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Gartner anuncia Conferência Segurança e Gestão de Risco 2016

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, anuncia as datas da Conferência Segurança e Gestão de Risco 2016 no Brasil. O evento acontecerá nos dias 2 e 3 de agosto (Terça e Quarta-feira), no Sheraton São Paulo WTC Hotel, em São Paulo (SP).

“O ambiente dos novos Negócios Digitais oferece um enorme potencial de transformação no modelo de entrega de serviços e produtos pelas organizações. Conforme as empresas se movem em direção às novas tecnologias, os profissionais de segurança da informação (CISO – Chief Information Security Officers) precisam perceber que a abordagem antiga de controlar tudo simplesmente não vai mais funcionar”, afirma Claudio Neiva, Diretor de Pesquisas do Gartner e Chairman da Conferência.

Segundo o analista, Segurança da Informação é uma das 10 prioridades dos CIOs globais para este ano, uma vez que ataques e ameaças estão cada vez mais sofisticados, colocando os negócios das empresas em risco. Estima-se que existam dois tipos de empresas no mundo:
as que sabem que já foram ‘hackeadas’ e as que ainda não sabem. Por isso, os CISOs devem prever níveis apropriados de segurança para aplicativos, dados e infraestrutura, mesmo quando as organizações adotam soluções com mobilidade ou armazenadas na Nuvem (Cloud).

O Gartner estima que, em 2017, 50% das grandes empresas usarão serviços de TI failover entre múltiplos sites de dados como estratégia de recuperação de desastres primários. Em 2020, cerca de 30% das 2.000 maiores empresas globais estarão comprometidas por grupos de ciberativistas ou cibercriminosos. Até 2020, mais de 50% de todas as grandes implementações de IoT (Internet das Coisas) exigirão serviços de segurança baseados em Nuvem para operar dentro de riscos aceitáveis. Por essa razão, os profissionais que cuidam da segurança lógica das companhias estarão em destaque durante o evento com os temas “CISO & CRO: O CISO como Líder de Negócios”, “Programa de Segurança: Construindo Confiança e Resiliência com Segurança mais Ágil” e “Cloud Security: Segurança na Nuvem”.

A Conferência Gartner Segurança e Gestão de Riscos 2016 terá workshops, reuniões, apresentações, sessões e mesas-redondas que orientarão as empresas sobre “Segurança na Nuvem Pública e Privada”, “Cybersecurity”, “Crise – Comando e Gestão de Incidentes”, ”Governança, Risco e Compliance”, “Estratégia de Segurança e Risco”, entre outros temas.

A conferência terá analistas brasileiros e internacionais. Misha Glenny, autor do Livro “Mercado Sombrio: O Cibercrime e Você” e especialista internacional em segurança cibernética e crime organizado, será o palestrante convidado para o evento. Glenny é fluente em diversos idiomas, inclusive Português, fruto de sua vivência na Rocinha (RJ), enquanto pesquisava o crime organizado na capital fluminense.

Os participantes podem fazer download do aplicativo do Gartner Events em seus smartphones para personalizem suas agendas e não perder as novidades de interesse, como atualizações sobre quadrantes mágicos, workshops interativos, pesquisas em tempo real e sessões de respostas interativas ao final das palestras. Além disso, as empresas que participam com grupos de funcionários poderão agendar reuniões com analistas do Gartner para facilitar discussões de negócios e receber assessoramento para iniciativas e projetos estratégicos.

Até 1º de julho, a Conferência está com desconto especial de R$ 475,00. Para se inscrever, envie e-mail para brasil.inscricoes@gartner.com ou telefone para (011) 5632-3109. Para mais informações, acesse o site do evento: Gartner.com/br/security.

Conferência Gartner Segurança e Gestão de Riscos 2016

Data: 2 e 3 de agosto de 2016 (Terça e Quarta-feira)
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel – Av. das Nações Unidas, nº 12.559

A Conferência Gartner Segurança e Gestão de Riscos 2016 apresentará conteúdos com foco em segurança de TI, gestão de riscos, compliance e gestão de continuidade de negócios, além de analisar o papel dos profissionais de segurança da informação (CISO – Chief Information Security Officers). O evento oferece diversas sessões com agenda diferenciada, analistas, palestras, mesas-redondas, estudos de caso, workshops e muito mais. Informações adicionais estão disponíveis no site: Gartner.com/br/security.

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XI Congresso Brasileiro de Gerenciamento de Projetos reuniu especialistas renomados em Belo Horizonte

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De 13 a 15 de junho, o Project Management Institute – PMI-MG realizou, em Belo Horizonte, o XI Congresso Brasileiro de Gerenciamento de Projetos. Considerado o maior evento do setor na América Latina, o encontro reuniu renomados palestrantes nacionais e internacionais que participaram de debates, apresentaram cases, ferramentas e novas tecnologias utilizadas no gerenciamento de projetos. Aproximadamente 800 congressistas participaram do evento.

Os temas foram centralizados no “Triângulo do Conhecimento do PMI ”, formado por três habilidades: técnicas, de liderança e de gerenciamento estratégico. No primeiro dia de evento, o diretor do centro de excelência em gerenciamento de projetos da IBM e um dos diretores do PMI , Steve Del Grosso, falou sobre como agregar valor à Gestão de Projetos, as perspectivas da profissão e desafios. “Deve-se estabelecer uma conexão entre estratégia e negócios, gestão de projetos e liderança dentro de uma empresa. Neste sentido, é preciso entender que um bom líder, para garantir o sucesso do seu negócio, deverá saber ouvir, manter o foco e ter intimidade com seus funcionários para entender suas necessidades e conhecê-lo o melhor possível”, conta.

O produtor executivo de mega shows e eventos internacionais, Sylvain Gauthier, que trabalhou na divisão de conteúdo criativo do Cirque du Soleil, dos Jogos Olímpicos de Pequim e na Fórmula 1 da China, falou sobre a gestão de projetos no mundo do conteúdo criativo. “Nessa área é imprescindível lapidar as ideias, saber lidar com o lado técnico e criativo, cuidar da comunicação, reunir e liderar um elenco de grandes talentos, gerir riscos, lidar com a mudança constante e com a diversidade, criar uma boa história e encontrar os investidores certos para fazer acontecer”, expõe.

O fundador da Samba Tech, um dos 50 empresários mais inovadores do Brasil pelo Meio&Mensagem e um dos 10 jovens mais inovadores do país pelo MIT, Gustavo Caetano, falou sobre inovação. Ele contou sobre sua trajetória, expôs cases e algumas estratégias dos novos modelos de empresas inovadoras. “Grandes companhias estão perdendo lugar no mercado, pois esqueceram de se reinventar. Dessa forma, as novas empresas ficam em vantagem, pois conseguem se inovar mais do que as grandes, além de estarem focadas em resolver um problema de cada vez. Desenvolvemos o que chamamos de ‘Estratégia Pinos de Boliche’, que foca num determinado problema e quando ele for resolvido, partimos para o próximo. Dessa forma, ele será solucionado com excelência e a partir disso novas ideias podem acabar surgindo. Além disso, essas empresas inovadoras estão, cada vez mais, se preocupam em oferecer serviços simplificados e que atendem às novas necessidades do consumidor atual”, conta.

Caetano também ressaltou a importância de ser flexível na gestão de projetos. “O futuro é imprevisível e as coisas estão mudando muito, então não fixe no planejamento e esteja disposto a mudá-lo de acordo com as novas situações que forem surgindo”, recomenda.

Outra palestra de destaque ficou por conta do economista mais influente do Brasil (Forbes e Klout), único brasileiro na lista dos mais importantes palestrantes mundiais do Speaker’s Corner, Ricardo Amorim. Ele falou “porque a economia deve melhorar e surpreender positivamente em breve com o melhor gerenciamento deste grande projeto chamado Brasil”.

Amorim falou sobre o cenário político atual brasileiro e abordou temas como o impeachment, delação premiada e o Petrolão. O economista também fez importantes comparativos entre política, economia e gestão de projetos. “Um bom governo e um bom gerente de projetos precisam manter um equilíbrio entre saber ouvir o que o outro tem a dizer e a não ceder sempre às pressões. Uma boa liderança é primordial para o sucesso”, avalia. Ao final, ele deixou uma mensagem positiva aos congressistas. “As grandes oportunidades surgem das grandes crises, pois elas nos tiram da zona de conforto e nos fazem tomar iniciativas. Se não fosse pela crise vivida no país, o brasileiro não teria saído às ruas exigindo que os corruptos fossem presos, por exemplo. A impunidade ainda reinaria. Como gestor de projetos, pense nisso como uma oportunidade de melhorar os seus serviços, seu atendimento e se tornar um profissional de destaque”, conclui.

