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Huawei compartilha visão estratégica 4 MAIS para estimular novos negócios para as operadoras

Durante o Huawei User Group Meeting (HUGM 2016), a Huawei compartilhou a sua visão estratégica “4 MAIS” para estimular a transformação digital e novos negócios para operadoras. Apresentada por David Wang, presidente da Huawei Wireless Solution, a 4 MAIS (mais usuários, mais tráfego, mais valor e mais negócios) melhora continuamente a receita de dados e amplia o escopo de negócios de B2C para B2X (Business-to-Exchange).

Em primeiro lugar, a receita de dados é um ingrediente-chave para as operadoras obterem o sucesso nos negócios durante a transformação digital na era da MBB. As estatísticas globais demonstram que algumas operadoras atingiram crescimento de receita e de lucro ao longo dos últimos três anos – e a proporção dessas taxas de crescimento de todas as operadoras foi alta. “Descobrimos que a proporção de usuários MBB e DOU tem um grande impacto sobre a receita de dados de uma operadora. Se a proporção dos usuários supera 50%, uma operadora pode aumentar rapidamente a sua receita de dados. Se o DOU mensal ultrapassa 2 GB, uma operadora precisa mudar da extensa operação de tráfego para a monetização do tráfego”, disse Wang.

Em segundo lugar, as operadoras precisam desenvolver continuamente serviços B2C, atrair mais usuários ao fornecer conexões (mais usuários), monetizar o tráfego (mais tráfego) e o valor (mais valor), a fim de ampliar a receita de dados.

“De um lado, as operadoras, no estágio inicial de desenvolvimento da rede e do serviço, precisam acelerar a penetração de terminais de entrada e cultivar um ambiente para serviços digitais e de mídia social, atraindo mais usuários. As operadoras cujas capacidades não conseguem cumprir os requisitos de serviços devem maximizar as capacidades da rede para liberar o tráfego e melhorar a experiência do usuário. Para redes com carga leve, as operadoras devem desenvolver serviços de vídeo e armazenamento em nuvem, entre outros, para aumentar o tráfego e a receita de dados. Por outro lado, as operadoras devem fornecer serviços de dados diversificados e mudar de Internet + para + Internet a fim de monetizar o conteúdo. Elas também podem tentar transformar os modelos de tarifa baseados no volume para modelos de tarifa baseados na experiência. Isto mudaria os serviços da cobrança por minuto ou MB/GB para cobrar de acordo com a experiência do usuário, resolvendo o problema do crescimento do volume do tráfego sem o crescimento da receita de dados”, completou Wang.

Em terceiro lugar, as operadoras devem expandir o escopo de negócios horizontalmente e descobrir um novo oceano de B2X (mais negócios). “Além de melhorar as capacidades de negócios do segmento B2C tradicional, as operadoras precisam implantar a WTTx (wireless fiber to the X) a fim de acelerar a expansão rumo ao segmento B2H (Business to Human) e conectar os 300 milhões de lares desconectados. O B2X cria infinitas possibilidades e um início de um novo mercado de US$ 1 trilhão”, concluiu Wang.

Com o foco no desenvolvimento dos negócios das operadoras, a Huawei acredita que as operadoras precisam melhorar continuamente a monetização do tráfego para melhorar a receita de dados móveis e, assim, obter sucesso comercial na era digital.

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Airbnb apresenta campanha #SejaMeuHóspede para Jogos Olímpicos Rio 2016

O Airbnb, maior comunidade de hospedagem alternativa do mundo, apresenta a sua mais nova campanha com produção e direção próprias para os Jogos Olímpicos Rio 2016. A campanha #SejaMeuHóspede ou #StayWithMe, em inglês, foi totalmente produzida no Brasil em conjunto com a comunidade local da plataforma no Rio de Janeiro.

Essa é a primeira vez que uma campanha do Airbnb é 100% produzida e gravada no Brasil. O resultado são três histórias únicas -sem script e sem atores, cada uma com a colaboração de um anfitrião apresentado- que, juntas, fazem um convite para o mundo inteiro visitar o Rio e conhecer a hospitalidade local. Daniel, Malu e Bernardo colaboraram para o projeto transparecer a experiência de uma hospedagem Airbnb, trazendo a essência carioca.

Esses vídeos estão sendo veiculados para o público brasileiro no Facebook e no Youtube em duas propostas diferentes, uma para a comunidade do Airbnb e fãs da plataforma, e outra para pessoas entre 18 e 40 anos que não sabem o que é Airbnb, mas adoram viajar. Tudo está conectado ao Jogos Olímpicos, mostrando a parceria com o Comitê Rio 2016. Além da versão em português, os vídeos possuem também, versão em inglês.

A empresa conta com a comunidade Airbnb no Rio de Janeiro para participar e compartilhar em suas mídias sociais, postando uma foto ou um vídeo curto sobre a experiência oferecida para seus hóspedes, com a hashtag #SejaMeuHóspede. A plataforma utiliza, para esse projeto, 3 tipos de mídias:

– Mídia paga com os anfitriões do Rio de Janeiro

– Um e-mail para 15.000 anfitriões do Rio os convidando para participar da experiência #SejaMeuHóspede

– Um encontro com os top 500 anfitriões no Rio para apresentar a campanha e produzir materiais a serem compartilhados por eles com o uso da hashtag.

A recepção da comunidade Airbnb em relação à ação tem sido extremamente positiva. A hashtag já começou a ser usada pelo grupo de anfitriões que irão ajudar a expandir a campanha ao redor do Brasil.

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Provider IT inaugura novo escritório em São Paulo e aposta em novas indústrias para crescer 25% em 2016

Júlio Moravia é CEO da Provider IT

Júlio Moravia é CEO da Provider IT

Ciente da importância estratégica do Estado de São Paulo para seus negócios, a Provider IT, uma das principais consultorias e provedoras de serviços de TI do país, anuncia a inauguração de seu novo escritório na capital paulista. A iniciativa faz parte da estratégia de expansão da companhia, que também está ingressando em novos mercados e ampliando a oferta de serviços para impulsionar seu crescimento. Com isso, a Provider IT estima um incremento de 25% nos negócios ainda em 2016.

Maior economia do Brasil, o mercado paulista representa boas oportunidades de negócios especialmente neste momento de diversificação de serviços e de áreas de atuação. A Provider IT consolidou-se como uma das mais importantes consultorias de TI para os setores de seguros e serviços financeiros e agora estende sua atuação para os segmentos de Manufatura, Varejo e Consumo, Telecom e Mídia, Energia, Utilities e Recursos Naturais.

De acordo com Júlio Moravia, CEO da Provider IT, nos próximos dois anos os mercados de Telecom e Mídia já representarão 15% da receita da Provider IT e os setores de Varejo e Manufatura 20%. Seguros, mercado de origem da Provider IT, permanecerá encabeçando o faturamento da companhia, com 40% dos negócios, seguido do setor de banking, que representará 25%.

Para alcançar suas ambiciosas metas a Provider IT expandiu a linha de ofertas e o novo portfólio inclui serviços de Gestão da Informação, com estratégias para potencializar a inteligência de negócios, competitividade e eficiência operacional das empresas. Os projetos incluem planejamento, construção e aperfeiçoamento de modelos e sistemas por meio de ferramentas de Business Intelligence; Big Data e Analytics; gestão, qualidade e integração de dados e Master Data Management. Além disso, a companhia incorporou melhores práticas ao seu serviço de sustentação e lançou uma nova oferta de mobilidade, que contempla o desenvolvimento de arquiteturas tecnológicas de soluções móveis, frameworks, aplicativos IOS e Android (Nativo e/ou Híbrido), gestão de dispositivos móveis (Corporativo e BYOD) e de aplicações móveis.

