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ParkMe chega ao Brasil para revolucionar a forma de estacionar veículos

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Acompanhando a evolução tecnológica e seguindo o conceito de “cidades inteligentes”, chega ao mercado brasileiro a solução ParkMe. Com a proposta de facilitar a vida dos condutores, permite a localização, reserva e pagamento antecipado de estacionamentos por meio de uma plataforma online, o portal parkme.com, e também disponível para dispositivos móveis com os sistemas operacionais Android, iOS e Windows Phone.

A ParkMe é a maior plataforma do mundo neste segmento, com mais de 100 mil estabelecimentos cadastrados em 4.000 cidades, distribuídas em 64 países. No Brasil, a empresa já possui cerca de 6.000 estacionamentos cadastrados e a perspectiva é chegar em 20.000 estabelecimentos, até o fim de 2017, nas principais capitais do país. Atualmente, o serviço está disponível em São Paulo, e em estacionamentos adjacentes aos aeroportos de Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, Campinas, Recife, entre outros.

“O objetivo é oferecer uma solução de ponta a ponta ao motorista, permitindo localizar, reservar e pagar por vagas. Tiramos uma preocupação do usuário, pois sabemos que não é fácil estacionar em diversos pontos da cidade, e com a solução conseguimos garantir um espaço para o veículo”, comenta Mário Coutinho, responsável pela ParkMe na América Latina. “Carros com sistemas de navegação inteligentes podem também fazer a busca, reserva e pagamento diretamente de seus painéis”, completa.

O uso é muito simples, basta localizar o estacionamento de preferência, escolher data e horário e, em seguida, fazer o pagamento por meio do cartão de crédito. Pronto! A vaga fica reservada para o motorista. Basta imprimir o comprovante ou apresenta-lo a partir de um smartphone no estacionamento. Quando o destino é para locais de grande movimentação como shows, eventos esportivos e aeroportos, a conveniência da plataforma torna-se ainda mais evidente.

Além da comodidade, outra grande vantagem de se reservar uma vaga por meio do ParkMe é o lado financeiro. É possível economizar até 50% dos valores cobrados nos dias de evento, quando a procura cresce muito e a demanda diminui. Em São Paulo, os estacionamentos mais procurados estão próximos a locais como Estádio Allianz Parque, Espaço das Américas, Ginásio do Ibirapuera, Estádio do Morumbi, Aeroporto de Guarulhos e Congonhas.

Já é possível garantir uma vaga com antecedência, em estacionamentos credenciados, para eventos que vão acontecer durante todo o ano de 2016, entre eles os shows de Aerosmith, Andrea Bocelli e Black Sabbath.

“Nós brasileiros somos apaixonados por carros, tecnologia e novidades que facilitam a vida. A ParkMe consegue reunir esses três elementos e tem a tendência de se popularizar muito rapidamente. Em breve escolher uma vaga de estacionamento vai ser como comprar ingresso para o cinema, se você deixar para última hora as melhores vagas já estarão reservadas ou, até mesmo, não haverá disponibilidade”, analisa Helder Azevedo, vice-presidente e diretor geral da INRIX para a América Latina.

Neste primeiro momento a ParkMe oferece opções de estacionamentos privados, porém em breve será possível reservar e pagar por locais públicos, inclusive em vagas de rua. As reservas no Brasil ainda são feitas exclusivamente pelo portal parkme.com. O aplicativo móvel deve permitir transações de cartões de crédito no país a partir do segundo semestre.

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Agile Banking é tema de webinar promovido pela GFT Brasil

Companhia de Tecnologia da Informação especializada no setor financeiro ministra primeiro seminário on-line sobre tema que desafiará os serviços financeiros

Nos próximos cinco anos, consultores da indústria preveem que 35% das receitas dos bancos estarão ameaçadas por novos players na indústria. O aumento da quantidade de clientes que desejam serviços financeiros digitais, mais ágeis e conectados desafiará a infraestrutura tradicional das instituições financeiras, abrindo espaço para novos players no mercado. Estas empresas estão, cada vez mais, ganhando participação no mercado pela eficiência e agilidade nos serviços prestados.

Diante deste cenário, a GFT Brasil, companhia de Tecnologia da Informação especializada em Digital para o setor financeiro, ministrará no dia nove de junho de 2016, das 11h às 12h, seu primeiro Webinar, uma iniciativa que a cada mês irá abordar temas que têm desafiado o mercado e que são de grande interesse público.

Para o mês de junho, o tema escolhido será “Agile Banking: um novo jeito de moldar seu negócio”. O conteúdo programático do seminário on-line envolve os princípios do Agile Banking e como as soluções de transformação digital podem ajudar as instituições financeiras na melhoraria de seu posicionamento de forma competitiva, desbravando novos mercados, além de atrair e reter mais clientes.

O evento é gratuito e as vagas são limitadas. As inscrições poderão ser realizadas pelo site www.gft.com/webinar ou através do telefone (11) 2176-3253 (com Andressa Oliveira).

Data: 9 de junho de 2016
Horário: Das 11h às 12h (horário de Brasília – Brasil)
Local: Em um computador com áudio e acesso a internet (os detalhes de conexão serão enviados aos participantes inscritos dois dias antes do evento).

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Parque Tecnológico de São José dos Campos se torna o maior do País

O Parque Tecnológico São José dos Campos e o Centro para a Competitividade e Inovação do Cone Leste Paulista (Cecompi) se tornam nesta semana uma só organização. Com isso, o Vale do Paraíba passa a abrigar o maior complexo de inovação e empreendedorismo do País, com um total 304 empresas e seis instituições de ensino e pesquisa. Na união das duas instituições prevaleceu a denominação Parque Tecnológico São José dos Campos, cuja sede fica no km 138 da Via Dutra (SP-RJ) em uma área de 25 milhões de metros quadrados.

Inaugurado em 2009, o Parque foi o primeiro a ser credenciado no Sistema Paulista de Parques Tecnológicos. Sua atividade é diversificada, constituída por diferentes ambientes e tem a participação de empresas de vários segmentos econômicos, como aeronáutico, espacial, TIC, saúde e automotivo, dentre outros. Conta também com unidades de seis instituições de ensino e pesquisa, como as universidades Estadual Paulista (Unesp) e Federal de São Paulo (Unifesp) e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT).

“Somos um ambiente diversificado, com uma forte sinergia de empresas entre si e de empresas com instituições de ciência e tecnologia”, resume Marco Antonio Raupp, diretor geral do Parque e ex-ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação (fevereiro 2012-março 2014). Ele dá ênfase também ao fato de a instituição ser financiada por recursos tanto privados como públicos. Desde sua criação, o Parque teve investimentos de R$ 1,9 bilhão.

Ambientes diversos

O Parque Tecnológico São José dos Campos é o único no mundo em que são realizadas atividades das três maiores fabricantes mundiais de aviões: Boeing, Airbus e Embraer. Isso se deve aosvários ambientes que compõem a instituição.

São três centros empresariais, onde estão60 empresas de pequeno, médio e grande porte. Todas elas realizam atividades de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação.

P,D&I é o foco também dos cinco Centros de Desenvolvimento Tecnológico, dedicados a projetos em Saúde, TIC, Aeronáutica, Águas e Saneamento Ambiental, e Construção Civil. Cada Centro conta com uma empresa-âncora e várias empresas menores.

Os laboratórios do Parque são também utilizados pelas empresas em seus projetos de inovação. São três laboratórios: de Estruturas Leves; de Simulação de Sistemas Críticos; e de Desenvolvimento em Manufatura.

O Arranjo Produtivo Local de TIC reúne 66 empresas, desenvolvedoras de softwares, hardwares e serviços de TI, com foco principal em varejo, cidades inteligentes e indústria 4.0.

