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Com investimento de R﹩ 35 milhões, Huawei inaugura Centro de Inovação para ecossistema de 5G em São Paulo

A Huawei inaugura hoje o Ecosystem Innovation Technology Center (EITC), primeiro Centro de Inovação para experimentação de 5G e Inteligência Artificial de São Paulo. Localizado na sede da empresa na capital paulista, o centro foi idealizado para oferecer um ambiente de inovação e integração para todo o ecossistema, que envolve não só as operadoras, como outros parceiros da a indústria de TIC (Tecnologia de Informação e Comunicação). A empresa investiu R﹩ 35 milhões.

“O novo centro de inovação de alta capacidade foi idealizado para nossos clientes e parceiros desenvolverem soluções baseadas na quinta geração de tecnologia móvel para diferentes setores da economia brasileira”, explica Sun Baocheng, CEO da Huawei no Brasil.

No EITC, será possível transitar entre o espaço “Huawei Legacy” (“Legado Huawei”), que retrata a história de parceria da empresa com o Brasil ao longo dos últimos 23 anos; o “ICT Foundation” (“Fundação TIC”), que destaca os pilares da nova transformação digital, como tecnologia 5G, computação em nuvem e inteligência artificial; o “Industry Vertical” (“Vertical Indústria”), que vai apresentar aplicações reais para diversos setores, como Agricultura, Mineração, Logística e Mídia, que retratam o avanço das TIC; e o “Telco Top Gear”, com o portfólio de soluções de ponta a ponta de 5G, fibra óptica, micro-ondas e outros produtos.

O Centro de Inovação estará aberto a todos os interessados em desenvolver, em conjunto, novas aplicações e provas de conceito em condições reais de uma rede 5G ponta a ponta. Nele, os parceiros da Huawei poderão se preparar para desafios futuros por meio de soluções de tecnologias avançadas com o uso integrado de 5G, Cloud Computing e Inteligência Artificial, que permitirão visualizar em tempo real o impacto da adoção de novas aplicações e serviços em seus negócios. O centro de inovação também vai possibilitar a simulação de procedimentos de preparação da solução de TIC, acelerando assim as principais etapas de criação de novos processos.

O EITC ainda irá mostrar como é formada uma rede 5G e suas possibilidades, como a grande largura de banda, baixa latência e conectividade em massa. A quinta geração de tecnologia móvel e a Internet das Coisas possibilitam experiências totalmente novas, processos automatizados e novos modelos de negócios. Contribuir para a implementação de estratégias mais eficientes não reduz somente os custos, como melhora os resultados financeiros de todo o ecossistema.

“A Huawei é parceira do Brasil há 23 anos e quer continuar a impulsionar a inovação no país. Estamos disponibilizando nossa infraestrutura de 5G, Cloud e Inteligência Artificial no Ecosystem Innovation Technology Center para todos que quiserem investir em novas soluções para e economia brasileira, a fim de acelerar a criação de um ecossistema de aplicações baseadas na tecnologia móvel 5G”, destaca o CEO. “Queremos nos tornar o condutor do desenvolvimento digital e o principal parceiro dos clientes na transformação digital, fundamental para o sucesso de futuros negócios. Com base em nosso foco principal de infraestrutura de TIC, a Huawei quer construir um ecossistema aberto, colaborativo e benéfico para todos os envolvidos”, completa.

No mesmo espaço, a empresa inaugura o T-Center (Trustworthy Center), um centro de cibersegurança aberto, onde clientes e parceiros, incluindo o poder público, poderão conhecer o processo de governança fim a fim da empresa, as técnicas mais avançadas na cibersegurança dos produtos ao longo de todo o ciclo de vida, além de cenários relevantes de aplicação como cibersegurança da rede 5G, de sistemas de computação na nuvem, de dispositivos inteligentes, de carros conectados, etc.

“Cibersegurança e proteção de dados são fundamentais no mundo digital, e prioridades máximas pra a Huawei, que investiu mais de US﹩ 1 bilhão neste segmento somente em 2020. Nosso T-Center traz as técnicas e processos mais avançados em cibersegurança e proteção de dados, colocando-os a disposição de clientes e parceiros e facilitando a comunicação, troca de experiências, inovação conjunta e formação de ecossistemas locais”, ressalta Marcelo Motta, CSO da Huawei Brasil e América Latina.

Para destacar a inauguração do EICT e a importância de uma plataforma para aprimorar o ecossistema para impulsionar a geração de novas oportunidades e a transformação digital, a Huawei realiza pela primeira vez no Brasil o Ecosystem Summit nesta quarta, 28, com uma série de palestras sobre o tema no Palácio Tangará, em São Paulo.

Deputado Marcos Pereira é reeleito presidente do Conselho da Softex

Com a participação do Ministro da Ciência Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes, a Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro – Softex, promoveu nesta segunda-feira (26) sua Assembleia Geral Extraordinária, realizada em conjunto   com   a   Reunião   Ordinária   de seu   Conselho   de   Administração.

Na oportunidade, o deputado federal Marcos Pereira (Republicanos/SP) foi reeleito presidente do Conselho de Administração da Softex e o deputado federal  Vitor Lippi (PSDB-SP), como vice-presidente para um mandato de dois anos. ). Ruben Delgado e Diônes Lima, seguem, respectivamente, como presidente e vice-presidente da entidade.

Marcos Antônio Pereira é advogado, mestre em Direito Constitucional, professor, autor jurídico e é o atual 1º Vice-Presidente da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados. Ex-ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços e Presidente Nacional do Partido Republicanos, Marcos Pereira é capixaba e foi eleito deputado federal por São Paulo em 2018.

“Temos projetos arrojados e extremamente disruptivos no pipeline deste biênio nas áreas de microeletrônica, inteligência artificial e empreendedorismo. Todos eles com o mesmo objetivo central:  impulsionar o desenvolvimento do Brasil por meio da ampliação da inovação e da competitividade do setor produtivo brasileiro”, disse Marcos Pereira.

Vitor Lippi é médico, foi Secretário da Saúde, prefeito da cidade de Sorocaba, no interior de São Paulo, Presidente do Parque Tecnológico de Sorocaba e exerce seu segundo mandato como deputado federal. Além de relator da Subcomissão Especial de Tecnologia 5G no Brasil, integra a Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI).

Atuando em prol do desenvolvimento da Transformação Digital há quase 25 anos, a Softex cria, promove e executa iniciativas no âmbito nacional e internacional nas áreas de tecnologia e informação. Hoje, se consolidou como a principal instituição brasileira a conectar atores das três esferas: Governo, Academia e Setor Privado.

“É um setor muito emergente, mais de 30% de crescimento em 2020, e temos uma revolução tecnológica em curso, tudo vai precisar de tecnologia e de software. A nossa era digital só está começando, me sinto honrado e confio no setor como gerador de empregos e oportunidades”, comentou Lippi.

