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Varejo paulista encerra 2015 com mais de 60 mil postos de trabalho fechados

Segundo a FecomercioSP, mais de 12 mil vagas foram eliminadas em dezembro, indicando que praticamente não houve efetivação dos temporários

O comércio varejista no Estado de São Paulo encerrou 2015 com 60.441 postos de trabalho a menos, resultado de 1.012.329 admissões contra 1.072.770 desligamentos. Foi o primeiro saldo anual negativo desde o início da série histórica, em 2007, o que significa, na comparação com 2014, recuo de 2,8% no estoque de trabalhadores do setor, que atingiu 2,13 milhões, voltando assim a níveis de agosto de 2013.

Apenas em dezembro, foram eliminadas 12.181 vagas formais, em razão das 71.907 admissões contra 84.088 desligamentos. No mês, a ocupação formal registrou queda de 0,6% na comparação com o novembro de 2015. Ao se observar o saldo positivo de 13.682 novas vagas de novembro, pode-se concluir que praticamente não houve efetivação dos temporários contratados para o período natalino.

Os dados são da Pesquisa de Emprego no Comércio Varejista do Estado de São Paulo (PESP), realizada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) com base nos dados do Ministério do Trabalho e Emprego, por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e o impacto do seu resultado no estoque estabelecido de trabalhadores no Estado de São Paulo, calculado com base na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

Entre as nove atividades pesquisadas em dezembro, sete apresentaram diminuição no estoque de empregos na comparação com o mesmo mês de 2014. Os setores de concessionárias de veículos (-8,2%) e de lojas de vestuário, tecido e calçados (-7,1%) foram os que apontaram queda mais acentuada. No sentido contrário, os únicos setores que não registraram redução de vagas foram os de farmácias e perfumarias (2,3%) e de supermercados (0,9%).

De acordo com a assessoria econômica da FecomercioSP, o saldo negativo do emprego no comércio varejista paulista em 2015 foi resultado direto da queda do faturamento no setor. A inflação alta, a restrição de crédito, o avanço do desemprego e as incertezas em relação aos rumos da economia resultaram em uma queda brusca do consumo das famílias.

Observando os dados por ocupações, as funções que mais perderam vagas foram as de vendedores e demonstradores, com -12.765 postos de trabalho. O segundo posto com maior redução de vagas foi a área administrativa das empresas. São -6.979 vagas para escriturários, assistentes e auxiliares administrativos.

Adicionalmente, chama atenção o fato de que 30% das vagas fechadas pelo comércio varejista paulista eram preenchidas por diretores, gerentes e supervisores de empresas e áreas internas. Tal realidade demonstra que a redução do quadro funcional atingiu todos os níveis da empresa, inclusive aos funcionários com atuação institucional de liderança e com rendimento médio mais elevado.

A Entidade reforça que, diante das sucessivas quedas no faturamento, os estabelecimentos comerciais tiveram de reduzir seus custos e, consequentemente, realizar cortes no quadro de funcionários. A Federação prevê que 2016 será mais um ano difícil para o mercado de trabalho do setor, e a expectativa é que o aumento do desemprego permaneça ao longo do ano.

Varejo paulistano

Foram eliminadas 4.147 vagas no varejo da cidade de São Paulo em dezembro. A ocupação formal atingiu 662.117 empregados, queda de 0,6% na comparação com o mês anterior. De janeiro a dezembro de 2015, o saldo acumulado foi negativo em 18.151 empregos – o que levou à diminuição de 2,7% do estoque total.

Das nove atividades pesquisadas, os destaques negativos de 2015 foram os setores de lojas de vestuário, tecidos e calçados (-6.396 vagas) e de concessionárias de veículos (-2.066). Por outro lado, desempenhos positivos foram registrados nos segmentos de supermercados (1.784) e de farmácias e perfumarias (1.563).

Nota metodológica

A Pesquisa de Emprego no Comércio Varejista do Estado de São Paulo (PESP) analisa o nível de emprego do comércio varejista. O campo de atuação está estratificado em 16 regiões do Estado de São Paulo e nove atividades do varejo: autopeças e acessórios; concessionárias de veículos; farmácias e perfumarias; lojas de eletrodomésticos e eletrônicos e lojas de departamento; matérias de construção; lojas de móveis e decoração; lojas de vestuário, tecido e calçados; supermercado e outras atividades. As informações são extraídas dos registros do Ministério do Trabalho e Emprego, por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e o impacto do seu resultado no estoque estabelecido de trabalhadores no Estado de São Paulo, com base na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

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Com o fim da Lei do Bem, eletrônicos já aumentaram 13%

Segundo o Zoom, reajuste no preço de notebooks chega a 20%. PCs e tablets já subiram 11% e os smartphones foram os menos impactados até agora, já que sofreram aumento de apenas 8%.

Uma pesquisa do Zoom (www.zoom.com.br), site comparador de preços e produtos, revela um aumento médio de 13% nos preços de produtos eletrônicos comparando janeiro desse ano a dezembro de 2015, último mês em que vigorou a Lei do Bem, que previa a isenção de impostos PIS/Pasep e Cofins para alguns produtos eletrônicos. Os notebooks foram os que apresentaram a maior alta até o momento: 20%. Já os desktops e os tablets tiveram aumento de 11% e os smartphones, categoria líder de buscas no Zoom, sofreram o menor reajuste até o momento: 8%.

Na análise dos notebooks, campeões de aumento, alguns modelos, como o Intel Celerum 32051 4GB RAM HD 500 GB LED 14” chegaram a apresentar aumento médio de 51% no período em que foram monitorados. Já os smartphones, apesar de apresentarem a menor média de aumento, alguns dos aparelhos analisados, como o Sony Xperia Z3 Compact D5803 20,7MP 16GB Android Kitkat 3G 4G wi-fi, apresentaram alta de 79% em seu preço.

“Quem deseja comprar um novo celular essa é uma boa hora, já que a maioria dos produtos não está sofrendo aumentos expressivos após o fim da isenção de impostos. Entre os modelos mais populares há casos isolados que aumentaram muito o preço, portanto é essencial pesquisar bastante”, aconselha Thiago Flores, diretor executivo do Zoom. “Se encontrar uma boa oportunidade no aparelho desejado é recomendado aproveitar o momento para se precaver de um aumento de preço ainda maior, já que passamos por um período de alta do dólar e da inflação”, ressalta o executivo.

Para o estudo foram monitorados pelo Zoom os dez produtos mais buscados das categorias smartphones, tablets, notebooks e desktops, ao longo do mês de janeiro para comparar a média do menor preço apresentado por eles no período com o preço dos produtos praticados em dezembro de 2015.

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Estudo da CA Technologies mostra que Brasil é quarta maior referência global em DevOps

País aparece atrás apenas de Estados Unidos, Índia e Suíça, com um total de 16% das empresas tendo êxito na total implantação dessas soluções

O estudo “Montando o Quebra-Cabeça de DevOps”, realizado pela CA em parceria com a Freeform Dynamics, confirma a posição do Brasil como uma das referências globais na adoção de soluções maduras de tecnologia DevOps. Segundo o levantamento, aproximadamente 16% das companhias que atuam no País já tiveram êxito total na implementação destas ferramentas, atrás apenas dos Estados Unidos e Índia (25%) e Suíça (23%). O resultado é especialmente importante por inserir o Brasil à frente de nações como Canadá, Espanha, França, Itália e Reino Unido.

