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O impacto da Inteligência Artificial na indústria financeira

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De todas as importantes tendências tecnológicas que impactam a indústria financeira, a chamada Inteligência Artificial (I.A.) vem dando o que falar. Assim como sua “prima” Blockchain, a I.A. traz à tona questões de grande impacto na sociedade e na economia global.

Estamos falando de disrupção generalizada não só dos modelos de negócios, mas também do mercado de trabalho com enormes mudanças previstas no conjunto de habilidades necessárias para prosperar neste novo cenário.

A Inteligência Artificial é a combinação de múltiplas tecnologias que permitem que as máquinas percebam, compreendam e atuem – e aprendam por conta própria ou complementem as atividades humanas.
O sucesso da I.A. depende da relação simbiótica entre o homem e a máquina, de estratégia e de um constante exercício de aprendizagem. Ainda são seres humanos que a projetam.

Um recente estudo sobre o impacto da Inteligência Artificial na economia, realizado pela Accenture, revela que a I.A. é o novo fator de produção e tem potencial para gerar novas fontes de crescimento. A previsão é de que as taxas de crescimento econômico anuais sejam duplicadas até 2035 e a produtividade da força de trabalho aumente em até 40%.

Enquanto alguns pesquisadores preveem que a automação conduzida pela I.A. pode afetar 49% das atividades de trabalho e eliminar cerca de 5% dos empregos, um novo estudo do IDC/Salesforce aponta que até 2021, atividades de CRM habilitadas pela Inteligência Artificial poderiam aumentar as receitas de negócios globais em US$ 1,1 trilhão e criar 800 mil novos empregos novos – superando os perdidos para a automação.

Já o artigo do New York Times, The Real Threat of Artificial Intelligence, apresenta uma outra perspectiva: “a transformação promovida pela Inteligência Artificial resultará em enormes lucros para as empresas que a desenvolvem, bem como para as empresas que a adotam. Por outro lado, também está prestes a provocar uma diminuição em grande escala de empregos – principalmente aqueles de menor remuneração”.

Estamos enfrentando dois desenvolvimentos que não se harmonizam facilmente: enorme riqueza concentrada em poucas mãos e um número enorme de pessoas fora do mercado de trabalho. O que precisa ser feito?

“Nada em si é bom ou mau; tudo depende do que pensamos” (Hamlet)

Os bancos estão se tornando repositórios fantásticos de informação. A quantidade de dados gerados pela interação de clientes em seus canais digitais aumenta exponencialmente em volume e em complexidade, e extrapola a fronteira de serviços financeiros.

Big Data, Machine Learning e alto poder computacional proporcionam uma melhor compreensão das expectativas e intenções dos clientes, possibilitando experiências aprimoradas e melhor posicionamento competitivo, enquanto a adoção de Inteligência Artificial impulsiona a eficiência operacional.

A entrega de produtos e serviços mais ágeis e flexíveis, inovadores, oferecidos com tecnologia de ponta e a custos menores determinou a transformação das organizações e de suas competências atuais.
Estruturas hierárquicas tradicionais caminham para modelos colaborativos, com quadros de funcionários bastante reduzidos, complementados pela aproximação de talentos de fora da estrutura corporativa – a exemplo do que vem acontecendo na recente parceria entre bancos e fintechs.

As instituições financeiras estão expandindo as fronteiras de seus laboratórios de inovação para se organizar em grupos de trabalho e consórcios, onde a interoperabilidade e a criação de um novo ecossistema têm sido as questões a endereçar.

Esperamos que nas mesas de discussões, estejam concentrados em moldar um futuro onde predomine o propósito de uso da tecnologia para empoderamento das pessoas dentro e fora das organizações. Caso contrário, muito em breve teremos de lidar com uma crise existencial coletiva.

Regina Giovanolli é Gerente Executiva da Provider IT.

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Mobile Summit 2017 acontece em novembro e contará com duas trilhas de conhecimento

A cidade de Porto Alegre receberá, no dia 25 de novembro, o Mobile Summit (http://msummit.com.br), evento que reúne os mais diversos temas a respeito do mercado de tecnologia móvel, um dos que mais cresce no país. De acordo com estudos, até 2018 metade do tráfego de internet será através de dispositivos mobile.

O Mobile Summit tem como objetivo reunir profissionais, empresas e estudantes com o intuito de fortalecer o debate e o laço entre técnicos e negócios. Em 2017 o evento será dividido em duas trilhas de conhecimento. A trilha #Business abordará desde o planejamento de um projeto até o lançamento de um negócio, enquanto a trilha #Tech explorará tendências e plataformas de desenvolvimento móvel. Outra novidade desta edição é o HackFest, uma ação focada em startups para desenvolver projetos com potencial de mercado.

O evento abordará ainda temas como inteligência artificial, data science e realidade virtual. Em breve o Mobile Summit divulgará os palestrantes que estarão presentes nas trilhas de conhecimento. Os ingressos já estão disponíveis em 1ª Lote, no valor de R$ 150 para cada trilha, até o dia 15/09, através do site: www.sympla.com.br/mobile-summit-2017__114358

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A América Latina e sua posição na cibersegurança global – Por Derek Manky

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Quando se trata de tendências de cibersegurança, são muitos os problemas semelhantes em diferentes partes do mundo. Do Canadá ao Japão, as discussões sobre cibersegurança giram em torno de desafios parecidas, e na América Latina não é muito diferente. Mas, como em quase todas as situações, existem particularidades que são únicas de cada contexto. A inteligência de ameaças do FortiGuard Labs apresenta algumas tendências que as empresas da América Latina e do Caribe devem levar em conta para evitar ciberataques maciços aos seus negócios, incluindo estratégias e tecnologias de adaptação.

