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Cafetec em Curitiba: Sebrae detalha Programa de TI e Senai apresenta ofertas para certificações mps.br

Aconteceu no Sebrae, em Curitiba, o primeiro Cafetec voltado para empresas do Arranjo Produtivo Local de Software. O evento é uma das novidades do Programa de TI da instituição para o desenvolvimento do setor na capital e região metropolitana. Em um café da manhã voltado para networking e apresentação de conteúdo e oportunidades para o setor, os empresários conheceram o trabalho do Senai Paraná em certificações importantes para empresas de software como o mps.br. Veja reportagem do programa de tv Valor Agregado.

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Processor apresenta como potencializar negócios com a Computação em Nuvem

A necessidade de modernizar formas de assegurar a integridade de dados, garantindo a segurança e disponibilidade das informações corporativas, tornou a adesão do conceito de Cloud Computing fundamental nas corporações. Sabendo disso, a Processor promove na próxima quinta-feira, 23 de abril, encontro executivo para apresentar a solução LiveCloud, uma plataforma dinâmica para computação em nuvem e/ou híbrida, que disponibiliza uma série de soluções integradas, incluindo capacidade computacional, armazenamento, dados, networking, backup, aplicativos, software, entre outros serviços, que permitem fazer negócios de maneira rápida, flexível e altamente competitivos.

O evento, voltado a organizações de todos os portes, que será realizado a partir das 17h30, no Processor Technology Center – Rua Severo Dullius, 410 bairro São João, em Porto Alegre, tem vagas limitadas. Interessados devem se inscrever pelo link www.processor.com.br/eventos.aspx

Serviço:

O que? Solução em Nuvem – LiveCloud

Quando? 23 de abril, 17h30min

Onde? Processor Tecnology Center – Av. Severo Dullius, 410 – Bairro São João – Porto Alegre

Como? Inscrições pelo link: http://www.processor.com.br/eventos.aspx

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Detonaweb eleva vendas em 30%

A Detonaweb, realizada pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) e patrocinada pela Braspag apresentou resultados positivos após 4 anos de hiato da primeira promoção online do e-commerce brasileiro.

Segundo estimativas da Câmara, as lojas participantes da Detonaweb atingiram 50% de crescimento em relação ao mesmo período de 2014. O crescimento orgânico do comércio eletrônico é, em média, 20% em função da expansão do mercado, sem promoções. De acordo com Gastão Mattos, CEO da Braspag, “a expectativa do setor se manteve este mês, ou seja, quem aderiu à campanha apresentou um crescimento bastante significativo, 30% superior à média do mercado”.

“A Detonaweb é uma vez mais a prova de que o esforço comprometido do varejo online e o reconhecimento do consumidor brasileiro são uma combinação virtuosa para o incremento e desenvolvimento da economia”, diz Ludovino Lopes, presidente da camara-e.net. Segundo ele, a Detonaweb agregou volume de venda e demanda para os lojistas participantes, evidenciando a importância de ações como esta para fomentar o setor.

“O relançamento da Detonaweb superou nossas expectativas. Certamente podemos afirmar que o Brasil agora possui uma mega liquidação online no 1º semestre”, completa Gerson Rolim, diretor de comunicação da entidade.

Criada em 2003 pela camara-e.net, a Detonaweb é considerada a primeira promoção do e-commerce no país. Inicialmente chamada de Liquidaweb, a campanha foi realizada anualmente até 2011. Em 2015 a campanha foi retomada entre 14 e 16 de abril para comemorar os 20 anos de e-commerce no Brasil, sendo também uma oportunidade para antecipar as compras para o dia das mães. Neste retorno, participaram somente lojas associadas ao Comitê de Varejo da camara-e.net: Americanas.com, Dafiti, eFácil, Magazine Luiza, Marisa, MercadoLivre, Saraiva, Shoptime, SouBarato e Submarino.

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Big Data e seu desafio no mundo da aviação

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Um fato que marcou a história da aeronáutica civil. O voo MH370 da companhia Malaysia Airlines desapareceu dos céus e dos radares quase como por um passe de mágica. Ninguém sabe nada sobre seu destino e muito menos onde estão as caixas pretas, essenciais para entender as causas da maioria dos acidentes de avião.

Diante desse panorama aparece o Big Data, a gestão e análises de grandes volumes de dados, que poderia se tornar um instrumento para ajudar não só a segurança das aeronaves, mas também para atenuar as deficiências de ferramentas como, precisamente, as caixas pretas. Os dados de um avião em percurso poderão ser transmitidos em tempo real e assim diminuir a importância da caixa preta em caso de possíveis incidentes? Sem dúvida alguma, esse é um desafio que inquieta.

“Com os avanços das TIC, deveríamos ter a capacidade de extrair e analisar os dados dessas máquinas acidentadas sem necessidade de achar as caixas pretas. Acredito que um fato tão simples como esse pode fazer uma grande diferença”, disse o ministro das Comunicações e multimídia da Malásia, Shabery Cheek, após a tragédia.

Foi durante uma palestra da União Internacional de Telecomunicações (UIT), que o funcionário solicitou a essa instituição e ao setor privado trabalharem para que os dados dos aviões, incluindo as caixas pretas, possam transmitir em fluxo contínuo e armazenar em centros de dados localizados na terra.

Big Data a bordo

Em geral, nada pode garantir uma segurança completa nos voos comerciais, mas estão sendo desenvolvidas tecnologias que contribuem na redução dos maus acontecimentos. Em termos gerais, o Big Data pode atuar em duas situações específicas.

A primeira tem a ver com as deficiências que existem nas caixas pretas, como apontamos acima, aproveitando os mais modernos serviços na nuvem, incrementando a segurança do voo. “As tecnologias da comunicação têm evoluído de maneira espetacular nos últimos anos, mas as caixas pretas são idênticas às de 30 anos atrás”, lembrou o ministro da Malásia.

O segundo setor ocorre no mesmo trajeto do avião. O Big Data identifica, analisa e processa dados das máquinas para acompanhar todo o percurso. Por exemplo, caso ocorram problemas com um dos motores, nós poderemos saber antes do pouso que peça ele precisa e atuar rapidamente para evitar complicações.

Voar a cegas

Um problema que dura até hoje tem a ver com o sistema estático Pitot. Em 1996, o Boing 757 do AeroPeru, que realizava a rota Lima-Santiago, caiu no oceano Pacífico devido a uma negligência dos operários de limpeza. Eles cobriram com fita isolante o tubo Pitot, localizado na parte frontal do lado de fora da aeronave, esquecendo-se de tirá-la depois das tarefas de manutenção.