Os números relativos a empresas que já possuem soluções em andamento também sugerem um futuro promissor. Atualmente, 60% das companhias que atuam no Brasil se consideram adeptas iniciantes ou parciais de ferramentas de DevOps, enquanto 24% dos entrevistados pontuaram que trabalham em empresas não-adeptas desse tipo de tecnologia.

“A pesquisa aponta ainda que é cada vez maior o número de empresas e corporações que identificam DevOps como fator crucial de contribuição para ganhos de competitividade, fidelização de clientes e resultados – diferenciais fantásticos em um ambiente de negócios em constante e cada vez mais rápida mudança”, afirma Rodrigo Bernardinelli, diretor de Solution Sales para DevOps da CA Technologies para América Latina.

O levantamento, que ouviu 1,4 mil profissionais de TI com nível sênior e executivos de negócios de todo o mundo, aponta que as empresas de Telecom ainda são uma referência na adoção de DevOps. Em todo o planeta, 1 em cada 4 empresas do setor são adeptas avançadas. O Varejo tem ganhado cada vez mais espaço, somando 16% de companhias consideradas “advanced adopters” e Serviços Financeiros aparece em terceiro lugar (15%). Em contraponto, a indústria de Bens de Consumo aparece como a menos engajada (7%), seguida da área de Saúde (10%).

DevOps e estratégia

Ainda que DevOps seja um componente-chave para agilidade nos negócios e para se manter em dia com as demandas dos clientes, o levantamento “Montando o Quebra-Cabeça de DevOps” reforça que muitas empresas ainda não conseguem lidar com tais ferramentas de maneira estratégica. Isso porque apenas pouco mais da metade (55%) dos pesquisados globalmente afirmaram que têm objetivos bem definidos para a adoção de tais ferramentas. Além disso, enquanto 86% consideraram a capacitação de stakeholders e o alinhamento da TI às prioridades do negócio como importantes, somente 33% e 37%, respectivamente, chegaram a completar esses passos.

Ainda que ambas as equipes, de desenvolvimento e operações, tenham individualmente implementado métodos modernos e técnicas de automação, a maioria (63%) dos adeptos ao DevOps diz que ainda há trabalho a ser feito em termos de infraestrutura e ferramentas.

Além disso, com 46% de respondentes ainda trabalhando em segurança e compliance, está claro que a maioria da atividade DevOps não está bem sustentada por uma plataforma facilitadora e por uma perspectiva de gerenciamento de risco.

No entanto, o benefício de apostar nestas soluções compensa. Comparados aqueles sem DevOps, os adeptos avançados da metodologia têm:

• 2,5 vezes mais chances de melhorar fidelização de clientes

• 2 vezes mais chances de aumentar a conquista de novos clientes

• 3,4 vezes mais chances de perceberem crescimento em market share

• 2 vezes mais chances de terem visto um impacto positivo em aumento de receita

• 2,4 vezes mais chances de ter experimentado crescimento nos lucros

Metodologia de pesquisa

O estudo online global de 1.442 profissionais de TI com nível sênior e executivos foi patrocinado pela CA Technologies e conduzido pela Freeform Dynamics, empresa de análise da indústria, em julho de 2015. Ele ganhou corpo através de entrevistas telefônicas em profundidade com executivos-chave da indústria. Para detalhes mais aprofundados de metodologia de pesquisa, acesse “Montando o Quebra-Cabeça DevOps”.

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Easynvest lança aplicativo para celular

App, que possibilita a realização de investimentos em renda fixa, faz parte de um pacote de novidades que serão lançadas em 2016

Que tal investir de forma prática, segura e ao alcance de suas mãos? A Easynvest acaba de lançar o primeiro aplicativo para celulares do Brasil que permite a realização de investimentos em Tesouro Direto e títulos privados em poucos cliques. Em alguns minutos, o usuário realiza o cadastramento na instituição, transfere recursos do seu banco para a conta recém-criada e já investe nas opções disponíveis, 7 dias por semana, 24h por dia.

A iniciativa vem ao encontro da história de quase 50 anos de pioneirismo da Easynvest. “Lançar este aplicativo nos remete a 1999, quando nos tornamos uma das primeiras corretoras do Brasil a oferecer serviços pela internet, por meio da plataforma Easynvest. Foi através da nossa plataforma de negociação eletrônica que começamos a investir na simplificação do relacionamento com o cliente pessoa física”, relembra o diretor da Easynvest, Amerson Magalhães.

O investidor de varejo é o público-alvo da Easynvest. Com o aplicativo, a instituição também começa a ganhar uma maior proximidade e identificação junto aos investidores mais jovens, que são bastante aficionados em tecnologia.

Com todos estes atributos, o aplicativo é um grande avanço para o mercado de investimentos e, sobretudo, para a população em geral. “As pessoas estão cada vez mais ocupadas e, com isso, o tempo parece ainda mais curto. Esta nova realidade demanda soluções mais assertivas e inovadoras para questões simples como investir e acompanhar a evolução dos rendimentos dos recursos aplicados. Nesse sentido, o aplicativo atende integralmente às necessidades do investidor”, explica Amerson.

Outras novidades estão por vir. Um novo site, com um design ainda mais inovador, está prestes a ser lançado. Novos produtos, serviços e mais funcionalidades mobile podem ser esperados pelos investidores ainda em 2016.

Para instalar o aplicativo no seu celular, basta ir até a loja do Google Play ou Apple Store.

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Mudança no ICMS Interestadual ocasiona dificuldades para empresas

Como era esperado, as alterações referentes ao ICMS interestaduais, que estão valendo desde 1º de janeiro de 2016, estão ocasionando muitas dificuldades para os empresários. Isso se deve ao fato que a alteração impacta diretamente nas regras de recolhimento dos impostos em relação às vendas interestaduais destinadas a consumidor final, seja ele contribuinte ou não-contribuinte do ICMS (pessoa física ou jurídica).

“Estamos observando que muitos clientes estão emitindo notas fiscais com erros, por causa da alteração. Isso se deve ao fato da regra entrou em vigor com uma série de dúvidas para os empresários, devido à falta de diretrizes governamentais sobre o tema, já que as regulamentações foram feitas de última hora. O mais complexo é que cada estado deverá tem uma regulamentação própria, o que ainda causará com certeza muita confusão”, conta o diretor tributário da Confirp Consultoria Contábil, Welinton Mota.

Alteração na Constituição Federal

Inicialmente, a Constituição Federal de 1988 foi alterada pela Emenda Constitucional nº 87/2015, para modificar a sistemática de cobrança do ICMS nas operações que destinem bens e serviços a consumidor final, contribuinte ou não do imposto, localizado em outro Estado, com efeitos a partir do ano seguinte (2016).

Lembrando que são consideradas “contribuintes do ICMS” as pessoas jurídicas que praticam vendas (comércio e indústria). Não contribuinte do ICMS são as demais pessoas físicas ou jurídicas (empresas prestadoras de serviços, escolas, órgãos públicos etc., que não praticam vendas).

Assim, desde 1º de janeiro de 2016, nas operações que destinem bens e serviços a consumidor final, contribuinte ou não do ICMS (pessoa física ou jurídica), localizado em outro Estado:

1. adotará a alíquota interestadual (4%, 7% ou 12%, conforme o Estado de destino); e

2. caberá ao Estado do destinatário o ICMS correspondente à diferença entre a alíquota interna do Estado destinatário e a alíquota interestadual.

