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Não ter chefe é a motivação principal de 56% dos lojistas que investiram no comércio eletrônico, diz pesquisa

Os micros e pequenos empreendedores digitais no Brasil, que trabalham com e-commerce há pelo menos um ano ou menos, estão otimistas para 2017 e escolheram a área de atuação da sua loja virtual ao identificar uma oportunidade no mercado.

Estes são alguns resultados da pesquisa que mapeou o perfil do micro e pequeno empreendedor digital, realizada pelo terceiro ano consecutivo pela Loja Integrada – plataforma para criação de lojas virtuais mais popular do Brasil –, que entrevistou 1.011 lojistas virtuais de todo o país nos meses de março e abril.

A pesquisa apontou que este lojista é: jovem – tem entre 30 e 39 anos; 71,7% são homens – maioria é casado e sem filhos; e é escolarizado – 36,8% dos entrevistados têm ensino superior completo e 20,5% fez pós-graduação, mestrado ou doutorado. Além disso, cerca de 44% dos empreendedores buscaram informações na internet antes de abrir sua loja.

Sobre a atuação no mundo do empreendedorismo digital, 50,5% possuem sua loja virtual há pelo menos um ano e 56,5% investiram inicialmente até R$ 1 mil em um nicho de mercado. Os segmentos mais escolhidos em 2016 foram: Moda e Acessórios (24,7%), Cosméticos e Perfumaria (10,4%) seguido por casa e decoração (5,4%). “A pesquisa mostra o bom momento do comércio eletrônico no Brasil. Em 2016, foram criadas em média 500 novas lojas por dia em nossa plataforma. Isso mostra que as pessoas estão investindo e vendo oportunidade de negócio no e-commerce”, explica Adriano Caetano, especialista em comércio eletrônico e fundador da Loja Integrada. ?

Para 56% dos entrevistados, a principal motivação para abrir uma loja virtual foi o sonho de se tornar empreendedor e ser dono do próprio negócio – não ter chefe. Cerca de 45% dos lojistas virtuais trabalham sozinhos e 32,4% conciliam a loja com outro emprego. ?“59,4% dos lojistas trabalham de casa e 44,5% dedicam entre 1 e 2 horas do dia à loja virtual. Isso mostra que as pessoas viram no comércio eletrônico uma oportunidade de empreender e também complementar a renda. Como o investimento inicial e os riscos são baixos, isso permite que o lojista experimente, arrisque. Percebemos que a loja virtual começa como uma alternativa de renda – geralmente em paralelo com outro emprego – e, com o tempo, torna-se a fonte de renda principal”, conta o especialista.

Como estratégia para divulgação de produtos, 90,5% apostam na rede social Facebook e 59,3% utilizam o WhatsApp como ferramenta de venda e divulgação. Para aprimorar seu negócio, 69,2% dos lojistas buscam informações no Youtube. Entre as dificuldades de ser um empreendedor digital no Brasil, 53,9% afirmaram que a divulgação e o marketing são os maiores desafios na hora de empreender na internet. Para 43,2%, a concorrência com grandes redes é a maior dificuldade na rotina do lojista virtual.

Ainda de acordo com o levantamento, 21% dos lojistas estão mais felizes com a vida após se dedicarem ao e-commerce e 90,6% dos entrevistados estão otimistas com o ano de 2017.

Perfil do micro e pequeno empreendedor digital no Brasil

1.011 lojistas virtuais de todo o Brasil/Abril de 2017 – Pesquisa Loja Integrada

Meio: Questionário Internet

• 71,7% dos empreendedores são homens; 28,3% mulheres

• 30,9% têm entre 20 e 29 anos e 42,8% de 30 a 39 anos

• 56,4% dos lojistas são casados e 39% são solteiros

• 51,2% não têm filhos, 48,8% têm

• 36,8% dos entrevistados têm nível de ensino superior completo (20,5% com pós-graduação, mestrado ou doutorado) e 24,3% têm superior incompleto.

• 50,5% trabalham com e-commerce há 1 ano ou menos. 17,2% trabalham na loja virtual há 2 anos

• 32,4% conciliam a loja com outro emprego, 26,5% trabalham exclusivamente na loja virtual e 41% trabalham no mesmo ramo que a loja virtual.

• 45% trabalham sozinhos e 21,6% com o cônjuge. 16,6% dos lojistas possuem um funcionário

• 59,4% dos lojistas trabalham de casa e 26,6% possuem um escritório

• Renda Familiar: a maioria é da Classe C (36,4%), com renda de R$ 3.748,01 a R$ 9.370,00, seguida pela Classe D (27,6%). 13,7% dos lojistas são da Classe B, com renda de R$ 9.370,01 a R$ 18.740,00

• 44,5% dedicam de 1 a 2 horas na loja virtual, 25,4% dedicam meio período do dia e 24,3% se dedicam em período integral

• Os segmentos mais escolhidos em 2016 foram: Moda e Acessórios (24,7%), Cosmético e Perfumaria (10,4%) seguido por Casa e Decoração (5,4%)

• 59,3% dos empreendedores escolheram a área de atuação da sua loja ao identificar uma oportunidade no mercado e 56% afirmaram que a principal motivação para empreender foi ser dono do próprio negócio – não ter chefe.

