contra os animais.

O diretor lista e resume os principais pontos dos projetos:

Novos tipos penais

Diante da ineficácia prática da Lei de Crimes Informáticos, conhecida como Lei Carolina Dieckmann, a proposta cria o tipo penal de acesso indevido a sistema informatizado, quando da exposição de dados a risco de divulgação ou de utilização indevida. Se o acesso indevido resultar em prejuízo econômico ou em obtenção de comunicação privada, segredos comerciais ou industriais, arquivos, senhas, informações ou outros documentos e dados privados, também será considerado crime. Pena maior ficará para quem divulgar, comercializar ou transmitir a terceiro, a qualquer título, dados, arquivos, senhas ou as informações obtidas ou quando houver violação de mecanismo de segurança para acesso aos dados.

Atuação da Polícia Federal

Inclui no rol das infrações de repercussão interestadual ou internacional que exigem repressão uniforme, os crimes praticados contra ou mediante computador conectado ou não à rede, dispositivo de comunicação, sistema informatizado ou de telecomunicação, quando houver indícios da atuação de associação criminosa em mais de um estado ou no exterior.

Remoção de conteúdo

Acrescenta ao Marco Civil da Internet dispositivo específico que dispensa emissão de nova ordem judicial a provedores de aplicações, para indisponibilidade de conteúdo idêntico ao original ou que contenha parte majoritária do original, com a mesma característica infringente.

Responsabilidade de grupos econômicos com representação no Brasil

Deixa mais claro – item também incluso no Marco Civil da Internet – que em operações de tratamento de dados realizados no exterior relativos a serviços que também são prestados no Brasil, a filial, sucursal, escritório ou estabelecimento da empresa no país se tornem responsáveis solidários por eventuais processos.

Fornecimento de Protocolos de Internet em ordem judicial

Visando dar maior celeridade às investigações criminais, autoridade policial ou Ministério Público poderão, sem autorização judicial, requisitar ao provedor de conexão ou de aplicação de internet – independente de autorização judicial – o endereço IP utilizado para a geração de conteúdo específico objeto de investigação criminal.

Por outro lado, diante da sensibilidade dos dados em questão, é definida como conduta criminosa o fato de se apossar, propalar, divulgar ou fazer uso dos dados cadastrais de que trata a Lei de Organizações Criminosas, ou do endereço IP de que trata o Marco Civil da Internet.

Bloqueio de aplicações e proporcionalidade

Cria dispositivo para esclarecer que devem ser exploradas todas as alternativas legais possíveis de punição para interromper a conduta criminal, antes de que o juiz mande bloquear o acesso ou suspender a prestação de serviço da aplicação. Neste caso, considerando a gravidade do crime e o alcance da medida, além da agilidade necessária para cessar a conduta.

Educação Digital e Varas Especializadas

Sugere a oferta obrigatória de noções de educação digital nas escolas públicas e privadas de ensino Fundamental e Médio, assim como a criação de Varas Especializadas em Crimes Cibernéticos nos Tribunais brasileiros.

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EY tem novo CEO para o Brasil

view.aspx A EY (Ernst & Young) anuncia Luiz Sérgio Vieira como novo CEO para o Brasil. Após um processo de transição iniciado há três anos, o executivo, que ocupava o cargo de vice presidente de Mercados, sucede Jorge Menegassi. Vieira, que entrou na EY como trainee há 24 anos, se torna o mais jovem CEO à frente de uma Big4, grupo das quatro maiores consultorias e auditorias do mundo. Ele assume oficialmente o cargo em 1º de julho, quando a empresa inicia seu ano fiscal.

Na EY desde 1992, Luiz Sergio atuou por três anos na área de auditoria. Mas sua trajetória na empresa foi principalmente no segmento de impostos, com especialização em tributação internacional, expertise que o levou a passar três anos no escritório da EY em de Nova York.
Conhecido por sua capacidade de inovar e desenvolver talentos, Luiz Sérgio tem como desafio dar continuidade ao bom desempenho apresentado pela companhia nos últimos anos e impulsionar o processo constante de inovação nos negócios. O executivo é o responsável pela estruturação do Centro de Inovação da empresa. “Temos observado o impacto que a revolução digital em curso tem causado no mercado. Trabalhamos continuamente para acompanhar essas mudanças e oferecer soluções integradas e inovadoras para nossos clientes”, afirma Luiz Sérgio Vieira.