“Anteriormente, nas vendas interestaduais destinadas a não contribuinte, o ICMS era recolhido integralmente no Estado de origem da operação, pela alíquota interna (do Estado do remetente). O Estado destinatário não tinha direito a nenhuma parcela do ICMS”, explica o diretor da Confirp.

Outro ponto importante é que a responsabilidade pelo recolhimento do ICMS correspondente à diferença entre a alíquota interna e a interestadual (Diferencial de Alíquotas) será atribuída ao destinatário, quando este for contribuinte do imposto (comércio/indústria) e ao remetente, quando o destinatário não for contribuinte.

Assim, no caso de operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final não contribuinte (pessoa física ou empresas que não praticam vendas) localizado em outro Estado, o “Diferencial de Alíquotas do ICMS” será partilhado entre os Estados de origem e de destino, sendo do remetente a responsabilidade pelo recolhimento do “ICMS Diferencial de Alíquotas” em favor do Estado de destino, nas operações destinadas a não contribuintes. Palestra gratuita sobre ICMS Interestadual

Palestras Gratuitas sobre ICMS Interestadual

Para minimizar os impactos para empresas, a Confirp está realizando uma série de palestras gratuitas sobre o tema. “Estamos convocando nossos clientes e também não clientes para dar boas diretrizes sobre o tema, é grande o número de empresas que deverão se adequar, lembrando que podem ocorrer mudanças nos valores de impostos”, alerta.

As próximas serão nos dias 18 e 24 de fevereiro de 2016, a partir das 9 horas em sua sedo no Jabaquara. As inscrições são limitadas e poderão ser feitas pelo site da Confirp, as vagas são limitadas. As regras afetam principalmente as empresas que operam com o comércio eletrônico (as chamadas vendas não presenciais, através de sites de Internet).

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Atento foi nomeada líder do Quadrante Mágico da Gartner em serviços de gestão de clientes e terceirização de processos de negócios

Pelo terceiro ano consecutivo, a Atento S.A. (NYSE: ATTO) foi considerada Líder do Quadrante Mágico da Gartner, que avalia as empresas fornecedoras de serviços de gestão de clientes e terceirização de processos de negócios (CRM/BPO)1. O estudo posiciona a Atento como a companhia com a maior capacidade de execução entre os participantes da pesquisa. Os pareceres do Gartner são a principal referência para as empresas ao de todo o mundo ao realizarem a escolha de fornecedores para essa categoria de serviço.

Foco na estratégia, compromisso com a experiência do cliente e capacidade de execução fazem da Atento uma referência mundial em serviços de gestão de clientes e terceirização de processos de negócios. Alejandro Reynal, CEO da Atento, afirmou que a experiência do cliente é uma das principais vantagens competitivas em um mundo cada vez mais digital e é responsável pelo crescimento sustentado da reputação de uma empresa. “Neste contexto, estamos transformando a maneira como as empresas gerenciam seu relacionamento com os clientes por meio de soluções que aumentam a eficiência dos negócios, oferecem uma maior satisfação ao consumidor e constroem uma lealdade de longo prazo”, disse Reynal.

“Acredito que a nossa posição entre os líderes do Quadrante Mágico da Gartner reflete o valor que oferecemos aos nossos clientes e as sólidas relações que mantemos com eles. A equipe da Atento no mundo inteiro está bastante orgulhosa desse reconhecimento, que é visto como uma confirmação de que estamos no caminho certo, tanto para os nossos clientes como para a nossa empresa”, complementa o executivo.

De acordo com o relatório, “os Líderes demonstram ter visão e definição de mercado e capacidade para executa-las entre os serviços de BPO e Contac Center, um market share superior (entre os 10 melhores fornecedores nas regiões onde atuam), e sólidas referências em serviços de gestão de clientes e terceirização de processos de negócios em contact centers, incluindo uma variedade de indústrias verticais. Os líderes contam ainda com investimentos superiores em ofertas de serviços, modelos de negócios e de preços e modelos de entrega de serviços inovadores. Mostram capacidade superior de compreender as necessidades dos clientes e as condições atuais de mercado e desenvolvem competências para manter suas posições de liderança em diversas regiões. As empresas do quadrante dos Líderes têm, geralmente, operações globais e regionais sólidas e contam com uma profunda tecnologia de alavancagem de suas operações, além de oferecer a seus clientes uma experiência acima da média.”

1 Gartner, Magic Quadrant for Customer Management Contact Center BPO, janeiro 28, 2016

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Redes sociais: ESET alerta para a importância de proteger a privacidade dos dados

No dia do aniversário do Facebook, especialistas da ESET alertam para a importância dos usuários reforçarem o cuidado com o excesso de exposição nas redes sociais

Nesta quinta-feira (04/02), o Facebook completa 12 anos e comemora o fato de ser hoje o segundo site mais visitado no mundo. No Brasil, trata-se da rede social mais popular e também uma das formas mais fáceis de buscar informações pessoais dos internautas para praticar crimes e atividades ilegais, alertam os especialistas da ESET – fornecedora de soluções de segurança da informação.

“O aniversário do Facebook é um bom momento para alertar os internautas brasileiros sobre a importância de reforçar a proteção da privacidade”, alerta Camillo Di Jorge, Country Manager da ESET Brasil. “Atualmente, uma boa parte dos usuários do Facebook não está ciente dos riscos que correm com o excesso de exposição nas redes sociais. Muitas pessoas compartilham informações sensíveis, como data de nascimento, número de telefone, endereço, localização, entre outros. Isso pode ser usado pelos cibercriminosos para disseminar phishings ou para roubo de identidade e extorsão. Por isso a importância de cuidar da privacidade dos dados”, complementa.

Para ajudar os internautas a reduzir os riscos a que estão expostos nas redes sociais, os especialistas da ESET elaboraram uma série de dicas e procedimentos que precisam ser seguidos por quem acessa o Facebook com frequência:

Reveja suas configurações de privacidade em suas contas nas redes sociais. Certifique-se de que tudo o que você compartilha só será exibido para as pessoas próximas (amigos). Em caso de dúvida, crie grupos separados para amigos, colegas de trabalho, entre outros. Mas seja seletivo e o mais rigoroso possível na hora de permitir conexões.

Nunca compartilhe sua localização. Os usuários das redes sociais muitas vezes usam a geolocalização para mostrar onde estão, mas para seu próprio bem, desative esse recurso. Além disso, exclua o histórico de localização armazenado em seu perfil, pois o mesmo pode ser usado para a prática de crimes.

Verifique todos os grupos dos quais participa ou participou. Alguns grupos podem estar configurados como “público”, o que significa que suas informações estão disponíveis para todos. Outra opção é sair do grupo ou entrar em contato com o administrador e solicitar a alteração das configurações do grupo.

Avalie a necessidade da postagem. Antes de postar qualquer comentário ou fazer upload de uma foto ou vídeo em seu perfil, pense se mostraria para um estranho na rua. Você se sentiria confortável? Caso contrário, o melhor é não fazer.

Trate cada foto ou vídeo como se fosse um investigador da polícia. Verifique todos os detalhes possíveis que possam revelar alguma informação confidencial. Alguns exemplos são fotos em frente ao carro novo (mostrando a placa), número do passaporte e outros documentos, entre outros. Todos esses lugares e coisas podem revelar informações que podem causar sérios danos se caírem em mãos erradas.