• 56,5% investiram inicialmente até R$ 1 mil e 19,7% dos lojistas investiram até R$ 5 mil reais

• 44% dos empreendedores buscaram informações na internet antes de abrir sua loja. 33% não se especializaram antes de abrir a loja

• Para aprimorar seu negócio, 69,2% dos lojistas buscam informações no Youtube

• Estratégia para divulgação de produtos: Facebook (90,5%), WhatsApp (59,3%) e Instagram (62,6%)

• 53,9% afirmam que a divulgação (marketing) é a maior dificuldade na hora de empreender na internet e 43,2% afirmam que a concorrência com grandes redes é a maior dificuldade

• 90,6% estão otimistas com o ano de 2017

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Thomson Reuters amplia oferta de cursos para solução ONESOURCE Mastersaf

A Thomson Reuters, provedora líder mundial de informação e tecnologia, está ampliando a sua rede de education partners no Brasil. Os novos parceiros juntam-se à líder em solução fiscal do país na oferta dos cursos da Academia DW para a solução ONESOURCE Mastersaf. Entre os primeiros acordos da parceria estão a Fontoura Education, centro de treinamento oficial de diversas empresas multinacionais, a Ka Solution, maior centro de treinamento da América Latina para soluções de TI, e a BuiltCode, especializada em treinamentos à distância.

O ONESOURCE Mastersaf da Thomson Reuters tem soluções completas e integradas para simplificar, otimizar e desenvolver gestão fiscal e tributária. Com a oferta ampliada de cursos à distância, os profissionais de todo o país conseguirão realizar a gestão das complexidades da legislação tributária brasileira em compliance com as constantes alterações regulatórias nos âmbitos Federal, Estadual e Municipal.

“Estas parcerias, que ampliam nossa oferta de cursos, são estratégicas também por proporcionar um aumento de empregabilidade para o setor, expandindo a qualificação técnica dos profissionais brasileiros que, por sua vez, elevarão a qualidade e a velocidade dos projetos de implementação fiscal e tributária em nossos clientes atuais e futuros”, explica Mauricio Lubachescki, Gerente de Treinamento ao Mercado da Thomson Reuters.

“O ambiente regulatório brasileiro muda a cada minuto e, para acompanhá-lo, as nossas soluções estão em constante evolução. A disponibilização desse tipo de treinamento por meio de parceiros estratégicos é parte essencial para nossa missão de prover respostas confiáveis às corporações e seus profissionais”, completa Santiago Ayerza, Presidente da Thomson Reuters no Brasil.

Por meio dos parceiros, os profissionais terão formação nos cursos da Academia DW por módulos ou de forma completa, com investimentos que já contemplam Exames de Certificação nas cidades de Porto Alegre (RS), São Paulo (SP) e Rio de Janeiro (RJ). Mais informações sobre a grade de cursos da Academia DW estão disponíveis no site: https://thomsonreuters.com.br/pt/tax-accounting/onesource-mastersaf/suporte-treinamento/treinamentos.html.

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Canais móveis aumentam o relacionamento dos usuários com instituições financeiras

Canais móveis têm sido utilizados pelas empresas de serviços financeiros para promover produtos e serviços (37%), prestar atendimento ao consumidor (32%) e vender produtos e serviços (27%). É o que mostra o estudo realizado pela Capgemini, um dos líderes mundiais em serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, em parceria com a Pegasystems, provedora líder em aplicações estratégicas de negócios, sobre maturidade digital do setor no Brasil.

Segundo o relatório, os baixos percentuais podem ser decorrentes da preocupação dos usuários com relação à segurança. Mas esta percepção deve diminuir à medida que fintechs (start ups de tecnologia para o setor financeiro) e demais empresas do setor criarem operações digitais, o que deve acelerar a curva de adoção da mobilidade, promovendo o relacionamento entre empresas e usuários.

Por outro lado, o estudo indicou que os canais móveis (66%) já são o terceiro meio digital utilizado pelas empresas financeiras para conhecer melhor o mercado e seus clientes finais, logo depois de internet (84%) e mídias sociais (78%).

A pesquisa detalhou questões-chave nas áreas de negócios e tecnologia das empresas de Serviços Financeiros no Brasil. O relatório baseou-se em 60 entrevistas no setor, incluindo executivos do nível mais alto (CDO / CIO / COO) das empresas e também que respondem diretamente a esses profissionais (gerente de TI, gerente de vendas, entre outros).

