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Booking.com revela as principais causas de angústia nas viagens de negócios

Um em cada quatro viajantes de negócios passam por estresse nas viagens

Embora existam muitas vantagens e oportunidades nas viagens a trabalho, pesquisa global divulgada hoje pela Booking.com revela que os viajantes de negócios também navegam por uma gama de cenários que os deixam preocupados e ansiosos, antes mesmo de começar as reuniões importantes e o trabalho de fato.

A pesquisa conduzida pela Booking.com, líder global em conectar viajantes de negócios à mais ampla escolha de acomodações, analizou mais de 4.500 viajantes de negócios em oito países. Embora um terço geralmente ache positivo viajar internacionalmente a negócios (38%), os resultados revelam que os maiores fatores de estresse para eles vêm da logística da viagem, com nove em cada 10 (93%) se sentindo estressado em algum momento da jornada. Atividades como planejamento pré-viagem, reserva de hospedagem, decisão sobre transporte e gestão de despesas combinadas com a falta de tempo para dormir deixam os viajantes de negócios cansados e tensos.

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Aborrecimentos no aeroporto

Embora muitos dos turistas se sintam animados com a perspectiva de passar tempo em um aeroporto e ir às lojas duty-free, os aeroportos são a maior causa de preocupação para aqueles que viajam internacionalmente a trabalho. Os atrasos e cancelamentos estão no topo da lista, com a metade (47%) dos viajantes de negócios reclamando sobre isso. Como seria de esperar, jet lag (35%) e as filas de segurança dos aeroportos (34%) também são detestados por esse tipo de viajante. Embora este seja um sentimento compartilhado mundialmente, os alemães são os que menos gostam das filas de segurança (42%), enquanto os chineses são mais compreensivos, com apenas um em cada cinco (20%) classificando tais filas como uma de suas coisas menos favoritas durante viagens de negócios internacionais.

Problemas no destino

A pesquisa mostra que as preocupações não terminam no aeroporto, com um em cada quatro (26%) se sentindo ansioso sobre barreiras linguísticas chegando no seu destino, um em cada cinco sentindo desconfortável sobre estar em ambientes desconhecidos (20%) e 17% preocupados com normas e diferenças culturais. Os viajantes japoneses são os mais preocupados com as barreiras linguísticas, com quase metade (45%) dizendo que este é um fator estressante. Enquanto os viajantes de negócios chineses são mais tolerantes quanto às filas do aeroporto, eles estão mais preocupados do que outros países sobre as normas e as diferenças culturais no país que estão visitando (37%).

Viajando sozinho

Embora as viagens de negócios possam ser emocionantes e cheias de oportunidades, às vezes elas podem ser solitárias, com muitos dos entrevistados dizendo que sentem falta da família, amigos e da vida doméstica no geral (34%). Na verdade, mais de um terço dos viajantes de negócios norte-americanos dizem que um dos principais pontos negativos das viagens de negócios internacionais é estar longe de seus familiares, amigos ou parceiros (38%).

Um em cada 10 viajantes (12%) de negócios passa menos de cinco horas sozinho em sua acomodação durante cada dia da viagem a trabalho. Em média, os viajantes de negócios passam 8,9 horas por dia sozinhos (incluindo as horas dormindo), quando viajam internacionalmente, e é talvez por isso que, contrário à sabedoria popular, muitos deles estão abertos a compartilhar a acomodação com um colega. Um em cada três (33%) dizem que compartilhariam a acomodação com um colega se eles também fossem amigos. Os viajantes de negócios chineses são mais abertos a compartilhar o quarto com um colega, enquanto apenas 8% disseram que isso é totalmente inaceitável. Já os viajantes de negócios japoneses são os que mais discordam disso, com mais da metade (57%) dizendo que é totalmente inaceitável.

Ripsy Bandourian, Diretor de Desenvolvimento de Produtos da Booking.com para Empresas, comenta: “Embora as viagens de negócios tenham tantos pontos positivos, tais como a oportunidade de conhecer novas culturas, ampliar horizontes e conhecer os colegas pessoalmente, a logística pode ser uma pedra no caminho. Filas de aeroportos e atrasos, a hospedagem no seu destino não ter o conforto de casa e a falta de tempo pessoal podem gerar um estresse desnecessário. A Booking.com para Empresas, que permite o acesso a reservas de hospedagem e informações essenciais – tais como instalações para reuniões de negócios, Wi-Fi e café da manhã de primeira classe – pode ajudar a aliviar algumas dessas tensões e pressões, fazendo da viagem um momento memorável, positivamente, para os executivos.”

*Pesquisa comissionada pela Booking.com com 4.555 homens e mulheres entre 18 e 65 anos de idade, que viajaram internacionalmente a negócios quatro vezes ou mais no ano passado pelos EUA, Reino Unido, Alemanha, França, Espanha, Japão, China e Itália. A pesquisa foi realizada entre 29 de janeiro e 11 de fevereiro de 2016.

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Direct Talk realiza 24 horas de hackathon entre colaboradores

Entre os dias 14 e 17 de junho, a Direct Talk, líder em soluções para o atendimento ao consumidor no país, promove o Innovation Days, direcionado aos seus colaboradores para estimular a inovação interna e que terá transmissão online para o público em geral. O evento está em sua 6ª edição e acontece na sede da empresa.

Durante os quatro dias, serão realizadas palestras de diferentes temas: criatividade, empreendedorismo, marketing, vendas, mobilidade urbana e desenvolvimento de software.

Para os dias 14 e 15, estão programados debates e workshops com profissionais reconhecidos de diferentes áreas do mercado, entre eles o presidente da Abcomm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), Maurício Salvador; o sócio-fundador da Bravart, Álvaro Real; o consultor de desenvolvimento na ThoughtWorks, Bruno Tavares; o presidente da Dedalus, Maurício Fernandes; e o diretor de conteúdo da Gaia Produções, Giuliano Zanelato.

Os dois últimos dias do evento são reservados para o SedexDay, hackathon (maratona de programação) com 24 horas de duração. “Na última edição, dois protótipos criados foram posteriormente implementados: o produto DTTicket, que leva acessibilidade de comunicação para pessoas com deficiência visual; e um protótipo de um novo formato para extração de relatórios. Além disso, vários projetos serviram como laboratório para testes de novas tecnologias”, explica Alexandre Bernardoni, sócio-fundador da Direct Talk..

“A Direct Talk nasceu em 2000 com o propósito de mudar o mercado de atendimento ao cliente. Do chat ao sistema de autoatendimento, é muito representativo para nós sabermos o quanto já impactamos milhares de consumidores que se comunicam com as empresas por meio de site e lojas online. O objetivo do Innovation Days é justamente fomentar ainda mais a inovação no setor de atendimento, pois sabemos que há muito que aprimorar em termos de experiência ao cliente”, afirma Bernardoni.