Já o Cluster Aeroespacial e de Defesa, encabeçado pela Embraer, reúne 116 empresas,distribuídas em seis Estados brasileiros. Elas atuam em consultoria, engenharia, serviços, indústria e manufatura, e defesa e segurança.

O Parque tem a sua própria incubadora de empresa e cuida de outras duas, externas, todas elas vinculadasao Programa Municipal de Incubadoras de São José dos Campos. No total, são 32 empresas incubadas.

Outras 30 empresas estão nas Galerias do Empreendedor, programa de natureza socioeconômica realizado em três bairros da periferia de São José dos Campos.

O Parque conta ainda com um Escritório de Negócios, cuja finalidade é colaborar com as empresas no seu desenvolvimento junto ao mercado. Os serviços são oferecidos também para empresas não vinculadas ao Parque Tecnológico.

Expansão

Estão sendo construídos mais um Centro Empresarial e dois laboratórios: um de Compatibilidade e Interferência Eletromagnética, e outro de Manufatura Digital e Prototipagem Virtual.

Paralelamente, o Parque se volta para a expansão imobiliária e a instalação de novos estabelecimentos de serviços para atender sua população de seis mil pessoas. Para isso, a administração está aberta a parcerias com empresas dos setores potencialmente interessados, como incorporadoras e construtoras imobiliárias, estabelecimentos bancários, restaurantes, lojas comerciais e prestadores de serviços diversos.

Parque Tecnológico São José dos Campos em números:

– R$ 1,9 bilhão em investimentos
– 25 milhões de m² é a área
– 6 mil pessoas diariamente
– 60 empresas residentes no Parque
– 6 instituições de ciência e tecnologia
– 116 empresas associadas ao APL Aeroespacial
– 66 empresas associadas ao APL TIC
– 32 empresas incubadas
– 30 microempresas as Galerias do Empreendedor
– 4 auditórios e 3 salas para locação para eventos
– 830 vagas de estacionamento de veículos

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Lições para o empresário sobreviver à crise política e econômica – Por Maurício Lima

Por Maurício Lima, sócio fundador da Invest Tech, gestora de fundos de investimentos focada em Venture Capital e Private Equity para o mercado de Tecnologia da Informação e Comunicações (TIC).

O cenário macroeconômico de 2016 é ainda mais crítico que o do ano passado, agravado por uma séria crise política e de legitimidade do atual governo, o que desestabiliza ainda mais o mercado e se reflete no humor de todo o empresariado brasileiro. Além de baixo crescimento, inflação em alta, aumento do desemprego e uma estrutura de governo com gastos administrativos elevadíssimos, com reflexo nas contas do país, soma-se a esses fatores a indefinição dos rumos políticos do país e as alternativas viáveis para que o Brasil saia do atual imbróglio institucional.

Diante de tantos desafios, fica a pergunta: como o empresário vai conseguir sobreviver a 2016? É certo que o caminho será tortuoso e o impulso para o sucesso não virá do ambiente externo. Assim, seguem algumas das lições mais valiosas que aprendemos investindo e trabalhando com empresários de muito sucesso em mais de 30 negócios ao longo dos anos:

Prepare-se para o pior: Trabalhe firme no dia a dia para superar a crise, mas considere em seu planejamento o pior cenário possível. Só assim você será capaz de fazer os ajustes necessários. Assim, você estará psicologicamente preparado para atravessar a crise.

Arrume a casa: É hora de olhar para dentro, pois é impossível prever quando se dará uma retomada macroeconômica. Não espere a crise passar para então organizar sua empresa. Reveja processos, mapeie indicadores financeiros e de desempenho, analise pontos de melhoria e o que é possível fazer para cortar gastos e estimular a produtividade. Lembre-se, se quer uma empresa sólida deverá contar com carteira pulverizada, receita recorrente e contratos de longo prazo.

Atenção redobrada com a satisfação do cliente: O momento é delicado e todos estão pressionados para reduzir custos. Seus concorrentes muitas vezes não fazem a conta e estão dispostos a fazer qualquer preço para gerar alguma receita. Não deixe que seu cliente ponha em dúvida o valor da sua oferta. Mostre-se mais do que nunca parceiro, renegocie contratos, aproxime-se de clientes estratégicos, personalize ao máximo seu atendimento. Os tempos pedem esforço redobrado com a satisfação dos clientes.

Disciplina e comprometimento: Parece básico, mas muitos negócios e empresários carecem dessas habilidades. A empresa tem um plano de negócios definido? Qual o faturamento que se pretende atingir no curto, médio e longo prazo? As metas são perseguidas e acompanhadas sistematicamente? Prove que sua empresa foi construída para durar, rentável para os sócios, os funcionários e o país.

Mais dinheiro é melhor que menos dinheiro: Outro ponto que parece básico, mas passar momentos de crise com a gestão financeira controlando cada recurso gerado é chave. O momento é difícil, mas há diversas oportunidades para atrair investidores e financiadores para o capital da empresa. Gestão, oportunidades de aquisição de concorrentes ou fusões estratégicas podem ser elementos geradores de interesse para novos sócios.

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Divórcio entre sócios é uma das causas de desestruturação de empresas no Brasil

O Brasil possui 18,8 milhões de empresas, sendo que 90% delas são compostas por integrantes de uma mesma família. Separar a vida profissional das relações familiares já não é uma tarefa fácil, imagine quando as duas coisas andam juntas. As separações e os divórcios vivenciados por sócios de empresas, além de terem se tornado bastante frequentes nos últimos anos, também já são considerados um dos grandes problemas enfrentados no ambiente empresarial. Segundo estudos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), os divórcios, no país, aumentaram em cinco vezes desde a década de 1980.

Segundo a advogada Monique de Souza Pereira, sócia do escritório Souza Pereira Advogados, em Curitiba, a disputa judicial por bens ou pela direção dos negócios, no caso de uma separação, pode desestruturar financeiramente a empresa e engessar suas operações diárias, bem como desvalorizar seu valor de mercado e gerar descrédito perante terceiros.

“Isso se dá porque, no início da formação da sociedade empresarial com o cônjuge, não existe aquela preocupação especial em já elaborarem documentos societários bem alinhados, tais como contrato social, estatuto social e acordo de sócios prevendo soluções legais quando da ocorrência de algum tipo de problema”, explica.

Separação de bens – Não é apenas o divórcio do casal que traz problemas com a separação dos bens. Quando o cônjuge não participa da sociedade, mas foi casado no regime de comunhão universal ou parcial de bens, ele tem direito à metade das ações ou quotas sociais mediante partilha de bens ao fim de um divórcio.

“No caso de uma sociedade anônima, o cônjuge poderá participar da sociedade empresarial com suas ações adquiridas, passando a fazer parte da vida societária daquela companhia. Já em sociedades contratuais, como exemplo a sociedade limitada, a partilha das quotas não implicará na aceitação imediata desse ex-cônjuge como sócio da empresa, o que dependerá do que se encontra estipulado no contrato social”, afirma Pereira.

Desafio – Em uma empresa familiar é essencial que se tenha planejado, organizado e regulado assuntos relacionados não só ao patrimônio, como também à família e à gestão empresarial, pois apesar de serem temas independentes, acabam se sobrepondo e causando conflitos dentro da sociedade.

Para que a empresa e os sócios não sejam prejudicados, a advogada recomenda que o casal empreendedor tome alguns cuidados prévios que preservem o equilíbrio e evitem potenciais problemas em razão de separações e divórcios, em especial a desestabilização financeira da empresa.

