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A Startup Condenada

Atualmente, nove entre cada dez startups fecham suas portas antes do negócio entrar em vigor de acordo com dados da Associação Brasileira de Startups (ABStartups).

Cada startup tem sua própria história, mas, ao longo dos anos, empreendendo e acompanhando o ecossistema brasileiro de startups, o economista e investidor Richard Rytenband pôde perceber algumas características em comum entre as startups que fracassaram.

O mais surpreendente é que na grande maioria delas a ideia original é excelente e muito promissora. Não é atoa que são capazes de despertar o interesse de se investir tempo e recursos.

Porém, não são apenas ideias que constroem grandes negócios, algumas decisões e atitudes podem acabar inviabilizando a startup num espaço curto de tempo e o economista cita algumas questões essenciais a serem percebidas:

1. Custos fixos elevados

Escritórios decorados e bem localizados, muitos funcionários, “salário do empreendedor” e uma estrutura de fazer inveja a empresas grandes.
Parece o sonho de negócio perfeito. Mas não, pode ser um pesadelo. Não há investimento inicial que aguente uma empresa com custos fixos elevados e sem receitas.

2. Excesso de reuniões

As decisões são engessadas e a rotina de trabalho se resume a longas e tediosas reuniões. Muito “blá blá” e pouca ação não trazem resultados, é preciso colocar a mão na massa.
Conheci pequenas startups que tinham seu charmoso conselho de administração que se reunia em datas específicas e qualquer ideia ou decisão tinha que respeitar todos os tramites e formalidades e teve seu fim, antes mesmo da última reunião.

3. Muitos sócios

A ideia de compartilhar riscos entre muitos sócios pode se tornar em uma clássica situação de muitos caciques para uma tribo só.
No final, ninguém se entende e os conflitos internos se propagam, com a formação de animosidades e rivalidade dentro das próprias equipes.

4. Área comercial fraca

Boa parte das startups fica foca em outras rotinas e despreza justamente uma das mais essenciais, VENDER!
Não há como sobreviver e gerar receitas sem vender seus produtos e/ou serviços. Toda startup deve ter um plano comercial, e de preferência, pelo menos um dos sócios ser um vendedor nato.

5. Ausência de estratégia de marca

Há muitas vezes um plano de negócios, com projeções de fluxo de caixa, tabela e gráficos. No entanto, muitas vezes falta consciência sobre a missão do negócio como marca, sobre público alvo, mercado de atuação, estratégias de diferenciação, presença em mídias e relacionamento. É essencial definir uma estratégia de marca e ter consciência sobre o propósito do negócio.

6. “Pedeworking” no lugar do Networking efetivo

O networking efetivo ocorre numa situação de ganha-ganha, quando ambas as partes saem favorecidas daquela conexão.
Nas startups condenadas o mais comum é o “pedeworking”, quando os participantes se limitam a ter acesso a determinadas pessoas apenas para “pedir” algo, mesmo sendo o contato de outra pessoa. Isso pode, inclusive, queimar o filme. Aqui a ilusão é que ter acesso a determinado nomes é garantia de bons negócios e favores. Sendo que o principal é construir relações de negócios sólidas e profissionais e não uma troca de favores.

Sobre o economista

Richard Rytenband é economista e mestre em Psicologia da Educação pela PUC-SP e tem MBA em Gestão Financeira com ênfase em Investimentos e Mercado de Capitais pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). É também palestrante e Professor de Economia e Finanças. Possui certificações do mercado financeiro da Ancord, Anbima: CEA; ICSS; Apimec: Gestor de RPPS, Anbima CPA-20, BM&F e CNPI-P da Apimec.

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Embratel anuncia novos serviços de TI com foco no mercado corporativo

A Embratel anuncia a oferta de novos serviços de TI para o mercado corporativo. O novo portfólio promove a sinergia entre TI e Telecom e é capaz de gerar ganhos reais financeiros e de produtividade para empresas de todos os portes. Entre as novidades estão serviços de Outsourcing de TI, que inclui infraestrutura básica, serviços gerenciados, Help Desk, Service Desk, Segurança, bem como ofertas de integração de sistemas, suporte e manutenção. Soluções de Cloud Computing, gestão de informações, soluções de Data Centers e de segurança corporativa também fazem parte do novo portfólio da Embratel.

“Com o anúncio de hoje, a Embratel reforça sua posição de liderança e se apresenta como a única empresa do mercado a oferecer um portfólio completo de serviços convergentes de TI e Telecom, com mobilidade, para clientes empresariais de todos os tamanhos”, diz Mario Rachid, Diretor Executivo da Embratel e responsável pela nova área de TI.

Segundo o executivo, a Embratel vem preparando ao longo dos últimos dois anos para o lançamento da nova área. As atividades começaram por meio da Hitss, empresa do grupo América Móvil que foi incorporada este ano. Portanto, a nova oferta já começa estruturada e com uma equipe de mais de 1.000 profissionais especializados, além de contar com o suporte da Embratel, amplamente reconhecida pela qualidade de seus serviços. “Inovação e qualidade estão no DNA da Embratel”, diz Rachid.
A empresa inicia a oferta de serviços de TI de olho num mercado que movimenta anualmente 61 bilhões de dólares no Brasil, segundo dados do IDC. As soluções de TI oferecidas pela Embratel abrangem, ainda, ITO (Infraestrutura), cujos serviços de Service Desk e Help Desk, Suporte Operacional, Serviços de Data Center, Service Delivery Management e Migração, podem ser personalizados de acordo com as demandas de cada cliente. Fábrica de Software (FSW), com certificação CMMI nível 3 também está sendo oferecida pela Embratel para ajudar empresas a terem acesso a aplicações personalizadas inclusive em dispositivos móveis (IOS, Android, Windows), Java e.Net, integração de dados (ODI e OGG), arquitetura SOA, Oracle Siebel, SAP, Portais e Fábrica de Testes.

A oferta de BPO (sigla em inglês para Terceirização de Processos de Negócio) e BSI (em português, Integração de Sistemas de Negócio) reforçam o portfólio da empresa, com ofertas que permitem a gestão e a prática de projetos com tecnologia SAP, Sales Force, Oracle e Amdocs.

Todos os serviços da empresa podem ser customizados às necessidades dos clientes. “Com a Embratel, os clientes têm a vantagem de poder contar com um único fornecedor capaz de gerenciar suas estruturas de TI e de Telecom de forma integrada”, diz o Diretor Executivo, acrescentando que a expertise da Embratel se fortalece com as parcerias internacionais com os maiores fabricantes de hardware, software e sistemas.

“Atuar em TI significa antecipar as necessidades dos clientes em suas estratégias de negócios, tornando-os mais competitivos”, afirma Rachid, destacando que, com a evolução da conectividade, da Internet e da mobilidade nos últimos anos, muitas aplicações empresariais deixaram os limites físicos das instalações e migraram com segurança para o ambiente de Cloud Computing. “Os serviços de Data Center da Embratel, por exemplo, contam com toda a estrutura tecnológica e hosting gerenciado – tanto físico como virtual (Cloud)”, diz ele, destacando que o mercado tem acompanhado a evolução da Embratel em novas áreas. “Nosso Data Center acaba ser premiado como um dos melhores do Brasil, afirma, citando o Prêmio Frost & Sullivan na categoria The Data Center Services Market Provided by Telecommunications Companies.

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Solução de biometria do CPqD está disponível em nova plataforma da IBM

A solução CPqD Smart Authentication, que utiliza tecnologias de biometria de face e de voz na autenticação de usuários em aplicações críticas – como transações bancárias e de comércio eletrônico, por exemplo -, já está rodando na plataforma Power8, lançada recentemente pela IBM. Disponível para experimentação no IBM Client Center (ICC), em São Paulo, a solução reforça a parceira existente entre o CPqD e a IBM na área de segurança e prevenção a fraudes.

