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E-commerce brasileiro aponta deflação no mês de junho

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De acordo com o índice e-flation, produzido pelo IBEVAR/PROVAR, o índice geral sofreu queda em junho de 2017 em relação a maio do mesmo ano.

O estudo apurou que a inflação na internet no mês de junho foi -1,07%. No acumulado dos últimos doze meses, observa-se que houve queda de 0,37 pontos percentuais em relação ao mês anterior. Se confrontado com o mesmo período do ano de 2016, a queda chega a 14,22 pontos percentuais.

Já no acumulado do ano, a inflação foi de -0,19% (representando queda de 1,08 p.p. em relação ao acumulado do mês passado e queda de 7,61 p.p. em relação ao mesmo período do ano anterior.

Cinco categorias entraram na lista da deflação de junho, são elas: ‘Eletrodomésticos’ (-1,97%), ‘CD´s e DVD´s’ (-3,63%), ‘Livros’ (-3,35%), ‘Perfumaria e Cosméticos’ (-5,00%) e ‘Eletroeletrônicos’ (-5,76%).

Outros cinco grupos que obtiveram inflação mensal foram: ‘Cine e Foto’ (9,56%), ‘Brinquedos’ (1,71%), ‘Informática’ (0,83%), ‘Medicamentos’ (1,87%) e ‘Telefonia e Celulares’ (2,13%).

O processo de elaboração do índice inicia-se a partir da definição dos produtos que comporão cada cesta. Para tanto, são verificados os itens mais vendidos de cada categoria (os “campeões de venda” dos varejistas analisados). Já a escolha das lojas virtuais é baseada nas preferências dos internautas, conforme apurado nas pesquisas de Intenção de Compra na Internet (em conjunto com PROVAR e E-bit).

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7 pecados capitais da era digital – Por Paulo Marcelo, CEO da Resource

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A Transformação Digital, embora muito divulgada, estudada e debatida, está em construção. A sociedade já é digital e as empresas ainda não. Por isso, merece todo o cuidado para que seja bem-sucedida. É muito importante contar com um parceiro que ajude o cliente a conduzir essa jornada de maneira assertiva, promovendo o engajamento de todos os colaboradores, com o comprometimento do board da empresa. O sucesso dessa transformação depende fundamentalmente das pessoas.
Dessa forma, o cliente dessa nova era, empoderado, contrata mais do que serviços ou soluções, ele quer resultados. E para que eles sejam atingidos, é preciso conhecer algumas armadilhas que podem comprometer o nível de excelência do digital. Listei a seguir sete entraves que devem ser evitados.

1- Não integrar a visão corporativa à estratégia digital

A construção da estratégia digital deve permear todas as áreas de negócio e integrar a estratégia da corporação. É preciso ter clareza sobre onde a empresa pretende chegar, desenhar uma jornada de Transformação Digital e integrar esse plano à visão da companhia. Todos devem unir esforços para uma ação conjunta com um objetivo comum: modernizar processos, produtos e serviços para colocar a corporação em linha com as atuais expectativas de clientes e parceiros. A transformação não acontece sozinha e visa fortalecer a competitividade e o posicionamento da empresa.

2- Não ter o comprometimento do CEO e do C-Level

Contar com o apoio do CEO na construção de uma estratégia digital não é mais o suficiente para o sucesso. É preciso contar com a sua liderança e o comprometimento efetivo do C-Level. É fundamental também priorizar e sustentar continuamente os investimentos, além de medir resultados. Somente dessa forma, a empresa será bem-sucedida na integração da sua cultura ao digital. CEO e C-Levels devem estar engajados na promoção do conhecimento aos seus colaboradores, participar ativamente de eventos que objetivam disseminar a nova cultura. Bons exemplos trazem incentivo e credibilidade.

3- Não contagiar as pessoas com a nova cultura

As mudanças na cultura da empresa para um modelo de evolução digital requerem a modernização de processos que muitas vezes esbarram em resistências. Portanto, é importante contagiar as pessoas com a cultura digital, mostrando todos os benefícios que esse novo modelo pode proporcionar no desenvolvimento de suas funções. Dessa forma, é possível evitar a formação de silos de evolução e estender a transformação para todas as áreas da empresa. A comunicação é essencial para garantir uma adesão consistente e ganhar a confiança de todos.

