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Liga Ventures abre inscrições para segundo ciclo de aceleração do programa Liga AutoTech

Em parceria com Mercedes-Benz, Eaton, Sascar, Ticket Log, Repom e Webmotors, a plataforma de inovação aberta irá acelerar até 10 startups nessa nova fase. Interessados podem se inscrever até o dia 27 de agosto

A Liga Ventures – aceleradora especializada em gerar negócios entre startups e grandes corporações – acaba de abrir as inscrições para o 2° ciclo de aceleração da Liga AutoTech (https://liga.ventures/autotech), um programa de inovação aberta que irá prospectar, selecionar e acelerar startups em conjunto com grandes empresas dos setores de mobilidade, transporte, logística e da indústria automobilística.

Para essa nova rodada de aceleração, a vertical também contará com a parceria da Webmotors – uma das mais importantes marcas do segmento automotivo nacional, com amplo serviço de classificados para veículos novos e usados. Mercedes-Benz, Eaton, Sascar, Ticket Log e Repom, que já faziam parte da iniciativa, também participarão deste ciclo.

De acordo com Rogério Tamassia – diretor da Liga Ventures e um dos idealizadores do programa – o objetivo da Liga AutoTech é conectar grandes corporações a startups de tecnologia que estão transformando setores essenciais do país. “Verificar tendências, testar múltiplos mercados e modelos de negócio em conjunto com as startups é uma importante oportunidade para o desenvolvimento das empresas que poderão levar soluções inovadoras com mais agilidade para seus segmentos”, explica Tamassia.

Programa de Aceleração Liga AutoTech

Após as inscrições, serão selecionadas de 5 a 10 startups para este ciclo, em temas como gestão e serviços para frotas, varejo, pré e pós vendas, logística, big data e analytics, telemetria, rastreamento e pagamentos móveis.

Durante quatro meses, as startups selecionadas passarão por um programa de aceleração, no qual poderão explorar oportunidades de negócios com as grandes empresas participantes, mentorias com executivos do setor e com a rede de mentores da Liga Ventures, além de um amplo networking com potenciais parceirose investidores. Nenhuma contrapartida em participação societária ou propriedade intelectual é exigida das startups aceleradas.

Além do programa de aceleração, a plataforma promoverá eventos sobre inovação do setor, relacionamento com startups brasileiras e internacionais e a criação de um processo estruturado para gerar inteligência sobre o segmento.

Primeiro ciclo já traz bons resultados

A Trackage, startup focada em soluções de monitoramento para reduzir prejuízos como extravio, violação e perda de cargas e objetos para empresas é um dos destaques do primeiro ciclo da Liga AutoTech.

Em menos de 2 meses de programa, com respaldo e mentorias da Liga Ventures e corporações parceiras, a startup já está desenvolvendo um grande projeto em conjunto com uma das grandes empresas participantes. De acordo com Victor Hugo Moreira, CEO da startup, projetos-piloto estão em andamento com bons resultados e a expectativa é aumentar o escopo e o alcance até o final do ano. “Participar da Liga AutoTech nos deu a oportunidade de crescer como startup e como pessoas. Ter contato direto com grandes empresas aumentou nossa expertise e nos trouxe mais amadurecimento no negócio. A Liga AutoTech nos abriu portas”, afirma.

Liga AutoTech

As startups interessadas podem se inscrever até o dia 27 de agosto pelo site https://liga.ventures/autotech.

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Integração é requisito básico para inovar – Por Valdir Cardoso

Diante do atual cenário de inovações na indústria da mobilidade, os times de engenharia já não podem trabalhar em áreas de desenvolvimento desconectadas, cada qual fazendo a sua parte para entregar o seu melhor – como se nenhuma influenciasse a outra. Integrar diferentes disciplinas numa mesma plataforma de desenvolvimento é o grande desafio da engenharia para inovar e se manter competitiva.

A indústria chegou num estágio de desenvolvimento em que precisa atender simultaneamente diversos requisitos – muitas vezes conflitantes – que envolvem diferentes áreas como segurança, custo e durabilidade. Talvez o grande segredo da engenharia moderna seja formular o problema para conseguir colocar todas as necessidades do cliente em cima de equações que representam as diversas áreas da Física envolvidas.

Até então avaliada como item secundário, a conectividade se tornou um diferencial de mercado. Cada vez mais os motoristas valorizam as avançadas centrais multimídias, mas não desejam, por exemplo, perder a visibilidade na direção quando acessam os botões. Este é somente um exemplo prático que demonstra o quão importante é observar simultaneamente os diversos requisitos na hora do desenvolvimento.

Essa perfeita integração entre os diversos sistemas de um produto, que devem funcionar de maneira colaborativa, representará aos novos veículos a mesma revolução observada nos computadores com o advento da internet. Os carros já estão deixando de serem equipamentos mecânicos para se tornar computadores conectados, que conversam com outros computadores para saber o que estão fazendo.

Dessa maneira, o que está em debate é a condição para o avanço das inovações na indústria da mobilidade, que precisa criar protocolos onde áreas que originalmente eram independentes passem a se comunicar. Somente assim, os times de engenharia conseguirão desenvolver produtos realmente competitivos, que se encaixem nas tendências de mercado.

A integração de áreas precisa ser fomentada desde a fase conceitual do produto, afinal decisões iniciais não contam com protótipo físico. O primeiro passo então é agregar tecnologias de simulação nas etapas iniciais do projeto. Dada a evolução dos sistemas computacionais de simulação, que hoje conseguem cada vez mais aproximar o mundo real do virtual, já é possível interagir com um produto virtualmente.