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10 anos após o lançamento do iPhone, a Axway realiza uma pesquisa para saber a opinião dos consumidores de smartphone

Em decorrência do 10° aniversário do lançamento do iPhone, a Axway (Euronext: AXW.PA), uma catalisadora para a transformação, anuncia hoje o resultado de uma pesquisa que examina o papel dos smartphones na vida dos consumidores, com serviços e experiências aprimoradas, e como esses gostariam que o aparelho evoluísse futuramente. A pesquisa, realizada com 1.200 usuários nos EUA, revela que os consumidores privilegiam a segurança dos dados e a privacidade em vez de novos aplicativos e recursos de última moda; preferem apps móveis a novos serviços ativados por voz, como a Siri® e o Alexa®; querem enviar mensagens em vez de falar; e acreditam que bateria com vida útil estendida é a chave para aprimorar a experiência do usuário.

Segurança e privacidade no topo da lista de desejos

Ao passo que os novos smartphones lançados focam novos recursos e capacidades mirabolantes, a pesquisa indica que a segurança dos dados e a privacidade estão no topo da lista de desejos dos consumidores para atualizações futuras.

· Entre os donos de smartphones, 69% disseram que gostariam que o desenvolvimento se concentrasse na segurança dos dados e na privacidade em vez de novos aplicativos e recursos de última moda.

Os apps ainda deixam os consumidores satisfeitos

Enquanto o setor de telecomunicações mira cada vez mais os serviços ativados por voz, como chatbots, os respondentes disseram que não querem abrir mão dos seus apps móveis e atualmente não veem serviços ativados por voz como uma prioridade na experiência móvel.

· 62% disseram que não abririam mão de todos os seus aplicativos móveis por um serviço ativado por voz, como a Siri, que funcionasse perfeitamente sempre;

· Apenas 5% dos consumidores citaram os novos recursos de voz em sua lista de desejos para melhorar a experiência do usuário.

Importante ressaltar: as mensagens superam as ligações

Durante os últimos 10 anos, o smartphone passou a reunir sozinho múltiplos dispositivos, de leitores de música a videogames e mapas, reorientando a definição de um telefone. A fim de observar como isso impactou o modo de usar dispositivos móveis, a pesquisa pediu que os consumidores listassem as 5 formas mais frequentes de uso do seu smartphone. No topo da lista estão as mensagens.

· 70% citaram as mensagens como uso principal;

· 62% citaram as ligações;

· E-mails (54%), redes sociais (51%) e câmera (37%) também apareceram no top 5;

· Outros usos comuns incluem jogos (30%), música (28%), obter direções/mapas (24%), consultar horas (23%), fazer compras (23%), consultar a previsão do tempo (22%) e operações bancárias (21%);

· Serviços emergentes, como chat por vídeo (8%) e TV móvel (11%), foram pouco mencionados.

A bateria como chave de experiência móvel futura

O uso de smartphones evolui permanentemente, conforme surgem novas tecnologias como realidade virtual e aumentada, que possibilitam mais imersão. A fim de determinar o que, segundo os consumidores, poderia fazer a maior diferença para a experiência móvel, a pesquisa perguntou o que estaria no topo da lista de desejos para melhorar essa experiência no futuro.

· A bateria foi de longe a prioridade para os consumidores, com quase metade (48%) a citando como número 1 na lista de desejos;

· O carregamento sem fio (15%), a maior durabilidade (10%) e uma conectividade otimizada com outros dispositivos (8%) também apareceram entre os critérios mais importantes para o futuro;

· Tecnologias mais futuristas, como tela em 3D (4%) ou realidade virtual (4%), não foram vistas como significativas entre eles.

O que o meu smartphone irá substituir?

Smartphones têm representado uma ampla fatia de mercado nas empresas que vendem dispositivos, de câmeras a leitores de música móveis e sistemas de GPS. Quando perguntados sobre o que os smartphones substituiriam nos próximos dois anos, os cartões de débito estão em primeiro lugar.

· 37% acham que o smartphone irá substituir os cartões de débito;

· 28% acham que o smartphone irá substituir os tablets;

· 27% acham que o smartphone irá substituir os laptops;

· 21% acham que o smartphone irá substituir as chaves de carro.

Não tirem meu smartphone de perto!

É senso comum que os smartphones desempenham agora um papel central no nosso dia a dia, e a maioria das pessoas não consegue imaginar como a vida seria sem esse aparelho. Quando perguntados sobre do que poderiam abrir mão por uma semana – se do smartphone ou outros objetos essenciais – os consumidores ficariam felizes em se sacrificar para não se separarem do telefone.

· 47% dos participantes da pesquisa abririam mão de bebidas alcoólicas;

· Cerca de um terço abriria mão do açúcar (35%), de café (33%), de exercícios (31%) e de assistir à TV (31%);

· 24% dos participantes abririam mão de sexo;

· 10% abririam mão de falar com familiares/amigos em troca de uma semana com seu smartphone.

“As pessoas costumam falar sobre transformação digital, mas no caso do iPhone as perspectivas foram realmente mudadas, não somente redefinindo a função do telefone móvel, mas também a forma como todos nós usamos serviços digitais nos dias de hoje, com a economia da experiência desfocando nossas vidas pessoais e profissionais”, explica Jean-Marc Lazzari, CEO da Axway. “A fim de marcar o décimo aniversário de tal avanço tecnológico, decidimos observar o papel que os smartphones desempenham agora em nossa vida diária, com aplicativos e APIs criando experiências imersivas e aumentando os serviços de conveniência. Nós vemos essa tendência como uma evolução e crescimento inerentes da rede de experiência do cliente, em que o smartphone será a chave principal. O resultado da pesquisa fornece algumas ideias interessantes – e outras surpreendentes – uma vez que as marcas têm procurado otimizar a experiência móvel”.