Já o consultor em gerenciamento de projetos e membro do PMI PgMP Panel Review Committee, André Toso Arrivabene, abordou o tema: “Estratégia de Negócios no Mundo Real: sua estratégia pode estar errada?”. “Muito mais que definir uma visão e fazer análise SWOT, é importante superar forças estruturais que tendem a reduzir sua rentabilidade. Dessa forma, é preciso ir atrás de vantagens competitivas sustentáveis, que são atributos que fazem uma empresa ter um desempenho comparativamente melhor que seus concorrentes”, recomenda.

O sócio diretor da empresa Caldeira Marketing – Consultoria em Marketing e Vendas, e vice-presidente de Marketing da Assespro MG, Wilson Caldeira, falou sobre o conceito de Lean Startup para gerar inovação. “O maior inimigo da inovação é o sucesso. Quem deu errado não tem medo de inovar, já quem deu certo, tem. O momento atual exige saber testar e interagir com o cliente”, ressalta.

Outras palestras que também fizeram parte do Congresso são a do consultor, instrutor e professor em gestão de projetos e portfólios, Paulo Mei, que falou sobre “A Gestão Descomplicada de Stakeholders utilizando o modelo PM Mind Map®”. O diretor da Impariamo Cursos e Consultoria, pós-doutor em Educação pela UNESP, Armando Terribili Filho, palestrou sobre “Lições aprendidas: um instrumento de planejamento para tomada de decisão”; a especialista em programas acadêmicos, Ashley Forsyth, falou sobre o avanço do ensino de gestão de projetos; e o professor e engenheiro civil, Angelo Valle, falou sobre o futuro do Gerente de Projetos e a importância de saber gerenciar o conhecimento e o aprendizado.

As palestrantes Sandra Lage e Fabiana Bigão apresentaram seu artigo: “Gamification em Gerenciamento de Projetos: estudo de caso de uma grande construtora”. Lage realçou a importância da gamificação dentro das empresas. “A gamificação deve ser usada para motivar equipes a executarem suas atividades de forma a terem uma experiência de trabalho gratificante e divertida, com recompensas visíveis em função dos resultados alcançados”, ressalta.

O General de Brigada, Guido Amim Naves, ministrou a palestra “A gestão de portfólio de projetos do Exército Brasileiro”. “A cultura organizacional do exército é algo muito forte. Somos uma instituição com muitos valores e que preza pela disciplina e hierarquia, por exemplo. Isso acaba influenciando muito na nossa forma de gerenciar projetos dentro do exército, pois possuímos nossa própria sistemática de planejamento e nosso mapa estratégico”, diz.

O professor e Consultor na Fumsoft nos projetos SebraeTec, na área de inovação tecnológica, Fernando Zaidan, falou sobre “Gestão de Projetos de Games: uma estratégia de gestão e negócios em um mercado inovador”. Durante a conversa ele explicou como funciona o processo de criação de games, deu dicas e comentou sobre os desafios desse universo. “No mundo dos jogos tem que se dedicar muito e ter uma estratégia forte. Além de participar de vários projetos para ganhar expertise na área, é preciso também aflorar na equipe de produção de games a paixão pelo desenvolvimento”, conta.

Marcelo Szuster, MBA em Finanças pelo IBMEC, que ministrou palestra sobre “As forças por trás da transformação digital”; o coordenador acadêmico de MBA em Gerenciamento de Projetos e em Gestão Estratégica de Tecnologia da Informação, André B. do Valle que falou sobre “O gerente de projetos como fator estratégico para sucesso do projeto”; a Facilitadora de Desenvolvimento para a Vale, Hanna Meirelles, que ministrou palestra sobre como empoderar a verdadeira liderança; e o mestre em administração e gestão de projetos, pesquisador e professor em várias escolas de negócios e universidades brasileiras, Farhad Abdollahyan, falou sobre metas de desenvolvimento sustentável até 2030 e o papel dos gerentes de projetos.

O último dia do evento, quarta-feira (15) iniciou com um painel de discussão que teve como tema: “O impacto da crise na área de Gerenciamento de Projetos em diferentes regiões do país”. Grandes nomes fizeram parte dessa discussão, como o CEO da Excellence Gestão Empresarial e consultor, Adilson Pize; o diretor executivo da CAF Facilities Management e consultor, Carlos Augusto Freitas; o fundador do PMI Mato Grosso, Clebiano Nogueira; o IT Sr. Delivery Manager de uma multinacional americana no Brasil e professor em diversos cursos de MBA pelo país, Juliano Reis; a gerente de produtos e serviços na equipe projetos do Banco do Nordeste e voluntária do PMI , Raquel Ximenes e o presidente do PMI-PR e Coordenador Geral da Integração Nacional dos capítulos ou sedes do PMI no Brasil, Sergio Marangoni.

Os especialistas responderam perguntas feitas pelo diretor do PMI-MG , Leandro Siqueira, que mediou o debate. Cada participante, representando uma região do Brasil, deu um breve panorama da gestão de projetos em diversos setores da economia, contou suas perspectivas de mercado e os desafios enfrentados. Segundo Sérgio Marangoni, na região Norte existe uma escassez de profissionais da área de gerenciamento de projetos, pois a maioria dos gestores ainda insiste em construir carreira nas cidades da região Sudeste como Rio de Janeiro e Belo Horizonte. “Precisamos de pessoas. As oportunidades de trabalho existem, basta se adaptar ao mercado”, diz.

O IT Sr. Delivery Manager, Juliano Reis, deixou uma mensagem aos congressistas. “O gerenciamento de projetos nunca foi tão necessário quanto agora. Antes as organizações tinham chance de errar, agora, com o erro, ela pode estar fadada ao fracasso. Por isso é tão importante que o profissional comece a investir nele mesmo, corra atrás de certificações e planeje sua carreira, pois dessa forma, quando o cenário melhorar, ele já estará pronto para o mercado e estará à frente dos concorrentes”, finaliza.

Uma das palestras finais contou com um fator surpresa. O consultor e professor nas áreas de governança, gestão e projetos, Thiago Ayres, que ministrou a palestra: “MotoRide Latin America: lições de um projeto de aventura em duas rodas”, entrou, juntamente com dois amigos, montado em suas motos.

Ayres, que atravessou seis países pela América Latina, falou sobre a importância do planejamento para se realizar uma viagem. “A viagem deve ser encarada como um verdadeiro projeto e diversos fatores precisam ser levados em consideração para garantir que a jornada seja bem sucedida. É necessário organizar, por exemplo, os horários, objetivos, determinar custos e definir roteiros”, diz. Segundo Ayres é preciso levar em consideração também os possíveis riscos de uma viagem. “Nem tudo, claro, pode ser planejado. Em uma das viagens, por exemplo, sofri um acidente com a moto que deu perda total, mas como fizemos um planejamento, garantimos mais de seis seguros, o que facilitou e muito a nossa vida”, finaliza.

A 12ª edição do Congresso será realizada em 2017 em Curitiba, no Paraná.

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A revolução digital pode matar os bancos tradicionais? – Por Simon Mulcahy, da Salesforce

Nenhum tema foi tão discutido no meio corporativo entre 2015 e 2016 do que a revolução digital e nenhum setor foi mais afetado por ela do que o bancário. Não somente pelo crescente sucesso das “FinTechs”, mas também pelos sucessivos artigos de grandes mídias da indústria previrem a desgraça do setor bancário tradicional.

A realidade é que novas instituições financeiras 100% móveis e digitais, como o Banco Original ou o Nubank, já são realidade. Empréstimos, investimentos, pagamentos, transferência de dinheiro, seguros e consultoria financeira estão na mira dos ventos da mudança. E não são alvos apenas do exército FinTech. Apple, Facebook, Google, Uber e outros players tecnológicos estão claramente participando do jogo. Até os supermercados estão nessa batalha, bem como as empresas de telecomunicações, como pode ser observado pela recente oferta da Orange pelo Groupama Banque.

Mas que risco isso representa para os resultados dos bancos tradicionais? A consultoria McKinsey diz que, até 2025, 10% a 40% das receitas desses bancos estarão em risco. Isso indica que o setor bancário deve prestar atenção na evolução das expectativas dos clientes, que são movidas pela mesma tecnologia que está mudando o cenário da concorrência.

Um exemplo prático: antes, o correntista fazia visitas esporádicas para verificar o saldo de suas contas, já hoje, passou a fazer logins diários em aplicativos móveis. A realidade de hoje é que o banco está dentro do bolso – e as expectativas dos clientes estão sendo baseadas nas experiências que eles vêm tendo no varejo. Os consumidores querem simplicidade, querem usar os serviços bancários como quiserem, seja por meio de um aplicativo, em um caixa eletrônico ou em uma agência. Querem que o banco os conheça. Esperam que todos os dados que fornecem sejam revertidos em valor para eles. E os bancos tradicionais já sabem disso.

Apesar de toda essa revolução, acreditamos que os bancos têm aí uma grande oportunidade, pois possuem milhões de clientes, quantidades extraordinárias de dados e muitos canais. Eles conhecem seus clientes e se conseguirem alcançar uma personalização em grande escala em cada interação com eles, a partida estará ganha. Como poderiam, no entanto, fazer isso?