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TCS anuncia Tushar Parikh como Country Head para o Brasil

view.aspx A corporação teve receita global de US$16,54 bilhões no último ano fiscal e aponta América Latina como líder entre seus mercados emergentes. Região apresenta crescimento anual de dois dígitos nos últimos quatro anos, tendo Brasil como destaque e com enorme potencial de crescimento.

A Tata Consultancy Services (TCS), empresa líder em serviços de tecnologia da informação (TI), consultoria e soluções de negócios, anuncia mudanças em sua estrutura no mercado brasileiro. Tushar Parikh assume como Country Head, passando a dirigir a empresa no país, e sendo o principal representante frente ao mercado local e autoridades governamentais.
Entre suas missões à frente da empresa estão manter o crescimento ascendente alcançado pela TCS Brasil nos últimos anos, consolidar a estratégia da companhia no país, estreitar o já existente relacionamento com as áreas de negócios e TI; assim como assegurar que as atividades de responsabilidade social corporativa sejam conduzidas nas comunidades locais onde a TCS mantém negócios.

Além disso, Tushar continuará liderando como Segment Head para a unidade de negócios Global Accounts (Clientes Globais) para América Latina e Setor de Seguros & Governo no Brasil. Nesta função, o executivo responde por oito países, com destaque para Brasil, México, Chile, Colômbia e Argentina.
O executivo reforça a importância de temas como ‘Mobilidade e Pervasive Computing’, ‘Cloud’, ‘Big Data’, ‘Inteligência Artificial & Robótica’, e ‘Mídias Sociais’. Foco de atuação da TCS, estas cinco principais forças na área digital direcionam a forma como a empresa evolui, opera e interage com seus clientes. Tushar enfatiza ainda o grande conhecimento da TCS em Indústrias como Seguros, Manufatura, Automotiva, Serviços Financeiros e Varejo como o diferencial em relação a outras companhias que operam no mercado.
Natural da Índia e com vasta experiência no segmento de TI aplicada a negócios, Tushar está na TCS desde 2004. A partir da Índia trabalhou com clientes nos Estados Unidos, Cingapura, e Europa. Em meados de 2005, o executivo deixou seu país natal e se estabeleceu na América Latina, onde trabalhou por cerca de cinco anos no México e cerca de dois anos como Cluster Delivery Head para Argentina, Colômbia e Uruguai, antes de chegar ao Brasil, em 2012. Durante estes anos, Tushar desempenhou papel estratégico nas operações da TCS em iniciativas que incluem Gestão de Relacionamento com clientes, Estratégia & Transformação do Negócio, Serviços, Outsourcing de TI e Processos em nível Global.

“A TCS é uma empresa mundialmente conhecida e estou muito contente por ter sido convidado a dirigir um importante mercado como o Brasil, que cresceu tremendamente nos últimos anos – na ordem de dois dígitos – acompanhando a América Latina”, acrescenta Tushar. “Tenho planos audaciosos para expandir ainda mais a atuação da companhia na região, sempre visando oferecer o melhor serviço aos nossos clientes, garantindo qualidade, agilidade e entrega de valor à solução final”, completa o executivo.
Bacharel em Ciências, Tushar tem mestrado em Computação e Engenharia de Software, participou do programa “Leading Professional Service Firms”, da Universidade de Harvard, e do programa “TATA Group Executive Leadership”, da Ross School, em Michigan (EUA).
No último ano, a TCS foi eleita pela Forbes como uma das mais inovadoras empresas do mundo e foi reconhecida como a marca mais poderosa do mundo em Serviços de TI pela Brand Finance, principal empresa de avaliação de marcas no mundo. Além disso, recebeu a certificação de “Top Employers América Latina 2016”, concedida pelo Top Employers Institute.

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Cabify recebe aporte de US$ 120 milhões

A Cabify, empresa de mobilidade urbana, anunciou recentemente uma nova rodada de investimento recebida e liderada pela Rakuten, Inc., para novas operações de escala em toda a América Latina e Europa. A Cabify é uma plataforma online de serviços de veículos comerciais e particulares, para consumidores e empresas, e tem registrado crescimento sem precedentes por parte de sua tecnologia de ponta e serviço de primeira classe. A empresa tem planos de utilizar parte do valor para o início de sua operação no Brasil.

Desde o seu último investimento em Julho de 2015, a Cabify continua expandindo rapidamente e se consolidando com uma forte posição de lideraça em 14 cidades pela Espanha, Mexico, Peru, Chile e Colômbia. Esses US$ 120 millhões do no novo fundo irá permitir que a Cabify acelere o crescimento em mercados que já tem atuação e expandir para alcançar novos mercados.