Já no estágio de desenvolvimento, é necessário dispor de uma plataforma que combine várias disciplinas, como análise estrutural, dinâmica de fluídos e dirigibilidade, todas num ambiente onde seja possível fazer as devidas conexões. Vale lembrar que de nada adianta ter uma ferramenta que integre testes e simulações se não houver know how. Portanto, a empresa que tiver capital humano certamente avançará.

A indústria também precisa dispor de tecnologias de testes eficientes, que sejam mais inteligentes para que façam a interface do ser humano no produto e respondam as perguntas o mais rápido possível, afinal as empresas precisam estar preparadas para responder a mudanças que acontecem de maneira cada vez mais drástica. É preciso evoluir nas práticas de engenharia para estar à altura desses novos desafios.

Agora é a onda da multidisciplinaridade. Ou a indústria surfa nessa onda agora, ou perde a chance de competir. Quem tiver interesse em discutir o assunto está convidado para o 15º Simpósio SAE BRASIL Automaker de Testes e Simulações, que reunirá especialistas de montadoras, empresas de testes e de simulações, consultorias e universidades dias 15 e 16 de agosto, no Centro de Eventos Pro Magno, em São Paulo.

Valdir Cardoso, presidente da Altair Brasil e chairperson do 15º Simpósio SAE BRASIL Automaker de Testes e Simulações

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Singapura, Reino Unido, Nova Zelândia e Emirados Árabes entre as principais economias da Evolução Digital

A Fletcher School e a Mastercard anunciam o Índice de Evolução Digital de 2017, análise pormenorizada da adoção de tecnologia e a situação da confiança digital no mundo

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A Fletcher School da Universidade Tufts, em parceria com a Mastercard, acaba de anunciar o Índice de Evolução Digital de 2017. Esta pesquisa analisa o progresso obtido pelos países no desenvolvimento de suas economias digitais e na integração de bilhões de pessoas por meio das novas tecnologias.

O estudo identificou Singapura, Reino Unido, Nova Zelândia, Emirados Árabes Unidos, Estônia, Hong Kong, Japão e Israel como as elites digitais, que se caracterizam por altos níveis de desenvolvimento digital e uma rápida taxa de evolução digital. Munidos de dinamismo e inovação, esses mercados de Destaque exemplificam o ponto ideal de progresso e crescimento futuro.

Com quase 50% da população mundial online, este estudo mapeou o desenvolvimento de 60 países e evidencia seu grau de competitividade e potencial de mercado para um maior crescimento. O Índice ainda analisa quatro motivos principais e mais 170 indicadores exclusivos para traçar as trajetórias de cada um desses países:

• Oportunidade (ou acesso a infraestrutura e à Internet)
• Demanda de tecnologias digitais pelos consumidores
• Clima institucional (políticas/leis e recursos públicos)
• Inovação (investimentos em P&D e startups digitais, etc.)

Empresas, governos e a sociedade civil estão trabalhando em conjunto para levar acesso a todos, ao mesmo tempo em que protegem a infraestrutura digital. O relatório oferece um modo de avaliar o grau de “confiança” digital, bem como a situação e o ritmo de evolução digital, com exemplos de todo o mundo, dando aos países a oportunidade de aprender uns com os outros para promover seu próprio avanço.

“Adoção, qualidade da infraestrutura e das instituições digitais e a inovação moldam coletivamente a competitividade digital de um país, mas os governos também desempenham um papel fundamental no processo. O relatório também revelou que a confiança que os consumidores depositam nas tecnologias digitais está correlacionada com o nível de competitividade digital”, disse Bhaskar Chakravorti, reitor associado de negócios e finanças internacionais da Fletcher School da Universidade Tufts e diretor-executivo fundador do Instituto Fletcher para Negócios no Contexto Global.

Os resultados

• Com base na pontuação geral de evolução digital, Noruega, Suécia, Suíça, Dinamarca, Finlândia, Singapura, Coréia do Sul, Reino Unido, Hong Kong e Estados Unidos ocupam a lista das dez principais economias digitais. Porém dado o ritmo atual de inovação e mudança, ser uma economia digital avançada hoje não garante necessariamente esse status amanhã. O grau de abertura e apoio que existe para a inovação ajuda a determinar seu potencial de crescimento futuro.
• Unindo o ritmo e o grau de avanço digital, a pesquisa classifica os mercados em quatro categorias distintas:
• Destaques – Singapura, Reino Unido, Nova Zelândia, Emirados Árabes Unidos, Estônia, Hong Kong, Japão e Israel demonstram altos níveis de desenvolvimento digital e continuam a liderar a inovação e o crescimento.
• Estagnados – Muitos países desenvolvidos da Europa Ocidental, países nórdicos, Austrália e Coréia do Sul têm um histórico de crescimento sólido, mas a dinâmica de suas economias vem diminuindo. Sem investir em mais inovação, eles correm o risco de ficarem defasados.
• Emergentes – Embora ainda apresentem níveis absolutos de avanço digital relativamente baixos, são mais dinâmicos, devem crescer e são atraentes para os investidores. China, Quênia, Rússia, Índia, Malásia, Filipinas, Indonésia, Brasil, Colômbia, Chile e México demonstram têm esse potencial.
• Atenção – Países como África do Sul, Peru, Egito, Grécia e Paquistão enfrentam desafios significativos e sofrem tanto por conta dos baixos níveis de avanço digital quanto por ritmos mais lentos de crescimento.

“Sabemos que a tecnologia tem o potencial de melhorar economias e nossas vidas, mas crescimento só acontece se todos confiarem no desenvolvimento do ecossistema”, afirma Ajay Bhalla, presidente de risco e segurança empresarial da Mastercard. “Em nossa busca de um mundo verdadeiramente conectado, a confiança e a segurança são fundamentais para o desenvolvimento digital bem-sucedido”.