“Temos um mercado enorme para explorar e traçamos uma estratégia de expansão muito consistente. Hoje, temos a infraestrutura necessária para atender todas as indústrias, com qualidade e excelência”, finaliza Moravia.

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Franquia de dados, big data e privacidade pautam encerramento do VI Fórum da Internet

O VI Fórum da Internet no Brasil (Pré-IGF Brasileiro), realizado pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), dedicou o último dia de debate a temas de grande repercussão na sociedade: planos franqueados e zero rating, big data e privacidade. As discussões promovidas por representantes do Governo, empresários, acadêmicos, membros de organizações da sociedade civil, técnicos, estudantes e usuários de Internet contaram, nos três dias do evento, com centenas de participantes de 25 Estados e do Distrito Federal, que contribuíram ativamente para enriquecer o debate. A programação foi encerrada, nesta quarta-feira (13), em Porto Alegre (RS), com a síntese das trilhas temáticas e interação do público com conselheiros do CGI.br.

A dificuldade de transparência na relação contratual, no controle do consumo pelos consumidores, a falta de investimentos em políticas públicas para garantir infraestrutura para universalização do acesso foram tópicos destacados pela conselheira do CGI.br, Flávia Lefèvre, durante o Seminário “Franquia de dados, zero rating e seus impactos no desenvolvimento da Internet”. “Estudos mostram que 30% da banda é consumida por propaganda que você não controla e não consegue impedir”, exemplificou, sobre os desafios que as operadoras de telecomunicações poderão enfrentar.

Rubens Kuhl, gerente de produtos e mercado do NIC.br, também comentou os problemas para um consumidor leigo julgar qual o plano mais adequado num cenário de franquia de dados na banda larga fixa e informou que o pico do tráfego na Internet cresce até as 22h, horário de maior movimento. Depois da meia noite e até às 11h, o tráfego diminui de forma significativa. “Não vi em nenhuma das propostas das operadoras qualquer correlação com horário, apesar de os investimentos serem feitos em decorrência da capacidade de pico”. Para Rubens, “focar na velocidade que pode ser garantida durante todo o tempo online seria uma forma mais honesta de comunicação com o cliente e permitiria equalizar receitas”.

Em sua apresentação, Basílio Perez (ABRINT) mostrou-se favorável à adoção de franquia na banda larga fixa. “Esse é apenas um modelo de negócio. Não existe rede infinita nem dinheiro infinito, todo investimento que se faz precisa ter retorno”, enfatizou. Na opinião de Basílio, no entanto, há padrões que precisam ser respeitados. “Não concordamos com as franquias extremamente baixas que foram anunciadas. E também somos contra o bloqueio ao atingir a franquia, defendemos a diminuição da velocidade dentro do que está no contrato”.

As origens e consequências do zero rating foram detalhadas por Pedro Ramos (mestre em Direito pela FGV-SP), que abordou tanto estudos que condenam a prática e revelam efeitos de exclusão social e aumento de desigualdade no médio e longo prazo, quanto aqueles que mostram efeitos positivos como primeiro passo para o uso da Internet. “Sou particularmente contrário ao zero rating, acredito que essa prática viola a neutralidade da rede e pode dar brecha para criação de ‘corredores exclusivos’”, pontuou. O Seminário abordou ainda as posições do Ministério Público Federal (MPF) em relação ao zero rating, Internet.org e franquia de dados, manifestadas por meio de notas técnicas, e debatidas no encontro a partir da apresentação do procurador Carlos Bruno.

Big data e privacidade

Ainda durante a manhã desta quarta-feira (13), o VI Fórum promoveu o Seminário “Big Data – oportunidades e desafios jurídicos, políticos e sociais”, que teve início com as contribuições de Jamila Venturini (Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV/RJ). Em sua apresentação, a pesquisadora destacou que a falta de um marco unificado de proteção de dados pessoais, somada aos avanços tecnológicos recentes, geram uma insegurança jurídica e dão margem a abusos. E chamou atenção para os termos de uso e políticas de privacidade recheados de termos técnicos. “Temos uma massa de usuários que consentem com algo sem saber exatamente o que”, alertou.

Em complemento, Alexandre Pacheco (FGV-Direito SP), levantou questionamentos sobre as ofertas de consentimento com base no cenário do big data e da Internet das Coisas. “Como posso consentir o uso dos meus dados diante de cenários incertos, sem saber as potencialidades de cruzamentos futuros que podem ser feitos?”, indagou. Na perspectiva da proteção individual, Pacheco convidou à reflexão sobre a eficiência das técnicas de anonimização e como elas podem ser aprimoradas.

A exploração econômica das bases de dados integradas foi analisada no Seminário por Rafael Evangelista (Unicamp – LAVITS). “Os dados pessoais são o novo petróleo. Acho essa comparação muito interessante porque envolve o valor dos dados em si, o direito de exploração no mercado futuro e o controle das reservas. Quem controla as bases de dados consegue fazer previsões, identificar tendências e aumentar seu poder econômico”, enfatizou. Moderador do debate, o conselheiro do CGI.br, Marcos Dantas, reforçou a necessidade de debater soluções. “O consentimento me parece compulsório. Até que ponto essa questão é aceitável? Precisamos construir alternativas, usar serviços sem que tenhamos a obrigação de fornecer nossos dados”.

Ainda na proposta de buscar outras opções, Andriei Gutierrez (IBM) defendeu uma lei de proteção de dados pessoais baseada em princípios como proporcionalidade, segurança e transparência. “Também consideramos necessário que uma autoridade de proteção de dados seja criada. O big data está ai para ficar, o tsunami digital está chegando”, ressaltou.

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5 Dicas para o E-Commerce ampliar suas vendas no Dia dos Pais

Em 2015, as vendas em lojas físicas na semana do Dia dos Pais caíram 5% em relação a 2014. Neste ano, de acordo com o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio, o comércio brasileiro encerrou o primeiro semestre com retração de 8,3% em relação aos primeiros seis meses do ano passado.

Se nas vendas em lojas físicas o cenário é de fraco desempenho, o e-commerce deve apresentar crescimento neste ano. No ano passado, as vendas no comércio eletrônico movimentaram 41 bilhões de reais. Para 2016, segundo relatório do E-bit, a expectativa é que a movimentação seja 8% maior do que no ano anterior, atingindo 44 bilhões.

Um indicador positivo deste crescimento é que no Dia das Mães a movimentação financeira aumentou 8% no comércio eletrônico. Para que as vendas no Dia dos Pais também tenham desempenho positivo, a assertividade na hora de se comunicar e ser relacionar com o consumidor é fundamental.

Especialistas da Serasa Experian Marketing Services recomendam cinco práticas para uma campanha bem-sucedida para alcançar o público de forma certeira e ampliar a possibilidade de converter a mensagem em lead e em venda.

Confira as 5 Dicas para impulsionar as vendas no Dia dos Pais:

1. Segmente e personalize: O cliente quer customização na hora de receber um e-mail marketing. Então jamais erre o nome dele. Além disso, cuidado para não oferecer produtos inadequados para aquele consumidor. De acordo com um levantamento da Serasa Experian Marketing Services, as chances de conversão de um e-mail marketing aumentam 26% quando o cliente vê seu nome já no título da mensagem.

2. Política de preço: Fator extremamente preponderante para a decisão de compras, especialmente em momento de retração como o que vivemos hoje, o e-commerce precisa focar no valor do produto para ter sucesso no Dia dos Pais. Com uma solução de precificação inteligente é possível monitorar a concorrência e ter insights sobre as melhores oportunidades de subir ou baixar os preços.

