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Novo aplicativo da DHL aumenta visibilidade de transportes na cadeia fria

A DHL Global Forwarding, especialista em fretes aéreos e marítimos do Deutsche Post DHL Group, apresentou hoje o LifeTrack, seu novo aplicativo para celulares. O aplicativo é totalmente gratuito e concede aos usuários acesso em tempo real à plataforma online voltada à gestão e ao rastreamento de cargas sensíveis à temperatura. O LifeTrack proporciona aos clientes dos setores de medicamentos, perecíveis e outros ligados a área de saúde, uma visão geral de seus embarques, alertas em caso de qualquer imprevisto durante o trânsito – como alterações de temperatura – e suporte instantâneo através de acesso 24 horas a especialistas em cadeia fria. O aplicativo LifeTrack encontra-se disponível para os sistemas Android e iOS e já pode ser baixado nas respectivas lojas online.

“Com o aplicativo LifeTrack, fornecemos aos nossos clientes uma visão geral e imediata das informações mais críticas como temperatura, intervenções e análise dos embarques, tudo em um design intuitivo feito sob medida para celulares” , afirma David Bang, diretor global do setor de Soluções em Gestão de Temperatura da DHL / CEO LifeConEx da DHL Global Forwarding.

Os atuais clientes dos serviços DHL Thermonet e LifeConex também terão acesso ao aplicativo usando as mesmas credenciais da versão do navegador web. Uma vez conectado, o aplicativo mostra detalhes do embarque, incluindo rotas, pontos de deslocamento e possíveis intervenções. Após a conclusão dos principais eventos do transporte ou após a detecção de alguma irregularidade, o aplicativo informa detalhes ao usuário sobre as medidas tomadas. Nos casos em que haja a necessidade de apoio adicional, os especialistas da DHL em cadeia fria podem ser contatados diretamente pelo aplicativo, 24 horas por dia.

Outras soluções

O aplicativo LifeTrack complementa as outras soluções móveis que a DHL Global Forwarding lançou nos últimos anos para reforçar a eficiência de seus clientes e aumentar a transparência dos embarques. No Brasil, destacamos o DHL Thermonet e o DHL SmartSensor destinados principalmente à indústria farmacêutica e a outras ligadas à área de saúde. Segundo o diretor de Vendas e Marketing da DHL Global Forwarding Brasil, Eduardo Rodrigues, “o transporte deste tipo de cargaenfrenta regulamentação complexa e pesada e demanda condições ambientais controladas. Em um ambiente de elevação de custos, ter acesso às soluções mais adequadas contribui não só para o atendimento das mais variadas normas, mas também para o próprio negócio”. As soluções monitoram, em tempo integral, a temperatura e outras condições ambientais da carga, enviando informações ao cliente praticamente em tempo real.

O DHL Thermonet é um sistema voltado ao transporte aéreo, baseado no GDP (Good Distribution Practices), uma espécie de manual internacional de boas práticas que reúne diversas normas nacionais e internacionais no transporte de carga. Por esse sistema, é possível monitorar a temperatura e rastrear a carga 24/7. Além disso, o sistema mantém registrada toda a trilha de documentação (SOP) e trajetória da carga, cujos dados ficam armazenados na nuvem por 7 anos e podem ser acessados, com segurança, via internet.

Já o DHL SmartSensor é um produto de monitoramento mais amplo, voltado a todos os modais, que pode ser adquirido de forma independente, inclusive para outros segmentos, além do farmacêutico e de saúde. Além da temperatura e da geolocalização, ele monitora umidade, choques físicos e luminosidade, sem demandar sistemas adicionais. Os alertas podem ser recebidos por e-mail, SMS ou acessados em um site específico (www.smartsensor-temperature.net). “O SmartSensor reúne três vantagens importantes: ampla gama de monitoramento, operação independente e a possibilidade de movimentação simples do dispositivo de modal para modal”, explica Eduardo Rodrigues.

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BB atinge 1 bilhão de transações via mobile

Em dezembro, o Banco do Brasil atingiu um bilhão de transações realizadas através de mobile banking em um único mês, marca inédita no país. No ano, houve crescimento de 50% da base de usuários do aplicativo BB e já são seis milhões de correntistas que utilizam o app. A cada dia, cerca de 7,5 mil novos clientes passam a usar o aplicativo, que apresenta média de 80 mil conexões simultâneas.

O aplicativo do Banco do Brasil está entre os oito mais presentes nas telas dos celulares e dispositivos móveis dos brasileiros e possui a melhor avaliação entre as instituições financeiras do país, na opinião dos usuários da loja Google Play.

Para aprimorar o relacionamento e se aproximar de seus clientes, o Banco do Brasil ampliou a oferta de canais com a implementação do modelo de relacionamento digital. O autoatendimento pela internet, celular e tablet conta com mais de cem opções de transações e funcionalidades e o cliente, pode, por exemplo, fazer uso da tecnologia para contratar crédito veículo via mobile, realizar saques em TAA, sem utilizar cartão, e fazer compras a débito e crédito, em lojas físicas, apenas com o celular.

No último dia 15, o Banco divulgou que, desde setembro, já foram contratados mais de R$ 13 milhões em financiamento de veículos pelo celular. “Os números crescentes mostram que as pessoas, cada vez mais, buscam facilidade e comodidade para o seu dia a dia e esse é o ponto de partida para a estratégia do Banco do Brasil de perseguir a melhoria contínua da experiência do cliente”, ressalta Marco Mastroeni, diretor de negócios digitais do BB.

Histórico
O Banco do Brasil sempre foi pioneiro na oferta de canais de autoatendimento, iniciando pelos caixas eletrônicos, na década de 90. Cada vez mais transações são disponibilizadas nos terminais de autoatendimento (TAA), internet e mobile, permitindo às agências reorganizarem o atendimento e estabelecerem relacionamentos mais próximos com seus clientes. No terceiro trimestre de 2015, por exemplo, esses canais de autoatendimento já respondem por mais de 80% do total de transações realizadas no Banco do Brasil.

Além disso, o Banco implementou, neste ano, uma estratégia digital extremamente inovadora, que amplia a entrega da proposta de valor para um maior número de clientes com perfil alta renda e está inteiramente focado no relacionamento. Essa proposta oferece, entre outros diferenciais, atendimento em horário ampliado, das 8h às 22h, e ferramentas que facilitam o contato do cliente com seu gerente de relacionamento – a exemplo de telefone, e-mail, videochamada e mensagens instantâneas, similar ao WhatsApp.

Também em 2015, o Banco do Brasil foi o primeiro banco a oferecer atendimento em tempo real para as pessoas que navegam pelo portal BB na internet e no internet banking, via chat. Essa ferramenta agiliza a comunicação sobre os produtos e serviços e, sobretudo, garante a satisfação do cliente no atendimento de suas demandas. O atendimento online possui especialistas nas áreas de empréstimo pessoal, crédito veículo, cartão, investimento e solução de dívidas.

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A aliança Renault-Nissan irá lançar, nos próximos quatro anos, mais de 10 veículos com a tecnologia de condução autónoma

Aliança confirma o lançamento de uma gama de veículos com capacidades de condução autónoma que será comercializada, até 2020, nos Estados-Unidos, Europa, Japão e China. Esta tecnologia será instalada em modelos de grande volume e a preços acessíveis.

Para além disso, a Aliança Renault-Nissan irá lançar uma série de aplicações de conectividade que facilitarão o acesso dos passageiros às suas atividades profissionais, de lazer ou redes sociais.

“A Aliança Renault-Nissan está comprometida com o atingimento de um duplo objetivo “zero emissões e zero fatalidades””, declarou Carlos Ghosn Presidente-Diretor Geral da Aliança no Centro de Pesquisa da Renault-Nissan em Silicon Valley. “É por isto que estamos a desenvolver automóveis, destinados ao grande público de três continentes, equipados com sistemas de condução autónoma e com uma maior conectividade”.

