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Datablink oferece solução contra fraudes de cartões de débito e crédito

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A Datablink, líder em fornecimento de soluções de autenticação avançada e assinatura de transações, oferece ao mercado uma solução que previne fraudes durante transações com cartões de crédito e débito. Denominado Mobile 200, a ferramenta impede, de forma segura e imediata, que transações criminosas sejam completadas, garantindo, dessa forma, a integridade da movimentação.
O produto, que previne o acesso não autorizado da conta por meio de autenticação avançada e assinatura de transações financeiras, não veta ou limita a capacidade de compra do proprietário legítimo, um de seus grandes diferenciais.

Com a autenticação de multifatores mobile, o usuário visualiza os detalhes da compra e confirma ou recusa a transação instantaneamente antes de ser concluída por meio do aplicativo instalado no smartphone.

De forma muito segura, e graças à sua tecnologia patenteada, o Mobile 200 pode ser utilizado, ainda, em diversas outras transações, incluindo compras feitas no varejo, on-line e também em saques realizados em caixas eletrônicos.

“Trata-se de uma ferramenta que possibilita ao titular do cartão confirmar ou recusar o processo de compra antes que ele seja definitivamente finalizado. Dessa forma, o produto apresenta uma imensa vantagem, já que evita que a transação seja executada apenas quando a operação é concluída, prática que aumenta consideravelmente os riscos e que custa, anualmente, bilhões de dólares a cada ano aos bancos”, explica o vice-presidente da Datablink, César Lovisaro.

Além de todas essas vantagens, outro diferencial é que o aplicativo também permite que os emissores poupem recursos, uma vez que evita a suspensão do serviço para o cliente, diferente do que ocorre nos casos de fraude.

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Hive anuncia núcleo de MarTech

Como a tecnologia pode ajudar seu negócio? A Hive Marketing Technology, uma das maiores desenvolvedoras de plataformas digitais da América Latina, acredita que esta é a questão-chave para o futuro bem sucedido das empresas de todos os setores. Por conta disso, está ampliando seu escopo de trabalho com o lançamento do núcleo de MarTech, vertente voltada à automação do processo de marketing ainda pouco explorada no Brasil. A área já conta com três plataformas em operação: Beebots, Beepos, e Promotag. A estimativa é que a nova área tenha um faturamento superior a R$ 1,5 milhão este ano e atinja R$ 4 milhões em 2017.

“Constituímos nosso diferencial explorando recursos de tecnologias disruptivas. Nossas soluções estão focadas em inteligência e na entrega de resultados sólidos e mensuráveis para nossos clientes. É grande o número de empresas compreendendo que ações de marketing são cada vez mais métricas e menos show”, diz Mitikazu Lisboa, CEO da Hive.

Apostando em soluções de inteligência artificial, a Hive desenvolveu o Beebot, um chatbot (chat com robôs), plataforma que conversa com consumidores para automatização de tarefas de CRM e conversão de vendas de visitantes das plataformas digitais das marcas. Sistemas semelhantes já são usados em larga escala em países como China, Japão e Estados Unidos. “Essa plataforma é capaz de resolver uma série de problemas. O bot pode falar sobre qualquer coisa e atender milhares de pessoas ao mesmo tempo. Além disso, o sistema permite a geração de leads, coleta dados dos usuários e, ainda, possibilita redução de custos”, explica Lisboa.

Beepos é uma plataforma desenvolvida com referência em campanhas de member get member. Ela já está sendo usada em estabelecimentos como Camargo Alfaiataria, Estúdio Geek e Paula Ferber, no Brasil, e na rede de concessionárias Mitsubishi, nos Estados Unidos. Nele, a empresa utiliza o poder da rede de contatos de seus clientes, transformando-os em um importante canal de mídia. A ferramenta funciona na indicação de consumidores para o varejo, na qual um comprador indica o estabelecimento ou produto para um amigo. Quando este último adquire algo na loja, ambos são recompensados em futuras compras.

A terceira concepção é a PromoTag, recurso feito exclusivamente para abrigar todo tipo de promoções online. A ferramenta tem entre seus clientes a P&G, que a utiliza para campanhas promocionais de produtos. De acordo com Charles Betito Filho, COO da Hive, existe forte tendência de as empresas usarem plataformas prontas ao invés de desenvolverem próprias do zero sempre que precisarem de uma solução. O investimento é muito alto e acaba inviabilizando o negócio. “Muitas das nossas plataformas podem ser moldadas de acordo com o cliente ou a ação que ele quer realizar, além de serem totalmente seguras”, destaca.

Há dez anos no mercado, a Hive vive um importante momento marcado pela mudança de posicionamento. “Diversos segmentos de mercado como varejo, alimentos, bebidas e automotivo estão entendendo que não podem se manter competitivos sem o uso eficiente de tecnologia, que é justamente o DNA da Hive. Essa é a tendência e não mudará nos próximos anos”, explica Mitikazu Lisboa, CEO da Hive.

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Instituição de saúde do Reino Unido desenvolve app com MicroStrategy Mobile para gerenciar desempenho organizacional

A instituição de saúde do Reino Unido, Liverpool Community Health (LCH) NHS Trust, que presta serviços para cerca de 750 mil pessoas nas comunidades de Liverpool, Sefton e Knowsley, desenvolveu uma aplicação móvel para agilizar a entrega de relatórios gerencias para os membros do seu conselho diretivo. O app OPERA (Organizational Performance Electronic Reporting Application) foi desenvolvido com base no MicroStrategy Mobile e disponibiliza informações importantes para tomada de decisão, em tempo real, diretamente nos dispositivos móveis, substituindo um processo antes realizado manualmente e que demorava semanas para ser concluído.

A organização integra, desde 2010, o NHS Trust da Inglaterra, modelo de prestação de cuidados à saúde arquitetado pelo Serviço Nacional de Saúde (em inglês: National Health Service – NHS). O LCH dispõe de uma equipe de mais de três mil profissionais, sendo 80% deles com formação na área da saúde, incluindo enfermeiras, líderes das comunidades, visitantes da saúde, médicos, dentistas, nutricionistas, pediatras, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e fonoaudiólogos. Os serviços do LCH permitem que as pessoas sejam atendidas dentro de sua própria comunidade, de maneira independente, sem terem que ir ao hospital. Muitos desses serviços são oferecidos em qualquer horário, 24 horas por dia e sete dias por semana.

Antes do desenvolvimento do app móvel, os relatórios e análises eram desenvolvidos manualmente, compilados em planilhas Excel, impressos e entregues fisicamente aos membros do conselho diretivo durante suas reuniões. Esse processo levava algumas semanas e por conta desta morosidade, os dados eram apresentados com uma defasagem de praticamente um mês. Com o OPERA, as reuniões tornaram-se muito mais produtivas e assertivas. Os conselheiros podem acessar os dados a qualquer momento e realizar suas próprias análises e pesquisas, de maneira independente, quando julgarem oportuno.

A nova aplicação não só colaborou para a redução significativa dos custos com impressões, como também aumentou a produtividade da equipe, liberando para outras atividades os analistas, que antes passavam grande parte do tempo na concepção de relatórios. O OPERA aprimorou o processo de obtenção de feedbacks, aumentando o engajamento dos pacientes, que passaram a responder às pesquisas de satisfação eletronicamente em um dispositivo móvel, com total confidencialidade. Essa nova abordagem permite à instituição com base nesses retornos realizar análises instantâneas, diagnosticar os pontos falhos e, posteriormente, concentrar-se na correção de quaisquer questões salientadas.

