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PagSeguro apresenta Split Payment no Vtex Day 2016

O PagSeguro, solução completa para pagamentos online e mobile POS, que permite a qualquer pessoa ou empresa a realização ou recebimento de transações financeiras, anuncia sua participação como patrocinador máster do Vtex Day, o maior evento de varejo multicanal da América Latina, e apresenta sua ferramenta Split Payment.

Voltado para market places e lojas onlines que trabalham em um modelo de comissionamento, o Split Payment do PagSeguro é a ferramenta que permite o repasse de valores recebidos por uma determinada empresa a diversos vendedores ou fornecedores. Ou seja, a funcionalidade permite que qualquer loja virtual ou market place receba o pagamento de um comprador e o divida entre seus parceiros de negócio, de forma automática, segura, sem burocracia e sem erros.

“O PagSeguro está sempre investindo em tecnologia e melhorias, tanto para os pagamentos presenciais, quanto para os pagamentos na internet. Os clientes PagSeguro encontram tudo que precisam em uma única plataforma, um único atendimento ao cliente, de forma simples, rápida e com segurança”, explica Juan Fuentes, diretor do PagSeguro.

Com o Split Payment do PagSeguro, desde pequenas a grandes empresas, franquias e lojistas que tenham operações que ofereçam ferramentas para vendas de itens de terceiros, ou trabalhem com comissionamento, podem se beneficiar da funcionalidade. Como, por exemplo, o cliente acessa o site de uma escola de idiomas, ele escolhe a franquia onde quer estudar e finaliza a compra do curso de sua preferência. O Split Payment do PagSeguro recebe o valor e divide as taxas e o pagamento entre os envolvidos na transação, sendo, nesse caso, o franqueado e franqueador.

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O Split Payment do PagSeguro não possui taxa adicional, taxa de set up, e oferece maior flexibilidade na divisão de taxas e tarifas customizadas. Sendo assim, o lojista divide o pagamento da forma que quiser e em porcentagem. Além disso, o proprietário da loja ou Market place acompanha em tempo real os pagamentos recebidos e, se houver algum imprevisto no pagamento, com o adquirente ou com o emissor do cartão, o PagSeguro faz uma nova tentativa de cobrança.

O PagSeguro vem contribuindo para a inclusão digital de empreendedores e colaborando com o fomento da economia brasileira, democratizando as mais variadas formas de pagamento para todos os tamanhos e tipos de negócios, sejam eles presenciais ou eletrônicos, e oferecendo serviço com acesso seguro à transações financeiras para quem deseja alavancar seus negócios.

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Nova equipe econômica é primeiro sinal positivo emitido oficialmente por Michel Temer, aponta FecomercioSP

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) analisa como positivas as escolhas do presidente Michel Temer para compor a equipe econômica do seu novo governo. Na visão da Entidade, a nova equipe deve retomar os conceitos básicos de equilíbrio macroeconômico e de responsabilidade fiscal, que serão determinantes para a retomada do crescimento econômico do País.

No entendimento da Federação, o novo governo compreendeu que deve haver sintonia entre escolas de pensamento para Fazenda, Banco Central, Tesouro e Planejamento, o que por si só já é uma notícia positiva. Ainda segundo a Entidade, trata-se de um grupo que entende que o Estado já não cabe mais nos bolsos dos brasileiros. Ficou claro que é preciso adaptar o Estado à capacidade contributiva do cidadão, e não o contrário.

A FecomercioSP reconhece em Henrique Meirelles, novo ministro da Fazenda, todas as qualidades necessárias para garantir uma mudança de rumo segura e positiva da economia brasileira. Na visão da Entidade, Meirelles é um técnico de excelente qualificação e detém vastos conhecimentos sobre micro e macroeconomia. Soma-se a isso o fato de ter atuado com sucesso na iniciativa privada, conhecendo de perto a realidade do mercado, além de ter participado também da equipe econômica do ex-presidente Lula – experiência que será importante para fazer a transição para o novo governo.

O recém-nomeado ministro é conhecedor, como poucos, dos setores público e privado, tendo ocupado cargos chave nos dois ambientes. Para a Federação, ele tem plenas condições de mudar os rumos da economia nacional, direcionando-a de novo rumo ao crescimento. Ressalta-se que a incorporação do Ministério da Previdência pelo Ministério da Fazenda, além de ser uma medida que visa simplificar e dar eficiência administrativa faz todo sentido, pois coloca os objetivos e reformas econômicas mais urgentes sob a mesma tutela.

Outro nome apreciado pela Federação e escolhido para compor a equipe econômica é o de Romero Jucá, que será o responsável pelo Planejamento. Na visão da Entidade, o senador está alinhado com o projeto do PMDB, “Uma Ponte para o Futuro”, com o qual a FecomercioSP tem muita afinidade e vê muitas de suas concepções ali representadas. Além disso, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) deve passar para a estrutura desse ministério, o que parece muito razoável dentro de um desenho mais racional e eficiente da máquina pública, no entendimento da Entidade.

No Comércio Exterior, o senador José Serra – economista com ampla experiência na administração pública – terá como principal desafio a reinserção do País no mercado internacional, sendo necessário, na visão da FecomercioSP, rever a política comercial externa – que, nos últimos anos, priorizou blocos econômicos pouco promissores e orientados por conotações ideológicas – para promover ações mais amplas e integradas no campo dos tratados bilaterais com economias em desenvolvimento e desenvolvidas. A Federação pondera que Serra deve propor uma nova agenda ao Mercosul, que acabou deixando de ser um bloco comercial relevante e se tornou um campo de discussões políticas.

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Febraban declara apoio a novos ministros da área econômica

“O vice-presidente Michel Temer assume a Presidência da República em momento difícil, mas acompanhado de expectativas positivas de que enfrentará os problemas do País nas linhas apontadas no programa “Ponte para o Futuro.” A Federação Brasileira de Bancos – FEBRABAN associa-se aos que veem na nova equipe de governo capacidade de superar os desafios econômicos, e manifesta seu apoio, em especial, aos novos ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, e do Planejamento, Romero Jucá.

Henrique Meirelles é executivo com experiência profissional exitosa e competência comprovada no Brasil e no exterior, tanto no setor público como no setor privado. Suas opiniões públicas revelam um administrador consciente da importância de recuperar a disciplina fiscal e a sustentabilidade da dívida pública e de manter a inflação baixa e estável como condições necessárias para o crescimento da economia brasileira em bases duradouras.

O senador Romero Jucá, com sua extensa experiência política e administrativa e liderança parlamentar, tem as qualidades necessárias ao planejamento e gestão das prioridades orçamentárias e à articulação do apoio político essencial à aprovação das medidas legislativas a serem submetidas ao Congresso Nacional.

A FEBRABAN manifesta seu empenho de colaborar com a nova equipe de governo e reitera seu compromisso de trabalhar pelo bom funcionamento do sistema bancário e pelo desenvolvimento sustentável do Brasil.

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63% das empresas brasileiras não possuem programas para prevenir ameaças cibernéticas

Mais de metade das empresas brasileiras não está preparada para lidar com ameaças cibernéticas, é o que indica a nova edição do Global Information Security Survey (GISS), estudo anual da EY (Ernst & Young). A pesquisa, realizada com 1755 executivos C-level das áreas de Segurança da Informação e TI em 67 países, indicou que 63% das organizações nacionais não possuem programas para prevenir ameaças cibernéticas, enquanto 43% não têm um programa para identificação de vulnerabilidades e 45% não dispõem de nenhum tipo de programa para detecção de brechas.