Com sedes em Brasília (DF) e em Manaus (AM), a Softex possui seis áreas, 21 Agentes Regionais, uma Aceleradora exclusiva e mais 19 parceiras e 51 Instituições de Ciência e Tecnologia. Os programas sob sua execução já beneficiaram a aceleração de mais de 5 mil startups e cerca de 6 mil empresas.

A Softex atua em todos os estados do Brasil e em 20 países nos setores Industrial, Agronegócio, Comércio e Serviços e Logística nas verticais Gás e Óleo, Telecomunicações, Saúde, Aeroespacial, Automotivo, Segurança.

Mastercard lança nova edição do programa Start Path focado em criptomoedas e startups de blockchain

A Mastercard anunciou nesta semana uma nova edição de seu programa global de engajamento de startups, Start Path, dedicado a apoiar empresas de ativos digitais, blockchain e criptomoedas em rápido crescimento. Sete startups entraram para o programa – GK8, Domain Money, Mintable, SupraOracles, STACS, Taurus, e Uphold – e, juntamente com a Mastercard, buscarão expandir e acelerar a inovação em torno da tecnologia de ativos digitais e tornar mais fácil e seguro comprar, gastar e guardar criptomoedas.

Entre os novos participantes do programa estão a Mintable (Singapura), um marketplace de tokens não fungíveis (NFT), no qual os usuários podem criar, comprar e vender ativos digitais e físicos apoiados por blockchain – como, por exemplo, colecionáveis digitais, obras de arte vanguardistas e até mesmo música. A plataforma da Mintable está repleta de novos recursos, como cunhagem sem gás e compras com cartão de crédito, projetados para capacitar a pessoa comum a se envolver com NFTs sem necessidade de conhecimento prévio de criptografia ou codificação. A GK8 (Israel) é uma plataforma autogerida de cripto custódia institucional de ponta-a-ponta, que oferece um verdadeiro cofre isolado. Isso significa que a plataforma é capaz de criar, assinar e enviar transações seguras de blockchain sem receber dados da Internet, eliminando quaisquer potenciais vetores de ataques cibernéticos. A Taurus (Suíça) fornece infraestrutura de grau corporativo para gerenciar qualquer ativo digital por meio de uma única plataforma – incluindo os de criptografia, moedas digitais e ativos tokenizados – abrangendo a emissão, a custódia, a manutenção e a negociação.

Outras startups participantes, empresas digitais e de blockchain em rápido crescimento foram selecionadas para participar da trilha inaugural da nova edição do programa Start Path:

• Domain Money (EUA), procura construir uma plataforma de investimento de última geração, preenchendo a lacuna entre ativos digitais e finanças tradicionais para investidores de varejo.
• SupraOracles (Suíça), é um poderoso oráculo de blockchain que ajuda as empresas a conectar dados do mundo real a cadeias públicas e privadas, permitindo que contratos inteligentes interoperáveis automatizem, simplifiquem e protejam o futuro dos mercados financeiros.
 STACS (Singapura), fornece uma infraestrutura de blockchain para o setor financeiro desbloquear um valor massivo e permitir um financiamento sustentável eficaz. Entre seus clientes e parceiros estão bancos globais, bolsas de valores nacionais e gestores de ativos.
• Uphold (EUA), combina um modelo de aplicativo de plataforma com conectividade de pagamentos para oferecer serviços financeiros a um mercado global, abraçando um futuro no qual todos tenham acesso seguro e transparente.

Os fundadores das empresas participantes desta nova edição do programa buscam abordar uma série de pontos críticos, como tokenização de ativos, precisão de dados, segurança digital e acesso contínuo entre as economias tradicional e digital. Cada startup foca na solução de um desafio específico do setor e, ao longo do programa, alavancará a experiência da Mastercard para apoiar o crescimento e o desenvolvimento contínuos de suas soluções.

Segundo Jess Turner, Vice-Presidente Executivo de Novas Infraestruturas Digitais e Fintechs, “a Mastercard vem engajando com o ecossistema de moedas digitais desde 2015. Como player líder de tecnologia, acreditamos que podemos desempenhar um papel fundamental em ativos digitais, ajudando a moldar o setor e fornecer ao consumidor proteção e segurança. Parte do nosso papel é forjar o futuro das criptomoedas, e estamos fazendo isso unindo os princípios financeiros essenciais com inovações em ativos digitais”.

Ativos Digitais e Inovações de Fintechs


Apoiar o ecossistema de startups é uma parte central da essência da Mastercard, e mais de 250 startups já participaram do programa Start Path desde 2014. Com a expansão do Start Path para incluir startups em rápido crescimento de cripto ativos, blockchain e ativos digitais, a Mastercard está fornecendo acesso às suas ferramentas mais modernas e soluções para ajudar essas empresas a escalar suas inovações e tecnologias de ponta. Essas startups usam o programa para se conectar com nosso ecossistema de bancos, comerciantes, parceiros e players digitais em todo o mundo para entregar novas soluções.

Startup abre crowdfunding para lançar seu novo produto

Carregar o celular se tornou uma rotina diária para todas as pessoas, ainda em um país onde mais de 79% da população tem um aparelho móvel, segundo dados divulgados pelo IBGE. Com isso acaba surgindo problemas como o cabo acabar danificado, seja pela forma de usar, ou até mesmo pela baixa resistência do material.

Observando as maiores queixas dos consumidores, uma startup decidiu produzir um cabo de carregador que possa atender as expectativas das pessoas. A GShield está em fase de entrega deste produto, mas de uma forma diferente ao habitual: via crowdfunding.

João Resende, CEO da GShield, comenta sobre essa decisão pouco comum para venda de seu novo produto. “É uma prática comum fora do Brasil, onde empreendedores criam a popularmente conhecida “vaquinha”, para suprir os custos que tiveram na criação de seu projeto. Decidi adotar essa mesma estratégia para o nosso produto, e temos caminhado bem até o momento”.

O produto, que recebeu o nome de Cabo Tank Gear 180º, foi pensado para oferecer mais resistência, possibilitando que o consumidor possa utilizá-lo por longos períodos, e que não encontre problemas ao usar ao mesmo tempo que carrega o celular. Para isso, a startup selecionou os melhores materiais para sua produção.

“O cabo conta com um revestimento de fios de nylon, tornando ele mais flexível e evitando sua quebra. Além disso, sua ponta possui rotação de 180º, trazendo mais conforto para o usuário na hora de utilizar o aparelho carregando. Muito útil para quem gosta de jogar”, ressalta João Resende.

Para quem desejar contribuir com o crowdfunding, a GShield abriu a contribuição pela plataforma Catarse , onde estão disponíveis as opções de R$ 79 para uma unidade do cabo, ou com qualquer valor para colaborar com a meta estabelecida.

