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Comitê do Rio 2016 fecha patrocínio com a Microsoft para criação de portal

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A Microsoft anunciou acordo de patrocínio com o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. O acerto prevê apoio à entidade na criação dos portais oficiais dos eventos. Todas as informações sobre agenda, resultados das competições e informações estatísticas disponíveis no site deverão ser armazenadas na plataforma em nuvem Azure.

O projeto faz parte da solução integrada de tecnologia desenvolvida e gerenciada pela empresa de TI Atos. A expectativa dos organizadores é que as plataformas desenvolvidas atinjam milhões de pageviews por dia e sejam as mais acessadas na história dos Jogos Olímpicos.

A escolha pela Microsoft como fornecedora do projeto se deu após análise que considerou aspectos técnicos – como capacidade de processamento e distribuição geográfica compatíveis com o porte do evento –, escalabilidade e integração entre diferentes dispositivos de navegação.

“Estamos falando de um evento com níveis elevados de audiência em todo o mundo. Portanto, é fundamental que cada usuário tenha acesso às informações da maneira mais conveniente e instantânea possível. Temos certeza de que o projeto que a Microsoft está desenvolvendo irá atender a essas expectativas”, explica o diretor executivo comercial do Comitê Organizador Rio 2016, Renato Ciuchini.

O plano criativo do site é composto por um modelo de arquitetura inteligente, que possibilita o máximo de eficiência na interação do visitante. Ao reconhecer o tipo de dispositivo – smartphone, tablet, PC – e a região de onde está sendo acessada, a plataforma selecionará automaticamente o idioma e o modelo de tela mais adequado para a melhor experiência.

Nos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, cerca de 40% de todo o acesso ao conteúdo relacionado ao evento foi feito por meio de smartphones e tablets. A expectativa para os jogos de 2016 é que esse fluxo chegue a 60%.

O Azure permitirá que o usuário tenha experiência mais agradável de navegação, com menor tempo de resposta no acesso ao conteúdo. De acordo com o diretor de serviços da Microsoft, Luís Azeredo, esse modelo de projeto foi desenvolvido tendo em vista o nível de complexidade da operação.

“O serviço de Azure existe exatamente para esse tipo de cenário, pois conseguimos ampliar o volume de processamento e garantir a melhor performance e experiência do usuário em qualquer país do mundo”, conclui Azeredo.

Fonte: Portal Comunique-se

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Segurança de compra online ainda preocupa consumidor na América Latina, diz estudo da Worldpay

Segurança é o item mais importante para o público latino-americano quando se trata de compras ou agenciamento de viagens online, segundo a Wordpay, líder global em pagamentos. Para o seu estudo Online Payments Journey, a Wordpay entrevistou 1.500 compradores online e realizou uma pesquisa com os 150 maiores portais de varejo e reservas de viagens no Brasil, Chile e México.

A pesquisa destaca que a maioria dos compradores latino-americanos considera um site mais seguro se a autenticação de pagamento e os logos de certificação digital são exibidos com destaque na sua página inicial. Na região, 60% dos compradores de varejo online se sentem assim (71% no Brasil, 59% no Chile e 47% no México). Em dois dos três países pesquisados (Brasil e México), os varejistas não exibem essa informação na sua página inicial.

Além disso, os clientes de varejo da América Latina se sentem mais seguros comprando em um site cuja página inicial indique claramente quais tipos de pagamentos suporta. Pouco mais da metade (51%) dos entrevistados dizem que ver o logo do seu tipo de pagamento preferido na página inicial de um site os deixaria mais propensos a ir adiante com a compra (47% no Brasil, 52% no Chile e 54% no México).

Maria Prados, vice-presidente de Global Retail da Worldpay, afirma: “Uma dúvida persistente sobre segurança pode impedir que os compradores cliquem em “comprar”, mesmo que eles realmente queiram um produto. Comerciantes online precisam abordar essas questões de forma proativa, garantindo que os clientes estejam em boas mãos a partir do primeiro segundo em que eles começam a visitar um site, e deixem claro que a segurança é uma prioridade para eles em todas as fases do processo de pagamento”.

Garantir a segurança de forma proativa é particularmente importante nos casos em que os clientes são redirecionados para uma página de terceiros para completar o seu pagamento. Quando se trata de reserva de viagens, cerca de um em cada sete clientes latino-americanos ficariam tão preocupados se levados a um site de terceiros sem aviso prévio que não completariam o pagamento (14% no Brasil, 14% no Chile e 15% no México).

Clientes latino-americanos também valorizam uma experiência consistente e não querem nenhuma surpresa. Sessenta e um por cento dos compradores de viagens online desistiriam de uma transação prematuramente se o seu método de pagamento preferido estivesse em destaque na página inicial de um site de viagens, mas não disponível no momento da compra (60% no Brasil, 66% no Chile e 58% no México).

Thomas Helldorff, VP de Viagens da Worldpay, conclui: “Se há uma coisa que realmente se destaca a partir desses resultados é que a jornada do pagamento online está indissoluvelmente ligada à experiência do usuário. Os comerciantes online devem pôr-se no lugar dos seus clientes e garantir que o processo de pagamento seja rápido, fácil e seguro em cada etapa do caminho. Se não puderem cumprir essas expectativas, essas empresas correm o risco de ver os seus clientes em outros lugares para suas compras online”.

Suporte no pagamento e a forma de lidar com erros também podem ser decisivos para os consumidores. Especificamente, os resultados do estudo revelam que as equipes de suporte na América Latina devem estar preparadas para lidar com as reclamações dos compradores diretamente via chat ao vivo ou telefone. Cinquenta e sete por cento dos compradores de viagens querem ter a sua pergunta relacionada a pagamentos resolvida imediatamente pelo telefone (47% no Brasil, 62% no Chile e 62% no México), enquanto 53% querem suporte em tempo real via chat ao vivo (62% no Brasil, 42% no Chile e 56% no México).

Quando se trata de erros de pagamento, os consumidores na América Latina são muito desestimulados por terem que reinserir seus dados de pagamento. Quase metade (45%) dos consumidores abandonaria sua compra por completo, se tivesse que reinserir seus dados após um erro de pagamento (34% no Brasil, 48% no Chile, 52% no México), o que indica que os comerciantes precisam fornecer o máximo de informação possível quando isso acontece.

“Forrester previu recentemente que o mercado de comércio eletrônico nas principais economias da América Latina vai quase dobrar até 2019 e, como nossa pesquisa revela, sem dúvida, o impulso mais importante por trás desse boom de vendas online é a conveniência. No entanto, isso não começa e termina com um site, e comerciantes online devem garantir que todas as etapas do pagamento contribuam para uma experiência mais perfeita e segura possível”, afirma Prados.

A pesquisa latino-americana foi concluída como parte de um estudo global em parceria com KAE Marketing Intelligence Limited, que analisou 700 dos principais sites de varejo e de viagem e entrevistou 7.000 compradores online em 14 países em toda a América do Norte, América do Sul, Europa, Oriente Médio, África, Ásia e Oceania.

Para acessar os relatórios individuais da América Latina ou de outras regiões, acesse: http://onlinepaymentjourney.worldpay.com/?ref=PRG

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Estudo da Salesforce mensura o impacto dos wearables no desempenho dos negócios

O relatório inédito produzido pela Salesforce Research mostra que o sucesso com o uso dos wearables motiva 86% de seus adotantes e aumentar o gasto com esses dispositivos no ambiente corporativo

A Salesforce (NYSE: CRM), líder mundial em soluções de gestão de relacionamento com clientes (CRM), lançou hoje um novo relatório, sobre a pesquisa “Colocando Wearables para trabalhar: Insights sobre a Tecnologia dos Wearables em Negócios”, o qual confirma que, como um dos segmentos mais inovadores da tecnologia, os wearables, também conhecidos como dispositivos vestíveis, são vistos como uma plataforma estratégica para melhorar o desempenho dos negócios, e são uma área em expansão de investimento. O estudo realizado pela Salesforce Research demonstra como os profissionais que adotam os wearables estão planejando incorporar esses dispositivos em processos de negócios do dia-a-dia, para melhorar a produtividade e conectividade entre os funcionários e os clientes.