1. Pense em termos de experiências e não em termos de produtos

O cliente está sempre a um clique de distância de escolher um método de pagamento ou empréstimo do concorrente. Cada má experiência de serviço diminui sua fidelidade. A chave para promover a lealdade é oferecer experiências sem esforço em cada ponto de contato com o cliente. Os bancos precisam chegar ao cliente de maneira proativa quando existir algum problema no serviço; facilitar a vida do cliente quando ele muda de canal; tornar a adesão do cliente um processo super rápido; acabar com as experiências complicadas do atendimento telefônico automatizado; pré-aprovar determinadas ofertas para os clientes, reduzindo o tempo de espera; e, finalmente, proporcionar aos funcionários uma visão única do cliente, para que eles possam representar o banco de uma maneira mais completa.

2. Construa uma camada de envolvimento

Quase toda tecnologia principal dos serviços bancários é projetada para um mundo centrado no produto, que celebra o pensamento do “construa e eles virão”. Só que isso é passado. Os bancos precisam construir uma “camada de envolvimento” que proporcione uma visão unificada do cliente para os sistemas e os funcionários do banco. E ela precisa estar na nuvem, com prioridade para Interfaces de Programação de Aplicativos (do inglês API) e dispositivos móveis, e ser muito flexível. Caso contrário, será apenas mais um sistema ou ferramenta em que funcionários e clientes precisam se logar de má vontade.

3. Entregue serviços bancários de alta precisão

Envolva cada cliente por meio de tudo que você sabe dele em tempo real ou quase em tempo real. Entregue mensagens pessoais e contextuais, avisos, ofertas e conselhos por meio do dispositivo mais adequado, no momento mais relevante. Em grande escala. Os bancos fazem isso agregando informações de várias fontes e conectando tudo a jornadas cuidadosamente projetadas e a um motor de decisão em tempo real.

4. Seja ágil

O ritmo dos negócios está acelerando. Os bancos precisam ter condições de reunir feedback dos clientes e reagir a isso mais rapidamente que a concorrência. Os aplicativos são fundamentais para reforçar a capacidade de resposta, mas se quiserem ser eficazes não podem passar pelos tradicionalmente longos ciclos de vida de desenvolvimento. Um estudo recente da CSC e da Finextra com 74 instituições financeiras mostra que 45% delas levam mais de seis meses para construir um aplicativo móvel. Pior ainda, em quase um quarto delas (22%), esse processo leva mais de um ano. Uma abordagem inteligente e que pode melhorar o tempo de resposta, é a construção de aplicativos por analistas de negócios com uma proximidade maior do cliente.

5. Faça parcerias

Empresas de tecnologia têm agido como fornecedores para o setor, vendendo produtos pontuais, seja de serviços bancários fundamentais ou de software para call center. Os melhores bancos trazem mais para perto os seus fornecedores de tecnologia, tornando-os parte da equipe. Essa proximidade beneficia ambos os lados, permitindo uma fertilização cruzada de conhecimentos, ideias e necessidades. Neste novo mundo, os bancos falham quando tentam andar sozinhos.

6. Seja um banco único

O cliente vê apenas um banco e não tem paciência para os silos operacionais e de processo. Por exemplo, quando um cliente realiza um depósito de alto valor, não receber automaticamente ofertas de poupanças isentas de impostos é uma oportunidade perdida. Os benefícios são claros: um cliente que utiliza quatro produtos financeiros gera 730% mais receitas, em média, do que o cliente com apenas um único produto.

Apesar da pressão dos bancos não tradicionais, de agências reguladoras e dos próprios clientes, nem tudo é desgraça para os bancos de varejo em 2016. Os bancos conhecedores de tecnologia já estão começando a se mover em direção aos serviços bancários de alta precisão. Com isso, eles não só ganharão clientes, mas também terão prioridade na escolha dos talentos bancários descontentes que existem hoje no mercado. E quem mais ganha com essa revolução é o cliente.

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ICI desenvolve novo portal de Atendimento ao Cidadão para Curitiba

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Com layout repaginado e funcionalidades que facilitam o relacionamento com a população curitibana, está no ar o novo portal de Atendimento ao Cidadão. Desenvolvido pelo ICI para a Prefeitura de Curitiba, o portal reúne informações sobre os principais serviços prestados pela Central 156, além de ferramenta de atendimento on-line (chat) e área para cadastro pessoal do cidadão. Com essa atualização, a previsão é de que aumente o número de acessos via internet, que hoje contabiliza média de 8 mil visitas por mês.

“A Central 156 é um instrumento consolidado na cidade de Curitiba. Esperamos que o portal de Atendimento ao Cidadão contribua efetivamente com esse serviço, facilitando ainda mais o fluxo de informações entre o cidadão e a prefeitura”, diz o diretor-presidente do ICI, Luís Mário Luchetta.

Segundo o coordenador de Atendimento ao Cidadão do ICI, Ozires de Oliveira, o objetivo do projeto foi modernizar e ampliar o acesso da população à Central 156. Agora, todos os usuários poderão criar um perfil exclusivo e personalizado ao entrar no portal. “Na criação da conta, o cidadão informa todos os seus dados uma única vez, obtendo login e senha de acesso”, explica. “A partir daí, basta estar logado no sistema para acompanhar e solicitar as melhorias que deseja, sem precisar informar novamente seus dados, como acontecia no portal anterior.”

Outra forma de acesso é efetuando login via perfil do Facebook. “Da rede social, importaremos apenas informações básicas como nome e localização, para que a pessoa consiga conectar-se ao site e concluir o cadastro dentro de nosso sistema”, explica o gerente de Serviços, Luiz Fernando Lucas.

Uma novidade para compreensão do problema sinalizado pelo cidadão é a possibilidade de compartilhamento de fotos ao final de cada ocorrência aberta. “Essa ferramenta vai apoiar o trabalho do atendente da Central, que fará o primeiro atendimento, e também do responsável pelo pedido na Prefeitura de Curitiba, pois a foto demonstra a situação do local”, comenta o gerente. “A existência de foto não implica priorização da solicitação, as urgências já estão predefinidas em sistema e as demais situações são avaliadas caso a caso”, pondera.

Ainda, o portal de Atendimento ao Cidadão é responsivo, o que assegura boa navegação em qualquer dispositivo, com diferentes tamanhos de tela. Acesse pelo seguinte endereço: www.central156.org.br

Fonte: ICI

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Comércio eletrônico fatura R$ 3,6 bilhões no Estado de São Paulo no primeiro trimestre de 2016

O comércio eletrônico paulista registrou faturamento real (já descontada a inflação) de R$ 3,6 bilhões no primeiro trimestre de 2016, recuo de 7,4% na comparação com o mesmo período de 2015. Em 12 meses, o setor acumula queda de 2,7%. É o que aponta pesquisa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), realizada por meio de seu Conselho de Comércio Eletrônico, em parceria com a E-bit/Buscapé.

A Pesquisa Conjuntural do Comércio Eletrônico FecomercioSP/E-bit traça as comparações entre o faturamento mensal do e-commerce e das lojas físicas no Estado, segmentado em 16 regiões. Também são disponibilizados dados sobre os números de pedidos, tíquete médio e variações reais nas vendas do setor.

A participação do e-commerce nas vendas do varejo paulista também caiu e passou de 3,6% nos primeiros três meses de 2015 para 3,3% no primeiro trimestre deste ano. Já o número de pedidos online no Estado atingiu 9,529 milhões no mesmo período, ante os 10,267 milhões registrados em janeiro, fevereiro e março do ano passado.

Segundo a assessoria econômica da Federação, a retração no faturamento do comércio eletrônico pode ser explicada, dentre outros fatores, pelo fato de muitas das atividades que mais estão sofrendo com a crise, como vestuário e calçados e eletrodomésticos e eletrônicos, serem exatamente as com maior participação no varejo online.

Por outro lado, o tíquete médio (faturamento por pedido) ficou praticamente estável na comparação com o primeiro trimestre de 2015 e apresentou os mesmos R$ 378. Nos três meses iniciais de 2014, porém, o valor era 9,1% menor (R$ 344).

Para a FecomercioSP, uma das razões para o aumento no valor médio de faturamento por pedido em dois anos é o fato de as vendas do e-commerce terem se concentrado em itens de maior valor. Além disso, a crise econômica pode ter freado a migração das camadas de menor renda para esse canal de compras. E, com a maior participação das faixas de maior renda, o valor do tíquete médio mantém-se elevado.

Capital

O comércio eletrônico na cidade de São Paulo fechou o primeiro trimestre de 2016 com faturamento real de R$ 1,3 bilhão, queda de 5,8% se comparado com o mesmo período do ano passado.

Em relação ao número de pedidos na capital, foram registrados mais de 3,8 milhões, com gasto médio de R$ 340, ante R$ 353 no primeiro trimestre de 2015.