“Há alguns instrumentos que ganham relevância no momento desse planejamento, como por exemplo, o pacto antenupcial, o contrato de convivência, o testamento, o acordo de sócios, o contrato social, entre outros que, se elaborados por profissional capacitado observando as peculiaridades da empresa, da família e do casal, tornam-se grandes aliados para a construção de um negócio perene e de sucesso”, comenta.

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Internet das Coisas é imperativa na indústria 4.0

A estimativa dos institutos de pesquisa é de que a partir de 2020, a Internet das Coisas será o maior mercado de dispositivos do planeta. São previstos, em todo o mundo, em torno de 200 bilhões de carros, aplicativos, maquinários e dispositivos realizando operações remotas, monitorando e fazendo a interação entre produtos conectados à internet.

Essa é a era da Indústria 4.0, que já começou em muitos segmentos, onde os gestores entendem que o importante é ser inovador com sustentabilidade (do planeta e dos negócios), para aumentar a qualidade dos serviços e produtos, ter maior eficiência, conveniência e menores custos de operação. Com o uso de IoT as aplicações são infinitas, porque é uma contribuição vital para empresas e indústrias criarem novos patamares de eficiência.

“Muitas indústrias acabam de entrar nessa nova era de conectividade, por meio de uma infraestrutura robusta, desenhada especificamente para ambientes hostis e pronta para a integração com os equipamentos e soluções de automação”, explica Renato Carneiro, Presidente da 2S Inovações Tecnológicas – uma das pioneiras em projetos IoT no Brasil.

De acordo com o Gartner, em 2020, os investimentos em infraestrutura de IoT serão de US$ 1,53 trilhão no mercado consumidor e US$ 1,47 trilhão no setor corporativo.

Na Indústria 4.0 o caminho é acelerar os ciclos de inovação e otimizar os processos do negócio de forma inteligente. Para ajudar empresas de todos os setores a manter o rumo nessa estrada, a Internet das Coisas tem o papel de condutor ao unir a tecnologia de sensores, conectividade, big data
e analytics.

Por outro lado, tanto na indústria como nas empresas em geral, há uma preocupação constante com a cibersegurança. “Em IoT, você tem que garantir que tudo que está conectado é mesmo real, o que é possível quando criamos uma camada adequada de segurança na solução”, resume Carneiro.

Segundo estimativa da Cisco, dependendo do setor, entre 40% e 50% dos processos manuais de manufatura, transporte, varejo, petróleo e gás, geração de energia e mineração podem ser automatizados com a IoT.

Dados da IDC indicam que manufatura é o 3º mercado que mais cresce em adoção de IoT e a movimentação vai passar dos US$ 42,2 bilhões (registrados em 2013) para US$ 98,8 bilhões em 2018. Um aumento anual de 18,6% – superior à média geral de IoT, estimada em 16,9%.

Até a indústria da sucata precisa de IoT. Por exemplo, na classificação da sucata os objetos são avaliados presencialmente por profissionais qualificados, que os filtram conforme o tipo e qualidade. Esse processo, manual tem alto custo e pode ser aprimorado com a avaliação remota, a partir de um centro de controle que concentra os trabalhadores experientes, enquanto colaboradores de menor senioridade vão à planta com uma câmera, que registra e envia imagens à central em tempo real. Esse tipo de solução reduz o custo e também os riscos.

Ao colocar as pessoas na classificação da sucata, a preocupação não é só com a possibilidade de falha, mas também de fraude. Há casos em que a empresa contratada para transportar os objetos faz acordo com o colaborador para benefício das duas partes, como mentir valor ou tipo de material.

“Esse projeto ganhou nova fase por meio de IoT: uma camada de inteligência e analytics permite que a imagem captada pelas câmeras seja classificada automaticamente. No começo, os profissionais instruem o banco de dados, validando e checando as inserções, até, após um ano, o sistema fazer avaliações de forma autônoma”, afirma Mirella Damaso Vieira, IoT Business Development Manager da 2S Inovações Tecnológicas.

Carneiro ressalta que, com a estratégia adequada, a Internet das Coisas é uma grande aliada em ambientes hostis, comum na indústria. “Um local de trabalho perigoso também torna a manutenção da infraestrutura mais complexa. Para resolver isso, sistemas inteligentes de IoT podem conectar equipamentos com M2M (machine-to-machine) e fazer com que a rede monitore constantemente a situação física, como temperatura, avarias e de performance de cada elemento. Isso possibilita a manutenção preditiva, garantindo otimização da vida útil de cada item”.

Em relação aos custos, IoT representa pouco comparado aos robôs ou máquinas. “Considerando o caso da implementação de 400 câmeras em uma fábrica, por exemplo, mesmo incluindo switch de rede e storage, o valor fica em 0,1% do custo total dos equipamentos de automação”, detalha Mirella.

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82% dos grandes varejistas já utilizam tecnologia para fidelizar clientes nas lojas físicas

A Zebra Technologies Corporation (NASDAQ: ZBRA), líder global em soluções e serviços que garantem visibilidade em tempo real sobre ativos das organizações, pessoas e transações, divulgou hoje os resultados de sua mais recente pesquisa sobre o comportamento do consumidor conectado na América Latina. Os dados mostram que a região continua buscando na tecnologia soluções que criem experiências de compra diferenciadas e capaz de gerar fidelização.

A pesquisa entrevistou tanto profissionais de TI quanto de marketing em empresas de varejo que atuam na região. O objetivo da pesquisa era identificar como o varejo está usando a tecnologia para atender às crescentes expectativas dos clientes. Segundo a pesquisa, 82% dos varejistas pesquisados na América Latina oferecem conectividade aos clientes dentro da loja por meio de aplicativos de fidelização, mas apenas 46% fazem um uso inteligente dos dados para melhorar a experiência do cliente, aumentar os níveis de satisfação com o atendimento e realizar o monitoramento dos pontos de venda.

Na contramão, 18% dos varejistas pesquisados se conectam aos clientes e a seus smartphones oferecendo conexão Wi-Fi gratuita. Os varejistas também ainda estão se adaptando à nova realidade digital: cerca de 80% dos varejistas ainda enviam catálogos impressos; no entanto, 50% pretendem enviar ofertas personalizadas para os dispositivos dos clientes que estão na loja em um futuro próximo.

Os varejistas brasileiros são os mais entusiastas da região, já que a maioria planeja oferecer algum tipo de tecnologia em suas lojas em um futuro próximo, como scanners de mãos ou quiosques de autoatendimento.

“O setor de varejo está evoluindo bastante, e isso também é realidade no Brasil. Hoje, os clientes estão mais exigentes e esperam uma melhor experiência dentro das lojas. Mesmo os clientes mais fiéis às marcas podem eventualmente buscar um concorrente, caso vivencie uma experiência que não seja a ideal”, explica Vanderlei Ferreira, country manager da Zebra Technologies no Brasil.

Segundo estudo, 62% dos varejistas usam informações obtidas de sistemas de fidelidade, cartões de crédito e de débito para identificar produtos adquiridos e 59% para descobrir dados demográficos dos consumidores que frequentam suas lojas.

“O mercado passa por mudanças e são várias as opções de varejo disponíveis, tanto em nível regional quanto mundial. Por esses motivos, oferecer uma excelente experiência nas lojas ajudará a atrair e fidelizar mais clientes” explica Ferreira. “Essas novas estratégias envolvem velocidade e eficiência, personalização da experiência de compra e um nível mais elevado de serviços dentro da loja para garantir que os clientes possam comprar os itens que desejam que os serviços e soluções da Zebra podem ajudar a alcançar” completa o executivo.