Zero emissões e zero fatalidades

A Aliança Renault -Nissan é o líder incontestado nos veículos zero emissões, com cerca de 300,000 veículos elétricos vendidos desde a venda do primeiro Nissan LEAF, na região de San Francisco Bay, em Dezembro de 2010.

A segurança e a eficiência dos automóveis da Aliança Renault-Nissan aumentaram de forma radical. O número de acidentes graves ou mortais a bordo de um Nissan baixou, no Japão, 61% nos últimos 20 anos; do mesmo modo na Renault estes indicadores diminuíram 80%, em França, nos últimos 15 anos.

A condução autónoma deverá permitir reduzir o fator de erro humano que está na origem de cerca de 90% dos acidentes mortais.

Os primeiros modelos equipados com um sistema de delegação parcial da condução “manutenção na via” chegarão ao Mercado ainda em 2016. Com esta funcionalidade o automóvel controla automaticamente a sua posição numa via, em autoestrada ou numa fila de trânsito. Os primeiros modelos da Aliança equipados com um sistema de delegação parcial da condução “mudança de via”, que assegura a gestão automática dos perigos e permite a mudança de via em autoestrada, aparecerão em 2018. O ano de 2020 será o ano de lançamento do modo “Gestão autónoma das intersecções” através do qual o automóvel poderá andar em cidade sem qualquer intervenção do condutor.

A aliança irá lançar, no decorrer de 2016, uma nova aplicação para aparelhos móveis que permitirá a interação à distância com o automóvel. No próximo ano será lançado o “Sistema Multimédia da Aliança” que irá oferecer novas funcionalidades multimédia e de navegação, que otimizará a integração com os smartphones e permitirá a atualização, em tempo real, das cartografias. Em 2018 a plataforma da Aliança “Conectividade & Internet das Coisas”, irá acolher um “Assistente Pessoal Virtual” para os clientes particulares e profissionais.

Todas as tecnologias da Aliança relativas à condução autónoma estarão disponíveis como opção.

Convergir para ganhar

Em 2014 a Aliança Renault-Nissan fez convergir as divisões de engenharia das duas empresas. Os engenheiros da Renault e da Nissan trabalham em conjunto de forma a evitar a duplicação do desenvolvimento das novas tecnologias. As tecnologias desenvolvidas em comum são colocadas à disposição de cada uma das empresas que as utilizam em função das necessidades manifestadas pelos seus clientes.

Os engenheiros da Renault e da Nissan desenvolveram um “kit de tecnologias” que inclui aplicações de hardware e software. Os responsáveis de produto das várias marcas da Aliança têm à sua disposição e podem escolher integrar estas aplicações nos seus modelos. A parceria entre a Renault e a Nissan no desenvolvimento de tecnologias de ponta permite uma maior eficácia, reduzir os custos e oferecer aos seus clientes automóveis com um maior valor acrescentado.

A Aliança Renault-Nissan dispõe de um orçamento, para pesquisa e desenvolvimento, de cerca de 5 mil milhões de dólares (US). O quarto maior grupo automóvel mundial, que vende um em cada dez automóveis vendidos no mundo, tem centros de pesquisa em Atsugi, Japão; Guyancourt, França; Farmington Hills, Michigan; e Sunnyvale, Califórnia, ambos nos Estados-Unidos. A Renault-Nissan dispõe de centros de engenharia na Índia, Brasil, Roménia, Turquia e China, entre outros.

A Aliança anuncia também a nomeação de Ogi Redzic que será responsável pelas áreas de conectividade e serviços de mobilidade a bordo enquanto Alliance Senior Vice-President, Connected Vehicles and Mobility Services.

Ogi Redzic junta-se à Aliança depois de ter ocupado postos na Nokia, NAVTEQ, Motorola e na cyberPIXIE, uma startup do sector das comunicações wireless. Mais recentemente ocupava o posto de Senior Vice-President, Automotive na Nokia HERE. Ogi Redzic, que assume funções de imediato, ficará sedeado em Paris com a supervisão de equipas em França e no Japão.

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E-TRUST entra no mercado internacional e participa da National Retail Fair

A E-TRUST, uma das principais desenvolvedoras de soluções de segurança da informação do país, recebeu nota máxima na avaliação do Programa de Internacionalização Competitiva, gerenciado pela Softex em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). O projeto tem como objetivo fomentar oportunidades de negócios no mercado internacional e tornar a indústria nacional de software e de serviços de TI um player global no mercado.

O reconhecimento conduz a companhia à um novo patamar, já que viabiliza a participação da empresa em eventos internacionais, como a National Retail Fair (NRF Big Show), maior feira de varejo das Américas, que acontece em janeiro, em Nova Iorque, nos Estados Unidos. Em 2015, a NFR contou com 550 expositores e reuniu mais de 30 mil visitantes. Membros de 86 países estiveram presentes no evento.

Durante a National Retail Fair, a E-TRUST — única companhia brasileira de gestão de identidade de acessos a participar do evento — terá a oportunidade de apresentar ao mercado internacional a solução HORACIUS, desenvolvida para a gestão de identidades e que une funcionalidades de workflow, governança e provisionamento para controlar o acesso das pessoas aos sistemas de uma organização em nuvem.

“A avaliação que conquistamos é extremamente importante para nós uma vez que nos permite assumir uma posição de player global no cenário internacional de TI. Esta é a oportunidade para prospectarmos novos negócios, aumentando a nossa visibilidade e o crescimento da empresa. Vamos apresentar a nossa solução HORACIUS para outros mercados potenciais”, explica o CEO da E-TRUST, Dino Schwingel.

O processo de avaliação do Programa de Internacionalização Competitiva consiste em analisar a atuação da empresa no mercado, levando em consideração alguns pilares estratégicos de gestão como fatores críticos de sucesso, o potencial inovador e de internacionalização, a adequação da solução/serviço e a estratégia de entrada da empresa no mercado norte-americano. Após esta análise, a empresa é comunicada que está apta para integrar o programa e participar de grandes eventos internacionais.

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Vender na internet: uma oportunidade de R$ 150 bilhões em 2016 – Por Mário Mello

*Mário Mello, diretor geral do PayPal para a América Latina

Em qualquer parte do mundo, a qualquer momento e por meio de diversos tipos de equipamento eletrônico, as pessoas hoje podem se comunicar e fazer negócios online. É o que é chamado de The People Economy. Tendo em vista essa revolução comercial, o PayPal encomendou à Ipsos, uma das mais importantes empresas de pesquisa de consumo do mundo, uma pesquisa global, com 23 mil internautas de 29 países.*

A fatia brasileira do estudo mostra o real potencial desse mercado. Este ano, o e-commerce no País deverá movimentar R$ 121,2 bilhões, um crescimento de 29% sobre o ano passado. E, no ano que vem, serão R$ 150 bilhões em vendas na internet, uma expansão esperada de 24%. As categorias de produtos que registrarão o maior crescimento em 2016 serão Saúde e Beleza (31%), Gêneros alimentícios (31%), Artigos domésticos (27%) e Lazer, hobbies e atividades ao ar livre (27%). As taxas de crescimento são expressivas mesmo entre as categorias que menos crescem, como os Eletrônicos de consumo (17%).

Para se ter ideia do tamanho do mercado no Brasil, cerca de 67% dos internautas brasileiros compraram online nos últimos 12 meses – o que comprova o grande potencial da internet. Outro dado interessante indica que, mesmo que metade destes internautas já se aventure a comprar em sites do exterior, 57% ainda não se sentem confortáveis comprando em e-commerces que não tenham uma versão em português ou um Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC) em seu idioma nativo. Ou seja, os sites locais ainda levam vantagem quando concorrem com os internacionais, em outro idioma.

Vale lembrar que a velha e boa recomendação boca a boca vale ouro nesse meio. Na internet brasileira, quem encanta um cliente tem boas chances de ganhar seus amigos numa venda futura. Isto porque, entre os brasileiros, 49% acessam e-commerces recomendados por amigos e parentes. Ou seja, garanta uma venda futura ao atender bem quem compra hoje.