Active Intelligence: a evolução do Business Intelligence

Por César Ripari, Diretor de Pré-vendas da Qlik para América Latina

Na economia digital, a agilidade é um diferencial. As organizações precisam tomar decisões em tempo real e, por isso, o Business Intelligence tradicional já não atende mais todas as demandas. Isso porque, o BI funciona de forma passiva por meio da carga de dados pré-configurados – que dizem respeito a atividades do passado – para prever comportamentos futuros. E, cada vez mais, as empresas precisam compreender e tomar decisões baseadas em acontecimentos do presente.

A Inteligência Ativa (do inglês, Active Intelligence) foi planejada para ser uma evolução e suprir as lacunas deixadas pelo BI tradicional, fornecendo um estado de inteligência contínua, a partir de informações atualizadas em tempo real e projetadas para acionar ações imediatas. 

Com a Inteligência Ativa, as organizações criam oportunidades para inovar e ganhar vantagem frente aos concorrentes, podendo detectar e reagir imediatamente a tendências, novas normativas (LGPD por exemplo) e mudanças nos negócios e no mercado. Podem reinventar estratégias, processos e produtos para o mundo digital, além de criar um ambiente de colaboração, reunindo produtores e consumidores de dados. Com isso, é possível acelerar os resultados dos negócios, aumentando a agilidade e a eficiência em todas as operações. 

Um dos setores que pode se beneficiar da Inteligência Ativa é o de saúde. Com ela é possível combinar dados de saúde pessoal, população e condições médicas para processar, instantaneamente, fatores de risco em função do histórico médico de um paciente, personalizando diagnósticos complexos e orientando ações baseadas na análise personalizada dos dados, como uma intervenção precoce. 

Do lado financeiro, a  Inteligência Ativa também desempenha uma função estratégica, pois permite a monitoração de transações financeiras em andamento, identificando anormalidades em tempo real e emitindo alertas aos responsáveis ou, até mesmo, o bloqueio automático das transações.

Quanto mais rápida for a reação de uma organização aos eventos em curso, melhor estará posicionada no cenário de competição de seu segmento. Isso significa capacitar as pessoas e sistemas com informações atualizadas, em tempo real, e com analytics para poder otimizar cada momento dos negócios. Por isso, é importante que as empresas estejam cientes da necessidade de evolução do Business Intelligence e das oportunidades oferecidas pela Inteligência Ativa.

Gestora brasileira de venture capital bate a marca de 50 startups investidas em menos de cinco anos

A Mindset Ventures, gestora de venture capital que conecta investidores brasileiros a empresas de tecnologia localizadas nos Estados Unidos e Israel, fecha o primeiro semestre de 2021 ultrapassando o marco de 50 startups investidas. “Hoje, posso afirmar com tranquilidade que nossa tese de investimento e rigor na diligência das empresas surtiu o efeito que tanto desejávamos, o que nos levou a construir um portfólio consistente com excelente potencial de retorno “, destaca o sócio e CSO Nemer Rahal.

“É natural que parte das startups investidas tenham desempenho abaixo da expectativa inicial e que venham até a fechar. Entretanto, no caso da Mindset, o percentual de insucessos tem ficado bem abaixo dos parâmetros de mercado, enquanto a maior parte das nossas empresas estão performando como previsto ou melhor. E fomos além disso: até hoje, já ajudamos 20% das nossas startups a expandirem suas atividades para o Brasil e estamos investindo fortemente no desenvolvimento da nossa área de Value Creation para dar suporte às empresas investidas e tornar nosso capital mais atraente para novos investimentos”, complementa.

Em menos de cinco anos, a gestora captou três fundos e hoje conta com cerca de R$ 400 milhões sob gestão, dos quais mais de R$ 160 milhões já foram alocados principalmente em segurança cibernética, SaaS – Software as a Service, healthtechs, agritechs e fintechs.

Daniel Ibri, sócio e CIO da gestora, reforça que as escolhas de investimento são muito criteriosas. “Desde o início do fundo III, no ano passado, analisamos mais de quatro mil empresas ao redor do mundo e investimos em apenas doze, todas B2B e com grande solidez tecnológica, empreendedores experientes, geração de receita e tração comercial comprovada”, afirma. Todos esses indicadores têm permitido à Mindset Ventures ser bastante assertiva nas escolhas e oferecer retorno atrativo, além de exposição ao ecossistema de inovação internacional, assim como aos investidores brasileiros que apostam no exterior.

Apesar dos fundos serem recentes, a tese de investimento da gestora já se provou, por meio de duas saídas, um evento significativamente raro para fundos tão novos. A primeira delas envolveu a Voicea, startup americana de inteligência artificial baseada em voz, vendida para a Cisco em 2019. A segunda, mais recente, ocorreu com a aquisição pela Upstart da Prodigy, startup também americana que automatiza processos administrativos, operacionais e de vendas para o varejo automotivo.

Ibri explica que, no ano passado, os valuations das startups despencaram sem que as empresas tivessem, necessariamente, sofrido algum tipo de impacto operacional significativo. Dessa forma, foi possível fazer uma série de investimentos em empresas que estavam captando a valuations relativamente baixos e que, hoje, já começaram a apresentar perspectivas de retorno financeiro considerável de acordo com suas expectativas de futuras captações a valuations bem mais altos.

“Já esperávamos um upside dentro de pouco tempo em função das excelentes condições de negociação dos investimentos que fizemos no decorrer da pandemia. Mas confesso que ficamos surpresos com o tamanho desse upside, em alguns dos casos, dentro de um período menor que um ano”, explica o executivo.

Segmentos de destaque no portfólio


Entre os segmentos preferidos da Mindset Ventures na busca por novos investimentos, destacam-se os de segurança cibernética, saúde, agronegócios, financeiro e SaaS – Software as a Service, que somam mais de 40 empresas investidas.

Cada tipo possui peculiaridades que os posicionam entre os favoritos da gestora, mas todos apresentam algo em comum: alta perspectiva de crescimento. “Estamos falando de segmentos cujas funções se tornaram cruciais para o dia a dia da sociedade”, relata Ibri.

No que diz respeito à segurança cibernética, desde o início da pandemia, por exemplo, o FBI reportou um aumento de 300% em ataques de hackers, o que fomenta a criação de empresas de proteção. A Eclypsium é um exemplo de startup investida pela gestora. A empresa americana é uma das únicas que conseguiu desenvolver uma forma de controlar e proteger firmwares em larga escala, um backdoor gigantesco de ataques do tipo.

O setor de saúde também apresenta perspectivas de crescimento animadoras e estima-se que, ainda neste ano, a aplicação de inteligência artificial em procedimentos no campo da medicina deva compor um mercado de US$6,6 bilhões, segundo a Accenture. Neste cenário, uma das startups investidas é a Emedgene, empresa israelense que ajuda no processo de decodificação genética empregando o uso de inteligência artificial no processo e que recentemente fechou parceria com a Illumina, uma das maiores empresas do setor genético do mundo.