“A identificação correta do cliente que está tentando comprar um produto, ou realizar uma operação bancária, em um canal de atendimento eletrônico, é fundamental para evitar fraudes que hoje são motivo de preocupação em instituições financeiras e empresas de e-commerce”, afirma Graziela Barros, gerente de Soluções de Autenticação Biométrica do CPqD. “Por outro lado, o excesso de processos de segurança, com repetidas solicitações de senhas, tokens e informações pessoais, pode acabar ofuscando os grandes atrativos do atendimento eletrônico: a comodidade e a facilidade de uso”, acrescenta.

Essa é, segundo Graziela, a principal vantagem da biometria: conciliar a necessidade de segurança com a preservação da facilidade de uso dos canais eletrônicos. “A solução CPqD Smart Authentication ajuda a prevenir a fraude, na medida em que permite autenticar pessoas a partir do reconhecimento de sua voz ou da face, de uma forma natural, segura e rápida”, ressalta.

Graziela destaca ainda que a solução pode ser usada em múltiplos canais de comunicação (internet, telefone e smartphone) e que combina as tecnologias de biometria, de síntese de fala (text to speech) e de reconhecimento de fala (automatic speech recognition) do CPqD, para português falado no Brasil – o que facilita ainda mais a interação com os usuários. Para isso, é importante ter um equipamento com grande capacidade de processamento, como é o caso do Power8 da IBM. “Os dados biométricos são muito ricos e seu processamento envolve um grande número de combinações diferentes, com algoritmos complexos”, explica.

Além da aplicação na autenticação de clientes em instituições financeiras, lojas virtuais e contact centers (em transações por telefone, internet ou dispositivos móveis), o uso de biometria de voz e de face traz vantagens também para empresas com grande número de funcionários, que precisam de segurança no acesso às aplicações corporativas.

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Segurança da informação: mais que técnica, deve ser uma cultura empresarial

Marcelo

Por Marcelo Piuma*

É indiscutível que poucas são as pessoas que conseguem sobreviver sem um endereço de e-mail, visitar seu perfil nas redes sociais, acessar a Internet para ver o seu saldo bancário ou pagar contas. No mundo dos negócios, mais ainda, a internet se tornou uma ferramenta de trabalho tão banal quanto um editor de texto, uma planilha eletrônica ou um software de CAD. Essa banalidade é o grande problema para a segurança das informações.

Existem basicamente três tipos de empresas: as que já possuem uma verba para segurança do ambiente computacional (normalmente já sofreram alguma perda por ataque), as que implantaram alguma forma de segurança e mantém apenas com equipe interna (são muitas) e, finalmente, as que acreditam que gastar dinheiro com segurança é custo e não investimento (infelizmente é a maioria). Nesse terceiro tipo de empresa, temos ouvido as mais variadas desculpas, mas, com certeza, a mais comum é que são tão pequenas que ninguém tem interesse em atacá-las. Esses dois últimos tipos cometem o maior erro que um administrador pode cometer: achar-se seguro.

Muitos leitores devem estar duvidando da existência desse terceiro grupo, mas, pasmem, é, sem sobra de dúvida, a maioria, principalmente as empresas de pequeno e médio porte que estão conectados à Internet por linhas ADSL. São empresas que, geralmente, não possuem área de TI formal. Porém, se perguntarmos nessas mesmas empresas se elas tem seguro contra roubo, em uníssono, irão responder que SIM, não operariam sem um seguro. É uma grande distorção, mas essas empresas podem estar sendo roubadas e infelizmente não poderão acionar suas seguradoras.

O custo de um sistema de segurança também aparece como o grande “culpado” para muitas desses dois últimos tipos. E, por não terem um departamento de TI formal ou um especialista que auxilie nas decisões estratégicas para TI, acabam correndo riscos desnecessários, pois, com o advento do software livre (por favor, não confundam software livre com software grátis), é possível implantar um sistema de segurança extremamente robusto com um custo muito baixo.

Temos percebido que não basta um firewall, um IDS/IPS e etc. É preciso muito mais do que isso, é preciso cultura empresarial de segurança. O grande responsável pela falta dessa cultura é a banalidade comentada anteriormente. Mesmo no primeiro tipo de empresa (as que têm verba para segurança) poucas são as que têm, realmente, uma política formal para segurança.

Investir em sistemas de segurança e treinamento é fundamental, porém existe outra variável importante nessa equação, já que o sistema é operado por pessoas que cometem erros como abrir qualquer arquivo anexo que recebem por e-mail, mesmo de um remetente que não fazem à mínima ideia de quem seja.

É desse grande furo na segurança que estamos falando. Os usuários de um sistema computacional, por mais sofisticado e caro que seja, se não tiverem cuidado e regras claras para utilizá-lo, estão colocando todo o sistema em risco.

É preciso ter olhos também para essa brecha no sistema e não apenas para as já velhas e carcomidas portas do protocolo TCP/IP. Do que adianta termos uma parafernália de segurança de última geração se o usuário do sistema, navegando na Internet, não tem o menor pudor em acessar sites que podem esconder scripts de ataque nas suas singelas páginas ASP(x) ou XML ou PHP?

Mas, também, como saber se o site é perigoso? A resposta é bom senso. Parece lúdico, mas uma das mais importantes ferramentas de segurança é o bom senso. Os administradores de sistema precisam estar atentos para esse problema. Os maiores vilões para a segurança dos dados da empresa podem estar(e provavelmente estão) dentro da própria empresa, fantasiados de aliados.

Durante auditorias de segurança é comumente encontrado esse tipo ocorrência, onde o sistema “falhou”, não porque estivesse sem o último patch ou update, mas porque um usuário fez o que não devia, e,pior, sem consciência, por falta de treinamento e orientação.

Não é fácil criar essa cultura empresarial, mas é preciso iniciá-la o mais rápido possível. E um grande auxiliar na criação dessa política é o pessoal da qualidade, pois podemos colocar certas regras de uso do sistema no manual da qualidade.

As empresas gastaram muito dinheiro implantando sistemas computacionais de gestão, gerenciamento de documentos, workflow, numa clara tentativa de se tornarem mais competitivas e economicamente viáveis. Algumas conseguiram, outras não. Infelizmente, continuam apenas na tentativa, seja por errarem na escolha do produto, seja por falta de cultura empresarial para implantar esses sistemas. E até por subestimarem o poder de transformação que esses programas realizam em uma empresa.

Com segurança é a mesma coisa: comprar um sistema não é o fim da história, é apenas o começo. Um trabalho árduo de conscientização e treinamento é necessário para criar essa cultura. Se todos realmente tiverem esses cuidados no uso dos recursos oferecidos pela empresa, o sistema estará muito mais seguro do que apenas confiando nos sistemas de segurança.

E vale lembrar que o pior tipo de ataque é aquele que você não sabe que sofreu, pois nenhuma medida corretiva será tomada e, outras vezes, os ataques poderão ocorrer, trazendo prejuízo para a empresa.

Não é fácil educar os usuários do sistema para terem bom senso, e muitas desculpas são dadas por eles na tentativa de justificar seus erros, mas treinamento é a saída mais curta para criar essa cultura.

É evidente que não podemos abrir mão de nenhum sistema de segurança porque temos bom senso, mas, com certeza, sem bom senso todo e qualquer sistema de segurança está mais vulnerável.

Sistemas de segurança robustos, bem administrados e atualizados e usuários treinados e orientados, formando essa cultura empresarial de segurança, é, sem sobra de dúvida, a melhor receita para uma empresa que busca trabalhar em um ambiente seguro.