De acordo com a Federação, embora a Capital tenha sido a região que mais se destacou com maior volume de pedidos, o tíquete médio foi o menor dentre as 16 regiões. A participação do e-commerce nas vendas do varejo, por sua vez, atingiu 4,2%, a segunda maior entre todas as regiões, ficando atrás apenas da registrada no ABCD (4,5%).

Nota metodológica

A Pesquisa Conjuntural do Comércio Eletrônico FecomercioSP/E-bit (PCCE) para o Estado de São Paulo é realizada com dados fornecidos pela E-bit/Buscapé e permite análise sobre a participação do comércio eletrônico no varejo paulista. As informações são segmentadas pelas 16 regiões definidas pelas Delegacias Regionais Tributárias que englobam todos os 648 municípios paulista, abrangem todas as atividades varejistas constantes do código CNAE 2.0.

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SAS apresentará soluções inovadoras e participa de painel de Analytics no CIAB Febraban 2016

O SAS, líder de mercado em Analytics, participará do CIAB Febraban 2016 – o maior evento de tecnologia para o mercado financeiro da América Latina, que ocorrerá entre os dias 21 e 23 de junho, no Transamérica Expo Center, em São Paulo (SP).

Na ocasião, o SAS participará do painel ‘A Era do Analytics’, na terça (21), às 14h30, no auditório G3. O gerente de Negócios de Data Management do SAS América Latina, Rodrigo Africani, abordará o tema ‘Governança de dados na era do Big Data’, mostrando como gerir o maior ativo das empresas com qualidade e novas possibilidade de exploração de dados em Hadoop.

O SAS também apresentará lançamentos inovadores para o setor financeiro, com as soluções SAS CI360e SAS Viya, ambas desenvolvidas para aplicação em cloud e lançadas em maio deste ano durante o SAS Global Forum 2016. Além das novidades, o SAS também apresentará tecnologias para as áreas de Risco, Fraude e Data Management.

SAS CI360 integra canais tradicionais e digitais

O SAS® Customer Intelligence 360 é um hub de marketing digital, capaz de combinar dados gerados em todos os canais das empresas (omnichannel), interligando os pontos de contato tradicionais e digitais para a tomada de decisões mais assertivas. A tecnologia oferece uma visão 360º do comportamento de cada consumidor nos canais das empresas.

Inicialmente, a solução incluirá dois módulos centrais. O SAS 360 Discover entrega relatórios e insights baseados em dados comportamentais dos clientes em ambientes web e mobile. O SAS 360 Engagepermite aos usuários criar, orquestrar e otimizar as jornadas digitais do consumidor. Por ser desenvolvida para cloud, a solução poderá agregar novos módulos a qualquer momento, oferecidos como um Software-as-a-Service (SaaS).

De acordo com Fernanda Benhami, gerente de Customer Intelligence do SAS América Latina, o maior diferencial da solução está justamente em trabalhar com os canais tradicionais e digitais em uma única plataforma. “Um dos grandes desafios do setor financeiro está em unificar todos os canais de interação com os clientes e utilizar a inteligência analítica para oferecer soluções específicas, independente se for pelo balcão de atendimento, pelo caixa eletrônico, e-mail ou digital banking”, afirma ela.

Demonstrações do CI360 serão apresentadas no estande do SAS durante o evento, especificamente sobre os recursos de geo-fence, mostrando a interação inteligente com os clientes de acordo com a geolocalização de cada cliente, com ofertas personalizadas de produtos e serviços.

SAS lança arquitetura em cloud Viya

O SAS® Viya™é uma arquitetura em cloud de alta performance para análise e visualização de dados. A tecnologia foi desenvolvida para atender a todas as necessidades de analytics e oferece aos usuários e cientistas de dados uma suíte completa para vencer os desafios de Big Data, com uma plataforma unificada, aberta, simples e poderosa.

Todas as ofertas iniciais terão interfaces self-service, de fácil visualização, bem como interfaces de programação interativa. Elas ainda estão restritas para alguns clientes previamente selecionados, e serão disponibilizadas ao mercado no terceiro trimestre de 2016. A versão de 2016 incluirá: SAS Visual Investigator; SAS Visual Statistics; SAS Visual Analytics; SAS Visual Data Mining e Learning Machine.

IFRS-9 impõe desafios ao setor financeiro

Outro tema de destaque no evento será a nova regulamentação IFRS-9, ou International Financial Reporting Standards 9, que entrará em vigor apenas em 2018, mas já impulsiona mudanças no setor financeiro. “A nova regulamentação modifica o modo como a perda de crédito é reconhecida. Atualmente, as imparidades são baseadas em perdas incorridas, modelo que será substituído por expectativas futuras, ou Perdas Esperadas de Crédito (ECL)”, afirma Renato Fiorini, gerente de Risco do SAS América Latina.

Com a mudança, os bancos precisarão aumentar significativamente o número e a frequência dos cálculos de imparidade a serem realizados, assim como a quantidade de informações que devem ser recolhidos com essa finalidade. No intuito de auxiliar o mercado na transição, o SAS desenvolveu um White Paper com informações úteis, recomendações e as melhores abordagens tecnológicas para fazer a adequação operacional, minimizando os esforços empregados. O documento Achieving Optimal IFRS-9 Compliancepode ser acessado para download gratuito pelo link: http://www.sas.com/en_us/whitepapers/optimal-ifrs9-compliance-107752.html.

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E-bit anuncia Pedro Guasti como novo CEO

Com mais de 15 anos de experiência no mercado de e-commerce, o executivo, co-fundador da empresa, retorna para modernizar e ampliar negócio

A E-bit, empresa especializada em informações de comércio eletrônico, acaba de anunciar o retorno de Pedro Guasti como CEO da empresa. O executivo, que é um dos fundadores da marca e esteve à frente da operação por 10 anos, tem agora o desafio de modernizar e ampliar o negócio, por meio do desenvolvimento de novos produtos e de tecnologia.

“É uma alegria muito grande estar novamente à frente da operação da E-bit. Estamos entrando numa nova fase e temos o objetivo de crescer, inclusive internacionalmente. Para isso, é preciso compreender as necessidades do mercado, que são bem diferentes do que eram há cinco, dez anos. O setor agora está mais maduro, temos o mobile se consolidando e um consumidor cada vez mais conectado. Nossa atuação irá ao encontro dessas necessidades”, explica Guasti.

Nesta nova fase, a E-bit desenvolverá novos produtos que colaborem para entender o comportamento do consumidor omnichannel, além de ampliar sua atuação para novos mercados. A empresa também vai investir em novas tecnologias de captura de informações em dispositivos móveis, que ganham cada vez mais relevância na formação da decisão de compra dos consumidores e share nas compras online.

O atual diretor executivo, André Ricardo Dias, segue na função e será responsável pela operação das áreas de TI, Operações, Marketing e Inteligência de Mercado.

Pedro Guasti acumula mais de 15 anos de experiência no mercado brasileiro de comércio eletrônico. Já foi Vice-Presidente de Relações Institucionais do Buscapé Company e atualmente é Presidente do Conselho de E-commerce da FecomercioSP.

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App e ensino: O novo caminho da educação

Dados divulgados pelo IBGE este ano mostram que o telefone celular se tornou o principal meio de acesso à internet nos domicílios brasileiros. De acordo com a pesquisa, já em 2014, 80,4% dos lares se conectavam a web pelo celular. Esses números refletem o desenvolvimento da internet móvel e a maior facilidade em adquirir smartphones. Diante deste cenário, muitos dos serviços que antes eram pensados para estarem disponíveis no computador agora são preparados em formato de aplicativo para o celular.

Basta ter um smartphone em mãos que é possível pedir um táxi, contratar um serviço delivery de comida, pagar contas bancárias, editar vídeos, ler notícias, entre tantas outras ações presentes no nosso dia a dia. Atualmente, a escola também se apropriou desse método e usa a seu favor o relacionamento cada vez mais estreito dos alunos com o aparelho móvel para motivá-los no estudo. Um exemplo disso é o SAS App – aplicativo do Sistema Ari de Sá de Ensino (SAS), que, em menos de um ano, já acumula cerca de 70 mil downloads.

Só no último fim de semana, foram cerca de 3 mil novos downloads em razão da 1ª Avaliação Acadêmica Sistemática – avaliação que mede o grau de aprendizado dos alunos – aplicada a todas as escolas parceiras do Sistema. A quantidade de usuários que baixaram o app fez com que o SAS App ocupasse o 2º lugar entre os aplicativos mais procurados na Apple Store, durante 24 horas.

O sucesso de downloads do aplicativo está diretamente ligado ao conteúdo oferecido pela plataforma. Nela, os alunos podem conferir os resultados e relatórios das avaliações assim que finalizam as provas e simulados aplicados pelo SAS, além de revisar conteúdos dados em sala de aula por meio de conteúdos digitais, videoaulas – são mais de 1.500 disponibilizadas pela SASTV – entre outros recursos disponíveis no aplicativo.