Infraestrutura de segurança atualizada

O primeiro padrão observado nos dados estatísticos da região está relacionado à vida ativa das ameaças conhecidas como malware. A persistência das ciberameaças na América Latina confirma a necessidade urgente de implementar soluções tecnológicas avançadas, considerando a atividade significativa das ameaças presentes no mercado há anos. Um exemplo é o Shellshock, um malware que ainda é uma ameaça significativa na região, apesar de ter surgido há vários anos. Isso mostra como a infraestrutura de computadores está muitas vezes desatualizada ou sem correções, deixando-a vulnerável mesmo a ataques mais antigos.

Outra ameaça menos conhecida, mas ainda dominante, na América Latina se refere aos ataques por meio de websites. Na verdade, os ataques atuais são feitos usando o Muieblackcat, uma ferramenta ucraniana projetada para detectar vulnerabilidades. Esta ferramenta, que utiliza a linguagem de programação PHP, procura por websites vulneráveis e, por meio deles, dispara ataques a alvos específicos.

É importante notar que há muitos ataques na região que usam a linguagem PHP; isso significa que muitos servidores usam essa tecnologia. Esses websites, além de estarem infectados, também podem infectar os visitantes. Os provedores de serviços e os profissionais de TI devem pensar duas vezes antes de usar o código PHP e devem garantir que estão totalmente atualizados, ao passo que os clientes também devem procurar obter as configurações de segurança adequadas para se protegerem.

O atraso tecnológico ou a falta de atualizações do sistema e correções de segurança levam a uma maior vulnerabilidade, não só a novas ameaças, mas também a ataques mais antigos que continuam aproveitando essas lacunas.

Dispositivos móveis com sistema Android

A ameaça aos dispositivos móveis é real. Se você considerar a região da América Latina e do Caribe, três dos dez ataques de malware mais difundidos e detectados estão em dispositivos móveis Android. Esta não era a realidade há um ano, ou mesmo há 10 meses, mas em janeiro deste ano, a tecnologia móvel já representava mais da metade das detecções de malware no Caribe. Estamos vendo uma mudança rápida no cenário de ameaças à cibersegurança, e esta é uma tendência que não vai desaparecer tão rápido. Começamos a discutir sobre essas ameaças há sete anos, e logo elas se tornarão uma preocupação ainda maior, passando à frente de outras prioridades.

Do total de malwares em dispositivos móveis detectados na América Latina e no Caribe no primeiro trimestre de 2017, 28% deles são malwares para dispositivos Android, mostrando um crescimento mais rápido do que em outras regiões em comparação ao percentual anterior de 20% no último trimestre de 2016.

Escassez de profissionais de cibersegurança

Um problema global é a falta de profissionais e especialistas em segurança da computação. Somente nos Estados Unidos, existem cerca de 200.000 vagas de emprego para profissionais de cibersegurança. Este é um número muito alto e um problema global ainda maior, também evidente na América Latina e no Caribe.

As empresas encontram dificuldade para manter um departamento de TI grande o suficiente para proteger seus sistemas, redes e clientes diante de uma lacuna significativa entre os profissionais do setor e a falta de qualificação necessária. A falta de treinamento neste setor complicado tem consequências graves que podem custar a credibilidade da empresa. É por isso que hoje, mais do que nunca, devemos apoiar e capacitar programas de treinamento para instruir e especializar adequadamente os profissionais da região.

Não é surpresa alguma que a América Latina ainda tenha um longo caminho a percorrer em sua preparação para cibersegurança, principalmente quando comparada a outras regiões do mundo. Porém, as empresas e organizações podem começar a se proteger destas ameaças, atualizando seus sistemas, investindo ainda mais em seus departamentos de TI e adotando novas soluções tecnológicas que oferecem visibilidade e gerenciamento amplos, poderosos e automatizados.

A estratégia fundamental que todos os executivos devem seguir na abordagem às ameaças de cibersegurança começa com o conhecimento do inimigo – a detecção é necessária para a prevenção. Ao implementar soluções de tecnologia avançada, as empresas podem saber antecipadamente quais ameaças estão em suas redes e dispositivos, permitindo ações proativas para garantir dados confidenciais e de clientes não corrompidos ou afetados por esses ataques. Caso contrário, as empresas se tornam alvos abertos, podendo ser a próxima vítima de cibercriminosos.

Derek Manky, estrategista de segurança global da Fortinet

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Budweiser e Twitter anunciam parceria que permite encomendar cerveja direto da plataforma

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Dando continuidade aos projetos lançados por meio da Twitter Business Solutions (TBS) – plataforma desenvolvida pelo Twitter para facilitar a comunicação entre marcas e consumidores – a Budweiser (@Budweiser_Br) e o Twitter anunciam o lançamento de uma solução que permite aos usuários da plataforma comprar e receber cerveja em casa. Com a novidade, a Budweiser torna-se a primeira marca de cerveja a oferecer o delivery de seu produto com uma experiência de compra feita 100% no Twitter.