Marcelo Piuma (marcelo@qualityware.com.br) é Engenheiro Eletricista e Diretor de Marketing da Qualityware Informática de Curitiba. Atuando no mercado de TI a mais de 20 anos tem desenvolvido projetos de segurança da informação e redes de computadores no Brasil, América do Sul, Europa e Malásia.

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IDC Brasil: em 2014, brasileiros compraram cerca de 104 smartphones por minuto

De janeiro a dezembro, foram 54.5 milhões de aparelhos inteligentes comercializados, crescimento de 55% na comparação com 2013. Para 2015, apesar do cenário econômico desfavorável, projeção é de alta de 16%. Popularização cada vez maior do smartphone, atuação da rede varejista e movimento de lojas conceito estão entre os motivos para a expectativa otimista.

Na contramão dos mercados de tablets, PCs e impressoras, o de smartphones encerrou 2014 de forma muito positiva, com recorde de vendas no último trimestre, inclusive. É o que aponta o estudo IDC Mobile Phone Tracker Q4, realizado pela IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações. De acordo com o levantamento, foram vendidos cerca de 54.5 milhões de smartphones no ano, alta de 55% na comparação com 2013, quando 35.2 milhões de aparelhos foram comercializados no país. “Passamos por um ano muito complicado do ponto de vista econômico e, se levarmos em conta as outras categorias de dispositivos, o mercado de smartphones foi o único que apresentou um resultado positivo. Para ter ideia, foram comercializados cerca de 104 smartphones por minuto”, afirma Leonardo Munin, analista de pesquisas da IDC Brasil. Para Munin, se não fosse a Copa do Mundo, o Carnaval fora de época, as eleições e a alta do dólar, o desempenho teria sido ainda melhor.

O estudo mostra também que, somando a categoria de feature phones, o mercado de celulares encerrou 2014 em alta de 7%, com um total de 70.3 milhões de aparelhos comercializados. Isso fez com que o país fechasse 2014 na 4ª colocação entre os maiores mercados do mundo, atrás da China, Estados Unidos e Índia. “O smartphone é cada vez mais popular no Brasil e a tendência é que essa popularização aumente, principalmente pela força de vendas das redes varejistas e pela crescente onda de lojas conceito, voltadas apenas para celulares”, afirma o analista da IDC Brasil.

Segundo Munin, o estudo da IDC mostrou também uma mudança de comportamento do consumidor. “O brasileiro é muito sensível a preço, mas em smartphones tem avaliado melhor a questão do custo-benefício. E como tem a facilidade de crédito e parcelamento oferecidoa pelo varejo, em vez de comprar um celular de entrada tem optado cada vez mais por um intermediário, contribuindo não só para o aumento das vendas mas também para o aumento do ticket médio”, diz o analista. Munin destaca também a questão das marcas, “O Brasil é um país emergente, mas no mercado de smartphones tem tido desempenho e comportamento de país desenvolvido”. Isso porque, 95% do mercado está concentrado em seis grandes marcas, algo que não acontece em outros países emergentes. “Esse é um fato curioso e mostra que o brasileiro valoriza muito a marca. O nosso mercado está consolidado na mão dos grandes players e tanto fabricantes nacionais quanto os estrangeiros que estão chegando agora tem um grande desafio para se estabelecerem por aqui”, afirma Munin.

4º Trimestre

O Brasil teve recorde de vendas de smartphones no 4º trimestre de 2014. Foram 16.2 milhões de celulares inteligentes vendidos, alta de 43% e 14% na comparação com 4º trimestre de 2013 e 3º trimestre de 2014, respectivamente. “Esse resultado é fantástico. A título de comparação, no 4º trimestre de 2014 foi comercializado praticamente o mesmo volume (16 milhões) de aparelhos em todo o ano de 2012”, lembra Munin. Para o analista, a Black Friday foi o principal responsável pelo desempenho. “Na comparação 2013 x 2014, as vendas na data aumentaram em mais de 600%”.

4G e projeções para 2015

O estudo IDC Mobile Phone Tracker Q4 aponta também que 15% dos aparelhos vendidos em 2014 têm acesso a 4G. Para 2015, a IDC Brasil espera que o número suba e fique entre 30% e 35%. “Vamos ver cada vez mais lançamentos que acessam essa tecnologia. Para esse ano, acredito que os intermediários e os dual-sim serão os destaques do mercado de dispositivos 4G”, completa o analista.
Apesar do dólar alto e da conjuntura econômica, a IDC Brasil espera 16% de crescimento do mercado de smartphones, com a venda de cerca de 63.3 milhões de aparelhos em 2015.

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Varejo adota ferramentas de geomarketing na distribuição de impressos promocionais

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A evolução nas ferramentas de geomarketing torna cada vez mais fácil a identificação de variáveis sociodemográficas, econômicas, comportamentais, físico-territoriais, negociais e concorrenciais. A ferramenta auxilia a detectar nichos de mercado e pontos de presença e influência dos estabelecimentos – o que colabora para a definição de metas de vendas e a atratividade de consumo no varejo.

A criação de softwares específicos para ampliar a efetividade dessas ações traz novos conceitos à comunicação, seguindo critérios de análise obtidos pela internet. “No meio digital, as ações são mais assertivas, devido aos relatórios e às análises. E, até então, no meio físico, a implantação dessas iniciativas era mais restrita”, afirma a coordenadora do Núcleo de Estudos e Laboratório de Varejo da Escola de Comunicação e Negócios da Universidade Positivo (UP), Fabíola Paes.

Para que o varejo tenha maior efetividade e menor desperdício nos impressos promocionais, a editora e gráfica Posigraf, de Curitiba (PR), criou um departamento de geomarketing e passou a utilizar a ferramenta com precisão. “Investimos em um processo de inovação, focado na necessidade do cliente e nos resultados. Muitos dos comércios imprimiam os folhetos promocionais, mas não sabiam onde distribuir”, justifica a analista de Logística da Posigraf, Flávia Gomes dos Santos.

Por meio de um software, a Posigraf identifica o tipo de público buscado na área de influência do estabelecimento, conforme critérios como gênero, faixa etária e classe econômica. “Produzimos relatório mapeando as áreas indicadas para distribuição. Dessa forma, garantimos a assertividade da comunicação”, explica Flávia. Além dos estudos de geomarketing, a gráfica passou a oferecer também a possibilidade de um auditor, que acompanha a entrega e, mais do que isso, tem atenção a alguns detalhes, como a forma de prender os materiais em portões ou caixas de correio.

A soma dos produtos com as soluções oferece uma maior efetividade de que a comunicação vai chegar ao cliente desejado – assim como é possível estabelecer na internet. “Com o impresso e pesquisas de geomarketing, há garantia de que algo tangível vai ser entregue a futuros clientes, especialmente em categorias que lidam com necessidades básicas, como mercados e farmácias”, diz Fabíola Paes, do Laboratório de Varejo da UP.

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CMOs precisam tirar mais proveito da tecnologia para gerar uma experiência consistente para os clientes

A Oracle e o CMO Club – um dos mais influentes grupos de executivos de Marketing do mundo – divulgaram os resultados de um estudo que mostra que os líderes de marketing das mais diversas indústrias têm encontrado dificuldades para proporcionar uma experiência consistente aos clientes, em todos os pontos de contato, e que as corporações não têm tirando o máximo proveito de suas plataformas tecnológicas.

Com o intuito de ajudar os CMOs a resolverem essas questões, o CMO Club e a Oralce Marketing Cloud trabalharam em conjunto com os líderes de Marketing das maiores marcas do mundo, como American Express, Gap, Hilton Worldwide e PetSmart, para criar o “The CMO Solution Guide to Leveraging New Technology and Marketing Platforms.” Trata-se de um dos primeiros guias elaborados com o apoio de CMOs, voltado a compartilhar sugestões relacionadas aos desafios da tecnologia no marketing e oferecer melhores práticas para aproveitar tendências tecnológicas emergentes para entregar uma experiência de engajamento com os clientes consistente e personalizada.