Os benefícios proporcionados pelo app, fizeram com que a mobilidade passasse a ser enxergada com bons olhos pela LCH. Novas iniciativas, visando estender a utilização do BI para a corporação como um todo, estão sendo desenvolvidas e a organização acredita que cada vez mais os dispositivos móveis devem ser parte das ferramentas básicas de trabalho de staff, proporcionando melhorias significativas na prestação dos cuidados de saúde. Já do ponto de vista da governança da informação, os médicos poderão coletar dados mais seguros a respeito dos pacientes e, futuramente, não será mais necessário lidar com registros em papel.

“Escolhemos o MicroStrategy Mobile, pois queríamos eliminar quaisquer riscos inerentes a esse app. Necessitávamos de uma solução móvel que tivesse sua qualidade comprovada pelo mercado e que ao mesmo tempo fosse fácil de ser implementada e intuitiva na forma de usar. Temos trabalhado com diversas ferramentas de BI e a MicroStrategy é de longe a mas avançada plataforma móvel disponível”, Ammy Singh, Head of Solutions da NCS-IT.

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Participação de cartões nas vendas do varejo atingiu 33,3% em 2015, estima FecomercioSP

A participação de cartões no faturamento do varejo passou de 32,5% para 33,3% entre 2014 e 2015, sendo que cresceu apenas a parcela das vendas feitas com cartão de débito, enquanto a do cartão de crédito ficou estável. É o que aponta estudo da Federação do Comércio, Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).

De acordo com estimativas da Entidade, a partir de dados da Pesquisa Anual do Comércio (PAC) e da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), o faturamento nominal do varejo deve ter atingido R$ 1,394 trilhão em 2015 – alta de 3,2% em relação a 2014. O dado não considera os setores de materiais de construção e veículos, motos, partes e peças.

No ano passado, segundo dados da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), o faturamento dos cartões no Brasil atingiu R$ 1,065 trilhão, crescimento nominal de 8,9% ante 2014. Os cartões de crédito movimentaram R$ 665 bilhões (alta de 7,7% em relação ao ano anterior), e os de débito, R$ 400 bilhões (aumento de 11% na mesma base de comparação).

Se considerarmos apenas as vendas do varejo (comércio varejista e varejo alimentício, de acordo com segmentação disponibilizada no site da Abecs), a receita foi de R$ 463 bilhões, alta de 5,6% em relação a 2014, com faturamento de R$ 285 bilhões (crescimento de 2,9%) dos cartões de crédito, e de R$ 178 bilhões oriundos de compras no débito (aumento de 10,3%).

Com isso, a participação dos cartões nas vendas do varejo cresceu de 32,5% para 33,3% entre 2014 e 2015, mas com um detalhe importante: cresceu apenas a participação das vendas com cartão de débito (de 11,9% para 12,8%), enquanto ficou estável a das vendas com cartão de crédito (20,5%).

Para a assessoria econômica da FecomercioSP, há pelo menos quatro explicações para o aumento da participação dos cartões de débito e a estabilidade da participação dos cartões de crédito nas vendas do varejo. A primeira está ligada às taxas de desconto, que são mais baixas no débito do que no crédito. Diante da queda das receitas e da necessidade de cortar custos, o varejo economiza com um maior volume de vendas no débito.

Além disso, o lojista recebe o valor das vendas com cartão de débito em um prazo menor – dois dias após a realização da venda – do que o das realizadas no crédito – cerca de 30 dias após a venda.

Na primeira opção, assim, os varejistas não apenas melhoram o fluxo de caixa, já que embolsam os valores em um prazo menor, como economizam nas operações de antecipação de recebíveis (empréstimo feito por bancos e credenciadoras aos lojistas, que tem como garantia as vendas já realizadas no cartão de crédito), cujas taxas de juros vêm crescendo ao longo dos últimos meses.

Além disso, segundo a Federação, com a crise, os consumidores vêm privilegiando a compra de bens de primeira necessidade, como medicamentos e alimentos, normalmente pagos à vista, e adiando a aquisição de bens semiduráveis, como vestuário, e duráveis, como móveis, eletrodomésticos e eletrônicos, cujas compras são mais frequentemente realizadas mediante parcelamento no cartão de crédito. Por fim, o processo de migração dos pagamentos para os meios eletrônicos vem ocorrendo de forma mais intensa nas compras de menor valor, efetuadas com maior frequência no cartão de débito.

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Go Ahead IT é eleita pela CISCO como Melhor Parceiro do Ano

A Go Ahead IT, integradora de soluções de TI , foi premiada pela Cisco, líder mundial em Tecnologias de Informação, durante o Cisco Partner Fórum, realizado em são Paulo, no mês passado. A empresa se destacou em duas categorias: Melhor Parceiro do Ano e Maior Crescimento Regional.

Para Sandro Farah Manzano, Diretor Geral da Go Ahead IT, este reconhecimento vem ao encontro do rumo seguido pela empresa, ou seja, na contramão do mercado, já que tem aumentado o seu quadro e investindo na capacitação técnica dos colaboradores, e na área de serviços inteligentes criando novos produtos, além de receber certificações importantes no segmento. “Tudo isso tem contribuído para nosso crescimento e fortalecimento de nossa marca”.

Este encontro que acontece anualmente, reúne os principais parceiros e executivos da Cisco do Brasil e objetiva apresentar aos seus canais as estratégias e metas da companhia para o próximo ano fiscal, além de premiar os parceiros do ano fiscal anterior que se destacaram, nas diversas categorias avaliadas.

Sandro Farah Manzano, Tiago Colleto e Leandro Rodrigues foram os representantes da Go Ahead IT, para receber os prêmios da Cisco do Brasil nas categorias: Melhor Parceiro do Ano e Maior Crescimento Regional, pelos excelentes resultados avaliados dentro das métricas da empresa e pelo elevado crescimento de 65% na região de São Paulo. A entrega dos prêmios foi feita por Laércio Albuquerque, Presidente da Cisco Brasil, Marcelo Ehalt, Diretor de Canais e João Sardinha, Gerente de Canais.

Segundo Tiago Colleto, Diretor Comercial da Go Ahead IT, estas premiações são de suma importância, pois demonstra o reconhecimento da marca, o crescimento e a consolidação da Go Ahead como parceiro Cisco, o que fortalece e motiva cada vez mais a empresa e sua equipe.

“É a prova de que estamos no caminho certo, oferecendo serviços e soluções da parceira com um atendimento altamente qualificado. Nosso empenho na realização de projetos bem sucedidos, reforçam os resultados positivos que alcançamos com o crescimento regional alcançado para otimizar a parceria. “Não poderíamos deixar de agradecer a todos os nossos colaboradores pelo comprometimento e aos nossos clientes por depositarem a confiança em nossa empresa”, comemora o executivo.

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Siemens funda a next47 como unidade separada para startups

Em vigor em 01 de outubro de 2016, a Siemens criará uma unidade separada para fomentar ideias disruptivas com mais vigor e acelerar o desenvolvimento de novas tecnologias. O nome da unidade, “next47,” joga com o fato de que a Siemens foi fundada em 1847. Reunir suas atividades de startup existentes no next47 permitirá à empresa unir o melhor dos dois mundos: next47 aliará agilidade, velocidade e independência com uma base de clientes global, muitos anos de experiência, credibilidade e solidez financeira. A nova unidade terá financiamento de € 1 milhão para os primeiros cinco anos. Siegfried Russwurm, Diretor de Tecnologia da Siemens, chefiará a nova unidade em uma base de atuação.