O estudo revela informações-chave a partir de cinco áreas pesquisadas: significado estratégico, áreas projetadas de crescimento, tendências de evolução dos dispositivos, o impacto dos insights de dado e a importância de um ecossistema de aplicativos em expansão. Conclusões específicas incluem:

Os wearables nas empresas são estratégicos para o sucesso empresarial

– Setenta e nove por cento dos adotantes desses dispositivos concordam que os wearables são ou serão estratégicos para o sucesso futuro da empresa.

– Setenta e seis por cento relatam melhorias no desempenho nos negócios desde a implantação dos wearables em suas empresas.

– Oitenta e seis por cento dos adotantes planejam aumentar seus gastos com wearables nos próximos 12 meses.

O uso de wearables nas empresas deverá triplicar nos próximos dois anos

– Quatro das cinco principais áreas de crescimento estão ao redor da melhora da experiência do consumidor. Os quatro casos de uso dos wearables que ajudam a melhorar a experiência do consumidor incluem: acesso em tempo real a dados de clientes, instrução ou diretrizes para trabalho de campo hands free, analytics a alertas corporativos e treinamento remoto do consumidor.

– O uso de wearables pelos consumidores está sendo liderado pela integração com dispositivos móveis e programas de fidelidade, aplicações de ponto de venda e experiências imersivas dos consumidores.

Os smartwatches estão vencendo corrida da tecnologia de wearables corporativos

– Para as pessoas que participaram da pesquisa, os smartwatches terão o maior impacto e a taxa de adoção mais rápida nas empresas. De fato, 62 por cento estão usando, pilotando ou planejando usar smartwatches no ambiente corporativo nos próximos dois anos. Casos de uso de smartwatches incluem:

Inteligência aumentada de vendas: para uma equipe de vendas que trabalha remotamente ou on-the-go, os representantes de vendas podem usar inputs de recursos de fala em sua língua para enviar informações diretamente do smartwatch a um sistema de CRM.

Oferecer uma experiência VIP ao consumidor: representantes de serviço ao consumidor usando um smartwatch em um ambiente de varejo, por exemplo, pode ser alertados sobre as preferências dos consumidores-chave, permitindo que eles propiciem uma experiência high-touch altamente personalizada.

– Cordões digitais e óculos inteligentes ocupam o segundo e terceiro lugares por seu impacto esperado sobre empresas.

Propicie experiências integradas on-site: crachás e cordões RFID podem ser implantados em um resort para transacionar pagamentos e gerenciar o acesso a quartos ou áreas VIP. Os dispositivos também geram dados, os quais podem ser analisados para a obtenção de insights sobre o melhor fluxo de tráfego dentro de um local de um evento ou em determinados momentos do dia.
Minimize o tempo de inatividade para o serviço de campo: os óculos inteligentes podem fornecer suporte imediato aos representantes de serviços de campo remotos. Por exemplo, um técnico em uma plataforma de petróleo pode se conectar a diagramas técnicos pelos óculos inteligentes, que mostram os passos necessários para um reparo.

Os dados gerados pelos wearables serão um game-changer para uma empresa

– Hoje, somente oito por cento dos adotantes de wearables afirmam que estão completamente prontos para obter insights para ações a partir do volume de dados de funcionários e consumidores gerados pelos wearables. Quando o uso desses dispositivos nas empresas acelerar, o afluxo de dados gerados pelos wearables irá ajudar as empresas a tomar decisões informadas em tempo real.

Uma expansão do ecossistema de aplicativos corporativos vai estimular a adoção da tecnologia dos wearables

– Trinta por cento dos adotantes citam a falta de aplicações de negócios como um desafio primário na implantação de wearables.

– Quando o ecossistema de aplicativos crescer e novo hardware permitir cenários de negócios mais complexos, o número de empresas que adotam os wearables irá aumentar dramaticamente.

“Os wearables são a próxima fase da revolução dos mobiles. Como os smartphones antes deles, a chave do sucesso para os wearables nas empresas está totalmente relacionada com aplicativos corporativos matadores”, diz Lindsey Irvine, Diretora Global de Parcerias Estratégicas da Salesforce. “Esta pesquisa demonstra a enorme oportunidade para os casos de uso de wearables para impulsionar negócios de valor significativo”.

O relatório também destacou a forma como as empresas podem tornar-se mais bem preparadas para incorporar os wearables em seus negócios, como a adoção de políticas que apoiam o Bring-Your-Own-Wearables (BYOB). Enquanto 54% das empresas já têm uma política de BYOB, mais 40% das empresas estão planejando implantar uma política de BYOW no futuro.

O estudo, realizado pela Salesforce Research e conduzido entre 27 fevereiro e 1 março de 2015, centrou-se em mais de 500 profissionais que adotaram a tecnologia dos wearable em empresas de vários portes, que disseram que estavam usando, guiando ou planejando implantar a tecnologia wearable nos negócios dentro dos próximos dois anos.

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Pesquisa do Gartner indica que Data Centers precisam ser modernizados

O Gartner Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, afirma que a estrutura e a função dos Data Centers terão que ser alteradas, ou a agilidade dos negócios e a força competitiva empresarial será comprometida. Isto ocorre devido ao surgimento de um novo mundo digital a partir do duplo impacto do Nexus das Forças e da Internet das Coisas.

“Por mais de 40 anos, os Data Centers têm sido praticamente um protagonista do ecossistema de TI”, diz Rakesh Kumar, Vice-Presidente Executivo do Gartner. “Apesar das mudanças na tecnologia de energia e refrigeração, e também no projeto e construção destas estruturas, as funções e os requisitos básicos dos Data Centers têm, de modo geral, permanecido constantes. Eles são centrados em altos níveis de disponibilidade e redundância, processos bem documentados para gerir a mudança, estruturas tradicionais de fornecimento e estruturas organizacionais segmentadas. Essa abordagem, no entanto, já não é apropriada para o mundo digital.”

Diante dessa realidade, o Gartner destaca cinco razões pelas quais as organizações precisam desenvolver uma estratégia de Data Center mais adequada e moderna:

1. Faça o Data Center se comportar como uma fábrica e um laboratório;

2. Gerencie a pressão sobre o Data Center para torná-lo ágil e inovador;

3. Gerencie diferentes tipos de risco;

4. Torne o Data Center parte de uma topologia híbrida e ampla;

5. Abrace as novas tecnologias de uma maneira diferente.

Para conferir mais informações sobre a pesquisa do Gartner, acesse: http://www.gartner.com/newsroom/id/3029231.

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BlackBerry adquire WatchDox para reforçar a segurança de conteúdo móvel e a colaboração corporativa

A BlackBerry Limited (NASDAQ: BBRY; TSX: BB) empresa líder global em comunicações e mobilidade, anunciou hoje o fechamento de um acordo definitivo pela aquisição da WatchDox Ltd. A transação permitirá que a BlackBerry continue aprimorando sua segurança móvel insuperável e ofereça às empresas controle incomparável sobre seus arquivos, mesmo se os dados estiverem fora da rede corporativa. A tecnologia da WatchDox será oferecida como serviço de valor agregado complementar ao portfólio de gerenciamento de mobilidade empresarial (EMM) da BlackBerry Enterprise e estará disponível com o BES12, uma solução de EMM para múltiplos sistemas operacionais.