4- Não fortalecer as competências para a nova era

A transformação digital trouxe a necessidade de agregar novas competências para atingir os objetivos de negócios 4.0. Essa renovação não significa necessariamente uma ruptura com o modelo existente. A estratégia é unir todas as competências do time da casa, trazer novas, investir em talentos, preservando a essência da companhia. A execução de uma estratégia digital acontece por meio da motivação das pessoas, que usam a tecnologia para alcançar resultados com mais eficiência.

5- Não buscar o simples e cair na armadilha do complexo

Este é um dos maiores pecados em uma estratégia de transformação. Um dos protagonistas da era digital é a metodologia Ágil, que proporciona a realização de entregas rápidas, por meio do conceito de MVPs (Mínimo Produto Viável). Essa vantagem de poder aumentar a quantidade de novas versões disponibilizadas aos clientes permite que erros apareçam mais rapidamente e, ao mesmo tempo, sejam solucionados na mesma velocidade. Assim, é possível simplificar o desenvolvimento e acelerar ainda mais o compromisso com as entregas.

6- Adotar todo e qualquer tipo de tecnologia sem planejamento e avaliação de necessidades

Quando a decisão de construir uma estratégia digital é tomada, é preciso, primeiramente, avaliar o cenário atual e os principais objetivos que a empresa pretende atingir com as mudanças. A Transformação Digital não é um remédio para todas as dores do negócio. Definido o desenho da jornada digital, é hora de agregar as tecnologias que irão contribuir para o seu sucesso. Não se pode cair na armadilha de querer adotar todas as inovações que não estejam diretamente relacionadas com as necessidades de modernização dos negócios e, consequentemente, dos seus resultados.

7- Não eleger Agentes de Transformação Digital

Dependendo do porte e da atuação da empresa, é muito importante eleger Agentes da Transformação Digital, originados do time de C-Levels da companhia. Eles serão fortes aliados do CEO no compromisso de permear a nova cultura em toda a companhia e manter todas as pessoas informadas e engajadas. Os agentes devem trabalhar para que a Transformação Digital seja implementada em ciclos rápidos e cuidar para que os investimentos sejam constantes no digital. Dessa forma, o processo será consistente, contínuo, executado, aferido e controlado.

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As inovações no e-commerce como base para sobrevivência dos varejistas – Por Patricia Cotti

Com as mudanças de comportamento de consumo – dentre as quais se destacam a alternância entre pontos físicos e digitais para a compra, o aumento da conectividade, a falta de tempo e a supervalorização da conveniência –, até mesmo o e-commerce, conhecido por ser, em parte, um dos grandes direcionadores deste novo comportamento, teve que se reinventar.

O fácil acesso à informação, trazido pela internet e suas inúmeras formas de busca, transformou o mercado digital em um ambiente puramente price taker, ou seja, o consumidor dita o preço e as empresas são “obrigadas” a cumpri-lo. Isso porque, com a facilidade de comparação e a pouca diversidade das características técnicas do produto, os consumidores acabam optando por uma racionalização de compra voltada ao preço mais baixo.

E é justamente aí que é preciso se reinventar, uma vez que varejistas vivenciam uma guerra de preços sem fim. O tema das inovações de modelos de negócios foi apresentado durante a NRF 2017 na palestra “Inovação no e-commerce: a chave para a sobrevivência de um varejista”. Este debate veio à tona a partir da apresentação de duas empresas que têm isso em seu DNA: a “Rocksbox Jewelry” e a “Boxed Wholesale”.

A “Rocksbox Jewelry” se apresenta como um serviço de assinatura de joias, que movimentou o mercado norte-americano desde o seu surgimento, com milhares de adesões em um curto espaço de tempo. Por meio de um pagamento mensal de U$19,00, o cliente efetua a locação de três peças definidas segundo com seu estilo pessoal e tendência de moda vigente.

A troca desta cesta de produtos pode ser efetuada de acordo com sua conveniência, não havendo período mínimo ou máximo de utilização das mercadorias, somente o limite das três peças. Assim, quando o cliente estiver pronto para atualizar seu conjunto, basta colocar sua caixa de volta no correio.

Há muito tempo, o tema de serviços de assinatura é debatido nos fóruns de varejo norte-americanos e europeus, com influências também no mercado nacional, embora este seja em menor escala.