O estudo revelou que otimizar a experiência dos clientes em todos os pontos de contato, incluindo Marketing, Vendas e Suporte, representa a principal prioridade dos CMOs. Contudo, apenas 13% dos 110 CMOs entrevistados disseram serem capazes de realmente proporcionar aos clientes uma experiência personalizada e envolvente em todos os canais. Além disso, 21% não sabiam como começar e compreender completamente a experiência do cliente com sua marca e disseram que precisavam de ajuda para avaliar as tecnologias de Marketing alinhadas com as metas da organização.

“Os CMOs têm uma responsabilidade cada vez maior de proporcionar ao cliente a experiência certa em todos os pontos de contato”, disse Nadine Dietz, CMO do CMO Club. “A automação de Marketing ajuda a proporcionar uma experiência consistente em escala, mas exige um mix correto de TI, análises, pessoas e processos. Em função da ampla gama de opções tecnológicas e os desafios de integração enfrentados ao implementar as soluções de Marketing, decidimos que já era o momento de lançar um Guia de Soluções para incentivar apoio coletivo nessa missão compartilhada”.

Marketing e as melhores práticas da tecnologia

O CMO Solution Guide to Leveraging New Technology and Marketing Platforms destaca cinco soluções para alavancar a tecnologia e melhorar a experiência dos clientes. São elas:

• Ter a melhor visão em todos os momentos: os CMOs precisam ter uma compreensão clara de como os clientes e prospects interagem com suas marcas em cada etapa, desde a consideração, envolvimento, compra até a defesa. Eles são a voz do cliente, que traduzem os insights em ações em todas as funções organizacionais.

• Tornar-se o melhor amigo do CIO: apenas 110 dos CMOs têm relacionamento próximo com seu CIO. Um item de ação crítico para um CMO é conseguir que seu CIO colabore, planeje e integre as atividades.

• Delinear em conjunto as melhores diretrizes de tecnologia voltadas para o cliente: os CMOs precisam desenvolver uma compreensão da tecnologia que é necessária para proporcionar a melhor experiência aos clientes e, assim, delinear em conjunto com o CIO as diretrizes de tecnologia, dando flexibilidade ao projeto para incorporar novas tecnologias e aplicativos de terceiros.

• Repensar sua organização e processos de marketing: existem diversas oportunidades formais e informais de alcançar a colaboração entre os departamentos de marketing e tecnologia. Assim como é essencial criar a cultura certa em um ambiente multifuncional, também é essencial contratar os talentos certos.

• Estabelecer um sistema de melhoria contínua: o cliente está ultrapassando as empresas em termos de expectativas com serviços personalizados, se comparado à das organizações de lidar com as informações – tanto de maneira tecnológica quanto analítica. O CMO de hoje deve – além de ser ágil – estar aberto a aproveitar as oportunidades, correr riscos e continuar receptivo aos riscos.

Para atender às expectativas das empresas sobre o desempenho financeiro, bem como as dos clientes, a função do CMO está se tornando mais ampla. Isso exige uma visão clara, mais colaboração com a área de Tecnologia e o fim dos silos organizacionais. “Meu trabalho agora é observar o processo decisório do cliente e otimizá-lo com base no que o cliente deseja”, disse Mary Ann Fitzmaurice Reilly, vice-presidente sênior de Marketing Integration & Customer Insights da American Express.

“A maioria das marcas e dos profissionais de Marketing está usando somente 15% das tecnologias e recursos, portanto, o foco não deve estar na adoção de mais tecnologias e, sim, no uso delas para solucionar as necessidades empresariais e inspirar os comportamentos”, disse Mayur Gupta, chefe global de Marketing Technology & Innovation da Kimberly-Clark.

“Toda empresa fala em focar no cliente, mas poucas realmente o fazem. Por quê? De uma maneira bem simples: a tecnologia de Marketing Digital por si só não é capaz de contar uma história cativante. É necessário o mix certo de pessoas, processos e tecnologia para ser bem-sucedido”, disse Andrea Ward, vice-presidente de Marketing da Oracle Marketing Cloud. “O foco no cliente e a simplicidade do Marketing estão no centro da Oracle Marketing Cloud, o que permite que os profissionais mantenham seu foco naquilo que sabem fazer melhor – oferecer um conteúdo relevante e atraente ao público certo em qualquer canal digital de uma maneira que impulsionem as ações”.

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Nova atualização do Google irá impactar e-commerces e sites que não possuem versão mobile

O Blog do Google anunciou oficialmente uma nova atualização em seu algoritmo de buscas. De acordo com especialistas de SEO em todo o mundo, a nova versão terá um impacto ainda maior que o Panda e o Penguin. Segundo o Google a nova ferramenta, chamada por muitos de “mobilegeddon”, possui duas novidades que prometem ajudar os usuários a encontrar mais conteúdo de sites mobile:

1 – Mais sites mobile nos resultados de busca;
2 – Mais conteúdo de aplicativos nos resultados de busca;

A primeira alteração acontece no 21 de abril. “Expandiremos o uso de recursos mobile-friendly como sinal de ranqueamento. Esta mudança irá afetar as buscas em dispositivos móveis em todos os idiomas e países, impactando significativamente os resultados de busca”, informou o Google. Na prática, sites adpatados a dispositivos móveis aparecerão melhor posicionados em buscas realizadas nesses gadgets.

Segundo levantamento realizado pela consultoria Conversion, um em cada cinco visitantes de lojas virtuais utilizam celulares e tablets. Estima-se que o comércio eletrônico fature pelo menos R$ 11,1 bilhões apenas em compras efetuadas por dispositivos móveis. Somente em 2014, 10% das vendas pela internet foram realizadas a partir deles, um aumento de mais de 200% em relação ao último ano.

“Tanto pela mudança de comportamento do consumidor, que cada vez mais usa smartphones para se conectar à Internet, consultar produtos e realizar compras, quanto pela importância dos mecanismos de busca em gerar tráfego para sites, é indispensável que empresas tenham um site que funcione bem em celulares”, conclui Diego Ivo, CEO da Conversion, especialista em otimização para buscadores.

Acesso mobile não é tendência, é fato mais que consolidado

2013 – Pesquisa do Ibope Media revela que 52 milhões de pessoas têm acesso à internet pelo celular;

2014 – Pesquisa divulgada pelo CETIC.br (Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento Sociedade da Informação) revela que “número de brasileiros que usa a internet pelo celular cresce 106% em dois anos”;

2015 – Estudo da Vivera Mobile aponta que “smartphones dominam acesso à internet no País”.

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À espreita de boas oportunidades com a crise

Por Augusto Sales*

O Brasil passa por uma tormenta perfeita que abriga uma crise política e uma crise econômica ao mesmo tempo. O nível de aprovação do governo despenca, denúncias de corrupção inundam o noticiário todos os dias, enquanto os investidores e a população sofrem com uma série de indicadores negativos como juros altos, encolhimento do PIB, derretimento do real frente ao dólar, queda no nível de emprego, rebaixamento da nota da dívida brasileira pelas agências de risco, para listar apenas alguns. Este é um cenário bem diferente do Brasil pintado há cerca de cinco anos, quando o País estava na mira dos investidores e era considerado a bola da vez.

Em 2010, por exemplo, investidores eufóricos turbinavam o valor dos nossos ativos. Do ponto de vista de fusões e aquisições, muitas vezes nesse contexto, a oportunidade real de ganhar dinheiro era do vendedor. O valor das empresas era negociado a preços inflados em todos os setores, algumas vezes sem fundamento comercial ou operacional que sustentasse o plano de negócios. O desempenho ruim da economia e a perspectiva de recessão esfriaram o mercado e minaram a confiança dos empresários. A crise e as denúncias de corrupção pegaram de surpresa várias empresas, principalmente as que fazem parte da cadeia de fornecedores dos setores de infraestrutura e de óleo e gás.