As transmissões do Innovation Days poderão ser assistidas gratuitamente. O tema sugerido para os projetos neste ano será “Inovação para aproximar empresas e consumidores.”

Para obter mais informações sobre o evento e a grade de programação, acesse o site http://innovationdays.directtalk.com.br/.

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BIM nas rodovias: redução de custos – Por Marcus Granadeiro

Como avaliar o retorno do investimento ao mudar do processo tradicional para o baseado em BIM (Building Information Modeling) em um projeto rodoviário? Como justificar este caminho? Onde buscar os ganhos? Estas são questões que vem à tona para todos ao se defrontar com o dilema do BIM para infraestrutura.

A primeira dificuldade vem de onde buscar os ganhos. Como para criar o modelo BIM não é necessário cimento, ferro e nem maquinário de terraplenagem, normalmente o modelo BIM nasce dentro do escritório nas mesmas máquinas que detalham projetos, temos a tendência de associar o BIM à atividade de projeto, buscando o ROI (Return On Investment) exclusivamente nela.

Não há dúvida que, depois de trilhada a curva de aprendizagem e depois de definido o novo processo, a produtividade vai aumentar. Talvez o custo e prazo não venham a diminuir, pois haverá a tendência de agregar muito mais valor ao projeto, realizar mais simulações, fazer mais checagens, engenhar mais, entre outros. É certo que os primeiros projetos sairão mais caros, darão mais dor de cabeça. Desta forma, se os donos das empresas de projeto buscarem o retorno do investimento apenas na atividade de projeto sem saber valorar o seu diferencial ou o novo valor agregado, a chance de frustração será alta.

A busca da justificativa para o BIM exclusivamente na fase de projeto, a falta de visão dos benefícios nas demais etapas e a não compreensão das oportunidades são hoje os maiores obstáculos para a adoção do processo de BIM.

Qual é o valor adicional que o processo BIM agrega ao projeto, valor que pode justificar um aumento de custo e prazo do mesmo? Onde ele impacta nas demais fases da rodovia?

O primeiro grande ponto é a detecção de interferências. Nos edifícios é simples entender, porém nas estradas parece mais abstrato. No entanto, é este um dos principais pontos de estouro de orçamento durante a fase de obra. O departamento de estradas do Estado de Wisconsin, nos Estados Unidos, publicou um estudo indicando um potencial de redução de até 30% nos custos das estruturas auxiliares e 25% nos custos de drenagem. Este estudo foi realizado com base em uma estrada projetada da forma tradicional e já construída. Na construção foram registradas mudanças por conta de interferências não detectadas em projeto, foram quantificadas quantas destas interferências seriam possíveis de serem previstas através do processo BIM e, assim, terem seus custos evitados.

Outro ganho muito representativo está na esfera administrativa. O BIM permite a integração do tridimensional com o cronograma (4D) e com o fluxo financeiro (5D), assim o planejamento também pode ser validado e refinado antes do edital ser publicado.

Em todos os locais adotados tem o reporte de um processo licitatório mais fluido, pois o grau de incertezas é drasticamente reduzido. Este ponto poderia até ser visto de forma negativa há tempos, pois muita transparência não era boapara os negócios, mas, definitivamente, é o que nossa engenharia mais precisa no momento atual. No caso de um gestor, quanto que vale reduzir o risco do projeto com simulações ou conseguir tomar decisões com base em simulações ao longo do contrato? O BIM propicia isto.

Apenas os dois pontos colocados acima já seriam suficientes para responder as perguntas iniciais, porém ainda existem muitas outras possibilidades de ganhos, principalmente na fase de operação. O modelo BIM deve ser imaginado como um “cofre vazio”, no qual vai se depositando o conhecimento e a história do ativo. O projeto, as informações sobre a construção e a contínua informação sobre os dados operacionais formarão com o tempo um modelo BIM ideal para que se permita otimizar o ganho com a rodovia.

*Marcus Granadeiro é engenheiro civil formado pela Escola Politécnica da USP, presidente do Construtivo, empresa de tecnologia com DNA de engenharia, membro do ADN (Autodesk Development Network) e do RICS (Royal Institution of Chartered Surveyours).

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Primeiro aplicativo de meditações guiadas é desenvolvido e lançado no Brasil

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Antes mesmo de ser lançado oficialmente, o Zen (www.zenapp.com.br), primeiro aplicativo brasileiro de meditações guiadas, já faz sucesso com o público. Criado pela blogueira e YouTuber, Juliana Goes, o aplicativo foi disponibilizado para download há apenas algumas semanas e já conquistou o primeiro lugar na categoria Saúde & Fitness da Apple Store e do Google Play no Brasil. Além disso, o Zen também já entrou como destaque na Apple Store em todos os países na América Latina.

Feito para todas as pessoas que desejam levar uma vida mais equilibrada, o Zen oferece um conteúdo completo que vai desde reflexões, trilhas sonoras, vídeos para relaxamento e termômetro de emoções, até meditações guiadas que são feitas pela própria Juliana. Cada módulo serve a um propósito diferente, como para ter mais disposição, alívio do estresse ou mesmo para todas as horas, e possui duas meditações que duram aproximadamente 10 minutos cada.

“Eu medito há 5 anos, mas sei que muitas pessoas não sabem como começar, por isso, resolvi criar o Zen. A meditação é uma ferramenta extremamente completa e eficiente que ajuda a equilibrar as emoções, reduzir o estresse e a frequência cardíaca, além de melhorar a autoconfiança e trazer alegria, felicidade e paz interior”, declara Juliana Goes, blogueira e YouTuber que idealizou o app Zen.

Não é de hoje que a ciência vem descobrindo os benefícios da meditação. Há alguns anos a prática ganhou aval científico e, atualmente, existem várias pesquisas que comprovam sua eficácia. Um estudo realizado pelo Wake Forest Baptist Medical Center, na Carolina do Norte, observou que os níveis de ansiedade de todos os seus voluntários caíram 39% depois que eles aprenderam a meditar em apenas quatro aulas de 20 minutos cada.

“Todo mundo tem dentro de si respostas, capacidade e grandes possibilidades de conseguir o que quiser, mas é importante que as pessoas desenvolvam esse potencial e a meditação ajuda exatamente nisso. Por isso, criei o Zen. Espero que o aplicativo motive e inspire as pessoas para que elas trilhem o caminho de uma vida cada vez mais plena e feliz”, finaliza Juliana.

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Universidades brasileiras dominam ranking 2016 da América Latina

A Universidade de São Paulo (USP) manteve seu lugar como a melhor universidade da América Latina no ranking QS de regiões de 2016, sendo reconhecida também como a colaboradora internacional de maior sucesso da região. A também paulista Universidade Estadual de Campinas garantiu o segundo lugar novamente. Neste ano, o ranking da América Latina identificou as 300 melhores universidades da região, mais uma vez destacando a predominância brasileira.