Já a “Boxed Wholesale”, por sua vez, traz como inovação a compra por refil. Fundada em 2013 por um grupo de empreendedores dos Estados Unidos, a companhia desenvolve a sua estratégia com base em uma ideia simples: fazer as compras de uso contínuo e repositivo, algo conveniente e divertido, de forma a permitir que o cliente tenha tempo livre para aproveitar as coisas que mais gosta de fazer.

Este modelo tem tido muito sucesso. Em apenas quatro anos, a empresa foi destaque em uma série de veículos de negócios, tendo recebido prêmios de atuação pelo seu modo divertido de encarar esse dia a dia e a constante necessidade de reposição.

Dessa forma, ambas as empresas inovaram tanto na forma de atuação do negócio como na comunicação com o consumidor. E de extrema importância, elas também souberam usar o e-commerce como plataforma fundamental para alcançar o sucesso de uma maneira não transacional e continuada.

Patricia Cotti é diretora vogal do Instituto Brasileiro de Executivos e Mercado de Consumo (IBEVAR) e diretora de conteúdo da Academia de Varejo

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SPIN Summit 2017 debate o desenvolvimento tecnológico com nomes relevantes de Brasil e Israel

Nos dias 9 e 10 de agosto, ocorre o SPInnovation Summit 2017, que tem o objetivo de aproximar empresários e investidores de Brasil e Israel para estimular a geração de novos negócios tecnológicos no país. Durante o evento, serão realizadas palestras e sessões sobre o desenvolvimento do setor, com a participação de autoridades e nomes importantes do mercado.

“O SPIN Summit 2017 se apresenta como uma plataforma de negócios para um cenário brasileiro emergente em tecnologia, que chama a atenção de investidores relevantes na área, como é o caso de Israel. Dessa maneira, é possível compartilhar conhecimentos e criar novas parcerias para desenvolver o mercado tecnológico com o trabalho em conjunto dos dois países”, ressalta Ric Scheinkman, Diretor-presidente da Harpia Capital e Diretor da Câmara Brasil-Israel de Comércio e Indústria.

SPInnovation Summit 2017

Data: 9 e 10 de agosto de 2017

Horário: 8h30 às 18h

Local: Clube Hebraica

Endereço: R. Hungria, 1000 – Pinheiros, São Paulo – SP

Mais informações: www.spin2017.com

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Lei da Terceirização não se aplica a contratos encerrados antes de sua vigência

910745_1 A Subseção 1 Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1) do Tribunal Superior do Trabalho decidiu, nesta quinta-feira (3), que, nos contratos de trabalho celebrados e encerrados antes da entrada em vigor da Lei 13.429/2017 (Lei das Terceirizações), prevalece o entendimento consolidado na Súmula 331, item I, do TST, no sentido de que a contratação de trabalhadores por empresa interposta é ilegal, formando-se o vínculo diretamente com o tomador dos serviços.

O corregedor-geral da Justiça do Trabalho, ministro Renato de Lacerda Paiva, lembrou que este é o primeiro precedente da SDI-1 (órgão responsável pela uniformização da jurisprudência do TST) sobre a aplicação intertemporal da lei. A decisão, assim, “sinaliza para os juízes de primeiro grau e Tribunais Regionais como é que deverão enfrentar a questão”. Segundo os ministros, a questão da incidência imediata da nova lei sobre contratos já encerrados vem sendo levantada também nas Turmas.

A decisão se deu em embargos de declaração opostos pela Contax-Mobitel S/A em processo no qual a SDI-1, com base em sua própria jurisprudência, manteve a ilicitude da terceirização de serviços de telemarketing com o Itaú Unibanco S/A, com o entendimento de que os serviços telefônicos de cobrança se inserem na atividade-fim bancária.

Nos embargos, a Contax pediu que a Subseção se manifestasse acerca da entrada em vigor da Lei da Terceirização, especificamente na parte em que acresceu à Lei 6.019/74 (Lei do Trabalho Temporário) dispositivo (parágrafo 2º do artigo 4º-A) que afasta o vínculo de emprego de terceirizados, “qualquer que seja o seu ramo”, com a contratante dos serviços. Para a empresa, a nova lei “afasta qualquer ilação de ilicitude na terceirização dos serviços prestados” e “deve ser aplicada de imediato”, tendo em vista que a Súmula 331 “vigia no vazio da lei, vazio esse que não mais existe”.

