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TI e Governo – Transparência e Participação Já! – Por Mauro Herson

No Brasil, a Operação “Lava Jato” está desmascarando um turbilhão de práticas ilícitas, tanto na esfera governamental quanto na privada. Uma das consequências geradas foi o acirramento, por parte da sociedade civil, de cobranças de maior aderência à ética nestas duas esferas. No âmbito público, muito embora as manifestações de 2013 já clamassem prioritariamente por ações anticorrupção, o profundo debacle econômico e político causado pela Operação tem induzido o governo a acelerar a prestação de contas à sociedade civil a partir de uma agenda em que a transparência e participação compõem dois dos principais pilares. Neste cenário, o uso do estado da arte da tecnologia da informação para provimento desta agenda tem-se mostrado essencial.

A transparência pública diz respeito ao compromisso dos governos em prestar contas à sociedade das decisões, regulações e regulamentações, principalmente aquelas envolvendo o orçamento público. No Brasil, a publicação da Lei nº.12.527/2011 criou a LAI – Lei de Acesso à Informação – que regulamenta o direito constitucional de acesso às informações públicas sem necessidade de se apresentar motivo. Posteriormente, em 2016, a publicação no Diário Oficial da União da Lei nº 13.341 criou o Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União (CGU) com missão primordial da defesa do patrimônio e autoridade públicos e do combate à corrupção.

A busca por maior transparência e democratização requer a utilização intensiva da TIC (Tecnologia de Informação e Comunicação), a partir do que se denominou governo eletrônico (e-Gov), que traz como retorno maior credibilidade, eficiência e fomenta maior participação. O governo eletrônico estimula o diálogo do governo com ele próprio (G2G), com o mundo dos negócios (G2B) e com o cidadão (G2C). Pregões eletrônicos, sistemas integrados (ex: SIAF – Sistema de Administração Financeira) e Portais de Transparência constituem algumas das diversas soluções que propiciam redução de custo, qualidade da informação e melhoria da transparência. Diversas outras soluções inovadoras têm sido incorporadas e visam maior transparência no Brasil e no mundo. O site http://transparency.globalvoicesonline.org exemplifica algumas. Novas tecnologias estão sendo empregadas em soluções inovadoras, como a utilização de blockchain para permitir identificar, em tempo real, doações de candidatos a partir do acompanhamento de transações financeiras, por exemplo, ou o uso de inteligência artificial para identificar casos suspeitos de má administração de gasto público pela “Operação Serenata de Amor”. Embora a tecnologia seja fundamental no processo de mais transparência para lidar com um volume imenso de dados, inúmeros problemas devem ser equacionados no que tange à obtenção de informações fidedignas (e em tempo hábil), seleção e organização dos dados coletados, facilidades de busca e apresentação inteligente das informações.

A participação dos cidadãos nas tomadas de decisões políticas, está associada ao surgimento da democracia participativa em virtude da representativa não conseguir dar respostas adequadas às demandas da sociedade. A própria Constituição de 1988 abriu espaço para estas práticas participativas. Neste novo modelo, a população, mais engajada nas questões políticas, participa diretamente (plebiscito, referendo, iniciativa popular, audiência pública, orçamento participativo e consultas) ou indiretamente por meio de organizações da sociedade civil.

De forma análoga à transparência, a TIC tem propiciado uma grande diversidade de soluções que vêm aprimorar, fortalecer e agilizar as experiências de participação cidadã. Consultas públicas e processos democráticos para construção conjunta de políticas públicas entre governo e sociedade, compõem uma das soluções gestadas a partir de portais dos órgãos oficiais onde as contribuições e diálogos com outros participantes são a tônica. Orçamentos Participativos, que permitem ao cidadão influenciar sobre os orçamentos públicos, por sua vez tiveram uma implementação digital na qual, a partir de uma votação eletrônica pela internet, o cidadão pôde opinar sobre suas preferências. Constata-se com mais frequência a criação dos Conselhos como fórum de apoio à decisão política, em que membros devidamente qualificados participam presencialmente e virtualmente para definição de agenda e espaço temático para as contribuições dos grupos.

A participação direta do cidadão na priorização e discussão de demandas constituiu uma solução inovadora do Gabinete Digital, realizada pelo governo do RS, por meio das iniciativas “Governador Responde”, “Governador Escuta” e “Agenda Colaborativa”, espelhadas na experiência da chanceler alemã, Angela Merkel, na mobilização na rede durante a campanha de Obama e dos sites UK Open Data e e-Sergipe. Práticas ainda mais diretas foram o “Demoex” (Suécia) e a “Listapartecipata” (Itália), na qual os parlamentares deveriam votar as deliberações segundo manifestação on line feitas por membros do partido. Recentemente, no Brasil, foi lançado o aplicativo para celular “Mudamos+” para colher assinaturas digitais de apoio a projetos de iniciativa popular.