Esse sistema é responsável por informar o índice de velocidade da máquina considerando o ar, altitude e as variações. Quando o leitor fica obstruído, a saída dos dados para o computador da aeronave se torna errada, fato esse que originou o impacto, ainda que a torre de tráfego em Lima tenha tentado ajudar com as poucas informações obtidas pelo radar. No entanto, as sondas Pilot ainda tem protagonismo nas tragédias aéreas atualmente.

Os perigos numa viagem de avião são muitos, mas uma tecnologia avançada com suporte em Big Data, que envie as informações desses grandes aparelhos a terra sem depender de ferramentas aeronáuticas tradicionais, poderia evitar muitos acidentes. “É pouco provável que o Big Data possa substituir as caixas pretas, mas será um novo nível de proteção para os voos, porque sempre é preciso uma alternativa caso as transmissões não estejam funcionando corretamente”, comenta Rodrigo Souza, Gerente de Dados da PSafe Tecnologia.

Dirigindo a informação

Com essa novidade, também devem ser consideradas as grandes quantidades de dados que cada voo geraria, o que ao mesmo tempo levaria a questão se existe a capacidade suficiente para fazer o acompanhamento de cada um deles a todo momento e em diferentes partes do mundo. “Um avião pode gerar 500 GB de dados num trajeto só e isso aumentará cada vez mais. Ter a capacidade de analisar todos esses dados permite que se otimize a manutenção”, explica Souza.

Entretanto, ele indica que o maior desafio é a correta implementação dessa ferramenta sem erro nenhum. “Até o momento tudo é feito off-line, os dados são baixados somente quando o voo pousa. O ideal seria a transmissão em tempo real”, opina.

Sem dúvida alguma, há muitas expectativas em relação às vantagens que o Big Data e o Internet das Coisas poderão trazer ao problema que afeta o seguimento de aeronaves comerciais. Por enquanto, no caso do voo MH370 de Malaysia Airlines, os satélites e radares estão analisando e cruzando informação com grandes dados para achar esse avião, que desapareceu há mais de um ano.

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Segurança da Informação: Consultcorp alerta sobre ameaças internas e externas

A empresa curitibana Consultcorp, especializada em segurança da informação, realizou eventos com revendas parceiras para tratar de oportunidades de negócios no Brasil com a crescente preocupação a respeito da segurança de informações estratégicas no ambiente empresarial. Veja reportagem em vídeo do Valor Agregado.

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85% das grandes marcas da América Latina estão vulneráveis a fraudes por e-mail

Provedora global de soluções de dados, a Return Path lança o Relatório de Inteligência DMARC (do inglês, Domain-based Authentication, Reporting and Conformance), em comemoração aos três anos da criação do protocolo. O documento, produzido em fevereiro, traz a análise de 1049 grandes marcas de 31 países e 11 setores, quanto à adoção do DMARC, revelando que, globalmente, apenas 22% dessas companhias deram os primeiros passos para uma melhor proteção contra fraudes em email. Na América Latina, a taxa cai para 15%, enquanto o nível de maior adesão está nos Estados Unidos (33%) e no Canadá (33%).

“Atualmente, o DMARC é a melhor solução contra ataques de phishing e spoofing. Implementar esse protocolo de autenticação é como colocar uma placa em frente a sua residência anunciando que a propriedade tem alarme de segurança e que o acesso não vai ser fácil. Além de proteger, ela desencoraja o fraudador”, explica Louis Bucciarelli, Diretor Regional da Return Path para a América Latina. Para facilitar a adoção do DMARC, a Return Path divulgou um ebook com instruções. (landingbr.returnpath.com/ebook-como-configurar-dmarc).

O setor de social media lidera o ranking de adoção do DMARC, com taxa global de 51% entre as empresas pesquisadas. “Trata-se de um grupo de remetentes com grandes redes, pelas quais circulam um alto número de dados pessoais e onde a reputação é um fator primordial para garantir o sucesso dos negócios da marca, ou seja, a necessidade de segurança da informação é muito alta”, ressalta Bucciarelli. O setor de logística, do qual fazem parte as companhias de entregas globais, tem também a necessidade de manter a reputação em alta, tanto diante dos provedores quanto dos clientes, devido ao alto volume de e-mails transacionais enviados, justificando a adesão em 41% das empresas.

Apesar do crescente número de notícias sobre casos de fraudes por e-mail e os prejuízos que elas provocam, sejam financeiros ou de reputação, alguns setores ainda mostram-se lentos à adesão do protocolo, como varejo (21%), bancário (19%) e saúde (8%). “Em muitos casos, o grande desafio está nos sistemas complexos, com amplos conjuntos de funções, e na sensibilidade dos dados”, conta Bucciarelli.

O estudo da Return Path analisou três estágios de implantação do DMARC: monitoramento, quarentena e rejeição da mensagem. Dentro desse cenário, apenas os setores de logística (com adoção de 44% das empresas pesquisadas), social media (40%), público (33%) e de serviços de pagamento (32%) têm mostrado compromisso rigoroso no combate à fraude, por meio da solução completa, ou seja, instruindo os provedores de email a bloquear mensagens supostamente fraudulentas.

O Relatório de Inteligência DMARC constata ainda o aumento significativo na taxa de implantação do protocolo entre os provedores (ISPs) globais e regionais. O índice passou de apenas seis em 2013 para 142 em 2014, refletindo na proteção de mais de duas bilhões de caixas de entrada no mundo.

No Brasil, 75% das caixas de entradas dos consumidores estão protegidas, incluindo contas do Gmail, Hotmail e Yahoo!. A taxa mais alta de proteção está na Rússia (90%) e em Hong Kong (90%), enquanto os Estados Unidos aparecem em segundo lugar (85%). “A alta preocupação dos provedores é importante, mas não é suficiente para combater as fraudes por e-mail. É necessário que as marcas assumam uma postura pró-ativa contra essas ameaças. Os prejuízos são evidentes”, completa Bucciarelli.

Lançado em 2012, o DMARC tem registrado grandes progressos nos últimos três anos, tanto por parte dos remetentes quanto dos provedores, mas ainda há espaço para mais evoluções, com potencial, inclusive, para anular as ações dos cibercriminosos, nos próximos anos. “Vamos seguir na vanguarda da inovação, ajudando as empresas a proteger, sistematicamente, seus negócios, colaboradores e clientes, entendo que essa ação é tão importante quanto chegar à caixa de entrada e gerar conversões nas campanhas”, finaliza Bucciarelli.