“A própria Siemens foi uma startup em 1847 – fundada em um quintal em Berlim,” disse Joe Kaeser, Presidente e Diretor Executivo da Siemens AG. “Com a next47, estamos vivendo de acordo com os ideais do fundador de nossa empresa e criando uma importante base para fomentar inovação conforme continuamos o desenvolvimento da Siemens.” A nova unidade receberá a independência necessária, mas pode, no entanto, aproveitar as vantagens oferecidas pela Siemens. Ela terá escritórios em Berkeley, Xangai e Munique, e abrangerá todas as regiões do mundo a partir desses locais. A next47 se construirá sobre as atividades de startup existentes da Siemens. A nova unidade será aberta a empregados, bem como aos fundadores, startups externas e empresas estabelecidas, caso queiram buscar ideias de negócio em campos estratégicos de inovação da empresa. “Next47 dará a liberdade para experimentar e crescer – sem as restrições organizacionais de uma grande empresa. Nossa nova unidade buscará vigorosamente a estratégia da Siemens e nos permitirá tocar em ideias disruptivas em nossas principais áreas de eletrificação, automação e digitalização”, disse Siegfried Russwurm.

O primeiro projeto no next47, após um acordo com a Airbus em abril de 2016, será a eletrificação da aviação. As duas empresas pretendem demonstrar até 2020 a viabilidade técnica de sistemas de propulsão híbrido/ elétrico para aviões de pequeno porte a aviões de passageiros de médio porte. Outros campos de inovação importantes incluirão inteligência artificial, máquinas autônomas, eletrificação descentralizada e mobilidade em rede. A nova unidade também irá preocupar-se com os chamados aplicativos com blockchain que são projetados para fazer a transferência de dados na indústria e no comércio de energia, por exemplo, mais simples e mais seguros.

Siemens tem colaborado com startups desde os anos 1990. Nos últimos 20 anos, a empresa investiu mais de €800 milhões em cerca de 180 startups. Siemens está em contato com mais de 1.000 startups por ano, lança cerca de 20 empreendimentos cooperativos por ano e fundou, ela própria, mais de uma dezena de startups.

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Fomento à inovação – uma visão do Brasil e da Austrália – Por Jamile Sabatini Marques

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O impacto da inovação em um país pode ser demonstrado de diversas maneiras, desde sua capacidade de movimentar a economia com a geração de novos empregos ou até pela sua habilidade de estimular o mercado a criar negócios inéditos. Mas como o apoio financeiro concedido às empresas de tecnologia pode contribuir para o desenvolvimento econômico baseado no conhecimento?
Foi com essa dúvida que, em 2015, embarquei em um voo para o outro lado do mundo, mais precisamente, em Brisbane, Austrália, para ter o privilégio de ser orientada pelo acadêmico Dr. Tan Yigitcanlar, autor do conceito KBUD (Knowledge-Based Urban Development – Desenvolvimento Urbano Baseado no Conhecimento), em minha tese de doutorado na Queensland University of Technology (QUT), por meio de uma cooperação com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Como pode observar, o foco da viagem estava no especialista e não somente no país em que ele está baseado. Estar em outro país me permitiu realizar comparativos com as duas economias sobre as visões das empresas de tecnologia brasileiras e australianas em relação ao fomento à inovação.

Mas antes de chegar aos resultados do estudo, quero voltar a 2013, no meu primeiro ano na diretoria de Inovação e Fomento da Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES), quando formulamos uma pesquisa para medir o quanto as empresas de tecnologia conheciam sobre os recursos para fomento direcionados à inovação existentes no mercado. Para espanto de investidores como governo e bancos, quase a metade, cerca de 44% das empresas associadas à entidade não conhecem o suficiente as fontes para Inovação e Fomento disponíveis para o setor no país.

Em minha pesquisa desenvolvida na Austrália, parti do ponto de que, dentro do framework de KBUD criado pelo Dr. Tan Yigitcanlar, no segmento econômico, ele considerava quatro importantes pilares: Conhecimento, Criatividade, Inovação e Competitividade, mas ainda não incluía o Fomento/Incentivo como base para que haja desenvolvimento econômico baseado no conhecimento. Para contextualizar a importância de inserir o Fomento neste framework e propor um modelo de fomento às empresas de base tecnológica como estratégia para a promoção do desenvolvimento urbano baseado no conhecimento, submeti algumas empresas australianas – associadas a uma entidade que tem um papel similar ao da ABES no Brasil, a AIIA (Australian Information Industry Association) – ao mesmo questionário feito em 2013 no Brasil.

No total, 75 empresas australianas responderam ao questionário. Dentre essas, 36,5% afirmaram não ter conhecimento dos recursos de fomento para inovação disponíveis no mercado. A maioria, 54,4%, disse nunca ter se beneficiado desse tipo de recurso. Entre as empresas que tentaram pedir o recurso, mas não conseguiram, a maioria entre as australianas e brasileiras aponta o mesmo motivo: processo complexo/burocracia, 47,1% e 40,45%, respectivamente.

Preferencialmente, as empresas no Brasil e Austrália buscam incentivos à inovação para aplicação em Pesquisa e Desenvolvimento 77% e 62,7%, respectivamente. Em segundo lugar, para utilização na força do Marketing/Vendas/Feiras: 46,4 (BR) e 46,3% (AU).

Entre as linhas de fomento que as australianas gostariam de ter mais informações e se manter atualizadas encontram-se as voltadas a Incentivos Fiscais para Pesquisa e Desenvolvimento (56,5%); Programas para Empreendedores (54,8%) e Fundos de Capacitação (25,8%). Entre as empresas brasileiras de tecnologia, o interesse maior ficou no BNDES (72%); FINEP (66,8%) e Fundos para Pesquisa (44,9%).

Dentro desta pesquisa também tive a oportunidade de entrevistar representantes do governo e de entidades representativas do setor de tecnologia nos dois países. No caso da Austrália, a principal questão está na necessidade de promover uma cultura de incentivo à inovação. O país voltou a desenvolver programas de fomento à inovação em 2009, depois de 15 anos sem uma política específica voltada ao tema. A transparência também foi uma necessidade apresentada, pois não estão claros os critérios para participar de certos programas.

Das 400 melhores universidades do mundo, 20 estão na Austrália. O compartilhamento dos espaços físicos e laboratórios das universidades com as empresas foi apontado como um fator relevante para incentivar a inovação no país. Também citaram a necessidade de criação de mais parques tecnológicos e incubadoras, apontando este problema como a razão pela qual o país vem perdendo empreendedores para outros países como EUA, Canadá e Inglaterra.

No Brasil, pouco se mede sobre o impacto do fomento à inovação, porém em pesquisas anteriores realizadas junto às empresas que receberam recurso público para inovar, o governo obteve o retorno deste incentivo no primeiro ano de programa. As empresas cresceram e algumas passaram a exportar, geraram empregos e melhoraram os benefícios oferecidos para os seus funcionários, tendo como resultado o desenvolvimento econômico baseado no conhecimento.

A falta de conhecimento das empresas sobre os benefícios disponíveis demonstra, claramente, a necessidade de divulgação das gestoras de recursos financeiros para estimular e atrair as empresas para adoção desses instrumentos de apoio que poderão ajudar o Brasil a se tornar mais competitivo e deslumbrar novos mercados por meio da inovação e, consequentemente, gerar desenvolvimento econômico.

Respondendo à pergunta acima, há uma tendência de países membros da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) de fomentar a inovação por meio de incentivos fiscais, o qual acaba sendo mais rápido, menos burocrático e mais democrático. Essa seria uma aposta bem acertada do governo brasileiro para elevar os resultados quando tratamos de apoio à inovação, mas o Brasil ainda precisa melhorar neste quesito, trazendo uma legislação mais clara e simples para que as empresas se beneficiem destes instrumentos.