Novidade na edição deste ano: O Fator de Confiança

Até o momento não existe consenso sobre o que se entende por confiança digital e muito menos como mensurá-la, mas ela continua sendo fundamental para a economia digital global. Novidade no relatório de 2017, a pesquisa analisou 42 dos 60 países do Índice com relação a quatro parâmetros fundamentais – comportamento, atitudes, meio ambiente e experiência – para entender melhor a situação da confiança digital.

• Países como China, Suíça, Singapura e os nórdicos pontuam bem em métricas diferentes, mas por razões completamente diferentes.
• O consumidor chinês é atípico quando se trata de demonstrar paciência em situação de atrito, como velocidade lenta de acesso à internet.
• Os países da Europa Ocidental e os nórdicos lideram em experiência e ambiente de confiança digital, que refletem os sólidos investimentos em medidas de segurança, privacidade e responsabilização e na mitigação de atrito.
• Em geral, a pesquisa mostra que em países com pontuação maior para dinamismo, os consumidores são mais tolerantes a atritos em suas interações e transações digitais diárias, sugerindo que dinamismo pode ser um fator essencial para se entender o comportamento e a confiança do consumidor.

Além disso, governos e empresas são considerados os garantidores da confiança e devem promover a confiança de seus cidadãos e consumidores. Os resultados indicam que confiança é fundamental para a competitividade digital e que os países não conseguem progredir muito sem ela.

Implicações: Como os países podem se beneficiar

Mais informações e estudos de caso específicos de cada país podem ser encontrados no resumo geral que inclui:

• Uso de políticas públicas como peça fundamental para o sucesso da economia digital (em inglês): Isso tem consequências que vão desde as negociações do Brexit até a forma como a Índia impulsiona sua sociedade para um futuro com “menos dinheiro físico”, até para a competição entre os EUA e a China pelo domínio da economia mundial.
• Identificação dos fatores que impulsionam o dinamismo digital: As economias desenvolvidas e em desenvolvimento devem enfatizar diferentes formas de estimular seu crescimento: inovação e instituições, respectivamente.
• Alavancando o crescimento de um pequeno país com parcerias públicas: Pequenos países podem crescer rapidamente como early adopters criando os ecossistemas corretos.
• Reinventando os gigantes digitais: Os países mais avançados digitalmente podem usar sua escala e conexões existentes no mundo para se reinventarem.
• Promovendo a recuperação digital eliminando disparidades de acesso móvel: Os países menos avançados digitalmente devem priorizar a expansão do acesso à internet por meio de telefones celulares.
• Trabalhando para conquistar a confiança dos usuários: Conforme as nações progridem digitalmente e seu dinamismo diminui, as empresas de tecnologia e os legisladores podem precisar priorizar a criação de confiança para manter o crescimento.
O relatório completo e a metodologia podem ser acessados aqui. Para mais informações e conteúdo parra compartilhamento, acesse o nosso press kit digital.

Sobre o Índice de Evolução Digital

O Índice de Evolução Digital de 2017 segue o lançamento bem sucedido da primeira edição do Índice em 2014. A pesquisa por trás desta última edição considera inúmeros novos fatores para melhor refletir mudanças rápidas no mundo digital e criar um relatório preciso, robusto e abrangente.

A análise pormenorizada inclui um estudo sobre o ritmo da evolução digital em 60 países, com base em quatro principais fatores de oportunidade, demanda, clima institucional e inovação. Ela se baseia em mais de 8 anos de dados (2008-2015) e estabelece pontuações para evolução digital geral e dinamismo digital, bem como uma avaliação da confiança digital.

O Índice de Evolução Digital é um produto de pesquisa da Digital Planet — uma plataforma interdisciplinar de pesquisa do Instituto Fletcher para Negócios no Contexto Global da Universidade Tufts.

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Stefanini Scala aposta em assistente cognitiva multicanal

A Inteligência Artificial (AI) e a computação cognitiva possibilitam que máquinas e robôs reconheçam padrões sensoriais, comportamentos e aprendam a operar como pessoas físicas. Pensando nessa tendência, a Stefanini Scala, coligada do Grupo Stefanini, aposta em sua mais nova assistente cognitiva multicanal para auxiliar clientes dos diversos setores da economia, tais como Varejo, Seguros, Telecom, RH e farmacêutico, de forma assertiva, visando eficiência operacional e redução de custos.

Batizada de MAIA (Multipurpose Artificial Intelligence Assistant), a solução inspirada no IBM Watson é capaz de pensar e responder como um humano, graças a algoritmos complexos de inteligência artificial. “As tecnologias de IA para classificação, combinação de padrões e sugestão de informações potencialmente relacionadas já são parte do nosso cotidiano. Os dashboards baseados em IA oferecerão inteligência preditiva que proporcionará um nível totalmente novo de conhecimento sobre a tomada de decisões da gestão”, diz Danielle Franklin, Diretora de Novos Negócios da Stefanini Scala.

A IDC sinaliza que as novas tecnologias para automação vão movimentar a indústria de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e robótica. A consultoria prevê que em 2018 cerca de 50% de todos os aplicativos desenvolvidos no mercado global vão incorporar alguma ferramenta de Inteligência Artificial, puxada pela demanda de máquinas e robôs autônomos. Se antevendo a essa nova realidade, a Stefanini Scala está investindo alto nesta tecnologia, tanto em recursos financeiros quanto capacitação técnica, para que a inteligência artificial seja uma aliada importante nos negócios dos clientes. “A solução é capaz de interpretar dados não estruturados, como faz um ser humano, mas com a velocidade de uma máquina de alta tecnologia”, ressalta a executiva.