O serviço da Budweiser na TBS funciona de maneira simples: os consumidores podem iniciar uma conversa com o perfil @Budweiser_Br no ambiente privado das Mensagens Diretas (DMs), que passa a responder, de forma automatizada e inteligente, com diversos botões e indicações para respostas. A partir dessa interação, é possível fazer encomendas para receber em casa packs e kits de Budweiser entregues pelo Empório da Cerveja, loja online especializada em bebidas.

Todo o processo de compra, incluindo a escolha e quantidade dos produtos, informação do endereço de entrega e pagamento acontece dentro do Twitter, no ambiente de Mensagens Diretas. Inicialmente, o serviço está disponível para os moradores da cidade de São Paulo que podem optar por receber os produtos no dia seguinte ou em até 5 dias úteis. Para outras localidades, a @Budweiser_Br indicará na conversa um link para que o consumidor conclua a compra pelo site do Empório da Cerveja (http://www.emporio.com/).

“O projeto desenvolvido para a Budweiser foi pensado para que o consumidor possa ter uma experiência completa dentro do Twitter, sem a necessidade de sair da plataforma ou de ter que utilizar outros aplicativos para adquirir sua cerveja”, afirma Daniel Carvalho, diretor de desenvolvimento de negócios do Twitter para América Latina. “A plataforma do Twitter Business Solutions traz às marcas diversas possibilidades, incluindo as respostas automatizadas por meio de Mensagens Diretas que podem ser utilizadas para facilitar o atendimento e relacionamento com o consumidor, agendamento de serviços, entre outros diferentes objetivos de negócio”, completa.

O Twitter está construindo um ecossistema de empresas que serão responsáveis por desenvolver as soluções para as marcas a partir da plataforma, de acordo com os objetivos de negócio de cada uma.

“Budweiser é a uma cerveja muito autêntica e que sempre inovou, desde o começo de sua história. Essa novidade permite, ainda mais, que o consumidor de Bud esteja próximo da marca”, comenta Karina Ferreira, gerente de marketing de Budweiser.

Os consumidores podem se programar para receber a cerveja em dias de jogos da NBA e NFL, por exemplo. A possibilidade de interagir e fazer encomendas por meio do perfil da @Budweiser_Br no Twitter também está sendo divulgada em Tweets promovidos, expandindo o alcance da ação na plataforma para um público segmentado.

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Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica já está presente em mais de 20 estados brasileiros; entenda os benefícios

Obrigatória em grande parte do país para empresas do varejo e contribuintes, a Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e), já faz parte da rotina de milhares de empresários brasileiros.

Além de eliminar o uso de papel e desburocratizar a emissão de cupons fiscais, realizando uma comunicação direta com a Secretaria de Fazenda (Sefaz), a NFC-e reduz tarefas do contador e de empresários após a venda. “A Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica substitui o Equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF), facultando o uso de qualquer impressora não fiscal, sem necessidade de autorização pelo Fisco”, explica Alexandre Willye, diretor da Unidade de Negócios de Start-up da Sage.

Além disso, a NFC-e possibilita o uso de novas tecnologias móveis – como a emissão por meio de tablets e smartphones – e a integração de plataformas de vendas físicas e virtuais.

Segundo o especialista, existem sistemas informatizados disponíveis no mercado que realizam a emissão das NFC-e, auxiliando os empresários a cumprirem suas obrigações fiscais. O Sage One, fabricado pela Sage, é um deles. Voltada às empresas e escritórios de contabilidade para emissão ilimitada de notas fiscais eletrônicas, a solução já vem com certificado digital incluso. “Basta cadastrar uma vez o regime tributário para trabalhar com processos automatizados de onde e como quiser. É simples de usar e oferece autonomia necessária para o empresário focar no crescimento dos negócios”, afirma Willye.

Principais benefícios da NFC-e:

– Substitui o uso do Emissor de Cupom Fiscal;

– Permite a utilização de qualquer impressora não fiscal, sem necessidade de autorização pela SEFAZ;

– Envio imediato das notas após a finalização de cada venda ou em lotes pela internet;

– Possibilidade de uso de novas tecnologias de mobilidade

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Teradata adquire start-up StackIQ para fortalecer operações em nuvem e on premise

A Teradata (NYSE: TDC), empresa líder em dados e analytics, anunciou a aquisição da StackIQ, start-up sediada em San Diego, desenvolvedora de uma das plataformas de provisionamento de software mais rápidas do mercado, que atualmente gerencia a implantação de software de nuvem e análise em milhões de servidores e data centers ao redor do mundo. O acordo firmado pelas empresas irá aproveitar a experiência da StackIQ em softwares abertos e grande provisionamento de clusters para simplificar e automatizar a implantação do Teradata Everywhere. Com essa nova oferta, os clientes da Teradata terão a velocidade e a flexibilidade necessária para implantar as soluções em ambientes de nuvem híbrida, permitindo inovar rapidamente e criar novos aplicativos analíticos para seus negócios.

Além dos ativos de tecnologia, a aquisição também inclui a talentosa equipe de engenheiros da StackIQ, que irá se juntar a organização de P&D da Teradata, ajudando a acelerar a capacidade da empresa de automatizar a implantação de software em sistemas de operações, engenharia e clientes finais.