A IDG Connect, a pedido da Zebra, realizou o estudo “O consumidor conectado na América Latina: como os varejistas latino-americanos podem aprimorar a experiência dos clientes dentro das lojas”. Profissionais de TI e marketing em empresas de varejo foram entrevistados no Chile, Brasil, México e Colômbia para identificar como eles estão usando a tecnologia para atender às crescentes expectativas dos clientes. A maioria dos varejistas entrevistados empregava entre 500 e 5.000 pessoas em suas operações e oferecem algum nível de conectividade aos clientes dentro de suas lojas.

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Congresso Cards aborda a tendência multicanal no Brasil

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O cliente conhece o produto na loja, compra pela internet, e vice-versa. O consumidor de hoje é multicanal, ou seja, compra em diversos canais no momento que for mais conveniente e prático para ele.

O futuro do omnichannel e a sua importância para o mercado varejista nos próximos anos será um dos temas abordados pelo Congresso Cards, que acontece de 15 a 17 de junho, paralelamente à Cards Payment & Identification 2016, no Expo Center Norte em São Paulo.

De acordo com o Prof. Doutor das matérias de E-Commerce, Redes Sociais e Comportamento do Consumidor On-line da ESPM, Alexandre Cavalcanti Marquesi, não existe uma fórmula mágica. “A iniciativa deve ser uma opção simplificada e que caiba no bolso da empresa. Usar aplicativos e redes sociais como Whatsapp e Facebook são métodos rápidos e baratos. Já projetos maiores dependem de especialistas”, explica o professor.

Os números relacionados a esse tipo de estratégia chamam a atenção: mais de 17 bilhões de brasileiros realizaram pelo menos uma compra on-line no primeiro semestre de 2015; clientes multicanal gastam 82% mais que os clientes de lojas intencionais.

Em 2016, o e-commerce nacional deve crescer 18% em relação a 2015 e faturar R$ 56,8 bilhões, de acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). O ano deve registrar 190,9 milhões de pedidos nas lojas virtuais, com um ticket médio de R$ 298.

As compras via aparelhos portáteis devem representar 30% do total de pedidos, ante 20% em 2015, o que torna o mobile ainda mais importante para os varejistas brasileiros. A participação das PMEs na receita geral também deve aumentar, atingindo a marca de 22,1% este ano.

“As facilidades oferecidas pelos varejistas virtuais, como promoções e preços baixos, seguem como atrativos para os consumidores, projetando um crescimento que nem mesmo a crise econômica no Brasil deve impedir”, ressalta o presidente da ABComm, Mauricio Salvador.

Congresso Cards

Dias: 15 a 17 de junho de 2016
Local: Expo Center Norte – Pavilhão Azul
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333, Vila Guilherme

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Compras governamentais: como participar deste universo? – Por Daniela Triñanes

Está no pensamento de muitos empreendedores que vender para o governo, seja na esfera federal, estadual ou municipal, não é vantajoso e tampouco seguro. Entretanto, é preciso sair do achismo de que “o governo não pagará à minha empresa; vamos arcar com um calote”, instaurado por antigos casos, enquanto não existia uma lei de amparo aos credores, e ainda pela falta de gestão e conhecimento do mercado de compras governamentais.

Primeiramente, é preciso saber que toda compra governamental é protegida pela Lei de Responsabilidade Fiscal. É esta que garante mais controle em contas públicas e age com rigor para que nenhum governo contraia empréstimos ou dívidas fora de seu alcance. A Lei, criada em maio de 2000, dita a obrigação de que todas as finanças governamentais sejam detalhadamente apresentadas para o Tribunal de Contas da União, do Estado e dos Municípios.

Além disso, há diversos mecanismos que contribuem para um maior índice de resultados positivos ao se vender por meio de concorrência pública. A adoção de um software de obtenção, gestão e inteligência de mercado, que amplie a visão sobre os interesses de empresas e também estude o comportamento de compra do governo e últimos preços praticados, pode ser o principal passo rumo às vitórias em licitações públicas.

Segurança em vender para o governo

A garantia de venda e desenvolvimento interno, por exemplo, estão entre os principais prós para quem entra no mundo das compras públicas. O governo pode pedir ampliação de prazo e até atrasar, mas não dará calote nos produtos ou serviços fornecidos por sua empresa, fique tranquilo.

Outro ponto positivo para quem está amparado por dados exatos e informações que ampliem sua visão neste mercado é que a história e o medo de margens espremidas e preços mais baixos não são verdadeiras. Com uma solução inteligente, é possível praticar preços mais justos e competitivos, mas sem reduzir drasticamente a rentabilidade.

Para concorrer com propriedade e hipóteses de vencer, basta estruturar bem sua empresa – pequena, média ou grande –, deixar toda a documentação em ordem e iniciar o acompanhamento das ofertas de compras públicas. Segundo o Ministério do Planejamento, somente as pequenas e médias empresas movimentaram no primeiro semestre de 2015 mais de R$ 10 bilhões.

Sem dúvidas, sua empresa pode estar entre esse montante, ainda mais que, no início de 2016, entrou em vigor um decreto do Governo Federal que determina exclusividade às pequenas e médias em compras públicas de até R$ 80 mil, em todas as esferas.

Documentação sempre em dia

Inicialmente, é necessário entender que processos para compras públicas geralmente funcionam por licitação. Trata-se do método usado por qualquer entidade que use o dinheiro arrecadado em impostos ou taxas para contratar serviços e adquirir qualquer produto. Tudo é amparado por lei.

Quatro documentos são os mais importantes para começar a participar dos pregões: habilitação jurídica, qualificação técnica, qualificação econômico-financeira e regularidade fiscal.

A habilitação jurídica verifica a legalidade da empresa, o ramo de atividade e a situação dos sócios. Já a qualificação técnica é o que comprova que sua empresa tem capacidade de fornecer o produto ou serviço negociado. Para atestar que a saúde financeira de sua empresa é capaz de fornecer o que propõe, é solicitada a qualificação econômico-financeira. Por fim, e de extrema importância, está a regularidade fiscal.

Regularidade fiscal

Trata-se da reunião de documentos de cadastramento e certidões que comprovam que tudo em sua empresa está dentro da lei. Esta parte toda é atestada pela apresentação de cartão do CNPJ, regularidade com a Fazenda em todas as esferas, certidões que comprovem estar quite com INSS (Instituto Nacional de Seguro Social) e FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço).

Para obtê-los, basta comprovar que impostos e encargos sociais estão pagos. Só tome cuidado para não perder o prazo. É melhor providenciar a documentação assim que souber da licitação para não correr o risco de não dar tempo de estes serem analisados.

Cuidados essenciais

A documentação foi providenciada e tudo está mais do que certo com a contabilidade de sua empresa? Então é hora de prestar atenção em alguns detalhes antes mesmo de se empolgar a participar de algum processo de compra governamental.

Desta forma, para a fase de competição, leia com atenção o instrumento ou contrato, analise as condições para a competição por meio da habilitação do edital, nunca reduza o preço ao patamar que impeça a execução do trabalho, esteja atento e acompanhe todos os passos da licitação.

Minha empresa ganhou a licitação! E agora?

Sua empresa tem motivos de sobra para comemorar: ganhou a licitação e fornecerá seu produto ou serviço a um órgão governamental. Nesta fase é importante atentar aos prazos do contrato e cumpri-los à risca. Todos os pedidos e formas de entrega devem estar protocolados. Além disso, saiba que sua empresa terá que ter capital de giro para arcar com o prometido.

É fundamental que este processo seja feito antes do início da prestação de serviço ou fornecimento de produto. Sua empresa deve começar com tudo em ordem, assim, problemas e preocupações podem ser evitados em compras governamentais. Reveja os prazos sempre que preciso e analise como o órgão paga a seus fornecedores.