“Nós estamos animados para estreitar nosso relacionamento com a Rakuten, grande parceiro que entende a nossa meta de longo prazo de desconstruir o modelo de propriedade de veículo”, disse Juan de Antonio, CEO da Cabify. “Até agora, a Cabify se destacou por fornecer um serviço de alta qualidade para uma clientela fiel. Pretendemos continuar a replicar esse modelo em toda a América Latina e Europa para consolidar nossa posição de liderança”.

Comentando o que conduz a mais recente rodada de investimentos, Oskar Mielczarek de la Miel Managing Partner do Fundo FinTech Rakuten disse: “a Cabify está rapidamente consolidando a sua posição com uma abordagem muito sistemática e disruptiva. A Rakuten é apaixonada por capacitação de liderança em inovação. A Cabify tem uma equipe excelente de gestão liderada por Juan de Antonio, cuja visão coloca exclusivamente a Cabify em uma posição para entrar no próximo nível da competição tecnológica”.

De acordo com Beatriz González, Conselheira e sócia da Seaya Ventures, a Cabify tem profundo conhecimento das diversas condições dos diferentes mercados, incluindo complacência com as regulamentações locais. Como parte de sua solução completa de mobilidade, Cabify já está adicionando opções como táxis regulares e pagamento em dinheiro em países como Peru, Colômbia, Brasil e Espanha.

“Queremos ser mais do que apenas um serviço de motorista particular”, diz Juan de Antonio. “A Cabify será uma plataforma de transporte para todos serviços de valor agregado para vários tipos de clientes.”

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CA anuncia novo presidente no Brasil

view.aspx A CA Technologies, uma das maiores empresas de software para segurança, desenvolvimento e gestão de TI do mundo, anuncia hoje Marcel Bakker como o novo presidente da companhia no Brasil.

O executivo ingressou na CA em 2014 como vice-presidente de Soluções de Segurança para a América Latina, tendo ocupado também o posto de Diretor de Platinum Division na empresa – destinado ao atendimento de grandes contas. Formado em Direito pela Universidade Mackenzie, cursou MBA em Tecnologia e Negócios Eletrônicos pela Universidade de São Paulo (Fundace-USP). Antes de trabalhar na CA Technologies, Marcel Bakker atuou como diretor regional da RSA para o Brasil e Cone Sul da América Latina.

Bakker reporta-se a Claudia Vasquez, nova presidente para a América Latina da CA (veja detalhes abaixo). Juntos, eles vão conduzir na região uma estratégia de crescimento focada em dois eixos: a ampliação da carteira de clientes da companhia para novos segmentos, como Varejo, Manufatura, Governo, Saúde e Educação; e a entrada da CA no ramo de consultoria em tecnologia. Esse segundo movimento se dará sobretudo para clientes de soluções para metodologias ágeis, como as da Rally, empresa adquirida no ano passado pela CA.

“As empresas têm diante de si o desafio da Transformação Digital. É uma demanda dos consumidores, que são cada vez mais ávidos por uma boa experiência. A CA está ao lado dessas empresas para fazê-las cada dia mais inovadoras e, para isso, consideramos fundamental termos uma estrutura para dar consultoria em tecnologia para nossos clientes”, diz Marcel Bakker.

Para o posto que vinha sendo ocupado por Bakker na Diretoria de Vendas – Platinum Division, a CA anuncia Marcel Lima. Ele atuou anteriormente como account director para soluções Agile, DevOps e Segurança na CA Brasil. Com foco no crescimento e desenvolvimento dos negócios. A CA anuncia também as novas lideranças para as soluções DevOps, cuja vice-presidência será chefiada por João Fábio Valentin, antes responsável pela área de Enterprise Management e pela área de Agile Management, que passa a ser liderada por Francisco Dal Fabbro, que anteriormente respondia por IT Business Management.

América Latina

O anúncio do novo presidente da unidade brasileira da CA Technologies é mais um passo no sentido de uma movimentação regional da companhia, iniciada com a escolha de Claudia Vasquez (foto ao lado) como presidente da CA para a América Latina. “Por meio de nossa nova estrutura, planejamos acelerar o crescimento da CA Technologies na região, que tem ocupado papel de destaque nos negócios globais da companhia”, explica Claudia.

Com mais de 20 anos de experiência internacional na indústria de tecnologia, a executiva atua na CA desde 2011, tendo ocupado o cargo de vice-presidente regional de Vendas. A presidente traz em seu currículo experiência em companhias como SAP, IBM e PwC. Claudia é formada em Engenharia de Produção pela Universidade de La Sabana, em Bogotá, na Colômbia.