Com essas informações em mãos, chega-se a uma conclusão inevitável: não dá para ficar de fora da internet. É hora de se investir nas vendas online e entender o que faz a diferença para o consumidor neste universo.

(*) Veja a pesquisa completa aqui.

A pedido do PayPal, a Ipsos entrevistou uma amostra** representativa de um total de 23.354 (com 18 anos ou mais) que usam ou têm um equipamento* com acesso à internet em 29 países (Reino Unido, Irlanda, França, Alemanha, Áustria, Suíça, Itália, Espanha, Holanda, Suécia, Polônia, Turquia, Rússia, Israel, Emirados Árabes, Estados Unidos, Canadá, Brasil, México, Argentina, Índia, Japão, Coréia do Sul, Cingapura, Austrália, África do Sul, Nigéria e Egito). As entrevistas foram conduzidas online entre 17 de setembro e 28 de outubro de 2015. O trabalho de campo no Brasil foi conduzido entre 23 de setembro e 5 de outubro de 2015, a partir de uma amostra de 800 pessoas. Os dados foram ponderados para representar a incidência de compradores on-line em todos os países da pesquisa. E, em quatro deles – Coréia do Sul, Cingapura, Egito e Emirados Árabes – os dados foram ponderados também para se ajustarem ao perfil demográfico dos usuários de internet.

(*) Computador, desktop, laptop, notebook, tablet, smartphone, outros tipos de telefones móveis, organizador eletrônico, PDA com funções de wireless e acesso a dados, consoles de jogos com conectividade à internet, a exemplo do Wii, e Smart TV.

(**) Idade, sexo e região representativos da população online. (Na Suíça, idade e sexo das amostras são representativos). Não foram determinadas quotas para a Nigéria, uma vez que não existe um perfil disponível de usuários de internet nesse país.

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Gartner elege TCS como líder em Serviços de Testes de Aplicações

A Tata Consultancy Services (TCS), empresa líder em soluções de negócios, é reconhecida pelo Gartner, Inc. como ‘Líder’ no relatório “Quadrante Mágico para Serviços de Testes de Aplicações, em Nível Mundial’, por Susanne Matson e Patrick J. Sullivan.

Acreditamos que a posição da TCS como Líder é resultado de uma base global de clientes, de um histórico de compromissos globais complexos que garante apoio para a transformação dos negócios, e de recursos bem balanceados de consultoria de negócios, processos e setores de atividades, implementação e gestão de serviços, apoiados por rigorosas metodologias e ferramentas. Os principais pontos fortes da TCS destacados no relatório incluem a qualidade de nossos consultores, o Global Network Delivery Model™, além das ferramentas e soluções de automação robustas: TCS MasterCraft, TCS NETRA, que facilita a integração e a implantação contínuas, e o ignio™, produto de inteligência artificial da TCS™.

O Gartner avaliou 17 prestadores de serviços, entre eles a TCS, levando em conta a capacidade de execução e a abrangência da visão. Os analistas do Gartner destacam que os provedores designados como líderes estão apresentando bons resultados atualmente, ganhando espaço e mind share no mercado. Eles têm uma visão clara da direção do mercado e estão ativamente desenvolvendo competências para manter a liderança.

“Acreditamos que ser conhecido pelos analistas do Gartner como líder no Quadrante Mágico para Serviços de Testes de Aplicações pelo segundo ano consecutivo demonstra o valor que a TCS oferece aos clientes ao possibilitar a inovação e permitir que eles tenham sucesso”, afirma Siva Ganesan, Chefe Global de Serviços de Garantia da TCS. “As soluções e serviços de testes de classe mundial da TCS superam as expectativas dos clientes usando nossa plataforma global e soluções inovadoras que abraçam as mais recentes tecnologias digitais.”

Os Serviços de Garantia da TCS abordam os desafios de negócios e de qualidade dos clientes globais. A TCS oferece serviços de garantia ao longo de todo o ciclo de testes, incluindo consultoria e assessoria, implementação dos serviços e serviços gerenciados para ambiente e gestão de dados. Na era da Digital Reimagination™, a companhia consegue ajudar seus clientes a revelar o valor dos serviços de testes, explorando sua experiência para continuamente redefinir a garantia de qualidade e os paradigmas de testes para que as empresas se mantenham na vanguarda. A biblioteca de ativos digitais e de negócios reutilizáveis baseados em domínio da TCS e seu modelo de engajamento, comprovadamente bem sucedido, permite à companhia oferecer segurança a todos os seus clientes.

O Gartner não endossa nenhum fornecedor, produto ou serviço citado em suas publicações de pesquisa e não recomenda aos usuários de tecnologia selecionar somente os fornecedores com a mais alta qualificação ou outras designações. As publicações de pesquisa do Gartner refletem as opiniões da organização de pesquisa e não devem ser entendidas como afirmações baseadas em fatos irrefutáveis. O Gartner se isenta de qualquer garantia, expressa ou implícita, com relação a essa pesquisa, inclusive garantias de comerciabilidade ou adequação a um propósito específico.

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EMC acelera mudança para código aberto

Projeto open source do RackHD™ e nova versão do CoprHD reforçam os investimentos da EMC com a comunidade de desenvolvimento e auxiliam nos desafios de gestão em data centers de hiperescala

A EMC Corporation (NYSE: EMC) anuncia o lançamento do RackHD™ (Rack “H” “D”), um conjunto de tecnologias independentes de plataforma projetadas para resolver o desafio de gerenciar e orquestrar servidores e recursos de rede em hiperescala. Além disso, a empresa está trazendo atualizações para o CoprHD, o REX-Ray™ e novas colaborações com a Intel e a Oregon State University.

Novos destaques:
• EMC lança o projeto de código aberto do RackHD, disponível sob licença do Apache, versão 2.0.

• O RackHD oferece tecnologia independente de plataforma para proporcionar automatização efetiva do gerenciamento de hardware e orquestração em hiperescala.

• A comunidade do CoprHD lança a primeira atualização, o CoprHD 2.4, com novo suporte ao ECS (EMC Elastic Cloud Storage) e ao EMC XtremIO 4.0.

• A comunidade do CoprHD lança dois novos projetos com a Intel e a Oregon State University para adicionar suporte a armazenamento terceirizado e integração do OpenStack.

• EMC atualiza o mecanismo de orquestração de armazenamento do REX-Ray com suporte ao EMC VMAX, ao EMC Isilon e ao GCE (Google Compute Engine).

De acordo com John Roese, vice-presidente sênior e CTO da EMC Corporation, as soluções aprimoradas abordam desafios significativos no gerenciamento de data centers definidos por software. “Ao tornar essas tecnologias abertas e acessíveis, a comunidade de desenvolvimento pode trabalhar em conjunto para beneficiar uma ampla gama de organizações e aplicações”, afirma o executivo.

“É um momento emocionante para a EMC com esse novo modelo de desenvolvimento em que temos os funcionários da empresa desenvolvendo códigos diretamente para ajudar a resolver grandes desafios no setor, enquanto desenvolvem novas tecnologias de um modo que permite a participação, contribuição, crítica e colaboração de todos”, completa.

O software RackHD oferece M&O (Management and Orchestration, gerenciamento e orquestração) de hardware que automatiza a detecção, a descrição, o provisionamento e a programação em uma grande variedade de servidores atuais e um roteiro para adicionar dispositivos de rede no futuro.

Os datacenters modernos são uma mistura de armazenamento de vários fornecedores, sistema de rede e servidores com uma crescente variedade de hardwares COTS (Commercial Off-the-Shelf, prontos para uso), sendo aplicados no aumento de casos de uso em hiperescala. Instalar sistemas operacionais de baixo nível ou atualizar microcódigo e BIOS em diversos dispositivos é tarefa manual complicada para engenheiros de datacenter. E se tornam ainda mais difíceis e caras em hiperescala. O RackHD foi criado para automatizar e simplificar essas tarefas fundamentais em uma ampla gama de hardware de datacenters.