Para 36% dos entrevistados, a área de TI de suas empresas demora em média até 1h para iniciar a investigação de um possível ciber incidente, enquanto 15% disseram que essa resposta pode levar mais de um dia.

Restrições no orçamento foram apontadas por 80% dos entrevistados como principal obstáculo para o avanço da área de segurança da informação dentro da organização. Segundo a pesquisa, 65% dos entrevistados brasileiros afirmam que os gastos de suas empresas com segurança da informação somam menos de US$1 milhão.

“Questões ligadas à segurança da informação e vazamento de dados das empresas são uma preocupação constante das companhias. Em especial em um cenário como o atual, de crescimento de uso de internet móvel e de soluções digitais, que deixa as instituições mais expostas a ataques externos e falhas internas, é importante investir em robustez e agilidade dos sistemas para identificar e combater problemas”, diz Sérgio Kogan, sócio de Consultoria em Cibersegurança da EY.

Resultados globais

Globalmente, quase 70% dos respondentes disseram que seu orçamento para segurança da informação deveria aumentar até 50% para atender às necessidades de suas empresas;
Segundo o levantamento, as principais fontes de ciberataque citadas foram: crime organizado (59%), hackers (54%) e terroristas (35%). A pesquisa ainda apontou que empresas também se sentem vulneráveis a ataques causados por funcionários (44%), e sistemas desatualizados (34%).

Global Information Security Survey 2015 – Destaques por setor

Setor – Principais fontes de ciberataques – Prioridades na área de segurança da informação – % de empresas que não planejam mudar seu orçamento para segurança da informação nos próximos 12 meses

Bens de consumo

Funcionários: 61%

Crime organizado: 52%

Prestadores externos: 43% Continuidade dos negócios / recuperação de desastres: 59%

Prevenção no vazamento de dados / perda de dados:50%

Capacidades de resposta a incidentes: 40% 38%

Bancos e mercado de capitais

Ciberataques para roubar informações financeiras: 21%

Malwares: 20%

Fraudes: 19% Prevenção no vazamento de dados / perda de dados: 67%

Continuidade dos negócios / recuperação de desastres: 56%

Gestao de acesso de usuarios / identidades: 56% 33%

Energia

Segurança desatualizada: 20%
Funcionários: 20%
Malwares: 20% Continuidade dos negócios / recuperação de desastres: 52%

Prevenção no vazamento de dados / perda de dados: 44%

Operações de segurança, tais como antivírus e encriptação: 43% 33%

Mais da metade dos respondentes afirmou que suas empresas ainda não possuem uma área dedicada para a análise de tecnologias emergentes e seus impactos nos negócios. Phishing foi considerada a principal ameaça aos negócios por 44% dos entrevistados, enquanto 43% consideram os malwares o maior desafio para o setor.

Quase 60% dos entrevistados disseram que a contribuição e o valor que área de segurança da informação proporciona à sua organização está comprometida pela falta de talentos qualificados disponíveis no mercado.

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Stefanini investe para expandir sua presença no segmento bancário da América do Norte

Com base no pedido do cliente, a Stefanini consegue viabilizar recursos para um projeto com prazo de duas semanas, oferecendo soluções bancárias em diversas plataformas tecnológicas

Baseada na experiência de quase três décadas atendendo a bancos globais com mais de 8.000 consultores em todo o mundo, a Stefanini – uma das maiores provedoras globais de terceirização de TI, gerenciamento de aplicativos, consultoria e serviços estratégicos de gestão de pessoal – anuncia a disponibilização de seus Serviços Bancários e Financeiros para o mercado norte-americano.

Atualmente, este setor é responsável por 33% da receita global da Stefanini. No Brasil, onde a Stefanini está sediada, a empresa atende 20 dos maiores bancos do País. Santander, Bradesco, Itaú, Citigroup, e HSBC são alguns de seus clientes. A Stefanini irá alavancar essa experiência e trazer as melhores práticas para o mercado dos Estados Unidos.

Como medida para apoiar sua expansão, a Stefanini também anunciou David Castillo como Líder de Práticas de Soluções Bancárias (Banking Solutions) da Stefanini América do Norte. Ao longo de sua carreira, Castillo ocupou posições de liderança em bancos e instituições financeiras. Com 22 anos de experiência, o executivo irá aproveitar o domínio de Serviços Bancários e Financeiros, os conhecimentos técnicos e as melhores práticas da Stefanini para fornecer soluções ao mercado norte-americano.

A Stefanini tem investido fortemente no setor bancário, com mais recursos centrados em domínio fora dos centros de serviços financeiros dos EUA como, por exemplo, Nova York e Chicago. A empresa estabeleceu um Centro de Competência de Aplicativos Bancários fora da região norte-americana. “Nós vamos continuar essa expansão com a adição de mais recursos do setor bancário que será o ponto inicial do nosso envolvimento com os clientes nos Estados Unidos”, explicou Rakesh Chitradurga, vice-presidente de Aplicativos e Desenvolvimento de Software da Stefanini América do Norte e Ásia-Pacífico. “Nossa demanda local começou a aumentar significativamente com muitos de nossos clientes dos Estados Unidos. Uma combinação de bancos regionais e de fundos próprios (tier 1) globais, instituições financeiras e subsidi árias no mercado dos EUA”.

Um Mercado com Necessidades Específicas

Com novos desafios como, por exemplo, rápidas mudanças das condições econômicas, crescimento da fiscalização regulamentar, aumentando as expectativas dos clientes, bem como a evolução e transparência de primeira linha, o mercado bancário tem agora uma proposta desenvolvida para as suas necessidades específicas.

“Atualmente, o negócio está em grande parte influenciado por um crescimento menor, pela volatilidade da margem e pelo aumento dos regulamentos. Os bancos querem atender a essas expectativas ao reorientar o seu pessoal, os seus processos e a sua tecnologia. A Stefanini possui todas as competências para ser um parceiro na condução dessas mudanças”, disse David Castillo, Líder de Praticas para Serviços Bancários e Financeiros da Stefanini da América do Norte. Além disso, Castillo explicou que, atualmente, o seguimento bancário é baseado majoritariamente na experiência do cliente. Muitos bancos estão sentindo a pressão porque não estão oferecendo o nível de serviço que os consumidores estão exigindo, principalmente, no que diz respeito à tecnologia.

As soluções da Stefanini são desenvolvidas para abordar questões relacionadas ao desenvolvimento de novos modelos de negócios e a definição de uma nova arquitetura de negócios. “Nós racionalizamos tecnologia, atualizamos sistemas e processos automatizados com o objetivo de prestar assistência a bancos de todos os portes na expansão de sua base de clientes. Nós oferecemos melhores serviços e proporcionamos uma experiência aprimorada ao cliente”, afirmou Chitradurga.

Soluções sob medida para Bancos de todos os portes

As soluções da Stefanini são direcionadas a bancos de varejo, gestão de patrimônios, mercados de capitais, empréstimos residenciais e comerciais, e conformidade regulamentar. A Stefanini oferece uma oferta completa de soluções bancárias fim a fim (end-to-end). O portfólio de soluções inclui uma plataforma bancária central proprietária da Stefanini, suporte fim a fim (end-to-end) para operações bancárias móveis, uma solução de combate à lavagem de dinheiro e análises bancárias.