O Gartner prevê que até o final de 2017 a automatização de serviços e as plataformas cognitivas vão permitir cortar cerca de 60% dos custos das soluções de TI, executando tarefas repetitivas que atualmente são feitas por humanos. Diante desse contexto, a MAIA representa a revolução do atendimento digital, sendo capaz de realizar diversos projetos de maneira eficiente e econômica. Além disso, a assistente cognitiva é composta por um conjunto de softwares, sistemas e processos que permitem acelerar e melhorar a performance dos negócios, garantindo a interação com o consumidor por múltiplos canais: voz, texto, internet, aplicativos móveis e redes sociais.

A Stefanini Scala, que nasceu da fusão da VANguard, coligada da Stefanini especializada em governança de TI, segurança e Service Management, com a Scala IT, um dos principais parceiros da IBM em software, já atende a quase 100% do portfólio de software da IBM no Brasil. Recentemente, a empresa venceu o prêmio “Winner of the Latin America Partner Excellence Award” da IBM e se tornou parceiro Platinum da companhia.

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Samsung Ocean USP convida startups para programa de pré-aceleração

‘Intensivo #6’ é gratuito e direcionado para equipes já estabelecidas com ideias inovadoras para dispositivos móveis, Internet das Coisas ou Realidade Virtual

Até 23 de julho, domingo, empreendedores podem se inscrever para a sexta edição do programa de pré-aceleração de startups, chamado “Incentivo ao Empreendedorismo em Ambiente de Tecnologias Digitais Móveis” ou “Intensivo #6”. Trata-se de uma iniciativa gratuita de capacitação em tecnologia e empreendedorismo direcionada a equipes já estabelecidas e que tenham ideias inovadoras para smartphones, tablets e wearables, preferencialmente ligadas à Internet das Coisas (IoT) ou Realidade Virtual (VR), e interesse em desenvolvê-las com o suporte da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) e da Samsung.

Os interessados devem ler o regulamento e se cadastrar usando o formulário de inscrição. O programa terá duração de 18 semanas, entre os dias 14 de agosto e 13 de dezembro de 2017, no Samsung Ocean USP, localizado na Poli-USP. Serão oferecidas atividades intensas para as equipes, incluindo treinamentos, workshops, palestras, mentorias, laboratórios e trabalho em campo.

Além de treinamento e capacitação dos seus participantes, o Intensivo #6 tem ainda como objetivos criar e validar o modelo de negócios das ideias (BMC – Business Model Canvas), comprovar sua viabilidade técnica e desenvolver as funcionalidades de um Produto Mínimo Viável (MVP). “Ainda dá tempo de se inscrever e ter a grande oportunidade de transformar ideias em soluções reais, bem como aumentar o networking com professores da USP, especialistas da Samsung e de seus parceiros”, ressalta Guilherme Selber, gerente de Inovação da Samsung América Latina.

Após o término das inscrições, será iniciado um processo seletivo composto por triagem e entrevistas que servirão de base para a escolha das startups participantes. O programa oferecerá atividades presenciais de segunda à quinta-feira, das 19h às 22h. Ao final do ciclo de pré-aceleração, a própria USP emitirá o certificado válido como curso de atualização, desde que cumpridos os requisitos mínimos.

“O Samsung Ocean USP é um centro de capacitação tecnológica e de fomento do ecossistema empreendedor. Nosso programa vai ao encontro dos objetivos da companhia, que estabeleceu a parceria com a USP justamente para estar mais próxima à comunidade acadêmica e fomentar o surgimento de tendências que possam ter impacto no mercado consumidor nos próximos anos”, explica Selber.
André Fleury, professor do Departamento de Engenharia de Produção da Poli-USP e um dos coordenadores do Samsung Ocean USP, celebra a realização de mais uma iniciativa na unidade: “nossa proposta é oferecer uma plataforma para agregar competências, pessoas e projetos, estando sempre abertos à comunidade. Promover, no próprio espaço, mais um ciclo de pré-aceleração de startups é a prova de que estamos no caminho certo”.

Intensivo #6:

Inscrições até 23 de julho de 2017 pelo formulário de inscrição.
Regulamento disponível em regulamento Intensivo #6.
Duração da pré-aceleração: de 14 de agosto a 13 de dezembro de 2017
Horário das atividades: segunda a quinta-feira, das 19h às 22h
Local: Samsung Ocean USP – Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica da USP (Poli-USP) – Av. Prof. Almeida Prado, 531, Bloco FG, Cidade Universitária – SP

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Evento reúne líderes do mercado de assinaturas e SaaS do Brasil

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Para mostrar aos empreendedores novos caminhos para alcançar o sucesso e escalar negócios com mais velocidade, a primeira edição do Superlógica Xperience reunirá mais de 40 referências nacionais e internacionais dos mercados de assinaturas e SaaS (software as a service) para discutir boas práticas e o modelo de negócio. O evento acontece nos dias 10 e 11 de agosto, em Campinas.

Entre os speakers internacionais estão Lincoln Murphy, uma das maiores autoridades em customer success do mundo; Alexia Ohannessian, diretora de marketing internacional do Trello; Peter Schlecht, fundador e presidente da The SaaS Co.; Sean Sheppard, especialista em aceleração de startups e fundador da GrowthX; e Carl Schmidt, cofundador e CTO da Unbounce.