Para os outros setores mencionados, as perspectivas positivas não são diferentes e, em certos casos, startups investidas pela gestora já possuem atuação no país, como é o caso da SeeTree, capaz de mapear e monitorar o estado de saúde de árvores individualmente em vastas plantações; e da PayJoy, que permite o financiamento da compra de celulares bloqueando os aparelhos remotamente em caso de inadimplência. Dentre os casos mais disruptivos no portfólio da gestora, encontra-se a Pecan, que fornece a grandes corporações a possibilidade de adotarem inteligência artificial de forma prática e intuitiva para determinados usos de maneira a contribuir substancialmente para a atividade de analistas de dados.

A atenção que a Mindset Ventures tem recebido de seu público nos últimos anos é um claro indicativo do espaço que vem conquistando no mercado. Não à toa, os executivos da empresa deixam claro que seus planos não param por aqui. O próximo projeto está sendo elaborado, mas já conta com um sinal muito positivo: desde já, atuais e novos investidores vêm demonstrando bastante interesse nas próximas iniciativas da Mindset Ventures.

Aplicativo de delivery é parte fundamental da trajetória de sucesso de muitos restaurantes

Muitos empreendedores encontram dificuldades ou desafios inerentes à migração de seus serviços de entrega para o ambiente digital. A adaptação às ferramentas e à nova dinâmica de trabalho exige, de fato, paciência e tempo para que lanchonetes e restaurantes possam planejar os investimentos necessários. Com a opção pelo aplicativo próprio de delivery, este processo pode se tornar muito mais prático e gerar resultados ainda maiores que outras alternativas de delivery.

O Delivery Direto, unidade de negócios da Locaweb que desenvolve aplicativos próprios de delivery, permite que cada estabelecimento tenha seu próprio canal direto com seus clientes, gerando custos menores do que os quase 30% cobrados pelos grandes players de marketplace. Os clientes da plataforma registram suas histórias de sucesso com o serviço prestado no dia-a-dia.

Um dos casos mais inspiradores está na empresa Chopp da Vovó, idealizada pela dona Maria das Graças (conhecida como Vovó Gracilene), que atualmente conta com 20 colaboradores e uma produção de 2 a 3 mil chopps de 35 sabores diferentes por dia. A empresa começou sua jornada virtual via Whatsapp e, posteriormente, aderiu ao aplicativo próprio para garantir o atendimento de forma mais autônoma.

“Conseguimos migrar bem os clientes para o aplicativo próprio, principalmente quando começou a pandemia. Com a mudança do delivery pelo WhatsApp para aplicativo próprio o negócio cresceu cerca de 3,5 vezes mais em faturamento e hoje meu principal canal de vendas é o Delivery Direto, cerca de 60% das vendas vêm dele”, conta Gabriel Morais, filho de Dona Maria e atual gerente do Chopp da Vovó.

O que também é interessante no aplicativo próprio de delivery é que ele não serve apenas para empresas pequenas que ainda não experimentaram grandes volumes de atendimento ou crescimento nas vendas. A opção por este serviço pode ser estratégica para empreendedores que se deparam com os altos custos de uma operação com várias unidades de atendimento presencial e precisam de alternativas para otimizar as atividades e readequar suas metas para resultados.

É o caso do restaurante Guaiamum Gigante, de Recife (PE), que já chegou a ter nove unidades e passou por um processo inicial de adesão ao delivery via marketplaces. Após refletir sobre os valores de comissão cobrados por estas plataformas, o gerente do restaurante, Cristiano Falcão, decidiu investir em um aplicativo próprio e, ao escolher o Delivery Direto, executou algumas estratégias para migração dos clientes dos marketplaces.

“Nós mandamos um cartão nos pedidos informando sobre desconto na primeira compra pelo app próprio. Nossa embalagem tem um QR Code direcionando para o app. E o resultado está aí, temos mais de 7 mil clientes no delivery, e de 20% a 25% de clientes novos entrando todo o mês na plataforma. Isso é muito bom”, destaca Falcão.

Para Allan Panossian, diretor e fundador do Delivery Direto, “o delivery tem se consolidado como uma tendência para o consumidor que busca comodidade e praticidade, no entanto, no atual cenário, vemos o serviço também como uma opção tanto para o restaurante que precisa manter sua operação saudável e pode contar com uma plataforma para ter maior organização e autonomia de operação, quanto para o cliente que quer receber suas refeições em casa”.

Aegro abre 20 vagas de trabalho remoto em diferentes áreas

Há oportunidades para estágio, profissionais em início de carreira, pleno e sênior

A Aegro, uma das principais agtechs de software de gestão de fazendas, está com cerca de 20 vagas de emprego abertas e com início imediato. Há oportunidades para diferentes áreas e, com exceção de alguns estágios, todas têm opção de trabalho remoto, ou seja, candidatos de qualquer parte do país podem participar do processo seletivo. As vagas podem ser acessadas pelo site: https://jobs.kenoby.com/aegro.

Na área de Desenvolvimento de Software, estão abertas oportunidades para atuar no Front-End como Desenvolvedor PHP e como Engenheiro de Software Sênior e Especialista em Angular, também para o Back-End como Engenheiro de Software Sênior Java. Ainda em tecnologia da informação, há oportunidades para Site Reability Engineer e Engenheiro de Dados, que fará parte da construção de uma nova estratégia de negócio, o braço fintech da Aegro.

Também estão sendo recrutados profissionais para ocupar os cargos de Atendimento ao Cliente da Aegro, Channel Account Executive, além de vaga para designer de produto, sendo esta afirmativa para mulheres com o intuito de mais equidade e inclusão no time.

Já para quem busca uma oportunidade como estagiário, há vaga para a área de ciência de dados.

A Aegro foi eleita uma das melhores empresas para se trabalhar no Brasil, recebendo o selo Great Place to Work (3º lugar entre pequenas empresas do Agronegócio em 2021; 3º lugar em Tecnologia da Informação em 2020 e 1º lugar do ranking das melhores empresas para se trabalhar no Rio Grande do Sul em 2020).

Entre os benefícios oferecidos aos colaboradores estão auxílio home-office, vale-alimentação ou refeição, além de flexibilidade de horário e acesso a plataformas de cursos e capacitações profissionais, entre outros. No caso dos estagiários, há algumas particularidades, seguidas como determina a legislação.  

A abertura das vagas está relacionada ao crescimento da agtech, que acaba de receber uma nova rodada de investimentos, com aporte de R$ 12 milhões. Até o final do ano, mais vagas devem ser abertas e preenchidas pela empresa de tecnologia para o agro.