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Empresas têm R$ 10 milhões para pesquisas voltadas a cidades inteligentes e sustentáveis

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) prorrogaram até 23 de maio o prazo da chamada de propostas de pesquisas que levem ao desenvolvimento de produtos, processos e serviços inovadores voltados ao aprimoramento da vida nas cidades.

Dirigida a microempresas, empresas de pequeno porte, pequenas e médias empresas sediadas no Estado de São Paulo, sobretudo àquelas em fase inicial de atividades (startups), a chamada de propostas disponibilizará até R$ 10 milhões para projetos que visem ao aperfeiçoamento de tecnologias e a produtos para aplicações em cidades, com potencial de torná-las mais inteligentes, sustentáveis e humanas. Os recursos, não reembolsáveis, serão divididos igualmente entre FINEP e FAPESP.

Indicada para empresas que se enquadram na Fase 3 do Programa FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE), voltado para o desenvolvimento de produtos, processos e serviços que possam ser inseridos no mercado, a chamada acontece na esfera do programa PIPE/PAPPE Subvenção, parceria entre FAPESP e FINEP que oferece financiamento para a execução de pesquisa científica e/ou tecnológica.

Para orientar e fornecer informações que ajudem na formulação de projetos, que poderão ser desenvolvidos em até 24 meses em qualquer cidade do Estado de São Paulo, FAPESP e FINEP promovem no dia 29 de abril, às 18h00, no Teatro IMA Cultural, em Campinas, uma reunião de esclarecimento sobre a chamada e os projetos.

No encontro, profissionais da FAPESP e da Informática de Municípios Associados (IMA), empresa de economia mista voltada à prestação de serviços na área de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), vão tirar dúvidas de representantes de empresas interessadas em apresentar projetos com potencial de alcançar resultados inovadores.

A programação contará com a demonstração do Gliconline, aplicativo de acompanhamento que auxilia no controle de diabetes, pela gerente de Soluções da IMA, Daniela Fumes da Luz, além de esclarecimentos sobre a chamada de propostas pelo professor Douglas Zampieri, coordenador da área de Pesquisa para Inovação da FAPESP.

O evento acontece em decorrência de um acordo de cooperação entre FAPESP e IMA para promover projetos cooperativos de pesquisa que levem principalmente ao desenvolvimento de novas tecnologias, sistemas, softwares e aplicativos que ajudem a pensar uma nova configuração para áreas urbanas, incluindo a operação de serviços públicos em áreas como saúde, educação, mobilidade, gestão, segurança pública, tecnologia da informação e comunicação, entre outras.

O evento é aberto a todos os empresários interessados. Os projetos devem ser inscritos até 23 de maio exclusivamente por meio eletrônico, pelo Sistema de Apoio a Gestão (SAGe), no endereço www.fapesp.br/sage. O resultado dos projetos aprovados será divulgado em 19 de setembro.

Mais informações sobre o PIPE/PAPPE: www.fapesp.br/5747
Mais informações sobre a chamada de propostas: www.fapesp.br/10066

Reunião de divulgação e esclarecimento: Pesquisa sobre Tecnologias e Produtos para Aplicações em Cidades Inteligentes-Cidades Sustentáveis

Data e horário: 29 de abril, às 18:00
Local: Teatro IMA Cultural – Rua Padre João Garcia, 101 – Ponte Preta – Campinas/SP
Programação: http://www.fapesp.br/eventos/cidadesinteligentes
Inscrições: http://www.fapesp.br/eventos/cidadesinteligentes/inscricao

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Salesforce revela tendências do Marketing Digital no Brasil e no mundo

A Salesforce (NYSE: CRM), líder mundial em plataformas de gerenciamento de relacionamento de clientes (CRM), divulgou hoje seu Relatório “Estado do Marketing 2016” (State of Marketing Report), que entrevistou cerca de 4.000 profissionais de marketing em todo o mundo. O levantamento mostra a satisfação e o engajamento do cliente como as principais medidas de sucesso dos profissionais de marketing. Para isso, 65% dos profissionais de alto desempenho adotaram uma estratégia de jornada do cliente e 88% acreditam que esta é fundamental para o sucesso de sua estratégia geral de marketing.

Os mundos físico e digital estão se fundindo, levando as pessoas a esperar interações consistentes e personalizadas com marcas em todos os canais e dispositivos. Esta mudança está tornando a jornada do cliente mais importante do que nunca, e em última análise fazendo com que os profissionais de marketing evoluam para serem verdadeiros designers de experiência do cliente. A pesquisa mostra que quase dois terços das equipes de marketing de alto desempenho (63%) estão implementando transformações digitais em toda a sua organização, em comparação com 8% das equipes de baixo desempenho.