No site da Return Path é possível fazer o download gratuito do Relatório de Inteligência DMARC 2015 (http://landingbr.returnpath.com/relatorio-de-inteligencia-do-dmarc).

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Venture Capital e empreendedorismo

Ao analisar o desenvolvimento da indústria de Venture Capital, os integrantes da sessão “Venture Capital: a ebulição na base do ecossistema” do Congresso ABVCAP, reconheceram os avanços da indústria, mas também o longo caminho que é preciso percorrer para ampliar a inovação no País.

Augusto Ferreira da Costa Neto, gerente do Departamento de Investimento em Participações da Finep – Inovação e Pesquisa, comentou que desde 2000 já investiu R$ 700 milhões em 34 fundos, sendo que 70% da carteira é dedicada a Venture e Seed Capital .
Marcos Vinícius de Souza, Secretário de Inovação do MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior – também falou do projeto InovAtiva Brasil, programa de capacitação, mentoria e conexão para startups, que foi vencedor do Prêmio de Inovação em Gestão Pública do Ministério do Planejamento em 2014.

Mas ambos concordam com o despreparo dos empreendedores, lamentam a falta de bons projetos e ainda projetos bens escritos. Para eles, temos um ambiente de negócios pouco propício para o desenvolvimento de startupso que implica, inclusive, na queda de patentes brasileiras divulgada pelo INPI esta semana, mostrando que em 2013 retornamos ao mesmo patamar do início da década. “Caiu enormemente o número de empresas que inovam ou pretendem inovar. Precisamos trabalhar na busca de um ambiente de negócios melhor”, argumenta Rodrigo Menezes, Coordenador do Comitê de Empreendedorismo, Inovação, Capital Semente e Venture Capital da ABVCAP e sócio da Derraik&Menezes Advogados.

Menezes disse ainda que é preciso capacitar mais os executivos para startups e que a bagagem e o networking dos empreendedores nas mentorias melhoram muito o seu desempenho.

Já Anderson Thees, sócio da Redpoint eVentures, acredita que a média geral dos empreendedores melhorou nos últimos 3 anos. “Os aventureiros foram embora”, diz ele, mas faz a ressalva de que o setor que atua é naturalmente mais maduro para empreender. “Também temos um mercado muito promissor. A indústria digital cresceu mais de 20% no ano passado. Temos 100 milhões de pessoas online e mais 100 milhões querendo entrar”, pondera.

O secretário de inovação do MDIC terminou o debate falando da próxima edição do InovAtiva Brasil, que vai abrir vagas para mentores online, e terá cooperação internacional com alguns países como Reino Unido, França, Alemanha, Estados Unidos para capacitar o empreendedor a internacionalizar sua empresa. “Precisamos ainda melhorar algumas questões regulatórias para dar mais segurança jurídica aos investidores e melhorar o ambiente de negócios no Brasil. Com isso feito, não precisamos nos preocupar com o dólar”.

Sobre o Congresso ABVCAP

Organizado pela Associação Brasileira de Private Equity & Venture Capital, o evento aconteceu no Rio de Janeiro, nos dias 07 e 08 de abril, e é reconhecido como o maior encontro do setor de participações na América Latina. Reunindo players nacionais e internacionais da indústria de PE&VC e abrindo as comemorações dos 15 anos da entidade e a consolidação do setor, o evento trará discussões sobre o atual cenário desse setor, e vai mostrar que a indústria de participações está otimista em relação aos investimentos de longo prazo no Brasil devido a crescente ascensão da classe média e ao grande mercado consumidor.

O Congresso da ABVCAP contou com o patrocínio do BNDES, CVC, FINEP, KPMG, BM&FBOVESPA, Guernsey, EY, Merrill Data Site, Diligent, Bank of America Merrill Lynch, CAF, Deloitte, PWC, SEBRAE;Bradesco BBI, Mattos Filho Advogados, Pinheiro Neto Advogados e SP Capital IQalém da parceria institucional da ABDI, Apex-Brasil e BID/Fumin.

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Profissão promissora, analista de negócios é essencial para empresa ganhar competitividade

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Profissional que está sendo absorvido em grande escala em um mercado empresarial ávido por empreendedores organizacionais, o analista de negócios não é um trabalhador tradicional e, tão pouco, fácil de achar. Mas ele atua em uma área promissora e em franca expansão no país e no mundo. Segundo uma pesquisa da empresa de recrutamento e seleção Catho, esse profissional é procurado por 42% das companhias. “Elas o procuram porque ele possui não só a visão técnica do negócio, mas se relaciona com os setores estratégico e operacional da empresa, auxiliando-os a entender seus problemas e a encontrar soluções que mais agreguem valor. Para isso, utiliza conceitos e técnicas reconhecidos globalmente”, destaca Fabrício Laguna, coordenador do Capítulo São Paulo do International Institute of Business Analysis (IIBA), uma associação sem fins lucrativos que tem como missão desenvolver e manter padrões para a prática de análise de negócios e a certificação de profissionais.

Trocando em miúdos, o analista de negócio é responsável por desvendar as verdadeiras necessidades da organização, não simplesmente seus desejos explícitos. Trabalha como facilitador da comunicação entre as várias unidades organizacionais. É comum que assuma um papel central na tradução das necessidades das unidades de negócio em funcionalidades desenvolvidas pelas áreas de TI. “Ele atua como um consultor interno, responsável por investigar os sistemas de negócios e seus processos, propondo melhorias e soluções”, argumenta Laguna, o primeiro brasileiro a receber o certificado do IIBA. Além dele, apenas outros 11 profissionais em todo o país têm o certificado.

Em um mercado em crise, como o atual, o analista de negócios é de fundamental importância. Sua atuação pode ajudar a organização a investir nas iniciativas mais adequadas para redução de custos, aumento de produtividade e melhoria da qualidade do resultado entregue ao cliente. Por isso também é um profissional que tem se tornado mais bem remunerado no mercado de trabalho.
Valorização reflete-se nos salários – O IIBA SP apresenta uma pesquisa que identifica as médias salariais dos analistas de negócios que atuam em 13 Estados e no Distrito Federal. A participação no levantamento foi maior em São Paulo, que teve o primeiro capítulo do IIBA no Brasil, seguido pelo Rio de Janeiro (Capítulo Rio de Janeiro), Rio Grande do Sul (Capítulo Porto Alegre), Minas Gerais (Capítulo Belo Horizonte) e Pernambuco (Capítulo Recife).

Segundo a pesquisa, efetuada em 2014, o rendimento do profissional que trabalha com análise de negócios chega a R$ 30.000,00 para um profissional sênior. O estudo também apresentou a média salarial para analistas em diferentes estados. São Paulo e o Distrito Federal apresentam rendimentos acima da média nacional.