Com o objetivo de proporcionar todos esses benefícios para bancos de todos os portes ou empresas institucionais, a Stefanini também está trazendo para a América do Norte as suas soluções sob medida para as pequenas empresas. “Recursos como análises detalhadas estão agora disponíveis para bancos de pequeno porte, proporcionando-lhes a capacidade de utilizar os benefícios desta tecnologia”, disse Chitradurga. “Somos flexíveis na medida certa para o mercado, mas temos a escalabilidade necessária para fornecer de maneira efetiva uma experiência global para os nossos clientes.”

A oferta de análises bancárias da Stefanini inclui a criação de conjuntos de ferramentas de segmentação de fidelidade bancária, modelos de ações passíveis de ganho, gerenciamento do estado do cliente, design experimental e teste de ciclo rápido, além da modelagem de preferência do canal. A Stefanini oferece essas soluções em parceria com a Fulcrum Analytics, uma empresa líder em análise, marketing de banco de dados e soluções de CRM.

Por meio de um pacote de soluções bancárias, a Stefanini oferece uma avaliação para identificar e priorizar oportunidades de aperfeiçoamento, desenvolver um roteiro de transformação e otimizar, modernizar, migrar e manter todos os serviços relacionados ao mercado bancário. “É um processo conjunto, adaptável às exigências variáveis de cada mercado. Nosso compromisso não termina após a instalação da sua solução; é justamente onde de fato ele começa”, ressalta Chitradurga.

Uma das ferramentas destacadas pelo executivo é a solução de Combate à Lavagem de Dinheiro (anti-money laundering – AML) da Stefanini. A solução é um software desenvolvido especificamente para prevenir e detectar a lavagem de dinheiro, fornecendo alertas reais e reduzindo falsos positivos. A solução pode ser implementada em 8 semanas (em comparação com de 1 a 1,5 anos), com 25% do orçamento atualmente necessário para implementar serviços comerciais deste padrão.

Oferta Global

Entre as características exclusivas de soluções bancárias da Stefanini, Chitradurga destaca a presença global da Stefanini em 39 países nas Américas, Europa, África, Austrália, leste da Ásia e na região do Pacífico. A empresa está se expandindo na Europa, especialmente na Alemanha, Romênia e Polônia, onde é possível atuar com transações entre fronteiras. “Possuímos centros de distribuição em todo o globo em diferentes fusos horários, o que é uma grande vantagem. Em relação a outras empresas, somos mais ágeis e podemos nos adaptar rapidamente”, afirmou Chitradurga.

Para clientes que exigem um modelo follow-the-sun de baixo custo, a Stefanini é capaz de oferecer esta solução para centros em Manila e na Índia, que podem complementar a oferta fornecida em centros nos Estados Unidos, Brasil ou México. Este é um diferencial importante, principalmente com os compromissos de suporte ágil em período integral (24 / 7), que precisam de transferências contínuas e de suporte no mundo inteiro.

Modelo Nearshore

Com base no pedido do cliente, a Stefanini é capaz de viabilizar recursos para um projeto de duas semanas, oferecendo soluções bancárias em diversas plataformas tecnológicas. “Nós fornecemos um modelo de entrega flexível no local, fora do local, e nearshore”, explicou Chitradurga. A Stefanini possui um modelo de integração hub-spoke contínuo, que irá garantir que os lideres de competências locais sejam integrados aos centros de Soluções Bancárias e Financeiras globais de excelência no Brasil.

O centro de competência de consultoria de negócios é capaz de se integrar com a América do Norte e esta equipe irá trazer toda a expertise da Stefanini em consultoria de gestão para a mesa, possibilitando à empresa fornecer uma solução mais focada em negócios para atender as necessidades de seus clientes.

Os consultores iniciam os projetos no modelo de entrega nearshore fora dos nossos centros, e podem ser aproveitados para atribuições de curto e longo prazo. Isso ajuda a manter a base de conhecimentos, e este tipo de troca de informações é essencial para o sucesso do modelo de entrega flexível. Esses recursos seniores não são apenas focados de uma maneira técnica, mas também trazem uma profunda compreensão das plataformas de serviços financeiros bancários, domínio e processos.

Como um exemplo, Chitradurga menciona as capacidades de mainframe da Stefanini. Nós temos uma robusta geração de recursos de mainframe mais jovens no Brasil, dos quais 90% trabalham com clientes relacionados ao segmento bancário”. Ele explicou que esta é uma característica muito importante quando você olha para os EUA, onde há um problema de envelhecimento da força de trabalho em muitos dos bancos e instituições financeiras desse país. “A maioria dos sistemas bancários legados estão em mainframe e permanecerão em mainframe. Nós podemos oferecer um modelo exclusivo para nossos clientes que é capaz de reduzir os custos e riscos associados ao suporte dos sistemas de mainframe legados”, explicou Chitradurga.

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Demanda por executivo de altíssimo desempenho cresce 30%: você é o game changer?

Joseph Teperman, sócio-fundador da INNITI, lista 5 características imprescindíveis que identificam o profissional capaz de otimizar resultados e reduzir custos em curto prazo
Que na crise a palavra de ordem é produtividade, todo mundo sabe. No entanto, o quadro brasileiro se agravou de tal forma que muitas empresas necessitam reverter seus números em uma velocidade acima da média. Para isso, elas precisam de executivos de altíssima performance. Mais conhecidos como game changers, esses profissionais possuem alta capacidade para resolver problemas, e atuar decisivamente para proteger a empresa da crise.

Segundo a INNITI, consultoria que atua no setor de executive search e governança corporativa, a demanda por este perfil de executivo cresceu 30% entre novembro de 2015 e março de 2016. Mas como saber se você é um game changer? Joseph Teperman, sócio-fundador da INNITI, listou 5 características imprescindíveis que identificam este profissional.

1. Espírito de liderança
Capacidade para gerir uma equipe versátil é característica indispensável para um game changer. Conhece e executa com eficiência as diversas formas de liderança, é capaz de identificar e tirar o melhor de cada colaborador e se adapta às mais difíceis e surpreendentes circunstâncias. Os colaboradores reconhecem, admiram e respeitam por sua competência em liderar.

2. Olhar do dono
O game changer atua como se o negócio fosse dele. Sabe o momento certo de entrar ao detalhe. Essa capacidade faz com que nenhum ponto passe despercebido por ele ou por sua equipe, o que invariavelmente potencializa e evidencia os diferenciais do negócio.

3. Alta capacidade de gestão
Uma coisa é ser um excelente profissional, outra é ser um excelente gestor, e uma terceira é ser um excelente profissional e gestor. Esse é o game changer. Não é incomum encontrar excelentes executivos que, ao serem promovidos a posições de gestão, fracassam. Isso porque gerir uma equipe ou um negócio é completamente diferente de trabalhar sozinho. O game changer precisa unir as duas capacidades, já que, em um momento de crise, qualquer detalhe em ambos os campos são determinantes.

4. Capacidade estratégica
Mesmo que os resultados exigidos do game changer sejam, a princípio, no curto prazo, é fundamental que seu trabalho faça parte de um todo e que renda frutos no médio e longo prazo. Para isso, é necessário que este profissional tenha alta capacidade estratégica, traçando o objetivo e definindo os caminhos para alcançá-lo.