Marcelo Ramos, vice-presidente sênior e gerente geral para América Latina da Axway comenta que no Brasil o cenário não é diferente. “Temos hoje no país mais de 198 milhões de smartphones em circulação, segundo a Fundação Getúlio Vargas. Os usuários estão cada vez mais exigentes quanto aos serviços disponíveis no ambiente mobile. Como apontou o estudo, questões como segurança, privacidade, agilidade e autonomia devem fazer parte da experiência do cliente e, para tanto, as empresas devem estar atentas ao novo perfil de consumidor e oferecer soluções personalizadas que estejam integradas a outros canais, dentro do que chamamos jornada do cliente”, finaliza.

Sobre a pesquisa

A pesquisa, com o título “O papel dos smartphones em nossas vidas hoje”, estuda a importância atual dos smartphones em nossas vidas e como os consumidores gostariam que o aparelho evoluísse no futuro. Realizada pela empresa de pesquisas internacional Research+Data Insights (RDI), foi preenchida on-line e contou com a participação de 1.200 usuários de smartphones nos Estados Unidos, sejam dispositivos Apple, Android ou Windows. Homens e mulheres entre 18 e 60 anos responderam à pesquisa.

Infográfico: veja o resultado completo aqui

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Transformação acelerada nos bancos – Por Ricardo Anhesini

A transformação da atividade bancária pela qual o mercado financeiro brasileiro terá que passar nos próximos anos pode ser considerada o maior desafio do setor. Podemos considerar que esse processo disruptivo está sendo feito em três momentos.

O primeiro deles, a transformação digital, vem sendo implantado em etapas. Inicialmente, a digitalização do relacionamento com o cliente é relativamente mais simples ao permitir que ele tenha uma experiência diferente em meio digital. Em seguida, a instituição financeira dá um passo à frente e passa a incluir inovação ao ofertar, por exemplo, novos meios de pagamento e moedas digitais. Por último é a que podemos chamar de digital enterprise. Por ser a mais difícil de ser implementada ao exigir grandes investimentos, já vem sendo considerada parte da estratégia dos c-levels dos bancos. Nesse caso, há a necessidade de conversão dos sistemas e hardware legados, em meio digital, mas sem que para isso a operação seja paralisada.

Um segundo momento diz respeito à rentabilidade. Frente aos atuais índices econômicos do país, os bancos vêm sendo desafiados a buscar um modelo de remuneração que garanta um retorno dos investimentos em termos de spread bancário.

Não menos importante que os anteriores, a terceira fase refere-se à adaptação aos modelos operacionais com uma plataforma aberta que permite ao cliente diversificar os negócios com mais de um banco como acontece em outros países como a Inglaterra, onde esse tipo de prática já está regulado pela legislação. Nesse caso, trata-se de um novo modelo de captação de cliente que possibilita uma instituição financeira oferecer produtos de vários bancos através de uma plataforma aberta.

Em suma, as instituições financeiras têm um longo caminho a percorrer frente às novas exigências do mercado, na busca por novos modelos para que se mantenham mais competitivas e saudáveis, isso sem perder as oportunidades e a rentabilidade. A experiência histórica mostra que os bancos brasileiros têm sido bem sucedidos em transformar-se!

Ricardo Anhesini é sócio-líder de Serviços Financeiros da KPMG no Brasil

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Banco Inter lança conta corrente digital gratuita para empresas

O Banco Inter, única instituição financeira a oferecer conta corrente totalmente gratuita e uma das pioneiras na modalidade digital no Brasil, acaba de lançar a Conta Digital Pro, direcionada para micro, pequenas e médias empresas brasileiras. A conta corrente é totalmente gratuita e disponibilizará para os clientes uma plataforma digital de serviços bancários e produtos financeiros.

Na Conta Digital Pro as empresas terão à disposição mensalmente um pacote para emissão de 100 boletos bancários e 100 TEDs (Transferência Eletrônica Disponível). Os correntistas também terão direito a até quatro cartões múltiplos corporativos, de débito e crédito, sem cobrança de anuidade.

A Conta Digital Pro também disponibilizará para seus clientes folha de pagamento automática, pagamento de boletos, convênios, tributos e impostos com leitor de código de barras e saques gratuitos na rede Banco24Horas. O cliente também pode acessar digitalmente serviços financeiros como, crédito corporativo, câmbio e seguros. A plataforma digital também oferece uma ampla gama de investimentos.