Os detalhes da transação não foram divulgados. A conclusão da transação está sujeita a condições habituais de fechamento.

A WatchDox é uma empresa de segurança de dados que oferece as soluções mais seguras de sincronização e compartilhamento de arquivos corporativos, permitindo que os usuários protejam, compartilhem e trabalhem com seus arquivos em qualquer dispositivo(1). A segurança da WatchDox acompanha os arquivos compartilhados tanto em dispositivos móveis como em desktops, garantindo às empresas total visibilidade e controle sobre a edição, cópia, impressão ou encaminhamento dos arquivos. A solução também permite que os usuários finais revoguem o acesso ou excluam arquivos remotamente e proporciona produtividade móvel segura tanto para repositórios locais como na nuvem, além de oferecer aos administradores a capacidade de bloquear ou remover o acesso a arquivos comprometidos em caso de violação de dados.

A incorporação da WatchDox amplia o compromisso da BlackBerry de garantir a comunicação empresarial segura entre funcionários, bem como o acesso a informações corporativas em todas as plataformas, sejam móveis ou de desktop. O BES12 é a base para o amplo portfólio de serviços de segurança, produtividade, comunicação e colaboração empresarial da BlackBerry.

“A BlackBerry amplia constantemente o potencial da segurança de dados para permitir maior colaboração e compartilhamento, em vez de criar limitações”, afirma John Chen, presidente executivo e CEO da BlackBerry. “Essa aquisição representa outro passo fundamental na transformação da BlackBerry na melhor plataforma para software e aplicativos de comunicações móveis seguras, compatível com todos os dispositivos e sistemas operacionais. Aliada à aquisição da Secusmart no ano passado, à parceria com a Samsung e aos nossos esforços internos pelo desenvolvimento, a aquisição da WatchDox nos proporciona os recursos para garantir a segurança das comunicações de ponta a ponta, desde serviços de voz, texto, envio de mensagens e dados até a sincronização e compartilhamento de arquivos empresariais”.

Com sede em Palo Alto, Califórnia, Estados Unidos, e unidades de pesquisa e desenvolvimento em Petah Tikva, Israel, a WatchDox atende a organizações líderes de vários setores que necessitam de segurança para colaboração e mobilidade, incluindo governos, saúde, produção, mídia e serviços financeiros e legais.

“As empresas precisam de soluções móveis seguras que garantam maior facilidade à colaboração entre usuários e aumentem sua produtividade. A WatchDox atende a essa demanda aliando a segurança centrada em dados com uma experiência fácil de usar e altamente valorizada pelos nossos clientes”, comenta Moti Rafalin, fundador e CEO da WatchDox. “A combinação da segurança líder e portfólio de EMM da BlackBerry com a tecnologia da WatchDox oferecerá a solução de mobilidade mais produtiva e colaborativa a empresas que precisam de formas inovadoras, seguras e eficientes de conduzir seus negócios”.

“Compartilhar dados além dos limites corporativos pode aumentar a produtividade dos funcionários, mas também pode expor a empresa a sérios riscos financeiros e reputacionais se não houver o controle adequado”, afirma Maribel Lopez, diretora e fundadora da Lopez Research. “A WatchDox proporciona esse controle e realmente se concentra em segurança centrada em dados. Sua tecnologia de sincronização e compartilhamento de arquivos corporativos representará um importante aprimoramento ao portfólio de EMM multiplataforma da BlackBerry, uma vez que oferece novos recursos e garante o nível de segurança que as empresas já esperam da BlackBerry”.

A aquisição da WatchDox formará a base de um novo centro de pesquisa e desenvolvimento com foco em segurança da BlackBerry, em Israel. A aquisição da WatchDox pela BlackBerry está em consonância com a compra no ano passado da Secusmart, líder em criptografia de alta segurança para voz e dados, e demonstra novamente o compromisso da empresa de ser uma referência em segurança móvel empresarial. Esse compromisso é a razão pela qual a BlackBerry conta com clientes como todos os governos do G7, 16 dos governos do G20, 10 de cada 10 principais bancos e escritórios de advocacia globais e as cinco maiores empresas nos setores de saúde, serviços de investimento, petróleo e gás. A BlackBerry também tem mais certificações de segurança que qualquer outro fornecedor e o BlackBerry 10 é a única solução de mobilidade que recebeu a certificação “Full Operational Capability” (FOC) para funcionar nas redes do Departamento de Defesa dos Estados Unidos.

[1] “Critical Capabilities for Enterprise File Synchronization and Sharing,” 13 de agosto de 2014, Gartner

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Scopus investe em segurança da Internet das Coisas

A Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) deverá trazer inovações disruptivas e incrementais para a indústria de seguros e financeira, contribuindo para a maior eficiência de custos de processos e o aumento de receitas, em função da precisão de ofertas. Um carro conectado, por exemplo, poderá fornecer informações preciosas à central de apoio de uma empresa de seguros, que permitiriam detectar, em tempo real, um possível acidente automobilístico (a partir de dados como variações bruscas de aceleração e giro).

A previsão é que bilhões de dispositivos móveis, sensores e wearables devices (dispositivos vestíveis) estejam integrados à Internet das Coisas nos próximos anos, conectando o corpo humano, o carro, a casa, as lojas, restaurantes e corredores de shoppings, entre outros, aos grandes sistemas. Contudo, essa integração requer segurança em tempo real, para lidar com as vulnerabilidades existentes no universo da internet – e da comunicação de dados -, reduzindo riscos de erros ou fraudes.

É nessa linha que a Scopus vem atuando, por intermédio de suas equipes especializadas e professores-pesquisadores. “Estamos investindo na aplicação em IoT da nossa experiência diferenciada em segurança da informação”, afirma Reginaldo Arakaki, gestor da área de Consultoria e Inovação da Scopus. “O objetivo é contribuir com o desenvolvimento de padrões e boas práticas que aprimorem a confiança e a robustez das integrações entre clientes, dispositivos móveis e outros atuadores das ‘coisas’”, acrescenta.

Segundo Arakaki, essa linha de pesquisa envolve a integração de dois mundos tecnologicamente distintos: de um lado, servidores elásticos e de alto desempenho organizados em nuvens privadas ou públicas e, de outro, dispositivos com sérias limitações de desempenho, de capacidade de armazenamento e com baixa autonomia de energia. A expectativa é que o trabalho desenvolvido pela Scopus, em conjunto com o Laboratório de Redes de Computadores da Escola Politécnica da USP (Larc-Poli), resulte em protocolos de segurança leves, estudos de autonomia de energia dos dispositivos de IoT, adequação de capacidades de processamento e armazenamento, experimentos para simulação e medição em aplicações reais, entre outros. Com isso, o objetivo é dar mais segurança à comunicação no cenário de Internet das Coisas.

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Cafetec em Curitiba: Sebrae detalha Programa de TI e Senai apresenta ofertas para certificações mps.br

Aconteceu no Sebrae, em Curitiba, o primeiro Cafetec voltado para empresas do Arranjo Produtivo Local de Software. O evento é uma das novidades do Programa de TI da instituição para o desenvolvimento do setor na capital e região metropolitana. Em um café da manhã voltado para networking e apresentação de conteúdo e oportunidades para o setor, os empresários conheceram o trabalho do Senai Paraná em certificações importantes para empresas de software como o mps.br. Veja reportagem do programa de tv Valor Agregado.