Companhias que valiam milhões estão com a corda no pescoço, com pouca credibilidade para recorrer ao mercado de crédito e se veem forçadas a demitir funcionários e a avaliar venda de ativos. Um exemplo recente disso aconteceu com a construtora OAS, que declarou publicamente passar por dificuldades de crédito e por um processo de reestruturação interna. Seria este cenário totalmente negativo para negócios? Por mais contraditório que possa ser esse é um ambiente bem interessante para o chamado investidor profissional, aquele que é cauteloso, não se deixa levar pelo conhecido “efeito manada”, e que está sempre à espreita, escolhendo suas presas, e sabe a hora certa para fazer negócios ou investir.

Com perspicácia, busca comprar ativos na baixa, rentabilizá-los e vender na alta, se for o caso. Vários fatores indicam que este será um ano importante para os investidores profissionais. Bons ativos, tecnologias e produtos serão postos à venda para gerar caixa para a controladora cumprir obrigações ou continuar investindo no negócio principal. Empresas alavancadas em moeda estrangeira podem ter dificuldade para honrar compromissos financeiros e com o mercado de crédito mais restrito a saída pode ser a venda de participação para um investidor estratégico ou financeiro.

Para o investidor estrangeiro, a oportunidade é ainda maior. Com a mesma quantidade de dólar é possível fazer muito mais em real. Em outubro de 2010, com o dólar a R$ 1,6 para se fechar uma transação de R$ 100 milhões, o investidor estrangeiro desembolsaria um pouco mais do que US$ 60 milhões. Hoje, com o dólar a R$ 3,2, precisaria um pouco mais de R$ 30 milhões. Como efeito, é esperado um aumento no número de aquisições de empresas brasileiras por estrangeiros nos próximos meses.
Finalmente, por mais turbulento que seja o contexto atual, o País ainda é um mercado cheio de oportunidades. Temos um mercado de consumo importante, melhora histórica no poder aquisitivo da população, recursos naturais imbatíveis, uma democracia estabelecida e instituições fortes. Os investidores profissionais apostam que é uma questão de tempo para que o Brasil volte aos trilhos. Quem acertar bem o alvo e souber tirar vantagem da crise vai deitar e rolar.

* Augusto Sales é sócio do Grupo de Negócios Globais (Global Business Group – GBG) da KPMG.

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As redes sociais já são a extensão de nossas vidas e o território ideal para as marcas disseminarem conteúdo e, agora também, vendas.

Por Eric Kanner, da iProspect – Tradução e adaptação de Allan Benedecti

Como a mídia social continua a evoluir e tornando-se cada vez mais incorporada em nossa vida cotidiana, é mais fácil vê-la como o lugar ideal para disseminação de conteúdo. Os profissionais de marketing alcançam o usuário independentemente de onde estiverem ou que dispositivo estejam usando. Usuários marcam o que os interessam através de likes e follows e em troca recebem informações, conteúdos e anúncios relevantes, de forma orgânica, sem a necessidade da busca.

A fraqueza do Facebook e do Twitter sempre foi o e-commerce. Se um usuário avistar um produto ou serviço de interesse enquanto navega no seu newsfeed, terá de deixar a rede social caso queira efetuar uma compra, mas em 17 de julho de 2014, o Facebook anunciou que este cenário pode mudar.

Foi apresentada uma experiência restrita que permite aos usuários fazerem transações diretamente na plataforma social através de um botão “Compre agora”, como um meio para fornecer a eles uma maneira mais fácil de comprar. Em 8 de setembro, o Twitter seguiu o exemplo, anunciando um beta-test semelhante. Ambas as redes sociais têm lançado mudanças ao longo do último ano para melhorar a capacidade de aumentar o retorno de investimento em mídia, mas os novos botões são uma verdadeira revolução, tornando-se possível executar uma campanha social de resposta direta sem precisar tirar o usuário da plataforma. Com um único clique de um botão, o cartão de crédito do usuário é cobrado e o pedido é enviado para o endereço desejado. Esta transação quase que imperceptível é possível quando o usuário fornece seus dados de faturamento e envio previamente.

Simplificar o Caminho para a Compra

Um e-commerce social que viabiliza o one-click-shop faz sentido porque a mídia social é uma comunidade na qual os usuários vão para interagir e consumir conteúdo relevante de amigos, colegas e marcas. Toda a experiência requer muito pouco esforço, pois o recebimento da informação não precisa que ninguém procure por nada, tudo o que o usuário quer está, literalmente, na ponta dos dedos, sem digitação necessária, fazendo com que a interação seja totalmente mobile-friendly. Anteriormente, uma campanha de resposta direta neste ambiente não era contínua, e mesmo o melhor e mais persuasivo post patrocinado teria que redirecionar o usuário para outra página para concluir a compra. O botão “Comprar” é importante já que simplifica e facilita este caminho, não só porque o usuário nunca deixa a plataforma, mas também porque ele não vai nunca mais precisar inserir seus dados de frete e pagamento para comprar, ou seja, o melhor veículo para compras por impulso.

Até agora, o one-click shop foi alavancado principalmente por e-commerces como a Amazon e iTunes, permitindo-lhes monetizar mais facilmente o crescimento explosivo de dispositivos móveis. Seus sistemas de gerenciamento de IDs permite aos usuários inserirem todos os formatos de pagamento uma única vez, criando assim uma experiência de navegar-e-comprar que parece ter sido feita para smartphones.

A Apple Pay vai transferir o pagamento da carteira para o telefone ou relógio, e esperamos que muito em breve o pagamento nas lojas físicas seja tão fácil quanto apertar um botão “Comprar Agora” online. O sucesso da Apple Pay depende da premissa que os usuários confiem que seus smartphones sejam um substituto razoavelmente seguro para sua carteira. Se a base de usuários móveis existente no Facebook e Twitter servir de indicativo, o “Compre Agora” e Apple Pay trarão revoluções para o modo como fazemos pagamentos hoje. Da mesma forma, como as mídias sociais em geral rumam para uma experiência multi-plataforma, os formatos de pagamento devem seguir o exemplo.

Beneficiando Marcas e Fãs

Hoje o ato da compra está completamente integrado na experiência dos usuários digitais, e Facebook e o Twitter podem ser canais de vendas sociais onde ambos – marcas e os usuários – são beneficiados. Marcas se beneficiam porque seus produtos são exibidos para uma audiência relevante de uma forma significativa, enquanto os usuários se beneficiam porque são apresentados a produtos que lhes interessam de acordo com seu estilo de vida.
No entanto, proporcionar aos usuários uma boa experiência significativamente imperceptível e contínua, conforme descrito acima, não é fácil. Isto requer um planejamento meticuloso e uma compreensão profunda de ambas as plataformas.

Facebook e Twitter foram feitos para se tornarem máquinas autônomas de vendas online em dispositivos mobile. No Twitter, primeiro os marqueteiros selecionam cuidadosamente quais palavras-chaves, hashtag e segmentações serão utilizadas para identificar usuários apropriados no momento mais relevante possível. Com um botão “Comprar Agora”, os anunciantes podem apresentar aos usuários exatamente o que eles estão procurando no momento certo. Um exemplo: é inverno e está um dia especialmente frio em São Paulo. Enquanto todos estão twittando sobre isso, algumas pessoas expressaram que ainda não compraram uma jaqueta de inverno e isto é ótimo, porque um comerciante digital antenado pode lhes proporcionar a oportunidade de comprar imediatamente sua nova jaqueta de inverno.