Pode até demorar, mas qualquer órgão público também tem que cumprir rigorosíssimas normas, regidas por leis, prazos de pagamento, bem como valores acertados no empenho. Então, boa sorte!

*Daniela Triñanes é diretora da IBIZ Tecnologia, co-criadora do IBIZ Licita, serviço pioneiro e único em obtenção, gestão e análise de dados para empresas que participam de processos de compras públicas e governamentais.

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Entenda o que é coworking e quais seus benefícios

Um novo modelo de trabalho que vem se destacando entre os profissionais brasileiros, principalmente nas grandes capitais, é o coworking, ou escritório compartilhado, este é um formato que possibilita o compartilhamento de espaços e recursos de escritórios entre as pessoas, reduzindo muito os gastos operacionais.

Segundo Diogo Sales, Sócio Diretor da Gowork (www.gowork.com.br), empresa líder no segmento, essa opção se estabeleceu no mercado pela sua acessibilidade e praticidade. “Hoje existem empresas como a nossa, que possibilitam essa estrutura de forma muito simples, assim, para um empreendedor ou empresa que precisa de um espaço diferenciado para trabalho, um coworking é o ideal”.

Como funciona

Hoje existem várias ofertas por esse tipo de serviço, existindo até os gratuitos, mas o grande destaque fica para os espaços locados, pois neles as pessoas podem contar com toda uma infraestrutura profissional de um escritório de alto padrão. Podendo até mesmo utilizar o coworking como endereço fiscal da empresa ou de uma filiar.

São diversas as facilidades, tais como:

– Não precisa se preocupar com locação de imóvel e todas dificuldades relacionadas;

– Moveis e outros utensílios de escritórios já fazer parte do pacote dos principais coworkings;

– Se estabelece como uma alternativa ao isolamento do modelo home office, que se mostra por vezes improdutivo;

– Opções de encontrar localizações privilegiadas que proporcionam potencialização de novos negócios.

Outro ponto importante é que esses espaços não se limitam apenas para pequenos negócios. “Hoje existe a possibilidade de empresas de qualquer porte locarem esses espaços e utilizarem os benefícios, para quem precisa de apenas uma estação existem espaços coletivos, mas para quem quer espaços maiores e personalizados, a partir de quatro unidade já podemos fornecer e não existindo limites. Já fizemos diversos projetos especiais para empresas de grande porte”, explica o diretor da Gowork.

Custos reduzidos

Boa parte dos gastos de uma empresa se encontra nos processos administrativos, são os custos com telefonia, luz, água, manutenção, limpeza, dentre outros que quando se coloca na ponta do lápis se mostram muito expressivos. Isso, sem contar, com o aluguel. Ao locar um espaço de coworking, existe a possibilidade de unificar todos esses gastos em um só, muito abaixo do que seria em outra situação.

“O grande diferencial é que a divisão só proporciona benefícios para quem se utiliza desse modelo de trabalho, pois os gastos chegam a ficar até 40% menores do que em uma locação individual de escritório, isso sem contar com o tempo que se ganha por não ter que se preocupar com essas questões que não fazer parte do escopo do negócio”, conta Diogo Sales. Enfim, para empresas modernas que necessitam de espaços para crescer, um coworking é mais que uma opção, é um diferencial.

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Twitter anuncia novidades na plataforma

O Twitter anuncia novos recursos que serão implementados na plataforma. No decorrer dos próximos meses, fotos, GIFs, vídeos, enquetes e reproduções de outros Tweets deixarão de ser contabilizados como parte do limite de 140 caracteres por Tweet, oferecendo assim mais flexibilidade ao usuário na hora de compartilhar suas mensagens.

No caso de Tweets de resposta a outros usuários, os nomes de perfis citados serão exibidos antes da mensagem, deixando de ocupar espaço dentro do texto. Além disso, novos Tweets que comecem com o sinal @ passarão a atingir as timelines de todos os seguidores, e não apenas das pessoas diretamente envolvidas na conversa.

Outra novidade é a possibilidade de o usuário Retweetar os seus próprios Tweets, o que antes não era possível. Isso valerá também para a para a função Twitter Quote: o botão que permite reproduzir um Tweet inteiro de outro usuário, agora oferece a opção de reproduzir Tweets do próprio perfil.

“A expansão dos 140 caracteres é uma otimização técnica que não mudará os conceitos do Twitter. Estamos sempre buscando novas formas de incentivar a expressão na plataforma, sem perder as principais características do nosso DNA, como a velocidade e a concisão”, afirma Phillip Klein, diretor de estratégias de expansão do Twitter Brasil.

As mais recentes atualizações visam permitir que os usuários tenham mais liberdade para utilizar os seus 140 caracteres, tornando o hábito de Tweetar mais intuitivo, especialmente para os novos usuários. Tudo sem comprometer o imediatismo e a velocidade que fazem do Twitter o melhor lugar para comentários, conexões e conversas em tempo real.

Durante a última década, o Tweet evoluiu de um simples texto de 140 caracteres para um espaço de compartilhamento de fotos, vídeos, hashtags e muito mais. Ao longo dos últimos meses, o Twitter vem anunciando uma série de novos recursos que enriquecem a experiência do usuário, como a inclusão de GIFs nos Tweets, criação de pesquisas, transmissões via Periscope na linha do tempo, o Twitter #Moments, ferramenta que permite aos usuários do Twitter acompanhar uma seleção dos Tweets mais importantes sobre os principais assuntos, entre outras.

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5 conselhos para adoção de um ERP moderno – Por Lisandro Scuitto

Por Lisandro Scuitto, diretor de produtos da Infor LATAM

Quando você fala sobre planejamento de recursos empresariais, o que vem a sua mente? Adoção de tecnologia (s) específica (s)? Um ERP inteligente e moderno? Faça uma pesquisa com alguns dos seus colegas de profissão e chegará a conclusão que as empresas esperam funções inteligentes das soluções de ERP vendidas como ‘modernas’.

Com isso, o desafio dos fornecedores de ERP tem sido, cada vez mais, transformar diversas atividades no “core” do software, e se aprofundar em áreas funcionais capazes de apoiar o desenvolvimento da organização. Um exemplo disso são os ERPs que fornecem capacidades básicas de gestão de recursos humanos integrado com uma solução de gestão de capital humano, que permita não apenas fazer a gestão de talentos, mas a de aprendizagem dos colaboradores. Por isso, veja cinco conselhos fundamentais antes de adotar uma solução de ERP vendida como ‘moderna’:

1) Expansão

A crise econômica não deve desanimar o empresário. É preciso sim pensar em expansão dos negócios antes de adotar uma tecnologia. Conhecer as necessidade de cada líder da organização e consider o crescimento dentro da estratégia e da fase tecnológica da empresa é um bom começo. Antes de adotar a tecnologia, tenha em mente as necessidades que surgirão com o crescimento. Por exemplo: o aumento de vendas demandará uma solução para melhorar o relacionamento com clientes; e a expansão dos negócios e do número de funcionários, uma de gestão de capital humano e de localização.

2) Analise os fornecedores, mas saiba do que precisa

Muitas vezes, os vendedores de softwares estão “encaixotados” ao fazer a demonstração dos seus produtos. Tenha cuidado ao definir o escopo do seu projeto de ERP com base nas necessidades atuais da empresa. Isso permitirá que os fornecedores sejam mais detalhistas em suas propostas, no entanto, os vendedores devem mostrar a integralidade da sua estratégia, portfólio de soluções e roteiros de negócios que permitiram a sua equipe considerar o potencial de cada fornecedor como um parceiro estratégico.