O ranking 2016 aponta ainda que:

– Quatro universidades brasileiras estão dentre as 10 primeiras da região;

– Três outros países têm 2 universidades entre as 10: o Chile, Colômbia, e México;

– 76 universidades brasileiras encontram-se entre as 300 ranqueadas, mais do que qualquer outro país latino-americano

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O Ranking de Universidades QS América Latina utiliza uma metodologia própria. Esta metodologia única avalia as universidades de acordo com 8 critérios, pesando os desafios e oportunidades específicos que as universidades encontram em sua própria região para tornarem-se reconhecidas em escala regional e global.

Um destes desafios é a necessidade de estabelecer parcerias internacionais para garantir fundos de investimento e qualidade em pesquisa, além de atrair estudantes e professores de excelência internacional. Com este intuito, a QS introduziu um novo critério este ano: “a rede de pesquisas internacional”, que mede o número de parcerias em pesquisa que uma universidade tem.

Avaliadas sob este novo critério, as universidades brasileiras também apresentaram bom desempenho: cinco delas estão entre as 10 melhores da América Latina em parcerias de pesquisa internacional. São elas: a Universidade de São Paulo (1ª), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (4ª), a Unicamp (8ª), a Universidade Federal de Minas Gerais (9ª em tal critério e 14ª no geral) e Universidade Federal do Rio Grande do Sul (10ª pelo critério e 16ª no ranking geral). Os resultados concluem que as universidades brasileiras estão caminhando firmemente na direção de firmar programas de pesquisa de colaboração global, sendo das mais bem-sucedidas na região.

FONTE QS Quacquarelli Symonds

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Microsoft adquire o Linkedin por US$ 26,2 bilhões

A Microsoft e o LinkedIn anunciaram que firmaram um acordo definitivo sob o qual a Microsoft irá adquirir o LinkedIn por US $ 196 por ação em uma transação em dinheiro avaliada em US $ 26,2 bilhões, incluindo LinkedIn de caixa líquido. LinkedIn vai manter a sua marca distinta, cultura e independência. Jeff Weiner permanecerá CEO do LinkedIn, reportando-se Satya Nadella, CEO da Microsoft. Reid Hoffman, presidente do conselho, co-fundador e acionista controlador da LinkedIn, e Weiner tanto apoiar plenamente esta transação. A transação deverá ser concluída este ano calendário.

LinkedIn é a maior e mais valiosa rede profissional do mundo e continua a construir um negócio forte e crescente. Durante o ano passado, a empresa lançou uma nova versão do seu aplicativo móvel que levou a um maior engajamento dos membros; aumentou o newsfeed LinkedIn para oferecer melhores insights de negócios; adquiriu uma plataforma líder de aprendizagem on-line chamado Lynda.com para entrar em um novo mercado; e lançou uma nova versão de seu produto Recruiter aos seus clientes empresariais.

“A equipe LinkedIn tem crescido um negócio fantástico centrado em conectar profissionais do mundo”, disse Nadella. “Juntos, podemos acelerar o crescimento do LinkedIn, bem como o Microsoft Office 365 e Dynamics à medida que procuramos capacitar cada pessoa e organização no planeta.”

Fonte: Microsoft

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56% dos profissionais de TI no Brasil pretendem buscar um novo emprego este ano, aponta pesquisa

O segmento da Tecnologia da Informação parece ter sido pouco afetado pela crise econômica. Bem requisitados, os profissionais de TI pretendem se movimentar no mercado de trabalho neste ano. É o que aponta o barômetro de TI elaborado pela Page Personnel, uma das maiores empresas globais de recrutamento especializado de profissionais de suporte à gestão, parte do PageGroup.

De acordo com os dados do levantamento, 56% dos consultados avaliam buscar uma nova oportunidade de trabalho nos próximos 12 meses. Os principais motivos para essa mudança são a falta de possibilidade de crescimento na empresa, o salário abaixo do mercado e as companhias com gestão conservadora. A pesquisa mostra que oito em cada dez profissionais consultados estão empregados atualmente.

Para Ricardo Haag, diretor da Page Personnel, o segmento está na contramão do mercado e os profissionais estão bem valorizados. ”A eficiência, inovação e avanço tecnológico que a área pode agregar para todo tipo de negócio tornam os executivos de T.I cobiçados. Em uma eventual movimentação, esse cenário puxa a remuneração deles para cima”. A pesquisa consultou 1100 executivos de cargos de suporte à gestão no primeiro trimestre deste ano.

Benefícios e flexibilidade de horário são os aspectos que mais atraem no setor

A remuneração não é o principal motivador para o profissional de TI aceitar uma proposta de trabalho. Os aspectos mais atrativos, ao analisar uma mudança de emprego, são o pacote de benefícios, o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional e a flexibilidade e horário. Outros pontos que também atraem são plano de carreira estruturado e a oportunidade de atuar fora do país.

“A maioria dos profissionais que compõem o mercado da tecnologia da informação é da geração Y, logo, já era esperado uma mudança nas prioridades e aspirações de carreira de público. Nascidos na era digital, eles buscam feedbacks, desenvolvimento e, principalmente, o que os inspira na sua postura e história profissional”, pontua Haag.

Perfil do gestor ideal

A pesquisa também apontou quais são as características ideais de um gestor da área de TI no país. Segundo os consultados, os superiores devem ser inspiradores, abertos ao diálogo e ter dinamismo nas tarefas do dia a dia. Entretanto, porém, esse público não gosta de trabalhar com lideranças de perfil político, amigo (que compartilha assuntos pessoais) e cauteloso.

Perfil bem avaliado

Inspirador: posiciona-se como exemplo e busca fomentar as melhores práticas de trabalho para o time

Aberto: posiciona-se de igual para igual, e interage com o time aberto para diálogo

Dinâmico: que levanta o ritmo de produção do time, e mantém o ambiente acelerado e/ou estimulante

Perfil mal avaliado

Político: que evita debates e apazigua/concilia relações

Amigo e companheiro: que seja aberto e compartilhe questões pessoais

Cauteloso: que toma as decisões mediante análises e costuma não arriscar

“De modo geral, esses jovens profissionais possuem um bom relacionamento com o gestor, no entanto, não o vê como exemplo e sente falta de dinamismo e comportamento motivacional. Esse conflito de gerações deve ser encarado com naturalidade no mercado de trabalho”, ressalta Haag.

Perfil do profissional de TI no Brasil

– Possui idade média entre 25 e 35 anos, predominantemente do sexo masculino (87%)

– Educação superior básica: mais de 40% não cursou além da graduação

– 63% possui inglês avançado e/ou fluente, e mais da metade afirma ter alguma noção de espanhol

– Desenvolvimento e Aplicações, assim como Infraestrutura e Sistemas, são as áreas com maior expertise no mercado brasileiro.