Leia a política de privacidade do site para entender de que forma a empresa lida com suas informações confidenciais. Se você não está satisfeito, não se inscreva.

Nunca envie informações confidenciais, como dados do cartão de crédito, senhas, números de telefone ou documentos por meio de mensagens ou por e-mail. Caso precise enviar essa informação, opte por decodificá-las. Além disso, embora possa parecer óbvio, nunca poste qualquer informação publicamente.

Para manter seus dados seguros, crie senhas fortes de acesso e as mude com frequência. Além disso, muitos serviços online trazem um recurso de autenticação de dois fatores que acrescentam uma etapa adicional de segurança para o processo de login da conta.

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Tyco Integrated Security anuncia diretor de novos negócios

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A Tyco Integrated Security, principal provedora de soluções para melhoria da performance de loja, prevenção de perdas, segurança e gerenciamento para varejistas no Brasil, anuncia Carlos Eduardo Santos como diretor de Novos Negócios. Explorar novos mercados e implantar as soluções inovadoras de Store Performance da Tyco, como RFID e Contagem de Fluxo, serão os objetivos de Carlos, que conta com 25 anos de experiência no setor.

O executivo também será responsável por oferecer consultoria em prevenção de perdas e soluções customizadas para os clientes e gerenciar processos, pessoas e novas tecnologias. “O mercado e a economia brasileira passam por um momento desafiador, mas investir em tecnologia e evitar perdas é fundamental para que o varejista se mantenha competitivo. A Tyco Integrated Security está apostando fortemente na inovação, por meio de suas soluções e amplo conhecimento, para garantir receita e desempenho a seus clientes”, explica o diretor.

Essa é a segunda passagem de Carlos pela Tyco Integrated Security, onde dirigiu áreas como Performance e Soluções por quatro anos. O executivo também atuou em cargos de diretoria e gerência em empresas como Walmart Brasil e Lojas Marisa.

Formado em Direito e em Administração de Empresas, o profissional possui MBA em Gestão de Riscos e Segurança Empresarial pela FECAP (Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado) de São Paulo. Além disso, foi presidente do Comitê de Prevenção de Perdas do Provar (Programa de Administração de Varejo) da FIA – é autor do livro “Manual de Prevenção de Perdas e Gestão de Riscos” e administrador do Portal Prevenir Perdas (www.prevenirperdas.com.br).

Carlos Eduardo Santos atua, ainda, como professor na FIA (Fundação Instituto de Administração) e na FAPI (Faculdade de Administração do Estado de São Paulo) para as disciplinas Prevenção de Perdas, Direito para o Varejo, Auditoria e Gestão de Riscos.

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Stefanini e Boxware oferecem Parli Ditado para mercado corporativo e doméstico

Solução permite que o usuário seja capaz de ditar textos de qualquer natureza, sem o uso de teclado ou internet

A Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, com apoio da Woopi, empresa de P&D adquirida em 2012, e parceria da Boxware, distribuidora de Software para o Mercado varejista e corporativo, acaba de lançar a plataforma inteligente Parli Ditado, primeira solução doméstica e corporativa de transcrição de voz a ser oferecida no mercado brasileiro. Com ela, o usuário será capaz de ditar textos de qualquer natureza, sem o uso do teclado, e sem necessidade de internet, com índice de precisão excepcional.

“Este é um produto de varejo, portanto, a ideia é alcançar centenas de milhares de brasileiros que têm dificuldades motoras que os impedem de usar o teclado do computador. Nossa estratégia é criar canais que permitam a utilização em larga escala por indivíduos e profissionais das mais diversas áreas de atuação”, afirma Alexandre Winetzki, diretor da Woopi.

A Stefanini é a primeira empresa da América Latina e uma das primeiras do mundo a trazer ao mercado o conceito de Interface Conversacional. Isso significa uma enorme evolução na maneira de se comunicar com sistemas e computadores. Ao invés de usar códigos de programação ou ícones gráficos, usa-se a voz para buscar, comandar, sanar dúvidas e interagir com computadores e praticamente quaisquer sistemas.

De acordo com João Domingues, sócio-diretor da Boxware, os clientes poderão contar com descritivos detalhados e vídeos tutoriais que apoiam na utilização da solução, além de suporte especializado, com atendimento em horário comercial, por meio de telefone, Skype e e-mail. “Já estávamos à procura de uma solução voltada para reconhecimento de voz e tivemos essa grata surpresa de descobrir que a Stefanini vinha maturando o desenvolvimento do Parli e estamos muito felizes em apoiar esse lançamento”, conta Domingues.

“Atuamos tanto no mercado corporativo como no doméstico e graças a muito trabalho duro e uma postura de respeito ao canal, contamos com mais de 150 revendas corporativas cadastradas em todos os estados brasileiros, além de estarmos presente nos principais varejistas. O Parli Ditado estará disponível em versão box e via download nos principais e-commerces a partir de janeiro”, finaliza o executivo.

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Inteligência de mercado e logística estão entre as áreas com maior índice de contratações

Análise de mercado da Michael Page indica que profissionais com especialização nestes segmentos estão na mira das empresas; Superintendente de Planejamento Educacional da Febracorp University explica por que estas profissões figuram entre as que registram maior volume de oportunidades de emprego

Profissionais com especialização em Inteligência de Mercado e Logística estão em alta. É o que aponta pesquisa recentemente divulgada pela Michael Page, empresa líder mundial em recrutamento executivo de média e alta gestão, a partir de análises de mercado que indicam as posições de destaque no segmento corporativo para 2016. De acordo com o levantamento, diante das incertezas macroeconômicas, estas áreas vêm conquistando maior espaço e importância nas empresas, em especial por estarem diretamente relacionadas ao desenvolvimento de estratégias de marketing, ampliação de vendas e melhoria na gestão de processos, fatores essenciais para agregar valor e eficiência ao negócio.

Segundo Alex Leite, Superintendente de Planejamento Educacional da Febracorp University – grupo que reúne seis escolas de negócios – a razão para o aumento na demanda por executivos especializados em Inteligência de Mercado e Logística se deve em especial à necessidade das empresas em garantir o foco certo aos negócios, visando aumento do faturamento e da lucratividade em meio à crise. Além disso, as palavras de ordem no atual cenário são economia e mitigação de perdas e riscos.

“Em um momento de instabilidade econômica, aumenta a necessidade das empresas em acertar nas suas tomadas de decisões estratégicas e aplicar medidas corretas para a contenção de gastos. Investir na inteligência de mercado e em logística pode ser decisivo para a sobrevivência do negócio. O motivo é que momentos de crise aumentam a necessidade de acerto nas escolhas dos projetos e/ou produtos a serem implementados e torna ainda mais imprescindível atuar na maximização das vendas”, explica Leite.
Confira abaixo a análise da consultoria Michael Page sobre o perfil de profissional nas áreas de Inteligência de Mercado e Logísitca que serão alvo de contratações em 2016:

Gerente de Inteligência de Mercado

O que faz: Gerencia as atividades relacionadas à inteligência de mercado, envolvendo análise de dados sobre concorrência, consumidores, tendências e cenários, com o objetivo de definir políticas e processos e subsidiar informações as áreas de Marketing, Comunicação e Comercial na busca por oportunidades de crescimento e inovação.