O time de palestrantes brasileiros inclui Gustavo Caetano, CEO da Samba Tech; os fundadores da Resultados Digitais, André Siqueira e Guilherme Lopes; o CEO e CMO da Rock Content, Edmar Ferreira e Diego Gomes; Alessio Alionço, fundador e CEO do Pipefy; o ex-Stripe e fundador da NetMovies, Daniel Topel; o CEO da Superlógica, Carlos Cêra; os investidores Patrick Arippol, da DGF Investimentos, Pierre Schurmann, da Bossa Nova Ventures, e Joaquim Lima da Riverwood Capital; além de dezenas de outros grandes nomes.

As apresentações acontecem em dois dias de imersão e serão divididas em duas trilhas, separadas por temas como gestão, precificação, customer success, growth hacking, métricas, tendências, investimento, marketing, vendas, inovação, pagamentos, cultura & pessoas, desenvolvimento de negócios e outros.

O evento ainda conta com uma feira de negócios com mais de 20 empresas do setor onde os participantes terão oportunidade de realizar parcerias. A programação completa está no site do evento.

“Os participantes terão a oportunidade de expandir o networking com mais de mil pessoas, entre fundadores, CEOs, diretores e investidores do mercado de assinaturas e SaaS. Será um excelente espaço para fazer negócios e trocar experiências com empreendedores que já tiveram sucesso em seus mercados”, afirma Carlos Eduardo Moura, Chief Growth Officer da Superlógica e idealizador do Superlógica Xperience.

Para mais informações, palestras e inscrições, acesse o site do evento: http://xperience.superlogica.com/.

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Vendas on line atingem 8,7% do varejo e estimulam negócios em Supply Chain digital

O impacto do mundo digital no varejo é uma realidade há anos. O e-commerce já completa sua segunda década de existência, convertendo uma parcela cada vez maior de consumidores e em ‘nativos digitais’. Assim chegamos em 2017 com 8,7% das vendas no varejo mundial realizadas online. São 22 trilhões de dólares gastos anualmente em compras de produtos e serviços na internet, e as previsões indicam que esse valor deve chegar a 27 trilhões até 2020.

No mesmo ano, mais de 50 bilhões de dispositivos estarão conectados à Internet, em comparação a uma população mundial de 7,7 bilhões de pessoas. A transmissão eletrônica de dados, embora ainda distante da plena aplicação, é um imperativo para gerenciar a quantidade de informação e a complexidade dos fluxos de distribuição, tanto para fornecedores quanto para clientes.

O diferencial da Supply

Empresas líderes em supply chain digital apresentam taxas de disponibilidade de produto da ordem de 10 pontos percentuais mais altas que seus concorrentes, e tempos de resposta a mudanças no mercado 25% mais rápidos (BCG). Ao mesmo tempo, 77% das empresas consideram só possuir visibilidade sobre os fluxos de no máximo 2 elos da cadeia, seja de seus fornecedores diretos ou para clientes diretos.

Após muitas promessas, a revolução digital está enfim viabilizando um aumento significativo da visibilidade sobre os fluxos da Supply Chain. O círculo virtuoso de redução de custo e adoção em larga escala de sensores inteligentes possibilita a coleta de uma imensa massa de dados que, se bem explorados, podem servir de valiosíssimo instrumento de apoio à decisão.

Soluções técnicas de detecção automática como radiofrequência, reconhecimento facial e scanner 3D estão se integrando aos sistemas de gestão das empresas, mas também a poderosas ferramentas de análise de dados. Como resultado, empresas conseguem otimizar e sincronizar seus fluxos, resultando em consideráveis reduções de estoque e diminuição das perdas ao longo de seus processos. Os benefícios decorrentes acabam por rentabilizar o investimento em sensores, leitores e sistemas de análise.

O que vem por ai

No que diz respeito ao compartilhamento dessa massa de dados entre os parceiros da Supply Chain, o Blockchain desponta como uma promessa interessante. Essencialmente um banco de dados compartilhado entre várias partes, com garantia matemática do histórico das informações, é o princípio de funcionamento das criptomoedas como o Bitcoin. O Blockchain pode mapear todas as transações referentes ao produto, desde a extração da matéria-prima até a venda ao consumidor final.

Esse mesmo consumidor, cada vez mais ávido por detalhes sobre o que consome, pode se aproveitar do Blockchain para se assegurar de que a produção de sua roupa não se deu em locais com denúncias de trabalho escravo, ou para verificar se a origem de sua refeição é realmente orgânica. As empresas que se aproveitarem dessa tecnologia podem usá-la como ‘máquina de confiança’ e certificado de garantia do seu diferencial, criando valor para seus clientes.

Mas o apetite dos consumidores não está somente associado aos detalhes de seu produto. Clientes da era digital, munidos de um pequeno supercomputador em seus bolsos, exigem uma experiência sem fronteiras entre a Internet e as lojas físicas. A Supply Chain omnicanal, ou a integração completa entre os diferentes canais de venda da empresa, chegou para ficar – e é o principal desafio do momento.

A complexidade é enorme, mas companhias que se destacarem em serviços como o buy online, pick up in store, e na transformação de suas lojas em ‘centros de experiência, colherão os frutos de uma fidelização acentuada de seus clientes. Já existem serviços de entrega que monitoram o posicionamento do cliente em uma dada área através de seu celular, garantindo que sua encomenda seja recebida em mãos, estando ele em sua casa, trabalho, ou até mesmo em um parque.

O mobile computing, entretanto, é somente a ponta do iceberg de uma gigantesca transformação digital já em curso na logística. A aplicação da robótica em CDs surgiu para quebrar o paradigma de que a automação está necessariamente associada à perda de flexibilidade: robôs podem interpretar uma miríade de dados, tomar decisões cada vez mais complexas, e executar processos customizados. Verificar a integridade de uma caixa ou a validade de um produto são tarefas triviais para esses novos recursos do CD.