Desenvolvedores podem usar a API do RackHD como componente em um sistema de orquestração maior ou criar uma interface de usuário para gerenciar serviços de hardware, independentemente do hardware subjacente no local. Foi projetada para ajudar organizações a acelerar a implementação de aplicativos modernos (Platform 3) que dependem de grandes números de servidores genéricos e infraestrutura heterogênea.

Hoje, o RackHD suporta uma grande variedade de servidores de datacenter com base no processador Intel® e detecção e monitoramento para switches. Foi estabelecida uma comunidade do projeto em EMC {code}, a comunidade Onramp para capacitação de desenvolvedores, para encorajar contribuições que estendam o suporte ao dispositivo heterogêneo e que desenvolvam novos recursos úteis para o datacenter definido por software. Uma lista detalhada de recursos está disponível na página da comunidade em GitHub: https://github.com/RackHD

Para o vice-presidente e gerente geral de Cloud Platform Business da Pivotal, James Watters, a parceria com a equipe de projetos do RackHD possibilitou à Pivotal executar implementações bare metal e híbridas pela primeira vez. “A força e a flexibilidade do RackHD permitiram uma transição do conceito para a demonstração da tecnologia em apenas duas semanas sem alterações no código central do CloudFoundry”, diz Watters.

A comunidade do CoprHD lança versão 2.4

O CoprHD é um software de automatização de armazenamento de código aberto que centraliza e transforma o armazenamento de vários fornecedores em uma plataforma simples e expansível. A comunidade da tecnologia fez sua primeira versão oficial com o CoprHD 2.4 para incluir novos recursos, projetos, contribuidores da comunidade e um novo switch de licenciamento para a licença do Apache, versão 2.0. A nova versão aumenta o escopo do software para incluir o armazenamento em object EMC® ECS™ e uma nova API REST do software EMC XtremIO® 4.0. Uma lista detalhada de recursos e plataformas suportadas está disponível na comunidade do projeto: https://coprhd.github.io/

A Intel e a Oregon State University, nos Estados Unidos da América, juntaram-se à comunidade do CoprHD como os novos contribuidores. A Intel está liderando um projeto para integrar a Keystone no software, permitindo o uso da API do Cinder e/ou da tecnologia para oferecer serviços de armazenamento em block. Esse recurso permite que as organizações ofereçam uma Interface de gerenciamento de armazenamento única para serviços do OpenStack.

Segundo Bev Crair, vice-presidente e gerente geral de Storage Group da Intel, o usuário final exige flexibilidade e segurança no desempenho dos serviços de TI, o que está direcionando o setor de soluções de armazenamento definidas por software. “A controladora do CoprHD Software-Defined Storage permite que plataformas em nuvem, como o OpenStack, gerenciem o armazenamento heterogêneo. Isso se alinha ao comprometimento e contribuições da Intel à comunidade de código aberto e nossos esforços para acelerar o desenvolvimento de soluções de armazenamento definidas por software”, afirma Crair.

Como um esforço para expandir o ecossistema do CoprHD, a comunidade do sofrware desenvolveu um SDK de camadas mais baixas projetado para permitir que fornecedores de armazenamento e terceiros possam adicionar suporte para outros sistemas de armazenamento ao CoprHD, com mais facilidade. Os alunos da Oregon State University estão desenvolvendo o primeiro plug-in com o SDK de camadas mais baixas para um novo driver do EMC ScaleIO®. Finalmente, ele substituirá o driver do ScaleIO na versão atual e servirá como caso de teste para desenvolvimento adicional do SDK de camadas mais baixas.

“Descobrimos como foi difícil implementar qualquer tipo de ferramenta de automatização para obter uma mistura heterogênea de sistemas de armazenamento. Colaborar com a comunidade do CoprHD nos permitirá atingir nossos objetivos de evitar o limite de fornecedores e dar suporte a toda a nossa infraestrutura”, explica Shayne Huddleston, diretor de infraestrutura de TI da Oregon State University.

A EMC atualiza o mecanismo de orquestração de armazenamento REX-Ray

A EMC também anunciou uma nova versão de seu mecanismo de orquestração de armazenamento REX-Ray, projeto de código aberto da EMC {code} que oferece acesso ao armazenamento persistente para tempo de execução de contêineres, incluindo aqueles fornecidos pela Docker, Mesos e outras. Ele foi projetado para permitir o recurso de armazenamento avançado em plataformas na nuvem, de virtualização e armazenamento comum.

A versão 0.3 contém diversas novas atualizações por meio de contribuições da comunidade, incluindo suporte à plataforma de armazenamento expandida do GCE (Google Compute Engine) e os sistemas de armazenamento EMC Isilon® e EMC VMAX®. Além disso, o REX-Ray foi atualizado com uma função de montagem de volume preventiva que permite ao host reatribuir volumes montados de hosts sem resposta. Isso garante que os aplicativos mantenham o acesso ao armazenamento persistente. O REX-Ray 0.3 está disponível sob a licença do Apache, versão 2.0 e hospedado no GitHub em: https://github.com/emccode/rexray.

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Rodrigo Kede deixa presidência da TOTVS

A TOTVS, líder brasileira no desenvolvimento de softwares e soluções de negócio, anuncia que Rodrigo Kede apresentou sua renúncia ao cargo de diretor-presidente da empresa.

A companhia vinha conduzindo o processo de transição para Rodrigo Kede suceder a Laércio Cosentino como CEO da empresa. Infelizmente, foi detectado recentemente um problema de saúde, com impactos pessoais e familiares, que o levou a tomar essa decisão.

“Para mim foi uma decisão difícil interromper agora esta trajetória na TOTVS, por já estar tão envolvido com a empresa, pessoas e clientes”, afirma Kede.

Nesta data, o Conselho de Administração reconduz Laércio Cosentino ao cargo de diretor-presidente, que acumulará com o cargo de CEO. A TOTVS dará continuidade ao plano de sucessão buscando um novo diretor-presidente para a companhia.

“Ficamos tristes, mas compreendemos a decisão do Kede a quem estendemos todo nosso apoio e carinho”, reforça Laércio.

Kede foi indicado a reassumir sua posição de membro independente do conselho de administração no biênio 2016 a 2018.

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Mudança no ICMS Interestadual ocasiona caos nas emissões de notas

Como era esperado, alterações referentes ao ICMS interestaduais, que estão valendo desde 1º de janeiro de 2016, vem ocasionando muitas confusões para os empresários. Isso se deve ao fato que a alteração impacta diretamente nas regras de recolhimento dos impostos em relação às vendas interestaduais destinadas a consumidor final, seja ele contribuinte ou não-contribuinte do ICMS (pessoa física ou jurídica).

“Estamos observando que muitos clientes estão emitindo notas fiscais com erros, por causa da alteração. Isso se deve ao fato da regra entrou em vigor com uma série de dúvidas para os empresários, devido à falta de diretrizes governamentais sobre o tema, já que as regulamentações foram feitas de última hora. O mais complexo é que cada estado deverá tem uma regulamentação própria, o que ainda causará com certeza muita confusão”, conta o diretor tributário da Confirp Consultoria Contábil, Welinton Mota.

Palestras Gratuitas sobre ICMS Interestadual

Para minimizar os impactos para empresas, a Confirp está realizando uma série de palestras gratuitas sobre o tema. “Estamos convocando nossos clientes e também não clientes para dar boas diretrizes sobre o tema, é grande o número de empresas que deverão se adequar, lembrando que podem ocorrer mudanças nos valores de impostos”, alerta.
A regra afeta principalmente as empresas que operam com o comércio eletrônico (as chamadas vendas não presenciais, através de sites de Internet).

Alteração na Constituição Federal

Inicialmente, a Constituição Federal de 1988 foi alterada pela Emenda Constitucional nº 87/2015, para modificar a sistemática de cobrança do ICMS nas operações que destinem bens e serviços a consumidor final, contribuinte ou não do imposto, localizado em outro Estado, com efeitos a partir do ano seguinte (2016).