Taboola compra a Connexity, criando uma das maiores plataformas de mídia de e-commerce para a web aberta

A Taboola (Nasdaq: TBLA), líder global em recomendações de conteúdo para a web aberta, ajudando as pessoas a descobrirem coisas que podem vir a se interessar, anunciou hoje que finalizou um contrato de compra definitivo para adquirir a Connexity do Symphony Technology Group por aproximadamente US$ 800 milhões. Connexity é uma das maiores plataformas independentes de mídia de e-commerce na web aberta, atendendo a mais de 1.600 comerciantes diretos e 6.000 publishers.

A tecnologia principal da Connexity possibilita a aquisição de clientes para comerciantes líderes, incluindo Walmart, Wayfair, Skechers, Macy’s, eBay e Otto. A Connexity atinge mais de 100 milhões de compradores exclusivos por mês, por meio de relacionamentos com editoras premium, incluindo Condé Nast, DotDash, Hearst, Vox Media, Meredith e News Corp Australia. Além disso, o Connexity permite que os editores integrem perfeitamente mais de 750 milhões de ofertas de produtos em seus sites, fornecendo um fluxo de receita significativo.

A aquisição da Connexity está alinhada com a estratégia de crescimento “Recomendar Tudo” da Taboola para introduzir novos tipos de recomendações e entrar em novos segmentos, enquanto aproveita sua escala significativa e plataforma de recomendações para entregar ainda mais valor aos seus 9.000 parceiros de propriedade digital, 13.000 anunciantes diretos e 500 milhões usuários ativos diários. Esta aquisição capacita um novo tipo de anunciante a se conectar com o público massivo e global da Taboola em toda a web aberta, enquanto fornece aos editores uma maneira nova e adicional de impulsionar o crescimento significativo da receita, aproveitando o mercado de mídia de comércio eletrônico dos EUA estimado em US$ 35 bilhões, como bem como o grande mercado global.

A tecnologia da Taboola, juntamente com a experiência de varejo da Connexity e um índice de mais de 750 milhões de ofertas de produtos, ajudará a introduzir um novo tipo de oferta de recomendação para a Taboola na web aberta. Essas recomendações conectarão o conteúdo editorial às recomendações de produtos, onde os leitores podem facilmente comprar produtos relacionados às histórias que estão lendo.

A Connexity gerou US$ 158 milhões de receita, US$ 63 milhões de lucro bruto ex-TAC e US$ 28 milhões de EBITDA ajustado em 2019, crescendo para US$ 176 milhões de receita, US$ 78 milhões de lucro bruto ex-TAC e US$ 38 milhões de EBITDA ajustado em 2020, impulsionado por expansão de sua base de clientes comerciantes, bem como a integração bem-sucedida das tecnologias de conteúdo de comércio líderes de mercado da Skimlinks.

Triad Systems abre mais de 100 vagas para profissionais de TI e negócios

A Triad Systems, empresa de TI com excelência em inteligência de dados, está com mais de 100 vagas em aberto para diversas áreas e níveis de senioridade, sendo a grande maioria na modalidade remota. Dentre as especialidades estão: Desenvolvedores, Especialistas .net fullstack, front-end e back-end, Agilistas, Analistas de Testes, UX Designer, Arquitetos de Software, Consultor Pré-Pago, Devops, Product Owner e Gerentes de Contas.

Segundo Ricardo Arguelhes, Diretor de Novos Negócios da Triad Systems, as vagas são para projetos inovadores e disruptivos em que os profissionais serão desafiados, não somente pelo conhecimento técnico, como também na resolução de problemas, na criatividade e na liderança. “Na Triad atendemos clientes com equipes multidisciplinares, as chamadas squads, que geram resultados mais ágeis. Prezamos pela descentralização, transparência, valor às diversidades e constante evolução profissional”, destaca Arguelhes.

As vagas são para atuar em diferentes projetos dos mercados de varejo, logística, seguros e saúde. Os interessados devem entrar em contato pelo site da empresa https://www.triadsystems.com.br/vagas/

FEBRABAN cria regras para proteção de clientes vulneráveis

O normativo, que faz parte do Sistema de Autorregulação bancária, prevê mecanismos para identificação e proteção desses consumidores, produtos mais adequados, além de treinamento para evitar discriminação

Os clientes considerados especialmente vulneráveis, seja em razão da idade, renda ou nível de endividamento, contarão com um olhar mais cuidadoso dos bancos aderentes à Autorregulação a partir de julho. A data marca a entrada em vigor do normativo do Sistema de Autorregulação Bancária que prevê a oferta de produtos e serviços mais adequados às necessidades e aos interesses dos consumidores com esse perfil.

São considerados clientes vulneráveis as pessoas que demonstrem menor capacidade de compreensão e discernimento para análise e tomada de decisões ou de representar seus próprios interesses. O conceito leva em conta sete fatores principais: deficiência física ou mental, doença grave, superendividamento, grau de escolaridade, familiaridade com os meios digitais, idade e renda.

A partir desses parâmetros, os bancos irão criar metodologias para analisar toda sua base de clientes e identificar esses consumidores. A coleta e o tratamento dos dados pessoais sensíveis envolvidos nesse processo será feita dentro do que estabelece a Lei Geral de Proteção de Dados. O normativo também prevê o desenvolvimento de mecanismos para mapear e classificar os diferentes níveis de risco a que essas pessoas estão expostas e ferramentas para protegê-los.

“Os bancos, que são parte da sociedade, sabem que precisam zelar pela qualidade de atendimento de todos as pessoas, particularmente os que enfrentam mais dificuldades. A pandemia potencializou essa preocupação e por isso essa autorregulação é um grande avanço e um passo importante para os consumidores”, diz Isaac Sidney, presidente da Febraban.

Para Amaury Oliva, diretor de Sustentabilidade, Cidadania Financeira, Relações com o Consumidor e Autorregulação da FEBRABAN, o normativo representa uma importante evolução na autorregulação bancária. “O Código de Defesa do Consumidor reconhece a vulnerabilidade de todos os consumidores e que determinadas categorias de consumidores são especialmente vulneráveis. Mas há uma enorme complexidade em categorizar e mapear a vulnerabilidade de todos os clientes que se relacionam com cada banco. É nesse sentido, e alinhado com as boas práticas internacionais, que o setor assume mais um compromisso na direção de aprimorar a oferta e o relacionamento com os consumidores.”

Para evitar que a identificação dos clientes potencialmente vulneráveis assuma algum tom discriminatório, todo o quadro de colaboradores das instituições financeiras, prestadores de serviços e correspondentes bancários irá passar por treinamentos sobre as novas regras e como elas devem ser usadas para proteger esses consumidores.

O normativo também prevê a elaboração, pela FEBRABAN, de um guia de boas práticas relacionadas ao tema que contará com iniciativas das instituições financeiras. Além de ações de orientação e educação promovidas diretamente pelos bancos ou por meio da Federação.