5. Capacidade de antever
O game changer possui uma capacidade ímpar de antever circunstâncias e de se preparar para elas. Sabe a hora de agredir, de ficar na defensiva. Muitas vezes, é capaz de tomar atitudes surpreendentes, nadando “aparentemente” contra a maré do mercado. No entanto, o game changer possui conhecimento técnico e coragem para tomar essa decisão.

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A Transformação é do relacionamento, não da Tecnologia – Por Eduardo Pugliesi

Engana-se quem pensa que a Transformação é Digital. A tecnologia sempre existiu e, de tempos em tempos, surgem novos termos, novas roupagens e novas ofertas também. O que mudou, na verdade, é a forma de entregar o relacionamento, a experiência, o consumo, entre outros. O foco, então, está muito mais relacionado às pessoas do que à tecnologia. Enquanto o modelo digital altera o foco do relacionamento, permitindo a capilaridade de todos com todos, a empresa prestadora de serviço (cliente) é um meio para esse tipo de relacionamento.

A digitalização tem sim sua importância, mas a “viagem tecnológica” não precisa ser entendida pelos clientes. Estes apenas definem para onde o consumo vai e as empresas de tecnologia, por sua vez, se encarregam na entrega desses relacionamentos. Se elas vão utilizar Algoritmos, Big Data, Business Intelligence, Metodologia Ágil, entre outras, não faz diferença para o cliente. A transformação digital é um catalizador de varias tecnologias, mas o que o cliente precisa não é a entrega delas, mas sim de uma estratégia de negócios que eleve sua maturidade neste cenário. Esse é o ponto que leva à transformação.

Não se trata de digitalizar o que uma empresa tem hoje, mas sim de repensar sua estratégia e unir funcionalidades para mudar seu relacionamento com os stakeholders. Uma empresa aérea, por exemplo, que antecipa o contato com o cliente, alertando-o através de um aplicativo a possibilidade de mudança de voo faz uso da tecnologia para transformar sua relação com o usuário. É possível fazer isso usando a infraestrutura digital disponível para pensar em formas de fazer relacionamento. É só uma questão de as consultorias de TI ajudarem as empresas a definirem escopos que vão surpreender o interlocutor, antecipando ações que irão aumentar a fidelização.

Um ponto alto para a Transformação do Relacionamento são os aplicativos. Hoje, as pessoas priorizam o uso desses mecanismos pela facilidade de relacionamento que a mobilidade permite. Mobilidade e Relacionamento, então, caminham juntos. Ancorados à estratégia do negócio, os front-ends dos aplicativos permitem diversas experiências de consumo.

O primeiro passo para melhorar a experiência dos stakeholders é definir uma estratégia estruturada, tendo como foco uma visão em longo prazo de como a empresa quer ser reconhecida no que tange a relacionamentos. Posto isso, é hora de formatar os algoritmos e entregar ações periféricas para começar a experimentar a Transformação Digital, que na verdade, é a Transformação do Relacionamento.

*Eduardo Pugliesi é diretor de Inovação e de Business Intelligence da Divisão Enterprise Applications da Sonda IT, maior integradora latino-americana de soluções de Tecnologia da Informação.

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Atento seleciona Consultores de Venda em cinco estados do País

A Atento (NYSE: ATTO), uma das empresas líderes mundiais em serviços de gestão de clientes e terceirização de processos de negócios (CRM/BPO), abre nesta semana 50 vagas para o cargo de Consultor de Vendas Presenciais, em diversos estados brasileiros. São contemplados municípios dos estados de Pernambuco (Salgueiro, Arcoverde, Serra Talhada e Petrolina), Alagoas (Arapiraca), Paraíba (Patos), Minas Gerais (Ituiutaba e Uberlândia) e Paraná (Arapongas) – além da capital de São Paulo e outras praças.

As oportunidades são para atuação externa, com vendas e prospecção de novos clientes. Entre os benefícios, salário compatível com o mercado, ajuda de custo de R$ 450, comissão sobre as vendas, vale-alimentação, vale-refeição, auxílio creche, auxílio criança especial, entre outros. Além disso, a companhia tem parcerias com instituições de ensino em todo País, com descontos em cursos superiores, pós-graduação, MBA, escolas de idiomas e informática.

Para conquistar uma vaga é necessário que o candidato tenha mais de 18 anos, experiência comprovada em vendas porta-a-porta, esteja cursando Ensino Superior e tenha disponibilidade para pequenas viagens com veículo próprio. A empresa procura profissionais com facilidade para vendas, pró-atividade, boa argumentação, habilidades para negociação e disposição para conquistar novos clientes.

Os interessados devem enviar currículo ou e-mail com o nome, a cidade e o telefone com DDD para o e-mail recrutamento@atento.com.br. Mais informações podem ser levantadas por meio do telefone 0800 771 4014.

Carreira na Atento

A Atento destaca-se como o principal fornecedor de serviços e soluções de relacionamento com o cliente na América Latina e está entre os três primeiros em todo o mundo. Conta hoje com mais de 160 mil funcionários, sendo 83 mil somente no Brasil, país em que é considerada uma das maiores empregadoras.

A companhia acredita que ter funcionários motivados é uma vantagem competitiva e fator essencial para o seu modelo de negócio. Por isso, investe constantemente na gestão de sua equipe, além de oferecer um plano de carreira estruturada, com políticas de valoriação, permitindo o crescimento de todos os funcionários. O profissional que ingressa na Atento como operador, por exemplo, pode se candidatar para oportinidades em áreas como administrativao, recursos humanos, TI, entre outras.

Além disso, a empresa valoriza a diversidade em seu quadro profissional, oferecendo oportunidades de emprego desde o Jovem Aprendiz, Estagiários, Primeiro Emprego, Melhor Idade (profissionais acima de 45 anos que desejam retornar ao mercado de trabalho) a PCDs (Pessoas com Deficiência).

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Sistema de Granulação em fábrica do Aché em SP permitirá ampliar produtividade de medicamentos sólidos em até 150%

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O Aché inaugurou, em sua fábrica na capital paulista, Sistema de Granulação utilizado para a produção de comprimidos. A iniciativa visa a modernizar e ampliar a plataforma industrial e tecnológica da companhia. Com a implementação, será possível aumentar a fabricação de granulados em até 150% para medicamentos sólidos.

Projetado pela empresa norte-americana Freund Vector, em parceria com empresas da Alemanha e da Suíça, o equipamento High Shear adquirido pelo Aché é o mais moderno do mercado farmacêutico. A iniciativa é fruto de um investimento de R$ 12 milhões.

“A inauguração desta linha faz parte da proposta do Aché de crescer com excelência operacional e inovação, mantendo o foco no cliente e garantindo a sustentabilidade. Isso nos ajuda a continuar levando mais vida para a população, por meio de prevenção e tratamentos que trazem saúde e bem-estar”, afirma Paulo Nigro, presidente do Aché.

Otimização de espaço

O antigo sistema ocupava 206 m². Com o novo equipamento, em apenas 96m², será possível reduzir o processo produtivo de granulados de 30 para 12 horas. Além da maior produtividade, o novo sistema contribui para o aumento da segurança e qualidade, por automatizar processos e diminuir a intervenção humana.

No espaço restante, será possível contar com outras duas linhas de produção, inauguradas futuramente. “Até 2020, triplicaremos a capacidade de produção de medicamentos sólidos na fábrica”, avalia Maria Cristina Salay, gerente de Produção.

A idealização do projeto teve início em julho de 2014 e os estudos duraram até novembro de 2015, quando o equipamento foi adquirido pela empresa.