“Essas ferramentas foram desenvolvidas para potencializar o conhecimento adquirido na escola. Até para o Ensino Infantil nossos livros interagem com aplicativos, tornando a experiência da leitura com a criança mais dinâmica. E isso nós cultivamos até o Ensino Médio com ferramentas que buscam aprimorar o aprendizado, seja identificando as dificuldades dos alunos de maneira personalizada, como faz a Plataforma Adaptativa, ou propondo um planejamento de estudo de acordo com as habilidades e lacunas de cada aluno, como acontece na ferramenta Plano de Estudos que integra o SAS App”, explica Ademar Celedônio, diretor de ensino e tecnologia educacional do Sistema Ari de Sá.

O caminho para o desenvolvimento está no bom uso das tecnologias. E, com a educação, não é diferente. Aprender a aliar tecnologia e ensino de maneira responsável é o principal desafio nos dias de hoje. O acesso à informação cresce, contudo, a quantidade de dados incorretos também aumenta. Sendo assim, o papel da escola, que antes era apenas transmitir conteúdo, passa a ser o de ensinar e orientar, visando discernir as informações disponíveis na rede. “Os professores não precisam ter medo de serem substituídos pela tecnologia. Eles precisam se preparar para que a tecnologia seja mais uma ferramenta que os ajudará a formar o conhecimento de cada aluno”, conclui Ademar.

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Construction Summit 2016: Palestrante fala da importância da tecnologia e dos dados para solucionar os problemas urbanísticos

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No ritmo em que ocorre a urbanização atual, tomadas de decisões inteligentes e assertivas são necessárias para transformar as cidades. Teorias servem apenas de base, mas são os dados e as informações que moverão o futuro. O conceito de Cidades Inteligentes tem como pilar o aproveitamento das tecnologias para ajudar a solucionar os problemas dos grandes centros urbanos.

Esse conceito foi abordado pelo colaborador em Inovação de Dados e Ferramentas do WRI Ross Centro para Cidades Sustentáveis, Diego Canales, no seminário Cidades em Movimento, durante o Construction Summit 2016, organizado pelo WRI Brasil Cidades Sustentáveis e pela Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração (Sobratema). O evento foi aberto nesta quarta-feira e que prosseguirá até a quinta, em São Paulo.

Em sua palestra Cidades inteligentes – a tecnologia a serviço dos cidadãos, Canales comentou que, entre as principais barreiras no processo de construção de cidades inteligentes, está o desconhecimento de três pontos essenciais: formatos e protocolos abertos e padronizados, dados abertos e interfaces abertas e documentadas e componentes modulares (software). “Esses princípios ajudam a evitar que as soluções e tecnologias escolhidas não representem um atraso no futuro próximo, em cinco ou dez anos (ou a duração de um contrato), sendo que a tecnologia é algo que evolui muito rápido”, explicou.

Outra barreira, segundo Canales, é saber como colocar dentro de uma agência de governo pessoas que tenham essas capacidades técnicas, qual o tempo para inovar e como escolher as melhores tecnologias.

Dados abertos

Sobre os dados abertos, Canales avaliou que eles incentivam a prestação de contas, estimulam a colaboração institucional, ajudando a quebrar barreiras dentro dos governos municipais, e incitam empreendedorismo e inovação, juntamente com a criação de novos modelos de negócios e serviços. “Pode não parecer de primeira instância, mas uma política de dados abertos à comunidade consegue fazer uma cidade mais inteligente”, ressaltou.

O município de São Paulo é um exemplo, quando a partir de 2013, entraram no mercado aplicativos como Moovit, Citymapper e outros aplicativos locais, como Trafi e Cadê o Ônibus. “Mas esses foram produtos que surgiram depois que São Paulo abriu seus dado para que desenvolvedores os pudessem utilizar, tanto os dados estáticos como os dinâmicos”, avalia Canales. No período de 2009 a 2013, a única forma de informações sobre o transporte público era através do Google (melhores rotas e itinerários) e das informações em tempo real do ônibus (através do portal Olho Vivo).

De acordo com Canales, o preceito de dados abertos não só recai na utilização dos dados, mas ainda na reutilização. “Isso significa que a população está contribuindo na melhora desses dados, seja através da curadoria, do processamento ou da melhora de sua acessibilidade. Essa ação cria e incentiva uma participação ativa e mantida pela população. Em outras palavras, cria um hábito de participação cidadã, mas também uma mudança de cultura interna no setor público e de prestação de contas”.

Palestra no Construction Summit 2016 destaca as vantagens dos sistemas construtivos industrializados

Os diversos sistemas construtivos industrializados utilizados pela construção civil brasileira alcançaram um elevado grau de maturidade e conseguem uma convivência harmônica nas questões técnicas e institucionais. “Ao contrário do passado, quando se vivia uma clima semelhante a uma guerra, hoje todos os sistemas industrializados entendem que a tendência é de soluções mistas envolvendo drywall, estrutura metálica, pré-fabricado de concreto e madeira. É claro que em aspectos comerciais, cada um trilha seu caminho, disputando mercado”, afirmou Walter Cover, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) no encerramento do painel sobre Sistemas Construtivos Industrializados, realizado durante o Construction Summit 2016, aberto nesta quarta-feira e que prosseguirá até a quinta, em São Paulo.

Ao abrir o evento, Cover recordou as principais vantagens dos sistemas construtivos industrializados, que são, basicamente: redução do tempo de execução das obras, manutenção da qualidade final da construção, redução e previsibilidade dos custos, menor geração de resíduo e redução de consumo de energia. “Já a principal barreira que impede o maior uso dos sistemas industrializados no Brasil hoje é a falta de isonomia tributária com os sistemas convencionais”, apontou Cover.

Além dessa barreira, um dos palestrantes do painel, Luiz Antonio Martins Filho, gerente executivo da Associação Brasileira do Drywall salientou outras dificuldades para a disseminação do uso de sistemas construtivos industrializados. “Temos questões culturais, dificuldades com a falta de infraestrutura adequada de transporte e logística, e também obstáculos legais, pois os modelos de contratação de obra pública ainda são concebidos visando características dos sistemas convencionais”, ponderou.

Apesar dessas dificuldades apontadas pelos participantes do painel, os vários sistemas industrializados têm conseguido importantes avanços. “No caso do Steel Frame, por exemplo, podemos dizer que ele está bastante disseminado no Brasil e com grande potencial de crescimento, pois ainda representam apenas 15% do total das obras de múltiplos pavimentos, enquanto em países como Estados Unidos já representa 50%, e no Japão chega a quase 70%”, afirmou Eneida Jardim, integrante da Comissão Executiva do Centro Brasileiro da Construção em Aço (CBCA).

A tendência do uso misto de vários sistemas construtivos numa mesma obra, destacada pelos participantes do encontro, foi apontada também por Rosane Bevilaqua, representante da Associação Brasileira da Construção Metálica. “No caso, por exemplo do uso misto de concreto com estruturas metálicas representa uma série de vantagens, como, por exemplo, a dispensa do uso de fôrmas para pilares, o aumento da precisão dimensional das construções, a redução do peso e do volume das estruturas e uma diminuição que varia de 20% a 40% no uso de aço estrutural”, comentou a palestrante.

Outro participante do evento, o engenheiro Carlos Franco, representante da Associação Brasileira da Construção Industrializada de Concreto (Abcic), destacou as vantagens do uso de sistemas pré-fabricados de concreto. “Além da eficiência estrutural, o pré-fabricado possibilita flexibilidade arquitetônica, maior velocidade construtiva, uso racional de recursos, menor impacto ambiental em função da redução da geração de resíduos, além de resistência maior a propagação de fogo”, resumiu.

Franco também apresentou uma série de obras ligadas à infraestrutura e mobilidade urbana, nas quais o pré-fabricado foi utilizado com um diferencial de competitividade e de atendimento de prazos. “Em boa parte delas, o pré-fabricado foi utilizado de maneira harmoniosa com outros sistemas”, finalizou Franco.

O painel foi encerrado por José Márcio Fernandes, diretor da Tecverde Engenharia, empresa que desenvolve tecnologias inovadoras e sustentáveis ligada ao sistema Woodframe. “A grande vantagem do uso de madeira é a expressiva redução na necessidade de mão de obra no canteiro de obra. Enquanto uma construção convencional demanda 80 hora/homem por m2 de obra, o nosso sistema não passa da 7 hora/homem por m2. E temos testes dos materiais que nos permite assegurar que a casa construída com nosso sistema tem uma vida útil de 50 anos”, assegurou Fernandes.

Construction Summit 2016

Data: 15 e 16 de junho
Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center – Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Água Funda – São Paulo/SP
Informações: www.constructionsummit.com.br

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Corporate Innovation Day vai debater inovação e startups com executivos de grandes empresas

No ritmo atual de inovação, 75% das empresas que compõem o índice S&P 500 serão substituídas até 2027 e a ameaça a estas corporações não vêm de um concorrente gigante, mas sim das startups que estão surgindo hoje.