Os bancos têm 90 dias para implementar as novas regras, a contar da data de publicação do normativo, que aconteceu em 9 de abril. O prazo para ajuste das diretrizes que relacionam os públicos vulneráveis à política de relacionamento com clientes e para as adaptações dos contratos com os correspondentes bancários é um pouco maior: 180 dias. No caso dos contratos firmados diretamente com o banco, a adequação deve ser feita até a próxima renovação, com o prazo máximo de dois anos.

A íntegra do normativo está disponível neste link .

Altio Tecnologia abre 120 vagas para desenvolvedor de salesforce

A Altio Tecnologia, direcionada a promover a transformação digital dos seus clientes através do emprego conjunto de tecnologias maduras e disruptivas, está com vagas abertas para profissionais que se identificam com a cultura da empresa. Para tal, abriu um processo seletivo pela Taqe – plataforma de recrutamento e seleção digital que usa inteligência de dados, teste de fit cultural e gamificação.

São 120 vagas na área de tecnologia como desenvolvedor de salesforce, para diversos níveis de experiência, todas em regime home-office. O modelo de contratação é PJ, com 8h de trabalho e horário flexível. Com o início do trabalho no Brasil, o profissional ainda tem chances de efetivação após o sexto mês e oportunidade de mudança para Portugal com toda a família. Tudo dentro da legislação trabalhista de PT e com apoio da empresa parceira.

Para se candidatar é necessário experiência em desenvolvimento com plataforma Salesforce (Flow, Triggers, Apex, LWC, Aura, Rest APIs), conhecimento específico da Plataforma de Desenvolvimento Salesforce, experiência em Salesforce (análise funcional, desenvolvimento, arquitetura de soluções, etc), além de inglês (do básico ao fluente).

Todo o processo seletivo acontecerá via aplicativo da Taqe. Lá o participante passará por testes interativos para que o perfil do candidato seja traçado e, caso dê match com a empresa, ele passa para as próximas fases. Para conferir as vagas, que estão com as inscrições abertas, basta acessar a página da empresa na plataforma, aqui.
Sobre a Taqe:Fundada em 2017, a Taqe é uma HRtech que atua como conectora de todo o ecossistema de empregabilidade e oportunidades. Por meio de testes gamificados, profissionais certificados e treinados, a plataforma de emprego une recrutadores de grandes e médias empresas a candidatos em cargos de entrada e operacionais. Com base em sua inteligência de dados, a startup já identificou um aumento de até 400% na efetividade de seus processos seletivos, o que garante uma análise de todos os currículos, permitindo a contratação de até 8 entre 10 candidatos.

Atualmente, a plataforma possui mais de 750 mil usuários e 5,6 milhões de matches realizados. Dentre as empresas que já usaram a solução Taqe estão nomes como Natura, Santander, Callink, Deca e Coca Femsa.

Magalu compra Sode, empresa de entrega ultrarrápida

O Magalu, maior ecossistema de compra e venda do país, anuncia a aquisição de 100% da Sode (Soldados da Entrega), plataforma digital especializada em logística urbana para entregas ultrarrápidas. A Sode já era a maior fornecedora de serviço de entrega em uma hora do Magalu, que repete, assim, a estratégia de investir em empresas que já passaram pelo seu crivo de qualidade.

Fundada em 2015 no Porto Digital, polo de tecnologia de Recife, em Pernambuco, a Sode possui tecnologia proprietária especializada na gestão, roteirização e rastreamento de entregas ultrarrápidas realizadas por motociclistas parceiros. Seu algoritmo permite que os pedidos sejam sempre alocados para o parceiro mais próximo, diminuindo a ociosidade dos entregadores, eliminando custos de logística e reduzindo o prazo de espera do cliente. Todo trabalho é feito automaticamente, pelo algoritmo. “Assim que entra o pedido, o sistema dispara as ordens de trabalho para o estoquista da loja e para o entregador, sem interferência humana, para que a entrega possa realmente ocorrer em até um hora”, afirma Luís Fernando Kfouri, diretor de Logística do Magalu. “Esse é mais um passo na estratégia da companhia na direção da digitalização do varejo brasileiro.”

A Sode possui mais de 1 000 entregadores ativos, que realizam atualmente 2 milhões de entregas em termos anualizados. A empresa opera em cidades como São Paulo e Ribeirão Preto (SP), Fortaleza (CE), João Pessoa e Campina Grande (PB), Recife (PE), Maceió (AL), Salvador (BA), Teresina (PI) e Aracaju  (SE).

A aquisição da Sode permitirá a expansão da entrega ultrarrápida do Magalu, em que os pedidos são entregues a partir da loja (ship-from-store) em até uma hora. Essa expansão é estratégica. A modalidade de delivery está presente em 140 lojas físicas, localizadas em 30 cidades, sendo que a taxa de conversão no e-commerce do Magalu é 62% maior para os pedidos com entrega em 1 hora, quando comparada com o prazo de entrega de 48 horas.

Com a aquisição, a logística do Magalu passa a contar também com entregas feitas com motos, o que diminui ainda mais os prazos para o cliente final. Em breve, a Sode fará logística ultrarrápida também para os sellers do marketplace (3P) do Magalu, com a entrega a partir da loja do parceiro, além de operar no delivery de outras categorias, como refeições e itens de supermercado.

Nos últimos três anos, o Magalu comprou três empresas do setor de logística: a Logbee, a GFL e a SincLog. “A Sode é mais uma peça que se encaixa na estrutura logística que estamos formando, que vai do caminhão à motocicleta”, afirma Kfouri. “Esse operador logístico vai atender não só o nosso ecossistema de negócios, mas também aquelas empresas que não fazem parte do nosso marketplace.”

A Sode é a 11ª empresa comprada pelo Magalu em 2021. No início de julho, a companhia fechou a maior aquisição de sua história com a compra do KaBuM!, plataforma de e-commerce de tecnologia e produtos do universo gamer.

Irani lança 2ª edição do seu programa de conexão com startups

A Irani Papel e Embalagem, uma das principais indústrias de papel e papelão ondulado do Brasil, está com a 2ª edição do Irani Labs – seu programa de conexão com startups – aberta desde o dia 5 de julho. Alinhada à estratégia de inovação aberta da companhia, o Irani Labs visa identificar soluções inovadoras e sustentáveis que contribuam para a aceleração do seu modelo de negócios, além de impulsionar os projetos e produtos das startups selecionadas. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas até o dia 22 de agosto na página virtual do Irani Labs www.irani.com.br/iranilabs .

Desenvolvida mais uma vez em parceria com a GROW+, aceleradora de startups e gestora de investimentos, a 2ª edição do Irani Labs irá selecionar até cinco startups – duas a mais do que na edição anterior. As vencedoras terão a oportunidade de se tornar parceiras da Irani Papel e Embalagem ao testar e cocriar as soluções propostas nas unidades fabris da companhia, além de contar com um processo de contratualização simplificado (Fast Track) e a possibilidade de receber investimento por meio do veículo de Corporate Venture Capital (CVC) da Irani.