Para 2016, o Aché tem investimentos industriais previstos da ordem de R$ 70 milhões, com o aumento esperado de produção de 15%, totalizando cerca de 300 milhões de unidades no ano.

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Mais do que “se tornar mobile”, é preciso “ser mobile”. E pra já! – Por Paula Paschoal*

Segundo dados do Google Mobile Day, 2015 foi o ano em que a criação de conteúdo para aparelhos móveis ultrapassou o conteúdo criado para desktops. Prova de que muita gente “se tornou mobile” no decorrer dos últimos dois anos. Mas apenas se tornar mobile não é garantia de sobrevida no mercado. As marcas precisam entender o que isso pode significar para o futuro de seus negócios. É preciso, portanto, investir em “ser mobile” nativo. Por quê? De acordo com o mesmo estudo, as pessoas conferem seus dispositivos portáteis mais de 150 vezes por dia, mas o investimento das marcas em conteúdo 100% mobile ainda não ultrapassa os 5%. Elas se contentam em adequar o conteúdo web que sempre fizeram à telinha do smartphone.

Por isso mesmo, o passo mais importante neste momento é, além de tornar seu site responsivo – desenhá-lo para que ele se adapte, automaticamente, a qualquer tela, seja de smartphones, tablets, PCs, laptops, displays de carros, geladeiras etc. – torná-lo fundamental para seu cliente, por meio de serviços essenciais (como avisar sobre a proximidade do horário de um voo, uma novidade nas redes sociais, o recebimento de um depósito na conta corrente ou o risco de chuva nos próximos minutos).

Para que os exemplos acima se tornem “transparentes” para seu cliente, quase orgânicos, o conteúdo criado especificamente para um ambiente mobile é pedra de toque. Lembre-se de que o serviço responsivo precisa trafegar entre as interfaces sem perder relevância e mantendo-se 100% compreensível. Não estou me referindo a uma questão meramente visual, mas à experiência de acesso via mobile. Só uma experiência 100% prazerosa na telinha será capaz de estreitar os laços entre uma marca e seus consumidores/embaixadores.

Quer mais um motivo para investir em um site responsivo e em conteúdo nativo mobile? De acordo com recente estudo da Big Data Corp., feito sob encomenda do PayPal, entre os mais de 550 mil sites de m-commerce do País, somente 16% são responsivos. Ou seja, ainda é bastante difícil, na maioria dos sites brasileiros, fechar negócios via mobile, o que pode representar um diferencial e tanto na corrida pela conquista de novos clientes se sua empresa quiser ganhar terreno no comércio online.

Outro fator que você deve levar em consideração: desde 2010, a venda de smartphones ultrapassou a de computadores de mesa – e não se trata de moda passageira, mas de tendência irreversível. Isso porque a geração Millennial, nascida a partir de 1980, faz quase tudo remotamente e pelo celular. Os Millennials estão mudando o mundo, já são a faixa etária mais expressiva no mercado de trabalho norte-americano e, globalmente, têm um poder de compra estimado em US$ 2,5 trilhões. No Brasil, a consultoria Booz Allen afirma que essa geração será 44% da população economicamente ativa do País até o final de 2016, movimentando algo em torno dos R$ 268 bilhões.

Se o meio é mesmo a mensagem, como vaticinou o filósofo e professor canadense Marshall McLuhan (1911-1980), os Millennials estão se tornando os mais importantes (e potenciais) colaboradores das empresas no universo online. E em todos os lugares do mundo acontece o mesmo: nunca antes o conceito de “aldeia global”, também ideia de McLuhan, foi tão revelador do modo de agir da sociedade de consumo.

Por isso, para ser bem-sucedido nessa empreitada, é preciso entender que não basta “se tornar mobile”, mas “ser mobile”, no sentido de que a estratégia de negócios tem de estar absolutamente focada neste que vai se transformar, a cada dia, no principal canal de comunicação entre consumidores e marcas.

*Paula Paschoal é diretora Comercial do PayPal para o Brasil

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7 em cada 10 brasileiros desejam flexibilidade no trabalho

Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgada em março de 2016, apontou que sete em cada dez brasileiros gostariam de ter flexibilidade de horário no trabalho.

A pesquisa, que contou com 2002 entrevistados em 140 municípios brasileiros, mostra que 38% dos profissionais com emprego formal possuem flexibilidade de horário de entrada e saída. Já os que realizam atividades informais, esse número sobe para 76%.

O home office ou locais alternativos são o desejo de 73% dos entrevistados. Além disso, 53% gostaria de dividir as férias em mais períodos; 58% gostariam de reduzir o horário do almoço para saírem mais cedo; 63% gostariam de trabalhar mais horas por dia em troca de folgas semanais, como por exemplo trabalhar 10 horas ou 9 horas por dia e folgar ou trabalhar meio período na sexta; e 62% gostariam de receber o vale-transporte em dinheiro.

Quando questionados sobre a crise, 43% dos entrevistados realizariam acordos de redução de jornada e salário para manutenção do emprego, caso necessário, já 54% não aceitariam.

O desejo da flexibilidade da carga horária dos profissionais brasileiros pode estar ligado a busca pelo equilíbrio entre vida pessoal e profissional. “A qualidade de vida das pessoas está em alinhar o trabalho com a vida pessoal, trazendo realização nos dois âmbitos”, afirma José Roberto Marques, presidente do Instituto Brasileiro de Coaching – IBC.

Ainda de acordo com Marques, as pessoas buscam tempo para resolver questões pessoais, fazer atividades físicas, cuidar da alimentação, ampliar seus relacionamentos, aprimorar seus conhecimentos (estudos), e até mesmo empreender. “Há àqueles profissionais que possuem um emprego formal, mas buscam uma renda extra, e a flexibilidade de horário contribui para a realização dessa atividade”, explica.

Flexibilidade X Produtividade

A grande preocupação das empresas em oferecer flexibilidade de horário e local de trabalho, está na manutenção da produtividade. “O brasileiro trabalha mais horas que o americano e produz seis vezes menos, segundo uma pesquisa da Organização Internacional do Trabalho, o que pode gerar desconforto para as empresas quando se fala em flexibilidade”, afirma José Roberto Marques.

Por outro lado, Marques acredita que implementando uma cultura de alta performance, com foco e comprometimento dos profissionais, pode-se sim realizar acordos de flexibilidade quanto ao local e horários de trabalho. “O profissional deve enxergar isso como um benefício, e se valer de suas atribuições para conquistá-lo. Estar focado 100% no desempenho de suas funções durante a jornada de trabalho é muito importante”, cita o presidente do IBC.

Liderança X Flexibilidade

Os acordos de redução de jornada, flexibilidade de horário, diluição de férias, devem ser realizados diretamente com o líder e repassados ao departamento de Recursos Humanos.

Nesse sentido, o líder é peça fundamental para que isso ocorra ou não. Ele deve estar ciente de todas as atividades realizadas pelos profissionais, bem como dos resultados esperados pela organização.

“Líderes, com habilidades de Coaching, se destacam porque além de conhecer os diferentes perfis comportamentais presentes no ambiente corporativo, também entendem que os tempos mudaram, ou seja, que é preciso acompanhar as novas gerações de profissionais e buscar conciliar o modelo tradicional com um mais flexível e atual”, ressalta Marques.

Vale lembrar que algumas questões como estas esbarram em leis trabalhistas, o que deve ser visto com cuidado com o departamento de Recursos Humanos, bem como algumas organizações não permitem esse tipo de flexibilidade por motivos de turnos e atividades desempenhadas.