“A ascensão do cliente conectado está forçando o marketing a evoluir da entrega de campanhas para a gestão de experiências personalizadas que possam engajar o cliente desde o primeiro dia e guiá-lo em uma jornada perfeita com a marca”, disse Scott McCorkle, CEO do Salesforce Marketing Cloud. “Os resultados de nossa pesquisa mostram que os profissionais de marketing de alto desempenho que mudam sua mentalidade, táticas e tecnologia para abraçarem uma estratégia de jornada do cliente colherão bons frutos”.

Prioridades de Marketing no Brasil

A pesquisa também ouviu profissionais e executivos de marketing no Brasil. Dentre os principais resultados, 91% dos entrevistados confirmaram a prioridade de adoção de jornadas de clientes. Além disso, os temas associados à experiência do consumidor e satisfação de clientes também são relevantes para os brasileiros: 87% dos entrevistados estão participando em iniciativas de melhoria da experiência do consumidor e 47% citaram satisfação de clientes como a principal mensuração do sucesso em marketing.

Principais resultados do 2016 State of Marketing Report

Os profissionais de marketing precisam priorizar a jornada do cliente, ou se arriscam a ficar para trás. Os clientes têm mais informações, escolhas e poder do que nunca. Para os profissionais de marketing, a experiência do cliente – todas as interações entre uma marca e seus clientes – agora é mais importante que qualquer outra coisa. E hoje os profissionais de marketing têm o poder de criar experiências perfeitas através da adoção de uma estratégia de jornada do cliente, em vez de uma estratégia de campanha.

– Entre as equipes de marketing de alto desempenho pesquisadas, 65% adotaram uma estratégia de jornada do cliente e, desses, 88% dizem que ela é fundamental para o sucesso de sua estratégia geral de marketing.

– A maioria das equipes de marketing de alto desempenho pesquisadas (58%) estão impulsionando iniciativas de experiência do cliente em toda a empresa, em comparação com 8% dos que apresentam baixo desempenho.

– Quase dois terços das equipes de marketing de alto desempenho (63%) estão realizando transformações digitais em toda a empresa, contra 8% daqueles com baixo desempenho.

– Além disso, 63% das equipes de marketing de alto desempenho pesquisadas se dizem excelentes para a criação de experiências do cliente personalizadas, em todos os canais, em todas as unidades de negócio, em comparação com 2% daqueles com baixo desempenho.

O ROI do marketing digital está em ascensão. Os profissionais de marketing estão notando um aumento do ROI vindo do e-mail marketing, móvel e social.

– Entre os profissionais de marketing que usam e-mail marketing como parte de sua estratégia de marketing, 80% concordam que o e-mail é fundamental para o seu negócio. Quase metade (49%) deles dizem que o e-mail está diretamente ligado à principal fonte de receitas do seu negócio, representando um aumento de 140% ano-a-ano (YoY) em comparação com o Relatório do Estado do Marketing de 2015. Entre os entrevistados, 79% dizem que o e-mail gera ROI, com um crescimento de 48% YoY.

– Além disso, 75% dos profissionais de marketing que usam as mídias sociais como parte de sua estratégia de marketing relatam que o social está gerando ROI com um aumento de 166% YoY. De acordo com equipes de marketing de alto desempenho, o Facebook é o canal social mais eficaz, seguido do Twitter, YouTube, Google+ e Instagram.

– Também aumentou significativamente a adoção do marketing em dispositivos móveis, como o rastreamento de dispositivos móveis baseado em localização (149% de aumento), notificações push para móvel (145% de aumento), mensagens de texto para móvel (111% de aumento) e aplicativos móveis (98% aumento). Além disso, 77% dos entrevistados que usam os dispositivos móveis como parte de sua estratégia de marketing dizem que o móvel ativamente gera ROI, com um aumento de 147% YoY.

O marketing digital multicanal determina o sucesso. Os profissionais de marketing estão tomando posse da jornada do cliente, e a sua capacidade de integrar canais de marketing digital determinará o seu desempenho.

– Entre as equipes de marketing de alto desempenho que integraram os seus canais de marketing digital – e-mail, móvel e social – 95% consideram as integrações como muito eficazes ou eficazes.