“A cultura da inovação e o relacionamento com este ecossistema estão presentes no DNA e na estratégia de negócios da Irani. Promover a segunda chamada do Irani Labs é mais uma iniciativa nesse sentido, buscando fortalecer a nossa conexão com startups que, assim como nós, desafiam-se diariamente para inovar e desenvolver soluções, produtos e serviços sustentáveis e que dialoguem com as necessidades atuais da sociedade e do meio ambiente”, diz Sérgio Ribas, diretor-presidente da Irani Papel e Embalagem.

Como funciona o programa


A 2ª edição do Irani Labs será dividida em etapas. Após as inscrições, 20 startups serão selecionadas para a realização de entrevistas individuais entre os dias 3 e 15 de setembro. Destas, dez startups serão escolhidas para apresentação dos projetos no Demoday – evento on-line realizado no dia 23 de setembro. Neste mesmo dia, que representa a fase final do programa, uma banca de avaliação analisará as soluções apresentadas e anunciará até cinco startups vencedoras.

O programa será voltado para startups com alto potencial de inovação e com projetos e produtos em fase de desenvolvimento que estejam alinhados com o momento atual da Irani. Com esse objetivo, a companhia elencou quatro temáticas prioritárias para a chamada, tendo como premissa o seu comprometimento com a sustentabilidade e a inovação para potenciar a construção de novos negócios e alternativas futuras para o setor de papel e embalagem, que segue em franca expansão. Dentre as tecnologias que devem embasar os projetos a serem apresentados estão: inteligência artificial, RFID, Blockchain, IoT, machine learning, Data Base, nanotecnologia, tecnologias de processos de celulose dashboards, entre outras.

As quatro temáticas definidas pela companhia para a 2ª chamada do Irani Labs são:

1. Indústria 4.0: soluções digitais e tecnológicas para a automação das fábricas, englobando digitalização de inventário, armazenamento, gestão e operação manual de produtos acabados e bobinas.

2. Novos Materiais e Barreiras: desenvolvimento de materiais e solulões de embalagem que atendam às novas demandas de consumo a partir de matérias-primas mais sustentáveis.

3. Design de Embalagem: criação de um ambiente virtual e interativo para o desenvolvimento e especialização de embalagens.

4. Customer Experience: identificação de soluções tecnológicas para aprimorar o atendimento, relacionamento e experiência do cliente, tornando-a mais ágil e padronizada, mas sem perder a humanização.

Para esclarecimentos adicionais sobre o Irani Labs, os interessados devem entrar em contato pelos e-mails iranilabs@growplus.com.br ou iranilabs@irani.com.br.

Inovação Aberta na Irani


Além do Irani Labs, que teve a sua 1ª edição realizada no final de 2020 com total sucesso,
a companhia conta com um amplo ecossistema de inovação dividido em quatro plataformas tecnológicas de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) – papel e celulose, papelão ondulado, florestal e de resina, ambiental e energia -, além de iniciativas para o desenvolvimento de pesquisas aplicadas, projetos pilotos e cooperação técnica no Brasil e exterior. Já fazem parte deste ecossistema centros de pesquisa e inovação, universidades, entidades de classe, órgãos governamentais, incubadoras de empresas, startups e fornecedores.

Todas essas ações estão estruturadas no Programa Inova da Irani, responsável pela gestão integrada da inovação na companhia por meio da promoção da cultura, geração de ideias, gestão de portfólio de inovação e desenvolvimento de projetos de inovação aberta.

Infosys Brasil tem mais de 250 vagas abertas para posições com atuação nacional e internacional

A Infosys (NYSE: INFY), uma das líderes globais em consultoria e serviços digitais de última geração, está com mais de 250 vagas abertas para diferentes posições em todo o Brasil. Entre as oportunidades destinadas a mais de 30  perfis de atuação, a empresa busca por profissionais com conhecimento em dados (engenheiro, cientista, arquiteto), business intelligence, análise de redes, ferramenta Hana, desenvolvimento Java, Front-End, entre outros. Os postos são para trabalho remoto e estão disponíveis também para pessoas com deficiência (PcD).

Esse número expressivo de vagas é reflexo do crescimento do setor de tecnologia da informação no País e da alta demanda por serviços de transformação digital. Segundo dados da Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), o setor de TI emprega 1,56 milhão de pessoas e movimenta R$ 494 milhões por ano, representando 6,8% do PIB. O Brasil é o 7º maior mercado de TI do mundo e líder na América Latina.

Presente no Brasil desde 2009, a Infosys conta com mais de 50 clientes no País em diferentes segmentos. A companhia atua com projetos nacionais e internacionais, assim, os candidatos podem ter chance de atuar em equipes globais sem sair do Brasil. Outro diferencial oferecido aos colaboradores são os treinamentos em diversas áreas por meio da plataforma LeX, Universidade Corporativa baseada em aplicativo, que permite a criação de trilhas de conhecimento com base no perfil do profissional.

A Infosys também conta com parcerias com grandes corporações, como Microsoft, SAP e Google, o que permite que o colaborador se desenvolva com certificações dessas companhias em suas áreas de atuação. Esse modelo de atuação traz mais autonomia ao funcionário para guiar o desenvolvimento de sua carreira, e incentiva o aprendizado em todo o ciclo de trabalho.

Todos os processos seletivos serão conduzidos de maneira remota, assim como a imersão do colaborador. Entre os requerimentos comuns para as posições abertas, está o conhecimento avançado na língua inglesa e nível superior completo de formação. As demais características e detalhes das vagas estão disponíveis no LinkedIn da companhia (http://bit.ly/vagasInfosys). 

Gávea Angels firma parceria com o Conglomerado Alfa

Há 20 anos incentivando o empreendedorismo e inovação no Brasil, a Gávea Angels busca constantemente incrementar o desenvolvimento de suas investidas através de parcerias que ofereçam condições diferenciadas ao portfólio. Neste caminho, acaba de firmar parceria com o Alfa Collab – Hub de inovação aberta do Conglomerado Alfa, com foco na realização de negócios com startups aptas a participar dos desafios da transformação digital, interessadas na longa experiência empresarial e no acesso direto ao mercado dos mais diversos segmentos das empresas que compõem o grupo.  

 “Nosso objetivo com esta nova parceria é somar esforços para atrair melhores oportunidades de investimento, e desenvolver benefícios significativos ao nosso portfólio, incluindo a possível oferta, pelo Conglomerado Alfa, de produtos de bancarização e Banking as a Service (BaaS), em condições especiais”, pontua Guilherme Fagundes, membro investidor do Conselho Diretor da Gávea Angels, responsável pela área de parcerias de originação, captação e triagem de startups. “É subir mais um degrau no nosso ecossistema, participando de um programa robusto de cooperação, que transcende o intercâmbio de informações. Juntos vamos prospectar, avaliar e qualificar startups para o desenvolvimento de rodadas de investimento, estabelecendo conexão entre os respectivos ecossistemas de investidores e startups”. 