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Mercado de realidade virtual deve crescer 100 vezes em cinco anos

A startup carioca Uview360, aproveita a tendência mundial para se consolidar no Brasil e no exterior. Depois de produzir conteúdo adulto para o canal Sexy Hot, acaba de voltar do Havaí, onde produziu conteúdo esportivo para TVs norte-americanas

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A realidade virtual é a maior aposta em tecnologia do ano de 2016. Produtoras, fabricantes, empresários, visionários não querem ficar para trás, investindo suas fichas (e recursos) em produções revolucionárias e softwares inovadores em 360 graus. E a tendência é que essa tecnologia se popularize ainda mais nos próximos meses: de acordo com uma pesquisa realizada pela Advanced Imaging Society, de Hollywood, 70% dos americanos entre 18 e 60 anos se mostram extremamente interessados em relação à nova tecnologia. Dois terços disseram que estão mais empolgados com a realidade virtual do que estiveram antes com a TV em HD ou o 3D. O Brasil não fica para trás: a UView360, primeira produtora brasileira de vídeos em realidade virtual, atua com conteúdo de alta qualidade em 360 graus desde 2009.

O mercado da realidade virtual ainda está se desenvolvendo e amplificando seu conteúdo, tanto no Brasil quanto no mundo. Por aqui vemos alguns veículos e empresas começando a experimentar a tecnologia nas suas plataformas de interação com o consumidor. Porém, enquanto alguns fabricantes e produtoras focam apenas em um tipo de conteúdo, a Uview360 aproveita esse mercado – que prevê crescer mais de 100 vezes em cinco anos – para oferecer sua estrutura em VR em diferentes tipos de experiências para diversos tipos de público, mesmo tendo como sua expertise a área esportiva.

Charles Boggiss, diretor da startup carioca, explica o trabalho que a empresa desempenha e elucida as barreiras que essa nova tecnologia deve enfrentar para se estabelecer no Brasil: ‘’Nossa proposta é produzir conteúdo da melhor qualidade possível, com todos os elementos como narrativa, luz, som, edição, pensados para esse meio por especialistas em Realidade Virtual. Como todo novo meio, é preciso desenvolver essas competências, e nossa equipe tem profissionais pioneiros nessa tecnologia a nível mundial. Além disso, para transmissões ao vivo 360 em nível profissional, é preciso investimento em câmeras especializadas, softwares, além de toda a cadeia de transmissão de dados, que hoje no Brasil, não é algo trivial’’, afirmou.

Ao contrário do que comumente ocorre com novas tecnologias, um equipamento capaz de exibir conteúdo em RV é acessível para boa parte da população no Brasil: uma câmera capaz de gravar em 360 graus pode ser comprada por valores acessíveis, enquanto equipamentos mais profissionais têm um preço razoavelmente mais elevado. Nesse cenário, a expectativa é de que, ainda em 2016, youtubers, produtores de conteúdo e até mesmo usuários comuns enriqueçam a rede criando vídeos em realidade virtual.

As redes sociais também estão ajudando a romper essas barreiras no mundo e também no Brasil, fazendo com que a RV se torne cada dia mais usual. Desde setembro de 2015, o Facebook oferece aos seus usuários o recurso para vídeos em realidade virtual. Em fevereiro de 2016, Mark Zuckerberg, cofundador da maior rede social do mundo, exaltou a tecnologia da realidade virtual e afirmou que esta será a próxima rede social. Já no mês de abril de 2016, o Youtube lançou sua plataforma 360, que permite a transmissão de vídeos em realidade virtual ao vivo, bastando possuir algum gadget que permite ver vídeos em 360 graus para ter acesso às transmissões na rede em tempo real.

UView360 – No mercado desde 2009, a UView360 possibilita uma forma diferente de estar no mundo e experimentar novas sensações. Startup carioca, esteve à frente das primeiras experiências audiovisuais em 360 graus de eventos esportivos como o Mundial de Surf, Skate Bowl, BMX Escadaria de Santos entre tantos outros. Já produziu diversos especiais em realidade virtual para as Organizações Globo, com destaque recente para os 90 anos do jornal e os 50 da TV. Na área do entretenimento, este ano assinou o especial de realidade virtual do Carnaval do G1, para quem também produziu especial dos 450 anos do Rio. Além disso, a UView360 é a produtora de conteúdo de realidade virtual responsável pela tecnologia dos vídeos e distribuição de óculos do lançamento deste ano da Sexy Hot.

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Diabetes: CNOGA recebe aprovação da ANVISA para comercializar no Brasil glucômetro não invasivo

CNOGA TensorTip

A CNOGA Medical Ltd. anunciou hoje que recebeu a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para venda no Brasil de seus dispositivos não invasivos CNOGA Tensortip™ Combo de Glicômetro (CoG). Este é o primeiro Glucômetro não-invasivo aprovado pela ANVISA. O dispositivo CoG usa um sensor de imagem de cor em tempo real e algoritmos únicos para medir com precisão os níveis de glicose a partir de capilares sanguíneos na ponta dos dedos dos pacientes sem picada da lanceta, retirada de sangue ou dor. A medição pode ser feita quantas vezes for necessário sem acréscimo de custo.

A CNOGA Medical Ltd. espera lançar os dispositivos TensorTip™ durante a exposição Hospitalar, em São Paulo, em maio de 2016.

Dr. Yosef Segman, fundador e CEO da CNOGA, afirma: “a aprovação pela ANVISA no Brasil é um marco significativo no sentido de atingir os nossos objetivos de expansão global a longo prazo.”

Dr. Segman acrescentou: “O Brasil é um mercado dinâmico, de rápido crescimento para dispositivos médicos não-invasivos inovadores na monitorização de saúde online. Este importante marco representa uma oportunidade de crescimento substancial para CNOGA e espera-se acordos comerciais de dezenas de milhões de dólares nos próximos anos no Brasil. Recentemente, a CNOGA estabeleceu uma presença física no Brasil com uma escritório da empresa em São Paulo,” concluiu o Dr. Segman.

O CoG é a mais recente adição ao portfólio de produtos CNOGA aprovads pela ANVISA, criando, assim, a linha de produtos mais abrangente disponível hoje no Brasil, permitindo o oferecimento ao público de serviços de saúde estado-da-arte e significativamente mudando a vida dos diabéticos, bem como de outros pacientes crônicos.

Produtos CNOGA

CNOGA Tensortip™ Combo de Glicômetro (CoG): proporciona uma abordagem revolucionária, indolor e não invasiva para a medição da glicose, permitindo que diabéticos monitorem os níveis de glicose em qualquer lugar, sem furos e sem sangue. Este dispositivo é calibrado individualmente para cada paciente e é concebido para uso diário.

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AOL chega ao Brasil com foco em plataformas de publicidade em vídeo e mobile

A AOL, uma das companhias líderes no mundo em tecnologia de mídia mobile, chega ao país disposta a ocupar um espaço importante no dinâmico ambiente de mídia digital. Sua entrada no Brasil se dá após parceria estratégica, firmada em 2015, com a Microsoft para venda unificada de publicidade em nove mercados globais (USA, Reino Unido, Canadá, Brasil, Japão, França, Alemanha, Espanha e Itália).