Outro ponto sustentado pela prestadora de serviços é o fato de a questão jurídica relativa à terceirização de atividade-fim dos tomadores de serviços é objeto de recurso extraordinário, com repercussão geral reconhecida, perante o Supremo Tribunal Federal. Por isso, pedia o sobrestamento do processo até o julgamento pelo STF.

Decisão

Embora ressaltando não haver omissão, contradição, obscuridade ou erro material na decisão anterior da SDI-1, o relator, ministro João Oreste Dalazen, entendeu necessário o acolhimento dos embargos de declaração para prestar esclarecimentos sobre a matéria, a fim de complementar a posição já firmada. “A entrada em vigor da nova lei, geradora de profundo impacto perante a jurisprudência consolidada do TST, no que alterou substancialmente a Lei do Trabalho Temporário, não se aplica às relações de emprego regidas e extintas sob a égide da lei velha, sob pena de afronta ao direito adquirido do empregado a condições de trabalho muito mais vantajosa”, afirmou o ministro Dalazen.

Com relação ao pedido de sobrestamento, o relator observou que, apesar de ter reconhecido a repercussão geral da matéria relativa aos parâmetros para a identificação da atividade-fim, o STF não determinou o sobrestamento da tramitação dos processos que tratam do tema. “Em semelhantes circunstâncias, nem a entrada em vigor da Lei 13.429/2017, nem o reconhecimento de Repercussão geral do tema versado no ARE 713211, no âmbito do STF, têm o condão de alterar o entendimento firmado no acórdão ora embargado”, concluiu.

A decisão foi unânime.

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4 lições de Game of Thrones para o mundo corporativo – Por Marcelo Carreira

A famosa série Game of Thrones, produzida e exibida pela HBO, baseada nos livros de George R. R. Martin, é conhecida pelos combates físicos e políticos de famílias em busca de poder. Enquanto alguns personagens são alheios à essas situações, outros participam diretamente e as escolhas individuais podem ter grande peso para todos.

A sétima temporada do seriado começou no dia 16 de julho, mas a produção não precisa ser usada apenas como fonte de entretenimento. Confira 4 lições que Game of Thrones pode ensinar ao mundo corporativo:

1. Informação vale mais do que ouro

Na série, um dos personagens mais admirados é Lorde Varys, também conhecido como o Aranha. Dentro e fora da Fortaleza Vermelha (local onde reside o rei), ele possui diversos espiões que adquirem conhecimento para ele. Dessa maneira, Varys se utiliza de informações para conquistar a lealdade dos líderes de Westeros (continente onde a maior parte da série acontece).

Apesar da moral duvidosa e da maneira utilizada para colher informações, o personagem exemplifica a importância de gerenciá-las à seu favor, fazendo alianças duradouras mesmo sem ser dotado de grandes riquezas.

2. Ser diferente é ser autêntico

Tyrion Lannister é um anão que nasceu em uma das famílias mais ricas e conhecidas dos Sete Reinos. Ciente de sua condição, o personagem se aproveita de suas maiores qualidades. “Nunca esqueça quem você é. O resto do mundo não vai esquecer. Use isso como uma armadura, assim, nunca poderá ser algo usado contra você”, fala o personagem em uma conversa. Além dele, Jon Snow, mesmo sendo criado junto a família Stark, uma das mais poderosas do seriado, é frequentemente lembrado como um filho bastardo e cidadão de segunda classe.

Ambos os personagens, com o desenvolvimento de Game of Thrones, evoluem e adquirem postos de liderança, onde são admirados e seguidos. Seus seguidores se identificam com o estilo de liderança e os julgam capazes por suas trajetórias e conquista de direitos.

3. Seja flexível quando necessário

O ambiente de constantes mudanças nas parcerias e os frequentes combates presentes em Game of Thrones faz com que seja essencial aprender a se adaptar a novas situações e lugares. A personagem Arya Stark, apesar de jovem, demonstra a importância de ser flexível e adaptável. Enquanto no começo da série a jovem vivia com sua família em um ambiente confortável, ao longo da série ela é obrigada a viajar com um dos responsáveis pela morte de seu pai, depois a ficar sozinha por um tempo e, em seu último desafio, residir na casa do Preto e Branco, em Braavos, um ambiente hostil no continente secundário do seriado.

Entre as características essenciais para melhorar a capacidade de adaptação, estar à disposição para novas experiências e ser extrovertido são essenciais. Bons líderes são os que podem mudar e se adaptar.