– Quase dois terços das equipes de marketing de alto desempenho pesquisadas (63%) integraram suas atividades nas mídias sociais em sua estratégia geral de marketing, em comparação com apenas 20% dos que apresentam baixo desempenho.

– Quase dois terços das equipes de marketing de alto desempenho pesquisadas (64%) também integraram as suas atividades de marketing por e-mail em sua estratégia geral de marketing, em comparação com 19% dos que apresentam baixo desempenho.

– A maioria das equipes de marketing de alto desempenho pesquisadas (60%) integraram suas atividades de marketing para dispositivos móveis em sua estratégia geral de marketing, em comparação com 12% dos que apresentam baixo desempenho.

– Além disso, 81% das equipes de marketing de alto desempenho pesquisadas alinham suas campanhas para dispositivos móveis com campanhas por e-mail, em comparação com 46% dos profissionais de marketing de baixo desempenho.

– Quase dois terços dos profissionais de marketing pesquisados (65%) estão aumentando os orçamentos de publicidade em plataformas sociais em 2016, tornando-se a terceira maior área de maior investimento, atrás apenas do marketing em mídias sociais e do engajamento de mídias sociais.

O CRM está alimentando uma publicidade mais eficaz. Muitos profissionais de marketing ainda tentam direcionar anúncios digitais, principalmente por meio de cookies da Web, em uma abordagem não confiável e de baixo envolvimento. Os profissionais de marketing estão mudando dos anúncios em massa, não personalizados, para os anúncios personalizados em escala, fazendo uso dos seus próprios dados de clientes. Por exemplo, os profissionais de marketing podem levar os dados do CRM para a Salesforce e fazer uma comparação com os grupos de usuários do Facebook que sejam mais semelhantes aos seus clientes atuais e que estejam mais propensos a se converter.

– Para criar anúncios mais personalizados e aumentar o engajamento, 83% dos profissionais de marketing de alto desempenho utilizam dados do CRM (por exemplo, um endereço de e-mail ou número de telefone) para segmentar ou direcionar os anúncios digitais, em comparação com 57% dos que apresentam baixo desempenho.

– Isso reforça o Advertising Index Report, o Relatório de Índice de Publicidade da Salesforce que mostrou que as campanhas direcionadas com CRM apresentam um engajamento 27% maior do que no direcionamento tradicional.

A 11ª Conferência anual “Connections” da Salesforce deverá atrair milhares de profissionais de marketing para o evento de três dias, de 10 a 12 de maio de 2016 no Georgia World Congress Center, em Atlanta. Os participantes ouvirão palestras de oradores especialistas, obterão treinamento prático com a mais recente tecnologia do Marketing Cloud, e se misturarão com as mentes mais brilhantes do marketing. A Salesforce está oferecendo preços promocionais especiais – utilize o código promocional EQUALITY para economizar 50% na compra de um passe para toda a conferência – até 15 de abril de 2016. Cadastre-se agora em www.salesforce.com/connections.

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Gartner: mais da metade de grandes organizações utilizarão Analytics Avançado e Algoritmos Proprietários em 2018

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, estima que o Analytics Avançado continua sendo o segmento de crescimento mais rápido no mercado de Business Intelligence e Analytics, com previsão de aumento de 14% e atingindo US$ 1,5 bilhão em 2016. Essas e outras informações serão apresentadas durante a Conferência Business Intelligence, Analytics & Information Management 2016, que acontecerá nos dias 10 e 11 de maio (Terça e Quarta-feira), no Sheraton São Paulo WTC Hotel, em São Paulo.

O Gartner anuncia pesquisas e previsões para o segmento de Analytics:

Em 2018, mais da metade das grandes organizações globais utilizarão Analytics Avançado e Algoritmos Proprietários, causando a ruptura indústrias inteiras

“O Analytics Avançado já têm mudado indústrias inteiras há mais de uma década e é um fator crucial para como a maioria dos novos operadores interrompem os mercados estabelecidos e vencem a concorrência, seja vendendo livros, alugando filmes, emprestando dinheiro ou até mesmo criando um time de futebol profissional”, afirma Jim Hare, Diretor de Pesquisas do Gartner.
“Hoje, com menos monopólios regulamentados e com a Internet eliminando fronteiras geográficas, mais empresas estão começando a utilizar análises estatísticas, modelagem preditiva e otimização da decisão para competir, em vez de usarem abordagens tradicionais”, diz Jim Hare.