Por meio dessa parceria global a empresa pretende proporcionar ao mercado a soma de forças complementares. As plataformas tecnológicas e de mídia da AOL ajudarão as marcas a estabelecer conexões valiosas com seus consumidores em mobile, vídeo e display. Por meio de suas soluções programáticas a veiculação de publicidade torna-se mais eficaz garantindo impacto e relevância, que somam aproximadamente 800 milhões de usuários únicos no mundo, por meio de sua plataforma de publicidade mobile. Dessa forma, a companhia escala credibilidade, dados precisos e experiências inovadoras.

A AOL une o melhor de dois mundos: conteúdo premium (como Huffington Post, TechCrunch e Engadget) e tecnologia inovadora – o que a empresa costuma chamar de Culture & Code. Cultura dá ao mundo algo para discutir, partilhar, celebrar e desfrutar. Já o Código simplifica a internet e cria os caminhos para a distribuição de conteúdo cultural que entretém, informa, divulga e possibilita às marcas obterem resultados reais.

“Estamos entusiasmados em trazer as soluções de vídeo, mobile e mídia programática da AOL para o mercado brasileiro. Nossos clientes buscam soluções que sejam tecnologicamente avançadas proporcionando maior eficiência assim como experiências de marca mais imersivas. Isso é só o início para ficarmos cada vez mais competitivos”, diz Marcos Swarowsky, diretor geral da AOL Brasil.

“Uma das prioridades estratégicas da AOL é a expansão internacional e o Brasil tem um papel crucial nos nossos planos. Hoje, como um primeiro passo, estamos lançando no mercado as nossas plataformas programáticas para anunciantes e publishers. A nossa ambição é ser a empresa líder em tecnologia de mídia mobile no mundo, e o lançamento destas plataformas hoje de alguma forma estamos no caminho dessa realização”, completa Graham Moysey, Head of International da AOL.

Em vídeo, a empresa complementa a plataforma integrada ONE by AOL: Vídeo, um produto versátil projetado para atender às necessidades exclusivas de cada anunciante. As soluções disponibilizam de um lado vídeos com extenso inventário premium e, do outro, acesso a dados exclusivos com poderosos controles de segmentação e de otimização.

O consumo de informações e dados via mobile é uma tendência que se impõe cada vez com mais força. Mais smartphones, mais ferramentas e aplicativos, mais tempo com os olhos concentrados na tela. Um desafio para quem quer ganhar a atenção de um usuário em constante movimento, que não tem tempo a perder. Para oferecer soluções de conexões das marcas com um contingente crescente de indivíduos que consomem conteúdo via mobile, a empresa também está lançando no Brasil a plataforma Millennial Media, recente aquisição nos Estados Unidos, que alcança 20 milhões de usuários mobile no Brasil.

Para completar a oferta de plataformas que a AOL traz nesse primeiro momento de entrada no mercado brasileiro há ainda o ONE by AOL: Publishers, um conjunto de produtos modulares que simplificam um ecossistema extremamente complexo do qual fazem parte as empresas produtoras de conteúdo. A plataforma possibilita a distribuição de conteúdo, análise do envolvimento do público, gestão de receitas, além de oferecer soluções tecnológicas para redefinir a monetização e capacitar editores para capturar o valor máximo do seu conteúdo.

Ao responder à demanda do consumidor por formatos inovadores e criativos, capaz de ressoar no nível mais pessoal possível, a AOL se posiciona hoje na vanguarda da publicidade digital, que combina o rico poder dos dados e tecnologia com conteúdo cativante para ajudar as marcas a contarem suas histórias.

*NOTA: Dado interno da AOL

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Gartner anuncia o Futuro dos Dados e da Liderança Analítica

Os dados são vitais para negócios digitais emergentes. De acordo com o Gartner, a chave para esta informação é dirigi-la para oportunidades para colher o valor real do negócio a partir de insights.

Na palestra de abertura da Conferência Gartner Business Intelligence, Analytics & Information Management, João Tapadinhas, diretor de pesquisas do Gartner, e Donald Feinberg, vice-presidente e analista emérito do Gartner, anunciaram ao público composto por líderes de TI e executivos com poder de decisão que dados e Analytics devem estar no núcleo da própria empresa.

“Dados e Analytics utilizados com sucesso desencadearão um nível sem precedentes de capacitação por meio de insights técnicos de Analytics e de informações sobre negócio, indicando inclusive como melhorá-lo. Isso levará a uma enorme demanda por informações confiáveis”, diz Tapadinhas. “A representação de informações e o cálculo de medidas de desempenho só podem ser realizados por meio de uma cultura centrada em informações, fundamentada em uma sólida base de dados confiáveis.”

Para entender o que tudo isso significa, Donald Feinberg e João Tapadinhas destacam três importantes áreas:

Resultados de negócios – Como ajudar a criar os melhores resultados de negócios possíveis

Resgatar o valor do negócio é uma oportunidade relativamente nova, porém excitante, para a maioria dos profissionais de Analytics. Os líderes de dados e de Analytics que agarram essa oportunidade reconhecem que os resultados de negócio não estão na criação de relatórios e de painéis de controle (dashboards). Os melhores resultados de negócios comprovam que há dados de alta qualidade que podem ser compartilhados e utilizados internamente pelas organizações, e externamente com parceiros e clientes para ajudá-los a melhorarem seus resultados de negócios.
“Os líderes de Analytics do futuro se certificarão se possuem um mandato claro – o valor de negócio”, diz Feinberg. “Nos próximos anos, o valor de negócio fundamentado em Analytics estará pronto para explodir por meio da utilização de novas ferramentas Analytics.”

Esfera da Concorrência – Como o Mundo da Distribuição Afeta a Esfera da Concorrência de Dados e Analytics

No lado da procura, dados e Analytics estão permitindo que as organizações observem um nível completamente novo de detalhes sobre clientes e negócios – esta é uma completa ruptura industrial. Alguns saberão o que estão fazendo, outros não. Haverá questões de privacidade e segurança. Haverá mesmo regulamentos de algoritmo provenientes de governos de todo o mundo, forçando transparência. Mas essas partes não alteram as regras do jogo. Eles mesmos criam seus jogos completos, transformando indústrias e criando novos mercados”, diz Tapadinhas.
“Uma vez que estes novos mercados estejam estabelecidos, as forças de moderação sofrerão uma censura novamente. As modernas plataformas de Analytics oferecerão mecanismos de controle, terão a segurança melhorada e novas métricas de sucesso estabelecidas.”

No lado da oferta, as aquisições de tecnologia por empresas usuárias finais estão ocorrendo em todos os setores. O Gartner chama isso de “techquisitions” – a aquisição de empresas de tecnologia digital e de informação por parte de empresas tradicionais que veem a oportunidade de se transformarem em líderes de negócios digitais em suas indústrias, não pelo licenciamento de software, mas tendo uma participação na empresa.

Confiança – Os dados podem ser confiáveis

O Gartner prevê que até 2019, 75% das soluções de Analytics irão incorporar 10 ou mais fontes de dados de parceiros secundários ou de provedores terceirizados. “Com o número de dados externos sendo utilizados, pode-se determinar se os dados externos estão realmente corretos e completos?”, questiona Tapadinhas. “Nós não podemos. Apenas temos de decidir o quanto confiamos nos dados e aprender a acreditar e a verificar”.

Os analistas do Gartner recomendam três diferentes medidas para ajudar a estabelecer níveis de confiança:

1) A fonte de dados é confiável?