4. Saiba conquistar

Na série as posições de poder são ocupadas por pessoas insensíveis. Figuras como Joffrey Baratheon, Ramsay Bolton e Cersei Lannister dominavam seus subordinados ao governar de forma cruel e narcisista. No mundo real, entretanto, a liderança deve ser diferente. Ser líder significa tomar decisões difíceis e arriscadas, mas que não significa ser rude.

O medo e a intimidação, apesar de poderem produzir resultados, não são sustentáveis, pois criam um ambiente de falta de confiança e faz com que os aliados busquem formas de retaliação. Os funcionários precisam gostar de seu líder. A personagem Daenerys Targaryen, por exemplo, se preocupa com o que seus seguidores pensam dela e tenta conquistar um número cada vez maior para aumentar seu poder.

Marcelo Carreira é Gerente de Marketing da Access, segunda maior empresa do mundo no segmento de gestão de documentos e informações, presente nos Estados Unidos, Austrália, Brasil, Costa Rica, Panamá e Trinidade e Tobago.

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InstaCarro inaugura escritório em São Paulo, expande atuação no Brasil e espera crescer 200% até o fim de 2017

Criada no fim de 2015, a InstaCarro destacou-se rapidamente no mercado por executar uma ideia simples e inovadora: o “leilão virtual”, que possibilita negócios rápidos, seguros, transparentes e com os melhores preços de lojas e concessionárias para quem deseja vender um carro. A startup, que fechou 2016 com faturamento de R$ 100 milhões, já conta com 9 pontos de inspeção na Grande São Paulo e, a partir de 1º de julho, três novas unidades estarão disponíveis na capital carioca, localizadas nos estacionamentos da Casa & Gourmet Shopping, Norte Shopping e Via Parque.

Segundo Diego Fischer, CEO da InstaCarro, a previsão para o segundo semestre de 2017 é lançar outras unidades na região Sudeste. “O intuito é colocar em prática um agressivo plano de expansão, principalmente no Rio de Janeiro, em que se concentra uma vasta frota de veículos de segunda mão. Também estamos expandindo com parceiros estratégicos, montadoras, locadoras e bancos, que enxergam a InstaCarro como uma poderosa ferramenta de vendas. Com esses planos em mente, a expectativa é fechar 2017 com um faturamento de R$ 300 milhões”, completa Diego.

Nova sede em São Paulo

Por conta do crescimento, o escritório-sede da empresa deixa o endereço da Rua Dr. Alceu de Campos Rodrigues – que permanece como ponto de inspeção – e passa para um espaço maior, com 400 m² e capacidade para cerca de 150 funcionários, localizado na Avenida Doutor Cardoso de Melo, no Itaim Bibi, onde permanecem os departamentos administrativo, marketing, novos negócios, financeiro e RH.

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Uber é o aplicativo de transporte de passageiro mais usado no Brasil

“Vou de Uber!”. Essa frase já se tornou comum em algumas cidades brasileiras, e isso tem um motivo. Pesquisa do CONECTA revela que o Uber é usado por 54% dos internautas brasileiros, o que o torna o app mais utilizado no país. Esse é o resultado do CONECTAí Express, pesquisa online nacional, multiclientes.

Confira quais são os apps mais utilizados

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O Uber é usado sobretudo por homens, jovens entre 25 e 34 anos, moradores do Nordeste e internautas das classes A e B. Por sua vez, os internautas que mais usam o 99Taxis estão no Sudeste e pertencem a classe A. O estudo mostra também que 43% dos usuários de internet não têm app de transporte de passageiro.

Mapas

O CONECTA também perguntou aos internautas qual aplicativo de mapas/GPS usam. O Google Maps é o mais citado, com 85% das menções.

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A pesquisa aponta que o Waze é usado, principalmente, por internautas com mais de 55 anos, da classe A e moradores do Sudeste.

Transporte público

Já em relação ao transporte público há ainda muito espaço para crescimento dos aplicativos, já que 76% dos internautas dizem que não têm um app desse serviço. O mais citado é o Moovit, mas apenas por 9% dos entrevistados.

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Sobre a pesquisa
A pesquisa foi realizada com 2.000 internautas em junho de 2017 por meio do CONECTAí Express, pesquisa trimestral, online, multiclientes, com cobertura nacional, que permite responder a qualquer tipo de pergunta de forma exclusiva, rápida e econômica.