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Os setores mais povoados do mercado são Consultorias de Tecnologia e a Indústria

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Segurança da informação: As lições do vazamento de senhas do Twitter – Por Abílio Pettenazzi

Por Abílio Pettenazzi, Gerente de Produtos da Brasoftware – Especialista em Segurança, Virtualização e Disponibilidade

Os hackers mostraram novamente sua força. Na última semana, foram disponibilizadas, por meio da Deep Web, mais de 32 milhões de senhas de usuários do Twitter. A ideia era vender na internet informações dos usuários afetados, como nome, endereço, e-mail e outras senhas. Deep Web refere-se ao conteúdo da web que não é indexado pelos mecanismos de busca padrão, ou seja, são “invisíveis”.

Esse é mais um caso de sucesso dos cibercriminosos, que cada vez mais invadem sistemas e expõem dados de usuários mundo afora. O site haveibeenpwned.com, por exemplo, traz uma lista com diversos outros casos, como da Forbes, LinkedIn, Myspace, Snapchat, Sony e Vodafone. O portal permite também consultar se sua conta foi afetada.

Quais lições podemos tirar de um caso como este? E por que um roubo de senhas de uma rede social pode trazer insegurança para as empresas?

A partir do momento que os dados foram expostos na Deep Web, um grupo de cibercriminosos que esteja trabalhando em um ataque a uma empresa específica pode se beneficiar desses dados.

Os usuários do Twitter, em sua maioria, estão ligados aos nomes das pessoas físicas que são proprietárias das contas. Por exemplo: a probabilidade da conta do João Silva no Twitter ser @joaosilva ou alguma variante simples desse exemplo como @jsilva ou @silvajoao é bem alta.

Caso esta pessoa trabalhe em uma empresa que está sendo alvo de ataque de cibercriminosos, o acesso a um modelo de senha do usuário irá facilitar o ataque. A probabilidade da senha do Twitter ser igual ou muito parecida à da rede corporativa é alta. É assim que um ataque direcionado para roubar dados de empresa consegue ter sucesso, explorando dados disponíveis dos usuários da empresa na web, seja na Deep Web ou em redes sociais. Por isso, todo cuidado é pouco.

O Cybercrime já virou uma indústria lucrativa que movimenta mais de US$ 1,5 Trilhão de dólares ao ano, de acordo com dados apresentados por empresas do setor de segurança da informação.

Com a chegada do artificio Bitcoin, moeda digital que não possui rastreabilidade em suas transações financeiras, o cibercriminoso agora pode fazer dinheiro virtual e depois trocá-lo por dinheiro real. O Bitcoin acelerou o crime sem fronteira, portanto hoje uma empresa de qualquer tamanho e setor pode ser atacada virtualmente de qualquer lugar do mundo.

Um motivo que aumenta os riscos é o fato de empresas, principalmente de menor porte, possuírem menos investimentos e infraestruturas de segurança, o que facilita o ataque dos cibercriminosos. É como na vida real: é mais fácil invadir uma casa cheia de câmeras, seguranças, cercas elétricas e sistemas de alarme ou uma com uma com apenas portão e grades?

É preciso sempre investir na conscientização de seus usuários, capacitação da equipe de TI e escolher as tecnologias que atendem melhor a necessidade da companhia de acordo com o plano de segurança, sempre levando em conta três fatores: aderência da tecnologia ao ambiente, preço e relacionamento com o fornecedor.

Para o caso da exposição de senhas do Twitter, o ideal seria solicitar a troca de senha de todos os usuários da rede corporativa da empresa, aplicando sempre a regra de senhas padrão com no mínimo oito caracteres, incluindo letras, números e símbolos, que não sejam iguais às últimas 10 senhas gravadas.

E outro ponto importante é divulgar casos como este do Twitter para os colaboradores como forma de alerta tanto para a vida pessoal quanto para prevenção da segurança da informação no ambiente corporativo. Dessa maneira, a empresa pode aprender com o ocorrido e também minimizar os riscos.

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Indústria 4.0: a digitalização da fabricação – Por Todd Barrett

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Mais do que apenas uma palavra da moda, a Indústria 4.0 (às vezes rotulada de Internet Industrial das Coisas) descreve o que muitos se referem como a quarta revolução industrial. Em nosso dia a dia já estamos vendo muitos exemplos de fábricas inteligentes e digitais e ainda há muito mais por vir.

A Indústria 4.0 representa a soma de muitas inovações, de sensores e análise de big data a redes de comunicações e serviços em nuvem. Ela é muitas vezes descrita como a digitalização da fabricação, na qual os sistemas ciberfísicos podem se comunicar constantemente uns com os outros, com os bens que eles produzem e/ou com as pessoas que os executam. Além disso, estes sistemas podem ensinar a si próprios a se adaptar às condições, encomendar as suas próprias peças e, até mesmo, planejar sua própria manutenção e reparos.

No centro desse movimento está a cena robótica, que passou por sua própria evolução. Os primeiros robôs da década de 1950 tinham controles numéricos que permitiam a execução de movimentos repetitivos, confiáveis e simples. A “Robótica 2.0” chegou em 1980 e a integração permitiu que os robôs fizessem funções mais abrangentes, como soldagem ou pintura de carros em uma linha de montagem, corte de metal, ou até mesmo seleção e embalagem.

Muitos anos depois, em 2010, a detecção inteligente permitiu que os sistemas enxergassem, o que possibilitou a melhoria da precisão das operações, a redução do tempo de comercialização e, no geral, uma movimentação mais rápida e eficiente. A Robótica 4.0 permite que os sistemas se conectem e colaborem com facilidade e segurança com outros robôs e seres humanos para completar o trabalho e resolver problemas de forma criativa.

Alcançar o nível de funcionalidade e sofisticação necessárias em um mundo de Indústria 4.0 não é um trabalho que pode ser tratado isoladamente. Existe agora uma rede de grande alcance, e em constante crescimento, de parceiros envolvidos na defesa da causa. Eles incluem comunidades de startups, agências governamentais, fornecedores de engenharia e serviços de TI e laboratórios de pesquisa e desenvolvimento.

A Festo Canada, fabricante mundial de soluções de automação para fábricas e controle de processos, com sede em Ontário, é um bom exemplo de empresa no centro do ecossistema de parceiros. Isso porque a tecnologia avançada está se tornando vital para a sobrevivência competitiva. E as empresas e a ciência devem ser parcerias para alcançar a Indústria 4.0.

A empresa atua em parceria com startups de alta tecnologia e com uma forte rede regional de expertise de TI, automação, manuseio de materiais e robótica, além de utilizar a rede educacional da região, que está desenvolvendo habilidades para atender às demandas desse novo mundo de fabricação avançada – de programação e desenvolvimento a monitoramento e manutenção.