Segundo Fabrício Laguna, do IIBA São Paulo, é muito importante que o analista de negócios compreenda sua área em diferentes aspectos:

Estratégico – definir direção, política, objetivos e macroprocessos de negócio;

Operacional – analisar e especificar a implementação do modelo de negócio por meio de requisitos, regras, processos e sistemas de informação;

De acordo com Laguna, conhecendo os aspectos fundamentais do negócio, o analista está em uma posição privilegiada para conectar as soluções operacionais aos objetivos estratégicos. É válido salientar que a análise de negócio nem sempre necessitará envolver a tecnologia da informação na definição de uma solução de um problema de negócio. Ainda assim esse profissional pode recorrer aos recursos de TI para implementar soluções visando melhor atender as necessidades da empresa.

Laguna afirma que a análise de negócio ocorre durante todo o ciclo de vida de uma solução de negócio. “Na concepção de um negócio são definidas as necessidades e escolhida a melhor forma de atender a essas necessidades. Durante o desenvolvimento da solução, a análise de negócios possibilita a comunicação clara e o entendimento mútuo dos requisitos. E após a solução implantada, é possível validar o alcance das metas esperadas desde o início”, explica.

Conferência na capital paulista em maio – Algumas das principais organizações do país estarão reunidas no dia 15 de maio, no Auditório da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), para compartilhar suas experiências na 5ª Conferência de Análise de Negócios, promovida pelo IIBA SP. “Ela tem importante participação no mercado nacional. Muitas empresas que vêm ao evento mudam sua forma de atuar. A maior parte dos conferencistas vem em busca de integrar suas áreas de tecnologia aos negócios”, justifica Laguna. O evento, que será realizado das 8h30 às 18h00, tem o apoio da Poli e da Fundação Vanzolini.

Serviço:
5ª Conferência de Análise de Negócios do IIBA – SP
Quando: 15/05/2015
Horário: 08:30 h – 18:00 horas
Local: Auditório Romeu Landi da Escola Politécnica na Universidade de São Paulo (USP)
Endereço: Avenida Prof. Luciano Gualberto, travessa 3, nº 380
Edifício Eng. Mário Covas Júnior – 1º andar

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A importância da terceirização para o setor de call center

Por Anna Beatriz França*

O retorno da votação na Câmara dos Deputados do projeto de lei que trata do trabalho terceirizado no país (PL 4.330) causou novamente muitas discussões, com reações positivas e negativas. A proposta, elaborada em 2004, regulamenta o fenômeno da terceirização e esclarece as possibilidades neste tipo de contratação. Atualmente, só existe norma sobre o assunto do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que entende como permitido somente os empregados terceirizados nas chamadas atividades-meio da empresa.

Quando falamos em terceirização, não podemos deixar de citar as empresas de call center, que na maioria das vezes, oferecem a primeira oportunidade de emprego para os jovens e universitários brasileiros. O setor, sem sombra de dúvidas, movimenta positivamente a economia. Hoje, por exemplo, esse segmento emprega aproximadamente 500 mil trabalhadores.

Um dos imbróglios enfrentados pelo setor a respeito da terceirização é acerca do núcleo produtivo no caso das empresas de telefonia. Nesse contexto, o ministro do TST, Ives Gandra Martins Filho, ao julgar uma ação judicial sobre o assunto, explica brilhantemente que o serviço de call center é atividade-meio nas empresas de telefonia.

O magistrado afirma que o “call center, em toda a sua amplitude, caracteriza-se pela intermediação da comunicação entre os clientes e a empresa, e hoje, bastante disseminado, está presente não apenas em diversas áreas do mercado, como bancos, hospitais e empresas de transporte, mas também no próprio poder público, racionalizando o contato entre os cidadãos e os entes da administração.”

Ou seja, o fato de uma empresa desenvolver atividade vinculada ao serviço telefônico não é o bastante para que sua finalidade precípua abarque tal serviço especializado, igualmente presente em empresas que desempenham atividades econômicas tão diversas e que não guardam nenhuma semelhança com os serviços prestados pelas concessionárias do ramo de telefonia. Mas que se utilizam do setor com o mesmo proveito, tais como bancos, hospitais, transportadoras, etc.

O serviço de call center, que não pode ser confundido com a efetiva oferta de telecomunicação, somente pode ser entendido como atividade-meio da concessionária de telefonia. Da mesma forma como na estrutura funcional de qualquer outra empresa que dele se utilize, com exceção da própria empresa especializada.

Não é porque a empresa fornece serviço de telefonia que o atendimento ao telefone caracteriza-se como atividade-fim, tendo em vista que as empresas de outros segmentos utilizam-se de call center terceirizados, cujo serviço é essencial para a sua atividade, o que não é motivo para a contratação ser considerada ilícita. Assim, nenhuma empresa poderia terceirizar o seu serviço de atendimento ao cliente, já que praticamente todo este procedimento ficaria caracterizado como atividade-fim.

Diante de todo o contexto apresentado, a regulamentação oriunda da aprovação do PL 4330/04 trará benefícios tanto para os empregadores, como para seus funcionários. Isto porque hoje vemos, cada vez mais crescente, a existência da informalidade das relações trabalhistas, seja por pagamentos fora dos holerites ou até mesmo por contratações sem a devida anotação na carteira de trabalho.

Por um lado, o empregador deixa de recolher os valores devidos, em decorrência de total insegurança jurídica das contratações pela falta de regulamentação, o que acarreta em menor recolhimento das verbas rescisórias e fiscais. Pelo outro, os empregados estão perdidos em relação aos seus direitos. O resultado é uma verdadeira caça às bruxas, com a inadvertida demonização dos empregadores, que tentam realizar todo o procedimento de maneira mais correta possível, mas são obrigados a se “enquadrar” no sistema para sobreviver.

Vamos separar o joio do trigo e manter um mínimo de regras a serem seguidas. Para tal, nada mais adequado do que uma norma reguladora. Esse processo em cadeia poderá influenciar positivamente nos recolhimentos fiscais e previdenciários, espelhando de forma mais fidedigna possível o cenário presente.

É claro que a aprovação do PL 4330/04 não trará de imediato a tão sonhada segurança jurídica, mas ao menos norteará as relações comerciais e trabalhistas das terceirizações, o que podemos considerar como um primeiro grande passo.

*Anna Beatriz França é advogada associada do escritório especializado no setor de call center Terçariol, Yamazaki, Calazans e Vieira Dias e mestranda em Direito Corporativo.