3) Cuidado com a personalização a qualquer custo

Escolher um fornecedor que entenda do segmento do seu negócio e conheça as terminologias e regulamentos específicos evitará criar a necessidade de fazer modificações no sistema de gestão, e também evita as ‘personalizações a qualquer custo’, que podem dificultar a atualização do software e comprometer a assistência técnica. Para minimizar essas mudanças é aconselhável adotar processos padrão.

4) Planeje a implementação

Planejar a implementação é essencial, pois pode ajudar no treinamento dos colaboradores e a fazer bom uso do suporte oferecido pelo fornecedor, inclusive no update da solução. Lembre-se que a experiência do usuário é importante, pois quanto mais intuitiva a solução, melhor é a aprendizagem. Por isso, não apresse ou pule etapas necessárias na implementação.

Também mantenha o controle das decisões sobre o volume do seu projeto, expectativas e resultados concretos, e colabore com o seu fornecedor em estratégias de implementação bem-sucedidas que aconteceram na empresa. Claro que nenhum projeto de ERP é exatamente igual, mas trabalhar em conjunto com pacotes de ferramentas de implementação do fornecedor pode ser útil.

5) Não é apenas funcionalidade:

Recursos como mobilidade e nuvem também são formas de envolver os funcionários com aplicações de negócios e ainda melhoram a comunicação interna. Uma solução ERP flexível permite que as organizações se concentrem nos detalhes que mais importam para seus negócios, como a busca por novas fontes de receitas e formas de atrair novos clientes. Por isso, é preciso se atentar a alguns aspectos importantes do software: velocidade, qualidade, inovação e serviço. O ERP verdadeiramente moderno atende às necessidades atuais da empresa, visando sempre o crescimento futuro do negócio.

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Atos é responsável por acessos aos Jogos Olímpicos Rio 2016

A Atos, líder internacional em serviços digitais e parceira mundial de TI do Comitê Olímpico Internacional (COI), anuncia hoje a emissão dos primeiros Cartões de Identificação e Credenciamento para os Jogos Olímpicos Rio 2016. Durante os próximos três meses, 300.000 credenciais serão emitidas para a mídia, atletas, oficiais e patrocinadores.

As credenciais dão acesso às arenas Olímpicas e auxilia os tramites de imigração ao ingressar no país. O sistema de credenciamento, idealizado e administrado pela Atos, possui o mesmo nível de segurança dos sistemas utilizados para processar pedidos de passaportes e vistos.

O credenciamento é um elemento-chave para a segurança dos Jogos. Cada cartão inclui o nome e a foto do credenciado, além de um código de barras de segurança, para identificar o portador e definir suas permissões de acesso.

“A Atos é o parceiro global de TI e principal integrador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, e está liderando os trabalhos de integração tecnológica para reunir todos os sistemas de alta complexidade que apoiam os Jogos”, diz Michele Hyron, chefe de Integração da Atos para os Jogos da Rio 2016.

“Trabalhando com o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos Rio 2016 e o governo brasileiro, estamos oferecendo um sistema online com um processo de credenciamento seguro, que identifica os participantes credenciados, administra o processo de inscrição, define permissões de acesso e apresenta informações para controle de entrada”, finaliza Michele.

Quais são as diferenças entre os vários tipos de credenciamento? Por exemplo, um atleta participando dos 100 metros rasos precisa acessar a pista do estádio e a Vila Olímpica, mas um jornalista deve ter acesso ao Centro de Mídia e ao refeitório dos jornalistas.

“O sistema de credenciamento oferece procedimentos seguros e confiáveis”, segundo Francess Lusack, gerente geral de credenciamento do Comitê Organizador Rio 2016. “O sistema de credenciamento foi integrado com os sistemas preventivos das autoridades brasileiras para garantir a segurança dos Jogos. Todos os estrangeiros que apresentam seu Cartão de Credenciamento terão isenção de visto para entrar no Brasil.”

A Atos fornece soluções de TI para os Jogos Olímpicos desde 1992. A Rio 2016 será o primeiro evento onde parte do sistema de TI será hospedado em nuvem, representando um marco na transformação digital dos Jogos.

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Telefónica escolhe a P.I. Works para fornecer serviços de otimização de redes

A Telefónica, uma das principais operadoras de telecomunicações do mundo, escolheu a P.I. Works, uma importante provedora de soluções para melhorar o desempenho de redes móveis, implementadas globalmente, para fornecer serviços de otimização de redes.

Como parte do acordo, a P.I. Works irá usar sua própria solução patenteada e centralizada de rede auto-organizável (SON — Self-Organizing-Network), a uSON™, para resolver problemas de capacidade e cobertura na rede móvel da Telefónica.

Em consequência da extensa avaliação feita pela Telefónica dos serviços e soluções da P.I. Works, a qualidade da rede de acesso por rádio melhorou, enquanto a carga de trabalho da rede foi reduzido. Isso melhorou a experiência do usuário de comunicações móveis e reduziu a necessidade de upgrades da estação base.

“Colaboramos com a P.I. Works na otimização de nossa rede e os resultados foram muito bons. Consequentemente, escolhemos a P.I. Works como uma de nossas parceiras de serviços de otimização de rádio para o grupo Telefónica”, disse o gerente da Otimização e Desempenho na unidade de RAN-GCTO, Carlos López Calvo.

“Esse envolvimento mostra que a P.I. Works é uma fornecedora confiável, escolhida pela Telefónica para aprimorar o desempenho global da rede, maximizando sua capacidade de rede e, ao mesmo tempo, melhorando a satisfação do consumidor de uma maneira custo-eficiente, com as melhores soluções de SON”, disse o diretor de Vendas da P.I. Works, Eren Sivasli.

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Conheça as taxas de conversão que impulsionam as vendas do e-commerce

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Dicas estão disponíveis no e-book que acaba de ser lançado pela Mandaê, primeira e única startup de logística voltada para comércios eletrônicos do Brasil.

A Mandaê acaba de lançar o e-book Modelo Financeiro para E-commerce, voltado para todos os empreendedores que sonham em ter um comércio eletrônico de sucesso. O e-book está disponível para download gratuito no site www.mandae.com.br/baixe-o-ebook-planejamento-financeiro-para-ecommerce oferece dicas para as diferentes frentes do negócio, como vendas, marketing digital e gerenciamento de redes socais, selecionadas pela empresa de logística que ajudou a impulsionar mais de 3 mil clientes em apenas dois anos de funcionamento.

Com serviço completo de coleta, empacotamento e postagem de encomendas para dentro e fora do Brasil, a Mandaê atualmente ajuda mais de mil proprietários de comércios eletrônicos de São Paulo e de Osasco a economizar tempo, mão de obra e até dinheiro para fazer as entregas das suas mercadorias. Para criar a empresa em 2014, os sócios Marcelo Fujimoto e Karim Hardane aproveitaram o mesmo modelo financeiro de sua antiga loja virtual de produtos para bebês que está descrito com detalhes no e-book Modelo Financeiro para E-commerce.

“Mais que oferecer uma solução logística inovadora para pequenos, médio e grandes e-commerces, queremos criar produtos para estreitar a relação entre a Mandaê e os seus parceiros”, afirma o sócio-fundador da Mandaê, Marcelo Fujimoto. “Com o lançamento do e-book, pretendemos dar visibilidade a um modelo financeiro de sucesso e possibilitar que praticamente todo empreendedor consiga melhorar os resultados do seu comércio eletrônico a partir dessas dicas de negócios”, acrescenta ele.