”A Teradata tem orgulho em construir e investir em soluções que tornam a vida mais fácil para nossos clientes”, disse Oliver Ratzesberger, vice-presidente executivo e diretor de produtos da Teradata. “Somente as tecnologias com melhor desempenho e realidade de mercado são adicionadas ao nosso ecossistema, e a StackIQ entrega produtos que se destacam em seu campo de atuação” completa o executivo. Segundo Ratzerberger, ”a adição da tecnologia StackIQ à IntelliFlex, IntelliBase e IntelliCloud fortalecerá nossos recursos e permitirá que a Teradata redefina o modo como seus sistemas são implantados e gerenciados globalmente”.

“Nossos altos padrões também se aplicam às pessoas que contratamos”, continuou Ratzesberger. “Como a Teradata continua a expandir suas habilidades de engenharia (P&D) para impulsionar a inovação tecnológica em curso, buscamos indivíduos qualificados e talentosos para se juntarem a nossa equipe. Mais uma vez, a StackIQ está acima do nível de mercado com engenheiros talentosos, que temos a honra de considerar a partir de agora funcionários da Teradata “.

De acordo com o contrato firmado entre as empresas, a Teradata agora possui exclusividade sobre toda propriedade intelectual da StackIQ que automatiza e acelera a implantação de softwares em grandes conjuntos de servidores (físicos e virtuais/na nuvem). Esse aumento na automação ocorrerá em todas as implantações do Teradata Everywhere, reduzindo drasticamente o tempo de compilação e entrega de soluções complexas de análise de negócios, além de adicionar a capacidade de gerenciar “appliances” de software em infraestrutura de nuvem híbrida. A velocidade da nova solução integrada da Teradata também permite a execução de testes rápidos ou de hardware de benchmarking bem como a rápida redistribuição entre as tecnologias para combinar os requisitos de mudança de carga de trabalho do cliente.

“Essa união com a Teradata, empresa líder de mercado em soluções de dados analíticos, valida a importância da engenharia da StackIQ e do talento que cultivamos ao longo dos anos”, disse Tim McIntire, co-fundador da StackIQ. “Estamos ansiosos para trazer um pouco da cultura das start-ups de San Diego para a Teradata, trabalhando em conjunto para simplificar a experiência do cliente na implantação e atualização de software do sistema”. Os termos do contrato de aquisição não foram divulgados.

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Inscrições para o DCD Awards 2017 vão até 28 de julho

No dia 26 de setembro, será realizada a 6ª edição do DCD> Awards, no Foro Masaryk (Cidade do México). Pela primeira vez, a entrega do maior prêmio direcionado a profissionais e empresas do segmento de datacenters da América Latina será unificada na mesma cerimônia. Outra novidade é que foram incluídas três novas categorias, cujos vencedores serão escolhidos pela indústria através do voto popular.

Os principais protagonistas da indústria latinoamericana dos centros de dados têm um encontro marcado no DCD Awards 2017, que acontece no dia 26 de setembro, em Foro Masaryk (Cidade do México). Nesta noite, jurados e convidados de toda a América Latina, incluindo o Brasil, vão celebrar as melhores práticas da indústria e reconhecer os projetos mais destacados do último ano.

A edição de 2017 conta com oito categorias, que premiarão desde o conceito de design, construção e inovação até a aplicação de novas tecnologias e os melhores projetos de pessoas e equipes que lideram o setor.

Também foram incluídas três novas categorias, cujos vencedores serão escolhidos por voto popular. Assim, o prêmio deseja envolver mais a comunidade dos centros de dados e conseguir um maior reconhecimento para as empresas participantes. Estas categorias são: Provedor de Colocation do Ano; Engenharia-Consultoria do Ano e Integrador de Sistemas do Ano.

O prazo para inscrições de candidaturas vai até 28 de julho. Para as categorias decididas por voto popular, o período de votação começa dia 3 de agosto e termina dia 8 de setembro.

DCD Awards: mais de 65 vencedores em 6 anos

Ao longo dos anos, muitas organizações e profissionais latino-americanos foram premiados pelo DCD Awards, que reconhece as melhores práticas de mercado.

Após o sucesso do prêmio DataCenter Leaders, concedido na Europa e no Japão há 10 anos; em 2011, o Brasil foi escolhido para receber os primeiros troféus de DCD na América Latina. Nesta primeira edição, foram apresentadas 62 candidaturas para 3 categorias.

Um ano mais tarde, em 2012, foi realizada a primeira edição do DatacenterDynamics Awards no México. Desta vez, os prêmios foram estendidos a 6 categorias.

Organizações de peso, como Aceco TI, Afip, Antel, Ascenty, Bradesco, BT, Embratel, Entel, Kio, Ministerio de Cultura de Perú, Santander, Tecnológico de Monterrey, Telefónica e a Universidad Nacional de Colombia, são algumas das premiadas.

Sobre o DCD

DCD é uma plataforma de informação global focada na indústria de datacenter. Abrange 5 continentes e mais de 100 países, tem 6 escritórios e oferece um acesso incomparável para os clientes, através de 26 eventos anuais, além do alcance da plataforma de comunicação global.

DCD busca sua proximidade com o setor de datacenter em todas as regiões dos eventos, estabelecendo relações individualizadas com os profissionais. Este contato pessoal, juntamente com um amplo conhecimento da dinâmica do setor, faz da DCD muito mais do que apenas uma fornecedora de mídia B2B, destacando-se pela quantidade e pela qualidade dos relacionamentos de longo prazo que são realizados internacionalmente no mercado.