Lembrando que são consideradas “contribuintes do ICMS” as pessoas jurídicas que praticam vendas (comércio e indústria). Não contribuinte do ICMS são as demais pessoas físicas ou jurídicas (empresas prestadoras de serviços, escolas, órgãos públicos etc., que não praticam vendas).

Assim, desde 1º de janeiro de 2016, nas operações que destinem bens e serviços a consumidor final, contribuinte ou não do ICMS (pessoa física ou jurídica), localizado em outro Estado:

1. adotará a alíquota interestadual (4%, 7% ou 12%, conforme o Estado de destino); e

2. caberá ao Estado do destinatário o ICMS correspondente à diferença entre a alíquota interna do Estado destinatário e a alíquota interestadual.
“Anteriormente, nas vendas interestaduais destinadas a não contribuinte, o ICMS era recolhido integralmente no Estado de origem da operação, pela alíquota interna (do Estado do remetente). O Estado destinatário não tinha direito a nenhuma parcela do ICMS”, explica o diretor da Confirp.

Outro ponto importante é que a responsabilidade pelo recolhimento do ICMS correspondente à diferença entre a alíquota interna e a interestadual (Diferencial de Alíquotas) será atribuída ao destinatário, quando este for contribuinte do imposto (comércio/indústria) e ao remetente, quando o destinatário não for contribuinte.

Assim, no caso de operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final não contribuinte (pessoa física ou empresas que não praticam vendas) localizado em outro Estado, o “Diferencial de Alíquotas do ICMS” será partilhado entre os Estados de origem e de destino, sendo do remetente a responsabilidade pelo recolhimento do “ICMS Diferencial de Alíquotas” em favor do Estado de destino, nas operações destinadas a não contribuintes. Palestra gratuita sobre ICMS Interestadual

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O submundo do cibercrime no Brasil: relatório revela evolução do malware local após colaboração com Leste Europeu

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A Kaspersky Lab acaba de publicar relatório sobre o “Submundo cibernético no Brasil”. Inédito, estudo revela a vida secreta dos cibercriminosos daqui e classifica o País como um dos mais perigosos para os usuários digitais, principalmente por conta de ataques maliciosos específicos que roubam dinheiro e dados privados. A cooperação internacional com grupos criminosos da Europa Oriental também contribui para a evolução do malware nacional.

“Há muitas campanhas criminosas voltadas especialmente para os brasileiros. Além disso, a legislação nacional é muito vaga em relação à crimes digitais. Se você une tudo isto ao vasto comércio de produtos e serviços entre criminosos locais, nota o quanto a realidade digital brasileira pode se tornar complexa para empresas que não contam com especialistas em segurança de TI no País”, afirma Fabio Assolini, autor da pesquisa e analista sênior de segurança da Equipe de Pesquisa e Análise Global (GReAT) da Kaspersky Lab.

Roubando os compatriotas

Diferentemente dos cibercriminosos de outros países que, em geral, não respeitam fronteiras e atuam no mundo inteiro, o cibercrime local se concentra em fraudes contra pessoas e empresas brasileiras. Uma das razões é a legislação vaga, que não pune estes criminosos de forma eficaz. O relatório detalha alguns exemplos em que bandidos virtuais passaram pouco ou nenhum tempo presos. A pesquisa mostra que não é necessário investigar muito para rastrear os culpados. Por conta desta percepção de impunidade, os criminosos locais ostentam seus lucros e vendem seus produtos e serviços despreocupadamente, como se estivessem dentro da lei, inclusive com promoções chamativas em redes sociais e sites.

Expansão internacional

O foco local não significa que os criminosos virtuais não interajam com pares de outros países. O relatório revela uma colaboração entre bandidos brasileiros e da Europa Oriental. Eles compartilham conhecimento, trocam favores e compram serviços, tais como hospedagem protegida para os malware nacionais. Há provas de que os criminosos brasileiros cooperam com as gangues do Leste Europeu envolvidas com o ZeuS, SpyEye e outros trojans bancários criados na região.

Com o monitoramento dessas atividades em todo o mundo, a Kaspersky Lab é capaz de prever o surgimento de determinados ataques virtuais e ajustar seus métodos de proteção de acordo com as informações obtidas em outras regiões.

Peculiaridades locais

As especificidades regionais são a chave para entender melhor o cenário das ameaças e o relatório da Kaspersky Lab comprova isto. Um dos exemplos mais claros é o ataque dos boletos, em que cibercriminosos descobriram uma forma de manipulá-los para redirecionar a transferência do dinheiro para outra conta.

Em 2014, o Brasil foi considerado o país mais perigoso em ataques virtuais financeiros. O monitoramento contínuo das atividades maliciosas de cibercriminosos brasileiros proporciona às empresas de segurança de TI uma ótima oportunidade para descobrir novos ataques financeiros maliciosos.

Problemas de privacidade e segurança no governo

Outra característica importante do cenário cibernético brasileiro é a falta de segurança dos recursos de TI das empresas e dos governos (veja os exemplos no relatório completo). Frequentes falhas de segurança em serviços online do governo expõem publicamente os dados sigilosos de cidadãos brasileiros. Cibercriminosos conseguem obter essas informações e as negociam com outros golpistas por alguns dólares. Um ataque direcionado ao sistema do Ibama permitiu reaver a licença de 23 empresas suspensas por crimes ambientais e, em 10 dias, foram extraídos 11 milhões de reais em madeira.

Mercado C2C: de um criminoso para outro

O relatório inclui uma investigação detalhada sobre operações entre empresas no submundo cibernético brasileiro, em que grupos diferentes colaboram e compartilham seus serviços de informações e sua tecnologia. Operações entre criminosos são bastante desenvolvidas e difundidas: um criminoso consegue encontrar praticamente todos os serviços que se possa imaginar: criptografia para malware, hospedagem, programação, código para o ataque aos roteadores domésticos, virais no Facebook, spam etc. Um kit de ferramentas de ransomware custa apenas US$ 30 e um keylogger dez vezes este valor.

O segredo está no serviço de informações

“Este relatório traz informações que nos ajudam a aperfeiçoar a proteção para nossos clientes e desenvolver novas tecnologias de segurança. No Brasil, como em outros países, conhecemos muito bem os projetos do cibercrime, seus golpes mais recentes e seus planos futuros. Esse conhecimento, combinado a nossa experiência técnica em ameaças virtuais, nos permite combater o cibercrime com maior eficiência”, relata Assolini.

“No entanto, ao monitorar o ambiente cibernético brasileiro, fica claro que não basta todo o esforço das empresas de segurança. A melhor solução para garantir um ciberespaço mais seguro é o compartilhamento de informações e a cooperação entre o setor de segurança, empresas e governo, incluindo as autoridades legais”, complementa o especialista.

O relatório Submundo cibernético da Kaspersky Lab referente ao Brasil está disponível no blog Securelist.com. Para baixar o relatório em PDF, clique aqui.

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Os efeitos das novas regras de cobrança do ICMS no comércio eletrônico – Por Tiago Bizzotto

Entraram em vigor no último dia 1º de janeiro as novas regras para a cobrança do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para o comércio eletrônico, e os impostos estaduais das mercadorias compradas pela internet passam a ser repartidos entre os estados de origem e de destino do bem.

O ICMS um imposto de competência estadual e tem como fato gerador a circulação de mercadorias, especificamente quando há mudança da sua titularidade.

Em uma situação onde o produtor está estabelecido na mesma Unidade da Federação do consumidor, a totalidade do ICMS será recolhido ao Estado dos mencionados agentes econômicos.

Contudo, quando o estabelecimento produtor está situado em uma Unidade da Federação diversa do consumidor, a antiga regra instituída pela Constituição da República de 1988 determinava que o ICMS deveria ser recolhido pela alíquota interestadual, quando o destinatário for contribuinte do imposto, ou pela alíquota interna, quando o destinatário não for contribuinte do ICMS.

Vale apontar que a alíquota interestadual favorecia a Unidade da Federação onde estava situado o destinatário da mercadoria. Entretanto, quando o consumidor não era contribuinte do ICMS, o imposto de competência estadual devia ser recolhido em sua totalidade ao Estado de origem.