“Nossos clientes da Conta Digital Inter já reivindicavam uma opção similar de conta para pessoa jurídica. Vamos entregar a mesma proposta de valor, que já oferecemos para pessoa fisica, para as empresas: uma conta corrente digital totalmente gratuita”, afirma João Vitor Menin, presidente do Banco Inter. “As empresas brasileiras têm um gasto alto com tarifas báncarias, o que impacta nos negócios. Vamos eliminar estes custos para que as empresas possam investir o dinheiro economizado com tarifas em outras frentes”, destaca o executivo.

Como solicitar uma conta

A Conta Digital Pro será disponibilizada, inicialmente, por convite e o interessados podem se cadastrar no site contadigitalpro.bancointer.com.br. Um dos pré-requisitos para a abertura da conta para empresas é já ser correntista pessoa física do Banco Inter. “A conta corrente para pessoa jurídica é mais complexa e é necessário realizar, de forma mais aprofundada, a avaliação de crédito e histórico do solicitante. Inicialmente, vamos abrir a conta apenas para quem já tem relacionamento com o banco”, destaca Menin.

A abertura e gerenciamento da conta corrente para empresas serão realizados digitalmente pelo Internet Banking. A gestão do acesso poderá ser personalizada para cada usuário. Estarão disponíveis, também, extratos em formato PDF, OFX e CSV.

O Banco Inter possui, hoje, 180 mil correntistas digitais pessoa física e a meta é chegar até o final do ano aos 350 mil clientes e a 1 milhão, em 2018. O Banco Inter está presente hoje em 3.223 municípios brasileiros. A instituição possui clientes em todos os municípios com mais de 50 mil habitantes.

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Eletrolar Show: pela primeira vez na feira, I2GO comemora a marca de 10 mil pontos de venda

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A 12ª Eletrolar Show (de 17 a 20 de julho em São Paulo) é o palco escolhido pela I2GO para lançar novos produtos, a Linha Fashion Jeans, que chega ao mercado mirando os clientes mais descolados. A marca também comemora, na feira de negócios, os 10 mil pontos de venda alcançados em junho. Nascida em 2013, a I2GO já é famosa pelo constante lançamento de novas linhas e pela qualidade dos cabos, carregadores e acessórios super coloridos, e ainda oferece 3 anos de garantia para seus clientes em todo o país.

Estreante no evento, no estande localizado na Rua 14 avenida H pavilhão B, os 10 mil pontos de venda serão comemorados com um troféu que ao longo do evento será assinado por todos os clientes, revendedores, e colaboradores. O indicador é importante e comprova o sucesso da marca que recentemente também inaugurou um escritório na China para desenvolver fornecedores e testar novos produtos.

Linha Fashion Jeans

A Linha Fashion Jeans chega com cabos, carregadores, power bank, e fone de ouvido. Os preços variam entre R$29,90 a R$99,90. Ela estará disponível no mercado o noe-commerce da marca (www.i2go.com.br) a partir do 1/Agosto. Conforme explica Marcelo Castro, um dos sócios fundadores: “A nova linha chega para quem busca além de qualidade, um produto bonito e diferente. Entendemos que o nosso público quer o equipamento de qualidade, mas também quer o estilo. Unimos tudo isso na Linha Fashion Jeans”.

Como a I2GO chegou a 10 mil pontos

Marcelo Castro e Daniel Doho são amigos de infância e sempre pensaram em montar algo juntos que fizesse sucesso. Em 2013, iniciaram a importação de acessórios para celulares certificados e originais, como carregadores, cabos, fones e outros. Mas a concorrência de camelôs ou lojas autorizadas das grandes marcas, fazia com que o consumidor só tivesse duas chances de compra: o produto baratinho, normalmente vendido em semáforos ou bem mais caros, para um público mais exigente. A solução? Criar uma marca que virasse referência unindo preço e qualidade. Nasceu a i2GO.

E foi o que aconteceu. Com pouco menos de 5 anos de mercado, a i2GO acaba de atingir a marca de 10 mil pontos de venda no Brasil. Os pontos de venda de fácil instalação, em displays de acrílico estão presentes desde pequenos estabelecimentos, caixas de supermercado, lojas de conveniência, padarias e lojas de informática, além das vending machines instaladas em aeroportos e estações de metrô.

Com garantia de 3 anos em todos os produtos, a qualidade dos produtos certificados pela Apple e órgãos internacionais (CE, FCC, ROHS) e com preços mais atrativos que nas grandes lojas autorizadas, faz com que o público busque a marca. Os produtos tem variedades, conveniência e bom preço. O lançamento constante de novos produtos e a busca por novidades também é uma estratégia a ser destacada na trajetória de sucesso da empresa que abriu um novo escritório na China para desenvolver fornecedores e fazer testes de qualidade dos produtos.

Nesse primeiro semestre faturaram R$18milhões com a venda de produtos, chegaram a 10 mil pontos de venda e com as novas parcerias que vem firmando com estabelecimentos tem a meta de chegar ao final de 2017 com 15 mil pontos de venda e um faturamento de R$ 40 milhões ao ano.

“Não existe empreendedorismo sem um bom planejamento financeiro e de Marketing. O posicionamento de uma marca é essencial para o consumidor ver a necessidade e o ter o desejo pelo produto. Adicionalmente, o preço continua sendo muito importante.”, explica Daniel Doho, um dos fundadores da i2GO.