Por sua vez, a onda crescente dos veículos autônomos se configura como uma revolução inescapável da logística, ainda que com um longo caminho a percorrer em termos regulatórios. Esses veículos, como drones de entrega e caminhões sem motorista, se valem de um sofisticado conjunto de sensores, coletando volumes significativos de dados para compreender o mundo físico em seu entorno.

A ausência de condutores e a otimização do uso dos ativos de transporte – veículos autônomos podem se deslocar praticamente 100% do tempo, sem interrupções – prometem criar benchmarks de custos de transporte completamente diferentes dos atuais. A tendência trará ganhos óbvios para o consumidor final, sempre descontente com os valores de frete.

Por mais que robótica e veículos autônomos ainda soem como uma promessa futurista distante, aplicações pragmáticas resultantes dos avanços nessas áreas já são realidade (e não somente nos recorrentes exemplos da Amazon). Players tradicionais da logística como DHL, Linde e FM Logistic, testam soluções de inventário com drones e image recognition – automatizando uma das tarefas com menor valor agregado nos CDs. Também estão em teste alternativas híbridas de separação, usando robôs que acompanham os pickers, e suportam o peso do pedido. Aplicações como essas estão transformando e aprimorando as famigeradas condições de trabalho dos profissionais de logística.

Fonte:DIAGMA Brasil

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Tecnologias para os setores de TI e Telecom e a segurança nas redes serão temas da NETCOM 2017

A internet e as redes de comunicação se tornaram necessidades primordiais, com demandas crescentes a cada dia. Com isso, também aumenta a necessidade de se aprimorar constantemente a tecnologia e a infraestrutura de TI e Telecom no Brasil. Hoje, a rede ainda é lenta e cara no país. Somente 44% dos domicílios contam com banda larga, o que representa que este mercado tem grande potencial de crescimento no Brasil. O setor de telecomunicações gera aproximadamente 500 mil empregos diretos, investimento de cerca de R$ 30 bilhões e um faturamento anual de R$ 240 bilhões.

Diante desse cenário, será realizada, durante os dias 15, 16 e 17 de agosto, no Expo Center Norte, em São Paulo, a oitava edição da NETCOM, principal evento de TI e Telecom no país. Realizada a cada dois anos, reunirá mais de 100 expositores e, em paralelo à exposição, será realizado um congresso no qual se discutirão as tendências e inovações para o mercado.

Quem visitar o evento poderá conhecer o que há de mais avançado em cabeamento (estruturado, metálico, ótico), data centers, redes locais (LANs) e redes locais sem fio (WLANs), além da interligação dessas redes, telefonia IP, tecnologias e soluções de acesso, redes privadas virtuais, redes municipais e de âmbito metropolitano (MANs), redes Ethernet industrial e residencial, cabeamento, intercomunicação de aparelhos domésticos, gateways residenciais, instalações e sistemas de segurança (câmeras IP, alarmes, CFTV, controle de acesso), proteção elétrica, aterramento, compatibilidade eletromagnética etc.

Para essa edição são aguardados mais de 10 mil visitantes, entre profissionais de rede e Telecom, integradores, projetistas, consultores, instaladores, prestadores de serviços técnicos especializados, fabricantes e provedores de serviços, além de representantes de institutos de pesquisa, entidades governamentais, acadêmicas, entre outros.

Segundo Mônica Carpenter, diretora da Aranda Eventos, é fundamental a participação dos profissionais brasileiros nesse processo de compartilhamento de informações, uma vez que a NETCOM abrange setores de grandes oportunidades. “Nesse sentido, o evento será um importante catalisador de inovações e tecnologias, visando promover a geração de negócios e a competitividade para o empresário brasileiro”, completa a executiva.

Conhecimento – Devido ao destaque na última edição da NETCOM, alguns temas ganharam espaço diferenciado esse ano. Um deles é Provedor de Internet, que vem crescendo anualmente entre 30% e 35% e que nos últimos anos aumentou de 1,4% para 15,3% a participação do mercado. O tema terá uma grade específica no congresso, nos dias 16 e 17. Além de ser o maior publico do evento (mais de 20% da visitação), é um mercado com potencial importante de expansão.

A Indústria 4.0 e a Internet das coisas (IoT) também serão discutidas por grandes especialistas durante a NETCOM. Atualmente mais de 16 bilhões de dispositivos estão conectados no mundo e a perspectiva é que, até 2020, serão mais de 100 bilhões de objetos inteligentes conectados. Mas para que isso aconteça são necessários desenvolvimentos em termos de rede, armazenamento de dados e segurança, temas que também serão abordados em palestras durante o evento.

O crescimento de geração de dados e a necessidade de equipamentos potentes para armazenagem também serão debatidos no congresso. O aumento no volume de aplicações em nuvem deve impulsionar o mercado de data centers no Brasil. De acordo com o instituto de pesquisas IDC, o armazenamento em nuvem cresce a uma taxa média anual acima de 20%. Segundo o Global Cloud Index da Cisco Systems, o tráfego deve crescer quase quatro vezes e saltar de 3,9 zetabytes (ZB) em 2015 para 14,1 ZB, ao ano, até 2020.
A estrutura e a manutenção de data centers requerem diversos cuidados, principalmente com energia, refrigeração e a segurança patrimonial e de dados. Tecnologias para melhorar a performance dos data centers, além da economia de energia e a segurança desses equipamentos estarão na pauta do congresso. Estima-se que o mercado brasileiro de data centers movimente US$ 11 bilhões em 2017, de acordo com dados da DatacenterDynamics, com uma alta anual acima de 10%. O país concentra 45% de todos os centros de armazenamento de dados existentes na América Latina.