3. Conecte-se às redes sociais: Os botões de compartilhamento e likes podem aumentar a taxa de cliques nas ofertas enviadas por email em relação às mensagens que não possuem. Pode parecer uma dica óbvia, mas deve ser sempre levada em conta no momento de criar uma nova peça para e-mail marketing.

4. Marketing digital: Não basta apenas montar uma boa estratégia de preço, tecnologia de ponta e canais de atendimento, é preciso trazer o cliente para dentro de casa. Invista em posicionamento, SEO, links patrocinados, redes sociais e e-mail marketing e aumente a chance de sucesso de vendas.

5. Colha os resultados: Acompanhe e mantenha por perto os clientes por meio de um bom trabalho de pesquisa, análise do comportamento de consumo e mensuração dos resultados. Esse processo permite a continuidade de um relacionamento proveitoso para ambas as partes. Considerar cada cliente como único ajudará a mantê-lo fiel e poupa esforços para reconquistá-lo quando algo dá errado.

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Bayer recruta startups para iniciativa em parceria com a Câmara Brasil-Alemanha

Você quer que a sua startup cresça e apareça? A Bayer vai te ajudar nesta empreitada. A multinacional alemã, com foco de atuação em Ciências da Vida, busca startups que possuam soluções para as áreas de agricultura ou saúde (humana e animal) para integrar o projeto Startups Connected, em parceria com a Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha. As inscrições podem ser feitas até 15 de julho.

A iniciativa faz parte do programa AHK Startups Accelerator, que visa dar apoio às startups com o objetivo de promover o crescimento e gerar oportunidades de negócio entre elas e às empresas patrocinadoras da iniciativa. A proposta é fomentar o crescimento de soluções digitais inovadoras que já estejam disponíveis no mercado. O programa tem a duração de 3 meses.

“Essa é uma iniciativa orientada às startups brasileiras, em um país que se desponta como um celeiro global de empreendedorismo. Para se inscrever na categoria Ciências da Vida, representada pela Bayer nesse programa, as startups precisam apresentar uma solução inovadora para as áreas de agricultura ou saúde humana e animal. Buscamos projetos digitais que reforcem nossa cultura de inovação e nossa missão de fazer ciência para uma vida melhor, e para isso o principal critério de escolha será o potencial de impacto que a solução apresenta para a sociedade e/ou no seu respectivo mercado de atuação”, ressalta Camila Navarro, IT Digital & Innovation Manager da Bayer.

A partir da participação no programa de aceleração, as startups terão acesso a benefícios como: possibilidade de ser vinculada a desafios das empresas patrocinadoras; revisão do modelo de negócio; criação de um plano de ação e contato com as empresas patrocinadoras. Confira mais informações no regulamento: http://www.startupsconnected.com/#!regulamento/vha40

Como participar?

A startup precisa estar qualificada entre as três finalistas em uma das categorias do Prêmio Brasil-Alemanha de Inovação, e também integrar o processo de diagnóstico, visto que será usado como base para escolha das startups que participarão do programa de aceleração.

Para participar, a startup precisa escolher uma categoria, preencher o formulário e acompanhar o cadastro – http://www.fundacity.com/cmara-brasil-alemanha/apply/921

• Mobilidade
• Ciências da Vida
• Cultura
• Digitalização
• Cidades do Futuro

Datas e prazos:

Prêmio Brasil-Alemanha de Inovação:

• Prazo de inscrição: até 15 de julho;
• Processo de avaliação: 18 de julho a 2 de setembro;
• Premiação: 29 de setembro em São Paulo/SP.

Programa AHK Startups Accelerator:

• Diagnóstico: 30 de setembro;
• Aceleração: 17 de outubro de 2016 a 17 de janeiro de 2017;
• Apresentação dos resultados: 1 de fevereiro.

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KiiK anuncia Maurício Valim como novo CEO

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A KiiK, plataforma de adquirência com base mobile que permite realizar pagamentos por meio de seu aplicativo, anuncia a contratação de Maurício Valim, que assume como CEO da empresa. Formado em Engenharia Mecânica e Finanças Corporativas, ambas graduações pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Valim inciou carreira na Bosch Brasil, onde permaneceu por três anos, na área de desenvolvimento e gerenciamento de projetos.

A fim de aplicar os seus conhecimentos em finanças, em 2012, migrou para o segmento de seguros como coordenador do Sistema de Informação de Gestão na ACE Group no Brasil, nos setores de análise de planejamento financeiro, previsão e resultados financeiros. Deixou a empresa para apostar na carreira empreendedora em startup e assumiu como Gerente Regional na Easy Taxi Brasil, sendo responsável pela expansão da empresa na região Sul e consolidação da operação no país. Em seguida, Valim assumiu os projetos envolvendo a expansão da Easy Taxi na América Latina. Essas experiências o levaram, em novembro de 2015, para a Vá de Táxi, empresa investida pela incube, primeira venture builder brasileira, onde atuou como chefe de Finanças e Operações. Como consequência de sua boa atuação na empresa, foi convidado para comandar a KiiK, outro empreendimento da incube, onde tem o desafio de expandir sua atuação, tanto territorialmente, como em nichos de negócios. Hoje, a KiiK opera quase que exclusivamente em restaurantes, pois é o principal foco da parceria que mantém com a MasterPass, carteira digital da MasterCard.

“Nosso desafio será ampliar as verticais da empresa e chegar ao final do ano com pelo menos 3 mil estabelecimentos, de diferentes setores, utilizando o aplicativo KiiK. Queremos levar para eles e para os usuários do app mais agilidade e simplicidade no momento de quitar as contas, além de ganhos operacionais, sem abrir mão da segurança”, explica Maurício Valim.

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ECI nomeia Carlos Brito como General Manager para as Américas

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A ECI, fornecedora global das soluções ELASTIC Network para provedores de serviços, infraestruturas críticas e operadores de datacenter, anuncia a nomeação de Carlos Brito como General Manager para as Américas. O executivo brasileiro, que liderava as atividades da companhia na América Latina desde o fim do ano passado, será responsável por alavancar os negócios da empresa em todo o continente e desenvolver as chamadas redes do futuro para clientes e prospects da região.

A multinacional israelense focada em soluções para redes de transporte óptico, com mais de 50 anos de atuação no mercado, tem forte presença no continente americano. Além do Brasil, atua nos EUA, Canadá, México, Costa Rica, Colômbia, Argentina e Chile. Conta com escritórios em mais de 30 países no mundo todo e cerca de 1,8 mil funcionários. A nomeação de Carlos Brito é parte da estratégia da companhia para expandir ainda mais a equipe de vendas, que cresceu 20% globalmente em 2015.

“A ECI está em franca expansão nas Américas, que é uma região muito importante para a companhia. É um mercado que tem um enorme potencial e onde temos visto uma excelente aceitação das nossas soluções”, disse Sorin Lupu, VP Global de Marketing e Vendas da ECI.

Carlos tem cerca de 20 anos de experiência no desenvolvimento de negócios internacionais e em vendas, trabalhando em empresas como Juniper, Alcatel Lucent e Nortel. Na ECI, o executivo provou em pouco tempo que habilidades e visão são necessárias para elevar os negócios da companhia para outro patamar. Brito liderou o novo plano de go-to-market para as equipes de vendas da América Latina, que tem trazido um crescimento anual de acordo com as expectativas da companhia. Com um histórico comprovado para conduzir com sucesso as equipes de vendas e impulsionar o crescimento, o executivo também terá a missão de impulsionar o desenvolvimento dos negócios da ECI no restante do continente.

“A ECI tem sido um desafio muito gratificante na minha carreira e estou muito motivado para assumir o novo cargo e continuar à frente dos negócios na América Latina, mas também incluir a estratégica de go-to-market para os EUA, Canadá e México ao meu escopo de trabalho. Espero contribuir com minha experiência para expandirmos ainda mais nas Américas e continuarmos desenvolvendo e propagando o conceito das redes elásticas aos nossos clientes”, declarou Carlos Brito.