Para disseminar a cultura de inovação corporativa no Brasil, a Techstars, com apoio da Grant Thornton e Baptista Luz Advogados, está promovendo no dia 7 de Julho, o Corporate Innovation Day, um encontro exclusivo para executivos de grandes empresas, desenhado para ajudar na identificação de tendências e oportunidades no ecossistema de startups, além de entender como se relacionar para acelerar a inovação interna nas corporações.

A disrupção causada pelo ritmo atual de inovação das startups deixa claro a necessidade das grandes empresas buscarem maneiras de inovar mais rapidamente. Porém é difícil criar e escalar uma cultura empreendedora em corporações para influenciar a inovação interna. Para que as corporações passem a inovar mais rapidamente é preciso que elas:

– Desenvolvam internamente uma forte cultura empreendedora entre seus colaboradores;

– Encontrem maneiras de se envolver melhor nos ecossistemas de startups nos mercados em que operam

– Entendam as melhores práticas e como outras organizações estão avançando a inovação interna e trabalhando com startups.

Para comandar o evento estão escalados David Brown que é cofundador e Managing Partner da Techstars, Cody Simms, diretor executivo da Techstars, que foi responsável pelo programa de aceleração da Disney, além de Gustavo Alvarez, diretor de novos negócios para América Latina, e Tony Celestino, diretor de programas de startups da Techstars no Brasil.

O evento ocorre no dia 7 de julho no recém-inaugurado Campus São Paulo, um espaço do Google dedicado a fomentar o empreendedorismo. Saiba mais sobre o evento em www.corpinnovationday.com

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Curriculum lança TalenTI, portal exclusivo para profissionais e empresas da área de TI

Com o novo portal, empresas e profissionais da área de TI poderão ir muito além da busca de candidatos e vagas de emprego na área, interagindo de maneira mais pessoal e relevante na web.

O portal TalenTI, criado pela equipe do site Curriculum.com.br, traz ao universo dos profissionais de Tecnologia da Informação um espaço para as empresas buscarem profissionais talentosos e também para os candidatos buscarem as oportunidades que desejam na área. Além disso, o portal oferece conteúdo sobre mercado, carreira, eventos, cursos, além de matérias sobre os temas mais atuais do segmento, desde tecnologia mobile e gadgets até cloud computing e vários outros assuntos de interesse para profissionais de TI.

As informações contidas no portal são oferecidas pelos melhores especialistas do segmento, o que faz do TalenTI, muito mais do que um portal para busca de emprego, o ponto de encontro na internet dos profissionais de TI.

Sendo uma derivação dos negócios da Curriculum voltada ao segmento de TI, o TalenTI já nasce grande, com mais de meio milhão de candidatos e mais de 3 mil vagas do segmento.

A Curriculum, com mais de 17 anos de experiência no desenvolvimento de soluções online para recrutamento e seleção e também soluções para recolocação profissional, mais uma vez sai na frente, inovando na segmentação e criando um portal para que profissionais possam se candidatar em local único e acessarem as últimas novidades sobre um dos segmentos mais badalados do mercado de trabalho.

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25ª ABF Franchising Expo traz opções de negócios para enfrentar o atual momento econômico

rincipal vitrine do mercado de franquias nacional, a ABF Franchising Expo chega a 25ª edição, trazendo oportunidades de negócios, tanto para empreendedores maduros, como para profissionais que buscam alternativas de ocupação e renda frente ao atual cenário econômico. Realizada pela ABF – Associação Brasileira de Franchising, com organização da Informa Exhibitions, a feira será realizada de 15 a 18 de junho, no Expo Center Norte, em São Paulo. A partir deste ano, a feira compõe a programação da ABF Franchising Week, uma semana inteira de imersão no universo das franquias, formada a partir da união de uma série de simpósios e eventos de capacitação da ABF. A ABF Franchising Expo tr ará mais de 400 marcas expositoras do Brasil, Estados Unidos e Japão e espera atrair um público superior a 60 mil visitantes.

De acordo com a presidente da ABF, Cristina Franco, “ao oferecer um negócio, estrutura e produto pré-formatados e testados, o franchising se consolidou como uma alternativa mais segura e rápida de empreender. Mesmo no atual momento econômico, nosso modelo continua a atrair grandes empresas, interessadas em expandir seus negócios pelo franchising, e empreendedores maduros, que buscam melhores condições comerciais e custos mais baixos. De outro lado, recepcionamos também profissionais que, demitidos ou com poucas expectativas em seus mercados de trabalho, escolhem o franchising para abrir seu primeiro negócio, ou seja, os empreendedores por necessidade. Na ABF Franchising Expo, temos a oportunidade de reunir esses potenciais candidatos e redes de franquias”.

Com mais de 50 novos expositores, a ABF Expo trará franquias com investimento inicial a partir de R$ 10 mil até mais de R$ 1 milhão, de segmentos variados como Alimentação, Educação, Calçados e Acessórios, Casa e Construção, Saúde, Beleza e Lazer, Vestuário, Lavanderia, Limpeza e Conservação, Conveniência e os mais variados Serviços. “Tradicionalmente, é na feira que as redes apresentam novos formatos, condições comerciais mais atrativas e novos produtos e serviços, dentre outras inovações. Em um cenário desafiador, acreditamos que o mercado irá intensificar ainda mais este movimento, a fim de manter sua atratividade e resultado. Versões mais compactas, novos nichos e movimentos de internacionalização estão dentre as novidades que aguardamos”, afirma Juarez Leão, diretor de treinamentos e eventos da ABF.

De outro lado, o mercado de franchising, embora impactado pela retração da economia, continua a dar sinais de resiliência. De acordo com a mais recente Pesquisa Trimestral de Desempenho do Franchising divulgada pela ABF, o setor teve um crescimento nominal de 7,6% no primeiro trimestre de 2016. O volume de unidades cresceu 2,9% e 108 novas marcas ingressaram no sistema. Para Cristina Franco, “o franchising brasileiro demonstra ser um forte. Diante de um cenário econômico complexo, o setor mostra estar amadurecido, estruturado e ser capaz de adaptar-se e reagir rapidamente, baseado no trabalho em rede, em processos de gestão cada vez mais consistentes, treinamento e capacitação, entre outros fatores. Estamos fazendo nossa lição de casa e acreditamos que no momento em que o País retomar o caminho do desenvolvimento, o franchising estará ainda mais fortalecido”, afi rma.

Para preparar o público visitante, além dos games gratuitos Franquias Brasil (que oferece a experiência de gerir uma franquia no dia a dia) e Quero uma Franquia (que reúne em mais de 100 perguntas e respostas conceitos básicos do setor, e ajuda a escolher a rede desejada), a ABF trará dois cursos também gratuitos: o “Etapas Essenciais para Escolher uma Franquia” e o “Entendendo Franchising”. No primeiro, o participante, em duas horas, receberá um verdadeiro guia para “navegar” na feira e buscar informações das redes de interesse. Já o segundo curso tem duração de 8 horas e apresenta em detalhes os principais conceitos do sistema, abordando também aspectos operacionais e jurídicos de como se administrar uma unidade franqueada.

O público demonstra estar mais atento e organizando-se com antecedência para visitar a feira. Segundo levantamento da Informa, até o início de maio 40% mais pessoas haviam se credenciado no site www.abfexpo.com.br, na comparação com o mesmo período do ano passado.

De acordo com Marco Basso, CEO do Informa Group na América Latina, “a ABF Franchising Expo é uma referência mundial em termos de estrutura e organização. Além de permanecer sendo um celeiro de negócios para franqueadores e potenciais franqueados. Fundamental para o mercado, o crescente interesse do público visitante retrata a dimensão e a importância desse evento”.

Para franqueadores e demais profissionais do mercado de franquias haverá, de 13 a 18/06, também no Expo Center Norte, a ABF Franchising Week, com cinco simpósios e um congresso, além da feira. Serão tratados temas como estratégias de expansão de redes de franquias, os mercados de food service, moda, cosméticos, o empoderamento da mulher no franchising, o chamado ‘franchising emergente’, além de aspectos gerenciais e jurídicos do franchising. Para obter mais informações e inscrever-se, acesse www.abffranchisingweek.com.br.

Para agilizar a entrada no centro de exposições e otimizar a visita, a orientação dos organizadores é que o visitante da feira credencie-se antecipadamente. Além de ganhar tempo, ele garante um desconto especial na compra dos ingressos (válidos para os quatro dias de exposição) e mais comodidade para aproveitar ao máximo o evento.