No cenário político e econômico atual, com os governos nas três esferas tendo que equilibrar um orçamento para lá de enxuto, com um nível de desemprego alto, a pauta das manifestações de 2013 se fazem cada vez mais presentes e prementes, e cabe à TIC um papel de destaque no leque de soluções para o incremento da democracia digital e melhoria da gestão pública. O leque de soluções é quase tão vasto quanto o dos problemas, uma boa “bússola” se faz necessária para apontar aonde se quer chegar e de que forma. Neste cenário é mais do que bem-vinda a metodologia desenvolvida pela PUC-RJ e apresentada recentemente no Congresso de “Internet e Democracia nos Municípios Brasileiros”, que propõe a produção de um índice que, a partir de diversos critérios, mede o nível de avanço de um município em relação a essa prática. Com isso, seria possível aferir, como um “nível de maturidade”, a situação de um governo quanto às práticas de e-Gov que permitisse planejar o que se deseja alcançar, quando e a que custo. Portanto, o cenário quanto à TI, está pronto para Transparência e Participação Já!

Mauro Herson é sócio-fundador da RSI Redes

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FGV EAESP promove debate sobre o futuro das relações entre empresas e o governo brasileiro

A Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP) realizará no dia 26, a partir das 19h, um debate, gratuito, sobre o futuro das relações entre empresas e governo no Brasil. Estão confirmados:

Guilherme Cunha Costa, presidente da ABRIG (Associação Brasileira de Relações Institucionais e Governamentais) e Diretor da Dominium; Marco Antonio Teixeira, professor da FGV EAESP; Milton Seligman, professor do Insper e Global Fellow do Brazil Institute do Woodrow Wilson Center; Paulo Henrique Spirandeli Dantas, membro do Conselho Deliberativo do IRELGOV (Instituto de Relações Governamentais) e sócio da Demarest Advogados e Paulo Nassar, presidente da Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial) e professor livre-docente da ECA-USP.

Desde 2013, uma série de mudanças parece afetar o pano de fundo das relações entre empresas e governo no Brasil: manifestações populares de vários matizes, nova relação entre constituintes e políticos, investigações de combate à corrupção, alterações nas regras de financiamento eleitoral, discussões sobre a regulamentação do lobbying e mudanças nas políticas econômica e industrial. Os painelistas debaterão quais os impactos dessas tendências para o futuro das relações entre empresa e governo no Brasil e para o trabalho dos profissionais de relações governamentais. O debate será coordenado pelo professor da FGV EAESP, Rodrigo Bandeira de Mello.

Inscrições: http://portal.fgv.br/eventos/futuro-relacoes-entre-empresas-e-governo-brasil

Evento: O futuro das relações entre empresas e o governo brasileiro

Data: 26 de julho de 2017, das 19h às 22h

Local: FGV EAESP, Salão Nobre, Rua Itapeva, 432, 4º andar, São Paulo, SP

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T-Systems Brasil e FIAP anunciam parceria para o Innovation Challenge 2017

A T-Systems Brasil, provedora alemã com amplo portfólio digital de soluções e serviços de TI, acaba de anunciar uma parceria com a FIAP, um dos centros de excelência em tecnologia mais respeitados do País. A ação vai alavancar a edição 2017 do Innovation Challenge, iniciativa que desafia os alunos da instituição a desenvolverem novas soluções para o mercado.

Com o objetivo de oferecer aos estudantes uma experiência diferenciada, o Innovation Challenge é, na prática, um programa de empreendedorismo e inovação. Os participantes formarão equipes e competirão em um desafio no qual deverão criar ideias e soluções e concorrer ao prêmio de melhor projeto de inovação do ano letivo.

Para a edição deste ano, a T-Systems apresentou o desafio Smart Factory aos cerca de 250 alunos do 1º ano dos cursos de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Divididos em grupos de cinco pessoas, eles deverão desenvolver um software que simule um processo de produção industrial, desde a entrada do pedido até a chegada do produto ao estoque, passando pela escolha dos fornecedores e pela fabricação.

“Todo o processo terá que ser apresentado em um portal acessível por qualquer dispositivo. Eles deverão utilizar o conceito de mobilidade”, explica Luis Fernando Tadei, head de Digital Transformation da T-Systems Brasil. Ele lembra que os projetos serão avaliados seguindo os critérios de lógica, desenvolvimento e integração com ambientes SAP e não-SAP e que, para a apresentação do desafio, executivos da T-Systems realizaram quatro reuniões com os estudantes ao longo do mês de maio.

Eliminatórias

Apresentado o desafio, os alunos da FIAP poderão desenvolver seus projetos entre os meses de junho e outubro. Tadei e Fernando Vidoi, gerente de inovação da T-Systems Brasil, serão os responsáveis pelo acompanhamento do todo o processo de criação das soluções apresentadas. Parte desse processo envolve a realização de encontros mensais com os grupos, que receberão mentoria dos executivos. “O objetivo destes encontros é tirar dúvidas, trocar ideias e dar foco aos projetos”, explica Tadei.

Entre os dias 23 e 25 de outubro, serão eleitos os 10 melhores projetos e, no dia 26 de outubro, uma banca formada por gestores da T-Systems Brasil irá analisar os finalistas, anunciando os três melhores. Nesta fase, o grupo vencedor receberá bolsas de estágio para seus integrantes, válidas a partir do início de 2018. Já as equipes que ficarem em segundo e terceiro lugar ganharão camisetas e mochilas, respectivamente.