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Positivo apresenta seu novo smartphone

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Antenada com as tendências de comportamento e consumo do mercado brasileiro, a Positivo anuncia sua nova linha de smartphones, batizada de Positivo Twist. A linha é composta por três modelos, cada um com uma característica especial, todos com design ultrafino, moderno e acabamento surpreendente. A grande novidade é que os aparelhos vêm com uma opção de capa colorida extra na caixa, podendo ser dourada, azul ou vermelha.

“O mercado de smartphones é altamente competitivo. Por isso, investimos em três modelos ultrafinos, elegantes e com características diferenciadas para, assim, conseguirmos atender aos mais variados perfis de consumidores. Adicionalmente, nos preocupamos em oferecer preços justos e chegamos a valores que cabem no orçamento dos brasileiros”, declara Norberto Maraschin Filho, vice-presidente de Mobilidade da Positivo.

Os novos celulares Positivo Twist têm flexibilidade para utilizar duas operadoras ao mesmo tempo com Duplo SIM e vêm com tela de 5 polegadas, sistema operacional Android 6.0 – Marshmallow, processador quad-core de 1.3GHz na versão 3G e 1.0GHz na versão 4G, conectividade Wi-Fi e Bluetooth, conector para cartão micro SD externo até 32GB e micro USB (2.0) para dados, cabo USB, fone de ouvido e película protetora.

O primeiro dos modelos, o Positivo Twist M, foi pensado para o usuário que precisa de mais espaço interno para seus arquivos, sejam eles aplicativos, jogos, músicas, fotografias ou vídeos. Possui capacidade de armazenamento interno de 16GB, mais espaço para o usuário aproveitar da melhor maneira possível seu smartphone. Já o Positivo Twist S é ideal para quem é viciado em fazer selfies, pois tem câmera frontal de 8MP, com muitos recursos para melhorar a experiência da fotografia, como o detector de rosto e sorriso com efeito de cores, balanço de branco e HDR (High Dynamic Range), que proporciona mais detalhes na cena, além de sair de fábrica com um bastão para tirar selfies. A câmera principal conta com zoom digital 4x com flash, 8MP e gravação de vídeo. E, para quem busca mais conectividade, o Positivo Twist 4G é a escolha ideal, pois tem como grande diferencial a navegação em alta velocidade por meio da conexão 4G.

O Positivo Twist M e o Positivo Twist S chegam ao varejo a partir deste mês com preço sugerido de R$ 649. O modelo Positivo Twist 4G começa a ser vendido em breve pelo preço sugerido de R$ 699.

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Gartner indica tendências de Blockchain para executivos de TI e de segurança

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, alerta as empresas brasileiras para o surgimento de novos termos e de tendências na área de TI que afetam diretamente líderes de tecnologia (CIOs-Chief Information Officers) e de segurança da informação (CISOs – Chief Information Security Officers). Os analistas do Gartner apresentarão na Conferência Gartner Segurança e Gestão de Riscos, que acontece em São Paulo nos dias 2 e 3 de agosto, que os questionamentos dos clientes do Gartner sobre Blockchain e tópicos relacionados ao tema quadriplicaram desde 2015.

“As consultas transcendem a área financeira. Estamos indicando para clientes de diversas indústrias a importância de analisar a contagiante ‘febre de Blockchain’ que atingiu o setor”, diz Ray Valdes, Vice-Presidente e Fellow do Gartner. Segundo ele, é importante que os líderes de TI e de segurança entendam as possibilidades e limitações do Blockchain, as tecnologias associadas de registro distribuído e os cenários de negócios futuros para suas indústrias, em uma economia cada vez mais programável.

As indicações do Gartner sobre as tendências nessa área são:

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A explicação de Blockchain pode ser iniciada com Bitcoin, já que ela é a primeira implementação de tecnologia de registro distribuído. Como moeda digital, o Bitcoin compensa a falta de uma moeda física ao rastrear o histórico de cada transação e registrar os dados cada vez que uma moeda é transferida de uma pessoa para outra. Cada transação de Bitcoin torna disponível o histórico completo daquele Bitcoin, em uma cadeia de blocos, chamada de Blockchain (uma forma de registro distribuído). Para que as entradas no Blockchain sejam confiáveis e seguras, o Bitcoin depende de poder computacional significativo e partes interessadas ou “exploradores” para validarem e confirmarem as transações, usando um processo estruturado para adicionar registros de transações ao Blockchain em troca de recompensa monetária.

“Essa estrutura de incentivo é inerente ao Blockchain de Bitcoin e não se pode usá-la sem levar em consideração o papel desempenhado pelo código de criptomoeda de Bitcoin”, diz o analista do Gartner. Essa fórmula, no entanto, possui suas limitações.

Promessa e riscos do Blockchain

O segredo do Blockchain reside no uso inovador de tecnologias existentes para autorizar que partes não confiáveis realizem transações, independente de uma autoridade central. “Em sua forma atual, o Blockchain sofre limitações significativas em escalabilidade, governança e flexibilidade”, diz David Furlonger, Vice-Presidente e Fellow do Gartner. Como os CIOs exploram os casos de uso para Blockchain e registros distribuídos, é importante entender as seguintes limitações:

Escalabilidade: No Blockchain, o sistema requer poder computacional significativo (consequentemente, eletricidade) para verificar e confirmar cada bloco de transações. Devido ao desenho desse processo, um máximo de sete transações por segundo podem ocorrer e cada bloco requer 10 minutos para confirmação, no mínimo.

Falta de resistência para centralização: Já que a necessidade de poder computacional para verificar as transações aumentou, a atividade de prova de trabalho tem sido principalmente consolidada em quatro organizações principais, todas estabelecidas na China. Isso altera o conceito de Blockchain como um sistema descentralizado. “Duas dessas quatro organizações poderiam teoricamente pactuar e, juntas, constituiriam uma maioria dos recursos computacionais necessários para exploração, conseguindo, assim, controlar a atualização do registro distribuído”, alerta Valdes.

Confidencialidade e Transparência: Todas as transações são públicas, possuindo seus prós e contras em termos de acesso à informação transacional, mas não necessariamente à identificação dos participantes para a rede.

Governança: O responsável pelo software de fonte aberta Bitcoin é desconhecido e, portanto, sua autoria está aberta a questionamento. Então, não há uma estrutura clara para tomada de decisão e o Blockchain de Bitcoin é altamente dependente de agendas individuais.

Novas tendências

A essência dos registros distribuídos é que eles possuem o potencial para permitir que qualquer forma de valor seja alterada entre partes não confiáveis em um formato criptografado, sem a necessidade de intermediação de uma autoridade centralizada. A capacidade de conduzir transações de qualquer tamanho, com qualquer forma, sugere um futuro no qual os dispositivos e aplicativos de Internet das Coisas (IoT) possam ser dinamicamente monetizados. Isto promoverá o crescimento da economia programável.

Devido à natureza do registro distribuído, é compreensível que as empresas líderes de serviços financeiros vejam o conceito como uma ameaça em termos de desintermediação e como uma oportunidade para reiterar o controle do ecossistema ou para mudar radicalmente a estrutura de custo de suas operações.

A indústria de seguro também pode se beneficiar desse conceito ao verificar bens e prevenir fraudes. Por exemplo, a Everledger rastreia milhares de diamantes anotando 40 pontos de dados únicos de cada pedra no registro distribuído. Qualquer transação subsequente do diamante pode ser rastreada até a transação anterior.