É tudo muito oportuno, dadas as mudanças que ocorrem nos mercados industriais. E isso é importante. Afinal, esta é uma revolução.

*Todd Barrett é cônsul comercial de Ontário, Canadá, no Brasil

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Você sabe gerenciar conflitos em seu ambiente de trabalho?

Para muitas pessoas, conflitos remetem a situações de desconforto e constrangimento e por isso são evitados. De modo geral, há receio em criar desentendimentos e prejudicar relacionamentos. No entanto, se gerenciado corretamente, o conflito pode resultar em bons resultados. E, ao contrário do que se imagina, ambientes livres de conflito não representam obrigatoriamente cenários produtivos. Isso porque não estimulam a inovação e a criatividade resultantes de momentos de impacto de ideias.

De acordo com o Hudson Institute of Coaching, existem dois tipos de conflito: os funcionais e os disfuncionais.

1) Conflitos funcionais são focados no assunto em debate e forçam a articulação de pontos de vista, permitem analisar ideias e prioridades, promovem os relacionamentos e estimulam criatividade e inovação.

2) Conflitos disfuncionais são os ligados à afetividade, ou seja, são aqueles em que o foco da discussão está nas pessoas, em detrimento do tema a ser debatido. Esse tipo de conflito desgasta energias, diminui a produtividade e a satisfação pelo trabalho, além de elevar a ansiedade e o estresse.

Para a coach executiva Ana Pliopas, identificar o tipo de conflito quando ele se apresenta é o primeiro passo para alcançar bons resultados ao gerenciá-lo. Para isto, é importante estar atento às suas possíveis causas, que podem estar ligadas a: diferenças de atitude, crenças e expectativas; conflitos de interesses, necessidades e objetivos; ambiguidade na interpretação de papeis, políticas, normas e procedimentos; ou a diferenças de personalidade e valores.

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C&M Software lança Fintech para indústria de meios de pagamentos

A C&M Software, multinacional brasileira especializada em soluções de alta tecnologia, e homologada pelo Banco Central do Brasil para o Sistema de Pagamento Brasileiro, promoverá no próximo dia 16 de junho o evento de lançamento da FINTECH GoCHK (www.gochk.com). A startup permite o uso de cheque e débitos autorizados nas compras (B2B e B2C) e pagamentos feitos na Internet e Call Centers.

O GoCHK captura as imagens do cheque preenchido pelo usuário via smartphone, realizando todo processo de liquidação/compensação para as empresas interessadas neste meio de pagamento e sua obvia capilaridade.

O CEO da C&M Software, Orli Machado, argumenta que mais de 40% das compras na Internet não são aprovadas por limite de crédito, embora o comprador tenha dinheiro disponível em outro meio de pagamento, além da atual inexistência de solução de meio de pagamento no e-commerce B2B. A empresa observa um grande potencial de negócios também em operações de recuperação de crédito e concretização online de acordos, com recepção do cheque pré-datado.

“O GoCHK traz para o pagamento remoto a opção mais ágil e segura do mercado e única com presunção em lei a respeito das consequências da falta de pagamento”, conclui Orli Machado.
Embarcado no GoCHK, vem os débitos autorizados em conta corrente nas maiores instituições financeiras do Brasil, recorrentes ou não.

As principais economias mundiais contam usualmente de 5 a 6 meios de pagamentos diferentes, no Brasil está ocorrendo uma demasiada concentração, que não é benéfica para o usuário e muito menos para a economia.

O cliente, usuário final desta nova modalidade de pagamento só terá benefícios, além de não ter custo algum utilizando a solução, ao optar por estabelecimentos que utilizam o GoCHK, acaba por não consumir as suas linhas de créditos tradicionais e de modo contrário, obtém linhas adicionais de credito e prazos.

Para contar ao mercado detalhes desta novidade, a empresa promoverá um Seminário Online Gratuito no dia 16 de junho, às 11h.

Para participar do seminário inscreva-se no link abaixo.
http://br.cmsw.com/institucional/eventos/item/316-seminario-online-lancamento-gochk

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Você é workaholic? Saiba os cuidados a serem tomados

Cenas comuns em reuniões de negócios são executivos disputarem quem está trabalhando mais, como se isso fosse motivo de orgulho, contudo, o que não se percebe nessas situações é que pode se estar caracterizando uma disfunção, que é o fato de ser um workaholic.

Mas, o que é workaholic e quais os riscos envolvidos com esse problema? Celso Bazzola, diretor executivo da Bazz Consultoria, listou as principais dúvidas relacionadas ao tema.

Veja alguns pontos relacionados ao tema:

1 – Características do workaholic

Características de pessoas com esse problemas são fáceis de perceber, são elas que constantemente trabalham mais de 12 horas por dia no escritório e ainda leva serviço para casa, é ela também que constantemente recebe críticas por no fim de semana ficar sempre de olho no celular e checar as mensagens a cada hora para ver se existe alguma pendência no trabalho.

2 – Eu sou?

Segundo o especialista em recursos humanos Celso Bazzola, diretor executivo da Bazz Consultoria, é mais fácil localizar uma pessoa com esse problema do que tratar. “Hoje são constantes os casos de workaholics e isso se percebe a partir do momento que a pessoa não consegue se desligar do trabalho, deixando de lado sua convivência social, seja com familiares ou amigos. Assim a pessoa se torna um trabalhador viciado e compulsivo, mesmo fora de seu ambiente de trabalho ele cria um novo ambiente recheados de temas sobre seus negócios, não há situação que o faça se desligar do trabalho”.

Sintomas desse distúrbio de comportamento é uma autoestima exagerada, insônia, mau-humor, impotência sexual, atitudes agressivas em situações de pressão e, muitas vezes, depressão.

3 – Problemas relacionados

Para Bazzola, a situação pode ser bastante problemática e pode trazer sérios prejuízos para o profissional e, até mesmo, à empresa. “Acredito que para empresa a situação traz mais desvantagens do que vantagens. Inicialmente pode ser interessante, pois a velocidade dos resultados é satisfatória, porém há um desgaste emocional natural do profissional, pois ele estará isolado e restrito ao tema trabalho, bloqueando sua sociabilização o que poderá resultar em sérios transtornos futuros para sua vida”.

A situação pode ser tão grave que estudos recentes de casos clínicos em consultórios psicológicos e psiquiátricos apontam que o vício de trabalho é similar à adição ao álcool ou cocaína. Tornado o trabalho, nesses casos uma obsessão doentia.

4 – É preciso saber viver!