Francisco Perez, diretor de Novos Negócios do Banco Alfa e responsável pelo Alfa Collab, lembra que a contribuição da inovação aberta com startups hoje ocupa lugar central na promoção da competitividade. E seu papel vai além dos produtos e serviços inovadores das startups. “A proximidade e o convívio com o ecossistema de inovação é fonte de inspiração para novas formas de agir e pensar, com mais agilidade e flexibilidade para o dinamismo do universo de negócios”, acredita Perez. 

“Poder contar com a experiência de um grupo pioneiro, como a Gávea Angel, que vem performando com tamanho dinamismo neste ambiente é de grande valia para o crescimento do nosso projeto”. Ambiente de acolhimento às iniciativas inovadoras, o Alfa Collab proporciona a imediata efetivação de negócios, com o acesso a capital de risco e a conhecimentos relevantes de mercado. 

Pioneira em investimento anjo no Brasil e América Latina, a Gávea Angels traz para esta parceria a presença atuante de seus 100 membros, entre executivos, empresários e profissionais liberais, com trajetórias de sucesso em liderança, uma reconhecida atuação nacional em aceleração de startups, além de um selecionado cardápio de 28 investidas de segmentos distintos crescendo exponencialmente graças ao impulso do aporte recebido. A parceria vem na esteira de ações que a Gávea Angels tem buscado complementar ao smart money que oferece ao ecossistema de inovação brasileiro. No início do ano, firmou parceria com o CPQD oferecendo acesso a conhecimentos tecnológicos e ao desenvolvimento de projetos para as startups. “Acreditamos que esta parceria com o Alfa Collab resultará num impacto positivo, especialmente no vetor financeiro, pois une capital, conhecimento e networking de duas instituições muito complementares e de peso, como a Alfa Collab/Banco Alfa e a Gávea Angels”, conclui Fagundes, lembrando que o grande diferencial do grupo pioneiro de investimento anjo é oferecer, além do capital, o smart money, aqui traduzido em estratégias, redes de contatos e principalmente de parceiros que ofereçam condições especiais ao  desenvolvimento e crescimento de suas investidas.   

Henrique Sei é o novo diretor-presidente da Epson no Brasil

A Epson anuncia Henrique Sei como seu novo diretor-presidente no Brasil. O executivo assume a liderança da companhia no país em substituição a Fábio Neves, que ocupava o cargo desde abril de 2019 e foi promovido a vice-presidente de Vendas da empresa na América Latina.

“Estou muito contente com o desafio de contribuir para o fortalecimento das operações da Epson no Brasil e tenho certeza de que será uma fase de continuidade dos resultados estratégicos e de grandes conquistas. Junto da equipe, buscarei manter a curva de crescimento da empresa e a sua sólida atuação em todo o País”, comenta Sei.

O executivo é formado em Design Gráfico pela Faculdade Belas Artes, de São Paulo, possui MBA em Finanças Corporativas na Fundação Getúlio Vargas, especialização como CIO pelo Insper, e MBA Executivo em General Management pela UCLA. Em sua trajetória profissional de mais de 20 anos na liderança de empresas e no gerenciamento de projetos no Brasil e na América Latina, teve passagem pela G4S, líder do mercado de segurança e facilities, na qual era recentemente CEO no Chile e Diretor Comercial na América Latina, e na DELL Technologies, na qual foi o Diretor de Vendas e Soluções para Brasil e América Latina.

Os resultados consistentes da Epson no Brasil têm contribuído para o reconhecimento e a movimentação de executivos brasileiros dentro da companhia nos últimos anos. Fábio Neves assumiu o cargo de diretor-presidente da empresa no país em 2019 após a promoção de Fernando Stinchi a vice-presidente de Marketing na América Latina no mesmo ano. Agora é a vez de Neves levar suar expertise à sede da Epson Americas na Califórnia, Estados Unidos, onde será responsável pelas estratégias de vendas e negócios das diversas linhas de produtos da companhia na América Latina.

“Nestes dois anos em que liderei a operação da Epson no Brasil tive o apoio de equipes altamente qualificadas, capazes de se adaptar a cenários em constante transformação e a superar os desafios com excelência e profissionalismo. Os resultados comprovam o quanto nossas estratégias e parcerias vêm rendendo frutos e é com muita satisfação que assumo a missão de expandir os negócios da companhia em toda a região da América Latina”, afirma Neves.

Azion tem 96 vagas abertas em diversas áreas

Não é segredo que enquanto alguns setores sofreram baixas no volume de contratação, o mercado de tecnologia teve um aumento significativo no número de oportunidades. Esse crescimento exponencial se deve, principalmente, à transformação digital acelerada pela pandemia do novo coronavírus.

Uma empresa brasileira de tecnologia que visa ampliar o número de colaboradores, é a Azion, uma das líderes globais de Edge Computing, que tem como objetivo simplificar a criação e entrega de aplicações que exigem tempos de resposta rápidos e capacidade de processamento de dados mais próximo do usuário final, em qualquer lugar do mundo.

A empresa ajuda negócios das mais diversas indústrias a resolverem desafios complexos de computação e rede, nas áreas de disponibilidade, desempenho, escalabilidade e segurança de serviços de missão crítica e ajuda profissionais a construírem o futuro em games, e-commerce, finanças, mídia, IoT, AI, 5G, realidade aumentada (AR) e realidade virtual (VR).

São 96 vagas e todas estão em trabalho remoto até o momento. As oportunidades são para diversas áreas como Marketing, Vendas, Operações, Engenharia de Software, Produtos e Segurança. Todas as posições exigem inglês avançado. A Azion oferece VT, VR, VA, plano de saúde e odontológico, além de outros benefícios.

Segundo o levantamento da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), a busca por profissionais na área de TI será de 420 mil pessoas até 2024, no Brasil. Em contrapartida, a escassez de profissionais qualificados tem sido um alerta muito grande para a área. De acordo com a pesquisa da startup de educação Gama Academy, 66% das empresas estudadas disseram que a ausência de competências técnicas é o principal motivo para a não admissão do candidato.

“A Azion está em crescimento acelerado globalmente e todos os nossos colaboradores possuem grandes oportunidades de crescimento pessoal junto com a empresa. Por isso, buscamos pessoas que queiram evoluir ao nosso lado, que sejam ágeis, gostem de assumir responsabilidade e que ultrapassem os padrões para se diferenciar no mercado.”, diz Rafael Umann, CEO da Azion.

Os interessados devem acessar o site de carreiras da empresa e se candidatar.