O importante para os CIOs, de acordo com o analista Furlonger, é olhar além desses casos iniciais de uso e pensar nos valores de troca possibilitados pela economia programável. Por exemplo, títulos fundiários podem ser verificados, dando aos proprietários de terras em países em desenvolvimento um registro incontestável de posse, evitando corrupção e roubo. Registros educacionais imutáveis promoverão mobilidade global de talentos. Além disso, carros autônomos poderão negociar e pagar por espaços de estacionamento, por sistemas de compartilhamento de viagens e, até mesmo, por mudança de via quando for preciso economizar tempo.
Recomendações para CIOs

É aconselhável que os CIOs entendam o estado atual da arte de fazer provas de conceito e implementem mobilizações táticas que os ajudem a resolver problemas específicos. “O objetivo está tanto nas lições aprendidas quanto no valor entregue aos negócios, especialmente porque as tecnologias favoráveis são imaturas e infundadas”, diz Valdes.

Na sequência, enquanto agem taticamente, é aconselhável que as organizações pensem estratégica e conceitualmente sobre modelos de negócios de longo prazo viabilizados pela próxima geração de plataformas de registro distribuído. “Qualquer coisa desenvolvida hoje, especialmente recursos construídos sobre o Blockchain original terão uma vida útil de no máximo 24 meses”, diz Furlonger.

Conferência Gartner Segurança e Gestão de Riscos 2016
Data: 2 e 3 de agosto de 2016 (Terça e Quarta-feira)
Site: Gartner.com/br/security.

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Philips Brasil anuncia nova diretora de Recursos Humanos

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A Philips, empresa líder em inovação para saúde e bem-estar, anuncia a chegada da nova diretora de Recursos Humanos para o Brasil, Magda Setoguchi. A executiva assume o desafio de continuar o ritmo acelerado de transformação da empresa, que nos últimos anos tem se focado especialmente no mercado de saúde e bem-estar.

Com mais de 20 anos de experiência em companhias multinacionais no Brasil, como Abbott, Ernst & Young Banco, Toyota e Salomão Zoopi Diagnósticos, Magda Setoguchi será responsável pelo alinhamento do Brasil com as demais equipes da Philips na América Latina.

A missão da Philips é melhorar a vida das pessoas por meio de inovações relevantes, como os seus produtos ou a implementação do Workplace Innovation para seus funcionários, um conceito global aplicado em todos os escritórios da empresa e que cria o ambiente adequado para estimular a criatividade e a inovação.

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Sodexo aprimora atendimento ao funcionário com o apoio da Sonda IT

Após passar por uma grande expansão em 2011 com a compra da Puras, empresa gaúcha de alimentação coletiva e serviços, a Sodexo Brasil percebeu a necessidade de melhorar seus processos de atendimento aos 35 mil colaboradores presentes em quase dois mil sites espalhados pelo território nacional. Para atende-los, a área de Tecnologia da Informação (TI) decidiu adotar um CSC (Central de Serviços Compartilhada) em seu Service Desk, o que proporcionou ganhos de eficiência operacional e maturidade nas interações com os funcionários.

A central disponibiliza chamados tanto para as necessidades de TI, como para as demandas de negócios, que envolve, por exemplo, problemas ou dúvidas com assuntos relacionados a departamento pessoal e até mesmo para as questões que correspondem ao core business da empresa, como o planejamento de cardápios. A centralização rendeu, nos últimos dois anos, melhoria na satisfação nos atendimentos dos chamados o atendimento, a criação de um processo de interação e o ponto único de contato para os chamados de TI e Negócios.

As boas métricas foram alcançadas após a criação do “Portal de Atendimento”, uma ferramenta para suportar a CSC da Sodexo, totalmente desenvolvida pela Sonda IT, maior companhia latino-americana de soluções de Tecnologia da Informação. Centralizando o atendimento através da ferramenta, os usuários da multinacional francesa conseguem realizar chamados para apoio aos sistemas de TI e de outros 29 processos de negócios como RH, Logística, Finanças, Administração, Contas a Pagar e Receber, dentre outras áreas.

De maneira clara e objetiva, o portal permitiu direcionamentos mais assertivos em cada departamento da empresa, redução nos custos das operações e administrativos, além de acelerar o ritmo da implementação de melhorias nos processos e obter um nível maior de controle em demandas mais críticas, refletindo diretamente na percepção do aumento de qualidade nos chamados por parte dos usuários.

“Antes apenas 63% dos funcionários aprovavam o antigo sistema, que envolvia o suporte sistêmico apenas para TI. Após a adoção do Portal de Atendimento para TI e Negócios, 94% deles estão satisfeitos com o nosso modelo atual de interação, tanto pela facilidade de contato quanto pela agilidade no retorno, pois para cada processo definimos um SLA (Service Level Agreement) para que a área se posicione em relação à solicitação realizada via portal”, conta Cláudia Marquesani, gerente de TI do núcleo de serviços e suporte às operações da Sodexo.

Além das 220 mil interações anuais realizadas através do portal, a Sonda IT também apoia a Sodexo na disponibilização de vídeos autoexplicativos a fim apresentar soluções para os chamados mais comuns, sem que seja necessário abrir chamados, o que já contribuiu para uma significativa redução de 18% dos incidentes de TI.

Transferindo estas atividades para o CSC no Service Desk da Sonda IT, a multinacional francesa passou a utilizar suas equipes para atividades mais estratégicas. Para Claudia, o sucesso dessa parceria entre a Sodexo e a Sonda IT é o entendimento da integradora no negócio do cliente e a sua capacidade de buscar eficiência para o tripé ‘pessoas, processos e tecnologia’.

“Ao invés da Sodexo desenvolver um CSC interno, o que tornaria o processo oneroso por conta da demanda do mapeamento das operações, do tempo e, consequentemente, dos custos para sua estruturação, a empresa transferiu à Sonda IT a necessidade e nós entregamos a solução adequada à demanda da companhia”, pontua Juliana Matias, gerente de negócios e umas das responsáveis pelo projeto da Sonda na Sodexo.

Vale ressaltar que a executiva da Sodexo, Claudia Marquesani, foi premiada em função deste projeto após apresentação do case na última edição da Conferência & Expo Internacional HDI Brasil, maior evento de ITSM da América Latina, através da palestra “Central de Serviços Compartilhada: é possível atender TI e outros departamentos e ainda aumentar a eficiência de sua organização?”.

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Segurança e Internet das Coisas. Já pensou nisso? – Por Ideval Munhoz

Organizar a segurança industrial na era da Internet das Coisas (IoT) é uma tarefa bastante complexa, já que não existe uma única solução que atenda a todas as necessidades. A segurança total é tão irreal quanto o desejo de implementar medidas de segurança uma única vez e dar o problema por resolvido. A segurança continua sendo um alvo móvel e, por isso, as estratégias e medidas de segurança de TI precisam estar em constante desenvolvimento.

Mesmo reconhecendo que não exista uma solução que solucione todos os problemas – internos e externos – de uma só vez, há uma série de medidas eficazes surgindo, envolvendo criptografia e autenticação. Ao que parece, a segurança torna-se mais eficiente à medida em que combinamos uma série de metodologias, tecnologias e produtos.