Para Rita de Cássia Rodrigues, coordenadora de graduação da FIAP, o Innovation Challenge é uma oportunidade de interação entre os alunos da instituição e o mercado. “De um lado, o desafio estimula a transferência de cultura entre os jovens e as empresas e, de outro, estas têm acesso a novos talentos”, afirma.

Ao final do processo, os três melhores projetos serão premiados no FIAP Next, festival de tecnologia realizado anualmente pela FIAP, e também serão submetidos a análise de investidores, onde poderão participar do Startup One, onde os projetos se transformam em startups. O grupo vencedor recebe bolsas de estudo, para um curso de empreendedorismo, no Babson College (EUA).

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SmartFocus apresenta plataforma para integração do varejo online e offline

Pensando no conceito de integração do varejo como um todo, a SmartFocus, com a sua plataforma The Message Cloud, mostra como o conceito de comunicação Omnichannel pode fazer a diferença nesta nova maneira de consumir.

Presente no Fórum E-Commerce Brasil 2017 e no E-Commerce Day Buenos Aires, a SmartFocus estará preparada para se debruçar com os varejistas e mostrar na prática como podemos usar os dados já presente nos diferentes sistemas a favor de uma comunicação mais efetiva e inteligente com o seu cliente.

Entendemos que na era do mobile first, cada vez mais, o cliente está participativo, e navegando entre o online e offline, dessa forma os clientes ficam menos fiéis às marcas, exigindo um novo olhar do varejista.

Esta dura realidade, insere o varejista no novo contexto da tão falada Big Data, a ciência dos dados, para analisar e tomar decisões mais precisas e estratégicas.

Pense em todos os dados gerados pela atividade da empresa: e-mails, atendimentos do SAC, vendas online, vendas offline, ações em redes sociais. Agora pense em como condensar todas estas informações, cruzar, planilhar, analisar e por fim chegar a melhor estratégia de ação.

A plataforma da SmartFocus, permite ao varejista ganhar agilidade e precisão, identificando em segundos o perfil do seu cliente fiel e encontrar outros iguais a ele. De maneira intuitiva, a plataforma permite o engajamento com o consumidor a qualquer hora, em qualquer lugar e em qualquer device.

Segundo o Managing Director, Jorge Planet Mira, “Precisamos nos adaptar a esta nova realidade, a maneira de consumir e de se relacionar com as marcas mudou e, cada vez mais, o consumidor exige ser tratado de maneira única e certeira. Dificilmente temos uma segunda chance”.

Pensando nisso a equipe estará presente nestes eventos para apresentar a plataforma que facilita a estratégia e se adapta a esta nova realidade. “Estamos focados em oferecer mais que uma tecnologia, temos uma equipe dedicada a prestar um serviço completo e personalizado para cada um dos nossos clientes” finaliza Jorge.

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Evento inspira mulher a criar seu próprio negócio

O Empreender Mulher, projeto social auto-sustentável que tem como finalidade acelerar o desenvolvimento e competências empreendedoras do público feminino, realiza no dia 29 de julho (sábado), de 9h às 16h, na Universidade São Judas Tadeu (Rua Taquari, 546 – Mooca, São Paulo/SP) o 2º Aniversário Empreender Mulher. O evento conta com o patrocínio master da Monetizze, melhor plataforma de intermediação de negócios digitais, físicos e serviços do Brasil.

A Relações Públicas Erika Pessôa é a convidada da Monetizze para palestrar no evento. Co-autora do livro “Jovens Empreendedores: Líderes de Um Brasil que Dá Certo” e com 22 anos de história profissional no mercado de comunicação e 12 como empreendedora, Erika vai falar sobre como fundou a Pessoa. Agência de Relações Públicas e a startup de mensuração em comunicação “Entre a Gente”.

Além da comemoração do projeto, a proposta do evento é ensinar mulheres que desejam empreender, estão cheias de ideia e não sabem por onde começar a darem um START ao seu próprio negócio. E também apresentar novas estratégias de negócios para mulheres que já são empreendedoras.

Outro destaque é a presença de Camilla Cabral que vai ensinar como ganhar dinheiro usando a internet, redes sociais e Youtube. Ela que largou a biomedicina vai contar sua experiência e as estratégias utilizadas para que o seu canal, “Vício Feminino” tenha hoje mais de dois milhões de visualizações por mês e seja o 10º mais visto do Brasil na categoria Beleza.

Hoje o projeto trabalha com quatro princípios fundamentais: Sustentabilidade, apoiando ideias que favoreçam o equilíbrio social e de gênero, desenvolvimento da comunidade, meio ambiente e saúde em geral. Autonomia, ao criar oportunidades reais para que mulheres se tornem protagonistas de suas próprias vidas. Conhecimento, ao abordar conteúdos relevantes para o negócio e Colaboração, afinal, essa união entre as mulheres é a chave para o sucesso de seus empreendimentos.