E o pioneirismo no lançamento de novos produtos também vem sendo conquistado: com viagens frequentes à China e Estados Unidos, os empresários planejam trazer acessórios inéditos no Brasil.

I2GO na Eletrolar Show

Estande: Rua 14 avenida H pavilhão B
www.i2go.com.br

Eletrolar Show 2017

12ª Feira de Negócios para a Indústria e o Varejo de Eletrodomésticos, Eletroeletrônicos, Celulares e TI
Data: 17 a 20 de julho de 2017, das 13h às 21h
Local: Transamerica Expo Center – Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387

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Indústria automotiva deve aumentar investimento em segurança cibernética, indica levantamento

A Irdeto, líder mundial em segurança de plataformas digitais, e a analista global Frost & Sullivan apresentaram recentemente levantamento que indica que fabricantes de veículos e seus principais fornecedores aumentarão seus investimentos em segurança cibernética, nos próximos três anos, com o objetivo de diminuir ataques de hackers aos chamados “veículos inteligentes”.

Pesquisas recentes da Frost & Sullivan mostraram que a crescente implantação de recursos digitais nos veículos atuais levará a indústria automotiva a investir US$ 82,01 bilhões até 2020 em tecnologias avançadas.

Um dos novos desafios do mercado automotivo é o aumento da conectividade no veículo (recursos digitais para entretenimento, telefonia celular, reconhecimento de voz, navegação). Embora essencial para satisfazer o consumidor, esta conectividade também traz vulnerabilidades ao veículo, que podem ser exploradas por invasores cibernéticos. Os hackers podem acessar e controlar remotamente componentes do veículo, como travas, operações de inicialização e parada do motor, ou coletar dados do usuário pelo sistema a bordo.

“Já foram reportados diversos ataques cibernéticos contra empresas automotivas nos últimos anos e estes ataques representam só uma pequena parte dos verdadeiros riscos”, disse Niranjan Manohar, Gerente de Programa de Conectividade e Internet das Coisas (IoT) no Setor Automotivo da Frost & Sullivan.

“A indústria automotiva demanda uma solução ampla, cobrindo hardware, software, rede e segurança na nuvem. A experiência em segurança da Irdeto traduz perfeitamente as ameaças na indústria automotiva. Hackers e criminosos cibernéticos empregam novas estratégias para explorar vulnerabilidades nos carros de hoje”, afirmou Daniel Thunberg, principal executivo global em setor automotivo da Irdeto. “Com a expectativa de crescimento dos investimentos em digitalização e conectividade, toda a cadeia do setor automotivo precisa considerar a segurança cibernética desde o planejamento do novo carro, para manter os motoristas rodando seguros”.

O levantamento mostra ainda que os gastos da indústria automotiva com segurança cibernética dos carros devem aumentar a uma taxa anual de crescimento de 24,4% entre 2015 e 2025.

Solução Anti-Hacker para o Setor Automotivo – A solução Cloakware para Setor Automotivo da Irdeto baseia-se em tecnologia avançada para alavancar o crescimento do mercado futuro e superar os desafios da indústria. As soluções da Irdeto para o setor automotivo incluem forte proteção anti-hacking com segurança renovável, tornando virtualmente impossível a engenharia reversa do software do veículo. A solução Cloakware está disponível em todos os principais sistemas operacionais do setor automotivo e proporciona à indústria um ambiente seguro e inviolável para o software, garantindo que os veículos funcionem como pretendido. Para mais informação, acesse https://irdeto.com/automotive/automotive-se curity.html.

Para download do documento completo Frost & Sullivan e Irdeto, acesse: http://bit.ly/2qNAJKI

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Comissão aprova MP e mantém desoneração da folha para empresas de vestuário e TI

Foto:  Marcos Oliveira/Agência Senado

Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

A comissão mista do Congresso que analisa a Medida Provisória 774/2017 aprovou nesta quarta-feira (28) a retomada da contribuição previdenciária patronal de 20% sobre a folha de pagamentos para todos os setores da economia, com algumas exceções. Por acordo firmado entre as lideranças, os 15 destaques apresentados ao texto serão analisados na próxima terça-feira (4).

Pelo texto aprovado — projeto de lei de conversão proposto pelo relator da matéria, senador Airton Sandoval (PMDB-SP) — a medida passa a valer a partir de janeiro de 2018.

A proposta acaba com a principal política tributária do governo da ex-presidente Dilma Rousseff, que substituía a contribuição social sobre a folha de pagamento das empresas por uma contribuição baseada na receita bruta (Lei 11.546/2011), reduzindo o tributo.

Novos setores

Após ouvir representantes do setor produtivo, o relator concordou em manter a política de desonerações para além dos setores previstos originalmente na medida provisória (transportes, construção civil e comunicação).