O analista do Gartner afirma que, para sobreviver na nova economia digital, organizações de usuários finais e fornecedores deverão acelerar a mudança de foco dos seus investimentos, de medição para Analytics Avançado, ou correm o risco de serem deixado para trás. As organizações líderes estão desenvolvendo algoritmos proprietários que podem levar a análises perspicazes mais rápidas e estão afastando-se da tomada de decisão “intuitiva”.

Até o final de 2018, uma minoria de organizações terá uma abordagem rigorosa para demonstrar a confiabilidade de seus algoritmos de Analytics

O Gartner acredita que os fatores de confiança que influenciam o uso ético da análise são identificáveis: transparência, responsabilidade, compreensibilidade, consciência, satisfação e benefícios mútuos. Infelizmente, esses fatores subjacentes que fomentam as relações comerciais de confiança baseadas em dados raramente fornecem muita consideração, caso haja alguma.

“Os negócios, os impactos sociais e a ética decorrentes da utilização de dados e Analytics são compreendidos por poucos, ignorados por muitos e controlados por praticamente ninguém. Os impactos resultantes são tangíveis – oportunidades não realizadas de negócios, ineficiências adicionais, aumento do risco de marca e até mesmo processo penal”, afirma Alan Duncan, Diretor de Pesquisa do Gartner.
O analista do Gartner afirma que as principais organizações orientadas por dados reconhecerão cada vez mais as relações causais entre dados, Analytics, confiança e resultados de negócios. As organizações que escolhem proativamente gerenciar esses impactos éticos serão capazes de promover relações mais produtivas e confiáveis com seus clientes, fornecedores e colaboradores, conduzindo a vantagem competitiva aumentada e a fidelidade à marca para maximizar a sua participação de mercado em comparação com os concorrentes que não abordam estas questões.

Em 2018, os mercados de algoritmos serão combinados com a Plataforma como Serviço (PaaS) para maximizar o Analytics Avançado e permitir o compartilhamento seguro e monetização de dados brutos

O Gartner acredita que o Analytics Avançado poderia fornecer benefícios de uma forma mais significativa se houvesse mais compartilhamento de dados detalhados de eventos. No entanto, esta medida é prejudicada por problemas de licenciamento, confiança e questões de integração de dados. A solução será a combinação de mercados de algoritmo e ambientes de tempo de execução PaaS, em que apenas funções especificamente certificadas estão autorizadas a processar os dados seguros.

“A situação atual de dados compartilhados é problemática. Os provedores normalmente não confiam em usuários finais com os dados detalhados de evento. Por outro lado, os consumidores de dados não gostam das complexidades envolvidas de licenciamento e integração de dados. Como resultado, existe um entrave significativo ao compartilhamento e monetização de dados”, afirma Alexander Linden, Diretor de Pesquisas do Gartner.

Em três anos, o Gartner espera que a tecnologia que estiver disponível possa simplificar radicalmente os desafios de confiança, licenciamento e integração de dados, colocando os controles sobre o processamento de dados algorítmicos. Somente os componentes certificados serão capazes de executar os dados sensíveis e transformá-los em modelos de pontuação e otimização. Em essência, o processamento de dados será limitado para assegurar que os dados detalhados subjacentes não possam ser copiados, salvos ou que seja utilizada engenharia inversa.

Análises detalhadas estão disponíveis para os clientes do Gartner no relatório “Predicts 2016: Advanced Analytics Are at the Beating Heart of Algorithmic Business”. Esta pesquisa é parte do Relatório Especial Gartner “Predicts 2016: Algorithms Take Digital Business to the Next Level”, um compilado de 85 relatórios focados nas principais previsões e ações que permitirão que as empresas deem forma a seu futuro digital.

Conferência Business Intelligence, Analytics & Information Management
Data: 10 e 11 de maio de 2016 (Terça e Quarta-feira)
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel – Av. das Nações Unidas, nº 12.559
Site do evento: www.gartner.com/br/bi

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Pixeon leva visão futurística em realidade virtual para Jornada Paulista de Radiologia

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A Pixeon, uma das maiores empresas de tecnologia para a saúde no país, em parceria com o DOT, especialista em soluções digitais para Educação e Inteligência, apresenta na Jornada Paulista de Radiologia (JPR’2016) ambiente de realidade virtual aplicado para medicina diagnóstica onde os visitantes da feira poderão ter uma experiência futurística simulada de uma sala de laudo. A iniciativa é condizente com a visão da Pixeon sobre o setor e pretende mostrar ao público o futuro da tecnologia da informação aplicada a saúde.