DCD Eventos

Com 26 congressos anuais consolidados nas principais capitais do mundo, os eventos da DCD são reconhecidos como o ponto de encontro para o setor, onde os principais especialistas compartilham seus conhecimentos e experiência com os operadores de centros de dados de cada mercado.

Em 2016, mais de 26.000 profissionais seniores participaram dos congressos da DCD, criando o fórum mais influente da indústria na atualidade.

Para mais informações, visite o site: www.dcdawards.lat

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Worldpay e Banco Rendimento ampliam oferta de soluções na aceitação de pagamento global

A Worldpay, líder global em serviços de pagamentos, anuncia sua parceria com o Banco Rendimento para lançar soluções de adquirência doméstica no Brasil. A colaboração permitirá que as duas companhias processem pagamentos de consumidores e marca um importante momento do mercado brasileiro – como parte do crescimento exponencial no eCommerce no país.

A Worldpay optou pela parceria com o Banco Rendimento pela experiência de 25 anos da companhia financeira no setor de soluções de pagamento e câmbio internacional no mercado brasileiro, além de suas habilidades para ser inovadora e ágil. A Worldpay já oferece soluções de adquirência em 50 países e, por meio desta parceria com o Banco Rendimento, será possível disponibilizar esse serviço aos estabelecimentos brasileiros.

Com a parceria, a Worldpay e o Banco Rendimento serão um dos primeiros a oferecer soluções end-to-end de pagamento para estabelecimentos online no Brasil com a adquirência em cartões de crédito e débito, faturamento e liquidação em diversas moedas. Esse acordo entre as empresas também facilita que comerciantes internacionais aceitem os pagamentos online de variados mercados, oferecendo acesso a mais de 300 métodos de pagamento, processamento em 126 moedas e solução antifraude por meio da plataforma de pagamentos online da Worldpay.

Em paralelo a esse anúncio, a Worldpay conduziu um estudo, com 3.217 participantes no Brasil, para entender o atual nível de confiança dos consumidores em relação ao comércio e à situação da economia diante da recente crise. De acordo com a pesquisa, 82% dos consumidores brasileiros acreditam que a maioria das compras será feita pela internet nos próximos cinco anos, além disso, 75% deles preferem comprar itens domésticos no ambiente online. A compra de bens de consumo pela internet ocorre com maior frequência e o comprador pesquisado costuma acessar, em média, 22 lojas online por ano.

Devido ao incremento no uso de smartphones e melhorias na infraestrutura, o comércio online no Brasil deverá continuar seu crescimento de dois dígitos nos próximos dois anos. Em um novo sinal de aumento da demanda por compras on-line na região, o estudo da Worldpay também mostrou que os consumidores mais jovens, entre as idades de 18 a 34, são os mais propensos a comprar usando um aplicativo de smartphone (56%), em comparação com apenas 22% de consumidores com mais de 55 anos.

O setor de viagem é líder em pagamentos online. Apesar da crise econômica ter tido um impacto no número de viagens, o estudo da Worldpay aponta que 49% dos brasileiros acreditam que terão mais oportunidades de viajar como opção de lazer nos próximos 12 meses, com uma possível retomada da economia. Ainda segundo a pesquisa, os brasileiros costumam fazer, em média, três viagens por ano a trabalho e a mesma quantidade se aplica para viagens de lazer.

Juan D’Antiochia, Gerente-Geral da Worldpay para América Latina, afirma: “Como um dos oito maiores mercado de eCommerce do mundo, o Brasil está atraindo um número crescente de negócios que estão aproveitando o momento favorável. Nós estamos entusiasmados com essa parceria com o Banco Rendimento na expansão dos nossos serviços, proporcionando flexibilidade nas soluções de pagamento, ajudando os comerciantes na conversão de moedas e redução de custos para execução de negócios online em vários mercados. Nós queremos oferecer todo o apoio aos lojistas locais para levarem seus negócios a um patamar superior, e esse processo começa no momento que se passa a dar mais atenção na forma de pagamento que os clientes desejam”.

Roger Ades, Líder do Desenvolvimento de Produtos e Inovação do Banco Rendimento, confirma: “Nós estamos muito satisfeitos em oferecer soluções de adquirência no eCommerce no Brasil em parceria com a Worldpay. Estamos confiantes de que esse anúncio ajudará as duas empresas a contribuir com o comércio online brasileiro, que cresce cada vez mais. Isso permitirá que os estabelecimentos se beneficiem da nossa experiência conjunta em pagamentos domésticos e internacionais, auxiliando na oferta de pagamentos online e serviços além das fronteiras no Brasil”.

Como parte da expansão na região, a Worldpay também pretende lançar sua licença na Argentina ao final deste ano.

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Formalização de negócios por meio da assinatura digital – Por Roni de Oliveira Franco

Com a correria do dia a dia, cada minuto que conseguimos economizar do nosso tempo e o dedicamos a outra tarefa, seja profissional, seja pessoal, é importante. Falar assim parece clichê? E é, mas não deixa de ser a mais pura realidade em todo o mundo. Hoje, tudo o que é feito e pensado para otimizar o tempo, sem prejudicar a rotina empresarial, é muito valorizado.