Perfil: Profissional bastante analítico e com raciocínio lógico diferenciado, sempre atualizado em relação a tendências, inovações e práticas do mercado.

Por que estará em alta: Devido crescimento ínfimo de PIB 2014/2015 e estímulos cada vez maiores por novos hábitos de consumo, as empresas tem demandado cada vez mais por profissionais sêniores e com um papel mais próximo à finanças criando e valorizando a área de Business Intelligence, avaliando não só as mudanças dos hábitos dos consumidores mas sim os impactos financeiros que estas informações obtidas na hora certa podem gerar nas empresas. Áreas como inteligência de mercado e customer insight são áreas que devem crescer em 2016.

Salário: Entre R$ 10 mil e R$ 15 mil

Gerente de Logística

O que faz: Controla, organiza e garante a integridade do estoque, faz a gestão de toda a equipe operacional, contrata serviço de manutenção e operação, além de transporte in bound e out bound, podendo se envolver com questões ligadas às atividades aduaneiras.
Perfil: Ideal um Engenheiro de Produção com Pós Graduação em Logística.

Por que estará em alta: Em momento de reestruturações nas empresas, a área de Logística ganha destaque por ter um grande custo concentrado nela. Ter o profissional correto liderando esse departamento, traz para empresas novas avaliações de fretes, armazenagens, estudos de terceirização onde conseguem diminuir os custos e garantir a qualidade em todos os elos da cadeia logística. O profissional que tem experiência estratégica e táticam logística, e possui certificações em melhoria contínua, se destacam no mercado.

Salário: Entre R$ 10 mil e R$ 15

MBAs da Febracorp

Responsável pela formação de mais de 50 mil profissionais, a Febracorp University oferece atualmente sete opções de especialização, entre as quais se destacam o MBA em Inteligência de Mercado e o MBA em Logística e Supply Chain. A universidade está com inscrições abertas para os cursos, com início em Março/2016. O processo de seleção de alunos leva em conta a análise de currículo e posterior entrevista com os candidatos.

“Sempre conectada às principais tendências de mercado, a Febracorp oferece continuamente opções de curso de especialização em áreas emergentes com o objetivo de formar executivos cada vez mais preparados para assumir a linha de frente a tomada de decisões de negócios. Não à toa a instituição é referência em seu segmento, tendo seus MBAs entre os mais disputados do país: uma média de seis candidatos por vaga na etapa de entrevistas”, afirma Alex Leite.

Além das opções de especialização em Inteligência de Mercado e em Logística, a Febracorp oferece ainda MBAs em: Gestão de Compras, Gestão Fiscal e Tributária, Gestão de Negócios, Inteligência Comercial e Gestão de TI. O processo de seleção para os cursos oferecidos pela Febracorp vai até o final de fevereiro de 2016. Os interessados podem entrar em contato através do site www.febracorp.org.br ou pelo telefone 3302-9200.

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Startup de fidelidade hoteleira conquista usuários de forma independente

Marcelo Bicudo, CEO da Allpoints

Marcelo Bicudo, CEO da Allpoints

Programa de fidelização de turistas tem atraído interesse de usuários finais e hotéis por ser único a transformar pontos acumulados em hospedagens em passagens aéreas, produtos e diárias em qualquer hotel do mundo

Lançada em dezembro de 2015, a startup brasileira Allpoints(www.allpoints.com.br) – plataforma online de programa de fidelidade -, já começa a despontar como pioneiro no segmento hoteleiro. Em apenas 1 mês e meio, possui cerca de 5 mil usuários cadastrados e parcerias com grandes redes de hotelaria, como Blue Tree Hotel e Transamérica.

O motivo da procura é a liberdade do programa de fidelidade, uma vez que os pontos acumulados nas hospedagens podem ser trocados por diárias grátis em hotéis, milhas aéreas ou produtos. A regra é simples: a cada R$ 1,00 gasto com hospedagem, o participante acumula 1 ponto. A partir de 3 mil pontos já é possível fazer o resgate na forma que achar mais interessante.

De acordo com Marcelo Bicudo, CEO da Allpoints, em janeiro este número deve aumentar ainda mais. “Estamos fechando parceria com redes internacionais e em breve os nossos clientes poderão fazer a reserva em mais de 100 mil hotéis diretamente por meio do nosso site”.

Embora a crise econômica não seja positiva para nenhum setor, Bicudo acredita que o programa de fidelidade da Allpoints seja uma alternativa para manter os setores de turismo e hotelaria aquecidos. “É uma alternativa para o consumo consciente, com benefícios reais e vantajosos para o cliente final”.

Para participar do programa de fidelização, é preciso fazer um cadastro no sitewww.allpoints.com.br ou apenas se hospedar nos hotéis que são parceiros com o conceito Rewards by ALLPOINTS, que promovem benefício extras para os participantes do programa e facilitam a adesão enviando um email logo após o check-out do hóspede, para aderir ao programa e garantir a pontuação já na estada realizada.

Acelerador de Pontos

Quem se cadastra no programa Allpoints conta com quatro categorias: Classic, Silver, Gold e Black. A regra é a mesma dos programas de fidelidade das Cias Aéreas: quanto mais o cliente se hospeda nos hotéis credenciados à Allpoints, mais acumula pontos e progride na categoria e desfruta de percentuais de bônus. A diferença é o grande leque de opções oferecido pela Allpoints e a liberdade de ganhar sempre o mesmo ponto nas suas hospedagens.

Investidores

Atentos ao crescimento da startup 100% brasileira, a procura de joint ventures dispostas a investir na Allpoints também tem sido uma surpresa.

“Como temos interesse em levar este plano de negócio para outros países, ter investidores conosco é bastante positivo”, diz Bicudo, que já prevê ter operar com investimentos externos até o final de março.

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TCS é classificada como marca mais poderosa do mundo em Serviços de TI

A Tata Consultancy Services (TCS), empresa líder em soluções de negócios, consultoria e serviços de TI, anuncia que foi classificada como a marca mais poderosa do mundo em Serviços de TI pela Brand Finance, principal empresa de avaliação de marcas no mundo.

O relatório anual de 2016 da Brand Finance avaliou milhares de marcas do mundo para determinar quais são as mais poderosas e as mais valiosas. Com uma alta classificação em uma grande variedade de métricas do Brand Strength Index da Brand Finance, tais como familiaridade, fidelidade, satisfação pessoal e reputação da empresa, a TCS se destacou como a marca mais poderosa na área de serviços de TI com 78,3 pontos – recebendo a classificação AA+. Considerando todos os setores, a Disney foi avaliada como a marca mais poderosa e a Apple como a marca mais valiosa em 2016.

A TCS é também a marca que mais cresce dentro de sua indústria nos últimos seis anos. O valor global da marca da empresa aumentou de US$2,344 bilhões em 2010 (quando foi realizada a primeira avaliação da marca TCS) para US$ 9,047 em 2016 – uma taxa de crescimento de 286%.

David Haigh, CEO da Brand Finance, declara que “o foco da TCS nos clientes tem sido fundamental para o seu recente sucesso, mas um olhar mais detalhado aos nossos dados também mostra pontuações mais altas e melhores para investimento da marca e satisfação dos profissionais. A empresa surgiu como uma força dominante na indústria de serviços de TI e é a marca mais forte no setor. O poder de sua marca é indiscutível”.