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Processor apresenta como potencializar negócios com a Computação em Nuvem

A necessidade de modernizar formas de assegurar a integridade de dados, garantindo a segurança e disponibilidade das informações corporativas, tornou a adesão do conceito de Cloud Computing fundamental nas corporações. Sabendo disso, a Processor promove na próxima quinta-feira, 23 de abril, encontro executivo para apresentar a solução LiveCloud, uma plataforma dinâmica para computação em nuvem e/ou híbrida, que disponibiliza uma série de soluções integradas, incluindo capacidade computacional, armazenamento, dados, networking, backup, aplicativos, software, entre outros serviços, que permitem fazer negócios de maneira rápida, flexível e altamente competitivos.

O evento, voltado a organizações de todos os portes, que será realizado a partir das 17h30, no Processor Technology Center – Rua Severo Dullius, 410 bairro São João, em Porto Alegre, tem vagas limitadas. Interessados devem se inscrever pelo link www.processor.com.br/eventos.aspx

Serviço:

O que? Solução em Nuvem – LiveCloud

Quando? 23 de abril, 17h30min

Onde? Processor Tecnology Center – Av. Severo Dullius, 410 – Bairro São João – Porto Alegre

Como? Inscrições pelo link: http://www.processor.com.br/eventos.aspx

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Detonaweb eleva vendas em 30%

A Detonaweb, realizada pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) e patrocinada pela Braspag apresentou resultados positivos após 4 anos de hiato da primeira promoção online do e-commerce brasileiro.

Segundo estimativas da Câmara, as lojas participantes da Detonaweb atingiram 50% de crescimento em relação ao mesmo período de 2014. O crescimento orgânico do comércio eletrônico é, em média, 20% em função da expansão do mercado, sem promoções. De acordo com Gastão Mattos, CEO da Braspag, “a expectativa do setor se manteve este mês, ou seja, quem aderiu à campanha apresentou um crescimento bastante significativo, 30% superior à média do mercado”.

“A Detonaweb é uma vez mais a prova de que o esforço comprometido do varejo online e o reconhecimento do consumidor brasileiro são uma combinação virtuosa para o incremento e desenvolvimento da economia”, diz Ludovino Lopes, presidente da camara-e.net. Segundo ele, a Detonaweb agregou volume de venda e demanda para os lojistas participantes, evidenciando a importância de ações como esta para fomentar o setor.

“O relançamento da Detonaweb superou nossas expectativas. Certamente podemos afirmar que o Brasil agora possui uma mega liquidação online no 1º semestre”, completa Gerson Rolim, diretor de comunicação da entidade.

Criada em 2003 pela camara-e.net, a Detonaweb é considerada a primeira promoção do e-commerce no país. Inicialmente chamada de Liquidaweb, a campanha foi realizada anualmente até 2011. Em 2015 a campanha foi retomada entre 14 e 16 de abril para comemorar os 20 anos de e-commerce no Brasil, sendo também uma oportunidade para antecipar as compras para o dia das mães. Neste retorno, participaram somente lojas associadas ao Comitê de Varejo da camara-e.net: Americanas.com, Dafiti, eFácil, Magazine Luiza, Marisa, MercadoLivre, Saraiva, Shoptime, SouBarato e Submarino.

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Big Data e seu desafio no mundo da aviação

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Um fato que marcou a história da aeronáutica civil. O voo MH370 da companhia Malaysia Airlines desapareceu dos céus e dos radares quase como por um passe de mágica. Ninguém sabe nada sobre seu destino e muito menos onde estão as caixas pretas, essenciais para entender as causas da maioria dos acidentes de avião.

Diante desse panorama aparece o Big Data, a gestão e análises de grandes volumes de dados, que poderia se tornar um instrumento para ajudar não só a segurança das aeronaves, mas também para atenuar as deficiências de ferramentas como, precisamente, as caixas pretas. Os dados de um avião em percurso poderão ser transmitidos em tempo real e assim diminuir a importância da caixa preta em caso de possíveis incidentes? Sem dúvida alguma, esse é um desafio que inquieta.

“Com os avanços das TIC, deveríamos ter a capacidade de extrair e analisar os dados dessas máquinas acidentadas sem necessidade de achar as caixas pretas. Acredito que um fato tão simples como esse pode fazer uma grande diferença”, disse o ministro das Comunicações e multimídia da Malásia, Shabery Cheek, após a tragédia.

Foi durante uma palestra da União Internacional de Telecomunicações (UIT), que o funcionário solicitou a essa instituição e ao setor privado trabalharem para que os dados dos aviões, incluindo as caixas pretas, possam transmitir em fluxo contínuo e armazenar em centros de dados localizados na terra.

Big Data a bordo

Em geral, nada pode garantir uma segurança completa nos voos comerciais, mas estão sendo desenvolvidas tecnologias que contribuem na redução dos maus acontecimentos. Em termos gerais, o Big Data pode atuar em duas situações específicas.

A primeira tem a ver com as deficiências que existem nas caixas pretas, como apontamos acima, aproveitando os mais modernos serviços na nuvem, incrementando a segurança do voo. “As tecnologias da comunicação têm evoluído de maneira espetacular nos últimos anos, mas as caixas pretas são idênticas às de 30 anos atrás”, lembrou o ministro da Malásia.

O segundo setor ocorre no mesmo trajeto do avião. O Big Data identifica, analisa e processa dados das máquinas para acompanhar todo o percurso. Por exemplo, caso ocorram problemas com um dos motores, nós poderemos saber antes do pouso que peça ele precisa e atuar rapidamente para evitar complicações.

Voar a cegas

Um problema que dura até hoje tem a ver com o sistema estático Pitot. Em 1996, o Boing 757 do AeroPeru, que realizava a rota Lima-Santiago, caiu no oceano Pacífico devido a uma negligência dos operários de limpeza. Eles cobriram com fita isolante o tubo Pitot, localizado na parte frontal do lado de fora da aeronave, esquecendo-se de tirá-la depois das tarefas de manutenção.

Esse sistema é responsável por informar o índice de velocidade da máquina considerando o ar, altitude e as variações. Quando o leitor fica obstruído, a saída dos dados para o computador da aeronave se torna errada, fato esse que originou o impacto, ainda que a torre de tráfego em Lima tenha tentado ajudar com as poucas informações obtidas pelo radar. No entanto, as sondas Pilot ainda tem protagonismo nas tragédias aéreas atualmente.

Os perigos numa viagem de avião são muitos, mas uma tecnologia avançada com suporte em Big Data, que envie as informações desses grandes aparelhos a terra sem depender de ferramentas aeronáuticas tradicionais, poderia evitar muitos acidentes. “É pouco provável que o Big Data possa substituir as caixas pretas, mas será um novo nível de proteção para os voos, porque sempre é preciso uma alternativa caso as transmissões não estejam funcionando corretamente”, comenta Rodrigo Souza, Gerente de Dados da PSafe Tecnologia.

Dirigindo a informação

Com essa novidade, também devem ser consideradas as grandes quantidades de dados que cada voo geraria, o que ao mesmo tempo levaria a questão se existe a capacidade suficiente para fazer o acompanhamento de cada um deles a todo momento e em diferentes partes do mundo. “Um avião pode gerar 500 GB de dados num trajeto só e isso aumentará cada vez mais. Ter a capacidade de analisar todos esses dados permite que se otimize a manutenção”, explica Souza.

Entretanto, ele indica que o maior desafio é a correta implementação dessa ferramenta sem erro nenhum. “Até o momento tudo é feito off-line, os dados são baixados somente quando o voo pousa. O ideal seria a transmissão em tempo real”, opina.