No Facebook, os comerciantes podem contar com categorias de interesse mais sofisticadas e segmentações demográficas. Se objetivo da marca é impulsionar as vendas de seu novo tênis de corrida, os comerciantes podem usar uma variedade de combinações para definir um público-alvo de prováveis corredores e atingi-los com uma mensagem relevante. Ou eles podem realizar remarketing para os clientes que já visitaram seu site em busca de um tênis de corrida, mas ainda não compraram, talvez até mesmo oferecendo-lhes um desconto para comprar imediatamente.

Mas Lembre-se

O botão “Comprar Agora” não deve ser visto como o Santo Graal do marketing de resposta direta, em vez disso, os profissionais de marketing devem trabalhar para entender melhor como seu público-alvo usa suas plataformas sociais, e quando e como eles preferem fazer compras. Uma vez compreendido, eles podem então tornar a experiência de compras em uma plataforma social muito mais fácil e emocionante.

Se mal executada, as campanhas podem ser vistas como invasivas ou então ser completamente ignoradas, mas se executada corretamente, com uma abordagem integrada, as marcas provavelmente finalmente descobrirão um meio de gerar receita através das mídias sociais e os usuários serão felizes por ter uma solução de one-click-shop nas plataformas sociais, pois terão sua experiência enriquecida.

O ditado “o meio é a mensagem” nunca foi tão verdadeiro. Tendo os usuários com um papel ativo na evolução das mídias sociais, este meio tornou-se o meio dos conteúdos interativos e plataforma de compra. Os usuários só precisam clicar ou tocar para obter o que desejarem a qualquer momento – seja isto enquanto leem a atualização de status de um amigo, assistindo o mais engraçado viral do momento, ou reclamando da falta de um casaco para um inverno fora do comum de frio em São Paulo.

As mídias sociais oferecem uma experiência cross-device imperceptível e perfeita. Na iProspect, acreditamos que a mídia social – e o marketing digital como um todo – têm de ser personalizados para as necessidades do indivíduo, adaptando-os tanto ao o contexto e conteúdo, quanto para agregar valor ou economizar tempo. O botão “Compre Agora” é um importante passo nessa direção.

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Você usa ITIL ou Cobit?

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Muita gente fala indiscriminadamente em governança de TI e gerenciamento de serviços de TI, ou em Cobit e ITIL, respectivamente, como se um e outro fossem equivalentes. Até parece que se pode escolher entre um e outro, ou que, se um estiver em prática, o outro também estará.

Já vi gente falando em governança de TI e depois citando que tem processos baseados na ITIL como se isto fosse governança. Não, não é.

É muito importante que se estabeleça o papel de cada uma destas ferramentas : o framework de governança de TI chamado Cobit, e a biblioteca de melhores práticas de gestão de serviços de TI chamada ITIL. Não vamos nem entrar na discussão de qual é a diferença entre framework e biblioteca de melhores práticas para não complicar o assunto. Só isto já seria uma grande diferença.

Talvez seja surpresa para muitos, mas é possível se adotar melhores práticas da ITIL sem ter um processo de governança de TI, assim como ter um processo de governança de TI, mas não se adotar as melhores práticas da ITIL. Sim ! Surpreso com isto ? Não fique.

A primeira coisa que deve ser destacada é que o Cobit foca em governar toda a TI. Ou quase toda. Não só governar os serviços de TI. Só isto já dá uma noção de que não poderiam ser a mesma coisa. Seria a mesma coisa do que dizermos que governar um país é a mesma coisa que governar uma cidade ! A escala é esta: do macro (Cobit) para o micro (ITIL).

Governar a TI inteira é muito mais do que gerenciar serviços. Quem governa a TI tem que se preocupar também com planejamento estratégico, com gerenciamento de projetos, com metodologias de desenvolvimento de sistemas, com gestão de recursos humanos e tantas outras coisas além da gestão dos serviços que serão entregues.

O que o Cobit faz é dizer que um dos tantos “objetivo da governança de TI” é implantar um processo de gestão de incidentes e service desk. E, para a aprender a fazer isto, ou, para descobrir as melhores práticas deste objetivo, podemos utilizar as recomendações da biblioteca ITIL. Mas, e como gerenciaremos os projetos ? Apliquem-se os princípios do PMBOK. E como desenvolveremos e manteremos aplicativos ? Aplique-se a RUP, e assim por diante.

Quem está envolvido com o todo (Cobit) terá facilidades em reconhecer o papel das partes (ITIL, PMBOK, RUP, etc). Porém, quem somente conhece ou atua numa das partes, seja ele um gerente de service desk, um gerente de projetos ou um gerente de sistemas, não terá, necessariamente, condições (ou até necessidade) de se envolver com o todo.

A visão top-down é dada pelo Cobit. A visão bottom-up é dada pela ITIL. Se você é um gerente de TI, talvez um curso de Cobit seja essencial (para sua visão estratégica) e um de ITIL seja recomendado (para conhecer como as coisas podem ser feitas no operacional quando forem relativas à oferta de serviços de TI). Já, se você é um gerente de service desk, um curso de ITIL seria essencial (para sua visão operacional) e um curso de Cobit, seria recomendado (para conhecer seu papel no todo e entender que nada em si é um fim. Tudo é um meio).

Diz o ditado que “uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa”. Eu diria mais (parafraseando Caetano Veloso) : “uma coisa pode levar a outra coisa, ou não !”

*Paulo Sérgio Cougo, director da Tree Tools Informática, é ITIL V3 Expert.

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Investimentos em data centers crescem 40% com a crise energética

Um levantamento da A2F (www.a2f.com.br), empresa de soluções críticas de TI, revela que a grave crise energética que o Brasil enfrenta está fomentando novas discussões sobre a eficiência energética dos data centers. No fechamento de 10 dos últimos 15 projetos realizados pela empresa, o principal critério para definição das soluções foi promover economia de energia. Em data centers, por exemplo, os gastos com eletricidade e resfriamento podem representar até 44% do custo total da estrutura.

Como a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou aumentos que podem chegar a 39,5%, as empresas passam a se preocupar ainda mais em reduzir os gastos com energia elétrica. No setor de TI o assunto já é alvo de constantes discussões, pois à medida que o segmento atinge maturidade, a otimização dos recursos e a preocupação em reduzir custos se tornam prioridades. E nesse contexto, o consumo de energia é um importante indicador da eficiência do ciclo de vida de um hardware. Assim, cresce cada vez mais a demanda por equipamentos com selo e certificações que asseguram a sua eficiência energética.

Uma estratégia para reduzir os gastos dos data centers com energia elétrica é virtualizar o ambiente, o que tem proporcionado crescimento notável da adesão ao modelo de data center definido por software. Outra ferramenta para gerar economia é investir em processadores de baixo consumo, que promovem mais poder de computação por kilowatt. Algumas das características das novas soluções são serem mais compactas e modulares. Esses benefícios contribuem para a redução do espaço físico, o que consequentemente, diminuí o consumo de energia. Outra importante medida para reduzir custos é avaliar as práticas da empresa e criar uma metodologia a ser seguida, assim como realizar uma auditoria energética.