N. Chandrasekaran, CEO e diretor administrativo da TCS, afirma que “o foco no cliente está no centro da nossa organização e é um mecanismo essencial para o crescimento da marca TCS. Os esforços de nossos 344 mil funcionários – nossos melhores embaixadores da marca – ajudaram a nossa marca a se fortalecer e estar no topo da nossa indústria. Gostaria de dar os parabéns a cada um deles e também a muitos de nossos clientes que foram listados entre as principais marcas do mundo pela Brand Finance neste ano. O valor que geramos para nossos clientes, por meio de estratégias digitais inovadoras, continuará impulsionando tanto suas próprias marcas quanto a marca TCS no futuro”.

Ao longo de 2015, a TCS investiu em diversas iniciativas estratégicas para fortalecer sua marca. As iniciativas de branding, relações públicas, patrocínios, marca do empregador e programas junto às comunidades foram reconhecidas com mais de 30 prêmios em todo o mundo.

A empresa tem explorado sua força em negócios digitais para construir sua marca, investindo em iniciativas como o aplicativo ElectUK. O ElectUK foi criado para engajar os eleitores das Eleições Gerais do Reino Unido, transformando os smartphones em uma ferramenta de análise Big Data de mídias sociais. O caráter inovador da aplicação e da campanha ganhou vários prêmios, incluindo “Best mobile brand campaign” do Social Buzz Awards e o Prêmio de Relações Públicas no setor de tecnologia da PRCA. Seu inovador Youth Report recebeu a classificação Ouro para Comunicação no Corporate Engagement Awards 2015. Em reconhecimento a suas iniciativas digitais, a TCS também foi classificada como uma das empresas mais inovadoras do mundo pela revista Forbes.

A empresa é uma das principais patrocinadoras de sete maratonas no mundo. Em 2015, sua parceria com a maior maratona do mundo, a TCS New York City Marathon, gerou mais de 588 milhões de impressões no Twitter e no Instagram relacionadas com a hashtag #tcsnycmarathon e teve mais de 272 mil downloads do aplicativo oficial da corrida, também promovido pela TCS. Na Europa, a marca e a campanha de mídia social em torno da TCS Amsterdam Marathon ganharam vários prêmios, incluindo o “Best use of Digital” do Digital Impact Awards. Intitulada #TCSsuperheroes, a campanha de marca, desenvolvida sobre a ideia de que cada corredor é um super-herói, destacou histórias originais da realização pessoal por trás de cada participante.

Em 2015, a TCS também foi reconhecida como uma importante marca empregadora nos principais mercados em que opera, incluindo América do Norte, Europa, Reino Unido, Índia, América Latina e Austrália, entre outros. Seu foco no cliente também foi reconhecido por 1.470 diretores ‘C-Level’ de grandes empresas da Europa que classificaram a TCS como #1 tanto em desempenho quanto em satisfação do cliente. Nos últimos anos, TCS expandiu significativamente a sua presença em importantes fóruns da indústria em todo o mundo, tais como o Fórum Econômico Mundial em Davos, SIBOS, Dreamforce, TCS Summit, Oracle OpenWorld e Sapphire; neste último, juntamente com SAP, a TCS vai apresentar a banda de rock Coldplay, vencedora do prêmio Grammy deste ano.

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11,73% da receita das empresas brasileiras é consumida pelo custo logístico

Inflação logística’ afeta o consumo das famílias brasileiras das classes mais pobres e está se tornando um problema social, afirma o coordenador do estudo

A Fundação Dom Cabral, melhor escola de negócios da América Latina segundo o ranking de educação executiva 2015 do jornal Financial Times, divulga hoje os resultados da pesquisa Custos Logísticos no Brasil 2015, cujo objetivo é avaliar os custos logísticos para as empresas e seu impacto nos negócios. A pesquisa consultou 142 empresas brasileiras de 22 segmentos industriais, cujo faturamento total equivale a 15% do PIB brasileiro. De acordo com o estudo, os custos logísticos no Brasil consomem 11,73% da receita das empresas – aumento de 1,8% em relação a 2014 -, revelando um alto nível de dependência de Rodovias (98%), Profissionais Qualificados (85%) e Máquinas e Equipamentos (78%).

Nas empresas com volume de vendas entre R$500 milhões e R$1 bilhão, o custo logístico subiu 30%. “São empresas que realizam transporte de longa distância, por rodovia, e dependem do diesel, por isso os custos cresceram de 2014 para 2015”, destaca Paulo Resende, coordenador do Núcleo de Infraestrutura e Logística da Fundação Dom Cabral e responsável pelo estudo. Para minimizar seus custos logísticos, as companhias, segundo o professor, têm optado por terceirizar os serviços de transportes, fechar centros de armazenamento e distribuição e cortar estoques.

O transporte de longa distância é, com 50%, o fator mais representativo na estrutura de custo logístico das companhias, seguido do transporte de curta distância, em área urbana, com 20%. “O aumento dos custos logísticos se reflete no preço final dos produtos comercializados e isso afeta diretamente o consumo das famílias. Essa ‘inflação logística’ acarreta em um problema econômico e social, pois quem acaba sofrendo, em maior intensidade, são as classes mais baixas”, afirma Resende.

As rodovias têm um papel de destaque no aumento do custo logístico. No transporte de insumos e produtos, o modal rodoviário é, de longe, o mais utilizado (80%), seguido do ferroviário (8%) e aeroviário (5%). Tanto que, para 87% das empresas consultadas, a melhoria das condições das rodovias é um fator importante para reduzir os custos logísticos, seguido pela mudança na cobrança de ICMS (67%) e expansão da malha ferroviária (59%). “Dada a importância do modal rodoviário para as empresas, o desafio que se impõe diz respeito à qualidade das rodovias, o que, segundo a pesquisa, estamos longe de alcançar, uma vez que 77% das empresas consultadas consideram nossas rodovias péssimas ou ruins”, pontua Resende.

De acordo com a pesquisa, a participação da iniciativa privada é vista como crucial para o desenvolvimento dos projetos de infraestrutura no Brasil, com destaque para os projetos de concessão rodoviária (89% consideram a participação privada essencial ou extremamente essencial), concessão ferroviária (90%), administração portuária (88%) e gestão de aeroportos (88%). Para o empresariado, o maior gargalo para o cumprimento das obras de infraestrutura no Brasil é a corrupção, com 93%, seguida da burocracia (92%). “As empresas avaliam que corrupção, impostos e infraestrutura inadequada compõem o tripé responsável por minar a competitividade do ambiente logístico brasileiro”, afirma Paulo Resende.

De forma geral, a saída encontrada pelas empresas para atenuar o custo logístico tem sido terceirizar a frota e serviços logísticos para outros operadores. “Ao terceirizar, a empresa transforma o que seria um custo fixo em variável. Ou seja, o custo com logística só aparece quando existe demanda. Contudo, quando a crise econômica atual acabar, essas empresas terão dificuldade em retomar suas estruturas logísticas”, conclui o professor.

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Valor médio do m² para venda no Brasil tem valorização abaixo da inflação em janeiro, aponta Índice DMI-VivaReal

Após queda em dezembro, m² para venda começa o ano com valorização de 1,0%

O VivaReal, portal de imóveis líder no Brasil, apresenta o índice DMI-VivaReal, com análises referentes a indicadores do setor imobiliário em 32 cidades brasileiras.