Sem dúvida alguma, há muitas expectativas em relação às vantagens que o Big Data e o Internet das Coisas poderão trazer ao problema que afeta o seguimento de aeronaves comerciais. Por enquanto, no caso do voo MH370 de Malaysia Airlines, os satélites e radares estão analisando e cruzando informação com grandes dados para achar esse avião, que desapareceu há mais de um ano.

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Segurança da Informação: Consultcorp alerta sobre ameaças internas e externas

A empresa curitibana Consultcorp, especializada em segurança da informação, realizou eventos com revendas parceiras para tratar de oportunidades de negócios no Brasil com a crescente preocupação a respeito da segurança de informações estratégicas no ambiente empresarial. Veja reportagem em vídeo do Valor Agregado.

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85% das grandes marcas da América Latina estão vulneráveis a fraudes por e-mail

Provedora global de soluções de dados, a Return Path lança o Relatório de Inteligência DMARC (do inglês, Domain-based Authentication, Reporting and Conformance), em comemoração aos três anos da criação do protocolo. O documento, produzido em fevereiro, traz a análise de 1049 grandes marcas de 31 países e 11 setores, quanto à adoção do DMARC, revelando que, globalmente, apenas 22% dessas companhias deram os primeiros passos para uma melhor proteção contra fraudes em email. Na América Latina, a taxa cai para 15%, enquanto o nível de maior adesão está nos Estados Unidos (33%) e no Canadá (33%).

“Atualmente, o DMARC é a melhor solução contra ataques de phishing e spoofing. Implementar esse protocolo de autenticação é como colocar uma placa em frente a sua residência anunciando que a propriedade tem alarme de segurança e que o acesso não vai ser fácil. Além de proteger, ela desencoraja o fraudador”, explica Louis Bucciarelli, Diretor Regional da Return Path para a América Latina. Para facilitar a adoção do DMARC, a Return Path divulgou um ebook com instruções. (landingbr.returnpath.com/ebook-como-configurar-dmarc).

O setor de social media lidera o ranking de adoção do DMARC, com taxa global de 51% entre as empresas pesquisadas. “Trata-se de um grupo de remetentes com grandes redes, pelas quais circulam um alto número de dados pessoais e onde a reputação é um fator primordial para garantir o sucesso dos negócios da marca, ou seja, a necessidade de segurança da informação é muito alta”, ressalta Bucciarelli. O setor de logística, do qual fazem parte as companhias de entregas globais, tem também a necessidade de manter a reputação em alta, tanto diante dos provedores quanto dos clientes, devido ao alto volume de e-mails transacionais enviados, justificando a adesão em 41% das empresas.

Apesar do crescente número de notícias sobre casos de fraudes por e-mail e os prejuízos que elas provocam, sejam financeiros ou de reputação, alguns setores ainda mostram-se lentos à adesão do protocolo, como varejo (21%), bancário (19%) e saúde (8%). “Em muitos casos, o grande desafio está nos sistemas complexos, com amplos conjuntos de funções, e na sensibilidade dos dados”, conta Bucciarelli.

O estudo da Return Path analisou três estágios de implantação do DMARC: monitoramento, quarentena e rejeição da mensagem. Dentro desse cenário, apenas os setores de logística (com adoção de 44% das empresas pesquisadas), social media (40%), público (33%) e de serviços de pagamento (32%) têm mostrado compromisso rigoroso no combate à fraude, por meio da solução completa, ou seja, instruindo os provedores de email a bloquear mensagens supostamente fraudulentas.

O Relatório de Inteligência DMARC constata ainda o aumento significativo na taxa de implantação do protocolo entre os provedores (ISPs) globais e regionais. O índice passou de apenas seis em 2013 para 142 em 2014, refletindo na proteção de mais de duas bilhões de caixas de entrada no mundo.

No Brasil, 75% das caixas de entradas dos consumidores estão protegidas, incluindo contas do Gmail, Hotmail e Yahoo!. A taxa mais alta de proteção está na Rússia (90%) e em Hong Kong (90%), enquanto os Estados Unidos aparecem em segundo lugar (85%). “A alta preocupação dos provedores é importante, mas não é suficiente para combater as fraudes por e-mail. É necessário que as marcas assumam uma postura pró-ativa contra essas ameaças. Os prejuízos são evidentes”, completa Bucciarelli.

Lançado em 2012, o DMARC tem registrado grandes progressos nos últimos três anos, tanto por parte dos remetentes quanto dos provedores, mas ainda há espaço para mais evoluções, com potencial, inclusive, para anular as ações dos cibercriminosos, nos próximos anos. “Vamos seguir na vanguarda da inovação, ajudando as empresas a proteger, sistematicamente, seus negócios, colaboradores e clientes, entendo que essa ação é tão importante quanto chegar à caixa de entrada e gerar conversões nas campanhas”, finaliza Bucciarelli.

No site da Return Path é possível fazer o download gratuito do Relatório de Inteligência DMARC 2015 (http://landingbr.returnpath.com/relatorio-de-inteligencia-do-dmarc).

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Venture Capital e empreendedorismo

Ao analisar o desenvolvimento da indústria de Venture Capital, os integrantes da sessão “Venture Capital: a ebulição na base do ecossistema” do Congresso ABVCAP, reconheceram os avanços da indústria, mas também o longo caminho que é preciso percorrer para ampliar a inovação no País.

Augusto Ferreira da Costa Neto, gerente do Departamento de Investimento em Participações da Finep – Inovação e Pesquisa, comentou que desde 2000 já investiu R$ 700 milhões em 34 fundos, sendo que 70% da carteira é dedicada a Venture e Seed Capital .
Marcos Vinícius de Souza, Secretário de Inovação do MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior – também falou do projeto InovAtiva Brasil, programa de capacitação, mentoria e conexão para startups, que foi vencedor do Prêmio de Inovação em Gestão Pública do Ministério do Planejamento em 2014.

Mas ambos concordam com o despreparo dos empreendedores, lamentam a falta de bons projetos e ainda projetos bens escritos. Para eles, temos um ambiente de negócios pouco propício para o desenvolvimento de startupso que implica, inclusive, na queda de patentes brasileiras divulgada pelo INPI esta semana, mostrando que em 2013 retornamos ao mesmo patamar do início da década. “Caiu enormemente o número de empresas que inovam ou pretendem inovar. Precisamos trabalhar na busca de um ambiente de negócios melhor”, argumenta Rodrigo Menezes, Coordenador do Comitê de Empreendedorismo, Inovação, Capital Semente e Venture Capital da ABVCAP e sócio da Derraik&Menezes Advogados.

Menezes disse ainda que é preciso capacitar mais os executivos para startups e que a bagagem e o networking dos empreendedores nas mentorias melhoram muito o seu desempenho.

Já Anderson Thees, sócio da Redpoint eVentures, acredita que a média geral dos empreendedores melhorou nos últimos 3 anos. “Os aventureiros foram embora”, diz ele, mas faz a ressalva de que o setor que atua é naturalmente mais maduro para empreender. “Também temos um mercado muito promissor. A indústria digital cresceu mais de 20% no ano passado. Temos 100 milhões de pessoas online e mais 100 milhões querendo entrar”, pondera.

O secretário de inovação do MDIC terminou o debate falando da próxima edição do InovAtiva Brasil, que vai abrir vagas para mentores online, e terá cooperação internacional com alguns países como Reino Unido, França, Alemanha, Estados Unidos para capacitar o empreendedor a internacionalizar sua empresa. “Precisamos ainda melhorar algumas questões regulatórias para dar mais segurança jurídica aos investidores e melhorar o ambiente de negócios no Brasil. Com isso feito, não precisamos nos preocupar com o dólar”.