25ª ABF Franchising Expo

Local: Expo Center Norte – Pavilhões Branco e Azul
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo – SP
Horário de Funcionamento: de 15 a 18 de junho – 3ª a 6ª-feira, das 13h às 21h (sábado, das 11h30 às 18h30)
Preço do Ingresso Antecipado: R$ 60,00 – válido para todos os dias
Preço do Ingresso durante a realização do evento (online e na bilheteria local): R$ 70,00 – válido para todos os dias.

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Levantamento do Simplic aponta que 4 em cada 10 solicitações de empréstimos online são originadas de smartphones

Análise de 2,7 milhões de solicitações de crédito realizadas na plataforma mostrou que desktops lideram o ranking dos pedidos, mas dispositivos móveis já ocupam espaço importante neste mercado

Inicialmente considerado uma ferramenta de entretenimento, o smartphone consolidou o seu papel como personagem importante na obtenção de crédito no Brasil. Segundo levantamento da plataforma Simplic, 43% das mais de 2,7 milhões de solicitações de empréstimo realizadas entre junho de 2014 e fevereiro de 2016 foram originadas de dispositivos móveis, com celulares representando 40% do total (aproximadamente 1,1 mi de pedidos) e tablets outros 3% (81 mil). Os desktops seguem na liderança, sendo usado em 57% dos pedidos, equivalente a 1,5 milhões de solicitações.

De acordo com o Diretor Executivo do Simplic, Rafael Pereira, os números da pesquisa refletem o crescimento da conexão móvel no Brasil, uma vez que o número de pessoas com internet no celular tem crescido a uma velocidade superior ao de novas conexões de banda larga em residências. “Além disso, estamos em um momento de mudança do perfil de comportamento do usuário de smartphones brasileiro, que está cada vez mais engajado e familiarizado com o meio digital”, explica.

A pesquisa aponta que 62% dos solicitantes de crédito no Brasil têm idade entre 24 e 44 anos, seguido dos jovens de 18 a 24 anos, que somaram 20%. Dentre os 2,7 milhões de pessoas que formalizaram pedidos de empréstimo, 35% tinham carteira assinada, 20% eram autônomos, 8% atuam no funcionalismo público e 5% são aposentados.

Geograficamente, a região Sudeste liderou o número de solicitações, sendo São Paulo responsável por 34% do total de pedidos, seguido de Rio de Janeiro (14%) e Minas Gerais (9%). Paraná e Bahia, empatados com 5%, complementam a lista dos cinco estados com maior número de pedidos de empréstimo online na plataforma Simplic.

“Atualmente, analisamos mais de 5 mil solicitações de crédito por dia e o perfil do usuário ainda é majoritariamente centralizado na região sudeste. No entanto, não tenho dúvidas de que a crescente popularização dos dispositivos móveis deverá amplificar nacionalmente o mercado de crédito online”, afirma Pereira.

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Booking.com revela as principais causas de angústia nas viagens de negócios

Um em cada quatro viajantes de negócios passam por estresse nas viagens

Embora existam muitas vantagens e oportunidades nas viagens a trabalho, pesquisa global divulgada hoje pela Booking.com revela que os viajantes de negócios também navegam por uma gama de cenários que os deixam preocupados e ansiosos, antes mesmo de começar as reuniões importantes e o trabalho de fato.

A pesquisa conduzida pela Booking.com, líder global em conectar viajantes de negócios à mais ampla escolha de acomodações, analizou mais de 4.500 viajantes de negócios em oito países. Embora um terço geralmente ache positivo viajar internacionalmente a negócios (38%), os resultados revelam que os maiores fatores de estresse para eles vêm da logística da viagem, com nove em cada 10 (93%) se sentindo estressado em algum momento da jornada. Atividades como planejamento pré-viagem, reserva de hospedagem, decisão sobre transporte e gestão de despesas combinadas com a falta de tempo para dormir deixam os viajantes de negócios cansados e tensos.

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Aborrecimentos no aeroporto

Embora muitos dos turistas se sintam animados com a perspectiva de passar tempo em um aeroporto e ir às lojas duty-free, os aeroportos são a maior causa de preocupação para aqueles que viajam internacionalmente a trabalho. Os atrasos e cancelamentos estão no topo da lista, com a metade (47%) dos viajantes de negócios reclamando sobre isso. Como seria de esperar, jet lag (35%) e as filas de segurança dos aeroportos (34%) também são detestados por esse tipo de viajante. Embora este seja um sentimento compartilhado mundialmente, os alemães são os que menos gostam das filas de segurança (42%), enquanto os chineses são mais compreensivos, com apenas um em cada cinco (20%) classificando tais filas como uma de suas coisas menos favoritas durante viagens de negócios internacionais.

Problemas no destino

A pesquisa mostra que as preocupações não terminam no aeroporto, com um em cada quatro (26%) se sentindo ansioso sobre barreiras linguísticas chegando no seu destino, um em cada cinco sentindo desconfortável sobre estar em ambientes desconhecidos (20%) e 17% preocupados com normas e diferenças culturais. Os viajantes japoneses são os mais preocupados com as barreiras linguísticas, com quase metade (45%) dizendo que este é um fator estressante. Enquanto os viajantes de negócios chineses são mais tolerantes quanto às filas do aeroporto, eles estão mais preocupados do que outros países sobre as normas e as diferenças culturais no país que estão visitando (37%).

Viajando sozinho

Embora as viagens de negócios possam ser emocionantes e cheias de oportunidades, às vezes elas podem ser solitárias, com muitos dos entrevistados dizendo que sentem falta da família, amigos e da vida doméstica no geral (34%). Na verdade, mais de um terço dos viajantes de negócios norte-americanos dizem que um dos principais pontos negativos das viagens de negócios internacionais é estar longe de seus familiares, amigos ou parceiros (38%).

Um em cada 10 viajantes (12%) de negócios passa menos de cinco horas sozinho em sua acomodação durante cada dia da viagem a trabalho. Em média, os viajantes de negócios passam 8,9 horas por dia sozinhos (incluindo as horas dormindo), quando viajam internacionalmente, e é talvez por isso que, contrário à sabedoria popular, muitos deles estão abertos a compartilhar a acomodação com um colega. Um em cada três (33%) dizem que compartilhariam a acomodação com um colega se eles também fossem amigos. Os viajantes de negócios chineses são mais abertos a compartilhar o quarto com um colega, enquanto apenas 8% disseram que isso é totalmente inaceitável. Já os viajantes de negócios japoneses são os que mais discordam disso, com mais da metade (57%) dizendo que é totalmente inaceitável.

Ripsy Bandourian, Diretor de Desenvolvimento de Produtos da Booking.com para Empresas, comenta: “Embora as viagens de negócios tenham tantos pontos positivos, tais como a oportunidade de conhecer novas culturas, ampliar horizontes e conhecer os colegas pessoalmente, a logística pode ser uma pedra no caminho. Filas de aeroportos e atrasos, a hospedagem no seu destino não ter o conforto de casa e a falta de tempo pessoal podem gerar um estresse desnecessário. A Booking.com para Empresas, que permite o acesso a reservas de hospedagem e informações essenciais – tais como instalações para reuniões de negócios, Wi-Fi e café da manhã de primeira classe – pode ajudar a aliviar algumas dessas tensões e pressões, fazendo da viagem um momento memorável, positivamente, para os executivos.”

*Pesquisa comissionada pela Booking.com com 4.555 homens e mulheres entre 18 e 65 anos de idade, que viajaram internacionalmente a negócios quatro vezes ou mais no ano passado pelos EUA, Reino Unido, Alemanha, França, Espanha, Japão, China e Itália. A pesquisa foi realizada entre 29 de janeiro e 11 de fevereiro de 2016.

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Direct Talk realiza 24 horas de hackathon entre colaboradores

Entre os dias 14 e 17 de junho, a Direct Talk, líder em soluções para o atendimento ao consumidor no país, promove o Innovation Days, direcionado aos seus colaboradores para estimular a inovação interna e que terá transmissão online para o público em geral. O evento está em sua 6ª edição e acontece na sede da empresa.

Durante os quatro dias, serão realizadas palestras de diferentes temas: criatividade, empreendedorismo, marketing, vendas, mobilidade urbana e desenvolvimento de software.

Para os dias 14 e 15, estão programados debates e workshops com profissionais reconhecidos de diferentes áreas do mercado, entre eles o presidente da Abcomm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), Maurício Salvador; o sócio-fundador da Bravart, Álvaro Real; o consultor de desenvolvimento na ThoughtWorks, Bruno Tavares; o presidente da Dedalus, Maurício Fernandes; e o diretor de conteúdo da Gaia Produções, Giuliano Zanelato.

Os dois últimos dias do evento são reservados para o SedexDay, hackathon (maratona de programação) com 24 horas de duração. “Na última edição, dois protótipos criados foram posteriormente implementados: o produto DTTicket, que leva acessibilidade de comunicação para pessoas com deficiência visual; e um protótipo de um novo formato para extração de relatórios. Além disso, vários projetos serviram como laboratório para testes de novas tecnologias”, explica Alexandre Bernardoni, sócio-fundador da Direct Talk..