Em janeiro, o valor médio do m² para venda teve valorização de 1,0%, após ter sofrido queda de 1,7% em dezembro de 2015. No entanto, a valorização é abaixo do índice de inflação acumulada no período – IPCA de 1,05%.

Quando analisamos as 32 cidades contempladas, apenas 10 apresentaram valorização para venda acima da inflação. Goiânia (+5,3%) teve a maior variação do período, seguida por Londrina (+5,0%), Brasília (+3,3%), Belém (+2,2%), Fortaleza (+1,9%), Guarulhos (+1,8%), Rio de Janeiro (+1,6%), Manaus (1,5%), Porto Alegre (+1,3%) e Belo Horizonte (+1,3%). Entre as cidades com maiores desvalorizações temos Florianópolis (-1,4%), Ribeirão Preto (-0,6%), Joinville (-0,5%), Vila Velha (-0,4%), Vitória (-0,4%), Osasco (-0,3%), Niterói (-0,2%) e São Caetano do Sul (-0,1%).

O valor médio anunciado do m² para venda no Brasil foi de R$ 4.848. Brasília (R$ 8.182), Rio de Janeiro (R$ 7.349), São Paulo (R$ 6.881) e Recife (R$ 6.087) são as cidades com os m² mais caros do país.

Aluguel sofre desvalorização no primeiro mês do ano

Em janeiro, o valor médio do m² para aluguel no Brasil continuou a desvalorizar e sofreu queda de 0,4%. Em dezembro, o m² havia apresentado queda de 3,4%.

Analisando regionalmente, nove cidades apresentaram valorização acima do índice acumulado para inflação no período – IGP-M em 0,72%. Recife (+4,6%), Fortaleza (+2,7%), João Pessoa (+2,3%), Rio de Janeiro (+1,9%), São Bernardo do Campo (+1,6%), Guarulhos (+1,5%), Curitiba (+1,1%), Barueri (+1,0%) e Campinas (+0,9%) apresentaram alta real no período.

Entre os mercados estudados, Florianópolis (-3,5%), Belém (-3,3%) e Natal (-2,8%), foram as capitais com maior desvalorização no período.

O valor médio anunciado do m² para aluguel no Brasil foi de R$ 25,40. Rio de Janeiro (R$ 37,04) São Paulo (R$ 35,87), e Brasília (R$ 32,27) são as cidades com os m² mais caros do país.

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Você sabia que o sócio tem direito a se retirar e receber participação social? – Por Douglas Saporito e Lucas Garcia de Moura Gavião

O sócio tem direito a se retirar de uma sociedade comercial e, por consequência, a receber desta o pagamento do valor correspondente a sua participação no capital social. Cuida-se de direito essencial do sócio, o de se afastar da sociedade, estando garantido constitucionalmente que ninguém está obrigado a se associar ou a permanecer associado.

Nas sociedades limitadas e nas sociedades simples, quando celebradas por prazo indeterminado, o sócio tem o direito de se retirar a qualquer tempo, motivada ou imotivadamente. Neste caso, basta ao sócio comunicar aos demais que pretende se desligar dos quadros sociais, não sendo lícito aos demais sócios se oporem a esta vontade manifestada pelo sócio retirante.

O direito em questão não é tão amplo nas sociedades anônimas, mas a Lei das S/A apresenta um conjunto de situações que autoriza o acionista a se retirar, quando dissentir de determinadas deliberações, aprovadas por maioria: mudança do objeto da companhia; redução do dividendo mínimo obrigatório; fusão, incorporação ou cisão da companhia; participação em grupo de sociedades; e outras. Em sociedades anônimas fechadas e familiares, a jurisprudência dos Tribunais tem ampliado as hipóteses que permitem a retirada, como na ausência de distribuição de lucros, mas, também, em situações de desentendimento entre os acionistas, à semelhança das sociedades de cunho pessoal, como as limitadas.

Se houver resistência dos demais sócios ao exercício da retirada ou, ainda, e o que é mais comum, à apuração e ao pagamento de haveres do sócio que se retira, tem este a possibilidade de pleitear ao Poder Judiciário a dissolução parcial da sociedade e a apuração do valor que lhe é devido. O novo Código de Processo Civil, em vigor a partir de março de 2016, disciplina a ação de dissolução parcial de sociedade, que é cabível seja qual for a hipótese de desligamento do sócio dos quadros sociais, incluindo, ainda, a exclusão e o falecimento.

A etapa de apuração dos haveres depende de balizamentos, principalmente a fixação, pelo juiz, do critério da avaliação da participação do sócio que se retira. Décadas de jurisprudência conduziram ao entendimento de que os haveres devem corresponder ao valor patrimonial real da participação do sócio que se afasta, que leve em conta o patrimônio material da sociedade e, também, os bens intangíveis, como, por exemplo, decorrentes da propriedade industrial.

Cada vez mais tem prevalecido no Poder Judiciário o entendimento de que o devido ao sócio retirante é obtido através de uma avaliação econômica da empresa, que apure o seu valor real de mercado. A jurisprudência tem indicado que o melhor método para essa avaliação é o do fluxo de caixa descontado, o que é acompanhado por juristas e contabilistas que se debruçaram sobre o assunto. Há recente precedente do Superior Tribunal de Justiça, que decidiu que o fluxo de caixa descontado é o melhor método para encontrar o valor devido ao sócio retirante.

O fluxo de caixa descontado consiste em atualizar todos os benefícios econômicos futuros esperados pela companhia para o valor presente, e esta atualização decorre da aplicação de certa taxa de desconto, o que equivale ao custo de oportunidade. O custo de oportunidade, em um entendimento prático e simplório, significa aquilo que você poderá renunciar, esperando um melhor retorno em uma outra alternativa de investimento. Neste sentido, o método tem por objetivo saber: i) o montante que companhia consegue gerar de caixa futuro através de seus ativos, e ii) o quanto que este montante vale na data estipulada para a retirada do sócio.

A razão pela preferência do método fluxo de caixa descontado em relação ao uso de balanços patrimoniais (que historicamente são utilizados para definir o valor das empresas) é simples: as demonstrações contábeis, por si só, não conseguem demonstrar o verdadeiro valor de mercado da companhia, pois estão, diretamente vinculados a apresentação contábil histórica, ou seja, apresentam os seus ativos e passivos avaliados monetariamente e atualizados até a data de apresentação do balanço patrimonial, e por consequência demonstram uma valoração “estática”.

Desta forma, não é adequado atribuir o valor de uma companhia a uma posição estática de seus ativos, e sim à capacidade que estes ativos possuem em gerar dinheiro no futuro, e neste aspecto, o fluxo de caixa descontado oferece subsídios mais consistentes para determinar o valor de mercado para estes ativos.

Vale salientar que o fluxo de caixa descontado não é o único método de avaliação e pode até não ser o mais recomendado em certo caso. Todavia, os juízes devem afastar critérios de avaliação que não cheguem ao valor real da participação do sócio que se afasta, mesmo quando previstos no contrato social. Aqui, evita-se o enriquecimento sem causa dos sócios que ficam.

Como se vê, o sócio não está preso à sociedade e tem o direito essencial de se afastar, em sociedades limitadas, sociedades simples e mesmo em sociedades anônimas, neste caso em determinadas circunstâncias. Há alternativas legais para o sócio que deseja se retirar quando há resistência ao exercício do direito ou ao pagamento do valor correto e devido por sua participação.