E, por isso, muitas empresas estão mudando um processo que parece ser simples, mas que demanda bastante tempo de vários profissionais, o de assinatura de contratos. Você pode estar pensando: vários funcionários? Sim, porque a assinatura manuscrita não envolve somente o signatário. Ela demanda a compra, a impressão, o manuseio, a assinatura em si, o envio físico à outra parte interessada e o armazenamento do documento. E como essas companhias estão otimizando suas rotinas? Migrando esse processo para o digital.

As corporações, cada vez mais, usam o Certificado Digital para assinar contratos e demais documentos. E se a assinatura é feita por meio do Certificado, não há todas as etapas mencionadas referentes ao processo físico. Isso porque a cada uso do Certificado é gerada uma assinatura digital que tem mesmo valor jurídico da manuscrita garantido pela legislação brasileira. Ou seja: o papel dá espaço ao arquivo eletrônico e a caneta para o Certificado Digital.

Certo. Mas como uma empresa pode formalizar um contrato com uma outra que não tem Certificado Digital? Cerca de 25% das companhias, até mesmo as pequenas, já têm Certificado, porque o utilizam para o envio das obrigações fiscais. Esse dado deixa claro que migrar da assinatura manuscrita para a digital é muito mais uma questão de hábito do que de tecnologia.

Já pensou que maravilha poder formalizar um contrato estando na China e o seu parceiro aqui no Brasil? Ou ainda em alto mar? Com o Certificado é possível. Em 2013, durante uma travessia pelo atlântico, o velejador Beto Pandiani assinou digitalmente um contrato de patrocínio. Ele acessou o portal de assinaturas e com poucos cliques realizou a transação.

Outro exemplo importante é o da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), que modernizou o sistema de assinaturas dos Contratos de Comercialização de Energia no Ambiente Regulado (CCEARs) por meio do portal de assinaturas, onde esses e outros documentos podem ser assinados digitalmente via o Certificado Digital.

Em seis meses, foram assinados, aproximadamente, cinco mil contratos, que envolveram 141 empresas. O uso do Certificado Digital e do portal geraram uma economia de 35% devido à redução do uso de papel, deslocamentos e autenticações. E não parou por aí. A eficiência operacional melhorou também: antes, a formalização de um contrato demorava, em média, quatro dias e, agora, apenas um.

Quando o Certificado Digital é utilizado para a formalização de contratos o ganho é enorme para todos. As empresas envolvidas na transação reduzem custos e melhoram sua eficiência operacional. E qual é valor de conquistar isso em tempos de crise? Imensurável.

Roni de Oliveira Franco é diretor Administrativo da Certisign.

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Preparação antecipada define o sucesso do e-commerce

Durante eventos sazonais como a Black Friday, o e-commerce tem um volume brutal de acessos, chegando a aumentar de 10 a 20 vezes o acesso em comparação com dias normais. “Os investimentos feitos em infraestrutura e aplicações de TI em anos anteriores sempre deixam um legado estrutural que, obviamente, já é um bom ponto de partida para este ano, mas, como o e-commerce é muito dinâmico, provavelmente as páginas e suas funcionalidades já não são mais as mesmas”, explica Alexis Rockenbach, co-fundador e presidente da Compasso, uma empresa UOLDIVEO.

De 25 a 27 de julho, o UOLDIVEO participará com a Compasso do Fórum E-Commerce Brasil 2017, principal evento de e-commerce da América Latina e o terceiro maior evento de e-commerce do mundo. O evento acontecerá no Transamérica Expo Center, em São Paulo, e reunirá 13 mil congressistas durante três dias de atividades técnicas e de negócios, divididos em diversas áreas de conteúdo.

Segundo o executivo, no e-commerce não é possível ter exatidão sobre qual volume de tráfego será registrado ou que tipo de comportamento diferente das edições anteriores ocorrerá. Observando este contexto e todas suas variáveis, para garantir melhor experiência dos consumidores, o ideal é se planejar com antecedência e se preparar com todas as ferramentas possíveis, ter um alinhamento constante entre as áreas de negócios e da TI e assim minimizar a chance de ser surpreendido com algo que fuja do controle. A cada evento como este é necessário validar e testar todas as páginas e recursos novamente.

Outro ponto que reforça este cuidado é o crescimento ano após ano. “Nossos principais clientes têm apresentado grande crescimento ano a ano (Gráfico1) e preveem para 2017 o dobro de tráfego em relação a 2016 na semana Black Friday (segunda a domingo, com pico na sexta). O crescimento do número de page views no grupo dos maiores clientes atendidos pela Compasso foi de 24,3%, em 2016, em comparação ao ano anterior. Em função disso, é necessário um processo contínuo de preparação antes do evento”, afirma.

A preparação prematura elimina por completo as maiores queixas e problemas comumente atrelados ao evento, como a indisponibilidade ou lentidão causada tanto pela falta de capacidade de processamento de tráfego simultâneo ou pela rajada de acessos vinda de sites externos ou afiliados. É necessário prever até movimentos mais simples, como atualizações do sistema que, em meio à grande movimentação do evento, podem também congelar o sistema por longos períodos.

A TI das empresas de e-commerce usa um conjunto diverso e abrangente de diferentes soluções, desde a camada de infraestrutura, de hardware, sistema operacional, banco de dados, servidores de aplicação e ferramentas que rodam nesta base. Cada uma dessas ferramentas tem um nível de complexidade e demanda recursos especializados para fazer as configurações, acompanhamento e monitoração. Nenhuma empresa consegue passar de forma tranquila pela Black Friday sem incrementar essas equipes porque realmente o trabalho aumenta.