Nas vendas eletrônicas, as mercadorias são remetidas pelo estabelecimento fabricante diretamente ao consumidor final, geralmente por meio de um agente de distribuição na internet.

Com isso, a venda da mercadoria era considerada como uma “operação interna”, sendo o ICMS recolhido em sua totalidade ao Estado onde está situado o estabelecimento produtor, nos termos da alínea ‘b’ do inciso VII do §2º do artigo 155 da Constituição Federal.
Após a introdução da Emenda Constitucional nº 87/2015 no ordenamento jurídico, foi alterada a redação do inciso VII do §2º do artigo 155 da Constituição para favorecer o Estado de destino da mercadoria.

Neste sentido, em operações de venda de mercadorias realizadas entre diferentes Unidades da Federação, as alíquotas interestaduais serão aplicadas mesmo quando o destinatário não for contribuinte do ICMS.

A diferença entre a alíquota interna e a interestadual deve ser partilhada entre os Estados de origem e de destino, na seguinte proporção:

Estado de destino: Em 2016, o total de 40% (quarenta por cento) do ICMS devido. Em 2017, o total de 60% (sessenta por cento) do ICMS devido. Em 2018, o total de 80% (oitenta por cento) do ICMS devido.

Estado de origem: Em 2016, o total de 60% (sessenta por cento) do ICMS devido. Em 2017, o total de 40% (quarenta por cento) do ICMS devido. Em 2018, o total de 20% (vinte por cento) do ICMS devido.

A partir de 2019, 100% (cem por cento) do ICMS incidente nas operações interestaduais será recolhido ao Estado de destino, sendo o consumidor contribuinte ou não do imposto de competência estadual.

Em relação à responsabilidade pelo recolhimento do ICMS em operações interestaduais, a diferença entre a alíquota interna e a interestadual será do destinatário, se este for contribuinte do ICMS, ou do remetente, quando o destinatário não for contribuinte do imposto de competência estadual.

Desta forma, a Emenda Constitucional nº 87/2015 favoreceu de forma plena a Unidade da Federação onde está situado o adquirente da mercadoria em detrimento do Estado de origem.

*Tiago Bizzotto é advogado e coordenador da área de Contencioso Tributário do escritório Andrade Silva Advogados

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WTC de SP registra alta em 2015 e estuda levar modelo a mais cidades

O World Trade Center de São Paulo pode conquistar mais cidades brasileiras. O complexo sonda levar seu modelo com hotel, espaço para eventos e serviços a outra regiões do país, já que se consolidou no mercado do turismo de negócios, como uma opção segura e completa.

O diretor executivo do WTC Hotelaria, João Nagy, explica que, apesar de não existir um projeto finalizado, já existem estudos nas cidades de Belo Horizonte (MG), São José dos Campos (SP) e Goiânia (GO). “Mas tudo depende das facilidades que encontremos com as autoridades locais”, enfatiza.

O complexo abriga o Sheraton São Paulo WTC Hotel, o WTC Events Center, o WTC Business Club e o D&D Shopping, o que possibilita ofertar aos visitantes mais opções de serviços, encontros de negócios, eventos, turismo e até mesmo de lazer.
Em 2015, WTC Events Center – um dos maiores atrativos do complexo – registrou alta de 4% na demanda, chegando a mais 900 encontros nas salas e no centro de convenções.

A alta no WTC Events Center também contribuiu para o crescimento de 5% na taxa de ocupação do Sheraton WTC. Com os eventos, não apenas o Sheraton, mas toda a região da Berrini lucrou: “Os hotéis da redondeza também tiveram uma procura por causa dos eventos”, afirma Naggy.

Em 2016, o primeiro passo será a otimização dos serviços. Cerca de R$ 10 milhões serão investidos em tecnologia. O diretor executivo adianta que novos equipamentos para reduzir o tempo de montagem de eventos e sistema de check-in online serão algumas das novidades deste ano. “O hóspede vai imprimir como se fosse um bilhete aéreo que pode ser escaneado, sem precisar passar pela recepção”. Com essas e outras estratégias, a expectativa é de crescimento, podendo chegar a 15% da receita em 2016.

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Com foco no Brasil, AVG lança nova geração de produtos em português para o consumidor final

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A AVG® Technologies N.V. (NYSE: AVG), a empresa de segurança online que fornece software e serviços líderes para proteger aparelhos, dados e pessoas, anuncia hoje o lançamento de seu novo pacote de soluções voltadas ao consumidor final em português. As versões atualizados dos produtos AVG Protection e AVG Performance para PC e Android, agora totalmente em português, incluem novas funcionalidades de detecção de malware, novos ajustes no painel de controle, melhor limpeza de arquivos e total suporte ao for Windows 10.

Os produtos AVG serão, a partir de agora, auto-atualizados constantemente, para que seus usuários possam sempre ter as melhores ferramentas e funcionalidades sem ter de se preocupar com as atualizações. Esse é o primeiro passo da AVG rumo ao modelo de fornecimento de Segurança como Serviço (Security as a Service).

Além de incluir as mais recentes soluções da AVG para Windows, Android, iOS e Mac OSX, as duas linhas de produto oferecem a premiada plataforma AVG Zen®, que torna mais fácil o monitoramento e gestão de proteção e desempenho de um número ilimitado de aparelhos de todos os membros de uma família ou grupo, à partir de um único painel de controle em qualquer PC ou dispositivo Android.

“Seja pelo número de dispositivos que possuímos ou pelo volume e tipos de apps que utilizamos em nosso dia a dia, o mundo digital é, hoje, cada vez intrínseco às nossas vidas; e essa dependência parece não dar sinais de acabar ou diminuir”, afirma Leandro Mantovam, Country Manager da AVG Technologies no Brasil.

“Apesar do cenário parecer cada vez mais complexo, nossa premissa é que consumidores e empresas não podem ficar desprotegidos. É por isso que estamos constantemente desenvolvendo nossos produtos, para que possamos dar aos nossos clientes a paz de espírito de que seus aparelhos estarão sempre protegidos e com desempenho máximo, não importando o quanto esses dispositivos venham a mudar ao longo dos anos”, completa Mariano Sumrell, diretor de Marketing da AVG no Brasil.

Conheça as melhorias da nova versão em português:
AVG Antivírus para Windows

• Detecção na nuvem em tempo real: ajuda a encontrar instantaneamente novos malware e brechas, usando a crowd intelligence baseada na nuvem;

• Detecção com Inteligência Artificial: Uma avançada ferramenta de inteligência artificial foi adicionada para identificar proativamente novas ameaças em tempo real, antes mesmo que nosso time do AVG VirusLab as tenha classificado;

• Escudo Online atualizado: na versão PRO foi incluída a detecção na nuvem para identificar downloads maliciosos mais rápido do que nunca.

AVG AntiVirus para Android

• Melhor proteção contra malware: melhor proteção a smartphone ou tablet, graças ao novo Sistema de varredura inteligente baseado na nuvem, com menor tempo de varredura e melhor poder de detecção;

• Antirroubo atualizado: algoritmos atualizados tornam a localização remota mais rápida nas versões FREE e PRO;

• Mais informativo: para tornar os resultados de pesquisa mais fácil de entender, integramos com AVG VirusLab para fornecer mais informações sobre as ameaças que encontramos;

• Modo “Economizar Bateria”: tornamos mais fácil a melhoria da vida útil da bateria, permitindo que você ligue o modo “Economizar Bateria” diretamente do painel de notificação do seu telefone.

AVG Antivirus para Mac

• Nova Quarentena: no AVG Antivírus para Mac agora os usuários podem isolar os vírus infiltrados do resto de seus dispositivos Mac, para que possam decidir como lidar com essa ameaça depois.
AVG PC Tune Up

• Novo painel de ajuste: dando aos usuários acesso rápido a todos os recursos de ajuste e melhor visibilidade de possíveis problemas de desempenho;

• Limpeza de PC atualizada: agora limpa mais jogos do Steam, esvazia a pasta de Downloads e limpa aplicativos adicionais, como o VMware;

• Limpeza de Navegadores atualizada: remove 60 tipos de traços de navegadores dentre eles os mais populares como Internet Explorer, Google Chrome e Firefox.