Ao mesmo tempo, fabricantes de equipamentos, operadores de redes e provedores de software e serviços devem unir forças para o desenvolvimento de padrões comuns para o tráfego de dados na Internet das Coisas. Enquanto isso não acontece, seguem aqui alguns pontos que devemos ter em mente:

A maioria das empresas tem espaço para criar infraestruturas seguras de TI. Mas atualmente apenas uma em cada quatro tem uma estratégia própria de segurança revista e atualizada com regularidade. No início da era da Indústria 4.0 é imprescindível que se conte com uma estratégia que cubra tanto a tecnologia como a segurança operacional;

A implementação de qualquer estratégia de segurança deve ser baseada em uma análise de risco da infraestrutura e dos ativos da companhia. Essa análise vai determinar que riscos são aceitáveis e que metodologias, tecnologias e produtos a companhia deve implementar;

Segurança da Internet das Coisas deve ser preventiva e proativa, seguindo uma abordagem integrada de desenvolvimento de processos e produtos que garanta a proteção da planta e da infraestrutura de TI em igual medida. No desenvolvimento de software, a segurança de TI começa com a primeira linha de código. Também é aconselhável a aquisição de hardware e software certificados;

Uma arquitetura de segurança para a Indústria 4.0 deve ter em seu coração os princípios da abordagem de defesa em profundidade e contar com uma estrutura com vários estágios. Além disso, deve gerar visibilidade entre os funcionários, diretrizes para a segurança física de máquinas e instalações, um framework de segurança para a rede corporativa, protegendo computadores e equipamentos, e contar com regulamentos que vinculem autenticação de pessoas e máquinas.

Nas interfaces externas das redes industriais, os pontos de acesso e de entrega tornam-se cada vez mais alvos de hackers que, ao atacar a segurança de TI, dirigem seus ataques à segurança operacional, muitas vezes passando despercebidos. Para prevenis esse tipo de ataque, devem ser estabelecidas ou ampliadas as funcionalidades de prevenção, detecção e reação;

A criptografia do tráfego de dados, combinada com a autenticação de pessoas e máquinas, garante um alto nível de segurança. Por isso o desenvolvimento de organismos de certificação e de verificação de identidades ao longo da cadeira de valor é um pré-requisito fundamental para a colaboração nas redes industriais;

As aplicações de Indústria 4.0 trazem com elas novos desafios de armazenamento para as empresas. Sensores inteligentes geram um volume enorme de dados que devem ser processados por programas de análise (análise preditiva, data mining etc.). Em muitos casos, isso torna indispensável o envolvimento de fornecedores externos, que precisam estar conectados à rede por meio de interfaces seguras. Para lidar com os requisitos de armazenamento e segurança, são recomendáveis plataformas como a Cloud of Things, que também podem controlar as máquinas e automatizar processos;

Com seus processos automatizados, o conceito de Indústria 4.0 elimina a distinção entre produção e escritório para a TI. Para garantir a segurança, dos sensores às aplicações Office, é aconselhável reunir as responsabilidades pelos dois em um departamento que centralize o gerenciamento de segurança. Com a crescente fusão das redes corporativas com redes inteiras de criação de valor, cada uma com seus requisitos de segurança, torna-se mais importante coordenar medidas de segurança não apenas na empresa, mas também com parceiros e provedores de serviços;

A Indústria 4.0 inaugura a conexão entre empresas e criação de redes de valor. Para criar cooperação neste nível, é necessária a criação de normas comuns que possibilitem o desenvolvimento de uma arquitetura de referência que possa descreve-las e implementa-las.

Por Ideval Munhoz, presidente da T-Systems Brasil

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André Alves é o novo Country Manager do Decolar.com

Decolar.com, a maior agência de viagem da América Latina – presente em 21 países da região -, nomeou recentemente André Alves como Country Manager Brasil.

Antes de iniciar no Decolar.com, foi Diretor de Logística da Drogaria Onofre, onde reestruturou as operações da companhia com implantação do E-commerce e Televendas. No Grupo Renner S/A, renomado no setor de Varejo, foi Diretor de Negócios onde conduziu o E-commerce de três empresas do Grupo: Renner, Camicado e Youcom. Na Saraiva & Siciliano, foi Diretor de Vendas e responsável por converter o negócio a partir da introdução da companhia no mundo do E-commerce. Foi Gerente de E-business na Phillips, responsável pelos principais países da América Latina e, integrante do Board Mundial da companhia.

André Alves é Graduado em Desenho Industrial na Universidade do Rio de Janeiro, Pós-Graduado na Fundação Getúlio Vargas e fez MBA na Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Com experiência em estruturação de novos negócios online, reestruturação de negócios de companhias tradicionais e estratégias de E-commerce para toda região, André acredita que “Decolar.com é uma companhia muito dinâmica e ágil, com uma equipe de managers jovens que incentivou o maior crescemento da companhia entre as empresas de turismo no Brasil nos últimos anos. Tenho o desafío de fazer com que o Decolar.com cresça ainda mais e continue sendo a companhia com maiores inovações introduzida no mercado brasileiro”.

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Especialista dá dicas de como fazer uma campanha de crowdfunding bem sucedida

O crowdfunding (que em tradução livre seria “fomento da multidão), transformou-se em um movimento com dimensões exponenciais. No Brasil, o sucesso se refletiu nos sites de compras coletivas, os quais, ultrapassaram a casa dos milhares em menos de seis meses de existência.

Com isso, o crowdfunding se tornou atrativo e uma chance para realizar um sonho, ajudar as pessoas, concretizar projetos ou lançar produtos. Pessoas ou empresas podem obter o sucesso esperado através desta alternativa, cada vez mais viável e aceita. Entretanto, há uma pergunta que muitos ainda fazem. Por onde começar? Como organizar uma campanha?

Vinicius Maximiliano, autor do livro “Dinheiro na Multidão” – Oportunidades x Burocracia no Crowdfunding Nacional explica que uma característica comum a projetos bem sucedidos é a simplicidade com que a ideia do projeto é transmitida. Contudo, simplicidade não se confunde com amadorismo. “Ser simples, significa dizer claramente o que se pretende, quem vai fazer, como e quando. Por isso abuse da criatividade, pois as pessoas quando analisam um projeto, buscam aquilo que elas gostariam de fazer por si mesmas, mas o farão através da janela do seu projeto. Então seja simples, porém ousado”, aconselha.

O autor explica que não se pode esquecer que o financiamento coletivo de um projeto é um negócio. Mesmo quando se trata de questões filantrópicas, o que se propõe a ser feito é uma gestão profissional de fundos para uma causa em si. “Portanto, é fundamental incluir no orçamento assessoria especializada para essa estruturação. Em um projeto de tudo ou nada, economizar nisso pode ser definitivamente negativo. Inclua esses custos no projeto e estruture-o de forma profissional. Afinal, você está fazendo uma “oferta” que outros validarão e colocarão algum dinheiro nela.

Vinicius aconselha que quanto mais transparente o idealizador da campanha for, mais confiança terão no projeto. “Muitos sites já oferecem essa assessoria de lançamento e criação. Além disso, procure um advogado e um contador. Números e leis (mesmo as que ainda não existem!) fazem a diferença em um pais como o Brasil. Pode ser que você nem saiba, mas que exista algum benefício fiscal para quem doar fundos a um tipo específico de projeto, o que aumenta as chances de sucesso”, afirma o especialista.

As pessoas estão cansadas de conviverem com “inatingíveis”. Financiadores de projetos coletivos buscam proximidade, facilidade de contato e possibilidade de opiniões. Ninguém quer um cara ou uma moça que sequer conseguem identificar ou que nunca responde e-mails de elogio ou crítica. “O conceito de coletivo, ainda mais no Brasil, onde somos naturalmente mais sociáveis, assume contornos quase que pessoais. Portanto, esteja preparado para interagir, e muito com seus financiadores”, aponta Vinicius.

Credibilidade é tudo no mundo virtual. Em financiamento coletivo então, é 100% essencial escolher bem. “Diga-me sua plataforma e lhe darei ou não um like!”. Bem por ai. Afinal, sites ou plataformas que não possuem o público alvo ideal para o seu projeto, simplesmente poderão frustrar suas expectativas”, destaca o autor do livro. Para isso é necessária pesquisar, conversar com os sites, com as plataformas, fazer levantamentos, verificar a credibilidade social da plataforma. “Se o site é um veículo praticamente obrigatório, então tem que sempre buscar o melhor modelo e o mais atualizado! ”, defende.