Segundo Celso Bazzola, “não há pecados em trabalhar esporadicamente além de sua carga diária, desde que essa ação seja meramente por necessidade de urgência e de impacto específico. Isso, para o mercado de trabalho, acaba sendo um diferencial, mas, o profissional e as áreas de Recursos Humanos devem identificar quando não há exageros em uma rotina normal de trabalho. A partir do momento que a carga horária começa a extrapolar constantemente é momento de refletir. O trabalho será saudável enquanto não aprisiona a pessoa na necessidade constante de falar e estar agindo pelo trabalho”.

O caminho para combater esse problema é assegurar o equilíbrio, entre a vida pessoal e profissional, buscar valorizar mais os momentos de lazer e perceber que o descanso é fundamental para melhoria de resultados e busca de novas ideias que podem potencializar os resultados no trabalho.

5 – Workaholic x Worklover

É importante sabermos diferenciar o amor ao trabalho do vício. Um worklover tem noção de que o excesso se refletirá em conflitos nos relacionamentos pessoais, além de proporcionar efeitos nocivos à saúde e bem-estar. Existem profissionais que buscam entregar resultados e isso é positivo. É importante ter em mente que, o fato de ser um workaholic não significa que o profissional seja mais produtivo. Muitas vezes, vemos pessoas que não conseguem ter organização no seu dia a dia e acabam trabalhando mais tempo para entregar o mesmo resultado.

É importante lembrar que a vida é muito mais do que só trabalhar e que uma mente que não descansa não é totalmente sã. Assim, não adianta trabalhar demais, isso possivelmente ocasionará erros e retrabalhos. Portanto, tem que parar de trabalhar até para poder trabalhar bem. É uma questão de lógica.

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“Fazer acontecer” é tema de palestra promovida pela ABES

A ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) vai oferecer aos seus associados um ciclo de palestras sobre aprimoramento da Gestão dos Negócios e da Comunicação, a fim de contribuir com a revitalização dos processos administrativos, com a implantação de mudanças positivas, a indicação de tendências de gestão e o desenvolvimento do setor brasileiro de TI.

“Fazer acontecer” é o tema da primeira apresentação, que ocorrerá no dia 23 de junho de 2016, em São Paulo. Neste encontro, sob a coordenação do coach e escritor Ricardo Jucá, os gestores poderão debater como podem entregar resultados de forma consistente, por meio de planejamento, execução e acompanhamento efetivos. “Estamos empolgados com este evento e acreditamos que os associados da ABES vão apreciar o conteúdo, pois sempre recebemos ótimas avaliações dos participantes”, ressalta.

Jucá é sócio da empresa Atingire, doutor pela FGV, com especialização em liderança e gestão da mudança pela Harvard Business School, e autor do livro “A Pirâmide do fazer acontecer”. Além disso, atuou como executivo na Procter & Gamble e foi consultor na Bain & Company, dentre outras empresas, ocupando posições de gerência e diretoria. Bradesco, Whirlpool, Cielo, Braspag, Danone, Pfizer, Globo, Itaú e Porto Seguro são alguns dos seus clientes.

O ciclo de palestras integra o calendário de celebração dos 30 anos da ABES, que começou com a inauguração da galeria de retratos em tributo aos ex-presidentes da entidade. “Inicialmente, homenageamos alguns executivos que tanto contribuíram com a evolução da nossa associação e, agora, promoveremos estas palestras a fim de impulsionar as estratégias organizacionais e auxiliar nossos associados na busca de melhores resultados e na motivação de suas equipes”, explica Carlos Sacco, diretor de marketing e inteligência de mercado da ABES.

Para participar, os associados ABES deverão se inscrever pelo telefone (11) 3266-2450 ou e-mail: abes@comarteventos.com.br

Palestra “FAZER ACONTECER”
Data: 23 de junho de 2016
Horário: 9 às 12 horas
Local: Hotel Bourbon Ibirapuera – sala Colibri
Av. Ibirapuera, 2927 – Moema / São Paulo – SP
RSVP: (11) 3266-2450 ou abes@comarteventos.com.br

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Prezi anuncia plataforma de apresentação para empresas

A Prezi, plataforma de apresentações que ajuda as pessoas a se conectarem melhor com seu público, anuncia o lançamento do Prezi Business, plataforma voltada para usuários corporativos. Ela oferece recursos que proporcionam produtividade com foco em negócios, tais como colaboração entre equipe e público-alvo, análise de engajamento, integração com Slack e apresentação remota.

A nova ferramenta é uma resposta da empresa a uma necessidade de mercado cada vez mais crescente: ferramentas que permitam trabalho em equipe, independente de hierarquia, bem como atendam aos novos hábitos de um público interessado em se comunicar com a empresa. Essas tendências têm impactado o mercado de apresentação, criando uma mudança há muito aguardada, que está sendo liderada, em grande parte, por estudantes que saem da sala de aula e chegam aos escritórios, em empresas.

“Os chamados millennials constituem uma grande parte da nossa base de 75 milhões de usuários e, ao migrarem para as empresas, trazem consigo não apenas suas expectativas, mas o uso de suas ferramentas”, afirma Peter Arvai, CEO e co-fundador da Prezi. “Nós criamos o Prezi Business para usuários com esse perfil, que querem uma forma mais visual, colaborativa, orientada por dados e – mais importante – uma ferramenta que remeta mais à conversação na hora de apresentar”, diz o executivo.

Apresentações são essenciais para corporações de diferentes segmentos

Apresentações são uma parte primordial da comunicação empresarial e há muitas evidências que sugerem que abandonar a maneira habitual de fazê-las nos escritórios (diálogo ulilateral usando slides e bullet points) pode ter um enorme impacto sobre o sucesso das atividades. De acordo com o RAIN Group, por exemplo, profissionais de vendas podem obter melhores resultados quando colaboram com seus possíveis clientes ao invés de apenas expor suas ideias. E recentemente, o ION Interactive descobriu que a quantidade de consumidores que diz que o conteúdo interativo é mais memorável que o estático é duas vezes maior do que a daqueles que discordam dessa visão.

O Prezi Business é uma plataforma que inclui todos os benefícios visuais e de conversação do Prezi, permitindo que as organizações criem apresentações que reúnem várias histórias que podem ser dinamicamente entregues com base no interesse da audiência. Os novos recursos incluem:

Colaboração avançada – Co-edição e recursos de comentário ajudam a criar uma colaboração em tempo real e eliminam a necessidade de controle de versão, permitindo que os usuários conversem entre si em seus Prezis, não importa onde estejam. O Prezi Business também armazena apresentações na nuvem, permitindo que os usuários possam classificá-las, selecioná-las ou reuní-las a partir de um único local. Esse conteúdo pode ser compartilhado com colegas de trabalho para o desenvolvimento colaborativo, bem como com clientes, que podem compartilhar apresentações em suas próprias organizações.