AVG Cleaner for Android

• Novo App Manager: dá aos usuários uma visão geral imediata dos apps que mais consomem recursos em uma única tela e ajuda a se livrar deles de uma vez por todas.

AVG Cleaner para Mac

• Novo iPhoto Cache cleaning: impede que arquivos de “cache” do iPhoto tomem espaços importantes que geram a necessidade de deletar fotos com o passar do tempo.

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Social Media Mistakes That Could Cost You The Job

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The advice “If you don’t have anything nice to say, don’t say anything at all” holds especially true in today’s digital age, suggests new research from staffing firm OfficeTeam. When asked about the most common social media mistakes that take job seekers out of the running for a position, 45 percent of human resources (HR) managers cited writing negative or inappropriate comments. About one in three (35 percent) said posting or being tagged in questionable photos is the prevailing digital faux pas.

View an infographic of the survey findings about social media mistakes.

HR managers were asked, “In your opinion, what is the most common social media mistake professionals make that reduces their chances of being hired?” Their responses:

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People often believe posting on social media is just harmless fun, but in reality, employers frequently look online to learn about prospective hires,” said Brandi Britton, a district president for OfficeTeam. “Professionals should think beyond eliminating unflattering content from their digital accounts to how they can wow hiring managers by showcasing career accomplishments and industry involvement.”

OfficeTeam identifies five types of professionals who commit social media faux pas and provides tips to help avoid these monikers:

The Cranky Critic isn’t shy about sharing off-putting remarks with the world. No subject is off limits, including former colleagues and politics.
Advice: Exercise discretion when posting on social networking sites, blogs or online communities. You never know who might see your comments.

The Superfluous Selfie Poster has no shortage of social media photos, but they’re not exactly always office-appropriate, and there are enough of them to suggest an inflated ego.
Advice: Remove or untag yourself from any images that may raise eyebrows. Use a polished profile photograph.

The TMI Transgressor posts every detail when attending a party, playing a game or taking an online quiz, whether you care to know or not.
Advice: Be aware that certain topics may make you appear unprofessional. Use your best judgment when sharing status updates and check your privacy settings to control who in your network has access to what information.

The Connection Counter invites just about anyone to join his or her network. When it comes to social media contacts, this person favors quantity over quality.
Advice: Be selective about who you connect with and focus on fostering meaningful professional relationships. Having the right people in your network can help advance your career, and potential employers may also reach out to these individuals to learn more about you.

The Nonchalant Networker takes a lackadaisical approach to social media. This individual’s online profiles are sparse, and updates are few and far between.
Advice: Highlight your work history and accomplishments on sites like LinkedIn. Consider including key terms that describe your skills and experience to help employers more easily find you. Show an interest in your industry by participating in relevant Web groups and forums.

About the Research

The survey of HR managers was developed by OfficeTeam. It was conducted by an independent research firm and includes responses from more than 300 HR managers at U.S. companies with 20 or more employees.

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Varejo paulistano fecha 2015 com queda de 8%, informa Associação Comercial de SP

Foi o pior resultado desde o início do Plano Real; vendas em dezembro também apresentaram a maior retração do período (-14,5%)
São Paulo, 4 de janeiro de 2016. O comércio varejista da capital paulista fechou o ano de 2015 com queda média de 8% no movimento de vendas frente a 2014. Foi o pior desempenho do setor desde o início do Plano Real. O segundo pior resultado foi em 1999, quando uma crise levou à retração média de 5,9%.

Já em 2014, o Balanço de Vendas da ACSP apontou aumento médio de 1,7%.

Separadamente, em 2015, as vendas a prazo recuaram 6,7%, impactadas pelo aumento da taxa de juros, pela redução do crédito e pela confiança do consumidor nos patamares mais baixos já registrados.

As vendas à vista caíram 9,2%, afetadas pela queda da massa salarial e pelo aumento dólar, prejudicando comércios de roupas e importados. Os resultados ficaram dentro da expectativa da ACSP.

Segundo Marcel Solimeo, diretor do Instituto de Economia Gastão Vidigal/ACSP, comenta o balanço do ano e o que pode ser esperado para 2016. “A perspectiva para 2016 é de redução menor nas vendas, mas ainda assim no vermelho. Porém, o varejo precisa se preparar para o começo do ano, quando a sazonalidade joga contra o lojista”, analisa Solimeo, em referência ao tradicional desempenho negativo do setor no primeiro trimestre de cada ano.

Além de gastos típicos de início de ano (IPVA, IPTU, material escolar) – que drenam dinheiro do consumidor – as viagens de férias e o Carnaval esvaziam a cidade e afetam o comércio de forma geral.

De acordo com Solimeo, apenas a partir do segundo trimestre as quedas poderão ser mais brandas, caso o governo adote medidas na direção correta em relação às contas públicas, que restabeleçam a confiança de empresários e consumidores.

Pior dezembro

Assim como no acumulado do ano, no mês de dezembro de 2015 as vendas também amargaram o pior desempenho desde o início do Plano Real. A queda média foi de 14,5% (-10,8% a prazo e -18,2% à vista) na comparação com o mesmo mês de 2014.

O segundo pior desempenho do Plano Real para um mês de dezembro foi em 1999 (-4,9%).

Já em dezembro de 2014, houve elevação de 1,1% sobre o ano anterior.

Comparação mensal

Por fim, na comparação mensal, as vendas a prazo e à vista apresentaram altas sazonais de 20,8% e 42%, respectivamente. As elevações são explicadas pelo fato de dezembro ser o principal mês para o varejo, em decorrência das compras de fim de ano e da injeção do 13º salário na economia.

Mesmo assim, ambos os aumentos foram inferiores à média dos últimos três anos, que é de 22,2% nas vendas a prazo e de 53% nas vendas à vista.

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AppDynamics divulga previsões para 2016

A AppDynamics, empresa líder em inteligência de aplicativos, divulga suas previsões para 2016 sobre IoT, o avanço das máquinas e segurança de dados, nas palavras de Prathap Dendi, gerente geral de tecnologias emergentes da AppDynamics. Abaixo confira o texto:

1) Em 2016, seremos mais humanos e mais sociais por causa das máquinas. Errar é humano – a perfeição requer uma máquina. Acredito muito que a próxima revolução industrial será baseada em máquinas conectadas. Essas máquinas, sejam elas os dispositivos vestíveis , carros inteligentes e autônomos ou infraestrutura tecnológica de grande escala, estarão trabalhando juntos para criar uma sociedade mais segura, saudável e social. Temos, como exemplo, o carro autônomo. Os carros autônomos garantem a segurança porque também prezam pela segurança de todos os carros a sua volta. As buzinadas mal educadas logo serão um hábito esquecido de nossos antepassados. Existe um número crescente de ferramentas para ajudar a automatização de interações humanas e ‘sociais’, como aplicativos para automatizar seus feeds de redes sociais (ou seja: Facebook Parse SDK para IoT). Também existem ferramentas que fazem as máquinas compartilharem informações de maneira pró-ativa, da mesma maneira que um ser humano – entre os quais os prédios inteligentes com sensores que podem dizer quanta energia ‘eles’ conseguem economizar. Mas, esse tipo de automação não nos deixa menos humano simplesmente por envolver uma máquina. Na realidade, essa automação nos conecta com uma parcela muito maior da humanidade. As máquinas conseguem colher quantidades imensas de dados que, depois de devidamente analisados e traduzidos, oferecem informações inéditas sobre as motivações do ser humano e como podemos ser melhores.