Por Jamile Sabatini Marques, Diretora de Inovação e Fomento da ABES: PhD em Engenharia e Gestão do Conhecimento UFSC – Doutorado sanduíche (QUT / Austrália) e Doutora em Gestão do Conhecimento pela Universidade Federal de Santa Catarina, Jamile Sabatini Marques é mestre em Gestão de Inovação pela École de Mines de St-Étienne, França, especialista em gestão de empresas. A diretora de Inovação da ABES construiu sua carreira atuando, principalmente, na área de gestão, inovação, fomento, fundos de investimento e representação institucional. Atualmente, também exerce a função de Presidente da Câmara de Tecnologia e Inovação da FECOMÉRCIO – Federação do Comércio de Bens, de Serviços e de Turismo de Santa Catarina, Membro do Conselho International Journal of Knowledge-Based Development (IJKBD).

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Apex-Brasil leva empresas de tecnologia de ponta para fazer negócios no Peru

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), em parceria com a embaixada do Brasil no Peru, realiza, entre os dias 12 e 13 de julho, a sétima edição do evento Brasil Tecnológico. A ação é uma das principais iniciativas da Apex-Brasil para promoção de negócios na América Latina e foca nas exportações, internacionalização e atração de investimentos de empresas brasileiras no Peru. A comitiva levada pela Agência conta com empresas de tecnologia da informação, defesa, maquinário, eletrônicos, equipamentos médicos e hospitalares e plásticos para participar de seminários técnicos e rodadas de negócios em Lima. A expectativa é gerar US$ 60 milhões em vendas para os 12 meses seguintes.

O continente latinoamericano oferece muitas oportunidades a serem exploradas pelo Brasil. Em 2015, 70% dos bens exportados para os países vizinhos era constituído por produtos de alto valor agregado. Como a Apex-Brasil se concentra nas exportações de mercadorias manufaturadas, o número destaca a importância da região para o comércio exterior brasileiro. Pouco mais de 16% dos produtos nacionais exportados no mesmo ano tiveram a América Latina como mercado principal, o que indica uma ampla margem de possibilidades comerciais a serem estabelecidas.

O Peru é um grande aliado no objetivo de diversificar os destinos das exportações nacionais. A nação apresenta previsão de crescimento do PIB de 3,74% para 2016 “Ao levarmos empresas brasileiras para participar de rodadas de negócios com companhias peruanas, destacamos a liderança regional do Brasil como produtor de tecnologia de alta qualidade e ampliamos nossas parcerias com um país que aponta crescimento de destaque regional”, afirma o coordenador de Promoção de Negócios da Apex-Brasil, Rafael Prado.

Ao todo, 42 empresas brasileiras participam das negociações com o objetivo de entrar na cadeia de fornecimento de companhias do Peru. Todas foram escolhidas para participar do evento com base em seu diferencial tecnológico. Entre elas estão a CCK Automação, pioneira brasileira em gerenciamento de energia elétrica por meio de microcomputadores; a MV Sistemas, que apresenta soluções tecnológicas para redes de saúde pública e para medicina diagnóstica; a Cliever Tecnologia, empresa que produz impressoras 3D com tecnologia completamente fabricada no Brasil, entre muitas outras.

Dentro da programação de dois dias, as empresas participam ainda de seminários técnicos ministrados por especialistas brasileiros. Palestras sobre novas tendências e a expertise brasileira com o etanol; TI do Brasil e sua transição para o mercado peruano; manufatura avançada da indústria de maquinário e um panorama da indústria brasileira de saúde estão entre os destaques.

Brasil Tecnológico
Swissotel Lima – Av. Santo Toribio 173, Lima, Peru
Dias 12 e 13 de julho
Das 9h às 18h30
Mais informações: imprensa@apexbrasil.com.br/ 61 3426-0424

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Holding de investimento e desenvolvimento de startups, eGenius Founders, focará em fintechs

A eGenius Founders, uma holding de investimento e desenvolvimento de empresas de tecnologia, tem como principal objetivo de negócios para os próximos meses se especializar no mercado de fintech, que são startups voltadas ao mercado financeiro. Desde o seu lançamento, em dezembro de 2014, a empresa já investiu e desenvolveu dois marketplaces de serviços, Easy Carros e Singu, e duas plataformas de fintech, a BeeCâmbio, um marketplace de corretoras de cambio, e F(x), um marketplace de crédito estruturado. Com as quatro empresas já foram investidos mais de R$ 5 milhões e até o fim de 2016 esse número deve ultrapassar R$ 15 milhões.

“Como estamos sempre atentos às tendências, voltamos parte dos nossos esforços para desenvolver novas soluções tecnológicas no setor de fintech, que se mostra muito promissor no Brasil. Somente nas duas verticais que estamos atuando hoje, crédito e cambio, são quase R$2 trilhões em transações de acordo com dados do Banco Central, considerando nosso mercado target estamos falando de mais de R$200 bilhões. Eventualmente podemos avaliar ideias inovadoras que possam aparecer em outros segmentos, mas nesse momento nosso foco esta em fintech”, explica Alexandre Liuzzi, fundador da eGenius Founders.

Além de Alexandre, a holding tem como sócios fundadores grandes nomes como Marcio William, também co-fundador da Easy Taxi, Fabio Arruda e Eduardo Kupper, ex-executivos da Rocket Internet.

Desde de que iniciaram o projeto com a BeeCâmbio, em agosto de 2015, mais de R$50 milhões ja foram transacionados pelo novo site da empresa. E somente nos 6 primeiros meses após o lançamento da F(x), mais de R$ 120 milhões em propostas de crédito foram colocadas através da plataforma. Para 2017 a expectativa da empresa é que os volumes combinados de Bee e F(x) ultrapassem a marca de R$1 bilhão.

A eGenius normalmente atua como co-fundadora de startups (no modelo venture builder), normalmente entrando em um estágio bastante inicial e utilizando o seu proprio time de tecnologia e gestão, em conjunto com os fundadores, para transformar ideias em empresas de verdade. Depois de um periodo de desenvolvimento e estruturação que pode durar de 6 a 18 meses, a eGenius ajuda os fundadores e executivos a captarem recursos com diferentes tipos de investidores, e passa a ter um papel menos ativo no dia a dia da empresa.

“Estamos envolvidos em todas as etapas do processo de criação de uma nova empresa, desde a concepção do negócio, estudo do mercado, validação das premissas, testes de hipoteses, planejamento de crescimento e escalabilidade, operações, suporte financeiro, legal e administrativo. Isso além da gestão do time de tecnologia e produto”, explica Fabio Arruda, que esta atualmente trabalhando com a BeeCâmbio.

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As sete melhores práticas de RH que toda empresa de TI deveria adotar

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Motivar dentro e fora da empresa, fornecer ferramentas que ajudem a desenvolver um bom trabalho e melhorar a qualidade de vida são ações que fazem parte das melhores práticas de Recursos Humanos de uma empresa. Para conquistar ótimos resultados é importante ter profissionais bem qualificados e engajados na companhia. Pensando nisso, a Tata Consultancy Services (TCS) – empresa líder em serviços de TI, consultoria e soluções de negócios, e que possui atualmente mais de 353 mil colaboradores no mundo – resolveu dar algumas dicas que podem agregar mais valor à aérea de RH das empresas de TI, mas que podem ser úteis a companhias de outros setores também, que buscam ideias diferenciadas para motivar seus profissionais e atrair novos talentos. A seguir estão sete das melhores práticas que podem ser aplicadas nas empresas de TI:

1) Plataformas de aprendizado

A área de TI está em constante evolução e os profissionais do setor precisam dos cursos e certificações para se atualizarem e desenvolverem/ampliarem suas expertises. A TCS, por exemplo, criou um programa de e-learning – o iEvolve – no qual os colaboradores podem estudar de graça e online para obter novas certificações, que em sua maioria têm um custo elevado. Ao final dos cursos eles podem fazer as provas oficiais e retirar as certificações, assim economizam tempo e dinheiro, além de ampliarem seus conhecimentos. Vale ressaltar que a empresa reembolsa o valor investido pelo colaborador.