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GFT Curitiba procura 50 profissionais brasileiros de TI para trabalhar na Espanha

Para atender a crescente demanda de projetos de Tecnologia da Informação oriundos de instituições financeiras internacionais, a GFT Espanha está contratando 100 profissionais a partir de suas unidades de negócios latino-americanas, localizadas no Brasil, Costa Rica e México.

Desse montante, 50 oportunidades são específicas para profissionais brasileiros especialistas em desenvolvimento front-end e back-end, Big Data e arquitetos com bons conhecimentos em tecnologias como Java, Spring, Hibernate, HTML5, JavaScript, Angular, React, Python, Hadoop, Spark ou com experiência em desenvolvimento de API’s.

Os requisitos para concorrer às vagas da GFT Espanha são inglês fluente e formação na área da Tecnologia da Informação, Computação ou áreas correlatas. Para se candidatar, os profissionais devem se cadastrar na página www.gft.com/empleo ou enviar o currículo para careerIberia@gft.com até o dia 30 de agosto de 2017.

“Hoje, o Brasil gera um grande número de profissionais de Tecnologia da Informação altamente qualificados e que almejam uma experiência internacional, o que vai ao encontro da cultura global da GFT, que é ampliar e enriquecer a experiência de seus funcionários por meio de oportunidades que incentivam o desenvolvimento de uma carreira internacional. Somente em 2016, expatriamos 70 colaboradores brasileiros para trabalhar no exterior”, explica o managing director Latam do Grupo GFT, Marco Santos.

A operação espanhola contratou quase 100 profissionais estrangeiros para atuação na Espanha e a meta deste ano é repetir o sucesso da campanha. “Tivemos um aumento global na demanda por projetos relacionados à transformação digital no setor financeiro, que gerou um crescimento em projetos de longo prazo em diferentes áreas, envolvendo diversas tecnologias de ponta, e por isso precisamos incorporar novos profissionais à nossa estrutura. A GFT Espanha oferece muitas oportunidades de carreira e programas de incentivo para todos os seus colaboradores, pois faz parte da nossa cultura corporativa proporcionar o melhor ambiente de trabalho e que incentive nossos colaboradores a crescer. A campanha do ano passado foi bem-sucedida e muitos profissionais talentosos, interessantes e internacionais se juntaram a nossa equipe na Espanha”, pontua Carlos Eres, managing director da GFT Espanha.

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Cooperação entre humano e robô facilita a diversidade de versões em produção na Audi

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Um novo colega robô integra a linha de montagem dos modelos A4 e A5: pessoas e robô agora trabalham lado a lado sem cercas de proteção. Com essa cooperação humano-robô (HRC), a fábrica inteligente se aproxima da realidade na planta da Audi em Ingolstadt. “Aplicação adesiva com assistência robótica”, cuja abreviatura em alemão se denomina KLARA, oferece apoio na instalação de tetos feitos de polímeros reforçados com fibra de carbono (CRFP) no novo RS 5 Coupé. Então pela primeira vez, a Audi usa um robô HRC em sua principal fábrica para aplicação adesiva na montagem final. Robôs semelhantes já estão integrados na produção de carrocerias em Ingolstadt e Bruxelas, bem como na montagem de motores em Gyor.

Como primeiro passo, um funcionário coloca o teto de polímeros reforçados com fibra de carbono em uma mesa rotativa e o inclina. A aplicação do adesivo é acionada ao apertar e pressionar um botão. Um anel iluminado indica quando KLARA termina de aplicar precisamente o adesivo em uma extensão de mais de cinco metros. O robô então sinaliza que o teto está pronto para a instalação. O funcionário retira o teto com a ajuda de um dispositivo de manuseio e o instala no carro. O teto de CRFP é um equipamento opcional no novo RS 5 Coupé e é significativamente maior que outros tipos de teto, portanto uma pessoa não seria capaz de aplicar o adesivo de forma tão confiável e precisa quanto KLARA.

Diferentemente de robôs convencionais, KLARA não necessita de uma cerca de proteção, o que significa que os espaços de trabalho de máquina e humanos se unificam. Isso economiza um espaço considerável na linha de montagem e permite que a HRC seja integrada na linha de produção. Com cooperação humano-robô como essa, a segurança do funcionário é prioridade para a Audi. O empregado fica no controle, inicia a aplicação do adesivo e pode encerrar o processo a qualquer momento. Sensores no braço do robô reconhecem quando um humano é tocado e automaticamente para qualquer movimento em caso de perigo. KLARA também indica algum perigo com o anel iluminado: ele acende na cor vermelha se há algum problema.