Monetizze

Lançada em abril de 2015 a plataforma realiza a intermediação de negócios digitais, físicos e também serviços com alta taxa de conversão. Mais do que uma plataforma de vendas, a Monetizze é um ambiente que promove relacionamentos, de forma que todos saem ganhando: o empreendedor, quem divulga e quem recebe um determinado produto. Muitas pessoas viram nesse serviço uma forma de se tornarem donas do próprio negócio. Hoje a plataforma conta com mais de 500 mil usuários cadastrados e mais de 6 mil produtos à venda.

Projeto de empreendedorismo feminino realiza evento e inspira mulheres a criarem seu próprio negócio

Data: 29 de julho (sábado)

Local: Universidade São Judas Tadeu (Rua Taquari, 546 – Mooca, São Paulo – SP)

Site: http://www.empreendermulher.com/evento2017/

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SAP Hybris mostra novidades de suas soluções no Fórum E-commerce Brasil 2017

A SAP Hybris, uma das patrocinadoras do Fórum E-Commerce Brasil 2017, que acontece em São Paulo de 25 a 27 de julho, no Transamérica Expocenter, vai mostrar em seu estande as novas features de suas soluções, que incorporam as mais recentes tecnologias para o E- Commerce. Considerado o principal evento do setor na América Latina e terceiro maior do mundo, o Fórum, em sua 8ª edição, prevê a participação de 13 mil congressistas durante os três dias de atividades técnicas e de negócios, que serão divididas em diversas áreas de conteúdo.

“As expectativas dos consumidores são cada vez mais complexas e exigem que as empresas se adaptem rapidamente às novas experiências e aos novos canais digitais”, diz Rodrigo Marcondes, vice-presidente de Vendas da SAP Hybris Brasil. “Durante o Fórum, clientes, visitantes e profissionais de empresas de todos os segmentos e portes poderão comprovar, participando de nossas palestras e também de demonstrações práticas que estarão rodando durante todo o evento, de que o portfólio de soluções da SAP Hybris vai muito além do E-Commerce. Além de constituírem plataformas seguras para B2B e B2C, as soluções SAP Hybris Commerce Cloud, SAP Hybris Sales Cloud, SAP Hybris Service Cloud e SAP Hybris Marketing Cloud proporcionam Venda assistida, Market place, personalização e recomendação, entre outras possibilidades”, destaca.

O estande da SAP Hybris foi planejado para oferecer uma intensa programação ao público. Além de uma agenda de sete horas de palestras, a cargo de experts da empresa, em um mini auditório de 20 lugares, e apresentações de novos clientes, a empresa preparou quatro diferentes demos baseadas nas novas features incorporadas às suas soluções. “O visitante terá uma perspectiva ampla e concreta, mas de forma bastante leve e lúdica, do que a SAP Hybris pode trazer e inovar para empresas de todos os portes e segmentos”, frisa Marcondes.

Personalização, Realidade virtual e chatbot

As novidades da SAP Hybris vão auxiliar as empresas não só na tarefa de atender como na de antecipar, de forma personalizada, as exigências de consumidores conectados e empresas B2C e também B2B.

A experiência interativa do visitante pode começar com um passeio por uma loja, proporcionado pela solução SAP Hybris e óculos de Realidade Virtual fornecido no estande. Quem participar da experiência receberá de brinde um VR Cardboard (óculos de realidade virtual de papelão).

Com o uso do SAP Hybris Commerce Cloud, em conexão com a assistente virtual Alexa, da Amazon, será possível fazer, apenas com comandos de voz, pesquisas e compras na Internet – que serão acompanhadas online em uma TV instalada no local.

Outra demo mostrará como funciona o Charly, o chatbot da SAP Hybris, que usa as soluções de Commerce e Marketing e é construído sobre o Facebook Messenger. O chat (live) acontece num iPad, espelhado em uma TV para que todos possam acompanhar.

E uma das demonstrações mais “saborosas“ – para testar o poder da personalização – ficará por conta da solução SAP Hybris Marketing, que estará rodando e controlando uma Virtual Candy Shop. Quem responder a algumas breves perguntas sobre suas preferências pessoais em matéria de doces verá o sistema indicar automaticamente qual o produto mais indicado para ele. Além de constatar as facilidades e vantagens de uso da solução, quem participar sairá com um pacotinho do seu doce preferido.

O estande da SAP Hybris fica em frente ao Auditório de Vendas.

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Galaxy S8 e S8+ batem recorde de vendas na América Latina

view O Samsung Galaxy S8 e o S8+ chegaram para fazer uma verdadeira revolução no mercado de smartphones. Depois do início das vendas do Galaxy S8 e S8+ na América Latina, os aparelhos alcançaram um nível de demanda bastante positivo, mantendo uma média 50% maior do que a obtida com o Galaxy S7/S7 edge na região.