Algumas campanhas são bem longas, chegam a durar 60 dias. Haja material e motivação para todo esse tempo. Imagine o financiador que fez a doação no primeiro dia, todo empolgado com seu projeto. Ao final de 55 dias, por exemplo, ele muitas vezes nem vai lembrar que ajudou. A fatura do cartão de credito já vai ter sido paga 30 dias antes. Assim, é preciso usar a criatividade e manter seu público ativo, envolvido. As pessoas querem saber o que está acontecendo, a evolução, números alcançados. Se a campanha não estiver indo tão bem, o ideal é pedir ajuda. “Conclame as pessoas a se movimentarem para alcançar o objetivo. Faça novos vídeos, mostre números, resultados, produtos em andamento. Enfim, apareça, mesmo durante a campanha! Quem só dá as caras no lançamento, dificilmente vai terminar com o total financiado”, alerta.

Ter um cronograma claro, estruturado e organizado de todo o desenvolvimento do projeto é importante. Afinal, quem financia, quer acreditar que tudo será feito da forma como foi proposto. Uma dica é aplicar algumas regras e conceitos e Project Manager (voltamos a figura da assessoria) para mostrar ao público que existe uma linha de ação para cada passo do projeto. E isso nada tem a ver com o tamanho da arrecadação. Tem relação direta com profissionalismo no trato com o dinheiro de terceiros e que confiam em você.

Caso o projeto tenha como foco um novo produto, maravilha! Mas é preciso ter algo para mostrar. “Quem vem para a rede buscando vender somente uma ideia, pode se queimar no mercado brasileiro. Nossa cultura é bem diferente da norte americana ou inglesa, onde as pessoas são educadas desde cedo para um conceito de “risco de investimento” em ideias. Aqui, somos naturalmente conservadores, desconfiados e céticos. Existe todo um pano de fundo econômico por trás disso, mas o importante é perceber que, se o seu financiador não perceber algo “palpável” ele vai pensar muito mais para financiar seu projeto do que se você tivesse pelo menos um protótipo, por mais amador que seja”, aponta.

Querendo ou não, crowdfunding e financiamento coletivo é um novo e bonito nome para falarmos de investimento. Afinal, as pessoas se identificam com a causa ou projeto, e entregam o dinheiro para que o idealizador possa utilizá-lo. “ Agradeça, se possível diretamente, a cada doador. Não estou falando do e-mail automático dos sites. Estou falando de algo pessoal, único, diferente. As pessoas estão cofiando em você, não interessa quanto doaram ou qual o tamanho do seu projeto. E confiança não se compra, se adquire e se agradece! ”, destaca Vinicius.

Um erro comum é vermos projetos desenhados e estruturados para os “conhecidos” – amigos, familiares, parentes, colegas de trabalho – ou seja, aquelas pessoas que tendem a nos apoiar independente da solidez da ideia. É natural. “Por isso, os projetos têm de ser sempre desenhados “para fora”, ou seja, para pessoas que nunca viram você na vida, não sabem nada sobre você e que terão que acreditar e confiar no que está falando em um vídeo de três minutos. Portanto, crie projetos para fora, nunca para dentro. Salvo se sua família e amigos, sozinhos, conseguirem financiar tudo… ai é bem diferente! ”, orienta o especialista.

Vinicius acredita que toda forma de ganhar dinheiro e atuar na sociedade é válida. Porém, há algumas pessoas com muita gana nos valores a serem arrecadados. “O projeto e a arrecadação têm que ser suficientes para sua realização, não para tornar seu criador rico ou pagar as contas atrasadas dele. O cuidado precisa ser ainda maior quando falamos de campanhas parciais, ou seja, aquelas em que o idealizador, mesmo que não atinja o total pleiteado, ele vai levar as doações com ele. Se for esse o seu caso, não esqueça que um projeto com custos mal equacionados pode simplesmente ser inviável se não atingir a meta de financiamento… e todos os que apostaram na ideia podem ficar muito decepcionados com sua postura caso não entregue o prometido, com muito menos dinheiro”, conclui.

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Aplicativo de decoração traz inspiração com mais de 90 mil fotos

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O Viva Decora, site de decoração, lança seu primeiro aplicativo para Android. A ferramenta, que está disponível no Google Play, conecta pessoas, que estão planejando reformar sua casa, aos profissionais de decoração, como arquitetos, designers de interiores e lojistas, com mais de 90 mil fotos de ambientes.

No sistema IOS, o aplicativo, que disponibiliza o maior acervo de fotos de decoração do brasil, atinge os primeiros lugares entre os downloads na classificação estilo de vida. Para continuar a oferecer a melhor experiência possível aos usuários, agora para os dispositivos Android, o app oferece filtros para buscar referências de um cômodo específico, opção de salvar e compartilhar imagens por e-mail ou redes sociais, além disponibilizar a interação com mais de cinco mil profissionais cadastrados.

“Nós identificamos que as pessoas têm muita dificuldade em procurar exemplos de decoração em portais digitais. Por isso, enxergamos uma oportunidade em continuar inovando, oferecendo a maior base de referências para casas brasileiras e contribuindo para uma inspiração mais real ao consumidor” comenta Diego Simon, CEO do Viva Decora.

Na ferramenta, os profissionais de interiores podem apresentar seu portfólio online, de maneira rápida, fácil e sem nenhum custo. “O número de visitas mensais na nossa plataforma é maior que 600 mil e vem crescendo mais de 20% por mês. O perfil do arquiteto ou designer pode ser usado como vitrine online dos seus projetos, ajudando-o a expor seu trabalho às pessoas interessadas e clientes em potencial” diz Diego.

As inspirações e os ambientes decorados do Viva Decora estão disponíveis no aplicativo (Google Play ou Apple Store) ou no site:www.vivadecora.com.br.

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VI Fórum da Internet aprofunda debate sobre segurança e direitos, inclusão digital, inovação e bens culturais

O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) ampliou, nesta segunda-feira (11), por meio das trilhas temáticas do VI Fórum da Internet no Brasil (Pré-IGF Brasileiro), o debate que realiza em suas Câmaras de Consultoria. O primeiro dia do encontro, que acontece no Centro de Eventos FIERGS, em Porto Alegre (RS), foi dedicado à reflexão e ao diálogo sobre Universalização e Inclusão Digital, Segurança e Direitos na Internet, Conteúdos e Bens Culturais, Inovação e Capacitação Tecnológica. As discussões, assim como a realização de workshops, desconferências e exibição de documentário seguem até esta quarta-feira (13) e são abertas à participação de todos os interessados – seja presencialmente ou a partir da transmissão ao vivo pela Internet.

A 6ª edição do Fórum teve, durante sua mesa de abertura, a participação de representantes de todos os setores. E o caráter multissetorial do evento foi enaltecido pelas autoridades presentes, que reforçaram ainda a importância de levar o debate, a cada ano, para regiões diferentes do País, e o papel da Internet como instrumento de transformações. “A Internet não se limita aos números IPs, são as pessoas que usam e fazem a Internet. É muito importante para o CGI.br receber as contribuições de todos”, destacou Maximiliano Martinhão, coordenador do CGI.br e Secretário de Política de Informática do MCTIC.