Sobre o Congresso ABVCAP

Organizado pela Associação Brasileira de Private Equity & Venture Capital, o evento aconteceu no Rio de Janeiro, nos dias 07 e 08 de abril, e é reconhecido como o maior encontro do setor de participações na América Latina. Reunindo players nacionais e internacionais da indústria de PE&VC e abrindo as comemorações dos 15 anos da entidade e a consolidação do setor, o evento trará discussões sobre o atual cenário desse setor, e vai mostrar que a indústria de participações está otimista em relação aos investimentos de longo prazo no Brasil devido a crescente ascensão da classe média e ao grande mercado consumidor.

O Congresso da ABVCAP contou com o patrocínio do BNDES, CVC, FINEP, KPMG, BM&FBOVESPA, Guernsey, EY, Merrill Data Site, Diligent, Bank of America Merrill Lynch, CAF, Deloitte, PWC, SEBRAE;Bradesco BBI, Mattos Filho Advogados, Pinheiro Neto Advogados e SP Capital IQalém da parceria institucional da ABDI, Apex-Brasil e BID/Fumin.

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Profissão promissora, analista de negócios é essencial para empresa ganhar competitividade

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Profissional que está sendo absorvido em grande escala em um mercado empresarial ávido por empreendedores organizacionais, o analista de negócios não é um trabalhador tradicional e, tão pouco, fácil de achar. Mas ele atua em uma área promissora e em franca expansão no país e no mundo. Segundo uma pesquisa da empresa de recrutamento e seleção Catho, esse profissional é procurado por 42% das companhias. “Elas o procuram porque ele possui não só a visão técnica do negócio, mas se relaciona com os setores estratégico e operacional da empresa, auxiliando-os a entender seus problemas e a encontrar soluções que mais agreguem valor. Para isso, utiliza conceitos e técnicas reconhecidos globalmente”, destaca Fabrício Laguna, coordenador do Capítulo São Paulo do International Institute of Business Analysis (IIBA), uma associação sem fins lucrativos que tem como missão desenvolver e manter padrões para a prática de análise de negócios e a certificação de profissionais.

Trocando em miúdos, o analista de negócio é responsável por desvendar as verdadeiras necessidades da organização, não simplesmente seus desejos explícitos. Trabalha como facilitador da comunicação entre as várias unidades organizacionais. É comum que assuma um papel central na tradução das necessidades das unidades de negócio em funcionalidades desenvolvidas pelas áreas de TI. “Ele atua como um consultor interno, responsável por investigar os sistemas de negócios e seus processos, propondo melhorias e soluções”, argumenta Laguna, o primeiro brasileiro a receber o certificado do IIBA. Além dele, apenas outros 11 profissionais em todo o país têm o certificado.

Em um mercado em crise, como o atual, o analista de negócios é de fundamental importância. Sua atuação pode ajudar a organização a investir nas iniciativas mais adequadas para redução de custos, aumento de produtividade e melhoria da qualidade do resultado entregue ao cliente. Por isso também é um profissional que tem se tornado mais bem remunerado no mercado de trabalho.
Valorização reflete-se nos salários – O IIBA SP apresenta uma pesquisa que identifica as médias salariais dos analistas de negócios que atuam em 13 Estados e no Distrito Federal. A participação no levantamento foi maior em São Paulo, que teve o primeiro capítulo do IIBA no Brasil, seguido pelo Rio de Janeiro (Capítulo Rio de Janeiro), Rio Grande do Sul (Capítulo Porto Alegre), Minas Gerais (Capítulo Belo Horizonte) e Pernambuco (Capítulo Recife).

Segundo a pesquisa, efetuada em 2014, o rendimento do profissional que trabalha com análise de negócios chega a R$ 30.000,00 para um profissional sênior. O estudo também apresentou a média salarial para analistas em diferentes estados. São Paulo e o Distrito Federal apresentam rendimentos acima da média nacional.

Segundo Fabrício Laguna, do IIBA São Paulo, é muito importante que o analista de negócios compreenda sua área em diferentes aspectos:

Estratégico – definir direção, política, objetivos e macroprocessos de negócio;

Operacional – analisar e especificar a implementação do modelo de negócio por meio de requisitos, regras, processos e sistemas de informação;

De acordo com Laguna, conhecendo os aspectos fundamentais do negócio, o analista está em uma posição privilegiada para conectar as soluções operacionais aos objetivos estratégicos. É válido salientar que a análise de negócio nem sempre necessitará envolver a tecnologia da informação na definição de uma solução de um problema de negócio. Ainda assim esse profissional pode recorrer aos recursos de TI para implementar soluções visando melhor atender as necessidades da empresa.

Laguna afirma que a análise de negócio ocorre durante todo o ciclo de vida de uma solução de negócio. “Na concepção de um negócio são definidas as necessidades e escolhida a melhor forma de atender a essas necessidades. Durante o desenvolvimento da solução, a análise de negócios possibilita a comunicação clara e o entendimento mútuo dos requisitos. E após a solução implantada, é possível validar o alcance das metas esperadas desde o início”, explica.

Conferência na capital paulista em maio – Algumas das principais organizações do país estarão reunidas no dia 15 de maio, no Auditório da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), para compartilhar suas experiências na 5ª Conferência de Análise de Negócios, promovida pelo IIBA SP. “Ela tem importante participação no mercado nacional. Muitas empresas que vêm ao evento mudam sua forma de atuar. A maior parte dos conferencistas vem em busca de integrar suas áreas de tecnologia aos negócios”, justifica Laguna. O evento, que será realizado das 8h30 às 18h00, tem o apoio da Poli e da Fundação Vanzolini.

Serviço:
5ª Conferência de Análise de Negócios do IIBA – SP
Quando: 15/05/2015
Horário: 08:30 h – 18:00 horas
Local: Auditório Romeu Landi da Escola Politécnica na Universidade de São Paulo (USP)
Endereço: Avenida Prof. Luciano Gualberto, travessa 3, nº 380
Edifício Eng. Mário Covas Júnior – 1º andar

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A importância da terceirização para o setor de call center

Por Anna Beatriz França*

O retorno da votação na Câmara dos Deputados do projeto de lei que trata do trabalho terceirizado no país (PL 4.330) causou novamente muitas discussões, com reações positivas e negativas. A proposta, elaborada em 2004, regulamenta o fenômeno da terceirização e esclarece as possibilidades neste tipo de contratação. Atualmente, só existe norma sobre o assunto do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que entende como permitido somente os empregados terceirizados nas chamadas atividades-meio da empresa.

Quando falamos em terceirização, não podemos deixar de citar as empresas de call center, que na maioria das vezes, oferecem a primeira oportunidade de emprego para os jovens e universitários brasileiros. O setor, sem sombra de dúvidas, movimenta positivamente a economia. Hoje, por exemplo, esse segmento emprega aproximadamente 500 mil trabalhadores.

Um dos imbróglios enfrentados pelo setor a respeito da terceirização é acerca do núcleo produtivo no caso das empresas de telefonia. Nesse contexto, o ministro do TST, Ives Gandra Martins Filho, ao julgar uma ação judicial sobre o assunto, explica brilhantemente que o serviço de call center é atividade-meio nas empresas de telefonia.

O magistrado afirma que o “call center, em toda a sua amplitude, caracteriza-se pela intermediação da comunicação entre os clientes e a empresa, e hoje, bastante disseminado, está presente não apenas em diversas áreas do mercado, como bancos, hospitais e empresas de transporte, mas também no próprio poder público, racionalizando o contato entre os cidadãos e os entes da administração.”