Pelo projeto aprovado, poderão continuar recolhendo a contribuição social com base na receita bruta apenas empresas dos seguintes segmentos econômicos:

— transporte coletivo de passageiros (rodoviário, metroviário e ferroviário);

— construção civil e de obras de infraestrutura;

— comunicação;

— tecnologia da informação e comunicação;

— call centers;

— projetos de circuitos integrados;

— couro, calçado, confecção/vestuário; e

— empresas estratégicas de defesa.

Segundo o relator, o governo entende que não há espaço para fazer concessões a outros segmentos empresariais. Mesmo assim, Sandoval propôs um acordo para permitir a aprovação do texto principal, sugerindo que os destaques que pretendem beneficiar outros setores com a desoneração da folha fiquem para a próxima terça-feira (4).

Novo prazo

O relator modificou o texto original da MP para estabelecer que empresas beneficiadas pela desoneração só percam o incentivo em janeiro de 2018. O texto original determinava o fim das desonerações já em julho deste ano.

— Eu sei que o planejamento financeiro das empresas já foi feito, uma vez que o exercício fiscal começa em janeiro e termina em dezembro. Essa prorrogação para janeiro dá tempo para que as empresas possam se preparar e para a gente socorrer essas empresas – justificou o relator.

A MP faz parte de um esforço do governo federal para aumentar a arrecadação com o objetivo de cumprir a meta fiscal de 2017, que é um déficit primário de R$ 139 bilhões.

Além de mudanças na política de desoneração da folha, a MP 774 revoga a cobrança do adicional de 1% sobre a alíquota da Cofins-Importação, instituída pela Lei 10.865/2004. A cobrança vinha sendo questionada na Justiça por diversas empresas, pois o valor pago não podia ser creditado pelo importador.

Da Agência Câmara de Notícias

Fonte: Agência Senado

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Startups conseguem fazer a diferença na vida das pessoas, diz CEO do Superlist

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A cultura das startups chegou para reinventar o varejo. Essa foi uma das conclusões apontadas em debate realizado nesta terça-feira (27/06), na Brazilian Retail Week 2017, em São Paulo, que contou com lideranças de empresas e startups varejistas, entre eles Alberto Parra, CEO e co-founder do Superlist, startup que permite ao usuário realizar compras de supermercado pela internet no modelo de recorrência.

A sede de inovação foi um dos temas mais recorrentes no bate-papo. “Procurar inovar e fazer melhor sempre foi uma busca, independente da área”, diz Parra, cuja empresa, a Superlist, vem se consolidando como uma das principais iniciativas na área de e-grocery no Brasil.

Para ele, as startups se destacam pela agilidade e dinamismo nos processos, na comparação com as grandes corporações. “As grandes empresas às vezes sofrem de gigantismo, e a tomada de uma decisão passa por muitos níveis. Em uma startup não, você tem mais liberdade e precisa ter capacidade de fazer um pouco de tudo”, garante.

Segundo Parra, a startup de varejo está mais próxima do consumidor final, de quem realmente vai ser beneficiado por ela. “Vale muito a pena porque você colhe frutos e consegue fazer a diferença na vida das pessoas.”

Além de Parra, participaram do debate o diretor-executivo de Conhecimento do Grupo Padrão Jacques Meir, o conselheiro do Giraffas Alexandre Guerra, a CSO & CEO da Zimp Recompensas Julia Canalini, o cofundador da Onyo Alexandre Dinkelmann e o CEO da Ecommet Frederico Flores.

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Cabify Express chega ao Brasil

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Mais do que um aplicativo de transporte, a Cabify, é uma plataforma de mobilidade urbana, preocupada em otimizar a maneira com que as pessoas se locomovem nas grandes cidades. Para consolidar este posicionamento, a empresa lança nesta quinta-feira (29) o Cabify Express, serviço de motofrete premium que utilizará profissionais 100% regulamentados junto à prefeitura. O motofretista poderá ser solicitado por meio do aplicativo ou da plataforma web da Cabify.

Daniel Velazco-Bedoya, Diretor Geral da Cabify no Brasil, destaca que apesar de ter sua origem como um aplicativo de transporte de passageiros, a Cabify também está atenta a novas oportunidades relacionadas a mobilidade urbana. “Temos a mobilidade urbana em nosso DNA e sabemos que o transporte de pequenas cargas e documentos em grandes centros é uma necessidade de várias pessoas e a Cabify Express vem para atender esta demanda”.

“Um dos maiores problemas enfrentados por clientes corporativos é encontrar fornecedores de serviços de motofrete que ofereçam serviços rápidos e de confiança e o fato de cobrarmos por quilômetro rodado também oferece mais controle ao usuário”, segundo Rogerio Guimarães, Head de Novos Negócios da Cabify no Brasil. Guimarães ressalta que após estudos de mercado, negociações com fornecedores e estruturação de oferta, o serviço Express foi idealizado e agora é lançado, inicialmente na cidade de São Paulo mas com vistas a ser expandido nacionalmente em breve.