“Algumas ações são essenciais para desenvolver uma visão holística do ambiente de TI e cortar gastos. O primeiro passo é criar um inventário dos seus sistemas atuais, mapear o seu consumo de energia e a localização dos equipamentos”, explica Juliana Ferreira, sócia-diretora executiva da A2F. “Outra importante medida é avaliar periodicamente o plano de negócio e de crescimento da empresa. Isso ajudará a prever necessidades futuras e criar ambientes flexíveis. Também vale consultar políticas governamentais ou de provedores de energia, pois é possível obter descontos ou incentivos econômicos se houver comprovação de eficiência energética”, complementa a executiva.
Além dessas medidas, outras ações simples podem reduzir significativamente o consumo de energia elétrica nos data centers. Confira as dicas da A2F:

• Bloqueie aberturas para cabos com o objetivo de impedir a saída de ar frio;

• Remova os bloqueios de cabos sob o piso que impeçam a circulação de ar;

• Desligue os servidores que estejam sem carga de trabalho;

• Desligue os aparelhos de ar-condicionado das salas de computadores em áreas que estejam refrigeradas em excesso;

• Organize o equipamento de TI em uma configuração que inclua uma ala quente e outra ala fria;

• Posicione o equipamento para que seja possível controlar o fluxo de ar entre as alas quente e fria. Essa medida impedirá que o ar quente circule novamente pelas entradas de resfriamento dos equipamentos de TI;

• Utilize opções complementares de resfriamento de baixo custo, como água ou outros refrigeradores;

• Aumente a eficiência de resfriamento dos racks utilizando um trocador de calor de porta traseira ou um sistema de racks embutidos para dissipar calor de sistemas de computação de alta densidade, antes que ele ingresse na sala novamente.

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TIVIT investe R$ 10 milhões para reforçar a área de segurança da informação

A TIVIT, empresa líder em serviços integrados de Tecnologia, anuncia a criação da área de CIS (da sigla em inglês Corporate Information Security), com o objetivo de aprimorar o suporte às operações críticas de seus mais de três mil clientes.

“A TIVIT já é reconhecida pelo alto nível de segurança e excelência operacional nos serviços prestados, apoiando os objetivos de negócios dos clientes”, explica Carlos Gazaffi, vice-presidente de Gestão de Tecnologia da TIVIT. “A segurança está no DNA de todas as áreas da TIVIT, como um fator fundamental para as nossas operações. A nova área reafirma nosso comprometimento em garantir a continuidade e evolução dos serviços para os clientes”.

A área de CIS terá como principais desafios a adequação dos controles de segurança para as novas ofertas e a gestão dos sistemas de tecnologia críticos e especializados para proteger os ativos da TIVIT e também dos seus clientes. Tudo isso considerando as especificações de cada cliente, o que reforça a posição da TIVIT como referência em segurança para ambientes críticos de negócios.
Desde 2012, a TIVIT dispõe do Centro de Operações de Segurança (SOC), uma estrutura dedicada, que oferece gestão centralizada para prevenção, detecção, proteção, reportes e respostas às ameaças e incidentes de segurança com cobertura ininterrupta.
De acordo com um estudo global feito pela consultoria PWC¹ no ano passado, o cenário é otimista para o mercado de segurança: os orçamentos das empresas para segurança da informação cresceram 51% em relação a 2013. Regionalmente, as companhias brasileiras também estão mais preocupadas com novas tecnologias e 61% dos entrevistados tem sua estratégia de segurança alinhada às necessidades de negócios. Porém, ainda há um grande desafio em definir as melhores práticas, dificuldade em conduzir análises situacionais, o que continua a colocar as corporações em risco.

Certificações

Para garantir a segurança e excelência operacional para as operações de seus clientes, a TIVIT atua em conformidade com as melhores práticas mundiais de qualidade e níveis de serviços. Dentre uma série de certificações e normas conquistadas, desde 2005 a TIVIT conta com a ISO 27001, que garante a segurança em todo o ciclo de negócio, com a adoção de um conjunto de requisitos, processos e controles com o objetivo de mitigarem e gerirem adequadamente os riscos da organização, e a garantia da segurança física e lógica.

Além disso, associada desde 2009, a empresa participa do PCI Security Standards Council, um fórum global aberto do setor financeiro e de meios de pagamento para contínuo desenvolvimento, aprimoramento, armazenamento, disseminação e implementação de padrões de segurança para a proteção de dados de contas.
Com atuação em sete países latino-americanos, incluindo Brasil, Chile, Colômbia, Argentina, Peru, Panamá e Equador, a TIVIT aplica os mesmos padrões, políticas e processos de segurança em todas as suas operações nas regiões.

¹ Pesquisa Global de Segurança da Informação 2014 – PWC

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Ascenty destaca importância de soluções híbridas e de cloud em evento do Gartner

Soluções híbridas e cloud computing serão o principal destaque da participação da Ascenty na Conferência Gartner Data Center, Infraestrutura e Operações de TI, que será realizada nos dias 7 e 8 de abril, no Sheraton WTC Hotel, em São Paulo. A Ascenty é uma das patrocinadoras desse evento promovido pelo Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, que neste ano vai abordar o tema Infraestrutura, Operações e Data Center de Ponta: Estabelecendo novos níveis de inovação e produtividade.
Marcos Siqueira, gerente executivo de Serviços Gerenciados da Ascenty, fará uma das palestras da conferência, em que falará sobre Portal de soluções híbridas como aliado na redução de custos e gestão de TI.
Marcada para o dia 07/04, às 14 horas, a palestra abordará a demanda por flexibilidade, escalabilidade e eficiência na gestão dos recursos de TI que as necessidades de negócio das organizações estão tornando cada vez mais forte. “Ao mesmo tempo, é extremamente importante – e necessário – ter previsibilidade e alcançar a redução de custos”, afirma Siqueira. “É nesse cenário que um Portal de Soluções Híbridas, combinando cloud, hosting e colocation, pode representar uma contribuição valiosa para as organizações”, acrescenta.

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Healthcare é foco de novo escritório da Qualityware Informática no Rio de Janeiro

Denise Torres, executiva da Qualityware no Rio de Janeiro

Denise Torres, executiva da Qualityware no Rio de Janeiro

A Qualityware Informática abre novo escritório no Rio de janeiro de olho no mercado de soluções de tecnologia da informação para healthcare (hospitais, clinicas e centros médicos).

A entrada no mercado do Rio será feita em companhia da Teltec Solutions, parceira antiga da Qualityware, que fica responsável pelo fornecimento dos produtos e soluções deste segmento , enquanto a Qualityware será o agente de serviços.

Segundo Marcelo Piuma, Diretor de Marketing da Qualityware, o mercado de healthcare tem crescido muito e aumentado seu consumo de soluções, que visam melhorar o conforto do paciente e a performance dos hospitais, trazendo benefícios para todos. “Estar num hospital não é desejo de ninguém. Mas, se podemos trazer mais qualidade de vida para os pacientes e acompanhantes, com melhores indicadores de performance, velocidade no atendimento e informações que possam salvar vidas, estamos transformando tecnologia em algo concreto e ainda mais útil. Esse é nosso objetivo” afirma.

A unidade do Rio de Janeiro será comandada pela executiva Denise Torres (ex-Amil), que agrega o time com seu conhecimento do mercado de saúde local. É uma grande aquisição para nossa operação”, comenta Marcelo Piuma. “Em um estudo para a elaboração do Planejamento de Marketing até 2016,foi identificada a necessidade da expansão territorial doméstica e o Rio de Janeiro surgiu como uma praça primária”, completa.

Daniel Raizer Heller, Diretor de HealthCare da Teltec, acredita que hospitais e clínicas estão buscando soluções para garantir a segurança dos pacientes e melhorar a qualidade dos serviços de saúde. “As soluções que estamos trazendo para esse mercado colocarão nossos clientes na vanguarda tecnológica. É uma questão de tempo para que os pacientes exijam um melhor serviço nas unidades de saúde. Quem sair na frente terá uma grande vantagem competitiva”.

As metas da nova unidade são agressivas e o desafio do “time Rio” é conquistar R$ 10.000.000,00 até o final do ano de 2015.

O novo escritório fica na Praia de Botafogo, 501, Centro Empresarial Mourisco.