2) Período sabático

Não basta ter férias, algumas empresas de tecnologia agora fornecem períodos sabáticos para seus funcionários com a finalidade de que eles usem esse tempo para viajar, estudar e conhecer uma nova cultura. Por meio dessas licenças, os profissionais ficam de três a seis meses afastados do trabalho e são remunerados da mesma maneira. Esses períodos servem para expandir os conhecimentos, trazer novas ideias e descansar. Assim os profissionais voltam ao trabalho com mais disposição e muito mais engajados.

3) Estudo de língua estrangeira

O inglês e outros idiomas são indispensáveis no dia-a-dia de muitos profissionais. É muito importante ter colaboradores que falem um ou mais idiomas estrangeiros. A TCS, por exemplo, investe em um programa de ensino à distância, o Global English, no qual os colaboradores recebem uma chave de acesso a uma plataforma interna e online e podem estudar inglês totalmente grátis. Além disso, a empresa fechou parcerias com as principais escolas de idiomas e os colaboradores têm até 45% de desconto para fazerem cursos.

4) Investindo a longo prazo

Ainda pensando na qualificação dos colaboradores, é indispensável investir em pós-graduação e mestrado. Algumas empresas de TI já fornecem esses cursos totalmente subsidiados ou, então, com no mínimo 50% pagos. Assim o profissional se sente motivado a estudar, agregando valor para ambos.

5) Indicação de profissionais

Encontrar profissionais de TI qualificados e com boa recomendação pode ser uma tarefa difícil. Por isso, a TCS possui um programa de indicação de colaboradores – Bring Your Buddy – no qual os associados podem indicar ex-colegas de trabalho e amigos. Se o profissional passar do período de experiência, aquele que fez a indicação recebe uma bonificação. A empresa consegue assim construir um bom quadro de funcionários.

6) Programas voluntários

Tirar os profissionais do ambiente de trabalho pode ser uma ótima ideia para expandir conhecimentos. A TCS, por exemplo, possui o projeto Enable em que os colaboradores palestram e fazem workshops com estudantes de escolas técnicas de São Paulo. E os jovens que participam destas iniciativas podem se candidatar a vagas na TCS como aprendizes. O retorno é sempre positivo, pois algumas dúvidas dos estudantes fazem os profissionais pensarem “fora da caixa” e trazem novas ideias para situações do dia-a-dia.

7) Qualidade de vida

É importantíssimo pensar na qualidade de vida dos colaboradores e promover atividades relacionadas à saúde. Um profissional que pratica atividade física consegue trazer novas ideias, gera bastante valor e motiva sua família e todos à sua volta. Pensando nisso, a TCS criou programas como Fit4life, que realiza atividades como corridas e caminhadas organizadas pela empresa, além de trazer para dentro da empresa orientações médicas, por meio de palestras e exames oftalmológicos, por exemplo, para a equipe. E ainda há o programa Purpose4life com as mesmas iniciativas envolvendo os colaboradores, porém com foco em retribuir e beneficiar comunidades.

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Cielo e Braspag anunciam primeiros testes com tecnologia que liga objetos à internet

Novidade proporciona a experiência de compra por meio de um botão conectado, tecnologia que permite que pedidos de compra sejam feitos a partir de qualquer objeto

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Com a proposta de levar o e-commerce a qualquer lugar, a Cielo, líder em pagamentos eletrônicos na América Latina, e a Braspag, empresa do grupo Cielo, anunciam os primeiros testes no Brasil da experiência de compra por meio de um botão conectado, tecnologia que permite que pedidos de compra sejam feitos a partir de qualquer objeto, incorporando o conceito de Internet das Coisas (IoT).

Na prática, será possível comprar produtos com apenas um clique, sem sair de casa ou precisar acessar qualquer loja virtual. A partir do segundo semestre, a tecnologia entra em piloto com cerca de 100 consumidores cariocas da Organomix, empresa distribuidora de produtos orgânicos. Até o final do ano, estará disponível para todo o mercado brasileiro.

A novidade vem logo após a Cielo ter lançado sua plataforma aberta Cielo LIO, um terminal inteligente de pagamentos e gestão de negócio, e é mais um passo na direção da integração entre os mundos físico e online para o varejo brasileiro, revolucionando a experiência de compra na ponta. “Acreditamos na inovação como driver do nosso negócio. Preparamos a ‘estrada’ para que a internet das coisas se torne uma realidade no Brasil”, afirma Danilo Caffaro, Vice-Presidente de Produtos e Negócios da Cielo.

“A novidade tem potencial para revolucionar as compras online, sendo um passo fundamental para o e-commerce brasileiro ao proporcionar mais facilidade e conveniência ao consumidor e maior conversão de vendas ao lojista. A internet das coisas tem grande potencial de agregar ao comércio online as compras recorrentes, como de itens de limpeza e alimentos, que tradicionalmente são feitas em comércios físicos”, afirma Gastão Mattos, CEO da Braspag.

Como funciona

A tecnologia terá duas modalidades de uso. A primeira, associada a um botão físico, que poderá ser instalado no local desejado pelo consumidor. Ele poderá programá-lo para comprar um determinado produto, deixando já configurada a quantidade por meio de um pré-cadastro, em que também serão fornecidos dados pessoais, dados do cartão de crédito e endereço de entrega – tudo armazenado de maneira criptografada e segura. Ao apertar o botão, o pedido é gerado automaticamente e entregue no endereço cadastrado.

Na segunda modalidade, o fluxo é semelhante, mas sem a necessidade do botão físico. Ele é substituído por um aplicativo para smartphone, que também aciona compras pré-cadastradas por meio de apenas um clique. Para confirmar o pedido ao cliente, a loja poderá enviar um e-mail, como já fazem hoje os principais varejistas online do Brasil.

A plataforma interpreta a mensagem de pagamento vinda de qualquer dispositivo, por meio das APIs de pagamento. “O nosso objetivo é entregar ao usuário final a experiência de compra mais fluida possível. A inteligência está em gerar o pedido automático e facilitar a etapa do pagamento, tornando-a praticamente imperceptível ao consumidor”, complementa Mattos.

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Profissionalização do cibercrime provoca disrupções em empresas digitais

Novo relatório da BT e da KPMG adverte sobre as ameaças emergentes que têm origem em empresas cibercriminosas altamente organizadas, visando o lucro

Apenas um quinto dos executivos de TI das grandes empresas multinacionais afirmam que suas organizações estão realmente preparadas para combater a ameaça do cibercrime. A grande maioria das empresas se sente limitada por regulamentações, disponibilidade de recursos e a dependência de terceiros quando se trata de reagir a esses ataques, segundo nova pesquisa da BT e da KPMG.

O estudo – “Taking the Offensive – Working Together to disrupt digital crime” – identificou que, embora 94% dos responsáveis pelas decisões em TI estejam cientes de que empresários criminosos chantageiam e subornam funcionários para ter acesso a suas organizações, cerca de metade deles (47%) admite que suas empresas não implementaram qualquer estratégia para impedir essas ações.

O estudo também verificou que 97% dos entrevistados já foram alvo de ataques cibernéticos, que, segundo metade deles, vêm se intensificando nos últimos dois anos. Além disso, 91% dos entrevistados acreditam que enfrentam obstáculos em suas defesas contra os ataques digitais: muitos deles citam entraves regulatórios, e 44% se mostram preocupados com a dependência de terceiros para ações de resposta que são de sua responsabilidade.