José Fortunati, prefeito de Porto Alegre, enfatizou que o Fórum aponta para um tema fundamental: como podemos promover o desenvolvimento sustentável e inclusivo usando a Internet. Em complemento, Demi Getschko, conselheiro do CGI.br, afirmou que os debates devem se concentrar em como aproveitar a Internet para o bem geral e também como preservá-la do jeito que ela é. A alfabetização digital e fluência digital foram lembradas pela professora da UFRGS e ex-conselheira do CGI.br, Liane Tarouco. Em sua opinião, um dos desafios que precisam ser discutidos no Fórum é como as instituições de ensino podem preparar os alunos para que sejam cidadãos do século XXI.

Coordenada pelo conselheiro do CGI.br Lisandro Granville, que ressaltou a construção do debate crítico para a evolução da Internet no contexto nacional e internacional a partir de encontros como o Fórum da Internet no Brasil, a abertura contou ainda com as participações de Cleber Benvegnú (Secretário de Estado de Comunicação), Jaime Wagner (Sócio da PowerSelf e ex-conselheiro do CGI.br), Mário Teza (Diretor da PROCEMPA e ex-conselheiro do CGI.br) e Tiago Simon (Deputado Estadual e Presidente da Comissão de Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia).

Trilhas

O lançamento de uma pesquisa, realizada pela Softex – Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro, por demanda do CGI.br, embasou as discussões da trilha Inovação e Capacitação Tecnológica. Os resultados apresentados – entre eles, a concentração de profissionais na região Sudeste e no cargo de analista de sistemas computacionais – permitiram que o debate fosse dividido em quatro grupos: formação de profissionais para lidar com a Internet, o impacto das tecnologias na educação, no mercado de trabalho e as características interdisciplinares dos profissionais de Internet.

Os projetos de lei em tramitação na Câmara dos Deputados que alteram princípios estabelecidos pelo Marco Civil da Internet conduziram as discussões da trilha Segurança e Direitos. São eles: a privacidade, a liberdade de expressão e neutralidade da rede. Entre os consensos obtidos pelos participantes, estão a necessidade de proteção da neutralidade da rede e de investimento em educação digital conscientizar usuários sobre os riscos e oportunidades da Internet. Maneiras de estimular o discurso não discriminatório na rede também foram abordadas durante o encontro.

Questões de grande repercussão, especialmente para a indústria cinematográfica, literária e fonográfica, como direitos autorais, compartilhamento de conteúdos e bens culturais, e o desenvolvimento inclusivo do mercado de aplicações foram analisadas na trilha Conteúdos e Bens Culturais. O encontro se propôs ao debate sobre a construção de uma agenda brasileira para o desenvolvimento da economia da cultura e de cadeias produtivas relacionadas às artes e cultura, apoiadas em ferramentas digitais e que contemplem diversos atores.

As múltiplas perspectivas das empresas, do terceiro setor, do Governo e da academia sobre a Universalização e Inclusão Digital foram tratadas numa trilha exclusiva sobre o assunto. Entre os pontos ressaltados pelos participantes, estão a Internet enquanto serviço essencial estabelecido por lei, a importância de diferenciar Internet de telecomunicações ao aprofundar o ambiente regulatório, a necessidade de revisão do modelo de prestação de serviços de telecomunicações, o desenvolvimento da infraestrutura de banda larga para ampliar o acesso e os impactos sociais decorrentes da falta de conexão.

Mulheres na Computação

Exibido pela primeira vez no Brasil, o documentário “The Computers”, que retrata o protagonismo feminino na programação do primeiro computador eletrônico de uso geral, inspirou a mesa de debate Mulheres na Computação. As debatedoras Ana Cristina Benso (coordenadora local do Women in Information Technology, PUCRS), Karen Figueiredo (Projeto Meninas Digitais, UFMT), Tanara Lauschner (Projeto Cunhantã Digital, UFAM) e Priscila Solís Mendéz (Coordenadora Geral do Women in Information Technology, UnB), sob a mediação da professora Liane Tarouco, compartilharam experiências, analisaram influências culturais entre os gêneros, dialogaram sobre as resistências e dificuldades e também apontaram soluções para promover a diversidade na área de tecnologia.

Próximos dias

Preparatório para o IGF (Internet Governance Forum), que acontecerá de 06 a 09 de dezembro, em Guadalajara, no México, o VI Fórum da Internet segue até a quarta-feira (13) com extensa programação. Estão previstos seminários sobre temas de grande repercussão, como tolerância e diversidade na Internet, planos franqueados e zero rating, big data e privacidade, além de workshops, desconferências e a exibição do documentário “Freenet?”. Acesse a programação completa: http://forumdainternet.cgi.br/#programacao. As inscrições gratuitas podem ser realizadas no local do evento.

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Quando uma startup cresce: o novo momento do VivaReal

O VivaReal, plataforma digital que conecta imobiliárias, incorporadoras e corretores com consumidores que buscam um imóvel, teve uma mudança no seu time executivo. Brian Requarth, co-fundador e CEO da empresa, deixou o cargo para se dedicar a função de Presidente do Conselho do VivaReal. Lucas Vargas, ex-Executivo-Chefe de Operações, assumiu o cargo de CEO da empresa. Na nova função, Brian vai cuidar da gestão do quadro de investidores, da definição da estratégia e manterá o relacionamento com clientes e parceiros. No papel de CEO, Lucas acompanhará e orientará a execução da estratégia do VivaReal. No dia a dia cuidará das diversas áreas do negócio, dando instruções nas questões táticas para garantir o crescimento contínuo da empresa.

Com trajetória empreendedora, Brian fundou o VivaReal no Brasil em 2009. Enquanto CEO, Requarth viu o faturamento mais que dobrar a cada ano e captou mais de $70 milhões de dólares em rodadas de aportes financeiro. Em pouco tempo, o VivaReal tornou-se líder no segmento que atua, ajudando as pessoas a encontrar a casa dos sonhos e ultrapassando concorrentes que estavam há anos no mercado. Lucas começou no VivaReal no final de 2012 como Vice-Presidente Comercial. O primeiro desafio dele foi cuidar da expansão da plataforma pelo Brasil. Naquele ano, a empresa contava com 60 colaboradores.

“A trajetória profissional de Lucas, seu envolvimento com o VivaReal, os objetivos que nos ajudou a alcançar e o crescimento para o qual nos levou mostraram que ele é a pessoa certa para essa fase de maior consolidação da empresa”, afirma Brian. Com o trabalho de expansão de Lucas, o VivaReal passou a ter 16 escritórios espalhados pelo país, mais de 450 colaboradores e 18 mil anunciantes. Em 2015, ele assumiu o cargo de Vice-Presidente Executivo. Além da área Comercial, ficou sob sua responsabilidade toda a equipe de Marketing. No final do mesmo ano, Lucas se tornou Executivo-Chefe de Operações (COO). Passaram para os seus cuidados o Comercial, Marketing, Pessoas (Recursos Humanos, Administrativo e Endomarketing), Financeiro e Jurídico.

Antes do VivaReal, Lucas era co-CEO no Groupon Brasil, onde também foi responsável pela expansão dos negócios regionalmente. Ele fundou e dirigiu a startup Deu Samba, passou pelo Banco Santander e Bain & Company. No México, trabalhou na empresa de auditoria PricewaterhouseCoopers (PwC). Lucas é mestre em Administração de Empresas pela Universidade de Harvard, Engenheiro de Telecomunicações pelo Instituto Militar de Engenharia (IME) e Administrador de Empresas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). “Meu principal desafio será consolidar o VivaReal como a maior plataforma digital de imóveis do Brasil. Hoje já temos mais de 15 milhões de visitas mensais e 4,5 milhões de imóveis anunciados. Nosso objetivo é seguir crescendo e utilizar a tecnologia para transformar cada vez mais o mercado imobiliário, oferecendo transparência e eficiência para os consumidores, corretores, imobiliárias e construtoras”, comenta Lucas.

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