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Lei aprovada no Congresso desburocratiza a instalação de antenas de celular e permite a melhoria da qualidade

Legislação nacional simplifica procedimentos e estabelece prazo máximo de 60 dias para a liberação de licenças para a instalação de antenas

A Lei das Antenas, aprovada nesta quarta-feira no Senado Federal, vai desburocratizar o processo de licenciamento de antenas de telefonia celular no Brasil, permitindo a melhoria da capacidade das redes e da qualidade dos sinais. A nova lei fixa um prazo máximo de 60 dias para a emissão das licenças e simplifica os procedimentos legais. A adequação dos critérios municipais às novas regras definidas pelo Congresso Nacional é um passo que agora se torna importante para permitir que os benefícios da nova legislação cheguem à população local e atendam à crescente demanda por serviços móveis, entre eles a banda larga pelo celular.

Além de fixar prazo para a liberação de licenças, que em muitos casos tem levado mais de um ano, a lei simplifica os procedimentos ao definir, por exemplo, que o pedido de instalação de antena seja endereçado a um órgão municipal, evitando que um mesmo requerimento tenha que ser apresentado a diferentes entidades. Eventuais pedidos de informação ou de alteração no projeto original só poderão ser solicitados uma única vez e o prazo de 60 dias também passa a valer de forma única e concomitante para todos os órgãos ou entidades que tenham que se manifestar sobre a licença.

De acordo com a nova Lei das Antenas, se no prazo de 60 dias não houver decisão do órgão competente sobre o pedido de licença, a prestadora fica autorizada a instalar a antena desde que em conformidade com a regulamentação a ser emitida pelo órgão regulador. A validade da licença passa a ser de, no mínimo, dez anos. Atualmente, em muitos municípios, a renovação é anual.
Outro grande avanço da nova legislação é dispensar o licenciamento para a instalação de antenas de pequeno porte em áreas urbanas, o que agiliza a expansão da cobertura. A lei também dispensa de licenciamento antenas com características técnicas equiparadas a instalações já feitas anteriormente.

A instalação de infraestrutura de telecomunicações também é estimulada na nova lei, que estabelece que não será exigido, em novos contratos, o pagamento pelo direito de passagem “em vias públicas, faixas de domínio e em outros bens públicos de uso comum do povo”, inclusive aqueles explorados em regime de concessão, como rodovias e ferrovias, por exemplo. Essa medida viabiliza a oferta de serviços de telecomunicações em localidades que hoje não dispõem de infraestrutura por serem pouco atrativas economicamente.

Fica estabelecido também que toda obra de interesse público deve comportar infraestrutura para telecomunicações. A lei incentiva ainda o compartilhamento de infraestrutura, prática que já vem sendo adotada pelas prestadoras sempre que possível.

A instalação de antenas, sob o aspecto da emissão de radiação não ionizante (RNI), já é regulada no País pela Lei 11.934/2009 e pela Anatel, que seguem os critérios estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde (OMS). A nova lei reforça a regra de que antenas que atenderem a esses critérios nacionais de limite de exposição à radiação não ionizante não podem ser impedidas de serem instaladas por questões ligadas à exposição à RNI.

Pela lei aprovada hoje, os municípios com mais de 300 mil habitantes devem instituir uma comissão para contribuir com a implantação da Lei das Antenas em âmbito local. Essa implantação vai permitir o atendimento da crescente demanda por serviços móveis e principalmente dar o atendimento adequado à implantação do 4G, que demanda um número pelo menos três vezes maior de antenas que o 3G.
Do total de 197 milhões de acessos em banda larga no Brasil, 173 milhões são de banda larga móvel e, destes, 58 milhões foram ativados nos últimos 12 meses. Apesar das inúmeras barreiras, as prestadoras têm avançado na ampliação da infraestrutura. As redes de terceira geração estão instaladas em 3.909 municípios, onde moram 92% dos brasileiros. O 4G já chega a 147 cidades, que concentram 42% da população brasileira. Essa cobertura supera em muito a meta prevista para o 4G, de atendimento de 45 cidades com mais de 500 mil habitantes.

O SindiTelebrasil ressalta o empenho dos parlamentares em aprovar uma legislação moderna, profundamente debatida, e que permitirá ao País ter regras que estimulem a expansão dos serviços e o atendimento das demandas da população.

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MercadoLivre anuncia nova investida em startup de tecnologia brasileira a partir do MercadoLibre Commerce Fund

A empresa ThirdLevel, de desenvolvimento de software, é a nova beneficiada pelo programa de aportes financeiros em startups

O MercadoLivre, companhia de tecnologia líder em comércio eletrônico na América Latina, anuncia mais um aporte de seu fundo MercadoLibre Commerce Fund – fundo de US$ 10 milhões criado em 2013 para financiar startups que melhor utilizem o potencial da plataforma tecnológica do MercadoLivre. A beneficiada é a ThirdLevel, empresa que desenvolve módulos e plugins para plataformas de lojas virtuais e outros sistemas de gestão para vendedores.

Criada há pouco menos de três anos, a ThirdLevel passou por um processo de seleção entre dezenas de outras startups. É a 12ª empresa a receber parte do valor do fundo, após 4 empresas brasileiras e 7 argentinas. O potencial da empresa está mais do que comprovado: no seu curto tempo de existência, já atende centenas de clientes no Brasil e opera também no México, Argentina e Chile.

“A ThirdLevel tem o perfil das empresas que buscamos: uma aplicação com grande potencial de negócios, no estágio inicial de operação e com jovens talentos da tecnologia à frente”, afirma Helisson Lemos, diretor geral do MercadoLivre Brasil.

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Pesquisa da Symantec aponta que 20% dos aplicativos utilizados para controlar aparelhos de IoT colocam a privacidade do usuários em risco

O mercado da Internet das Coisas (IoT) ganha cada vez mais adeptos. De acordo com a previsão do Gartner, 2,9 bilhões de dispositivos estarão conectados em casas inteligentes em 2015. Esse crescimento é observado de perto pela Symantec que, em uma pesquisa, revela que 20% dos aplicativos utilizados para controlar esses aparelhos de IoT não possuem criptografia de dados e que nenhuma das ferramentas analisadas possui autenticação mútua entre o cliente e o servidor, o que gera grandes riscos aos usuários.

“Os aparelhos de Internet das Coisas facilitam muito a vida dos usuários e trazem vários benefícios”, afirma André Carraretto, especialista de Segurança da Informação da Symantec. “Porém, se não houver cuidado, eles podem permitir o acesso a dados pessoais, o que pode significar dar a um criminoso a sua localização, seus hábitos e até mesmo as chaves de sua casa”, completa o executivo.

Outros pontos críticos da pesquisa demonstram que:

• Um teste em 15 interfaces mostrou 10 vulnerabilidades web. Muitas delas poderiam até permitir a um invasor desbloquear remotamente a casa do usuário;
• Atualizações de firmware não assinadas também podem permitir a invasores descobrir senhas e assumir o controle de outros dispositivos;
• Muitos serviços de IoT não possuem medidas para proteger as contas dos usuários contra ataques de força bruta;
• Muitas das plataformas de nuvem da Internet das Coisas contêm vulnerabilidades em aplicativos web comuns, facilmente exploradas;

“Os atacantes que conseguirem acesso à rede residencial invadindo, por exemplo, uma conexão wi-fi com criptografia fraca, têm mais vetores de ataque à disposição. E, apesar de ainda não termos observado nenhum ataque contra esses dispositivos, é importante estarmos atentos, já que a tendência é que cada vez mais tenhamos casas automatizadas”, comenta Carraretto.

Para ajudar o usuário a se proteger, a Symantec oferece as seguintes recomendações:

• Utilize senhas fortes e exclusivas para contas de dispositivos e redes de Wi-Fi
• Altere as senhas padrão
• Desative ou proteja o acesso remoto a dispositivos de IoT quando não for necessário
• Use conexões com fio ao invés de sem fio quando possível
• Seja cauteloso ao comprar dispositivos de IoT usados, já que podem ter sido adulterados
• Instale atualizações dos aparelhos, quando disponibilizadas

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