Mark Hughes, CEO da área de Security da BT, destaca que “estamos agora em uma corrida armamentista contra gangues de criminosos profissionais e contra estados que possuem recursos avançados. No século 21, os cibercriminosos são empresários cruéis e eficientes, atuando em um mercado negro altamente sofisticado e em rápida evolução.

“A contínua escalada do cibercrime exige uma nova abordagem em relação ao risco digital – e isso significa, em primeiro lugar, colocar-se na pele dos atacantes. Não basta as empresas se defenderem dos ataques. É preciso também interromper as atividades das organizações criminosas que lançam esses ataques. As empresas precisam contar com leis aplicadas contra os criminosos, e também com a competência de parceiros especializados em segurança cibernética”.

Paul Taylor, que está à frente da área de segurança cibernética da KPMG no Reino Unido, ressalta que “é tempo de pensar o risco cibernético sob outro ângulo, retirando o foco exclusivamente dos hackers, e reconhecendo que nossas organizações estão sendo alvo de empresários criminosos e impiedosos, que têm planos de negócio e utilizam amplos recursos com intenção de fraudar, extorquir e roubar a propriedade intelectual do que lutamos para conquistar.

“Falar de forma genérica sobre o risco digital não vai apresentar soluções. É necessário pensar em possíveis cenários de ataque à sua empresa e considerar como a segurança cibernética, controle de fraude e resiliência podem ser combinados para lidar com essas ameaças de modo eficiente. Dessa forma, a segurança cibernética se torna uma estratégia corporativa importante para os negócios no mundo digital”.

O estudo da BT/KPMG indica que os Chief Digital Risk Officers (CDROs) agora estão sendo chamados a assumir um papel estratégico, somando experiência no mundo digital e competência gerencial de alto nível. Entre os entrevistados, 26% disseram já contar com um profissional nessa função, o que sugere que a área de segurança e as responsabilidades inerentes a ela estão sendo reavaliadas.

A pesquisa também sinaliza a necessidade de ajuste dos orçamentos, e 60% dos entrevistados indicaram que, nas suas empresas, a segurança cibernética faz parte do orçamento de TI. Metade deles (50%) acredita que deveria haver um orçamento específico para segurança. Um dos maiores desafios identificados pelo relatório é o volume de financiamento e investimentos em P&D que os criminosos conseguem reunir para minar as defesas das empresas alvo.

Participaram do estudo “Taking the Offensive – Working together to disrupt digital crime” profissionais responsáveis pela área de segurança de conhecidas organizações globais. A pesquisa relata exemplos de diversas formas de ataques criminosos identificados por essas organizações, incluindo diferentes tipos de malware e ataques de phishing. Também descreve os principais modelos de negócio dos criminosos e o mercado negro que permeia suas atividades – sejam sofisticados ataques ao sistema financeiro; ataques a empresas ou indivíduos com alta renda, ou até mesmo ataques que já se tornaram commodities, afetando a todos nós.

As conclusões da pesquisa apontam para a necessidade de uma nova mentalidade, considerando a segurança não mais apenas como um exercício de defesa. A segurança, na verdade, é ponto crucial para a inovação digital e, em última instância, para a lucratividade das empresas.

A BT e a KPMG estão agora em contato com grandes organizações em todo o mundo para promover um debate sobre as conclusões da pesquisa e colaborar nas mudanças que devem ser realizadas. Veja a íntegra do relatório.

Nota:
As conclusões e recomendações do relatório “Taking the Offensive – Disrupting Cyber Crime” são baseadas em entrevistas realizadas em parceria com a Vason Bourne, com diretores responsáveis pela TI, resiliência e operações de negócio das maiores empresas nos Estados Unidos, Reino Unido, Singapura, Índia e Austrália. Para fazer o download do relatório, visite: http://www.bt.com/taking-the-offensive

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Clóvis de Barros Filho e Sílvio Meira abordam em palestras ética nas organizações e empreendedorismo em tempos digitais

Evento acontece dia 21 de julho no Teatro Guararapes em Olinda

Poder, valores e ética nas organizações. Esse é o tema da palestra de um dos mais requisitados e irreverentes palestrante do Brasil Clóvis de Barros Filho. Quem abre a noite é o professor Sílvio Meira, que aborda “Inovação e Empreendedorismo em Tempos Digitais”.

As palestras dos professores Clóvis de Barros Filho e Sílvio Meira integram o projeto Notáveis Personalidades. O encontro é uma realização da Winner Eventos com a CIN – Capital Intelectual, que tem mais de 25 anos de experiência em planejamento, organização e realização de eventos corporativos.

Clóvis de Barros Filho passa conteúdos filosóficos entre exemplos cotidianos e histórias, de maneira leve e descontraída. Sua entrevista no programa Jô Soares foi considerada uma das melhores de todos os tempos. O professor é conhecido pelo humor peculiar, o que o torna ainda mais carismático, encantando as plateias do Brasil e do mundo com sua clareza e sinceridade. Suas palestras já conquistaram públicos heterogêneos não só no Brasil como outros países tais como França, México, Argentina, Espanha, Uruguai e Portugal.

Doutor em Ciência da Comunicação, Clóvis é jornalista e advogado, além de mestre em Ciência Política pela Sourbone, em Paris. É professor de Ética na USP e de Filosofia Corporativa na HSM Educação e palestrante da HSM Management. É ainda pesquisador e consultor em Ética da Unesco. Tornou-se reconhecido como especialista em temas como ética, motivação, mudança, confiança, empreendedorismo e amor ao trabalho. Entre os livros publicados como co-autor estão: “A vida que vale a pena ser vivida”; “Somos todos canalhas”; “Ética na comunicação”; “A filosofia explica as grandes questões da humanidade”; “Teorias da comunicação em jornalismo – reflexões sobre a mídia”.

Já Sílvio Meira faz palestra sobre “Inovação e Empreendedorismo em Tempos Digitais”. Meira é pesquisador da área de engenharia de software, é fundador e presidente do Conselho de Administração do Porto Digital e fundador do C.E.S.A.R, onde foi o cientista-chefe. Formado pelo ITA, é mestre pela UFPE e Ph.D. pela University of Kent em Canterbury, no Reino Unido. Sílvio Meira é professor emérito do Centro de Informática (CIN) e professor associado da Escola de Direito da FGV-RIO. Já foi pesquisador do CNPq e coordenador do programa de doutorado da Universidade Federal de Pernambuco.

Silvio Meira compôs a equipe do Ministério da Ciência e Tecnologia, foi presidente da Sociedade Brasileira de Computação e consultor do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Já foi considerado pela revista Exame uma das cem pessoas mais importantes na área de tecnologia de informação no País, tendo recebido as comendas da Ordem Nacional do Mérito Científico e da Ordem de Rio Branco por meio da Presidência da República.

Palestra com Clóvis de Barros Filho e Sílvio Meira

Data: 21 de julho

Local: Centro de Convenções de Pernambuco – Teatro Guararapes

Horário: a partir das 18h

Informações e inscrições: (81) 3090.6834

Site: NotaveisPersonalidades.com.br

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Uso de ferramentas de Analytics e Big Data nas eleições de 2016 será o grande diferencial

Por Wesley Santos, Instrutor Estatístico do SAS Brasil

Quem é o meu eleitor? Qual a opinião das pessoas sobre as minhas propostas? Será que os eleitores gostaram da postagem que eu fiz ontem? Estas são algumas dúvidas que provavelmente passarão pela cabeça dos políticos que disputarem as eleições deste ano para prefeito, vice-prefeito e vereador. O modo tradicional de responder a estas perguntas se baseia nas pesquisas eleitorais feitas por grandes institutos. Mas fica a pergunta: e as milhares de opiniões geradas diariamente pelas redes sociais? Como quantificar um tuíte, um post no Facebook, um comentário feito no Youtube após um vídeo viral ou até mesmo um meme de um candidato? A resposta está no uso de ferramentas de Analytics voltadas para análise de grande quantidade de dados, ou seja, o Big Data.