“Hoje, atuamos com 430 profissionais, que trabalham exclusivamente atendendo as demandas desses clientes de e-commerce. Nosso valor está em ser o braço de expansão da capacidade de atendimento não só durante a Black Friday, mas durante a preparação das otimizações que ocorrem ao longo do ano”, explica. Entre os clientes de e-commerce atendidos pela companhia, estão empresas dos setores: moda, indústria, eletroeletrônicos, livros, equipamentos profissionais, cosméticos, e programas de ponto e fidelidade. O UOLDIVEO é responsável pelos serviços de aplicações, plataforma e infraestrutura para os maiores sites de e-commerce brasileiros.

A Compasso é a maior implementadora no Brasil de plataformas e-commerce de classe Global, com destaque para projetos com a plataforma Oracle Commerce, onde está concentrado o maior número de implementações locais. Esta solução está entre as três principais plataformas globais que lideram o quadrante mágico do Gartner.

No Brasil, dentre os maiores sites e-commerce brasileiros, há mais de 40 clientes que utilizam as plataformas líderes na visão do Gartner, dos quais mais de 60% contam com os serviços de implementação e sustentação da Compasso.

Em um contexto mais amplo, dentro de sua estratégia multicloud, o grupo UOLDIVEO vem agora ampliando a cobertura de serviços para um leque mais abrangente de aplicações, de modo a ser capaz de suportar também as demandas de clientes que se beneficiam de outras plataformas de aplicação, também líderes de mercado. Entre estas iniciativas, UOLDIVEO formalizou neste ano uma nova parceria com a SAP, de modo a incluir serviços especializados na Suite Hybris em seu portfolio também, trazendo uma cobertura ainda mais ampla de ofertas para o mercado local.

É importante salientar que a Black Friday não é o único evento sazonal que tem aumento de tráfego. Ele é o pico na maioria dos portais de e-commerce, mas existem outras empresas que no Dia das Mães, Dia dos Pais, das crianças e Natal registram grande aumento no tráfego, não necessariamente na mesma volumetria, mas que se aproximam muito da Black Friday. Além disso, existem eventos fora do calendário, como campanhas e promoções específicas que geram o mesmo efeito multiplicador do tráfego.

“O que é trabalhado em relação à Black Friday vale também para toda espécie de eventos sazonais de aumento de tráfego durante o ano. É um trabalho contínuo, não somente um mês antes do evento. À medida que se aproxima a data, você intensifica essas ações, mas é um trabalho constante. A melhor solução sempre vai ser buscar a elasticidade necessária para que este aumento de tráfego não gere nenhum tipo de lentidão ou indisponibilidade para nenhum consumidor”, afirma Alexis.

Recomendações para um bom desempenho do e-commerce na Black Friday:

Planejamento e antecedência são primordiais quando se fala sobre preparação para eventos como a Black Friday;

Faça um plano estruturado de melhoria contínua de seu ambiente de e-commerce, envolvendo equipes multidisciplinares como a sua TI, a área de negócios da empresa e seus fornecedores tanto para aplicação quanto para infraestrutura;

Porque, à medida que você não faz este trabalho preventivo, corre o risco de decidir fazer implementações de última hora e não ter tempo de forma apropriada para operar uma campanha;

Independente de sua plataforma, inclua testes de stress, simulando o tráfego extra. Esta pode ser a grande vulnerabilidade dos portais, porque sem teste, não conseguem ter uma visibilidade de suas métricas e indicadores que dão uma noção da capacidade do ambiente.

Torne isso uma prática recorrente. Logo depois da Black Friday, o natural é começar a se preparar para campanhas do próximo ano.

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Huawei posicionada como “desafiadora” no Quadrante Mágico da Gartner em firewalls empresariais

A Huawei, importante fornecedora mundial de tecnologia de informações e comunicações (TIC), anunciou hoje que está bem posicionada no quadrante das “Desafiadoras” (“Challengers”) no Quadrante Mágico da Gartner de 2017 em firewalls empresariais. O relatório do Quadrante Mágico da Gartner avalia fornecedoras com base em dois critérios: abrangência da visão e habilidade de execução. A Huawei foi transferida para o quadrante das “Desafiadoras” devido a sua posição como uma importante protagonista no mercado mundial de firewall, bem como por seu inovador sistema de defesa dimensional consistindo de hardware de NGFWs (firewalls de próxima geração) de alto desempenho, firewalls virtuais b aseados em nuvem e sandboxes na nuvem. Os NGFWs da Huawei estão entre os principais produtos de soluções de segurança da rede, implementados por empresas em todo o mundo.

O presidente da Huawei Switch & Enterprise Gateway Product Line, Kevin Hu, disse: “Pensamos que a promoção da Huawei para o quadrante ‘Desafiadora’ é um alto reconhecimento da persistência da Huawei em fornecer aos clientes com NGFWs baseados em percepção ACTUAL (Aplicação, Conteúdo, Tempo, Usuário, Ataque e Localização). Também é um reconhecimento dos esforços da Huawei para produzir inovações conjuntas com clientes do setor, manejando novos desafios de segurança e mantendo investimentos contínuos em pesquisa e desenvolvimento de produtos. Como a computação em nuvem está ganhando ímpeto, a variedade de ataques visando a infraestrutura empresarial aumenta continuamente e as empresas estão enfrentando um número crescente de ameaças desconhecidas. As empresas pre cisam dispor de capacidade, orquestração e programação de proteção de segurança conforme necessário e os sistemas de defesa da segurança da rede baseados em Inteligência Artificial e aprendizagem automática para se defender proativamente contra ameaças desconhecidas. A Huawei está em processo de desenvolvimento de segurança de rede de próxima geração inteligente e automática, baseada em serviço, e desenvolver detecção inteligente para toda a rede e sistemas de defesa proativa para empresas”.