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Como Gordon Moore transformou a sociedade e a economia nos últimos 50 anos

A Lei de Moore, formulada pelo cofundador de Intel em 1965, explica a velocidade da evolução tecnológica e as grandes mudanças na maneira como vivemos

Os Jetsons já previam a presença de robôs nas nossas vidas em 1962. Seus carros já eram inteligentes, planejavam rota e voavam. Em 1989, o Dr. Brown e Marty McFly também já viviam um 2015 com comando de voz, óculos inteligentes, teleconferência e controle por gestos. Arthur C. Clark já previa o uso de tablets para leitura na sua saga “2001: Uma odisseia no espaço”; originalmente, o visionário autor chamou o dispositivo de Newspad. No cinema, os personagens usavam-no para se atualizar com o noticiário, em lugar do papel dos jornais diários.

Muitas outras apostas da ficção científica foram acertadas, porque partiam de um conceito comum: no futuro, a vida cotidiana é mais inteligente. Nós usamos caixas eletrônicos para evitar filas nos bancos – e até preferimos realizar algumas operações pela internet; muitos hospitais estão equipados com sistemas de compartilhamento de prontuários, o que facilita e agiliza a análise e o diagnóstico médico, como é o caso do Hospital das Clínicas de São Paulo. Sensores de movimento acionam funções em computadores, vídeo games e até smartphones. Postos de gasolina sabem qual a conveniência o motorista precisa; e muitos veículos equipados com placas especiais não precisam parar em pedágios ou estacionamentos para efetuar pagamento. No Brasil, até as eleições deixaram a cédula de papel para entrar na era da urna eletrônica.

Todas as aplicações de inteligência que temos hoje, de portas automáticas a relógios que monitoram seus batimentos cardíacos, respeitam uma lei criada em 1965, por Gordon Earl Moore. Afirmando que o número de transistores em um chip dobra, em média, a cada 18 meses, mantendo o mesmo (ou menor) custo e o mesmo espaço, o engenheiro americano revolucionou a indústria de tecnologia.

Mas seria reducionista tomar sua afirmação literalmente, dando atenção apenas ao número de transistores. O efeito de sua lei vai além: o processamento de informações pelos chips aumenta 100%, ou seja, a tecnologia fica duplamente mais eficiente a cada “geração”. A relação de custo, no entanto, é inversamente proporcional: mais transistores, mais eficiência, menos custo. E como resultado de cada vez mais processamento, a indústria pode desenvolver novos produtos e serviços que serão desejados pelo consumidor.

A observação de Moore, publicada pela primeira vez na Electronics Magazine em um artigo de 19 de abril de 1965, tem ditado o ritmo de inovação na indústria de informática desde então. Isso significa que todos os competidores prospectando novas oportunidades de produtos mais inteligentes, buscam seu espaço na curva da Lei. A incapacidade em produzir inovação para o mercado consumidor tem resultado no declínio de importantes marcas globais, já que a concorrência trabalha para entregar a inteligência do futuro. Em outras palavras, uma dinâmica econômica foi estabelecida na indústria, posicionando a inovação como fundamental para a competitividade.

Por isso, um erro frequente é pensar na Lei de Moore como uma aplicação exclusiva do mercado de computadores. Os processadores de silício são aplicados em uma grande variedade de produtos: smartphones, relógios, óculos, joias, peças de vestuário, eletrodomésticos, eletroeletrônicos, vídeo games, automóveis, sistemas de segurança. Entre os serviços, o poder de processamento está em supermercados, bancos, hospitais, restaurantes, aeroportos, na validação de acesso ao transporte público, datacenters, nuvem e a lista não se esgota aí.

Como exercício, para ficar apenas no mundo dos computadores, com a Lei de Moore podemos afirmar que tudo que processa dados, o faz melhor com a tecnologia de última geração. Um dos primeiros supercomputadores da história, o Cray-1, de 1976, podia realizar 160 milhões de operações de ponto flutuante por segundo (flops) e tinha 8 megabytes de memória. Os computadores pessoais mais básicos hoje podem realizar mais de 10 vezes operações de flops em um segundo e têm 100 vezes mais memória. Levou menos de 50 anos para que tablets, notebooks, 2 em 1, All in Ones, NUCs e mini PCs apresentassem uma eficiência infinitamente superior que os primeiros computadores. E, seguramente, eles não ocupam uma sala inteira.

Mas na vida prática a Lei de Moore não tem influência, certo? Errado. O primeiro celular, por exemplo, o Dynatec, criado em 1974, tinha 25 cm de comprimento e 7 cm de largura. Seu peso superava em algumas vezes os modelos atuais: 794g. E a bateria durava míseros 20 minutos. Toda essa novidade custava US$ 4 mil, o equivalente a R$ 13 mil. Hoje, além de mais leves e mais finos, sensíveis ao toque e mais inteligentes, os smartphones são 10 vezes mais baratos.

Outro exemplo: quando uma pessoa precisa realizar um saque rápido no banco, ela está acionando o poder de processamento de informações. O caixa eletrônico é tecnologia na sua forma mais habitual. No Brasil, há 30 anos, as operações bancárias eram feitas exclusivamente na agência, com presença do titular da conta. O primeiro caixa eletrônico chegou aqui em 1983. Hoje, podemos verificar extrato, pagar contas diversas, transferir valores, pedir empréstimo, colocar crédito em celulares pré-pagos, tudo via internet.
A internet é um capítulo importante na história da tecnologia e um catalisador fundamental da Lei de Moore. Há 15 anos, 11 milhões de pessoas tinham acesso em casa no Brasil. Hoje, quase 90 milhões têm acesso1, não apenas em pontos fixos, mas também em dispositivos móveis. A era da informação gerou uma demanda crescente por equipamentos conectados à internet e, integrado a eles, serviços que facilitam o dia a dia, desde a comunicação básica, até gestão de compromissos profissionais ou pessoais e entretenimento. Tantas conexões alimentam a nova tendência que é a internet das coisas.

Em 2019, 11,5 bilhões de coisas estarão conectadas na rede, segundo o estudo Cisco® Visual Networking Index™. Hoje, quatro anos antes, somos pouco mais de três bilhões de habitantes com acesso a internet no globo2. Ou seja, as projeções apontam para um futuro breve em que o número de conexões com a internet será maior que o número de pessoas vivas. Isso significa que as pessoas estão conectadas em cada vez mais lugares, desde eletrônicos pessoais, serviços ou wearables. Estes últimos são o que há de mais recente no mundo da tecnologia. Uma inteligência que o consumidor pode vestir.