No Brasil, Argentina e no México, por exemplo, a quantidade de smartphones Galaxy S8 e S8+ vendidos é quase duas vezes maior do que o volume de Galaxy S7/S7 edge registrado no mesmo período do ano passado. Abaixo, estão os oito principais motivos que fazem os consumidores latino-americanos comprarem o S8 e o S8+:

1. Tela infinita: Sem barreira, sem limites

O display infinito, com sua superfície contínua, ângulos arredondados e ausência de botões, é o atributo que mais se destaca nos novos Galaxy S8 e S8+. Ele permite que os consumidores tenham a melhor experiência ao navegar na internet, assistir a filmes ou até mesmo trabalhar. As bordas reduzidas trazem melhor aproveitamento da tela em relação ao corpo do smartphone.

2. Descubra novas possibilidades com o Smart Switch

Função que possibilita transferência de conteúdo para um novo dispositivo de maneira rápida e fácil, incluindo dados, aplicativos, configurações e layouts.

3. Uma maneira mais inteligente de acessar seu telefone

Incorporado em um módulo exclusivo com a câmera frontal, o leitor de íris possibilita escaneá-la por meio de um método de identificação biométrica que usa reconhecimento de padrões matemáticos de imagens da íris para aumentar a segurança. Tudo isso de maneira simples e rápida.

4. Novo padrão em segurança móvel

O Galaxy S8 e o S8+ trabalham com o Samsung Knox, uma plataforma de segurança proprietária da empresa. Além disso, os dispositivos oferecem uma ampla seleção de tecnologias biométricas que inclui scanners de íris e de impressões digitais que permitem aos usuários selecionar o método de autenticação biométrica mais seguro e que funcione melhor para eles.

5. Uma ferramenta poderosa para registrar os melhores momentos

Os novos dispositivos são equipados com uma câmera frontal de 8MP com abertura F1.7 e foco automático e uma câmera traseira de 12MP e abertura F1.7 com tecnologia Dual Pixel para a obtenção das melhores fotos em baixa luminosidade.

6. Mais armazenamento, mais flexibilidade

Ao incorporar um suporte SIM híbrido, o Galaxy S8 pode aceitar um cartão microSD para oferecer armazenamento expandido de até 256GB de memória. Como alternativa, pode armazenar um segundo cartão SIM para que usuários de smartphones possam usar o número de telefone habitual para chamadas e textos e reservar a segunda entrada para dados de um cartão SIM local em caso de viagem ou para um número de telefone adicional.

7. Uma bateria robusta

O Galaxy S8 e o S8+ apresentam uma bateria de 3 mil mAh e 3.500 mAh, respectivamente, projetadas para manter a durabilidade e a estabilidade em longo prazo.

8. Definitivamente, um smartphone sem limites

O Galaxy S8 e o S8+ oferecem um portfólio completo de produtos e serviços, enriquecendo a experiência de ambos os dispositivos quanto à produtividade e conectividade móvel. Os aparelhos são compatíveis com o novo Gear VR com controle, além de se conectarem ànova câmera Gear 360 para criar vídeos de 4K e 360 graus, bem como fotos de 15MP. Além disso, o usuário pode aumentar sua produtividade ao usar o Samsung DeX, que transforma o smartphone em um desktop. O acessório possibilita facilmente exibir e editar dados de planilhas, textos, e-mails no smartphone, fazendo com que tarefas realizadas no dispositivo sejam mais rápidas e inteligentes.

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Nova pesquisa mostra que a NCR lidera em tecnologias para self-checkout e ponto de venda eletrônico

A NCR Corporation é líder mundial em self-checkout, de acordo com a pesquisa publicada pela RBR, empresa de pesquisas estratégicas e consultoria. De acordo com a RBR, a NCR lidera este mercado desde 2003, e mantém sua posição com 73% de participação nas remessas mundiais em 2016.

De acordo com o relatório “Global EPOS and Self-Checkout 2017” da RBR, a NCR também experimentou um aumento nas remessas de tecnologia para Ponto de Venda Eletrônico (Electronic Point of Sale – EPOS) em 2016, e, pelo terceiro ano consecutivo, manteve-se como o maior fornecedor de ponto de venda eletrônico da América do Norte.

Os consumidores estão mudando: agora esperam por mais opções, estão sempre conectados e querem definir sua própria jornada de compras. Além disso, com as mudanças nos perfis das lojas, os principais revendedores estão buscando viabilizar o engajamento digital e oferecer opções de compras flexíveis, incluindo self-checkout, para atender às demandas dos clientes e sustentar um valor positivo para a marca.

“A NCR está permitindo que varejistas em todo o mundo redefinam suas experiências de compra na loja e ampliem os pontos de contato com seus consumidores”, afirma Dirk Izzo, vice-presidente e gerente geral de Soluções para o Varejo da NCR Corporation. “Nossas soluções para a transformação dos canais ajudam nossos clientes a criar uma experiência fluida e omni-channel, ampliando a produtividade e fortalecendo a fidelidade dos clientes”.

A RBR prevê que as remessas de ponto de venda eletrônico e self-checkout continuarão a crescer, ano após ano, até 2022. A NCR ocupa a primeira posição em remessas de self-checkout em todas as principais regiões.