Os riscos de segurança na nuvem constituem a maior preocupação das empresas para migrar seus negócios para a nuvem. O relatório da Gartner[1] diz: “Muitas empresas esperam que as fornecedoras de firewall disponibilizem instâncias de detecção de malware baseadas na nuvem, para ajudá-las em seus esforços de detecção avançada de ameaças, como uma alternativa custo-eficiente às soluções de sandboxes autônomos”. Ao integrar serviços de inspeção de sandboxing baseados em nuvem, os NGFWs da Huawei podem inspecionar milhões de arquivos por dia e detectar vulnerabilidades de dia zero cerca de 30 horas antes do tempo médio do setor. Os clientes empresariais podem obter rapidamente a última inteligência mundial, bem como suporte para serviço de segurança onlin e para inspeção profunda de tráfego suspeito, para realizar a defesa proativa contra ameaças conhecidas e desconhecidas.

A Huawei se dedica à inovação tecnológica e a fornecer a seus clientes soluções diferenciadas. Nos campos de firewalls corporativos e segurança cibernética, a empresa vem conseguindo um rápido crescimento em sua participação de mercado. De acordo com o relatório da Gartner de 2016[2] sobre as receitas das fornecedoras de firewall, as receitas da Huawei com firewalls de 2015 para 2016 tiveram uma taxa de crescimento maior no período do que a de qualquer outra fornecedora concorrente do setor. Atualmente, os NGFWs da Huawei estão servindo mais de 100.000 empresas, em mais de 70 países, para ajudar os clientes a implementar um sistema de detecção e defesa de ameaças proativo e inteligente para toda a rede, para a transformação digital.

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TARGIT lança programa de aceleração voltado a startups

A TARGIT, multinacional dinamarquesa especializada em ferramentas de Business Intelligence (BI), anuncia o seu programa voltado a startups de todo o Brasil. A ideia da empresa é atuar diretamente neste mercado seleto e de fomento à inovação, promovendo novos modelos de negócios, apoio, consultoria e licenças gratuitas de sua plataforma de BI & Analytics, que poderão ser utilizadas pelas empresas em um período de seis meses a dois anos.

Entre os desafios de uma startup estão o desenvolvimento rápido e o investimento necessário para se ter a primeira versão da oferta e o aceso ao mercado alvo. “Nos modelos atuais dos fornecedores de tecnologia fica muito caro para uma startup desenvolver suas ofertas utilizando de tecnologia de classe mundial”, destaca Allan Pires, CEO para a América Latina & Texas da multinacional. Para facilitar o desenvolvimento de novos empreendimentos é que a TARGIT lança sua primeira versão do programa de aceleração de startups.

Os participantes aprovados neste processo poderão desenvolver suas ofertas utilizando de todas as tecnologias da TARGIT, optando por um modelo de pay as you grow após sua operação começar a se rentabilizar. Para a montagem deste modelo, a TARGIT oferecerá mentoria em estratégia, plano e modelo de negócio, uso, tecnologia e demais assuntos importantes para o sucesso do projeto.

Além de mentoria, a TARGIT será responsável por oferecer participação em conselhos, apoio na distribuição das soluções no mercado nacional e internacional, além de investimento direto na empresa por meio da holding PA Glocal, atuante na localização de novas e impactantes inteligências para serem distribuídas e aplicadas aos clientes e parceiros, com a missão de criar valor aos negócios.

Para isso, serão avaliadas as necessidades e cenário de cada startup mediante inscrição pelo e-mail atendimento@targitbrasil.com. “Para participar do processo de seleção, serão avaliados os materiais de apresentação da startup e business plan. Não restringiremos as inscrições por região ou estilo de negócio. O nosso principal objetivo é trazer para perto de nós as ideias mais inovadoras e consistentes, ligadas à transformação digital e que, também, entendam a importância do Analytics para impulsionar os negócios”, diz Allan.

Serão selecionadas de 5 a 10 startups para participar do programa, passando por uma pré-avaliação do perfil para entender se a empresa atende aos seguintes requisitos: proposição de valor válida; mercado a ser atendido; potencial de mercado; importância do Analytics na oferta; perfil dos empreendedores e plano de negócios.

Após avaliação, escolha e aceleração das empresas, as startups poderão continuar utilizando a plataforma de Analytics, em um modelo chamado pay as you grow. “A startup terá todo o nosso apoio e poderá desenvolver junto conosco a melhor forma de pagamento e uso futuro da plataforma conforme o seu crescimento”, finaliza Allan, que prevê para o segundo semestre de 2017 fortes parcerias com este ecossistema.

Programa de Aceleração TARGIT

Inscrições: até 15 de agosto
Avaliação do plano de negócio: de 15 de agosto a 15 de setembro
Anúncio final: 30 de setembro
Contato:atendimento@targitbrasil.com

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