Todos os componentes do equipamento são pré-montados em uma placa de base. Isso permite que KLARA seja instalado e colocado em operação em um tempo curto. A integração ocorreu sem qualquer interferência na linha de montagem existente. Uma solução alternativa para a aplicação do adesivo aos novos tetos só seria possível com muito mais esforço e despesas.

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Nielsen adquire a vBrand, startup de marketing esportivo acionado por inteligência artificial

Nielsen (NYSE: NLSN) anunciou hoje que adquiriu a vBrand, startup de tecnologia sediada em Israel que desenvolveu uma plataforma acionada por aprendizado de máquina (machine learning) para medir a exposição e o impacto de marcas em programação esportiva. A vBrand e sua tecnologia irão se integrar inteiramente à Nielsen Sports, trazendo maior velocidade e escala de distribuição aos principais produtos esportivos da empresa atualmente, o Sport24 e o Social24. Os termos financeiros da transação não foram divulgados.

A aquisição da tecnologia avançada da vBrand energiza os recursos de medição e as metodologias de patrocínios, já líderes do setor, da Nielsen Sports, considerados entre os mais robustos em esportes. O aprendizado de máquina da vBrand irá acelerar significativamente a velocidade com que as tecnologias de reconhecimento de logo e monitoramento da mídia da Nielsen Sports localizam e calculam as posições das marcas na tela. Especificamente, a tecnologia vBrand pode possibilitar às marcas e detentores de direitos monitorar e rastrear a visibilidade de patrocínios durante horas de um evento e fazer ajustes de sinalização digital e campanhas sociais durante um torneio, fim de semana de competições ou uma temporada.

O marketing esportivo é crescentemente importante para as marcas que querem atingir consumidores em um mercado competitivo e fragmentado. Com os torcedores se sintonizando com confiança para acompanhar os campeonatos, times e atletas favoritos, os dispêndios em patrocínio de esportes e entretenimento globais devem exceder $ 60 bilhões apenas em 2017. As principais soluções de marketing da Nielsen Sports já medem milhões de horas de conteúdo por ano, ajudando a fornecer analítica e percepções a mais de 1.700 dos principais detentores de direitos, marcas, agências e emissoras de rádio e TV.

“Essa é uma aquisição estimulante, que demonstra nossa contínua ambição e compromisso com nossos clientes na área de esportes”, disse o presidente da Nielsen Entertainment, Howard Appelbaum. “A integração da tecnologia da vBrand ao atual processo da Nielsen Sports de avaliação de patrocínios irá expandir ainda mais a escala de programação e eventos que ela cobre em todo o mundo. E irá também fornecer informações sobre a exposição em tempo hábil, habilitando os clientes a tomar decisões mais inteligentes e mais rapidamente sobre investimentos em patrocínios. Os dados e medidas da Nielsen Sports da exposição das marcas são considerados moedas no mercado global dos esportes. Estamos muito satisfeitos por poder fortalecer isso ain da mais com essa aquisição”.

“A aquisição da vBrand pela Nielsen é uma grande oportunidade para continuar nossa jornada e levar nossa oferta para o próximo nível”, disse o CEO da vBrand, Yael Dor. “Estamos confiantes de que nossa tecnologia de vanguarda, combinada com a plataforma da Nielsen, irá ampliar sua posição de liderança no mercado, ao fornecer aos profissionais de marketing esportivo transparência e clareza sobre investimentos em patrocínio”.

“Estamos muito estimulados por nos tornamos parte da Nielsen e por capacitar seus negócios de analítica de esportes com nossa tecnologia única de analítica de vídeo e aprendizagem profunda”, acrescentou o cofundador e CTO da vBrand, Tamir Rubinsky.

A aquisição da Nielsen é a última etapa importante no relacionamento já bem estabelecido entre as duas empresas, porque a vBrand, sediada em Tel Aviv, é uma graduada da Nielsen Innovate — incubadora de tecnologia em estágio inicial da Nielsen, licenciada pela Innovation Authority de Israel (anteriormente conhecida como Office of the Chief Scientist of Israel).