O estudo é baseado em pesquisas primárias, realizadas com fornecedores de tecnologia para o varejo em 53 mercados de 6 regiões, com amplas pesquisas secundárias complementares.

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Pesquisa mostra que equipes de desenvolvimento de software e segurança devem se unir em busca de aplicações melhores

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A Veracode, líder global de segurança de software e adquirida recentemente pela CA Technologies (NASDAQ: CA), anuncia os resultados de um estudo que analisa as relações entre as equipes de segurança e desenvolvimento de aplicativos. O levantamento, realizado com o Enterprise Strategy Group (ESG), mostra que, apesar da crença geral de que as equipes de segurança e desenvolvimento têm prioridades diferentes, iniciativas como a criação de ambientes DevOps e o foco na inovação de produtos mantêm as duas equipes alinhadas. De acordo com a pesquisa, 58% dos entrevistados relataram que a organização está assumindo uma abordagem colaborativa para proteger seus aplicativos.

Para ver o relatório, clique aqui. O infográfico completo está anexo.

Necessidade crescente de DevSecOps

A pesquisa visa determinar os pontos de vista dos profissionais de segurança e desenvolvimento sobre as tendências de segurança de aplicativos e desenvolvimento de software. Entre os entrevistados que afirmaram que sua organização usa soluções de segurança de aplicativos, como testes estáticos de segurança de aplicativos, 43% relataram que tomam essa medida porque incluir a segurança de aplicativos no processo de desenvolvimento é mais eficiente do que corrigir os sistemas em produção de forma reativa.

Um fato curioso é que 45% dos entrevistados cuja organização adotou os princípios e as boas práticas de DevOps indicam que os processos facilitam o trabalho da equipe de desenvolvimento de software e apenas 8% disseram que a inclusão da segurança de aplicativos no processo de desenvolvimento desacelera o ambiente DevOps. Esta ideia não está alinhada à percepção comum de que o foco na segurança desacelera o desenvolvimento de software.

“Software continua sendo o principal impulsionador de inovação e crescimento econômico. Eliminar a percepção de que há um atrito entre os times de segurança e desenvolvimento é uma prioridade para os profissionais de TI”, afirma Pete Chestna, diretor de engajamento de desenvolvedores da Veracode. “A percepção positiva de que é possível ter o alinhamento das equipes de segurança e DevOps, conforme indicado nesta pesquisa, mostra que as equipes de desenvolvimento podem e devem considerar a segurança como parte integrante do processo. ”

Esse entendimento não poderia chegar em melhor momento para as empresas, pois ataques que exploram vulnerabilidades de software são cada vez mais comuns e prejudiciais. O ataque do vírus WannaCry é o exemplo mais recente, que explora uma vulnerabilidade de versões mais antigas do sistema operacional Microsoft Windows. Embora a Microsoft tenha lançado uma correção para a vulnerabilidade, milhares de organizações não instalaram a correção e foram infectadas pelo WannaCry.

A pesquisa também mostrou que quase 70% dos entrevistados planejam aumentar os investimentos na segurança de aplicativos nos próximos 12 a 24 meses. Esse aumento de investimento ainda valida a importância crescente da segurança de aplicativos no processo de desenvolvimento.

Influência dos processos de DevOps nos requisitos tecnológicos

A pesquisa aponta para a necessidade de colocar a segurança de aplicativos como parte integrante do processo de DevOps – a combinação conhecida como DevSecOps – e que essa necessidade é reconhecida e aceita. Os dados também destacam os requisitos tecnológicos necessários para tornar o DevSecOps uma realidade.

A complexidade e a incapacidade de integrar a segurança de aplicativos ao fluxo de trabalho do DevOps são os maiores obstáculos apontados para a implementação eficaz do modelo. Na verdade, a capacidade de integrar ferramentas de teste estático de software e de ciclo de vida do software (42%), além da capacidade de integrar ferramentas de teste dinâmico de software e de ciclo de vida do software (34%) aos processos de desenvolvimento de aplicativos e DevOps, foi a consideração mais citada ao avaliar produtos e serviços de teste estático e dinâmico de segurança de aplicativos, respectivamente.

“As metodologias contemporâneas de desenvolvimento de aplicativos promovem a comunicação e a colaboração entre as equipes de desenvolvimento de aplicativos, operações e segurança com o objetivo de identificar e corrigir vulnerabilidades o mais rápido possível para aumentar a eficiência e intensificar a segurança”, avalia Doug Cahill, Analista Sênior da ESG. “A adoção cada vez maior de processos de DevOps, combinada à vontade de integrar e automatizar os testes de segurança durante todo o ciclo de vida do software, indica uma mudança para o DevSecOps, o que significa considerar o código seguro como um elemento da criação de aplicações de qualidade.”

Metodologia

O estudo, encomendado pela Veracode e realizado pela ESG, entrevistou 400 profissionais de TI nos Estados Unidos, Reino Unido e Alemanha.

Para saber mais sobre como o processo DevSecOps constrói uma ponte entre o desenvolvimento de software rápido e seguro, baixe o Guia do Desenvolvedor para DevSecOps Galaxy da Veracode.