2) O hardware está “comendo” o software: todos os processos de negócios serão ligados a um ou mais dispositivos de IoT até o final do ano que vem. De acordo com o Gartner, a IoT já representa 5 bilhões de dispositivos e deve atingir 25 bilhões até 2020. Além de criar problemas de escala, essa situação também aumenta a demanda sobre a infraestrutura e os aplicativos. Hoje, praticamente qualquer processo de negócio que depende ou está ligado a algum software, ou seja, a grande maioria, terá alguma ligação com IoT – sensores inteligentes, atuadores, equipamentos com tecnologia NFC e muito mais. Por exemplo, empresas de seguros passarão a depender mais de software para realizar diagnósticos, os veículos serão cada vez mais autônomos, alertando o motorista da necessidade de realizar uma revisão em função das condições do veículo, e as fábricas terão a oportunidade de otimizar suas operações com sensores ligados a seus equipamentos. E existem muitos outros exemplos.

3) A adoção de IoT será mais rápida entre países em desenvolvimento. Os países industrializados já possuem uma infraestrutura física consolidada (p.ex., estradas, concessionárias de serviços públicos e transporte) e será um grande desafio migrar para uma tecnologia totalmente nova. Por esse motivo, acredito que os países em desenvolvimento que ainda estão criando infraestrutura – como o Brasil, China e Índia – devem avançar muito mais em termos de IoT que os países mais avançados. Para uma país em desenvolvimento, é muito mais fácil instalar novos sensores e conectar dispositivos onde prédios comerciais não existem. Eles possuem o tempo e a necessidade econômica que nós não temos para construir novas cidades. A China e outros países em desenvolvimento terão mais oportunidades de implementar processos de IoT por que estão começando do zero, em vez de serem obrigados a trabalhar com ou modificar infraestruturas existentes. Em resumo, a IoT será um promotor de crescimento econômico – enquanto é apenas considerada algo ‘legal’ em países mais tecnologicamente avançados, como os EUA.

4) Privacidade de Dados: 2016 será o divisor de águas para o ‘dilema moral de programação’. Em 2015, alguns dos maiores ataques virtuais de todos os tempos aconteceram em todos os segmentos. Eu acredito que 2015 foi apenas o ‘trailer’ para 2016. Não sou um grande fã dos grupos que dizem que ‘o mundo está acabando’, mas o imenso volume de dados coletados pela IoT me faz perguntar se realmente entendemos as implicações da privacidade de dados. Todos os dias, novos dispositivos se conectam com a Internet e reduzem as diferenças entre o software e hardware. A fabricação de hardware para IoT ainda está crescendo rapidamente; milhões de programadores de software precisam garantir que seus processos de desenvolvimento estão focados em segurança e, ao mesmo tempo, responder as necessidades de seus usuários. Os dispositivos industriais e residenciais de IoT não podem parar, e isso quer dizer que precisamos acelerar o desenvolvimento de software para garantir o sucesso e a inovação em relação à IoT. Mas, o cenário representa o que eu chamo de um crescente ‘dilema moral de programação’ e em 2016 estaremos diante de um divisor de águas. Estamos chegando perto de um momento importante, quando os governos e as empresas – e, consequentemente, os desenvolvedores – serão obrigados a agir. Os médicos têm seu juramento hipocrático de não prejudicarem seus pacientes, então por que os desenvolvedores não teriam a responsabilidade de escrever programas que não prejudiquem seus usuários? É um problema de desenvolvimento, e será importante trabalharmos juntos para criar os padrões e o código moral necessários para as crescentes preocupações em relação à segurança de nossas informações.

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Hermes Group UK seleciona NICE Workforce Management na nuvem para aprimorar serviço de atendimento ao cliente

NICE Systems anunciou que o Hermes Group UK implementou a solução em nuvem de Workforce Management (WFM) da NICE para melhorar sua eficiência operacional e otimizar a gestão da força de trabalho. A solução da NICE foi implantada em outubro de 2015, e começou a rodar dentro do prazo para atender o planejamento e a gestão no período de férias e festas de fim de ano.

A Hermes UK pertence ao grupo Hermes Logistik Gruppe Deutschland (HLDG), maior empresa independente especializada em vendas diretas para os setores B2B e B2C na Alemanha. A organização trabalha com uma ampla gama de revendedores de alto padrão em lojas físicas, catálogos e online, tais como Next Directory, ASOS, Tesco, John Lewis, Debenhams, Arcadia Group, Amazon e eBay.

Operando uma rede com mais de 10 mil representantes, mais de 4.500 lojas e gerenciando um volume superior a 210 milhões de encomendas no ano passado, a Hermes tinha requisitos específicos para a nova solução de Gestão da Força de Trabalho. Dentre elas:

• Utilização de um único sistema, integrado e em tempo real para agentes locais e remotos

• Escalabilidade e flexibilidade para picos de demanda sazonais

• Estrutura de preços flexível para momentos que exigem agentes adicionais

• Integração com o Oracle Right Now, permitindo a operação conjunta na nuvem

• Eficiência na previsão e no planejamento de contatos através de múltiplos canais, incluindo chamadas e e-mails

• Programação flexível e automatizada de solicitações e notificações

A Hermes escolheu a NICE devido à sua reputação na área de planejamento preciso de recursos e engajamento de funcionários, bem como à capacidade de entregar resultados em prazos curtos. Com uma solução escalável implantada na nuvem e licenciada sob demanda, mediante assinatura, e com interface avançada e capacidades robustas de adesão em tempo real, a NICE foi capaz de responder aos desafios da Hermes e entregar em tempo recorde a solução de Workforce Management – WFM de que a empresa precisava.

“Escolhemos a NICE devido à solidez da sua marca e posição de liderança no mercado, bem como às suas soluções em nuvem altamente flexíveis”, disse Dawn Redman, diretor de Atendimento ao Cliente da Hermes Parcelnet Ltd. “Por ser uma solução oferecida na nuvem, o NICE Workforce Management permite acesso remoto para gestão de operadores fora do local, garantindo rápida escalabilidade em momentos de picos sazonais de uso”.

“A implantação do NICE Workforce Management em nossa nuvem fornece à Hermes a flexibilidade de que precisam para atender de forma eficiente as demandas de seus clientes”, disse Benny Einhorn, presidente da NICE EMEA. “Estamos muito felizes por poder fornecer à Hermes a escalabilidade e flexibilidade de que precisam para a gestão da sua força de trabalho, contribuindo para aprimorar sua capacidade para fornecer um excelente serviço de atendimento ao cliente”.

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Capgemini abre 100 oportunidades de trabalho em Salvador

Como parte da expansão regional, companhia procura programador jr e operador de testes para o seu Centro Global de Serviços de Aplicações.

A Capgemini, um dos principais provedores globais de serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, anuncia a abertura de 100 vagas em seu Centro Global de Serviços de Aplicações, instalado em Salvador, na Bahia.

Neste processo, a empresa quer atrair candidatos que estejam cursando nível técnico ou superior em Informática, Matemática, Engenharia ou áreas afins para atuar em posições de programador junior e operador de testes.

A Capgemini tem investido constantemente no desenvolvimento de seus profissionais e, como diferencial, os candidatos aprovados neste processo passarão por cerca de um mês de treinamento em tecnologias e metodologias globais da empresa, além de poderem acessar centenas de treinamentos online (e-learning).

Para a vaga de operador de testes é necessário que o profissional conheça desenvolvimento de software e execução de testes, sendo desejável noções de automação de testes. Já os candidatos a programador jr devem ter conhecimento básico em banco de dados relacional e lógica de programação. Conhecimentos em idiomas, como inglês, será um diferencial. Todas as vagas estão abertas, também, para pessoas com deficiência (PCDs), que devem apresentar comprovação por meio de laudo técnico.

Para se candidatar, basta enviar o currículo para o e-mail curriculoti.br@capgemini.com, com a especificação do cargo desejado no assunto. O processo seletivo, que incluirá prova de lógica de programação, dinâmicas de grupo e entrevistas acontecerão entre os dias 05 e 15 de janeiro de 2016.

A Capgemini oferece remuneração competitiva e, entre os benefícios, plano de saúde, seguro de vida, vale refeição e vale transporte.

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