Lucas Garcia de Moura Gavião é advogado sócio de Lilla, Huck, Otranto, Camargo Advogados.

Douglas Saporito é diretor associado da FTI Consulting

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SAP Forum Brasil está com inscrições abertas

O SAP Forum já está com as inscrições abertas. Os interessados podem garantir sua participação pela internet, acessando o link www.sapforum.com.br. O evento traz as últimas tendências e soluções para executivos das mais diversas áreas de negócios, além de conteúdo de vanguarda da SAP e de convidados especiais, tais como Delfim Netto, economista e professor; José Davi Furlan, cofundador do movimento Business Transformation Brazil; Monja Coen, missionária da tradição Soto Shu; e Rosana Hermann, jornalista, roteirista e apresentadora de TV.

Com temas que abordam a transformação digital e as novas soluções para os negócios em um mundo cada vez mais conectado, o SAP Forum Brasil acontece nos dias 15 e 16 de março, no Transamérica Expo Center em São Paulo.

“Em tempos de economia em ritmo acelerado de inovação, com máquinas e pessoas cada vez mais conectadas, há inúmeras oportunidades para que os líderes redefinam suas organizações e suas indústrias, através de negócios digitais, para permanecerem na vanguarda de suas áreas de atuação”, enfatiza o diretor de Marketing da SAP Brasil, Ricardo Kazuo. “ O SAP Forum Brasil traz as mais avançadas soluções e as mais recentes tendências para todos os segmentos do mercado”, afirma o executivo.

A programação do evento terá mais de 500 sessões divididas em três grandes categorias: Tecnologia, Linhas de Negócios (Recursos Humanos, Finanças, Cadeia de Suprimentos e Marketing e Vendas); Mercado (Varejo, Bens de Consumo, Setor Público e Serviços Financeiros, entre outros).

SAP Forum Brasil

Data: 15 e 16 de março de 2016
Hora: das 9h30 às 20h
Local: Transamérica Expo Center – Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 – São Paulo, SP.
Para se inscrever e mais informações, acesse www.sapforum.com.br.

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Gartner: serviços mundiais de Nuvem Pública devem atingir US$ 204 bilhões em 2016

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, anuncia que o mercado mundial de serviços de Nuvem Pública deve atingir US$ 204 bilhões em 2016, um crescimento de 16,5% em relação a 2015, quando registrou US$ 175 bilhões. O maior crescimento virá dos serviços de infraestrutura de sistemas em Nuvem (Infraestrutura como um Serviço (IaaS), que deve crescer 38,4% em 2016. A propaganda em Nuvem, o maior segmento do mercado mundial de serviços, deve registrar um crescimento de 13,6%, alcançando US$ 90,3 bilhões.

“Os serviços de Nuvem Pública continuam apresentando elevadas taxas de crescimento em todos os mercados e o Gartner espera que isso continue até 2017. Este forte crescimento continua se refletindo na mudança do legado dos serviços de TI para serviços baseados em Nuvem, devido à tendência de crescimento de empresas que buscam uma estratégia digital de negócios”, afirma Sid Nag, Diretor de Pesquisas do Gartner.

O segmento de IaaS continuará com crescimento acelerado em 2016, prevendo alcançar US$ 22,4 bilhões de dólares. “O IaaS continuará sendo um segmento de forte crescimento enquanto as empresas deixarem os centros de dados pagos e migrarem suas necessidades de infraestrutura para a Nuvem pública. Alguns líderes de mercado têm obtido vantagens significativas neste segmento, então fornecedores devem criar mecanismos de diferenciação para terem sucesso”, diz o analista do Gartner.

Os Serviços de aplicativos em Nuvem (SaaS) devem registrar um crescimento de 20,3% em 2016, alcançando US$ 37,7 bilhões. Como fornecedores de software mudaram seus modelos de negócio de software locais licenciados para ofertas baseadas em Nuvem pública, esta tendência continuará. Além disso, a entrada de alguns dos maiores fornecedores de software para a Nuvem Pública em 2015 impulsionará o crescimento do mercado SaaS.

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Startup marQ Systems recebe aporte de R$ 1 milhão de investidor anjo

O objetivo é expandir o investimento em até R$ 5 milhões. A startup voltada ao mercado de wearable devices possui planos de internacionalização dos produtos em 2016

Com o início das operações ocorrido em fevereiro de 2015, a marQ Systems, startup especializada no desenvolvimento de tecnologias vestíveis de monitoramento para animais de estimação, crianças, idosos e pessoas com necessidades especiais recebeu aporte inicial de R$ 1 milhão, realizado por um investidor anjo ligado ao setor de telecomunicações. O objetivo é expandir o investimento em até R$ 5 milhões em 2016.

A quantia será utilizada para P&D, Capital de Giro e ações de marketing. Além do aporte, foram aplicados R$ 1 milhão para o desenvolvimento e fabricação da primeira solução de monitoramento da marca, o easepet, oriundo de investimentos próprios. “O aporte que recebemos consolida esta etapa da marQ coroando nossos esforços na identificação de nichos e criação de soluções que realmente façam sentido aos nossos clientes e que possam trazer retorno no cenário atual. Nossa primeira linha, por exemplo, é direcionada a um mercado que atravessa os anos de crise sem ser abalado: o de animais de estimação”, afirma Luciana Schavacini, sócia fundadora da marQ Systems.

O primeiro produto a ser lançado pela startup, o easepet, é voltado para o monitoramento de cães e gatos e visa atender a um mercado de produtos para animais de estimação em constante expansão, mesmo na crise financeira. Só no ano passado, foram gastos R$ 16,7 bilhões com produtos e serviços para os bichinhos – segundo levantamento pela Abinpet (Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação). Ainda de acordo com o estudo, o segmento pet é responsável pela geração de mais de três milhões de empregos.

A escolha da linha de produtos e serviços da marQ Systems foi resultado de uma extensa pesquisa, com compras e análises de dispositivos em quatro continentes. “Após o easepet, lançaremos dois novos produtos e plataforma voltados para humanos. Em paralelo, expandiremos o easepet para outros países ainda em 2016, sempre analisando cuidadosamente as oportunidades para não perder o foco no seu principal mercado, que é o brasileiro. Temos, por exemplo, interessados em nosso know-how e produtos na América do Norte e Europa”, revela Daniel P. Rosenfeld, CEO da marQ Systems.

Fundada pelos sócios Luciana Schavacini, Tiago Albino e Daniel Rosenfeld, o diferencial da startup é oferecer inovação tecnológica por meio de gadgets vestíveis ligados à Internet das Coisas. Devido à lacuna de mercado, identificada pelos próprios sócios quando precisaram deste tipo de solução, por bons produtos que façam mais do que calcular calorias e atividade física, a marQ Systems foi criada e objetiva oferecer soluções com peso e tamanho reduzidos, aliadas a uma plataforma web e mobile intuitiva, e que também inclui funcionalidades complementares ao monitoramento.

“Pensando em easepet, o que torna a nossa solução exclusiva no mercado é ir além do rastreamento: estamos desenvolvendo parcerias dentro do mundo da medicina veterinária para que a plataforma seja também um canal de informação para os tutores dos animais, além de ser um meio de comunicação com o médico veterinário do pet”, finaliza o CEO.

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