Quando afirmou sua Lei de diminuição de transistores por silício, e consequente aumento da inteligência por um custo mais baixo, Gordon Moore não podia estimar que estava ditando uma tendência que iria revolucionar a indústria de tecnologia. E, afinal, não transformou apenas a indústria, mas a vida de bilhões de pessoas no globo. Vidas que se tornaram mais rápidas, práticas, conectadas e cheias de facilidades. Moore também não podia garantir que a sua observação estaria vigente por tanto tempo. Mas, há 50 anos, a Lei de Moore é um princípio da liderança na indústria, da eficiência nos negócios e, embora a maioria das pessoas nunca tenha visto um processador, continua criando o incrível.

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AÇÃO Informática passa a distribuir produtos Lenovo

Servidores e Sistemas de Armazenamento da empresa chinesa passam a integrar o portfólio de soluções de valor agregado da AÇÃO Informática para o Brasil e América Latina

A AÇÃO Informática, pioneira no modelo de negócios de distribuição de soluções de valor agregado (S-VAD) no Brasil e América Latina, anuncia uma parceria com a Lenovo, maior fabricante de PCs do mundo, que permitirá à empresa a distribuição de todo o portfólio de soluções corporativas de servidores, sistemas de armazenamento e serviços da Lenovo no Brasil e na América Latina.

Em 2015, segundo a IDC, o mercado de servidores e storage terá alto potencial de receita, com os storages apresentando um crescimento de 7% e os servidores, por sua vez, 3%. Em 2014, a Lenovo atingiu seu melhor desempenho no país nos últimos quarto anos e para 2015 a perspectiva permanece alta.

“A Lenovo é uma empresa que acredita muito no mercado brasileiro, tanto que a fábrica mais moderna da empresa fica no Brasil, na cidade de Itú (SP). Os produtos da empresa que a AÇÃO Informática passou a distribuir, principalmente os da linha x86, que foi incorporada da IBM, são altamente relevantes para um mercado que necessita claramente de soluções rápidas e competitivas”, declara Maurício Affonso da Conceição, Diretor de Produtos e Soluções da AÇÃO Informática.

“A AÇÃO Informática é uma companhia que conhece muito bem o mercado de tecnologia. Por isso, acreditamos que a parceria é estratégica para o crescimento dos nossos negócios e penetração da linha de servidores X86, que passou a integrar o nosso portfólio corporativo no fim do ano passado possibilitando a oferta de soluções completas aos nossos clientes”, disse Rodrigo Fusco, diretor de canais da Lenovo.

Os produtos Lenovo se juntam às outras marcas que formam o portfólio da AÇÃO Informática, que já conta com fabricantes como IBM, Oracle, HP, EMC, Red Hat, VMware, entre outras. As soluções Lenovo serão distribuídas pelo Grupo AÇÃO para toda América Latina, que desde 2008 expandiu as operações de distribuição de soluções S-VAD para suas operações na Argentina, Chile, Colômbia, Equador, Peru e Uruguai, onde atua por meio da subsidiária AKTIO.

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Aplicativo facilita a gestão financeira e fiscal de Microempreendedores Individuais

Para facilitar a vida dos quase 5 milhões de microempreendedores individuais (MEI) do Brasil, o Sebrae e o Buscapé Company assinaram parceria para lançar, em uma iniciativa inédita, o Qipu (www.qipu.com.br), aplicativo gratuito disponível para iOS, Android e Windows Phone, que ajudará a controlar pelo celular ou pela sua versão web todas as obrigações das microempresas. O aplicativo é de fácil navegação, pensado segundo a realidade do MEI, que normalmente trabalha sozinho e tem pouco tempo para dedicar à gestão financeira.

“Os microempreendedores ainda não contavam com uma ferramenta amigável e gratuita para organizar a movimentação e para lembrá-los das obrigações, como o Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) e a declaração anual”, assinala o presidente do Sebrae Nacional, Luiz Barretto. Para ele, além de ser uma ferramenta financeira, o Qipu atua como processo de inclusão digital. “O Sebrae já oferece capacitação em gestão via smartphones para os Microempreendedores Individuais. Por isso, é muito natural também ajudá-los a organizar as vendas e controlar as despesas usando o celular”, completa.

“Com o Qipu, o microempreendedor individual poderá fazer a declaração anual com maior facilidade. O aplicativo controla as vendas e compras durante todo o ano e já prepara a declaração anual para o empreendedor. Em breve, os MEI de comércio também poderão listar seus produtos em destaque no aplicativo do Buscapé”, acrescenta Romero Rodrigues, CEO Global do Buscapé Company.

Principais features do aplicativo Qipu:

– Mais de 40 notificações inteligentes, como lembrete para pagamento do DAS-MEI, para fazer entrega da declaração anual, do direito a benefícios previdenciários (salário maternidade, aposentadoria etc) e outras obrigações.

– Domínio de toda movimentação financeira (receitas e despesas) e elaboração da declaração anual para envio no prazo correto.

– Controle e educação sobre os benefícios previdenciários.

Sobre o MEI

Para se tornar um MEI, é preciso ter faturamento de até R$ 60 mil por ano e o empreendedor não pode ter participação em outro negócio como sócio ou titular. Para emitir o CNPJ é muito simples. Basta acessar o Portal do Empreendedor, fazer a inscrição e a microempresa está pronta para emitir notas fiscais, abrir conta bancária e pedir empréstimos. O MEI pode contratar um empregado com um salário mínimo ou piso da categoria.

A obrigação tributária também é simplificada: apenas deve pagar uma guia mensal (DAS-MEI), que varia de R$ 40,40 a R$ 45,40, dependendo da área de atuação, valor destinado a Previdência Social e ICMS ou ISS. Os valores são atualizados anualmente de acordo com o salário mínimo. O MEI se enquadra no Simples Nacional e é isento do pagamento dos tributos federais (Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL). Além da guia mensal, a única outra obrigação é a entrega da declaração anual.

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Visionnaire Informática cria núcleo para desenvolver “startup por encomenda”

Perto de completar 20 anos de história, a curitibana Visionnaire expande as atividades ao apostar no desenvolvimento de startups a partir da expertise da empresa no desenvolvimento de software para diversos clientes corporativos. A empresa tem projetos próprios e atende empreendedores que querem investir em boas ideias, mas não têm conhecimento técnico para transformar o próprio sonho em realidade.

Entre as primeiras iniciativas de sucesso está o Caridadx, site baseado no conceito de crowdfunding, para financiar projetos de caridade. Em cerca de um ano, já divulgou mais de 200 causas, que geraram mais de 100 mil reais em doações. Recentemente, o projeto foi Top 20 do Inovativa Brasil, programa de capacitação e aceleração de startups.