A Cabify Express vem para compor um pacote de soluções que atendem integralmente as necessidades de nossos clientes corporativos, segundo Luisa Aguiar, Head de Vendas da Cabify no Brasil. “Oferecendo uma nova modalidade dentro de uma mesma negociação corporativa e entregando faturas separadas, divididas por tipo de serviço, aumentamos nossa oferta de valor e continuamos nos destacando em serviço e relacionamento com o cliente, auxiliando os gestores no controle e gestão da empresa”, ressalta Aguiar.

“Nossas tarifas são baseadas em quilômetros rodados o que possibilita preços bem menores quando comparados com os praticados pelas empresas que prestam esse tipo de serviço”, enfatiza Bedoya.

Ainda segundo Rogerio, a mecânica do Cabify Express será a mesma oferecida hoje para transporte de usuários. Da mesma forma que as solicitações de transporte de passageiros são encaminhadas para o motorista mais próximo, assim serão no Express, dando agilidade a todo processo de contratação deste serviço, gargalo hoje das empresas contratantes, e possibilitando o compartilhamento com aquele que receberá a encomenda, por exemplo.

Com foco na qualidade do serviço, a Cabify está presente em sete cidades do Estado de São Paulo, sendo São Paulo, Campinas, Santos, São Vicente, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul e Santo André, além de outras cinco capitais – Rio de Janeiro (Rio de Janeiro), Curitiba (Paraná), Belo Horizonte (Minas Gerais), Brasília (Distrito Federal) e Porto Alegre (Rio Grande do Sul).

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Gartner anuncia Conferência Segurança & Gestão de Riscos 2017

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, anuncia a Conferência Segurança e Gestão de Risco 2017. Com as ameaças cibernéticas se desenvolvendo em ritmo acelerado e nos mais diversos cenários, o evento, que acontece nos dias 8 e 9 de agosto (Terça e Quarta-feira) no Sheraton São Paulo WTC Hotel, em São Paulo (SP), reúne os maiores especialistas em Segurança da Informação (SI) do mundo para apresentar as principais tendências do setor e, principalmente, preparar os executivos para tomadas de decisões críticas para os negócios.

“Produtividade, agilidade, eficiência, lucro e satisfação do cliente são alguns dos resultados positivos que os negócios digitais podem produzir. No entanto, as atividades desse modelo também expõem as organizações a novas ameaças e riscos. O volume e a velocidade com que essas iniciativas são tomadas apresentam aos profissionais de segurança e risco desafios sem precedentes”, explica Claudio Neiva, Vice-Presidente de Pesquisas do Gartner e Chairman da Conferência.

Pesquisas do Gartner apontam que violações de dados são o tipo predominante de incidentes de cibersegurança, seguidas por malware, ransomware, ataques de negação de serviço e invasão a sistemas automotivos.

Para explorar o verdadeiro potencial dos negócios digitais, os líderes de segurança e risco devem promover um programa que estabeleça a empresa, seus sistemas e funcionários como participantes confiáveis na economia digital. As organizações precisam usar uma arquitetura de segurança adaptável que aproveite a inteligência e sistemas avançados para permitir o controle da segurança. Construir negócios digitais flexíveis, versáteis e dinâmicos possibilita que os líderes de segurança e risco antecipem e eliminem ameaças virtuais cada vez mais perigosas.

“A agenda da Conferência deste ano foi elaborada para preparar os CISOs (Chief Information Security Officers) para liderar na realidade em constante mudança da Segurança da Informação, abordando assuntos como as ameaças mais recentes, as novas arquiteturas flexíveis, estratégias de governança, o papel dos líderes de SI, entre outros. É uma oportunidade única para compartilhar experiências e reinventar abordagens de segurança e risco para a era digital, com base nas recomendações práticas e pesquisas independentes, imparciais e confiáveis do Gartner”, completa Neiva.

A Conferência Gartner Segurança & Gestão de Riscos 2017 promoverá workshops, reuniões, apresentações, sessões e mesas-redondas que orientarão as empresas e seus líderes sobre os mais importantes temas do setor, seguindo três vertentes: “CISO e Programa de Risco e Compliance”, “Programa de Segurança e TechInsights” e “Gestão de Identidade e Segurança de Dados”.
Os participantes podem fazer download do aplicativo do Gartner Events, disponível na PlayStore e AppStore, em seus smartphones para personalizar suas agendas e não perder as novidades de interesse, como atualizações sobre quadrantes mágicos, workshops interativos, pesquisas em tempo real e sessões de respostas interativas ao final das palestras. Além disso, as empresas que participam com grupos de funcionários poderão agendar reuniões com analistas do Gartner para propiciar discussões de negócios e receber assessoramento para iniciativas e projetos estratégicos.

Até 5 de julho, a Conferência está com desconto especial de R$ 500,00. Para se inscrever, envie e-mail para brasil.inscricoes@gartner.com ou telefone para (11) 5632-3109. Para mais informações, acesse o site do evento: gartner.com/br/security.

Conferência Gartner Segurança & Gestão de Riscos 2017

Data: 8 e 9 de agosto de 2017 (Terça e Quarta-feira)
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel
Endereço: Av. das Nações Unidas, nº 12.559

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