Prezi Analytics – Análises em tempo real fornecem feedback às empresas para ajudar os departamentos de vendas e de marketing a se concentrarem para atender os clientes com mais necessidades. Os responsáveis por uma apresentação podem utilizar dados em tempo real para determinar quando devem acompanhar um prospect ou entender quais tópicos mais chamaram a atenção de quem visualizou a apresentação. Os gerentes podem usar o Analytics para acompanhar o desempenho de todo o time e melhorar, assim, a produtividade.

Integração com Slack – Slack proporciona aos usuários do Prezi Business uma forma única de aumentar a colaboração nas apresentações construídas com ajuda do canal que contribuiu para a melhoria da produtividade do negócio. Agora, os usuários do Prezi podem receber notificações do Slack quando alguém comentar, editar ou compartilhar uma apresentação com eles. O Slack também envia notificações quando seu Prezi está sendo visto e analisado, para que possam obter feedback em tempo real através de sua audiência.

Apresentador Remoto em HD – Todos os usuários Prezi Business têm a sua própria sala de reunião virtual protegida por senha, onde podem hospedar apresentações remotas que podem ser vistas por qualquer um, em qualquer lugar. Eles podem ser visualizados ou apresentados em HD, sem a necessidade de um software de compartilhamento de tela.

O Brasil concentra 2,5 milhões de usuários de Prezi, sendo que em toda a América Latina, esse número chega a 20 milhões. O Prezi Business já está disponível em todo o mundo. Para mais informações, visite prezi.com/business/.

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Paraná passa a ter Comitê Gestor de Governança do setor de Tecnologia da Informação e Comunicações

Adriano Krzyuy, vice de Articulação Política da Assespro-Paraná, governador Beto Richa e Sandro Molés da Silva, presidente da Assespro-Paraná

Adriano Krzyuy, vice de Articulação Política da Assespro-Paraná, governador Beto Richa e Sandro Molés da Silva, presidente da Assespro-Paraná

Em cerimônia no Palácio Iguaçu, em Curitiba, o governador Beto Richa assinou o decreto que estabelece uma governança para o setor de Tecnologia da Informação e Comunicações no Paraná. O objetivo é proporcionar desenvolvimento integrado de diversas áreas da economia estadual com apoio de tecnologia, unindo esforços de setor público, empresariado e academia.

A Governança de TIC faz parte do Programa Paraná Inovador, da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e é vinculada à Rede de Arranjos Produtivos Locais.

O governador do Paraná destacou a importância do setor de tecnologia para o desenvolvimento do estado. “Quem trabalha e quem produz merece o nosso apoio e o nosso respeito. Este setor, que congrega Arranjos Produtivos Locais, tem gerado riquezas e ajudado na formação da nossa economia. Basta ver o exemplo do Vale do Silício, nos Estados Unidos, Então, resolvemos criar aqui um sistema de governança com apoio do setor publico, reunindo várias secretarias como a de Ciência e Tecnologia, Fomento Paraná, secretaria de Planejamento, Celepar e Copel na busca de uma eficiência ainda maior desse setor”, explica Beto Richa.

João Carlos Gomes, secretário estadual de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior afirma que o Paraná é privilegiado pela organização e pela estrutura do setor produtivo. “E este setor de TIC tem uma qualidade muito grande. Seremos cada vez mais parceiros para o desenvolvimento de nosso estado”, completa.

O deputado estadual Guto Silva, que trabalha para o fortalecimento de uma bancada de tecnologia na Assembleia Legislativa, destacou o desempenho dos APLs que, segundo ele, “têm uma força impressionante”. Guto Silva conheceu os Arranjos Produtivos Locais de TIC em uma reunião estadual no Sebrae, em Pato Branco, no início de uma aproximação com a Assespro-Paraná, entidade que representa as empresas do setor.

Adriano Krzyuy, vice-presidente de Articulação Política da Assespro-Paraná, valorizou o apoio dos empresários na cerimônia: “O histórico da rede APL se concretiza e reforça a governance estadual. Temos APLs nas seis regionais da entidade e, nessa linha, vamos criar muitas iniciativas e conquistar muitos resultados para as empresas e toda a comunidade do Paraná”.

O presidente da Assespro-Paraná, afirma que o momento é de celebração de uma conquista de sete anos de trabalho. “Envolvemos, no início, os empresários, representados, hoje, pelos Arranjos Produtivos Locais, em um proceso conduzido pela Assespro juntamente com o Sebrae”,explica Sandro Molés da Silva. Ele também enaltece a iniciativa do Paraná ao criar uma governança de tecnologia. “O Brasil tem um estado diferenciado. A integração do setor público com a academia e iniciativa privada é fundamental. Essa medida mostra que o apoio à tecnologia é uma política de Estado no Paraná”, finaliza Sandro.

O Comitê Gestor é presidido pelo secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e composto por representantes da Secretaria Estadual do Planejamento e Coordenação Geral; do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar); da Copel Telecomunicações; da Celepar; Fomento Paraná; da Comissão de Ciência e Tecnologia da Assembleia Legislativa, do Parque Tecnológico de Itaipu, pelas Federações da Indústria (Fiep) e Comércio (Fecomércio), Sebrae-PR; Assespro-Paraná, pelo APL de TI de Londrina e Região, APL de Software de Maringá e Região, APL Iguassu-IT (Oeste do Paraná), APL de TI do Sudoeste do Paraná, APL de TIC de Ponta Grossa e Região, APL de TI de Curitiba, Universidades Estaduais do Paraná, Universidade Federal do Paraná, Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Pontifícia Universidade Católica do Paraná, do Centro de Tecnologia da Informação da Universidade Positivo.

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Empreendedores com iniciativas inovadoras disputam vagas no Brazil Lab 2016

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Continuam abertas as inscrições para a primeira edição do Brazil Lab, programa de apoio para inovação no setor público que tem como objetivo acelerar ideias e conectar empreendedores com o poder público. Nesta edição, foram escolhidos desafios em três temas prioritários: Saúde, Educação e Sustentabilidade Ambiental. O programa selecionará até dez iniciativas de empreendedorismo dentro dos segmentos e os projetos selecionados receberão seis meses de mentoria especializada. Após essa fase, três finalistas serão escolhidos e o vencedor receberá como prêmio um investimento de U$ 5.000 para dar início a implementação de sua ideia. As inscrições seguem até esta sexta-feira, 10 de junho.

Entre as startups já inscritas para disputar uma vaga no programa, estão TagFit, Palotec e Mitsidi, cada uma representando um dos eixos temáticos propostos pelo programa.