“Estamos sempre atentos às principais tendências de tecnologia e suas aplicações para a saúde. Temos como objetivo não apenas desenvolver os mais modernos produtos para o segmento, como também trazer para o mercado nacional conceitos e aplicações do que seria a nova geração do health IT”, explica Roberto da Cruz, CEO da Pixeon. “A saúde move o nosso mundo, e por isso, precisamos pensar em futuro e levar propostas inovadoras para nossos clientes, e essa experiência irá à JPR para refletir esse ideal”, completa o executivo.

Para tornar esta ação inovadora possível, a Pixeon contará com aplicação desenvolvida pelo DOT digital group e levará para a JPR o Oculus Rift, um óculos para simulação de realidade virtual, e tecnologia leap motion, um sensor de captação de movimento das mãos. Durante a experiência, um novo mundo de possibilidades irá se abrir em frente aos olhos dos visitantes.

“É muito comum empresas de games investirem em realidade virtual e trazer um mundo paralelo incrível para os usuários, mas a tecnologia ultrapassa barreiras e tem aplicações infindáveis no mundo real. A iniciativa da Pixeon é uma leitura previsional de como soluções digitais serão aplicadas a clínicas e hospitais e poderão melhorar a experiência e produtividade dos profissionais da saúde, e consequentemente, o atendimento ao paciente”, afirma Luiz Alberto Ferla – CEO do DOT digital group.

O estande da Pixeon será o maior que a empresa já apresentou até hoje na Jornada e, de forma inédita, apresentará não só as novidades nos produtos do portfólio, mas também entregará ao visitante uma pílula do futuro, com uma sala de laudo em ambiente virtual. “A tecnologia revoluciona a saúde todos os dias e é a primeira vez que uma empresa de health IT leva uma experiência real de futuro para a JPR. Nosso objetivo está além de entregar os melhores softwares de gestão, mas também de mostrar ao mercado qual é a visão de futuro do setor, por isso estamos muito empolgados em enriquecer o congresso com este simulador”, finaliza Roberto.

Jornada Paulista de Radiologia 2016

28 de abril a 1º de maio

Transamerica Expo Center: Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387, Santo Amaro, São Paulo.

Localização do estande: #34 – Hall C

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Contabilizei é indicado para o 3º Latam Founders Award

O Contabilizei, escritório de contabilidade online para Micro e Pequenas Empresas (MPEs) de comércio e serviço, foi indicado para a 3ª edição do Latam Founders Awards Gala, premiação realizada pela Latam Founders, rede de executivos e investidores do mercado de tecnologia. O Contabilizei concorre na categoria Melhor B2B, disputada por empresas que fornecem serviços tecnológicos para outras empresas.

A premiação, também conhecida como o “Oscar” das startups, se distingue por atribuir às lideranças industriais o poder de nominação e premiação dos escolhidos. Para esta edição, são esperados 300 convidados. Além de premiar negócios de destaque, o Latam Founders Awards Gala ainda prestigia aceleradoras e investidores e oferece um espaço de networking entre altos executivos, mentores e empresários que inovam o mercado tecnológico latino-americano.

“A indicação para o prêmio é uma honra para o Contabilizei e mostra que estávamos no caminho certo ao decidirmos criar um serviço que está sendo responsável por otimizar e facilitar a vida de milhares de micro e pequenos empresários em várias cidades do País”, afirma Vitor Torres, fundador e CEO do Contabilizei. Segundo Torres, a tecnologia ajuda os empresários, principalmente nesse momento de crise, a economizar até 90% na contabilidade, que é um custo fixo obrigatório para qualquer empresa. “Propusemos um negócio disruptivo para o setor de contabilidade e já temos uma base de clientes que comprova a eficiência nosso serviço”, completa.

Torres atribui a indicação do Contabilizei para o Oscar das empresas de tecnologia à desburocratização da contabilidade, possibilitada pelo serviço prestado pela empresa. “Além de facilitar todas as operações contábeis que ainda atravancam os negócios dos micro e pequenos empresários, o Contabilizei permite que o empreendedor controle suas finanças de qualquer lugar, 24h por semana, porque nossa tecnologia funciona na nuvem”, diz.

Em Curitiba, sede do escritório do Contabilizei, a empresa tem colaborado para o fortalecimento do ecossistema empresarial local. “A vantagem de operar um serviço B2B realmente relevante é o impulso que se dá a toda uma cadeia de criação e produção. Por se tratar de uma solução que reduz custos, nossos clientes nadam contra a corrente recessiva da economia, apresentando percentuais de crescimento”, observa Torres.

A cerimônia de premiação do 3º Latam Founders Awards Gala ocorre no dia 10 de maio, em São Paulo.

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