Além do Caridadx, a Visionnaire também tem participação em outras startups como o Gestão Total Imóveis, sistema de gestão para imobiliárias, com recursos do programa Sebraetec, o HotelJá.com, que trabalha com a capacidade ociosa de hotéis para reservas no mesmo dia e o Ykers, rede social voltada para motociclistas. O aplicativo Crowdesty é outra aposta que promete alcançar sucesso com um jogo de respostas do tipo sim ou não em uma brincadeira em que o usuário pode se divertir tendo uma pergunta referente a seu destino decidida pela “multidão” de demais usuários.

Agora, cria o programa Visionnaire para Startups, em que desenvolve projetos inovadores para terceiros, que procuram a empresa pela capacidade técnica e conhecimento adquirido na elaboração de negócios inovadores.

Da nova iniciativa, já surgem um agregador de blogs de vídeo e streaming ao vivo, uma solução que cria uma maneira fácil de contratar frete para empresas na internet, um app para esportes radicais e um site de aulas de yoga pela internet.

Um dos pontos fortes do ambiente para desenvolvimento de startups criado pela Visionnaire é a rapidez para se sair de uma ideia original ao chamado MVP em um curto espaço de tempo. Sérgio Mainetti Jr, sócio da empresa, afirma que “na maioria dos casos, o empreendedor tem uma ideia muito boa e dinheiro para investir, mas não tem conhecimento técnico para desenvolver o projeto. Aqui, ele vai poder transformar um sonho em realidade de maneira mais acertiva, com investimento baixo e suporte técnico de alto nível”.

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Amazon Web Services anuncia novidades durante o AWS Summit 2015

A Amazon Web Services, Inc. (AWS), uma empresa Amazon.com (NASDAQ: AMZN, anunciou novidades durante o AWS Summit 2015, que aconteceu no dia 09 de abril em São Francisco, nos Estados Unidos. Uma delas é o Amazon Elastic File System (Amazon EFS), serviço de armazenamento de arquivos para as instâncias do Amazon Elastic Compute Cloud (Amazon EC2). O Amazon EFS é fácil de usar e oferece uma interface simples, que permite criar e configurar sistemas de arquivos de forma rápida e fácil. Além disso, tem capacidade de armazenamento elástica, que aumenta e diminui automaticamente ao adicionar e remover arquivos. Várias instâncias do Amazon EC2 podem acessar o sistema de arquivos Amazon EFS simultaneamente, proporcionando uma fonte de dados comum para cargas de trabalho e aplicações rodando em mais de uma instância.

A AWS anunciou também que o Amazon EC2 Container Service (ECS) encontra-se disponível para uso. O Amazon ECS é um serviço altamente escalável e de alto desempenho de gestão de recipiente, que suporta containers Docker e permite que o usuário execute facilmente aplicativos em um cluster de gestão de instâncias do Amazon EC2, descartando a necessidade de gestão individual das instâncias. Com chamadas de API simples, é possível iniciar e parar aplicativos habilitados por container, consultar o estado completo de seu cluster e acessar muitos recursos. O produto também ganhou novas características, como ‘Programador de Serviço’, ‘Balanceamento de Carga’, ‘Console de Gerenciamento’, ‘Volumes de Dados’ e ‘Integração AWS CloudTrail’.

A empresa anunciou também novidades em relação ao AWS Lambda, cujas funções, agora, podem ser acionadas a partir de aplicativos executados em dispositivos móveis. Ao aumentar sua abordagem de processamento de eventos com a capacidade de fazer chamadas de função Lambda diretamente do aplicativo nos dispositivos dos clientes, enriquecidos pelo contexto do dispositivo e por informações de identidade do usuário, o AWS Lambda facilita a criação de aplicativos móveis, dispensando a gestão da infraestrutura, provisionamento, e acrescentando escalabilidade automática, segurança e alta disponibilidade.

Outra novidade apresentada no evento é o Amazon Machine Learning, um novo serviço que facilita o uso da tecnologia de aprendizado de máquina para desenvolvedores de todos os níveis de conhecimento. Ele oferece ferramentas de visualização e assistentes que guiam o usuário durante todo o processo de criação de modelos de aprendizagem de máquina (ML), sem que tenha que aprender algoritmos complexos. Uma vez que modelos são criados, o Amazon Machine Learning permite obter previsões do aplicativo usando APIs simples, sem a necessidade de implantar algoritmos complexos de análise de padrões,ou gerenciar qualquer infraestrutura. O serviço é altamente escalável e pode gerar bilhões de previsões diariamente, em tempo real e com alto rendimento. O Amazon Machine Learning é usado pela amazon.com para gerar sugestões de compras, por exemplo.

Para melhorar a experiência dos usuários, a AWS anunciou também o lançamento de mais de 100 aplicativos do AWS marketplace para desktop, divididos em 11 categorias, como Segurança, Produtividade e Colaboração, Business Intelligence, Ilustração e Design – todos ‘pay as you go’. Para simplificar o gerenciamento dos aplicativos, a AWS lançou também o Amazon WorkSpaces Application Manager (Amazon WAM), que usa a tecnologia de virtualização de aplicativos para acelerar o provisionamento e permitir alto controle aos administradores de TI.

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Improcedente ADI contra lei que prioriza contratação de softwares livres no RS

Por unanimidade dos votos, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) julgou improcedente a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 3059, ajuizada pelo partido Democratas (DEM) contra a Lei gaúcha nº 11.871/2002. Essa norma determina a contratação preferencial de softwares livres pelos órgãos da administração direta e indireta do Estado do Rio Grande do Sul.

Consta dos autos que a lei, ao dispor sobre licitação para utilização de softwares pela administração estadual, prevê a preferência de sistemas de informática chamados “programas livres”, ou seja, daqueles cuja licença de propriedade industrial e intelectual é de acesso irrestrito e sem custos adicionais aos usuários.

A questão começou a ser julgada pela Corte em outubro de 2012, quando o relator, ministro Ayres Britto (aposentado), votou pela improcedência da ADI e pela cassação da liminar concedida anteriormente, que havia suspendido a eficácia da lei. Para ele, a lei estadual gaúcha não fere a Constituição Federal, apenas reforçando ou complementando a legislação nacional preexistente, sem contrariá-la, ao estabelecer preferência pela aquisição de softwares livres.