Confira abaixo dicas retiradas do e-book Modelo Financeiro para E-commerces sobre os diferentes tipos de taxa de conversão e sobre como eles podem ajudar a impulsionar as vendas da sua loja virtual. Para ter acesso ao conteúdo completo, acesse: www.mandae.com.br/baixe-o-ebook-planejamento-financeiro-para-ecommerce
Para que a sua loja tenha uma taxa de conversão saudável (e melhor do que a média da indústria) é importante segmentar as conversões por fonte, pois cada fonte tem um comportamento diferente, além de taxas de conversão diferentes.

Orgânicos – Visitantes orgânicos são pessoas que ficaram sabendo do seu site por meio de pesquisa nos sites de busca. Como qualquer loja de e-commerce, existe certa porcentagem de pessoas que chegam ao seu site e efetuam uma compra, sem grandes esforços da sua parte. Para entender porque isso acontece, vamos supor que alguém fez uma pesquisa do termo “Bermuda moletom grafite”. Em virtude dos detalhes do produto otimizados para o Google, essa bermuda vai ser vendida para uma certa porcentagem de visitantes que simplesmente a tenham visto. Esse tráfego foi organicamente desenvolvido (ou seja, sem investimentos diretos por você para gerar essa demanda).

Marketing & Promocional – O tráfego Marketing & Promocional é conduzido para o seu site através de links diretos de outro site. Isso acontece quando um blogueiro de moda ou a imprensa escreve uma resenha, um post ou um material falando sobre os seus produtos. O fator de diferenciação desse segmento é que outro site está criando conteúdo online e linkando para o seu site para gerar tráfego inbound. Esse tráfego já foi condicionado para entender (e talvez querer) o seu produto ou a sua marca baseado na aprovação explícita ou implícita do blogueiro ou jornalista que falou sobre você. Ou seja, se a sua marca foi suficientemente diferenciada para ser mencionada por um blogueiro, o visitante pode se interessar mais por seu site e seus produtos.

E-mail – De longe, o e-mail é o canal mais valioso que você tem, pois é uma interjeição direta no cotidiano dos seus potenciais clientes. Se você entregar uma experiência de comunicação engajada, a sua marca e os seus produtos ficarão na mente do seu público-alvo. A vantagem do e-mail é que você tem a oportunidade de expressar a atitude da sua marca, criar uma conexão com o seu público e customizar uma mensagem personalizada para a pessoa exata no momento certo.

Redes sociais – Você precisa pensar nas redes sociais como uma conversa: é uma forma de capturar a atenção do público e criar brand-awareness. A qualquer momento, seus seguidores vão clicar num link e comprar do seu site. Porém, o tráfego desse canal tende a ter uma taxa de conversão muito baixa.

Pago – O Google tem construído um enorme negócio por entregar resultados. Os seus clientes mais valiosos virão de conversões orgânicas, mas é possível impulsionar o crescimento das suas vendas através de buscas pagas. Há um grande valor na compreensão desse canal. Mantenha um pequeno orçamento para você ou a sua equipe experimentar e aprender. Buscas pagas geram visitantes com uma mentalidade diferente sobre a sua loja, portanto, eles se comportam de forma diferente em relação à conversão. O visitante que clicou em “Bermuda moletom grafite” como um termo de busca está pesquisando se pode confiar em você e está aprendendo sobre a sua marca.

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Como a experiência do cliente aprimora a qualidade no atendimento? – Por Fabio Miranda

As organizações precisam buscar alternativas para acompanhar o mercado, que está cada vez mais competitivo globalmente, com uma sociedade cada vez mais dinâmica e novas tecnologias sendo desenvolvidas constantemente. Isso reflete diretamente na qualidade do atendimento e experiência do cliente, ou seja, a interação que este desenvolve com a empresa, e como ela está preparada.

O que é a experiência do cliente?

Ao interagir com uma interface, o usuário pode ou não ter boas impressões, dependendo da qualidade de performance nesse ambiente digital. Em 2015, uma pesquisa chamada “Experiência no Ecommerce”, conduzida por João Leão, traz dados importantes sobre este assunto e ressalta a urgência de se investir em experiência do usuário.

Entre os resultados, está a falta de inovação de layouts e ausência de ferramentas que simplificam a realização do pedido ou tarefas. Quanto ao relacionamento com os consumidores, o levantamento indica que 30% das lojas não os respondem e metade das que dão um retorno não resolvem o problema.

Com base nisso, o cliente se sente irritado e perde o foco quando tem de preencher extensos formulários ou não se situa facilmente na página do e-commerce. Portanto, vários pontos devem ser levados em consideração, como a combinação de cores, as imagens dos produtos e a usabilidade da plataforma.

Como ela é afetada por elementos de design?

Investir em quesitos de boa navegabilidade — visual atrativo por meio de layout personalizado, informações e estruturas bem planejadas — garante uma experiência tranquila e intuitiva ao cliente. Assim, um design inteligente, descomplicado e que reflete a essência da empresa é o grande diferencial e um fator determinante que influenciará positivamente o consumidor.

Como identificar pontos de melhorias?

A preocupação com o usuário deve ser constante em virtude de resoluções. Por isso, desempenho, facilidade de uso e realização da tarefa — da forma esperada frente aos múltiplos canais de comunicação — estão ligados à experiência do cliente.

É necessário planejar, criar estruturas e métodos para oferecer tais aspectos. Ao mesmo tempo, esse processo pode ser uma ferramenta fundamental e vantajosa para o desenvolvimento e a melhoria pontuais e eficientes dos serviços da empresa ao estabelecer métricas de gerenciamento, relatórios e feedbacks.

Investindo em treinamento

Em meio a esse cenário, investir em uma equipe de atendimento é mais um fator importante para a qualidade do serviço. Profissionais capacitados e comprometidos com a razão de ser da empresa serão um diferencial, que representará consonância entre seus valores e culturas com as expectativas do usuário.

Tendo o cliente como aliado

Hoje em dia, os consumidores são mais exigentes e têm mais voz, portanto, transformá-los em aliados de sua marca não é tarefa simples. Ainda mais se a experiência do cliente não for satisfatória.

Saber — por meio de estudos minuciosos — o perfil do seu público, como ele se comporta e do que ele precisa, além de empatia e real preocupação com o ser humano é, certamente, o “x da questão”. Investir na qualidade de atendimento significa, também, investir a longo prazo, uma vez que, se a experiência do cliente for positiva com a marca, haverá um processo espontâneo de fidelização.

Valorizar os acertos é um dos pontos cruciais para que a experiência do cliente seja fantástica! Esse conhecimento levará ao aprimoramento das diretrizes, no que tange a excelência de tudo que envolve as operações de interação cliente-serviços.

Será que a sua empresa sabe ouvir os clientes?

*Fabio Miranda, especialista em comércio eletrônico e líder de novos negócios da Direct Talk

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Connected Smart Cities vai anunciar as 50 cidades brasileiras com maior potencial de desenvolvimento

Quais as características de uma cidade inteligente e conectada? Quais indicadores devem ser levados em consideração nessa análise? Qual o papel do cidadão no desenvolvimento de cidades conectadas? Quais as soluções no curto, médio e longo prazo? Essas são algumas das questões que serão discutidas e respondidas no Connected Smart Cities 2016, evento que acontece nos dias 08 e 09 de junho, no Porto Maravilha, no Rio de Janeiro, com o objetivo de debater iniciativas para tornar as cidades brasileiras mais inteligentes e conectadas. “Por meio do intercâmbio de informações, unimos empresas de serviços e tecnologia de ponta, especialistas, prefeituras e pessoas engajadas com a otimização das cidades do Brasil, buscando inspiração em soluções implantadas nas cidades mais inteligentes do mundo”, destaca Paula Faria, diretora executiva da Sator, empresa idealizadora e organizadora do evento.