2) Medição por triangulação – Existem mais fontes que apontem para a mesma direção? As fontes de dados podem ser combinadas para obter uma imagem completa?

3) Outras pessoas receberam valor a partir dos dados?

“Utilizando essas três abordagens – considerar a confiabilidade da fonte, triangulação e levar em conta as avaliações de outros – teremos a capacidade de confiar nos dados do mundo digital”, diz Feinberg. “No final, não há nenhum ponto para Analytics e nenhuma questão de governança de dados se não houver nenhum resultado de negócios. Resultados de negócios internos podem ser grandes, mas o valor real depende do impacto nos clientes e nos negócios. ”

Sobre a Conferência Gartner Business Intelligence, Analytics & Information Management

A Conferência Gartner Business Intelligence, Analytics & Information Management fornece conhecimentos práticos em Big Data, liderança e cases de criação de negócios de gestão da informação. A conferência reúne informações sobre como Big Data e gestão da informação estão sendo aplicados para tornar os modelos de negócios mais transparentes, decisivos e personalizados. Mais informações sobre o evento podem ser encontradas no site www.gartner.com/br/bi.

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Você sabe o que é uma empresa senciente*?

Os avanços tecnológicos continuam em evolução, os volumes de dados estão explodindo e, como consequência, as organizações têm a obrigação de aperfeiçoar seus recursos mantendo o ritmo diante da aceleração da velocidade nos negócios. A proliferação do Big Data e as evoluções no processo de análise, juntamente com uma crescente demanda dos consumidores por interação em tempo real, estão criando a próxima mudança tecnológica importante: um estado ou conceito denominado de “Empresas Sencientes” ou “Sentient Enterprises”.

As empresas querem ser cada vez mais rápidas e mais ágeis, mas continuam enfrentando alguns desafios com relação ao atendimento em tempo real e funções de autosserviço. Em um esforço para aumentar a agilidade, as empresas criam silos de dados que acabam retardando a movimentação de dados e os processos de transformação.

A ousada visão da Teradata para o futuro das análises de dados se traduz através das “Empresas Sencientes”, capazes de detectar micro tendências nos dados, fazer análises automatizadas, além de tomar decisões autônomas com pouca ou nenhuma intervenção humana. Muito mais do que tecnologia, trata-se de uma capacidade de visão do cliente que depende de pessoas, de processos e de uma cultura que o ajude a fazer mais com menos, mais rápido.

As Empresas Sencientes estão sempre evoluindo e, apoiadas em inteligência emergente, tornam-se cada vez mais sofisticadas. Com a adoção dessas práticas temos uma maior agilidade com os dados, implantação de uma mentalidade baseada em comportamentos, além de promover a colaboração e a construção de processos repetitivos usando algoritmos em escala que possibilitam a essas empresas serem mais produtivos e ágeis, enquanto reduzem riscos e promovem redução de custos. A Teradata integra uma vasta gama de tecnologias escaláveis, sejam de código aberto ou proprietárias, suportando essa visão de Empresas Sencientes com uma arquitetura extremamente flexível, poderosa e colaborativa sem as barreiras dos silos legados de informação.

*senciente: que sente ou tem sensações; sensível; sensitiva; responsiva; suscetivel.

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Ex-morador de Paraisópolis cria maior empresa de moedas digitais da América Latina

Mineiro e curioso pelo mercado de tecnologia, Rodrigo Batista e sua empresa representam atualmente o cenário Bitcoin no Brasil. O ex-bancário é responsável pelo Mercado Bitcoin, site para intermediação de compra e venda de moedas digitais, inclusive a famosa moeda digital Bitcoin. O site ultrapassou a marca de R$ 1.5 milhões em faturamento e espera crescer mais de 40% esse ano.

Até os 14 anos de idade, o atual CEO do Mercado Bitcoin estudou em escolas públicas de São Paulo e Curvelo, sua cidade natal. Após ingressar na escola técnica federal, envolveu-se com a criação de softwares para o mercado financeiro e desenvolveu diversos sistemas para instituições renomadas do setor, inclusive internacionais como Morgan Stanley, Santander, Itaú BBA, entre outras.

Rodrigo formou-se em administração de empresas pela USP e adquiriu o site em maio de 2013 com Gustavo Chamati, um amigo da faculdade, e a transformou na principal plataforma do setor no país, segundo ele “muitas pessoas desconheciam esse mercado e por isso tinham receio em utilizar moedas digitais como o Bitcoin, por exemplo. Esse receio diminuiu consideravelmente no últimos anos, com o avanço da tecnologia, profissionalização das empresas que atuam no meio e principalmente pelo aumento de transações realizadas através da internet”.

Rodrigo fez questão de que o seu site fosse desenvolvido com a melhor tecnologia e ao mesmo tempo, extremamente prático para que até os mais leigos no assunto consigam acessá-lo. O site que conta com uma equipe extremamente qualificada, trabalha dia e noite para garantir a segurança de seus usuários “Temos uma equipe inteiramente envolvida com a parte área de tecnologia para garantir segurança aos nossos clientes, o que é fundamental. Queremos elevar a experiência de quem vivencia esse universo, entregando o melhor serviço”, comenta Batista.

A iniciativa empreendedora mais recente de Rodrigo e seus sócios é a criação da empresa de consultoria 1Bloco.com, que presta serviços a instituições financeiras e outros interessados em usar a tecnologia do banco de dados do Bitcoin, para redução de custos e criação de novos produtos.

Pela regulação brasileira, os bitcoins, bem como todas as outras moedas digitais, como litecoins e etheres não são considerados moedas oficiais ou valores mobiliários. Porém em outros países como Estados Unidos, Canadá e até mesmo Japão a moeda Bitcoin é utilizada em grande escala. No mundo os bitcoins existentes somam aproximadamente mais de 6,5 bilhões de dólares.

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Periscope anuncia novidades em sua plataforma

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O Periscope, aplicativo de transmissão de vídeo ao vivo do Twitter, anuncia importantes atualizações em sua plataforma. As novidades estarão disponíveis nos próximos dias e visam a oferecer uma experiência ainda mais completa aos seus usuários.

Será possível buscar por transmissões em todo o mundo – ao vivo ou replays – pelo título ou assunto. Ao acessar o botão de busca, o usuário visualizará uma lista de tópicos sugeridos, incluindo temas como Viagem, Música, Comida, entre outros. Para realizar uma transmissão relacionada a algum tópico, basta tocar no botão de transmissão presente nos resultados da busca e adicionar uma hashtag relacionada.

O Periscope está testando, ainda, dois tópicos de busca especiais: o “First Scope”, em que é possível dar as boas vindas para os novos usuários da ferramenta, e o “GoPros and Drones”, que mostra transmissões feitas por meio de GoPros ou Drones.

A transmissão por meio de um Drone é outra grande novidade do Periscope. Para realizar uma delas, basta conectar um Drone DJI a um iPhone. Durante a transmissão, será possível inclusive alternar entre as imagens da câmera do Drone, as câmeras do iPhone e até mesmo de uma GoPro.

Em breve, os usuários também poderão salvar os seus streamings automaticamente, no Periscope e no Twitter, deixando o conteúdo disponível além de 24 horas. Para isso, basta utilizar a hashtag #save ao título da transmissão. Caso mude de ideia, é possível deletar a transmissão a qualquer momento. Se preferir, o usuário pode configurar o seu perfil para que os vídeos continuem sendo apagados automaticamente após 24 horas, como acontecia antes.

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