Para se ter uma ideia do tamanho das informações que estamos falando, apenas nas eleições presidenciais de 2014, assuntos relacionados ao tema chegaram a 39 milhões de tuítes e cerca de 674 milhões de postagens no Facebook (incluindo curtidas e comentários), no período de julho a outubro de 2014. Esse novo cenário cria inúmeras vantagens para o partido que souber melhor aproveitar as soluções analíticas voltadas para a análise de grandes bases de dados.

Para dar conta dessa avalanche de informações são necessárias técnicas que apliquem conhecimentos avançados de estatística e de computação. Estamos falando de algoritmos de Machine Learning e tecnologias que possibilitam aos sistemas encontrar padrões e, assim, auxiliar na tomada de decisões rápidas. Uma técnica já aplicada com sucesso em áreas de inteligência analítica voltadas para marketing é o Support Vector Machine (SVM – Máquinas de Vetores de Suporte) – algoritmo que busca padrões para classificação de dados.

O SVM pode ser utilizado para saber a opinião, a satisfação e o sentimento dos eleitores nas redes sociais. Geralmente, essas percepções são chamadas de análises de sentimentos. Para o candidato, é interessante saber se determinada política ou programa eleitoral está com aceitação ou rejeição junto aos eleitores; ou ainda ter conhecimento, em tempo real, do sentimento das pessoas durante um debate eleitoral. Estamos falando de opiniões e comentários, sejam na forma de tuítes, curtidas, postagens em blogs, comentários em vídeos e até a reação de pessoas a determinados memes.

Outra técnica que pode ser utilizada é o algoritmo de classificação k-means. O objetivo, nesse caso, é encontrar grupos de eleitores com similaridade ou dissimilaridade de opiniões. Por exemplo, grupos de eleitores que demonstrem interesse em candidatos que defendam politicas voltadas a sustentabilidade ou melhorias no transporte público em detrimento ao uso de carros, entre outros exemplos. Também é possível identificar regiões com baixa adesão de eleitores e que mereçam maior engajamento. Dessa forma, os candidatos podem segmentar seus esforços em determinados grupos e terem um foco de atenção mais especifico.

Independente da técnica utilizada, o candidato que souber tirar melhor proveito das ferramentas de Analytics terá uma vantagem sobre os demais. As pessoas estão dizendo o que querem, mas agora a informação está dispersa, diluída, misturada em diferentes plataformas. Ter as ferramentas certas para analisar e traduzir em insights essa grande quantidade de informações será o diferencial que poderá levar o político a uma vitória na próxima eleição.

Wesley Santos é formado em Estatística pela USP (Universidade de São Paulo). Atua como instrutor nos cursos estatísticos do SAS Brasil. Possui experiência como consultor nas áreas de Modelagem de Risco de Crédito, Modelagem de Prevenção à Fraudes e Estatística Avançada.

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Gartner alerta para áreas de Segurança em Nuvem que as empresas devem focar

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, alerta as empresas para a segurança de aplicações armazenadas em ambientes Cloud (em Nuvem). Enquanto muitos profissionais de tecnologia ainda estão desenhando suas estratégias de Cloud, hesitando em adotar ou definindo seus fornecedores, os funcionários das organizações já estão amplamente utilizando centenas de aplicações Cloud, em especial Software como Serviço (do inglês, Software as a Service – SaaS). Esse tema será amplamente debatido na Conferência Gartner Segurança e Gestão de Riscos, que acontece nos dias 2 e 3 de agosto no Sheraton São Paulo WTC Hotel (SP).

Segundo o Gartner, a computação em Nuvem cria muitos desafios para todas as empresas. Geralmente, nenhuma política corporativa de Cloud ou projeto de segurança é abrangente o suficiente. Do ponto de vista da Segurança e da Gestão de Riscos, a ambiguidade é especialmente difícil de lidar. Um dos principais dilemas com relação à introdução de políticas de computação em Nuvem é que ninguém consegue realmente definir o que ela é. “Enquanto os CISOs (do inglês, Chief Information Security Officers) veem a Nuvem como um estilo de computação, outras partes da empresa enxergam apenas como ‘coisas acessadas pela Internet’”, afirma Jay Heiser, Vice-Presidente de Pesquisa do Gartner.

Independentemente de como os grupos definem a computação em Nuvem, os analistas do Gartner indicam que é essencial ter uma estratégia bem definida, assim como políticas para o seu uso. As empresas devem focar em três áreas principais de segurança na Nuvem: multilocação, virtualização e software como serviço.

A multilocação proporciona flexibilidade limitada nos serviços para empresas dividem espaço com outros clientes. Com os dados fora do controle físico da companhia, a segurança acaba se tornando um problema. De fato, 38% das organizações que não planejam utilizar a Nuvem Pública apontaram a segurança e a privacidade como os principais motivos de risco. No entanto, as empresas podem estar usando a segurança e a privacidade como “desculpa”, tanto pelo medo de abdicar do controle sobre os dados quanto pela grande mudança no status quo do modo como estão acostumadas a trabalhar. “Não há correlação entre falha de segurança e o grau de multilocação. Às vezes, tornar-se híbrida pode ser a melhor forma para que algumas empresas ganhem confiança no modelo de Nuvem Pública”, explica Heiser.

A virtualização requer uma gestão de vulnerabilidade e processos de comparação distintos para o ambiente de Nuvem. As empresas podem usar ferramentas diferentes para gerenciar máquinas virtuais, uma vez que sua natureza complexa, dinâmica e distribuída não permite a indicação física de segurança como as “luzes piscantes” dos modelos tradicionais.

Os aplicativos de SaaS (Software como Serviço) oferecem um nível cada vez maior de segurança, com inúmeras funcionalidades de controle. No entanto, as aplicações de SaaS estão, no geral, sob o comando dos usuários finais, oferecendo uma transparência mínima e sem possibilidades de personalização para as demandas das empresas. Para aumentar a complexidade, muitas empresas chegam a ter 1.000 aplicativos SaaS em uso.

Priorize suas escolhas de SaaS

Os profissionais de segurança (CISOs) precisam definir suas prioridades e definir o tempo e os melhores recursos para lidar com o contexto de risco no uso de SaaS. Dessa forma, é necessário dividir os aplicativos de SaaS (Software como Serviço) em três níveis:

Nível 1: Realisticamente, cerca de 80% do mercado está centrado em 100 serviços de Cloud. Os principais fornecedores têm opções comprovadas, mas as organizações precisam se debruçar sobre o tema e verificar se realmente elas estão fora de risco para usar as soluções de forma segura.

Nível 2: Estas empresas, tipicamente grandes marcas que estão experimentando Cloud Services, não tinham oferecido antes como ofertas principais por mais de cinco anos. Geralmente com uma estratégia vertical de oferta de aplicativos, eles bloquearam avaialçies de terceiros. É neles que os CISOs devem focar suas avaliações e seus recursos.

Nível 3: Os milhares de aplicativos de computação em Nuvem classificados como nível 3 são praticamente irrelevantes, segundo Heiser. Não se pode assumir que um pequeno provedor de serviço em Nuvem (CSP) seja seguro ou financeiramente estável. Apesar de ser um risco aceitável, estes aplicativos devem ser utilizados com cuidado.