“A Direct Talk nasceu em 2000 com o propósito de mudar o mercado de atendimento ao cliente. Do chat ao sistema de autoatendimento, é muito representativo para nós sabermos o quanto já impactamos milhares de consumidores que se comunicam com as empresas por meio de site e lojas online. O objetivo do Innovation Days é justamente fomentar ainda mais a inovação no setor de atendimento, pois sabemos que há muito que aprimorar em termos de experiência ao cliente”, afirma Bernardoni.

As transmissões do Innovation Days poderão ser assistidas gratuitamente. O tema sugerido para os projetos neste ano será “Inovação para aproximar empresas e consumidores.”

Para obter mais informações sobre o evento e a grade de programação, acesse o site http://innovationdays.directtalk.com.br/.

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BIM nas rodovias: redução de custos – Por Marcus Granadeiro

Como avaliar o retorno do investimento ao mudar do processo tradicional para o baseado em BIM (Building Information Modeling) em um projeto rodoviário? Como justificar este caminho? Onde buscar os ganhos? Estas são questões que vem à tona para todos ao se defrontar com o dilema do BIM para infraestrutura.

A primeira dificuldade vem de onde buscar os ganhos. Como para criar o modelo BIM não é necessário cimento, ferro e nem maquinário de terraplenagem, normalmente o modelo BIM nasce dentro do escritório nas mesmas máquinas que detalham projetos, temos a tendência de associar o BIM à atividade de projeto, buscando o ROI (Return On Investment) exclusivamente nela.

Não há dúvida que, depois de trilhada a curva de aprendizagem e depois de definido o novo processo, a produtividade vai aumentar. Talvez o custo e prazo não venham a diminuir, pois haverá a tendência de agregar muito mais valor ao projeto, realizar mais simulações, fazer mais checagens, engenhar mais, entre outros. É certo que os primeiros projetos sairão mais caros, darão mais dor de cabeça. Desta forma, se os donos das empresas de projeto buscarem o retorno do investimento apenas na atividade de projeto sem saber valorar o seu diferencial ou o novo valor agregado, a chance de frustração será alta.

A busca da justificativa para o BIM exclusivamente na fase de projeto, a falta de visão dos benefícios nas demais etapas e a não compreensão das oportunidades são hoje os maiores obstáculos para a adoção do processo de BIM.

Qual é o valor adicional que o processo BIM agrega ao projeto, valor que pode justificar um aumento de custo e prazo do mesmo? Onde ele impacta nas demais fases da rodovia?

O primeiro grande ponto é a detecção de interferências. Nos edifícios é simples entender, porém nas estradas parece mais abstrato. No entanto, é este um dos principais pontos de estouro de orçamento durante a fase de obra. O departamento de estradas do Estado de Wisconsin, nos Estados Unidos, publicou um estudo indicando um potencial de redução de até 30% nos custos das estruturas auxiliares e 25% nos custos de drenagem. Este estudo foi realizado com base em uma estrada projetada da forma tradicional e já construída. Na construção foram registradas mudanças por conta de interferências não detectadas em projeto, foram quantificadas quantas destas interferências seriam possíveis de serem previstas através do processo BIM e, assim, terem seus custos evitados.

Outro ganho muito representativo está na esfera administrativa. O BIM permite a integração do tridimensional com o cronograma (4D) e com o fluxo financeiro (5D), assim o planejamento também pode ser validado e refinado antes do edital ser publicado.

Em todos os locais adotados tem o reporte de um processo licitatório mais fluido, pois o grau de incertezas é drasticamente reduzido. Este ponto poderia até ser visto de forma negativa há tempos, pois muita transparência não era boapara os negócios, mas, definitivamente, é o que nossa engenharia mais precisa no momento atual. No caso de um gestor, quanto que vale reduzir o risco do projeto com simulações ou conseguir tomar decisões com base em simulações ao longo do contrato? O BIM propicia isto.

Apenas os dois pontos colocados acima já seriam suficientes para responder as perguntas iniciais, porém ainda existem muitas outras possibilidades de ganhos, principalmente na fase de operação. O modelo BIM deve ser imaginado como um “cofre vazio”, no qual vai se depositando o conhecimento e a história do ativo. O projeto, as informações sobre a construção e a contínua informação sobre os dados operacionais formarão com o tempo um modelo BIM ideal para que se permita otimizar o ganho com a rodovia.

*Marcus Granadeiro é engenheiro civil formado pela Escola Politécnica da USP, presidente do Construtivo, empresa de tecnologia com DNA de engenharia, membro do ADN (Autodesk Development Network) e do RICS (Royal Institution of Chartered Surveyours).

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Primeiro aplicativo de meditações guiadas é desenvolvido e lançado no Brasil

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Antes mesmo de ser lançado oficialmente, o Zen (www.zenapp.com.br), primeiro aplicativo brasileiro de meditações guiadas, já faz sucesso com o público. Criado pela blogueira e YouTuber, Juliana Goes, o aplicativo foi disponibilizado para download há apenas algumas semanas e já conquistou o primeiro lugar na categoria Saúde & Fitness da Apple Store e do Google Play no Brasil. Além disso, o Zen também já entrou como destaque na Apple Store em todos os países na América Latina.

Feito para todas as pessoas que desejam levar uma vida mais equilibrada, o Zen oferece um conteúdo completo que vai desde reflexões, trilhas sonoras, vídeos para relaxamento e termômetro de emoções, até meditações guiadas que são feitas pela própria Juliana. Cada módulo serve a um propósito diferente, como para ter mais disposição, alívio do estresse ou mesmo para todas as horas, e possui duas meditações que duram aproximadamente 10 minutos cada.

“Eu medito há 5 anos, mas sei que muitas pessoas não sabem como começar, por isso, resolvi criar o Zen. A meditação é uma ferramenta extremamente completa e eficiente que ajuda a equilibrar as emoções, reduzir o estresse e a frequência cardíaca, além de melhorar a autoconfiança e trazer alegria, felicidade e paz interior”, declara Juliana Goes, blogueira e YouTuber que idealizou o app Zen.

Não é de hoje que a ciência vem descobrindo os benefícios da meditação. Há alguns anos a prática ganhou aval científico e, atualmente, existem várias pesquisas que comprovam sua eficácia. Um estudo realizado pelo Wake Forest Baptist Medical Center, na Carolina do Norte, observou que os níveis de ansiedade de todos os seus voluntários caíram 39% depois que eles aprenderam a meditar em apenas quatro aulas de 20 minutos cada.

“Todo mundo tem dentro de si respostas, capacidade e grandes possibilidades de conseguir o que quiser, mas é importante que as pessoas desenvolvam esse potencial e a meditação ajuda exatamente nisso. Por isso, criei o Zen. Espero que o aplicativo motive e inspire as pessoas para que elas trilhem o caminho de uma vida cada vez mais plena e feliz”, finaliza Juliana.

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Universidades brasileiras dominam ranking 2016 da América Latina

A Universidade de São Paulo (USP) manteve seu lugar como a melhor universidade da América Latina no ranking QS de regiões de 2016, sendo reconhecida também como a colaboradora internacional de maior sucesso da região. A também paulista Universidade Estadual de Campinas garantiu o segundo lugar novamente. Neste ano, o ranking da América Latina identificou as 300 melhores universidades da região, mais uma vez destacando a predominância brasileira.

O ranking 2016 aponta ainda que:

– Quatro universidades brasileiras estão dentre as 10 primeiras da região;

– Três outros países têm 2 universidades entre as 10: o Chile, Colômbia, e México;

– 76 universidades brasileiras encontram-se entre as 300 ranqueadas, mais do que qualquer outro país latino-americano

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O Ranking de Universidades QS América Latina utiliza uma metodologia própria. Esta metodologia única avalia as universidades de acordo com 8 critérios, pesando os desafios e oportunidades específicos que as universidades encontram em sua própria região para tornarem-se reconhecidas em escala regional e global.

Um destes desafios é a necessidade de estabelecer parcerias internacionais para garantir fundos de investimento e qualidade em pesquisa, além de atrair estudantes e professores de excelência internacional. Com este intuito, a QS introduziu um novo critério este ano: “a rede de pesquisas internacional”, que mede o número de parcerias em pesquisa que uma universidade tem.

Avaliadas sob este novo critério, as universidades brasileiras também apresentaram bom desempenho: cinco delas estão entre as 10 melhores da América Latina em parcerias de pesquisa internacional. São elas: a Universidade de São Paulo (1ª), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (4ª), a Unicamp (8ª), a Universidade Federal de Minas Gerais (9ª em tal critério e 14ª no geral) e Universidade Federal do Rio Grande do Sul (10ª pelo critério e 16ª no ranking geral). Os resultados concluem que as universidades brasileiras estão caminhando firmemente na direção de firmar programas de pesquisa de colaboração global, sendo das mais bem-sucedidas na região.

FONTE QS Quacquarelli Symonds

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