Ou seja, o fato de uma empresa desenvolver atividade vinculada ao serviço telefônico não é o bastante para que sua finalidade precípua abarque tal serviço especializado, igualmente presente em empresas que desempenham atividades econômicas tão diversas e que não guardam nenhuma semelhança com os serviços prestados pelas concessionárias do ramo de telefonia. Mas que se utilizam do setor com o mesmo proveito, tais como bancos, hospitais, transportadoras, etc.

O serviço de call center, que não pode ser confundido com a efetiva oferta de telecomunicação, somente pode ser entendido como atividade-meio da concessionária de telefonia. Da mesma forma como na estrutura funcional de qualquer outra empresa que dele se utilize, com exceção da própria empresa especializada.

Não é porque a empresa fornece serviço de telefonia que o atendimento ao telefone caracteriza-se como atividade-fim, tendo em vista que as empresas de outros segmentos utilizam-se de call center terceirizados, cujo serviço é essencial para a sua atividade, o que não é motivo para a contratação ser considerada ilícita. Assim, nenhuma empresa poderia terceirizar o seu serviço de atendimento ao cliente, já que praticamente todo este procedimento ficaria caracterizado como atividade-fim.

Diante de todo o contexto apresentado, a regulamentação oriunda da aprovação do PL 4330/04 trará benefícios tanto para os empregadores, como para seus funcionários. Isto porque hoje vemos, cada vez mais crescente, a existência da informalidade das relações trabalhistas, seja por pagamentos fora dos holerites ou até mesmo por contratações sem a devida anotação na carteira de trabalho.

Por um lado, o empregador deixa de recolher os valores devidos, em decorrência de total insegurança jurídica das contratações pela falta de regulamentação, o que acarreta em menor recolhimento das verbas rescisórias e fiscais. Pelo outro, os empregados estão perdidos em relação aos seus direitos. O resultado é uma verdadeira caça às bruxas, com a inadvertida demonização dos empregadores, que tentam realizar todo o procedimento de maneira mais correta possível, mas são obrigados a se “enquadrar” no sistema para sobreviver.

Vamos separar o joio do trigo e manter um mínimo de regras a serem seguidas. Para tal, nada mais adequado do que uma norma reguladora. Esse processo em cadeia poderá influenciar positivamente nos recolhimentos fiscais e previdenciários, espelhando de forma mais fidedigna possível o cenário presente.

É claro que a aprovação do PL 4330/04 não trará de imediato a tão sonhada segurança jurídica, mas ao menos norteará as relações comerciais e trabalhistas das terceirizações, o que podemos considerar como um primeiro grande passo.

*Anna Beatriz França é advogada associada do escritório especializado no setor de call center Terçariol, Yamazaki, Calazans e Vieira Dias e mestranda em Direito Corporativo.

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Como Gordon Moore transformou a sociedade e a economia nos últimos 50 anos

A Lei de Moore, formulada pelo cofundador de Intel em 1965, explica a velocidade da evolução tecnológica e as grandes mudanças na maneira como vivemos

Os Jetsons já previam a presença de robôs nas nossas vidas em 1962. Seus carros já eram inteligentes, planejavam rota e voavam. Em 1989, o Dr. Brown e Marty McFly também já viviam um 2015 com comando de voz, óculos inteligentes, teleconferência e controle por gestos. Arthur C. Clark já previa o uso de tablets para leitura na sua saga “2001: Uma odisseia no espaço”; originalmente, o visionário autor chamou o dispositivo de Newspad. No cinema, os personagens usavam-no para se atualizar com o noticiário, em lugar do papel dos jornais diários.

Muitas outras apostas da ficção científica foram acertadas, porque partiam de um conceito comum: no futuro, a vida cotidiana é mais inteligente. Nós usamos caixas eletrônicos para evitar filas nos bancos – e até preferimos realizar algumas operações pela internet; muitos hospitais estão equipados com sistemas de compartilhamento de prontuários, o que facilita e agiliza a análise e o diagnóstico médico, como é o caso do Hospital das Clínicas de São Paulo. Sensores de movimento acionam funções em computadores, vídeo games e até smartphones. Postos de gasolina sabem qual a conveniência o motorista precisa; e muitos veículos equipados com placas especiais não precisam parar em pedágios ou estacionamentos para efetuar pagamento. No Brasil, até as eleições deixaram a cédula de papel para entrar na era da urna eletrônica.

Todas as aplicações de inteligência que temos hoje, de portas automáticas a relógios que monitoram seus batimentos cardíacos, respeitam uma lei criada em 1965, por Gordon Earl Moore. Afirmando que o número de transistores em um chip dobra, em média, a cada 18 meses, mantendo o mesmo (ou menor) custo e o mesmo espaço, o engenheiro americano revolucionou a indústria de tecnologia.

Mas seria reducionista tomar sua afirmação literalmente, dando atenção apenas ao número de transistores. O efeito de sua lei vai além: o processamento de informações pelos chips aumenta 100%, ou seja, a tecnologia fica duplamente mais eficiente a cada “geração”. A relação de custo, no entanto, é inversamente proporcional: mais transistores, mais eficiência, menos custo. E como resultado de cada vez mais processamento, a indústria pode desenvolver novos produtos e serviços que serão desejados pelo consumidor.

A observação de Moore, publicada pela primeira vez na Electronics Magazine em um artigo de 19 de abril de 1965, tem ditado o ritmo de inovação na indústria de informática desde então. Isso significa que todos os competidores prospectando novas oportunidades de produtos mais inteligentes, buscam seu espaço na curva da Lei. A incapacidade em produzir inovação para o mercado consumidor tem resultado no declínio de importantes marcas globais, já que a concorrência trabalha para entregar a inteligência do futuro. Em outras palavras, uma dinâmica econômica foi estabelecida na indústria, posicionando a inovação como fundamental para a competitividade.

Por isso, um erro frequente é pensar na Lei de Moore como uma aplicação exclusiva do mercado de computadores. Os processadores de silício são aplicados em uma grande variedade de produtos: smartphones, relógios, óculos, joias, peças de vestuário, eletrodomésticos, eletroeletrônicos, vídeo games, automóveis, sistemas de segurança. Entre os serviços, o poder de processamento está em supermercados, bancos, hospitais, restaurantes, aeroportos, na validação de acesso ao transporte público, datacenters, nuvem e a lista não se esgota aí.

Como exercício, para ficar apenas no mundo dos computadores, com a Lei de Moore podemos afirmar que tudo que processa dados, o faz melhor com a tecnologia de última geração. Um dos primeiros supercomputadores da história, o Cray-1, de 1976, podia realizar 160 milhões de operações de ponto flutuante por segundo (flops) e tinha 8 megabytes de memória. Os computadores pessoais mais básicos hoje podem realizar mais de 10 vezes operações de flops em um segundo e têm 100 vezes mais memória. Levou menos de 50 anos para que tablets, notebooks, 2 em 1, All in Ones, NUCs e mini PCs apresentassem uma eficiência infinitamente superior que os primeiros computadores. E, seguramente, eles não ocupam uma sala inteira.

Mas na vida prática a Lei de Moore não tem influência, certo? Errado. O primeiro celular, por exemplo, o Dynatec, criado em 1974, tinha 25 cm de comprimento e 7 cm de largura. Seu peso superava em algumas vezes os modelos atuais: 794g. E a bateria durava míseros 20 minutos. Toda essa novidade custava US$ 4 mil, o equivalente a R$ 13 mil. Hoje, além de mais leves e mais finos, sensíveis ao toque e mais inteligentes, os smartphones são 10 vezes mais baratos.