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O impacto da Inteligência Artificial na indústria financeira

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De todas as importantes tendências tecnológicas que impactam a indústria financeira, a chamada Inteligência Artificial (I.A.) vem dando o que falar. Assim como sua “prima” Blockchain, a I.A. traz à tona questões de grande impacto na sociedade e na economia global.

Estamos falando de disrupção generalizada não só dos modelos de negócios, mas também do mercado de trabalho com enormes mudanças previstas no conjunto de habilidades necessárias para prosperar neste novo cenário.

A Inteligência Artificial é a combinação de múltiplas tecnologias que permitem que as máquinas percebam, compreendam e atuem – e aprendam por conta própria ou complementem as atividades humanas.
O sucesso da I.A. depende da relação simbiótica entre o homem e a máquina, de estratégia e de um constante exercício de aprendizagem. Ainda são seres humanos que a projetam.

Um recente estudo sobre o impacto da Inteligência Artificial na economia, realizado pela Accenture, revela que a I.A. é o novo fator de produção e tem potencial para gerar novas fontes de crescimento. A previsão é de que as taxas de crescimento econômico anuais sejam duplicadas até 2035 e a produtividade da força de trabalho aumente em até 40%.

Enquanto alguns pesquisadores preveem que a automação conduzida pela I.A. pode afetar 49% das atividades de trabalho e eliminar cerca de 5% dos empregos, um novo estudo do IDC/Salesforce aponta que até 2021, atividades de CRM habilitadas pela Inteligência Artificial poderiam aumentar as receitas de negócios globais em US$ 1,1 trilhão e criar 800 mil novos empregos novos – superando os perdidos para a automação.

Já o artigo do New York Times, The Real Threat of Artificial Intelligence, apresenta uma outra perspectiva: “a transformação promovida pela Inteligência Artificial resultará em enormes lucros para as empresas que a desenvolvem, bem como para as empresas que a adotam. Por outro lado, também está prestes a provocar uma diminuição em grande escala de empregos – principalmente aqueles de menor remuneração”.

Estamos enfrentando dois desenvolvimentos que não se harmonizam facilmente: enorme riqueza concentrada em poucas mãos e um número enorme de pessoas fora do mercado de trabalho. O que precisa ser feito?

“Nada em si é bom ou mau; tudo depende do que pensamos” (Hamlet)

Os bancos estão se tornando repositórios fantásticos de informação. A quantidade de dados gerados pela interação de clientes em seus canais digitais aumenta exponencialmente em volume e em complexidade, e extrapola a fronteira de serviços financeiros.

Big Data, Machine Learning e alto poder computacional proporcionam uma melhor compreensão das expectativas e intenções dos clientes, possibilitando experiências aprimoradas e melhor posicionamento competitivo, enquanto a adoção de Inteligência Artificial impulsiona a eficiência operacional.

A entrega de produtos e serviços mais ágeis e flexíveis, inovadores, oferecidos com tecnologia de ponta e a custos menores determinou a transformação das organizações e de suas competências atuais.
Estruturas hierárquicas tradicionais caminham para modelos colaborativos, com quadros de funcionários bastante reduzidos, complementados pela aproximação de talentos de fora da estrutura corporativa – a exemplo do que vem acontecendo na recente parceria entre bancos e fintechs.

As instituições financeiras estão expandindo as fronteiras de seus laboratórios de inovação para se organizar em grupos de trabalho e consórcios, onde a interoperabilidade e a criação de um novo ecossistema têm sido as questões a endereçar.

Esperamos que nas mesas de discussões, estejam concentrados em moldar um futuro onde predomine o propósito de uso da tecnologia para empoderamento das pessoas dentro e fora das organizações. Caso contrário, muito em breve teremos de lidar com uma crise existencial coletiva.

Regina Giovanolli é Gerente Executiva da Provider IT.

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Mobile Summit 2017 acontece em novembro e contará com duas trilhas de conhecimento

A cidade de Porto Alegre receberá, no dia 25 de novembro, o Mobile Summit (http://msummit.com.br), evento que reúne os mais diversos temas a respeito do mercado de tecnologia móvel, um dos que mais cresce no país. De acordo com estudos, até 2018 metade do tráfego de internet será através de dispositivos mobile.

O Mobile Summit tem como objetivo reunir profissionais, empresas e estudantes com o intuito de fortalecer o debate e o laço entre técnicos e negócios. Em 2017 o evento será dividido em duas trilhas de conhecimento. A trilha #Business abordará desde o planejamento de um projeto até o lançamento de um negócio, enquanto a trilha #Tech explorará tendências e plataformas de desenvolvimento móvel. Outra novidade desta edição é o HackFest, uma ação focada em startups para desenvolver projetos com potencial de mercado.