O evento trará ainda, temas clássicos, como redes (sistemas metropolitanos, sistemas sem fio, redes FTTX assimétricas, rede WAN com SDN/NFV, rede Wifi flexível, gerenciamento centralizado, diferenciais na gestão que impactam diretamente no crescimento dos ISPs, erros mais comuns em instalações outdoor, melhores praticas no uso de equipamentos e instrumentos de instalação de redes óticas, entre outros); cabeamento (automação residencial e predial, as boas práticas de gerenciamento de projetos, os erros mais comuns cometidos nas especificações de certificação e testes, caminhos de cabos e a ABNT NBR 16415/2015, além da atualização de normas, etc); e proteção contra surtos (especificações de dispositivos segundo a ABNT NBR 5419:2015 para sistemas de energia e de sinais, aterramento de cabos na entrada de estruturas blindadas, proteção contra raios e avaliação de tensões induzidas em cabos ópticos aéreos às descargas atmosféricas).

Segundo Sandra Mogami, coordenadora técnica da NETCOM, o evento deste ano reúne especialistas que trarão importantes discussões sobre tecnologia, eficiência e competitividade para mercados com grande potencial de crescimento. “Se levarmos em conta que os dados, as pessoas, as cidades, todos estão cada vez mais conectados, e que toda essa informação precisa ser mantida em segurança e ser utilizada com eficiência, estamos diante de um mercado intensivo na geração de tecnologia e com grande espaço para crescer”, afirma Sandra. E completa: “esta iniciativa é estratégica para os profissionais buscarem conhecimento, network, geração de negócios e oportunidades de investimento nos setores de TI e Telecomunicação.”

NETCOM 2017

Data: 15 a 17 de agosto
Local: Pavilhão Branco – Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – São Paulo
Horário: Exposição, das 12h às 20h / Congresso, das 9h às 18h
Organização: Aranda Eventos – Telefone: (11) 3824-5300
Informações e Inscrições:
http://www.arandaeventos.com.br/eventos2017/netcom/index.html

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Paula Paschoal é nova diretora geral do PayPal no Brasil

O PayPal Brasil anuncia a promoção de Paula Paschoal ao cargo de diretora geral – função que Mario Mello, diretor geral do PayPal para a América Latina, acumulava desde maio de 2014. Em sua nova posição, Paula será responsável pela expansão dos negócios locais e pelo relacionamento com as autoridades regulatórias, trabalhando em estreita colaboração com a matriz em San Jose, nos Estados Unidos, para troca de práticas globais.

Desde dezembro de 2015, a executiva ocupava a diretoria Comercial do PayPal no Brasil, liderando o atendimento a grandes contas, além da área de SMB. Antes disso, desde julho de 2010, Paula foi diretora de Vendas e Desenvolvimento de Negócios, período em que alcançou resultados expressivos na conquista de novos clientes e na expansão de parcerias já estabelecidas.

Durante quase sete anos no PayPal, Paula adquiriu significativa experiência global, conduziu habilmente suas equipes e teve papel fundamental na realização de transações que colocaram a companhia em um patamar de excelência no mercado. Formada em Administração de Empresas pela FAAP (Fundação Armando Alvares Penteado), foi, anteriormente, head do site Fnac.com.br.

A promoção de Paula Paschoal evidencia a valorização das mulheres no PayPal Brasil, que em seu escritório conta com 50% dos cargos de liderança em diretoria ocupados por executivas. “É muito motivador fazer parte do time de uma empresa que realmente incentiva a igualdade de gêneros e valoriza o papel das mulheres em todo o mundo. O sucesso da companhia é resultado também da maneira como engrandece a dedicação de cada pessoa, sempre respeitando a individualidade de cada um e a diversidade de pensamento do grupo”, comenta Paula Paschoal.

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Webmotors firma parceria com a Liga Ventures para se conectar a startups do setor automotivo

Se consolidando cada vez mais como uma empresa que busca por inovações e tendências dos setor tecnológico, a Webmotors, principal marca de classificados do segmento automotivo, acaba de firmar parceria com a Liga Ventures, aceleradora especializada em gerar negócios entre startups e grandes corporações.

Um dos objetivos da parceria é a participação da marca nos próximos ciclos de aceleração da Liga AutoTech, programa que prospecta, seleciona e acelera startups dos setores de mobilidade, transporte, logística e indústria automobilística, além de unir forças para criação de novos projetos de inovação nessas áreas. Já fazem parte do projeto companhias como Mercedes-Benz, Eaton,Sascar, Ticket Log e?Repom.

Para Rogério Tamassia, diretor da Liga Ventures e um dos idealizadores da Liga AutoTech, a parceria irá potencializar ainda mais o programa – que teve cerca de 200 startups inscritas para seu primeiro ciclo de aceleração em que foram selecionadas oito startups que estão inovando no setor em parceria com as grandes empresas participantes. “A entrada de um parceiro tão relevante no mercado automotivo como a Webmotors deixa o programa Liga Autotech ainda mais completo. Abrem-se novas possibilidades para geração de negócios e inovação para as startups e para as grandes empresas participantes”, comenta Tamassia.

Participar do programa de aceleração e ter contato com startups inovadoras, ajudará a marca a buscar novas soluções e oportunidades para seus clientes. Segundo Fernando Miranda, CEO da Webmotors, esta parceria colocará a Webmotors em contato com empresas que estão pensando e construindo o futuro do setor. “Essa é a direção que buscamos por nos qualificarmos como uma marca pioneira e que está sempre pensando no futuro do carro e nas novas conexões que estão surgindo para o consumidor. Somos a primeira startup de automóveis do Brasil e agora a primeira a acelerar e investir em startups do segmento”, afirma Miranda.