Outro exemplo: quando uma pessoa precisa realizar um saque rápido no banco, ela está acionando o poder de processamento de informações. O caixa eletrônico é tecnologia na sua forma mais habitual. No Brasil, há 30 anos, as operações bancárias eram feitas exclusivamente na agência, com presença do titular da conta. O primeiro caixa eletrônico chegou aqui em 1983. Hoje, podemos verificar extrato, pagar contas diversas, transferir valores, pedir empréstimo, colocar crédito em celulares pré-pagos, tudo via internet.
A internet é um capítulo importante na história da tecnologia e um catalisador fundamental da Lei de Moore. Há 15 anos, 11 milhões de pessoas tinham acesso em casa no Brasil. Hoje, quase 90 milhões têm acesso1, não apenas em pontos fixos, mas também em dispositivos móveis. A era da informação gerou uma demanda crescente por equipamentos conectados à internet e, integrado a eles, serviços que facilitam o dia a dia, desde a comunicação básica, até gestão de compromissos profissionais ou pessoais e entretenimento. Tantas conexões alimentam a nova tendência que é a internet das coisas.

Em 2019, 11,5 bilhões de coisas estarão conectadas na rede, segundo o estudo Cisco® Visual Networking Index™. Hoje, quatro anos antes, somos pouco mais de três bilhões de habitantes com acesso a internet no globo2. Ou seja, as projeções apontam para um futuro breve em que o número de conexões com a internet será maior que o número de pessoas vivas. Isso significa que as pessoas estão conectadas em cada vez mais lugares, desde eletrônicos pessoais, serviços ou wearables. Estes últimos são o que há de mais recente no mundo da tecnologia. Uma inteligência que o consumidor pode vestir.

Quando afirmou sua Lei de diminuição de transistores por silício, e consequente aumento da inteligência por um custo mais baixo, Gordon Moore não podia estimar que estava ditando uma tendência que iria revolucionar a indústria de tecnologia. E, afinal, não transformou apenas a indústria, mas a vida de bilhões de pessoas no globo. Vidas que se tornaram mais rápidas, práticas, conectadas e cheias de facilidades. Moore também não podia garantir que a sua observação estaria vigente por tanto tempo. Mas, há 50 anos, a Lei de Moore é um princípio da liderança na indústria, da eficiência nos negócios e, embora a maioria das pessoas nunca tenha visto um processador, continua criando o incrível.

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AÇÃO Informática passa a distribuir produtos Lenovo

Servidores e Sistemas de Armazenamento da empresa chinesa passam a integrar o portfólio de soluções de valor agregado da AÇÃO Informática para o Brasil e América Latina

A AÇÃO Informática, pioneira no modelo de negócios de distribuição de soluções de valor agregado (S-VAD) no Brasil e América Latina, anuncia uma parceria com a Lenovo, maior fabricante de PCs do mundo, que permitirá à empresa a distribuição de todo o portfólio de soluções corporativas de servidores, sistemas de armazenamento e serviços da Lenovo no Brasil e na América Latina.

Em 2015, segundo a IDC, o mercado de servidores e storage terá alto potencial de receita, com os storages apresentando um crescimento de 7% e os servidores, por sua vez, 3%. Em 2014, a Lenovo atingiu seu melhor desempenho no país nos últimos quarto anos e para 2015 a perspectiva permanece alta.

“A Lenovo é uma empresa que acredita muito no mercado brasileiro, tanto que a fábrica mais moderna da empresa fica no Brasil, na cidade de Itú (SP). Os produtos da empresa que a AÇÃO Informática passou a distribuir, principalmente os da linha x86, que foi incorporada da IBM, são altamente relevantes para um mercado que necessita claramente de soluções rápidas e competitivas”, declara Maurício Affonso da Conceição, Diretor de Produtos e Soluções da AÇÃO Informática.

“A AÇÃO Informática é uma companhia que conhece muito bem o mercado de tecnologia. Por isso, acreditamos que a parceria é estratégica para o crescimento dos nossos negócios e penetração da linha de servidores X86, que passou a integrar o nosso portfólio corporativo no fim do ano passado possibilitando a oferta de soluções completas aos nossos clientes”, disse Rodrigo Fusco, diretor de canais da Lenovo.

Os produtos Lenovo se juntam às outras marcas que formam o portfólio da AÇÃO Informática, que já conta com fabricantes como IBM, Oracle, HP, EMC, Red Hat, VMware, entre outras. As soluções Lenovo serão distribuídas pelo Grupo AÇÃO para toda América Latina, que desde 2008 expandiu as operações de distribuição de soluções S-VAD para suas operações na Argentina, Chile, Colômbia, Equador, Peru e Uruguai, onde atua por meio da subsidiária AKTIO.

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Aplicativo facilita a gestão financeira e fiscal de Microempreendedores Individuais

Para facilitar a vida dos quase 5 milhões de microempreendedores individuais (MEI) do Brasil, o Sebrae e o Buscapé Company assinaram parceria para lançar, em uma iniciativa inédita, o Qipu (www.qipu.com.br), aplicativo gratuito disponível para iOS, Android e Windows Phone, que ajudará a controlar pelo celular ou pela sua versão web todas as obrigações das microempresas. O aplicativo é de fácil navegação, pensado segundo a realidade do MEI, que normalmente trabalha sozinho e tem pouco tempo para dedicar à gestão financeira.

“Os microempreendedores ainda não contavam com uma ferramenta amigável e gratuita para organizar a movimentação e para lembrá-los das obrigações, como o Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) e a declaração anual”, assinala o presidente do Sebrae Nacional, Luiz Barretto. Para ele, além de ser uma ferramenta financeira, o Qipu atua como processo de inclusão digital. “O Sebrae já oferece capacitação em gestão via smartphones para os Microempreendedores Individuais. Por isso, é muito natural também ajudá-los a organizar as vendas e controlar as despesas usando o celular”, completa.

“Com o Qipu, o microempreendedor individual poderá fazer a declaração anual com maior facilidade. O aplicativo controla as vendas e compras durante todo o ano e já prepara a declaração anual para o empreendedor. Em breve, os MEI de comércio também poderão listar seus produtos em destaque no aplicativo do Buscapé”, acrescenta Romero Rodrigues, CEO Global do Buscapé Company.

Principais features do aplicativo Qipu:

– Mais de 40 notificações inteligentes, como lembrete para pagamento do DAS-MEI, para fazer entrega da declaração anual, do direito a benefícios previdenciários (salário maternidade, aposentadoria etc) e outras obrigações.

– Domínio de toda movimentação financeira (receitas e despesas) e elaboração da declaração anual para envio no prazo correto.

– Controle e educação sobre os benefícios previdenciários.

Sobre o MEI

Para se tornar um MEI, é preciso ter faturamento de até R$ 60 mil por ano e o empreendedor não pode ter participação em outro negócio como sócio ou titular. Para emitir o CNPJ é muito simples. Basta acessar o Portal do Empreendedor, fazer a inscrição e a microempresa está pronta para emitir notas fiscais, abrir conta bancária e pedir empréstimos. O MEI pode contratar um empregado com um salário mínimo ou piso da categoria.

A obrigação tributária também é simplificada: apenas deve pagar uma guia mensal (DAS-MEI), que varia de R$ 40,40 a R$ 45,40, dependendo da área de atuação, valor destinado a Previdência Social e ICMS ou ISS. Os valores são atualizados anualmente de acordo com o salário mínimo. O MEI se enquadra no Simples Nacional e é isento do pagamento dos tributos federais (Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL). Além da guia mensal, a única outra obrigação é a entrega da declaração anual.

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