Conferência Gartner Segurança e Gestão de Riscos 2016
Data: 2 e 3 de agosto de 2016 (Terça e Quarta-feira)
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel – Av. das Nações Unidas, nº 12.559
Site: Gartner.com/br/security.

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Honeywell compra fornecedora de sistemas de automação por US$ 1,5 bilhão

A Honeywell (NYSE: HON) assinou acordo para a aquisição da empresa de sistemas de automação para cadeia de fornecimento e logística de armazéns Intelligrated por US$ 1,5 bilhão. O preço de compra representa aproximadamente 12 vezes a estimativa de lucro líquido antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, da sigla em inglês). As vendas da companhia para 2016 estão estimadas em aproximadamente US$ 900 milhões.

A transação deve ser concluída no fim do terceiro trimestre e está sujeita às tradicionais condições de aquisição, incluindo revisões regulatórias. Com a negociação, a Intelligrated passará a fazer parte da divisão Sensing and Productivity Solutions (S&PS), pertencente aos negócios da Honeywell para soluções de automação e controle.

A Intelligrated projeta, fabrica, integra e instala soluções completas de automação de armazéns e oferece software e serviços que geram operações e distribuição de forma inteligente. Suas soluções para a cadeia de suprimento e armazenamento garantem produtividade aprimorada e custos menores para revendas, fabricantes e provedores de serviços de logística em todo o mundo.

A empresa tem ampliado seu negócio a uma taxa composta de crescimento anual (CAGR, da sigla em inglês) de aproximadamente 13% nos últimos três anos, índice maior do que o registrado na indústria em que atua. A Intelligrated conta com uma ampla e crescente base de clientes de mais de US$ 5 bilhões, incluindo revendas, fabricantes e provedores líderes da lista Fortune 500.

“O comércio eletrônico continua a crescer em um ritmo sem precedente. A demanda dos consumidores por serviços com entrega mais rápida criou a necessidade de soluções de armazenamento, logística e atendimento que aumentam a produtividade e reduzem os custos de nossos clientes”, afirma Alex Ismail, presidente e CEO da Honeywell Automation and Control Solutions.

A Intelligrated tem sede em Mason, Ohio (EUA), e emprega mais de 3.100 pessoas nas áreas de produção e em seus escritórios regionais, localizados nos Estados Unidos, Canadá, México, Brasil e China.

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ACE abre inscrições para nova turma de aceleração de startups

A ACE, eleita pelo terceiro ano consecutivo como Melhor Aceleradora da América Latina pelo LatAm Founders, está com inscrições abertas para mais uma turma de startups.

O processo seletivo está aberto até o final de julho, e tem como meta escolher os melhores empreendedores para dois programas de aceleração: ACE Growth, voltado para startups em momento de crescimento, e ACE Start, para empresas em validação.

As startups irão acelerar nos hubs de São Paulo, Curitiba ou Goiânia. Pela primeira vez os empreendedores poderão escolher para qual programa e região desejam aplicar suas startups. Dependendo do momento da empresa, ela pode receber investimento de até R$ 150 mil.

Como se inscrever

Todas as inscrições são feitas pelo Fundacity (http://www.fundacity.com/goace), plataforma feita especialmente para a seleção de startups. Com mais de 600 startups inscritas no último semestre, a ACE espera chegar a 1.000 inscrições para a próxima turma.

“Temos mais oportunidades para empresas em validação, além de um novo foco para startups regionais”, afirma Carol Piguin, Startup Hunter responsável por toda seleção da aceleradora.

Por conta do grande volume de inscrições e do alto grau de exigência da ACE, o questionário também passou por modificações. “Ampliamos o formulário para conseguirmos avaliar as empresas com mais propriedade. Uma seleção rigorosa é o primeiro passo para conseguirmos as melhores startups para cada um dos programas”, diz Carol.

Investimento e regiões

ACE Growth (http://goace.vc/growth) é uma continuação do trabalho da antiga Aceleratech, que já acelerou mais de 70 empresas com grande sucesso. Esse programa oferece R$ 150 mil de investimento por 10% de participação na empresa e é destinado para startups em estágio de crescimento.

Já o recém-criado ACE Start (http://goace.vc/start) seleciona startups em estágio de validação, e acelera as empresas sem investimento, sem custo nem participação acionária. O maior trabalho é confirmar as hipóteses das startups e prepará-las para o crescimento.

As inscrições para os “hubs” de Curitiba e Goiânia também estão abertas: startups das regiões Sul e Centro-Oeste terão preferência nestes locais, em uma iniciativa para fomentar os ecossistemas empreendedores locais. Neste caso, a negociação envolve um aporte de R$ 100 mil por 10% da companhia.

E startups com negócios voltado para Internet das Coisas, plataformas de atendimento a clientes e soluções em Tecnologia de Informação e Comunicação para micro e pequenas empresas ainda podem se inscrever em um programa de aceleração corporativa, fruto de uma parceria entre a ACE e a Algar Telecom.

O processo seletivo está aberto até o final de julho, mas as startups que se inscreverem antes serão avaliadas também com antecedência. Cadastrando-se no site da ACE (http://info.goace.vc/inscricoes), o empreendedor recebe informações e as melhores práticas de como inscrever sua startup. A ACE publicou recentemente um vídeo com seis dicas para se inscrever para uma aceleradora:

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Capgemini faz parceria internacional para oferecer solução de blockchain para o setor de serviços financeiros

A Capgemini, um dos lideres globais de serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, firmou aliança com a ascribe GmbH para solução de blockchain, baseada no BigchainDB, para um sistema de recompensa e fidelidade que monitora em tempo real as transações processadas. Com o banco de dados blockchain, as instituições financeiras poderão oferecer aos seus clientes a possibilidade de combinar os pontos de vários programas de fidelidade e resgatá-los em tempo real.

Como parte da parceria, a Capgemini unirá sua experiência em serviços financeiros, de consultoria e tecnologia digital, com o BigchainDB, para criar e desenvolver um sistema de fidelidade e recompensa. A solução ajudará os bancos a obterem flexibilidade para oferecer um sistema de recompensa robusto, econômico e seguro, possibilitando também o resgate dos pontos pelos clientes em vários estabelecimentos.

“O mundo deseja protótipos e casos de sucesso do uso das tecnologias blockchain”, diz o CEO da divisão de BigChainDB da ascribe, Bruce Pon. “Trabalhando com a Capgemini, desenvolveremos várias provas de conceito que poderão ser aplicadas imediatamente no mundo real”.

A aliança foi firmada depois da recente expansão da divisão de blockchain da Capgemini, cujo objetivo é desenvolver frameworks e protótipos digitais inovadores, além de criar um ecossistema de blockchain de classe mundial. A empresa está trabalhando em conjunto com algumas das maiores organizações do mundo para ajudá-las a adotar a tecnologia blockchain. Por meio da parceria com a ascribe, a Capgemini faz demonstrações aos seus clientes do setor bancário e coloca em prática este conceito.

“O potencial da tecnologia blockchain para melhorar a experiência do cliente é considerável. A Capgemini e a ascribe estão ansiosas para fazer parte dessa transformação”, afirma o vice-presidente da divisão de serviços financeiros da Capgemini, Sankar Krishnan. “A solução de blockchain aplicada em programas de fidelidade possibilita uma visão centralizada em tempo real tanto dos dados dos estabelecimentos como dos clientes, gerando oportunidades para a criação de novos programas de recompensa, além de melhorar a gestão dos ativos e recursos por parte dos estabelecimentos”.

Para saber mais sobre a divisão e competências de blockchain da Capgemini, acesse:
www.capgemini.com/blockchain.

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