O próximo ciclo de aceleração da Liga AutoTech tem suas inscrições previstas para o dia 18 de julho. Interessados em conhecer mais sobre o programa podem acessar o site: https://liga.ventures/autotech.

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Bayer e Câmara Brasil-Alemanha recrutam startups de agricultura digital

Por meio do programa AHK Startups Accelerator, iniciativa irá fomentar o crescimento de soluções já disponíveis no mercado

As ferramentas de agricultura digital estão cada vez mais presentes no campo para atender as expectativas dos agricultores em relação ao aumento da produtividade e práticas sustentáveis. Pensando nisso, a Bayer, em parceria com a Câmara Brasil-Alemanha, abre inscrições para a 2ª edição do Startups Connected. Neste ano, o desafio proposto pela companhia é a redução de perdas de produtividade relacionadas a pragas e doenças e fomentar o desenvolvimento de soluções na área de agricultura digital já disponíveis no mercado.

Na busca por alternativas para aumentar a eficiência da proteção de cultivos podem participar startups estabelecidas no Brasil ou na Alemanha que apresentem ideias inovadoras, alinhadas com o dia a dia do produtor rural, incluindo plataformas com uma interface simples e acessível via mobile.

Segundo Hiran Zani, gerente de inovação em digital farming da Bayer, a empresa busca por meio de tecnologias digitais proteger o potencial produtivo nas lavouras. “As ferramentas de agricultura digital permitirão num futuro próximo melhorar a produtividade aliada à sustentabilidade, com foco na eficiência da aplicação dos produtos nas lavouras. Justamente por isso é importante estarmos sempre antenados às principais tendências do mercado de tecnologia, e iniciativas como esta nos permitem fomentar novas ideias no setor”, disse.

“Os ganhadores poderão se apresentar no Congresso Brasil-Alemanha de Inovação, receberão um diagnóstico e acompanhamento ao longo de três meses e terão a possibilidade de receber investimento do BMG UpTech em troca de participação minoritária. Os projetos vencedores serão ainda elegíveis ao Prêmio Ideias4Action, do Banco Mundial. Esse suporte e visibilidade podem ser fundamentais para a maturação de empresas nesta fase de evolução”, ressalta Camila Navarro, IT Digital & Innovation Manager da Bayer. Os selecionados poderão também se aproximar das empresas patrocinadoras e terão apoio na revisão de seu modelo de negócio e na criação de um plano de trabalho.

Os interessados podem se inscrever pelo site http://www.startupsconnected.com.br/categorias/agricultura-digital/ até o dia 04 de agosto de 2017. A iniciativa faz parte do programa AHK Startups Accelerator, que apoia startups na geração de oportunidades de negócio entre elas e as empresas patrocinadoras.

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Catarinense AMcom conquista o CMMI – Dev nível 3

Empresa é a única de Santa Catarina com o selo CMMI-DEV nível 3 e passa a entregar aos clientes projetos certificados de ponta a ponta, incluindo as inovações adotadas pela companhia, como a metodologia ágil

Entregar projetos certificados de ponta a ponta aos clientes é o novo diferencial da AMcom, empresa de sistemas de informação sediada em Blumenau (SC), que investiu na renovação e expansão de uma das suas certificações internacionais, o CMMI (Capability Maturity Model Integration) para desenvolvimento, e teve os processos de toda sua fábrica de projetos avaliados de acordo com o modelo. A empresa conquistou o nível 3 de maturidade da certificação e é a única em Santa Catarina e uma das poucas em nível nacional que detém esse certificado.

“A certificação contempla toda a Fábrica de Projetos da AMcom e faz parte de um plano estratégico da empresa que visa executar uma série de ações destinadas ao crescimento. Para o cliente, essa conquista assegura a qualidade das entregas, prazos acordados e demais garantias de segurança nos projetos da AMcom”, comenta Rodrigo Strey, diretor de serviços.

Strey ainda explica que a obtenção de uma Certificação Internacional deste porte, além de validar o que já é prática comum nas ações de Gestão, Qualidade e Eficiência das entregas da AMcom, ainda atestou as práticas inovadoras que a AMcom implementou internamente, incluindo adoção de metodologias ágeis, bem como ferramentas e padrões de desenvolvimento de alta produtividade, sem perder o ganho de qualidade, gestão, visibilidade e garantia de entregas que o modelo do CMMI sugere com as suas práticas. “Unimos a certeza de atendermos a expectativa do mercado com entregas de qualidade e em alta velocidade, agregando valor ao negócio de nosso cliente rapidamente, o que resulta na valorização do investimento realizado”, finaliza o executivo.

Para a companhia catarinense, mais do que uma Certificação Internacional, este modelo é a chave para garantir os 18 meses que a AMcom dá a seus clientes sobre os projetos desenvolvidos, o que lhes proporciona segurança no processo de entrega, bem como a certeza de que as práticas identificadas no processo de avaliação realmente são aplicadas na prática, assegurando a AMcom como uma parceira madura e estável.

De acordo com Carlos Caram, diretor da ISD Brasil, a AMcom não apenas renovou sua certificação, originalmente obtida há três anos, como expandiu o escopo dos processos envolvidos. “Antes a certificação era voltada apenas para a Fábrica de Software, o que envolvia programação e testes. Agora o selo abrange todo o ciclo de desenvolvimento, demonstrando interesse e foco da empresa na melhoria contínua e na expansão dos conceitos de qualidade para toda a organização, benefício que se reflete nos projetos dedicados aos seus clientes ”.

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