Eduardo Paes, prefeito do Rio de Janeiro, fará a abertura do evento. O fórum contará ainda com a participação de Bianca Debaets, Secretária de Estado da Região de Bruxelas-Capital; Alberto Teixeira, sociólogo e professor associado da Universidade Federal do Pará (UFPA); Basílio Dagnino, coordenador do GT da norma ABNT NBR ISO 18091; Dulce Helena Cazzuni, Secretária de Planejamento e Gestão de Osasco desde 2013, e que atua no setor público há mais de 26 anos.

Durante o Connected Smart Cities serão apresentados e analisados projetos em estudo ou já implementados que traduzem os diversos modelos de conectividade. Os participantes conhecerão exemplos bem sucedidos e aplicados em cidades como Curitiba (PR), Brasília (DF), Ipojuca (PE), Barueri (SP), Recife (PE), Campinas (SP), Guapuava (PR), Rio de Janeiro (RJ). Durante os dois dias também serão discutidos temas como as políticas público privadas como aliadas dos municípios para execução de projetos estratégicos: os desafios para modelagem; Eixos e Premissas para a criação de modelagem para estruturação de projetos de cidades inteligentes; A importância da criação de políticas públicas e ferramentas de apoio para o desenvolvimento dos APLs – Arranjos Produtivos Locais; A busca por alternativas de transporte e a regulamentação das novas tecnologias; A energia como vetor fundamental para o desenvolvimento das cidades inteligentes entre outros.

Ranking Connected Smart Cities

Na ocasião, também será feito o anúncio das 50 cidades brasileiras com maior potencial de desenvolvimento. No total, foram avaliados 700 municípios brasileiros de todos os perfis. O Ranking Connected Smart Cities foi lançado no ano passado, em São Paulo, com uma lista das cidades brasileiras mapeadas ao longo de 2014 e que tinham, na ocasião, maior potencial de desenvolvimento. A metodologia foi desenvolvida pela Urban Systems em parceria com a Sator, a partir do levantamento das principais publicações nacionais e internacionais sobre o tema cidades inteligentes, conectadas e sustentáveis. Com base nestes estudos, foram elencados cerca de 300 indicadores, que deram origem à seleção final de 70 que eram possíveis de ser mensurados nas cidades brasileiras. A partir daí, estes 70 indicadores foram desenvolvidos e coletados em banco de dados de organismos nacionais como Ministérios, Secretarias, Agências Reguladoras, entre outros.

O conceito de Cidades Inteligentes tem como base o aproveitamento das tecnologias para ajudar a solucionar os problemas dos grandes centros urbanos e é considerado com base em 11 setores: Mobilidade e Acessibilidade, Urbanismo, Meio Ambiente, Energia, Tecnologia e Inovação, Saúde, Segurança, Educação, Empreendedorismo, Economia e Governança.

A cidade anfitriã do Connected Smart Cities 2016 conquistou o primeiro lugar na classificação geral do ranking 2015 e também alcançou a primeira posição nos setores Economia, Tecnologia e Inovação e ficou entre as dez melhores colocadas em Empreendedorismo, Mobilidade, Meio Ambiente e Educação. A cidade sede dos Jogos Olímpicos 2016 foi considerada a cidade brasileira mais inteligente e conectada, destaque, principalmente, por conta de projetos como o Centro de Operações Rio (COR), que integrou 30 órgãos no monitoramento, antecipação e atendimento a ocorrências na cidade e a criação da Central de Atendimento ao Cidadão 1746, que reúne 45 órgãos na prestação de serviços e informações.

São Paulo, que obteve o segundo melhor resultado no ranking geral, foi a primeira colocada no setor Mobilidade, destaque por conta dos modais de transporte coletivo e a tecnologia de internet. A maior cidade do país também está entre as dez melhores no setores Tecnologia e Inovação, Meio Ambiente, Governança, Economia e Urbanismo. Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, São Caetano do Sul, Vitória, Florianópolis, Porto Alegre e Recife completaram as lista das 10 cidades com maior potencial de desenvolvimento.

Outras cidades que ocuparam destaque na avaliação setorial foram Maringá-PR (Urbanismo), Belo Horizonte-MG (Meio-Ambiente), Pirassununga-SP (Energia), Vitória-ES (Saúde), São Caetano do Sul-SP (Segurança), Florianópolis-SC (Educação), Brasília-DF (Empreendedorismo) e Curitiba-PR (Governança).

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HID Global Entra no Mercado de Identificações Governamentais via Smartphones

A HID Global, líder mundial em soluções de identidade segura, anuncia o lançamento da plataforma HID goIDTM que permite que documentos de identidade governamentais, como carteiras de motorista e passaportes, se tornem móveis e sejam disponibilizados via smartphone. A nova solução permite que celulares passem a concentrar uma variedade de aplicações de identidade segura, recebendo, apresentando e autenticando credencias móveis com grande nível de proteção e privacidade e possibilita novos níveis de conveniência, tornando mais fácil e rápida a emissão de documentos por parte do governo.

“A adoção de identidades móveis tem o potencial de simplificar a vida das pessoas, empoderando os cidadãos com mais aplicações, aumentando seu nível de confiança e alavancando o uso de outras identidades virtuais”, disse Rob Haslam, Vice-Presidente de Government ID (Identidades do Governo) da HID Global. “Como a primeira solução a possibilitar a emissão e recebimento seguros de credenciais em rede, a plataforma HID goID cria uma nova categoria de identidades móveis de cidadãos. Com grandes projetos em parceria com governos ao redor do mundo, como o Green Card norte-americano, a página de dados dos passaportes na Irlanda e a identidade nacional na Angola, a HID Global cria com a nova solução a fundação para uma evolução na indústria de identidades móveis”.

A plataforma HID goID para identidades móveis, que possui tecnologia de criptografia Seos®, permite acesso instantâneo e em rede a serviços de informação e emissão do governo que estejam em nuvem, com a segurança de que todas as transações são seguras e confiáveis. Isso garante que todas as transações relacionadas a emissão, gestão e apresentação de credenciais utilizando smartphones são conduzidas em um ambiente de alta segurança e de circuito fechado, protegido por criptografia de ponta a ponta.

A Tecnología Seos já tem demostrado o poder transformacional das credenciais móveis em numerosas aplicações. Existe uma demanda em crescimento para que essas capacidades cheguem a fornecer o equivalente a uma carteira digital para carregar múltiplas identidades atreladas a um único usuário. Uma pesquisa da consultoria de tecnologia Zogby Analytics entre usuários de smartphones de idades entre 18 e 34 anos revelou que 39% gostariam de apresentar sua identidade com um documento virtual do que mostrando uma carteira de motorista. Com identidades em seus celulares, os cidadãos também assumem o controle da informação que fica disponível nos mais variados cenários, como mostrar apenas a foto e idade de uma pessoa.

A HID Global está agora em fase de negociação com governos nacionais e agências responsáveis pela emissão de carteiras de motorista sobre a possibilidade de implementação de pilotos do goID, que vão explorar a plataforma de acordo com as especificações de cada jurisdição, seus objetivo e requerimentos, eliminando a necessidade de que as pessoas fiquem em filas para renovar ou obter novas carteiras. As principais áreas de foco incluem: prevenir fraude por meio de autenticação por canais seguros; otimizar a flexibilidade para autenticação online caso a bateria do smartphone do usuário tenha acabado; simplificar a emissão ao disponibilizar documentos em rede, como já foi comprovado em universidades, bancos, hotéis, e outras instituição que adotaram a tecnologia Seos; e proteger a privacidade do cidadão ao utilizar a conexão bluetooth dos smartphones para que eles possam apresentar suas credencias eletronicamente sem precisar apresentar seus aparelhos.

Assista ao vídeo de lançamento do HID goIDTM:

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