“Usando um método um pouco diferente de muitas incubadoras, a Nielsen Innovate funciona como mentora e orienta as empresas que apoia, além de fornecer um investimento com o objetivo de ajudar startups em estágio inicial a se tornarem empresas globais bem-sucedidas e escaláveis”, disse o CEO da Nielsen Innovate, Dov Yarkoni.

Desde sua fundação em 2013, a Nielsen Innovate financiou 18 novas empresas, muitas das quais já fizeram o projeto-piloto ou venderam suas soluções a alguns dos maiores clientes da Nielsen nos EUA, Europa e China.

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GoDaddy e Mercado Pago fazem parceria em novo serviço de e-commerce

A GoDaddy, maior plataforma de cloud dedicada a pequenos negócios e empreendimentos independentes, anuncia hoje a nova solução de Loja Online para pequenas empresas no Brasil. O Novo Criador de Sites da GoDaddy, que inclui Loja Online, é uma ferramenta de criação de sites responsiva e que acompanha um conjunto de recursos de marketing e e-commerce, facilitando a criação de uma presença online para pequenos negócios brasileiros e ajudando-os a atrair clientes.

A loja online do Novo Criador de Sites da GoDaddy inclui as ferramentas necessárias para vender online, com foco em fazer os negócios acontecerem. As funções permitem que os clientes façam um checkout mais rápido com um processo de fechamento de compra mobile simplificado com taps e swipes reduzidos. O produto tem integração com o Mercado Pago, empresa de tecnologia de serviços financeiros, assim como para outras grandes bandeiras de cartões de crédito e PayPal. Além disso, o gerenciamento integrado de produtos e inventário e envio personalizado ajudam a simplificar a experiência de venda online.

“Essa parceria com a GoDaddy reforça nosso objetivo de democratizar o comércio e o acesso a meios de pagamento, afirma Tulio de Oliveira, Diretor do Mercado Pago Brasil”. A GoDaddy e o Mercado Pago se uniram para oferecer meios de pagamentos online eficientes e seguros para os usuários do Criador de Sites. Considerando a atual era de mobilidade, o Novo Criador de Sites da GoDaddy foi construído para ser responsivo e funcionar em qualquer dispositivo, seja um laptop, computador, smartphone ou tablet. De acordo com o Suplemento de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2015, divulgada pelo IBGE, em 2015, 92,1% dos domicílios brasileiros acessaram a internet por meio do telefone celular, o que reforça a necessidade de pequenas empresas estarem preparadas para plataformas mobile. Com diversas opções de templates prontos e serviço de atendimento ao cliente em português, pequenos negócios podem ter um site e-commerce ativo, robusto e seguro de forma simples e rápida.

“A GoDaddy continua oferecendo soluções inovadoras para ajudar pequenas empresas no Brasil e pelo mundo a ter uma presença online e crescer. Montar um site e-commerce pode ser o próximo passo que muitas Pequenas empresas estão prontas para dar, e agora, com a GoDaddy Brasil, elas podem. A nova solução foi desenhada para elas poderem fazer tudo facilmente sozinhas”, disse Cristiano Mendes, diretor de produtos da GoDaddy para a América Latina. “A parceira com o Mercado Pago é importante para nós, pois sabemos que eles oferecem soluções para pagamento online seguras”.

Além da loja online, o Novo Criador de Sites da GoDaddy é uma solução integrada, fácil de usar e acessível, permitindo que proprietários de pequenas empresas transformem suas ideias em realidade ao criar um site profissional e responsivo em menos de uma hora, sem a necessidade de conhecimentos técnicos avançados. Com o apoio de mais de 1.500 ideias e segmentos, desde design para cabeleireiros até professores autônomos de futebol, o usuário pode apenas escrever o nome da sua área de atuação ou ideia e a tecnologia inteligente do Novo Criador de Sites da GoDaddy gera um site quase completo, preenchendo-o com sessões e imagens relevantes. A interface intuitiva permite que o usuário customize e termine os detalhes do site de forma simples e, através de técnicas de machine learning e algoritmos inteligentes, a solução ajuda a otimizar os resultados ao longo do tempo.

A plataforma garante uma experiência mobile friendly, que permite que os pequenos empreendedores foquem em alcançar seus objetivos, sem precisar se preocupar com questões técnicas de design e interface do site. Além disso, o Novo Criador de Sites da GoDaddy vem com recursos integrados de Email Marketing, SEO, Criação de Página no Facebook, Estatísticas de Website e Business Listings.

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