A TagFit, primeira rede social brasileira focada em saúde e qualidade de vida, é uma das grandes promessas do programa na área de Saúde. A empresa trabalha diretamente para a redução de doenças crônicas de forma eficaz e com baixo custo. A plataforma, disponível em formato de aplicativo para Android, conta com profissionais da área de saúde que acompanham 24h por dia, através das fotos postadas, os hábitos dos usuários. Dessa forma é possível que dicas e orientações personalizadas sejam oferecidas constantemente, o que ajuda na adoção de hábitos mais saudáveis, como uma alimentação mais equilibrada e maior frequência de exercícios físicos. A ideia é que os usuários sejam motivados por profissionais e por outras pessoas na mesma situação a focar e buscar os resultados desejados, com diminuição de peso e ganho de saúde. O aplicativo está disponível gratuitamente para download na Play Store e já possui mais de 10 mil usuários ativos.

Já a Palotec é um dos exemplos do setor de Educação. Trata-se de uma plataforma de conexão para crianças, pais e profissionais de creches e escolas públicas que tem como intuito auxiliar o desenvolvimento pedagógico e social e, ainda, ajudar o poder público a gerar conhecimentos relacionados ao comportamento infantil. A Mitsidi concorre a uma vaga na área de Sustentabilidade Ambiental apresentando soluções evolutivas nas áreas de construção civil e energia. O produto da empresa consiste em um software para realização de auditorias do consumo de água e energia em edifícios residenciais, reunindo uma rede multidisciplinar com especialistas do setor para trabalhar com geração de conhecimento, consultoria de projetos e capacitação de profissionais.

Mais sobre o hub de inovação – O Brazil Lab surgiu este ano como uma forma de atender a necessidade de inovação para soluções de problemas sociais em larga escala, como questões de saúde, abastecimento, locomoção, educação, empregabilidade, entre diversas outras preocupações do setor público. A ideia é que os empreendedores e jovens com ideias inovadoras contribuam para ajudar o governo a lidar com esses desafios.

Por outro lado, para ajudar os empreendedores a desenvolver a proposta, os dez projetos selecionados receberão mentoria de especialistas e professores do MIT, Harvard, Stanford, INSPER e FGV. Os selecionados ainda terão acesso a um ciclo de palestras com conteúdo especializado e desenvolvido especialmente para capacitar os participantes do programa.

As inscrições para concorrer a uma vaga seguem até esta sexta-feira (10) e podem ser feitas por qualquer pessoa interessada – seja ela representante ou não de uma empresa já estabelecida ou um negócio pré-operacional – que apresente uma ideia condizente com o regulamento e com os desafios estabelecidos pelo hub de inovação para o ano 2016.

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Honda fortalece área de pesquisa e desenvolvimento de tecnologias inteligentes

A Honda R&D (Research & Development), subsidiária do grupo Honda dedicada à pesquisa e desenvolvimento, anuncia planos para intensificar suas atividades com foco em tecnologias inteligentes. Para isso, será implantado, no distrito de Akasaka, em Tóquio, o novo laboratório Honda R&D Innovation Lab Tokyo. O local, previsto para ser inaugurado em setembro deste ano, será caracterizado como um espaço de criação conjunta, onde a Honda colaborará com especialistas no assunto e demais institutos de pesquisa para acelerar o desenvolvimento e a aplicação prática de novas tecnologias advindas dos estudos destes profissionais.

Em 2003, a Honda R&D inaugurou o Instituto de Pesquisa Honda (HRI, na sigla em inglês) com a finalidade de incentivar as pesquisas de ponta na área de tecnologias inteligentes, que exploram áreas de conhecimento além da engenharia mecânica, como pesquisas neurológicas e de reconhecimento visual e auditivo. Desde então, o instituto conduz estudos em diversos campos, ao mesmo tempo em que estabelece uma rede global de pesquisadores das ciências avançadas em suas instalações em Frankfurt, Alemanha; no Vale do Silício e Columbus, nos EUA e Wako-City na província de Saitama, no Japão.

No Vale do Silício, a Honda R&D também estabeleceu uma operação satélite, a Honda Silicon Valley Lab, que trabalha em colaboração com o Instituto de Pesquisa Honda nos EUA, e acumula um bom repertório de conquistas, incluindo a descoberta de tecnologias entre startups locais.

Ao reforçar e expandir suas pesquisas no campo de tecnologias inteligentes, conectividade e robótica, a Honda busca oferecer maior conveniência e prazer aos clientes por meio de seus produtos e tecnologias avançadas de mobilidade.

Sobre a Honda R&D Innovation Lab – Tóquio
Localização: Akasaka, Minato-ku, em Tóquio, Japão
Data de inauguração: Setembro de 2016 (plano)
Finalidade do laboratório: pesquisa de ponta de tecnologias inteligentes e estudos avançados para a aplicação dessas tecnologias no campo de mobilidade.

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SAP Labs Latin America é eleita melhor empresa para começar a carreira no Brasil

A SAP Labs Latin America, localizada em São Leopoldo/RS, é a primeira do ranking do Guia Melhores Empresas Para Começar a Carreira, em 2016. A pesquisa foi produzida pela revista Você S/A, em parceria com a Fundação Instituto de Administração (FIA) e a Cia. de Talentos. No quadro de colaboradores, a empresa possui mais de 80% dos profissionais das gerações Y e Z, conhecidos como Millennials, nascidos a partir de 1980. A média de idade é de 29 anos, sendo que 32% possuem MBA, mestrado ou doutorado. O índice de satisfação dos funcionários chega a 90%, o maior entre os 15 escritórios da SAP Labs no mundo.

O Guia apontou como principais diferenciais da SAP Labs Latin America o programa Business Women Network, que promove a aceleração de carreira para mulheres na área de tecnologia da informação. Como também o Pride, uma comunidade interna que visa apoiar as diferenças e a promoção de um espaço com diversidade sexual no ambiente corporativo.

Na pesquisa, a diretora de RH da SAP Labs Latin America, Adriana Kersting, salienta o item “Identidade”, que obteve 100% de aprovação. “Mostra que os nossos colaboradores podem ser eles mesmos, ou seja, podem manifestar suas ideias, preferências e características de forma transparente, o que cria um ambiente positivo e inovador. A SAP respeita a diversidade e estimula um ambiente de trabalho onde as pessoas possam apresentar ideias de maneira colaborativa”, diz.

Ainda segundo a diretora de RH, a flexibilidade é outro grande atrativo. Além dos horários flexíveis, os colaboradores da SAP Labs recebem benefícios que podem ser escolhidos conforme cada profissional desejar, por meio de subsídio para academia, diferentes modalidades de plano de saúde e plano odontológico, consultas psicológicas, entre outros serviços. Além disso, dentro da sua política, existe o programa de melhoria de performance, com o qual em 80% dos casos se consegue reverter a situação de baixa performance e a pessoa permanece na empresa.

O ambiente físico também atrai a atenção dos jovens talentos. A área de lazer possui redes e gazebos no jardim, além de Coffee Corners em todos os andares. Bem como o d-shop, um espaço lúdico e high tech com todos os acessórios e tecnologias de última geração.

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