O evento abordará ainda temas como inteligência artificial, data science e realidade virtual. Em breve o Mobile Summit divulgará os palestrantes que estarão presentes nas trilhas de conhecimento. Os ingressos já estão disponíveis em 1ª Lote, no valor de R$ 150 para cada trilha, até o dia 15/09, através do site: www.sympla.com.br/mobile-summit-2017__114358

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A América Latina e sua posição na cibersegurança global – Por Derek Manky

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Quando se trata de tendências de cibersegurança, são muitos os problemas semelhantes em diferentes partes do mundo. Do Canadá ao Japão, as discussões sobre cibersegurança giram em torno de desafios parecidas, e na América Latina não é muito diferente. Mas, como em quase todas as situações, existem particularidades que são únicas de cada contexto. A inteligência de ameaças do FortiGuard Labs apresenta algumas tendências que as empresas da América Latina e do Caribe devem levar em conta para evitar ciberataques maciços aos seus negócios, incluindo estratégias e tecnologias de adaptação.

Infraestrutura de segurança atualizada

O primeiro padrão observado nos dados estatísticos da região está relacionado à vida ativa das ameaças conhecidas como malware. A persistência das ciberameaças na América Latina confirma a necessidade urgente de implementar soluções tecnológicas avançadas, considerando a atividade significativa das ameaças presentes no mercado há anos. Um exemplo é o Shellshock, um malware que ainda é uma ameaça significativa na região, apesar de ter surgido há vários anos. Isso mostra como a infraestrutura de computadores está muitas vezes desatualizada ou sem correções, deixando-a vulnerável mesmo a ataques mais antigos.

Outra ameaça menos conhecida, mas ainda dominante, na América Latina se refere aos ataques por meio de websites. Na verdade, os ataques atuais são feitos usando o Muieblackcat, uma ferramenta ucraniana projetada para detectar vulnerabilidades. Esta ferramenta, que utiliza a linguagem de programação PHP, procura por websites vulneráveis e, por meio deles, dispara ataques a alvos específicos.

É importante notar que há muitos ataques na região que usam a linguagem PHP; isso significa que muitos servidores usam essa tecnologia. Esses websites, além de estarem infectados, também podem infectar os visitantes. Os provedores de serviços e os profissionais de TI devem pensar duas vezes antes de usar o código PHP e devem garantir que estão totalmente atualizados, ao passo que os clientes também devem procurar obter as configurações de segurança adequadas para se protegerem.

O atraso tecnológico ou a falta de atualizações do sistema e correções de segurança levam a uma maior vulnerabilidade, não só a novas ameaças, mas também a ataques mais antigos que continuam aproveitando essas lacunas.

Dispositivos móveis com sistema Android

A ameaça aos dispositivos móveis é real. Se você considerar a região da América Latina e do Caribe, três dos dez ataques de malware mais difundidos e detectados estão em dispositivos móveis Android. Esta não era a realidade há um ano, ou mesmo há 10 meses, mas em janeiro deste ano, a tecnologia móvel já representava mais da metade das detecções de malware no Caribe. Estamos vendo uma mudança rápida no cenário de ameaças à cibersegurança, e esta é uma tendência que não vai desaparecer tão rápido. Começamos a discutir sobre essas ameaças há sete anos, e logo elas se tornarão uma preocupação ainda maior, passando à frente de outras prioridades.

Do total de malwares em dispositivos móveis detectados na América Latina e no Caribe no primeiro trimestre de 2017, 28% deles são malwares para dispositivos Android, mostrando um crescimento mais rápido do que em outras regiões em comparação ao percentual anterior de 20% no último trimestre de 2016.

Escassez de profissionais de cibersegurança

Um problema global é a falta de profissionais e especialistas em segurança da computação. Somente nos Estados Unidos, existem cerca de 200.000 vagas de emprego para profissionais de cibersegurança. Este é um número muito alto e um problema global ainda maior, também evidente na América Latina e no Caribe.

As empresas encontram dificuldade para manter um departamento de TI grande o suficiente para proteger seus sistemas, redes e clientes diante de uma lacuna significativa entre os profissionais do setor e a falta de qualificação necessária. A falta de treinamento neste setor complicado tem consequências graves que podem custar a credibilidade da empresa. É por isso que hoje, mais do que nunca, devemos apoiar e capacitar programas de treinamento para instruir e especializar adequadamente os profissionais da região.

Não é surpresa alguma que a América Latina ainda tenha um longo caminho a percorrer em sua preparação para cibersegurança, principalmente quando comparada a outras regiões do mundo. Porém, as empresas e organizações podem começar a se proteger destas ameaças, atualizando seus sistemas, investindo ainda mais em seus departamentos de TI e adotando novas soluções tecnológicas que oferecem visibilidade e gerenciamento amplos, poderosos e automatizados.

A estratégia fundamental que todos os executivos devem seguir na abordagem às ameaças de cibersegurança começa com o conhecimento do inimigo – a detecção é necessária para a prevenção. Ao implementar soluções de tecnologia avançada, as empresas podem saber antecipadamente quais ameaças estão em suas redes e dispositivos, permitindo ações proativas para garantir dados confidenciais e de clientes não corrompidos ou afetados por esses ataques. Caso contrário, as empresas se tornam alvos abertos, podendo ser a próxima vítima de cibercriminosos.

Derek Manky, estrategista de segurança global da Fortinet

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