Voto-vista

Na ocasião, o julgamento foi suspenso por um pedido de vista do ministro Luiz Fux, que na sessão desta quinta-feira (9) apresentou seu voto no sentido de acompanhar integralmente o relator. Para ele, no caso, não houve nenhum tipo de abuso por parte da lei gaúcha. “É que, como visto, a preferência pelo software livre não traduz qualquer vantagem para determinado produto. Na realidade, por software livre quer se designar apenas um arranjo contratual específico de licenciamento e não certo bem material ou imaterial”, observou.

Segundo o ministro, a preferência legal para aquisição de softwares livres pela Administração não configura usurpação de competência legislativa exclusiva da União. Ele ressaltou que existe competência legislativa suplementar dos estados-membros para dispor sobre licitações e contratos administrativos, “a despeito de a temática não constar expressamente no rol de competências legislativas concorrentes previstas no artigo 24, da Constituição Federal”.

Ao analisar o argumento do DEM de que a lei questionada afrontaria o princípio da separação de poderes, bem como o devido processo legislativo por vício de iniciativa, o ministro afirmou que não houve qualquer excesso do legislador estadual. Ele lembrou que o artigo 61, parágrafo 1º, da Constituição Federal, não estabelece nenhuma regra no sentido de que licitações e contratos administrativos devam partir de um ato do Poder Executivo. “Assim, essa matéria é plenamente suscetível de regramento por lei oriunda de projeto iniciado por qualquer dos membros do Poder Legislativo”, avaliou o ministro.

Fonte: STF

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Empreendedorismo no e-commerce muda mercado de trabalho no Brasil

Índice aumentou dez pontos percentuais nos últimos três anos impulsionado também pela democratização das lojas virtuais

Acontece em São Paulo o VTEX Day – encontro que reúne os principais profissionais do e-commerce para discutir tendências e práticas do mercado. Um dos temas abordados é o empreendedorismo digital, segmento que cresce exponencialmente a cada ano e abre portas para brasileiros tornarem-se empresários – na maioria das vezes com baixíssimo investimento inicial. Uma pesquisa realizada pela Loja Integrada, plataforma de e-commerce que hospeda 150 mil lojas, apurou que mais de 60% dos lojistas investiram até mil Reais no novo negócio.

Para explicar o cenário que impulsiona o avanço do empreendedorismo digital o CEO da Loja Integrada, Adriano Caetano, vai apresentar no VTEX Day a palestra “Nunca foi tão fácil abrir um e-commerce”. Tecnologias que permitem a criação de uma loja virtual em poucos minutos sem conhecimento técnico democratizaram o acesso ao comércio digital – e esse movimento reflete na economia do país.

De acordo com a recém-lançada pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM), realizada no Brasil pelo Sebrae e pelo Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP), três em cada dez brasileiros são empreendedores. Em 10 anos, o empreendedorismo cresceu de 23% em 2004 para 34,5% em 2014, sendo que metade desta porcentagem corresponde a empreendedores que entraram no mercado nos últimos três anos. Acompanhando os índices acima, o comércio eletrônico brasileiro cresce mais de 20% ao ano, diferente de toda a economia do país.

A trajetória da Loja Integrada comprova a tendência. Fundada em maio de 2013, a expectativa da então startup era chegar ao final daquele ano com 5 mil lojas cadastradas – alcançaram mais de 35 mil. Atualmente, a plataforma já conta com mais de 150 mil lojas, a grande maioria de micro empreendedores digitais.

Serviço:

Vtex Day – 10 de abril
WTC – World Trade Center
Avenida Nações Unidas, 12551

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Programas de Compliance exigem estratégia para atingir público-alvo

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Firefox para Android ultrapassa 100 milhões de downloads

A Mozilla está orgulhosa em anunciar que a versão para Android do Firefox acaba de ultrapassar a marca de 100 milhões de downloads na Google Play e vem recebendo avaliações dos usuários acima de 4 estrelas. Com personalização, fácil configuração de pesquisa e compartilhamento adaptável, além de tutoriais de privacidade e painel de complementos na página inicial, o navegador da marca cria uma experiência de uso que ultrapassa a simples navegação. Isto tudo para permitir que os usuários tenham maior flexibilidade e controle de suas vidas online.

O Firefox para Android é o navegador móvel disponível atualmente com maior nível de customização e conta com uma grande quantidade de recursos para proteger a privacidade online e agilizar o acesso aos conteúdos favoritos dos usuários. O objetivo da Mozilla sempre foi entregar um produto que as pessoas amassem e que refletisse seus valores, que são promover a abertura, inovação e oportunidades na web. Ao escolher e usar o Firefox como o navegador padrão no Android, os usuários estão reforçando essa missão e incorporando a cultura da Mozilla como parte de suas vidas digitais.

“Criamos a versão móvel do nosso navegador para o Android visando permitir que o usuário tivesse o poder do Firefox em qualquer lugar. Não chegaríamos aqui o apoio dessas pessoas. Agradecemos a todos que fizeram a experiência Android possível e aos usuários que nos ajudam a trazer novos recursos para mais pessoas a cada dia”, comemora Karen Rudnitski, gerente de produto sênior para o Firefox Mobile.

Em comemoração aos 100 milhões de downloads, a organização listou os 10 fatos mais importantes que ajudaram a moldar a versão do Firefox para Android:

– 29 março de 2011: lançamento do Firefox para Android com o Firefox Sync para integrar a experiência entre qualquer dispositivo ou plataforma.

– 26 de junho de 2012: versão para Android ganha atualização dinâmica para acesso à Web mais rápido e recurso “Do Not Track” para aumentar a privacidade.

– 19 fev 2013: Firefox disponibiliza temas leves para o Android e oferece maior personalização do navegador.

– 17 de setembro de 2013: QuickShare é lançado para o Firefox no Android para conferir mais opções de compartilhamento de conteúdo web nas redes sociais.

– 29 de outubro de 2013: Firefox para Android se torna o primeiro a introduzir o Guest Browsing para fornecer recursos de privacidade adicionais.

– 07 de novembro de 2013: Firefox para Android passa a ser pré-instalado no Kobo Arc Tablets e smartphones Gigabyte GSmart Simba SX1.

– 10 de dezembro de 2013: Firefox para Android introduz novos recursos de personalização do histórico, Top Sites, favoritos, lista de leitura e páginas de tela inicial, permitindo acesso facilitado aos conteúdos que o usuário deseja ver.

– 14 de outubro de 2014: Mozilla lança uma maneira rápida e fácil de enviar vídeos do Firefox para Android direto para a TV por meio de streaming através do Roku e Chromecast.

– 10 de novembro de 2014: Mozilla incorpora o DuckDuckGo como uma opção de pesquisa pré-instalada.

– 9 de abril de 2015: Firefox para Android ultrapassa 100 milhões de downloads.

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